[Música] Oi pessoal tudo bem então estamos aqui na última aula do nosso curso e essa é uma aula de resumo na verdade é mais uma aula de revisão e eu estrei de uma forma de exercícios então eu vou fazer a pergunta o questionamento vocês podem pausar para tentar responder e logo em seguida eu vou responder e comentar sobre eu acho que é uma forma mais dinâmica pelo menos a tentativa que seja mais dinâmico para a gente poder revisitar aquilo que nós abordamos ao longo do curso Então primeiro o transtorno do espectro autista é uma doença
que vocês acham verdadeiro ou falso vou fazer uma pausa mas para quem precisar de mais tempo pode pausar o vídeo responder E aí retomar bom o transtorno do espectro autista não é uma doença é um transtorno do neurodesenvolvimento dessa forma a gente não pode falar que vamos curar o autismo então é falso Toda Criança é autista apresentará as mesmas características verdadeiro ou falso esse também é falso assim como o nome indica estamos falando de um espectro então nós temos diferentes manifestações das características e dos sintomas no autismo Então as crianças não vão ser Todas Iguais
elas não vão apresentar todas as mesmas características e os mesmos padrões de comportamento o diagnóstico do transtorno do espectro autista deve ser feito por uma equipe multiprofissional neste caso é verdadeiro assim como nós vimos até mesmo o protocolo sugerido para avaliação Para o diagnóstico do transtorno do espectro autista ele conduz ele consta lá com diversos instrumentos tanto com pedido de exames de avaliações feitas por médicos quanto por testes inventários que são utilizados por terapeutas e esses inventários nós temos inventários que são específicos da Psicologia Da fonoaudiologia terapia ocupacional fisioterapia e assim por diante então o
ideal é que o diagnóstico seja feito por uma equipe multiprofissional então que nós temos aí vários profissionais diferentes de disciplinas atuando nesse diagnóstico e o ideal ainda mais é que essa equipe seja interdisciplinar ou seja que seja que essa criança passa por uma equipe que consiga dialogar fazer o estudo de caso trocar informações para configurar o relatório e o parecer diagnóstico então ainda vai ser muito proveitoso para essa criança passar por um diagnóstico com diferentes profissionais mesmo que eles sejam de diferentes consultórios clínicas e que não conversam mais vai ser ainda mais proveitoso e ainda
mais adequado se for por uma equipe interdisciplinar o transtorno do espectro autista é definidos por Ué por níveis de gravidade então leve moderado e grave e ou então por níveis de suporte suporte suporte grande e suporte intenso e aqui pensando numa atualização numa classificação atual bom assim como eu ressaltei lá na primeira aula o tea ele atualmente ele é classificado ele é definido por níveis de suporte então nível de suporte um que é uma pessoa que ela precisa de suporte nível de suporte grande ou nível de suporte intenso não utilizamos mais a definição por gravidade
leve moderado e grave Apesar de que em alguns documentos ainda algumas versões do dsm a gente encontre com essa definição mas a gente está modificando está naturalizando mais a utilização da classificação por níveis de suporte Então aquela pessoa que precisa de suporte de substância social e aqui precisa de um suporte ainda mais substancial ainda mais intensa quando forem falar quando perguntarem Quando vocês forem conversar atender uma criança autista evitem de perguntar mas é um artista leve moderada é grave pense mais em perguntar é se Qual que é o nível de suporte necessário o que que
é essa criança precisa de suporte para realizar suas atividades o transtorno do espectro autista pode estar associado a outras comorbidades quais Esse já é uma pergunta mais aberta então para a gente pensar e tentar revisitar lá na mente Quais que a gente lembra bom nós vimos que o tea ele pode sim estar Associados a outras comorbidades então a avaliação o diagnóstico tem que ser bem estruturado ele tem que ser um diagnóstico diferencial especializado e olhando para cada criança para cada caso de uma forma individualizada levando em consideração todos aqueles instrumentos e testes de exames que
