Eu fico preocupado só com as moças, sobretudo que tem essa essa relação com a maternidade, no sentido de que, vou falar um nome que eu acho que vai pegar muito mal assim, mas acho que não tem outro nome, né? Mas com uma relação quase de obsessão com isso, porque nem tudo que é natural pra espécie é natural pro indivíduo. >> Você passasse pro pessoal aí qual o sentido da vida? >> Você vai descobrir o sentido da vida de três modos. Aceitando o sofrimento inevitável da vida. te interrompendo minimamente, o que que é o ser normal?
>> Porque o ser humano não é corpo e psique, só. >> Eu queria até trazer a parte até da FIV mesmo, da fertilização em vitro. >> Tem uma boa parte da sociedade que olha para essa discussão de ideologia de gênero e não tá de acordo, que essa é a Resposta acerca do que é o homem e a mulher. >> Sabe muito bem. Os médicos estão reclamando, estão cada vez ganhando menos, reclamando sobre plano de saúde. >> Se o médico ele não tá comprometido de algum modo a crescer pessoalmente em cultura, em humanidade, em relacionamento humano,
em visão transcendente da realidade, ele vai valer muito pouco mesmo. Qual foi o objetivo principal você fundar, né, a Faculdade maratântica agora oficial de mandar mensagem para saber qual é. >> Olá, sejam todos muito bem-vindos a esse episódio inédito com os hostes do Anima Saúde, o podcast mais saudável deste Brasil. Eu sou Dra. Vanessa Vink, sua anfitriã, junto com >> Dr. Diogo Vink. E vocês perceberam que estamos em cenário diferente hoje. >> Pois é. >> Imaginem quem nós vamos entrevistar. E Mesmo em cenário diferente. Dout. Vanessa continua linda, né? >> Muito obrigada, meu amor. Você
é muito gentil. Você tá elegantíssimo também. >> Toda de azul também, porque >> igual Bertaldinho. Bertaldinho. Homenagem. >> Exinho. Inclusive o nosso convidado também de azul. >> Exatamente. E aí? >> Então já comece a encaminhar porque esse será imperdível. >> Vou apresentar para vocês. Já posso >> fal lá. nosso convidado de hoje ilustríssimo, diria de passagem. Nós estamos num ambiente diferente com nós estamos na casa do nosso convidado. Ele é médico, psiquiatra, educador, escritor de inúmeros livros, fundador da faculdade Mar Atlântico e o mais importante de tudo, casado com a Sam Marcille e pai de
oito filhos. carioca diretamente de Vila Isabel para o mundo. >> Mundo. Seja muito bem-vindo ao nosso Episódio de hoje, Dr. Ítalo Marcile. >> E aí, beleza? As ordens, hein? Obrigado por terem vindo. >> Na próxima, se eu tiver outro convite, eu vou lá na casa de vocês. >> É só a Jana que tá muito ruim para conseguir sair daqui. Então foi o que a gente conseguiu. A gente montou esse estúdio aqui pr >> E ficou sensacional. >> Acho ficou bom também. Você vai arranjar. >> Claro, com certeza. Com certeza. Só convidar. Eu fal >> toda
semana tem um convite para ele, né? Mas vamos lá. Vamos pegar essa agenda aí. Quem é a dona dessa agenda aí para carregar esse homem para lá, né? Vamos lá, então. Vamos aproveitar para falar sobre saúde, né? >> Bora. >> Tema bem quente. >> Maravilha. >> Bom, Ítalo, eu queria saber a sua opinião. É nítido hoje e é o que a gente debate muito no nosso podcast lá sobre a crise na medicina, né? Então, eh, a gente observa hoje uma desvalorização absurda da relação entre médico, paciente, paciente médico também. Eu acho que uma desvalorização do
do ser humano mesmo, né? >> E muitos médicos também estão sendo desvalorizados pela própria profissão. Vários colegas desistindo da medicina. E Aí você como colega médico, como fundador de faculdade, queria saber sua opinião se essa é uma crise da medicina ou uma crise humana mesmo. >> Tá, isso é uma pergunta boa. Eu acho que é o seguinte, Diogo Venesse, esse é um assunto que vocês estão me botando assim de bate pronto, mas é um assunto que eu já refleti algumas vezes na vida, né? Então, acho que eu consigo eh sei lá, elaborar, compartilhar aqui alguns
pensamentos que eu já fiz sobre esse Tema algumas vezes. Então, acontece o seguinte, o médico num certo momento da história, ele não gozava de nenhum prestígio social, tá? Também. Então, o médico ele era um gênero de padeiro, tá? Eh, a gente tá falando isso dos primórdios ali do início do Vamos vamos imaginar o recorte do mundo ocidental, então vamos imaginar ã antes do século XI, talvez, tá? que acontece o seguinte, as pessoas tinham eh doenças, que a gente hoje considera doenças. A própria Entidade doença, ela era uma entidade que ela era bastante discutida na época.
Quer dizer, a gente não tinha os critérios de diagnóstico de classificação, né? Imagina só, a fisiopatologia, ela não é alguma coisa que veio junto com conhecimento desde o desde os berços da humanidade, né? né, fisiopatologia, ela vai sofrendo alterações ao longo da história e a gente tá num momento específico também, que os modelos hoje são modelos, né, Bioquímicos e biofísicos e que, claro, eu acho que eles conseguem explicar com uma boa qualidade uma grande parte do que a gente considera, do que a gente chama de doença também. Mas olha, nem sempre foi assim e provavelmente
não vai ser assim daqui a pouco, né, não precisa ter ser muito esperto para descobrir que alguns outros modelos vão nascer, vão surgir e vão substituir os modelos vigentes hoje, que são os modelos bioquímicos e biofísicos, que é o que a Gente aprende na faculdade e tal. Você vê, eu tava lá na no faculdade, lembro de um colega que não tô falando de 2002, né? Então 2003 ali no iníciozinho da faculdade, a gente tava estudando fisiologia cardíaca e primeiro período, segundo período. E um colega que era meio pão duro, ele não quis comprar o livro,
né? Não quis comprar o Gaiton e usou o Gaiton do pai dele que também estudou medicina, que também tinha estudado medicina. Então era um Gon Década de 70. E eu lembro que ele estudando, a gente estudando lá a parte da fisiologia cardíaca, da contração muscular, tava escrito assim, ó: "Suspeita-se, suspeita-se década de 70, que o cálcio esteja envolvido na contração muscular, né? Então você vê, a gente hoje tem a ideia, estamos 2025, que as coisas sempre caíram do pé maduras". Não, né? Não. Então, beleza, né? O que ocorre é que em algum momento, em algum
momento houve um encontro da Técnica, mais envolvida, também bastante eh impulsionada pelo estudo e pelo desenvolvimento da anatomia, né, ali no século X, sobretudo também impulsionado pelas contribuições das belas artes. Olha que loucura, né? Quer dizer, a h a grandes contribuições das belas artes, ou seja, aqueles pintores e escultores que precisavam reproduzir fielmente a anatomia humana na época do renascimento, porque estavam imitando no final das contas, né? Ou seja, estavam Revivendo, renascendo, fazendo renascer a a cultura clássica romana e grega. Precisavam de estudos de anatomia para poder pintar com precisão esculpir com precisão os corpos
humanos dos deuses, etc. Então, impulsionado por isso, houve um avanço da da da medicina com a técnica também disponível, gente, na época, sobretudo da cirurgia, né? Então, eh, pulsões, lancetagens, eh, amputações, etc., ganharam um vigor ali a partir do século X. E então a medicina Começa a se tornar mais resolutiva, mais eficiente, desconectada daquele campo de pagelança ou daquele campo chamânico ou do campo de bruxaria ou do campo de magia, eh, que havia uma grande conexão entre medicina e as ciências de cura de tipo espiritual, né? Até então, bem, ali no século X, ela se
desconecta e começa a ficar bastante eficaz e a medicina sofre de uma grande de um grande prestígio nas cortes, né? Então, cada príncipe ou cada principado E o pessoal da corte tinha seus médicos que faziam parte ali do convívio dos nobres. Olha que coisa interessante. Então, um sujeito que não era um nobre, um sujeito que tava eh bem filho de comerciante ou no início, né, ou um sujeito filho de padeiro, ele, né, se se conectava com algum outro mestre médico, aprendia aquele arte, aquele ofício e depois, né, de alguma proficiência, ele entrava na corte. Então,
a medicina ela se tornou um grande campo de ascensão Social e de prestígio social. Quer dizer, alguns médicos se tornaram conselheiros reais, né? Isso é muito interessante. Mas olha só, é o que ocorre hoje, me parece. >> A medicina ela vai evoluindo tecnicamente, em algum momento específico, ali no século XIX, XX, a medicina, entendo o que eu vou falar, ela vira engenharia. Os grandes avanços da medicina, se a gente for parar para pensar hoje, eles não são avanços Médicos, eles são avanços de máquinas, >> tecnologia. Então, a capacidade que a gente tem hoje de fazer
um diagnóstico, bem, existe um o diagnóstico clínico, e o pessoal fala clínica soberana, soberana tem a página dois, né? Eh, a partir da página dois, eu quero ver a tomografia, eu quero ver onc, eu quero ver a ressonância, eu quero ver, né? Eh, sei lá, eu quero ver o exame de imagem, eu quero ver o exame laboratorial. A verdade é essa, né? Então, a clínica ela É soberana, mas na verdade a gente tem um grande apoio hoje de tecnologia diagnóstica, intervencionista, a mesma coisa, né? Quer dizer, então a gente consegue perceber que o grande avanço
da medicina hoje não é um avanço que não foi feito por médicos, né? Foi feito por engenheiros, por químicos, >> técnicos, >> técnico. Então, então eh remédio, bem, é um químico, é um engenheiro químico, né? é um farmacêutico que tá lá na Bayer, tá Na Lundback, tá na ASH, tá sei lá, né, na eh na que estão desenvolvendo medicação. Não é médico fazendo isso. O médico ele é um operador de ponta da tecnologia que entra hoje eh em jogo. Pronto. Então, quando o médico que se torna um operador, portanto, da tecnologia, que é a grande
rainha, a grande vedete, dos avanços da medicina, se esse operador ele não tem a visão de homem, a visão humana mesmo, ah, ele tá liquidado, é claro que ele vai ser Desvalorizado. >> Então, a desvalorização da medicina, e houve uma campanha do Cremerge aqui do Rio de Janeiro, né, não sei se vocês vão lembrar perfeitamente disso, que era quanto vale o médico, não sei se vocês lembram, né? Eu achava aquilo terrível. >> Eu achava aquilo terrível, aquela campanha. Eu não gostava daquela campanha porque a a tinha uma pergunta, quanto vale o médico na minha cabeça.
Sempre que eu vi um outdoor, um adesivo, Me ocorria a resposta. Você quer mesmo que eu responda, né? Você quer mesmo que eu responda? Falou: "Olha, depende quanto vale o médico". O médico não é uma entidade que tem um valor em si. >> Sim, >> né? O médico ele é um é um homem ou uma mulher que tem que dominar bem a técnica e uma grande parte não domina. A verdade é essa. E >> tem que dominar bastante as relações Humanas. O nosso amigo, acho que ele já, acho que ele já teve aqui no Anima
podcast Saúde, salvo engano, Henrique Cal já veio um Sim, sim, sim. >> Nosso amigo Henrique Cal, ele insiste há muitos anos em divulgar e nunca conseguiu encontrar eco. A verdade é essa, né? Eh, numa disciplina chamada profissionalismo médico. >> Sim, sim. Incansável. Aí >> ele tenta, mas não encontra eco. É Curioso. Eu acho isso uma tragédia, porque o profissionalismo médico trata de que? Talvez o o nome, já falei isso com ele, talvez o nome profissionalismo médico seja um nome muito ruim, comercialmente falando, porque não indica o que ele tá querendo conversar, né? >> Mas o
profissionalismo médico é uma disciplina que lá nos Estados Unidos é bastante desenvolvida, até bem pelo menos mais do que aqui, fala sobretudo Sobre eh versa sobre as relações do médico com o paciente, com a família do paciente e da relação entre os médicos desde o ponto de vista humano, né? Ou seja, as competências eh sócio eh emocionais, sócio famíli, sei lá, né? O que a gente chama de virtude, >> né? é o que a gente vai chamar de virtude. Então, se o médico ele não tá comprometido de algum modo a crescer pessoalmente em cultura, né,
eh, em humanidade, Em relacionamento humano, em visão visão transcendente da realidade, ele vai valer muito pouco mesmo, vai ser desvalorizado. Portanto, se uma coisa vale pouco, ela vai ser desvalorizada. Com isso, não tô dizendo que o médico vale pouco. Eu tô dizendo o seguinte, não existe o médico, existem médicos, indivíduos particulares, não é? Porque o médico ele vale o que vale, né? Quer dizer, a tarefa médica vale o que vale. Numo no qual é a tecnologia que tá na Dianteira de tudo, ele vai valer menos do que a tecnologia. Eh, mas vai, é, é muito
difícil lutar contra o contra o curso material da história, entende? Ou não? Isso que eu tô querendo dizer. Então eu acho que na verdade a gente tem um grande uma grande oportunidade, na verdade não acho que é uma tragédia. falou: "Olha, tá bom, então que a gente aprenda a operar os robôs, né, as máquinas, eh, que são dadas pra gente tanto na no Diagnóstico quanto na na intervenção, na terapêutica. E para ter qualquer tipo de distinção de real que seja percebida pelo nosso paciente, pelo familiar do nosso paciente, pelos nossos colegas, a gente vai precisar
ter uma assinatura de humanidade, uma assinatura de de compromisso, uma assinatura de cultura, uma assinatura de transcendência, senão vai ser uma tragédia. Quando eu entro lá na clínica de vocês, né, porque eu me trato lá também, eu vejo que vocês Passam no na arquitetura, já na largada na arquitetura na clínica que é aqui no Rio, eh, já na largada na arquitetura já passam isso, né? Já tem uma assinatura querendo dizer assim: "Olha, isso aqui é claro que é um lugar que tem um monte de médico muito bem capacitado desde o ponto de vista técnico, mas
isso aqui não é uma clínica fria, nada contra as clínicas frias, mas elas são que são, então serão que são, né? Então tem quadro com tem quadro com obra de de Obra de arte, né? Eh, uma cor mais quente, tem uma assinatura de lar, pelo menos é o que eu sinto, né? É uma coisa que é mais aconchegante, não é isso? A gente senta lá, o meu cardiologista é lá, não, Dr. Rodrigo Reis. >> Então, só para deixar claro que eu ainda não procurei o urolog. Fala agora, hein? Não vai falarista, não? >> É só
para deixar claro. Eu acho que é importante deixar isso clar. Acabei de fazer 40 anos, bicho. >> Vai chegar, >> mas não chegou. É isso que eu queria dizer. Vou separar aquela rosa. >> Pronto. E aí o meu cardio, para deixar claro, o meu cardiologista lá, >> então a gente senta-se lá na na poltrona, na cadeira e sente, né? Quer dizer, olha, tem uma assinatura. E depois a verdade é que os profissionais que estão com vocês, eles também se tem uma grande distinção nesse ponto. Pronto, a gente sente mais sente bem. Eh, além de se
sentir bem, a gente encontra ali resposta por alguma coisa que a gente tá procurando. Porque quando a gente tá com a saúde ferrada, né, ou tá com uma dúvida acerca da nossa saúde, é claro que a gente quer a competência técnica, mas não só, >> né? A gente quer alguma coisa a mais. É nesse algo a mais que eu acho que tem, é um prato cheio pros médicos hoje se distinguirem, mas é um prato cheio, >> não? E o que você fala, eu eu converso Muito com os acadêmicos, né, que querem buscar esse lado, porque
o que que é hoje? que é um médico reclamando. Você sabe muito médic médicos estão reclamando, estão cada vez ganhando menos, reclamando sobre plano de saúde, abrindo milhões de faculdades, >> mão de obra barata. >> Se tornou uma mão de obra barata. Exatamente. Mas esse cuidado, esse acolhimento, >> poucos têm. >> No entanto, que nós tivemos que montar uma clínica, uma sociedade para juntar uma equipe >> médica que tenha esse olhar. E sinceramente é um mercado enorme mesmo para isso. >> É porque na minha visão eu penso assim também, né? É um mercado, a medicina
cada vez mais tecnológica que venha. Se você, quando o Diogo falou da crise da humanidade ou a crise da medicina, eu acho que elas se entrelaçam na Realidade. Foi perfeitamente tudo que você falou, porque se a pessoa não tiver até o autoconhecimento, não souber o que ela realmente quer fazer ali, né, servir, enfim, ter um outro olhar >> em relação à alma humana, a tecnologia vai acabar com a relação médico paciente, >> ela vai fazer melhor. >> Exatamente. Exatamente. Porque a relação médico paciente que ali, por mais que a Clínica, né, por mais que a
gente tenha realmente muitos exames, ainda você tocar no paciente, você examinar o paciente, você ouvir, porque as pessoas não têm tempo nem para ouvir. É o que eu falo, se você sentar e conseguir escutar seu paciente, ele te fala tudo que ele tem. Só que as pessoas não conseguem nem ouvir hoje em dia. >> É verdade. Tem duas coisas que causam grande mal-estar. É um robô tentando ser um humano e um humano tentando ser um Robô. Robô. Exatamente. >> É, então é um pouco, é aí que tá o nosso diferencial. Nós somos um humanos que
podemos tentar ser humanos, né? E aí a gente vai se distinguir para caramba no fundo, né? Eu >> eu posso dizer sobre experiência mesmo, né? Eu falo, eu saí da residência já num serviço forte, operando, operando, operando. Provavelmente na minha geração fui um dos que mais operei, mas até então eu só operava, não tinha Eh esse sentido da medicina profunda que nós estamos falando aqui. Enfim, até te conhecer, essa é a realidade mesmo e aprofundar o que que você passa sobre filosofia, que eu também acho hoje um absurdo não ter uma cadeira de filosofia ou
que seja uma de psicologia dentro da medicina. você lidar, aprender a lidar com o paciente, né? OK. Operava, tratava bem, mas faltava algo ali na medicina. >> Sim. >> Esse olhar pro paciente. Eu acho que Assim, até quando a primeira coisa que você entra na faculdade de medicina, eu escuto, primeira coisa escutei Diogo não se envolve com paciente, né? A nossa geração escutava muito como é que eu vou tratar sem me envolver com o paciente? >> É, >> né, sem ter esse calor o paciente. Então eu digo hoje com esse olhar mais profundo, a a
medicina mudou totalmente para mim. Às vezes você não chega naquele Diagnóstico, mas você consegue acolher aquele paciente, aquele casal no que precisa. Isso tudo muda, né? Como é que você vai ter um diagnóstico se você não conquistar aquele paciente ou ser algo frio, né? E parece que hoje essa medicina moderna, >> exames são super, é fundamental, mas vejo o pessoal ultrapassando, né? Às vezes pedindo exame sem saber nem o porquê. >> Pode até claro. É, >> mas é também assim, a nossa visão mudou muito porque a gente mudou muito. >> Hum. Isso também é super.
