Olá, boa tarde. >> Eu sou o Henrique, ele é o Celso. >> Boa tarde. >> Tá, então, hoje a gente vai aqui participar do que a gente chama de pesquisa qualitativa, tá? Só para explicar mais ou menos para vocês de forma bem bem bem simples. Eh, as pesquisas normalmente elas são divididas em pesquisas quantitativas e Qualitativas. As quantitativas são a que normalmente as pessoas conhecem. Entrevistador na rua, pede para pô, me dá 5 minutinhos e aí faz uma pesquisa com você, perguntas objetivas diretas e aí terminou aquilo ali, vai sair um resultado daquilo, um resultado
quantificável. Por isso chamo de quantitativo. Então ele pergunta, por exemplo, qual é a cor que você mais gosta? Aí eles vão dizer verde, azul, amarelo. E aí no final eles vão Divulgar, ó, no Rio de Janeiro, 30% das pessoas preferem azul, 20% amarelo. Então isso eles quantificam, né, eh, o resultado. Essa aqui não, essa aqui é a qualitativa. Nosso propósito não é quantificar, mas qualificar. É, na verdade, é como se eu perguntasse o por que você gosta de azul, >> por que que você gosta de amarelo, por que você não gosta de branco? Entendeu? Ao
invés a gente, a nossa preocupação aqui não é o resultado, é o processo, né? É o processo da formação das escolhas de vocês. É o é o que vocês, o que motiva vocês a tomarem as escolhas, né? a formarem o pensamento de vocês. Isso é feito através de conversa, através de debate, através de, né, de apresentação de casos. É a partir dali que a gente identifica como cada um pensa, como cada um se posiciona com cada episódio, como cada um trata cada Episódio, né? E é isso que a pesquisa qualitativa faz, é qualificar as informações
para que a gente possa ter maior clareidência eh naquilo que a gente quer saber, né? Às vezes a quantitativ a a quantitativa ela dá um resultado eh certo naquele momento. A qualitativa nos mostra as perspectivas que naquele momento às vezes elas não estão realizadas ainda, mas a gente enxerga que é o que pode acontecer. >> Então dentro de lançamento de produtos, Né? A gente faz muito mercado também, faz muita qualitativa, né? você você projeta a qualitativa é sempre uma projeção. A quantitativa é o resultado daquele momento, né? É uma radiografia daquele momento. Então, dependendo da
estratégia para aquilo que você faz, é melhor fazer qualitativa. Para outras estratégias, para outras necessidades, é melhor fazer quantitativa. Hoje a gente vai participar de uma qualitativa, tá? >> Eu vou trazer aqui, eh, na verdade, o Que que a gente vai fazer? A gente, vocês, vocês sabem que a gente tá se aproximando do processo eleitoral, tá? E a gente vai pegar aqui dois personagens da próxima eleição e fazer uma análise com vocês sobre esses dois personagens que vão participar da próxima eleição pro governo do estado do Rio, tá? Eh, a gente escolheu os dois candidatos
que têm maior pontuação na pesquisa quantitativa, né? Nas pesquisas, tem várias rodando por aí. [limpando a garganta] a gente pegou aqueles que os dois primeiros que estão em dois nas duas primeiras posições e vamos trazer aqui alguns debates para vocês para que vocês opinem e a gente possa entender mais ou menos como é que como é que vocês estão analisando essas situações. Aí vocês podem perguntar: "Poxa, mas nós somos nove pessoas aqui, será que isso reflete? são nove pessoas, cada uma com a sua história de vida, cada uma com a sua Formação, cada uma com
seu histórico, que vão nos trazer aqui abordagens diferentes. >> Uhum. >> E a partir dali servem como parâmetro para milhares de outras abordagens. Por quê? Óbvio que ninguém tem exatamente a mesma vida de cada um, mas muitas pessoas têm o mesmo processo de formação de pensamento, seja pela religião, seja pela classe social, seja pelo bairro onde mora. São várias Nuances que fazem que a gente tome as nossas posições, né? Na vida a gente define várias coisas durante a nossa vida e o meio influencia muito as nossas decisões, né? A família, né? a formação, a religião,
né, o o o bairro onde mora, classe social, tudo isso influencia. Então, quando a gente cria parâmetros, a gente vai de alguma forma mapeando, né, o pensamento humano. >> Então, por isso que serve nesse esse tipo de pesquisa. Então, hoje eu vou Fazer isso. Vou trazer aqui algumas situações desses dois candidatos que estão à frente do processo eleitoral para que vocês analisem comigo e a gente possa ter um panorama geral daquilo que a gente acha, tá? Eh, como eu faço isso? Primeiro eu vou trazer alguns vídeos, vou fazer algumas falas e vou colocar em abertos
para que vocês opinem sobre isso. [limpando a garganta] Não tem ordem. Ah, primeiro você, depois você. Não, cada um vai falando de forma espontânea, né? Eh, não fiquem acanhados, porque pra gente é muito importante que vocês falem, né? É a opinião de vocês não ter esse negócio de certo e errado. Aliás, tá tudo certo, na verdade, né? Porque o que a gente precisa é entender como é que vocês, da onde vocês tomam essas opiniões, da onde vocês formam essas opiniões, né? eh pode divergir entre si, tem problema nenhum, Muito pelo contrário. Eh, e aí eh,
tem esses dois captadores aqui de som, né? Dois dois gravad lá lá tem um uma saída de áudio que é onde a gente vai colocar o som que vai sair daqui do tablet. Temos essa câmera aqui. Eu sempre mostrei a câmera, eh, porque às vezes a gente esquecia e não tava tudo bem. Daqui a pouco a pessoa olhava e tocava que tinha uma câmera, acabou, aquela pessoa acabava na pesquisa. Uhum. >> Só faltava de baixo da mesa, né? Eh, Então tem a câmera aqui, mas fiquem tranquilos, é só um um uma um mecanismo que hoje
facilita a nossa vida, porque antigamente, quando a gente não tinha essa tecnologia, era uma pessoa aqui do lado anotando tudo que todo mundo falava. E óbvio que não conseguia pegar tudo, né? Porque às vezes vocês falam, a gente perdia, tinha que parar. Pera, pera, pera, per, não entendi o que você falou, pode repetir, nunca sai igual. E aí perdeu o que o outro falou aqui, um Comentário. Então aqui a gente tem tudo, a gente não perde nada, a gente aproveita tudo e aí fica até mais rápido o processo, não demora tanto que não tem tantas
paradas, né? E e a qualidade fica melhor daquilo que a gente constrói. Então eh a gente eh grava só e simplesmente para que depois a gente possa fazer a transcrição e que não se percam dados eh nesse processo, tá? Fantástico, de vez em quando aparece, mas tô brincando. Brincado. >> Ficar com [roncando] a tá no domingo, >> mas não, não vai não. Eh, então vai ser dessa forma, cada um de forma espontânea falando e a gente vai conversando, tá? Uma conversa, uma grande conversa. Então, eu só vou pedir primeiro nome de cada um, porque às
vezes eu vou me referindo com a vocês. >> Márcio. >> Márcio. [roncando] >> Lucas. >> Lucas. [limpando a garganta] Daniele, >> Daniele, Rodrigo, >> Rodrigo, >> Rafael, >> Gilson, >> Gilson, >> Abío, Abío, >> Eduardo, >> Eduardo, >> Samanto, >> Samant, vou começar. tá perguntando para vocês hoje como é viver no Rio de Janeiro, nos estados de uma forma geral? >> Difícil, >> difícil, né? >> Caos caos é por aí mesmo. >> Segurança >> é muito complicado. >> Insegurança. >> É, eu vejo o cenário de segurança como pior cenário de todos os tempos. Acho Que
na história a gente nunca viveu um momento como atual >> a mesma coisa. Compartilho da mesma ideia. Realmente tá difícil a gente, a gente tá sobrevivendo no Rio de Janeiro, mas tá difícil em relação à violência. A gente sair de casa cedo para ir trabalhar, deixar nossos filhos assim, a gente não sabe o que que vai acontecer no meio da rua. Então tá muito difícil mesmo. Falta policiamento, segurança. Vocês acham >> parte da saúde também? Tipo, >> isso que eu ia perguntar. Vocês acham que é o pior? Porque antigamente era saúde. >> Para mim também
a saúde também. >> É porque é difícil classificar, né? É mais fácil enumerar do que classificar. Quer dizer assim, qual que é o pior? Tem o peso, o peso cai. Segurança tá pior. Eu acho que o SUS ainda deu uma melhorada, >> mas >> eu acho que não. Eu acho que o SUS ele mostra uma coisa que melhorou e quem vive daquilo ali vê que realmente não melhorou nada. Eu digo porque a minha mãe, ela tava com câncer, a rancura, tá curada, graças a Deus. E se dependesse do SUS, até hoje minha mãe ainda não
tinha sido chamada pela primeira vez para ela ser atendida ainda. Então assim, eu eu presenciei isso com o SUS há dois anos atrás e até hoje a minha mãe, ela já fez o já fez a remoção do do Câncer e até hoje ela ainda não foi chamada pelo SUS. Ela teve que fazer isso pelo >> É, tem um ponto, tem um ponto que sempre cai quando se fala de saúde, quando se fala de SUS, as pessoas falam assim: "Eu tô só comentando, né? que o atendimento é muito bom, que os profissionais são muito bons e
que existe um gargalo chamado Cisreg. >> Exatamente. A hora que acerta o Sisg, o SUS é o Melhor, é melhor que plano de saúde. >> Exatamente. >> O problema é essa, é o funil que hoje existe dentro do Sigo. Essa é o processo. E assim, eu acho que a experiência da sua mãe não foi boa. Eu já tive caso um amigo meu que em menos de se meses ele detectou a doença e operou a próa, tá? Tem um da minha tia também que ela foi diagnosticada com câncer de mama, né? E foi assim tudo muito
