Olá meu nome é Caroline Camargo Sou enfermeira mestre em Ciências da Saúde possuo mbe em gestão empresarial da Saúde sou especialista em obstetricia e ginecologia e consultora de aleitamento materno hoje nós vamos falar sobre a fisiologia do parto e Nascimento O que a fisiologia do parto e Nascimento tem a ver com o processo da amamentação Então nós vamos ver tudo como ocorre hormonalmente e emocionalmente como funciona realmente a fisiologia do parto declaro não possuir nenhum conflito de interesse ou vínculo comercial com as marcas e produtos mencionados o uso dos temas mãe Maternal ou materno não
tem intenção de excluir pais transsexuais ou não binários que estejam amamentando ou oferecendo Leite humano a seus bebês todos os direitos são reservados pela lei 9610 de 98 o que iremos aprender o Capítulo um vamos ver quem pode atender parto no Brasil o Capítulo dois são os estágios do trabalho de parto Capítulo três vamos falar um pouquinho sobre o processo da cesárea e o capítulo quatro analgesia o anestésico relacionado a amamentação quem pode atender parto no Brasil no Brasil é autorizado por lei médicos médicos obstetras enfermeiras obstétricas ou obstetrizes e parteiras somos regidos pela pela
lei do exercício profissional de enfermagem e pelo código de ética médica então a história do parir no Brasil como foi ao longo do tempo o que que mudou a assistência ao parto há anos atrás o parto ele era feito por mulheres pessoas próximas da família vizinhos eram feitos domiciliares por parteiras mas observem que nessa segunda imagem a gente tem a presença da figura masculina no parto eh domiciliar então era o esposo ou muitas vezes o pai padrinho pessoas que estavam próxima mas tinha figura do sexo masculino auxiliando nesse processo do parto do parir E aí
foi mudando devido à taxa de mortalidade materna taxa de mortalidade infantil dos partos no domicílio e os partos foram levados para o hospital então observem que nessa terceira figura é um parto normal mas é um parto normal dentro do hospital e aí dentro do hospital o papel masculino o papel do pai ou o papel do esposo ele foi retirado e das parteiras também porque a mulher entrava para ter o bebê ela né Paria de forma de parto vaginal ou às vezes com intervenção mas ela entrava sozinha dentro do cenário hospitalar ela não tinha o acompanhamento
o acolhimento das pessoas pessoas conhecidas e o parto foi saindo do do domiciliar e entrando um pouquinho mais dentro do hospital em 1822 foi realizada né A primeira cesárea e essa cesárea foi realizada dentro de um hospital a instrumentalização as intervenções começaram a surgir desde que o parto foi eh levado como algo hospitalar então começou a instrumentalização do parto essa cesárea foi feito dentro de um hospital com pessoas desconhecidas da parte Oriente sem a presença da mãe sem a presença da Parteira de pessoas que conheciam saiu daquele ângulo da mulher e o parto passou a
ser um procedimento instrumentalizado um procedimento hospitalar eh mesmo tendo alguns partos domiciliares mas não era o que a política incentivava e eles começavam a falar muito sobre as intercorrências que aconteciam sobre as mortalidades que estavam acontecendo Então as pessoas por segurança Começaram a ir para o hospital e aí as intervenções começaram a aparecer mais e devido a a grande taxa de intervenção aos problemas ocorridos com a intervenção com a violência obstétrica a partir do ano mais ou menos 2000 começou a nova era do atendimento ao parir então foi implantada várias políticas que colocaram as boas
práticas de assistência ao parto e essas boas práticas de assistência ao parto foi voltar lá nos anos anteriores onde permite a presença do acompanhante permite a presença do pai dentro da sala de parto ou a escolha do acompanhante Qual a parto Oriente escolher pode ser a vizinha a amiga a enfermeira a doula Então as políticas começaram a melhorar relacionado às boas as práticas do Nascimento essas fotos representam dois cenários de boas práticas de nascimento ao parto normal a primeira foto representa um parto normal sendo assistido por uma equipe onde tem uma doula uma enfermeira a