são pedidos no protocolo avaliação clínica e os critérios de Diagnósticos para que a gente consiga identificar caso tenha uma comorbidade associada ao transtorno do espectro autista E aí nesse caso tem que ser registradas boas comorbidades então algumas comunidades que a gente encontra mais frequentemente a deficiência intelectual o transtorno de Déficit de Atenção hiperatividade transtornos de aprendizagem mas também emocionais como ansiedade depressão e outras síndromes de saúde como por exemplo distúrbios do sono e distúrbios alimentares mas seletividade alimentar então sim ele pode estar associado a outras comorbidades agora nós vamos tentar Recordar três instrumentos que são
utilizados por rastreio e para avaliação do transtorno no espectro autista ou seja são aqueles instrumentos que conseguimos utilizar no diagnóstico bom nós vimos muitos nós vamos muitos muitos mas vamos tentar Recordar alguns deles nós temos instrumentos que são mais Gerais mais simples de aplicação utilizados por vários profissionais então que não precisam de uma aplicação de uma de um estudo específico de uma formação específica para sua aplicação por exemplo o m chat baby são os dois que nós vemos com mais familiaridade temos também o Ata E aí lembrando que quando formos selecionar um instrumento para o
rastreio nós temos que Estar atento a faixa etária e ao objetivo desse instrumento esses três instrumentos aqui eles têm diferentes faixas etárias que eles abordam então se nós queremos fazer uma avaliação com uma criança muito pequena um instrumento utilizado vai ser diferente de por uma criança maior porque a faixa etária faz ser outra pausa além deles nós temos o Denver 2 é outro que a gente que vocês podem ter recordado o Denver 2 também é uma escala de rastreio mas ele é voltado atrás dos do desenvolvimento Então não é específico de terra mas pode ser
usado para apontar um atraso no desenvolvimento assim como temos também o idade que é um instrumento mais recente Ele é bem recente acredita que não tenha mais 4 anos que ele foi lançado e ele também aborda uma faixa etária bem Ampla então a gente consegue pegar desde crianças Muito pequenas até crianças aí próximo do final da primeira infância temos também a escala opa já é um instrumento que precisa de uma formação anterior para você aplicar ele é um instrumento um pouco mais caro mas também é ótimo para avaliação do desenvolvimento de atrasos do desenvolvimento temos
também o protea Esse é bem específico para o tea ele é estruturado por meio de observação clínica então você vai ter estrutura do atendimento e você vai saber o que colocar o que que é preciso os materiais necessários para aplicação E como que você vai interagir com a criança observar interação dela com esses objetos E aí vai preencher as tabelas e desenvolver o protocolo então esses são alguns mais Gerais mas nós temos também instrumentos escalas e testes que são específicos de determinadas áreas então é preciso ter uma formação um pouco mais puxada não alguns não
são exclusivos de uma determinada área mas geralmente são utilizados por essas então por exemplo o abfw que é mais utilizado pela área da fono O tde que é com relação ao desenvolvimento acadêmico escolar então geralmente é mais utilizado pela área da psicopedagogia o pro que temos o pybody temos o Viking todos esses são de diferentes áreas o visto por exemplo é da área da Psicologia ele geralmente é mais utilizado quando se pede uma avaliação neuropsicológica E aí lembrando a avaliação neuropsicológica ela é feita por um profissional especializado em neuropsicologia então a gente vê aqui que
temos uma gama muito grande de possibilidades de instrumentos que podemos utilizar para embasar o nosso diagnóstico a nossa avaliação diagnóstica e fornecer um diagnóstico bem mais apurado sobre a sua criança Mas além dessa avaliação é estruturada nós vamos também nos apoiar na observação Clínica nos dados e Relatos dos responsáveis coletar informações gerais sobre o desenvolvimento desde o período da gestação sobre o histórico de saúde de doença não só da criança mais da família dentre outras várias informações que vão nos ajudar a compor a nossa avaliação o nosso diagnóstico então é importante ter a utilização desses
