e eu tô na saúde um bairro que se você não é do Rio de Janeiro provavelmente não ouviu falar dele mas ele está sendo considerado mais descolado da cidade aqui é o berço da comunidade negra do Rio de Janeiro é uma Garcia de história cheia de cultura e vocês vão amar conhecer meu nome é João Vita e entanto as horas do Brasil é isso baixo tá bombando tanto mas eu trouxe vocês aqui para falar um pouco do passado dele das raízes Por que que ele é tão importante para a história do Rio de Janeiro do
Brasil e para isso eu tô contando com ajuda da Luana que alegria Historiador ataca tudo dessa região do ano se apresente apresente que a gente vai fazer hoje aí João tudo bem tudo bem oi Tesouro e tudo bem Já enfim eu sou Luna Ferreira eu sou guia de turismo Historiador eu faço esse passeio né com a narrativa acima referenciada por bairro da por famoso já gente briga porque a gente vai visitar os pontos que compreende um circuito histórico e Arqueológico de celebração da herança africana vem com a gente não conhecer fica na África agora conhecer
porque na África e [Música] Hoje eu tô aqui falando que o baixo tá bombando que eu mais escolar do Brasil porque a revista Time out soltou uma lista dos 50 bairros mais Descolados do mundo e a saúde foi o único bairro brasileiro que entram nessa lista Botafogo também já encabeçou essa lista uma vez então nessa nesse uma vez até um vídeo aqui no canal se você não assistiu ainda clique aqui para assistir que a gente tá agora nessa praça lindona que é chamada Praça Mauá que tem aqui na frente Museu da manhã e atrás de
mim Museu de Arte do Rio São duas atrações muito bacana essas para vocês vir aqui visitar dar um passeio aqui em volta ela foi toda reformada para as Olimpíadas 2016 então lugar muito agradável o museu do amanhã é um projeto do arquiteto espanhol Santiago calatrava e foi inaugurado em 2015 aqui o visitante interage com diversas instalações que fazem a gente refletir sobre os impactos que humanidade causa no planeta e como a gente pode construir um futuro e mais Harmonia com a terra e [Música] o Museu de Arte do rio fica nesses dois prédios bem diferentes
um do outro ele tem um acervo muito legal e sempre tem Exposições novas acontecendo direto eu trago minhas visitas para fazer essa dobradinha de museus me fala nos comentários se você quer um vídeo sobre eles mas o ano explica por que que essa frase importante porque quem vai começar uma futuro aqui a aqui a gente começa a falar um pouquinho sobre a pequena África o berço histórico da comunidade Negra aqui do Rio de Janeiro EA pequena África é formada por três bairros saúde Gamboa e Santo Cristo foi aqui que no pé Abolição muitos negros já
começaram a chegar na Cidade do Rio de Janeiro e resolveram morar por com próximo ao Porto é é porque eu tô falando aqui de Praça Mauá gente mas o porto tá aqui tudo aqui na frente dos armazéns então aqui essa é a região que tem o todo esse fluxo de navios de barcos então era parte mais movimentada da cidade e então já né alguns receberam a alforria antes da Lei Áurea da Abolição né oficial e estão começa eu fui buscar uma vida melhor né melhor condições de vida de trabalho e eles instalam aqui Justamente na
região portuária [Música] [Música] eu tô agora na Rua Eduardo Jansen que tá ficando bem famosa no Instagram é justamente conta disso é super coloridinho instagramável é gostoso você visitar essa daqui que é um dos acessos para o Morro da Conceição porque você tem um gostinho de como era esse Rio de Janeiro antigo as casas todos um em cima das outras as duas bem feitinhos é bem charmoso e aquela escadaria dos Fundos ela é mais famosa de todas é a nova selaram o [Música] é bonito demais é mas ação lembrete daqui é uma área residencial Então
respeite aqui fale baixo Tira essa foto e fica rola Estamos chegando agora nessa parte a simpática onde estamos E por que tão importantes lugar aqui no tudo é pequena acho que estamos no Largo de São Francisco da Prainha Prainha tá vamo lá gente alguns séculos atrás o mar na verdade as águas da Baía de Guanabara batiam exatamente aqui gente só se terem noção Vamos eu vou virar aqui mostrar para vocês mas tem tipo assim os dois quarteirões somos sei lá muitos metros dali para frente tem que tomar vai dizer aqui muito muito esse é o
marco inicial da que a África é e as pessoas que chegavam então para morar esse velho Rio de Janeiro tentar uma nova vida nesse pré-abolição meio perdidos Neto então do é e me achava encaixar imagine negros libertos e o medo de ser e escravizadas João todo dia eles acordavam com esse medo né então ele chegava é no Rio de Janeiro e ficavam morando em casas aqui no entorno aqui do Largo São Francisco da Prainha aqui no bairro da saúde e essa escada se chamavam zumbos zumbo zumbo é tipo um curtido isso só que ele tem
liderado e organizado por homens e mulheres negros e falando mulher quem é mexer com Batista Messenger Batista foi a primeira bailarina negra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro olha mais além da importância histórica hoje o Largo São Francisco da Prainha bomba o fim de semana a verdade assim de quinta a segunda-feira você fica cheio de vários agradar bebendo fazer deixa eu mandar para você ver E [Música] [Música] [Música] aí pode [Música] divulgar maneiro Mal posso esperar para encontrar com a Luana terça-feira e ela me explicar a história desse daqui mas essa nova história que
está sendo reescrita é muito incrível a energia desse lugar é sensacional João se você acha que Largo São Francisco da Prainha é o ferro Você tá muito enganado o peso tá aqui na Pedra do Sal a Pedra do Sal é o berço o crescimento do Samba então a base do Samba o batuque baiano o samba de roda baiano e quando ele chegou aqui eles misturam com outros ritmos né os músicos que moravam nos ambos e no entorno da Pedra do Sal no entorno do Largo São Francisco da Prainha de fora da pequena África eles tocavam