obstetra e a parto Oriente tá dentro da banheira com livre movimentação livre escolha da posição do parto e a segunda foto representa o parto normal domiciliar que é autorizado pelos nossos conselhos pelos códigos de ética então o parto domiciliar na presença de uma enfermeira de uma doula observem também que tem a presença do marido então começou as boas práticas do Nascimento começou a voltar como era na história antes foi realizado uma pesquisa no Brasil sobre as taxas de parto no Brasil eu foi uma pesquisa do nascer no Brasil realizada em 2018 e esse gráfico em
pizza observem que nos mostram que 34,1 por são de cesáreas que foram realizadas sem a pessoa entrar em trabalho de parto então foram cesáreas agendadas cesáreas eletivas 17,7 foram cesáreas que a paciente entrou em trabalho de parto ou ela teve alguma intercorrência estava intra parto e 43% v1 são parto vaginal com intervenção e apena Apas 5% foi feito parto vaginal Sem intervenção então apenas 5% das Mulheres foram atendidas pela pela situação fisiológica do corpo onde o parto é um processo fisiológico ele é um processo normal que o nosso corpo acaba trabalhando toda a parte hormonal
e apenas 5% dessas mulheres foram atendidas no Brasil sem intervenção então é um dado que nós temos muito que melhorar Carol mas o que que isso tem a ver com a amamentação tem tudo a ver com a amamentação porque existem pesquisas que mostram que o índice de taxa de cesariana e os partos com intervenção alteram o processo da amamentação na descida do leite na questão hormonal nós vamos a ver agora sobre as fases do trabalho de parto o que que isso interfere hormonalmente Como Eu mencionei antes o parto ele é fisiológico então o nosso corpo
consegue agir e consegue trabalhar com os hormônios desde que ele não tenha ações de intervenção Então vamos falar um pouquinho sobre os estágios do trabalho de parto e parto os estágios de trabalho de parto e as intervenções maternas são imensas e é dentro essas intervenções maternas que nós precisamos Minimizar e ter essas boas práticas de assistência ao parto Então o que são essas intervenções muitas pessoas elas recebem essas intervenções recebem esse tipo de violência Eles não sabem nem identificar que isso não faz parte do processo fisiológico que isso não é o normal então uma das
coisas importantes de nós consultores é saber passar pros nossos pacientes naquela consulta do pré-natal eh levar essa informação para elas o que que são intervenções que podem alterar na amamentação então foi considerado que o uso indiscriminado da ocitocina apesar da oxitocina ser um ótimo hormônio hormônio do Amor o hormônio do afeto mas o uso indiscriminado dela de oxitocina sintética Então ela tem algumas alterações algumas coisas que vão impactar que eu vou mostrar para vocês mais paraa frente a questão da Lavagem intestinal o jejum deixar a mulher em jejum fazer a episiotomia então a episiotomia ela
não é recomendada ela hoje ela é considerada como uma violência obstétrica a amniotomia o que que é amniotomia é romper a bolsa romper a bolsa de líquido aminiótico é uma intervenção porque se você não fizer essa intervenção depois de muitas contrações a questão da descida do leite o próprio corpo vai fazer vai romper essa bolsa porque ela é preparada para isso mas a intervenção de lá e acelerar o processo querer romper bolsa para que esse parto possa ser mais rápido é considerado também como intervenções desnecessárias manobra de cristel é essa foto que vocês estão vendo
que é uma super agressão tem várias situações que podem ocorrer gravíssimas diante dessa situação que é quando a mulher tá com contração ou sem contração alguém empurra esse bebê insinuando ele para baixo pode machucar a mãe pode fazer ruptura uterina pode fazer laceração Então são vários fatores que Acre stele eh traz de de de e partes negativas do atendimento e a posição litotômica o que é essa posição Essa é a posição deitada que a mulher precisa ficar deitada para favorecer a posição para quem tá atendendo ou para facilitar algumas outras coisas e as boas práticas
