o Olá seja muito bem-vindo ao canal meu e funcional Meu nome é Rogério Souza E hoje nós vamos começar uma série de quatro vídeos para ajudar você a melhorar o seu raciocínio Clínico ao atender um paciente neurológico e nesse primeiro vídeo eu vou dar para você 10 dicas de como tratar um paciente neurológico Então são dez dicas de como melhorar a visão ao tratar ao avaliar o paciente neurológico para te ajudar a entender melhores paciente e consequentemente Através disso você melhorar na prática Clínica antes de começarmos se você ainda não é inscrito no canal se
inscreve embaixo para dar uma força se você gostou desse tipo de aula também comenta embaixo vou tá trazendo mais poderosos assim para vocês mas sem mais demora Vamos estudar neuro e E aí E aí [Música] E aí e eu vamos compensar o primeiro ponto que você tem que entender é que cada paciente é único por isso o tratamento também deve ser não tem uma palavra que não pode sair da nossa cabeça quando você vai tratar o paciente neurológico é que esse tratamento ele precisa ser individualizado então se você abrir essa aula achando que eu te
dar uma receitinha de bolo algo que você conseguisse aplicar um protocolo ali com todos os seu paciente como se isso fosse possível isso fosse funcionar sinto te decepcionar porque não vai rolar porque porque os pacientes neurológicos Independente de Diagnóstico tá gente a gente pode pegar 30 pacientes todos eles com o AVC de artéria cerebral média todos com a hemiparesia com predomínio braquifacial todos vão ser diferente porque as suas histórias são diferentes né então quando a gente pensa em mecanismos plásticos queixas Olá tudo é muito diferente então é importante eu olhar esse paciente como o único
tá então quando você vai tratar avaliar o paciente Tenta abrir um pouquinho a sua mente em relação a isso tá não chegue esperando que você vai encontrar desse paciente a um paciente com AVC com certeza vai ter isso isso isso vou tratar assim não tá pode como se fosse um desafio de cada paciente neurológico como se fosse um quebra-cabeça que você vai ter que construindo ao ponto que você vai conhecendo ele aqui do lado a gente consegue ver o Mega né quando eu escuto pessoas falarem que atender paciente é receita de bolo gente isso não
vale para nenhum paciente ta inclusive os não neurológicos mas Especialmente na neuro falar que tratamento é receita de bolo é coisa de profissional ruim Beleza fica a dica vamos lá então o segundo. Gente esse talvez seja o que mais te ajude quando a gente pensa em raciocínio ó tá nessa hora a gente vai começar a trabalhar isso nas outras a gente vai aprofundar um pouquinho melhor mas você precisa escutar Quais são as queixas do paciente que estão relacionadas com funcionalidade tem até um melhor foca na funcionalidade Isso é verdade tá porque porque quando a gente
olha o paciente neurológico que a gente direciona o nosso olhar para aquelas queixas relacionadas com atividades que ele não consegue fazer o que ele quase não está conseguindo fazer eu realizo uma avaliação mais assertiva e consequentemente meu tratamento traz mais resultado Rogério não entendi nada Calmo vou pensar assim quando a gente olha as if nós vamos ter uma aula que significa que inclusive é quando a gente olha se ver a gente tem que tentar montar o nosso olhar especialmente para o nível de atividade que são as tarefas que o paciente já não está conseguindo mais
realizar então aquele paciente fala Olha filho eu tô com dificuldade de levantar e na cadeira né Eu tô com dificuldade de me mantém em pé e quando eu tô tirando comida será uma atividade é uma tarefa que ele está ali com dificuldade de realizar os Tem que olhar para isso e também a nível de participação Rogério que que é isso você tem que pensar ou contexto social do paciente que eu vou querer melhorar então aquele paciente que a queixa funcional a nível de participação dele é que ele voltar entre a igreja daí ele vai para
fisioterapia e terapia ocupacional para ele pedir reabilitação como todo e vai lá e ficam só um grande paciente é trabalhando todos como se isso fosse importante para ele mas três paciente voltar aí para igreja então quando a gente vê essas queixas do paciente voltar a ir para igreja levantar de uma cadeira se mantém em pé enquanto realiza outra atividade isso é mais importante então eu tenho que tentar descobrir o porquê que o paciente não está conseguindo realizar essas Queijos então gente o padrão-ouro tá Se você tiver muito enraizado aí quando você olha o paciente neurológico
com Com certeza você vai ser um profissional muito diferenciado e que vai fazer diferença na vida do paciente eu sempre falo para os meus alunos aumentar 5 graus ali de amplitude de movimento não muda a vida do paciente que muda a vida dele ele fala olha é Depois da fisioterapia hoje eu consigo levantar sozinha já consigo deambular sozinho eu tô consegui voltar e ir para igreja mesmo com as minhas dificuldades porque não dá Então a gente tem que ter um pouco um olhar focado na funcionalidade também o terceiro mas não menos importante é um link
