Nesse vídeo eu vou compartilhar com vocês o que eu achei de Resident Evil Hacking, que eu zerei em cerca de 16 horas de gam play. Agora eu sei que você é quem eu estava procurando, a especial, a escolhida. Sobre o conteúdo do vídeo, fiquem tranquilos que eu não vou mostrar nada de spoiler e nenhum trecho avançado do jogo.
Inclusive os próprios trailers e gameplays oficiais do game t mais spoilers do que esse vídeo. Eu tive o privilégio de receber uma chave de acesso antecipado ao Resident Evil Hacking para Play 5. E eu joguei o game através do PlayStation 5 Pro.
Esse é um jogo que tá saindo também pra Xbox Series XS, PC e Nintendo Switch 2. Resident Evil é uma franquia que a gente associa a suspense e terror e também a ação e aventura. E no caso do Hacken, o game é tanto de suspense e terror quanto de ação e aventura.
Isso acontece porque o jogo tem dois protagonistas. o Leon Kennedy, que é um personagem bem tradicional da franquia, que apareceu pela primeira vez no Resident Evil 2. E a gente tem também a Grace Ashcroft, que é uma novata na franquia, mas que tem origens no Resident Evil Outbreak de maneira indireta, porque nesse game de Play 2, a gente tem a Alessa Ashcroft como uma das personagens jogáveis e a Alessa Ashcroft é a mãe da Grace Ashcroft.
Quem tá aí? Ai meu Deus. >> Os trechos de gameplay da Grace, eles têm mais ênfase em suspense e terror, com inventário limitado, o arsenal limitado e também mais enigmas pra gente resolver estilo Resident Evil 1, Resident Evil 2 e Resident Evil 7.
Já os trechos de gameplay do Leon, eles têm mais ênfase em ação e aventura. >> Não faça nada estúpido. >> Eu nunca.
>> Com mais espaço de inventário e mais opções de armas brancas. armas de fogo, explosivos e por aí vai. Então, o gameplay do Lian é mais voltado pro que a gente conhece do Resident Evil 4.
Apagar as luzes. >> Algo bem bacana que a Capcon fez com o Resident Evil Hacking foi permitir que o jogo completo seja jogado tanto em primeira quanto em terceira pessoa. E isso a gente pode definir de acordo com o personagem.
O recomendado para Grace pela própria Capcon é a primeira pessoa pra gente ter mais imersão no suspense e terror. E o recomendado pro Lean é terceira pessoa com mais ênfase em ação e aventura. Ela não vai escapar.
Mas eu joguei o game completo em terceira pessoa e os trechos da Grace fluíram super bem em terceira pessoa inclusive foram sim extremamente tensos e assustadores mesmo em terceira pessoa de história. Eu vou dar uma breve contextualizada para vocês do que que desencadeia os eventos do hacking. O game se passa em 2026 e a Grace Ashcroft é uma agente do FBI.
Ela é alocada para cuidar de um crime no hotel Renwood. E esse é o mesmo hotel onde a Alessa Ashcroft, mãe da Grace, foi assassinada 8 anos antes. E o crime que aconteceu no Hotel Renwood se entrelaça com um caso no qual o Leon Kennedy tá trabalhando e com isso a campanha do game se inicia.
Eu particularmente gostei muito da campanha do Resident Evil Hacking, tanto pela forma como as histórias do Leon e da Grace se conectam, quanto como a história do Resident Evil Hacking, como um todo se conecta à história da franquia. Antes de detalhar mais gam play, combate, gráfico, tr sonora, tradução e tudo mais, eu vou agradecer rapidamente a Lura, que é parceira do canal. Se você tá em busca de adquirir novos conhecimentos ou aprofundar o que você já sabe na área de tecnologia, vai de alura que vale a pena.
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Em relação ao visual do Resident Evil Hacking, o jogo é fenomenal. A modelagem dos personagens, inimigos, cenários, é tudo excelente. O jogo tem uma atenção a detalhes enorme nos modelos dos personagens.
Então, reparem aí nos cabelos, olhos, pele, cicatrizes, é tudo muito bem feito nesse game. Os cenários também são muito bonitos, eles são repletos de objetos bem construídos e alocados. E a presença dos personagens inimigos nos cenários fica muito coesa, porque o game tem um sistema de iluminação espetacular.
Então, assim, a sensação de imersão no mundo do Hacken é fantástica. De áudio, o jogo também é muito, muito bom. Trilha sonora em jogo de terror não costuma ser um elemento muito frequente.
>> E de fato no Resident Evil Hacking, a gente não tem sempre uma música tocando de fundo. Mas quando o jogo tem presença de trilha sonora, as músicas são excelentes. De efeitos sonoros, o game também é muito bom, super imersivo.
O game tem uma variedade enorme de sons, tipo passos, né, e passos em pisos diferentes. Tem barulho de respiração, som de tiro para armas diversas, obviamente tem efeito sonoro para quando a cápsula de um projétil cai no chão e por aí vai. A gente fica muito imerso no game por causa do áudio do jogo.
>> Código se código se todos os funcionários iniciar protocolo. >> E ainda em relação a áudio, o game tem uma dublagem excelente. >> Senor Kennedy, temos que ir imediatamente.