de atendimento do parto deixa a mulher a posição que ela quer o parir é fisiológico ela pode parir sentada deitada de pé de lado como ela se sente melhor como ela se sentir acolhida como o corpo dela responder melhor e cada pessoa é uma não existe como ter um padrão então todas essas intervenções maternas alteram todo o processo da amamentação nós vamos ver paraa frente é o que que impacta lá no final na amamentação e temos também as intervenções neonatais que são a aspiração de vias aéreas desnecessária não estou dizendo que que todo parto não
precisa ter aspiração de via aérea Mas ela precisa ser indicada e não padronizada a aspiração gástrica o banho precoce então a Sociedade Brasileira de Pediatria Já publicou há muitos anos atrás sobre o benefício de deixar o banho mais tarde deixar com que esse bebê nas primeiras horas ele possa fazer o reconhecimento da mãe melhorar a temperatura recuperar a oxigenação fazer todo do processo Extra eh uterino e não gerar mais estess promover mais cortisol relacionado ao banho o que que o banho afeta o bebê nasceu foi tomar banho perdeu Temperatura ele vai gastar bastante caloria para
recuperar esse calor do corpo dele e aí o segundo processo Ele vai tentar mamar então a Sociedade Brasileira de Pediatria reconheceu que o bebê nascer e não ser feito intervenções que podem esperar né Nós costumamos de dizer isso na Obstetrícia que são intervenções que podem ser postergadas que não precisam ser feitas imediatamente então o banho é uma das coisas e a interrupção do natural do processo fisiológico que é o contato pele a pele do bebezinho com a mãe de estar próximo então isso também caracterizamos como intervenções Neonatal desnecessária e também a monitoração dos recém-nascidos em
boas ses recém-nascido saudável não estou tirando aqui a responsabilidade de um bebê que nasceu e por alguma outra situação ele precisa ser monitorado ou às vezes pela prematuridade ou por alguma condição vinda lado pré-natal mas os bebês que nascem saudável e são retirados da mãe de próximo daquele contato daquele processo fisiológico também consideramos uma intervenção que pode ser postergada E aí vamos falar um pouquinho da parte hormonal o que que todos esses hormônios fazem como funcionam O que é tão importante da parte hormonal diante do estágio diante de todas essas fases do trabalho de parto
eu coloquei aqui e elenquei os principais hormônios envolvidos no trabalho de parto é claro que eu tenho ação de outros mas eu quis trazer para vocês os principais e que também influenciam diretamente estão ligados com a amamentação ao contrário do que todo mundo pensa não é somente ait Ina a responsável pelo trabalho de parto ela é tem a porcentagem maior da responsabilidade mas nós temos também envolvido o cortisol o que que é a função do cortisol ele não é de todo ruim o cortisol ele ajuda muito aumentando os efeitos centrais da oxitocina então cortisol presente
no trabalho e parto é muito importante e o que que é oxitocina faz Carol já que né Todo mundo fala tanto da oxitocina e ela tem a porção maior então a oxitocina ela faz contrações e uterinas é ela que em doses adequadas e tendo receptor nesse útero ela faz com que as contrações se tornem regulares e harmônicas para que o parto aconteça então a oxitocina ela é responsável pela contração dos músculos o estriol o que que nós temos relacionado ao estriol então o estriol ele prepara o útero pro parto ele aumenta a sensibilidade do útero
relacionado à recepção da oxitocina e o estriol junto com a ocitocina ele é responsável por deixar essas contrações coordenadas então na fase ativa ter contrações coordenadas vem junto do estriol T do cortisol e concominante com a oxitocina e temos um hormônio também muito importante quando a gente fala de parto normal a primeira coisa que vem na cabeça da gestante da parte Oriente É sobre o processo da dor e a natureza é tão perfeita Deus fez a mulher de uma forma tão perfeita que ele deixou um hormônio chamado Beta endorfinas que diante né da dor a
