A profecia da marca da besta. No livro do Apocalipse, uma das visões mais impactantes sobre o fim dos tempos descreve o surgimento de uma figura poderosa e enganadora, a besta. Antes da volta de Jesus, ela será reverenciada em todo o mundo, conquistando multidões com sinais, prodígios e grande influência.
Como sinal de lealdade, aqueles que se renderem à besta receberão uma marca que será gravada na mão direita ou na testa. Essa marca associada ao nome da besta ou ao número que representa 666 será exigida para qualquer atividade comercial. Ninguém poderá comprar ou vender sem ela, mas essa escolha trará consequências eternas.
Segundo a profecia, quando Cristo retornar, todos os que carregarem a marca da besta enfrentarão juízo e condenação. Em contraste, os que permanecerem fiéis a Deus, recusando a marca e resistindo à pressão, receberão a recompensa da vida eterna ao lado de Jesus. O livro das revelações ou apocalipse de João, como a maioria se refere, é o livro contendo o maior número de profecias em toda a Bíblia.
Há sim outras mensagens proféticas espalhadas pelo livro sagrado dos cristãos, mas não tão concentradas em um só evangelho. Mais adiante entrarei nos detalhes a respeito de João, o suposto autor do apocalipse. Por enquanto, vamos nos focar nas profecias e no que estamos vivendo no mundo atual.
E tudo indica que a humanidade parece mesmo estar seguindo a trilha que leva ao seu destino final. O que é dito na Bíblia? No capítulo 13 do livro do Apocalipse, entre os versos 16 e 18, lemos: "Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta, ou o número do seu nome.
Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é 666.
Apocalipse 13 de 16 a 18. Esses versículos compõem alguns dos mais enigmáticos da Bíblia e descreve um tempo em que a figura maligna chamada de besta terá grande poder sobre a humanidade. Essa besta exigirá que todos, sem distinção de classe ou de raça, recebam uma marca na mão direita ou na testa como sinal de lealdade.
Sem essa marca ninguém poderá comprar ou vender, ou seja, será excluído da vida econômica. O texto termina com um enigma. O número da besta é 666 e seria o número de um homem, mas requer sabedoria para ser entendido.
E que sabedoria seria essa? Onde adquiri-la? Além do que já está na Bíblia e que todos conhecem.
Este é claramente um texto profético e repleto de símbolos. Muitos estudiosos acreditam que na época em que foi escrito, João estava se referindo ao Império Romano e possivelmente ao imperador Nero, cujo nome em hebraico soma 666. No entanto, muitos cristãos ao longo da história veem essa passagem como uma profecia para o futuro, que poderia se cumprir de várias formas, como um governo global opressor, sistemas de controle por tecnologia ou imposições que desafiem a fé e a liberdade espiritual.
Será que essas pontuações teriam paralelos com temas modernos? Hoje há quem veja paralelos com temas modernos como identificações digitais ou biométricas impostas, controle de consumo por meio de sistemas financeiros centralizados e até mesmo autoridades que exigem submissão a ideias contrárias à fé, a nova ordem mundial. Vamos dar uma olhada no nosso presente momento.
Hoje em dia, poucas pessoas abrem suas carteirhas e encontram nelas algumas cédulas. como seria comum 20, 30 anos atrás. O que se vê são cartões e mesmo assim são considerados itens ultrapassados tecnologicamente, uma vez que já se pode usar o próprio smartphone para pagar as contas, seja usando o aplicativo do seu banco, seja por aproximação do celular, como se ele mesmo fosse um cartão de crédito ou débito.
Ou seja, além de você não mais utilizar cédulas que não são rastreáveis, você passa a ver todos os seus movimentos financeiros eletronicamente vigiados. Por mais que você pense que não, fazendo pagamentos online por meios digitais, você está dando um mapa para que o governo e os bancos saibam exatamente o quanto você ganha, com o que você gasta, com que frequência, se vai às compras costumeiramente nos mesmos lugares ou não. Enfim, o sistema acumula todas essas informações e faz um prognóstico perfeito do seu comportamento, do seu gosto pessoal e de outros dados pertinentes.
Mas por que o governo e os bancos fariam isso? Agora vamos para um outro nível. Você já ouviu falar sobre a nova ordem mundial?
Então prepare-se, porque a coisa é muito mais séria do que você imagina. A expressão Nova Ordem Mundial, cuja sigla em português enom vem sendo utilizada ao longo de muito tempo por políticos, filósofos, líderes religiosos e teóricos da conspiração para descrever uma grande transformação na estrutura global de poder. Resumindo isso, trata-se da ideia de uma reorganização do mundo, centralizada em uma autoridade global que substituiria as soberanias nacionais e unificaria governos, economias e até culturas sob um único sistema.
