Tudo bem então boa tarde oficialmente bem-vindos todos e todas e eu paro por aqui a gente hoje vai dar continuidade ao tema de potencialidade Como o próprio nome sugere a gente entende que seesse essa é a dimensão que que acende o fogo vamos dizer né uma Dimensão que coloca que faz com que a gente consiga mobilizar sem sem mobilizar né Eh as pessoas a intenção né o o convite principal do da potencialidade é é inverter um pouco a lógica de acreditar que que as pessoas não não vão fazer aquilo que é necessário né pro pro
sistema para tirar o melhor do sistema né então a gente tradicionalmente se for olhar em Essência os nossos modelos de gestão eles estão muito pautados por controle por desconfiança né ainda que isso não esteja explícito mas a gente acaba criando mecanismos de controle eh às vezes até excessivos e que acabam se tornando até limitantes em diversas dimensões né seja na forma de olhar paraa estratégia que tipicamente é um olhar muito de um grupo seleto de pessoas e depois todo o cascateamento que isso Faz criando toda uma mecânica né literalmente cria toda uma mecânica na organização
para que as pessoas cumpram o que tem que cumprir a partir de indicadores de metas quer dizer esse Isso é o que a gente tá acostumado a fazer eh que eu acho que reflete bem esse pensamento mais mecânico mesmo e aqui a intenção não é que a gente eh exclua né Falando de integralidade não é que a gente Exclua o papel das das metas e dos indicadores ao contrário mas que a gente perceba que eles podem ser ressignificados eles podem ter um lugar eh muito mais potente eu diria né que vão que eles vão servir
muito mais como feedback do sistema né do que que tá acontecendo de como as coisas estão caminhando etc do que de um mecanismo exclusivamente de controle pra gente eh controlar o comportamento das pessoas n Então como é que a gente Eh abre um campo de confiança em que a gente consiga a partir do que a gente tá trazendo de um olhar né de um ver mais [Música] eh ganhar agilidade ganhar autonomia ganhar flexibilidade ganhar maturidade né Eh confiando que eh cada vez mais e pouco a pouco as pessoas vão vão podendo fazer suas escolhas podendo
contribuir com seus olhares de forma cada vez mais Potente e a força que isso traz eh se não num sistema de gestão de forma tão explícita né Eh no mínimo em em situações cada né em situações que a gente cria ou que a gente crie para que a gente consiga transformar aquele mecanicismo eh num olhar mais coletivo o tem que num lugar do bora fazer né é tipo tá todo mundo na mesma página literalmente a gente tá Enxergando Qual é a necessidade do sistema alguma reflexão da semana que tenha reverberado por aí ô Marcos eu
eu ainda tô no lugar de que se é Um Desafio fazer essa transformação dentro de cada um de nós fazer ela acontecer no coletivo ao mesmo tempo é é Um Desafio muito maior né e eu acho que esse que é o grande desafio verdadeiro porque a gente enxergar e querer fazer é uma coisa mas fazer todo Mundo está na mesma página é que para mim continua sendo o desafio maior né Eu acho que eu tô cercado de indivíduos dispostos a fazer essa transformação e ainda assim ela é eh gradual lenta né não acontece de uma
vez né E e aí se a sua instituição tem tempo para fazer se ela tá num num momento adequado para fazer é que vira o verdadeiro desafio que eu acho que é mais difícil fazer a virada do que convencer Indivíduos né que são da liderança eu não não tenho resposta ainda muitas vezes o o sucesso da sua instituição ele não depende só da sua instituição depende toda a empresa né da economia do país sim sim sim depende do do setor Onde você trabalha do do quanto ele tem barreira de entrada ou não quer dizer tudo
isso são fatores complicadores para você ver o resultado dessa transformação se materializar na potência né da instituição Uhum Então existem épocas melhores ou piores para colher os frutos né dessa transformação e cada indústria com sua velocidade né sim inclusive na próximo o nosso próximo próxima dimensão que é a vivacidade que é o movimento a gente vai olhar um pouquinho para isso inclusive Vitor que é a gente poder respeitar os ciclos seja de indústria seja da empresa seja do que quer que seja eh né entender esses ciclos respeitar Esses ciclos e saber atuar em cada um
deles porque cada um deles você você você você pode trazer muito mesmo que você não esteja trazendo o que é esperado pelo por um por um stakeholder primário que talvez seja um acionista querendo um resultado financeiro né mas a gente vai olhar um pouco para isso também como é que a gente respeita esses ciclos né mas eu acho que o começo é esse mesmo né Como que a gente começa a tomar Consciência que há um espaço mais potente e pouco a pouco a gente vai encontrando formas de materializar isso Nenhum convite pra gente fazer uma
uma revolução né aqui a proposta não é não é apresentar um novo modelo de gestão e falar elem é é assim que tem que funcionar aqui acho que reforçando o convite é a gente perceber que existe uma potência maior que existe uma possibilidade mais potente em em em Fazer movimentos em em liderar em conduzir transformações etc e e como é que a gente vai ativando isso pouco a pouco e percebendo os impactos sim alguém mais por aí eu eh acompanho o que a gente acabou de ouvir o Vitor falando né muito bom a gente não
consegue todo mundo ao mesmo tempo para ver se funciona para entender os os benef íos tem uma comparação do Antes e depois para mostrar quão ã útil bem-vinda é uma movimentação como essa o que eu vejo é que o sistema hoje se retroalimenta no seguinte sentido eu quero abrir espaço para que as pessoas testem formatos diferentes explorem outras possibilidades e aí a gente identifica novos potenciais Então eu tenho alguma coisa latente euo um espaço para ela Fique patente para ela apareçe final de sem Foi bastante contaminado aí por informações do dovio Santos e dasis que
falavam sobre ele nas homenagens era tá aqui uma pessoa que consegue ver o potencial no outro muito rápido e aí ele faz aquela aposta aponta o dedo toque de Midas é uma questão de tempo para aquela pessoa onde Ele identificou o potencial mostrar esse potencial Imagine que ele no universo Dele correndo os riscos dele adotou essa essa estratégia né de eu quero ver o seu potencial eu vou te eu vou te fazer um desafio aqui eu tenho certeza que você dá conta do lado de cá onde eu tô esse risco ele tem que ser muito
medido eu não posso dar esse espaço para todo mundo ao mesmo tempo do contrário aquilo que se espera e aqui que eu falo que o sistema se retroalimenta aquilo que se espera não vem então existe uma a a a estrutura Hoje é baseada em um que sim mecânico a estrutura amanhã Com base no desafio de hoje pode ser mais sistêmica se eu coloco todo mundo numa posição de e aqui Vejam o aspecto positivo do que eu vou falar numa situação de desconforto é aquele desconforto que move que que faz buscar alguma coisa diferente podem surgir
cenários situações e pessoas que vão falar não mas eu preciso de algo mais tangível palpável seguro que é um pouco do que o A estrutura mecânica em tese ofereceria então eu vejo um desafio não sei se eu colocaria ali como né nas opções que vocês trouxeram do medo dos Silos eu acho que é um mix disso tudo eu acho que nessa jornada que a gente eh vem trilhando a gente falou bastante sobre maturidade eh talvez começar identificando quais serão os parceiros para esse desafio então na minha estrutura hoje quem eu Entendo que tem um que
de maturidade para encarar o desafio de olhar o todo e fazer um um rápido desafio aqui eu tô correndo risco que Ten o Gustavo e o steban aqui para me criticar mas imagina essa possibilidade eu ganhasse um waver de um X tempo em que eu posso combinar com e é que eu tô falando deles por serem do RH eu posso combinar que aquela pessoa naquele Job description naquele status que ela Está ocupando oficialmente vai poder fazer um outro Teste é um não seria um Job rotation algo diferente ela não precisa sair mas que ela tenha
um espaço para opinar sobre uma outra coisa e o melhor exemplo que eu consegui coletar para trazer aqui pra minha fala é bem próximo a mim uma colega minha que tá no sistema mecânico contratada num status num rank para fazer esse tipo de entrega esse tipo de análise então a caixinha é bem definida mas houve uma oportunidade tem Um grupo de inovação houve uma oportunidade para ela se manifestar num outro contexto em que ela não seria medida por esse tipo de entrega então lá no grupo de inovação ela começou a ouvir o outro e entender
o que que tava acontecendo ali até que ela falou Poxa por que que a gente não monta um aplicativo e hoje me mostraram esse aplicativo e o aplicativo é um negócio super bacana que você imagina né poxa mas quem tá lá na outra área que tinha Que ter tido essa ideia eu no dia a dia não esperava que essa ideia viesse da minha profissional que tá no meu time dentro de uma caixinha entregando uma série de coisas e ali eu senti um um brilho eu falei Opa se é para falar de liberar potencial Talvez esse
espaço que ela cavou precise se alargado que a gente dê a ela mais disso que ela gostou e de repente a gente vai se surpreender não mais como analista do tributário mas Como alguém que revê processo sei lá vai trazer alguma outra coisa alinhada com o axioma zero aqui a história do eh eu também quero brilhar eu tenho isso em mim eu quero contribuir eu quero eh servir fazer o bem aqui né o célula de amor tem essa essa para fechar aqui com a fala do do Vitor esse desafio falou faz sentido Qual é a
melhor maneira para implementar acho que é a minha reflexão foi essa Bacana aqui não eu acho que hoje a Gente vai falar mais um pouquinho sobre sobre caminhos até de como a gente pode potencializar e se surpreender muitas vezes com esses movimentos o que eu diria aqui acima de tudo a gente também vai trazer hoje um Case eh que mostra qual é o risco da gente perpetuar o sistema porque a gente falou na última aula a gente falou muito um pouco sobre eh causa e Ordem né a gente esse é um Grande desafio porque a
gente não aqui não tem nenhum convite para que a gente perpetue o caos ao mesmo tempo que não tem nenhum convite que a gente perpetue a ordem mas eh uma organização ela precisa de ordem para funcionamento a então é em que medida Essa ordem que em algum momento fez sentido ela começa a não ser mais não fazer mais sentido para aquele sistema Essa é a grande pergunta né Então tá Tudo bem a gente ter ordem a gente ter organização a gente ter um funcionamento eh mas muitas vezes essas ordens acabam sendo repetidas eh sem sem
sem fazer mais sentido porque a gente entra num padrão de condicionamento e a gente já não desafia mais não questiona mais então o grande convite aqui nosso é isso quando como é que eu percebo é quando uma ordem tá tá tá deixando de fazer sentido e eu e eu Começo a atuar para poder entender o que que de fato né como é que eu como é que eu movo isso porque já não tá mais fazendo sentido para para aquele sistema mas quer falar alguma coisa legal Então vamos vamos Seguindo aqui eu vou só resgatar onde
estamos eh até um pouco em cima da fala que eu trouxe Agora quanto a gente consegue perceber dentro do nosso com a nossa capacidade divisão de todo divisão sistêmica perceber quais são Aonde estão as questões que eventualmente estão limitando aquele sistema então isso seria o o número um né a a a a essencialidade para depois eu poder olhar e e reconhecendo os modelos mentais que são eh binários ou dualistas ou não integrais Né entender o quanto que isso pode tá sendo perpetuado por uma série de questões eh para depois a gente entrar na grande na
