Fala galera tudo bem a gente vai trabalhar agora com a nova leitura obrigatória do UFPR certo o livro sol na cabeça de Geovan Martins quando a gente fala a respeito dessa leitura já é interessante a gente vincular a biografia do escritor certo e lembrar que a gente tá falando de uma literatura contemporânea tá o livro é de 2018 bem recente certo e importante entender que o autor Ele nasceu no bairro do Bangu no Caso ele foi morador não apenas de uma mas de diversas favelas certo e a obra em si ela vai retratar o cotidiano
da favela Então nesse caso a gente já pode vincular Inclusive a quarto de despejo certo caso o fpr venha querer fazer questões que combinem obra A respeito então de um escritor favelado que escreve sobre o cotidiano da favela só na cabeça a respeito de uma escritora favelada que escreve sobre o cotidiano da favela quarto de despejo Carolina Maria de Jesus certo crescer as comunidades moldou a perspectiva literária do nosso autor certo e justamente se constrói dentro dos Contos porque nós temos muitos contos com personagens jovens Ok a respeito da linguagem da fala da gía de
várias construções que nós vamos encontrar aqui tá mostra elementos dos quais são a vivência do próprio autor tá ele vai ter trabalhado em vários empregos antes né de ter o espaço na literatura a gente Fala de empregos como garçom coisas do gênero certo em 2013 ele começou a frequentar as oficinas literárias ele foi revelado pela Flup certo que é a festa literária das periferias um projeto social maravilhoso onde no caso vai buscar autores periféricos para que possam ter voz né na literatura também participou da Flip duas vezes né grande Feira do Livro brasileira e Justamente
a obra de estreia do autor é o sol na cabeça é uma obra como nós falamos Acabou de sair do Forno né Por assim dizer 2018 nós não vamos vamos ter uma lista de exercício sobre ela até porque assim o fpr foi a pioneira em trabalhar com o sol na cabeça certo então de novo autor do Rio de Janeiro da favela tá que cresce com essas experiências a gente não vai ter aqui um autor que é do tipo escreve sobre sem ter a vivência tá de novo se aproximando de Carolina Maria de Jesus Beleza a
gente vai pegar aqui então essa ideia de uma literatura Periférica certo onde os contos vão refletir o cotidiano na favela no geral certo a gente vai encontrar o elemento de violência principalmente violência policial é importante você ter essa ideia o lance das drogas boa parte das personagens basicamente tudo aqui ó usuário tá a gente vai falar de maconha a gente vai falar de cocaína de Craque de uma porrada de coisa a gente vai ter o tráfico certo ah Professor mas se tem droga tem tráfico Então pensa nessa Separação é claro que elas se vinculam Óbvio
só que existem os usuários Existem os traficantes inclusive né os usuários que gastam com a droga os traficantes que lucram com a droga a gente vai ter nesse ponto já falando sobre os trafica a respeito das leis da favela tá um dos contos por exemplo vai falar a respeito dos do craque e da forma né como ele acabou perdendo o controle e que os traficantes os donos do morro por Exemplo Eles foram lá e colocaram a ideia que não era para usar essa jossa aqui certo então as leis dentro da própria favela Tá e por
fim a exploração todos os elementos críticos sociais denúncias tá e invisibilidade social além disso a gente vai ter aqui muito a ênfase do racismo certo a gente vai ter aqui muito essa construção de uma sócio linguística direcionado à fala desse cotidiano da favela de novo expondo toda violência droga tráfico as Leis a exploração tá boa parte dos Contos como nós comentamos constróem personagens jovens como protagonistas e nestas narrativas a gente vai ter desde alguns elementos existencialistas tá onde a personagem uma análise psicológica ela acaba apresentando o íntimo pro leitor ao mesmo tempo que a gente
também pode encontrar alguns tons confessionais né já que no decorrer de alguns contos também mostra-se os desejos vontades e outras coisas vamos Colocar assim convicções vinculadas ao elemento íntimo também construído no tom do existencialismo a obra em si tem uma linguagem predominantemente coloquial tá nesse caso importante entender que a gente tá trabalhando com oralidade porque oralidade porque a escrita se aproxima da linguagem falada E além disso nós temos palavras de baixo calão o que você pode aproximar de outra obra que é o poema sujo certo então ó falou a respeito de um livro que tem
palavras de Baix calão que reflete ideias de violência que busca elementos da Infância e outras coisas a gente pode aproximar justamente de Novo Sol na cabeça com poema sujo Ok e nesse caso são 13 contos é é muito conto tá a UFPR ela não se aprofunda tanto assim nos enredos mas não é impossível muito pelo contrário ela já fez assim quando tinha Sagarana e outras obras de contto colocar questões que tem de uma a quatro afirmativas certo e cada afirmativa ser Relacionada a um conto para você colocar verdadeiro ou falso ou até mesmo cada alternativa
ser relacionada a um conto para você marcar o que está correto ou incorreto geralmente correto né o fpr não vai muito para esse lado do incorreto não de qualquer maneira a gente vai falar um pouquinho de cada um deles certo então a essa aula é um tanto longa e é importante você entender também que os contos eles alternam entre narradores em primeira ou terceira Pessoa então se a prova colocar uma alternativa Ah o sol na cabeça só tem narrador em primeira o sol na cabeça só tem narrador em terceira foge certo aqui de novo a
contos em primeira a contos em terceira Beleza a gente vai encontrar várias dedicatórias nosos pontos tá para pessoas próximas do escritor que inclusive viveram aquela das experiências ok a gente também vai ter um bom número de intertextualidades e referências principalmente referências à Cultura pop tá do Tom ali da década de 90 para 2000 certo a gente vai ter referência ao filme O Sexto Sentido a gente vai ter referência ao jogo do 007 certo a galera vai falar do Playstation e várias outras coisitas e nesse caso é interessante notar porque quando a gente fala do sol
na cabeça a gente tem o sol como um elemento que une os contos tá o calor certo aquele calor insup aquela condição do suor certo da angústia Entre várias coisas então o sol Ele acaba se transformando um elemento que vai estar pelas narrativas tá desde lá quando a gente encontra a travessia falando que o sol vai expor o tio do esgoto certo desde o primeiro conto rolezim que vai f a respeito de quão está quente tá então de novo literatura contemporânea periférica certo trazendo voz paraa favela autor favelado tá que nesse caso vai construir uma
linguagem coloquial gírias palavras de baixo Escalão tá o elemento da oralidade certo Denunciando os vários problemas sociais da favela que se encontram lá tá e alternando ess entre esses 13 contos narradores em primeira e terceira pessoa tudo bem a gente começa então com o primeiro conto que é o conto rolezin tá E nesse caso é interessante notar que em 2005 2015 15 os PMs né as polícias eles fizeram um combate aos arrastões principalmente com uma desculpa entre aspas para afastar a galera da favela de chegarem nas praias principalmente nas Praias da zona sul então vejam
