[Música] para de cá pai do racionalismo a ética são as ações os comportamentos que são controlados pela razão passemos agora para ética em Espinosa Espinosa pertence a corrente filosófica mesmo que dê cá os racionalistas só que ele já interpreta a ética um pouco diferente de descarte vejamos teoria ética e Espinosa teoria que Valoriza as paixões como parte das ações éticas enquanto para becar a ética é o controle da Razão Espinosa mesmo sendo racionalista já Valoriza as paixões enquanto as sons éticas a razão não está acima das paixões humanas e estas paixões só podem ser superadas
por outras mais fortes cabe ao homem fazer com que as paixões positivas ao seu desenvolvimento sejam maiores do que as paixões negativas abandona as noções cristãs de Pecado ver que no século 18 reaparecem com Kant a ética Espinosa é considerada uma teoria sobre a natureza humana vejam enquanto para dedicar uma atitude ética era aquela atitude que fosse controlada pela razão que não cedia as paixões Espinosa pensa diferente Ele disse que as paixões devem sim ser consideradas existem paixões boas e paixões ruins e onde é que a razão entra aí já que ele era o racionalista
injustamente escolher entre as ações e paixões boas e as ações e paixões ruins a razão nos dá essa capacidade de gerenciar as paixões de apostar mais digamos assim nas paixões boas mas ele não desvaloriza as paixões como de cá que coloca tudo sobre o controle da razão ele valoriza as paixões e essas paixões podem ser escolhidas eu posso escolher entre a paixão ruim e a paixão boa e como é foi através da razão para compreender Espinosa vamos usar como exemplo vício o vício por exemplo ela é considerado uma fraqueza daqueles que se submeteram as paixões
sobretudo as paixões ruins então para ele a razão deveria controlar as paixões ou melhor optar pelas paixões boas e aí o vício serve bem para dar esse exemplo de Espinosa no caso do vício como uma fraqueza Quando o homem cede as paixões ruins diferente também dos cristãos Espinosa abandona a ideia de Pecado de dever os cristãos lembrem-se eles desvalorizavam eles rejeitavam as paixões a razão de estar sobre controle e levar a Deus através da santidade uma atitude ética era uma atitude que buscava santidade que buscava o bem Supremo Deus surge a ideia de dever a
ideia de Pecado Espinosa nega tudo isso você já deve ter ouvido falar sobre o Deus de Espinosa muito difundido por exemplo com texto atribuído a Einstein dizendo que eu acredito no Deus de Espinosa porque para Espinosa Deus é a natureza entender o mundo em sua totalidade segundo Espinosa leva a Deus como se Deus fosse um princípio unificador Deus e natureza seriam assim a mesma coisa Espinosa vê Deus na natureza e o que é que tem a ver Deus em Espinosa com a concepção dele acerca da ética é porque ele desvaloriza a noção de pecado e
de dever do cristianismo mas ele acredita muito na ideia de Deus ele acredita muito em Deus nesse Deus ligado à natureza e é assim que ele discorda de deitar fazia uma distinção entre mente e matéria de carne era um racionalista embora Espinosa fosse um racionalista para ele não havia essa distinção entre matéria e mente pois as matérias a mente são atributos de uma mesma substância da substância única que unifica tudo que é Deus e parte de Deus podemos entender o mundo em sua Plenitude então para Espinosa não se rejeita as paixões a razão Só serve
para escolher entre as paixões boas e ruins e ele descarta a ideia de dever a ideia de Pecado porque Deus não é esse ser julgador Deus é a natureza Deus é essa partícula que unifica tudo e todos que unificamente matéria logo uma atitude ética pode ser uma atitude também tomada por paixões mas por paixões boas beleza deu para entender Espinosa Vamos agora para filme a época em Rio desenvolve uma moral do sentimento para Ele são as paixões que determinam a vontade e não a razão Isso significa que os atos Morais dizem respeito aos sentimentos de
aprovação ou desaprovação de nossos atos e as sensações de agrado e prazer ou de dor e remorso que eles resultam ou seja tanta razão se ocupa com o que é verdadeiro falso Isto é fazendo juízos de realidade os hábitos Morais requerem juízos de valor que nos ajudam a identificar Nossas ações como boas ou como mas como virtude ou vício percebam Que filme vai de encontro com os racionalistas porque porque ele é um empirista a idade moderna a filosofia moderna é marcada pelo embate entre racionalistas e empiristas não deixe de conferir essa aula enquanto os acionistas
