liderança a formação de um líder todo mundo nos negócios conhece a história de algum executivo extremamente qualificado e inteligente que acendeu a posição de liderança e fracassou assim como a história de alguém com habilidades intelectuais medianas que deslanchou isso gera nas pessoas a impressão de que estimaram um bom Líder é quase um chute porém o autor percebeu que existe um padrão nos líderes eficazes independentemente do seu estilo de liderança todos tinham um alto grau de Inteligência Emocional isso não significa que o QI as habilidades tradicionais não são importantes mas que são úteis em momentos pontuais
por exemplo no início de carreira dos executivos no entanto as pesquisas do autor sugerem que a inteligência emocional é a condição básica da liderança atividades cognitivamente complexas até costumam ter contribuição de pessoas com o quociente de inteligência no entanto ao atingir essas profissões o QI Deixa de ser um preditor de sucesso o quociente tradicional pede espaço para Inteligência Emocional a gestão emocional da vida se destaca entre as habilidades para distinguir as pessoas com desempenho excepcional sua importância é proporcional a ascensão na hierarquia das empresas a maior parte das competências que diferenciam os líderes de Alto
desempenho se baseia na Inteligência Emocional não no QI os componentes da Inteligência Emocional incluem auto consciência autogestão empatia e habilidade social Originalmente as habilidades emocionais pareciam apenas itens indesejáveis para os líderes mas o autor mostra que atualmente são os ingredientes essenciais da liderança a boa notícia é de que a inteligência emocional pode ser aprendida o processo é trabalhoso mas seus benefícios fazem valer a pena liderança que traz resultados dar resultado é o principal papel do líder mas o caminho para chegar ao resultado sempre foi um mistério grande parte da questão é resolvida com os estilos
de liderança que tem um papel único no ambiente de trabalho da empresa o Ponto Central é que líderes com melhores resultados não dependem de um único estilo de liderança geralmente usam vários indiferentes graus às vezes é preciso trocar o estilo existem seis estilos de liderança que resultam de fatores diferentes da Inteligência Emocional estilo visionário que se baseia na ousadia na visão Clara de futuro e no entusiasmo vibrante estilo treinador que troca o papel de um chefe tradicional pelo de um conselheiro ou mentor dedicado a transformar os liderados em profissionais melhores estilo afetivo que gira em
torno das pessoas e da ideia de mantê-las felizes e dicas estilo democrático que incentiva a participação das pessoas na tomada de decisão estilo modelador que fixa padrões de desempenho altos e os exemplifica servindo como modelo estilo coercitivo que depende da intimidação e da humilhação para o autor o ideal é exibir o maior número de estilos possível líderes proficientes em quatro ou mais costumam incentivar o melhor desempenho alternando entre os estilos quando necessário aqui a liderança sensível fluida e se ajusta para conseguir os melhores resultados ainda assim Nem todos os líderes tem um repertório tão grande
de estilos de liderança Vale Expandir os próprios repertórios de estilos e analisar os traços de Inteligência Emocional que sustentam os que faltam se você não tem o estilo afetivo por exemplo pode precisar desenvolver primeiro a empatia liderança primordial o propulsor oculto do ótimo desempenho as pesquisas do autor mostram que pessoas emocionalmente inteligentes chegam mais longe o humor e os comportamentos do líder afetam o desempenho financeiro e influenciam no estado de ânimo de todos os outros chefes rabugentos por exemplo gerenciam empresas tóxicas e com funcionários que desempenham mal suas funções já líderes inclusivos transformam os liderados
em superadores profissionais de desafios assim a cultura e o ambiente de trabalho são reflexos da Inteligência Emocional níveis altos criam um ambiente confiável para compartilhar informações enquanto níveis baixos provocam medo e ansiedade isso faz com que os resultados não perdurem sem uma boa base emocional para o autor o humor do líder é contagiante e se espalha como a eletricidade nos fios de um circuito o primeiro papel do líder se torna a liderança emocional os resultados financeiros nesse caso relacionam com a vida interior do gestor o ideal é se certificar de um humor autêntico energérgico E
otimista ainda assim é preciso ter cuidado para não cair na doença do cio isso acontece quando um líder tenta aparentar um nível de humor e confiança maior do que de fato tem sendo percebido como falso por isso o ajuste envolve uma reflexão sobre a influência do Humor na empresa vale ter em mente que não é apenas um humor que importa as ações também são cruciais mas observando como um todo A ideia é transmitida pelas pesquisas é Clara e mostra que a liderança emocional tempo potencial para acender o desempenho da empresa por isso a centelha do
humor pode gerar uma bem sucedida fogueira de Alto desempenho ou levar tudo a cinzas já passamos a metade deste microbook e o autor nos leva debater sobre a paixão e o sentido do que fazemos durante o 11 de setembro de 2001 a natureza frágil da vida fez os telespectadores ainda assim o impulso para fazer uma análise da própria vida costuma aparecer em contextos menos drásticos mesmo executivos bem sucedidos lidam com a questão a busca por sentido não é simples mas é saudável e necessária é por meio dela que os líderes redecobem a paixão pelo trabalho
é difícil alcançar o alto desempenho e inspirar as pessoas sem entender os próprios sonhos a maior parte dos executivos se apoia na paixão por liderar e por corresponder as necessidades dos clientes Quando a paixão arrefece surgem Os questionamentos o desafio se torna despertar novamente a paixão e se reconectar com tudo que é de fato significativo normalmente a necessidade de reavaliar a vida se inicia com um sinal por exemplo a sensação de aprisionamento tédio ou de falta de identificação com o ideal de si Às vezes isso passa por pequenos ajustes para fazer com que o trabalho
