O tubo puro, ou tuma, oh, oh, oh, do nosso trabalho vai chegar um bom. E a gente vai propor na Avon, taxa de uma obra. Na primeira ópera, não estava em seu carro, que foi na época.
A Serva Padrona trabalhava na época com onde? Real não tínhamos contato com ele e nós somos contato com essa obra. Ele apresentou pra gente, tava por que não?
Na fazer essa produção não tinha o grupo na época de não cantores. Na verdade, quem cantava mesmo no 1 a 0 sobre o cerro, a patrona, ela, na verdade, são três personagens somente: são dois cantores, um baixo, o marido, e uma soprano, Elisabete, fez. E um outro seria um mundo onde o mundo dentro da obra.
Antes, tínhamos até fazer isso. Temos uma equipe para produzir, mandamos e essa sim. Despertar ciosamente pra ninguém só acaba na.
E é, o projeto foi aprovado na época, um projeto para montar uma ópera com 37 mil reais. Assim, até absurda for pensar no hoje em dia, a gente não paguei, mas dentro, brincadeira. E, na época, esteve o apoio da ONU, os músicos que toparam fazer esse trabalho.
A gente não pode dizer que teve o apoio da Antônio, da Fundec. A gente poderia ter tido um apoio maior, tal. Realmente é, foi a tela, na dificuldade em certos aspectos, neto tem que falar.
Isso que foi realmente é, mas foi um trabalho muito mais nosso mesmo, de dia, acreditarmos desse projeto de fazer e de levar adiante, mesmo sem o apoio de grandes instituições que poderiam estar ao nosso lado. Porque é muito: "bateu muito a questão do, se eu não posso fazer, não quero que você faça". A gente consegue fazer sozinha.
Então, a gente teve que alugar uma van para poder fazer um ensaio. A vítima tinha um bom conceito e dinheiro destinado a outro aparelho acontecendo aqui, porque não tinha um espaço que conheça o projeto, tinha a equipe, as pessoas que toparam fazer quase de graça, né? Porque 37 mil crianças a fazer cenário para o Caxias, nem muitas pessoas, tal.
E aí a gente conseguiu fazer com as apresentações. A Fórmula 1 não se intimidou e citações, e de 2010, dia do Teatro Municipal, e levamos estudantes. Voz é Sabino, tamo teatro.
Teve um dia que teve quatro apresentações do espetáculo. A gente terminou morto, na, acabado tal assim, mas a gente conseguiu fazer o espetáculo sim da forma como a gente acreditava que tinha que ser. Teve críticas, logicamente de mais, precisar esperar que ela quer uma ópera.
Ele existe ter um programa só três atores, Napster. Há um conjunto de obra, tal como fazer uma coisa grandiosa, sem apoio, sem nada, com tudo dando conta corrente e sem dinheiro, praticamente, para fazer a gente. Eles, o projeto que se orgulha muito de ter, nada de ter feito, na, com todas as adversidades, com todas as dificuldades.
Ele fica assim, só um pouco triste, né? Porque a cidade poderia ser tão grande, que poderia ser tão, né? Produzir coisas tão importantes, tão boas em Portugal.
Desde esse pensamento que a linda e pedra por aqui, as pessoas não se juntam e não oferecem essa oportunidade. Que as coisas realmente: crença que daria para ser feito. Na tomava Fundec, se juntando com pessoas que têm capacidade, tem que viajar de volta para outros projetos, tal.
Assim, Tereza se desenvolver porque percebe, realmente, é uma pena para a cidade a 19, estagnada culturalmente. Obras e assim, a nova Ansa não conhece como deveria. É isso que a gente percebe: esse trabalho muito importante pra isso, é para mostrar que a gente tem essa capacidade de um trabalho profissional, de altíssimo nível.
Na época, a gente teve que abrir um fosso do Teatro Municipal. Foi o outro, briga, não queria permitir que a gente ia, se viu: "não, nós vamos fazer nossa equipe". Nós pagamos profissionais, pilatos, é a abertura, montar toda parte do força total.
Descobrimos que o gol estava podre, podia cair a qualquer momento, Gripál Lula no palco, estão. O poder que tinha infiltração, tal, foi consertado. Isso, na época, tinha uma orquestra com 15 músicos, com, na, todo o sistema de som que a gente investiu, peso, né?
