[música] Nas primeiras horas de 24 de fevereiro de 2022, a arquitetura de segurança que mantinha o mundo pacífico durante 70 anos ruiu do dia paraa noite. A Rússia invadiu seu vizinho na maior guerra de conquista desde a Segunda Guerra Mundial e o plano era decaptar a Ucrânia antes que o mundo tivesse tempo de reagir, tomar Kiv, derrubar o governo e instalar um regime fanto tudo em um único final de semana. Quase deu certo.
Bom, a gente pode olhar pro mundo de hoje e ninguém falaria que estamos vivendo tempos calmos e pacíficos. Mas se aquela invasão tivesse acontecido de um jeito diferente, o caos atual, ele pareceria um paraíso perto dessa realidade do sonho do Putin de conquistar a Ucrânia em um final de semana. Para entender, a gente precisa voltar para aquela madrugada de fevereiro.
Quando a invasão começou, quase 200. 000 1 soldados russos entraram na Ucrânia pelo norte, pelo leste e pelo sul. Mas a intenção de Moscou nunca foi uma guerra longa, era um golpe rápido, né, como eu citei.
E a inteligência americana avisou o próprio Zelensk disso. Kiv podia cair em 72 horas. Os soldados russos capturados nos primeiros dias carregavam comida para apenas três dias e até suas roupas de gala, em caso de uma vitória, estavam com eles.
Isso não era um descuido, era o cronograma real da história. E a peça central desse cronograma era eliminar a liderança ucraniana. Times de assassinos do grupo Wagner e de Shexchenos, de Kadirov, já estavam dentro de Kiv com uma missão capturar ou matar o presidente Zelensk.
Os americanos ofereceram tirar o Zelensk da cidade e a resposta dele entrou pr história com aquela famosa frase que ele diz: "Abre aspas, eu preciso de munição e não de uma carona. Fecha aspas". Mas o plano inteiro também dependia de outra coisa.
Para tomar a capital em três dias, a Rússia precisava colocar tropas ao lado de Kiv imediatamente e para isso precisava de um aeroporto. E é aqui que entra um outro detalhe que decidiu tudo e que quase ninguém conhece. A 20 km do centro de Kiv fica o aeroporto de Antonov em Ostomel, um lugar que eu particularmente conheci quando eu tive na Ucrânia no ano passado.
E esse aeroporto tinha uma das pistas mais longas da Ucrânia. São 3. 500 m, cumprido o suficiente para pousar os maiores aviões de transporte do mundo.
Tanto que o maior avião da história, o Anton 9 AN225 e Miria ficava estacionado lá e foi destruído nessa batalha. Talvez vocês já tenham visto fotos eh do hangar e desse avião destruído. Uma é uma foto bem divulgada.
Isso aconteceu logo no começo da guerra. Mas enfim, voltando aqui, né? O plano russo ele erausado, sem dúvida.
As tropas paraquedistas de elite e a temida VDV tomariam o aeroporto num assalto de helicópteros. Depois os aviões gigantes iam pousar ali, despejando mais e mais soldados e uma ponte aérea russa diretamente na porta da capital. E aí na manhã do dia 24 de fevereiro, cerca de 34 helicópteros russos escoltados por caças cruzaram a fronteira da Bielorrússia rumo a Ostel.
Do outro lado, quem estava defendendo o aeroporto, e tinha cerca de 200 homens da Guarda Nacional Ucraniana. Só isso. E o que que aconteceu nas horas seguintes?
Acabou decidindo o futuro do mundo. Os helicópteros russos, eles atacaram em ondas. Os defensores ucranianos revidaram com míis portáteis e derrubaram vários desses helicópteros.
Mesmo assim, no início da tarde, o VDV, né, aquele grupo especial russo, tomou o aeroporto. Por algumas horas, o plano russo estava funcionando exatamente como tinha sido planejado, mas aí os ucranianos não recuaram. E ao entardecer, unidades de elite ucraniana junto com civis da região lançaram um contra-ataque feroz para retomar a pista.
