olá olá e em 1910 o Rudolf hilferding publicou um livro intitulado O Capital financeiro a importância deste livro foi detectada porém que faz a ele várias referências em seu estudo o imperialismo estágio superior do capitalismo da nossa sessão de hoje vamos discutir o primeiro capítulo do livro O Capital financeiro Capítulo Oeste que ser dito há a necessidade do dinheiro o Rio Verde começa a sua discussão observando que tem duas formas básicas de se realizar a produção social ela pode ser realizada de uma maneira coletiva onde a propriedade é propriedade comunal ou ela pode ser realizada
de maneira mais individualizada sobre a forma de propriedade privada é o que ocorre aqui não é penas uma diferença de forma e sim uma diferença qualitativa no que se refere a maneira pela qual o produto social do trabalho será reapropriado pelo conjunto da sociedade que sigamos pois as reflexões apresentadas por Rio Verde em observa que a comunidade humana de produção pode ser regulada quer através dos seus representantes coletivamente quer através da forma privada a primeira situação que ele Analisa é a forma coletiva onde a propriedade privada ainda não se instaurou neste modo coletivo de produzir
modo este que vai permear as primeiras relações sociais entre os homens ao longo da história nestas formas mais iniciais da produção O que ocorre é que os representantes de um determinado coletivo ficção o volume e os a produção distribuindo entre os membros o produto social obtido o Rio Verde continua observando que numa comunidade assim organizada os indivíduos se relacionam conscientemente uns com os outros e se relacionam como partes constitutivas de uma comunidade de produção as relações de produção apresentam-se como relações sociais diretas portanto não são mediadas pelo mercado São é uma produção voltada fundamentalmente para
o consumo próprio pode ocorrer de o de haver um excedente e este excedente se ocasionalmente trocado no entanto não é isto que vai permear este tipo de relação social ou seja a produção voltada essencialmente para a troca e continua Rio Verde Observe o Finn observando que e as relações individuais enquanto referentes a vida Econômica apresentam-se como determinadas pela ordem social e Independentes da vontade de cada um ou seja não é o interesse privado que definir o que vai ser ou não produzido as próprias relações de produção são compreendidas como impostos e desejadas pela coletividade significa
isto que é necessário uma determinada forma de organização social cada um não faz o que quer cada um tem que participar de um determinado processo de trabalho no entanto este processo de trabalho ele está estruturado de tal modo a atender o conjunto dos membros daquele coletivo daí que ao mesmo tempo em que este processo de trabalho tem o seu momento de imposição o seu momento Oi bom dia sim de obrigação ele também é tido como um momento necessário para a satisfação do coletivo a outra é a situação da forma de organização social que prescinde prescinde
desta organização consciente coletiva e na outra forma aquela que vai ser dominada pela propriedade privada O que significa é que esta maneira de produzir se decompõe em pessoas Independentes umas das outras a produção se apresenta como fruto da iniciativa privada é desta deste modo as pessoas são proprietários particulares por meio do desenvolvimento da divisão do trabalho são obrigados a entrar em relação uns com os outros ou seja se a relações sociais quando se instaura a propriedade privada estas relações sociais elas são determinadas pela necessidade de trocar os produtos do trabalho daí que os produtores individuais
são obrigados a estabelecer intercâmbio com outros produtores individuais já não é mais a produção voltada para o corretivo é a produção voltada para satisfazer os interesses individuais e nesse sentido o outro é apenas uma mediação para si e a necessidade do indivíduo que precisa dar vazão à sua mercadoria e é a partir desse ato portanto das Produções individuais é a partir deste ato que se estabelece a coesão da sociedade no entanto esta sociedade ela passou a ser uma sociedade atomizada sendo que esta atomização ela é dada pela existência da propriedade privada e pelo determinado grau