rápido também, os exames, a Biópsia. Então assim, acho que o serviço funciona, mas o processo é que tem aí essa para todo mundo, porque nesse caso também ti de ped e tirei também rapidamente com sui conseguir acho que fizeram a repente do lugar também. Então aí pega a questão do bairro que a gente acho que todo mundo mora aqui, o Recreio, é um lugar que para quem depende do SUS existe um posto, um posto de saúde, né, que chama de clínica da família minúsculo, que Comporta vários bairros e não dá conta. E aí sempre tem
que jogar lá para Barra, que é um outro super atendimento que pega vários acidentes em vários locais e aí quer dizer fica sobrecarregado o recreio. As pessoas que quer um atendimento às vezes mais simples, uma consulta de rotina, vai ter que ir lá pro pra barra que já chega lá é um atendimento emergencial. Aí você fica, aí você vai lá no Recreio, no posto de saúde, na clínica da família, marca Daqui a três meses, aí você vai lá uma consulta de uma criança, um pediatra, você fica o dia todo. Então assim, é muito difícil. Você
vai num ginecologista, você não passa uma ginecologista, é uma enfermeira que te te examina, que conversa com você, nem chega a ser o profissional. Aí acaba que a gente tem que se apertar, pagar um planinho de saúde do bairro para poder conseguir o atendimento, porque se depender, falaram até que vão fazer, né, Uma clínica ali maior no recreio. Tomara, porque o bairro, >> se a gente for imaginar, se a gente for imaginar assim >> o tamanho que é o Brasil, de uma forma geral, tamanho de municípios e tu tem um sistema único, é é tipo
assim, é quase uma utopia e ainda assim de alguma forma >> funcionaunelmente para milhões de pessoas. Eu morei na na Itália durante um tempo e falou que o SUS aqui é muito melhor do que a saúde pública na Europa, >> porque lá é muito complicado. >> Lá para você fazer um raio X é uma burocracia tremenda. >> Sim. E o que eu tô falando. E aqui é muito maior, ó. Não, não tô querendo defender ninguém, mas o processo aqui, eu tô falando, é gigantesco. Uma coisa assim que você até se assusta. Uhum. >> É para
não dar certo. Na verdade, se você olhar o tamanho, você vai falar assim: "Cara, não pode dar certo um negócio desse". >> E ainda assim tem problemas. Claro, muitinho, mas ainda assim dá muito certo em algumas coisas, né? Então é, mas hoje então de alguma forma vocês acham que a segurança ela é um pouco mais >> complexa, né? >> Ela é pior >> porque porque abran todo mundo, né? Todos do prisa da saúde uma coisa pontual, não é? Verdade. Verdade. Dia a dia de sair para trabalhar, a gente voltar, a gente para algum lugar, sevolver,
não tem. >> Uhum. >> Ainda mais barra e recreio. Tá muito complicado. Recreio nem se fala, né? >> É, lá no Recreio aumentou porque lá lá era área de miliciano, né? Como dizem, né? E hoje lá tem uma área ali do terreirão ali para Próximo ali que agora parece que >> isso que entrou o comando vermelho, né? AC >> meio disputa meio acerto negóciando de moto e eu não sabia porque eu fiquei um tempo longe do recreio por causa da minha mãe, fiquei na casa da minha mãe e essa semana eu tive que tirar capacete,
revistar a minha moto e eu falei: "Cara, como assim? Eu não sabia que o recreio estava dessa forma e tá." Tá, então a segurança ali no recreio tá bem Complicado. >> Toda hora toda hora tiroteio. Vários pontos de jacaré pago al >> aliás jacaré pago toda >> englobando recreio. Barra muita muita sala. >> E o problema é que você não vê o estado se mobilizando para dar uma resposta, né? Cada dia mais eles se expandem, a coisa chega mais próxima de você e você não vê o estado agindo para combater isso aí. E dentro do
terreirão tem uma Cabine de polícia até >> não. Pior que você vê as coisas acontecendo do lado onde tem eh patrulhamento eh ponto de de guardas municipais, né? Esse esses guardas que fica na praia e as coisas acontecem ali. Você tá ali, você tá vendo, você tá vendo o traficante vendendo a droga e o policial ali no celular e aí você fica, ué, mas não é nem questão de que não tem policiamento, é uma questão de atitude. É o quê? Um combinado. Será que ele tá Fechado com ele? Por isso que ele não, ele finge
que não tá vendo. Então é assim, é uma sensação de imponência, né? Porque a gente, eu já vi o cara que foi preso lá na na via na linha amarela cobrando os comerciantes na Gilca. Tipo assim, uma semana antes eu tava no restaurante, o cara tava passando como segurança, eu olhei, eu falei: "Isso aí não é não é segurança". Porque ele tava sozinho, quem mora lá sabe que anda com dois, três por fora e tal. Aí qual pouca Semana depois eu vi na reportagem o mesmo cara, eu falei, eu sabia que aquele cara não era
também segurança, era algum bandido que tava ali tentando tirar alguma coisa do do comércio, né? E é muito triste porque aí você não pode falar nada, você fica refém desses caras, você fica refém ali daquilo ali que você acha que tá protegendo, não tá? Fica uma viatura do lado de uma boca de fumo lá. Ah, que tá lá. Não, tá lá parecendo que tá protegendo eles. Agora Passa trabalhando lá com eh sei lá virado. Vai achar que tu tá errado. Não, eu moro na Vardia às vezes. Agora tá assim. Então acorda tá uma coisa aí
tá a noite é outra e assim vai. >> Tem que saber a hora que pode entrar, a hora que pode sair. >> Falou aí uma hora comanda e uma hora. Você tem que ter cuidado com com veste, como se você tá com celular de carro, de vidro é escuro, porque eles vão metralhar mesmo teu carro. O pai de Um amigo meu não fo de gasolina ali na estado dos de Bandeirante foi parado do do grupo de miliciano, tava de cabeza vermelha. Aí devolvou o chute, o cara quase matei. O outro colega dele falou: "Cara, vai
embora para te matar >> porque ele tava com a camisa vermelha". >> É igual questão de estar com uma camisa de time, essas coisas, >> cada vez tá ficando pior. >> Música geralmente uma música às vezes que baixar ouvind de algum grupo, se Eles pegar também >> e até agora revistando o celular, né? Tem essa. É no meu caso não, mas assim eu escuto, né? >> Para ver se tem alguma ligação em algum lugar. Você tem um bairro, por exemplo, você tem um um parente que mora, sei lá, na cidade alta, você mora numa igual
o menino que foi mataram, né, no César Maia porque foi visitar namorada, porque ele era outro bairro. É complicado você ter, tem que ter cuidado até se Transitar num bairro. E às vezes a gente que é fora desse mundo, a gente nem sabe se ele é comando, se ele é terceiro e não sabe. Hoje em dia a gente não sabe nem que que o nosso bairro é porque a o tá tomando conta, né? O estado que era para tá ali, né? Cuidando das pessoas, não consegue, >> não cuida >> e ainda algumas vezes parece tá
junto, né? >> É o que é mais difícil que ali no posto 12, né? Ali no recreio tem um kiosque que os caras fica dentro do kiosque à noite vendendo drogas ali em frente >> dentro do kiosque. No quiosque mesmo. >> Fora assim volta, né? É. E eles ficam escondido ali. E do lado, é do lado tem uma uma cabine de polícia com vários carros, várias pessoas ali, policiais, e a galera fica em frente ali à pista de skate e se você passar eles ainda te oferecem. >> A boca é ali liberada >> e a
galera pergunta se você quer ou não. E não importa. Exatamente. Não importa, eles chegam em você, se você caminhar na praia ali na orla à noite, passou das 7 horas da noite, eles te oferecem se você tiver com criança ou não. Então assim, a gente não consegue entender até onde a gente pode ir, se a gente daqui a pouco a gente não consegue mais levar os nossos filhos para dar uma volta na praia. a gente chega do trabalho e quer levar as crianças ali para brincar um Pouco, seja o que for, levar um cachorro para
passear, a gente não consegue porque a gente acaba sendo revistado pelo polícia e o cara que tá vendendo droga não. E aí >> já aconteceu de ter tiroteio ali aleatoriamente e do nada ali, do nada acontece, acontece tirotando água de coco, você então >> a gente não sabe mais o que fazer e aí a gente acaba ficando mais dentro de casa com medo, né, do que tá acontecendo. >> É inversão de valores, né? O cidadão de bem tá enclausurado. >> Nem precisa ser a noite tiroteio, né? Porque teve tiroteio agora, né? pouco tempo, foi de
dias. >> É, é, agora tem. >> Bom, vou começar. Primeira coisa que eu vou fazer é o seguinte. Eh, eu vou, Celso vai mostrar para vocês a foto eh, desses dois personagens, tá? Só vou pedir para vocês levantarem o braço, não precisa falar o Nome, tá? Só levantar o braço de quem reconhece. Acho que até o primeiro a maioria vão reconhecer se nem se não forem todos. Mas peço para que levante o braço, tá? Não precisa falar o nome. Pode. Pronto. Todo mundo. >> É. Agora vamos pro segundo personagem. Peço também que só levantem o
braço. Três, três dos. >> OK. >> Bom, para aqueles que não conhecem, esse é o Douglas Ruas, tá? É hoje um pré-candidato, né? eh que tá em segundo colocado ainda nesse início de corrida eleitoral aqui no Rio de Janeiro. >> Ele é o presidente da Alge. >> Ele é o presidente da Aérge. >> Pré candidato não, já foi confirmado. >> É porque ainda não, a candidatura ainda não foi homologada. Ele é um pré-candidato. Ele já foi confirmado pelo partido, >> né? Mas o TSE ainda não abriu a campanha oficial. que é prémio, mas é candidato.