E é aqui que tá o momento exato em que a história virou, gente. A segunda onda russa com cerca de 1000 soldados distribuídos em 18 aviões de transporte foi abortada no ar. O aeroporto não tava seguro o suficiente mais para pousar.
E os ucrainianos, quando perceberam que eles não iam conseguir segurar o aeroporto contra a coluna blindada que tava se aproximando, tomaram uma decisão, bombardearam a própria pista, criando crateras que iam de uma ponta para outra. E aí, claro, nenhum avião pesado podia pousar ali. E o aeroporto acabou virando uma armadilha e a ponte aérea russa acabou não sendo estabelecida.
E sem ela, a coluna blindada russa de mais de 70 km que descia da Belorrússia atolou na lama. E nas emboscadas ucranianas, KIV não foi cercada, o governo não caiu e o Zelenski não foi capturado. E o plano de três dias virou uma guerra de 4 anos, a maior guerra da Rússia desde Segunda Guerra Mundial.
Mas a gente tem que perguntar, e se tivesse dado certo? E se os russos tivessem segurado Ostumel? E se a pista nunca tivesse sido destruída?
E se os aviões russos tivessem pousado com um regimento após regimento? E se 72 horas, exatamente como a Rússia planejou, que tivesse caído? O que aconteceria nas horas, nos meses nas décadas seguintes?
É exatamente essas consequências que eu quero explorar com vocês. E elas vão muito além do que a gente possa imaginar. Bom, então aí falando dessa realidade paralela, primeiro ponto, a ponte aérea funcionaria.
Então os aviões pesados eles iam pousar em Ostomel sem parar. Em poucas horas, Kiv estaria cercado e os prédios do governo iam sendo derrubados um a um. E os grupos de assassinos finalmente encontrariam o homem que eles estavam procurando.
E o destino dos elens nesse mundo seria muito curto. Ele ficaria na cidade como ficou na realidade, né? Só que aqui não existe nenhuma resistência heróica.
E ele é morto na defesa da capital ou capturado e exibido pela televisão russa como um troféu. Zelens que não vira o herói que discursa pro mundo, ele vira uma advertência, uma lembrança da força russa. E aí um governo fantoche seria instalado em KIV.
E o que sobra do governo legítimo foge pro oeste, para perto de Liv e depois pro exílio na Polônia. Então, seria um governo sem país e sem exército. Deixa eu fazer uma pausa no vídeo para falar da Insider, o nosso patrocinador e parceiro aqui do canal.
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Testa Insider. Você não conhece, tenho certeza que você vai gostar. Vamos voltar pro vídeo.
E o Ocidente nessa história, gente? Bom, eh, Ocidente tinha previsto exatamente esse resultado, né? foi o alerta da CIA, o serviço de inteligência americano.
Eh, e aí ele ia fazer o que ele mais temia, assistir esses fatos se desenrolarem, ia mandar notas de repúdio que é um absurdo, a Rússia invadir, derrubar um governo, perseguir, tomar um país, ia aplicar as sanções, como aplicou, mas ninguém ia morrer por Kiv. E a lição que o mundo aprende na primeira semana, ela é bem simples e devastadora. Uma grande potência nuclear pode engolir um país inteiro e o Ocidente só vai assistir parado, pacato, passivo.
Olha, não é que a vida dos russos eh seria um grande passeio dali paraa frente, porque conquistar K não é o mesmo que dominar a Ucrânia. E nos meses seguintes, certamente a ocupação iria virar um inferno, né? ia ter campos de concentração, deportação em massa, um monte de execuções, perseguições.
E do outro lado, e do lado ucraniano, ia existir uma insurgência que ia se espalhar pelo interior do país e pelo oeste. A Rússia, na prática, ia trocar uma guerra convencional rápida por uma guerra suja, interna e sem fim. Mas a gente não pode esquecer que controlar dissidente é uma das grandes especialidades do Putin.
[música] Então, talvez os russos seriam bem-sucedidos. E essa diferença ela é crucial porque uma vitória rápida poupa a Rússia do desgaste que tenha destruído na realidade de hoje. Não existe 1 milhão de baixas russas nesse cenário paralelo que eu tô descrevendo aqui para vocês.