do que a gente falou até agora a gente precisa de revestir o nar a nossa avaliação e vai ser pergunta Rogério quer dizer que eu não preciso fazer todos os itens lá da variação que eu aprendi na faculdade que demora quase 4 horas para fazer inspeção palpação somos profissão etc e tal não tá você precisa fazer aqueles itens da avaliação que vão te dar respostas olhando sempre a funcionalidade porque que ele paciente lá atrás não conseguia levantar sozinho mesmo é que é por causa de força Então vale a motricidade Será que a coordenação você quer
equilíbrio avalie aquilo que vai te dar respostas às vezes gasta tanto tempo lá 15 20 minutos avaliando o reflexo do paciente sendo que nem sempre essa variação vai nos dar muitas respostas então isso aqui é importante direciona a oração para o contexto de funcionalidade do paciente focado em atividade e participação beleza bem gente e quando a gente fala de para sentir o lógico você já deve ter ouvido muito isso que eu vou te falar né É que o problema do paciente não é só o tônus o problema do paciente não é só um movimento sabe
porque a gente nenhuma ação é puramente motor e às vezes a gente quer melhorar sua força do paciente como se esse sempre fosse o problema dele mas às vezes não é olha esse quadro aqui da esquerda que talvez Vai facilitar um pouquinho para você entender isso quando a gente pensa no movimento funcional que paciente neurológico precisa vários sistemas são envolvidos como por exemplo cognitivo e dá um paciente que tem déficit cognitivo e eu não olho para esse déficit provavelmente eu vou falhar eu vou clicar em alguns aspectos no tratamento um exemplo pra vocês são os
pacientes com Alzheimer e às vezes eles não tem muito problema motor direto ali problema dele às vezes está na cognis São que interfere no movimento outro exemplo são os testes de percepção testes sensoriais que a gente sabe que a sensibilidade EA motricidade caminha lado a lado ali sistema circulatório o balance quando a gente pensa em todos os aspectos relacionados ao equilíbrio dos mecanismos antecipatórios me colocar numa postura para que eu mantenha ali o equilíbrio tudo mais você esteve emocional até a gente né Para a gente tá mais triste parece que o nosso pontos Diminui um
pouquinho mas quando a gente está feliz né até Nossa postura Muda então sistema emocional ele tem uma influência grande no paciente neurológico também sistema músculo-esquelético e sim é importante nesse paciente tem um ADM ali é preservada paciente tem uma força muscular por exemplo o sistema neuromotor né então muitas vezes as pessoas olham só por esse sistema aqui né como se só ele o programa do paciente é todos programa paciente é Player que não chega nem a informação neural para o músculo mas nem sempre Então tenta ter chorar um pouquinho mais alto tá olha o que
o seu paciente agora eu vou te dar o primeiro desafio se você não tá voltando a nota que isso vai ser importante Será que eu realmente sei qual que é o sistema do meu paciente mais envolvido porque às vezes a gente está tratando só aqui ó só o sistema neuromotor se o problema do paciente vou Prefeito ao sensorial não vai funcionar a gente tem que tentar olhar para os outros sistemas também para que esse paciente seja de um lado da forma adequada então gente perde esse olhar fechadinho paciente neurológico é só plegia e anestesia não
o tomate e traçar objetivos gente que sejam Smart eu não falar muito disso aqui porque o tema da nossa aula da semana que vem aqui no canal eu vou explicar um pouquinho melhoras para vocês mas o que é um objetivo Smart gente aquele objetivo que é específico para o paciente então Sabe aquele aqueles objetivos que às vezes a gente coloca a melhorar a marcha melhor a marcha não é um objetivo específico pro paciente melhorar a marcha pode ser melhorar a velocidade da marcha para o outro paciente melhorar a fase de apoio fase de balanço Então
tem que ser específico quando eu traço meus objetivos esse objetivo é mensurável dá para eu ver se pra gente melhorou ou não esse objetivo alcançável às vezes de trás objetivos que não são alcançáveis instante tem que tomar cuidado com isso também será que o objetivo é relevante E aí vem disse é lisinho do Smart uns mais importantes o objetivo precisa ser relevante para o paciente então as a gente acha que é importante para o paciente diminuir o tônus Às vezes a gente acha que é importante para o paciente aumentar em uma certa amplitude de movimento
