Bom dia, gente. Bom dia. Que a gente tenha uma linda manhã, uma linda sexta-feira, que as previses climáticas nos assust porque [risas] a gente sabe que mudando tempo. Aí sim. Eu quero agradecer inicialmente o convite para fazer parte de congresso que t importante para nós da Universidade Federal de Santa Catarina. Eh, desde o primeiro momento, congresso tem trazido discusses t importantes y necesarias para todos nos organizando un pouco as questes raciais, a educación, portanto, a partir de foco, mas tambén olhando desafios que nos temos frente a realidade brasileira y oo oo dizer que latinoamericana Franzon
na sua obra condenados da terra nos trazer elementos para que a gente possa comprender como que en pleno século XX a sociedade latinoamericana ainda carrega as marcas da racialización y das desigualdades que são construídas y que for produzidas a partir do processo de colonización. Ele vai dizer então que o que fragmenta O mundo primeiro fato de pertencer ou não a tal especie. a tal ra nas colónnias, a infraestrutura económica tambén una superestrutura a causa consequência. Alguén es rico porque es branco. Alguien es branco porque es rico. Cuando fan nos provoca pensar sobre esa relación a
partir dos procesos de colonización que for sempre violentos, no está nos forando a pensar que a ideia de Raa constituir as estruturas sociais estabelecer as hierarquias numa sociedade bastante diversa y desigual. Nesta sociedade diversa, as diferencias son transformadas en desigualdades. Então, embora aa que o processo de colonización tenha se concluído, tenha terminado, A colonialidade segue vigente no esquema de pensamento. a una idea. modo como as naes se relacionam aa tem como base eh a legitimidade y vai legitimando as diferencias nas sociedades entre sujeitos y tamb entre qu produz saber y por eso que num olhar
sobre América Latina sobre a educación y sobre a bioética, Ra racismo son categorias centrais para pensar para compreender as desigualdades que v se constituindo materialmente, mas son alimentadas simbolicamente, no? Y son esas desigualdades que as populaes negras e indígenas est subordinadas aquí en noso eh en noso território. Cuando oon eh retrata o mundo colonizado, El diz que o mundo colonizado divide en dois, a cidade do colono y a cidade do colonizado. Na cidade do colonizado, nasce en qualquer lugar, morre en cualquier lugar, de qualquer maneira. Cidade faminta, esfomeada de pão, de carne, de sapatos, de
carvão, de luz. En que lugar, en cual Das duas cidades viven os 133 miles de afrodescendentes en América Latina y 50 millones de indígenas que aquí resisten. Vio que cidonizado. Por iso que concentro y defino como presuposto, concordando cono que dier que a ideia de rabida o instrumento de dominación social má eficaz construido nos últimos 500 anos, Produzida no início da forma da América e capitalismo. A transión do século XV pro século X. Nos séculos seguintes, essa ideia foi imposta a toda a populación do planeta como parte da dominación colonial de Europa. Ho en termos
mundiais pensar exclusivamente as desigualdades do ponto de vista das cuestiones económicas. haja vistos conflitos territoriais, Religiosos que se colocam y se mant y persist pleno século XX. Y no Brasil o racismo nos constitui como nación porque condiciona, determina as nossas existas. Eu digo as nossas porque embora sendo una professora, doutora, vice-reitora de uma universidade do sul do país, a dimens racial perpassa a escolarida, No se limita a condi socioeconómica, no está restrita a populación periferizada. Para muchos parece estranho inclusive a presencia y ese corpo estar n lugar que ocupo actualmente vamos aos fatos. A polícia
brasileira en 2023 mató 243 crianas y adolescentes en nove estados brasileiros. Em 2023 tambén 10 crianas indígenas for Mortas morrer de várias formas pela negligência por falta de acompanhamento na saúde por massacres en masacres diversos tipos de violencia Mas as crianças tambén no son iguais, viv os mesmos direitos. Por iso que as que son mortas, ampla mayor son crianas negras no Brasil. sempre tem a participación do estado, O braço armado do estado. Esta cena a cena de una escola na periferia do Rio de Janeiro en que no momento de tiroteo as crianas tiveram que ficar
debruçadas no piso para serem alvejadas. Esta cena retrata a familiaridade con que o brazo do estado está presente nos territórios periferizados No Brasil. Aviso que h imagens má fortes y todas elas son públicas, publicizadas nas grande imprensa brasileira para que a gente v acostumando con corpos que podem ser descartáveis, porque nem son tumos así para serem preservados. Ao mesmo tempo en que estas vielas, es así que as crianas Conviven no cotidiano. No. Imagina ser recebido así. esta cena dos meninos con mochila de escola yes tendo quea sociedade a esa sociedade que a gente coloca en
cheque pro debate da bioética. Y aquí un deseno ingénuo infantil feito por crian momento de registrar como é o seu lugar De morad os detales do helicóptero atirando dasas con as mos para cima, deas caídas no chão. E por fim, a imagem má recente dos más de 120 mortos no Rio de Janeiro, todas negras ou quase negras de t pobres. O exercício do poder de decidir qu viver y qu deve morrer. Essa sido a máxima t descrita por Membal da necropolítica. Essa lógica está evidente nas aes do estado brasileiro cuando transforma as favelas en zona
de excepos negros y periféricos se torn descartáveis porque son t humanos as opera que foi planejada y executada como espetáculo de fora foi transmitida ao vivo praticamente Para que todos tomassen como exemplo y así o estado dea de cumprir con seu papel que de proteger y pasa a governar morte una expressón concreta do que me chama de soberanía necropolítica revela a falcia do estado democrático de dereito, viola os princípios da proporcionalidad responsabilidade y o dereito a vida. normaliza práticas letais, converte a Seguran pública en instrumento político. O governo que tem como política premiar a morte