entendem que o conhecimento é alcançado através de razão os empiristas como hillme entende que o conhecimento é alcançado através das experiências dos Sentidos por isso realmente discute ética a partir de uma noção de experiências de sentidos e ele cria o que chamamos de moral do sentimento a moral do sentimento em Rio nada mais é do que uma perspectiva de ética que não é métrica que atribui o que é certo e o que é errado que reflete sobre o bem e o mal a partir de uma noção teórica de uma noção de razão de racionalidade muito
pelo contrário o que se estabelece que é uma ação ética ou uma ação antiética é o sentimento dessas ações que essas ações vem a provocar como por exemplo as sensações de dor de remorso de prazer de alegria digamos assim que de forma muito resumida se uma atitude faz sofrer é uma atitude antiética é uma atitude que traz um sentimento ruim Uma sensação ruim então a ideia de ética em Rio está atrelada ao sentimento as Sensações vamos para a época em russou um Iluminista já tá lá no final da idade moderna vejamos para ele a consciência
moral e o sentimento do dever são inatos já nascem com homem são a voz da natureza e o dedo de Deus em nossos corações nascemos puros e bons dotados de generosidade de benevolência para com os outros se o dever parece ser uma imposição em uma obrigação externa imposta por Deus aos humanos é porque nossa bondade natural foi pervertida pela sociedade quando esta criou a propriedade privada e os interesses privados tornando-nos egoístas mentirosos e destrutivos Russo é um contratualista é um Iluminista ele teorizou dentre outras coisas também sobre política uma frase que marca ovo Rousseau é
que o homem é puro por natureza a sociedade que o corrompe para Rousseau nós vivemos em Plenitude em harmonia até se estabelecer a propriedade privada que é a origem de todo mal então o homem é corrompido a partir do surgimento da propriedade privada com o surgimento da propriedade privada os homens passam a disputar entre si os melhores pedaços de terra e como nós vimos para Rousseau isso desenvolve no homem isso corrompe o homem de desenvolvendo o egoísmo a mentira tornando os homens destrutivos uns aos outros nascemos com essa noção de dever porque nós é nós
somos bons por natureza segundo Rousseau e essa noção de dever se aparenta se coloca justamente porque estamos em uma sociedade corrompida Em uma sociedade marcada pelo egoísmo marcada pela destruição marcada pela mentira então essa noção do dever em nada o homem é o que ele chama de ética é o dedo de Deus é a voz da natureza nos levando a tentar nos retornar para o estado de natureza onde vivíamos em harmonia antes de sermos corrompido com o advento da propriedade privada então a propriedade privada origina todo mal o homem era bom por natureza e essa
noção de dever que nós temos é o próprio Deus que colocou nos nossos corações e nós temos essa noção de dever e colocamos ela em prática porque estamos em uma sociedade corrompida chegamos então ao filósofo que mais caem no Enem quando o assunto ética e Manuel Kant um filósofo alemão um dos maiores expoentes do Iluminismo vejamos a ética encanta constitui uma ética que parte da ideia de que o homem não escapa do imperativo categórico ou seja uma ordem válida para agir em relação a tudo este imperativo é definido da seguinte forma devemos sempre agir de
modo a podermos desejar que a regra a partir da qual a gema se transforma numa lei geral Cante ao criar o imperativo categórico que eu explico já já se opõe diretamente arrussou que entendia que o homem é bom por natureza muito pelo contrário para o canto isso não é uma verdade então cante refina o papel da Razão na discussão reflexão sobre a ética para Kant por natureza somos seres egoístas ambiciosos destrutivos agressivos cruéis e aves por Prazeres Prazeres esses que nunca são saciados e pelos quais nós matamos mentimos roubamos nós nos tornamos destrutíveis em busca
desses Prazeres insaciáveis e é justamente por isso segundo Kant que precisamos do dever para nos tornarmos seres Morais então o dever é uma necessidade para Encanto a noção de certo e errado que nós temos é inata já nasce conosco Então a nossa noção de dever já é inata já nascemos com ela sendo assim ela é anterior qualquer experiência ela já nasce com a gente a ideia de dever já nasce com todas as pessoas seja em qual época elas viverem seja em qual momento histórico onde quer que elas estejam em qualquer tempo de dever é a
mesma para todas as pessoas segundo Kant Então vamos agora para a noção do imperativo categórico do Kant que segundo ele nenhum indivíduo escapa todos nós estamos submetidos ao imperativo categórico O que é o imperativo categórico vamos falar o seguinte Age de tal forma que a atuação se torne Universal Este é o imperativo categórico segundo Kant devemos agir sempre de uma forma que essa ação possa ser repetida por todos em qualquer parte do mundo que essa ação possa se tornar Universal vou dar exemplo Como saber se uma atitude ética ou não eu estou com vontade de
