Olá, pessoal. Tudo bem com vocês? Hoje nós vamos paraa nossa aula sobre qualidade de vida nas organizações.
É um prazer tê-los aqui [Música] comigo. Então pessoal, essa é a nossa web aula de número cinco, que nós vamos falar sobre a qualidade de vida nas organizações. Bom, primeira coisa que eu gostaria, né, que eu vou discutir com vocês, na verdade, tá ligado, é, a em relação ao papel que o trabalho tem nas nossas vidas.
Então você já deve ter percebido o quanto você passa no seu ambiente de trabalho, né, na maioria das vezes, eh, quanto que você tá investido, eh, relacionado ao trabalho. Tem uma frase bem interessante, né, que fala: "O trabalho é fonte de identidade do ser humano". Tá bom, pessoal?
O que que isso quer dizer, tá? Eh, quer dizer que aquilo que nós fazemos profissionalmente, tá certo? É algo que nos o quê?
Caracteriza, tá certo? Então, veja o que nós fazemos, tá? É um representativo paraa sociedade, tá joia?
Das nossas o quê? Expressões de competência. Tá joia?
Então, nós temos que nós desenvolvemos determinados comportamentos dentro do ambiente de trabalho pelos quais nós gostamos de ser o quê? Reconhecidos. por exemplo, assiduidade, eh, atendimento aos prazos, prestesa no atendimento dos clientes.
Então, eh, a forma como nós estamos desenvolvendo o nosso trabalho é uma forma que nós somos vistos pela sociedade, tá? Ah, professor, mas tem aqueles que gostam de ser visto como espertalhão. A gente viu, vocês já viram na discussão sobre cultura, aqueles que gostam de levar vantagem em tudo.
Então, veja, cada um é vai ter aquilo que vai buscar, né, eh, explicitar a sua identidade. Bom, não sei se vocês já viram, né? Nós temos aí uma divisão das horas do nosso dia.
Então vocês têm, todos nós temos um dia com 24 horas, tá? Dividido de que forma? 8 horas você vai trabalhar ou vai estudar, 8 horas você vai dormir e 8 horas você vai ter o seu lazer.
A minha pergunta para vocês é: o seu dia está distribuído dessa forma? Sim ou não, pessoal? Bom, eu acho que a maioria respondeu não, né?
Ou seja, o nosso dia não está distribuído dessa forma, tá? Vocês lembram do filme eh Tempos Modernos? Quem não assistiu ou quem já assistiu há muito tempo e já esqueceu, a minha sugestão é que vocês façam o quê?
Assistam novamente, tá? Que vocês preste atenção no quê? nos detalhes.
Bom, essa é uma figura, uma imagem, né, que mostra a integração do sujeito com a máquina. Então, o Charles Chaplin faz parte daquela máquina, tá certo? Ele, né, de tanto se impregnar do trabalho, ele já não se dissocia uma máquina em funcionamento, tá?
Professor, mas isso nós não podemos afirmar que existe nos dias de hoje, porque o nosso trabalho é muito mais intelectual, então nós não temos, né, assim, eh, tanta operação de máquina, tá, pessoal? Vamos supor que você trabalha que você trabalhe em um escritório de consultoria na área de gestão de pessoas, tá? Veja, você não vai fazer parte da engrenagem porque não tem.
Mas será que a gente poderia imaginar que uma forma atual de que aconteça a mesma coisa que tá acontecendo com Charlie Chaper ali, seja em função da tecnologia que nós dispomos, tá certo? Então, o que que nós temos aí, né? Hoje você vai para casa tarde, você mantém contato com as pessoas da sua empresa, você resolve questões quando você tá de férias, eh, final de semana o trabalho continua, joia?
Tô levando pro extremo, tá, pessoal? Mas veja, existem várias formas de eh fundir a pessoa ao seu trabalho, tá? O exemplo aí foi um telefone, né, um smartphone em que a pessoa tá respondendo mensagens, tá certo?
E isso ocorre o quê? O tempo todo. Então, a tecnologia quando surgiu, né, a tecnologia da informação e comunicação, quando ela surgiu, o prometido era que nós teríamos mais tempo livres.
Só que não foi isso que aconteceu, tá? O que aconteceu é que o trabalho praticamente inundou a vida de muitas pessoas, tá certo? Então, muitas pessoas que antes cumpriam seu horário, hoje elas estão o quê?
Trabalhando dentro e fora da organização, cumprindo o seu horário e ainda atendendo a demandas extraordinárias. Consequentemente, pessoal, se eu perguntasse para muitas pessoas como está, né, a divisão do seu dia, será que algumas diriam que tá tudo voltado pro trabalho? Ah, professor, quando dorme não trabalha.
Tudo bem, mas veja, a pessoa acorda trabalhando e vai dormir o quê? trabalhando, dorme com telefone do lado, porque se precisar responde, tá joia? Então, pessoal, eh, ou seja, o trabalho, muitas pessoas estão eh fundidas com seu trabalho, certo?
Elas entendem do quê? daquilo que elas fazem, daquilo que elas expressam no trabalho. E esse é o padrão de vida que eles buscam, tá?
É lógico, pessoal, que nós temos aí um mundo perfeito, tá certo? Aí o mundo amarelo, azul e vermelho. Vermelho ou verde.