atingido pela divisão social do trabalho e para esta segunda forma de relação social observa Rio Verde a troca constitui atos mediante os quais a sociedade se concretiza como comunidade de produção portanto se podemos falar em sociedade o que da coesão a esta sociedade não é o interesse coletivo e sim a necessidade dos produtores realizar a sua produção ou seja vender em a sua produção individual as trocas ela se dão mediadas a partir deste momento pelas mercadorias e tirar ainda nesse sentido Rio Verde a propriedade privada EA divisão do trabalho dissociaram os indivíduos embora os tornassem
igualmente Independentes Ou seja todos podem produzir ou aqueles que detêm a propriedade privada podem produzir nesse sentido eles são iguais mas cada vez mais o que assistiremos sob o comando da propriedade privada é apenas a igualização jurídica entre os indivíduos esses indivíduos ainda que se sintam Independentes uma vez que são produtores privados estão em uma íntima interdependência com a sociedade na medida em que se eles não estabelecerem o intercâmbio com outros produtores individuais ou com outros consumidores individuais simplesmente o quê a reduzir não é comercializado não é vendido daí que aquela produção se torna totalmente
inútil e numa sociedade deste tipo de esqui o fim a troca adquirida a função de assegurar a vida social ou seja os indivíduos não se relacionam porque querem se relacionam porque são obrigados a travar relações sociais entre si Esta é uma discussão que podemos encontrar também fartamente no primeiro capítulo do livro o capital de Marx o Rio Verde continua observando que numa sociedade Mercantil as leis econômicas operam nos moldes de uma lei natural com a força de uma necessidade natural social com isso e quer dizer que os homens passam a ser meros veículos para as
trocas de mercadorias as relações sociais elas se efetivam apenas na medida em que vamos encontrar desta sociedade os portadores de mercadorias Lembrando que a generalização da sociedade Mercantil vai ser a base para que Marques discuta no capítulo 1 do Capital a questão do fetichismo da mercadoria e no âmbito da produção Mercantil prossegue Rio Verde um fator social objetivo e básico para a troca domina o que seria este fator social objetivo e básico significa que não depende dos indivíduos tomados isoladamente comercializarem ou não os produtos do seu trabalho Ou eles comercializam ou então eles ficam com
aquilo que produziu a para consumo próprio que seria uma impossibilidade ninguém vai produzir 10 mil litros de coca-cola para ficar tomando coca-cola ou qualquer outro refrigerante ao longo do tempo produz 10 mil litros de coca-cola para vender essa mercadoria daí que o produtor de coca-cola necessariamente tem que entrar em contato com o vendedor da coca-cola o comerciante o consumidor e assim por diante porque se trata de uma relação objetiva não depende da vontade individual e isolada e sim de uma necessidade que se coloca à luz do modo como se estruturaram a partir da mercantilização da
produção as relações sociais da IC no âmbito da produção Mercantil um fator social objetivo é básico para troca domina e este fator é o tempo de trabalho socialmente necessário incorporado nos objetos trocados nós sabemos pela reflexões queimar que desenvolveu no total que o tempo de trabalho social necessário é o tempo de trabalho social geral para se produzir uma mercadoria em determinadas condições dadas dentro da economia Mercantil todas as mercadorias são trocadas com base em uma equivalente que é o tempo de trabalho social médio demorou para ser produzidas se um casaco é produzido em uma hora
e uma outra mercadoria é produzida em meia hora significa que um casaco pode ser trocado por duas unidades da outra mercadoria uma vez que as duas unidades da outra mercadoria totalizam uma hora portanto e nesta sociedade Mercantil o que está em Pauta no são os trabalhos concretos dos trabalhos específicos o trabalho do fiandeiro trabalho do tingidor o trabalho de costureira e assim por diante o que está em pauta para economia Mercantil é o trabalho Social Social médio aquilo que Marques chamará também por trabalho abstrato ou trabalho social geral ou mesmo Geleia Geral de trabalho é
