e quem inventou os quadrinhos afinal vamos responder de uma vez se você já está acostumado a ler livros sobre quadrinho se você já razoavelmente bem informado você vai dizer Rodolfo top suíço O que é considerado o pai das histórias em quadrinhos vamos ver acaba grande título por ter publicado em 1833 estoque demonstrou já vou que é considerada por muitos a primeira história em quadrinhos e apesar de ter publicado de 133 ele já tinha feito muita coisa antes mas é um desenho que ele só circulavam em público e tal foi só a partir daí desse ano
que ele começou a imprimir mesmo seja botar esses materiais de circulação Aliás a técnica que o top foi usava cabe aqui dizer era autografia Portanto ele desenhava no papel passar vale para pedra litográfica e da pedra litográfica ele jogava de volta no papel portanto da ele conseguiu evitar que o desenho fosse espelhado que era muito comum nessas teclas de impressão do século 19 e ao mesmo tempo produzir um desenho bastante espontâneo quero que ele queria tão tirando o homem do seu tempo dava muito alinhado com o romantismo Nas artes se correspondeu com um gueto importante
escritor e portanto tava dentro dos seus interesses e como todo mundo imaginário romantizado sobre a idade média sobre o gótico medieval por isso dentro dos bolsos referência de Top pela via de um lado a caricatura da sua época que era muito forte impor entre muito interesse dele essas mais especiais que a gente costuma vendo as igrejas a classificação essas imagens que a gente vê muitas vezes nos Vitrais e também uma certa espontaneidade no traço que era o que ele entendia disso da arte medieval que não é bem assim mas enfim ser um outro papo mas
ele via uma certa espontaneidade no traço que ele achava que era muito interessante porque aparecer que era algo tinha feito assim muito rápido uma coisa Popular genuinamente Popular Veja por isso que a gente é uma visão muito romântica você já ideia de que poxa só que parece que foi feito por um padre Parece que foi feito por um Popular alguém que simplesmente foi lá e por uma questão de fé desenhou e mesmo dominando muito as técnicas fez algo simples mas que é muito vivido que é muito cheio de energia e que por uma sequência de
quadros conto uma história portanto junte-se com que a verde mais moderna caricatura e Topper criou os quadrinhos o ponto é que é discutido tá discutindo por uma série de autores do tipo dá para chamar mesmo tópico de primeiro porque a gente tem coisas que lembro muito quadrinhos antes dele assim como um grande debate do tipo precisamos mesmo de uma figura de origem por quê que os quadrinhos ainda busco essa figura de origem é isso aí na verdade até chegar ser um tanto comigo né os estudos de quadrinhos fala o tempo inteiro gente vamos ignorar esse
negócio da origem dos quadrinhos mas não foi está sempre voltando esse assunto é buscar uma explicação quase psicanalítica do tipo assim não não quero mais falar disso mas não fala mais um pouquinho nesse espírito então eu quero apresentar pra vocês um artigo bastante interessante do pesquisador Julian chuva do artigo ela a banda é medo ela pressa ou os quadrinhos nasceram na imprensa e Nesse artigo aqui que é bastante interessante e Julia sustenta o seguinte toque não é o pai dos quadrinhos só que ele vai pro outro caminho resolve olhar para um conjunto de acontecimentos se
ele diz bom foi esse monte de coisa acaba acontecendo que produziu os quadrinhos basicamente argumento dele é o seguinte a gente costuma olhar para o top ver a partir de critérios formalista Afinal base para uma tira do Top que apesar de não ter balão garante dele alguns jogos há 800 mas basta olhar para uma tira do Top que você vê uma história em quadrinho certo para quem são critério formal nessa lógica você vai encontrar histórias em quadrinhos nas cavernas do paleolítico saco ele comenta mesmo aqui a noção de próprio quadrinhos que muitas fotografias dos quadrinhos