Mas ele não vê sentido nisso isso é desmotivadores não faz sentido para ele então a gente tem que pensar no objetivos que sejam relevantes especialmente olhando a queixa de funcionalidade do paciente e também tem que ter um tempo específico para ser alcançado Mas como eu disse eu não vou falar muito disso hoje porque nós vamos ter outras aulas mas Guarda um pouquinho diz que eu tô te falando porque às vezes faz uma avaliação maravilhosa só que a gente peca na hora de traçar objetivos que a gente traça metas objetivos que não são adequados infelizmente a
gente era na hora de tratar ali mesmo paciente na hora de fazer o exercício tudo mais o sexto mas não menos importante a gente porque muitas pessoas acham que tratar paciente neurológico é difícil não sei se você é desse tipo de pessoa se ficou comenta embaixo hashtag Acho meio difícil hashtag não eu curto neuro cara como é lá embaixo vamos ver porque na verdade a gente pretendeu paciente neurológico você precisa entender as bases teóricas não tem como fugir Sabe aquele professor chato de neuroanatomia que tava falando olha você tem que entender isso porque isso é
importante lá para frente se tu me informar que ele tava muito sério Olha essas imagens aqui a gente consegue observar três tomografias eu não falar hoje para vocês tomografia mas só para explicar o s paciente teve uma lesão né uma lesão isquêmica de artéria cerebral média que comprometeu logo frontal pega paredaos a gente olha o exame ali Lobo temporal e tudo mais eu preciso entender o que que essas regiões do meu sistema nervoso faz fazem e para correlacionar o meu é do meu paciente para entender o que tá acontecendo com ele olha essa imagem do
meio aqui ó deixa até colocar um ponteiro para facilitar paciente com AVC hemorrágico de cerebelo do lado esquerdo Então tem que saber quais são as funções escrevendo o que acontece quando eu tenho lesão no cerebelo tá porque porque avaliação desse paciente vai ser diferente desse paciente a forma de tratar esse paciente vai ser diferente de tratar esse paciente porque a manifestação Clínica totalmente diferente esse terceiro exame a gente consegue ver o mar isquêmica aqui no tronco encefálico especificamente na ponte se você não sabe o que que tem ele no tronco encefálico você acha que você
vai conseguir avaliar e tratar bem isso paciente infelizmente não você vai saber porque que se paciente provavelmente vai ter até uma Padre plegia diferente desse paciente aqui não e pares cranianos também não então importante gente não é só a melhor anatomia estudar também a patologia de base e por exemplo paciente com paralisia facial você tem que estudar e saber que você não pode usar gelo nesse paciente você não pode usar eletroestimulação nesse paciente na mesma forma paciente com esclerose lateral amiotrófica que é uma doença neuro-degenerativa se você trabalha muito resistência com muita carga Você pode
até acelerar o processo de morte do paciente então estudar as bases teóricas gente é extremamente importante lembrando a gente não trata doença a gente trata a pessoa só que você precisa Obrigatoriamente você tem que saber todas as bases teóricas da doença para você entender o sujeito na sua totalidade e para promover o tratamento mais humano para ele tá bom então aquela desculpa que muita gente usar Eu não trato doendo assim então não preciso saber de doença é desculpa de gente preguiçosa não seja assim beleza E nós como a gente spoiler que o canal no YouTube
e tal dinheiro funcional tem quase 300 aulas de neuro tem desculpa para entender a histórica não tem né então vamos que vamos pela que segue 7 gente que é muito negligenciado principalmente na neuro e a famosa prática baseada em evidências Se vocês fizerem uma aula sobre prática baseada em evidências que eu grave aqui para vocês comenta embaixo é que eu posso providenciar assim mas aí gente importante gente entender tá que não dá para você tratar o seu paciente baseado na sua experiência só a eu faço dá certo não tá a a prática baseada em evidência
a gente é um tripé O que é um tripé que se você tira uma ele cai né não é biped tripé né então todos são importantes então que compõem uma prática baseada em evidências a melhor evidência disponível Então você tem que procurar o que que funciona para esse paciente pensando em a nível de evidências olhar nas preferências dos pacientes por exemplo de um paciente que odeia agulha né e uma vez quiseram indicar para ele fazer é pura e aqui tá furgulho pode ser que até funcione lá na evidência mas para ele não vai funcionar Óbvio
tá então tem que levar em consideração as preferências dele também e a experts do terapeuta então a minha experiência aliado a melhor evidência a preferência do paciente Esse é o frio é perfeito da prática baseada em evidências E não esqueça a gente Você tem que sempre olhar o ruim devido tá então vocês você vai achar um artigo lá sei lá Treino em esteira melhor a marcha e determinado paciente você tem que avaliar esse paciente aqui ver se ela que esse estudo né ele sabe para esse paciente Será que os parâmetros da marca que esse estudo