Dependência e controle mundial. De forma prática, a NOM é frequentemente retratada como uma proposta ou seria um plano oculto que defende as seguintes ações. Um, estabelecer um governo mundial único, o qual uniria todos os governos das nações do planeta e esses passariam a responder a esse governo centralizado.
Dois, criar uma moeda global e uma economia digital centralizada. Nada de dólar, euro ou. Tal moeda, ainda sem nome, teria valor mundial e seria completa e inevitavelmente rastreável.
Haveria aqui um paralelo com as criptomoedas? A maioria das crypto, como Bitcoin e Etherum, opera em redes blockchain públicas. Isso significa que todas as transações ficam registradas num banco de dados descentralizado, visível a qualquer pessoa.
E isso, por fim, significa que se sua vida financeira já era rastreada antes pelo leão do imposto de renda, agora é o leão uma das representações da besta do apocalipse que irá vigiar a sua vida, especialmente a financeira, que diz muito sobre você. acredita nisso? Bom, acreditando ou não, é mais ou menos essa a ideia que nos é transmitida ao vermos uma das principais interpretações desse enigma bíblico.
Três, implantar um sistema de vigilância em massa, como num verdadeiro Big Brother, aquele mesmo imaginado por George Orwell em sua obra 1984. Nela, além de monitorar o tempo todo onde você anda e o que faz, ainda é capaz de puni-lo se você fizer algo contra o sistema. Bom, vamos trazer isso pra realidade.
Você que é motorista, especialmente de cidade grande, como tem se sentido com tantas câmeras nas esquinas, de olho na placa do seu carro e até registrando se você usa o celular enquanto está ao volante? Você que tem costume de caminhar pelos centros comerciais da sua cidade, já notou que cada passo seu está sendo gravado por câmeras espalhadas por todos os lugares, inclusive nos interiores dos comércios? Isso é um mínimo para se afirmar que o campo já vem sendo preparado para que a NOM, o grande irmão, a ordem mundial e única, entre em atividade, ou quem sabe ela já não esteja funcionando sob os nossos olhares ignorantes.
Quatro. Está também nos planos da Nova Ordem Mundial. Tornar as leis uniformes, independentemente do país ou do tipo de governo.
Alinhar a forma de educar, manipular as mídias e até religiões, ao mesmo tempo que reduzem as diversidades culturais e espirituais em nome de uma unidade global. Isso não soa desesperador para você? Imagine ter que viver sob padrões estabelecidos, sobre leis rígidas e unificadas.
Não importa para onde você vá, imagine não ter liberdade de expressão, não poder opinar ou exigir os seus direitos, pois opinião e direitos são as primeiras coisas que as pessoas perdem num governo único. É como você morar numa cidade de 1 milhão de habitantes e nela haver um único lugar onde haverá uma farmácia, um único hospital e uma mesma forma de atendimento duro e seco para todos os habitantes. Isso já nem soaria como monopólio, mas como uma máquina de manipulação de seres quase vivos.
Para piorar, instituições que são reconhecidas por seus trabalhos humanitários é que são as principais peças desse horrível tabuleiro. Governos, ONGs, grandes corporações e instituições, como a ONU e o Fórum Econômico Mundial, entre outras, estariam encabeçando os preparativos para a implantação da NOM. Teorias conspiratórias.
As teorias da conspiração sugerem que a NOM é liderada por uma elite global secreta, às vezes chamada de Illuminati, Deep State ou Cabala Globalista, que manipula crises mundiais como as guerras, as pandemias ou colapsos econômicos, como desculpas para impor medidas de controle cada vez mais rígidas. Entre essas medidas, algumas mais discutidas entre as pessoas estão a criação intencional de crises para justificar uma solução global, o uso da tecnologia para controlar a população, a destruição de valores religiosos e familiares para facilitar a submissão cultural e a substituição da fé tradicional por uma espiritualidade universal controlada. Peguemos como exemplo uma ocorrência recente que fez com que as pessoas agissem da mesma forma globalmente.
O uso de máscaras no mundo inteiro durante a pandemia da COVID-19. Há teóricos da conspiração que afirmam que, apesar da seriedade dos fatos, pois morreram milhares de pessoas no mundo inteiro, a pandemia foi mais um experimento do que um acidente de laboratório. Talvez um teste para saber como domar uma população de cerca de 8 bilhões de indivíduos, fazendo-os, pelo menos a maioria responder a um único comando.