Vai ser, >> é, vai ser prefeito, >> vai ser candidato a governador. >> Governador. >> Eh, eu vou primeiro passar um vídeo, um vídeo de cada um, tá? Esses vídeos, eh, tão sendo utilizados pelas próprias campanhas, já pelas pré-campanhas, tá? Eh, Como se fossem [roncando] vídeos de apresentação, embora do Eduardo não é um vídeo de apresentação, mas é um vídeo que tá sendo muito usado. Uhum. >> Tá. E o Douglas vocês vão ver que é um vídeo de apresentação. Quem vocês descem uma olhada. Eu sei que obviamente todo mundo, querendo ou não, traz um conceito
ou um preconceito, mas o preconceito que eu digo de pré mesmo, né? De coisas já, principalmente pro candidato que tem mais tempo, primeiro que o Eduardo, que Já está na política há muito tempo, né? aqui que aqui no Rio quarto mandato de prefeito, então naturalmente as pessoas têm mais conhecimento e tem já tem alguma ideia formada, a maioria tem alguma ideia formada sobre, mas de qualquer forma a gente vai analisar o vídeo, tá? E do Douglas a tá bom. certeza [risadas] que vamos conseguir entregar cada um desses compromissos, porque aqui a União do Rio está,
como já Disse, acima das divisões dos radicalismos. Não estamos preocupados com a posição ideológica de ninguém, [limpando a garganta] de ninguém, de AOB, porque a gente querar para todos e principalmente para quem acorda cedo, todos os dias foi a luta. Quero agradecer a todos aqui, mais uma vez, prefeitos, prefeitas, deputados, deputadas de lideranças, fazer um pedido Para todos vocês. essa campanha. Eu não quero que vocês caminhem por mim, eu quero que vocês caminhem pelo porto do [roncando] estado do Rio de Janeiro. Serenidade, firmeza, coragem e muito trabalho. A gente vai devolver sim a nossa gente
a paz e a felicidade, trazer de volta o brilho e a grandeza do nosso estado e fazer dele outra vez o farol do nosso País. [risadas] Estado Rio de Janeiro, muito obrigado ao crime organizado direto o tempo em que o estado se acovardou acabou e nosso governo. Estado vai voltar a mandar o teu o seu território, porque a gente tem coragem, capacidade, inteligência para vencer essa minoria de delinquente que ateorizam as nossas famílias. Vamos iniciar o processo de Retomada dos territórios que vivem hoje sobre o jugo de opressão dos criminosos, se necessário, com apoio, sim,
das forças armadas do governo federal. Nós estamos falando de segurança orientada por dados, estratégia, tecnologia, polícia guiada por evidência, não por política. Vamos investir no preparo, na valorização e no profissionalismo dos nossos policiais. >> Priorizar investigações Que trazem o caminho do dinheiro, do crime organizado, comandos escolhidos por critério técnico e não por indicação política. como discurso de valentão e muita ação, porque no final nós descobrimos que os valentões, os pitbulls eram chutucas do comando portanto bar alegre campurança os secundários vão de cada agora Como >> o vídeo do Douglas, >> do Douglas Ruas. O Douglas
Ruas, cristão, filho de um policial e de uma dona de casa. Nasci e cresci em São Msal e vi de perto a realidade da maioria dos fluminenses. A fila que não anda, o ônibus que demora, a rua abandonada. A mãe que se preocupa quando o filho sai de casa sem saber se vai voltar em segurança. Aprendi sendo o valor do trabalho, da família e da responsabilidade. Me formei em direito, entrei para a polícia, fiz pós-graduação Em gestão pública. Sempre acreditei que reclamar não muda a realidade. O que muda é ter coragem para enfrentar os problemas.
2018 casei com a Mariana, minha namorada desde os 16 anos. Essa União nasceu o Miguel. Minha família é meu maior patrimônio. É por eles e pelas famílias do nosso estado que eu acredito que vale a pena lutar. Política nunca foi discurso, sempre foi entrega. Vi meu pai, o capitão Nelson, se tornar vereador e depois prefeito. E tive a Oportunidade de assumir a Secretaria de Gestão Integrada e Projetos Especiais. Juntos fizemos uma gestão transformadora. São Gonçala era sinônimo de descaso, [música] hoje é referência de crescimento. Uma cidade que muitos diziam não ter solução, começou a mostrar
que quando existe gestão, coragem e presença do Peterfo, a realidade muda. Em 2022 aceitei um novo desafio. Fui candidato [roncando] a deputado estadual pela primeira vez. Mais de 175.000 pessoas confiaram em mim. Mas eu nunca enxerguei esses votos como números. Cada voto é uma história, uma família, uma responsabilidade. Não viia deputado para fazer carreira política. Fui trabalhar pelo Rio de Janeiro. Depois recebi uma nova missão, ser secretário de estado das cidades. Percorri esse estado de ponta a ponta. Entrei nas cidades, conversei com prefeitos, ouvi moradores e vi de perto duas coisas: o tamanho dos nossos
Problemas e o tamanho da nossa capacidade para superar. O Rio de Janeiro é o estado mais bonito do Brasil, tem o melhor povo, tem força, tem talento, tem potencial, mas durante muito tempo faltou aquilo que qualquer família precisa para crescer. ordem, segurança e oportunidade. Como policial, eu aprendi que sem segurança não existe liberdade. Sem ordem, o trabalhador perde espaço. Sem o estado presente domínio é o abandono. Eu não venho da Política tradicional, venho do Rio Real, do Rio de quem acorda cedo, trabalha, enfrenta dificuldade e não desiste. Cheguei até aqui porque aprendi uma coisa: Problema
não se resolve com promessa, se resolve com decisão, trabalho e resultado. Agora a missão é maior, fazer pelo Rio aquilo que muita gente disse que era impossível, devolver segurança, reconstruir a confiança e fazer o nosso estado voltar a acreditar no futuro. Eu sou Douglas Ruas do nosso Rio para reconstruir o rio inteiro. >> Bom, eh, vocês viram que tem diferenças assim bem significativas de abordagem, né? Que que que que que vocês pensaram? Que que vocês como é que vocês identificam isso? Pô, [roncando] só pelo discurso do segundo aí, foi muito mais objetivo. Sair 10 a
0. >> Você achou mais objetivo o os o discurso junto? >> Sim, porque ele falou uma linguagem Popular, né? Ele falou o que as pessoas querem ouvir. Falou em questão de segurança, ele falou justamente do do povo de onde ele veio, da baixada. Então ele, por ser uma pessoa que viveu nesse meio, ele falou que a a proposição quer ouvir. Acho o >> mais direto, >> que já é conhecido. >> É, eu também achei o Eduard do P mais direto, mas eu gostei também da Apresentação do outro, só que achei ele mais direto em relação
à segurança, o que que ele ele pretende fazer, pretende mudar. Eu vou falar a minha opinião, mas é só a minha opinião, tá? Não, eu acho que o Eduardo faz, ele se expressa muito bem, tá? Aí na minha opinião, ele não dá a resposta de da maioria das coisas que ele promete. E eu vejo aí, eu já li a respeito do Douglas Ruas, eu já o conheci antes de chegar aqui na mesa e vejo que ele é um um um Candidato hoje com um propósito bem definido e na [limpando a garganta] minha singela opinião vai
vai ser muito mais combativo ao que o Rio de Janeiro mais precisa nesse momento, que é a questão da segurança. Eu acho que o Eduardo Paz, ele já fala naquele tom de que eu vou ganhar porque ele já tá um tempo na sendo, né, o governador. >> E assim, se ele já teve tanto tempo e as coisas estão piorando, eu não acredito Que ele seja uma boa, uma opção boa. Talvez uma nova pessoa com nova visão seja uma oportunidade das coisas melhorarem. É aquilo, a gente também abre a cabeça, pô, se o cara já tá
tanto tempo no poder e as coisas melhora de um lado, piora do outro, talvez seja hora de mudar, de ser de ver outra opinião, outra visão, que a apresentação do outro também foi muito boa. Vem o que a gente quer ouvir, né? Mas aí tá mudando de posição de prefeito Para governador e é o governador que vai que tem e combate à violência, que tem total eh >> é em relação a isso. >> Não que [limpando a garganta] a prefeitura não tenha, mas é bem menor. Então >> é tanto que ele até instituiu agora uma
ele instituiu uma guarda >> armada, né? >> Já deu uma né? Significativo. Amarel. >> Eu senti o discurso do Eduardo P. eh, Pelo menos um ponto que ele falou que é trazer as Forças Armadas, né, se for o caso. E então ali ele já mostrou uma solução pragmática. >> É, mas aí eu não vejo como competência dele, né? Como competência dele >> o presidente aí é atribuição do presidente da República, não é? >> Tudo bem. Mas assim, pelo menos ele mostrou um uma sugestão, uma solução que tá aberto a pelo menos a uma alternativa. O
Douglas JZ, ele como você Falou, né, que ele era um vídeo de apresentação, então ele mostrou o que ele já fez, mas eu não percebi muito o que ele vai fazer. Eu percebi mais ele ele mostrar o histórico dele e não o amanhã o que que eu vou fazer, >> né? Na minha visão, >> quem conhece o Rio é o atual prefeito. Ele sabe os pontos que ele tem que abordar como governador. >> Ele sabe onde tá a falha, ele sabe. Por mais que a gente não possa fazer agora, >> se vai fazer ou não