mulher tem uma resposta que são esses hormônios da Beta endorfina e eles são opioides endógenos Então são opioides nosso do nosso corpo natur ou seja eles são os nossos analgésicos natural que aliviam o processo da dor diante do trabalho de parto e aí tem a adrenalina e a noradrenalina esse hormônio eu acho um espetáculo gosto muito da função dele tanto na função materna quanto na função fetal O que que a adrenalina e a noradrenalina são eles são responsáveis pela resposta do estess no momento do parto chamado luta e fuga então eu senti a dor e
eu vou liberar Adrenalina para tentar A Fuga e isso torna a mulher no trabalho de parto ativa e o bebê também ativo batimento cardíaco respondendo com todo o processo envolvido sentiu dor adrenalina acelera relaxou né temos a a as betas endorfinas temos a noradrenalina que vai sendo responsável por todo esse processo e o efeito da adrenalina e da nor adrenalina no bebê que acabou de nascer seja ele prematuro ou seja esse bebê a termo ele tem um efeito maravilhoso para ajudar a manter a vida desse Neonato o que que ele faz de tão importante então
ele trabalha no processo adaptativo na fase crítica quando o bebê tá recuperando voltando o processo da oxigenação é essa adrenalina e essa noradrenalina que mantém esses estado vivo ativo e a recuperar essa oxigenação então o bebê Antes respirava pelo eh cordão e aí depois que ele nasce ele precisa fazer o processo extrauterino e é a adrenalina e a noradrenalina que ajudam esse bebê a recuperar esse processo da oxigenação ele faz também a preservação do fluxo sanguíneo no coração faz com que né esse processo comece a agir mais rápido ele trabalha o fluxo sanguíneo no cérebro
e a promoção da transição da respiração então é adrenalina responsável por fazer com que o bebê respire rápido e comece a fazer esse processo da transição extrauterina além de ajudar na limpeza dos fluidos pulmonares controle da temperatura e manutenção de um estado alerta do bebê para que ele possa responder com os reflexos primitivos então adrenalina e e noradrenalina são hormônios muito importante na fase do parto são hormônios liberados natural pelo nosso corpo diante de um trabalho de parto e a relaxina O que que a relaxina faz quando a mulher tá gestante ela tem a questão
dos ligamentos que precisam ter essa frouxidão né essa liberação dos ligamentos das articulações pélvicas e ajuda na passagem do bebê então é a relaxina que faz com que essa região pélvica da mulher fique relaxado para que o parto aconteça então é como se o ligamento tivesse apertado e a relaxina faz o quê o relaxamento para que o processo do parto aconteça e a prolactina é um hormônio muito importante né que vocês já ouviram falar e a prolactina é responsável pela produção do leite e quando a prolactina é liberada e a prolactina é liberada quando eu
tenho o despreendimento da placenta E aí é liberada altas doses de prolactina para que a amamentação inicie o processo E aí a gente conta com os principais quatro estágios do trabalho de parto como que falamos sobre esses estágios como eles funcionam e quais são as ações dos hormônios nesses está estágios então o primeiro estágio caracterizamos como fase latente onde ocorre a dilatação da cérvice uterina então é onde ocorre o início do trabalho de parto que é a dilatação desse colo uterino para que esse bebê tenha passagem e nessa fase A mulher fica liberando né todos
os hormônios envolvidos no trabalho de parto porém a oxitocina ela ainda não está na dose adequada ainda ela não chegou na na dose adequado para que as contrações tenh um ritmos para que essas contrações tenham coordenação Então essa fase latente a mulher consegue andar caminhar falar tirar foto fotos lindas como essa essa parto Oriente sou eu esse é do meu parto Há dois anos atrás então nessa fase latente né a gente come faz escova caminha conversa porque as contrações ainda não estão tão acentuadas tão coordenadas porém é muito importante essa fase latente porque a mulher