instrumentos mas mas não podemos nos limitar apenas a eles então sempre vamos fazer uma entrevista com com esses responsáveis coletar informações coletar dados identificar como se deu com até aquele momento o desenvolvimento daquela criança Qual que é o contexto ambiental familiar se possível conversar com outras pessoas envolvidas na vida dessa criança então pegar relatório da escola pegar relatório de outras terapias que ela faça pegar relatórios e pareceres de outros médicos que acompanham essa criança então nós temos aí uma ampla Gama de possibilidades quando falamos do diagnóstico próxima pergunta a análise do comportamento é a um
método uma ciência uma intervenção ou um protocolo bom análise do comportamento é como nós vimos uma ciência então análise comportamento não é um método não é um livro de receitas apesar de muitas vezes ela ser divulgada as pessoas que não têm conhecimento divulgar e entenderem Dessa forma não é um livro de receitas sobre o que que eu vou fazer com a criança autista para curar ela e ela ficar perfeita não é isso objetivo então A análise do comportamento é uma ciência ela é baseada em evidências científicas baseada em experimento sendo que ela envolve ela contém
dentro dela um braço filosófico então que a gente temorismo que é o viés filosófico proposto lá por esquina o braço experimental que é com base nas experiências de laboratório de suas variáveis dos seus constructos e nos seus conceitos e o viés aplicado que é o que geralmente a gente tem maior conhecimento porque é onde entra o aba mas esse viés aplicado não é da intervenção em consultório e sim da aplicação dos conceitos de análise de comportamento acontecido de relevância social então muitas vezes é feito de uma forma empírica de uma forma experimental também então quando
a gente fala de análise do comportamento é muito importante ter em mente de que não é algo que apesar de ser uma terapia estruturada objetiva imensurável não é uma cartilha de como proceder no atendimento infantil então para a gente atender crianças do transtorno do espectro autista na análise do comportamento nós precisamos conhecer toda essa parte teórica filosófica experimental da análise do comportamento para a gente saber do que que estamos falando o que que estamos observando e como vamos agir e intervir naquela criança agora vamos tentar recordar as características desses conceitos básicos da análise do comportamento
então o reforço positivo que é o r mais o r menos que é o reforço negativo o p + que a punição positiva pmes punição negativa e o esse XT é a extinção então pausa em tenta escrever o que vocês lembrarem sobre esses conceitos que são super importantes dentro da análise do comportamento e o seu entendimento vai ser importante para nossa intervenção esses conceitos eles estão relacionados com os efeitos que a consequência pode produzir no comportamento da nossa criança então Lembrando aqui do nosso esqueminha dependendo da nossa consequência o seu efeito vai agir no aumento
ou na diminuição da probabilidade de uma resposta voltar a acontecer então quando falamos de reforço lembrando estamos falando do aumento da probabilidade de uma resposta voltar a acontecer quando falamos de punição estamos falando da diminuição da probabilidade de uma resposta voltar a acontecer o mesmo quando falamos sobre extinção estamos falando da redução da probabilidade de uma resposta vai voltar a acontecer porque porque cortamos tiramos o acesso a um reforçador quando falamos de positivo estamos falando que algo foi adicionado deixa eu escrever aqui adição e quando falamos de negativo falamos de uma retirada então no reforço
positivo nós aumentamos a probabilidade de um comportamento voltar a acontecer porque adicionamos um estímulo que é prazeroso para essa criança no reforço negativo aumentamos a probabilidade de um comportamento voltar a acontecer porque retiramos um estímulo aversivo então retiramos algo que não tava saindo prazeroso que tava sendo prejudicial que estava sendo ruim para essa criança então se ela sendo aversivo e isso fez com que este comportamento aumentasse de frequência porque deu certo para retirar aquilo que era negativo que era ruim para mim na punição positiva temos a diminuição da probabilidade de um comportamento voltar a acontecer