é uma outra questão. >> Mas aí, mas aí ele tá fazendo, ele como ele como prefeito, ele tá fazendo o suficiente para que para ele chegar [roncando] no carro de governador e e fazer também o suficiente? Eu acho que não. >> É, como ele diz, já teve a guarda e alguns pontos ele já começou. Alguns pontos ele pecou, outros pontos ele resolveu. Mas >> são quatro mandatos de prefeito. >> Ele tá à frente do Rio de Janeiro quase 20 anos. O que ele pegou acho que foi muito mais do que o que ele acertou. >>
Mas acertou. Não, >> senão não ia ser reeleito tantas vezes, né? Eu acho que acertou [risadas] de >> depois de quatro mandatos, assim, eu acho p >> porque não dá para fazer muita coisa também. >> Acho que um um um projeto muito forte Dele, que eu acho que ele pode usar isso muito bem, é a questão do BRT. É o transporte >> ninguém fez tanto, todos esses anos. Eu tenho 48 anos de idade, nunca vi ninguém fazendo nada igual. >> Eu também. 52. >> Então os outros pontos é claro que também ninguém resolve. >> Vocês
acham que hoje é um ponto forte muito forte do que morav lá para baixo Para lá. Já trabalhei lá dando aula lá em Cepitiba. Nossa, em termos de condução era super precário. Sim. Hoje em dia a pessoa >> não tá oitava maravilha, mas já melhorou bastante bastante pensaração com o que era há 10 anos atrás é criela, né, que foi o último antes dele, né, >> vamos fazer uma comparação, então >> perfeito não é, mas alguns pontos ele super, >> vou levantar uma bola aqui para vocês. E essa questão eh do Eduardo não não cita
isso, mas o Douglas cita de que é evangélico, né? estão não sei quê. Eh, isso facilita, isso atrapalha. Como é que vocês enxergam isso? >> Acho que isso aí uma parte é para ganhar uma um público, >> para atrair uma um grande público que, né, que é da religião para também passar Um ar de honesto. Não deveria assim, eu acho que depende a religião. >> É, eu também acho. Mas acho, eu não conheci o Douglas, eu assim, eu tô conhecendo agora, né? E o Eduardo a gente já viveu um pouco aí o mandato dele, 4
anos, né? Quatro vezes, né? Então assim, já deu pra gente conhecer um pouco sobre a índole e o caráter, né? E e a gente percebe que ele acertou muito e ele errou muito também, assim como todos nós. Ele como uma pessoa Pública acabou sendo mais eh visto, né? Porque é mais exposto e tudo mais. Só que eh o Douglas falou algumas coisas sobre família, sobre eh ser cristão, que é uma uma coisa que eu levo para mim, que eu guardo para mim. Claro que nem a gente não tem que pensar nisso, porque quantas pessoas já
se corromperam na política, mas é uma coisa que eu levo muito para mim ser cristão e ter essa base familiar ali. Ele apresentou a esposa, apresentou o filho, foi uma Mulher só que ele teve desde os 16 anos. Então eu eu quero muito conhecer melhor sobre esse Douglas. Eu vou chegar em casa, vou vou conhecer melhor um pouco sobre ele e saber o que realmente ele fez em São Gonçalo, porque a gente escuta de São Gonçalo, a gente fala assim: "Ah, para aqueles lados lá da ponte tem que tomar cuidado porque é perigoso, porque aquilo
ali é, sabe?" É. E a gente acaba acaba vendo uma outra coisa que ele mostrou e ele mostrou uma Outra coisa. Então assim, [roncando] a gente tentar entender melhor como que tá realmente São Gonçalo, como é que foi feito, se é realmente dessa forma que foi apresentado ou não. Então assim, hoje eu não conhecia o Douglas, mas eu eu quero muito saber sobre ele, porque pro Eduardo eu não voto nele. Eu não eu não tenho. >> Você vai conhecer mais dos dois hoje aqui. >> Eu também, eu também tenho curiosidade. Eu só escutei falar também.
Eu tenho uma opinião um pouco diferente do colega, porque assim, eh, o, o Marcelo Canela viria como só fugindo, mas não muito, né? Viria como candidato a senador e teve o problema lá da do fuzil e tal no carro dele. E alguns meses atrás eu conversando com uma amiga de Belfo Roxo e eu comentei: "Poxa, né, eu vi uma propaganda dele, né, bom prefeito, ela é, mas você não mora lá, você não sabe". E essa amiga mora lá. Então assim, mais Importante que conhecer o o a propaganda que ele faz dele mesmo é conhecer as
pessoas que moram no local. [limpando a garganta] Conhe >> isso é complexo. Isso é complexo. Ele fazer a propaganda do que ele faz é maneiro. Ele dando paz qualquer um. Mas pergunta quem mora lá. >> Foi, foi até o que eu falei. Eu não posso falar sobre isso. Eu preciso saber de São Gonçalo como que tá, porque Propaganda qualquer um lá. >> Outro outro ponto. Vou levantar outro ponto aqui, né? que hoje em dia, né, é polêmico, né? Não foi durante algum tempo, mas hoje ultimamente tem sido polêmico. Querendo [limpando a garganta] ou não, são
dois candidatos que são alinhados com dois hoje com a disputa nacional que a gente tá vendo aí. >> Isso aí. O Douglas Ras é apoiado pelo Bolsonaro, pelo grupo bolsonarista e e o Eduardo Pais, embora não seja do PT, não seja de esquerda, mas é apoiado pelo Lula, né? Então, para que vocês tenham essa essa noção nesse momento, isso não seria muito importante alguns anos atrás, mas hoje parece dentro da política algo que, >> né, que divide eh opiniões, né? Então, o que que eu vou passar agora, que eu acho que é o que que
vai deixar mais interessante aqui a nossa conversa. Eh, nós separamos Vídeos sobre Sim, sim, sim. Não, não é, pode passar, pode passar. Obrigado. Nós separamos vídeos sobre cada um deles, mas é como se fossem vídeos feitos pela oposição. >> Hum. Um falando outro >> por aí, >> mais ou menos. >> E aí é isso que a gente vai analisar Daqui a pouco. Mas antes deles, por essa apresentação e obviamente pelo histórico, qual seria a opinião de vocês sobre tal do papel? Eu não vou nem olhar. Vocês vão fazer agora. E no final de todos os
vídeos a gente vai fazer de novo. Nossa, que dificuldade. >> Tem que botar o nome, né? Não, nome de vocês não. Já pode me >> não precisa nada não. Então, o Celso vai colocar pra gente, vai primeiro, vai distribuir uma folhinha e vocês vão entender como é que vai ser o processo. Nós vamos ter cinco vídeos de cada um, tá? E vamos fazer intercalado, um de um, um de outro, um de um, um de outro. E são vídeos que tocam em alguns pontos nevrálgicos, assim, calcanharzinho de Aquiles de alguns deles, alguns Calcanhares de Aquiles dele,
>> né, dos dois. Então, a gente vai colocar esse vídeo. E aí tem essa, tem essas duas coluninhas aí que vocês vão colocar nota de zero a 10. A primeira coluna, ela se referencia ao seguinte. >> [roncando] >> Esse vídeo você acabou de ver o quanto desse vídeo prejudica a imagem do candidato de zer a 10. [roncando] O quanto o conteúdo desse vídeo prejudica a imagem do candidato. E a Segunda coluna é: Eu olhando esse vídeo, eu acredito nesse vídeo. >> Uhum. Por quê? Hoje a gente tá vivendo a era da fake news. >> Então
não tô dizendo que não tô afirmando aqui que nenhum desses vídeos é fake news. Nem que sim, nem que não. Foram conteúdos que estão na internet. Eu trouxe conteúdos que estão na internet. Então para que vocês analisem primeiro se esse conteúdo prejudica de zero a 10. >> Zero que não prejudica nada. >> Nada. Isso aí. E 10 é que detona, >> né? Vai ter um caos na campanha por causa desse vídeo, né? >> E o que acredita zero, não acredita. >> Isso aí acredita. Se você acredita, né? Quanto eu acredito 100% não acredito nada ao
meio. Mas porque tem fake news que é completamente mentirosa. Tem fake news que pega um fato verdadeiro e dá uma >> distorcida, >> uma distorcida, uma crescida. Então, alguns fatos muito provavelmente vocês vão até já ter escutado. Você vai falar: "Ah, não, isso aí foi verdade, eu sei não foi muita estão pintando mais a pilm >> pode é graduado, entendeu? É de zero a de zer a 10, tá bom? A e de preferência 100, meio >> é 0 1 2 3 86. >> Isso, nada de estilo de escola de samba. [risadas] Bom, >> deixa para
lá. É, não, não é carnaval. >> Tem, tem. >> Pode ser. >> Claro, >> só pra gente dar uma mudada. Então, já avisa aí. >> Ó, o primeiro vídeo que a gente vai ver é o primeiro onde aparece o Eduardo Pais. >> Uhum. >> Que é ceguinho. Tá vendo? O vídeo Chamado ceguinho? >> Sim. >> É esse vídeo que a gente vai ver agora. >> Tá. O pais finge que tem consideração pelo eleitor, mas essa é a realidade. Zomba de deficientes e humilha a moradora. >> Acabou. >> Querem ver de novo o vídeo? >> Não
>> deu para ver. Tranquilo. Oi. Eu vou colocar também do Douglas Ruas agora e daqui a pouco aí a gente fala dos dois, tá? Pode ser. >> Pode chegar. >> Vamos colocar do Douglas J. O Douglas J é o primeiro. São Gonçalo, >> Ruas, viveu a vida toda no interior, em São Gonçalo, debaixo da asa do pai, se elegeu com a fama do pai e agora acha que pode governar um estado. >> É só isso. >> Quer de novo, coloca de novo. >> Quer coloca de novo. Claro. >> Pois viveu a vida toda no interior,