de cidadãos en nome da ordem assume de fato una política de destrui nos temos os territórios indígenas queimados pelo latifio y temos os assassinatos do povo indígena no Brasil. Y o marco temporal que no Brasil estabelece que os indígenas só conseguem permanecer em suas áreas os que chegar Após a Constitui de 1988 tambén prática genocida. No Brasil, crianas indígenas t sido marcadas con ferro como si fos gado. como educar para igualdade racial y para construir una bioética antiracista. Que son especialistas en bioética, me ajudem a pensar como é que eu est diendo que a bioética
varinha de Condo, como dizia a Fátima de Oliveira, var de condas saídas, as solues, todas para as iniquidades humanas. Mas gostaria de pensar junto, então me coloco para pensar junto con primeo recupero a ideia do Fanon de que a racialides de estruturam as desigualdades. A negación sistemática do como sujeito De direitos, de cultura, de história, de conocimiento. Essa negación sistemática v sendo tensionada pelos indígenas, pelos negros, pela populación quilombola. en seus territórios, ¿no? A educación para igualdade racial, ela é una base para constru de bioética antirracista, enanto que a primeira trabal raíz educar para igualdad,
a educación trabalha para Igualdade, desconstruindo preconceitos, formando poas conscientes da das lutas de classe y das hierarquias. A segunda atua nas consequências materiais dos preconceitos, garantindo que o avanço científico y a prática clínica perpetu a violência e injusti no Brasil as instituies educacionisas for criadas a partir do pensamento racial, Un pensamento racializado que nós tínhamos até na constitui dos anos 30 do século pasado un capítulo exclusivo que pensaba como educar para eugenia y ese capítulo diz como as escolas de operar para que Eugenia fosse un projeto constitutivo do projeto de país. Então, a educación foi
una das principais reas de ação social para aqueles que defendiam a importância da raid Brasileira y que má empenhavam en tornar o Brasil una nación social y culturalmente branca. Embora a ciência, especialmente após o sequenciamento do genoma, demonstre que h diferencias biológicas ou culturais que justifiquem a discrimina. A no de ra fator político importante para naturalizar as desigualdades, Justificar a segregación y o genocídio de negros e indígenas. Mas se ra existe, o que que d existencia ao racismo? A raa opera a partir de dois registros básicos que se complement que se cruza y se complement.
Primeiro como característica biológica en que a identidade racial será atribuída por algún trazo físico, pelo fenótipo, pela cor da pele Y segundo como característica étnocultural en que a identidade sempre associada a origem geográfica, a religión, a língua a otros costumes. certa forma de existir. Deixa voltar aquí. A Fátima Oliveira artigo en quea estudiosa da bioética do antiracismo y do feminismo, né? N artigo quea crítica a ausência de feministas y antiracistas. Nos congressos de bioética lá nos anos 90 diz que a bioética era un novo campo, abre aspas un novo campo y un novo espao para
luta antirracista o veo semántico y o locus epistemológico que visa estabelecer un novo contrato social entre sociedad, cientistas, profes de saúde y governo. A síntesea provoca quea de di no h saída sem que a gente se junte No h saída e na educa e pensar a educación que permita olhar paraa sociedade brasileira do ponto de vista de aes antiracistas significa també que a gente precisa se juntar aí trazer alguns desafios para ese noso pensar. Y primeiro desafio desenvolver políticas de combate ao racismo institucional y estrutural. As institui feitas de poas o racismo alimentado nas relais
age institucionalmente de diferentes formas. age cuando nos promovemos poas negras a espaos de poder. Se manifesta cuando en nossos currículos académicos a discuss negligenciada se manifesta cuando os estudantes receben referencias bibliográficas epistemicidas. Esto es que negam autores, autoras, pesquisadores y pesquisadoras de otras de otros pertencimentos. O segundo desafio y aí entrando n combater epistemicídio. O epistemicídio nada má do que o apagamento a desqualificación dos saberes, histórias, culturas, cosmovisões dos povos que son europeus. Ponto. Una educación para igualdade racial valoriza o concimento africano, Afobrasiro, indígena, asiático, de muleres, ciganos, das comunidades tradicionais. insere eses concimentos nos
currículos no como apice, mas como un fundamento da forma humana o que aí este currículo académico entado, o que considerado legítimo de ser ensinado qu son considerados os cánones nos nossos campos de estudos, nas nossas áreas de pesquisa, nas nossas Disciplinas. Qu autoridade y a verdade en nossas referencias bibliográficas. Imaginem que homens brancos de cinco países domin campo dos estudos da estrutura académica contemporánea. V repetir, homens brancos de cinco países domin campo dos estudos da estrutura académica contemporánea. Fran Italia, Alema, Inglaterra y Estados Unidos. Ramón Gross Fogo que nos traz esa dado a partir dos
estudos que realiza ausencia de intelectuais africanos, afrolatinoamericanos, indígenas, o silencio de epistemologías ras produzindo extermínio tambén dos corpos, dos sujeitos, das histórias, das culturas, porque nos transforma en inexistentes ou inferiores, sujeitos Sem tanto valor así, favorecendo un branqueamento cultural, histórico y político de corpos, de sujeitos, de ciência y de produmica. Portanto, a objetificação, a inferiorización dos saberes de muleres, negros, indígenas, populación LGBTQI, APN, não ocidentais, definidos como os ros pela ciência moderna, resulta na tentativa de estabelecer un pensamento único na universidade, contraditoriamente un locus privilegiado De produ de concimento y das diferencias. O tercero desafio
é o fortalecimento das políticas públicas, né? Principalmente no Brasil nos temos as políticas aes afirmativas que como função reparar as desigualdades históricas. nas as universidades a partir dos anos 2000 passaram a ter a cara do povo brasileiro y es un fenómeno visível nas nossas salas de aula No fue por decis exclusiva baix a luz o iluminismo mesmo na universidade a agora vamos trazer os pobres vamos trazer os indígenas vamos trazer foi mobilización social v de fora para dentro movimentos sociais principalmente movimento negro brasileiro que fazer o enfrentamento do que era do que eram as universidades
