Saravá Ogum! Ogum iê, meu pai! Salve o ponto.
Salve! ! Ogummmm.
. . .
Cavaleiro de Umbanda, vencedor de demanda Não deixa filho tombar! Ogummmmm. .
. . .
Cavaleiro de Umbanda, vencedor de demanda Não deixa filho tombar! No luar ele chama a sereia, Risca o ponto na areia, unindo as forças com mar! E quando ele chega na aldeia, as estrelas clareiam, Pra ver Ogum trabalhar!
No luar ele chama a sereia, Risca o ponto na areia, unindo as forças com mar! E quando ele chega na aldeia, As estralas clareiam, pra ver Ogum trabalhar! As estrelas clareiam, Pra ver Ogum trabalhar!
As estrelas clareiam, Pra ver Ogum trabalhar! Ogum. .
. . Cavaleiro de Umbanda, vencedor de demanda, Não deixa filho tombar!
! Ogum. .
. . Cavaleiro de Umbanda, vencedor de demanda, Vencedor de demanda, não deixa filho tombar!
No luar ele chama a sereia, risca o ponto na areia, Unindo as forças com mar! E quando ele chega na aldeia, as estrelas clareiam, Pra ver Ogum trabalhar! No luar ele chama a sereia, risca o ponto na areia, Unindo as forças com mar!
E quando ele chega na aldeia, as estrelas clareiam, Pra ver Ogum trabalhar! As estrelas clareiam, pra ver Ogum trabalhar! As estrelas clareiam, pra ver Ogum trabalhar!
Ogum. . .
Cavaleiro de Umbanda! Vencedor de demandas, não deixa filho tombar! Ogum.
. . Cavaleiro de Umbanda!
Vencedor de demandas, não deixa filho tombar! No luar ele chama a sereia, Risca o ponto na areia, unindo as forças com mar! E quando ele chega na aldeia, As estrelas clareiam, pra ver Ogum trabalhar!
No luar ele chama a sereia, Risca o ponto na areia, unindo as forças com o mar! E quando ele chega na aldeia, as estrelas clareiam, Pra ver Ogum trabalhar! As estrelas clareiam, pra ver Ogum trabalhar!
! As estrelas clareiam, pra ver Ogum trabalhar! !
! Ogum iê, meu pai!