Se você tem mais de 40 anos vai adorar relembrar essas ocupações do passado e se você tem menos que isso, irá conhecê-las agora. Este vídeo vai falar sobre profissões antigas, do século XX, que não existem mais. Bem -vindos queridos amigos, vamos ver agora, um pouco da nossa história mais que contemporânea.
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Graças à tecnologia ou simplesmente à mudança de costumes, algumas profissões, antes muito comuns e necessárias, estão sumindo do mercado, ou simplesmente já desapareceram. Segundo especialistas, na próxima década, outras tantas deixarão de existir ou ficarão reduzidas a um número muito baixo. São profissões comuns, que se tornarão totalmente obsoletas, como operador de telemarketing e corretor de seguros, por exemplo.
Vamos ver, então, as profissões que estiveram em alta no século 20, mas que não existem mais. Datilógrafo Essa profissão é praticamente uma relíquia e soa estranho para os mais novos: datilógrafo. O datilógrafo, cuja data se comemora neste 24 de maio, foi um dos profissionais mais importantes dos escritórios e empresas no mundo até meados da década de 1980.
Era função da datilografia escrever cartas, petições e fazer relatórios, por exemplo. As máquinas de escrever surgiram em 1869, na Era Vitoriana, e com elas surgiram os "datilógrafos". Para trabalhar em uma empresa, como secretária, por exemplo, era necessário ter um curso de formação em datilografia, com certificado e tudo.
Para evitar erros, o datilógrafo precisava ter uma destreza impressionante e dominar totalmente a técnica de escrever a máquina. Algumas empresas faziam processos seletivos dando um texto para datilografar com limite de tempo. Quem terminasse primeiro e cometesse menos erros, ficava com a vaga.
Um datilógrafo experiente e competente poderia ter um dos melhores salários em uma empresa. Atriz e ator de rádio Na chamada "Era do Rádio", as rádio-novelas, faziam muito sucesso. Atores e atrizes interpretavam personagens usando apenas o recurso da voz.
Os dramas eram acompanhados com atenção pelo público e faziam tanto sucesso quanto as telenovelas atuais! No Brasil, as novelas de rádio estiveram no auge a partir de 1930, tendo um público imenso por mais de 40 anos. Atores como Lima Duarte, Laura Cardoso e Hebe Camargo foram artistas de rádio novelas.
Mas na década de 1970 a radionovela foi se adaptando à nova era das televisões. Hoje, não existe mais a profissão de ator e atriz de rádio. Lanterninha de cinema O lanterninha de cinema era um profissional que, munido de uma lanterna, tinha a função de acompanhar as pessoas que chegavam atrasadas na sessão de cinema quando as luzes já estavam apagadas.
Também eram muito úteis ao administrar questões como barulhos e conversas que estivessem atrapalhando a plateia. Eles controlavam também que casais "se pegassem" dentro do cinema. Ele era incumbido de evitar que os amassos acontecessem.
Isso, faria do cinema um lugar impróprio para pessoas de família. Sua função, era expulsar o casal de pombinhos do cinema. Hoje existem as luzes de led que guiam as pessoas para seus lugares no cinema.
Mensageiro de telegrama Telegramas eram mensagens curtas enviadas e recebidas pelas agências de correios ou empresas de telégrafos. Essas mensagens. Precisavam chegar rapidamente ao destinatário, pois eram consideradas urgentes.
Os mensageiros faziam as entregas de bicicleta ou a pé. Crianças com mais de 10 anos de idade eram empregadas para enviar ou receber telegramas das agências. Hoje em dia, com tanta tecnologia não há qualquer necessidade dessa profissão.
Telefonista O telefone foi inventado por Alexander Gram Bell em 1876. Mas naquela época uma pessoa não ligava direto para o telefone da outra. Quem fazia o meio de campo entre as duas pessoas era a telefonista, que cumpria a função de receber e direcionar a ligação.
Para ligar para alguém, o usuário precisava, primeiro, ser atendido por uma telefonista, falar o número para o qual ele desejava chamar, o local e se a chamada seria normal ou a cobrar. A funcionária conectava as chamadas inserindo um par de plugues de telefone nas tomadas apropriadas. Hoje, com tanta tecnologia de automação, as telefonistas não são mais necessárias.
Arrumador de pinos de boliche Popularizado na Europa e Estados Unidos durante a segunda metade do século 19, o boliche empregava pessoas, normalmente crianças, para rearranjar os pinos após cada jogada. Isso mesmo, gente: antes da invenção das máquinas que recuperam e organizam os pinos, pessoas ficavam no final das pistas para fazer o serviço. Com o desenvolvimento de equipamentos mecânicos o processo tornou-se totalmente automatizado, dispensando essa mão de obra.
A profissão de organizador de pinos de boliche já foi extinta há mais de 80 anos. Leiteiro Os mais jovens certamente não vão se lembrar do entregador de leite, que passava bem cedinho nas casas para abastecer as famílias. É isso mesmo: Há algumas décadas, as pessoas recebiam na porta de casa garrafas de leite fresquinho, tirado da vaca naquela manhã.
O leiteiro carregava dezenas de litros de leite fresco em leiteiras enormes feitas de latão ou cobre. Era um costume, inclusive, que cada residência deixasse um vasilhame apropriado do lado de fora, geralmente em cima do muro, à espera do leiteiro que iria encher leiteirinha, conforme combinado. Apesar de rara atualmente, essa profissão ainda pode existir em cidades pequenas e distantes dos grandes centros urbanos.
Operador de mimeógrafo Ahhh, os tempos de escola primária na década de 70 e, 80, quando as provas tinham cheiro de álcool de mimeógrafo! O mimeógrafo era uma geringonça em que se colocava um original feito num papel especial, batido à máquina ou manuscrito, e, usando álcool, dava para fazer diversas cópias. Isso era muito usado para provas e apostilas que deveriam ser entregues aos alunos.
As escolas empregavam um profissional especializado, conhecido como o “operador de mimeógrafo”, que preparava os originais e fazia tantas cópias quanto necessário. Muitas vezes, as folhas impressas chegavam até os alunos com o cheirinho de álcool e era inevitável não cheirar o papel antes de iniciar a tarefa. Hoje, tanto esse aparelho quanto a profissão de operador de mimeógrafo, está extinta.
8- Vendedor de enciclopédia Como tudo o que queremos saber, hoje, está na Internet, a velha e emblemática enciclopédia desapareceu das estantes dos lares brasileiros. Casa de rico e de gente da classe média não precisava de ter uma biblioteca, mas não dispensava uma vistosa enciclopédia, que ficava aparente na estante da sala para que toda visita pudesse ver e invejar. Para fazer essa maravilha chegar às casas, existia a profissão de "vendedor de enciclopédia".
O vendedor batia à porta das casas sempre bem vestido, disposto a convencer a família que a enciclopédia era um instrumento indispensável de consulta para os estudos dos filhos. E se você tinha uma coleção dessas em casa, você se tornaria o “Rei da rua” e todo mundo queria fazer o dever de casa na sua casa. A enciclopédia Barsa ainda existe, e sustenta 60% do faturamento da editora.
Mas, o elegante vendedor, sempre bonito, sedutor, bem vestido, perfumado e com gel nos cabelos não aparece mais nas nossas portas. Conta “pra gente” nos comentários se você já conheceu um vendedor de enciclopédia, ou se conheceu alguém que já fez curso de datilografia. Deixe seu like nesse vídeo e se inscreva no canal para não perder vídeos novos.