Então nós temos essa divisão aí bonitinha, três, tá certo? Quando, né, chegamos ao extremo, que é somente o quê? O trabalho, tá certo?
E lógico, seu dia pode estar posicionado em qualquer ponto desse aqui, um contínuo. Professor, eu não trabalho 24 horas, mas eu trabalho 16 horas. Então, só sobra o quê?
o tempo para dormir. A pessoa, mas eu trabalho 16, ainda vou paraa academia. E então sobram 7 horas, 6 horas para você descansar e ter o seu lazer.
Joia? Bom, vamos considerar que a academia também pode ser um lazer, né? hoje em dia muito mais uma questão de obrigação com a saúde.
Então, pessoal, eh nas organizações nós temos encontrado muitas situações como essas aí, tá joia? Mais pro lado de quê? Pro lado todo amarelo do que pro lado tricolor.
Então, faz parte, né? está fazendo parte cada vez mais eh essa estrutura da forma de funcionamento das organizações, tá, pessoal? Consequentemente, tá certo?
O que que está acontecendo com as pessoas? Adoecimento, tá? Eu botei ali em vermelho para chamar bastante atenção.
As pessoas estão ficando doentes, não é? As pessoas estão perdendo o prazer em fazer as coisas do dia a dia. Joia?
Veja, nesse contexto todo surgiu o quê? surgiu a ideia de que nós precisamos cuidar das pessoas que trabalham na nossa organização. Então, veja, se as pessoas estão doentes, as organizações também estão doentes.
Aquelas pessoas, a gente já falou isso algumas vezes, elas são detentoras de todo o conhecimento daquele funcionamento da organização, do seu trabalho. Tá joia? Ah, professor, mas demitiu, substituir.
Entendo, eu concordo. Ninguém é insubstituível, mas o tempo que vai levar para fazer uma substituição em função de um atestado médico, em função de um absenteísmo, em função de um desligamento, pode significar muito pra organização. Então, as organizações começaram a ficar atentas ao quê?
Há essa possibilidade de adoecimento, tá joia? Que pessoas estavam adoecendo, tá joia? Veja, quando a gente fala do conceito de saúde, nós já vimos, né, em outra disciplina, não nessa, se eu não me engano, caso você tenha feito gestão de pessoas, eu devo ter tocado no assunto ou caso contrário, a gente vai discutir agora.
Nós temos um conceito da OMS que traz eh uma amplia o conceito de saúde. Se antes esse conceito era visto somente do ponto de vista orgânico, físico, tá joia? Hoje nós entendemos que existem outras dimensões que precisam ser o quê?
Precisam ser tratadas. Então você imagina, eh, uma pessoa quebrou uma perna, tá joia? Uma fratura exposta, aquilo se torna o quê?
Visível. As pessoas estão vendo. Tá bom?
Mas e se uma pessoa tá sofrendo bullying, tá joia? Que tem impacto na dimensão social e psíquica, tá? Às vezes passa que as pessoas não vêm, joia?
É um sofrimento calado, é um sofrimento que constrange e que a pessoa entende às vezes de uma forma errada que se eh calar pode ser o melhor, mas não. Aquela pessoa tá sofrendo e com certeza ela precisa de ajuda. Então, a OMS integrou na definição, conceito de saúde que nós temos a dimensão física, ela permanece, ela é importante, tá joia?
Nós temos uma relação social, nós somos seres sociais, tá joia, pessoal? Então, vocês são nós somos seres sociais que nos agregamos. Nós temos a turma do futebol, a turma da igreja, a turma da faculdade, a turma da escola, do pessoal que estudou com a gente.
Então, todo esse contexto é um contexto de relação quê? Social, em que as pessoas vivem eh de uma forma que elas trocam, né, conversam com outras pessoas. Joia.
Bom, e a dimensão psíquica tá ligada ao quê? tá ligada a toda a interpretação que nós temos das nossas o quê? Experiências.
Joia? Então, todos nós, desde o momento que temos aí uma consciência de vida, ou mesmo que não tenhamos a consciência de que estamos vivos, mas que a nossa consciência começa a captar eh questões ambientais, mesmo dentro do útero, nós já criamos nossas o quê? Experiências, tá certo?
Então, podem ser experiências, terão experiências traumáticas. Todos nós temos, pessoal. Não tem como fugir disso, tá?
Pode até ter sido quando você nasceu, você sentiu aquele vazio no seu estômago e não sabia o que que era. Achava que ia morrer. A sua vida tava em risco, mesmo que você não tivesse o conceito de morte.
E aí você chorou e aí aquela situação passou, tá? Então veja, são eh vários, né, possibilidades que nós temos de trauma, mas também, pessoal, nós temos experiências boas, experiências significativas, experiências que ressignificam o passado. Tá?
Então, nós somos esse com eh eh a integração entre o quê? Esses essas três dimensões. Joia?
Se você não tem vida social, joia? Isso vai te trazer mal-estar. Se você tem uma visão negativa de si, uma visão pessimista da vida, isso vai te trazer mal-estar.
Veja, não tô falando aqui que todo mundo tem que acordar e falar assim: "Ó, que lindo o Celta azul". Não é isso? É reconhecer que todos nós temos dificuldades, mas que também eh para algumas dessas dificuldades nós temos condições de enfrentá-la, tá bom?