Usem máscaras e todos tiveram que usar. Será que o COVID foi mesmo criado intencionalmente para testarem a gerência de crises mundiais? Espantoso.
Talvez você esteja pensando que tudo isso é um exagero. Eu confesso que eu também penso mesmo, mas se começarmos a analisar e comparar fatos com antigas previsões e com algumas teorias consideradas malucas, de duas uma, ou acreditamos ou ficamos malucos. Tecnologia e fim da espiritualidade.
Outro fator que inevitavelmente está no pacote de teorias em relação à nova ordem mundial é o uso incessante, cada vez mais comum da tecnologia, como a implantação de chips em humanos, identidades digitais e inteligência artificial para controlar a população. Será que isso tem mesmo alguma coisa a ver? É possível que os humanos se deixarão ser dominados pela tecnologia?
Às vezes, saiba disso. Não é nenhuma questão de deixar ser dominado, pois de certa forma já estamos sob algum domínio tecnológico. Ande pelo seu bairro.
Você vai ver que a maioria das pessoas está com o celular nas mãos, sempre ouvindo, assistindo ou lendo alguma coisa ou jogando seu dinheiro fora com apostas que raramente ou nunca irão dar retorno algum. Essas apostas inclusive são liberadas por governos de vários países, inclusive o Brasil. E o que mais se ouve dizer é sobre pessoas que estão cada vez mais endividadas por causa desses jogos.
Por mais que você pense: "Ah, agora esse vídeo foi longe demais". Comparar jogos de apostas com o fim do mundo. Não, não é bem isso.
Mas comparando os jogos de apostas com o controle que governos e instituições têm sobre as pessoas. Em breve será comum pessoas com características específicas terem microchips instalados em seus cérebros até que isso se torne algo tão comum que todos acabarão um dia tendo um chip implantado em si. E tudo isso parece estar surgindo de uma empresa chamada Neuralink, cujo CEO é ninguém menos que Elan Musk, o homem mais rico do mundo.
Atualmente um dos maiores candidatos a ser o anticristo. Bem, desculpem pelo spoiler, mas o fato é que a Neuralink é uma das principais empresas pioneiras no implante de microchips em cérebros de pessoas, inicialmente que sofrem com alguma deficiência, não cognitiva, mas física, uma vez que a empresa promete que o seu produto irá ajudar cegos a enxergar, paraplégicos a andar e num futuro não muito distante, pessoas com dificuldades cognitivas raciocinar normalmente. A princípio, você pode estar pensando, isso é até muito positivo, pois irá tirar o sofrimento de muita gente, sem dúvida alguma, um tipo de produção até elogiável, mas o problema é que esta é só a ponta do iceberg.
O que muitos teóricos sustentam é que isso é o prenúncio para algo muito maior, que será o controle total das vontades pessoais. Isso mesmo que você entendeu. Todas as suas vontades deixarão de ser suas e passarão a pertencer à nova ordem mundial.
Você comprará e venderá o que quisermos e se quisermos. Tudo bem. Eu devo concordar com você que tudo isso parece muito mais um roteiro de filme de ficção científica do que a verdadeira, desculpe-me a redundância, mas é para reforçar a verdadeira realidade em que estamos vivendo.
Se pudéssemos retornar lá nos anos 80 e falar pro nosso eu da época que chegaria uma hora, que iríamos assistir a filmes, saber notícias do mundo inteiro, conversar em tempo real com pessoas de qualquer lugar, tirar, enviar e receber fotos e vídeos também em tempo real e muito mais num simples telefone levíssimo e portátil. O que você acha que o seu eu diria hoje em dia? Um dos assuntos mais discutidos em mesas filosóficas, políticas e também púlpitos religiosos é a destruição dos valores religiosos e das bases familiares em troca da tecnologia e da individualidade.
Muitos pensadores, líderes religiosos e até alguns sociólogos defendem que há um movimento cultural, ideológico e até político, que insiste em promover a desconstrução dos pilares tradicionais da sociedade, que são a fé, a família e a identidade coletiva. Isso é um indicador de que as religiões estão se tornando marginalizadas, o que levará à substituição da fé tradicional e individual por uma espiritualidade universal e controlada. Mas para muitos, a ideia de uma nova ordem mundial soa promissora.
Já pensou? Paz mundial, fim das guerras, uma economia estável, combate global às mudanças climáticas. OK?