Exatamente. É exatamente. E por que que a gente tem essa essa >> essa essa questão assim para você? Porque a gente vê muita mercantilização da medicina em muitos pontos. Porque quando você acaba ficando muito técnico e muito afastado do paciente, você acaba por si só indicando muitos procedimentos ou então técnicas invasivas. E eu queria Até trazer a parte até da FIV mesmo, da fertilização em vitro, que é algo que a gente pega bastante dentro do nosso consultório, porque a gente faz, a gente trabalha muito com os pacientes que, eh, que nos procuram em relação à
à base da infertilidade e a gente vê a mercantilização desse procedimento, porque é muito mais fácil hoje em dia através da tecnologia, que é tudo isso que a gente tá falando, e da falta do olhar humano para aquela Alma humana, você indicar um procedimento sem nem ao menos saber se realmente de fato não exista nada naquele aquele organismo que esteja prejudicando a fertilidade daquele casal, né, da saúde do homem e da mulher que importam, né? Então >> é o que a gente fala, às vezes chega lá só por si só, já entrou no nosso consultório
um obeso e com indicação de FIV, a última coisa que ele tem indicação de FIV por ser um obeso, né? E O que que eu quero trazer para você aí em aspectos mais morais, profundos, eh transcendentes, que nós todos temos a mesma visão em relação a isso, né? a a necessidade da FIV hoje em dia, você acha que é mais uma necessidade humana mesmo ou assim a demanda cultural atual do momento por causa das mulheres? Enfim, entrou anticoncepcional anos 60 e joga, rasga e bota, queima sutiã e vamos tomar anticoncepcional. E temos ali uma, né,
uma uma vida sexual aberta Literalmente a partir, por mais que o anticoncepcional ele tenha vindo ali para eh ser contraceptivo, ele favoreceu a sexualidade da mulher que na época não tinha. Então, ficava em casa com os filhos, poôde trabalhar e colocar muitas coisas à frente disso, >> né? E aí hoje em dia a gente vê esse boom de procedimentos invasivos, talvez não necessários, né, em torno em prol dessas mulheres. Então essa necessidade desse dessa eu quero para ontem também, Quando você decide ter, eu quero ter um filho para ontem agora, né? E aí você também
não tem aquela aquela aquele tempo de ser investigado. Então será que realmente é uma necessidade humana ou expressamente ali uma demanda cultural que a gente tá vivendo hoje em dia? >> Sim. Eu acho que tem que ter muito cuidado, né? Pelo menos eu tendo a ter muito cuidado, sobretudo primeiro porque eu não sou nem urologista, né? E nem tô tratando diretamente da fertilização, Não sou ginecologista também. >> Então eu acho também me põe num lugar muito adequado para falar isso, dado que eu não >> não vou falar nem sobre as causas, né, orgânicas de de
fertilizem e na na parte técnica, não, sabe? Eu penso mais na parte eh transcendente mesmo assim da evolução humana, da vida imediatista e hedonista que a gente vive, por exemplo, sabe? >> Tanto do paciente quanto do próprio Profissional. Santo próp profissional. Eu acho que é o seguinte, por um lado, por um lado, pro profissional e é um mercado, né? Quer dizer, é um mercado que dá bastante dinheiro. >> Sim. >> E mas que dá bastante dinheiro, ele é bastante eficaz, já tem alguma medida, né? Quer dizer, é bastante eficaz, dado que eh qualquer resultado é
um bom resultado, no sentido de que a pessoa já não tava conseguindo mesmo, né? Então Vamos tentar. E todos aqueles eh todos aqueles casos que foram bem suceducedidos, bem, é bastante é eficaz, né? >> Então, desde o ponto de vista do profissional, se é um profissional que realmente ele não tem uma visão de mundo completa, né? Ele tem uma visão de mundo limitada, né? >> Ele vai, aquilo vai ser um prato cheio para ele no fundo e vai fazer e vai desenvolver e vai e investir em Clínicas, vai investir na sua carreira e vai fazer
FIV para caramba, né, e tal. E do ponto de vista da do casal ou da mulher, né, talvez seja até mais prevalente o número de mulheres que que se afetam com isso do que o homem, né? Então o casal deve chegar, mas as mulheres talvez sejam os grandes motores dessa, os motores, né, em prevalência, né? Claro que sempre acho que é natural também o desejo da mulher de ter filho, né? Em algumas, né? Então, uma parte da Vida, hoje a gente sabe, é só um diagnóstico, né? uma boa parte da vida eh da da mulher
jovem, ela não tá pensando necessariamente em ter filhos, ela tá querendo desenvolver outras outras dimensões da sua vida. Então, a sua carreira, o dinheiro, encontrar mesmo um parceiro, como se chama hoje, né? E aí já vai vendo que as coisas elas são diferentes do que eram até aqui. >> Esse esse é o grande ponto. Quer dizer, quando, por exemplo, as pessoas me Apresentam certas questões, me apresentavam no consultório, a verdade é que com muita humildade a gente, o ser humano, ou aquele sujeito que estuda o ser humano, no fundo, a antropologia e as ciências da
mente, as ciências sociais, a gente tem respostas, ô Vanesso, Diogo, para algumas questões, para outras a gente não tem resposta. Seja a resposta é muito muito difícil de dar. Por quê? Porque não tem tecnologia acumulada, tecnologia humana, que eu Quero dizer, né? Não é tecnologia de ferramenta, não tem estudo, vamos chamar assim, acumulado pra gente conseguir responder a certas coisas com segurança, né? Então, por exemplo, né, até até o advento das técnicas anticoncepcionais, >> eh, bastante difundidas, né? Então, vamos marcar ali década de 50, 60, pode ser, né? >> Que aí difundiu mesmo, né? Pelo
anticoncepcional realmente virou um algo que entrou na cultura década de 60, né? Então, pronto. Eh, até a década de 60 do século passado, não ocorria a ninguém, não ocorria a ninguém. >> Sim. >> Eh, a mentalidade de anticoncepção não tinha isso, não existia. Ou seja, o que eu quero dizer é o seguinte, vamos lá. De modo consciente, a nossa civilização, ela tem uns 5.000 anos, né? Se pegar a hebraica, vamos, vamos pegar, não vamos exagerar, 2500 anos de civilização, vai marcar ali na no início Da filosofia na Grécia. Então, tem 2500 anos de estudo, de
pensamento, de condução, de orientação, de observação. São 2500 anos nos quais eh pros quais não entrou na discussão a questão de anticoncepção, não tinha essa ideia de não ter filhos. Filhos era o quê? uma consequência natural de estar casado. Não é nem querer ter filho, nem não querer ter filho. Não, não. Eu sei que é difícil hoje imaginar isso, mas assim, ai, quero ter filho. Isso >> não era essa, não tinha nem essa possibilidade. Essa categoria quero ter filho. Se não tem categoria, quero ter filho. Não tem categoria, não quero ter filho. >> A categoria
era casamos-nos jogo. >> E de modo às vezes muito pouco romântico também. Por que que se casa? Ora, casa-se, porque a gente precisa est junto para que a gente possa montar uma família, para que a gente possa cultivar melhor a terra e para que a gente possa, Sei lá, eh, ter filho. E é assim que se faz. E vivia-se assim, né? Sempre se viveu assim. >> E uma grande parte das respostas paraas perguntas, o que que é o mundo, que é o homem, elas eram compartilhadas socialmente, né? Então, o que é o mundo, que é
o o homem? Ora aqui, procedente, o que que é o mundo? O mundo é esse lugar no qual nós vivemos, que foi criado por Deus e esse é o mundo, né? Eh, e o que que é o homem? O homem é aquele sujeito Que nasceu, vai morrer, tem uma alma, pode ir pro céu, pro inferno, pro purgatório, ele tem que dar glória a Deus, tem que ser uma pessoa boa, tem que, né, é, não pode roubar, não pode matar, não pode, as coisas estão lá escritas no mandamento inclusive, né, nos mandamentos. >> Então é isso.
Na década de 60, com o advento da tecnologia específica chamada anticoncepcional, aparece uma questão: "Oi, caramba, que que será que acontece Se eu tiver uma vida que eu não tenho filho, né? e não tenho filho. Agora, isso também não aparece espontaneamente. Se a gente for pegar a mesma origem, é uma campanha enorme. Sim. >> É uma campanha enorme. É uma campanha enorme. Porque foi caminhões de dinheiro, né? Bilhões e bilhões de dólares foram derramados nessa campanha anticoncepcional por uma visão de tipo religiosa, inclusive anticristã, anticatólica, antiocidental, >> que é antinatalista, né? Então, mas é uma
história que eu não quero entrar aqui porque isso fica aparecendo teoria da conspiração, mas tá tudo documentado. Com certeza >> tá absolutamente documentado, né? Não tô nem indo para esse lugar. Então, a partir da década de 60, tem uma inflexão na cabeça das pessoas, onde aparece para ela a dúvida de quero ter filho ou não quero ter filho. >> Sim. >> O fato é que são é muito pouco tempo, década de 60, bicho. A gente tem, sei lá, 60 anos só em 2500 anos de história da humanidade documentada e de reflexões acerca do que é
o ser humano, que é o mundo. Tem 60 anos só de a gente tá observando o que que acontece com essas pessoas que colocam para dentro de si essa pergunta. Olha, o que acontece não sabemos ainda. A gente vai precisar de tempo histórico para poder dar essa resposta. E é até, Eu acho, eh, metodologicamente é impreciso afirmar que essa pergunta é a causa das neuroses atuais, da epidemia de suicídio, da epidemia de depressão, da epidemia de de >> solidão, né? sensão de solidão é impreciso desde ponto de vista metodológico, mas, né, que essa pergunta ela
faz parte de uma cultura e aí sim essa cultura moderna ela leva esse estado de coisas. a gente pode, a gente pode cravar em pedra assim ou com uma, Com grande certeza a gente pode dizer: "Olha, tem uma cultura, né, da modernidade ou da contemporaneidade, se a gente quiser ser mais preciso, que tem características de materialismo e de hedonismo, sobretudo materialismo e hedon". Que que é o materialismo? É a visão de que o mundo é essa coisa aqui material, >> sim, >> né? E que a transcendência é ela até pode ser que exista, mas não
tô Considerando muito isso, né? E o hedonismo é os valores atuais são o conforto, a segurança, né? Para não dizer o prazer, porque também é muito pouca gente vive baseado no prazer, né? Quer dizer, o prazer para ser ter alguém assim, cara, o que que eu quero na vida é prazer. Pô, esse cara é muito doidão. Esse jeito até tem mais tem mais vigor e virtude do que em geral que o tipo de hedonismo que aparece pra gente não é isso do quero prazer, né? Quero não é Esse o hedonismo. Edonismo é conforto e segurança.
Conforto e segurança. Conforto e segurança. É isso. >> Ora, a busca por conforto e segurança é uma novidade também. Exatamente. >> Que tem 60 anos. >> Ninguém nunca teve na cabeça a ideia, não, eu vou baltar uma vida, uma minha vida vai ser baltada na na no conforto e na segurança. Você imagina um sujeito do século X7, né, sei lá, pensando nisso. Ei, nem nem lhe ocorre conforto de Segura, como é que ele vai ter, olha, conforto, >> não precisa ir muito longe. Vocês foram a Fátima já, não foram? Então não preciso ir muito longe.
Que então lá em Fátima, por exemplo, só porque é uma coisa mais recente, mais próxima, >> isso do início do século, é 1917, 1910, né? Sim. >> Eh, então tem as casas lá dos pastorzinhos e dos pais dos pastorzinhos. Você entra numa casa Daquela, >> pô. >> Sei. Teve uma pergunta que me veio na cabeça, falei, como é que eles faziam filhos? >> Porque a cama do casal era do lado da cama das crianças, como é que a gente fazia um filho, né? tá fazendo mato, provavelmente. Eu fiquei pensando se me avós, minha avó teve
oito filhos e ela e eu fui na casa da minha avó, era igual dos pastorzinhos lá em Porto. Falei como Que meu meu meu avô e minha avó eh namoravam porque, >> né, sei lá, não tem nem esp, devia namorar no mato, fazer filho no mato de verdade. Então assim, a ideia do conforto e da segurança não era uma categoria >> Sim, >> não era uma categoria que tava presente na cabeça de ninguém, não tinha manteiga eh disponível, não tinha microondas, não tinha luz elétrica, não tinha anestesia, Eh, não tinha cama eh com fio, não
sei, com, né, com mola, não sei qu e travesseiro com pelo de ganso. Não tem, é, com pelo >> com pena de ganso. Com >> pena de ganço, >> não tinha nada de edredon edredom você tinha era um trapo áspero que te cobria para você não morrer de frio, né? Então, até ali o século até o virada do século XX, a noção da segurança e do conforto, ela absolutamente não estavam em cena. O Fato é que entraram em cena. A gente não sabe, a gente não sabe estimar nos efeitos que uma vida pautada nos valores
da contemporaneidade, a gente pode destacar dois aqui, que é o hedonismo e o materialismo, a gente não sabe quais são os efeitos disso pra pessoa em si, >> pra família e pra civilização. a ideia de ter um filho, né, hoje, a ideia de ter um filho hoje na contemporaneidade, se a gente analisar Por dois segundos essa história, né, entre os nossos amigos, na gente mesmo, né, nas coisas que a gente ouve, que a gente tá vendo, fala, a ideia de ter um filho, ela é radicalmente distinta hoje, >> sim, >> do que era há muito
pouco tempo, há 70 anos. >> Minha avó Arminda, por que que ela teve filho? Ela se alguém lhe faz essa, se alguém fizesse essa pergunta para ela, ela, ela te responder por educação. Ah. Ah, porque não sei. Eu não sabe nem responder essa pergunta. >> É, hoje as pessoas olham para você, você é louco, tem oito filhos. >> Acho que nem tem mais cara de pau de, né? Ninguém >> nem se atreve. >> Nem se atreve. Mas eh que pena, eu não sei que que pen também não tenho nemum interesse em saber o que que
pensa acerca de mim, dado que, né, quem quem educa meu filho Sou eu. Então é outra coisa. Que legal ser muito eu de verdade e eu eu não acho muito legal. Eu não acho nada. Eu não acho nada. Agradeço a Deus cada vez que venha uma alma, porque eu tenho a oportunidade de ter mais uma alma que que é um que é uma alma imortal, é um mistério, é um negócio absolutamente desconcertante você cuidar de uma criatura, desde que ela não é, ela não tem capacidade de falar, de comer sozinha, de se virar sozinha, né?