pergunta de né que muitas vezes as pessoas estão atuando a serviço de si justamente porque a integralidade faz esse convite né A não integralidade faz com que a gente tenda a atuar a a serviço da gente mesmo né então a totalidade ela passa a ser um convite de Começar a perceber esse coletivo entendendo né a partir daí na maturidade entendendo que a gente também sustenta esses padrões que muitas vezes a gente mesmo não quer ver manifestado né Eh e isso serve para para qualquer relação mas nas organizações isso é muito forte para que a gente
aí então se Abra para esse ver coletivo eh mais desprendido de todo esse padrão né de todo esse aprisionamento que que o Aquino falava um pouco n como é que eu abro mão e como é que eu começo a a a me perceber sustentando esse padrão começa a perceber o que que tá inibindo esse padrão começa a perceber a serviço do que as pessoas estão funcionando começa a perceber né Qual é a minha parcela de de de corresponsabilidade nisso eh para partir daí conseguir olhar e falar puts como talvez oino chegou numa numa né Será
que existe um espaço da gente começar a construir ou essa pessoa Ou um espaço pra gente fazer diferente Ou o que quer que seja pra gente começar a ver coletivamente o que que pode ser feito a partir disso e a vivacidade como última dimensão que é a dimensão de tá bora fazer né como que a gente eh sente esse movimento e faz com que ele aconteça de fato então só para resgatar dimensão de potencialidade é aquela dimensão que a gente tá chamando aqui de de ver Coletivo ou da Inteligência sistêmica que a gente falou né
no mundo cada vez mais complexo como é que a gente se vale de vários Veres o Aquino falou uma coisa que eu achei super curiosa também nesse sentido que é eh eu não esperava que um aplicativo viesse de uma pessoa que não fosse daquela área é É exatamente sobre isso é um pequeno exemplo de uma do que a gente tá trazendo eh do quanto a gente acaba se limitando por definir muito Claramente qual é o papel daquela pessoa naquela função que é o sistema mecânico e que de novo nenhum convite a anarquia mas um convite
a um olhar pro todo né eu sei que eu acho que eu trouxe esse exemplo para vocês né na aula passada que eu sei que eu Rego as plantas do condomínio mas se tá chovendo eu ten eu posso ter liberdade de fazer alguma outra coisa que não seja regar planta que né Ou não né Não se eu tô num sistema mecânico aquela pessoa vai regar a planta terça e quinta faça chuva faça sol Então como é que eu começo a a a a ampliar Essa visão de todo para que a gente faça escolhas cada vez
mais potentes mais fluídas mais pautadas em confiança menos em controle então aqui essa dimensão para nós é é a que habilita essa essa mobilização Ou seja eu conecto a célula do corpo à necessidade do corpo e ela traz n ela ela enxerga o que o corpo Precisa e a partir dali ela dá o o seu melhor né Ela olha para aquilo e fala toma né como o aqu falou toma um aplicativo né eu vejo que tem um melhor aqui toma um aplicativo Nossa mas aplicativo você você não cuida de aplicativo tchau né Vamos falar com
área de tecnologia né não tem tem alguma coisa aqui né como é que a gente eh reconhece a potência desse desse ver coletivo e isso acontece em diversas dimensões não é nem só em trabalhos de De de inovações assim como você tá trazendo né a gente se surpreende com quanto as pessoas percebem a realidade e o impacto disso é literalmente a gente ganhar com autonomia com senso de direção ou seja que as pessoas é como se a gente de novo criar essa inteligência sistêmica a ponto das pessoas compreenderem O que o corpo precisa e e
ter troca com o corpo sabe dizer Ó aqui tá doendo aqui não dá aqui dá aqui não dá isso faz sentido isso não faz né ao Invés de ter uma meta beijo tchau te vejo no ano que vem eh para avaliar seu desempenho eh meets below ou ou outstanding sei lá o nome que a gente vai dar para cada um do né tipo E aí e Ou seja eu crio um mecanismo que ele tem uma intenção de ser positiva Mas ele tem uma limitação e ele ele pode se tornar altamente perverso e burro pro sistema
especialmente se a gente tá num sistema Altamente dinâmico né e a premissa disso volto a dizer é uma premissa de não confiança e a gente sem perceber cria uma liderança eh eu vou usar uma expressão um pouco exagerada mas acéfala sobre a ótica de de inteligência sistêmica de entender o todo porque ela fica esperando que alguém diga o que tem que fazer ela não ela não ela não se sente no papel de de COC construir essa essa nova possibilidade esse novo caminho ela se Sente num papel de executar não atou executivos né Eh então como
é que a gente desconstrói essa imagem e vai pouco a pouco eh trazendo fale não aqui é bem interessante o que você tá trazendo né Eu concordo plenamente e é bom tenho tido a oportunidade de trabalhar tanto na Alemanha como no Brasil como em unidades menores né porque obviamente a Organização na Alemanha é bem bem grande mesmo nos Estados Unidos e bem bem interessante como as pessoas que estão comprometidas e que estão que são profissionais E como você vê uma mudança grande eh do campo da ação de uma pessoa que trabalha numa organização maior né
e sobretudo em corporativo versus uma unidade Operativa por exemplo aqui no Brasil né e Obviamente O Alemão é bem mais Eh claro a respeito do da descrição do jovem né Eh é bem mais específico mas as pessoas terminam sendo limitadas por conta disso eh o engajamento dessas pessoas termina sendo comprometido não sei se Felipe você tem tido essa mesma experiência eh o você também né mas é realmente bem interessante fazer essa comparação eh eh sobretudo falando de corporativo e os países né Eh mas que tem uma cota aí de de de Cultura eh muito grande
né Eh eh o o nível de engajamento de envolvimento das pessoas eu acho aqui no Brasil eh em latinoamérica como um todo é bem maior do que você consiga enxergar eh quando se supõe que as coisas estão bem mais claras e taxativas de alguma maneira né então concordo termina sendo um limitante também legal Esteban Eh quer falar Gu Você abriu a tela eu ia falar nesse gancho aí do Esteban Obrigado pe que eu acho que o Latino ele tem um o papel do trabalho Talvez seja mais integrado a A Essência o ser muitas pessoas enxergam
o trabalho como expressão de propó né E isso talvez não seja o mesmo papel que eu vejo na Europa às vezes é lógico que tem vários níveis que tem ali talvez até uma questão social já bem estabelecida de Sobrevivência e que às vezes nem sempre a pessoa tá no lugar eh brilhando como no exemplo do Aquino E aí fica uma coisa muito Car crachá né até uma das coisas que a gente vê muito de desafio é questão da descrição do cargo a gente percebe que em outros países muitas vezes quando a gente recebe auditoria aqui
a gente recebe muita pressão para ter tudo na descrição de cargo cada detalhe etc e o que tá por trás disso é aqui outos países a pessoa Se não tá na descrição de cargo ela não executa que tá muito na linha do da gestão por kipis o mesmo do exemplo que você usa de regar e aqui não acho que o o o Latino ele se entrega mais ele se envolve e faz daquilo se mistura não sei se faz sentido para vocês na experiência de vocês mas oan falou dessa diferença aí de culturas me chamou Mita
atenção isso eu tô curioso para ouvir a c que também tem uma experiência internacional Bacana para compartilhar é eu tava refletindo sobre isso né uma coisa que ache interessante que eu tô eu eu trabalhei durante quando eu saí do Brasil eu trabalhei na mesma empresa né então eu tava no Brasil eu fui transferida para fazer uma eh primeiro era um longterm assignment que acaba ficando 4ro anos trabalhando em Global então trabalhei com vários países e depois fiquei nos Estados Unidos mesmo e já tem 20 anos E o que eu senti no início é que tinha
muita coisa muito diferente né e eu sentia muito disso também do transacional eh uma coisa mais formal menos eh bem diferente e e que no início Inclusive era eu recebia feedback do meu time que eu era meio eh diferente não só do meu time mas principalmente dos meus superiores né que eu tinha passionate e Às vezes até leva as coisas de uma forma muito eh eh a fundo né do tipo um comprometimento um pouco mais eh estranho e exagerado pro pro que eles estavam acostumados E com o tempo que eu comecei a trabalhar mais eu
acabei tendo o meu time aqui né E criando eh tendo a oportunidade de criar uma cultura eh eh dentro dessa organização porque daí era um time que eu tinha a habilidade de contratar de dizer o que Eu queria fazer com me medi os resultados do tipo né basicamente criar o time inteiro que era um time pequeno dentro dessa empresa maior e foi muito bonito de ver que eu acho que euv que é na verdade uma eu não esperava isso né mas conforme eu comecei a trabalhar com mais gente de você criar um espaço para que
as pessoas consigam ser mais inteiras e trazer elas inteiras que elas ocupam esse espaço né e que não é tão diferente do do brasileiro Na verdade eh e se você vê hoje eu já tô numa empresa menor mas do tipo até nessa empresa de de de coisas que nunca tinha visto antes né de abraçar e mandar coraçãozinho e falar eu te amo sabe assim do tipo eh mas do do time ter uma capacidade idade de expressão eh mais livre e não foi imediatamente demorou um tempo bastante tempo na verdade Eh e um e o que
eu acabei percebendo é que aquilo que no início talvez fosse percebido como uma coisa estranha que no Brasil tem muita coisa que é muito natural acabou sendo quase que um super Power pros meus times né de de você conseguir criar esse esse espaço que que as pessoas conseguiam de certa forma ser trazer elas mais inteiras pro pro trabalho ficou tangível sem sem ter acompanhado de perto mas do que eu já de Conversei inclusive com a Cintia ela criou uma microcultura dentro de uma grande cultura mecânica e pouco a pouco aquilo era meio percebido como uma
coisa um pouco estranha num primeiro momento eh e pouco a pouco ela foi ganhando força aquilo foi ganhando força as pessoas foam olhando para aquilo e foi falando Nossa que que né eu posso fazer isso tá tudo bem fazer assim né foi ganhando espaço respiro e o e o assim não à toa hoje e ela foi ela foi Replicando isso né então virou meio que um estilo de liderança dela a ponto de pessoas que trabalharam com ela no no passado eh eu não sei se isso se repetiu de novo mas ela vem ela vem meio
que as pessoas querem voltar a trabalhar né então ela ela eh Então acho que o que ela tá trazendo até em em contraste se eu tô entendendo eh sim as pessoas né ela tá se referindo nos Estados Unidos mas ela eu sei que ela tem um time meio Multicultural de multip países porque nos Estados Unidos tem muita gente De muito país né mas que num primeiro momento eh ou seja não tem a ver com é possível criar um espaço acho que Resumindo isso né é possível criar um novo espaço um novo convite e as pessoas
respondem a esse novo convite a questão é é é como é que você cria esse espaço e esse convite é isso que que eu tô entendendo exato É e e tem um agora tem uma coragem aí né Que é um pouco do que eu eu escuto Às vezes o Vittor falando isso em Papos nossos mais informais Vittor se você me permite eh colocar aqui no no Spot mas o o Vittor às vezes fala um pouco disso ah eu tenho medo de ser ele não usa essa expressão eh mas de ser de não ser percebido como
eu eu eu não sou o o o CEO tradicional né Eu eu tenho medo de ser percebido como um um personagem né então eu acho que a Cíntia também viveu Um pouco dessa dessa dessa sensação de de como se ela parecesse que ela ela tava errado né como se ela tivesse fazendo uma coisa muito diferente de fato Ela recebia feedbacks recorrentes em relação a eh talvez não faça sentido isso né ou esse não é o caminho ou eu até diria me corrija se tiver errado Cíntia eu a Cíntia para mim ela perdeu oportunidades dentro daquela