bem o conto em si ele já vai mostrar uma espécie de aparti aqui no Brasil certo a gente vai entender que a gente vai ter essa brincadeira tá E nesta condição a gente tem o narrador em primeira pessoa um narrador que não se identifica pelo nome tá é um jovem que no começo do conto ele vai encontrar o dinheiro que a mãe deixou para comprar pão ele pensa em comprar café o que fazer com o dinheiro mas por fim a Idea pra praia tá ele vai Passar na casa do vitim do pocat telha do Tico
e Teco tá então a gente vai ter essas brincadeiras com os apelidos entre outras coisitas eles conseguiram baseado certo maconha né a gente tem que deixar isso explícito porque somos todos inocentes e Nós não sabemos o que é isso tá até aqui entre parênteses para vocês e vão também arranjar cara um pouco de cocaína mas veja bem o narrador ele não quer cheirar tá ele vai ter um flashback durante esse processo narrativo ele vai Lembrar do irmão dele que dizia que um amigo certo ele morreu de overdose devido a cocaína E lembra que o irmão
dele implorava para ele cara fica só no baseado mesmo tá descendo pra praia eles vão lembrar da morte do Jean pelos policiais moleque novo da favela cara que pô né tinha chance no futebol tinha um futuro pela frente nisso já vai criando criando a ideia da violência policial de toda essa construção na atmosfera do conto tanto que quando eles Estão descendo paraa praia eles notam que eles estão sendo escoltados que a polícia tá de olho neles tá ele vê os menor indo buscar droga a gente vai falar de uma forma próxima dos Contos Inclusive a
linguagem aqui nos slides mesmo tá ele vê os menor indo buscar droga né a gente não vai ter a construção culta não é sempre que a gente vai ter a ção certa do plural e ele pensa na própria mãe né que não dá para ele entrar nessa vida ainda mais Depois do bagulho que aconteceu com o irmão dele no caso o narrador ele só quer aproveitar a praia junto com os amigos ele vai lembrar inclusive da morte de Um Boliviano que aconteceu na praia passou até no balanço geral né um daqueles programas a lá da
Atena onde a galera gosta de um sensacionalismo certo da Atena sim aquele que deu uma cadeirada né no Pablo Marçal ele vai aproveitar a praia com os Amigos vai se divertir né até dar uma risada Fala pô a gente vai brincar de afundar mas é tudo fumante ninguém ali tem fôlego blá blá e ele vê uns Playboys uma molecada mala e ele dá risada quando esses Playboys eles são assaltados pelos de menor certo na hora que ele vai embora com os amigos começa a escurecer é que vai rolar né o problema os policiais eles estavam
dando cano os policiais eles estavam parando os menores certo e quando o policial a ver Eles vejam bem né eles não têm nada qual que é o ponto eles são favelados então a gente entra no elemento do conto na violência policial no preconceito e outras coisas os policiais vão pedir para que eles parem certo se eles não tiverem passagem se eles não tiverem né um uma forma ou seja eles estão dando golpe para voltar pra favela vai todo mundo preso e o narrador cara ele entra em desespero ele não pode passar por aquilo e aí
o narrador corre com o cu na Mão como ele mesmo coloca porque ele pensa na mãe E aí a gente entende o que aconteceu com o irmão dele o irmão dele morreu certo porque acharam que o irmão era um X9 acharam que o irmão então era lev trás certo boca aberta e no caso o narrador corre pensando minha mãe não vai ficar sem filhos certo e aí ele tem medo de morrer ele mentaliza o Tranca Rua tá a gente tá falando aqui de uma entidade espiritual relacionado a religiões afros tá Mentaliza Jesus e ele continua
correndo até onde então os policiais ficam para atrás com os menores de idade tá é como termina o ponto nesse último ponto a gente encontra um sincretismo religioso que é comum em alguns aspectos da obra beleza porque a gente vai ter elementos então afro da Umbanda do Candomblé certo elementos religiosos a gente tem que lembrar né que nas favelas teve um grande crescimento de igrejas principalmente igrejas neopentecostais Beleza e o primeiro conto então ele é focado justamente nisso nessa brincadeira entre aspas de um aparti para não permitir que o que a galera da favela Vá
à praia tá então mesmo aqueles que não tinham cometido crime entre outras coisas certo vão passar pelo julgamento moral certo hipócrita e nesse caso podem correr o risco de sofrerem violências policiais podem correr o risco de serem presos Beleza o segundo Conto é o conto espiral também com o narrador em primeira pessoa e nesse caso a gente vai falar de um conto que vai envolver Segre A tá o narrador que também não vai se identificar não vai ter o nome no caso Ele conta que desde cedo ele sofre com algo começou na escola quando pivete
e ele notava como os alunos da escola particular tá a galera com grana branquinha de azul loirinho olhava para ele olhava com certo medo com certo Receio e depois ele começou a notar que outras pessoas olhavam para ele assim na rua a gente não vai ter esse ponto tá explícito na obra mas fica de uma forma implícita muito bem construída tá que o narrador é uma pessoa negra o narrador é uma pessoa favelada então o que que a gente vai ter aqui em espiral certo até mesmo a brincadeira né da condição da espiral é que
a gente vai encontrar aqui cara esse medo que se constrói pelo preconceito pelo racismo tá de você ver Uma pessoa negra na rua e já achar que vai ser assaltado certo o julgamento O o preconceito construído em torno da cor da pessoa construído em torno da camada social da qual ela faz parte certo quanto mais ele cresceu mas ele via esse medo nos outros mas os Muros cresciam e ele começou a ter raiva ele começou a construir essa espiral né Afinal espiral é aquilo que você entra e vai dando voltas E aí uma vez certo
em vez de fugir em vez de ficar envergonhado tá de Como as pessoas olhavam para ele ele viu que uma velha uma uma idosa né uma senhora ficou encarando ele no ponto de ônibus olhava com medo com receio se afastava tá E o que ele fez ele foi começou a andar para cima dela ele começou a perseguir ela ela achava que ia ser roubada ela correu se escondeu e ele então incentivou todo esse pensamento depois que ele saiu de lá ele até sentiu um nojo pô ele tem uma avó também cara imagina minha avó Passando
por isso mas sentimento logo passou tá então ele começa até mesmo se isolar ele constrói um jogo certo o jogo de né perseguir essas pessoas que olham para ele dessa forma Já que é para ser preconceituoso vamos dar motivo certo nunca chegando ao fim mas trazendo esse medo a eles e aí o que acaba rolando torna-se então um experimento social por assim dizer mas seria mais correto se ele arranjasse apenas uma pessoa para esse experimento E é quando ele encontra o o narrador vai se transformar num ster el vaiar descobrir tudo sobre Maro tá vai
descobrir onde mora vai descobrir o trabalho vai descobrir que ele mora perto do trabalho vai ver ele sempre com a esposa né com as duas filhas o narrador vai até mesmo criar um nome paraa esposa e para as filhas na cabeça dele tá mais velha Maria Eduarda mais nova Valentina a esposa vai chamar Sofia é um verdadeiro comercial de margarina e O narrador continua perseguindo três meses depois o Mário ele percebe que o narrador tá atrás dele o Mário vai ficando tenso a vantagem de morar perto do trabalho se desfaz porque agora no caso mostra