públicas brasileiras que servi e produziam a Elite financeira, a elite económica y grande parte da elite académica brasileira. Y as aes afirmativas est ahí na UFS que nos temos desde 2008 temos má de 25000 estudantes que ingressar por aes afirmativas de 2008 até agora y a gente fica melhor cono que a gente fica melor con iso univers fica melor porque es sujeitos trazem rases para dentro da universidade de pesquisa, ras Para pensarmos a permancia meoro que antes dos anos 2000 a gente se preocupa muito se estudantes comi ou por exemplo se tinha greve y restaurante
fechava era un grande problema o restaurante fechar porque os estudantes davam jeito, verdade? Hoje no pode se pensar hoje o restaurante abre sábado, domingo e feriado porque os nossos estudantes podem ficar Inseguran alimentar. Universidade mudro desafio é promover a representa y eu est falando aquí da representatividad. O fato de ser uma mulher, logo ela é ótima ou o fato de ser est falando de una representatividade comprometida comprometida con transformación comprometida con aqueles que aa vir comprometidas o planeta, comprometida a Nossa sustentabilidade, comprometida en asegurar que as diferenas no sejam apagadas. O próximo desafio tem a
ver con a formación das infâncias, juventudes, dos agentes públicos, dos profissionais que nos formamos universid formar para que recon y combatam o racismo, que entendam os seus privilégios cuando son brancos y as suas responsabilidades numa una Sociedad plural. preciso, nos temos una ley no Brasil, a lei eh de diretriz y bases da educación nacional estabelece obrigatoriedade do ensino da histórias, culturas dos povos afro-brasileiros, africanos e indígenas y da educación infantil a pós-gradua Mas eso sempre fica o encargo de una professora negra, de un professor negro ou de um parceiro ativista branco, antiracista que se coloca
a gente nessa Luta, né? Então, como é que a gente forma, ura que os agentes públicos tambar por formaes queegurem o que permit repensar a condi humana no século XX para a convivcia y para as diferencias. Quero destacar també aquí como un desafio é fazer com que as pessoas brancas recon que o fato de serem brancas trem privilegios numa sociedade racista. Logo, O privilegio, aliás, todas se beneficiam de privilégio de algum modo, materialmente ou simbolicamente. Poderia aquí listar s de exemplos, mas o cronómetro está contando, entende? adante y por fim beber áua e preciso que
a gente considere y trate de modo interseccional As dimensiones de rao y pobreza cuando se tratar do enfrentamento ou da constru de proposi de políticas públicas, de un currículo académico na produqua, porque a Patrícia Rollins dizer que a interseccionalidade un sistema de opres interligadas y ese sistema de opres interligadas constituir Una matriz de domina. A matriz de dominación que se expressar organización geral da sociedade, nas relaárquicas de poder y que v estabelecendo un arranjo enta, classe, género, situación migratória, as questes geracionais, idade de que cuando a gente trata de género precisa olhar como se comporta,
como se manifestas rases Cuando se trata da quest racial do mesmo modo y a quest eh de classe do mesmo modo. Eu trago aquí a Fátima Oliveira dizer, bioética antirracista se necesara para reconcer o combater o racismo como determinante social na produ de iniquidades no mundo y para questionar as estruturas de poder que produzem y perpetuam as desigualdades raciais Continua ela. Fica evidente que a bioética no varinha de condonta para resolver as principais contradi curso nas sociedades contemporâneas. Ela no a política y t somente significa un consenso posível, temporário mutável entre a moral de cada
segmento social y un momento determinado. A Nilma Lino Gomes dier para nos que insuficiente reconcer O reconoccio y a vontade política para alterar a realidad. Es preciso una ruptura epistemológica, política y social que se realiza pela presencia negra, indígena de mulheres nos espaos de poder y decis, nas estruturas académicas, na cultura, na gesti Seja iso tudo para se concretizar precisa alcanar as estruturas sociais de poder. Estará a branquitud disposta a deixar seu codo lugar de privilégio y romper con seu pacto narcísico para que a gente possa avanar para una bioética antirracista. Es para pensar. Obrigado.
Excelente. Obrigado. Excelente. Suana. un presente para muy obligado Joana Tu presentación fantástica, preocupante al mismo tiempo. Creo que para la bioética es una gran oportunidad para renovar el compromiso para construir una bioética antiracista. eh fue conmovedora tu presentación en esa cultura del descarte, ¿no?, que se mostró en forma tan dramática ese desamparo de niños, de crianzas, ese dibujo de ese niño con ese helicóptero, este, entre tanta violencia, el concepto De soberanía necropolítica, ¿no?, donde casi todos son negros y pobres las víctimas, ¿verdad? eh esos eh territorios quemados, ¿no?, que daban paso al latifundio, los asesinatos,
la promoción de la violencia del narco, las prácticas genocidas. Me estremeció esos indígenas marcados con fuego, como si fuesen animales, ¿verdad? Pero bueno, creo que estamos frente a una gran posibilidad de Renovar una conciencia política vinculada a la bioética antirracista. Eh, la gran pregunta, Johana, ¿no? ¿Cómo educar para la igualdad racial? Y bueno, lo primero es la educación, como ella decía, para deconstruir prejuicios. La noción del epistemicidio también, Johana, me pareció muy muy movilizante. Creo que estamos frente un gran desafío y gracias Johana porque creo que tu testimonio, tu palabra, tu acción y tu compromiso
pedagógico y político eh nos Despejan, no nos despabilan. Gracias a Dios, Brasil nos da educadores y pedagogos como Paulo Freire y Joana, ¿no? Grandes referentes de la pedagogía brasilera. Muchas gracias, Johana. Bueno, ahora si les parece bien tenemos un espacio para después de todo esto. Creo que nos merecemos, ¿no? Un poquito de meditación, de tranquilidad. Así que ahora este la próxima actividad aquí sí 10:30. 10:30. Okay. Eh, la próxima actividad 10:30 en este espacio vamos a Tener un encuentro para poder respirar, para poder meditar. Sí. Para poder relajarnos un poquito. Muchas gracias. Pessoal, bom dia.