reduzindo a produção a Geleia Geral de trabalho que se torna possível no mercado encontrar o equivalente das mercadorias dentro deste ato de troca continuar Rio Verde o bem converteu-se em mercadorias em coisa que não é mais destinada a a necessidade individual É lógico que aquilo que foi produzido a ter uma utilidade para alguém daí que a mercadoria é unidade do valor-de-uso e valor-de-troca portanto a mercadoria é valor tempo social de trabalho Médio Mas para ser vendida ela precisa ter utilidade para alguém o que Rio Verde que era acentuar aqui é que a mercadoria Embora tenha
que ser vendida ela não está Mirando uma necessidade individual a mercadoria ela está buscando apenas um consumidor pouco importa se esse consumidor vá pegar essa mercadoria e assim que comprava jogava no chão e quebrar para quem está vendendo a mercadoria isso não tem não tem a mínima importância o que tem importância é encontrar um consumidor individual para aquela mercadoria e nesse sentido dentro desta sociedade seus produtores encontram-se em determinada a relação social na qual tem que se defrontar uns com os outros como produtores Independentes é somente sobre essa forma que o objeto adquire um aspecto
social o trabalho individual como parte da força total de trabalho de que dispõe a sociedade é trabalho criador de valor Rio Verde indica aqui uma mercadoria é expressão de valor significa que a mercadoria ela é expressão de tempo de trabalho social médio que vai ser trocada por um outro tempo de trabalho social médio equivalente e pode ser que os tempos de trabalhos sociais médios no ato da troca resultem em quantidades distintas de mercadorias por exemplo um casaco ser trocado por dois pares de sapato tudo vai depender de ser na nos pares de sapato estiverem contidos
trabalhos sociais médios que equivalem a uma hora que demorou para produzir apenas um casar e continua Rio Verde Rio Verde observando que a necessidade individual só é satisfeita na sociedade Mercantil na medida em que a troca permite aos indivíduos participar da produção social a troca manifesta-se somente como relação quantitativa entre dois objetos relação quantitativa do que como nos referimos alguns momentos um casaco pode valer dois pares de sapato ou então um par de sapato pode valer dois casacos tudo vai depender do tempo de trabalho social médio materializado em uma e em outra mercadoria é a
quantidade que é objeto de troca nesse sentido dentro da sociedade mercantil a quantidade que é objeto de troca é determinada quantitativamente pelo tempo de trabalho que a sociedade teve que entregar para sua fabricação a sociedade é aqui Concebida como uma unidade que empregou sua força de trabalho coletiva para realizar a produção total enquanto o indivíduo e seu trabalho é considerado apenas como órgão da sociedade e é sempre bom lembrar que quando se fala de tempo de trabalho social médio Estamos nos referindo as condições reais que existem para produzir uma determinada mercadoria O que determina o
valor de uma mercadoria valor este que será Expresso em preço da mercadoria O que determina o valor de uma mercadoria não é o fato de que um casaco foi produzido em uma hora e o outro foi produzido em duas horas o que vai determinar o valor da mercadoria é o fato de que é possível produzir esta mercadoria em uma hora então se um produtor produzir em duas horas a sua mercadoria não terá mais valor do que aquela que foi produzida em uma hora uma vez que e o tempo de trabalho social médio existentes na sociedade
é aquele que permite fazer um casaco elaborar um casaco em uma hora e contam disse Rio fim os indivíduos participam do produto na proporção em que a sua força de trabalho Corresponde à média da força de trabalho a trabalhar trabalhar com mais lentidão significa apenas realizar trabalho inútil dado determinadas condições sociais de produção existentes do ponto de vista da circulação da mercadoria O que conta é aquela mercadoria que é produzida dentro do tempo de trabalho social médio e assim uma vez dada a soma de tempo de trabalho empregado na elaboração do produto a troca tem