que o narrador sabe onde o Mário morre só que vai ter um dia que o narrador entende que ele precisa dar um passo definitivo como que isso vai terminar como que vai encerrar essa espiral e ele nota que o Mário não tá esquivando das ruas como sempre para Tentar despistar o narrador e tá indo direto pra casa dele o Mário ele entra assim direto ele passa pelo porteiro e o narrador já que gostou disso ele vai ficar olhando porque ele quer ser visto pelo Mário ele quer que o Mário saiba né que ele tá atrás
dele e aí o que que vai rolar certo o Mário olha pela janela o narrador fica esperando e o Mário aparece com a pistola automática com revólver e o conto termina quando o narrador fala se eu quisesse continuar Jogando também precisaria de uma arma de fogo tá então vejam bem o narrador ele transformou o jogo em vício certo e ele vai então o conto sai dessa espiral entrando em outra né porque nesse caso já que o Mário quer assustá-lo ele quer assustar ainda mais o Mário Tudo bem então de novo um conto sobre segregação é
um conto que fala sobre racismo preconceito certo onde nós Simplesmente julgamos a pessoa pela cor tá mostrando então toda esta violência que nós Podemos encontrar aqui ok terceiro conto Roleta Russa para quem não se lembra russa é uma abre bem aspas tá Brincadeira fecha aspas onde você pega uma arma né Principalmente as armas que tem que uns 38 essas coisas onde cabem Seis Balas coloca apenas duas três você roda o canhão da arma né roda o barril perdão onde ficam as balas para e coloca na cabeça e aperta se a bala tiver lá você morre
senão você passa a arma pro próximo que Vai fazer a mesma coisa tá o conto vai ter um narrador em terceira pessoa veja bem ponto importante é comum os contos em terceira terem protagonistas ainda mais jovens crianças para que os narradores possam falar por essas crianças para ficar de certa forma mais fácil de se aproximar né aproximar perdão o leitor do conto então começa o conto falando da molecada né brigando para ver uma foto Novela por pornografia né revista pornu tal mingal Paulo os meninos né começam a se xingar ah quero ver não quero mas
o Paulo tem algo na cabeça por quê então só o início falando a respeito de todo um elemento de erotização né da sexualização e de crianças que têm esse acesso à pornografia isso vai envolver um ponto depois um ponto Paulo toda manhã ele pega a arma do pai o pai o Almir Ele trabalha como segurança e ele é pai solteiro a relação Do Paulo com com Almir é um tanto complexa Por quê o o Almir ele se esforça muito para cuidar do filho e ele nunca pensa né em partir pra porrada com o filho nunca
quer encostar a mão no moleque mas o Almir usou de um certo medo de um certo jogo para controlar o Paulo então por exemplo quando o Almir pegou o trabalho de segurança ele chamou o Paulo e falou Olha vou trabalhar e agora tem uma arma aqui em casa não vou esconder de você tá eu confio em você e É isso e ele pressiona Paulo Paulo nunca sabe o que tá acontecendo de certa forma Às vezes o pai começa a chorar ele chora junto certo e mas o pai sempre contente de falar pros outros da confiança
que ele tem com o filho da forma como ele D com o filho e aí o que rola rola que toda vez então que o pai tá dormindo o Paulo pega a arma e brinca na frente do pai apontando inclusive pro pai aquilo dá um gosto aquilo dá força aquilo dá poder desejo só que vai ter um dia que o Almiro vai sair se arrumar e o Paulo nota que ele tá saindo sem revólver né então para aumentar a moral ele corre atrás do pai e fala pai você esqueceu o revólver o senhor não vai
trabalhar hoje daqui a pouco eu tô aqui e o pai sai Paulo pega o revólver não precisa se preocupar com o pai dormindo Apesar que aquilo Deva Um Certo prazer né Aventura loucura e aí ele começa com a brincar com o revólver dentro de casa aí ele para pensa Mas será que não é uma prova De confiança do meu pai será que ele não está me testando e ele começa a ficar alucinado com arma ele precisa mostrar arma PR os amigos ele precisa mostrar que que ele tem certo mas os meninos eles não estariam na
rua eles estariam vendo desenho em casa os que estão soltando pipa Não ia prestar atenção nele mesmo ia ficar olhando pra pipa tá E aí ele brinca com a arma por enquanto só tá ele ele sabe que daqui a pouco ele vai ver os meninos então ele aponta a Arma para si ele passa a arma pelo corpo inclusive ele vai levar o 38 até o próprio pênis onde no caso com toda aquela brincadeira o pênis dele fica ereto e ele sente vergonha ó essa construção que o autor faz a respeito da ideia sexualização tá vinculada
à violência vinculada ao prazer a dor tá e uma criança e uma criança ele sente vergonha com aquilo certo brinca que agora né tá acabando o desenho japonês os anime já Fui otaco os anime e nesse caso Ele até aponta a arma cantando no finalzinho da música hora de levar pra molecada mas não tem problema não as balas são de festin né mas fistin também mata não é até falam lá da época teve um filme muito famoso Corvo que o ator filho do brucili morreu nas filmagens Nossa eu lembro disso é perdão tá tô me
entregando eh que morreu na filmagem né porque eles foram atirar com festin que essa bala falsa mas acabou acertando el Cheio faleceu que seja Paulo leva a arma ele foi brincar de polícia ladrão ele sempre gostava de ficar do lado do do ladrão mas dessa vez ele quis ficar do lado da polícia ó a pira por quê Porque a polícia é quem atira né justa com a arma na mão e aí nesse caso ele vai deixar a arma sem balas né vai ficar lá fingindo atirando isso aí não é barulho de bala não de revólver
isso é valur de 12 lembra que no filme do se sentido o cara toma um tiro de 12 é outro som mas O que é legal mesmo 007 de novo referências né a cultura pop da época geral certo e o Paulo fica feliz cara porque ele adora aquilo ele adora como as pessoas admiram ele ele fala as pessoas escutam como que seria então se ele levasse essa arma na escola ó que outra jogada maravilhosa para construir a ideia né a respeito dos problemas que nós tivemos o ano passado e outras vezes a respeito da violência
na escola a respeito da galera né que Levou armas para poder atirar na escola principalmente crianças e o Paulo até fala pros meninos meu pai já matou uma pessoa com essa arma matou nada matou né conversam e aí ele vê o horário Ele lembra do pai tá tarde o pai tinha que trabalhar e o pai tinha que levar arma para trabalhar então ele corre para casa desesperado será que tudo isso seria uma grande armadilha do pai Será que o pai tava testando a confiança dele sabendo que Ele saberia onde estaria a arma e ele pegou
a arma do mesmo jeito pior ele tirou a arma de casa ele sente ódio ele sente medo tudo era uma grande merda fosse o que fosse Paulo percebe que o pai estava no banho quando chegou ele guarda a arma e entra assim uma confusão né que a gente tem aprofundamento psicológico da personagem certo ele teria que falar pro pai ele Serra os punhos Eu sou um homem tem que admitir o que eu faço mas o banho demora e ele Fica pensando será que eu devo abrir o jogo mesmo Será que eu devo falar pro pai
se passar batido não seria mais desse jeito não cara o mundo ele podia acabar antes daquele banho mas não acaba o pai abre a porta o conto acaba certo deixando no ar Então tudo o que vai acontecer beleza o caso da borboleta por sua vez é um conto bem mais curto tá de novo um narrador em terceira pessoa certo porque nesse caso novamente a gente vai ter um Pequeno uma criança aqui o Breno ele tem 9 anos certo ele brinca ele tem um sonho de voar Aliás ele vai voar quando crescer vai ser gente grande