cultura por não ser tão mecânica quanto a cultura exigia porque A cultura não reconhecia e não valorizava o o que ela tinha para adicionar dado um conglomerado mecânico funcionando há tanto tempo de o mesmo jeito sim quer falar Vitor é não eu eu eh com alguma frequência eu tenho que calibrar um pouco as minhas falas e atitudes para parecer um pouco mais tradicional financeiro sei lá né embora eu acho que eu eu de fato coloco o resultado financeiro como o resultado Do que as pessoas constróem às vezes parece romântico demais mas até hoje deu certo
não perdi o emprego não tô aqui Mas algumas vezes eu acho que é alguma crítica a gente percebe assim de quem não quem não compreende ou quem não não tá no mesmo planeta que acha que você não leva a sério os aspectos financeiros da empresa ISO acontece comigo às vezes eu tenho a percepção que que tenho não é e não é isso eu tenho a mesma Preocupação com as Finanças eu só que eu acho que o meio para chegar lá diferente né Como o próprio nome diz é um resultado um resultante né é eh eu
come só desculpa pode falar uma coisa eu tive e hoje eu tô numa empresa muito menor mas eu tive uma conversa com o meu numa empresa menor a gente tem mais né tipo os recursos são bem mais complicados né não é só convencer de que você precisa mais não existe mais né E e tive essa conversa uma coisa que eu comecei a fazer também porque eu também eh acho que teve tive muita dificuldade com isso também né de como articular de como conversar traduzir né como como conversar na mesma de conectar na mesma língua de
certa forma né e e e de colocar tipo sempre tenho Acabei de lançar um produto né os objetivos de lançamento é venda como a gente executa customer Satisfaction e people engagement então eu tenho no meu Scorecard tem people engagement e quando eu monto meu Budget eu coloco customer Satisfaction e people e então por conta disso tem esses investimentos que vão para para isso e que tem Eh esses kpi então você acaba traduzindo as coisas de uma forma acostumadas Mas você incorpora eh o que de certa forma medir para trazer o que você quer né Eh
para tentar justamente conectar um pouco melhor e conseguir tentar falar a mesma língua Mas eu também tenho os mesos sinto um pouco acho que dos mesmos Desafios que você tá falando Vitor é é eu acho que acho que dá o jeito que as empresas a a vamos dizer a o roadmap do Sucesso aí de empresas eh tradicionais né eles não não capturam essas nuances às vezes eu tenho que discutir Roy de investimento que você fala meu não é tudo que que dá para fazer Roy eu sei que tem S Roy tem né social Roy mas
tem ainda assim Tem coisa Que não dá algum de nós aqui calculou o Roy para escolher a escola do filho né a gente sabe que o certo é botar o menino para estudar e de preferência numa escola boa para aumentar a chance dele ter um futuro melhor agora quanto vale a mensalidade para saber se vale o investimento a gente não tem como fazer e é uma das coisas mais importantes de investimento na vida da gente é educação dos filhos e não tem resposta não tem roi e nem se tá vai faz perpetuidade Pois a gente
não faz isso né e tem muita coisa na empresa que eu acho que que tem um padrão assim quer dizer é a coisa certa a fazer você sabe que tem que ser feito é pelas pessoas meu e não dá para calcular o roi mas se se esse negócio encaixa e as pessoas entendem o que você tá fazendo por elas e você tá investindo nelas né Aí vem vem todo um entorno que você tem tem que ser capaz de fazer também para trazer todo mundo pro jogo mas não é tudo que é o financeiro define O
que você vai fazer acho que tem hora que você tem que apostar também não super e Vitor cada vez acho que esse é o convite né da gente conseguir colocar essa intuição para fora eh com mais você me lembrou até Escrevi essa essa passagem que eu tive no livro que era um executivo de um cara assim pega as cinco maiores empresas do Brasil só para não falar qual é pega as cinco maiores os cinco maiores conglomerados do Brasil presidente de uma dessas Empresas pittini eh nós temos os melhores benchmark do mundo na nossa na nossa
indústria nós somos referência em tudo mas eu não sei explicar eu não confio no nosso futuro e eu não sei dizer porquê eu não sei o que acontece eu não eu olho paraa frente eu não tenho segurança do que a gente vai chegar no futuro e E aí a gente entrou numa conversa de indicadores né Eh o o o que de fato tá sendo medido o que que se mede etc e eu fiz uma pergunta para ele que foi meio espontânea para mim que na linha do que o Vitor tá trazendo que é eu falei
eh Fulano como é que você mede amor e E aí foi muito interessante que ele o olho dele encheu de lágrima na hora puf E aí Ele olhou pro lado assim tinha um RH tinha um financeiro do lado planejamento estratégico aí ele já meio Tá deixa eu voltar pro meu papel assim né ã voltou pro papel dele e continuou um pouco na linha do dos indicadores ali da conversa mais mais mecânica né mas acho que o convite é é esse né como é que a gente vai para Além disso né porque o mecânico vai ter
o seu papel Nenhuma Dúvida em relação a isso a ponte eu acho que é por aí como a cía tá falando muitas vezes que é é uma ponte a gente vai precisar traduzir o que a gente tá Querendo dizer nem sempre vai ser fácil e percebido agora vou voltar até pra aula quando a gente começa a trazer porque é muito difícil assim você tem que provar por A mais B uma determinada coisa é porque você não tá vendo junto você assim quando quando você vê junto quando você consegue construir uma imagem comum daquilo que tá
sendo visto né E claro com modelos mentais alinhados né mas a potência que você traz pro PR Pro convite pro movimento é muito grande e ela né o fazer contas o racional parece que ele fica inclusive ele perde muita força de necessidade eu vou trazer um exemplo aqui para vocês eh esse caso a gente já trouxe quando a gente falou de potencialidade lá na acho que terceira aula quando a gente falou de todas as dimensões mas a gente vai trazer um um A gente vai um passo além Do que a gente mostrou para vocês tá
então só para resgatar era uma empresa multinacional de bens de consumo que operava no Brasil já a partir de aquisição de marcas líderes locais então para operar eles compraram líderes locais no Brasil e pouco a pouco os concorrentes foram desenvolvendo modelos de negócio mais adaptados ao mercado brasileiro então eles eram líderes mercado local começou a responder oferecendo produtos de menor Valor e com isso foi capturando mercado capturando mercado capturando mercado e a empresa meio que deu uma desprezada né Eh achando que a força da marca era maior do que a a força dos concorrentes e
até que os os os resultados começaram a se comprometer né especialmente de perda de market share rentabilidade ia ficar um um E aí começou a ter números muito abaixo do que o grupo porque um grupo multinacional tinha como como mínimos Ali para para operar para uma operação funcionar né Eh naquele momento teve um desafio da chegada de um de um novo diretor que Ele olhou para aquilo e ele falou não o nosso problema é é que o nosso Parque Fabri tá sucateado a gente precisa construir um novo parque eh desenvolver um plano mostrou esse plano
um plano de negócios né Vitor mostrou esse plano pr Pra Matriz a matriz Ok investiu não foi pouco dinheiro eles fecharam eh não sei quantas pequenas plantas e abriram duas plantas grandes e falaram Inclusive a gente precisa levar elevar a nossa capacidade produtiva para poder fazer com que o volume de negócios funcione e a conta fechava justamente por esse volume etc inclusive aqui no com ganhos fiscais eh em determinadas regiões que isso acho que você conhece Muito bem né mas só tinha ganho fiscal a partir de um determinado volume então quer dizer tudo tudo uma
todo um um business plan montado para uma lógica de crescimento eh e esse esse Líder era um líder que acabava tendo uma forma de funcionamento a operação continuou tendo resultados ruins né e ele começou a desafiar o próprio time dizendo pro time eh eu tô aqui para servir vocês eu sou um facilitador me digam o que a gente Tem que fazer e aí a gente foi chamado com o seguinte ido que agora aqui então Olha nosso time de de alta liderança tá em conflito eles estão se se estapeando e a gente queria fazer alguma coisa
para ajudar esse time a se respeitar era um pouco era Ah talvez um 360 talvez algum movimento mais de relações do time né porque o time não Porque a gente não tá cumprindo resultados e a gente precisa melhorar um culpo o outro tal barará barará a gente precisa perceber as diferenças do time par a gente ouviu aquilo falou tá ok que o time tá se estapeando já entendemos mas podemos escutar para a partir daí entender o que o que realmente parece que tá acontecendo nesse sistema porque para nós isso parecia ser um sintoma muito assim
é tipo atuar num Sintoma do tipo tá Dá um analgésico e aquela dor parecia ser vi de um outro lugar né E aí a gente fez a escuta eu vou trazer para vocês eu não vou ler tudo porque é uma escuta longa obviamente Ela tá sanitizado ou seja a gente não a gente tá não não não tem evidências de qual é a empresa mas ela tá bem realista ao mesmo tempo e aí então a gente fez uma discuta com o cliente aonde a gente envolveu a alta liderança e mais uma uma um acho que um
Ou dois grupos focais com diversas áreas para poder entender um pouco o que que tá acontecendo naquele sistema né como que aquele sistema se se percebe E aí o combinado foi assim vamos fazer o seguinte antes da gente fazer um 360 só com o seu time de alta liderança deixa a gente fazer essa escuta e a gente vai trazer de volta para vocês uma uma imagem né uma um ver coletivo uma imagem comum né do que que vocês mesmos estão estão trazendo para nós em relação A isso e daí começa isso aqui é um uma
fatia do nosso material para eles então a gente trazia sobre uma questão de mudança de cenário que no passado havia um aparente domínio do mercado sustentado justamente pela essa força Global confiança das marcas mas que vem perdendo força né E aí as algumas falas das pessoas então falas do tipo Será que a gente realmente tem força Global né globalmente somos uma referência mas no Brasil não temos essa ideia Eh fora somos um grupo super sólido Mas isso não não dá né não não se reverbera aqui eh olhando pro mundo a empresa é super conhecida em
inovação mas no Brasil isso não não funciona então existia um modelo mental que a gente tava ali ajudando eles a perceber que tá tudo bem vocês fazerem parte de um grupo multinacional só que isso parece que não tá esse ativo não tá servindo de ativo de fato para vocês Eh outra coisa que era o modelo mental muito forte era a questão de marcas eh que eles estavam todo o desenho do modelo de negócios tinha como premissa a força das marcas como se elas se aut vendessem e um certo demérito em relação às marcas que estavam
conquistando na região e aí a gente desafiou marcas fortes temos marcas fortes porém é uma super valorização da marca Inter internamente vemos nossas marcas sendo muito maiores do que são achamos que o Mercado vai aceitar essa imagem mas não vai precisa mudar esse mindset de que porque a nossa porque a nossa marca é forte né ou por causa da nossa marca as pessoas vão comprar estamos ainda apegados ao passado ao glamur de uma marca que não existe mais Alguém esqueceu de avisar a matriz que nós não somos eles ninguém vai comprar o produto que é
mais caro sem um apelo de marca não somos a Apple eh Enfim Então várias falas começando a ajudá-los a a a mostrar o que eles não o que eles não estavam querendo de fato eh reconhecer só um minutinho aqui pera aí o aumento da complexidade do mercado a gente fala um pouco de mudança de cenário competitivo que aumentou o mercado que a complexidade ficou maior eles reconhecendo essa mudança de cenário competitivo que o mercado tava mais desafiador que enfim que teve todo um colapso na cadeia que tem novos Concorrentes que entraram que o jogo mudou