>> Mas como esse contexto mudou, né? que a ideia que eu trazer aqui, porque exatamente falar com a sua voz, ah, tem o fil, sei lá, por hoje as pessoas vão, olham pras famílias numosas, cara, como se fosse uma aberração. >> Eu acho que as famílias numerosas se olham como uma aberração também. É uma visão que eu tenho. >> Pode ser também >> ainda hoje. Claro, elas estão no meio de uma cultura. Acho que é um ou outro que Não vê assim. Um ou outro fala com essa naturalidade que eu tô falando. Eu falo que
naturalidade não é postiça, não. É o que eu acho mesmo. Sim. >> Não pode perguntar para essa minha. Gente namorava e falou de filho uma vez. Aí falei: "Ah, aí me entrou numa ideia". Quantos filhos eu falei? >> Sei lá. >> Ué, quantos vierem? Eu falei, eu não conhecia direito à religião, não conhecia nada, mas era uma coisa meio Natural, talvez porque eu tinha muita presença da minha avó e do Então, não sei, eu não sei, alguma coisa ali me preservou dessa lá no iniciozinho com 18, 19 anos, né? Então para mim fal você tem
muito filho, que legal. Falei: "É legal no sentido de que sei lá se é legal. Legal se eu conseguir criar esses moleques, né? Se esses moleques forem pessoas boas, né? É, se esses moleques amarem a Deus, eh, aí é legal para [ __ ] Até me ensinou amar bela bosta, Né? botei uns diabos no mundo, você entende o que eu quero dizer? É, não fui capaz de ajudar esses moleques a não ser uns demônios, não é isso? >> E então as própri algumas famílias numerosas também hoje e são uma minoria, creio eu, mas algumas são
muito faladoras, falam como se fosse uma [ __ ] virtude de ter oito filhos. Sim, sim. >> Sete filhos, três, quatro filhos. Vixe, fazer filho não é muito difícil. Concorda? E tem famílias que não tem filho. Exato. >> Ou seja, quem quem é fértil, não é muito difícil fazer filho, né? Você se deita lá, faz o que o pessoal, né? Alguns sabem, outros imaginam que se faz e aparece lá 9 meses depois uma criança saindo de dentro da barriga da mãe. É assim que se faz, filho, galera. Não tem muito mérito nisso, hein? Atenção. Então,
eu acho que não tem normalidade em nenhuma parte, na maioria dos casos, né? Eh, e entendo de verdade, entendo Perfeitamente uma moça de 34 anos que acab que tá junta com que acabou de casar e tá tentando, tentando, tentando. Ele com 36, ela anota que não vai ter filho. O relógio biológico já >> bateu, >> já já bradou, como dizem os bombeiros. E ela vai procurar lá as clínicas. Entende? entende perfeitamente. Eu entendo perfeitamente isso, >> porque claro, aparece para ela algum momento a ideia de, [ __ ] não é não tá Acontecendo o que
é natural acontecer. Só que não é natural os 36, é natural desde que a menina tem um casor. Exatamente, >> né? Deveria ser natural e não é. Então, eu acho que tem uma, não acho nada, vejo isso pelo menos, né? Que tem uma uma desconexão, eh, uma ruptura para um lado e pro outro. Ó, o pessoal que ouviu falar da semana de família numerose e achou bem legal e Achou muito interessante e aí fica como se fosse uma competição olímpica. Falei: "Galera, >> se vocês fazem o que tem que fazer e tem três filhos, eu
não sei, eu nem sei. Eh, acho que o número não era para aparecer se queer. Eu não gosto quando escreve e pai de oito, vocês falaram pai de oito filhos". >> Desculpa corta. Não, tô, eu tô falando de boa. Não, não corta não. Mas assim, eu não gosto no sentido de que >> para mim não é um marco, não é nada, >> né? Eh, bota lá na contracapa dos meus livros lá e não sei o quê dizer casado e pai de outros filhos no Instagram, não sei o que pai de outro filhos. Falei: "Porra, galera,
>> e eu acho esquisito, pro meu gosto acho esquisito. Sou pai de outro filho. Sim, >> sim. >> Mas não sei se que ach eu fico pensando, mas isso é muito é pouco. >> Eu não sei porque se me dá um número, o Número, o número serve para eu poder me botar numa numa escala, né? Para que serve um número, eu vou saber, pô. Tirou 10 na prova, 10 é o máximo, então você ganhou. Agora oito é muito ou é pouco, não sei. >> Se eu vou comparar oito lá com a avó do meu tio
Durval, é pouco, porque ela teve 24, né? E se você comprar com Nossa Senhora que teve um, é muito e ainda fica essa história. Nossa senhora teve um filho. >> É, >> exatamente. Entendeu o que eu quero te dizer? >> Vai competir, >> meu irmão. Entende? Então assim, né? Que que você tá falando? No a família numerosa fala: "Nossa senhora não teve uma família numerosa, hein? Só, só para constar". >> A gente pode usar você mesmo como exemplo, né? Tudo que você faz e constrói, [ __ ] Ítalo, Ítalo Marcil, Fundador de faculdade, fez isso
e aquilo, não tem filho. [ __ ] >> É, depende. [ __ ] assim, se eu sou, não tenho filho porque eu sou egoísta, porque que eu tô vivendo o hedonismo, não sei o que, aí me assade, >> bicho, não teve, >> não conseguiu casar. Às vezes não tem nenhum nenhum, às vezes nenhuma moça olhar pr minha cara, fal não, o nariz é muito grande, é muito escroto, jeito que eu não quero pronto, não consegui casar, Não consigo casar, não consigo casar. Tem um monte de gente que não consegue casar, não é isso? Aí depois
a pessoa consegue casar e não consegue ter filho. Aí pessoal consegue ter filho, os filhos morrem. E aí tem uma meia dúia que sempre foi assim, né? Eh, aliás, sempre foi assim. Então, acho que >> é isso que eu fico preocupado só com as moças, sobretudo que tem essa essa relação com a maternidade, no sentido de Que não é nem que acha que é um não é a questão não é nem direito ou um dever, não é isso, não é com a relação a relação de com essa relação de vou falar um nome que eu
acho que vai pegar muito mal assim, mas acho que não tem outro nome, né? mas com uma relação quase de obsessão com isso, né? Eh, porque nem tudo que é natural para espécie natural para pro indivíduo, né? Nem tudo que é natural para espécie natural para indivíduo. Alguns Indivíduos têm carências individuais específicas, né? Então, é natural para espécie andar. Haverá pessoas que nascerão sem pernas, >> sim. >> Não andarão e não deixa de ser um ser humano, né? É natural pra espécie humana enxergar. Há pessoas que perdem a visão e não deixa de ser um
ser humano, né? É natural para espécie humana ter filho. Haá pessoas incapazes de ter filho e não deixa de ser um ser humano. Quando eu Digo não deixa de ser um ser humano, é não deixa de poder exercer todas as potencialidades e de poder crescer em em inteligência, em santidade, em serviço, em alegria e tal, né? É isso. Então, quando entra uma técnica, que é a última voz para a última voz eh que a pessoa quer ouvir ou quer escutar para inverter esse curso natural das coisas, essa técnica tem que ser vista com muito cuidado,
porque a técnica por si só, ela não é nem boa nem Ruim. Ruim é uma é uma pipeta, né, e uma placa e um microscópio. Isso é técnica. Pipeta, placa e microscópio, não significa nada, não é nem bom, nem ruim. Agora, quais são as consequências, né? o que que essa técnica tá respondendo, quais são os efeitos. Eh, aí entra todo um grande campo que se torna bastante complexo e por isso é muito difícil das pessoas entenderem chamado bioética. >> Sim. >> E aí entra uma outro problema ainda que É a bioética hoje é assunto religioso,
o que é não não é necessário que seja a bioética não tem a ver com religião absolutamente, >> mas a gente só vê a gente de igreja falando de bioética. >> Exatamente. >> Então, imediatamente ah, desde ponto vis da opinião pública, ah, isso aí é da tua fé. >> Ex. Exatamente. >> Por quê? Porque a gente em geral são Pessoas de fé ou pessoas que têm fé ou pessoas que têm religião que estão tratando desses assuntos, não é isso? Então é muito difícil você ver um ateu tratando a bioética de segundo a lei natural. É
muito difícil. >> Haverá, mas é muito difícil, né? Eh, então há uma, então há vários problemas desde o ponto de vista da comunicação, da opinião pública, depois afetivos, porque ora a menina lá, fala: "Então você é contra a vida?" >> Não é is muito engraçado você ser aberto à vida e ser contra e fertilização em vitro. E claro que dá para entender o que as pessoas estão falando. Elas não tm conhecimento nenhum de nada, nunca investigaram assunto, não são absolutamente honestas acerca dos seus próprios sentimentos, da realidade, do mundo, da família de nada. E é
uma coisa boa ter filho. Vai dizer que é ruim, é bom. Óbvio que é bom ter filho, né? Então fica difícil eh Fica difícil conseguir mudar a cabeça das pessoas, porque você não quer mudar, eu não quero mudar a cabeça das pessoas. O que a gente precisaria era, o que seria ideal era o esclarecimento social e coletivo. Depois, individualmente, cada um toma a sua a sua decisão baseada no que ela agora é o inverso que tem. Hoje a gente tem uma a coletividade ou pensamento estabelecido, opinião pública é uma opinião pública, é uma sociedade, é
uma é uma comunidade hedonista, Né, e materialista, que é o caludo de cultura da contemporaneidade. Então, meu amigo, se você quer, se você tem dinheiro, se a técnica existe, isso vai te dar mais conforto psíquico, afetivo, o [ __ ] é quatro, manda abrasa. Não é o que você fala? >> Não sofra. >> Hã? >> Não sofra, né? >> Não sofra. >> Como se fosse uma garantia também. Acho Que é importante. Deixa aí, >> mas também ninguém tá ligando pr pr pr pr pra duração desse não sofra. >> Uhum. >> Né? Quer dizer, se eu
não sofrer um pouquinho já tá valendo. Se eu não se eu tiver um conforto afetivo que seja um pouquinho, tá valendo, né? Então eu acho que existe uma grande é um problema, existe um grande problema, existe uma grande questão que é um grande problema, que é o que que a gente faz com essa Técnica que entrou numa cultura específica cuja, né, cujas duas grandes vedets são o conforto e a segurança, né, o materialismo o e o hedonismo. Eh, cada uma num plano e tem uma umas técnicas que não é única, né, a FIV é uma
delas, mas tem umas técnicas que permitem certas coisas. >> Sim, >> permitem certas coisas. Esse é o grande campo da bioética. A eutanásia, por exemplo, se tá sofrendo lá, mata, ué, já Tá, né? Quer dizer, ele já tá sem conforto, não é isso? >> Sim. >> E há uma técnica. >> Exatamente. >> Então, >> não, perfeito. Quando eu trouxe esse assunto aqui, não era para discutir, a princípio, a gente, ah, indicação ou não indicação, esse foi perfeito, porque o que eu queria trazer a materialização do que a gente tá falando em relação às Técnicas que
hoje medicina está tendo de tecnologia, a o distanciamento ali do médico paciente, né? Porque você realmente poderia olhar aquele outro paciente ali com outro olhar, né? Ao invés de só realmente querer resolver aquele problema eh imediato, tanto paraa satisfação do próprio paciente quanto pensando nos seus benefícios próprios, né? E em relação, por isso que a a questão era, será que era realmente uma necessidade humana e a ter a qualquer Custo ou uma demanda da nossa do nosso tempo? Que você respondeu brilhantemente, porque olha sua avó, por que que você tem filho? Era era o tempo
dela, né? E aí hoje a gente traz pro nosso tempo. Por que que você tem filho? Vão ter várias pessoas que vão responder o por ou porque não querem. Eh, vai ter a sua resposta analisada porque elas conseguem não ter também se não quiser, né? Ela tem essa possibilidade de não ter, né? Só que a diferença, eu acho que Fica nessa profundidade que graças a Deus, né? Tipo ali você passou ali, né? Uma o o visão diferente da vida humana, entende? >> É. Aí tem uma pessoa falou assim: "Ah, tenho filho com a vontade de
Deus". É, mas responder isso e responder nada é a mesma coisa. Que sentido? Não, porque Deus não existe, mas é, então é vontade de Deus tudo. Mas isso é resposo na minha visão, né? É, então beleza. >> É a vontade de Deus. B, você quiser Trabalhar com essa chave, tudo é vontade de Deus. Então não vamos conversar sobre nada, né? Né? De por quê? Porque é vontade de Deus, [ __ ] >> Então assim, e porque as pessoas têm filho? Porque é da é é natural da espécie ter filho. É por isso que e alguns
indivíduos não terão filhos, >> entende? Alguns não terão filhos, outros terão, né? Alguns terão, como eu disse, os filhos morrerão, >> né? >> Eh, eu acho que também deslocar para Deus tudo é o que a gente tá, é o que eu tava falando da bioética. Falei: "É, beleza, não vou ficar discutindo da Sim, sim. >> Cada um tem a sua fé, tem um modo de se relacionar com Deus e tal. O que eu tô falando, não tô falando para uma pessoa em concreto com sofrimento concreto, tô falando desde ponto de vista eh da norma, né?
Então tudo tem que a gente tem que Sempre duvidar um pouco quando todas as nossas respostas são: "Ah, da vontade de Deus". Eh, por um lado, exatamente isso. Isso é a fé. Por um lado, exatamente isso. Por outro lado, você tem uma coisa chamada inteligência humana, vontade humana, vida humana, que você tem que conseguir encontrar os motivos, né, e as razões da tua esperança ou da fé. >> É, isso faz parte do ser humano, >> sim, >> né? Então, por um lado, óbvio, um homem de fé, ele realmente acha que porque sabe, né, que é
tudo, não cai um não cai uma folha da árvore, né? Não, sem seja da vontade de Deus, beleza? Isso aí todo mundo sabe mesmo. Ou deveria saber ou deveria viver diante disso. E por outro lado, você tem respostas naturais que a inteligência humana consegue, que dão conta de perceber, de desenvolver, etc., né? >> É um é um assunto muito espinhoso, mas Se a gente puder trazer pro tempo moderno o que >> hum >> o que que a gente vive hoje também. O pessoal não quer ter filho, aí depois quer ter filho, aí quer ter um,
dois, aí depois eles querem controlar tudo também, né? Aí não quer ter mais filho, faz na vasectomia, aí depois volta e quer ter filho. Acaba que se torna essa bagunça também, né? Quero ter filho de qualquer jeito, faz uma FIV, não quero. E aí >> é por isso é porque tem a tem a pergunta posta que é muito nova, né? É a relação com a maternidade, com a paternidade hoje é muito nova essa relação, o modo como se vive essa relação é muito nova. E mais tem a técnica e agora tem técnica de reversão, inclusive.
Então assim, pô, faz do teu jeito, né? O pessoal pensa: "É, então é isso, é, gasta, sei lá, eh, 120.000 1000 para ter filho, aí teve dois, depois gasta mais, sei lá, 30 para Fazer uma vasectomia, aí depois não tem, mas aí separou e casou contra a mulher, gasta mais 40 para reverter, mas a mulher infte, então gasta mais 120 para ter filho, depois faz a vazectomia pela segunda vez. >> Contando desse modo, parece assim, cara, sei lá, para mim, pro meu gosto, me parece que a pergunta está posta de um modo equivocado. Ou é
uma pergunta equivocada. A pergunta, que pergunta é essa? A pergunta é você quer ter filho Ou não quer ter filho? Essa pergunta me me soa muito estranha. >> Exatamente. >> Porque ela vai levar um comportamento muito anormal. Se o que que é um comportamento anormal? Um comportamento que ele foge do padrão do comportamento humano, da civilização. Então existe um comportamento fugiu do padrão. Olha, por exemplo, eh você ficar, vamos sair da FIV, você ficar pendurado eh 14 horas diante de uma tela é um comportamento Anormal. >> Em que sentido é anormal? no sentido de que,
cara, ninguém nunca, isso não existiu na história da humanidade. Então, nós não sabemos o que acontece, o que acontece com as pessoas que ficam penduradas 14 horas vendo o celular por dia. Não sabemos. Por quê? Porque a gente não teve tempo de civilização ainda para investigar e para saber. Então, a gente não sabe se isso é uma coisa ética ou antiética. Não sei se ético ou se é antiético ficar pendurado 14 horas por dia mexendo no celular e >> impacto biológico em si, né? >> Então a gente não sabe. Então começa estudos biológicos, que é
o que hoje consegue-se fazer. São estudos biológicos, é o que tem voz, né? Mas existem estudos sociais, estudos morais, estudos espirituais. que esses são mais difíceis da gente conseguir produzir, mas instante porque tem muito pouca Gente pensando nisso e é distante. Exato. Tem pouca gente pensando nisso agora e não tem tempo acumulado de verificação. Então eu não sei se é ético ou antiético a gente ficar pendurado 14 minutos no celular. Não sei, não dá para saber. Temos que ver, temos que averiguar. Talvez daqui, sei lá, 50 anos a gente tem uma disciplina que você faz
isso é antiético, né? É antiético ficar eh pendurado no celular 14 horas por dia. Por quê? que olha, você pode, a Gente pode descobrir que olha, isso leva, isso gera tantos efeitos de tipo espiritual, de tipo moral, de tipo social, tipo biológico, que você tá degradando a natureza humana intencionalmente, uma vez que você saiba, >> sim, >> né? Uma vez que você sabe disso, bem, então uma degradação intencional, tá mais ou menos eh consignado, que faz mal mesmo. Então não deve, você não deve Fazer esse negócio, né? A gente não sabe ainda. Tô botando mais
uma questão, né, para falar que é só a FIV. >> É que a FIV aí ela tem desdobramentos são muito mais graves, porque você tá manipulando uma outra vida >> que é a vida do bebezinho, né? E uma parte dessas vidas vai ser descartada, vai ser manipulada sem, vai ser congelada. >> Então aí a FIV em si, a não a pipeta, o microscópio e a placa, né? Isso em si Não é nada, mas o procedimento em si é imoral. >> Imoral. >> Imoral. Por quê? porque tá manipulando uma vida de modo eh arriscado desde o
princípio. Desde o princípio aquilo é muito arriscado que tá sendo feito ali. Arriscado diante do quê? Diante de um princípio fundamental que é o direito à vida, né? Então você não pode manipular, o ser humano, ele não pode manipular a vida conforme ele queira. Eu não posso Dispor da tua vida e você não pode dispor da minha vida, né? Isso é um princípio pétre, uma cláusula pétria. Não é só da Constituição, não é da lei natural, né? que por acaso a nossa Constituição até, né, faz eco, eh, faz eco pra lei, pra lei natural, né?