Queria convidar que permaneam aquí que agora vamos ter uma vivcia guiada sobre silêncio y som, a bioética da presença. Aquí un rato, 2 minutos o un poquito menos. Vamos a empezar esta vivencia. Se queden acá. Alô. [música] [música] Amén. [música] [música] [música] Buen día, buenos días. ¿Quién habla español acá para saber si hablo español o o portuño? [risas] Bueno, entonces eh vamos a empezar ahora una vivencia llamada vivencia silencio y sonido, la bioética de la presencia. Invitamos Fernando que Fernando Han que es psicanalista, terapeuta y facilitador de processos de autoconcimento y transformación humana. Com a
trajetória dedicada a compreender a mente, as emoes y os caminhos de consciência, Fernando tem inspirado poas a olharem para dentro e reconectarem con sua fora interior. Então, hoje ele vai nos conduzir nesta vivcia que integra silêncio, som presença, una pausa para Sentir. En esta breve vivencia conducida por Fernando Hanky de la trilia medita de Florianópolis uniremos meditación guiada, sonidos terapéuticos y momentos de silencio, explorando la presencia como una forma de cuidado de sí mismo y del otro. entre el sonido y el silencio, una invitación a reconectar cuerpo, mente y conciencia, recordando que toda transformación, Transformación
comienza en la calidad de la escucha. Então, ahora vamos nos dar un tiempo, nos conectar con nosotros mismo y relajar. Gracias. Bom dia. Bom dia. Quente. Eu v dar algumas breves e pequenas instrues só para que a gente aprofunde un pouco má nessa vivência, nessa experiência. Eh, Logicamente o celular a gente pode desligar ou botar no modo avião, no silencioso, no vibra legal porque tira nossa tensão. Você lembra de relacando na testa e você vai músculo por músculo. Isso auda a gente a entrar nesse processo de silêncio e profundo rela instruesas as suficientes e daqu
para frente a gente embarca nessa jornada do som que a vibra que energia que nos conectar con silêncio. [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] Respira. Solta. [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] M. Oh. M. M. i [música] H H Ah. [música] Inspira Ala, tua primeira inspiración início y tu exhalação a última. Esteja presente no aquí e no agora. muo lentamente, Cada uno no seu tempo, pode tomando algumas inspira longas, profundas, lentamente permitiendo que os olos físicos se abram pro mundo externo y que consiga levar estado de relacent a cada a
cada pensamento, a cada sentimento y a cada emoción No dia a tua rotina estando atento y presente a tudo que passa tua tela mental a gente quer manter es estados ao longo do dia y lembrando que a gente está sempre a un passo deses estados. Basta fechar os olhos pro mundo externo y abrir eles pro mundo interno. Gratid a todos. Excelente día. Gracias corazón. Só para finalizar talvez qu eh pego no início, né? Eh, me chamo Fernando Hank. A gente tem um un projeto aquí em Florianópolis, chama Tril Medita. projeto tem 10 anos, onde a
gente leva as poas para trilha, a gente caminha en silêncio. Chegando lá, minha companheira Samira faz uma prática de yoga, de alongamento para iniciantes Tamb conduzo algumas práticas como a gente tem aí o silêncio da natureza, dos pássaros como nosso aliado, nossos aliados, né, para que a gente possa acessar esses estados eh de relao mais. Então qu tiver interesse, quiser concer nosso trabal Instagram @tramedita. Graci. Buenos días, bom dia. Saúdo cordialmente a todas, a todos y todes que nos acompanham de Maneira presencial ou online. Desde seus distantes países. Então, eh, com uma grande satisfação, vou
mediar esta mesa que propária e atual, bioética e avanos ou retrocessos en políticas inclusivas y direitos sexuais y reprodutivos. do Cineia Guison Schneider, professora desta universidade y v moderar mesa alguns algumas orientaes sobre a nossa mesa Entada palestrante ter até 20 minutos para sua apresentación. Após todas as exposies, os palestrantes presenciais, claro, eh retornar ao palco para responder as perguntas para que possamos fazer un debate. As perguntas dever ser formuladas por escrito, entregue aos monitores y ser respondidas ao final das apresentaes. Então, para iniciar eu teno a satisfação de chamar a Dora Cecília Pier que
da Argentina, Doctora en filosofía, directora de la especialización y de la maestría y metodología de la investigación científica, departamento de humanidades y artes, asesora de la comisión de ética y de la investigación Universidad Nacional de la NU, miembro de la Comisión Directiva de la Sociedad Argentina de Bioética y Derechos Humanos. Bueno, bueno, Acá. Gracias. Bueno, buenos días a todas y todos. E denme unos minutitos para agradecer a quienes organizaron este congreso que está saliendo hermoso. Eh, muy especialmente a mis compañeros y amigos de la red bioética por e crear este espacio para que podamos debatir
y poner a consideración temas que son muy importantes. En mi caso en particular, el tema que me Interesa es poner a discusión es el tema de la este gestación subrogada. E es un tema que puede ser abordado desde diferentes eh puntos de vista. En este caso, eh, el marco, perdón, me voy a poner los lentes. El marco que voy a tomar es eh el filosófico, es decir, no voy a abordar el tema desde el derecho positivo, desde las regulaciones, sino voy a tratar de mostrar los distintos criterios eh morales y éticos que deberían ser Considerados
a la hora de analizar eh este tema. El sujeto de análisis de este tema va a ser eh la mujer, es decir, los cuerpos de las mujeres eh gestantes. En este sentido, observamos que la cuestión de la gestación subrogada nos refiere a una porción de la población femenina que ya se encuentra explotada por un sistema económico y social vigente y que adicionalmente es vulnerada en tanto potencial gestante. Por esta misma razón, nuestro punto de partida será el análisis de los determinantes sociales que intervienen en este conflicto. En otras palabras, nuestro eje será el escenario social