reflita os próprios valores Vale reparar que o questionamento sobre o sentido do próprio trabalho pode vir dos funcionários e gerar incômodo nos executivos o instinto natural é suprimir o questionamento graças ao desconforto que provoca alguns também ignoram os próprios sinais temendo se desapontar com conclusão embora um líder não tenha todas as respostas pode se esforçar para seguir como ponto de apoio e diálogo para os funcionários Afinal reavaliar a própria vida pode tornar alguém mais sábio forte e determinado inteligência social e a Biologia da liderança a inteligência emocional ocupa um espaço na literatura desde os anos
de 1990 as pessoas passaram a debater sobre a importância da empatia e do autoconhecimento nos negócios mas as novidades da neurociência social tem atualizado esses conceitos nos últimos anos a descoberta Central é de que certas ações do líder influenciam a química do seu cérebro e a dos seguidores as mentes passam a trabalhar como um mesmo sistema Por isso os líderes de sucesso são os que influenciam poderosamente na conexão cerebral a eficácia teria menos a ver com dominar habilidades e mais com promover reações positivas nas pessoas cuja apoio você precisa Isso estende a inteligência emocional para
o campo social embora a importância da influência social não seja uma ideia nova hoje conta com uma base lógica para o autor é possível melhorar a liderança a partir dos neurônios espelho células que podem reforçar os vínculos entre líder e liderado por meio delas as pessoas imitam inconscientemente as outras funcionando como um wi-fi neural a importância parece aqui porque as emoções dos líderes induzem os liderados ao espelhamento isso também pode acontecer para o lado negativo se um líder leva uma exigência muito alta para os profissionais por exemplo adrenalina e o cortisol podem prejudicar o planejamento
e a criatividade da equipe a atenção passa a ser Direcionar para o ímpeto ameaçador do Chefe a raiva e a crítica mal formulada são gatilhos comuns para a reação hormonal do estresse os neurônios espelho fazem com que a tensão se Espalhe pelo ambiente contagiando os outros mesmo os líderes não são imunes o que reforça a necessidade de entender a Biologia das emoções o foco triplo do líder conduzir a tensão é uma tarefa central da liderança são gestores que dizem onde concentrar as energias mas também precisam cuidar da própria atenção a condução da atenção passa por
uma percepção da direção em que se caminha os líderes podem direcionar a tensão da empresa e anunciando uma nova estratégia por exemplo as descobertas da neurociência sobre o cérebro e a atenção trouxeram mais clareza em relação à atenção na liderança a neuroanatomia mostra que a tensão e emoção se entrelaçam no cérebro as competências de Inteligência Emocional que distinguem os melhores líderes estão ligadas aos elementos do foco a auto consciência e a autogestão duas habilidades emocionais importantes dependem de um foco para dentro já empatia e habilidade social passam pelo foco no outro para o autor ainda
existe um terceiro tipo de atenção o foco externo e sinaliza a empresa e os eventos que é impactam a atenção interna no outro e externa representam a Tríade do foco o ideal é distribuir equilibradamente esses três focos O problema é que a capacidade de concentração vencendo solapada pela tecnologia smartphones viraram a distração preferida das pessoas principalmente jovens os professores já notaram que os alunos de hoje tem mais dificuldade de manter o foco isso tem potencial para criar uma geração de pessoas com pouca aptidão para prestar atenção em períodos prolongados o circuitos neurais se desenvolvem ao
longo da Infância e da adolescência sendo solapados pela distração já existem algumas iniciativas experimentais que ensinam e treinam Inteligência Emocional concentração e atenção para jovens se os alunos provavelmente vão compor os líderes do Futuro não apenas inteligente mas sabe o foco interno e no outro são competências comuns da Inteligência Emocional exploram a auto consciência a autogestão a empatia e a habilidade social esses domínios predizem um líder com mais precisão do que as habilidades meramente cognitivas e técnicas Esse é o caso das pessoas excepcionais que não se adaptam aos cargos de liderança Mas além desses dois
focos o autor enfatiza a importância do foco externo por meio dele o líder analisa o contexto a empresa e a sociedade um jovem com aspiração a liderança e foco externo aprimorado se envolve por exemplo em trabalho voluntário o foco interno apareceria na obsessão por metas um exemplo de autogestão para o autor as exigências contemporâneas fazem com que o líder não precise ser só inteligente mas sábio essa sabedoria se traduz no foco externo e na elaboração de estratégias pensadas para o bem maior não só para as aspirações individuais da marca a escolha das empresas e do
mundo para esse perfil de líder pode levar a sociedade para um futuro mais promissor o autor ainda defende que os grandes líderes se movem Por aspirações que cruzam as metas da empresa e buscam curar a humanidade São pessoas que captam a dor das pessoas necessitadas e tentam reparar o dano por exemplo ajudando as comunidades locais ou os pobres os líderes sábios pensam sobre quem se beneficia com suas ações e agem com um senso coletivo assim mobilizam paixões e inspiram um significado mais profundo no trabalho os empregos passam a unir a habilidades foco e valores um
ambiente de trabalho com esse perfil é um poderoso para a próxima geração de grandes líderes notas finais a neurociência social e afetiva mostram que o humor a inteligência emocional e o foco e dizem um futuro líder de sucesso com mais precisão o livro de Daniel mostra como as habilidades técnicas são superstimadas e como o estado de espírito de um líder pode contagiar os liderados