Eh, todas serão superadas, não. Tá bom? Então veja, ninguém tá falando aqui de um mundo perfeito, daquela, entre aspas positividade tóxica que a gente fala que o mundo é perfeito, você é que precisa mudar.
Então não é isso não, tá? Então nós temos esse conjunto dessas três o quê? Dessas três dimensões, tá joia?
Que fazem com que sejamos quem nós somos. Tá bom? Bom, pessoal, então a gente tá falando aqui desse ambiente que tem provocado o quê?
Eh, algumas dificuldades com relação a ao desenvolvimento das pessoas, tá? Veja, eh, que tem causado danos a uma dessas três o quê? dimensões e pensamos que as organizações para evitarem esse adoecimento, elas devem se responsabilizar pela situação.
Joia? Então veja, é importante que o que seja feito, que sejam tomadas as providências, né, dentro de um limite de possibilidade para que eh as pessoas sejam eh acolhidas, tá certo? Eh, sejam respeitadas no ambiente em que estão vivendo.
Joia? Bom, então vamos falar do conceito, né, de qualidade de vida. Eu trouxe aqui alguns conceitos complementares, tá certo?
Deixa eu sair daqui da tela. Bom, pessoal, esse é Limão de França. É uma das pessoas que mais discute sobre qualidade de vida no Brasil, tá certo?
Eh, nós tivemos um primeiro pesquisador internacional, Watson. Nós vamos ver mais na próxima aula. E temos, né, a Limões de França, que cuida, né, ou seja, discutiu muito sobre esse assunto aqui no Brasil, certo?
Então, ela fala que a qualidade de vida, tá, no trabalho é um conjunto das ações de uma empresa no sentido de implantar melhorias e inovações gerenciais. tecnológicas e estruturais no ambiente de trabalho. Pessoal, vocês vão ver que tem eh conjunto de palavras sublinhado e tem uma outra palavra sublinhada.
Ações de uma empresa. Que que e que que isso quer dizer, pessoal? Tá joia?
Quer dizer que é necessário colocar a mão na massa. Joia? É necessário colocar em prática o quê?
As mudanças, tá joia? Então, eu preciso de ações, eu preciso efetivamente agir e implantar, tá joia? Que dá uma continuidade desse agir.
Eu tenho que tornar aquilo que é possível, tá joia? Aquilo real, de uma forma real na organização. Tá bom?
Como a gente já discutiu, o mundo perfeito não vai existir. Bom, mas nós podemos buscar um melhor ambiente de trabalho? Sim.
Tá joia? Bom, vamos ver o outro conceito. A expressão qualidade de vida tem sido usada com uma crescente frequência para descrever certos valores ambientais e humanos que foram negligenciados pelas sociedades industriais em favor do avanço tecnológico, da produtividade e do crescimento econômico.
Pessoal, por muito tempo, a joia, se a gente pega a século passado, principalmente, o ser humano tava de lado, tá certo? Se adoecesse, o que que eu fazia? Eu contratava outra pessoa, tá certo?
E o outro lá que se resolvesse, né, a sua vida. Veja, eh, hoje em dia se tem uma noção maior de que as pessoas precisam ser eh respeitadas, atendidas nas suas necessidades, certo? para que elas possam ter uma melhor produtividade.
Bom, então veja, eh quanto mais eh essas pessoas forem cuidadas, maior será possivelmente uma produção de uma organização, tá? Se vocês quiserem pesquisar sobre o assunto, né, podem pesquisar sobre felicidade, né, e produção. Joia?
Eh, pessoas felizes produzem mais? Vocês vão ver que sim. Joia.
Isso é possível. Quer dizer, isso é possível, não, isso é o que acontece, tá bom? Temos outro conceito, tá?
Ah, esse daí, esse conceito que eu acabei de ver com vocês foi do Walton, tá joia? De um dos primeiros pesquisadores na área de qualidade de vida. Isso em 1973, tá, pessoal?
A Limão de França é mais recente, tá bom? Trata-se trata de da experiência emocional da pessoa com o seu trabalho no momento em que tantas mudanças sociais e tecnológicas se instalam de forma intensa e acelerada. Pessoal, o que que a gente tá falando aqui?
As mudanças, como nós vimos na unidade anterior, elas simplesmente estão o quê? acontecendo. Elas não estão batendo a nossa porta e perguntando: "Podemos mudar?
" Não, elas simplesmente acontecem, joia? E isso eh leva a organização a buscar eh novas formas de atuação. Sim, tá joia.
Mas veja, se as pessoas não forem comigo, possivelmente eu não vou acompanhar as mudanças. Joia? Então, nós vivemos, né, em um momento de intensa e aceleradas mudanças.
Joia? E as organizações precisam fazer o quê? Com que essas experiências sejam o máximo possível adequadas.
eh, agradáveis, tá? Porque não às pessoas que trabalham nas organizações, joia? Bom, eh, então esses são alguns conceitos.
Vocês vão ver que o que mais eh chama a atenção, sempre que a gente falar sobre qualidade de vida, ela tá ligada e a gente vai ter uma transparência um pouquinho na frente. Há uma questão subjetiva, tá certo? O que é qualidade de vida para um pode não ser para outro?