en el que se desarrollan estas prácticas. A ver, el primer dilema que aparece es el modo de nombrar esta esta práctica. Quienes están a favor prefieren hablar de ella como eh gestación por sustitución, argumentando que el término alquiler de Vientre alude a una cierta mercantilización. Y es cierto que el lenguaje no es neutro, pero también es cierto que detrás de las palabras se esconden formas de pensar. Decir alquiler de vientre pone de relieve que existe una transacción económica, un contrato, una contraprestación. Decir sustitución implica una intención de suavizarla Presentando quizás como un gesto altruista. Sin
embargo, cuando hay dinero de por medio, aunque se lo llame compensación, es difícil hablar de altruismo puro. Las categorías legales han introducido una dudosa diferenciación en torno del carácter oneroso o no de esta práctica. Así la subrogación sería comercial si la madre gestante recibe una compensación económica por el embarazo y posteriormente renuncia al ejercicio de Su de su maternidad. En este caso suele incluirse un contrato y un pago monetario. Por el contrario, se emplea el término gestación altruista para indicar que la gestante llevaría adelante un embarazo por solidaridad, empatía, eh o cualquier otro vínculo personal
con la persona que la convoca. solo recibiría una compensación a modo de gastos médicos, eh lucro cesante, etcétera. Intentaremos demostrar que esta distinción es apenas un recurso retórico para imprimirle legitimidad a una práctica que bajo las presentes condiciones sociales difícilmente pueda ser considerada como altruista. A ver. Mm. No pasa. Ahí, ahí pasó. A ver. Bueno, desde esta perspectiva, más de una más Que de una diferencia de nombres, lo que hay es una disputa de carácter ético y social, en donde quedan descubiertas las profundas desigualdades sociales existentes. Entonces, la pregunta que sigue a continuación es, ¿estamos
ante un acto solidario entre mujeres o ante una forma encubierta de explotación? Si miramos el mapa mundial. Ay, no pasa. Ahí está. No, Si miramos el mapa mundial, yo tomé dos países que son casi emblemáticos eh dentro del tema de la gestación subrogada. El más paradigmático es India y en realidad no es casual porque a partir de los años 80 se ubica a la vanguardia de los países que hacen eh técnicas de reproducción asistida. E pero es necesario eh ver que e hubo una serie de cambios en las regulaciones y ver el motivo de esos
cambios. A fines De los 80, especialistas en reproducción explotaron la ausencia de regulación para abrirle paso a una subrogación comercial de características internacionales. En un país caracterizado por fuertes desigualdades sociales, lo que sobraba era materia prima para eh hacer este tipo de técnicas. E naturalmente esta práctica resultaba allí mucho más económica que eh en las clínicas de los países centrales. De Esta manera y desde hace casi más de tres décadas, India se constituyó en el destino más conocido para la realización de esta práctica. solo después de grandes protestas y de dramáticos casos de explotación de
mujeres e incluso abandono de niños, eh es que el Ministerio de Salud se ve obligado a intervenir, eh pero hasta ese punto ya se habían enriquecido un montón de eh clínicas dedicadas al tema de la fertilidad. Tras años de reclamos de Profesionales, de ciudadanos, el gobierno implementa una regulación más restrictiva de las técnicas de reproducción. Este, pero no obstante ello, esta técnica se prohíbe desde el punto de vista comercial recién en el año 2016. Queda clarísimo que se prohíbe debido a los casos de explotación y abandono de niños y desde entonces solo se permite entre
ciudadanos indios y bajo severas limitaciones. En Ucrania eh existen existe también quizás el enfoque más permisivo. La gestación comercial está directamente aprobada. Eh, tanto ciudadanos como extranjeros pueden acceder a esta práctica que está regulada por el Código de Familia y por normas del Ministerio de Salud. Exigen distintos tipos de condiciones, por ejemplo, que las eh parejas sean heterosexuales y casadas. Y eh la gestante debe tener buena salud, ser Joven eh y haber tenido ya un hijo antes. es del año 1999 y en los los 10 años posteriores incrementaron en una forma exorbitante el caso el
número de ciclos de técnicas de reproducción pasando de 1229 a 36,984 e ciclos. La guerra obviamente afectó gravemente la actividad. Eh, muchos gestantes debieron huir libradas a su suerte. En otros casos se las puso en Auténticas eh granjas donde circulaban algunas fotos que podíamos ver espeluznantes de una hilera de incubadoras con los niños esperando que vinieran sus progenitores comitentes. Frente a estas críticas, hay quienes sostienen que el problema no está en la práctica misma, sino en su carácter comercial. Dicen, si se regula y se limita a un modelo altruista, el riego, el riesgo de explotación
desaparecerá. Pero la experiencia demuestra lo Contrario. Lo que vimos de Ucrania e India con diferentes regulaciones y los problemas morales que ellas mismas suponían. ¿Queda claro? que la frontera entre lo comercial y lo altruista, repito, es puramente retórica. Incluso cuando se habla de compensación por gastos, esa compensación puede equivaler a un pago encubierto. Y si la gestante pertenece a un sector empobrecido, ¿realmente podemos hablar de libertad de elección? Bueno, eh recientemente, en julio de este año hay un informe especial de la ONU eh en donde se aborda el tema de violencia contra las mujeres. Allí