que expressar este fato Ou seja a equivalência de tempo de trabalho EA forma de exprimir esse fato é a troca em que a relação quantitativa das mercadorias equivale a a relação quantitativa do tempo de trabalho socialmente necessário empregado em sua fabricação nesse caso as mercadorias são trocadas por seu valor Portanto o que vai definir o valor da mercadoria não é você produzi-la mais demoradamente e sim você produzir a mercadoria dentro do tempo de trabalho social médio possível Em uma sociedade o que se relaciona diretamente com o estágio o pedido pelo desenvolvimento das forças produtivas o
Rio Verde comércio continua observando que as mercadorias são materializações do tempo de trabalho socialmente necessário esse tempo de trabalho não é diretamente Expresso como tal como nas sociedades nas sociedades nas quais dominava a produção coletiva e só aparece na troca na equiparação de uma coisa com outra nesta forma de sociedade dominada pelas trocas mercantis o valor de uma coisa o tempo social de sua produção é expresso como quantidade determinada de outra coisa ou seja de outra mercadoria e tal como ela se apresenta com todas as suas propriedades naturais o que seria essas propriedades naturais seriam
o corpo da mercadoria um copo por exemplo e tem um determinado formato que permite colocar o líquido dentro dele Então essas são as propriedades naturais da mercadoria e que vão dar aquela mercadoria uma determinada utilidade esta forma natural das mercadorias ou propriedades naturais da mercadoria serve de elemento de expressão do valor para outro objeto na qual na qualidade de seu equivalente E observa ainda Rio Fini que quando o bem portanto a mercadoria de um torna-se mercadoria E assim se torna o bem de outro ou seja mercadoria consumida por o outro é somente então que nasce
a relação social entre os indivíduos Ou seja a relação social entre os indivíduos passa cada vez mais a ser mediatizada pela mercadoria G1 e continua Rio Verde Rio Verde a sua capacidade social a capacidade social de dos indivíduos só capacidade social confirma se somente por meio do objeto que na troca ele recebe pelo seu o Rio Verde Rio Verde a partir daí vai caminhar no sentido de apontar como que destas relações mercantis ou a partir da solidificação das relações mercantis foi necessária a instauração de um equivalente Universal ou seja de uma mercadoria que pudesse atuar
como mediador como elemento de equivalência junto as demais mercadorias é uma discussão que Marques também desenvolve da mercadoria do livro ou capital e tirar Rio Verde e na troca as mercadorias só tem valor de troca e somente a efetivação da troca restabelece o valor de uso depois de consumada a troca é só então que nasceu a ligação com outra necessidade individual no dinheiro cujo valor é simples materialização do tempo de escapar socialmente necessário e isso na medida em que quando utilizamos uma nota de 10 reais ela está expressando simbolicamente o valor de uma determinada mercadoria
cujo tempo de trabalho socialmente necessário equivale também a 10 reais então o dinheiro ele entra com uma representação ideal da mercadoria em troca a mercadoria só tem valor de troca e somente a efetivação da troca restabelece o valor de uso depois de consumada É só então que nossa ligação com outra necessidade individual no dinheiro cujo valor é simples materialização do tempo de trabalho socialmente necessário ou seja valor de troca a mercadoria se configura diretamente como valor de troca no dinheiro o valor de troca da mercadoria assim se apresenta com forma autônoma em relação ao seu
próprio valor de uso Essa é a transformação do dinheiro em mercadoria em vai gerar o valor de uso significa que com dinheiro você necessariamente não precisa comprar uma determinada mercadoria Mas você pode adiar essa compra no entanto na forma ideal do dinheiro está sempre está sempre pressuposto que aquela nota de 10reais permite comprar uma mercadoria cujo tempo de trabalho social médio equivale também a 10 reais é importante sempre observar o que o dinheiro ele não nasceu sob a forma papel Ele nasceu sob a forma de metais posteriormente a que se transitou para esta representação do
dinheiro em papel o Rio Verde continua suas reflexões a respeito da importância do dinheiro para a economia Mercantil observando que o dinheiro só pode tornar-se equivalente geral por ser ele também uma mercadoria ou seja um valor de troca por tanto o dinheiro não é apenas uma folha de papel ou uma moeda de metal o dinheiro ele é também uma mercadoria na medida em que ele tem um valor de uso e valor de troca é mas como valor de troca qualquer mercadoria é parâmetro dos valores de todas as outras na medida em que em sua ação