que o mercado tá mais acirrado e ao mesmo tempo uma baixa uma baixa Agilidade de resposta deles em relação ao mercado a gente dormiu no ponto achando que era a última bolacha do pacote as decisões são morosas tem uma coisa de time isso me agonia é uma frase que mexeu muito na época parecia emos aquelas famílias do Jardim Europa fomos ricos estamos passando por dificuldade mas não queremos que os outros Percebam depois a gente desafiou um pouquinho o modelo de negócios que eles estavam sustentando né que a escolha foi de seguir uma fórmula de sucesso
da Matriz sustentada pela confiança nas marcas e portfólio Premium optou por um movimento de olhar para dentro né ou seja eles optaram por o momento de continuar achando que a marca era forte e cresceram a o parque Fabril o que na verdade foi um tiro no pé ampliação de parque industrial fizemos um Investimento pesado a gente se preparou para crescer mas a gente encolheu o custo não está condizente com a realidade precisamos aumentar a volumetria encher as fábricas Depois tinha um outro mantra que funcionava dentro da organização que era eh abaixo de uma determinada rentabilidade
não existe nenhum nenhum país que opera então por exemplo Esse era o papel do CF que ele não deixava Nenhum Budget ser aprovado se não tivesse uma rentabilidade mínima de X então ele dava para ele era assim era F ó o número é esse for local n o número é esse montem o Budget que vocês quiserem mas o número é esse então né no papel tudo cabe E aí vem faz anos que timos em margem marg margem tem uma certa osia você errar tudo bem mas persistir no erro é complicado sabemos que Eh as estratégias
vencedoras no mundo não se aplicam ao Brasil o desafio é que temos um olhar muito financeiro fala-se de crescer mas nem sempre volta paraa rentabilidade como Business Model temos hoje não vamos conseguir ganhar Market share a nossa questão é dar margem a gente protege tanto a nossa margem que isso afeta a nossa relação com o cliente e assim pensa tem tem tem vários eh várias vacas Sagradas Mas pensa numa vaca Sagrada relacionada a margem do tipo assim pensa alguma coisa proibida no negócio proibida ninguém discute isso ninguém discute inquestionável ninguém é ninguém não não se
pode desafiar então margem era isso para eles ninguém podia desafiar margem porque era sinônimo de de fracasso do tipo vai trabalhar em outro lugar se você não consegue trazer essa margem né então eles investindo em margem quando na verdade o negócio Precisava ser repensado como um todo eh e aí as consequências que a gente traz é que ao fazer o movimento que eles fizeram eles acabaram aumentando ainda mais a complexidade da operação deles aqui não pode falar um pouquinho disso mas toda uma questão fiscal também de funcionamento para poder ter ganhos fiscais o volume não
vinha então eles não conseguiam comprovar os volumes então eles criaram uma estrutura muito mais complexa inclusive que que a Necessária porque eles estavam achando que as marcas eram lindas maravilhosas e aí vem frases como nos tornamos mais complexos E burocráticos deixamos passar várias oportunidades por excesso de burocracia é um elefante branco de complexidade um paquiderme em termos de tomada de decisão temos muitos sistemas para operar isso traz muita complexidade enfim né E aí vem temos um Bod na sala o Bod são os processos internos isso não é Nada isso não é em uma área isso
é em todas Além disso de né é uma uma empresa que investiu pouco em eficiência eh depois a questão de olhar para dentro Então temos produtos bons mas nosso problema é interno fazem nossas marcas pouco atrativas estamos há anos processo de transformação Eu sinto que não geramos resultado no que queríamos somos forçados a aumentar o preço focamos na mosquinha e não no elefante Há 10 anos não discutimos há 10 anos olha essa frase há 10 anos que discutimos precificação de dentro para fora aí consequências a gente trazendo Para eles um pouco das consequências né Eh
eles começaram a perder relação de confiança nos clientes com uma diminuição de representatividade das marcas já tinham mudado não sei quantas vezes de diretor comercial o cliente falando não confio na entrega de vocês Seu produto não tem diferencial etc na Matriz porque eles estavam sempre over Promise under deliver nos líderes que também tinham baixíssima convicção da relação em relação ao caminho acet trilhado e na própria diretoria que tinha pouca Confiança dos membros do time E olha que curioso né porque Esse foi o único sintoma que eles trouxeram pra gente o sintoma era era justamente Olha
a diretoria não tá parece que não tá confiando uma na outra el fou Tá mas por que será né qual é a Origem sistêmica disso e eles estavam tentando criar uma nova visão e a gente né ajudando a falar olha essa visão Parece que ainda não tá fazendo sentido né Tem um legado do passado muita coisa mal olhada quer os mudar mas parece que arrastamos o arrastamos uma bola de ferro nos pés Precisamos de uma mudança de mindset Enquanto isso não acontecer não vamos para lugar nenhum E aí uma pergunta tá bom para Onde a
gente vai então tinha um plano de assim tinha uma estratégia definida tinha um metas definidas tinham tudo todo o mecânico Tava feito não era uma empresa que não tinha estratégia planejamento Budget cascateamento de metas tudo isso funcionando tá tudo tudo como deveria ser funcionado eh e aí começam a vir frases que também eram bastante desafiadoras serem ouvidas né sabemos que a nossa escolha de investimento na expansão Industrial foi Um erro mas sinto que ainda temos medo de reconhecer a matriz espera que a gente seja mais bold nas nossas decisões enfim começam a vir questionamentos em
relação a isso também a questão de clareza de convicção que não temos temos que parar o jogo do do contente colocar a bola o bode na sala a empresa foi estruturada para faturar muito mais está longe de fazer isso as pessoas estão se matando Para algo que não é factível alta instabilidade e obviamente a gente viu isso até na na nessa na aula passada que é questão de workload né o quanto que as pessoas tão correndo atrás do rabo né tá lá regando regando a plantinha do dia de manhã sem entender exatamente o que tá
fazendo porque tá fazendo e por fim um um feedback da própria diretoria que que as pessoas percebiam né o navio desgovernado em Círculos falta direcionamento não há alinhamento parece que tá cendo para um lado somos um navio do governado os diretores dedicam pouco tempo para trabalhar conosco uma visão alinhada a diretoria não se entende Nossa efetividade é baixa e de novo um pouco do sintoma que eles trouxeram atuação em Silos né parece que parece que são várias empresas cada uma puxa para um lado fora de interesses Distintos um dos líder da diretoria que é veram
que é um caminho que é outro aí vem a questão de autorresponsabilidade que a gente falava aqui cada um um querendo julgar a culpa no outro né temos esse espaço de falar mas ele não é muito aceito todos se colocam na defensiva é a minha área que tá certa a minha área que tá certa são visões antagônicas parece que não tem ninguém olhando pro todo cada um tá olhando pro seu pro seu Osilo uma falta de priorização não tem visão sistêmica as decisões precisam ser mais Integradas e aqui a gente trouxe duas imagens que a
gente depois levou para eles que saiu no meio do do trabalho a da esquerda era o CF tentando explicar como que funcionava o a o orçamento deles e a precificação deles e e aqui é só para realmente Inexplicável a verdade era essa porque ele tentava explicar e ao explicar ele coloca assim mas como a gente tem que mostrar não sei que pra Matriz Então a gente tem fazer um oramento X para depois fazer o y e aí a gente é medido pelo Z mas aí não sei que daí a margem não sei que lá porque
daí não sei que lá mas aí tem o preço que não sei que que a gente tem que não sei que porque não o preço era era uma a na linguagem deles eles falam Gente a gente naturalizou a aberração de tanto de tanta mentira que eles tinham que contar para eles mesmos de não encarar a realidade como era de ter que que fingir que as coisas estavam né que e a gente ia entregar o número etc etc e depois um dos diretores reporte do ce desenha isso no final e e mostra né marcas fortes global
é forte a indústria é grande eles tinham um produto com alta eles Eles estavam quase mono produto né que era 60% do negócio deles já então tinha lá nossa somos altamente dependentes de um único produto Qual é a rentabilidade tinha um número que a gente colocou aqui 2.5 como só como referência mas que era um número que de largada Eles já sabiam que não ia atingir mas ninguém tinha coragem de dizer temos o preço correto a diretoria Tá confusa aí ele põe a fórmula da Complex do Mc quadrado alinhamento Equipa load etc etc e junto
a tudo isso tinha um projeto acontecendo de consultoria lá querendo ajudá-los a cascatear metas de uma forma mais objetiva porque esse foi um inside que eles tiveram que eles estavam precisando fazer uma gestão de desempenho mais efetiva pra equipe Vocês conseguem entender né o que eu tô o que eu tô querendo dizer né então aqui acho que é muito mais para trazer para vocês assim Eh quando a gente não tá verdadeiramente disposto a acessar a realidade ou quando a gente fica muito preso aos padrões que a gente tá ali sendo submetidos porque o padrão tem
a sua importância mas que é um exemplo de uma assim a gente vive muitas dessas consequências como consultivo falando por isso é tão comum a gente perceber em maior ou menor grau a dificuldade que é muitas vezes das pessoas poderem simplesmente falar o que tão vendo Então imagina a devolutiva Essa a devolutiva que a gente deu para eles eram coisas que naturalmente eles tinham acesso a essa informação se quisessem ter toda essa informação estava disponível dentro do próprio sistema né quer falar mal eu achei que você ia falar percebem a a queria parar um pouquinho
só para ouvir um pouco reações é eu ia sugeri Exatamente isso pra gente respirar um pouco aqui no Case Assim como é que chega para vocês e o que que o que que a gente fez a partir daí né acho que é legal a gente também compartilhar né um pouco do Movimento que a gente fez com esse time é mas aí a gente acho que na vivacidade a gente traz Tá bom boa tem razão mas você quiser fechar aí a tela Ma vai lá sim po uma coisa coisa que eu tava pensando é que é
difícil mesmo né Eu acho que tem várias coisas que eh entram no caminho de conseguir ver né Eu acho que tem coisa que que tem tá muito rígido numa determinado tipo de experiência ou que você não tem eh aquele tipo de experiência também né do tipo é uma coisa que a nunca vi isso antes eu não consigo imaginar eh não consigo ver como isso pode de funcionar de outra maneira e eu participei de alguns processos de mudança de paradigma assim e que você usando outros exemplos né de de Outras empresas e contando justamente fazendo isso
contando o estudos de caso e mostrando que acontecer ou visualizando para que o time consiga abrir e falar nossa é Nossa olha só Nossa olha só e e quebrar um pouco desse dessa rigidez eh eu me lembro um Case que eu vi eu não sei se eu já falei sobre esse Case aqui foi tão lindo e foi tão transformacional que foi eu não me lembro se foi Cleveland foi um hospital Eu não me lembro qual foi o hospital aqui nos Estados Unidos que tava quebrando tudo mais e começaram vamos cortar vamos cortar vamos cortar e
