Você é muito melhor do que falaram, mano. Os caras tirem. Ó lá, ó. Esse lagarto papona assim, velho. Ó. É isso. É, é, é o macho. Ô, isso aí já vi muito um filme. É, isso. É um sistema de comunicação entre eles, dizendo quem manda nesse pedaço sou eu. Ele incha e faz assim. Faz assim. Top. Muito legal. Qual o nome dele? Esse é um Pogona. Um Pogona. Tem cara de ser rápido, hein? Isso. Pega ele, pega ele, pega ele. Pode pegar, pode pegar. Isso. Calma, garotão. Onde vai, cara? Onde você vai, onde vai, barbudão?
Esse é o dragão barbudo. Esse é o dragão barbudo. Esse é o pogon que eu falo que é o mais da hora que tem, velho. Esse cara tá com as cores reprodutivas, tá? Ele quer, ele tá no momento, ele tá, ele quer dar uma, quer dar uma pistolada, pai. Tá na gala. Tá na gala total. Tá na gala. Só que a gente não pode pistolar, você sabe, né? Por que não? Eu não posso reproduzir porque aqui não pode. Ah, entendi. É criador. Legislação. Exato. Ou seja, o bichão vai ter que bater uma. Vai. Os caras
comeram isso aqui, Richad? Quem você vai comer? Os caras comeram isso aqui. Os caras não. Todo isso aqui é pr você. Um. Não, não. Pera aí, pera aí. Mas os caras comeram isso daqui não era aquele larva de coco branca. Comeram. Não é isso aí. Não era. [ __ ] que não era esse. Ô, vem cá. Vem cá. Quem é? Ô louco, agora? Agora não. Tá andando muito comigo, tiozão. É porque você tá andando comigo. Você tá ficando. Os caras estão denegrindo a sua imagem aqui. Você não quer. Posso falar? O Julião levou uns 30
minutos olhando para esse pr larva antes de comer. Não. Ô Renato, a gente ficou 40 minutos com a câmera desligada. O Richard conversando com o Júlio. Cara, você vai comer mesmo? Não sei o qu tal. Cara, pode comer a Richid, mas o Julian, mas se me fizer mal, eu como fibra me dá mal, eu como fruta, me dá mal. Vou comer isso daí também. Pessoal, pegou de terra. Você foi machão, car. Quero comemos a a a baratinha. Barata. Você não comeu a barata, tio? Comeu que nós temos o vídeo. Estourou na boca dele. Ele ainda
abriu a boca e mostrou. Ainda nós temos o vídeo, tio, para provar. Cara, adorei esse bichinho aqui. Esse bichinho é ele é muito carismático. Use o cupom CTRC e garanta os melhores preços e descontos na melhor marca de roupas que é Alfacu. Corre no site agora. Bora melhorar essa vestimenta ficar no cheio. Perguntou, você perguntou se animal, por que que vende animal que pode ser perigoso a ser humano? Uma aranha. Ex. Existe comércio para aranha, sabe? Aranha venenosa. Quais? Três aranhas mais venenosas que você vê aí no mercado. Aqui no não, no mercado não tem.
Tá no Brasil, porque as peçonhentas mesmo que tem interesse médico não pode vender. E não pode vender, por exemplo, uma jararaca. Você não vai ver uma jararaca que aparece no mato, mas não, você não vai ver aqui em casa vendida, porque não pode vender jararaca e não pode vender aranhas que são peçoentas. São três no Brasil. A a armadeira, a vilva negra, armadeira que ela tava nesses dias aqui, aquela que a gente gravou inclusive aqui com o Julião, a armadeira, a viúva negra, aquela que tem aulheta vermelha no no abdômen, que e essa se chama
viúva negra porque depois da população ela mata o macho. Ela mata o macho. É, mas a grande parte das aranhas faz isso também. Grande parte das aranhas mata o macho. O macho sempre pequenininhos. E a fêmea, que que ela faz? Ela acabou de ser fecundada. O que que ela vai precisar? com ódio dele. Não, não, não, não. Toma essa. Então é, não é para resguardar, porque ela vai precisar agora de resguardar energia, entendeu? Porque ela acabou de ser efecada, ela preda ele. Então, ela preda ele, ela preda ele. Então, ele nascendo macho já sabe que
ele foi feito para isso. Então, eh, ela, ela, ela, inseto, louva a Deus, já viu? Louva a Deus lá acopulando e a fêmea vira a cabeça e começa a comer ele. Enquanto ele tá lá, toroló e ele não para. Macha é uma desgraça, né, velho? Fal, não, não. Tá bom, tá bom. Me mata então. Mas me mata, mas me deixa aqui, né? Mas eu não vou parar. Mas eu não vou parar. Esse é defeliz. Então, aí, esse é o pensar com a cabeça de baixo. Esse sim pensa com a cabeça de baixo, tá, velho. Esse
sim. Mas aí, qual que é o problema? Você me perguntou: "Ah, por que que vende caranguejeira?" Caranguejeira primeiro, tem gosto para tudo. Caranguejeira tem gosto. Você concorda que tem gosto para tudo? Ô louco, tem na nossa na nossa sociedade. Ó o torão. Júlio dia sim, dia não tem companhia, tem gosto para tudo. É, tem gosto para tudo. Então beleza. Então a caranguejeira, a caranguejeira pode te picar, ela é ponihenta. Caranguejeira é. Eh, e por que que eu eu vou querer eu porque a pessoa pode ter? Não tem outros peixes. Por exemplo, a falei, tem um
peixe lá que é aquele peixe escorpião que eu tenho no meu aquário. Se eu tomar uma fubecada daquele bicho, corre, provavelmente, dependendo da pessoa, pode até ter um problema cardíaco ali, tá? Porque a toxina é forte. Mas por que tem? Por quê? Aí eu perguno para tudo. Tem gosto para tudo. Mas beleza, então vamos sair desses bichos que parecem também. Vamos para um animal que é é próximo a nós, seres humanos, cachorro. E aí vamos entrar numa discussão que eu tenho certeza que vão cair lá. Aí você fala assim: "Vamos lá". Opa, boa, boa. Não
é boa a discussão. Boa. Boa. Mas eu quero você sentado, tá? Vamos fazer, vamos pegar. Senta aí. Vamos pegar então o seguinte, vamos pegar um que é famoso. Já você acha que o que é mais perigoso você se lascar com uma caranguejeira? Se se você tivesse um acidente com uma caranguejeira ou com o pit bull, qual que ia ser pior para você? Óbvio que é o pitbll. E por que a gente vende pitbull? Porque o pitbull, você tratando ele igual um bebê, ele não vai ser um animal agressivo. A caranguejeira vai ser um animal agressivo
de todo jeito. Dá zero para ele, Richard. Dá zero para ele. Mas tô falando mentira, tá? tão falando, você não tá falando você tá falando um conhecimento que você tem e que a maioria das pessoas tem e erra quando você trata um animal com este potencial, um cachorro que é um cachorro que tem alto potencial, que é um animal que é uma arma, aquilo é uma arma e você pega ele e transforma ele dentro trás da dentro da sua casa. Ele saiu do criador e você do canil e você traz para dentro da sua cama