A organização assim precisa fazer o quê? Investigar. Não tem.
Eh, vocês já viram na prateleira um livro chamado Sete Passos para Ser Rico? Não sei se tem, mas imagino que se não tenha deve ter parecido. Aquilo ali tá te propondo que você siga um conjunto de regras, certo?
Que você vai alcançar o quê? A sua plenitude financeira, tá? Veja, isso não dá certo paraas paraas pessoas e não dá certo também para as organizações.
Não existe um modelo único de organização que nós podemos entender com falar assim: "Esse é o modelo certo e vai ser aplicado para todas as organizações". Não, não existe, tá? Vocês devem ter visto, né?
A gente viu falando sobre cultura organizacional, que cada organização tem o quê? a sua lógica, a sua forma de quê? De agrupamento, tá certo?
De comportamentos que são certos, comportamentos são inadequados. Então, eh, cada contexto vai demandar o quê? Uma, eh, um conceito de qualidade de vida.
Tá bom? Vamos voltar aqui. Bom, uma cronologia, tá certo?
sobre a o que que era, né, o que que buscava a qualidade de vida, né, trazia mais eh enfoque. Tá bom? Bom, de 1950 a 59, buscava-se o quê?
Uma segurança e saúde física dos trabalhadores. Tá joia? Era um momento em que nós tínhamos que nos nós nos preocupávamos com o aspecto físico, certo?
Segurança de trabalho, né? Para que não sofre nenhum acidente e saúde física, tá certo? E tem outro fator aqui, pessoal, que tá escondidinho, que é a o quê?
A ergonomia. Deixa eu ver se eu consigo mudar aqui, pessoal, só um instantinho, que é o quê? A ergonomia.
Joia? Que que significa ergonomia nesse contexto, pessoal? Significa que nós vamos buscar adaptar o trabalho ao ser humano, tá bom?
Eh, para quem é do curso de administração, tá certo? Já viu as teorias, né? as escolas da administração.
Para quem não é, pode dar uma olhada, né, estudo dos tempos e movimentos, qual a melhor forma, né, a mais rápida de produzir determinada coisa. Então, eu estava adaptando o trabalho às necessidades o quê? Humanas, tá joia?
Bom, de 60 a 69, tá joia? foi o início da teoria das relações humanas, né? Vocês já ouviram falar da experiência de Haltorner?
Para quem não viu, pode procurar, tá certo? é um experimento clássico em que eh pessoas foram colocadas numa sala e a luz foi, a intensidade da luz foi modificada e eles queriam eh verificar o impacto do ambiente na produção do ambiente físico, luz, cadeira, essas coisas todas. E aí, pessoal, a produção subiu.
Bom, foi por causa da luz, pessoal. Não foi porque aquelas pessoas se sentiram o quê? Observadas, pertencentes a um grupo e conseguiram fazer o seu trabalho de uma forma o quê?
Diferente, de uma forma melhor. Por isso que a gente fala o quê? Social.
Joia. Na verdade, isso foi, acabou sendo uma descoberta no meio do caminho. Joia, pessoal, de 70 a 79, nós tivemos programas de bem-estar, né?
Inclusive tem alguns questionários que perguntam as pessoas como que as pessoas se sentem em relação ao trabalho, tá? Joia? Equilíbrio entre a vida pessoal e trabalho.
Então, veja, na década de 70 já havia o quê? essa preocupação, tá bom? Então, essa preocupação não é algo de agora, é algo que já vem aí ao longo da nossa história, eh, chamando atenção.
Olha só, quanto que eu dou atenção para o meu trabalho e quanto que eu dou de atenção para a minha vida. Ah, professor, mas tem pessoas que fogem da sua vida para viverem o trabalho. Legal.
Bom, são casos que precisam ser o quê? Cuidados, tá joia? Eh, a gente vai entrar no mérito.
Porque que a pessoa fez ou deixou de fazer? Foi a estratégia que aquela pessoa conseguiu para poder, entre aspas, sobreviver, tá bom? Então não importa eh o porquê desse foco no trabalho, o que importa, né, só no trabalho, o que importa que isso precisa ser o quê?
Cuidado. Bom, bom, pessoal, de 80 a 89, eh, houve uma questão da integração da qualidade de vida com a produtividade e qualidade, tá? Nessa época a gente estava discutindo o quê?
Os programas de qualidade total, certo? japoneses. Então, a linha de produção, vocês viram isso na disciplina, gestão de processo, é processo e projeto, tá certo?
Lembrando aí da questão da produção, ela deveria ser o mais próximo possível perto da perfeição. Joia? Então, eu tinha lá eh quando aconteceu um problema, eu tinha que investigar, eu tinha que buscar uma solução para que esse problema não ocorresse novamente.
Joia? Então, era um sistema de produção, né? Veja o a qualidade total estava preocupada com a produção.
Joia isso porque foi antes da década de 80. Quando chegou na década de 80, as pessoas entenderam: "Olha, eh, para que eu tenha uma produtividade, uma qualidade, eu preciso que as pessoas estejam bem, tá bom? " Na, né?
