é muito bom né [Música] o Olá minha gente querida tudo bem com saudades de mim eu estou com saudade de vocês conta vamos começar uma nova palavra é Mas antes preciso daqueles lembretes se você gostou dessa aula não deixa de curtir por favor de fuga se inscreveu se inscreve espalha para todo mundo a gente precisa crescer né Ah e outra coisa tem um Instagram do canal que tem que sempre umas coisas muito legais informações interessantes curiosas@canal espalhando arte vai lá vale a pena Ok então hoje nós vamos falar sobre expressionismo Arte Moderna início do século
20 tomar com a virada do século 20 surgiram transformações nos estilos artísticos e na visão dos Artistas em resposta às principais um assassina a atmosfera da sociedade novas tecnologias e grandes esforços de urbanização alteraram a visão de mundo do indivíduo e os artistas refletiram o impacto psicológico desses desenvolvimentos desse modo eles se afastaram de uma visão realista do que viviam em direção a uma representação emocional e psicológica de como o mundo os afetados com ninguém dorme e acorda isso já vem sendo construído desde o final do século 19 vide o simbolismo então o início do
século 20 os artistas formaram uma série de associações e se uniram em uma infinidade de movimentos diferentes dependendo novos ideais é mais do que um terreno puramente estético estes grupos ficaram conhecidos como vanguardas europeias tinha muita gente me pedindo isso então chegou a hora bom para início de conversa eu quero deixar aqui um depoimento eu eu particularmente não gosto deste título vanguardas europeias porque Vanguarda não é aquele quem é de Vanguarda não é aquele que está um passo à frente e para mim em todas as épocas tiveram vamos marcas européias brasileiras mas sempre tivemos a
sua guardas sempre teve aquele que estava um passo à frente então eu acho que é assim fosse a barra falar de Guardas eu não penso que eles não são os únicos vanguardistas né sempre vai ter aquele que estão um passo à frente então portanto sempre teremos Art é por isso que eu não gosto este nome tá mas existe esse título Então vamos começar o primeiro desses movimentos de Vanguarda europeia que eu vou falar É Então o expressionismo mas aqui muito cuidado com essa palavra com esse título vou explicar por que essa expressionismo Essa palavra não
é nova e ela já era usada para caracterizar pinturas em que o artista usava cores linhas e térmicas visíveis para provocar Poderosas respostas do espectador para provocar emoção Veja por exemplo o trabalho de Francisco de Goya do século 19 Olha esse trabalho Saturno devorando seu filho muito expressivo né a gente vê que tem uma o souta que parece que está por fazer inacabada as cores né escuras uma suturno a deformação expressiva né uma forma de formada exagerada a gente pode dizer que neste momento o glória estava sendo expressionista e podemos ir até mais longe Olha
como exemplo Caravaggio que é um artista Barroco Davi com a cabeça de Golias isso fundo preto Claro no Davi compromisso puro desse fundo preto então forte contraste as cores também que o Carvalho adorava nessa coisa meio de uma paleta preto branco e vermelho a própria expressão e de formação expressiva do Golias né então é bem Podemos dizer que um trabalho lá do Barroco do Caravaggio que nesse momento eu estava sendo expressionista Entendi então cuidado com essa palavra porque ela não foi criada só nesse momento Ok e aqui o termo expressionismo refere-se Mais especificamente a uma
tendência artística que se tornou popular em toda a Europa no início do século 20 a chegada do expressionismo anunciou novos padrões na criação e julgamento da arte a arte agora deveria surgir de dentro do artista e não de uma representação do mundo visível e externo e o padrão para se avaliar uma obra de arte se tornou o caráter dos Sentimentos do artista e não uma análise a composição como eu já disse ninguém dorme acorda essa realidade já estava sendo preparada lá no início Começou assim já no romantismo depois de um simbolismo foi esquentando esse desejo
né da emoção do lado interno do artista e aqui nós chegamos um lápis e os artistas expressionistas para isso costumavam usar pinceladas giratórias oscilantes e executadas com exageram ângulos extremos formas achatadas chapadas cores berrantes e visões distorcidas essas técnicas eram para transmitir o estado emocional pensado do artista que estava reagindo a sociedades do mundo moderno é muito parecido né hoje temos ainda esse problema confrontando o mundo urbano do século 20 eles desenvolveram um modo poderoso de crítica social em suas representações figurativas mas tudo colocado numa Ótica pessimista de decepção com os valores humanos Vale lembrar
que o pessimismo já começa com o simbolismo só que o simbolismo com estética em uma visão mais romântica um pouco mais planta o artista do expressionismo vai colocar as coisas de uma maneira mais ácida mais crua Bem dito isso nós vamos começar por aqueles que não poderiam voltar que são os precursores aqueles que e a caminha enterrar um deles é vencendo agora que eu não vou falar porque já tenha aula referente a ele aqui no canal vale a pena dá uma recordado Ok e vou falar de outros dois importantíssimos que são e bar ontem e
James ensor que foram particularmente influentes para os expressionistas incentivando a distorção da forma e o uso de cores fortes para transmitir uma variedade de ansiedade diz e aceitos vamos começar pelo James ensor ele foi um pintor e gravador belga por muitos visto como simbolista mas eu prefiro deixá-lo neste lugar di o som do expressionismo porque eu já falei ninguem dorme simbolista e acorda expressionista então é óbvio que ele vai ter um pé lá e um pecar só que ele já tem um pé no expressionismo por isso ele é precursor Ok as imagens que ele produziu