e você trata ele como um bebê. Você vai dizer, vai dar uma mensagem para ele dizer o seguinte: "Nós estamos aqui para lhe servir. Não ter aqui o que que o cachorro tá procurando, qual é a segurança de um cachorro? Entrar numa sociedade que é uma alcateia, porque é isso que ele tá entrando. Ele vai enxergar você parte da alcateia. Entrar nessa alcateia e encontrar encontrar segurança. Isso significa liderança. Ele veio filhote para você. Ele quer encontrar um ambiente onde ele fala assim: "Pô, tem o papai ali para cuidar das coisas, tem um e eu
vou me submeter a ele, tem um presidente aqui e eu vou me submeter a ele. Ele quer encontrar um alfa e hoje noss não tem as pessoas estão sendo atacadas por cachorros e não é só pitbull, tá? Caramelo coisa. Por quê? Porque o cachorro enxerga igual. Ele entrou numa sociedade, tem um lack of command, não tem um um vácuo de comando ali dentro. E ele assume essa posição do alfa. Ele então quando ele deita na ele vai passar aquela cama, ele vai ser o dono daquela cama e quem passar perto ele vai morder. E ele
se ficar incomodado com você na cama dele, ele vai te morder. Porque a cama é dele. [ __ ] Na casa também. Claro. Porque é exatamente, então assim, é isso. Na casa com pessoas, com tudo. É isso que você tem. É essa mudança. Jú, você vai perder o bichinho aí, Júlio. Você não pode tratar ele como um bebê. Ele tá super ativo. Normalmente eles não são assim. É que ele tá numa época, é, é agora no inverno, tá? É, então assim, você vê que ele tá com outra cor de papo e tudo, ele tá quer
não, ele quer [ __ ] querendo transar, quer brincar de querer brincar de pirulito. Ele quer brincar de louvador sem pirulito que bati bati. É isso que ele quer. Ele quer brincar de louvador sem. Mas seguindo esse conceito e nesse ponto eu concordo plenamente contigo porque eu tenho dois cachorros em casa e eu sempre impus ali limite pros cachorros. Por quê? Porque no passado eu não fiz isso e paguei o preço, certo? Ah, então você já sabe. Então tem uma curva de aprendizado. Por exemplo, teve outros cachorros que eu integrei na minha vida como se
fosse um ser humano. E aí, por ser uma pessoa altamente treinável como eu sou, eu fui buscar entender, fui buscar compreender. E eu entendi que amar o animal não significa humanizá-lo, que o amar o animal significa, acima de tudo, você entender a sua espécie e seu instinto, certo? Eu aprendi isso a duras penas. Por quê? Porque eu tinha cachorros e animais que acabavam eh sendo humanizados demais. E eu percebi, não era me atrapalhar, eu percebi que ele sofria. Eu juro. Então você pagou. O meu animalzinho sofreu. Não fui eu que sofri. Quando eu humanizei ele
e eu tirei todos os instintos dele, eu percebi um animal mais ansioso, sofrendo mais, mais dependente e não necessariamente mais feliz. Então, meus animais, por exemplo, não entram na cama, não pula nos lugares que eu quero. Eles tem, entendeu, um cercadinho para ficar, entendeu? Nos ambientes certos. Eh, eles têm as políticas e eu falo grosso com eles quando precisa, entendeu? Por quê? Porque no momento, principalmente a minha fêmea, que a minha fêmea, cara, a o macho é um tonto. A minha fêmea, ela é extremamente dominadora, mas num nível que você não tem noção. E eu
enfrento ela, cara. Eu enfrento ela é splitz splitz alemão. Lulu. O pequeno é aquele pequenininho, né? É, mas ele é um cão primitivo, sabia? Ele é um cão primitivo. Ele é da classe dos cães primitivos. Ele tá no mesmo grupo que o Xauau. Ele tá no mesmo grupo Sharpei. São cães primitivos. São cães muitivos, h, muito instintivos e, e de, de ele vai testar você todo muito imposição. Ele vai testar muito posição ele e ela fica me enfrentando e eu e eu bato de frente com ela, enfrento ela sem violência alguma que você não precisa
da violência, é impol autoridade, é segurar, travar, não deixar. E E aí o que acontece? Você vê um animal menos ansioso, menos estressado e mais é mais dentro do que é, ele é na sua raiz, entendeu? Mas eu aprendi isso, tá? Eu tive que errar para aprender. Então é exatamente isso que eu tô falando para você. As pessoas têm que ter e um e ficam orgulhosas de falar assim: "Ah, eu assim, eu ponho meu cachorro na cama assim". O o enquanto você conseguir colocar a hora que você quer e tirar ele a hora que você
quer, pode colocar na sua cama. Mas se você não tem essa capacidade, se você colocar na cama, você vai pagar, mas você tem que ser o líder, você tem que ser o líder. E o cachorro espera isso. Ele quer encontrar um alfa, porque é como ele funciona na sociedade dele na alcateia. Minha cara, é o seguinte, por exemplo, ela não pede comida, tá? Todo mundo se ela não pede, tá? Se ela vai pedir alguma coisa, ela olha para mim, meu barato, pergunta pra Tati. Ela vai, ela olha assim para mim, ó. Aí eu só olho
para ela, aí ela fica olhando para mim, ela não, ela fica parada. Aí eu falo: "Vem cá". Aí ela vem, ela vem assim, aí eu pego ela no colo, converso com ela, aí eu falo: "Quietinha, boto ela no chão, ela volta lá quietinha, mas ela olha para mim, qualquer coisa, amor, ela olha para mim primeiro." Seu alfa de cada. Exatamente. E se ela me enfrenta, por exemplo, ah, meu irmão, é o parece duas, parece dois adultos discutindo. O tiozão é o retrato das famílias brasileiras que tem ali a ideia de ter um cachorro, tem todo
o carinho do mundo para dar, mas que não tem um direcionamento adequado. Exato. Mas com erro. Com erro. Com erro, entende? Então assim, a maioria vai ser primeira viagem e vai acabar errando, tentando humanizar o animal. é que você é um animal e você acha que transbordar de amor significa trazer ele pro ser humano que você é. E amar o animal acima de tudo. Amar o animal acima de tudo é entender que ele tem eh um instinto e um perfil diferente de você. E aí isso não vai deixar você amando menos o animal. Mas você
tem que viver isso para entender. Não é com amor, é por amor. Por amor você faz isso, porque ele vai ser mais feliz. Lagartos e anfíbios. É isso que eu quero ver, tá? Você você achou, ô Richard, e esse bichinho aqui que eu comi vivo? É, a galera f engoliu você engoliu? Deixa eu perguntar que isso é importante, tá? Engoli, não podia engolir. Se não podia engolir, paciência. Mas você mordeu, né? Antes você, Será que isso vai me dar gases? Vai lá. Aqui, ó. Toca outro aí. Hum, hum. Tá muito macho esse cara. Tá estranho.