Ainda na década de 80, gestão participativa e comunicação o quê? Interna, pessoal, a gente falou sobre, bom, a comunicação interna, ela tá ligada para quê? fazer com que as pessoas estejam cientes, tá certo, do que está acontecendo com organização.
Isso tá ligado ao que a gente chama da transparência da organização, o quanto ela é capaz de comunicar para os seus colaboradores suas metas, seus objetivos, os processos de mudança, que a gente viu que uma das questões mais importantes do processo de mudança tá ligado à comunicação, tá certo? E consequentemente uma gestão o quê? participativa.
Veja, se eu te escuto é porque você tem algo de interessante a dizer. E esse algo de interessante dizer, eu vou implantar, eu vou integrar ao sistema da organização. Se for só, pessoal, escutar por escutar, tá certo?
Não vai trazer benefício nenhum para ninguém da organização. Então, precisamos escutar e mudar. Tá joia, pessoal?
eh, que isso seria uma efetiva gestão participativa, né? E outra coisa, pessoal, as pessoas se sentem pertencentes, joia? Eh, as pessoas se sentem envolvidas, as pessoas se sentem responsáveis, tá?
quando há uma gestão participativa, quando as pessoas estão colaborando para um bem comum, para um bem coletivo. Bom, chegamos aí na década de 90, tá certo? E nós começamos a intensificar as questões o quê?
De saúde mental e estress ocupacional, certo? Então, começaram as associações entre as pessoas que estavam doentes, tá certo? E o trabalho das organizações.
Tem um livro do, esqueci o nome do professor que pergunta assim: "O trabalho enlouquece, tá certo? Ele é justamente nessa o quê? Nessa temática, tá certo?
" Bom, falamos também sobre a diversidade em inclusão, tá bom? Se você senta e discute com pessoas que pensam igual a você, a tendência é que o mesmo jeito de funcionar exista sempre, tá certo? Porque você só se relaciona com pessoas que têm o mesmo ponto de vista que você.
Se você tem um ambiente diverso, você começa a fazer o quê? A ter questionamentos. Veja, pessoal, questionamentos não quer dizer que seja ruim, joia?
Questionamentos são feitos para que nós possamos pensar além daquilo que nós estamos vendo, tá bem? Então, lembrando sempre, né, eu sempre falo pros alunos que uma dúvida é muito importante, tá joia? Uma dúvida vai trazer à tona novas ideias, tá certo?
Uma coisa é você tá sentado no seu cantinho com a sua dúvida e essa dúvida vai morrer por você. Outra coisa, você colocar dúvida para discussão. Eh, ah, professor, mas tem coisa que eu não vou chegar uma resposta.
Concordo plenamente, tá certo? Eh, onde fica o fim do universo? Depois do fim do universo, eu tenho o quê?
Algumas a gente não vai ter resposta, mas nós vamos poder pensar sobre esses assuntos, joia. Bom, pessoal, na década de 2000, 2009, né, até 2009, eh, começou-se a pensar em home office, tá joia? Ou seja, os locais de trabalho se tornam o quê?
Diversos, certo? Então, foi um momento embrionário do que a gente viu na década de 20, 2020, tá certo? Eh, mas a tecnologia permitia que pessoas em diferentes lugares do mundo pudessem trabalhar de uma forma o quê?
Integrada. Ah, professor, mas nessa época não tinha uma internet como tem hoje. Verdade.
Sabe como é que, né, um trabalho internacional que eu participei, nós tínhamos, eh, foi um grupo de consultores com eh orientação do PIND. uma pessoa, né, tava em Washington, na sede lá do Pinúdio, se eu não me engano, outra pessoa tava na Espanha e nós estávamos no Brasil, tá certo? Bom, como é que nós nos comunicávamos?
O e-mail já estava consolidado, mas nós tínhamos teleconferência, tá? Então os os colaboradores, os consultores se reuniam aqui em Brasília, nós tínhamos um de São Paulo, um do Rio, um de Belo Horizonte, tá? Nos juntávamos aqui e fazíamos uma teleconferência, tá certo?
Eh, hoje em dia isso tá muito mais moderno e não precisa, eu não precisaria nem sair de casa para ter uma reunião se essa consultoria fosse hoje, tá? Veja, começou a se cobrar também das organizações uma responsabilidade social corporativa. Tá joia?
Veja, eh, as organizações para que elas produzam, elas geram um impacto ambiental? Sim. Não é, pessoal?
Não há como é produzir sem gerar impacto ambiental. Joia? O que acontece é que esses impactos podem ser o quê?
Minimizados. Como, professor? Bom, nós podemos fazer ações de reflorestamento, ações que vão buscar eh uma melhor transferência de renda, certo?
Ações que vão buscar com que as pessoas tenham acesso às questões básicas, tá bom? Então, eh, as organizações elas também são responsáveis pelo ambiente em que elas estão inseridas. Joia?
Pouquinho mais recente, pessoal, tá certo? 2010, 2019, tá? Nós tivemos aí esse bem-estar integral, que é o que eu falei da integração física, mental e emocional.
E também pensamos no equilíbrio saúde emocional e e equilíbrio digital, tá bom? até que ponto, né, nós nos tornaríamos eh seres eh robóticos, em que nós estaríamos dependentes eh absolutamente do mundo digital, tá certo? Eh, parece que isso aconteceu, pessoal, parece, né?