e tudas essas coisas esse conto Ele trabalha muito com elementos lúdicos né o lúdico é aquilo que reserva a condição dos exercícios da criança são relativos J jogos simbologias brinquedos Universo da Criança né bonito isso e o Breno ele fica olhando uma borboleta nas folhas né não se nasce borboleta pensa ele tem o Lance da lagarta de tudo isso e ele não quer acordar a avó dele mas tem uma certa for Então olha que responsável com 9 anos ele já pode então abrir a geladeira pegar os ovos e fritar ol que ideia maravilhosa e aí
o que acontece ele pega três ovos ele vai acender o fogão só que uma borboleta entra na cozinha e a borboleta em cima do fogão ou perdão em cima do fogão tem uma panela e a borboleta cai nessa panela que tem óleo quente e o que acontece o Breno desesperado ele corre com papel toalha e tira a borboleta de lá tá e deixa ela na janela depois ele vê o que faz vai ali pra cama senta né no caso tá com uma tá com a uma bolacha um biscoito perdão e quando ele tá comendo ele
se imagina no lugar da borboleta Imagina ele nadando em todo aquele óleo e como ele acabou pegando na borboleta ele tem óleo na mão então ele coloca o óleo na boca ele sente aquele go gosto Detestável Imagina você afundado nisso então Ó a pira da transferência de uma criança pro animal do sofrimento do outro daquele que voa e que cai certo e aí o que acontece nessa brincadeira acontece que como ele tocou na borboleta tinha aquela lenda né que se você passasse a a mão nas asas da borboleta ela soltava um pozinho Se passasse no
olho você ficava cego certo na obra várias superstições populares o lance que se tomar leite com Manga morre essas coisas tá e ele entra em desespero né vai que acontece alguma coisa com ele ele corre para ver a borboleta a borboleta tá morta ele volta pro quarto ele fica com medo de passar mal porque ele passou mão na borboleta comeu a bolacha se aquele pó fori pra barriga dele certo ele que ninguém nasce borboleta Então seria isso Breno ele se tornaria borboleta e se tornar borboleta se afundar no óleo ele se apavora e depois ele
dorme Tá enfim quase lá galera quase lá um dos melhores a história do Periquito e do macaco tá narrador em primeira pessoa um ponto interessante é entender que esse narrador em primeira pessoa ele tá conversando com alguém ele tá conversando com um tu um cara que foi pro Ceará ele tá fumando ele tá sentado fumando uma erva com o cara um baseado e ele tá explicando a história do Periquito e do macaco vejam bem o José Beltram foi um secretário da segurança pública no Rio de Janeiro e nesse caso rolou uma crise de violência com
a up a unidade de polícia pacificadora certo que no caso elas entravam nas favelas metendo bala vários massacres foi muito pesado teve grandes mudanças principalmente na rossim o nosso narrador tá falando de toda essa violência tá como a favela tá perigoso o ódio que se sente no ar e quem sofre com isso que é o povo é o Povo que sempre sofre e nessa brincadeira o que que a gente vai acabar encontrando certo a fala do cara de macaco cara de macaco era um Tenente policial que né Vamos lá Tropa de Elite vamos brincar assim
por a pira era só tem porque tem viciado tá então com essa visão bem sem profundidade ele vai virar sua violência pros usuários bicho tem um que ele vai fazer cheirar todo um pino vai ter outro que Ele vai fazer saltar certo de lugar alto porque senão ele vai meter bala ali ele acaba mano sendo extremamente violento com os usuários só que o cara de macaco vai ter uma treta com um usuário que é um playboy e ele vai ter ficar na dele porque esse playboy Esse boyzinho tinha um pai importante ó corrupção policial certo
a ideia de que a violência policial ela é direcionada socialmente tá Afinal preto pobre favelado bate Branco Playboy libera só que o cara de macaco ele vai engolir aquilo bravo certo e aí ele vai explodir achando uma molecada uns usuários vai levar tudo os menor PR base vai torturar eles inclusive V dizer até que enfiou uma cenoura no rabo deles o problema Dentre os vários é que um dos Menor er bu era irmão do periquito perito era concio por ter uma voz Fin por isso que F obse cara dec e a o que acaba rando
el bolar um Plano Já avisaram ele se você matar o cara de macaco vai dar muito porque matando ess G vai subir tudo as polícia no morro e aí mas o periquito não consegue se libertar disso que ele fez com o irmão os outros de menor principalmente com o irmão é claro e ele vai atrás da Vanessa que era gostosa para e fazia vida há um tempo sempre lembrando que é uma linguagem da obra né caso você tenha algum parente passando aí na sala fala Nisso né eu tenho emprego conta bom Vanessa quando a gente
fala que fazia vida há um tempo né prostituição Vanessa então maravilhosa ela vai seduzir o cara de macaco vai falar que gosta de um homem fardado vai falar o que ele quer ouvir e ele vai cair no papinho dela os outros policial junto Vão tudo querer ir junto para poder se divertir com ela também mas ela fala não só ele cara de macaco dispensa né a tropa pode voltar lá pra Base Essa é minha Chega na casa no barraco e quem tá lá o periquito com uma arma no banheiro só esperando só que o cara
de macaco ele é um tanto violento então ele já pega a Vanessa ele já quer despela ela fala que ela precisa ir ao banheiro ele não aceita ele joga ela na cama os dois ficam pelados ela começa a gemer alto né pro periquito entender o que tá acontecendo e o periquito ele vai então pelos cantos certo aponta a arma na cabeça do cara de macaco que entra em Choque a hora que ele olha a Vanessa cospe no rosto dele e o periquito mete bala no cara do macaco é morto vão com o corpo dele na
mata tá com fogo desaparecem com corpo periquito também desaparece ele foge da favela bagulho ficou doido V avisaram depois de um tempo passou Tá mas dias depois o anúncio veio no jornal filhos choram no enterro simbólico do tenente Roberto de Souza Afinal nunca acharam corpo de car de macaco e até mesmo o narrador fala né Até eu senti pena quando vi é interessante porque esse conto ele apresenta que quando a polícia sobe na favela São morte dos dois lados certo e é justamente que encontrou aqui foi uma violência dos dois lados tá e parentes sofrendo
dos dois lados certo conto então que mostra a respeito das condições da violência extrema da polícia tá da forma como eram tratados os usuários certo porque aquilo que eu falei para vocês do começo certo usuário E traficante são duas coisas diferentes importante lembrar isso em relação ao livro Ok por mais que estejam interligados depois disso nós temos O Conto primeiro dia outro conto mais curto ok que nesse caso é o narrador em terceira pessoa que vai falar sobre o André O André é um moleque repetente que estudava na escola Antônio austragésilo is é nome de
escola ele mesmo ficava incomodado com isso mas era melhor do que estudar em outros buracos Aí que a galera brincava rimava né tirava sarro que era uma escola que não dava certo para ninguém que ninguém nunca sai de lá só que o André ele vai fazer 12 anos cara tá entrando na pré adolescência tá estudando com bivet de 7 anos Então qual que é o ponto ele tava ansioso para entrar na nova escola ele imaginava a nova vida na escola porque agora ele tá com os grandes porque agora ele ia tá né Com a molecada