Ah, tá muito macho, velho. Tá. Importante é mastigar porque ele é um coleóptero, né? Ele é um bizoro, né? E ele se alimenta de fé e ele filha da [ __ ] É certo. É de adubo mesmo. Se alimenta de fees, não é? O máximo vai acontecer comigo é o peidar igual um desgraçado igual você. J. Não, o problema é que ele não é bom ele que ele entrar no estômago e com gas mandíbulas. Não, ele vai morrer com teus ácidos, mas só porque ele tem umas mandíbulas, né, fortes, né, cara? Pode picar você por
dentro. Tá resolvido isso aqui então para vocês, pessoal. Parab aquele de coco, hein? O de coco deve ser mais gostoso. O de coco espoca. É mais gostoso. Mais gostosinho. Oh, esse é outro lagarto legal. Olha a cor da língua. Ó. Nossa, que cor bonita. Bravo. Põe em duas mãos aqui que ele tem a perninha curta. Você viu que adaptação, né? Esse cara, esse cara tem perninha. É da Austrália também. Parem. Eu fiz uma pergunta aqui no vídeo, ô Richard. É o seguinte. Aquele bichinho bonitinho, quer vir para cá? Só para estourar a luz do pogona.
A pogona. É a pogona. E essa aqui é quem? Esse é o Tilíqua. Esse é o Tilíqua. Tilíqua. A Pogônia e o Tilíqua são eh são anfíbios. Não, R. É, são lagartos. São lagartos eh com uma constituição totalmente diferente, né? Tem algumas diferenças. Primeiro, perna bem curta. Ou seja, esse cara vive num ambiente onde se você olhar com sono dele, as pernas elas não são feitas, por exemplo, para correr. As pernas para correr. Então onde ele vive? Na Austrália também. Só que aquele de deserto. Aquele deserto. Aquele deserto, ou seja, aquele tem que andar na
areia. As perninhas dele tem que ser mais comprida. Exatamente. Exatamente. E esse cara anda na onde? Na folhagem. Esse cara já anda de folhagem. Então as perninhas curtas já permite ele se locomover mais. Por quê? Porque ele vai se comover mais como uma até como uma serpente, entendeu? Ele ele usa a perna para usar como impulso, mas ele vai, ele consegue se rastejar. É aquele ali, as perninhas até maior, porque ele corre, né? Pr porque ele Sim, ele ele precisa se movimentar. Ele é quente. Ele precisa se movimentar, precisa se movimentar rápido. Bonito. Do que
esse bonitão vive? ouvido. Você tá vendo bem o ouvido externo bem bem proente. É esse aqui. A serpente não tem ouvido externo e ela não pisca o olho, ele pisca o olho. Tá vendo? Mostra de mim. Ó, ele pisca o olho. Se irrita fácil. Ele é meio estressadão. É, ele é um pouco mais que ser um machinho ali. Já mais é. Agora esse cara aqui, sabe o que tá interessante? Esse cara é vivíparo. Ele pare os seus filhotes. Diferenciante, o outro bota ovo. Diferenci os filhotes. Entendi. Pare, né? Ou seja, já nasce, já nasce. Pronto,
já nasce. É diferença de um réptio para um anfíbio para um lagarto? Não. Então o o lagarto é um répti, né? Então quem são répteis? Nós temos os quelos, as tartarugas, nós temos ali os crocodilianos, que são jacaré, crocodilo. É, você tem os lagartos, você tem as serpentes, aí ainda tem fizbena, tem outro, tem outros bichos que são répteis, mas os principais são esses aí. Então, você tem o lagarto, a serpente, tartaruga, você tem as tartarugas e você tem os crocodilianos, tá? Anfíbios. Anfíbios, nós vamos ver daqui a pouco, tá? Anfíbio é assim, se você
pensar na escala evolutiva, nos vertebrados, tá? Nos que são vertebrados. Primeiro, quem nasce primeiro? Peixe. Toda a vida nasce na água, certo? Peixe primeiro. Depois do peixe aí, lembra que eu falei, tem peixe que respira ar atmosférico. Hum. Né? Então é um primeiro passo para se libertar da água e se tornar um e se tornar um anfíbio. Amfíbio. Só que ainda fica dependente o que na água? Fica dependente ainda da parte reprodutiva. Os ovos precisam ser incubados na água. Depende da água, porque eles não tm casca. Isso é anfíbio. Anfíbio. Então, o o peixe também.
Então, onde tá o grande salto? Então, pensa peixe só na água, reproduz na água, coloca ovo na água, certo? O sistema de reprodução, qual é? A fêmea. A fêmea põe os ovos, o macho vai lá e ejacula em cima dos ovos. Não tem fecundação interna, ele não penetra no peixe, não tem penetração no peixe. Fecundação externa, tá? Apesar que tem um peixe que é uma exceção, mas aí tem é o tralhoto, mas isso é uma outra história um dia pra gente contar. Mas aí você tem é assim que funciona a maioria. E aí eles respiram
oxigênio dentro da água. Aí começa a surgir algum peixe que respira ar atmosférico. [ __ ] que pariu, coisa diferente. Só que ainda não tem estruturas locomotoras porque ainda é um peixe, certo? Mas começam a se a são peixes que se jogam para fora da água e começam a até com as próprias nadadeiras, quase como patas, bucar outros outros lugar. Qual é a capacidade respiratória que ele desenvolveu, não necessariamente as perninhas. Não, mas isso, isso aí vai começando aquela coisa, porque é um jogo de carta, saem peixes com estruturas de pouco diferentes, aquelas que são
mais adaptadas vão pra frente. Então, nesse caso, eh, os peixes começaram a buscar por questões reprodutivas ou alimentares ou ou por questão de oxigênio dentro da água, eles eles buscam outras poças da água. Então eles começam a sair daquela ambiente porque ele já t capacidade de respirar atmosférico, ou seja, ele tira o oxigênio do ar e não tá mais preso à água, né? Isso ainda é peixe, tá? Mas ele tá num processo de transformar o que que seria um próximo passo evolutivo, anfíbio. Só que ainda os anfíbios quando surgem ainda estão presos à água para
reproduzir, porque ainda precisa da água, porque o ovo não tem casca, então o ovo desidrata. Então ele ainda precisa estar vinculado à água, o ovo para manter hidratado, para manter hidratado no anfíbio. Então ele pode até o o sapo sair da água. Não tá vinculado muita água, mas ele volta para deixar os ovos na água, para deixar os ovos, tá? E depois nós vamos entender a diferença. Então tem sapo r perereca. E o rptil já não precisa disso. O rptil já criou a casca no ovo. É o terceiro passo evolutivo que é o réptil. Ou
melhor, ele pode até já nascer o o o o filhote sem a casca. No caso desse que ele pode parir os filhotes. Exatamente. Eles se alimentam do quê? Ah, aqui tem tem uma um na natureza ah na natureza ele é unívoro, né, cara? O nívoro é o cara que come bem. Ele come bastante, é porque ele come alguns vegetais. Vocês dão o que aqui de para ele de a gente dá para ele comer, por exemplo, folhas que a gente não dá muito, mas tem que dar às vezes para melhorar o metabolismo, a gente dá couve
picada com com rato picado, cara. Pico o couve, misturo com rato e ele traz um teio pra gente. Tá aqui já, ó. Ah, tá. Diferença desse bichão aqui. Posso pegar ele? Tranquilo. Esse é brasileiro. Esse é o famoso teu. Posso pegar ele? Vou guardar aqui. Tranquilo. Sempre tem que tá pr frente. É por baixo sempre, né? É sempre. Quanto mais você der sustentabilidade para ele, isso melhor. Ele vai ficar mais apoiadinho, mais gostoso. Ele queria a touca do jeito. Deixa, deixa eu acertar essa. Cara, que bonito, cara. Olha ele, cara. Ele ainda é bebê, tá?