Quer dizer, não posso dispor da tua vida como eu queira, né? Mas tá muito claro entre dois adultos. Quando a gente tá falando de um de uma de uma vida, né, ou de uma pessoa que não tem braço, não tem Cabelo, não tem olho ainda, né, não tem perna, lembra que é uma sociedade materialista, ou seja, reconhece matéria. Ora, parece que aquela matéria não é matéria de gente, pô. Parece que aquilo ali é um espirro, parece que é um catarro. né? Não parece uma pessoa. Então, uma sociedade que olha pra matéria e valoriza a matéria
e só reconhece aquilo que tem forma de matéria, vai olhar para um catarro ali e falar: "Não, mas Isso é exagero de religioso, né? Isso é exagero religioso." É o que fala, fala: "Mas é um absurdo, isso não é exagero de religioso, é o que é." Só que para a gente poder dizer que é o que é, você precisa, não precisa de religião, absolutamente de religião, você precisa de dois ou três conceitos de metafísica. básico, >> mas básico. Ó, a mudança qualitativa, ou seja, era uma espermatozoide e era um um óvulo, Né? Não são vidas
ainda. É uma célula, né? Eh, sexual, uma célula sexual reprodutiva masculina, uma célula sexual reprodutiva feminina, né? Especializadas. Quando elas se juntam, pronto, aí mudou a qualidade das coisas, virou uma outra coisa. Houve uma alteração de forma substancial. Pronto. De qual, qual forma substancial é esta? é uma forma substancial de gente, de pessoa. Essa forma substancial depois, claro, no seu desenvolvimento, ela vai Acidentalmente mudando, mas a substância já é aquela, né? a substância já é de gente, já é de pessoa, ou seja, já é uma pessoa. Essa discussão eu eu não tenho eu não tenho
muito saco paciência para ela desde no meu primeiro debate de bioética na faculdade contra o pessoal que era eh falava o contrário, tinha, não vou falar o nome dela porque eu até gosto, é ela, acho que ela nem sabe que eu gosto dela, mas gosto dela. é uma pessoa que era da Minha turma, galera do PSTU, pessoal de esquerda e tal, mas eu achava ela muito amável, gostava muito dela, eu gostava de conversar com ela, mas teve um debate mesmo lá que ela tava de um lado, tal do outro de bioética e ela chorou, né?
O pessoal chorou lá. Eu não, não é porque eu tava porque >> você falou verdade, >> falei verdade, né? E a verdade é assim, cara, quando é que muda? >> Ah, quando aparece o sistema nervoso, o Sistema nervoso central, ele o sistema nervoso, ele aparece onde? Ele aparece naquela, naquela substância que já tá dada. Entende? Quer dizer, mas mesmo assim hoje o pessoal não tá nem, ó, isso era papo de 2003, não havia essa sofisticação, né? Não havia essa sofisticação, >> tinha debate, por isso que eu tô dizendo o debate. Os debates eram interessantes. Aí
andava hoje. >> Esquece, >> hoje ficou para trás essa coisa do PR. Aí depois virou a ideologia de gênero. Sim. >> Ideologia de gênero. Não sei se ficou para trás também. Ninguém mais discute isso. >> Não, não. >> Assim, tá consignado assim aborto, né, para esse pessoal. aborto pode e legado. Só que o debate não tá completo. A gente não não olha, eu não sei, acho que tem Tem uma boa parte da sociedade que olha para essa discussão de ideologia de gênero e não tá de acordo, que essa é a resposta acerca do que é
o homem e a mulher, até por uma questão de respeito. Fal, olha, pessoal, eu entendo que uma minoria tá acreditando numa numa coisa específica, mas tem uma grande maioria que não tá vendo isso mesmo, entende? Então, até por uma questão de respeito, o debate tem que continuar, questão de Respeito, porque eu tô respeitando o que eles estão vendo. >> Sim, >> né? Tô respondendo o aborto. Eu não consigo sequer respeitar, porque assim, você não tá vendo isso, você não está vendo que não era uma pessoa, você está querendo eh agir diante do conforto, da segurança,
da conveniência, com todos os argumentos postos que são absolutamente razoáveis, tipo, ah, mas e a saúde da mãe, saúde psicológica da mãe, tudo ser Absolutamente razoável, mas não é suficiente para determinar a morte de uma criança, de uma pessoa, não é de uma criança, né? Porque também não é uma criança, é uma pessoa, né? Sim, sim. >> Uma vida >> é uma vida, >> né? Ah, beleza. Se a sociedade, se todo mundo tá, não estamos de acordo que sim. A gente pode dispor da vida. A gente entrou num lugar muito muito perigoso, né? A gente
tá isso é é a anteessala do Genocídio. É anteessala do genocídio. Beleza. Então, claro, o campo de concentração é uma consequência, né? O massacre dos do Tuts é eh é uma consequência, não é isso? Eh, é tudo uma consequência natural >> a gente tá um passo da barbárie, né? Mas é um passo da barbária. Qualquer momento vai explodir. É um passo da barbárie. Eh, claro, não é conveniente ter barbária todo tempo, né? O ser humano ele tem, os grupos têm uma certa, >> mas bastam sem você, não sei se vocês lembram como é que foi
lá, é Ruanda ou Luanda lá que teve os Tuts e os Rutus. Eh, foi Luanda, né? Não, foi R. Bem, agora eu esqueci, mas teve um dos maiores massacres, um dos maiores genoconcílios contemporâneos, foi, tinham duas tribos eh em Ruanda que era isso. Fal conviviam perfeitamente, tribo no país, né? Isso é recente para caramba. >> Conviviam perfeitamente, mas aí na uma a Rádio foi comprada por um radical de uma das tribos, né? Eh, e que ficaram ali durante dois anos fazendo propaganda de que a outra tribo era barata, barata, barata, barata, barata. Teve uma hora,
meu amigo, que virou barata mesmo. O que que você faz de barata? Mata, >> Mata, >> Mata. >> Então esse sujeito que era o Felician, Dominic Felician, acho que era o nome dele, era o o Não era o ditador, ele era Era empresário, dono das rádios, ele comprava caminhões cheios de faca e chegava nos nos vilarejos e abria a capota do caminão. Então o pessoal do Tuts, salvo engano, pegava as facas, iam caçar rutu ou o contrário, não lembro agora. Mataram 700.000 pessoas, pô. Mas como é que matavam? Ô Diogo, não sei se você leu
o livro, eu li o livro Sobrevi para contar da Emaculei Libagiza, tá relatado lá em primeira pessoa. Ela sobreviveu, ela era da tribo que estava Sendo exterminada. Então ela conta que ela escondida viu a invasão de gente com facela se escondeu no banheiro de uma casa e viu pelo pelo basculhante o cer o irmão dela ser cercado e o irmão jogava bola com os caras, era amigo dos caras, dos outros, né? E começaram a implicar com ele, falou: "Olha, eh, ah, você foi pra faculdade, né? foi pra faculdade, a gente não foi. Como é que
será que funciona o cérebro de alguém que foi pra faculdade? Vamos ver. Vamos. Pá, estouraram a cara dele, arrancaram o cérebro do cara, >> né? É a barbárie. >> Mas é por quê? Porque a noção do que é a vida, ela já se perdeu. >> Exatamente. >> Já se perdeu. Naquele caso em concreto, se perdeu por uma propaganda maciça, né? Eh, impetrada há anos, dizendo que você é uma barata. Agora eu >> é a propaganda que a gente vive hoje Também, >> mas é mais ou menos a mesma coisa. Você tá dizendo que aquela coisinha
é um catarro. >> Exatamente. >> Que pode ser o catarro, a gente faz o quê? A gente descarta, não é isso? Se aquilo é um catarro, um catarrinho, você pode descartar se não é conveniente. É a mesma coisa. É a mesma coisa. >> Sim. >> Sem exagero é a mesma coisa, né? Isso Tudo vai se desdobrando para comportamentos sociais eh mais extensos, políticos, né? Eh, onde a diferença de filiação partidária faz com que eu te considere menos gente. Isso é um absurdo. Em toda a regra. É um absurdo isso. >> Sim. >> Te perguntar eh,
voltando a assunto só de fertilidade assim, você tem ideia do do impacto que isso pode causar? Porque pensando na época de gregos e romanos lá Eram oito nascidos vivos por família, depois até a década de 60, nisso que nós estamos falando, seis, me parece que agora a estatística é 1.6, 1.5 nascidos, né? A Europa já ligou um alerta em relação a isso, né? Isso tem um impacto social absurdo, né? E >> mundial, que é mundial. O que que você >> espera sobre isso? Na realidade >> a população vai envelhecendo e aí >> e não vai
nascendo. >> Não tem, a gente não tem nem o que, não tem o que esperar. Isso é uma coisa matemática, né? Quer dizer, >> acabou. >> É 1 pon 1.5 filhos de europeu por casal. É 7.8 filhos de outra r de outra. É >> não vai caber. Tem uma hora que tem mais bola azul do que bola vermelha. Simples assim. É muito simples. Então vai virar outra coisa que é onde a gente tá precisamente onde a gente tá agora. Tem que não sei se vocês assistiram, não Assistam ou não. Não tô recomendando, tá? É terrível.
Mas eu assisti e li o livro da Margarete Atwood e Atwood que é Handmade Stale, eh, o conto de Aia. Foi aí fizeram um uma série na HBO, na HBO, beleza? que a história é assim, num momento específico da humanidade de absoluta eh não tem natalidade, mas não nasce mais crianças, não nascem mais crianças, um grupo político entende que o grande capital dos países é gente. Então, a Partir de uma de um discurso de tipo religioso, absolutamente baseado na Bíblia, distorcido, mas baseado na Bíblia, eles chegam ao poder e separam a há uma separação da
sociedade em extratos muito bem definidos, né? Os capitães, as guardiães, as cozinheiras e asas. Quem são as? Asas são aquelas mulheres que deram a luz algum momento na vida, ou seja, são fértas. Então essas aas elas eram presas dentro, eram capturadas, eh, Né, passavam para um campo de concentração, de dessensibilização e eram levadas paraa casa desses capitães. E sempre no período fértil elas tinham uma relação sexual com o capitão, estupro chama-se, né? Eh, com a esposa do capitão assistindo, né? Isso tudo tá baseado na Bíblia, porque há uma parte da Bíblia que fala qualquer coisa,
tá pronto. Eh, então o o esse esse esse livro, esse documentário, é uma distopia no fundo, né? Quer dizer, e se a Natalidade zerasse e o neopentecostalismo tomasse o poder e pudesse basear as formas de governo em versículos soltos da Bíblia, como seria esse mundo? Essa é a pergunta que a Margaret Hwood faz. Quando eu li, li o livro, quando assisti o documentário, falei: "Olha, essa é a distopia mais próxima que a gente tá". Porque quando a gente vê outras distopias do tipo dunas, né? Sei lá, é robôs andando, é, a gente você olha, tem
muita floresta, né, cara? Não vai acontecer, né? Digo, não é isso que vai, o mundo não vai virar isso, né? você tenta me convencer de outra coisa porque isso aí não é não é isso que vai acontecer, né? Ou então robôs morando na galáxia, cara, o chat EPT não funciona. Não, não, não me convença que a gente vai conseguir colonizar Marte nos próximos 1000 anos, entende? É muito difícil a gente acreditar nesse tipo, a gente gosta de assistir interestelário, tal, mas é, cara, isso não vai Acontecer. Agora, quando você assiste conto de aia, você fala,
é uma questão matemática, cara. É mesmo, é mesmo, né? assim, as mulheres não têm mais filhos e e esses discursos neopentecostais, políticos, é isso, é o sujeito que vai ser eleito porque é um ungido de Deus e ele acha que é ungido de Deus e o pessoal acha que é ungido de Deus e o pastor fala que é ungido de Deus e o povo acha que é umido de Deus. É quando ele chega no poder, qualquer Merda que ele faça, qualquer coisa que ele vai fazer, é porque eu sou ungido de Deus, que você vai
discutir comigo, você vai discutir comigo, eu sou ungido de Deus. [ __ ] você foi eleito por isso, inclusive você tá lá no poder porque o pessoal achava que você era ungido de Deus. Então esse discurso neopentecostal, eu acho grave para caceta na política, mas muito grave. Eu prefiro de esquerda no poder do que um pentecostal no poder. Não que eu queira alguém de esquerda, >> mas prefiro. >> Sim. >> É menos grave hoje. Hoje no momento histórico que a gente tá é menos grave porque um mundo que a gente tá ele é muito doidinho.
>> Sim. >> É muito doidinho. >> Fal mundo doidinho. Assim, na tua experiência clínica, quais são as principais mudanças sofrimento Neuropsíquicos assim dos últimos anos? Tu experiência clínica mesmo, né? Tanto do tempo que você atendia e atual, né? Porque você que >> então >> é de toda a sua formação e experiência que você tem agora com faculdade, enfim, com os alunos, medicina, o que você, qual, qual o principal sofrimento neuropsíquico dos últimos anos? Tem essa diferença também, igual a gente conversou ali do passado ali da Sim. O Que que eu o que que eu vejo
que eu percebo e é uma discussão que eu gosto de de falar sobre ela, porque eu vejo que é uma discussão que em outros cantos tá mais ou menos, vamos lá, a depressão é um sintoma, a ansiedade é um sintoma. A gente trata e e e como uma entidade clínica, né? Para fazer um comparativo paraa leigo que tá assistindo a gente, é como se acho que a maioria dos leigos sabe que a febre não é uma doença, né? A febre é um um sinal, né? Sim. Eh, de, ou Seja, a temperatura aumentando é um sinal
de que alguma coisa não tá bem dentro do teu corpo, >> né? Eh, ou não tá bem ou tá passando por uma adaptação qualquer, né? A temperatura aumentando. Depois a, né? >> A febre ela vem com um conjunto de, é um sintoma, tem sintomas da febre, né? Então, moleza, dor na cabeça, ardens no olho. Então, tem um monte de coisa ali que vai vindo junto, né? Eh, então a febre ela é um sintoma, a Gente tem que buscar a causa. Isso é o razoável. Pronto, buscamos a causa, não encontramos a causa. Dá de pirona, cara.
Espera, observa, não é isso? Observa, observa e espera. >> Gripe >> que deve passar. >> Virose. >> Aí das duas uma, né? Ou passa. Ah, graças a Deus era virose, >> né? Passou ou não passa ou começa a aparecer uns caroços. >> Ih, [ __ ] Deixa eu ver que caroço é esse. Vamos investigar aí. caroço. Ele faz o hom de sangue. Ih, rapaz, você tá com uma leucopenia, tem uns caroços, tem febre, tá perdendo peso. Ih, rapazade, >> não tá legal, temos que investigar. Aí você vai ver uma doença lá, então ou não, né?