de verdade queria se livrar logo então o conto Começa basicamente com um último dia na escola antiga e a gente vai pro primeiro dia né na escola nova essa transição da infância para adolescência mas uma Adolescência né uma infância do qual é prejudicada Afinal a gente tem que lembrar que o cara tem 12 anos tá no sétimo eh estuda com molecada de 7 8 anos e aí o que acontece ele ia entrar em briga para ganhar respeito certo ele nem ia levar as coisas que a mãe dele comprou lápis de cor essas coisas nada Por
mais que doesse né porque o sacrifício da mãe ele ia levar cara só a caneta o caderno porque ele quer mostrar né como ele é fadão e e ele vai ser um rebelde ele não vai sentar na frente ele vai ser respeitado el nem dorme um dia antes da escola e vem o primeiro dia tá ele já chega na escola ele vê duas duas meninas fumando na quadra escondida e já se sente cúmplice né do tipó como a gente é mais velho certo ele pensa no futuro quer estudar inglês inglês dá Dinheiro Além do dinheiro
ele pode saber o que falam no videogame videogame é uma coisa que a molecada gosta ele não tem tá ele é pobre para ter mas ele pode se aproximar dos que tem certo fazer amizade ali com a galera que tem grana no intervalo os moleques certo Principalmente um loirinho com cara de playboy diz que não vai ter almoço Afinal tem os ritos de passagem para chegar aqui na escola leva uma molecada no banheiro e vai rolar um teste o teste É falar três vezes a frase a loira do banheiro olhando pro espelho a loira do
banheiro é uma lenda urbana que se Diverge em vários outros lugares né que a pira que você fala três vezes aparece uma loira no banheiro que foi alguma mulher que morreu nessa escola a lenda girava em torno de uma menina que teria sido estuprada certo e aí ela se matou na escola e aí o que acontece o André ele sente medo tanto que ele até brinca Ô Faz alguma coisa séria aí isso aí é coisa de criança e aí Justamente por isso os play falam então você vai ser o primeiro sai todo mundo ele vai
ficar aí dentro e ele tem medo do que pode acontecer certo mas ele firma as pernas que tão Bamba aguenta o medo e diz três vez vezes loeira do banheiro é onde acaba o conto né aqui a gente encontra então um guri que tá superando o medo superando entre aspas né Tá catando também ordens porque senão ele sabe que Vai perder Privilégio certo o ritual Então o que também é muito pesado porque o ritual é construído em cima né de uma figura de uma moça morta depois de um estupro beleza P caban falei que a
ser é longa o Rabi rabisco por sua vez traz de volta o narrador em primeira pessoa que é o Fernando tá Fernando é um Sharp um pichador não confundir picho com grafite enquanto grafite tem uma produção estética mais pautada em algo Belo o Picho né são entre aspas rabiscos que são feitos para incomodar mesmo esteticamente são marcas são diálogos é arte uma arte Marginal e o Fernando ele tá em Cris mano por quê Porque o Fernando ele quer ser lembrado ele quer ser eternizado e o pich é uma forma disso acontecer só que o filho
dele nasceu ele precisa parar porque cara o picho é proibido grafi não é o picho é proibido certo existe toda uma marginalização em torno do picho tá Inclusive tem um documentário chamado picho que é muito bom em certo há várias mortes de galera que trabalha com picho até porque eles se colocam em prédios extremamente altos e r todos complexos para poder produzir mas Fernando ele precisa pular fora por mais que os amigos tirem sarro dele porque nesse caso cara ele lembra do pai o pai dele foi um alcoólatra ele não vai abandonar o filho igual
o pai o abandonou tá só que ele não resiste ao Impulso ele precisa né pichar ele vai em prédio ele quer marcar o nome dele lá só que é uma denúncia já chega toda a galera metendo bala ele grita né nesse momento ele vai tentar escapar mas vem mais forte que ele ele surge né de uma maneira assim brutal ele grita que ele é pichador ele precisa gritar ele precisa mostrar o que ele é e quando ele tenta dar fuga ele pulando de um prédio ele cai num telhado ele Arrebenta a perna certo e machucado
ele vai pensar o quê Que ele era um viciado assim como o pai o pai era viciado em álcool ele viciado em tinta ali arrebentado com medo escuta três tiros vindo de cima galera metendo bala tem medo pensa no filho pensa em tudo e ele então quando a gente fala de um elemento né mais existencialista até mesmo um tom mais confessional ele entende tudo que tá à sua volta tudo aquilo era a vida dele tá um sonho ainda de voltar e meter o nome dele naqueles dois prédios e assim ele desmaia dando a Entender deixando
em aberta tá desmaia morte como fala desmaio vamos para esse lado a viagem a viagem tem o narrador em primeira pessoa a gente tá falando do Rafa certo Rafa al Universitário que nesse caso tá ele tá passando o seu primeiro ano com a Nanda a namorada e ele a Nanda e o amigo Gabriel melhor amigo de Rafa vão para passar o ano na casa do primo do Gabriel que é o argentino que é o Juan tá casa de praia essas coisas cara chegando lá o Juan Coloca uma de uma maconha de boa qualidade eles fumam
né o Rafa fica até assim atordoado com aquilo animado devido a ao Impacto que a erva dá ele tira um doce para tomar um LCD certo uma droga lúdica né é um alucinógeno e até o Juan fala no no no ó me espanhol é bom e o Gabriel dá risada na hora cara o Rafa fica até desesperado mano V achar que eu sou noia Só que aí o Gabriel diz não cara ele só quer guardar o lcd para quando for a virada né virada Vai acontecer uns dias então assim para com isso vamos ficar doidão
E aí o Juan tira cocaína oferece pro narrador que não vai querer oferece pro Gabriel que não vai querer oferece pra Nanda e pra surpresa do narrador a Nanda aceita aí eles vão ir pra praia o nador começa a ter uma certa Crise existencial cara por que que a Nanda aceitou Será que ela achou que era noia começa a ficar com ciúme certo vai até jogar ali né Mas que que você acha desse Juan você não acha Que ele é gay alguma coisa e a Nanda Brinca meu para com isso você tá interessado nele ri
quando eles chegam até na praia primeiro né o Rafa e o Gabriel entram na água e ele fica o tempo todo Rafa olhando pr pra praia para ver se oano tá perto da Nanda mas depois entram todos na água né eles vão se divertir vão ter ataques de coringa o que que é o ataque de coringa quando bate a Alucinação eles se Divertem né perdem a realidade começam a rir para um caramba quando eles começam a embora né O Juan fala que dá para ir aqui pelas dunas de areia para eles chegarem no centro da
cidade só que quando eles estão indo o Rafa ele nota que tem dois bombados dois forão de academia né Eu não sei por eu fiz isso deixa isso quieto certo dois eh bombados de academia que nesse caso estão seguindo eles e o Rafa acha mano Vão achar que eu sou louco certo mas eles Estão seguindo sim e o Rafa começa a avisar os caras estão atrás de nós eles dão risada mano você tá doidão ó os cara mano Isso aí não é bandido não então Ó a brincadeira né com os estereótipos Afinal loiros brancos fortes
não poem ser bandido e os caras disparam atrás deles porque o Rafa ele pega a Nanda e sai correndo a Nanda tá dando risada meu O que você tá fazendo mas quando ela olha para trás e vê que os bombados estão atrás deles ela entra em desespero Um derruba o Gabriel que sai rolando certo e quando eles chegam ali na parte de uma duna nessa correria a mão da Nanda escapa vai de um lado o Rafael o Rafa e do outro a Nanda E aí o que acontece acontece que o Rafa vê um dos bombados