Mas há um alto preço embutido nisso. A liberdade individual limitada, vigilância constante e o risco de uma tirania tecnocrática, onde poucos controlam, muitos ou todos. Essa colocação faz da [Música] Nombíguem, mas temido como o início de um controle totalitário.
Mas onde no apocalipse cabe a nova ordem mundial? Em outras palavras, será que a Nome foi mesmo prevista no livro das revelações? Como citei antes, o capítulo 13 descreve o surgimento de uma besta que terá autoridade sobre todas as tribos, povos, línguas e nações.
Como está escrito no versículo 7, ela impõe uma marca sem a qual ninguém pode comprar nem vender, um tipo de controle absoluto sobre toda a sociedade. Essa descrição se assemelha bastante ao cenário pintado por algumas versões da Nova Ordem Mundial. Um governo único, controle econômico e uma exigência de obediência a um sistema em troca de sobrevivência.
Para muitos estudiosos cristãos e teólogos, essa possível conexão não é coincidência. Anom seria nessa ótica o cenário ideal para o surgimento do anticristo, uma figura carismática que unificaria o mundo prometendo paz, mas se revelaria como um líder opressor que exigiria adoração e submissão total. A marca da besta.
Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é 666. É assim que o versículo 18 do capítulo 13 de Apocalipse é finalizado.
Mas afinal, que marca seria essa? Um chip, uma tatuagem? E outra, quem no mundo moderno poderia ser o anticristo?
Ou um dos que compõe a figura do anticristo, pois pode ser um grupo de pessoas e não uma só. A marca do anticristo é algo que tem sido levado em diversas mesas de discussão. E na verdade não há como confirmar o que é, como ela surgirá.
Alguns teólogos veem a marca como um símbolo de lealdade ao sistema do mal e não algo físico. Nesse sentido, a mão direita representaria as nossas ações e a testa os pensamentos e as crenças. Ou seja, a marca seria uma forma de pensar e agir em submissão ao anticristo, rejeitando os princípios de Deus.
É como se fosse uma inversão dos mandamentos dados a Israel, que deveriam ser guardados na testa e nas mãos, como dito em Deuteronômio 6:8, agora ocupados por outra doutrina. A interpretação tecnológica, o literal e futurista, é a visão mais popular atualmente, especialmente entre os que relacionam profecia bíblica e avanços tecnológicos. Nessa perspectiva, a marca pode ser um microchip implantado sob a pele, lembre-se da Neurolink, que citei anteriormente, como também pode ser um dispositivo biométrico de identificação e rastreamento.
Há muitos lugares em que você só entra ao posicionar o seu polegar ou indicador ou ainda sua íris num sensor, ou ainda uma tatuagem invisível, tinta, aliás, que já existe. A ideia é que num futuro controlado por um governo mundial, as pessoas só poderão acessar serviços, comprar, vender ou viajar se tiverem essa marca, como uma espécie de passaporte do sistema. Os sinais da tecnologia.
No mundo moderno, os sinais enviados pela tecnologia ou são coincidentes com os ideais da NOM, ou são mesmo prenúncios de que a humanidade está sendo levada para o caminho de uma nova ordem. Por exemplo, implantes subcutâneos usados como carteira digital já estão sendo feitos na Suécia. Plataformas de pagamentos como da Amazon One, por exemplo, já aceitam uma confirmação de identificação via retina ocular ou palma da mão.
O sistema de crédito social na China permite ou bloqueia acesso a compras e transportes dependendo do histórico comportamental do indivíduo. Veja só. Lá as pessoas já estão sendo identificadas em tempo real por câmeras em vias públicas e todos os seus comportamentos vão sendo armazenados, analisados para então ter direito ou não a diversos serviços.
Estão em estudos as propostas de uma identidade digital global com o apoio da ONU e do Fórum Econômico Mundial. Escolha e discernimento, seja como realidade ou metáfora, a nova ordem mundial levanta questões profundas sobre o futuro da humanidade. Até onde estamos dispostos a abrir mão da liberdade em nome da segurança?
Qual é o limite entre ordem e controle? E o mais importante? De que lado estaremos?
Quando ou se esse novo sistema se levantar? Estaremos preparados para esse novo mundo? Como o próprio Apocalipse diz, aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.
Apocalipse 14 12. No final, tudo pode ser uma questão de discernimento e escolha certa. Deixe nos comentários o que você achou sobre tudo isso.
Nós agradecemos muitíssimo a sua companhia. A gente se vê num próximo vídeo.