em São Gonçalo, debaixo da asa do pai, se elegeu com a fama do pai e agora acha que pode governar um estado. >> Deixa só falar uma coisa. Essas vozes foram vozes colocadas, tá? Tá. >> Tanto que no tem vídeo, vai ter coisa do Eduardo com essa voz também, tá? Vamos lá, vamos falar sobre ele. Primeiro vídeo do Eduardo, >> tá? >> Vocês já tinham visto esse vídeo? >> Já. >> O doguinho não. O segundo sim. >> É antigo, né? >> É antigo. Que que vocês acham? atrapalha muito a campanha dele. É, é, é um
ponto. Eu >> acho que não. Você acha queal muito? >> Eu acho que sim. >> Eu acho que sim. >> Se a oposição pegar e botar na televisão de uma forma que para queimar, >> prejudica um pouco, mas aqui as pessoas pegam o momento ali do do >> tava descontraído. >> Descontraído. >> Eu acho que vai muito da pessoa. >> Eu vendo como uma figura pública, né? Tem que ter uma certa postura. que é inadmissível num ambiente público. Eu acho que varia muito da, por exemplo, a a galera que que é cega, a galera que
Que tem a >> uma deficiência, vai ficar muito sentido, mas tem muito brasileiro que leva muito na esportiva, tipo assim, ah, tava brincando, tava assim, varia muito do peso e medida ali, né? E eu não concordo brincar com a deficiência de eu botei a minha nota de uma coisa também que eu não brincadeira falou nada >> no vídeo. Ele falou que tava denegrindo, >> mas não precisa falar para denegrir. Não precisa nem ver. >> Por isso eu tô falando uma festinha infantil ou interpretação de cada coisa que a gente brincar com uma criança que eu
que é autista é uma brincadeira inadmissível. Brincadeira ele tá >> esse vídeo. E esse vídeo não é de agora. >> Como >> não não é de agora. >> Há 20 anos. >> Há 20 anos atrás talvez bem 20 bem Menos. >> Não tá. Tô jogando o que ele faz na vida pessoal dele não importa. Esse vídeo, esse vídeo da eu me lembro, por exemplo, dele falando com essa moça na entrega dos apartamentos ali na >> minha casa é minha vida. >> Minha casa minha vida. >> Vai trepar muito aí e tal. >> É, é um
pouco baixaria para quem é a pessoa, né? >> É muita, >> muita coisa, né? >> É muita, eu acho. >> Mas jogou duas eleições para prefeito depois desse vídeo, >> porque o brasileiro também às vezes leva muito na sacanagem na brincadeira. Tá. E aí >> eu já acha da gente bremente esse é o lembar que as pessoas usam dentro do BRT. Mulheres se referem assim umas para as outras, já fizeram isso até comigo. Então assim, você se sente Ofendida, mas infelizmente é um >> é um comum >> é um comum para eles daquela daquele grupo
de pessoas que eu acho que deveria realmente educação, sabe? A pessoa tem outro tipo de foco, mas você acha ele que tá contextualizado no local. >> Não tô falando que ele tá certo, mas educação tem que vir primeiramente dele. Bom, particularmente minha opinião, entendeu? >> Como ele é uma figura pública, né? Então >> eu sou mais de novo aqui, eu acho isso, né? >> Sim. Ele tá representando um estado, então ele tem que ter postura. É. o o um homem aleatório vê uma uma porortagem dessa, acha que vai poder falar com essa liberdade no BRT,
no lugar público com a mulher, como cansa de acontecer, né? E aí, ah, ah, essa é brincadeira, não tem nada demais. Mas às vezes a pessoa não não gosta, acha falta De respeito, >> com a sua esposa. >> Vamos pensar também que isso aqui não é um vídeo oficial, né? >> É >> sim. Você tá num momento, alguém gravando algo que poderia ter sido com uma pessoa que tem intimidade. Eu quero saber quanto isso >> afeta afeta >> a campanha. Se um vídeo desse, se um vídeo desse afetaria a campanha. >> Eu creio que para
algumas pessoas sim que não vão gostar e para outras não vão esquentar. depende a pessoa, depende por base os dois os dois partidos e vendo que o outro já é já [roncando] é cristão, eu acho que impacta por conta disso. Tipo, o o a frase dele foi totalmente desrespeitosa e justamente com relação à à população, >> o outro partido já não seria desrespeitoso dessa forma. Então acho que vai vai impactar um pouco. >> É, o Eduardo Pa não vai na linha cristã. Ele já tem até lá, como é que fala? Entidade, tem entidade de religiosa
de Exu, não sei que no Rio de Janeiro tem que eles falam que é o >> ele é ele ele vai por essa linha e ele ele veja, ele declara ele não se vincula à religiosidade, né? Então tem essa, quem vai para para pra área cristã não aceita certo tipo de coisa, certas religiões, tanto que a gente vê que tem um ataca a religião do outro, a Pessoa saca pedra onde tem centros, né, religiosos. Então eu acho que ir para essa linha de religião aí já não fica legal pra política. Política ela abrange tudo a
todos. >> Uhum. >> Né? Então acho que a questão de caráter não tem muito vínculo com religiosidade. >> E a questão do Douglas, >> como é que vocês encaram isso? Se chegar essa essa essa discussão, ah, o cara não Tem experiência nenhuma ou viveu na aba do pai o tempo inteiro, não teve nenhum falando dele. >> Sim, exato. Não é isso. Isso. >> Eu acho que >> acho que impacta menos. >> Impacta menos. Eu acho que ele é uma pessoa preparada para assumir o governo do estado do Rio de Janeiro, tanto que ele é presidente
da Alerge, que já é uma responsabilidade muito grande. Então, >> mas é um ponto que ele tem que provar, Né? Que ele não é filho do papai, ele tem que mostrar. >> Uhum. >> É, eu acho que já cortou o cordão umbilical com o pai dele há muito tempo. Uma pessoa totalmente independente do >> da fama política que o pai dele tem São Gonçalo. Ele anda com as próprias pernas. Isso é até uma coisa boa, porque bem ele teve exemplos e ele já Hoje eu falo para vocês que eu acho que o capitão Nelson tá
muito mais próximo de ser o pai do Douglas Ruas do que o Douglas Ruas, o filho do capitão Nelson. Capitão Nelson é o pai dele. >> Vamos pro segundo. >> Então vamos seguir a ordem >> Douglas Ruas. Então alérgica. Me desculpe a picardia do Caifira que gosta de falar pro Metáforas. Eu acredito que o Rio de Janeiro virou Gottan City. Gotan City. E se for realizada eleição em Gotan City indireta, mais fácil eleger o Coringa do que o B. A situação complicada. Querem que repita? Quer que repita? >> É só não entender. Pode, >> por
favor. Desculpe a picardia do Caifira que gosta de falar pro metáforas. Eu acredito que o Rio de Janeiro virou Gottan City. Gotan City. E se for Realizada eleição em Gotan City indireta, mais fácil eleger o Coringa do que o Bá. A situação complicada. Vamos ver o do Eduardo. Depois a gente comenta isso. >> O do Eduardo agora é o sujeiró. Uma situação de rua. Tá faltando lugar para descartar lixo na cidade. >> Largo de São Francisco e os arcos da lava estão abandonados. Do rio de omissão em relação à população em situação de rua. Moradores
de rua Ocupando essas duas áreas. Eduardo Pais saiu da prefeitura do Rio e deixou marcas de descaso para trás. E agora quem vive com isso? [música] Da sujeira e desordem, né? >> Sugiro e desordem, né? Vamos primeiro falar desse do Eduardo Páscoa. É é mais claro, digamos assim. Eh, que que vocês acham? Vocês acham que esse tipo de conteúdo atrapalha muito a campanha do Eduardo? Depende, depende, porque assim você vê muita sujeira do centro [roncando] para cima, né? Do centro para baixo, zona sul você não vê tanto, >> não. Mas eu fui em Copacabana tem
mais ou menos umas três semanas, gente. O número de moradores de rua de sujeira, eles fizeram acampamento ali na campo. >> Mas você acha que vocês acham que o Eduardo erda isso? Tipo assim, não tinha antes. >> Eu vou ser muito sincero com você. Eu já morei na zona sul e vi muitos eventos eh como o ano novo, né, que né, ocorre, né, rotineiramente, quando ocorrem eventos assim Olimpíada, ano novo, somem os meninos somem. É verdade. >> Você não vê um ves eles pegam os moradores de rua e escondem e logo após eles então se
é possível você sumir por um tempo, qual é a dificuldade de sumir por um tempo maior, vamos dizer assim, não pode obrigar a pessoa precisa Querer, né? >> Exato. A pessoa precisa querer. Eles vão lá, eles perguntam: "Não, não quero, eles não podem fazer nada." pode obrigar a ficar a pessoa a ficar num lugar específico complexo. É, >> na rua eles têm acesso a tudo, a droga. >> É isso que eu falei, muitos deles são adictos, né? Então você no abrigo não tem droga. Abrigo, tem tem regra, né? Eles podem segurança pública porque tem >>
É por isso que eu tô perguntando se a Campanha do Eduardo eh eh se esse ponto é um ponto perigoso pra campanha do Eduardo ou se as pessoas têm a tendência natural assim: "Pô, é do Eduardo, mas foi do outro antes, foi do outro antes, mas isso isso é preocupante pra campanha? Vocês acham que isso é preocupante pra campanha? Não vejo. >> Vai será usado, mas não vejo como um ponto assim. >> Pode ser um comparativo, né? >> Permanecer. >> Tá. Agora vamos falar do vídeo de Got City. Vocês entenderam? >> É, pelo que eu