maxixe chorinho marchinha naturalmente eles misturavam os instrumentos e essa mistura entre samba e Toda segunda a gente tem uma festa supimpa aqui aqui que é o salão mais tradicional porque é que tá enrolado eu tô sabendo que o ponto até do bairro até agora assim desenvolvendo tá enrolado várias vezes mas o tradicional a segunda-feira nós segunda-feira vocês podem chegar aqui por volta das final da tarde cinco e pouca 6 horas que escolheu o lugar bem cedo por quem é obviamente que eu não vou falar essa história que o samba é bom eu vim aqui deixa
mostrar para vocês foi Fantástico E aí Ah [Aplausos] [Música] [Música] e por quê que chama Pedra de Sal aqui lugar fumar bate aqui a pedra ia lá na frente no entorno aqui da região existiam muitos trapiches com um salto da ficha de forma Zen armazém e esses armazéns Eles guardavam sal e o sal era usado como moeda de troca no posto no lugar de trânsito de sal vai ver o pedal para baixo essas estradas foram construídas para facilitar o acesso né das pessoas escravizadas carregando os produtos é uma das atrações aqui da Pedra do Sal
é esse mural aqui que onde estão retratados os expoentes do samba né as pessoas os sambistas mais importantes da primeira geração então esses gente tem ali Pixinguinha tia ciata tão Heitor dos Prazeres que além de músico sambista era artista plástico pintor e João da baiana foi o músico que introduziu o pandeiro né no samba e é o nome oficial aqui do Largo BA é que hoje a nossa dica eu tô gravando esse vídeo na quarta-feira está fechado mas Quitutes da luz é um restaurante comida nordestina uma mulher empreendedora aquele Morro da Conceição gente vai passando
por aqui pode vir aqui que a nossa guia Luana disse que a comida é espetacular e aqui atrás de mim tá o Jardim Suspenso do Valongo que eles fizeram a contenção do Morro da Conceição e aproveitaram para embelezar infelizmente a última gestão aqui da cidade do Rio de Janeiro deixa ele ficar me abandonado Tô torcendo para que atual venha e Reforma esse lugar porque eu vim aqui mais ou menos quando mudei para o Rio de Janeiro em 2011 e tava lindo torcendo para que vou já que ele estava é nesta rua aqui hoje se chama
Rua camerino nessa praça durante o período colonial no finalzinho do século 18 ficava aqui o mercado de pessoas escravizadas da cidade do Rio de Janeiro e aí no final dessa rua hoje a gente tem então o cais do Valongo vamos até lá que eu vou contar E aí [Música] à tona seu comércio era feito lá atrás era aqui que os candidatos chegavam É isso isso é que eu Cais do Valongo locais hoje é um ficha de memória sensível João por aqui entraram aproximadamente um milhão de pessoas escravizadas né vindas de África O Cais ele foi
redescoberto em 2011 Quando nessa idade tava naquela loucura né sendo toda rir de organizada para receber os jogos olímpicos e a gente se deparam com cais do Valongo e decidem preservar qualquer sua opinião em relação a isso sendo dessa de trazer de novo Valongo para superfície lutar contra pagamento né é da a população negra é o protagonismo é essa possibilidade inclusive de reescrita da história João porque muitas vezes nós somos lembrados pelos aspectos culturais ou por conta né do sofrimento relacionado o sabidão e você tendo é o sítio de memória sensível atrelado a um circuito
né que é esse daqui faz parte de um circuito não é isso é por causa disso é um dos pontos do circuito histórico e Arqueológico celebração dança africana também criado em 2011 né Quais são os outros pontos que tem de circuito até de botar o jardim suspenso do Valongo aqui o cai o Instituto pretos novos MPN é onde era então o cemitério e bom então semana convida a galera aí tá com esse Patrimônio da Humanidade gente vem comigo é um prazer eu faço isso desde 2018 a com uma narrativa acima referenciada é um dos pontos
eram circuito é o caso do balão que é património mundial a gente recebeu o título da Unesco em 2017 então a gente precisa preservar e isso mostrar poder público e as pessoas querem consumir isso é o mesmo Sítio Arqueológico de memória sensível por vezes João eu venho trabalhar e eu vejo escolas aqui os próprios cariocas também se apropriando dessa história essa memória a gente encontra alguns grupos escola vindo aqui conhecer essa essa região que é realmente tão importante é muito grande a espada é muito rica e faça se valorizar essa parte da cidade com muitas
vezes tá fora daquele circuito super turístico da zona sul Mas é muito importante que a sua visita eles não precisa né dessa indústria de uma revista no interior sensacional mas é muito bacana saber que tá é um lugar que é tão viva que tá chamando a atenção até de revista nacional mas o brasileiro você paga o principal público tem muito carioca que já tá consumindo essa região da Cidade essa história e é a Luana é um ótimo veículo para você vir aqui por esta região é gente é por vezes né uma é um assunto delicado
sensível mas eu tô aqui para justamente mostrar para vocês que no mesmo território onde a catástrofe né da tragédia da diáspora da escravidão aconteceu os baianos as pessoas chinelo e que vieram aqui inclusive no pré-abolição eles reconstruíram ressignificaram recriaram vida então recriaram laços de sociabilidade lugar que já foi de muita tristeza no está se encaminhando para um lugar de memória sem esquecer mas também muita felicidade exatamente então a gente vem aqui beber beber da fonte né da as raízes nossas raízes culturais Vem aprender refletir a história memória cultura e comer comida gostosa também minha o
banco samba educação educação patrimonial é tudo junto e misturado gente olha aí ó [Música]