Pessoalmente, mais uma vez também, para poder fazer um espetáculo desse porte. Então, é tudo uma questão de acreditar mesmo. Tudo que nós construímos de lá pra cá foi uma questão de acreditar no nosso trabalho e que é possível, que é viável economicamente.
Até falando na, fazer o que a gente faz e ver que, a partir daí, foi realmente construir a nossa história. Que você estava comentando com apoio também à questão da música e literatura que você também passou a desenvolver, né? Como assim?
Então, ela na verdade assim: a literatura sempre esteve presente em tudo que a gente faz, né? A gente tem assim uma curiosidade, né? Pela palavra, as letras é natural da gente, é pesquisador.
Nessa turnê que vai trabalhar, de, gosta de saber a fundo como, como, o de onde vem aquela escrita, onde já foi baseada. Tanto escritos de Shakespeare mesmo, não ia buscar, Amazon, divertir aquela história, uma rota direta parece que ele vem defendendo, mas tem um poema anterior a isso. Essa pesquisa nossa lá, ela vai combinar, lá aparece também na parte musical, então não vai influenciar muito a nossa festa musical.
Na questão da poluição de diversões nos musicais que a gente faz hoje, na questão da produção, é a mesma coisa que faz hoje, que descreve, que decompõem. Quando espetáculos, o propósito do Sol Fonográfica, é tudo isso acaba resultando, porque a gente tem um maior conhecimento muito grande. Aqui, tudo com o dinheiro vindo de pesquisou, a gente pode tanto disso numa escrita melhor, numa produção na musical, mas com mais qualidade, com mais profundidade.
Na coxa direita, anteriormente, não tínhamos. Então, a literatura é fundamental para poder, assim, pensar mesmo esse conhecimento da gente e a gente conseguir traduzir isso em outras linguagens. Não só o teatro, mas também em uma cenografia, em uma música, em uma composição.
Está vendo? Agora, por exemplo, o resultado de um trabalho que desenvolvemos aqui com alunos. Hoje, temos um aluno que está se destacando muito: Daniel Feitosa, que trouxe essa proposta de fazer o XP com músicas dos mitos.
Ele fez sozinho toda a pesquisa musical, todas as versões musicais que ele compôs, adaptações dentro do texto. Ontem, representou praticamente; ele deu aula ontem à noite, né? A aula de abertura sobre o Cheta semestre na nossa luta.
Fez a aula e mostrou tudo aquilo que ele descobriu, retirou, e me deu a notícia com relação a isso. É uma coisa que ele quer fazer pelo resto da vida, mas a gente vai sair da faculdade de Direito, segundo o analista, para seguir a área de arte. Que, podem ver, vocês vão notar, são responsáveis por as áreas serem ocupadas.
De fumar, quando vê o resultado daquele trabalho se perpetuando e continuando, é uma das pessoas a essa paixão que a gente tem, e se traduzir na Zona Norte, passando por outras pessoas. Eu acho que isso é muito importante nessa continuidade. Você é culpada por regente, TSE, dessa paixão pela literatura.
E agora a gente está. . .
É só você avô deles para onde ir, bem? Então, está passando à terceira geração apaixonada também, já se apaixonou junto a essa pretensão, a história de vocês. Voltei a ter melhor, constrói a história, né?
E feliz, tem construído uma história magnífica. Então, depois, vocês chegaram aqui. Por exemplo, como vocês resolveram montar a escola?
Então, esse foi um momento em que a gente. . .
Se não, não dá mais. A gente chega a um ponto que não pode mais depender dos outros, dependendo da boa vontade do poder público, depender da vontade de uma escola de acolher nosso projeto. Não é de tempo!
Já agora d'água, não estava. E, isso, nós. .
. Semana que vem, tem uma atividade, e você. .
. Por exemplo, temos cenários guardados numa escola; de repente, tem uma exposição na escola, os cenários sendo usados sem permissão. Hoje, posso não tornar novos o nosso espaço, o nosso local para poder produzir, para poder guardar, tem assim, nossa classe, nossa memória mesmo, na nossa cena de tudo o que fez, produziu.
E sim, começou em contratos com a guarda de se manter, mas em reunião com profissionais de pessoas ligadas ao nosso projeto e teatro. Começou com o espetáculo em que a gente estava, na época, produzindo, que foi o do ensino do hospital, desde que. .
. Também o projeto agraciado pela Linknet. Não tem ajudado muitos projetos assinados culturais a realizar.