chegando perto né da Nanda e com toda raiva que ele po pode ter ele corre até ele e salta emem cima dele ele fala só consegui derrubar o tamanho aquele cara o tamanho dele devido ao ódio que eu tinha certo nisso aparece o Juan Pega ali a mão da da da Nando e vai embora e eles ficam na porrada Rafa nem sabe brigar direito cara E aí quando Rafa começa a xingar mano não tenho nada que você tá fazendo os gringos para vocês não são estrangeiro vocês não são gringo né minto ó deixa eu voltar
aqui perdão quando Então Rafa fala em português eu não tenho nada os bombard né eu falei os gringos perdão deixa fazer aqui a retomada os bombad para e falam pro Rafa pro Gabriel mas vocês não São gringos vocês não são estrangeiro nada então e vasam nisso cara vai dando um desespero no Rafa tanto que eles vão chegar e vão passar da Duna e v um Pântano e tá escurecendo esse Pântano ele é físico ele é simbólico por tudo que eles estão passando essa lama essa sujeira e o Rafa desesperado ele começa a chorar ele não
sabe onde tá Nando eles chegam no centro da cidade só que o que acontece se ele vê a Nanda e o Juan na farmácia chegando lá vai ver que Ela tá com as pernas todas rasgadas sangrando porque ela e o Juan partiram assim com tanta com tanto desespero que atravessaram um Pântano correndo sem se preocupar sem se preocupar e aí termina então o conto com o Rafa pensando né O que mais esse próximo ano traria para mim beleza quase lá quase lá quase lá Estação Padre Miguel narrador também em primeira pessoa um conto que vai
focar bastante na problemática do craque Tá Por quê Porque nessa brincadeira cara a gente vai ter aqui um narrador né conversando com um amigo falam da Cracolândia até o camarada D risada um dia sem droga e o Rio de Janeiro para se a pessoa não tiver maconha cocaína Rivotril e outros remédios não funciona médico polícia traficante nada e o conto vai falar do quanto craque tomou conta da comunidade e como os bandidos falaram aqui não é para usar perdeu-se o controle certo e o narrador Mesmo fala que ele ria das piadas de cracudos tá só
que quando ele tava sozinho ele pensava nessas pessoas certo Tinha vontade de chorar ele lembra de uma mulher que ele conheceu na linha do trem que veio pedir dinheiro para ele que contou a história que veio com mar de outra cidade outro estado que se entregou pro craque que o marido e a filha moram em uma casa direto o marido tá lá atrás dela pega Ela leva para casa cuida dá banho prende tranca e ela foge toda vez para vir parar aqui de novo fumar certo narrador não sabia se era uma história bem inventada mas
a moça pede um abraço ele Abraça ela e quando ele olha as lágrimas dela ele vê que é Real o conto Então mostra a respeito que a força do craque tem em cima do do usuário certo de novo a referência Cracolândia e várias outras construções os meninos né tão andando Porque eles vão na casa do Léo tá o narrador e uns amigos o Léo virou pai mostra que alguns dos meninos seguiram em frente e até falam de uma moça cara que um deles trombou uma vez né na estação e essa moça bonita teria olhado para
ele e falado que por cincão ela fazia sexo oral nele Claro a fala da obra né Coloca um fone de ouvido para me ajudar vai que por cincão ela fazia um nele certo e ele disse que eu não tenho esse dinheiro ela ri e Fala meu faz de graça e os caras vão com essas piadas escrotas né mano não tem dente se ela fosse fazer ser uma delícia e sabe todo esse elemento só que o que acontece é interessante notar tá eles estão fumando baseado ruim baseado com gosto de amô e quando eles param na
linha do trem Rodrigo ele quer fumar um zirrê nesse caso que que eu fiz aqui Jesus nesse caso Ah tá o zir é um mesclado que vai ter ma e Craque muitas pessoas inclusive começaram a se afundar No Craque por causa disso o narrador hesita Eles estavam perto dos cracudos eles o narrador não quer isso tá então vejam bem até então fazam piada da galera do craque agora estão a caminho para ser os mesmos certo só que aí chegam dois bandidos numa moto uma com uma K47 o outro certo com revólver E aí nesse caso
eles metem o Lucco lá na galera uma das cracudas diz eu tô grávida e ele responde você se importa com a tua criança você não tava Fumando essa merda tá E os meninos tentam explicar a gente não tá fumando a gente tá só na Mac não quero saber e apontam a arma pra cabeça deles quem que vai ser o primeiro né os amigos falam agora fodeu nunca sentiram tanto medo o narrador inclusive se desespera mais por quê Porque ele tá sem identidade ele lembra que a mãe dele vivia falando para sair com a identidade tá
até porque morrer sem identidade morrendo de gente e aí o narrador ele escuta o pagode que Tá rolando no bar do lado ele fica mais calmo por quê Porque os bandidos não ia atirar neles principalmente com uma porque tinha um muro entre um muro fino entre eles e o bar Então os tirro ia varar os tir ia acertar a galera do bar tá E aí o narrador ele entende que eles só estão metendo medo neles certo e aí ele até Fala meu vou guardar meu sorriso né vou fingir aqui que eu tô com medo nos
olhos mas já entendi tudo e aí o que acontece é que os caras metem bala para Cima tá e fala vasa molecada sai voando e aí todos correm Inclusive a grávida ele vê aquela moça ele não sabe como aquelas pernas magrelas sustentam o peso daquela barriga Olha que simbólico isso caramba né E aí o narrador ele vai ficando para trás porque tudo que ele pensa é ainda vou escrever essa história Então a gente tem uma proximidade aqui com o próprio autor certo inclusive até uma proximidade metalinguística tá o Cego por sua vez o cego é
um narrador em terceira pessoa vai apresentar a história de Seu Matias seu Matias que no caso ele sobrevive tentando tocar o coração das pessoas por ele não quer pedir molas seu Matias ele vai em ônibus Ele conta a história de vida dele ele espera que a pessoa se sensibilize algumas se sensibilizam outras se irritam dão dinheiro e é perdão né e é isso E aí quando ele fala volta aqui um Elemento memorialístico né o narrador nos conta que quando criança ele detestava falar com outras crianças porque as crianças falavam tudo muito rápido sobrep imagens né
mas ele gostava de falar com idosos os idosos falavam com calma vai falar também que o pai de Matias desapareceu quando ele tinha 6 anos er uma horrível batia na mãe de Matias na dona Sueli tá ninguém achou ruim o sumiço do pai de Matias nem eles Dona Sueli inclusive agora podia ter Pais porque ela tinha prometido se isso fosse continuar ela dava fim nele falaram já que viram ele vive em outros lugares sabemos certo de qualquer forma uma coisa fazia falta dinheiro tá E eles e a dona Sueli ela teve então que dobrar a
jornada de salário dobrar a jornada de trabalho voltava tarde da casa de para casa o que gerava inclusive comentários maldosos da vizinhança os irmãos vão embora o irmão se casa com a moça vasa a irmã pega a barriga engravida vasa o Único que fica com Dona Sueli Matias certo e tanto que ela adoece aqui até mesmo as mulheres né que vinham fazer essas brincadeiras maldosas vão ajudar ela até falam mas cadê seus outros filhos e a dona Sueli responde não criei filho para mim crii pro mundo depois da morte de dona Sueli menino pensa então