recíproca as mercadorias se referem a uma só no caso o dinheiro essa mercadoria especial que é o dinheiro torna-se um valor de troca adequado cuja existência se impõe e cuja existência sem põe como equivalente geral o fato de todas as mercadorias serem valores de troca Isto é ver a sociedade atomizada pela divisão do trabalho e pela propriedade privada ser ter sido instalada e Deus produtores estarem relacionados entre si apenas por intermédio de seus produtos materiais assumir agora outra forma seus produtos do trabalho passam a apresentar na qualidade de valores de troca apenas quantidades diferentes do
mesmo objeto de dinheiro é importante observar que na medida em que as trocas foram se desenvolvendo o dinheiro se colocou como uma necessidade cada vez mais presente mas não apenas se colocou o presente a necessidade de uma mediação Universal mas também uma mediação Universal que fosse efetiva era impossível por exemplo pegar um pedaço de madeira e usar com dinheiro porque porque madeira tem em abundância na sociedade desse modo uma das primeiras condições para transformar algo em dinheiro é a sua Raridade daí que o ouro foi utilizado Inicial nas formas iniciais como dinheiro é importante observar
também que é necessário a praticidade se no primeiro momento para se fazer as trocas se utilizava um boi é extremamente vou ter que levar o boi para fazer a troca de equivalentes daí que o ouro permitia por exemplo a realização das trocas com mais facilidade da da sua durabilidade a facilidade de fundir e cunhar o ouro e também dado a sua Raridade daí que foram sendo utilizadas ao longo da história o ouro a prata e até mesmo o cobre e no processo de troca this Field no processo de troca a mercadoria satisfaz qualquer necessidade e
o dinheiro passa a ser o representante absoluto do valor de troca tornando-se dinheiro transformou-se em valor de troca para as demais mercadorias ou seja mediador Universal a partir do qual todas as mercadorias podem ser representadas todas as mercadorias se representam no dinheiro vale mercadorias distintas podem ser representadas por exemplo em uma nota de 10 reais a questão é saber quanto destas mercadorias distintas r$ 10 pode adquirir ou não e a mercadoria Tem que converter-se em dinheiro só então ela expressa socialmente seu valor de uso esse é o valor de troca como união de ambos todas
as mercadorias se transformam em dinheiro uma vez que todas elas são reduzidas a este equivalente Universal o dinheiro converse em existência transformada de todas as outras mercadorias nesse sentido o dinheiro passa a constituir a materialização imediata do tempo de trabalho em geral a necessidade do dinheiro neste sentido continua Pill Food Pill Food a necessidade do dinheiro decorre da própria natureza da sociedade produtora de mercadorias cuja lei editada pela troca de mercadorias entendidas como produtos do tempo de trabalho social é necessário o rio fim conclui este Capítulo com a seguinte observação O que é Norma dessa
sociedade da sociedade Mercantil e ele está se referindo aqui fundamentalmente a sociedade capitalista no seu estágio avançado sobretudo é Norma dessa sociedade atuar mediante uma lei do preço de uma lei que impõe que o meio de troca de uma mercadoria seja outra mercadoria porquanto esta só se consubstancia só se materializa enquanto tal em tempo de trabalho socialmente necessário querem se meio de troca deve quer esse meio de troca que esse meio de troca deve ter valor resulta diretamente do caráter de uma sociedade em que os bens se tornaram mercadorias e tem que ser trocadas como
Tais o mesmo processo que faz de um bem uma mercadoria transforma a mercadoria em dinheiro são estas as reflexões básicas que Rio Verde apresenta neste primeiro Capítulo do seu livro O Capital financeiro Capítulo este que como dissemos no início se chama a necessidade do dinheiro Espero que tenham gostado da discussão encaminha E como sempre suas considerações positivas ou negativos e continuamos aqui no nosso trabalho de resgatar textos clássicos e sobretudo em defesa da sociologia até uma próxima