fica batendo cabeça ela funciona quase como essa espécie de categoria que tenta botar tudo mesmo Balaio aquilo que parece quadrinhos a critérios formais mas não se encaixa dentro de um conjunto de práticas que são os quadrinhos mesmo aí a partir do século 19 para cá então ele tá tentando olhar por uma coisa um pouco mais macros Vocês estão entendendo esse macro dá para ser sintetizado no seguinte os quadrinhos surgem galera do contexto do Jornalismo e da Imprensa do século 19 melhor dizendo ele surge quando essa galera se é pro pia de coisas como o que
o próprio fez vamos voltar um pouquinho esses quadrinhos do Top literatura sem estampas como ele mesmo para o chamava tinham o nome eram chamados na imprensa francesa de álbuns de a boca Isso não porque você entende que aquilo que o próprio fazia só ele fazia de modo que os pais que aconteceram e na época Ainda era um trabalho estou preferi anos dentro de outro modo para ficar sempre quer dizer aqui para vocês que eu sei que tá ficando meio complicado lance é que os quadrinhos do toque por segundo argumento do Juliano chuchu não se traduziram
em quanto uma escola enquanto uma prática que pudesse ser um tanto versátil pelo contrário ficou associado como um negócio que só um cara fazer isso a fazer daquele jeito vocês querem uma comparação ele não faz comparação mas eu acho que é bem didático aqui eu acho que vai ajudar a tornar claro que eu quero dizer em 1291 tomazetti o cinetoscópio na verdade não foi eu acho que o dinheiro me lembre disso mas aquela coisa eu quero que paga recebe o crédito seja como for se você hoje for olhar filmetes do tomazetti você vai dizer puxa
cinema certo só que os eletroscópios galera um trambolhão além de ter que ser ligado na energia elétrica gente tá falando século 19 Não era como se tivesse uma tomada a cada canto Era um negócio que em cada um só podia assistir o filme por vez que o visor Zinho que tinha que você acha ali para poder ver o filme então por mais que o produto disso a gente olhando os dias de hoje tem a cara de cinema aquilo na época não era o cinema não tinha um conjunto de práticas que fez o cinema virar o
cinema isso foi acontecer quatro anos depois mesmo é um cinematógrafo criado pelos irmãos me Aqui também estavam ali se amparando em coisas que tava subindo na época na verdade todo mundo tava esperando o que eu tava fazendo né é grande novidade Você matou gra foi que por exemplo não era elétrico era manivela Era bastante prático né você podia carregar para lá e para cá e funcionava tanto como câmera de filmagem como também projetor e é por causa disso que muita gente diz ao cinema surgiu ali com os irmãos Lumiére com o sistema autógrafo e tal
isso também é muito discutido dentro da história do cinema mas apesar de ser discutido você consegue estabelecer ali como um momento decisivo ainda que possa não ser exatamente o começo olha pessoal do cinema interessante porque a gente percebe que uma arte surge quando ele se torna uma escola quando muita gente começa a se apropriar e fazer uma série de coisas que inclusive os criadores não consideravam então voltando aqui para os tipos de porque ele tá dizendo o seguinte o Tom perfez o cinetoscópio e avião Outro cinetoscópio na sua época você já viu outras fontes de
referência também havia outras pessoas que estavam fazendo também imagens sequenciais e tal acho que quando a imprensa foi quando o jornalismo aí que somente na segunda metade do século 19 se apropriou disso que surgiram os qual o show faz questão de destacar algumas que uma delas são as inscrições midiáticas que é sempre interessante ou seja ele fala que a sofisticação do heróis dos quadrinhos nasceu justamente das limitações as publicações da época por exemplo jornal de um espaço vazio na vertical entre o que sabe aquela Tira que tinha sido Originalmente publicado eles vão tal quebrar e
botar na vertical e daí nasce a tira vertical o editoras que publicavam literatura de folhetim todos perceberam que era interessante botar quadrinhos junto e seguir a mesma lógica você gente botar sempre um suspense de uma edição para outra eles começaram adulterar muitas vezes tiras que eles pegavam para botar no final um quadro vivo oração suspense e falsa um pouquinho Será se alguma expectativa em relação a história que vem na edição seguinte isso fazer com que algumas histórias fossem esticadas assim como outras também histórias acabavam sendo sintetizados para a cabeça simplesmente no espaço que eles tinham