Hoje, se você não tiver internet, você não trabalha, você não consegue assistir uma aula, você não consegue fazer um trabalho, você não consegue se reunir com as pessoas, né? Por exemplo, hoje fazer uma ligação de telefone fixo é algo praticamente o quê? Eh, da época das trevas, tá certo?
Então, muita gente não sabe o que é colocar um telefone no gancho, sabe? Eh, eles não sabem o que é discar para uma pessoa. Isso ficou pro passado, pessoal.
Joia. Mas nós em transição precisamos estar atentos em manter o quê? Esse contexto eh preservado, joia?
Da nossa saúde mental. e da vida digital. Hoje nós voltamos a falar sobre, continuamos falando sobre saúde mental e resiliência, né?
Resiliência é um conceito que, se eu não me engano, veio da física, em que nós temos capacidade de absorver determinadas situações, tá joia? E voltar para o nosso estado inicial. Tá bom?
Voltamos a falar, né? por exemplo, COVID, nós passamos, pessoal, eh, um bom tempo trancados dentro de casa. Ah, professor, mas tinha alguém, tinham pessoas que não conseguiam.
OK, essas pessoas saíam, podiam acabar se contaminando, contaminando outra outras pessoas, que era o pior, tá? Mas veja, nós passamos muito tempo das nossas vidas eh trancados dentro de casa. Joia.
O que eu acho que, entre aspas, nos salvou ou salvou boa parte das pessoas foi a possibilidade de quê? De modelos híbridos e digitais de trabalho, tá? Então, se antes eu tinha lá o home office, joia 2000 a 2009, aqui isso se intensifica, tá joia?
porque eu vou mudar, buscar eh modelos de trabalho que sejam adequados à nosso quê? Realidade, né? Bom, aí tem as organizações que foram completamente eh se tornaram completamente virtuais, tá joia?
Tem aquelas que se tornaram virtuais, estão voltando pro presencial, tem aquelas que são híbridas, ou seja, cada uma precisa, né, conhecer da sua o quê? Da sua experiência, tá joia? Saber aquilo que vai trazer o melhor o quê?
retorno da produção. Bom, pessoal, e voltando a falar sobre o contexto, certo, em que isso acontecia, nós temos aí algumas eh observações, tá? Veja, pessoal, eh as questões de produtividade e da eficiência como metas essenciais à sobrevivência das empresas.
Então, as organizações, as empresas estavam muito preocupadas em fazer o quê? Produzir e serem o quê? Eficientes.
A eficiência, nesse contexto tá ligado a quê? A produzir mais com menos. Então, se eu tenho R$ 10 e vou fazer cinco picolés, eu tive uma eficiência.
Se eu tenho R$ 10 e faço 20 picolés, eu tenho uma outra eficiência. Ah, professor, mas e a qualidade? Tá?
A qualidade tá ligado à eficácia, que é outro indicador, tá bom? Então, o foco nessas questões de produtividade e eficiência tem trazido consequências nem sempre adequadas para o bem-estar dos trabalhadores. Tá joia?
Os efeitos da apregoada administração científica, tá certo? Taylor AOL, que ainda hoje impera na maioria das empresas, calcada na especialização das tarefas, representa um caráter o quê? Negativo, como o isolamento do trabalhador no seu posto de trabalho e a não identificação com o produto final.
Tá joia? O que causa? falta de qualidade, rotatividade, absenteismo, alienação, falta de envolvimento e mais um monte de coisa, certo?
Veja, pessoal, o que que eh preconiza o a especialização do trabalho. Cada um vai ser bom eh em uma atividade e você vai fazer somente essa atividade, tá? Então, se você sabe eh pregar um prego, a sua especialidade vai ser pregar os pregos.
Se isso vai virar uma caixa de legumes, se isso vai virar um caixão, se isso vai virar uma cama, pouco importa. Tá joia? Nessa visão, o que que acontece, pessoal?
Isso retira do indivíduo a capacidade de quê? De concretização, tá certo? Por quê?
O que eles fazem é ficar o quê? Batendo prego o dia todo. Tá joia?
Não há uma ideia do que que vai sair dali, tá certo? Não há uma ideia de completude do trabalho de uma pessoa. Então ele acaba ficando o quê?
Restrito à atividade que ele desempenha. Bom, então não se identifica com o quê? com o produto final, às vezes nem sabe.
Por exemplo, no filme Charlie Sharpin, que questiona justamente essa especialização, qual produto que eles estavam fazendo, pessoal? Bom, eu não sei, tá? Pode até ser que eles tenham falado ao longo do filme, mas relês eletrônicos, será que teria aquela apertação toda de parafuso como tem?
Tá? Ou seja, eh as pessoas são capazes de ver somente o seu espaço de trabalho, tá? E isso causa adoecimento.
Joia? Tanto que o Charles Chapl sai eh com a a chave de boca dele para apertar tudo que se parece com o que ele apertava lá no seu ambiente de trabalho. Tá bom?
Isso, né? Trouxe o quê? uma precarização do ambiente de trabalho.
Ou seja, eh se a gente comparar com o trabalho artesão, o artesão conhecia todo o processo, tá joia? O trabalhador especializado não conhece o tiquinho do trabalho, tá? Então isso já começou a trazer uma eh precarização mesmo, que eu acho que é esse é o nome adequado, eh de não estar, né, atendendo as necessidades humanas.