Diz: "Ah, tal, é quase cuspic catarro e tal, faz uma, bate uma chapa, né? Tira uma chapa. >> Não, mas o cara é psiquiatra aí, meu irmão. Ortopedia não é isso aí não. >> Então, pronto, então você vai lá e vai investigar o negócio lá, pr que que isso o cara tem?" Não é isso? É, pronto. Então, a gente vai lá e trata a causa. É isso que eu na psiquiatria o que acontece, a depressão e ansiedade, por exemplo, para tirar para pegar duas, né? A gente a gente fala delas como se fossem doenças. E
é mais ou menos como como se fala, tá lá no sid inclusive, não tôem querendo Discutir isso não, mas há uma discussão e aí sim há uma discussão eh crescente nos Estados Unidos, sobre tudo de que depressão e ansiedade são sintomas de alguma coisa anterior. Anterior? Interessantíssimo. Eu acho essa visão é maravilhosa. Eu também acho totalmente. >> E aí você pode ser igual a FBS, pode ser que você descubra o que que é >> ou não. >> Ou não. Você descobre o que que é. Cara, eu posso até dar o antérmico, entre aspas, mas eu
tenho que tratar a causa, não é isso? Porque a gente dá antitérmico mesmo quando o sujeito tá com pneumonia, a gente dá antibiótico, né? Pneumonia bacteriana, antibiótico e, né, os sintomáticos, como a gente chama, e uma anirona. Ó, para baixar a febre. Você não deixa de baixar a febre porque tá atrapal a febre atrapalha. dependendo do tipo de febre, vai atrapalhar, né? >> Sim. >> Mesma coisa na psiquiatria. Então, tem uma depressão, o que ocorre é que se, em geral procura-se um tipo de causa, dois tipos de causa. Os bons psiquiatras vão procurar dois tipos
de causa. São as causas de tipo orgânica. Maravilhoso. Vamos lá. Temos que procurar a escala de tipo orgânica. Óbvio, sem procureir a escala de tipo orgânica, porque pode ser, pode ser o jeito pode estar com uma, ele pode ter o Sintoma de depressão, porque eu vou lá, >> tá estourando a B. Ele tem uma uma hipitaminose chata, né? Às vezes B12 baixa é suficiente para você ter sintomas que aparece pra gente como depressão. Vitamina D baixinha também aparece. Coisa muito simples. Você corrige isso com um remedinho simples, né? Beleza. Pode ser. Então essa causa se
procura causa orgânica. Os bons psiquiatras procuram, né? Vou utilizer é O que você ensina na sua pós-graduação. >> Ensinamos também tem que ensinar, né? E aí senão não tem como. Ou então toda a cinética do ferro alterada pode causar sintomas de depressão ferritina baixa em mulher. Fal, cara, >> você vai ficar dando eh antidepressivo para pra mulher, mas o que ela tem às vezes >> def >> é alguma coisa ali na cinética do ferro que eu tô olhando que tá esquisita, que Eu tenho que ir lá e corrigir, não é isso? Então pronto, causa orgânica.
Veja, tem uma comparação com a com a com a febre, né? >> Sim, sim. Total. >> Então, pronto, eu tenho que corrigir a causa orgânica. Uma vez corrigida a causa orgânica, olha, os sintomas eh da depressão cessam. Pode acontecer e já vi isso acontecer centenas de vezes no meu consultório. Ou pessoal vai paraa escala de tipo Psíquica. É que desce mais de tipo psíquica. O que ocorre é que a causa psíquica é muito difícil você conseguir dar um nome para ela. Vanessa, Diogo. Por quê? >> É mais difícil. Porque não tem forma mesmo. A causa
psíquica, ou seja, o trauma, o abandono, são coisas que a gente fala e quando a gente fala parece que tem uma forma. >> Sim. >> Mas vou fazer uma experiência com vocês agora que é muito simples. Fecha o olho e imagina um triângulo. Beleza. Como é que é o triângulo que você imaginou, Diogo? >> Um triângulo. Triângulo. >> Um triângulo. >> Ainda de cor amarela, >> tá? Um triângulo. >> Um >> branco. >> Tá. Mas quantas pontas tinha o teu Triângulo? E o teu? Três. Três. >> Quantos lados tinha o teu triângulo? >> Três. >>
E o teu? O meu também. Provavelmente quem tá escutando também. Tr. >> Eu podia fazer isso, um círculo agora. Agora um quadrado. Tá bom. Então a gente tá mais ou menos de acordo no que que é um triângulo. Agora fecha o olho. Imagino que é a alegria. >> Tá beleza. Olha, não importa >> sim >> o tempo que eu dei para vocês. Você vai me descrever alegria de um jeito, você de outro. Você de outro, eu de outro, Marcelão de outro, Johnny B de outro. E quem tá aqui assistindo a gente, né, as 500.000 pessoas
ao vivo nos assistindo agora também. >> Comece a compartilhar esse episódio aqui. >> Escreva agora nos comentários, ative o sininho, se inscreva no canal de WhatsApp e não se esqueça de se Inscrever no canal. >> Compartilha. Eh, v, cada um vai te escrever de um jeito, entende? Eu quero dizer com não tem forma. Agora imagina, agora pensa em abandono. Você vai pensar numa coisa, você vai pensar em outra, você vai pensar em outra, vou pensar em outra. Não tem forma, bicho. O que não tem forma eu não consigo falar sobre. >> Exatamente. Até mesmo porque
eh vamos pegar aqui só um gancho te interrompendo Minimamente. O que que é o ser normal? >> É difícil. >> Pronto. É difícil. >> É difícil. Porque para você saber o que que é o anormal, no caso neuropsíquico que nós estamos aqui discutindo, o que que é o normal? >> Normal. Perfeito. >> A gente também não consegue para e pensa numa pessoa normal. >> Você não vai conseguir se você não vai conseguir se você pensar >> na parte psicológica. Se a gente pensar na parte orgânica, eu consigo. A gente tá mais ou menos de acordo
com uma pessoa normal. >> Com certeza. Mas na psicológica a gente não consegue >> não. Então isó, calma lá. Então olha você até cer a gente tá mais ou menos de acordo, cara. >> Porque se um oftalmologista de repente vira para mim e fala assim: "Não, é Normal não enxergar do olho esquerdo". Eu fala: "Pô bichão, >> pera aí. >> Não é não, cara. Eu sei o que que é normal. Não me venha com essa porra". >> Minha mulher enxerga com os dois olhos. >> É, todo mundo que eu vejo enxerga com os dois olhos.
Cara, eu enxergava com os dois olhos. Não me enrola. Então, depois é físico, a gente sabe o que que é o normal. >> Sim. >> Variação para cá, variação para lá, mas a gente sabe o que é normal. [ __ ] o psíquico, eu não consigo saber o que é normal. Tô contigo. Porque assim, eu não sei o que que é isso. Eu não sei dar nome, não é triângulo, não é quadrado, não é círculo. >> Perfeito. >> Entende? Ou não? É alegria, é culpa, é medo, é desespero, é sei lá, é um monte de
coisa. Agora, >> ponto, vamos lá. Então, não dá. Não, Calma lá. Porque o ser humano não é corpo e psique. >> Sim. >> Só >> você tem um terceiro, um terceiro componente do ser humano >> chamado espírito, que é tão estável quanto o corpo, mais estável que o corpo. Ali eu consigo dizer exatamente que que é normal, que não é normal, pô. mais do que o corpo. O fato é que os sintomas que a gente Chama de psiquiátricos ou psicológicos, a gente assim os chama de modo inadequado, porque esses sintomas que a gente dá nome,
depressão, ansiedade, angústia, né, sei lá, vazio no peito, esses sintomas eles podem ter uma causa orgânica, como já vimos, e essa a gente consegue mais ou menos encontrar e tratar. Eles podem ter uma causa psíquica que a gente não consegue tratar, não consegue encontrar e tratar. e podem ter uma causa espiritual. Então, Que essas a gente consegue encontrar e tratar porque elas têm forma, é uma forma diferente do do copo, é uma forma diferente da mesa, mas é uma forma que ela é a forma da justiça, da lealdade. Essa coisa tem forma. O fato da
sociedade ou das pessoas não saberem qual é a forma, não significa que ela não tem uma forma. E essa é a miséria do nosso tempo. Por quê? Porque olha só, são três as causas, beleza? Para simplificar, são três as causas que Geram isso que a gente chama de sintomas psiquiátricos ou ou psicológicos, tá? Uma a gente consegue encontrar que é a orgânica, só que isso é uma parte só da história, porque as outras duas não, as outras ou não tem ninguém olhando ou estão olhando pra parte que não pode dar resposta. Então os sintomas, a
febre ela fica lá mudando de de três você pega uma que nem é mais prevalente. >> De três você pega uma que nem é mais Prevalente. Então a febre fica lá mudando de forma, mudando de tamanho, mudando de intensidade, horas gerando convulsão, né? Has gerando e ataque epilético, né? Digo, ah, gera convulsão, porque epiléptico, gera convulsão, né? Então, se você tá com uma febre, caraca, eu não sei o que que é, [ __ ] bicho, essa febre vai ficar mudando de forma, ela vai ficar uma hora mais, aí vem, aí volta, aí depois não tem
das quantas, aí te dá uma convulsão, você Tem que diminuir, aí você tem que dar banho gelada, aí tem que não é isso? Então é mais ou menos quando você pergunta, esse é mais ou menos o estado geral das pessoas que eu encontro no consultório, não é causa orgânica. Passaram por uma sequência de investigações de tipo psicológico, onde horas parece que tá perto, mas muda de forma, né? A forma psicológica ela é mais ou menos, imagina, né? Imagina um mar e Você pega um tubinho com anilina comestível, né? E você pinga uma gotinha no mar.
No momento exato em que você pinga, tá ali a gota. Passados 2 segundos, essa gota já começa a mudar de forma. Não é assim? Até uma hora que ela tá lá, mas tá totalmente diluída, você já não sabe mais onde tá. Então, o mundo psíquico, ele tem essa forma que é ausência de forma. No fundo, é uma ausência de forma. Então, tentar Encontrar o motivo do sofrimento, o motivo da depressão, a causa, né, da depressão, a causa da da ansiedade, a causa do vazinho P, no mundo psíquico é igual a não conseguir ficar frustrado ou
inventar que tem uma coisa lá dentro, né, que vai gerar outros efeitos que você também não vai saber quais são. Então, causa orgânica fundamental, era o que eu fazia. Causa orgânica, bicho. Chato para caramba chamando causa Orgânica é o detalhe, é o pelo é isso que eu fazia. chato para caceta, fazia mesmo, né? E causa espiritual, que não é necessariamente religiosa, não tô falando disso, causa espiritual, beleza? Então, se eu fecho essas duas pontas, eu cesso. >> Perfeito. >> Eh, do mesmo jeito que você falou, que é o exemplo médico, né? Eh, tem quando a
gente vai olhar, vai ler critérios diagnóstico das diversas especialidades, Quando a gente abre lá, sei lá, o SID, né, o DSM, em geral, os critérios são assim, tal, tal, tal coisa, não melhor explicado por, né? Então, por exemplo, se jeito tem uma uma psicose, sei lá, tem uma alteração de comportamento, pode ser psicose. Se não se ele não tiver retardo mental, porque se ele tem retardo mental, aquele comportamento é explicado pelo retardo mental, então que ele tem retardo mental, entende ou não? Então, na medicina a gente tem Hierarquias diagnósticas, em todas especialidades é assim, ó,
é sei lá, é gripe se não tiver eh bactéria no corpo, porque se tem bactéria no corpo, é, sei lá, uma infecção bacteriana, >> né? Entendi. Na medicina tem isso. Eu tô falando de medicina com tô falando de psiquiatria. Então, pronto. Você e a causa espiritual ela em geral ela é a explicação de tudo tudo tudo que vem para baixo, Né? Ela é superior à causa psíquica. OK? E se a o universo espiritual do sujeito ele tá organizado, tá saudável, vai ocorrer uma diminuição brutal desses sintomas. Quando eu falo espiritual, não tô falando de religião,
só para deixar claro, né? Tô falando de religião, falando de uma vida ordenada à verdade, ao bem e a beleza. É isso. Você quiser deixar a coisa e clara, >> beleza? E aí para você ordenar uma vida ao bem, a verdade e a beleza, existe uma Prática, uma técnica, exercícios, né, que a gente chama de acese, ou seja, faz que você ascenda, ou seja, você suba até esse patamar, que é o patamar da busca pela, eh, pela verdade, né? O amor é ao bem e a alegria na beleza. >> Não é tão difícil assim entender,
né? Dá mais ou menos. >> Perfeito, perfeito. Eu assino super embaixo. Fiquei até >> e na verdade era a pergunta que te fazia se a ausência da transcendência traz Esses essa essas questões psíquicas. >> Na realidade tá tudo ali explicado, né? No que você acabou de falar ali, porque >> é porque ela casa, ela traz alteração psíquica, mas ela traz o sintoma, né? Esse que que é a questão que a gente hoje sintoma psíquico. Eu acho muito engraçado sempre que a gente sintoma psíquico. Eu falei cara entendeu o jeito tá deprimido. Ah, ele tá com
problema psíquico. Não, a gente acabamos de ver que pode ser um problema de vitamina B12. Vitamina B12 é psíquico. Entende que você dizer que os sintomas da depressão são sintomas psíquicos? assim, OK, é claro que é o que vai ser falado no Fantástico na revista Veja, vai ser falado por muitas pessoas da área mesmo, mas é um uma coisa que a gente fala, eu mesmo já fal a gente fala é aqui a gente tá no espaço, a gente pode falar as coisas de um pouco um modo um pouco mais e próprio, né? Então não é
psíquico. A depressão não Necessariamente é um sintoma psíquico. Ela pode ser um sintoma orgânico para um sintoma espiritual que não é um sintoma que não é psique, né? Então, mas é o que você falou, é o que a gente tava falando antes, né, Diogo, eh, num mundo que é esse mundo contemporâneo, a cultura não é um mundo, né, mas a cultura contemporânea do aqui no Ásia do Ocidente, sobretudo, que é o que eu posso falar, que é o que eu conheço mais, eh, ela tem essa Característica de segurança e conforto hedonista e materialista. Perceba que
hedonismo, materialismo, segurança, conforto, é prazer e desprazer, isso não abre muito espaço para para isso que a gente tá chamando de transcendência, de belo, bom e verdadeiro. >> Verdadeiro. >> Abre espaço pro conveniente e inconveniente, prazeroso, desprazeroso, né? É frio, áspero, é quente, é frio, áspero, frio, quente, é áspero, liso. Esse é o mundo que as pessoas estão estão vivendo. >> E até pelo mundo que nós vivemos, cada vez mais distante a gente chegar nesse diagnóstico tudo que a gente falou agora, né? >> É um pouco. Eu acho que sim, >> cada vez mais difícil,
né? Entra cada vez mais a medicalização somente. E aí esse ponto que eu queria até trazer para você, porque eu achei que foi brilhante também, quero fazer um link que eu Queria saber a sua opinião mesmo. De fato, >> tudo no Brasil é muito polarizado. Eu acho que aina ela não fugiu por essa regra de polarização. A gente vê o quê? Uma medicina >> tradicional versus uma medicina funcional. E eu queria entender a aí vamos falar >> maneiro >> eh do ponto de vista do Dr. Itítalo Marcil, eu queria entender o que que Você acha
sobre isso, assim dos fatos, >> é do lado A e do lado B, entendeu? Mas assim, do normal, né? Não os aleatórios. >> Vou te falar que eu >> tanto de um lado do outro, >> vai dormir com uma palavra, pô. Não, eu vou vai ser pior. Eu vou fugi res com a palavra mesmo, mas não vou não. Eu vou ã hoje de manhã, né? Pá, desci tava, né? Depois as crianças desceram também. Aí >> os oit, os oitos, filho. >> Não, não, não, não os oitim ele não curte. >> Não, não, não, não. Pode
falar, pode falar porque eu tenho. Pode falar porque pode falar porque eu tenho mesmo. >> [ __ ] >> da tava tava tava uma meia dú tava uma meia dúzia de criança lá. S, depois foi lá também, eles estavam fazendo mal. Aí desci tal, aí fiz meu >> meu café da manhã, >> né? Meu meu café da manhã agora ele Consiste em yorge. >> Aquele bife. >> Não, não. Iogurtefé >> tava bonito. >> Não. Café. Iogurte é um iogurte da não é patrocinadora desse podcast. Podia ser daquelaun >> leitíssimo. >> Leitíssimo. Sei. >> Dois ingredientes.
>> Dois ingredientes. >> Bota o fica delícia. >> É isso aí. Então eu boto leitíssimo, né? Dois ingredientes. Leite e fermento de leite. Pronto. São os dois ingredientes da leite. Boto lá aziedo ruim pr [ __ ] Mas a gente diz que é saudável. E aí eu gosto dessas coisas, né? De achar que eu tô pode patrocinar também. >> É. E é bom. Não é que é ruim, é azedo. Eu acho bom aquilo. Mas aí eu boto o e eu uso um lá que é que eu nem sei é o que eu gosto. >> Isolado.