O Burguês Fidalgo também foi um espetáculo muito bem realizado, a primeira vez que nós montamos o Mulher, né? É a experiência com a comédia francesa, nós não tínhamos empreendido ainda, assim, a gente sentiu muito ou muito feliz de fazer esse trabalho. É uma realização plena e indicou que se considera que ajudou a arte musical, andou a parte artística, a cenografia mais maduras, os figurinos mais maduros, né?
Temos muitos crentes no espetáculo também, onde realmente abriu esse momento novo. . .
Momento entre as. . .
Já que em casa, uma casa nova na época. Estamos retomando a parte da gráfica no final, como também, depois do. .
. Agora, tem que ver depois de Burguês Fidalgo, é a nossa. .
. Daí a gente quase que, é quase que uma sandice, porque como assim? Aqui a gente abrir uma escola em tratos, núcleo de artes cênicas.
E daí, com os nossos alunos, a gente começa a produção, começa a crescer junto com eles. Então, para cada turma, a gente tem que ter um trabalho, tem que ter. .
. Tem que ter que apaixonados, né? Tem que fazer com que eles criem essa paixão.
É assim, cada um vem com uma fala, dizem que uma ansiedade diferente; uns porque são tímidos, outros porque são muito ativos, né? E todos procuram o teatro como uma. .
. Assim, para resolver esses problemas, na Oprah, assim, absorver como ferramenta o teatro para ajudar na sua vida. E daí a gente que começa também a com uma adaptação, perder filme para teatro, é da literatura paraater.
Veneza! E aí tudo começa a crescer, superdimensiona. É assim, vai falar: o céu é o limite, né?
Então, a gente começa a colocar Jorge, mas o item são nossos alunos. É interessante, é diferente você trabalhar com alunos de outras escolas, mas agora não são nossos. Então, nós temos, através deste ano no cais, às vezes vem pai de família inteira fazer o curso de teatro com a gente, e a gente pode dividir, assim, o conhecimento que a gente tem.
Ele pode ser pouco, mas é um conhecimento que a gente consegue dividir. O partido tem uma produção muito grande de espetáculos. Nem todos os anos é.
. . É secreto, Princesinha, o musical no amor, o que há, é uma adaptação da Moreninha dos anos 50.
Nem todos eles têm essa inspiração baseada na literatura e sim, vendo a literatura também, fruto do amor, também de trás. Agora um musical também mais amadurecido, ele vai falar sobre a Moreninha adaptada nos anos 50. Em massa, nós trazemos, dentro da Moreninha, as músicas do CD Campelo, década de 50, final da década de 50, o qual quebrou na nossa alma, chegando àquele momento no Brasil.
A gente trabalha isso, trabalhar o romantismo, não vão falar desses arquivos. É um pouco do contexto político, tudo mais, em vários romances da coisa leve e tal. E esse é um grande sucesso na França, em uma coisa, ótima!
Resgatam assim quem foi assistir, quem presenciou o tal. . .
Sem Cuba, não vi ela! Luxo. Vai fazer um musical completo, com música ou vídeo, tudo e temporada.
Também tem o lado de dois meses na Usina Cultural do Rio Grande. O espetáculo, muito aguardado, na estreia aconteceu aquele fato na Usina Cultural em que a gente teve que montar um teatro dentro da usina, porque eu contei, Everson, metódica, né? Eu contei: eram 48 janelas e dois portões.
Então, esse era um galpão que a gente tinha, a Usina Cultural, maravilhosa, histórica, tombada, e que a prefeitura disponibilizou para a gente fazer a temporada lá. Na estreia, sem que a gente soubesse, além das pessoas que queriam assistir à estreia - que era gratuita, entrada franca - vieram três ônibus de Jundiaí. Eu não sei da redondeza.
. . Aí a gente não dormiu.
Então, a gente foi monitorando o público antes de começar, antes de estrear o espetáculo, para que coubessem todas as pessoas de uma forma, pelo menos, acolhedora, né? E aí começou então a introdução com a banda da gente, colocando tudo que a gente fizer daqui a pouco. No começo, me chamou a atenção, na primeira fila, uma senhora.
E assim que eu começava a cantar, ela começou a cantar junto comigo. A mulher começou a se contorcer na cadeira e falei: "do que a gente começou a ficar incomodada ao ouvir isso? " Então, desceu a mulher e a gente, ao final do espetáculo, resgatou-a, que estava muito incomodada.