que ele precisa ganhar vida então de novo ele vai no no ônibus vai contar história para arrecadar grana ensaia a história tudo Bonitinho só que viver dessa caridade passou a ser um inferno cara por quê porque agora já não tinha mais tanta grana porque as pessoas já não tinham mais paciência ele vai se aproximar de um guri um menino um aviãozinho aviãozinho é aquele que faz o vínculo que pega droga que pega o dinheiro para ir lá na boca pegar droga certo moleque então que com PR PR traficante e esse guri era o desenho muito
interessante você notar Isso porque desenho é uma construção visual E no caso Matias Cego Tá e ele se aproxima do desenho por ele vai levar o desenho para acompanhar ele nos ônibus para arrecadar dinheiro a mãe do desenho vai adorar o próprio desenho vai adorar porque ele ganha mais dinheiro assim certo e a mãe não encha o saco tá porque a galera vê o filho do cego e começa a juntar Grana só que com o passar dos anos o desenho fica mais velho e aí agora as pessoas ficam irritadas mas Espera lá você não vai
ajudar o teu pai que é cego já tá na hora de ser carpim uma roça ser pedreiro fazer alguma coisa então eles começam a perder público eles param de trabalhar juntos certo mas não é assim que encerra porque agora desenho com 16 anos tem uma moto passa o dia fazendo corre e com a grana que ele tem ele compra maconha e cocaína e vai todas as noites lá que pode fumar e cheirar com Matias Onde rola um papo angustiante em que não olham no olho ó a jogada do Não olha no olho aqui a gente
vai ter invisibilidade social certo mesclada essa brincadeira da do Cego Tá a forma como ela é construída Então as pessoas pagam né enquanto tem dó torna-se revolta entre outras coisas tá onde os dois terminam então sem conseguir se enxergar sem conseguir se olhar uh O Mistério da Vila narrador em terceira pessoa tá aqui a gente vai ter o Juan taí o Mateus vou pedir desculpa para Vocês nesse slide Juan tá com J Juan com J é o argentino lá Juan que é com R tá ele sempre brincavam na rua certo e no final dessa rua
lá no final da Vila morava donara que vivia com a casa cheia de Macum já vamos colocar no caderno que o ponto é sobre tolerância religiosa Vamos colocar no caderno que eu conta sobre preconceito religioso por quê certo as crianças brincavam fingiam queam lá escutavam barulho corriam né se Divertiam é um espírito é o quê certo é possessão e Riam E aí o narrador deem terceira pessoa de novo ó quando é são crianças mais novas é o narrador em terceira apesar de ser muito simbólico também o narrador ser em terceira pro Matias no ponto anterior
eh no dia todo mundo cumprimenta donara né porque ela é mais velha bem mais velha ela dá dinheiro para as pessoas irem jogar no bicho para ela para Comprar cigarro e aí a molecada fica com o troco todo mundo adora mas de noite todas as pessoas falam mal dela todas as pessoas falam que a macumba certo possui o outro que mata que é do demônio se macumba fosse bom não começava com mar né então ó essa jogada Espetacular na parte do dia na fase social né em plena Vista todo mundo adora mas na noite no
interior todo mundo reclama todo mundo ofende E aí fala né que o Jorge era o marido dear era o pai de santo já ali Cara era muito lotado O terreiro deles só que foi diminuindo com a crescente das igrejas né é interessante notar esse processo do do crescimento principalmente das igrejas neopentecostais porque nesse caso existe todo um elemento de tolerância religiosa existe todo um elemento aqui né de desrespeito a outras coisitas certo eh Sim foi o Artur Saindo ele tava dormindo enquanto eu estava contando os contos tá bom bom um presente para vocês E que
que eu tava a falar ah dando aula verdade e aí vejam bem mesmo assim a dona áa mesmo com todo esse preconceito ela continua ajudando outra coisa linda de dia todo mundo elogia de noite todo mundo fala mal certo ela rezou pro Mateus Mateus estava muito doente nem médico deu jeito e os parentes crente assistindo tudo aquilo certo sem saberia o que fazer ela foi lá tomou um gole de ping e falou para todo mundo beber todo mundo bebeu Mateus ficou bom e todo Mundo da família guardou Segredo né V falar que a macumbeira que
ajudou fica feio né Mateus falou só pro Juan outra vez empesteou lotou de carrapato a casa do Juan inclusive o cachorro deria morrer donara foi lá pegou três matou colocou ali el fez um trabalhinho de repente tudo sumiu depois de um tempo só contou para Mateus Outra também foi com a thí thí nem era nascida tá a Thaís é de uma família toda evangélica menos o pai que É alcoólatra certo mas quando a mãe da Thaís estava grávida e cara ela quase tava perdendo a Taís Foi a donara que fez um parto um trabalho pro
parto funcionar e a menina nasceu bem então vejam bem ó a jogada certo todo mundo ofende todo mundo ataca todo mundo é preconceituoso e todo mundo vai atrás de daniara e guardam esse segredo tá dá um desespero porque o milt o filho da donara sai correndo pra casa dela de novo preconceito Ele deve estar possuído Né essa gente é assim e o Milton sai com donara nos braços correndo até o carro do tio Mateus donara tá passando mal eh infarto AVC né como diz o narrador essas coisas que matam velhos Luan e thaí tem muita
vontade de chorar a thí inclusive ela vai ficar rezando para Jeová vai levar até o nome da dona Iara no culto não sabe se isso é pecado colocar o nome da macumbeira nas rezas mas vai rezar o Juan por sua vez vai falar com a avó que quer pedir ajuda e a Avó pede para ele orar ora para Santo Tá ora para santo porque santo leva o pedido para Deus primeiro ele pensa para orar para Nossa Senhora ele acha até Nossa Senhora parecida com dona Iara muito bonito esse trecho certo mas ele vai rezar então
para quem São Jorge São Jorge que é aquele que enfrenta o dragão pode salvar donara o único que ficou assim certo impessoal foi Mateus Na verdade o que ele gostava que como o tio Dele trazia notícias da donara ele ficava feliz porque todo mundo prestava atenção nele quando ele falava notícia e aí o que acontece acontece que o Mateus ele tá um fumo do Juan você precisa parar de ser assim certo ela salvou tua vida e o Mateus fica puto com ele como que você conta Meu Segredo certo e aí os dois se afastam pouco
depois a donara volta para casa o Juan e ataís até a casa do Mateus tá Juan e Mateus eram melhores amigos então ele vai se Desculpar e vai falar vamos pra casa da dona Iara e o Mateus fala não tô jogando videogame o Juan diz então não vai ter desculpa nenhuma Se você não for lá comigo não desculpa como eram melhores amigos né Mateus dá pausa no videogame vão lá e lá ta esconta que rezou por ela e a dona dona Iara fala se eu tô vivo é graças a Deus eles estranho como que assim
a macumbeira tá falando graças a Deus isso não é maldade isso não é do demônio e a aí a donara começa a contar A história dela começa a contar a história do passado começa a contar a história da religião dos orixás certo do vínculo a religião com Deus tudo e era tudo emocionante as crianças acharam aquilo magnífico tá Taís Dá um beijão nela e r antes de sair fala que risou para São Jorge né E no caso São Jorge certo na religião afro ele é Ogum certo E no caso que que vai acabar acontecendo o