se presenta ante la Asamblea General un informe sobre las diversas formas de violencia de género y el documento incluye un apartado especial acerca de la subrogación, señalándola como una práctica que puede generar explotación reproductiva para mujeres y niñas en Situación de vulneración. Este informe es el resultado de un profundo estudio de campo con datos concluyentes. Y esto es muy importante señalarlo. El cada parte, cada ítem, cada conclusión que tiene el informe ese eh muestra e eh el lugar, el sitio donde se hizo un trabajo de campo, de entrevistas, de investigación, es decir, que cada cosa
está debidamente documentada. No voy a nombrar todas, solamente voy a señalar las que eh las conclusiones que me Parecen más eh determinantes, donde dice, por ejemplo, que la mayoría de las gestantes provienen de entornos pobres y vulnerables, mientras que los progenitores comitentes suelen ser de mayor nivel socioeconómico. Repito, esto está debidamente documentado. Muchas eh gestantes sustitutas carecen de acción o protección legal. El caso de las mujeres migrantes que son trasladadas a otros países para realizar la gestación Subrogada también está documentado. E se documentan presiones económicas y legales para que las gestantes sustitutas acepten abortos o
intervenciones médicas en contra de su voluntad. La que me parece terrible es eh la de la denuncia en donde persisten abusos y donde se arreglan como si fuera un contrato la eh forma de alimentarse, el tratamiento médico que va a recibir y a la hora del parto el eh si va a ser Por cesárea o por parto natural. No lo pueden decidir ellas, lo define eh los eh progenitores eh comitentes. El el consentimiento de las madres sustitutas eh ya con esto vemos que no garantiza la ética de la práctica si es coercitivo o condicionado por
la falta de alternativas. A ver o qué será. Bueno, eh a mí me interesa debatir con el liberalismo porque creo que de ahí es Donde proviene el principal argumento. El feminismo liberal tiende a presentar la subrogación como un contrato entre partes libres e iguales. No hay razón legítima, dicen, para prohibir un intercambio que puede hacer bien a ambas partes. Pero como ya se señaló, la igualdad formal en el mercado oculta desigualdades reales. En este caso, la mujer no vende su fuerza de trabajo, pone en juego, mercantiliza y Eventualmente degrada o desgasta su propio cuerpo. Estamos,
por lo tanto, ante una mercantilización de la corporalidad, donde el útero se convierte en objeto de intercambio, se convierte en una mercancía. ¿Quiénes defienden eh la gestación subrogada? Suelen apelar a la a la autonomía de la mujer. Este argumento es terrible porque dice, "Si una mujer quiere gestar por otra, ¿por qué impedirlo? Es todo un argumento con raíces liberales. Dicen, "Quienes invocan la existencia de la explotación en la gestación subrogada son paternalistas y subestiman la capacidad de consentir de la mujer. ¿Por qué una mujer no aceptaría libremente gestar para otras personas por un acto de
empatía o sencillamente porque le gusta estar embarazada? consideran que oponerse a la gestación en nombre de una supuesta explotación atentaría contra la Autonomía de la de las mujeres. Es decir, que para que sea autónoma hay que este no hay que poner trabas a este tipo de práctica. En este caso se legitima a la gestación subrogada con un supuesto característico del liberalismo clásico y es lo que queremos eh eh denunciar aquí. Eh, y ese supuesto es que la reivindicación de la libertad personal para ejercer el intercambio de los productos del trabajo humano es real. Y Esto
no es así. En un sistema neoliberal capitalista, los intercambios no se dan en un marco de simetría. Y a esto le oponemos dos objeciones. Como ya lo demostró la historia, la igualdad formal que opone a los productores libres e independientes ante el mercado enmascara una desigualdad social. Y en lo que refiere al sujeto en cuestión, la mujer gestante no vende en el mercado del el producto de su trabajo, sino una porción o cuota de su propio cuerpo. Asistimos, en suma, a una mercantilización de las relaciones personales hasta límites intolerables con la propia dignidad humana. El
ser humano, el ser humano se instala en una realidad ya establecida. Y con esto quiero que analicemos el concepto de eh autonomía, es decir, que esa realidad con la cual nos encontramos no es natural, sino que está construida socialmente y se y se nos presenta como una en forma objetiva, Es decir, que no podemos cambiarla a voluntad. Así funciona la autonomía que está, por lo tanto, social e históricamente determinada. No se tiene libertad como se tiene un brazo o como se tiene un par de zapatos. Eh, el grado de libertad de un individuo no se
determina por una voluntad interior, eh, sino que está determinada por las relaciones sociales existentes y dentro De ellas el escenario en el cual se desarrollan estas relaciones sociales. Por más que se quiera postular una libertad interior para después hablar de autonomía en las personas, no es la voluntad la que determina el mundo, sino el mundo el que determina la voluntad. Ahora, veamos este razonamiento para el tema que nos convoca acá. El auge de la gestación subrogada no nace de la nada, se desarrolla en un contexto de extrema miseria y de opresión. de la mujer. Es
imposible suponer que hay una decisión autónoma en la, por ejemplo, en la India si la mayoría de las mujeres que aceptan ser gestantes tienen bajos ingresos y habitan, por ejemplo, barriadas marginales. Proponer la regulación de la gestación por sustitución, siempre y cuando esta sea altruista, en nombre de la autonomía de las mujeres, es un acto cercano a la impostura porque pretende obiar el escenario, el Contexto de asimetría y desventaja económica en el cual se desarrolla este contrato. En efecto, es el propio cuerpo de la mujer la mercancía por la cual se obtendrá un beneficio. Es