para botar em duas edições seja um jornal seja Às vezes uma coleção prega essa coleção vai ter dez fascículos Então tem que fazer aquela história em quadrinho cabem 10 fascículos ou mesmo sobre aquele negócio preencher esse uma página inteira eu tivesse algumas boas páginas Então você pedir às vezes por um cartunista diesel a pele suave como base e refaz para gente pra e aqui e foi esse conjunto de práticas de cada se sendo bom deixa eu me virar aqui dentro das condições que eu tenho que a linguagem dos quadrinhos começou a sofisticar né Eu tô
devendo um vídeo para dizer que não existe negócios quadrinhos mas eu não vou entrar nisso agora que vai ficar com fome essas pessoas medianas que se fosse uma sofisticação também tem outros aspectos que são importantes aqui comentar o ponto de vista sociológico a uma profissionalização dos autores por causa de somente demanda e começa a surgir a figura especializada do quadrinista que se profissionaliza e começa a organizar em forma de ateniense uma relação mestre-aprendiz aqueles casos mais velhos aqueles que estão chegando agora no mercado e todos com trabalhando juntos para atender as demandas rápidas da empresas
nesse sentido outro aspecto também aqui comentado pelo Julian é a periodicidade a precisar de impostos pela empresa pelo mercado editorial como um todo faz com que a narrativa de quadrinhos começa a mudar afinar o que o próprio fazer de certa maneira era gráfica inova no seu tempo que muitos autores falam que é grafite nova que a gente tem hoje é uma espécie de volta para casa só que quando eles pegam esses livros fechados o top eles pensam assim caramba a gente vai ter que dar um jeito de ficar só que às vezes a história pode
não ter fim igual a gente vai ter que dar um jeito de sintetizar ou seja aper e forçava com que as histórias precisassem ser um tanto elástica você tinha que cumprir dar você tinha que produzir pausa você tinha que alinhar conta o conteúdo que às vezes tão saindo ali no jornal na revista que não tinha a ver com história em quadrinhos por tanta expressividade de força o entendimento de que dava para contar narrativas seriadas e de fôlego com as histórias em quadrinhos Outro ponto aqui trazido por ele também é semiótico essa pressa esse ritmo acelerado
da empresa fez com que começasse a produzir uma série de sínteses formais como autora que diz começou a rolar uma rarefação do traço O que diz certa maneira vai no caminho do que o próprio queria mais um jeito que ele queria eu tenho que eu já falava lá atrás da importância de uma simbolização gráfica ou seja com as mais diversas um parto muito por aquilo que ela consegue sintetizar e não necessariamente figura isso que uma caricatura sintetiza muito mais do que figura caricatura não é igual a você mas ela sintetiza você rodando simplificação das minhas
começa a acontecer na segunda metade do século 19 e interfere não só nos desenhos mas também uma série de Convenções que são aquilo que a gente vai chamar de a linguagem dos quadrinhos uma certa simplificação da informação uma vetorização muito clara da leitura a direita eu posso esquecer por exemplo que você acontecendo também já tinha parado em um mudo então a viajar ao entendimento de que por só com as imagens já consegue dizer de forma claro que a gente quer dizer a para Já abri mão do texto inclusive porque porque tava olhando essa simplificação porque
as imagens estão se sustentando por si só ele não tá Como você pode mudar né só que você mora eu ia comentar pois já chegamos Anos 30 e segunda completamente mais difícil ao teu papo tipo assim para fechar de vez o que são as histórias em quadrinhos que vão surgir e no contexto da empresa do século 19 tenho que ele vai chamar aqui de apropriação de diferentes modelos hermenêuticos assim ele tá dizendo que uma série de práticas interpretativas e população já tinha são reutilizados nos quadrinhos é tipo hoje em dia essa cor a gente está