porque nós adicionamos um estímulo aversivo por exemplo bronca chinelada bronca chinelada grito ofensa na punição negativa diminuímos a probabilidade de o comportamento acontecer porque retiramos um estímulo que era reforçador então deixei de castigo tirei o celular tirei o computador tirei a mesada tirei o videogame e a extinção que a gente já falou quem quer entender mais sobre isso dá para estudar dá para testar e dá para compreender muito mais a fundo aqui nós temos uma introdução uma pinçalada sobre esses efeitos para que vocês consigam entender Qual que é a dinâmica próximo Quais são os níveis
de seleção do comportamento propostos por Skinner então nós vimos em uma aula que prosquiner a explicação do porque nós nos comportamos ela é multi causal e é baseado nessa relação entre o organismo e o ambiente então Ele propôs três níveis de seleção que explicam porque nos comportamos e vocês vão tentar lembrar alguma característica alguma coisa sobre os três níveis de seleção então o primeiro nível de seleção é o nível filogenético que está relacionado ao nosso desenvolvimento como espécie então aquelas características que nós temos porque somos da espécie humana o segundo nível que é o ontogenético
está relacionado com as nossas com a nossa história única de reforçamento então é com a nossa história de vida com a nossa experiência de vida e o terceiro nível é o nível que está envolvido com a nossa cultura o nosso nível é o nível cultural Então os nossos reflexos inatos estão aqui no nosso desenvolvimento como espécie então nós temos comportamentos nós temos respostas reflexos que foram selecionadas porque somos da espécie humana nós temos comportamentos que aprendemos ao longo da nossa vida por causa do nosso nível ontogenético em toda a nossa história de vida da nossa
história de reforçamento então Aqueles comportamentos que eu fui tendo ao longo da vida e foram sendo reforçados entraram no meu repertório comportamental e aqueles comportamentos que são selecionados por causa do viés cultural a cultura na qual eu estou inserida também vai determinar em quais comportamentos são selecionados E aí lembrando esses três níveis eles acontecem em um conjunto próximo a análise do comportamento aplicada é uma prática baseada em evidências verdadeiro ou falso sim ou não é verdadeiro muitos inclusive muitas das práticas baseadas em evidências que são colocadas como eficazes para o tratamento para intervenção tratamento não
para intervenção no transtorno do espectro autistas são da análise do comportamento Assim como nós vemos o uso do prompt e do reforço como nós vemos alto o alto gerenciamento a intervenção comportamental precoce intensiva são práticas são procedimentos análise do comportamento aplicado que são baseadas em evidência A análise comportamento aplicada é aplicável ela serve apenas para o transtorno do espectro autista verdadeiro ou falso Assim como nós vimos quando estudamos mais assuntos sobre análise do comportamento ela é aplicável a diferentes áreas diferentes demandas diferentes públicos então ela não é útil ela não é eficaz e não é
utilizada apenas com crianças autistas nós podemos utilizar inclusive com pessoas neurotípicas adultos idosos adolescentes na área organizacional na área hospitalar na área escolar Então ela é como é uma ciência Ela não é uma técnica ela é aplicável há diversos contextos próximo um ponto importante para intervenção com crianças é a definição de comportamento ou comportamentos alvos verdadeiro ou falso Esse é verdadeiro um ponto importante Ainda mais se nós vamos fazer a intervenção da criança com base na análise do comportamento no ABA é a definição e avaliação dos comportamentos novos que vão configurar aí o nosso plano