Ele é adolescente. Beb, ele vai crescer muito ainda. A, cadê o Bob? O Bob tá aqui. Eles faz mostra. Solta o rabo também. Solta. Diferença do teu pro outro é tamanho, né? Por esse é um bicho tropical, né? Esse é um bicho tropical. Esse é nosso aqui. Esse correque aqui, ó. Aparece aqui em casa. Esse bicho aqui. Esse é nosso. É aquele que rouba ovo, aquele que se cria em casa também. Tem venda para isso em casa ou não? Esse aqui você pode vender se tá na minha casa aqui dentro é porque fui eu comprei
legal todos. Ó lá, ó. Esse parece um saco, velho. Rapaz, esse parece um dinossauro, cara. Esse é só que esse é argentino, por isso que é vermelho desse jeito. Esse é o velho Bob. Velho Bob. Seu R já ele tá com tá velhinho já. Esse é um dos meus primeiros bichos. É o nome do meu filho. Qual a diferença do Teiu para essa? Qual é essa? Essa espécie aqui argentino. Vermelho. É só o a espécie. O mesmo gênero. Outra espéci. E aí vem de outro país Argentina. Uruguai tem também. Esse cara vem cá. É Argentina,
Bolívia e Paraguai que tem pele seca. É bem pele áspera. Qual a diferença? É o ambiente. Um mais desértico, outro mais úmido. Exato. Esse é mais desértico e esse é de mais úmido. Entendi. Agora vem cá. É o jogo da é o jogo da evolução da espécie pelo ambiente, pela epigenética ou também não? Tinha dos dois sobreviv esse. Exatamente. Tudo é isso. Caramba. Tudo é isso. A gente é uma cultura bem diferente, porque na assim nós eh que somos mais do meio acadêmico costumamos discutir muito sobre tudo, né? E eu falo que um um mestre,
um doutor, ele é um ele sabe nada do ele sabe tudo do nada, ou seja, ele é especialista nisso aqui. E um generalista não sabe nada de tudo, então sai opinando tudo, não sabe nada. E na nossa visão, a gente achava que a adaptação de pele e tudo mais estava muito ligado a uma adaptação evolutiva do animal para sobrevivência. E a gente tá aprendendo aqui com o Richard que na verdade não era isso, entendeu? Tinha dos dois por uma adaptação de ambiente, quem se dá melhor, quem vive melhor, quem reproduz mais naquele ambiente. Você joga
truco? Vem, jogo, tá? Joga o truco. Esse é o zap. Qualquer lugar para ele tá bom. Ele é o zap. Não, ele naquele lugar ele é o zap. Se você pegar esse cara e colocar no ambiente desse, esse não vai sobreviver. Ou pelo menos não velocidade. Então, que eu quero dizer é o seguinte, saem todas as cartas. Entendi. Todas as cartas são apresentadas para aquele cara mais preparado para aquele ambiente. Para aquele ambiente. Ele é o zap. Ele é o zap. Ele performa. Ele o zap. Acho que foi bom aí a analogia que é bom
que ele entende coisas que ele pede, né? Quantos pegar? Posso pegar como bebê? Esse você pode pegar como bebê, tá? É. Põe embaixo no braço, como fosse um bebezinho mesmo, assim, ó. Um reborne. Reborn tem um reborne, sabia? Ele não trouxe, ele não cuida. Ah, eu vi que tá com reborne já. Não, tá, mas ele não cuida. Ah, é o Bob cuida daí. É Bob Balestrin pesado. Ele pesa quê? Uns 3 kg. Tá com uns 3 4 kg que ele já velhinho já. Que velhinho, velho. Deixa ach. Mas esse Rufiens ele é mais pesado que
esse, só que esse é mais comprido, né? Esse quando ele fica maior, esse aqui quanto ele vive? Durão, cara. Acho que uns 15 anos. 25. Ele dá o qu? Tem uns 15 já. Pelo menos 15. Pelo menos 15 ele tem, né? Come bem ou come pouco? Come bem. Eu não abuso muito na comida com ele também para não ele obeso, né? É. Não, porque quando eu cheguei aqui, ele tava meio ele tava obeso. Aí, tipo, dieta em rtil para fazer baixar de peso é muito complicado, porque como é o metabolismo mais lento e tudo, demora
mais. passar muita fonte depois não, tipo, como eu dizer, eles aguentam períodos muito longos sem comer. Tranquilo isso para eles, entende? Sem perder peso. E aí, que que lingou naada segur? Você vê por aqui, ó, que ele tá saudável pela calda, que ele tem que ser uma calda grossa, né? Tive que fazer ele comer muito mais, por exemplo, legumes do que proteína, entende? Entendi. Comer, comer alimentos que não tem caloria. Exato. Baixaram o carbo dele. Baixar, baixaram a proteína do bichinho. Agora tá na fase do frio também. Ele come um pouco menos, mas ele ele
come, cara. E se ele soltasse a calda? Onde você tem o ponto aqui? Você sabe onde é? É, ele vai soltar mais pra ponta. Solta mais pra ponta da calda. Às vezes pode soltar aqui, ó. Vai, coluna vai, solta, depois cresce de novo, né? Uma curiosidade, dentro da limitação cerebral desse animal, ele consegue reconhecer pessoas e gerar algum tipo de estímulo de reconhecimento? Nenhuma fé reconhecimento. Tipo assim, se ele vê o Richard, ele consegue reagir de uma forma que você fala reconheceu. Ele reconhece só não vai ser que nem cachorro. É, não, não, não tô