Consequentemente, pessoal, trouxe o quê? Sofrimento. Joia?
Pessoas estão infelizes. Pessoas na domingo se sentem ansiosas porque na segunda-feira de manhã eles estarão trabalhando naquilo que eles não gostam, certo? Eh, OK.
Depois traz o quê? Desgaste mental. Pessoas começam a ter problema de memória, tá joia?
Eh, se sentem cansadas o tempo todo, tá? Se sentem esgotadas, tá joia? O seu raciocínio fica lento, fica de mau humor, a motivação vai embora e até a saúde física pode ser o quê?
Comprometida. E aí, pessoal, nós estamos falando de quê? de um transtorno psíquico.
Joia? A gente vai lá no DSM, né? Diagnóstico estatística de saúde mental e olha e vê lá os transtornos que tem.
Joia? Eh, são diversas patologias que podem estar associadas ao trabalho. Joia?
Tudo isso porque não teve um ambiente de trabalho adequado, né? A pessoa investiu o seu tempo, investiu a sua energia, a sua vitalidade e simplesmente não conseguiu ter gratificação nenhuma com a realização do trabalho. Bom, pessoal, eh nós temos aí, tá certo?
Um dos fatores que levou a essa situação, joia, globalização e tecnologia da informação. Tá bom? Que que isso quer dizer pra gente, pessoal?
Que as organizações que antes agiam de forma local, hoje elas atuam de forma o quê? Mundial, tá? Então veja, vamos supor que eu vou montar um um telefone, eh, de onde vão vir as peças, tá joia?
Eu vou fazer, eu vou comprar o vou importar o telefone pronto pro Brasil ou eu vou encomendar peças que eu vou ter uma redução de tributação e isso eu vou conseguir gerar emprego, vou conseguir fazer lá a produção na minha no meu país ou vou fazer uma produção toda externa. Bom, então essa globalização em função da tecnologia da informação e comunicação, pessoal, trouxe para todos nós uma forma diferente de trabalho, tá certo? Então, nós não estamos trabalhando eh só com as organizações que estão do nosso lado.
Nós estamos trabalhando, né, entre aspas, em concorrência com todas as organizações que existem no mundo, joia? Naquele nossa área de atuação. Bom, então pessoal, um dos primeiros estudos, né, trouxe pra gente o quê?
a ideia de que um ambiente físico estava relacionado ao quê? A produtividade. O que a gente viu, pessoal, é que o ambiente físico e o quê?
Social. Tá joia? Então, muitos estudos iniciais, tá certo?
Trouxeram a ideia de fazer alterações nesse ambiente físico para aumentar o quê? A produtividade. Conseguiram, pessoal?
Não, tá certo? Ou seja, o resultado foi o quê? Não satisfatório.
Beleza? E aí veio a percepção de que diversas variáveis influenciam a produtividade, tá? Né?
Talvez esse seja aí o grande achado, o grande, a grande questão do momento. Nossa produção é influenciada por diversos fatores, joia? Sejam eles sociais, afetivos, eh ambiental, tá bom?
O importante é que a gente saiba que essa influência ocorre de várias formas, tá bom? Bom, eh, diversas variáveis, influenciar produtividade já foi. E para cada nível, na hierarquia de Maslo, os fatores são o quê?
Diferentes, tá? Veja, eh, quando a gente fala da hierarquia de Mas, a gente vai ver a pirâmide de masa logo já já, nós estamos falando que, deixa eu pular aqui logo, pessoal, pra gente já ver de uma vez. Existe aí uma pirâmide com cinco níveis.
Tá certo? Primeiro nível, pessoal, eu tô falando sobre o quê? Sobre necessidades básicas.
Você precisa comer, se alimentar, tá joia? No seguinte, você precisa ter segurança, tá joia? Eh, o se ter uma casa, ter um porto seguro, digamos assim.
Depois nós vamos ver as necessidades o quê? Sociais. Nós precisamos dos outros.
Sim, nós precisamos viver em quê? Em sociedade. Então, estar com os outros é algo importante para nós.
Nós precisamos ter a nossa própria estima, certo? Nós precisamos ser reconhecidos por nós e pelo contexto que nós vivemos, pelo ambiente que nós vivemos, eh, pelas nossas o quê? capacidade, capacidades por quem nós somos.
E pessoal, nós vamos buscar uma autorrealização, tá joia? Nós somos movidos pelo quê? Por aquilo que nos dá prazer.
Tá bom? Então, veja, imagina se eu não tenho o que comer, adianta alguém vir aqui e perguntar: "Você quer ser voluntário? " Não, pessoal, eu preciso trabalhar para com ele.
Eh, você trabalha no call center, imagina, você precisa, você tem a opção R$ 100 ou um dia de folga. Muita gente vai responder um dia de folga, tá certo? Porque os R$ 100 não pagam o nível de estresse que acontece em determinadas organizações, tá bom?
Então, dependendo do posicionamento que nós estamos, nós vamos ter o quê? Necessidades diferentes. Elas são subjetivas.
Cada uma vai ter as suas necessidades, tá bom? Ah, professor, então quer dizer que nós nunca vamos atender a todas as necessidades de todas as pessoas numa organização? É isso mesmo.