lhe falou aí, é mais fácil numa ineção indireta eleger uma pessoa de má índole do que uma pessoa de boa índole, não é? Exatamente. Isso >> é isso que é, tá se referindo a Douglas Jú >> que era a forma que o Douglas J ia entrar como governador do estado, >> porque a eleição direta seria o governador eleito pelos deputados, não Pelo povo. >> Não, indireta. >> Indireta. >> É, na verdade, eu não sei se vocês lembram, >> se vocês acompanharam esse processo. >> Uhum. O Cláudio Castro saiu para concorrer a senador e aí o
Barcel a o governo do estado. Ele que era o presidente da LG, o Barcelo, >> aí o Barcel, o Cláudio Castro foi Envolvido naquele escândalo, >> desistiu de concorrer a senadora e o Barcelar foi preso. E [roncando] aí queriam colocar o o Douglas Ruas, que era do grupo político do dos dois como o governador do estado. >> Aí o Supremo >> e aí o Supremo proibiu >> e aí colocou o o interventor que é o o desembargador Douglas Ruas ia ser o governador do estado numa votação indireta na LERG. >> Então aí que entra esse
negócio do que é mais >> uma crítica. mais fácil eleger o numa votação direta, é mais fácil eleger o Coringa, tá comparando ele ao Coringa do que ao Batman, >> né? >> Eu acho que é difícil as professoras entenderem esse processo, >> porque nem todo mundo conhece bem o desenho do Batman >> e nem sabe do Desse processo da alérgica. É, é, é duro, mas eu não sei se é o suficiente para as pessoas captarem isso. >> Mas isso atrapalharia a campanha campanha. É, >> eu acho que não. >> Mas explicando isso >> aí sim.
>> Explicando sim, >> explicando essas relações. >> Mas é como funciona, não é culpa dele. >> É, não é culpa, >> não. [roncando] Explicando as relações. Na verdade, não é a culpa da, não é o processo, é de quem ele é ligado. >> Sim. É sim, >> né? A culpa ali, aqui o vídeo não quer dizer que o processo podia ser indireto se fosse um processo, >> mas ele quer dizer o seguinte, quem ele representa. Ele tá sendo chamado ali de, na verdade, de coringa. Ele não não é a forma nem como ele chega, né?
Que que Ali a forma era indireta que seja, né? >> Mas ali tá dizendo que é ele é do grupo, >> é do grupo >> de quem ia ser colocado ali. Então essa é pesa >> de quem manda, né? Bidad, >> vamos pro próximo. Vamos >> é o Rodrigo Barcel. >> Douglas ruas. Rodrigo Barcelar. >> Lembra? Antes de se candidatar ao Governo Rio, todas as ruas havia indicado seu amigo bacelar e depois foi preso por ligação com o comando vermelho. >> Mas nós não queremos votar no bacelar tribunal de contas. Nós queremos ver o rosto
dele na urna eletrônica do ano que vem como candidato a governador do estado do Rio de Janeiro. É para isso que o PL vai trabalhar. Meu muito obrigado, meu amigo. Eduardo >> sobre corrupção. >> Corrupção. De nome de Eduardo Pais nas planilhas de propina da Odebrest. A única coisa que ninguém entende é como não tá preso esse bandido. Em grampo vazado com o Lula, fica claro que as obras das Olimpíadas ajudam o pais. >> Todo problema, querido, você ainda tá é abençoado por Deus por causa dessa olimpíada, viu? Assim como o sítio de Atibaia ajudava
o Lula, delatado pelos Aliados, incluindo um ex-secretário. >> Ex-secretário de obra do Rio de Janeiro, réu por corrupção, disse hoje que o ex-prefeito Eduardo Paz coordenava um esquema de propinas dentro do gabinete. >> Todo mundo sabe o que ele realmente é, um petista tão corrupto quanto seus ídolos. >> [roncando] >> Foi todo mundo já foi. >> Uhum. >> Então, primeiro vamos do o do Barcel. Eh, o apoio ali dele ao desculpa, Douglas Ruas. O apoio do Dougo das Ruas ao bacelar numa gravação é impactante para paraa eleição? >> Sim, >> sim. >> É, eu não
não não vim não. >> Principalmente para quem tava falando de segurança pública, né? >> É, eu não tô não percebi que ele vindo a público para ele se retratar a respeito Disso aí, como explicar que não sabia de nada. Acho que caberia uma explicação dele aí para ele não não vi retratação dele. Então >> é é algo que é ruim para campanha. >> R é presumor que ele segue é para mim. >> É algo ruim pra campanha. [limpando a garganta] E como é que vocês enxergam essa esse sobre o negócio do Eduardo Pais? >> Queima
bastante o filme dele, né? É, é, é muito complicado porque é muita Coisa que acontece, assim como o Douglas pode entrar e ser desonesto com influência de outras pessoas erradas, o Eduardo faz, a gente é aquilo, faz, mas ainda falta muito. Faz, mas poderia fazer mais. Fez, mas será que também não teve a vantagem dele? Então assim, um vídeo desse, claro que queima a imagem, porque mas como o quem tá junto com ele tá no poder, acaba que os dois se junta e continua a fazer o que tá fazendo. >> Deixa eu tocar um álcool
nessa fogueira aí. Eh, você falou, Eduardo, pai já tá aí há muito tempo. Ah, tem problema, mas faz, faz, mas >> igual, >> não vou dizer o rouba, mas faz, mas vai nesse nessa linha, né? Não vou dizer que rouba porque nunca foi >> nunca foi provado. >> Nunca foi provado nada, nem ele preso, né? Porque a gente for olhar para todos Os tempor a gente foi preso. Aí ele até agora >> saiu ileso até agora. >> Saiu ileso até agora, né? Mas vamos supor que tem os problemas dele, mas faz. O Douglas Ruz é
novo, né? É um cara, entre aspas, novo. Não tem experiência ainda de um mandato majoritário, né? Nem prefeito em Sãoalo foi só como deputado. >> Não, só só deputado. Não. Então é um cara novo. Eh, a pesso a população hoje Já não ficaria com medo de um novo, já que ele ainda não fez nada. >> É, >> ele ficaria com medo de dar o passo com esse tipo de de de coisa. Quem sai perdendo mais, o Douglas Juas ou o Eduardo Pais com esse tipo de denúncia? >> Acho que não haver uma retratação do uma
explicação do Douglas Ruas, ele perde mais do que Eduardo Pais. Nesse quesito, não falando um outro. Isso, isso >> é, eu acho que o Douglas Ruas ele ele Precisa falar, né, sobre isso, se retratar até para pra gente saber qual é a linha que ele vai vir trabalhando aqui no Rio. Eh, sem isso a gente acaba ficando, cara, será que ele não é mais um? Será que ele não tá, >> principalmente por ser, É isso que eu tô falando, por ser novo. >> Por ser novo. É, >> então, como ele não tem um histórico, >>
nem de bom, nem de ruim, não tem histórico. Aí uma história dessa já Pessoal já. E aí, sobre o Eduardo, né, sobre o Eduardo aqui da corrupção, eh, eu acho que esses escândalos, essas coisas todas que aconteceram, >> já aconteceu em outros mandatos e e não prejudicou para que ele seja reeleito, sabe? Eu acho que varia muito da do que você como pessoa fala. Não, eu acredito nisso, não acredito. Então assim, eh, sobre o Eduardo, acredito que possa prejudicar sim para essa galera nova que tá chegando, que não conhece, vai ver um Vídeo desse, vai
tomar um susto e, e também pode não ser eh prejudicial para ele, porque ele já foi reeleito mesmo depois disso aí, já ter sido eh colocado na mídia >> eh antes, né? Então ele já foi reeleito depois de desses escândalos todos. Então o do Rodrigo Barcelo, eu acho que ele perde mais por por isso, por ele ser novo e aí a galera ele não ter se retratado e a galera pensar, cara, será que ele não é mais um? Será que ele não Tá envolvido nisso daí também? Então acho que o Rodrigo perde mais. Ele é
novo, né? Tem que ter uma explicação. >> Exato. >> Até porque o o novo não só na questão da idade, mas na questão de ser um novo candidato fora do dos que, né, dos corriqueiros, né, Garotinho, né, eh, César Maia e tal, enfim. Eh, a colega T citou e você também citou o Wixel, também era uma cara nova na política que também caiu. >> Então também o fato de ser novo também não traz honestidade, não traz o carimbo de que também, né? >> É, eu eu sei disso por atrapalhar mais, porque uma coisa é você
apostar novo quando não tem mácula nenhuma, tô apostando no novo. >> Mas tem cois apostar no novo, com um pé atrás, pô. aliado >> otário. Caraca, será que, né, >> é um ponto de interrogação que ele Precisa trabalhar isso para esclarecer da melhor maneira possível para ele não ter perdas maiores, né? >> Vamos pro próximo. >> Douglas ruas. >> É Douglas Ruas e Márcio Canela. Canela. >> [roncando] >> Sabe o Márcio Canela, aquele que foi preso com um fuzil no carro e é suspeito de lavagem de dinheiro bilionária? Esse é o candidato ao Senado de
Douglas Ruas. Nós precisamos aqui no Rio de Janeiro Eleger o Márcio Canela, senador da República. >> O ex-secretário de polícia civil, Marcos Amim e o ex-prefeito de Belo, Márcio Canelas, estão na lista aí dos alvos da Polícia Federal. >> Eu guardo paz agora. Só pior. >> E Cláud Clá. Cláud Cláudio Cláico. Vive falando mal do Cláudio Castro, mas no off eles são bem coladinhos. Se Rio de Janeiro é bom demais. Se tudo você tem melhor que hora de gente [risadas] Nossa, ela ficou >> com os dois cantando. >> Não, o primeiro que eu não gosto.