Não existem refinarias sendo atacadas em colapso. Não existe racionamento de combustível. E o Putin não sai enfraquecido dessa guerra.
Além disso, as pessoas fogem. Não, 6 milhões de ucranianos que fugiram na realidade estamos falando aqui de talvez de 10, 15 milhões de ucranianos escapando pro oeste, né, pro Ocidente. que a maior onda de refugiados que a Europa já viu seria e essa onda ia rachar a política do continente, como já aconteceu em outros momentos que a gente sabe muito bem disso, principalmente alimentando os partidos céticos com o projeto europeu e aqueles mais próximos do Putin em cada lugar por onde essa onda de refugiados passasse ou afetasse a estrutura local.
Ainda nessa realidade, o Pin então ia acabar saindo como o homem que humilhou o Ocidente e refez o mapa da Europa pela força. Intocável. E um Putin vitorioso não é alguém que vai parar.
A Belorrússia seria o próximo alvo e ela seria absorvida de vez. A Moldávia é a seguinte da fila. E aí os olhos da Rússia se voltam então pro verdadeiro prêmio, que é testar a OTAN.
E os primeiros alvos dentro do OTAN são os países bálticos, Estônia, Letônia e Lituônia. E esse é o ponto mais frágil de todos. Já contei, já falei disso para vocês aqui.
O Swalk Gap, que é aquela faixa de terra de 65 km, que é a única ligação terrestre entre os países bálticos e o resto da aliança numa fronteira direta com a Polônia. E o roteiro, né, ia seguir algo parecido com a história da Ucrânia, né? Uns homenzinhos verdes sem insígnia, né?
Ou seja, soldados russos, fingindo não serem soldados russos, eh, ocupam ou se aproximam ou entram dentro desse território com a desculpa de proteger as populações russas de Ciningrado, que tá ali no trânsito entre eh a Lituânia e a Polônia. E aí vai surgir ou surgiria a pergunta que quebraria a aliança por dentro, né? E essa pergunta que assombra ao OTAN na realidade, no passado, provavelmente no futuro.
E nessa realidade paralela, claro, é a seguinte, não é se a Rússia consegue tomar os países bálticos, é se algum dos países da OTÃ tá disposto a morrer para defender os bálticos. E aqui é um outro ponto que a realidade paralela ainda é mais assustadora que a nossa realidade de verdade de hoje, né? Sim, o Trump ele é um cético da OTAN e não valoriza como deveria a aliança.
Mas no mundo que o Putin já usou, testou e deu certo a força e tá expandindo rapidamente os seus territórios, o presidente americano, o Trump vai reforçar o seu discurso de que a aliança não serve para nada. Afinal, né, como Trump mesmo fala, ele odeia estar do lado dos perdedores. E se a OTAN tá perdendo, os europeus estão sendo conquistados, ele não vai querer estar desse lado.
E aí, então, que que sobra pros europeus? Sozinhos e em pânico. E do mesmo jeito que acontece hoje, eles estão correndo, no caso, correriam para se rearmar.
Mas aí nessa realidade paralela, a coordenação deles foi bem afetada pela crise migratória ucrainiana e pela onda de populismo, a crise política, polarização, as discussões. Não vai dar para ter uma decisão política rápida, vamos nos rearmar e pronto. Não, porque vai est todo mundo discutindo internamente, brigando, causada pela onda, né, de refugiados.
E aí então os europeus divididos pelo populismo, cada um deles vai reagir de um jeito. Os vizinhos mais próximos, com a Polônia e a Finlândia vão se armar até os dentes e se preparar paraa guerra, enquanto os governos pró-rússia na Alemanha e na França apaziguariam o então senhor do continente, Vladimir Putin. Enquanto isso, lá do outro lado do mundo, a China ia tá só observando e aprendendo a lição oposta do que ela tá aprendendo na realidade de hoje.
que na nossa realidade de hoje, a verdadeira, foi justamente o erro e o atoleiro da Rússia que transmitiu ou ensinou pra China ter cautela com projetos expansionistas territoriais. Agora, nesse cenário da realidade paralela que eu tô descrevendo aqui, invadir, a leitura que a China teria é invadir é fácil. Ou seja, né, nessa na realidade atual, o que ficou claro paraa China é que iniciar a guerra é fácil.