daí eles falaram Não é o oposto a gente tem que ver como que a gente era um hospital local como que a gente atrai as pessoas e pensaram na maternidade não sei se já falei sobre esse caso aqui e daí eles começaram a focar na maternidade né Então falaram vamos fazer a melhor maternidade que existe no mundo então Focaram todos os esforços aqui que daí você ia ter as pessoas vão vir vão ter uma experiência tão boa e e daí quando precisarem de mais coisas vão continuar vindo né Eh e mas todo o movimento cultural
que foi feito de como engajar as pessoas entrevistar os funcionários e a forma de tratar com as pessoas e como eles colocaram a enfermagem em conexão do tipo foi foi muito bonito e é uma das essas empresas B ecossistema não sei das quantas que eles começaram a implementar E depois mostrando todo o resultado né E isso foi apresentado como um caso na minha empresa para você olhar Nossa do tipo mudança de de paradigma que foi muito poderoso né de de ver em um exemplo similar que acho que às vezes ajuda a a quebrar paradigmas assim
super eh eu diria que o diria até que tem esse e muitas vezes isso acontece mesmo né uma você tem às vezes empresas que cresceram muito ou que tem pessoas que não não tiveram a Experiência de viver né uma experiên uma um outro tipo de realidade a empresa hoje tá numa outra realidade e tal [Música] eh e e ao mesmo tempo que eu eu também acabo vendo um risco em relação a isso que é o risco do do do Sempre querer olhar para fora e fazer benchmark né E aí você começa a querer criar muitas
vezes replicar uma coisa que não é sua essência né você quer fazer porque deu Certo no outro porque tá todo mundo fazendo ou porque E aí você mecaniza de novo né sem você perceber então eu acho incrível o bmk a referência para ampliação de perspectiva mas eu percebo que muitas vezes a a intenção ela tá um pouco além disso ela tá para resposta uma nova resposta eu quero buscar uma nova resposta enfim e aqui o convite que a gente tem sustentado eh Sim vamos olhar para fora vamos ver referência mas assim Assim como cada um
de nós é um ser único cada organismo cada organização é única e conseguir encontrar essa né O que é único que que realmente faz a gente eh se tornar único e sustentar essa unicidade né Essa essa singularidade melhor dizendo eh torna muito potente e isso Geralmente vem de dentro né isso vem isso é emerge A partir dessa desse ver coletivo vamos dizer e acho que essa é a pergunta que a gente Eh sustentou né ma entre a gente mesm mas então o que que limita as pessoas de acessarem Essa realidade que já tá disponível eh
no sistema e E aí eu reconheço também quando a gente tá dentro do sistema eu acho que é como um peixe dentro da água muitas vezes é difícil o peixe se perceber dentro da água né Então como é que a gente faz parte do sistema sem necessariamente estar dentro do sistema Né ampliando Essa visão mais mais de cima mesmo conseguindo olhar para aquilo sem ser tomado muitas vezes por tudo que já tá muito enraizado dentro da cultura dentro da organização Então acho que foi um pouco dessa provocação que a gente se fez né O que
que então limita esse nosso ver coletivo o que que limita as pessoas de acessarem essa realidade que tá disponível e a gente trouxe aqui esse olhar que a gente inclusive já compartilhou com vocês mas acho que cabe A gente olhar agora sobre essa nova ótica que é sobre isso né a gente tem aqui Um um movimento de olhar paraa realidade que constrói a nossas crenças né o nosso modelo mental que Vai resultar no nosso comportamento as escolhas que a gente faz pro mundo que vai gerar um resultado e a gente a partir desse resultado eh
tanto individual quanto coletivo a gente tem dois caminhos possíveis o caminho de você olhar para um resultado imagina a Organização como a gente falou agora né então a gente tem uma empresa com uma empresa Global com marcas fortes a gente se identifica com esse eh com esse modelo mental com esse sucesso do passado e a gente faz um caminho condicionado preso aqui uma identificação onde pessoas de sucesso eh entregam resultados com margem com marcas fortes e a gente conecta da realidade então na nossa compreensão o o movimento que ilita esse olhar Justamente mais sistêmico de
você acessar a realidade é quando a gente a partir do resultado daquilo que acontece se manifesta na realidade a gente consegue olhar para aquilo que é num estado maior de presença e não de condicionamento né então acho que agora a gente vai começar já a falar de um eh assim como a gente trouxe né o o ego na Perspectiva da maturidade aqui a gente vai trazer para vocês assim a importância da gente eh compreender O que faz quando a gente não está nesse estado de presença e sim condicionado seja uma cultura seja um papel seja
uma posição seja o que for né então como é que a gente primeiro se percebe estando em estado de presença então a gente traz aqui como esse estado que é justamente o o lugar não condicionado é o que permite que a gente consiga olhar para essa realidade Ou seja é o que permite o grupo de olhar para essa realidade como a gente trouxe no case sem Condicionamentos ações e aí consigo ver o Dr vctor já pensando tá mas como é que a gente vai fazer isso coletivamente né então vamos lá porque sim né acho que
tem um lugar que é o como eu consigo manter sustentar este lugar de de acesso à realidade sem ser tomado né pelo eh pela correnteza ali que que pelas ondas ali que levam as pessoas a essa aberração a essa loucura mesmo quando a gente olha Imagino que vocês olhando esse case de Fora a gente consegue eh Até sentir assim quanto as pessoas realmente entram em Estados de negação da realidade por identificação a condicionamentos papéis e e por aí vai então como é que a gente sai desse desse estado né como é que a gente sai
desse lugar e E aí de novo a gente volta né pro nosso convite desde o início que o primeiro lugar é o lugar para dentro né como como nós enquanto indivíduos conseguimos Estar Neste Lugar e aqui a gente faz de novo esse convite Porque a meditação é uma das práticas né não vou sabia dizer se é a mais potente Mas é uma das práticas individuais que permite com que a gente consiga antes até de silenciar a mente observar a mente Então o que eu diria assim nós como transformadores sistêmicos a gente precisa começar a cultivar
mais intimidade com o que com essa mente com essa as narrativas que a gente conta pra gente mesmo sobre sucesso sobre fracasso sobre o que que a gente como é que a Gente empenha né o nosso a nossa energia no dia a dia porque é desse lugar que a gente começa a trilhar um caminho de cura das nossas próprias ilusões para que a gente consiga acessar a realidade com menos Apegos eu nem diria sem Apegos porque tá num processo aí né de de desapego mas como enquanto líderes a gente faz esse caminho para que deste
lugar a gente comece a ar condições para convidar outras pessoas A acessarem a realidade e aí eu fiquei muito inspirada Com com a partilha da Cintia porque é sobre isso né a cin ela criou uma microcultura ali dentro de Talvez um um algo que já tava estabelecido então é possível quando a gente começa a a criar esses essas condições internas né que é o lugar da onde a gente Opera para que a gente faça esses convites eh de de acessar a realidade e aqui a gente vai entrar já no no eh no óleo vai dizer
assim da do motor desse combustível que é a potencialidade que é o diálogo né É Como se eh a gente vê sozinho é mais fácil do que a gente vê junto vou dizer assim porque a gente tá vendo a realidade tô aqui em meditação tô entendendo o que tá acontecendo como é que a gente opera eh quando a gente tá num coletivo quando várias pessoas T interesses tem visões de mundo tem tem Apegos tem Dores como é que a gente como é que a gente cria essa possibilidade de acessar Essa realidade eh o mais próximo
possível né e e a Gente chama aqui o diálogo como sendo essa tecnologia porque ela é uma tecnologia social mesmo né diferente do corpo humano onde cada célula cada órgão eh sem precisar da fala se conecta à necessidade do corpo nós ainda seres humanos ainda não desenvolvemos a a capacidade da telepatia e outras e outros superpoderes então a fala o diálogo é ainda a nossa possibilidade né que de criar o que a gente tá chamando De ver coletivo dessa imagem comum porque é é muito potente quando isso acontece né Depois a gente vai contar em
vivacidade um pouco do do enrolar dos cases mas a gente costuma dizer que o ver é o agir no momento que as pessoas vem de forma coletiva essa realidade que quer emergir aquilo tem que o indicador ele passa a ser só um mecanismo de acompanhamento e não uma meta a ser cumprida porque faz o corpo faz faz sentido aquele corpo se mover daquela Forma então a pergunta é o que que como é que a gente então eh a aperfeiçoa lapida né a nossa capacidade de dialogar e eu não sei aí para vocês gente mas para
mim é é um tema de vida assim eu não acho a comunicação óbvia eh em dois em quatro em em um grupo de pessoas né assim a gente realmente tem muitos ainda vieses né para destravar ao mesmo tempo que a gente sabe que a que Justamente a comunicação Que é o o o fluído que vai fazer esse motor aí funcionar Então acho que aqui é um um olhar sobre a importância né da gente começar a olhar pro diálogo de uma outra perspectiva e aqui pra gente se inspirar a gente trouxe essa frase eh do do
David Bon que é um um físico cientista filósofo Pensador né que ao longo da carreira eh foi trouxe inclusive o tema do Diálogo né como um objeto aí de estudo onde ele diz num diálogo Ninguém está Tentando ganhar há um tipo diferente de espírito para ele olha a palavra que ele usa né espírito em um diálogo não há tentativa de ganhar pontos ou de fazer a sua visão específica a prevalecer é algo mais que uma participação comum não estamos jogando um outra o outro mas com o outro num diálogo todos vencem a gente costuma trazer
essa frase assim para pra gente olhar né nessa perspectiva mesmo de de da potência do diálogo e eu queria só abrir o microfone Para ouvir de vocês um pouco se vocês sentem no dia de no dia dia a dia de vocês o quanto é desafiador essa comunicação né o quanto que é difícil Às vezes a gente chegar nesse ver coletivo nessa nessa realidade nesse movimento por questões diversas assim eu queria eh escutar da experiência de vocês aí como que é esse tema eh na prática a [Música] comunicação acho que é um convite diário Marília para
paraas pessoas se desarmarem e falarem de fato o que pensam né porque eu acho que a inércia tem bastante de autoproteção e essa essa geração de gestores ela ainda ela ela tem sempre uma uma dubiedade me parece assim né de de o quanto até onde eu vou pela empresa e até onde eu vou me proteger porque eu tenho que também ter pensar nos meus próximos empregos se esse der errado então as pessoas não querem falar O que pensam sobre os outros que estão do lado não querem falar o que a empresa tá fazendo de errado
na Perspectiva deles não querem porque elas fica essa coisa da autoproteção assim da autopreservação é e não tendo esse ambiente de plena segurança psicológica Eh você tá sempre eh lidando com meias verdades para decidir o futuro perfeito né E e aí fica complicado Porque não tem problema complexo nenhum que você resolve de verdade se você não tiver toda eh tudo para analisar né sim você fica só com a metade das coisas em geral as pessoas elas guardam para si aquilo que é mais delicado e é justo aonde os problemas vão resolver de verdade se a
gente colocar em cima da mesa Então vem para cima da mesa aquilo que todo mundo já sabe ou aquilo que é menos menos crítico para para minha exposição Pessoal e fica escondido O que é mais mais delicado Eu acho que esse é o grande problema eu não sei quantos War um nós já Montamos aqui para resolver sala de para resolver problemas complexos e não é o problema são as pessoas que não deixam o problema ser resolvido problema o problema é complexo mas se ele vier inteiro para cima da mesa a solução é rápida porque a