>> Quem que é governador com prefeito, >> não gosto de >> bom foram? Todo mundo já escreveu. Então vamos falar sobre isso. Eh, esse esse esse primeiro foi o Douglas >> mais uma aparição dele, né? Com uma pessoa, entre aspas, com problemas hoje na justiça e na polícia, né? Também acho que aquele negócio que vocês falaram, precisa se explicar, tem se posicionar, né? Sempre gravado antes aí, né? Obviamente, né? Agora sim. >> É, não, ele apoiando, pedindo o voto do Canela, foi antes do >> Ah, antes de estourar o coisa. Sim, antes uma coisa recente.
>> Os dois são recentes. Bacá, o Bachelar era bem mais. >> Tanto que não sei se as pessoas sabem, Márcio Canela não vai vir mais senador, vai vir como deputado, acho que estadual, né? >> Estadual. >> É essa anteontem. Anteem falou que não vai ser estadual, >> mas todo mundo sabe que lá na Baixada que ele lava dinheiro, ele é dono de várias vou nem falar nada porque eu Trabalho nem >> fala também do restaurante Bauru, não é isso? Poxo de gasolina também. Ouvi essa história. Como como falam do ouvi essa história do restaurante do
do Eduardo Pais do do do restaurante, o do restaurante não, o choperia que tem eh aqui na Ipanema no Flamengo foi a primeira Belmonte. Dizem que ele é sócio do Antônio, inclusive com a padaria que >> que pagam quase R$ 200.000 de aluguel mês. Dizem que ele é só antônio, que é o Dono do Del Monte, né? >> E das Smarts também lá da Baixada também, uma do lado da outra canela. É, >> dizem que sim, >> é, é um cara que foi eleito na última coisa, né, prefeito vindo de sendo vice doit >> Vaguinho,
né, e brigaram, né? Foi isso? Brigaram, ele veio e aí se tornou prefeito lá da em Belroxo. >> É. tá envolvido aí com problemas também na Nessa questão. >> É, o Douges tem que se posicionar sobre esse pessoal que ele apoia e mostrar o que que ele tem para oferecer pra gente. Senão, infelizmente é como ele é novo, como a gente não conhece, vai vão vendo o nome dele com outras pessoas que já são queimad na na rua. Vai vai não vai nem chegar, né? Até [roncando] porque eh a pessoa quando ela se filia um
partido, a gente já entende que ela segue aquilo ali, o ideal do Partido. Então assim, eh ele falar, >> ele se expôs, então assim, ele precisa se retratar porque várias pessoas apoiam eh esse o Márcio, seja aí também o Cláudio e e não se expõe porque sabe que o partido é voltado para aquilo ali, só que ele como uma pessoa pública e agora vindo, né? Então ele precisa se retratar em relação a isso, se ele realmente não concorda com o que eles fizeram. Agora, se ele concorda, ele mantém esse discurso dele aí pedindo voto. Infelizmente
a política funciona dessa maneira. Se eu sou candidato do partido A, eu não vou falar vote no senhor que é o senhor que é o candidato do partido B. Tem que apoiar o meu infelizmente a política funciona dessa maneira, né? Fidelidade partidária, não tem? Exato. E quantos deputados e quantos quantas pessoas aí eh estão ali disputando o cargo e nem fala em quem tá, não vota em tal pessoa? Tem pessoas que você passa e você sabe. Eu olho para aquele ali, eu Sei que ele apoia esse, que ele faz isso, que é Lula, que é
Bolsonaro. Então você não precisa falar. Agora >> o problema, como você, você acabou de citar isso, essa questão do partido, eh, e ele é cristão e não sei quê. Difícil tá associado com gente >> do comando vermelho, negócio de arma. religião >> fica um negócio muito de religião contraditório, é uma coisa muito, >> então a gente precisa entender, você foi orientado a pedir, o seu partido ordenou a você falar ou não ou é de ou é de você mesmo, você quer aquilo situação difícil >> para ele poder pra gente trou aqui também, olha para mim,
para mim o que eu que eu queria saber sobre ele, que eu tava lá no início, ia pesquisar também ia pesquisar, >> mas assim, até onde esses vídeos também são verdade, fake news ou não, >> mas assim >> é que o dele, esses dois personagens que que, né, >> ele pr falou, exato, >> não é um narrador, não é um recorte, uma colagem, >> então ele precisa se retratar, >> tem outros misturados, sim, primeiro dele, uma voz falando não sei que parará, né, do próprio Eduardo com o negócio do Lula. O Lula fala que a
única coisa que o Lula fala ali, a Olimpíada Vai te ajudar muito. >> Não quer dizer nada genérico para caramba, né? Pode ser, pode ser. Qualquer governo, qualquer um >> ia ajudar, mas esse ali é ele falando, né? É diferente, né? Você como do Eduardo é ele brincando com a moça lá, não é? Pessoa falar: "Ah, o Eduardo falou isso pra garota". Ele que tava dizendo, então a imagem da pessoa fazendo, ela é mais impacto. >> Eu acho que essa retratação deveria deveria e acontecer dizendo: "Olha, eu falei aquilo ali porque o meu partido pediu
para que eu falasse, então eu eu fui partido apoiado. Assim, ele ele pode não falar com essa, ele pode não falar com essa, mas a gente vai entender, é, a gente vai entender que que ele tentou se retratar ou então tentou fal fazer alguma coisa ali, porque as duas coisas que passaram aí sobre ele agora foi muito contraditório com o que ele disse Lá no começo, >> na apresentação, >> na apresentação dele. >> Ele está depois reclamar, né? Já tá tá anunciado já, gente. >> Exatamente. >> Tem mais, tem mais um de cada, não tem?