libera prostaglandina que ali nessa região da service onde vocês estão observando ali Esse bebezinho ela libera pralinas para fazendo receptor da oxitocina no útero e a oxitocina começa a ter uma produção maior pra gente entrar na segunda fase que é o segundo estágio que ele funciona como a decida do bebê e a dilatação tá então essa régua demonstra ali o total de dilatação da cérvice uterina que é 10 cm ou 10 de tais como falam alguns livros e nesse segundo estágio a mulher tem uma alta liberação de ocitocina uma alta liberação da adrenalina e noradrenalina
então ocitocina contrações ritmadas noradrenalina e adrenalina faz com que essa mulher fique ativa no trabalho de parto além de todos os outros hormônios que são liberados gradativamente para melhorar essas síntese da ocitocina e nesse estágio que é a segunda fase do trabalho de parto as boas práticas falam sobre a mulher ter uma dieta livre movimentos deambulação então quero que vocês observem essas fotos que são três momentos diferentes eh eu estou dentro de uma clínica eu fui pro quarto depois eu fui caminhar no corredor uma hora eu sento na bola e levanto da bola eu deito
me agacho então a mulher tem esse livre movimento que pode ocorrer e o que que isso traz de benefícios traz que a gente vai fazendo com que essa mulher se sinta acolhida se sinta feliz libera mais o citocina para poder fazer a regulação de todo o processo do trabalho de parto e dentro das boas práticas do Nascimento Falamos também sobre o uso não farmacológico do alívio da dor todos esses estímulos fazem com que o nosso corpo liberem as beta-endorfinas para fazer esse alívio da dor então banho de aspersão na água massagem na banheira essa terceira
foto é uma acupultura então a mulher ela pode ter várias opções de usos não farmacológicos pro alivo da dor e por que o uso não farmacológico para Olívio da dor porque o nosso corpo ele tem esse potencial de liberar os nossos opioides naturais e aí chegando no terceiro período né que é o terceiro estágio do trabalho de parto que é o período expulsivo aí é onde a gente tem um deslanchou de todos esses hormônios temos doses adequadas de oxitocina de relaxina adrenalina e noradrenalina é no terceiro período que é o período expulsivo onde todos esses
hormônios acabam fazendo essa grande descarga Então nesse terceiro período que é o período expulsivo que é a sa desse bebê né a gente tem uma descarga bem grande de oxitocina relaxina adrenalina noradrenalina Para quê Para Esse bebezinho ter esse potencial né de sair e ir pra mãe contato pele a pele esse é o nosso terceiro período que é o período expulsivo que é a saída do bebê o bebê Saiu Mas quem tá grudado lá dentro a placenta E aí nós temos o nosso quarto período do parto que é o quarto estágio que é a decta
da placenta que é a saída da mãe do bebê que nutriu ele por muito tempo que tem vários hormônios envolvidos e o que que eu tenho nesse quarto estágio tenho uma descarga de progesterona que foi o hormônio que Manteve durante a gestação essa placenta grudada e alguns hormônios da lactação inibidos então eu tenho uma descarga de progesterona Eu tenho um aumento de ocina e um aumento da noradrenalina e da adrenalina Para que ocorra Esse quarto estágio do parto que é a decta da placenta que é a saída da placenta E aí a parte mais linda
do estágio de parto é o quarto estágio que além da decta da placenta a gente vive um momento mágico único gostoso que é o momento ouro é um momento né de de ação da mãe de ter nascido esse bebê seja ele de parto normal ou de parto Cesáreo esse estágio precisa ser vivenciado com maior carinho com maior amor e é nesse estágio que nós consultoras atuamos imensamente diante das famílias É nesse estágio que nós precisamos ficar muito atenta e ensinar os pais no pré-natal sobre os sinais é o quarto estágio a Golden hour não é
só o bebê ir pro peito mamar mas é o contato pele a pele como a gente tem uma descarga de ocitocina e a ocitocina é o nosso hormônio do amor é o nosso hormônio do vinco nós precisamos receber esse bebê com muito amor com muito afeto e estar presente estar do lado ter esse momento de intimidade isso faz com que a nossa ocitocina aumente mais ainda e ajude no miot tapon momento uterino e a evitar sangramentos quanto mais mais o bebê ficar próximo se ele conseguir mamar nessa primeira hora ou nesse primeiro momento ali a