decir, asistiríamos a una explotación doble por la cual se explota la situación de una mujer que ya está en desventaja económica, que apela a este contrato para obtener algún rédito económico, pero que además es explotada en su condición de mujer, En tanto es objetivada, es cosificada, es convertida en un útero. En otras palabras, no se puede prescindir de las relaciones sociales y de producción capitalista que caracteriza a la mayor parte de los intercambios actuales. Para concluir, en la actualidad no hay condiciones para garantizar que esta práctica sea llevada adelante sin que no tenga lugar un
una explotación y degradación de la mujer. Naturalmente, ninguna prohibición o penalización Logrará poner fin a la subrogación comercial, pero a no engañarse, su regulación o legalización no hará más que ampliar la escala de dicha explotación, como ya hemos demostrado en los dos casos que tomamos, los avances científicos y sanitarios que han habilitado a la práctica de la gestación subrogada no deben ser desdeñados, no nos situamos en el lugar de críticos de los avances que nos brinda la tecnociencia. Eh, pero ellos, pero estos avances podrán tener lugar solo cuando aquellas mujeres puedan liberarse de las condiciones
que las obligan a actuar por necesidad cuando sus decisiones no estén determinadas por la pobreza. la desigualdad o la falta de opciones. Solo ahí podremos hablar de una verdadera libertad de las mujeres. Bueno, nada más. Agradecemos a D. Cecília pela excelente Apresentación de um tema que nos desafia sobre as nossas concepes sobre autonomia, dignidade e direitos reprodutivos. para dar continuidade a agora eh vamos eh ter a presentación online sobre desafios éticos de la interrupción legal de embarazo en América Latina con doora Diana Lucía Zarat Velasco da Colombia. Eh, Dora Diana médica especialista en Ginecologia, ginecología
y obstetrícia. Tem mestrado en bioética y en filosofía consultora ética do serviço de humanismo y bioética do Hospital Universitario, Fundación Santa Fe de Bogotá. Obrigada. Buenos días para todos. Para mí es todo un privilegio poder compartir este espacio académico de liberación bioética con todos ustedes. Hoy vengo a dialogar alrededor de los desafíos éticos de la interrupción legal o voluntaria del embarazo en América Latina. Este es un Tema complejo, amplio, diverso y, sin lugar a duda, muy desafiante desde el punto de vista ético y social. Estas es mi formación académica. Declaro que no tengo ningún conflicto
de interés para esta presentación. Este es el curso en el que se llevará a cabo mi intervención. Empezaremos abordando de manera eh rápida y global el asunto de la cuestión, mostrando la tendencia en términos legislativos que se ha venido mostrando en la región. Posteriormente profundicaremos sobre algunos argumentos a favor y en contra de la despenalización. y cómo se relaciona con los derechos humanos, encontrando algunos desafíos clave en este asunto, finalizando con algunas conclusiones que permitan un avance hacia una construcción colectiva de alternativas éticas y la expansión del diálogo bioético para lograr un futuro más justo
y solidario en términos reproductivos. Sin más preámbulo, entremos en materia. La interrupción legal o voluntaria del embarazo representa uno de los conflictos más complejos de la bioética contemporánea en América Latina y un punto de tensión permanente en las sociedades democráticas en un contexto pluralista y secular donde coexisten visiones religiosas, éticas y culturales diversas. El aborto se ha transformado en un debate moral que parece girar sobre sí mismo, un diálogo circular en Que las posturas se repiten, se enfrentan y rara vez logran escucharse. Cada posición defiende su propia noción de vida, de dignidad y de responsabilidad,
proyectando sobre el cuerpo de la mujer el reflectojo de sus convicciones más profundas sobre el bien y el mal. Frente a esta diversidad de perspectivas, la bioética latinoamericana se ve desafiada a construir un terreno común sustentado en Principios universales de la declaración universal sobre bioética y derechos humanos. La autonomía, la justicia, la equidad, la no discriminación, la protección de la vulnerabilidad humana se convierten en un marco en el que el aborto seguro debe ser comprendido no solamente como una imposición moral, sino como una respuesta sanitaria, ética y social a las desigualdades que ponen en riesgo
la vida y salud de las mujeres. Asumir el carácter plural y secular de nuestras sociedades implica reconocer que ninguna visión moral puede reclamar un monopolio sobre la verdad. La bioética, en su sentido más amplio, exige escuchar las diferencias y mediar entre ellas para construir políticas públicas que integren el respeto por la autonomía femenina, el valor de la vida en gestación y la responsabilidad de reducir el sufrimiento. Solo desde ese diálogo abierto, laico, Compasivo, plural y secular, podremos superar el círculo moral del debate y avanzar hacia una ética pública que haga de la justicia y del
cuidado los verdaderos fundamentos de una vida digna. Cuando uno se aproxima a la realidad mundial sobre la despenalización del aborto, vemos diferentes matices y panoramas en que se mueven entre dos extremos. una despenalización total hasta una prohibición absoluta. En este contexto puede observarse como diversos países han modificado sus legislaciones en materia de interrupción voluntaria del embarazo, mostrando una tendencia más marcada hacia la despenalización y la ampliación de derechos que hacia su restricción. Estos datos que estoy mostrando en estas diapositivas provienen del Center for Reproductive Rights, una organización global de derechos humanos conformadas Por juristas y