de ensino individualizado e os nossos objetivos de curto médio e longo prazo Então vão envolver todos aqueles comportamentos que nós queremos modificar e ensinar para a criança então nós vamos fazer a avaliação dos comportamentos avaliação comportamental também utilizando de diferentes estratégias como entrevistas escalas a descrição dos comportamentos e as análises funcionais Nos quais nós vamos começar a manipular as variáveis para tentar entender o porquê que este comportamento está acontecendo então sim é muito importante a intervenção com crianças transtornos do espectro autista não precisa de avaliação contínua e estruturada Esse é falso um ponto importante para
análise do comportamento nessa intervenção é justamente ser realizada uma avaliação contínua e estruturada então tanto para identificar aquilo que deve ser trabalhado que vai ser na intervenção mas também para fazer o acompanhamento e a verificação se a nossa intervenção está sendo eficazes está tendo ganhos para criança então este é um ponto extremamente necessário até porque estamos falando de uma ciência de uma intervenção baseada em uma em uma estrutura em objetivos mensuráveis então a gente precisa fazer uma avaliação contínua e estruturada somente psicólogos podem atender crianças autistas verdadeiro ou falso essa tá bem fácil né muitas
vezes quem faz cursos de análise comportamento Não não é formado em psicologia Então quem vai fazer curso de aba voltado ao autismo atende até mas não necessariamente é da área da Psicologia então não são somente psicólogos que vão atender crianças autistas nós temos diversas disciplinas que também vão atuar com diferentes olhares diferentes abordagens para essa criança fonoterapeuta ocupacional fisioterapeuta psicopedagogo entre outros que podem estar aí contribuindo na intervenção dessa criança buscando um pleno desenvolvimento uma melhor qualidade de vida e desenvolvimento para as crianças a intervenção com crianças até acontece apenas em consultório que vocês acham
esse mas não chegamos a falar diretamente eu acredito que não tenha citado mas agora a gente fala sobre isso então as crianças elas não precisam ser atendidas apenas em consultório nós temos uma modalidade de atendimento de acompanhamento que é o ap o acompanhante terapêutico e muitas vezes o acompanhante terapêutico ele atua intervém no ambiente natural da criança ou seja um ambiente Extra consultório mais próximo daquele ambiente em que ela vai conviver normalmente diariamente em sua vida mas comumente na escola e em casa e muitas vezes eu acho muito importante te dar o devido o devido
reconhecimento acompanhante terapêutico ou ao acompanhante terapêutico Porque eles estão intervindo em um ambiente que tem muito menor controle nas variáveis porque quando estamos no consultório a gente consegue controlar bem mais os extratores o acesso a instrumentos manter a criança engajada nas atividades agora quando estamos na escola ou em casa ou em algum outro ambiente fora do consultório Nós temos muitas variáveis envolvidas que são de difícil controle de difícil manutenção e aí o trabalho do texto torna Bem mais complicado então muitas crianças que estão intervenção na análise do comportamento contam além de uma equipe que atende
em ambiente do consultório também com acompanhamento do acompanhante terapêutico do AP que vai em casa e fica um período intervindo com essa criança ou até mesmo na escola e aí Lembrando que o acompanhante terapêutico não é uma babá não é um Professor Substituto para sala ele é um terapeuta formado que estudou que está se aprimorando que está estudando se aperfeiçoando e vai atender vai também participar da intervenção também faz parte da equipe terapêutica próximo aspectos importantes se considerar na intervenção com crianças Terra Então quais são esses aspectos dentre as alternativas equipe interdisciplinar objetivos ou serem
alcançados intervenções adotadas avaliação e mensuração da evolução aspectos individuais da criança ou todas as anteriores esse também ficou um pouco mais fácil todas as anteriores todos esses aspectos são importantes e são necessários quando a gente pensa na intervenção as crianças autistas então uma equipe interdisciplinar para a gente tem um olhar integral dessa criança e todas as suas habilidades os objetivos a serem alcançados de curto médio e longo prazo as intervenções adotadas os procedimentos avaliação comportamental comportamentos alvos a avaliação e mensuração da evolução do desenvolvimento dessa criança de forma contínua e estruturada e os aspectos individuais