gente vai tendo uma liberação maior de oxitocina quanto mais estímulo mais liberação de oxitocina e é a oxitocina que é responsável por fazer aquele miot tapon momento evitar hemorragias maternas e vários outros fatores que podem acontecer relacionado a essa deação da placenta Então esse momento Golden hour para nós consultores é um dos momentos mais especial é o momento onde a gente tem uma atuação excepcional então eu gosto de falar sobre esses estágios do trabalho de parto sobre como funciona esse trabalho de parto né Como atua e como é o processo fisiológico do parir alguns dados
sobre o parir no Brasil ainda não estão adequados segundo a Organização Mundial da Saúde mas nós estamos trabalhando e o processo da amamentação ele depende essa fase hormonal todo esse processo que acontece E aí vocês podem estar me perguntando tá você falou dos estágios do trabalho do parto e do parto e a cesária como funciona então como nós queremos fazer essa ligação com amamentação Qual é a diferença de ter um parto que a a mulher entrou em trabalho de parto que todos aqueles hormônios foram liberados e a cesárea agendada aquela cesárea eletiva a gente não
tem o corpo agindo naturalmente os hormônios agindo naturalmente na cesárea eletiva na cesárea marcada e agendada eh o corpo ele vai ser avisado que precisa liberar todos aqueles hormônios quando a placenta é retirada e a descarga de progesterona cai a gente tem uma caída né de progesterona assim que a placenta sai e aí que a ocitocina sobe quando a gente tá Entra no trabalho de parto eh a oxitocina é liberada gradativamente os outros hormônios são liberados gradativamente então Isso facilita o processo da amamentação não estou aqui defendendo parte normal e nem criticando parte Cesáreo mas
eu defendo sim o processo fisiológico do entrar em trabalho de parto né Eu tenho dois filhos tive um filho de parto cesárea e tenho uma filha de parto normal eh amamentei os dois um um com mais dificuldade por ser uma cesárea dificuldade de movimento e a outra com uma maior facilidade além do conhecimento e eu entrei no processo do trabalho de parto muitas dessas fotos aí que vocês viram Sou eu então eu entrei tive todo esse processo E aí né a lactogênese do que vocês vão ver lá na fisiologia da amamentação é liberada de uma
forma muito mais rápida Mas o que eu tenho para dizer para vocês é né nesse capítulo a gente viu quem pode atender o parto no Brasil vimos sobre os estágios do trabalho de parto vaginal né E aí o que eu tenho para dizer para vocês como consideração final desse Capítulo é as altas taxas de cesáreas no Brasil elas ainda estão altas de acordo com o que a Organização Mundial da Saúde preconiza que é 15% então nós estamos bem além do que a Organização Mundial da Saúde tem de preconização eh as intervenções no parto eles fazem
esse impacto na amamentação porque a intervenção Deixa de ser o fisiológico Deixa de ser o natural e aí a Golden hour ela deve ser protegida pelo profissional da área da saúde porque a mulher consegue viver esse processo e a gente consegue melhorar muito os índices da amamentação mesmo nasáreas agendadas mesmo nasáreas eletivas mas trazendo pelo menos a descarga de ocitocina trazendo esse bebê para próximo da mãe incentivando ess essa mãe a reconhecer esses sinais do bebê alguns sinais serão alterados por conta eh de opioides artificiais de fluídos em excesso que vocês vão ver no próximo
capítulo com a enfermeira sibelle e os hormônios relacionado à cesárea agendada tem esse Impacto que eles não são liberados fisiologicamente naturalmente e sim após a saída da placenta né a retirada da placenta pelo médico cirurgia aí o corpo começa a entender que precisa fazer a liberação dos outros hormônios e no processo fisiológico do parto que é entrar em trabalho de parto viver esses estágios do trabalho de parto independente da via de nascimento no final é que o corpo consegue trazer os hormônios produzindo naturalmente e acontecer o fisiológico do trabalho de parto que impacta positivamente na
amamentação