gente vai decidir caminho a o caminho b e nós vamos junto e vai dar certo agora quando Se tiver um problema complexo que não sai da frente pode ter certeza que você não tá vendo ele inteiro não há coragem suficiente para botar o problema em cima da mesa para resolver né então esse grau de engajamento quanto que as pessoas estão de acordo que resolver o problema da empresa é maior do que tudo né Eu acho que tem esse Case descrito aqui eu me pergunto se as pessoas estão dispostas a salvar a empresa ou se elas
querem Abandonar o barco em algum momento para ir procurar o próximo emprego se elas quiserem de fato salvar empresa vai ter solução Vitor Te Surpreende dizer que eles são premiados Great Place To Work eu não sei não eu tô falando sério ah mas tem Nossa eu vejo muito prêmio de SG meu que é o absurdo disso disso que eu tô falando você entende o absurdo do planeta terra é alguém ganhar um prêmio de SG com tudo que faz né então então Mas você você entendeu entende onde eu tô o ponto o ponto é o ponto
é assim é eh infelizmente é essa Alucinação coletiva né é uma Alucinação que cada pequena cada pequena omissão ela vai se tornando no ela vai comprometendo o sistema a um ponto essa empresa claro que assim as omissões foram de longuíssimo prazo né a consequência foi muito maior eh a gente tá vivendo uma situação de um cliente e que tá começando a Omitir algumas coisas bem importantes porque entrou num ciclo de crise e já tá nítido a vontade de não contar o que tá acontecendo né Uhum Então eh e são vários motivos Esse é um motivo
né então são vários motivos então é bem isso acho que você descreveu para mim Vitor super bem o que a gente tá chamando de de potencialidade ou de ver coletivo que é o estar nu né o quanto a gente consegue ajudar o time a entender que tem um corpo maior do que as células e que a Gente precisa cada célula precisa manifestar o que vê para que o corpo entenda o que tá acontecendo com ele fala Nivaldo antes de passar a bola pro Nivaldo só para não perder esse ponto assim que é importante a gente
ir integrando ao mesmo tempo que a gente também hoje já tem isso né a gente também Olhou lá em maturidade o quão as pessoas se protegem se preservam porque para elas se verem expostas nuas vulneráveis acessam a um Lugar de vergonha que é a morte então as as pessoas preferem mentir naturalizar a aberração do que colocar o seu papel de competente bem-sucedido em em cheque então Eh o ser compassivo não não significa ser complacente a gente só Traz essa fala aqui para paraa gente não entrar no lugar do julgamento de as pessoas não falam né
porque é é realmente existe todo uma construção né social egóica que realmente inibe as pessoas de se mais vulnerável mais Autêntico Então a partir de agora como a gente também se percebe Nesse Mesmo Lugar de autopreservação acho que esse que é o grande convite que demanda da gente muita coragem da gente levantar a mão e colocar a verdade que vai colocar todo mundo nu ali exposto Mas sabe aquela aquela verdade que nos primeiros 5 minutos incomoda e e depois traz um alívio né e e demanda coragem pra gente expor essa verdade eh a omissão ela
tem um custo muito mais alto Então acho que é essa consciência né em que medida a gente também tem as nossas os nossos elefantes brancos na vida que a gente não tá sustentando eh junto Aqui as nossas relações então é é só só quis pontuar porque de novo né acho que é possível esse caminho da gente ficou criar essas realidades com condições de eh lugares Com mais confiança mais autenticidade mas onde onde a gente se Lar onde a gente também tá nesse mesmo Processo n pra gente começar a se então fazer o caminho de volta
vai ládo faldo só me vem de novo a frase né que é o o escolha a verdade e lide com as consequências certas porque a gente vai lidar com as consequências da Verdade ou da não verdade a gente vai ter que gerenciá-las né e e nitidamente a gestão das consequências inadequadas no longo prazo ela ela é ela ela é mais perversa assim ela é mais desafiadora ela leva coisas que a gente Dificilmente vai viver né melhor fica tem uma frase que eu não vou saber repetir mas que fala melhor ficar vermelho ficar vermelho do que
ficar laranja tem uma história assim que eu não vou lembrar agora né mas é como que a gente as pessoas a AB lanja vez como que é Verena é melhor ficar laranja uma vez do que vermelho sempre é isso aí então como é que a gente convida primeiro a nós mesmos porque a gente na nossa posição Podendo se mostrar vulnerável já é um convite de vulnerabilidade e de acessar realidade né para paraa turma me vou falar depois vai lá Nivaldo é eu eu ouvindo vocês aí eu eu fico refletindo assim e a impressão que me
dá né é uma coisa que já foi escrita há mais de 3.000 anos atrás Como diria o livro de Eclesiastes é vaidade né a vaidade que que atrapalha tudo né e e assim ouvindo esse Case né que que você leu aí eu me lembrei de muitas Empresas bo muitas empresas boas que foram adquiridas por multinacionais ou até por empresas nacionais e que acabaram e eh compraram né num resultado muito bom acabaram perdendo mercado perdendo resultado e acabaram sendo vendidas novamente paraas mesmas empresas que que venderam inicialmente né obviamente é um preço muito mais baixo e
e e numa condição que né Foi muito diferente da da condição da venda Inicial mas eu fico Pensando também que assim além de tudo isso que o que o Vitor pontuou aí que eu concordo 100% eh eh as pessoas pensam no umbigo né elas não estão pensando na empresa ou ou no coletivo ou de outra forma mas existe também a questão da gente eh entender o lugar onde é que nós estamos pisando sabe eh eu assumi uma vez um desafio Marcos era um lugar bem complicado era um hospital bem complicado no sul do país e
tinha problema de corrupção tinha Problema de de prejuízo e eu via claramente que assim eh quando você quando você entra numa empresa assim toda mudança ela é justificável você entra lá você faz você cancela contratos você demite pessoas né até a coisa se estabilizar novamente agora quando você entra numa empresa que que tem um bom resultado a gente tem que aprender a aprender né e e acho que a a a María falou um negócio aí que é importante o Diálogo e a gente tentar entender como que a coisa funciona e infelizmente muitas das vezes eh
Nós deixamos a vaidade eh ultrapassar isso e isso é muito ruim isso é muito ruim como profissional isso é muito ruim pro negócio né Eh é algo que que o o o ego ele acaba transcendendo ali uma uma algo que deveria ser muito maior né e e e na verdade você teria que trabalhar conjuntamente com com com todas as Estruturas e infelizmente esse tipo de case eh ele é comum ele né se a gente resgata no passado aí situações como a Forno de Minas eh algumas Aéreos né a e e e outras grandes empresas assim
aqui do Brasil a gente a gente identifica a hora que você lê o processo você identifica claramente cada situação e não foi diferente as tomadas de decisão não foi né Eh o que faz diferença eu vejo é é é a sua capacidade de poder aprender com Aquele negócio e com aquela situação Então eu acho que esse é um grande desafio sabe é um grande desafio de quem está à frente desse negócio de quem quer se se se eh eh tirar ali as suas vaidades né para poder entender o o ambiente e e realmente fazer o
que a empresa precisa né não o que você quer que aconteça pelo seu umbigo pela sua natureza eh acho que acho que é bem isso sim sabe na minha opinião que a gente precisava refletir um pouco mais eh Quando você entra na frente de um negócio como esse quer falar M Não não eu ia sustentar acho que o um pouco do que a mar falou inclusive né acho que vale a pena a gente reconhecer né por isso que a gente fala que a potencialidade ela não é liberada sem as as dimensões anteriores né Eh porque
primeiro a gente reconhecer a não integralidade das pessoas né ou seja elas estão funcionando num modelo Binário vão aparecer limitações vaidades o ego tá atuando né Eh a gente vai fazer convites a a autoresponsabilidade né para que isso para que isso Saia Desse padrão e que a gente consiga com convidar as pessoas a reconhecer o lugar que elas mesmas estão estão se limitando ali né ou que a mes que a gente também tá se limitando que se esses dois movimentos não Acontecem a gente não a gente é o que aconteceu o que o Vítor tá
falando você senta para conversar ou você quer construir um ver coletivo que ele é limitado ele não vai ele não vai ser visto na sua nudez eh total né como precisa para para para aquilo que a gente eh sente de fazer e em geral tão aí nos temas complexos né são esses temas que a gente raramente tem uma resposta ou a resposta parece muito Óbvia geralmente tá por aí sim sim é eu acho que a gente tá aqui num num momento de de de tomada de consciência né de eh lugar mesmo a gente opera enquanto
líder e que que mecanismos a a gente tem né paraar essa possibilidade de criar essa condição para que as pessoas acessem que a gente pode hackear s em algum momento para ver como é que ela fez também esse trabalho né de criar Esse espaço Mas acho que tem um lugar de de onde eu dialogo enquanto acho que isso é muito forte no momento que a gente convida outras pessoas A a se expressarem e eu acredito que quanto mais humano nós somos no lugar mesmo de de não se colocar num lugar também de superherois e heroínas
e salvadores de pátria e por aí vai parece que mais a gente possibilita que as pessoas também acessem ao lugar da humanidade Eu sinto que o que falta muitas vezes é só isso é A gente se colocar num lugar mais humano né um pouco menos personagem assim nas relações não sei se isso ressoa com vocês mas eu eu eu vejo eu eu acho que eu eu acho que isso é fundamental mas também María eu vejo assim a gente aprender a Celebrar sucesso uhum e dividir responsabilidade de insucessos também porque esses Silos que esse cas descreve
né a existência em Silos é também é parte da autoproteção mas às vezes a pessoa não só ela tá se Fechando no seu Silo da sua Diretoria da sua gerência né Eh porque às vezes as pessoas gostam de Celebrar o sucesso sozinho porque parece que o sucesso é maior se ele for só seu né E aí vai criando um monte de pequenas áreas que buscam o seu sucesso individual desalinhado e quando o insucesso vem aí ninguém quer fazer parte daquilo só quer o filho bonito é aí Achar culpado é fácil né Eu uso muitas metáforas
aqui de times De alta performance o tempo todo eh para ver se a gente consegue assim habilitar nas pessoas a beleza do coletivo sabe do Sucesso coletivo eh assim Orquestra Sinfônica é uma coisa maravilhosa porque os músicos são excelentes excelentes cada um no seu instrumento mas se eles não combinarem a música que vão tocar e não ensaiar o dia que esses músicos excelentes se juntarem vira ruído vira barulho ninguém consegue ouvir o que eles estão tocando né então Aquilo por mais competência individual que tenha só fica bonito se for combinado e ensaiado eu acho que
uma empresa que quer trabalhar como com esse resultado de uma orquestra sinfônica que tocar esse tipo de música Tão complexa ela precisa desses combinados né Eh a gente não não não imagina ser possível trocar quatro pneus e encher um tanque em em 5 segundos mas é possível desde que você cada um saiba exatamente o que vai fazer cada um é Faça o seu com Excelência mas muito ensaiado muito combinado né e a gente quer tornar a nossa empresa uma empresa de alta performance não vai ser com cada um fazendo o seu melhor é pouco é