usou vamos encaixar com quadro clínico do meu paciente ta que são conhecer muito importante tá gente não é só procurar artigo e reproduzir isso no paciente está errado não é prática baseada em evidências tá você tem que levar em consideração o primeiro. Dessa linha que é a individualidade beleza Oi e essa talvez vai doer um pouquinho tá mas me perdoa se doer a gente terapia do paciente neurológico precisa ser ativa sabe aquela coisa que fazia no Milênio passado de pegar paciente neurológico e só lugar e mobilizar passivo embora não funciona sinto nos informar até que
os pacientes mais graves das nós desculpar eu paciente é Padre Kleber daí torna terapia O mais ativa e envolvendo a família também e até o menu à esquerda né perder tempo alongando e fazer os exercícios passivos ou exercícios baseados em funcionalidade que vão promover Independência gente entenda que até o paciente mais grave ele tem algo que você consiga treinar com eles você vai conseguir por exemplo no paciente Agudo quadriplégico por exemplo que diante da seu favor fazer exercício passivo não ele não consegue fazer transferências de decúbito vamos treinar isso as mudanças de decúbito vamos deixar
ele alí se é o agente ativo nesse tá bom e isso é muito importante que daí eu já vou linkar com o item 9 dessa aula a gente tá chegando na reta final né que o tratamento gente não acaba o fim da sessão então eu paciente ele não pode fazer reabilitação duas horas por semana não ele precisa de repetição Então você precisa mobilizar as reservas do seu paciente da tarefa para esse paciente fazer em casa tá ele precisa né ser um agente ativo do seu processo de reabilitação e daí a gente consegue entender o e
tem 10 né Quem é responsável pela recuperação do paciente não sou eu não é você profissional da Saúde mas ele ele precisa entender isso tem umas prática camelô Rihanna usou uma vez uma live que eu acho Fantástico né que o processo de reabilitação ele é oitenta por cento o paciente e vinte por cento da equipe de reabilitação e a gente pensa nossa o paciente não tem consciência e muitas vezes ele acha que a responsabilidade da recuperação dele é sua é minha e não aí ele precisa entender isso que ele precisa dar o melhor dele que
precisa fazer a parte dele se não isso não vai resolver os dentes por cento que a nossa parte a gente tem que dar tudo tudo de nós o nosso melhor para que esse Vinte por cento seja o melhor porque por cento possível mas oitenta por cento é dele e a gente não pode tomar essa responsabilidade para nós porque se o paciente não está engajado no está ali ativo no seu processo de recuperação ele joga todo o peso para equipe dificilmente ele vai ter uma recuperação satisfatória tá bom e se eram os pontos que eu queria
trazer para vocês essa aula a gente era uma aula introdutória evangélico Como assim que dia que ela não acaba aqui semana que vem eu vou falar sobre objetivos Smart a gente vai ver como que tudo vai começar a se encaixar Ah tá a Fernanda vai falar um pouquinho de como que eu aplico acif na prática Clínica e saltar imperdível Então já anota na agenda para você não perder também e a Tauane vai ficar sobre o controle postural em Conquista terminei relevante Muita gente da neuro tem dificuldade com isso né Então essas quatro aulas uma é
complemento da outra tá então já anota na agenda todos sábado vai ter aula aqui no canal e se você tá vendo esse vídeo Você já quer aprofundar um pouquinho eu vou deixar uma dica para vocês de vídeo aqui no YouTube que esse vídeo que eu gravei com os dez princípios da neuroplasticidade neuroplasticidade a nossa maior amiga na reabilitação do paciente neurológico Vamos aprender como usar ela conferir esse vídeo aí que ele tá super fantástico Lógico né se você ainda não me segue lá no Instagram procura lá neurofuncional R tarde você vai me encontrar lá eu
posto muito material muito conteúdo de bom então corre lá para você conferir quase alguns verbos também um humor um pouquinho até duvidoso Mas canta vale a pena conferir se você não é inscrito no canal e você quer apoiar o meu trabalho aqui lembrando que há quatro anos eu venho desenvolvendo esse trabalho de forma gratuita se escreve aqui embaixo com o Sininho opção você vai receber as aulas e se você quer um material bônus dessa aula que os slides essa aula inclusive está lá corre o telegram e procura deu no grupo neurofuncional e não perde eu
vou deixar o link também aqui na descrição e eu espero que você tenha gostado dessa aula por meio de ser é bem introdutória comenta embaixo O que que você achou se você pensa sobre isso e a gente se encontra no próximo vídeo grande abraço fica com Deus e até a próxima