Ocupar um território, controlar, vencer, aí é um pesadelo. E o Ocidente pode armar se tem uma força resistindo, como aconteceu com a Ucrânia, como está acontecendo com a Ucrânia. Ou seja, a guerra da Ucrânia, ela funcionou como um freio para a China nos seus projetos [música] expansionistas.
Só que agora trazendo pro nosso mundo paralelo fictício, não existiria toleriro. A Rússia não enfrentaria um atoleiro. Existiria uma vitória relâmpago, um mega sucesso russo.
E aí a China tiraria uma outra lição. A China não vai aprender, então, que precisa ter cuidado. Ela vai entender e aprender que ela precisa ser rápida.
Então, com isso, o Xijinpin aceleraria o cronograma sobre Taiwan. E aí a tal da janela de 2027 que os americanos tanto temem, deixa de ser o pior cenário e vira um plano. E a China aí convencida que os Estados Unidos não vão lutar e talvez nem consigam, se move em direção a Taiwan.
E o ponto mais perigoso do planeta, né, a ilha de Taiwan, fica muito mais tensa e quente e de uma forma muito mais rápido do que a gente estava imaginando. Imaginem que isso acontece no auge então da evolução da inteligência artificial. E aí não é só a questão estratégica e geográfica de Taiwan, mas é a questão econômica no momento que os Estados Unidos não conseguiu transferir a tempo todas as indústrias de produção de chip, se é que conseguiria algum dia ou que vai conseguir.
Mas imagina se a coisa acelera, a o plano de transferência da produção de semicondutores para dentro dos Estados Unidos, estaria muito distante. Enfim, então não é só uma vitória da China, mas consequências econômicas profundas pro mundo nesse cenário. Bom, mas ainda tem mais uma consequência e essa talvez é a mais importante de todas.
Voltando no tempo e olhando em 1994, a Ucrânia, ela chegou a terceira maior arsenal nuclear do mundo. Quase 1900 ogivas estratégicas herdadas da União Soviética estavam com a Ucrânia. E ela acaba, se sabem da história, entregando todas, uma por uma, num acordo chamado Memorando de Budapeste, entregando tudo isso pra Rússia de volta.
Em troca, ela recebe uma promessa no papel de que as suas fronteiras e a sua soberania seria respeitada. Ou seja, a Ucrânia abriu mão do terceiro uma hora arsenal nuclear do planeta em troca de um pedaço de papel e o papel não serviu para nada. E a lição que o mundo inteiro tirou disso é impossível de ignorar.
Quem abre mão da bomba atômica é invadido. Quem constrói a bomba atômica, como a Coreia do Norte continua intocável. Se a gente juntar tudo isso a uns Estados Unidos que abandonam os próprios aliados, como nesse cenário que eu tô contando para vocês, e cada país ameaçado do planeta faz a mesma coisa, a Polônia, a Coreia do Sul, onde três em cada quatro pessoas já querem a bomba, o Japão, a Alemanha, a Arábia Saudita, o Irã, até Taiwan.
se decidir lutar e sobreviver o tempo suficiente, vai falar que quer uma bomba. Todos esses países vão em busca de uma bomba. E aí o tratado de não proliferação nuclear, talvez um dos tratados internacionais mais importantes do mundo, que evitou que o mundo por meio século não rachasse, vai pro saco.
Simplesmente ele deixa desistir. E aí a gente já começa a imaginar a consequência disso, né? Esse é um mundo com muito mais dedos no gatilho nuclear.