da criança para considerarmos quando formos tanto avaliar quanto criar o plano de ensino o programa de intervenção e também quando formos realizar o acompanhamento então todos esses aspectos são importantes na intervenção da criança autista esse exercício é um pouco maior ele está no material indicado para leitura no final do curso e eu sugiro que vocês pausem e tentem responder e depois avaliem mas eu deixo aberto ao critério de vocês então vamos lá Imagine que o mesmo cliente demonstre todos os comportamentos listados a seguir ou seja os comportamentos que a gente vai avaliar ali estão todos
ocorrendo na mesma criança e a gente vai ordenar esse comportamentos em termos de prioridade com o número um significando mais alto nível de prioridade ou seja aquele que a gente vai intervir imediatamente e o número 5 é aquele de prioridade mais baixa para qual o atraso na intervenção Pode ser tolerado então estereotipia motora que é no formato de flapping das mãos e andar nas pontas dos pés ataque de birra de curta duração que inclui chorar com ou sem lágrima e protesto vocal e estereotipia vocal ocorrendo em alta frequência acompanhada de ausência de segmento de instruções
agressão contra os outros em forma de bater com as mãos chutar cuspir morder e puxar cabelos brincadeira repetitiva e ritualística com brinquedos girar a roda dos ferrinhos e alinhar blocos com base nesses cinco comportamentos que são comportamentos que acabam dificultando na aprendizagem quais vocês definiriam qual ordem vocês definiram para aqueles que precisam ser intervidos de maneira mais rápida mais imediata e qual não é tão imediato então preencha e tem a resposta no próximo slide Então temos duas sugestões o que muda são os dois últimos itens na primeira o primeiro a serem a ser trabalhado a
ter uma intervenção é o dia agressão ele é o mais imediato porque além de atrapalhar na aprendizagem Acaba atrapalhando outras crianças serem outras crianças e é um comportamento bem inadequado o segundo a estereotipia vocal o terceiro o ataque de birra de curta duração o quarto é estereotipia motora que é o Flap e o quinto a brincadeira repetitiva ou ritualística ou então a agressão esfera de pia vocal o ataque de birra E aí temos uma inversão entre o brincar e a estereotipia motora Lembrando aqui que por que que a estereotipia vocal vem antes do Flap porque
a estereotipia vocal ela ocorre em alta frequência E aí soucasiona na ausência do segmento de instruções a estepia motora não é relatada como interferindo no segmento de instruções então não necessariamente vai atrapalhar tanto na aprendizagem no ensino das habilidades nos exercícios que forem sugeridos quanto a estereotipia vocal bom quanto aos exercícios nós já finalizamos e agora trouxe alguns algumas outras informações só para acrescentar que eu acho que são interessantes é essa esse gráfico é uma pizza da aprendizagem ele foi sugerido pelo livro ajude nos aprender é um livro que tem na internet ele é bem
introdutório ele é bem didático Ele é bem simples e é um pouco antigo mas fala sobre análise do comportamento aplicado ao transtorno do espectro autista Então são sugestões de habilidades que tem que estar inseridas quando a gente for construir o currículo individualizado o plano de ensino das nossas crianças Então temos que envolver aí identificar e incluir habilidades acadêmicas habilidades sociais habilidades de brincar linguagem habilidades de autocuidado e habilidades motoras então claro isso é identificando as demandas de cada criança mas não só vamos focar na habilidade de linguagem e na redução de comportamentos inadequados o ideal
é que a gente consiga criar um plano de ensino né um currículo de ensino que envolva todas essas habilidades e aqui eu trouxe também só para mostrar é como exemplo é do mesmo livro do juízes aprender uma um exemplo de folha Geral de registro aqui de um treino de imitação existem outras folhas de registros que já vem alguns livros já vem com anexo com várias folhas de registro já dos programas que você vai utilizar Mas eu acredito que o ideal seja identificar a necessidade de cada criança é construir a folha de registro dela mas aqui