>> É o como é que é o nome do que eu uso, bicho? War balance. >> Não é um caro para caceta que só vende pela Amazon. É um bem aí boto lá o corto duas bananas e boto lá e misturo aquilo e como logo em sequência eu pego meus remédios que consiste consistem em >> em. E aí, é isso que eu quero responder. Ei, aí eu tenho um negócio aqui no coração que eu tô para morrer a qualquer dia. Tem o cardiologista aqui. Car lá você falou R. Cuidado que a a Vanessa já Pega
o óculos do ítolo pr [ __ ] >> ela já escorre pr. >> Eu não queria devolver seu óculos. Todo dia que eu tod vez que eu vou lá na casa da Sam eu pego um cabelinho, peg um copinho dela. Aqui >> você eu quis ficar com óculos. A coisa é, aí eu peguei aí, pronto. Aí eu tomo lá meu cristou que eu vou tomar morrer qualquer dia essas [ __ ] do coração. Aí então eu tomo lá eh estatina, tomo lá estatina, tomo. Eu Sei, mas estatina, não sei o quê. Aí eu conheço essa
discussão, pessoal. Imagina que eu sou um médico, não sou burro. Eu conheço. >> Mas olha só, eu vou pontuar aqui. Se o reis tá ciente disso e autorizando, é porque tem indicação. >> Mas é claro que tem, >> entende? Porque assim, são poucos realmente os cardiologistas hoje em dia que você consegue ali ter aquela confiança na prescrição da estatina. O Reis é um que se indicou, >> ele viu lá o negócio fô para morrer, ele passou a estatina. Eu entendo. E aí eu tê a >> exatamente para gente é brincadeira dele. Não, não. Ô Diogo,
sabe como é que é o nome do negócio que eu tenho no coração? >> O quê? >> Tu sabe inglês? Não sabe como é que é viúva em inglês? Widow. O nome da [ __ ] que chama assim widow Maker, fazedor de viúva. Jesus pergunta pro Reis. Pergunta pro Reis. >> Quem te deu esse diagnóstico? Fala para ah não é possível. >> Misericórdia. Fala. >> E aí eu pá aí eu tomo lá a estatina, tomo. [ __ ] esqueci >> agora. Tá todo mundo tomo lá negócio de acerti que é uma [ __ ] lá.
Um Ica. >> É tipo um eca eu acho. Tomo Duda esterida pro cabelo e aí tomo vitamina D. Mas vitamina D já Entra. Já pode entrar na parte funcional, talvez, né? Tu táando do lado A, do lado B. Não, eu tomo esses três remédios >> mais lado A do que do lado B. >> Não, porque agora vou falar dos outros que eu tomo. Ah, tá. Então >> aí tomo coisima Q10, eh, tomo não sei, é, tomo como é que é o outro que eu tomo lá? Probiótico, não sei o quê. >> E tomo, Quando eu
malho, eu tomo aquele um negócio lá de bife, de Não, bife não, de negócio de biftin >> de beterraba. Sim, >> que eu gosto daquilo para para malhar que aí salta veia aqui. Acho maneiro para car eh pode beterraba >> aí. Tom. Então assim, pronto. É isso. Eu gosto das duas coisas. >> Sim. >> E se um dia alguém vier aqui fala de homeopatia, eu vou tomar também. Eu acho Que essas bruxarias, para mim remédio é bruxaria. Tanto de um lado quanto de outro, tanto a alopatia, quanto a funcional, quanto a homeopatia, quanto as coisas
lá da Dra Pri lá de >> Santo Diogar. >> Santo Garra, eu gosto de tudo isso. É, você toma lá requeijão de abelha com mel de abricó, do malia. Maneiraço tudo isso. Eh, então eu acho existem por e é um é um princípio metodológico científico. >> Sim, sim. >> Existem modelos descritivos e alguns servem para descrever melhor uma realidade do que outros, né? Eu entendo que a pessoa que não estudou, não vai, ela acha que você vai, o que que é um átomo? Falá, ah, o átomo é aquele negócio que tem um negocinho, tem dois,
tem prótons e nêutrons e tem um elétron. Fala, pessoal, isso não é um átomo, isso é um modelo de descrição eh física. Eh, é um é só um modelo que é um Modelo, modelo é aproximação matemática. É isso. Pode ser que em algum momento o modelo de Nilsbor vire ou seja substituído por outro. Isso é um modelo dos dois caras lá, do dinamarquês e do outro lado car inglês que descrevem ao mesmo tempo. Então o nome dele recebe, ele recebe esse nome. Então assim, então existe um modelo que é um modelo e bioquímico e biofísico,
ao qual a lopatia ela tá se relacionando mais com esse Modelo. É o que o que que quando eu tô pensando, quando eu tô tomando uma um remédio de alopatia, né, uma d do do tasterida, eu tô tomando uma um um uma estatina lá, uma o livalo, é qual estatina? Acho que é roso vastatina, não sei qual é. Eh, depois o asserti, esse esses remédios são da alopatia, né? Assim, que é o aquele remédio que o médico tradicional vai te passar, eles estão fazendo, eles estão se relacionando com o modelo bioquímico e Biofísico. Quando eu
tô tomando os remédios da integrativa ou da funcional, esse esses remédios estão se relacionando mais ao modelo eh fisiológico, >> bioquímico, >> né? Bioquímico para fisiologia, né? Então assim, eu gosto dos dois modelos. Os dois modelos me servem. Sim, eu não tomo uma homeopatia porque eu nunca parei para estudar lá o modelo do valete. Esses modelos eu não sei o que Tá lá no tratado do Valete. Até tem lá em casa os dois, os dois volumes do valete. Nunca parei para estudar. Eh, mas tem alguém dia me disser que a homeopatia talvez tome essa [
__ ] Se eu falar esse modelo faz sentido. É que o modelo da funcional faz muito sentido. >> Faz muito sentido. >> Muito sentido. >> Muito. >> E o modelo da alopatia faz muito sentido. >> Sim. >> Eu vou deixar de tomar. Eu não sou bobo nem nada. Eu tomo os dois. Pô, porque na realidade, exatamente, mas é porque o que que a gente, eu, eu queria até trazer aqui, é porque não existe e queria desmitificar isso, inclusive não existe duas medicina, existe uma medicina, existe na realidade existe um médico com conhecimento amplificado >> sobre
a bioquímica, fisiologia e também os medicamentos. Porque assim, não é Porque você faz uma medicina mais voltada para uma visão funcional, né, que na realidade a doença ela não nasce do nada, ela acontece em algum momento e é a nível intracelular. aquela visão bioquímica e fisiológica é ali, né, até você realmente lá na frente desenvolver que demora ali, né, primeiro ali a nível intracelular, depois energético, onde você vai tendo ali os seus sintomas, né, e depois você realmente alterando os seus exames e Combinando num diagnóstico lá na frente. E essa a medicina mais tradicional às
vezes que não se atualiza e fica voltada para esse diagnóstico somente sem olhar pra prevenção. Se a gente conseguisse manter, né, o balanço energético das células >> e o telômero não desfiar. >> Exatamente. Mas desfe, mas imagina se a gente conseguisse, né? Se a gente conseguisse manter o balancertico das células >> sempre e o telômero não desfiar, você não envelheceria e não adoeceria. Exatamente. Mas é isso que eu falo >> mais nunca. É isso que te adoece, te envelhece, >> né? Ai, tá. Claro que não. Se eu tomar um tiro, eu morro. Eu sei, mas
um tiro significa o quê? que o balanço energético da de algumas células que foram impactadas por aquela [ __ ] daquele projetil >> na hora >> na hora você perderu o balanço energético. >> Não é algo crônico. >> Aqueles quatro cavaleiros do apocalipse na a desglicemia, estresse oxidativo, inflamação crônica e metilação. Isso aí >> isso aí é o são os quad aquilo ali a intracelular. Exatamente. É isso aí que vai te É isso que vai virar qualquer doença. É >> claro. Se a marquise caiu na tua cabeça, Você morreu, porque uma dessas coisas aconteceu imediatamente,
provocada por agente externo. >> E é legal a gente trazer aqui esse tema. Eu vou te eu tive um caso de um paciente que ele veio para mim porque eu falo sobre medicina funcional na internet e a e é o estilo da família, né? E aí a filha me encontrou. Era um paciente de 70 anos que tinha um PSA alto para caramba. Ele rodou qu 70 anos. Rodou em quatro urologistas. Todos indicaram Biópsia de próstata, só que ele tinha um médico visão funcional que não, você tem que fazer o retal. Não indicaram a biópsia de
próstata. Aí ela me encontrou, tentou me seduzir. Olha, não, não é para fazer biópsia. Falei, faz biópsia agora. >> Não, agora agora. Tinha um PSA super elevado, fez a biópsia, um câncer já vazias. É isso aí. >> Então acho que assim é um alerta também Pr as pessoas ficarem atentas a isso. >> Não tem um lado A, lado B, gente, pelo amor de Deus. >> Não tem lado lado B. O que >> que você tem são modelos e o conhecimento dos modelos. Acho que quanto mais modelos o médico conhecer >> aumenta ferramenta. Então eu senti
falta em algum momento na na como médico clínico, né, como psiquiatra clínico do modelo da homeopatia. Juro por Deus, não deu tempo de eu estudar porque aí eu Parei e fui fui virar professor, né? >> Mas se eu tivesse, mas vou vou estudar, eu queria eu queria conhecer a homeopatia. Existia uma psiquiatra, cara, esqueci o nome dela, uma psiquiatra colega atéa era um pouco, eu cheguei a cruzar com ela na na residência, ela era staff jovem do Pinel, [ __ ] desculpa, esqueci o nome. Mas ela tinha um ambulatório de homeopatia psiquiátrica >> maneiríssima. Eu
cheguei a escrever para Ela, ela me respondeu, mas aí já tá fazendo aquela no finzinho da minha prática médica do dia a dia, né? Mas eu vou voltar, vou estudar um dia porque acho que é o modelo, cara. Eu não tenho por desprezar o modelo sem ter estudado, sem ter tentado. Sei se concorda, sabe? >> Eu tô dizendo, pode dizer que você já tem estudado, já me diga que não, mas eu não estudei, eu não sei, >> entende? E eu vejo que tem uma galera que diz que que ajuda, né? >> Sim. Eh, então você
tem o modelo da alopatia, tem o modelo da funcional, pessoal cham de integrativa também, é o modelo da homeopatia, aí tem vários outros tipos de medicina chinesa, medicina chinesa, por exemplo, é um modelo lá, cara, tem um modelo específico >> que eu vou desprezar um conhecimento acumular de 3.000 anos, acho maluquí >> total. Eu quando morei lá nos Estados Unidos, eu cruzei lá com um médico Chamado Ahmed, Ahmed Yusf El Tassa, era o nome dele. E ele sabia medicina chinesa de era brasileiro, de trás para diante, é tudo de medicina chinesa, né? não consegui também
porque é muita coisa para estudar e minha área exat não é exatamente essa, mas se eu tivesse na ponta clínica eu teria de lá justamente se ficar uns três anos estudando essa [ __ ] ter lá pra China mostrar esse negócio tal porque se eu porque foi exatamente que a Vanessa falou o que que Tem não tem medicina alopatia e medicina funcional. Isso até mostra um desconhecimento absurdo, porque não tem só essas pessoal, tem mais um monte, como a gente tá dizendo aqui, né? >> Examente. Sim, sim, sim. Então tem um paciente e um médico
e aí tem um sofrimento e tem um conhecimento. É isso que tem ali. E aí pode ser que o meu conhecimento limitado, que supondo que seja só integrativa, ele não consiga te ajudar ou consiga te ajudar. Pode ser Que o meu conhecimento limitado de solopatia consiga te ajudar ou não consiga te ajudar. Foi o caso que você falou agora. Poxa vida, eh, o sujeito tava com PSA super alto. Ele já tá dentro de um de um de uma já tá dentro de uma corte epidemiológico, onde [ __ ] >> as coisas começam a aparecer, né?
Então, se ele tá com PSA aumentado, mesmo que ele fosse um ciclista de alto impacto com [ __ ] estresse ali mecânico, mesmo assim, acho, eu não sou urologista. Falei: "Cara, >> bichão, fazer uma biopsiazinha lá, né?" Bom, >> né? Bom, assim, [ __ ] cara, eu não vou dormir tranquilo, >> não. Não, exatamente. >> Eu não vou dormir tranquilo, né? >> Perfeito. Essa tua opinião, eu imaginava que você pensava, pensasse assim dessa forma, até mesmo porque a tua especialidade é uma das especialidades, por mais que você hoje em dia não tenha Mais atuação clínica,
uma das que mais podem se beneficiar de olhar o paciente por todos os ângulos, né? Porque foi que eu falei, eu não acredito realmente em vários tipos de medicina. Existe o médico que realmente estuda várias áreas para o benefício, porque a nossa fisiologia ela é a mesma, toda a fisiologia de todos nós que estamos aqui, só que o nosso metabolismo, nossos genes, nossos receptores, nossas mutações são completamente diferentes. Então, para cada um vai funcionar algo bem diferente, né? E na psiquiatria é uma abordagem que você já tinha essa uma abordagem, esse olhar integral assim, porque
na psiquiatria é uma das principais áreas que você realmente você pode tratar um hipotiroidismo, uma depressão ser um hipotiroidismo, né, um hipogonadismo, um, né, uma deficiência de testosterona, uma deficiência de vitamina D, B12, folato, enfim, né? Então é um olhar que Você já tinha, né? >> Por exemplo, vocês dão aul de psiquiatria nossa aqui, assim, porque eu quero e vamos lá, quando eu me formei, eu fiz fiz o FRJ, medicina tradicional, né? U FRJ, depois eu fiz residência no IPUB, que é o FRJ também, >> e fui atender e logo, logo no início, não, porque
precisava de dinheiro, mas logo no início eu já sabia que eu precisava de um outro conhecimento, eu só não tinha dinheiro para ter esse Outro conhecimento do modo estruturado, porque não tinha, imagina, não tinha tudo no YouTube como tem hoje, não tinha, não tinha. Então você precisava comprar cursos e ir nos cursos lá para para ser iniciado, não era nem para >> Eu fiz o curso do Itítalo Rashid, beleza? Era o que tava disponível e tinha uma outra visão, falou: "Opa, tem mais coisa aqui" como eu desconfiava. Fiz o curso do Artur Lemos. >> Eu
fiz o curso do Artur Lemos inteiro. >> Eu fiz o curso do Artur Lemos e fiz o de injetáveis do do Artur Lemos. Então eu passei por essa formação também. Eu tinha formação da da medicina tradicional Zassa, né? Digo da psiquiatria zona. >> Sim. E a gente tá falando de qual ano? >> 15. >> 2015. 11 anos. >> 2015. >> Tipo assim, muito à frente. Quando você 10 >> muito à frente. >> Por isso, porque eu eu >> Porque hoje é um boom que todo mundo fala, mas em 2015 as pessoas não falavam, >> não?
Não falavam. 2015. Não, o Artur Lemos, pô, Artur Lemos é um sujeito muito inteligente, >> muito inteligente. Ele é uma das pessoas mais inteligentes que eu totalmente tradicional a formação dele, cardiologista completamente. Só que você Entende ali é a parte bioquímica dele pura. Tanto que quando você vai fazer não tem nem receita de bolo. Se você não entender fisiologia bioquímica, você não consegue um cara monstro na fisiologia. Nem da tradicional. >> Só que acontece é que o pessoal sai de lá que não receita de bolo. Isso não >> a primeira aula ele fala: "Vocês não
vão sair aqui com receita de bolo". de bolo. Então aí aou >> é >> aí a por isso que eu mesmo dou meu remédio, entendeu? Porque eu tô falando assim, eu montei lá >> eu tenho que dar uma mexida. Tá boa não. Bo claro, tá boa não. Tem coisa, mas sabe o que que acontece, Vanessa? Eu tenho certeza que não tá boa. >> Posso contar um negócio bem ridículo? >> Conta, conta. Só tem a gente ouvindo. Pode contar. >> Eu eu tenho uma dificuldade de engolir comprimido. >> Ah, mentira. >> Aí eu tinha que mandar
manipular em jujuba. Aquelas [ __ ] Aí eu encho o saco daquela [ __ ] Aí sachê tem gosto de de terra. A merda. >> É. É, injetáveis. >> Pô, mas eu tenho tempo. Eu vou ter que botar o enfermeiro aqui. Pego sua veia, trago enfermeira da clínica, né? Clínica tem uma terapia injetável. >> Então eu fiz injetável um pouco ver, cara, deve ter um monte de gente que nem Eu. Eu tenho o outro dia ridículo. Tinha uma criança tava com meus filhos, fui tomar um remédio. >> Eu 40 anos nacional, hein, cara? >> Caraca.