a Doni ara vai falar né Eh que sempre sempre soube falei pra tua avó sempre soube que você era filho de alum e Juan fica adorado com aquilo né porque quando a gente fala a respeito de a respeito do sincretismo a gente tem um sincretismo religioso muito forte afo brasileiro certo e que nesse caso quando a gente fala a respeito do Gum é São Jorge São Jorge é visto como ogum tá tá E nessa condição o as crianças voltam a brincar mas Juan Ainda sempre volta agora pra casa de Donara porque ele quer escutar mais
histórias de seu pai né deum de São Jorge tudo bem Então é um contto sobre preconceito religioso é um conto onde essas crianças essas novas gerações entendem certo e quebram assim preconceitos básicos mas como assim a macumbeira como a umbanda como canoé fala de Deus né não é o mal não é o diabo mas como assim o santo se Rela os orixás certo então é um conto sobre conhecimento quando você quebra o Preconceito beleza penúltimo conto graças a Deus né isso mesmo cestou até cestou cestou narrador em primeira pessoa a mãe do narrador vai descobrir
que Buri é fumante e vai falar se você fuma você já pode trabalhar e então o narrador ele começa a trabalhar ele primeiro começa a trabalhar com o boleiro certo então ele vai junto com amigo mais velho velho né um amigo da família que leva ele para ver jogo de playboy uma galera que joga tênis ele Vai pegar a bola e levar tipo um gandula para tênis só que aquilo vai deixando ele meio Puto por quê porque tem muito Playboy folgado lá e ele vai ficando incomodado com tudo aquilo certo tem um dia que um
dos Playboy moleque mais ou menos da idade dele vai vir brincar com ele aí você parece um desenho animado ele estora faça daqui moleque não sou teu amigo não vai se estora com o cara perde emprego na hora certo então a gente já tem um contto apresentando Elementos de diferenças sociais tá quant uma criança se diverte outra trabalha e a criança que trabalha ainda tem que aguentar a humilhação né E aí o que acontece o narrador ele ficou triste porque mais por perder amizade do que o trampo ele pegou um trampo aqui outro ali era
complicado porque o padrasto em casa ele tinha vários conflitos e ele pegou um trabalho como panfleteiro entregar panfleto na rua cara vivia com vergonha Desse trampo certo às vezes aparecia um conhecido ele tinha vontade se afundar na terra pior que apareceu uma mina que ele tava chavecando uns tempos atrás e ele fingiu que não viu para esquivar certo ele tinha vergonha de tudo aquilo e ele gostava das coisas que ele ganhava com o trabalho dele ele gostava do Tenis n que ele tinha comprado ele gostava das coisas e precisava da grana tá E aí até
mesmo quando vem um outro conhecido ele tenta esquivar Mas de repente ele bate o Olho e vê o cara na cara dele e aí o cara fala pô tá bicho tô sem grana não vou tentar te arranjar um trampo aqui também com o dinheiro da semana cestou rolê balada ele vai pegar a grana dele ele vai para outro morro tá porque a drogas a maconha do outro mor é melhor ele vai para Jacarezinho e nesse caso certo é meio complicado se de um morro não é legal pegar em outra e ele nota que o clima
tá meio tenso até pergunta pro Moleque pro aviãozinho tá ruim aqui deu ruim os gambia colou mas já vazou ele pega cinco trouxas de maconha né cinco trouxas de maconha tá tudo bem aqui e e ele para num bar para comprar seda a mulher do bar Fala alguma coisa que ele não entende direito e aí a hora que ele sai ele entende a polícia tá lá a polícia para ele dá um geral tira as coisas da bolsa dele Certo pega as trouxinhas de maconha é tua É sim senhor entendi Né Escuta e esse dinheiro aqui
o salário dele sem conto esse dinheiro aqui é para pagar conta senhor Ah mas é a maconha esse aqui é para pagar conta o dinheiro do meu salário entendi você entendeu também né ou seja corrupção policial ele vai entregar todo o dinheiro dele pra polícia e vai deixar ele ferrado até porque ele não tem nem dinheiro para comprar passagem de volta certo nesse caso ele vai ter que sujar a roupa dele pulando catraca essas coisas tá E aí o Policial então toma grana dele posso ficar com a maconha pelo menos pode da risada né então
é um conto sobre corrupção policial relação de empregos né trabalhador que semana toda explorada pelo patrão trabalhos pesados para ganhar pouco e depois explorado pela própria polícia a quem né deveria defendê-lo E aí cara ele fala eu não tenho nem como pagar a passagem de volta policial deixa R 4 para ele mais humilhante ainda ele Vai se sujar todo pulando ma catraca pagando aquilo as pessoas vem ele contando certo e ele tinha notado que antes as as pessoas não tinham raiva dele porque não viam ele viam um panfleteiro mas agora tá todo mundo olhando para
ele ele volta humilhado paraa casa cheio de ódio não era a primeira vez não ia ser a última Tá mas por falar em última último conto a travessia narrador terceira pessoa tá interessante o nome do conto né Travessia a estrada muito a lag Guimarães Rosa e a gente vai ter também um narrador em terceira pessoa não um personagem que vai contar a história do Beto Beto é um cara que faz um tempo um ano que ele tá trabalhando né pro pros crime pros trafica e ele nunca atirou só que dessa vez ele tomou o primeiro
esporro do dono do morro por quê Porque um cara foi comprar droga ele notou que o cara era de outra facção ele não podia deixar isso rolar né Outra favela não Podia deixar isso rolar então o que que ele faz mete bala no cara era a honra e a atitude dele que tava em jogo só que todo mundo fica puto cara e agora a gente tem que se livrar desse corpo senão vai estourar lá vai estourar aqui que que vai fazer e assim ele já tá bravo meu não tá dando grana como ele queria ele
só tem um Playstation velho pouca coisa né E agora tem que liar com essa esse conto tem um tom tragicômico beleza porque tudo que ele vai tentar Dar errado inclusive os amigos que ele botava maconha para fumar junto não não rola certo e vai sobrar para ele um chevret velho tá que ele vai ter que levar o presunto o corpo no lixão a hora que ele tá indo ele pensar na mãe os rumos que ele tomou pra vida dele pior ele entra numa numa zona de Milícia né vinculados à polícia além de tudo ou ele
teria que pagar a milícia ou tomaria bala cara se a milícia desse uma geral no carro dele tava ele ia falar o Quê bom é é usuário é usuário defim noiado tava tentando me roubar Mas como que ele I explicar os 200 tiros que ele meteu no cara que inclusive piorou a situação dele né só que o que acontece o carro morre em frente o bar ele entra em desespero ele bate o olho tá vindo uma porrada de Gente em torno aquele lá tem cara demiciano eu tô e o que acontece na verdade é que
são senhores que vão ajudá-lo a empurrar o carro ele chega no lixão ele Despacha o carro desculpem ele chega no lixão ele despacha o corpo tá até pensa em tacar fogo no corpo mas aquilo lá ia aumentar muito e ia sobrar para ele agora como herói Triunfante ele volta pro morro a hora que ele chega ele vê que a galera para de conversar quando ele entra tá E aí ele continua caminhando onde ele tromba o chefe do morro que fala é o seguinte você foi julgado certo a gente não vai dar fim em você mas
você vai Vazar daqui você vai vazar então o narrador depois de ter feito essa travessia inicia a sua nova travessia já que no caso ele tem que ir embora do Morro ele não sabe onde ele vai dormir ele não sabe onde vai viver e essa sentença então que dói mais do que a bala tá a travessia termina outra começa e É engraçado porque termina-se então num contto onde se sai do mro tá bom sei que é muita coisa gente mas vejo com calma resumidinho tá mil beijos e acabou