dizendo com Eu tô dizendo a nível da sensibilidade de um animal. A serpente não. Para mim a serpente não, que isso é uma coisa assim, não tem uma coisa disso. Minha percepção é essa. A serpente não, lagarto. Sim. Eu acho que as grandonas ainda tem. O crocodilo. Sim. Crocodilo conhece. Crocodilo conhece, conhece. Vou dizer até arriscar que até os kelonios tem uma umaô tem uma interagone. Escuta bem, tu chama, ele vem, ele ele reconhece a pessoa. Quem são queos? Os as tartarugas são tartarugas de porque e para mim esse cara é mais antigo do que
as serpentes. Serpentes são cara porque esses caras aqui é é a teoria que é imaginada. A gente não tem certeza de nada. Eles vieram. Você pensa que eles vieram antes daqu serpentes? Pouquinho, só pouca coisa. Hoje ele fazendo uma massagem nele, pegando com a textura, tá? Então é pelo seu feeling, não há estudo sobre isso, mas pelo seu feeling esses animais são incapazes. A resposta deles são incapazes de reconhecer as tartarugas. Você já tem esse esse até lagarto até mais que serpente. Conhece serpente? Você nunca serpente não tem lagartos tipo aqueles varanos que eles decoram
como tu abrir como abrir trancas. Já vi isso em lugares assim tipo não botar cadeado negócio. Eles conseguiram eles abr abrir cara memorizar você já aprender como abrir uma tranca. E aí nós vamos dar um passo um pouco para trás evolutivamente que a gente e vamos partir para para anfíbios. É. E aí é legal porque a gente tem aqui anfíbios, por exemplo, e tem um anfíbio aqui que tá dentro de um grupo que é dos mais venenosos do mundo. Caramba. Mais inclusive que algumas serpentes, que é do grupo dos dendrobatídeos, que são aquelas aqueles anfíbios
que os os nativos passavam na ponta da flecha para poder caçar. Sapinho. Uhum. Caramba. Deixa eu ver. Você tem aí algum venenoso? A gente tá guardando aí. Todo sapo é venenoso. Ah. Uhum. Todo sapo é venenoso. Uns mais, outros menos. Sapenoso, ele tem algum tipo de toxina. Pode ser até aquele sapo, por exemplo, aquele sapo cururu, por exemplo, [ __ ] aperta as glândulas do lado da cabeça. Funcionário. Engraçado que cururu não tem, não tem criadouro, né? Sim, mas eu acho que justamente por ele ser tão popular que os caras nem mandam pro criatório. Pô,
eu adoraria ter um é o primeiro anfíbio que eu gostaria de ter. Aliás, eu comecei minha vida. Você você viu lá usando, eu acho o sapo curu, que é o sapo comum aquele [ __ ] bicho legal. Ele reconhece você. Ele é um [ __ ] parceiro, é um [ __ ] bicho legal. Fica grandão. Vamos falar sobre tipos de veneno. Eh, todo sapo tem veneno. Todo sapo tem. Por que, vou dizer? O que que é o veneno pro sapo. Sentar aqui, por favor. O que que é o veneno pro sapo? sapo, o veneno pro
sapo, ele é o mecanismo para poder se livrar de parasitos, basicamente. Ah, não, não necessariamente predadores. Não, não, não necessariamente para predadores. A primeira, assim, a primeira função que é tirar inseto de cima dele é tirar, por exemplo, fungos. Você imagina um bicho que tá muito associado à água, úmido o tempo todo. Então, é um canal para diversos fungos. Então ele tem é na pele, ele tem uma série de eh toxinas que ajudam ele se livrar desses esterilizam ele. Esterilizam. Exato. Esterilizam ele. Hum. Então na sua grande maioria pro ser humano, tá OK? Tá OK.
Só que tem alguns que tm essa toxina muito elevada, especialmente alguns, esse grupo, por exemplo, dos dendropatírios, por conta da alimentação deles. Sabe uma coisa que eu sempre tive curiosidade? Uhum. Eh, viimexe aparece para nós nesses vídeos de rede social, TikTok, Instagram, eh, assim, os 10 animais mais perigosos, mais venenosos. E, cara, o sapo é tipo top dois, top três, top um em alguns lugares. O sapo realmente ele é tão venenoso assim ou é coisa de de rede social? Depende da espécie. Não, não. Tipo, eles colocam lá, tipo assim, espécie fulana de tal, eles vão
botando lá, tipo, cobra, escorpião, fulano, aí tá lá a o a a o sapo tá tem uma espécie de sapo lá que tá entre os top três lá, cara. Exatamente. Por isso, é muito dependendo. Esse esse grupo aqui que são esses sapinhos coloridos, que são sapos de de hábito diurno, tá? São sapinhos de hábito de urno. É sapo de dia. Então você aí eu te pergunto o seguinte, porque você vê, você enxergou ele rápido, né? Rápido. Isso. Por quê? Porque ele tá todo no branco aí. Não, ele tá ele tá no verde e no marrom.