Não, mas sabe o que que é? Eu já descobri. Se eu tomar o comprimido com água, água, líquido gelado, acontece isso. Tem que ser temperatura ambiente. >> Temperatura ambienteção. >> Sei >> qu eu não consigo, cara. É um negocinho é ridículo. É de pirona que eu tomo de Pirona e de 8 a 8 horas, né? Até eu tomo de 8 horas de pirona. Tô sempre com uma dua. >> E aí, >> olha só, >> mas eu tenho a tese de que a de pirona ela tem que ser tomada, ó. De pirona minformina tem que ser
tomada aqui. >> Eu tenho a tese de que a de pirona ela é boa você tomar sempre porque você desinflama, você não dá um gás maneiraço. >> Imagina ela é até indicada nos Estados Unidos. Pelo amor de Deus, >> eu não moro lá, graças a Deus. >> Ah, toma te lenol. Então, maneiraço, maneira. >> Deixa o Anderson ouvir isso. >> Graças a É óbvio, sou de Isabel Val. Porque a Vanessa do Lebã, >> a gente é daqui para cá do túnel. Vanessa para cá do túnel. É 28. É isso aí. >> Que orgulho, né, amor?
Fala agora, já Que a gente estava falando até dessa formação médica, eu queria entender também, né? Vamos falar um pouco da faculdade. Por que que você resolveu assim hoje em dia ter muita informação, o mundo digital aí bombando, cheio de curso. >> Ah, mas é isso aí. Acesso que você já tinha um acesso gigantesco. Você não precisava, né, teoricamente ali >> financeiramente estável. Por que se >> arrumou um pepino para você, >> qual foi o objetivo principal da formação da você fundar, né, a faculdade Mar Atlântico? >> Vai nessa, jogo do meu coração. Eu acredito,
eu assim, ó, o seguinte, ah, tem um monte de coisa no YouTube, você aprende o quem quiser, não aprende, bicho. >> Tem uma coisa que eu acredito que chama sistematização. >> Isso é o ensino formal que te dá. Eh, vai, tenta aprender alguma coisa no YouTube. Se você já não sabe antes, você não aprende nada. Você vai se tornar um sujeito cheio de informação na cabeça e mais burro do que antes. A sistematização, o Rulamar chamado de narrativa, né, ou argumento, eh, o, o, o eixo argumental, o eixo narrativo, que a gente pode chamar de
sistematização, ele é o princípio da construção ou da ou do desenvolvimento da inteligência. você Pegar pegar informações boas que sejam, né, sem um eixo construído e sem uma conversa articulada, argumental, como chama o Julian Maris, você vai se tornar um sujeito absolutamente estúpido, com informações como um caleidoscópio. Você tem as informações, mas a figura não tá montada, logo você não sabe do que você tá falando. Isso o que dá é uma boa, é um bom ensino formal, né? ensino formal por tradição, ele se pratica dentro de uma instituição que foi fundada, que tem 1000 anos
de fundação, foi fundada em 108 essa instituição no Ocidente chama-se universidade, né? Então eu não só não tenho nada contra universidade, como acho que a universidade tem um papel civilizacional fundamental, >> porque é lá que acontece a estrutura do conhecimento, a sistematização do conhecimento. O fato das universidades estarem >> igual calei doiscópio é problema delas, >> não é problema meu, entende? Ou não? Quer dizer, é eu que então eu que e eu também da minha da minha natureza não ia ficar reclamando. A minha natureza é ir lá e resolver o que eu acho que eu
tenho que resolver o que tá no meu alcance resolver. Não vou resolver tudo porque eu não sei lá sou um só, né? Eh, mas faculdade acho que eu consigo. Então, montei uma por isso. E em que que eu montei uma faculdade? Eu montei uma faculdade em humanidades. Ô, ô, Diogo, Assim, sabe? Por quê? Claro, a minha faculdade hoje, você for ver, >> tem dois anos, né? Mas ela, eu fiz uma uma aposta que era botar todos os cursos de pé. exato engenharia, mas botei de pós-graduação, né? Botei então psicologia, depois botei direito, depois botei filosofia,
teologia, família, eh, medicina, ã, tecnologia com IA, negócios, etc. Dois anos passados da faculdade, eu Consigo analisar aquilo que eu no início já intuía com muita segurança. A equipe tá aqui que não me deixa mentir, que é a gente é uma faculdade que tem um diferencial muito claro, que é a nossa voz. Nós estamos de fato investigando e ensinando o que é o homem e o que é o mundo. >> Perfeito. >> É essa orientação. Lá atrás você me perguntou um negócio que era que eu ia responder e acabei deixando passar que Aí que eu
fui falar da coisa da corpo, psique, espírito, caceta, mas a desorientação, se você quiser botar nesse nome, ela é o que causa os sintomas, >> né? A desorientação causa ou seja, a perda da unidade é o causa sintomas. Lembra que a gente falou beleza, verdade e o bem. Mas tem uma outra coisa que é um transcendental também, que é a unidade. Quando gente não tem contato com isso Que a gente chama de unidade, a unidade do conhecimento, a unidade da verdade, a unidade da família, a unidade do que quando não tem, quando a quando a
gente não tem contato com a unidade, ou seja, quando a gente conhece as coisas quebradas, a gente fica desorientado. E a desorientação gera desesperança, a desorientação gera violência, a desorientação, ela gera ansiedade, angústia, depressão, causa isso tudo. Então, a minha faculdade, por que eu Crio a minha faculdade? Eu creio minha faculdade para trazer paraa sistematização do ensino o nervo da unidade. A unidade o quê? O que é o mundo e o que é o homem. Porque nós estamos no mundo e é no mundo que nós agimos com outros homens, com outras mulheres. Respondidas essas duas
perguntas, o que é o mundo, que é o homem? A desorientação acaba, porque é nisso que a gente se desorienta. Eu tô desorientado se eu não sei o que é o Mundo e se eu não sei quem é o homem, o ser humano. Tô 100% sendo desorientado, não é isso? Então, para isso, eu crio uma faculdade. Passado esses dois anos, eu tenho certeza que essas respostas elas são melhor oferecidas em alguns cursos. Os cursos que tm a ver com cabeça, mente, né? Ou seja, psiquiatria, psicologia. Os cursos tem a ver com filosofia porque lá é
o lugar mais eh adequado, primordial. Os cursos tem a Ver com família e os cursos que t a ver com que tem a ver com com educação, vamos botar assim. Então é psicologia, >> psiquiatria, né, que é a área da mente e filosofia. É ali que tá a coisa, ali que tá o nosso nervo mesmo. Porque a gente, por exemplo, tem uma PS que é muito boa mesmo, chama-se é um é um é um master, né? Um master em marketing e business, beleza? Que empresários, etc., né? founders vão Lá procurar a gente, vão fazer aquilo.
Quando a gente vai, quando eu vou perguntar para eles, vou ver quem tá lá, 100% das pessoas sentadas naquela cadeira, elas estão querendo antropologia pros negócios. Elas estão querendo aquela resposta que vocês sabem. >> Sim. >> Eh, que a gente tava lá em Roma, no clube Atlântic, olha ali era uma um a gente tava em Roma lá, num grupo, né, Que tem um clube atlântico e tal, não sei quê, empresários, pessoas bem sucedidas e empresários, etc. Então, vamos lá. Pessoal tava querendo falar de business plan. Exatamente. Exatamente. >> Você tá querendo falar de verdade, beleza,
bem, unidade, transcendência. É isso. Ou seja, o que é o mundo, que é o homem, [ __ ] É, não é verdade? Então, >> o que eu penso é, não vou perder tempo perder, porque é porque eu sou um só, porque eu tenho uma equipe só que é boa, Mas é uma só. >> Sim. >> Não vou perder tempo oferecendo cursos que não é isso que as pessoas estão querendo. As pessoas estão querendo outra coisa. Pessoas estão querendo eh essas respostas. Essas respostas, elas são melhor oferecidas dentro de uma formação de psicologia, de família, de
filosofia. Psiquiatria porque é uma coisa do médico e porque é muito boa medicina normal, né? >> Porque acho que tem um grande papel e também educação em algum momento. >> Total, >> né? Porque é onde a gente e filosofia e teologia depois para não confundir o meio do campo. >> Sim. >> Beleza. >> Então, por isso que eu criei uma faculdade. Acho que foi uma coisa que eu precisava fazer. A gente não precisa de nada, né? Mas assim, precisava dentro de Um certo contexto, precisava fazer a ideia de, ah, você já tá bem de grana
e tal. Sim, mas do mesmo jeito que a questão do filho, o número de filhos também não é uma questão que também nunca fez muito sentido para mim. A questão de número de grana também nunca fez muito sentido para mim. Eu sou um caso estranho, >> né? Eh, sei lá, não é uma categoria com a qual eu lide com frequência. Eu preciso lidar profissionalmente quando As pessoas aqui encarregadas disso me perturbam para que eu possa falar sobre Mas não é a categoria com a qual eu acordo e durmo. >> Eu conheço amigos são muito bons
que acordam e dorme pensando em dinheiro. Não desde ponto de negativo, não, positivo mesmo, sabe? Cara, >> e eu não tenho essa relação com ele, né? Com o dinheiro, não tenho mesmo. >> É muito esquisito. >> Então, dis, ah, já tava bem de grana. Falei: "É, acho que tava, não sei." Eh, >> também >> eu não sei, não sei. Eu acho que tava, sei lá. Dep. Comparado com quem >> é exatamente? Foi aquela que é o nevinho é comparado com quem? É igual oito. Comparado com quem? >> Oito filhos. Comparado com quem, né? Com a
com a >> com a pessoa do agro. >> Tá. Mas e o dinheiro? [ __ ] >> Eu não sei se fosse não sei se eu fosse De repente, sei lá, o Jeff Bez >> aí talvez pensasse em dinheiro. Falei: "Caralho, você olha pro lado, tem só dois, três caras acima de mim. Relaxa que é maneiro isso. Agora >> o volume de dinheiro que eu tenho é bicho larga. É quantas pessoas tem acima de mim? Quantas pessoas tem abaixo de mim? Se eu não vou, essa categoria absolutamente não é relevante para mim, entendeu? E não
estou caçando nem não ter nada, ou seja, ser um franciscano e Nem ser um bilionário. >> Exatamente. >> Se eu não tô caçando nenhum dos extremos, para mim é irrelevante isso, entende? Quer dizer, se eu tivesse querendo ser um franciscano, então importa muito para mim saber a quantidade de dinheiro que eu tenho, né? Porque, [ __ ] eu preciso largar todo o dinheiro que eu tenho. >> Sim. >> Todo, 100%. E e tá no polo oposto. Não Tô no polo de quem doa, eu tô no polo de quem tem paciência para receber. Não é essa?
E também não tô buscando ser bilionário ou sei lá, ser o dono do mundo financeiro. Então é uma categoria que para mim ela é muito estranha no fundo. >> Sim. Você tá no meio que teoricamente para você produzir precisa desse dinheiro, senão você também não, você não não consegue fazer essa essa do formação. >> Preciso acho que eu preciso sim. Eu acho que precisaria até mais do que eu tenho, não sei. >> Mas aí é também é o seguinte, também sou muito tranquilo com esse negócio. Eh, a gente faz o que dá. Exatamente. >> Beleza.
Ah, e se você tivesse, se eu tivesse, me dá então que aí eu te respondo. Mas aí se você tivesse mais, falei: "Cara, se tivesse mais, você doaria mais?" Falei: "Cara, me dá para ver se eu doaria. Me passa para cá >> que de repente eu doaria". Eu não sei. Me dá uma ideia. Passa para cá que aí eu vejo na Índia, não foi? >> Evangelizar a Índia, né? >> É. Então, passa para cá para para eu testar, para eu fazer esse teste. De repente eu serei generoso. >> E o que que você espera desse
aluno? Saiam informandos agora. Tem dois e já saíram, né? E o que que você espera desse aluno que saia da faculdade? O que que você espera dele? >> Eu espero que ele seja uma pessoa orientada em primeiro lugar, ele. >> Perfeito. >> Então, que ele consiga responder melhor agora do que antes. O que que é o mundo, o que que é o homem? E se ele é um profissional, que ele consiga, um pai de família, ele consiga transmitir isso que ele aprendeu aqui pro mundo onde ele tá. É bem simples. A minha expectativa lá é
uma expectativa de alguém que quer o teu bem. Eu quero Que você consiga responder coisas que vão ser boas para pro teu espírito para que você vá pro céu e não pro inferno. >> Trocando mios é isso. >> O que você faz é isso, né? Transformar isso nas pessoas e você faz com que nós transformemos isso em outras pessoas. >> É o que eu gostaria de que acontecesse. >> Tomara. Tomara que Tomara que Deus goste também. Não sei. >> Não sei. Acho que espero que sim, né? Não sei se ele gosta que ele que ele
Mantenha. Se ele não gosta que ele me destrua. É muito simples também. É dele. Cara, is [ __ ] Tem que tem que dar seguindo. >> É muito simples, cara. Assim >> para derrubar esses cascadinhas. Não, >> se você gosta faz mantém. Se não gosta, dá uma martelada e acaba tudo. >> Tá bom também. Pior coisa do mundo é fazer coisa que Deus não gosta, né? Porque você gosta. Pô, que loucura. [ __ ] que você gosta, entendeu? >> Go. >> E deixa eu te falar, eh, aqui você tem uma ideia puxando, puxando, obviamente pra
medicina, né, que a gente veio conversar bastante sobre isso, informar, fazer uma faculdade de medicina. >> Você tem essa ideia? Porque eu eu sou filho de Fátima, né? A minha mãe mora ali, inclusive sou filho de Fátima, né? A Fátima é uma minha mãe ela é uma portuguesa. >> Ô, querida paciente. Ela tá também >> quça. É, ela é uma portuguesa que você olha assim, você não não sa engana. Mas ela é ela é portuguesa de aldeia. Aham. >> De aldeia. Veio para cá com 7 anos. Ela tem aquela ela tem o DNA, aquela aquele
modo de trabalhar da aldeia. E ela passou isso para mim. Eu sou um pouco assim também. Então a minha fal, olha, o que não tem remédio, que não tem remédio remediado está, não vai contar com ovo no cu da galinha, essas coisas que eu ouvi quando Era criança. E eu acho que faz muito sentido. Então, eh, uma faculdade de medicina, >> sim, era >> eu não penso nisso um único segundo da vida. Não, zero. >> Caraca. >> Por quê? Porque não vejo mesmos materiais de conseguir. >> Entendi. >> Mas ao mesmo tempo que eu não
penso isso, o único segundo da vida, eu Trabalho para ter um tamanho suficiente para algum dia poder pensar. Sim, >> sim, sim, sim. >> Entende? Porque a faculdade de medicina ela é de, e me feri no Rio de Janeiro, eu não iria lá pro interior, >> eu do interior do Rio, eu iria, não iria pro interior, pro interior desse que não vai ninguém. Então assim, cara, não tem nada lá, fazer o que lá, >> né? Então se a faculdade de medicina fosse por aqui, eu acharia maneiro, mas Não sai edital, é difícil de conseguir, entendeu?