são consistentemente cínicas e zombeteiras sabe aquele amor afeto popularmente conhecido como humor negro Pois é ele tinha uma forma Quase e grotesca de Realismo que pretendia registrar o que estava por trás da sociedade do seu tempo e provavelmente de todos os tempos vocês vão ver que ter pa super atual nas críticas que ele faz a sociedade Olha que excelente exemplo o quadro esqueletos brigando por um arenque em conserva de 1891 essa eu descrevi duas figuras esqueléticas brigando por um arenque peixe em conserva em uma paisagem sem forma com céu pastel o céu envolve as duas
figuras cujos tons escuros os fazem sobressair da pintura do fundo impregnando o trabalho com uma natureza alegre e cômica da técnica expressionista que ele já usa aqui pinceladas rápidas e soltas de Formação expressiva que é quando você muda de forma a forma né para conseguir mais expressão mas emoção então ele usa essa deformação expressiva e também cores contrastantes esportes esquisitas quando ao tema e representa dois críticos de arte Belgas da época que faziam sempre críticas negativas as pinturas de é só por causa disso é isso retratou esses dois críticos em várias pinturas satíricas nesse trabalho
em particular é isso se representa com arenque com o peixe em conserva sendo dilacerado pelas críticas odiosas agora que delícia gente e vídeo que os dois críticos na verdade eles já estão mortos são duas cadeiras né então tem aquela coisa da vaidade né os dois críticos vaidosos se achando no poder no direito de falar mal do trabalho dele né Então essa coisa da vaidade e por isso é um vanita no sentido e a morte chega para todo mundo não adianta você vaidoso Não há coisa que nos iguala é a morte nós todos seremos esqueletos então
por isso essa representação né dos dois já mortos e brigando pelo peixe pelo arent que seria o James ensor né Toda a ira dos dois das críticas odiosas que eles faziam ao lenço está representado aí e isso deixa Clara a sua intenção quando ele disse minha ocupação favorita é deixar os outros famosos enfiados enriquecer sua feiura então ele descobriu uma iconografia do grotesco que lhe permitiria comentar sobre a injustiça EA superficialidade pelas quais ele estava cercado e o seu o quadro que tá claro nesse trabalho foi parte integrante de sua revelação do mal-estar da sociedade
e o outro precursor do expressionismo que eu vou falar é o Edivar Monkey norueguês não poderia deixar de falar da icônica obra O Grito melhor dizendo título O Grito da natureza de 1893 essa obra foi concebida como parte do ciclo semi-autobiográfico de um chamado o friso da vida e ela existe em quatro formas a primeira uma pintura feita em óleo têmpera e pastel sobre papelão outros dois exemplos em pastéis e uma pintura final feita Ah e ele também criou uma outra versão litográfica em 1895 bem pra cima dessa obra é importante prestar atenção nessa passagem
do diário dele de 22 de janeiro de 1892 escrita em Nice na França e essa passagem contém a provável inspiração para esta cena Olha só eu estava andando pela estrada com dois amigos O sol estava se ponto de repente o céu ficou vermelho de sangue Fiz uma pausa sentindo-me exausto e encostado na cerca havia sangue e línguas de fogo acima do fiorde preto-azulado e da cidade meus amigos continuarão e eu fiquei ali tremendo de ansiedade e sentir um grito infinito e pela natureza para mim não preciso de mais nada foi isso é impressionante como ele
traz agitação e ansiedade com os ritmos turbulentos dessas linhas agitadas e um clientes as cores no seu contraste e intensidade pode se dizer grita tinha um termo antigo vocês vão devem saber que isso não cores gritantes cores berrantes né que era para cores que realmente chamava muito atenção nunca histéricas assim um rosa-choque sei lá era uma cor gritante o restante né que essas coisas dele gritam e observe como o artista utilizou um mínimo de formas para alcançar uma máxima expressividade é como se tudo participasse da angústia e excitação de segredo e uma coisa que é
importante falar é que os artistas enfrentavam questões sobre a subjetividade e sua representação visual subjetivo é o meu né É como eu vejo e com isso seria representado o próprio mundo escreveu algo sobre visão subjetiva em 1889 Olha só não é a cadeira que deve ser pintada Mas o que o ser humano sentiu em relação a ela tá falando o quê do sentimento da ação subjetiva O que acha da cadeira e não o que que é cadeira é objetivamente cadeira cadeira né Tem esse formato que segue a posição do corpo sentado mas não é essa
visão objetiva da cadeira é o que que ele pensa o que que ele sente em relação a cadeira é a visão subjetiva e como representar essa visão subjetiva esse sentimento né uma boa questão e o grido Passa muito isso porque ele não é objetivo né na sua representação ele usa artifícios para com pincelada como movimento que selada giratórias ondulantes cores fortes contrastes de formação expressiva para tentar falar o que que ele tá sentindo né essa ansiedade essa angústia o momento e não momento e Cia em que representar objectivamente o pior de aponte um cara Quem
é esse cara especificamente como ele é velho novo ok e última coisa sobre o grito é que ele me impressiona como ele é atual né quem aí já não se sentiu assim um mês e grito nem dessa deformação da angústia da ansiedade eu brinco que eu já fui O Grito nesse quadro em vários momentos no trânsito mas ele é muito bom né tirando as brincadeiras muito ao muito Nossa depois então Desse nosso contexto pandemia melhor para falar mais nada não deixa para lá então hoje nós vamos ficar por aqui próxima aula a gente vai continuar
E aí hoje eu fiz uma introdução falei dos percussores né Na próxima aula então a gente vai entrar os movimentos expressionistas Ok e se você está se divertindo aprendendo com as minhas aulas não me agradeça agradeça Que lindo pessoal que tem contribuído lá peitão para que esses vídeos aconteçam sem eles não haveria canal o meu muito obrigada um beijo até a próxima