acostumado muito com cinema então podem ver que os games tem muito que ensina que as também cinematográfica ou seja está levando na prática interpretativa do cinema para os videogames e o que ele tá levando em conta que que não é que os quadrinhos começa os convencionais já tinha caricatura de folhetim janela tomando coragem narrativa para que ele acaba surgindo no contexto francesa as imagens de final as mais Afinal são folhas soltas que empreendedores ambulante vende outras pessoas com imagens muito bonitas um tanto ingênua sabe que há muitas e tem um certo ufanismo napoleônico aquele você
tinha uma imageria que muitas vezes já trazia imagens sequenciados e que foram muito populares também ali no século 19 sobretudo quando eles passaram a utilizar com o procedimento a litografia e também os desejos lanterna mágica também por sua vez alguns chamado de próprio cinema né também eram muitas vezes publicados e vim como se fosse uma espécie história em quadrinho ou uma espécie de história e pode ser lá como você pode chamar ver se ele vai voltar arte medieval mas da própria viver em si mesmo as pessoas vim da igreja é preciso considerar o seguinte eu
já fiz vídeo sobre vou deixar no card a uma morfologia do pensamento nos quadrinhos que é medieval eu que tem gente que interpretou errado falou assim você tá dizendo quadrinho medieval mas só compensa o diferente papá sim são conceitos diferentes existem formas de pensar formas diferenciar as coisas que vão e voltam na cultura para fazer um paralelo aqui só para você ter ideia que eu quero dizer o seguinte por exemplo as aves Você sabe enviar dos dinossauros o gênero dos dentes na sabe está inativo assim você ligar uma chave Zinha ali ave passa até dente
essa essa memória biológica nós vamos frente memória cultural Ela também tem suas latências algumas coisas que em algumas práticas culturais quando eu Messias e elas de repente retorno faz o retorno por acaso também é um conjunto de condições a gente também diz que eu tô fazendo esse vídeo portanto sim uma prática interpretativa medieval retorna e isso possibilita junto com um monte de outras coisas as histórias em quadrinhos Além disso tudo que eu falei cabe dizer foi muito importante laje roubo safadeza mesmo foi graças a uma legião de plagiadores anônimos que os quadrinhos puderam ser o
que eles são monte de gente pegando técnica dos outros pegando Arte dos outros assim deixa eu mudar aqui deixa eu fazer desse jeito eu vou re alterar eu vou esticar eu vou sintetizar eu vou fazer isso fazer aquilo muitas vezes Claro Amanda as editoras as editoras de outro país e nós sair lá na França isso lançar isso aqui na Alemanha mas faz um pouco diferente acho que eles nem vão saber qual é esse maranhando de safadeza malandragem sem vergonha isso que produziu as arte maravilhosa que nós temos por isso sempre valorize os aqui e a
traquinagem Pois é isso que nos traz o que nós temos de melhor sempre Beijo pessoal Espero que tenha ficado Claro faço essas perguntas traga outros da o que tem muita coisa que eu deixei de Fora isso aqui é apenas um recorte eu gostaria de sugerir alguns livros obviamente Monsenhor Jabor do tópico ele quem quer se interessar mais sobre as origens dos quadrinhos tem a origem dos quadrinhos do terrorismo dele não tem português original francês uma tradução para o inglês e juros brasileiras esse negócio aqui tá vamos lá vamos mexer no Brasil tem imagine do Rogério
de Campos inclusive introdução sinta Minha tese de doutorado e eu fico me achando horrores e claro minha fica de sugestão aqui um nicho tem Francesa e vale a pena alguém traduzir para publicar na revista acadêmica e tal você parece que você curte o vídeo se curtiu compartilhe e se inscreva caso você seja novo por aqui e sejam operadores canal só sobrevive gra seus apoiadores que você compensa bem legais conheço eu vou deixar o link aqui na descrição do vídeo no primeiro comentário fixado e segue a gente no Instagram roupa que na sarjeta valeu