socar alguém que estou com muita raiva essa é uma atitude ética ou uma atitude antiética segundo Kant basta eu pensar da seguinte forma essa ação que eu vou tomar pode se tornar uma ação para todos tomarem quando dou um soco eu preciso estar convicto de que todas as pessoas ao estarem com raiva também podem dar um soco eu não tenho a convicção de que essa ação pode se tornar Universal pode ser repetida por outras pessoas Então ela é uma ação antiética pois o que é ética pode ser repetido por todos é uma ação que pode
se tornar Universal é uma ação que eu quero por exemplo que façam comigo em resumo a gente podia dizer que o imperativo categórico do Canto seria não faça para os outros o que você não quer para si só Faça aquilo que você queria que fizessem também com você o que você permitiria que fosse feito com você se você não tem convicção de fazer ação e que essa ação possa se tornar Universal e repetir então não faça então para cante essa é a premissa épica do que é o bem do que é o certo do que
é o justo e consequentemente do que é o incorreto injusto do que é o mal Age de tal forma que a atuação possa se tornar Universal se eu dou um soco em alguém eu permito que todos que estejam com raiva também não dá um soco Ah mas eu não quero levar um soco de ninguém que esteja com raiva de mim então não deixou com ninguém porque essa seria uma atitude antiética Este é o imperativo categórico do cante assim ele Visa estabelecer uma ética da responsabilidade onde cada indivíduo é responsável pela sua própria ação em definir
se uma ação ética ou antiética se uma ação está dentro da moralidade ou é a moral por exemplo por fim veremos reino com sua ética coletiva distancia sindicante vai te opor a Kant vejamos rei o ético é tudo que constitui o Ethos de um povo o costume ou moral normativa de um povo é aquilo que o constitui são seus elementos universais é o opressor da Verdade do Espírito no mundo a identidade de sua validade a ética regeliana pressupõe um homem livre que haja de acordo como todo o homem só se realiza na Polis socialmente a
moralidade expõe o sujeito necessariamente é uma identidade entre a vontade do individual e Universal na eletricidade a liberdade não está na vontade individual mas no todo coletivo o dever não está mais no posto de forma subjetiva formal mas de forma objetiva se a preocupação do Kant é estabelecer o princípio supremo do agir a preocupação de Rego é outra é determinar as condições da responsabilidade subjetiva para canto imperativo categórico é para todos os indivíduos seja em qualquer tempo em qualquer época quando ele esteja para o reino a ideia de ética está no todo está no coletivo
é como se o rego trouxesse de volta aquela ideia dos antigos dos clássicos em especial Sócrates Platão e Aristóteles a ética está no convívio social uma atitude ética é uma atitude que vive bem coletivo logo a ética em rede é uma ética do todo é uma época do coletivo não é uma época do subjetivo a ética não está na vontade individual numa perspectiva de escolha individual a ética está numa vontade coletiva é a época de um povo a ética do todo isto é o costume a moral normativa de um povo aí estão os princípios éticos
aí é o que determina se uma ação ética ou não a ação ao ser pensada no todo ao ser pensada na vida coletiva a ser pensada no convívio social Então deixe de ser uma ética subjetiva uma época pessoal e passa a ser uma ética pensada coletivamente uma ética pensada nos costumes de um povo assim a noção de dever é constituída pelo coletivo a verdade do Ethos é o estado que coletivo então percebam que a partir do reino Há uma grande diferenciação da perspectiva ética da perspectiva de dever que não é um dever do sujeito guiado
pela razão é uma perspectiva de um dever de uma ética coletiva A partir de uma moral normativa de um povo a partir de costumes ou seja uma ética do todo não ética do individual assim nós chegamos ao fim de todos os filósofos que discutiram acerca da ética acerca do comportamento humano na modernidade agora nós avançaremos para a ética na idade contemporânea veremos esse cara aqui ó Frederick Nick um dos filósofos que eu mais gosto dentre outros filósofos que discutiram também o comportamento humano O que é o bem e o mal o MIT por exemplo Que
linha é uma teoria da genealogia da moral de voltar a origem Morais da transvalorização dos valores dentre outros filósofos que também discorreram sobre ética de forma mais aprofundada e mais atualizada então espero você na aula de ética na contemporaneidade beleza não perde essa aula continua maratonando os nossos vídeos Espero que você tenha gostado [Música] [Aplausos]