>> Que que foi? O Resident Evil Hacking tem uma das melhores localizações, traduções que eu já experimentei no mundo dos games, tanto em termos da tradução dos diálogos e textos, quanto na performance dos dubladores do jogo. Esse jogo tem uma dublagem excepcional.
>> Descanse, Grace. Temos muito o que fazer. Em relação ao gam play em si, o Resident Evil Hacking é brilhante.
É daqueles games que não dá vontade de parar de jogar. O jogo é envolvente demais, do início ao fim. Os trechos da Grace, eles remetem muito aos Resident Evil clássicos, tipo Resident Evil 1, 2 e 3, Resident Evil Remake, né?
O remake do 2, Resident Evil 7 também. E isso acontece porque a gente tem recursos escassos, pouco espaço no inventário e a gente tem também a sensação constante de medo, de suspense, de tensão. E com a Grace é importante saber que às vezes é melhor evitar um combate do que enfrentar um inimigo.
E é crucial ser furtivo para derrotar os inimigos sem precisar gastar a munição de arsenal. A Grace tem acesso a facas, pistolas, coquetel molotov, injeções letais e alguns extras que eu quero manter em segredo. Só que o arsenal dela é bem limitado.
O game, inclusive, tem um sistema de criação de itens que com a Grey envolve coletar sangue infectado e misturar esse sangue com outros recursos. E com isso a gente pode criar munição, cura e até mesmo algumas melhorias permanentes de vida e poder de fogo. Os trechos do Leon remetem mais a Resident Evil 4, principalmente o remake do Resident Evil 4.
Então o Lian tem bastante espaço de inventário, ele tem acesso a armas diversas, tipo granadas, machado. >> Bom, esse foi o meu cárdio da semana. pistolas, revólver, metralhadoras, shotguns, snipers.
O Lian tem também acesso a um sistema de criação de itens, onde é possível criar munições, explosivos, itens de cura e o Lian pode comprar e melhorar armas através de baús de estoque. Jogando com o Lan, a gente encontra muito mais recurso, né, espalhado pelos cenários, mas em compensação a gente enfrenta muito mais inimigos. E em relação aos inimigos, o Hacking tem uma variedade bem legal de adversários.
Os inimigos comuns têm uma variedade bem bacana. Então, na região inicial do game, por exemplo, a gente enfrenta muito zumbis. E os zumbis não são todos iguais.
Os zumbis normais são de diversos tipos. Existem zumbis especiais que são mais desafiadores de enfrentar. E conforme a gente avança no jogo aparecem novos tipos de inimigos.
Não me deixa. >> E o game tem também um número bacana de chefes que a gente enfrenta, mas aqui eu não vou entrar em detalhes. Eu não quero estragar a experiência de ninguém.
>> Eu vou cuidar daquilo. >> Em relação à dificuldade, eu joguei o jogo no nível normal e eu achei o desafio bacana. Eu frequentemente tinha a sensação de que eu precisava tomar cuidado no gam play, tanto em termos de respeitar os perigos dos adversários, quanto em termos de administrar direito os meus recursos.
Eu morri algumas vezes no game, mas nada exagerado. E eu não travei em nenhum ponto do jogo, nem em termos de enigmas, nem em termos de inimigos. Obviamente que nenhum jogo é perfeito.
Então, uma crítica que eu tenho em relação ao Hacken é que existe um trecho mais pro meio do jogo que se estende um pouquinho mais do que deveria. Na minha opinião, o jogo teria se beneficiado se um cenário específico do jogo fosse um pouco mais curto, porque esse cenário acaba ficando um pouco repetitivo, tanto em termos de visual quanto em termos de loop de gameplay. Mas não é nada que tira o brilho do hacking, porque Resident Evil Hacking é excepcional e o game se tornou um dos meus favoritos na franquia.
junto do Resident Evil 2 Remake e do Resident Evil 7. Então assim, eu imagino que quem é fã da franquia vai amar Resident Evil Hacking. Inclusive, esse é um jogo repleto de serviço aos fãs.
E eu inclusive prevejo gente reclamando que o jogo exagera nesse aspecto de fan service, mas eu particularmente curti muito as referências que o jogo tem a outros games da franquia, sendo que existem referências diretas, indiretas e algumas são bem sutis. Para concluir, eu recomendo demais Resident Evil Hacking. Joguem que vale a pena.
E vale a pena tanto para quem gosta de jogar a campanha uma única vez e acabou, porque a campanha do game é super divertida e envolvente e vale a pena também para quem curte jogar uma mesma campanha múltiplas vezes, porque esse jogo aqui tem muito o que desbloquear, tem muitos extras para liberar depois de zerar o game pela primeira vez. E sobre tempo de gam play, uma observação aqui. O contador que o jogo mostra no encerramento do jogo não corresponde ao tempo total de gamep.
Eu imagino que o contador do fim do game exclui as cut scenes, porque eu zerei o game em cerca de 16 horas de jogo, mas o meu contador de conclusão indicava 13 horas de gamep. Se você se interessou no game, mas não vai jogar, saiba que eu gravei série do jogo completo aqui no canal. Game vai aparecer aqui no canal do início ao fim.
E para finalizar, não se esqueçam de conferir a alura pelo QR code na tela ou link na descrição. Meu cupom de desconto por lá é brscu. Pessoal, muito obrigado pela atenção de todos.
Estamos junto. Eu vou ficando por aqui. É isso aí.
Valeu. Falou. M.