Joia? Porque elas são diversas. Os estudos buscam definir categorias que tenham maior amplitude, mas não significa que todas serão atendidas.
Bom, e ela é multideterminada, certo? Então, veja, se você hoje eh sofreu um desgaste, brigou com alguém, teve uma briga de trânsito, eh a sua necessidade vai mudar, vai mudar, pessoal. Bom, ela vai ser o quê?
diferente. Então, nós temos aí vários fatores que influenciam em maior ou menor ou menor grau de uma forma variada as nossas necessidades. Tá bom?
Então, imagina, eh, se eu hoje eu tô bem, faço serviços voluntários, estou preocupado com a busca da minha essência, da minha satisfação, se estoura uma guerra, pessoal, tá no Brasil, isso vai mudar as minhas necessidades? Sim. Então, primeira coisa, alimentação.
Segunda coisa, um lugar seguro para ficar. Joia? Bom, pessoal, vamos aí paraas nossas questões, tá certo?
Bom, aula 5, questão um. Leia o texto abaixo, o texto a seguir. A que vai ter como campo de estudo e reflexão, seja como programas práticos de intervenção social, tem progressivamente despertado o interesse dos responsáveis pela gestão de pessoas que perceberam nas iniciativas relacionadas à área um método eficaz de proporcionar o quê?
bem-estar aos trabalhadores, obtendo em retribuição, comprometimento e empenho nas tarefas cotidianas, tá? Vamos julgar os itens aqui. Agora eu posso aparecer que já não tô mais no texto.
Um ambiente com relações interpessoais tóxicas pode comprometer a percepção de QVT, mesmo que os salários sejam competitivos. Pessoal, verdadeiro ou falso? Verdadeiro.
Tá? a gente a de uma forma senso comum, né, as pessoas entendem se tá ganhando bem, tá bom. Na verdade não é assim, tá?
A pessoa pode até permanecer, mas haverá sempre o quê? Um custo para essa permanência, tá? A percepção de QVT está diretamente ligada à idade do trabalhador.
Quanto mais velho, menor tende a ser a participação positiva. Então a os programas de qualidade de vida estariam associados ao quê? A idade.
Não, pessoal, não tem nada disso. Tá bom? Isso aí, etarismo, tá certo?
Ou seja, eh, muito pelo contrário, tá joia? Eh, as pessoas, né, independente da idade, na verdade, podem ter benefícios em relação aos programas de qualidade de vida, tá? Elementos como reconhecimento, autonomia, segurança psicológica, contribuem significativamente para a qualidade vida no trabalho.
Sim, né, pessoal? Tá certo? Ou seja, as pessoas estão envolvidas com seu trabalho, tá joia?
Elas são reconhecidas, elas podem decidir o que fazer, tá certo? Não que ela vai sair fazendo qualquer coisa, mas ela tem autonomia no seu processo de tomada de decisão, tá bom? Consequentemente, pessoal, nós temos aí apenas os itens um e três estão o quê?
Corretos. Vamos para outra questão. Responderam, pessoal.
Vamos lá. Ah, deixa eu sair da tela. Atualmente, as empresas se deparam com uma nova exigência dos seus funcionários, um clima organizacional favorável para o desenvolvimento de suas tarefas e funções.
A concorrência está também na mão de obra. Pessoas comprometidas, qualificadas e que desejam fazer a diferença na empresa são disputadas. Aqueles que vestem a camisa.
Esses profissionais, por sua vez, buscam empresas que ofereçam, além de um bom salário, além do atrativo financeiro, uma nova perspectiva chamada qualidade de vida no trabalho. A qualidade de vida que as empresas oferecem aos seus funcionários podem sofrer influência da organização e do clima organizacional. É, pessoal, é isso mesmo.
Joia. Então as organizações sofrem influença, tá? A qualidade de vida do clima e da cultura organizacional.
Bom, vamos julgar os itens a seguir, verdadeiro ou falso, tá? A avaliação de QVT deve considerar tanto indicadores objetivos, absenteísmo, rotatividade, quantos subjetivos. satisfação, clima, né?
É isso que a gente viu, pessoal, justamente isso, tá? Ou seja, ele influencia a qualidade, o clima, a cultura influenciam a qualidade de vida, consequentemente a satisfação que se tem. Um programa de QVT pode ser considerado eficaz, mesmo sem envolvimento dos colaboradores, desde que apresente indicadores positivos.
Pessoal, que que vocês acham? Que que vocês marcaram? Não é possível, pessoal.
Joia. Nós precisamos que as pessoas estejam o quê? Envolvidas.
Se as pessoas não tiverem envolvidas, não tem como funcionar. O simples aumento salarial garante melhoria sustentável na qualidade de vida no trabalho. Não, pessoal, não se trata somente de ter um bom salário.
É necessário que se tenha um ambiente que seja o quê? que seja adequado. Nesse caso, somente o item um está o quê?
Está correto, tá? Então, pessoal, encerramos por aqui. Hoje a aula demorou um pouquinho mais, mas nós precisávamos discutir essas questões, né, da base da qualidade de vida nas organizações.
Muito obrigado pela presença de vocês e até o nosso próximo encontro.