Não tenho tamanho, é muito simples, não tenho tamanho ainda, história para conseguir eh vagas de medicina que eu possa operar, porque o mercado da faculdade é um mercado regulamentado. Acho que até que tinha que ser mais, hein, MEC. O pessoal acha que tinha que ser menos. Eu acho que tinha que ser mais regulamentado faculdade. Eh, acho que então e agora cab acabou de ser Um marco regulatório e a pessoa tava em pânico. Falei: "Eu tô dando graças a Deus se esse marco regulatório, eu tô fazendo tudo direitinho, porra". >> Sim, tô >> falando tudo direitinho,
100% direitinho. Não tem nada de errado que eu tô fazendo aqui. Pelo contrário, é bom que tem uma marca regatória, é bom que logo que os avaliadores do MEC vem aqui para me dar uma nota. Óbvio, era uma era uma bagunça dos infernos isso Aqui. A isso aqui que eu digo o o mercado, né? Sim, >> tem, tinha gente emitindo diploma de pedagogia por R$ 19,90 por mês, dando um PDF. >> Falei, [ __ ] né? Falei: "Cara, isso é uma sacanagem, né? Isso é uma sacanagem chamar este sujeito que se formou na faculdade de
pedagogo. É um desrespeito com os pedagogos, é um desrespeito, né, com a classe >> com quem tá estudando, né? Então a Faculdade de medicina o que acontece? Ela é regulamentada, é mais regulamentada do que as outras. alguns cursos são mais regulamentados, tem um cuidado maior com a emissão de possibilidade de operar vagas, não é? Então, para eu conseguir uma vagas de medicina no Rio de Janeiro, eu tenho que obedecer um monte de critério, critérios que eu não tenho nem tamanho, nem tempo, nem idade ainda de instituição para conseguir. Por isso que eu não penso o
Único segundo. Eu vou começar a pensar daqui 6 anos, quando eu tiver 8 anos. Ou seja, aí dá para pensar, dá para pensar em em conseguir, dá para pensar em em tocar esse negócio, porque time a gente teria, pô. >> É, né? >> Teria, >> teria, com certeza. Com certeza. Olhando aqui o tamanho disso aqui, são dois anos. 2 anos, 15.000 alunos em 102 países do mundo. Uhum. >> A gente tá em 102 países, 15.000 alunos, eh 80 cursos eh gravados e completos, concluídos, né? >> Eu sou professor, hein? >> Professor que >> acho maneiro,
tá? Acho maneiro. Então assim, que a gente consegue fazer, eu tenho certeza, >> o MEC não tem essa certeza e acho razoável que ele não tenha de em relação à medicina, né? Sim, >> acho que ele razoável, é muito sério. Tem certas, todas as informações são muito sérias, algumas são mais do que outras. >> Sim, >> simples. >> Sim. Por isso que eu perguntei se você não tinha esse interesse. >> Então, eu tenho, mas não penso nisso o único segundo hoje, porque não dá. >> E o que que é legal aqui também é >> e
quando, enfim, não tô me exibindo, mas como professor, mas você ter esse olhar Quando você olha os alunos que sentam aqui. >> Sim. olhar deles assim da de da forma que quer aprender, da forma que quer se doar mesmo para para aprender, para saber tratar bem o paciente, ter um olhar profundo sobre o paciente. É diferente sim >> pra burra também acho, cara. >> É a forma de se importar da educação. >> Só quer isso mesmo. Eles estão querendo Isso aí. Eles querem a beleza, o bem a verdade. >> E é legal que você olha
o olhar deles. Eu juro para você, você olhar, né? Sei aqui. Você olha pro olhar do desse acadêmico aqui, ele ele ele demonstra isso mesmo. >> Também acho. E é muito e é muito legal porque o aluno também que não tá querendo isso, ele vai embora. [ __ ] é isso que eu quero. Eu quero um lugar que tem cultura. A cultura ela atrai, retém, Temém >> e expulsa. >> Expulsa. >> Sim. >> Que é a melhor coisa do mundo. >> Sim. >> Todos são bem-vindos, mas o que a gente tá ensinando, que a gente
sabe ensinar é isso. Outra coisa, eu não sei ensinar. Eu não sei ensinar outra coisa. Que eu não sei, não tô afim de ensinar outra coisa. Tô a fim de ensinar isso, eu Quero que você, eu quero que o aluno aqui ele tenha competência técnica e a formação humana. O que que é formação humana de verdade na prática? Visão de visão de mundo e visão de homem, uma visão completa para que com a competência técnica e essa visão ajustada, ele possa conhecer a verdade, amar o bem e se alegrar eh com a beleza, né? Tudo
isso é em unidade, que era o que a gente tava conversando. Isso é o que eu tô montando aqui. A pessoa que se submete, o aluno que submete a isso, olha, como a gente tá conversando, ele vai ter uma, ele vai ter uma perda de desorientação. Uma vez ele tá menos desorientado, ele tá mais forte, pô, tá mais feliz, ele consegue transbordar pros outros. >> Exatamente. Vai tratar melhor. >> Vai tratar melhor. O médico vai tratar melhor, né? O professor vai ensinar melhor, o engenheiro vai projetar melhor. >> Eu tenho eh eh contato com alguns
que já se formaram e atendendo. >> O pessoal tá bem no mercado, tá? >> Os médicos estão, os psiquiatras estão mesmo. >> Eles estão bem no mercado que eu tenho contato pacientes que mandam para mim, mando para eles, >> a galera tá bem, >> tá? Eu acho que a gente não rodou ainda. Eu preciso fazer isso, mas é que precisa fazer muita coisa e tal, mas eu Precisava rodar uma pesquisa de empregabilidade >> para poder divulgar isso, porque eu sei que isso é um argumento de venda também forte, né? >> Não, total. Tem um monte
de aluno que tá com consultório, >> não >> consultório com paciente ali que eu recebo, vári, né? Aí >> eu recebo vários e assim a galera tá Bem, >> dá uma alegria. >> E é uma é uma uma garantia também da gente indicar, >> é verdade. >> Indicar esses esses colegas, né? É uma garantia. >> Com certeza. É porque na realidade, quando eu perguntei até da graduação, porque imagina o que você faz aqui, né, dessa formação moral, antropológica, filosófica, você pega já num num Profissional já formado. Imagina se a gente tivesse essa esse olhar na
graduação, né? Falei Lua, até você a gente vai ter uma faculdade, mas a tá com nove até lá vai ter até lá vai ter. >> Mas que eu acho o seguinte assim, então tem que lu fazer também, né? >> É aquela já >> que é medicina. Ela me falou isso. >> Não, eu falei, eu falei, ela pode fazer qualquer coisa que seja da FMA. >> É, deixa, deixa ser medicina, qualquer coisa. Mas esse a gente tá gravando esse podcast em 2026, janeiro. >> Exatamente. Anotem aí. >> Anotem. Não é uma promessa porque não depende de
mim, mas em 2026 parece que vai ser a resposta para eu começar com graduação de psicologia, pedagogia, filosofia e ADM. Salvo engana, muita gente >> já já >> em 2000, em novembro, acho que é a Previsão para sair essas respostas. Aí eu começo a operar essas faculdades, entende? Psicologia que é presencial, >> pedagogia não, não precisa ser, pode ser, mas não precisa ser. Filosofia pode ser, mas não precisa ser. E ADM também, mas psicologia seria presencial. psicologia e pedagogia e filosofia, a gente vai investir bastante. Eu vou investir bastante, bastante, mas é segundo semestre de
2026, se sair, né, o MEC, vamos veremos, né, se vai sair ou Não. >> E lembrando que nós, nosso ambulatório Santa Jacinta lá no santuário de Fátima, provavelmente vai ser inaugurado agora. >> Eu conto com isso, tá? >> Exatamente. Ele tá aberto para vocês, para seus alunos, com certeza. Conversa sobre isso com os alunos aqui. É que não inaugurou ainda, né? Então tá lindo mesmo. Fui lá na obra, tava em obra bertalo. >> Tá bonitinho, né? Lindo, lindo, lindo. Não, tá sensacional. >> Quer terminar com a última pergunta para ele? >> Essa aí, né? >>
Vai demora mais meia hora ele falando só. >> Posso falar em 2 minutos? >> Exatamente. Que você passasse pro pessoal aí qual o sentido da vida? >> O que é a vida? Tu tá ligado nessa história do Abuan? Aí a melhor a melhor Resposta foi do Abuan. Isso era o seguinte. pessoal que é jovem e assiste aí o ao podcast do Anima Saúde, tinha tem um um entrevista que acho que ele virou virou meme, né? Mas eu assisti a ele antes dele ser mesmo, ele na TV Cultura. Sou velho, então chama-se Abu Janra, né? Então
era teatrólogo, é artista, diretor, né? O sujeito, né? Um tipo. E ele tinha um programa de entrevista, o Abuanra tinha um programa de entrevista que ele era um niilista. E Eu acho que a boa entrevista ela tem uma tese, ela tá buscando alguma coisa. Então, gosto de podcast temático que vocês estão buscando alguma coisa, estão buscando falar de saúde. O Abuanra, ele era um nilista que ele buscava >> no na entrevista sempre o nada. Então, nada tinha importância, nada fundo era relevante, entendeu? Era isso. Ele fazia isso de um modo ativo, a Bujanra. >> E
aí ao final da entrevista ele sempre fazia uma pergunta que era a mesma Pergunta para todos os entrevistados. O que é a vida? E aí isso virou corte, né? Hoje em dia virou corte, graças a Deus tem corte. Aí então o Cloves, o Cloves, né? O filósofo Cloves, Cloves de Barros Filho, né? Cloves Barros Filho, acho que é o nome, [ __ ] desculpa, Cloves. E ele tava lá, né, com aquela coisa nitiniana dele falando daquele jeito dele. Interessantíssimo. E aí o Abu Janro pergunta e ele dá uma resposta, só que [ __ ] ele
caiu na cilada do Abujanra, Ele hoje deve assistir. Aí esse negócio fala: "Puta, caí bujan". Qualquer resposta que você desce, qualquer UBA, ele vai desmontar. Ele vai desmontar. Não importa. Então a bujar dá uma resposta. A vida é potência. Que busca potência. Aí Cloves, o que é a vida? Aí o Cloves deu uma outra resposta. Aí o Albo Jor de novo, quando a clara fica muito metafísica, Isso não me interessa. O que é a vida? Aí perguntei de novo. Aí aí o aí o Cloves, ele abaixa a cabeça assim como que diz perdi, sabe? Não
sei responder. E aí o Bu faz isso com todos os entrevistados. Ele é desmontando, né? Aquele Eduardo Stablis, o comediante, ele chora, fala: "Porra, não faz isso comigo não, cara. Ele chora. Não sei se se ele é cênicos, é verdadeiro também, porque ele dá acreditar, >> é maravilhoso também. >> Mas o Clodovil dá a melhor resposta. >> Clodovil >> era bom. Ele era bom para caramba. >> O Abujão pergunta: "Clodovi o que é a vida?" Aí Clodoviu: >> "Ai, a bujan que besteira, se eu soubesse não te respondia. Aí pela primeira vez o bujang toma
rasqueira, sacou? Ele [ __ ] >> ele ri para [ __ ] levanta e dá um abraço no no do no Clodovil." Falei: "Porra, Clodoveira maravilhoso". Então assim, o que é o sentido da vida? Essa é a pergunta. Eu não vou responder nem que nem o Cloves, né, buscando uma resposta eh genial, >> nem que nem como Clil, como quem quer saber, [ __ ] se vira negócio. >> É, não vou dizer isso. Eu eu vou eu vou jogar no seguro aqui, não por nada, mas é porque eu acho que esse seguro ele tem um
motivo, tem uma razão de ser o nosso querido psiquiatra e Víor Frankiel. E Não vou querer dar uma resposta genial pessoal, não. Vou dar resposta do Víctor Frankiel. Acho que para esse momento é o que mais serve, sabe? a gente já falou aqui 1:48, né? >> Eh, eu acho, se você tá querendo saber o que que, qual que é o sentido da minha vida, reassiste e vê o que tá nas entrelinhas de tudo que eu tô falando. Então, eu vou te dar uma resposta >> eh que serve para todo mundo, né, que é a coisa
do Víor Franco, que ele falava Uma coisa que é muito verdadeira, eu acho. Fala, o que que é como é que você descobre o sentido da vida? Você vai descobrir o sentido da vida eh de três modos. Aceitando o sofrimento inevitável da vida. Beleza? O que que é o que que aí ele não não explica? Bem, eu tenho uma explicação pro sofrimento inevitável da vida. Sofrimento inevitável da vida, os intérpretes do Víctor Franco, ele fal: "Ah, é a doença, né? É a morte, é a Dor de cabeça, eh, as contrariedades do cotidiano mais ou menos
graves." Nada dis nada disso é o sofrimento inevitável da vida, porque todos esses são evitáveis de algum modo, >> né? Eh, o sofrimento inevitável da vida é você perceber que você é sozinho na melhor, na melhor excepção do termo solidão. Bem, não estamos sozinhos aqui. Bem, que óbvio que eu tô sozinho. Bem, eu estou só eu estou falando, não é você que tá falando por mim. O ato humano, Ele é solitário, ele é ele é absoluto, ou seja, ele não se ele não tá assolvido, ele não tá em contato com mais nada. O ato humano
é solitário. Nós fazemos e ninguém mais, né? Então esses quando você percebe isso, [ __ ] tem uma coisa chamada solidão, né? Tem uma coisa chamada solidão. O único companheiro, o único companheiro que eu tenho na solidão chama-se amor de Deus. É só ele. Quando você toma consciência de que você É solitário, imediatamente tem que vir uma outra, uma outra um outro pensamento, uma outra percepção na sua cabeça. Caramba, ela também, ele também. E talvez eles não tenham essa companhia que eu tô tentando ter. que é do próprio Deus, né, que é do amor dele.
Então, então, porque eu sou um ser humano, o que que eu deveria querer fazer mais do que tudo na vida? Te fazer companhia. Mas não é eu te fazer companhia. O que eu deveria mais do que tudo querer na vida era te mostrar quem é a companhia. >> Qual é a companhia? >> Quem é a companhia? Para você não tentar arranjar companhia em outro lugar. Então, quando você aceita o sofrimento inevitável da vida, acontece uma transformação no teu coração, chama-se apostolado. O que que você quer mais do que tudo na vida? O que eu quero
mais que tudo na vida é que você descubra que A única companhia é do próprio Deus que te criou, te sustentou e te ama e quer o teu bem sempre. E aí você, ao descobrir isso, você vai se transbordar pro teu marido, pro teu filho, pra tua esposa, para todo mundo. Esse é o tal sofrimento inevitável da vida que o Víor Franca, me parece estava apontando sem dizer isso que eu tô dizendo. >> Isso é o que eu a minha visão sobre o que é o sofrimento inevitável da vida. E Aí logo as outras duas
coisas do do Víctor Frank, elas se desdobram com muita muita facilidade, que são três, né? A primeira é esse sofrimento inevitável da vida, a segunda é servir um ideal e amar uma pessoa, né? Porque a pessoa, qual é a pessoa que você ama? Essa que te faz companhia. É essa que te faz companhia. E qual o ideal? É o ideal do apostolado. É o ideal de transbordar esse amor pros outros, fazer que os outros descubram. Então, no final das contas, se você o fofano era um judeu, eu não sou. Então, quando eu leio essa coisa
do Víctor Frankel, eu falo: "Olha, calma lá, o sentimento inevitável da vida, é, o sofrimento invitável da vida é esse que eu disse e a companhia é do Deus, né? O amar a uma pessoa é a qual pessoa? Temos três lá, temos que amar todas elas, né? O pai, o filho e o espírito santo." Mas é que se encarnou, é que tá aqui na hóstia todos os dias, é que, né? Eh, morreu, sei que é o filho. Então, beleza. Então, ama Cristo que vai ser bom para você, né? E servia um ideal. Qual o ideal?
É isso que a gente chama de santidade. Pra gente, o que que é santidade? pra gente é querer essa companhia mais do que tudo, amar a pessoa que é o o Deus, né, na pode ser na figura do Cristo, na na pessoa do Cristo e servir a um ideal que é a santidade. E a santidade pra gente é o quê? É transmitir essa dinâmica para os Outros. >> A gente fala falar de apostolado, ou seja, viver na intimidade >> e transbordar. Esse é o ideal. Quando você, quando essas coisas estão mais ou menos ajustadas, mais
ou menos vistas, é isso que você quer? Qualquer coisa tanto faz onde você pode ir pro como o Vitor falou que você pode ir pro campo de concentração que assim, olha, é ruim só, mas não faz diferença. >> É bem ruim, né? Digo, do ponto de Conforto é bem ruim, é chato, mas não faz diferença nenhuma. >> Eu preferia não estar aqui, mas já que eu estou, >> é isso >> bem, porque já que eu estou, eu já eu já tava sozinho antes, entendeu? >> Sim, >> já tava sozinho antes. Já era aquela pessoa que
eu tinha amar, que eu tinha que amar, que tá lá comigo >> e lá tem gente, tem. Então, aí se não tiver is foi isolado numa cela. Aí você faz uma coisa, você faz, você reza pelas pessoas, ou seja, tem gente, >> tem gente >> sempre tem gente, né? Você tá encarcerado numa cela de uma solitária sozinho por 30 anos, você pode estar no sentido da vida igualzinho igual, porque você pode rezar, pode se mortificar pelos outros, né? E você pode estar numa cela solitária que você tá dentro do Sentido, você pode estar dentro do
sentido da tua vida mesmo. >> E sempre servindo, >> você vai sempre servir. Claro, você pode servir mesmo aqui, tô servindo, né? Botando uma aguinha e tal. Você pode encarcerado e rezar pelos outros, se mortificar pelos outros, oferecer aqueles sofrimentos da do cárcere pela tua mãe, pelo teu pai, por quem tá vivo, pelo teu filho, pelo teu marido, pela tua esposa, Né? Então esse desespero alucinado, eh, no fundo, eu entendo, é falta de sentido da vida. Esse que eu tô dizendo aqui. >> Exatamente. Sensacional. >> Foi perfeito. >> Zeramos a vida. Dr. Diogo Vink. Olha
só, >> vai ter no Maracanã, camisa 10 do Flamengo, hein. >> [ __ ] muito bom. >> Obrigado, galera. Obrigado mesmo. Obrigado. Você quer deixar seu ar pras pessoas? seguirem. >> Não adianta, você não adianta, você não vai me achar. O Instagram não me não me deixa me achar. >> Melhor seguir o Anima Saúde. >> Aí, ó. Anima saúde podcast saúde, ó. É, ative o sininho, se inscreva no canal porque assim o Instagram, o YouTube descobre que esse conteúdo é relevante, ele vai indicar para mais pessoas. Faça um comentário que aumenta o engajamento e aperta
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da família do, né, do colégio, que mais vocês têm >> é grupo de WhatsApp, não é verdade? >> Então, tchau, tchau. Até a próxima, pessoal. Beijo. Tchau.