por exemplo temos a folha de registro de uma criança que vai fazer uma tarefa de imitação oables é um protocolo também de avaliação para o teto então eu acho eu não lembro se a gente chegou a citar ele mas caso não também fugir que vocês pesquisam ele ajuda na construção assim como Obmep na construção de um currículo de ensino individualizado então aquele define Ele separa dessa forma tem o início então a data em que aconteceu qual que é o domínio qual que foi o estímulo então o que que foi dito Qual foi o estímulo discriminativo
E aí diante da criança imitar essa atividade ela é reforçada e a pessoa coloca aqui a data da sondagem então quando que foi feito e se a criança fez ou não fez a atividade e ainda no mesmo livro tem aqui uma sugestão um exemplo de currículo de uma criança e aí ele coloca habilidade por exemplo treino de linguagem receptiva então tocar diferentes partes do corpo isso é o treino de ouvinte então da criança ouvir e seguir esse direcionamento então ela vai ter como estímulo falar para ela toque a cabeça e a criança tem que tocar
a cabeça toque o ombro ela vai tocar o ombro outro treino de linguagem receptiva de tocar Um item comum então toca o livro pega o livro toca o giz e ela tem que ir adequadamente e tocar o giz desempenho visual então parear figuras iguais e aí ela tem 10 pares de figura e ela tem que fazer o pareamento correto entre qual figura é igual imitação imitar movimentos com o objetos E aí vai ter vários estímulos então a pessoa vai pegar o objeto vai fazer o movimento e a criança tem que imitar este movimento imitação vocal
imitar palavras quando solicitados então falar repete bolo é a criança fala bolo repete suco fala suco e a criança repetir a palavra nomeação então nomear objetos comuns então apontar o que é isso nome DVD esse xícara apresentar uma carta com um livro com desenho de um livro a foto de um livro a criança fala livro então dela nomear E aí aqui e também o intra-verbal de completar palavras de canções Então como o estímulo vai ser eu começar a tirei o pau no gato e aí a criança completar a música então aqui a gente já viu
que tem um treino do comportamento verbal que a gente viu lá no Vibe temos o treino do ecóico de imitar o de nomear que é o tato e o intra-verbal que é o de responder todo o currículo vai ser dessa forma todo o currículo vai ter esses treinos não esse aqui é só um exemplo e aqui eu trouxe um outro exemplo também para vocês verem é desse livro ensino de habilidades básicas para pessoas com autismo esse currículo ele já vem pronto Quando você compra o livro tem essa sugestão Mas dá para você também comprar o
os arquivos em PDF E aí nesse currículo nós temos por exemplo treino de habilidades básicas de atenção então sentar e esperar contato visual habilidades de imitação E aí é a habilidade de imitação motora grossa com objetos motor fino articulatório Grosso em pé em sequência de movimento vai de mais simples Até o mais complexo habilidades de linguagem receptiva então seguir instrução de um passo dois passos identificar partes do corpo identificar pessoas da família objetos e figuras também indo de um mais fácil para o mais complexo habilidades de linguagem expressiva então apontar em direção a objetos desejados
produzir sons com função comunicativa ou seja qual a função de realmente comunicar algo imitar sons aumentar pedidos vocais nomear pessoas familiares nomear objetos nomear figuras e algumas habilidades pré acadêmicas então coordenação olho mão emparelhar objetos emparelhar figuras empolerar objetos e figuras usar o lápis e usar a tesoura de currículo de objetivos de treino de habilidades e eu preciso trazer alguns exemplos que fique mais visual do que que a gente está falando bom essa foi a nossa aula de revisão de resumo para finalizar o nosso curso de transtorno do espectro autista em base a luz aí
da análise do comportamento aplicada Essas são as referências a capa que tem uma trouxe a capa dos livros utilizados mas também tiveram alguns artigos e outros que eu citei durante o curso que eu acho que são legais para quem quer se aprofundar estudar buscar e ler esses livros e artigos Esses são os meus contatos e muito obrigada