E aquilo aí a gente apresentando o espetáculo. . .
No final, assim, meio que querendo fugir, mas a mulher viu a nossa direção. Assim, terminou espetacular, o público aplaudiu, todo mundo. O Vasco.
. . É aquela coisa muito efusiva, né?
Na fase dos anos 50, provoca com o público. Ela veio na nossa direção, pegou e falou assim: "Mas, aos cantos, posso te dar um abraço? " Eu falei: "pode, né?
" A flor! Só que eu vou contar, porque quando eu vim de Campinas, vivi em Campinas, quando eu vi que era eu, eram músicas de Celly Campelo, que é Celly Campelo cantava, eu não poderia deixar de prestigiar, porque eu fui amiga dela. Porque assim, eu fui muito amiga dela e eu queria ver se vocês respeitaram certo.
Você está cantando como ela, porque eu pesquisei o jeito que ela cantava. Todas elas estão cantando muito parecido. Olha que eu chorava baixinho, porque eu lembrava da minha amiga.
Então, eu posso agradecer, pois ela me abraçou, o personagem. Ela estava muito emocionada. Então, às vezes, a gente acha que é uma coisa e outra, né?
E como teatro é maravilhoso para fazer isso. Na literatura, não sei. .
. As artes, elas fazem isso com o ser humano. E como vocês se veem hoje neste espaço, recebendo as pessoas que a gente gosta de estar junto?
Com a gente, na que tanto se fala assim. . .
Enquanto vocês tiverem essa paixão, estejam junto com a gente, vamos trabalhar juntos, fazendo teatro! Aquilo que é uma celebração da vida. Então, a gente está aqui celebrando a vida!
Só isso. A gente aprende só isso. Nada mais do que isso na EQ para a vida, trazendo toda essa história.
E Thiago tem, por trás dele, toda a música, toda a vivência. . .
Ontem, você pode sentir muito forte, né? Então, assim, é bom para a gente. É uma realização!
Não vou dizer que é uma realização plena de vida, plenamente realizado e tal. Que sempre está conseguindo compassos, mas, a partir de agora, o que vai trilhar? Podia fazer o povo?
Já estão construindo outras coisas, não? Querendo outras coisas, deve realizar outras formas. São muito boas realizações, né?
Muitos têm planos. Entrará imediatamente no ato profissional. Começar a trabalhar realmente nessa área, hoje, está um pouco complicado.
Programa, todos. . .
A questão política e o Brasil vive. . .
Falta um pouquinho mais difícil, né? Porque praticamente, Levou Amy foi extinta, está com um projeto de Lei Rouanet aprovado com captação, mas também sofrendo com isso. Mas a gente vai fazer um projeto grande.
Inclusive, "O Túmulo da Morte" vai levar para São Paulo, onde vai estar trilhando agora com ele. É o projeto "Nós", que vai colocar ele na estrada. Então, a gente tem projetos e planos, né?
Nossas realizações ainda estão em curso, estão em andamento, mas essa é uma das nossas grandes realizações. A Colette começou lá no Getúlio e atrás de falar. Não sonhava com isso: "Um dia vai ter um espaço onde se possa produzir, possa ensinar, pô-los a dividir isso que a gente é apaixonada".
A gente tem, mas esse local. . .
Não é a primeira vez que minha mãe entrou aqui. Ela começou a chorar e fiquei meio assim também, porque a mãe. .
. Ela falou: "Eu estou lembrando de uma coisa: quando você tinha cinco anos, mais ou menos, você pôs a mão na cintura e levantou, Rodriguinho, falando assim: um dia você vai na minha casa e na minha casa a sala vai ter um palco! " E ela vai: "Olha, Paulo, comecei!
" Vocês conseguiram, nesta quintagem! Ela se emocionou muito e eu. .
. Assim, metas! É a gente assim.
. . O espaço está pequeno para nós, que temos nossos projetos.
Então, como sempre, nós vamos crescer! Nossa meta é crescer e assim. .
. O nosso propósito maior é cuidar dos sonhos, né? A gente cuida dos nossos sonhos e dos sonhos de quem quer sonhar com a gente.
É o que é realizar sonhos! Então, assim, aulas com emoção. É assim que, nos tempos para cá, a gente está tendo muito.
E é isso, é a nossa vida. Agora a gente está com a Madrinha Branca, que vai fazer o público chorar também. Foi emocionante a vinda dela, a Madrinha Livre HIV.