E a cor dele é, qual é a cor dele? Que cor é essa? Amarelo. Amarelo. Um amarelaço. Por ele não vai pular aí não. Um filho da mãe teria cor amarela, limão ou vermelho ou azul brilhante. Se tá num ambiente que é verde e marrom. Por quê? Se destaca. Porque e por que eu quero se destacar? Eu quero normalmente sumir. A maioria dos outros animais. Ó, as cobras somem. Você não enxerga? Verdinha, marrom, e elas somem, tá? Isso chama-se cor aposimática. É uma cor que é de propósito para chamar atenção. É que nem a coral
verdadeira, vermelho. Isso que significa? Prestem atenção em mim, eu sou perigoso. É exatamente o contrário. Eu não quero desaparecer, eu quero aparecer. Se eu quero aparecer porque você vai estar amar. Eu tenho força para isso, tá? É que você vai numa, você vai numa, na mata e você vê uma planta cheia de frutinho vermelho e tem macaco, tem passarinho, aí você fala: "Porra, ninguém tá comendo essa merda aqui, tem algo errado". Genial, cara. Genial, né? Entendeu? Tem algo errado aqui. Então, exatamente isso é a mensagem que ele passa. Ele quer chamar atenção, especialmente que são
bichos de hábito de urno. Então, assim, brilha no meio da floresta um cara desse. E ele tem essa intenção. Então, ele pertence a um grupo dos dendrobatidos que tem várias espécies diferentes, tá? Algumas delas muito muito tem um cara tá terríveis que é na Colômbia que é usado na ponta das flechas dos aborigensions lá para poder caçar macaco. P dá uma com dado, dá uma dardada, o macaco cai lá de cima na hora, mano. Já era. Teve pesquisador que já morreu com isso aí, já morreu. Terríveis é o nome do cara. Teve pesquisadora e aqui
no Brasil inclusive que já morreu com por quê? Porque a toxina passa pela pele transdérmica. Agora, por que esse então tá aqui? Porque esse não está, ele tá no estágio onde ele não tem pessoa. Tá bom? É veneno, desculpa. Tá bom. Que este é uma espécie que tem um veneno menor, mas mesmo assim ele tá desprovido de qualquer veneno. Por quê? Porque o alimento dessas dessas o de onde vem a toxina deles? vem de alcaloides da formiga. Tem deadas formigas que eles comem que tem esses alcaloides que se acumulam no organismo deles, quimicamente reage, se
transforma numa substância venenosa. Ou seja, ele não tem aí o princípio ativo. Exato. Para, ele não tem aí a matériapra para construir a o veneno. Cri, ele não cria, ele não cria. Você botou ele no lugar, pronto. Então tá inibida a produção de veneno, mas ele tem essa capacidade. Exato. Você pode pegar na mão, colocar na boca, colocar o o Julião colocou até no boga dele e tudo não tem problema. Mentira. Nem conceirinha. Mentira. Nem conceirinha. Mentira. Foi na boca. Uma pergunta importante sobre esse bichinho aí. Foi na boca. Sobre esse sa alguém colocou na
boca. No boga antes. Achou que era um ovo. Ele achou que era um ovo. Uma pergunta importante sobre esse sapinho aí. Esse sapinho num ambiente, esse é dele mesmo, tendo acesso às formigas, tendo acesso aos alcaloides, que são as matérias primas paraa produção de veneno. Esse cara é um cara que sobrevive na natureza e a galera e os bichão morrem de medo dele. Ninguém vai para cima dele, não. O veneno tá na na superfície da pele dele ou ele ou ele Não, não tá na superfície da pele. É verdade que tem sapo que joga o
veneno assim, que o pessoal fala joga de longe. Tem uma espécie que faz, não é comum, mas não é comum, tá? E mostra assim, fil. Não, não, não. Só com ação mecânica, a maioria. Ou seja, é como se fosse uma um como se fosse um uma squeeze. É, você aperta ele. São vários porinhos que tem. É uma bolinha que fica, mas tem que apertar. Exato. Isso. Squirt. Ah, lá os cara rindo. Os cara esses cara. E esse bichão aí? Ah, esse já é o Pac-Man, mano. Esse o que vier ele manda para dentro. Esse ele
manda para dentro. Olha o jeitão dele. Ó o tamanho da boca dele. Ol como dá volta aqui. Mano, vem cá. Esse bicho é muito primata porque ele tem muito cara de ser velho, né, cara? De ser assim antigo na natura, cara. Não sei. A, não tem estudo sobre isso. Os anfíbios são os primeiros seres a pisar a terra, né, cara? Mas não sei essa espécie em particular, né? Isso, como eram. Mas eu imagino se eu fosse imaginar os primeiros anfíbios, eu ia imaginar caras que nem esse papões mesmo, cara. Papões é, entendeu? Esse aqui parece
de videogame, isso parece mais moderno, sabe? Anfíbios que nem o dendrobate são anfíbios mais modernos. É que nem as serpentes peçonintas, são mais modernas. As mais antigas são essas aqui, esses bicho bruto que enrolava, que comia. Eu acho que era na antiguidade era isso, né? Os tempos mais remotos eram bichos mais violis assim brutos, entendeu? Não tenho tantas tantas especialidades, toxina, coisa. Isso foi uma coisa que foi vindo depois na evolução. Era um bicho bruto, cobra que nem essas pitons, bicho bruto, pesado, que morde, enrola, engorda e engole. Esses bichos aqui com esse com bocão
desse aqui. Esse bicho tem uns dentes serrilhados. Hora. Ó o tamanho da boca dele, ó. É enorme a boca dele. Caramba. Põe o dedo aqui. Pode pôr. Enfia o dedo aí. Isso aí, ó. Libant aí, ó. Lá. Ai [ __ ] que barato. Que top, mano. Ele vai que vai. Vai que vai, mano. Esse cara é larga. Ele fala assim: "É meu isso aí dá para mim. Tem que alimentar ele com a piz ele cola no teu dedo para tirar. Pronto, pronto. Foi. Ele dis que eu te amo, filha da [ __ ] Esse cara
é [ __ ] meu. Sem medo feliz de novo. Não, vai lá, vai lá, vai lá, vai lá. Às vezes só de ficar esfregando na na frente da boca dele já pega já. Isso. Retinho assim, ó. Olha forte. Até duro, velho. Ele enche. Vai tiozão. Vai tiozão. Vai tiozão. Vai. Não quis cara, ele é fresco. Tá vendo? A não quis não, tio. Ixi, mordeu. Meiscou. É interessante. Parece que tem um ossinho ali, né? Você sente os dentes dele? Mas ele tem, ele tem dente. Tem dente. Esse cara, esse cara é danado, mano. Tem dente. Que
bonitinho. Quer d um beijinho? Não, tá daí. Já é demais, né, cara? Aí você tem o que que você tem mais aqui? O pipa. Pensa no bicho gosmento, ó. É uma cola. Você percebeu? Ó, maí. Põe em mão. Põe ó, ó, ó, ó, ó, ó. Ouve o barulho. A língua dele é uma cola. Ó o dedo como cola, ó. Caramba, cara. Tem que ser pegajoso porque a língua é pegajosa. Porque ele pega o inseto, pega o inseto, inseto não escapa, tá? Uma cola, seu adesivinho. Parece um adesivo. Que interessante. Canibalismo. Eles comem tudo. Passar na