pouquíssimo é é é ridiculamente pouco cada um fazer o seu melhor a verdadeira potência tá no coletivo sim né tá em em multiplicar um multiplicar o resultado do outro então se não tiver atuação coletiva o combinado a comunicação Ampla e Eficiente se não tiver eh essa celebração do resultado coletivo e é é é é anêmico né não serve para nada é muito a quem do que você pode gerar o que que é melhor você atingir o seu resultado individual 100% né ou coletivo atingir 80% eu arrisco dizer que você fica muito mais famoso se você
se a sua empresa atingir 80% do combinado do que você atingir o seu 100% vai levar o seu nome muito mais longe Você vai ter histórias melhores para contar né mas não as pessoas vão vivendo de de histórias individuais e deu errado aqui amiga para outra empresa deu errado lá amiga para outra empresa e vai vai tocando a vida essa é a carreira da pessoa é buscar sua próxima posição é legado e daí a consciência de novo só para trazer da da totalidade né que é se a gente realmente não tá a serviço do todo
né se se se a contribuição tá a serviço de si e o esforço também vai ser Em vão o ver coletivo vai ser em vão o resultado vai vai vai tender para repetir padrões de de heróis e heroínas né a gente também tá vivendo um caso de um cliente que é uma cultura de heróis heroínas as pessoas ficam correndo atrás do Spot para para se dar bem e o coletivo é não é nem secundário ele é esquecido ele é ignorado fala Verena eh e eu acho que complementando acho que a maioria das empresas também tem
ciclos De performance que trazem esse esse processo né Desse Olhar de curto prazo desse olhar mais individual de um ano a gente tem discutido muito a respeito disso né muitas vezes a gente tem um um um projetos que podem ter muito mais Impacto mas não necessariamente eles vão dar no resultado no curto prazo ou dentro de um ciclo de um ano que é um ciclo de avaliação de performance normal is está trado a várias questões inclusive de recompensa né de bônus Então como é que a gente faz esse balanço para garantir seesse olhar mais de
longo prazo sendo que também o próprio sistema te incentiva a olhar o curto né ou olhar esse ciclo menor perfeito veren e E aí eu sinto que entra começa a entrar o nosso papel enquanto líderes para desafiar justamente esses sistemas né porque aqui a gente tá falando muito de modelos mentais de da pessoa que se coloca a serviço do todo mas se eu tenho um mecanismo de reforço Que reforça a contribuição individual o sucesso individual em detrimento do coletivo você faz com que as pessoas migrem paraar Então como que como é que E aí na
nossa no modelo de coesão tem tem Claro esse esse núcleo né que é a gestão de consequência também a gente pegando um pouco do exemplo do Vítor o quanto que a gente tá nutrindo e reconhecendo as pessoas que estão atuando de forma mais interdependente mais colaborativas mais Olhando para esse todo em detrimento do Sucesso individual e expurgando no bom sentido elementos que são tóxicos paraa cultura e paraa emprega e pra empresa mas entregam resultados de curto prazo isso é uma coisa que eu vejo com com bastante recorrência assim dificuldade de lidar com executivos que entregam
resultados mas são altamente tóxicos porque limitam toda essa possibilidade de um sistema atuar de uma forma sistêmica então e aí perceba quão Desafiador é pro Líder fazer uma escolha eu vou juntar duas duas falas aqui a do Vítor e da ver da música e e a dos padrões né Eh tem uma fala de um acho que é um filósofo que ele falou algo do tipo assim para você conhecer o nível de consciência de uma sociedade de uma civilização Escute a letra das suas músicas eh né como tipo os artistas estão manifestando e os padrões sociais
né eles estão muito nitidamente se você Ouve você para para ouvir qualquer música que fala sobre amor fica muito fácil de entender como que a sociedade entende e repete padrões relacionados a amor aí Dizendo de amor relacional de casal e tal e a mesma coisa para que a Verena traz né que quando você chega num organização e você vê esses sistemas funcionando como ela descreve né os sistemas os tipos de reunião os tipos de conversa os tipos de processo etc etc Isso já é um reflexo do Modelo mental do nível de consciência de quem tá
decidindo e decidiu né É É uma manifestação dessa desse padrão mental Então como é que a gente muda esse padrão Mental para que a gente manifeste coisas diferentes eh enfim na medida do possível obviamente né porque a gente vai ter os nossos desafios mas eu tô olhando pro tempo aqui 10 para 12 para tá e eu já tô sensível assim de de que a gente vai Eh fazer algumas escolhas aqui de de conteúdo tem algo que eu quero compartilhar aqui com vocês que ainda segue Na Linha Do que a gente vem falando do diálogo e
é uma uma ferramenta um frame mesmo que a gente vai deixar com vocês depois para vocês olharem mais com mais calma ele é autoexplicativo que traz essa reflexão né assim considerando que o diálogo é essa tecnologia é essa ferramenta que me coloca em lugar com o outro para que Juntos coletivamente seja em dois em três ou em um grupo de muitas pessoas a gente consiga acessar Essa realidade a pergunta possível nesse momento a gente fazer Tá mas de qual lugar eu estou dialogando né e aqui a gente tem um um um assess mesmo para vocês
depois olharem para isso com calma né então a gente tem aqui dois extremos a gente tem um lugar que primeiro a gente tá olhando eu comigo mesmo né então de que lugar eu dialogo então isso trazendo já na Perspectiva de paradoxos né se eh como eu me vejo e onde está o meu interesse ele tá de algum lugar eh em um dos extremos isso já me tira a possibilidade de uma comunicação interna potente para que eu vá pro mundo de um lugar mais convidativo então como eu me vejo se eu sou uma pessoa que eh
me aceito mas não me proponho desenvolver é a pessoa que tá sempre numa defensiva que tô olhando na perspectiva de paradoxos a pessoa que tá Sempre buscando a aut desenvolvimento tá sempre querendo evoluir Mas ela não se aceita tem uma baixa auto aceitação é a pessoa extremamente crítica então o que que seria o lugar de encontro de integração é a pessoa que ao mesmo tempo que se aceita ela também está num processo de autodesenvolvimento de evolução pessoal e a da mesma forma que a gente olha o interesse né se o meu interesse está eh em
mim Eh olhando pros meus próprios interesses em detrimento Do do interesse do outro eu me torno né uma pessoa egoísta Em contrapartida se eu só olho pro interesse do outro e não coloco o meu meu interesse na equação né Eu não tô inteiro eu me torno uma pessoa extremamente altruísta a ponto de ser tóxico né porque eu não tô considerando os meus próprios limites então a integração é quando a gente coloca o nosso interesse o interesse do outro eh de forma integrada e da mesma forma a gente tem aqui no outro extremo como é Que
eu me relaciono com o outro né aqui na perspectiva da comunicação aqui a gente tá olhando duas polaridades a franquesa e a diplomacia se eu sou uma pessoa extremamente Franca porque eu acredito que a verdade tem que ser dita a Qualquer Custo mas eu não tenho nenhuma diplomacia é o tipo de pessoa que se comunica sendo percebida como rud e a pessoa que é extremamente diplomática né e não fala com franqueza é aquela pessoa que tá sempre passando Aquela mensagem né passando um pano e se torna uma pessoa evasiva então como eu me comunico de
forma Franca e diplomática ao mesmo tempo percebem que aqui a gente tá tratando também com as com os paradoxos que algum momento lá a gente falou né como a gente tende a operar de um lugar Eh polarizado Ou eu sou franco ou eu sou diplomático perceba que tem um lugar de integração que é ser assertivo de forma respeitosa e e a mesma coisa como é que a gente Lida com ideias eu sou dogmático Ou seja eu sou muito seguro das minhas próprias ideias ou eu sou inconclusivo porque tudo que as pessoas falam eu sou sempre
flexível tô sempre aberto para ouvir e me torno uma pessoa inconclusiva uma pessoa que é segura e aberta é uma exploradora da verdade então aqui a gente tá integrando um conceito que a gente já trouxe para vocês DE polaridades pra gente começar a refletir também como que isso se aplica pra nossa Própria comunicação e tem um lugar de encontro aqui a gente chama isso da escada do Diálogo né que é um lugar eh que eu comigo a gente vai escalando mesmo alguns degraus PR gente chegar naquele lugar que a gente chamou de presença que é
quando a realidade emerge Quando Eu Me Calo e sou misso o modelo mental que tá na na minha mente pode ser coisas como Ah não vale a pena dialogar ou expressar o que eu penso Então me torno misso porque não não vou nem me Dar o trabalho né provavelmente uma pessoa autocrítica defensiva que não tem a segurança de expor as suas próprias ideas próprias ideias e ela escolhe se calar no segundo degrau ali a gente já tem uma pessoa que já se explica eu me explico então eu eu exponho o que eu penso e o
por eu penso de uma forma muito racional pra gente ir para um um um lugar de mais vulnerabilidade é um degrau né então aqui eu só não eu não me explico mais Eu me abro eu me torno Vulnerável no sentido de expressar Como eu como eu me sinto Quais são os meus medos quais são minhas preocupações que é um pouco do que o Vittor trazia as pessoas ainda estão muito nesse lugar ou Eu Me Calo ou eu me explico né Qual o indicador ou Nem vale a pena falar Porque de fato dá esse passo da
vulnerabilidade a gente já tem um lugar aqui de se expressar eh com com os nossos medos e preocupações Até que a gente chega no lugar aqui da Presença e isso não é uma linearidade né mas é um movimento onde a gente se entrega né onde a gente simplesmente confia e acolhe naquilo que emerge que é o melhor pro tudo é onde a gente olha pra realidade e a gente de fato confia naquilo que tá eh aparecendo como sendo o melhor pro todo a partir da eh das diferentes perspectivas do outro lado a gente vai olhar
aqui eu com o outro como é que eu escuto as pessoas né então você tem lá na na ponta vou dizer assim mais Inconsciente que é aquela pessoa que é mais antipática que você vai conversar e ela já sabe a resposta ela não tem escuta nenhuma né ela mal ouve Então você fala com ela a primeira resposta é não ela nem te ouviu Mas ela já te disse não então a gente tá chamando aqui o antipático que a pessoa que tá ali eu em mim a gente vai para um outro degrau que é eh quando
a pessoa tá no lugar de ser ter de exercer uma simpatia ouvir né para ent entender o conteúdo mas para Contrapor então a pessoa tá te ouvindo quase que tá tô tô te ouvindo Tô sendo empático mas ela jáa percebe que ela já tá ali ouvindo para saber o que que ela vai responder na sequência na empatia a gente já sente-se como o outro de um coração né e é coração mesmo mais aberto e a gente mas a dois interesses então eu vejo né eu e você então tem um sim e né já tem uma
construção assim como a gente tem a pessoa que tá no lugar de mais vulnerabilidade para um lugar onde a Gente tá inteiro né esse lugar da presença que é nós no agora conecta no que a gente vê junto desprovido de interesses então aqui que é um pouco também que o Nevaldo trazia assim como é que a gente traz esse lugar de de as pessoas se conectarem com essa realidade que quer emergir que é o movimento potente possível neste momento que vai trazer melhor resultado pro todo e a gente faz isso porque a gente tá desprovido
de egos de interesses de Condicionamentos a gente tá inteiro no agora né um lugar de confiança onde a gente se entrega Então esse lugar aqui do que é muito eh mágico eu diria né Tem uma magia quando isso acontece ele é disponível ele tá tá aqui presente para que a gente acesse a todo momento e aí a pergunta assim o convite é a gente olhar para esse eh eh para essa tentativa né de decodificar um pouco do de que lugar que a gente tá dialogando Por que a gente se Limita né nesse lugar de de