Bom, agora vamos olhar eh pro grande cenário, né, pro todo. E uma das talvez maiores ou a maior vítima dessa realidade paralela que eu tô contando aqui não é um país, mas é uma regra. Desde 1945 tem um princípio que segura o mundo de pé, mesmo que imperfeito, né?
Esse princípio diz que você não conquista países pela força. Você não invade territórios e toma terra de um país inteiro e fala que ele é seu. E foi essa regra que nasceu das cinzas da Segunda Guerra Mundial.
Mas nesse mundo aqui, onde a Rússia engole a Ucrânia e ninguém faz nada para impedir, a primeira coisa que morre é essa regra. E o que fica no lugar é mais antigo e bem mais sombrio do que o que nós temos hoje, que é o seguinte: quem tem força manda. O Conselho de Segurança da ONU, que já tá paralisado, eh, e nesse, nessa realidade também estaria paralisado, eh, não deixa de ser um teatro.
E e o eixo das ditaduras, Rússia, China, Irã e Coreia do Norte sobe junto, cada um cobrando a sua parte enquanto Ocidente. Fica tentando pagar a conta e meio paralisado. E aí a grande transformação é que a multipolaridade que tava todo mundo prevendo, ela realmente chega, mas não como uma forma de equilíbrio.
Ela chega num processo de desordem total, com dois blocos fechados, muito menos comércio, muito mais muros e muito mais bombas atômicas. A parte boa pra nossa sorte é que nada disso aconteceu. E no nosso mundo real, cerca de 200 homens da Guarda Nacional Ucraniana seguraram uma pista de pouso pelo tempo suficiente e a pista foi destruída.
que resistiu e 4 anos depois é a Rússia que tá tropeçando, sangrando, perdendo milhões de soldados e com a economia rachando, perdendo o terreno pela primeira vez desde o início da guerra. E nesse mundo real, a Rússia não venceu. Ela tá atolada e é hoje quem tá sangrando é ela.
Agora, se a gente olhar de novo para esse mundo paralelo que eu acabei de descrever, a Rússia, né, ameaçando os Bálticos, os Estados Unidos questionando o artigo 5º da OTAN, a Europa se rearmando em pânico, a China de olho em Taiwan, os países debatendo se precisam [música] ter ou não bomba atômica, o eixo das ditaduras muito mais fortalecido e ousado. Vamos pegar cada um desses itens que eu acabei de citar e olhar o noticiário de hoje. Cada uma dessas histórias está acontecendo na realidade, mesmo sem a Rússia tendo ganhado a guerra em poucos dias ou num final de semana.
Sim, essas coisas estão acontecendo numa intensidade e num grau mais fraco, mais lento. Mas tudo isso tá acontecendo. O mundo tá discutindo se rearmar.
Tá falando em construir bomba atômica. Polônia tá falando nisso, o Irã continua com um programa, eh, o Japão fala disso, todo mundo tá falando sobre bomba atômica. Eh, os Estados Unidos continua brigando com a Europa pela OTAN.
O eixo das ditaduras continua ousado, continua tentando. Olha aí o Irã, olha aí a China mirando em Taiwan do mesmo jeito. Então moral da história aqui é que aquele mundo paralelo, né, ele não é só uma imaginação distante, ele já é o mundo de hoje, pessoal, só que com o volume muito mais alto.
Por isso que quando é as pessoas questionam qual é a importância da guerra da Ucrânia, tá aqui. Lembrem-se desse vídeo, inclusive [música] compartilhem. Você tá discutindo isso com alguém?
Por que que tem que defender a Ucrânia? Você tem essa dúvida, afinal de contas, depois de 4 anos, tá aí, junta todos esses pontos que eu acabei de citar. A resistência dos ucranianos não mantém só o país deles em pé.
Ele foi um dos únicos pilares sólidos de um mundo que tá desmoronando cada vez mais rápido. Sem esse pilar, a gente entra num processo de absoluto risco em todas as frentes que eu acabei de citar. Então, compartilhem esse vídeo, deem like, eh sigam o canal e ativem o sininho para vocês entenderem outros assuntos como esse.
E aqui tá muito claro qual a importância da Ucrânia resistir.