>> Vamos aguardar. >> Tem mais um de cada. Vamos, >> agora é o Douglas Ras com Cláudio Castro. >> A gente comentou sobre Eduardo Paz e Paz Com Cláudio Castro. >> Não comentamos não. >> Eu também acho que não tem muito peso porque já foi reelito que era uma >> cantando >> por ser em algo que não era oficial, alguma coisa meio festa, vocês acham que não pesa muito? É governador com prefeito. >> Sim, era governador e prefeito. Erait >> em relação cantando >> até o Cláudio Castro é cantor, né? Ele gagueja falando, né? Mas
quando tem o cara do Rafa que ele é gaguinho e canta e os gagos quando cantam não gag o Nelson Gonçalves era gago >> também. Nelson Gonçalves não sabia não sabia >> também. Essa eu não sabia não. >> Não sabia também. As duas po Castro [limpando a garganta] >> PL tá tentando empurrar a continuação do Castro pro governo do Rio e você nem percebeu. >> Passando aqui para parabenizar meu amigo, meu irmão, deputado D Ros. Você foi meu secretário durante quase todo o meu meu segundo mandato. Eu queria deixar aqui. Eu não tenho dúvida que
por você para ajudar muito mais o estado do Rio de Janeiro. >> Ele tem dificuldade de falar mesmo, né? >> Último ouvardo Paz. >> Eduardo e Cabral. >> Cabral. >> Cabral é o pai de Eduardo Paz na política. Todo mundo já sabe >> dedicar mais uma vez essa vitória a essa importante força política do nosso estado, a grande liderança política do nosso estado, o governador Sérgio Cabral. >> Mas sabia que a amizade íntima deles tem fatos que são quase uma história de amor? Dudu fez um aniversário surpresa Para Sérgio Cabral em sua própria casa. Me
cercava de todos os carinhos. Meus 50 anos foram comemorados na casa do Eduardo numa festa surpresa em 2013. Marco Antônio, filho de Cabral, celebrou seus 18 anos na casa do Dudu também. >> Quantos jantares, Eduardo. Na Gávia Pequena você deu em homenagem ao meu pai. Em 2009, meu aniversário de 18 anos foi na Gávia Pequena. >> Eles são mesmo uma família linda, né? Ele sempre dá uma moral pro Cabral aonde Ia. A gente voltar aqui, Cabral, quatro anos depois. >> Até se elegendo, ele sabia a quem ele devia agradecer. Queria, Cabral, te agradecer muito mais
uma vez por esse por essa parceria dizer que a gente junto vai continuar governando aí pelos próximos anos. >> Eles até recebiam propina da mesma empresa. >> Agora veja como os governos de Sérgio Cabral e Eduardo Pais no Rio de Janeiro Se beneficiaram com dinheiro de caixa dois. >> Foram milhões de reais. Dinheiro de propina negociados com diretores da empresa Odebrest. >> Dudu e Cabral são mesmo uma história que ninguém deveria esquecer. >> [roncando] >> Foi, foi, ou tá escrevendo? Foi, >> foi. E aí, primeiro Douglas, né? foi Secretário do, né, do Cláudio Castro. E
ali é só Cláudio Castro dizendo, né, que o Douglas compôs o governo Cláudio Castro. Então, >> Uhum. >> Não houve nenhuma gestão na secretaria dele, não houve nenhuma nenhum escândalo na secretaria do Douglas R nos nos 4 anos. >> É, em princípio que a gente que a gente saiba não teve nada. Escândalo. Teve nenhum, Mas teve ação. Acendid. >> Eu acho que não. >> Então ele é desconhecido, né? >> Não, mas teve influência do Cast. >> Não. Sim, sim, sim. Mas eu tô dizendo assim, ele ele ele toca um ponto que não teve nenhuma nenhuma
escândalo, >> mas também a gente tem que >> também ele não não durante 4 anos ele não se fez conhecido, né? Não >> é uma experiência, não tenha dúvida nenhuma, 4 anos que ele não, na verdade não foi deputado, ele foi eleito deputado e foi chamado para ser secretário, né? >> Agora que ele voltou >> por causa da >> era para assumir a >> do Gottan City aí que falou, né? Mas ele foi 4 anos secretário. E essa relação do do Cabral do Eduardo Pais com Sérgio Cabral atrapalha a Campanha? Acho que não atrapalha porque
ele tem uma linha de fazer boas alianças. Ele é uma pessoa que tem uma visão como como gestor, eh, por ele ter uma boa relação com o presidente Lula, né, de vários mandatos, teve ali o vídeo cantando com Cláudio Castro, que são inimigos opositores, né, opositores de de ideologias. Uhum. Ah, e poxa, se ele canta com um cara que é oposição dele, imagina com o cara que é Da do mesmo lado dele. Então era uma troca de de elogios natural, né? A política é isso. Então agora a questão das festas aí já fica um pouco
mais mais pesado. >> Acho que não tá preso. Tá preso. >> Tá mais preso. Não. Prisão >> prisão domiciliar. Instagram tá bombando e assim a nossa política é muito ruim, muito ruim, muito fraca, né? Porque se ele se candidatar Aí a deputado estadual, ele vai >> o garotinho tá vindo agora. Garot >> colado comar vai passar >> normalmente >> se bobear vai passar o >> mas é uma situação é uma situação difícil embora embora no vídeo não tô dizendo que o vídeo é fake não tá gente >> mas no vídeo ele diz que o o
o o >> o Eduardo Pais é filho do Cabral não Eduardo Pa é filho do César Maia >> Ah, César Maia. Sim, sim, sim. É, >> era subprefeito. >> Era menudo, um dos menudos do César Maia chamado de menudo. Ele era do César. Depois é que >> é que o César Ma meio que morreu na mídia. >> É o Cabral e o padre, eles estavam na farra do guardanapo lá em Paris. Não sabe? Eduardo estava não lembro. Não lembro o Sérgio Cabral. Sérgio Cabral. Sim, mas eu tenho quase certeza que o Eduardo Pai. É que
eu me lembro muito que ficou aquele secretário de saúde, >> o Sor >> não, Sérgio Cortes. >> Sérgio Cortes, >> que era o secretário de entendeu? >> Se eu roubar um celular ali, eu vou preso. Esses caras rouba milhões e não vai. >> Aí que é difícil, >> mas muito mesmo. >> É por isso que ainda prefiro pensar num novo mesmo com dúvida do que insistir num que se alia a vários, que faz várias coisas erradas. Mas um novo que saia vários av [risadas] >> é difícil, >> mas é por isso que is fogo. Eu
tá com fogo na tácurso do Bolsonaro. ficou dois anos no B não adianta muito super acontece ou não experiência >> já tem 4 [limpando a garganta] anos como Secretário >> filho deit prefeito para o Vits não, o Viton era um novo, >> nem era político, não era nem político, era juiz >> era juiz >> eu lembro que >> juiz cara juiz ficou do anos não ficou do anos >> a política era mole não >> é complexo >> agora para finalizarmos Ah, for comparar o meu >> agora tu complicou a >> É agora tu comp. >>
Por isso que eu dei um risinho quando ele falou: "Não, agora eu vou procurar saber mais calma, até o final você vai saber algumas coisas". >> Mas você viu que foi pros dois lados. Joguei gasolina pros dois lados, entendeu? Foi exatamente para isso. >> Quem eu vou votar? É o é exatamente esse Teste de o que mexe com a minha cabeça. >> Bom que a gente nem olha, tá vendo? Você nem vê a gente pede para botar nome, não perde botar nada. Agora vou fazer uma pergunta, não vou perguntar em quem vocês vão votar, >>
quem vocês acham que vai ganhar a eleição, independentemente do voto que você >> Eduardo >> também acho que ele também >> Eduardo Paz, tem quase certeza. >> Eduardo, >> Eduardo, >> Eduardo. Quem eu acho, gostem eu gostaria. Gostaria. Precisa me falar quem gostaria. Só quem você acha que vai dar? >> Eu gostaria de um um um uma pessoa nova para para gerir o estado do Rio de Janeiro. Eu vou querer tirar assim no Viés nacional, estadual, municipal, acho que tem que abrir espaço para para outras pessoas, entendeu? Porque o Brasil que nós temos, o estado
que nós temos, o município que nós temos, não está indo da maneira que deveria ir. Então eu acho que deveria abrir espaço para uma pessoa nova. >> Mas quem você acha vai ganhar? >> Infelizmente eu acho que o Eduardo Pa vai ganhar >> também. Acho que é >> isso. >> É um fácil, né? >> É. E agora ele não vai poder dar um tiro no pé. Agora ele vai ter que fazer, né? Gente, queria agradecer a participação de vocês. Foi ótimo. Bate-papo é isso. A pesquisa quali, essa é uma das formas, tá, que a gente
faz esse tipo de comparação para poder entender. Mas depois isso aqui é o é tipo assim, é como se fosse a primeira falange do dedo. Aí nós vamos sentar, vamos Analisar tudo de novo, vamos olhar as expressões na hora que vocês estavam falando quando vocês estavam falando com assim com calma e naturalidade, a hora que vocês ficaram mais é um processo grande, entendeu? Mas esse é um processo científico que a gente faz. E quando é lançamento de produto também é diferente, é uma [roncando][limpando a garganta] outra, é um outro processo, sabor de refrigerante quando a
gente faz é outra coisa, mas São todos processos científicos. >> Então acaba que dão linhas de raciocínio, ajudam a tomar decisões, ajudam a a tomar decisões eh às vezes de partidos, às vezes de empresários e financiadores, >> entendeu? Então esse é um processo que que existe e que e que é importante. Eh, e acreditem nas pesquisas de rua, embora tem gente que faça besteira, eu só vou dizer o seguinte, só erra pesquisa quem Quer. O instituto que erra pesquisa não erra pesquisa. Sim, >> pesquisa é altamente metodológica, pesquisa é matemática, pesquisa é estatística, não é?
Você pode ter uma diferença tanto é a margem, tal de erros, que exatamente para isso, >> para você ter ali esse nível de mudança De opinião, tudo bem também a gente não pode acertar um dia antes da eleição acontece um escândalo. >> Uhum. Aí tudo pode ter mudado, mas se se nada acontece, vem no processo, ah, normal, normal, normal. Instituto só erra quando quer errar. >> É, >> então negócio, ah, o instituto errou, você tá dentro da magia, não é? >> Influência >> ou quis errar. >> Influência, influência. Obrigado, muito obrigado pela presença de vocês.