frente, até canibalismo eles fazem. Cheiro. É mesmo, cara. Não tá nem aí. Cheiro desde girino. Já. Os girinos tem que separar, senão eles comem. Não tem cheiro. Cheiro todos. Nada. Mas é uma cola. É interessante você consegue entender porque às vezes eles pegam o inseto, o inseto tipo assim, pô, o inseto não escapa da boca dele, não consegue escapar, tá grudado, cara. Oe, encosta no inseto e traz trás. Caraca, que legal, cara. Ele foi tomar um banho, ó, a piscina. Ele falou o quê? Beijei esses cara mordi nem por onde eles passaram. Lavar a gente
deixou me lavar. A gente achando que a gente ia ter nojo dele. Ter desgraçado. O problema é que ele mordeu o dedo do Júlio. Eu acho que de desse sapinho vai virar um sapo curu. Vai sair de forte. Sapão curu. Será que ele vai pegar sapinho do seu dedo? Vai virar um sapo boi. Diferença entre sapo e reperereca. Vamos lá. Diferença sapo perereca. Esse é um sapo. Dentro da minha ignorância, vamos dizer assim, tá? Dentro da minha ignorância. Tá, vou falar uma ignorância aqui. Perereca e vive mais na água esse bicho. Quando falei perereca, tô
quieto. Você tá indo? Eu só tá indo, mano. Eu só tô escutando o tiozão na chamada oral. Nossa, vai lá. Perereca vive no pântano. Vi mais na água, no pântano, nesses lugares. Tá. Sapo eu já vejo mais em Pior que não, porque você vem que tá car, não tenho noção da diferença. Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Isso é legal. Isso é legal. Aqui a ruaaceira, tá? Esse aqui é um sapo, tá? Tá. O que que ele tem? Tira um pouco daqui. Isóal. O que que ele tem aqui? É, ele é um ele é Ele
tem uma pele mais áspera. Sim. E ele é um bicho terrícula. O sapo normalmente é um bicho mais terrícula. Ele tá menos vinculado à água, tá? Então você vai encontrar o sapuru. Tanta forma era o que eu imaginava mesmo, tá? Então ele tá mais vinculado à terra. Então ele, quando você olha, por exemplo, as patinhas dele, ó, você vai ver que não tem membranas. Por isso que em época de muita chuva você vê muita perereca. Não, calma. Vou chegar lá. Vou chegar lá. Inclusive sapo porque tem alguns, por exemplo, esse fica seis meses enterrado. Daí
tem algumas espécies, não esse, mas tem alguns que seis meses enterrado. Não, na Paraíba tem tem um parente desse aqui que é o mesmo gênero, mas outra espécie que fica seis meses na água. Eu já fiz experimento porque o cara sabia, ele tinha um lugar onde sabia que eles estavam enterrados porque era uma um recinto lá, ele sabia que estava enterrados. Eu joguei água em cima, ele achou que a chuva chegou, sai pr ele caba, ele fica seis meses baixa o metabolismo esperando a água. Então é essa, esse mesmo gênero, só que outra espécie que
é que existe lá no nordeste. Esse também é do lugar á. Esse aqui é Ah, esse aqui é el pega cerrado brasileiro e tchaco. É, mas será que ele se enterra também na na época? É, se enterra também. Então assim, eh, você olha para ele, ele não tem membrana interdigital. Vind que são pequenas membranas interdigitais por isso significa que ele não precisa, não tem não precisa nada um leme para nadar. A rã é diferente. Você sabe aquela que você viu lá, falou que bicho na foto que é bicho aquilo é uma rã. Então a lã
se você abrir, né, você vai ver bem digital porque ela muito mais aquática que esse aqui, certo? E a perereca é a que gruda. Hum. Pronto, grudou. É perereca. Tá na membrana digital e e pele bem lisinha. Ran. Aquela que se vende em restaurante é RAM. Ran. Isso. Por isso que eu achei que a gente tem aqui, porque é um bicho doméstico. Ele não é, você pode ter em casa, se você quiser ter uma rant, você não precisa de documento, não precisa de nada, porque é um bicho não, porque é um bicho que é recurso
alimentar. Já, apesar de ser americano, igual frango. É, exatamente. É um bicho doméstico. Exato. Entendi. É um bicho tá na cadeia alimentar humana. Exato. Tá, cara. Já comi carne de rã. É muito boa. Tá muito boa. Você não sabe nem de tr se é frango. Exatamente. Nunca comeu, Jo. Bom pra caramba, velho. Eu nunca comi. Comi numa, comi em Cuiabá uma vez um fui fazer uma presença ali, foi lá numa tirar foto com a G. Cuiabá sempre tem umas caras diferentes. Eu comi jacaré em Cuiabá. Comi jacaré também em Cuiabá. Outra coisa importante, já que
falamos de anfíbios, pra gente encerrar a questão de anfíbios, é a questão de respiração. Eles tm dois tipos de respiração. Ele tem uma respiração cutânea pela pele, além da pulmonar. Você tá vendo que ele fica sempre aqui, aqui? Essa é a pulmonar. E ele tem uma cutânia, ele respira pela pele. Por isso que se você, por exemplo, passou algum repelente na mão e você vai tocar um bicho desse, você pode você pode intoxicar esse cara. Uma última pergunta. É, eh sempre a capacidade de de consumo de oxigênio desses animais mudam muito. O que eu quero
dizer com essa pergunta é eh entre eles existe uma capacidade grande de não respirar? O ser humano, por exemplo, não consegue ficar 3 minutos aí sem respirar aí que já começa a ficar feio o negócio. Existe algum desses cara, ele tem uma capacidade absurda de ficar sem oxigênio até até pela questão de respiração cutânea, então eles podem fazer troca com o meio ambiente, entendeu? Então sim, eles podem ficar mais, são muito mais resistentes, vamos dizer, podem ficar depende tudo depende de espécies também, mas sim. Uhum. Pode sim. Agora de uma coisa que eu acho assim
super interessante, ó. você que é o nosso biólogo, tá? Você é o biólogo do nosso canal, pelo amor de Deus. É isso. Comparado a esses vários e vários animais que nós temos, retira a inteligência, retira o desenvolvimento mental. Em que escala você acha que is humano no que diz respeito à resistência física e à natureza? Se não fosse profundo inteligente propada aos animais baixa ou alta? Baixíssima. Baixíssim. Horrível. Baixíssima. Baixíssimo. Horrível. Não sei. O nosso diferencial é só o cérebro. Só. É isso. A nossa capacidade de criar. Se fôssemos eh cachorros de cérebro tava perdido.