acessar essa presença e fazer essa autorreflexão né em que lugar eu tô dialogando porque só deste lugar eu vou conseguir criar as condições eh para que o coletivo chegue nessa nesse lugar de maior presença porque eu lembra que a gente falava os papais se sustentam né então se eu tô uma se eu sou uma pessoa por exemplo que tô num lugar de de comando de controle Possivelmente vai ter uma pessoa que vai ocupar um lugar de mais omissão né de Mais eh de de se calar mesmo então é uma autorreflexão então pra gente começar a
tomar essa consciência de que esse movimento Inicial ele é interno faz sentido para vocês isso lugar abstrato mas pra gente ir tomando contato pra gente perceber Onde é que estão os nossos condicionamentos os nossos buracos né onde é que a gente se limita de acessar essa presen né Eh quando a gente tem dois iguais a serviço do tdo e aqui a gente Traz esses que o eu comigo né escale nessa senda nessa nessa escada é justamente essa confiança nessa entrega né de de se abrir e do outro lado eu com outro o que que faz
com que a gente também Acenda aí nessa nessa escada é a humildade né que acho que a antítese do que o univaldo trazia da vaidade é quando a gente se coloca no lugar de aprendiz de igual né Eu não tenho a ma a a resposta porque eu estou na posição Eh enfim Qualquer que seja como é que a gente tem essa humildade de de se conectar mesmo com com o todo com o sistema eh para que a verdade seja eh manifestada revelada e as escolhas sejam mais potentes então aqui eu acabei passando um pouco rápido
por conta do tempo mas a gente vai deixar esse material com vocês e acho que legal vocês respirarem um pouco em cima disso no sentido de eh de fazer uma Autorreflexão E aí pra gente finalizar né não é sobre certo ou errado né É sobre a gente ter a coragem de trazer à tona essas verdades inconvenientes deixando de lado o orgulho e o ego que nos impedem de ver o que é melhor para o todo trazer à tona verdades inconvenientes o quanto a gente Líder tá fazendo isso na nossa vida né quanto que a gente
tá tendo essa coragem eh para que realmente as escolhas sejam em benefício aí do todo não é sobre Sustentar de forma coletiva esse desconforto mesmo do não saber né a gente falava sobre isso na complexidade a resposta não é óbvia ela demanda contemplação a gente precisa ficar nesse desconforto né de de de observação desse não saber de estar certo ou errado e dos conflitos potenciais para que esse movimento emerja então quanto que a gente também enquanto Líder tá praticando né Essa eh essa habilidade de ficar nesse Desconforto é sobre coletivamente as pessoas acessarem caminhos disponíveis
e fazerem escolhas que beneficiam ao todo né escolhas e consequências aí esse tem sido aí o o grande convite eh para pra gente refletir e o e o papel do líder sistêmico como a gente tem trazido aqui é de inspirar as pessoas no sentido de ser essa pessoa inteira autêntica genuína vulnerável com esse olhar pro todo então como é que a gente inspira a partir de um lugar da presença mesmo Sabe aquela pessoa que entra e você é inspirado pela presença da pessoa e a partir desse lugar começa a criar que conversas corajosas sejam possíveis
na próxima aula quando a gente for falar vivacidade a gente vai trazer para vocês o um uma um frame mesmo uma abordagem um passo a passo né não é uma metodologia Mas é uma possibilidade da gente criar essas condições para que essas conversas aconteçam tudo bem até aqui Pessoal para finalizar eu vou trazer esse último slide aqui que é o um pouco do nosso eh do nosso how to né Na tentativa de como é que a gente ativa aí a A potencialidade então aqui algumas algumas dicas então primeiro é criar espaços intencionais para dialogar sobre
temas essenciais e profundos né Às vezes a gente não eh não entende a importância de você criar um ritual mesmo assim um espaço de Um dia para tirar liderança ou quem quer que seja para que vocês aprofundem de fato em temas que são mais complexos né Isso não vai acontecer numa reunião de de time semanal né Vocês precisam de tempo de qualidade muitas vezes para para que essas verdades se revelem valorizar a vulnerabilidade para estabelecer a confiança só assim a verdade será revelada só no momento que as pessoas sentem que elas não serão atacadas por
serem quem são que elas vão Se soltando aí né para para manifestarem essa essa verdade terceiro de suspender esse ímpeto de ter respostas rápidas né a gente tem também essa tendência eh e sustentar mais esse lugar do não saber né o olhar sistêmico demanda observação eh e ressignificar o fazer no sentido de formar essas imagens que a gente tá falando essa imagem comum leva tempo e não é perda de tempo então isso é muito importante assim eu sinto como uma Ressignificação mesmo as pessoas muitas vezes falam Ah mas a gente não tem tempo de parar
para olhar para isso e por não ter tempo de parar para olhar para isso faz-se muitas coisas que não fazem sentido e gera mais complexidade percebam assim o ciclo é vicioso né então acho que aqui é muito importante a gente ressignificar isso e entender que e o o ver coletivo é o próprio agir todos são iguais na possibilidade de ver e construir a realidade não há maiores e Menores diante de situações de impasse ou conflito coloque as necessidades do todo como regulador das escolhas né então acho que o esse olhar de quem tem certo ou
errado né tem o que que é melhor de novo pro pro ecossistema e mantenha se presente acho que a arte do Diálogo des minha opinião assim ela é uma é uma prática é algo que a gente exercita é um é um novo é um novo músculo né não é algo que a gente tem Na minha percepção Isso desenvolvido em seres humanos Então como é que a gente mantém ess presente para praticar e ver o que acontece quando a gente tá nesse lugar e aí o milagre acontecer porque eu pessoalmente já vi isso acontecer algumas vezes
e e sempre me encanto com essa possibilidade então para Pra semana aqui eh algumas reflexões diante de situações eh desafiadoras né onde você percebe que tem múltiplos conflitos perspectivas reflita tem Espaço das pessoas que estão envolvidas para formar uma imagem comum da realidade né as pessoas estão tendo tempo de olhar para isso E aí na próxima nos nosso próximo encontro a gente vai falar sobre uma um frame mesmo né pra gente criar essa imagem comum que é o ACR que tá escrito aqui que a gente vai falar na próxima semana e sobre a escada do
Diálogo algum insite que vocês têm a partir dessa eh dessa compreensão isso traz alguma nova perspectiva da forma Como você se comunica e de hoje sente de experimentar ou fazer algo diferente né Com base no que a gente refletiu juntos aqui sobre potencialidade né sobre o diálogo e esse ver coletivo acho que é isso pessoal María Deixa eu só falar uma última coisa que eu acho que eu fiquei refletindo aqui esse tempo todo né Eh isso tudo que a gente tá falando aqui tá no nível das relações humanas e não é limitado à empresa Eh
para você dentro de uma empresa conseguir falar tudo que você pensa e colocar os problemas como eles são em cima da mesa você tem que ter confiança tem que ter intimidade com as pessoas para ter para poder falar eu acho que às vezes as empresas promovem um ambiente eh com alguma distância entre as pessoas e não dá para ter toda essa potencialidade habilitada se você não Tiver intimidade no nível de confiança plena né portanto e promover essa aproximação ela ela tem todos os riscos que envolvem as empresas mas sem ela você não chega lá então
é quase que você encontrar Qual é o equilíbrio dinâmico entre essa intimidade e o respeito ou a distância necessária né das relações humanas eh que vão construir a empresa eh não tem jeito se você não construir no dia a dia nessa proximidade na hora Da crise você não vai ter ela né super concordo Vitor uma imagem que me vem na mesma linha é que a gente costuma dizer somos todos iguais como seres humanos somos todos iguais mas temos papéis diferentes então a gente muitas vezes quando tá facilitando workshop ou quando tá alguma intervenção com o
cliente a gente repete isso Muitas vezes somos todos aqui somos todos Iguais seres humanos capazes de ver o todo e de pensar e sentir Qual é o movimento potente pro Futuro Qual é a necessidade do sistemas nesse sentido não tem CEO não tem não tem somos todos iguais que é o pouco que você tá falando da e ao mesmo tempo eh temos papéis diferentes que daí vem a questão do da hierarquia necessária pro funcionamento sistêmico Ali temos papéis diferentes Daí vem o que você chamou de distância né que eu chamaria de de papel mas é
Super sobre isso é mas acho que o Vitor também traz uma um olhar de intimidade né ma porque assim eu sinto quando a gente cria essa conexão mesmo eh a gente às vezes faz o biográfico nos nos times isso já leva as pessoas para um outro lugar assim de vínculo né acho que é mais fácil quando você tem esse vínculo entre as pessoas e é um equilíbrio dinâmico porque tem pessoas que tão disponíveis e dispostas e querem intimidade Tem pessoas que não estão não Querem ess esse nível de intimidade então Eh esse é o desafio
porque não tem uma resposta única e certa né É É um equilíbrio dinâmico é exatamente isso quanto que se aproxima e e respeita também a a intimidade do Out sim mas é isso é eu diria é é uma intimidade que habilita confiança né não é não é uma intimidade de ser amigos e passar exato É uma intimidade que habilita confiança né e tudo bem obviamente que tá tudo bem além né Nenhuma questão com isso mas como é que a gente habilita um senso de de confiança assim aliás também é um dos feedbacks recorrentes que muitas
vezes a gente tem que só só da gente fazer convites de falar determinadas coisas de colocar o Tod serviço né esses convites que a gente faz um pouco com vocês só esses convites já abre um campo de possibilidade né e e muito a gente recebe muitos feedbacks Nossa como é que Vocês conseguiram tirar tanta informação tanta coisa do time o time Eu nunca falei essas coisas na frente de ninguém eu nunca eu nunca eu nunca a gente nunca eh ó eu tô até o aqu no tô lembrando aqui uma situação que a gente viveu também
eh bom que havia um convite para ele ser vulnerável né Eh para ele se permitir Justamente esse lugar para acessar eh e Foi incrível a o movimento que ele teve se quiser falar um pouquinho aqui mas o Movimento que ele teve que que habilitou o time a a trazer um pouco de de de potência né é isso é tudo bem gente acho que tem mais tem mais disposição das pessoas em cuidar do outro e da empresa se elas se sentem cuidadas também né quando a coisa vira eu cuido de você você cuida de mim aí
vem muito mais coisa agora se eu exploro você ele vai explorar a empresa também começa um um ambiente de exploração é Isso né É isso sim é exatamente isso se for olhar em ess tema desculpa não não falar que é profundo que isso dá é um tema que dá para fazer um curso só só para falar sobre isso porque é super verdade você você vai lá para você vai para trás olhar você tem dois seres humanos que tão aparentemente estão ali disputando a sobrevivência né então enquanto eles estão nesse padrão de disput tá sobrevivência a
manifestação primária Vai ser essa V é de desconfiança e de exploração o que o que que você me dá e o que eu te dou essa é a relação que que perpetua né É E isso acho para qualquer relação né ma assim relação de casal de família quando a gente se desarma assim a gente faz um convite pro outros desarmar também mas é que muitas vezes a gente fica fica todo mundo esperando né quem coloca primeiro a arma no chão a gente se desarma a gente cria uma Outra um outro movimento é isso pessoal podemos
continuar as conversas na próxima semana Se tiverem algum insite quiserem compartilhar fiquem super à vontade tchau tchau beleza gente ho boa semana boa noite tch tau tchau