Nós não temos capacidade para de sobrevivência de contra qualquer pega um um animal mais. Nós não temos. Nós estamos mais adaptados que a gente. Começa já por bactéria, né? A gente tem muita sensibilidade pro bactéria, né, cara? Você nós o que o que diferencia? Claro que mudou muito a questão de conceito, porque antes qual era o como eh o como a gente nós somos animais, né? Reino animal, né? Nós somos primatas, né? A gente se coloca em outro lugar, mas nós somos, fazemos parte do reino animal e somos primatas, né? Temos 98 ponto não sei
quanto por co de DNA que de um gorila, de um chimpanzé, enfim. Mas qual foi o grande mote? como que a gente se diferenciava e pra gente poder falar isso, um ser humano é diferente dos outros, mais o quê? Na capacidade de uso de ferramentas. Sempre foi esse o grande argumento. E hoje você vê, por exemplo, um corvo usar uma ferramenta, você vê, ele pega um penal de pau e é inteligente para resolver problemas usando ferramentas um chipanzé, um beb um. Então assim, já caiu essa essa nosso porquinho aqui pegou o travesseirinho, foi batendo para
fazer uma rampinha para fugir do do negocinho. Exato. A pig, né? A pig. Ela foi batendo, batendo, batendo, batendo assim, ó, na na no no travesseinho que ela tinha. Inclinou e falou: "Agora é a hora que o ZPO, ó, usou uma ferramenta". Então, se não fosse o nível, a capacidade que nós temos cerebral nossa de usar o cérebro, sim. Já podia ter até acabado a espécie. São muito fracos, mano. Muito fracos. Já tinha acabado a espécie. Já tinha acabado. Interessante essa pergunta, né? Para entender eh assim como é a capacidade adaptativa dos outros animais e
a única coisa que nos faz ser o líder absoluto do reino animal. É a até porque quando a gente fala do Neandertal, ele tinha 50% mais de força que o ser humano. Sim. Mas ele não viu que você sabe que não consegue. Você acha que você acha que o homos erectos, o nosso o nosso primeiro ancestral, o primeiro, você acha que os os eh os nossos antepassados eh não deram uma fornicada eh com um tal? Olha para você, por exemplo, você tem traço? Não, eu eu na minha escola um dos Não, isso não é ruim.
Por que tá rindo? Não, na minha a minha escola isso não é ruim. Na escola pública, padrees greve um dos filmes que eu acho mais interessantes da minha vida, A Guerra do Fogo. A Guerra do Fogo. A Guerra do Fogo. É 3 horas de filme. É sensacional. Um filme mudo. Vocês já devem ter assistido. Quem não assistiu precisa assistir. Que mostra a fase de transição do Under Nandertal pro Homerctus. Nós superamos eles. E nós superamos ele exatamente pela capacidade que nós tínhamos de a mulher ficar cuidando da cria enquanto o macho saía para É meu
orgulho caçar. caçarul, enquanto que o neandertal, a fêmea e o macho saíam para caçar e largavam a cria a deriva. E aí você se tornava presa fácil pros outros animais. Tem orgulho do Julião? Eu tenho orgulho para [ __ ] Julião. Não, não. E no filme mostra exatamente os o os jáomorctos levando os neandertais para casalarem com as mulheres maiores. Ou seja, desde aquela época o homem já tinha ambição por glúteos grandes e a mulher já tinha ambição por ter glúteos grandes para poder se tornar mais atraente. Então, tudo explicado através da evolução do homem.
O que que acontece nos dias de hoje? Os nandental de olho na [ __ ] Não, os os os erectos, os homens, eles estavam errecos para as colocam para para poder fornicar com as as melhores fêmeas da época, né, para poder, sei lá, eles verem, não sei se eles tinham prazer com aquilo, mas para poder fazer filhos mais fortes. Tá piorando a situação. Dá para traduzir isso que ele tá falando? Pode ser isso ou pode ou sim. Não, mas pode ser o contrário. Se eu fosse líder do grupo, eu ia pegar as fêmeas nandertal para
copularem com os machos erectos. Sim, mas não na na no filme é eles pegam os machos machos para pegar os erectos. Então mostra ali nítido na cena e os os os os os neandertais pegando as as fornicando mesmo. Que filme tu viu, cara? Ah, era Guerra do Fogo, então. Mas você sabe porque isso não faz sentido? Não, mas então, mas sabe por que isso não faz sentido? Tava bem nessa parte. Eu tô te falando que eu tenho certeza. Você vai colocar um cara maior porque que vai nascer no no você vai pegar com cavalo funciona,
mas é que nem você colocar num um cavalo numa jumenta, porque a jumenta é menor. Então para ela receber um cavalo maior, que que vai nascer ali? Vai nascer um bicho maior que talvez ela não dê conta. Que de bengal? Nossa, partir para outra coisa. Quinta série é [ __ ] mano. Não dá. Quinta C. Quinta C. O de quê? Do cruzamento de quem? Esse vai ser o próximo vídeo nosso, porque um dos animais mais interessantes que existem é o cavalo. Quando eu falei que você tirando isso, tirando aquilo, acho que te chegar a um
ponto que eu ia falar para você, o cavalo. Não existe ser mais energético no planeta do que o cavalo. E eu quero que a gente, eu queria que você passasse um dia de tratador aqui com a gente para você poder sentir essa energia. Se você tratar ele da forma, ele é muito sensitível, tratar ele da forma errada, ele vai te tratar da forma errada também. Ele tem capacidade. Nossa, cavalo bicho muito forte. Sim. O cavalo morde, cavalo da coice e da man notada. Não, ele é não tem como e ele é reativo, né? Mas você
vai ver se você tiver na frequência certa, o cavalo diz que tem a frequência dele e a frequência do amor. Eu não sou desses cara. Você sabe que eu não sou, não sou, né? Você entende o que eu quero dizer? A frequência do amor. Ele tem a frequência do amor. Acabar um animal muito sensível e você vai ter uma experiência do [ __ ] Vocês vão vão fazer o dia de tratador aqui. Vocês vão ver como é entrar na baia sem medo dele, se relacionando com ele, limpando a merda dele, é, pondo ele pondo a
comida, pondo a água, escovando o cavalo, cuidando do animal. Cara, vocês vão ter esse prazer dessa boa, ele deixando isso e você fazendo e você tendo na frequência dele, vai deixando tudo numa boa, né? Se ele sente, ele tem muito, mas isso é muito de animais, cara. Muitos. Os animais têm essa frequência. Se você entrar com um cachorro aqui, entra numa vibe diferente, o cachorro já sabe porque ele Você sabe qual o primeiro sentido do cachorro? Sobrevivência. Não, do sentido. O fato. O fato. É a primeira coisa. Ele sentir. Você saber que o medo tem
cheiro? Sim. Adrenalina tem cheiro. Eu assisti isso no olhos famos. Estamos bons. Medo tem cheiro. O Júlio foi para lá sozinho, sentiu medoquela hora. Não, aqui foi um peido, filho. Eu zolei medo. Tá isso, pessoal. Mais uma aula aí com o nosso querido Richard na casa dele, irmão. Sempre alegria, ter você é seu fã, velho. Todo mundo desde criancinha aqui. Todo mundo desde criança. Todo mundo assistiu você aqui de criança. Eu lembro, eu lembro. Era criança. Eu vi o Richard já na TV, cara. Você lembra, tiozão, chegou uma senhora para mim esses dias essa coisa.
Ela ela tava do lado, o cabelo nem branco era aquele roxo que já usa já pinta roxo. Ela falou: "Não, eu sou fã de sua desde que era criança". Falei: "Desculpa, senhora, mas aí a senhora pegou pesado". Foi mal aí. Beleza.