defensores que trabajan para garantizar que los derechos reproductivos sean reconocidos y protegidos por la ley como derechos humanos fundamentales vinculados a la dignidad, la igualdad, la salud y el bienestar de todas las personas. En esta cartografía observamos como en una en la última década varios países de América Latina han ampliado el acceso a la interrupción voluntaria del embarazo, aunque con límbites gestacionales bien Definidos, como es el caso de Uruguay, Argentina, Colombia y algunos estados de México. Paralelamente, otros países mantienen modelos por causales específicas, tales como el riesgo para la vida o salud de la mujer,
violación o incesto, inviabilidad fetal o malformaciones graves, mientras que algunos otros como El Salvador, Honduras, Nicaragua, República Dominicana y Haití conservan prohibiciones absolutas sobre este Asunto. Durante las dos últimas décadas, América Latina ha mostrado una transformación gradual, pero significativa en la concepción del aborto, pasando de un enfoque penal y moralizante hacia una mirada integral de la salud pública y la justicia social. Ese cambio no es lineal ni homogéneo. Como hemos visto, eh coexisten países de que van desde una despenalización hasta a una prohibición absoluta. Sin Embargo, la tendencia genera general apunta hacia la reconstrucción del
aborto como un derecho humano amparado en los principios de autonomía, dignidad, igualdad y no discriminación. Este desplazamiento conceptual responde a la necesidad de reconocer que la penalización no reduce la incidencia del aborto, sino que aumenta la mortalidad y la morbalidad materna, especialmente entre las mujeres más vulnerables. Tal como advierte la OMS, los abortos Inseguros siguen siendo una de las principales causales de muerte materna en la región, evidenciando que la criminalización constituye una forma estructural de violencia de género y exclusión sanitaria. A nivel de derechos humanos, la Convención sobre eliminación de todas formas de discriminación contra
la mujer establece la obligación estatal de garantizar servicios de salud reproductiva seguros, accesibles y de Calidad. Siguiendo estas directrices, las Cortes Constitucionales de varios países latinoamericanos han reinterpretado la interrupción voluntaria del embarazo no como un privilegio moral, sino como un requisito para el ejercicio efectivo de la igualdad y la libertad personal. En ese marco, la despenalización con garantías de acceso se justifica en términos éticos y jurídicos porque, primero protege la dignidad y autonomía de las Mujeres y personas gestantes, reconociendo su derecho a decidir sobre el propio cuerpo como una expresión de libertad moral y política.
Segundo, reduce el daño prevenible y la moralidad materna al sustituir la clandestinidad por protocolos médicos seguros. Tercero, corrige desigualdades estructurales, pues la panalización recae de manera desproporcionada sobre mujeres en condiciones de pobreza eh rurales, población indígena, adolescentes, Reproduciendo así los ciclos de exclusión tradicionales. Y cuarto, respeta el pluralismo moral y religioso al permitir que el Estado actúe de una desde una racionalidad laica, sin imponer visiones dogmáticas sobre el valor moral del embrión o la maternidad. Como muestran algunos autores, las reformas latinoamericanas se han sostenido sobre una narrativa distinta a la del feminismo liberal de derechos
Individuales. En lugar de centrarse en la privacidad o en el derecho a elegir, los movimientos latinoamericanos han redefinido el aborto como un problema de salud pública y de justicia social, vinculando a la lucha contra la pobreza, la desigualdad y la violencia de género. Esta reinterpretación ha permitido articular el consenso político y ético más amplio en el que el aborto se entiende como parte del derecho a la vida digna y no a la a la no violencia y No como una excepción moral o una concesión médica. En suma, la despenalización del aborto en América Latina no
es solo una reivindicación de derechos reproductivos, sino una expresión de principio de justicia distributiva y la obligación ética de los estados de proteger la vida y salud de las mujeres mediante políticas públicas inclusivas. Al situar el aborto dentro del marco de derechos humanos, la región avanza hacia una bioética de Cuidado y de equidad donde la dignidad y la autonomía no se open, sino que se complementan como fundamento de la ciudadanía plena. Aunque en varios países de América Latina se han promulgado leyes que reconocen el aborto como un derecho vinculado a la salud pública y a
los derechos humanos, los avances normativos no siempre se traducen en garantías reales de acceso. Persiste una distancia significativa entre la despenalización Formal y la implementación efectiva, configurando lo que para algunos autones denominan la injusticia estructural de segundo orden. Esto quiere decir que es aquella que mantiene las desigualdades y las violencias institucionales bajo una apariencia de legalidad. Esta brecha se expresa de múltiples niveles. En primer lugar con una objeción de conciencia, no como se entiende desde las legislaciones o como ese derecho humano, sino de manera amplia y sistemática, eh sin Mayores reflexiones con respecto al por
qué eh esa resistencia moral organizada que socaba la autonomía de las mujeres. A ello se suman barreras administrativas y territoriales, la falta de protocolos uniformes, los requisitos desproporcionados de justificación o denuncia, la escasez de servicios en zonas rurales, la desigualdad de distribución de recursos en algunos contextos. Estas limitaciones afectan de manera Desproporcionada a mujeres en condiciones de vulnerabilidad, quienes cargan con los mayores índices de morbilidad, judicialización y violencia institucional. La penalización indirecta se reproduce en el miedo a denunciar, la revictimización en hospitales y la criminalización de algunos profesionales. La penalización no reduce la incidencia al
aboro, pero aumenta su letalidad Desplazando la práctica a la clandestalidad y provocando complicaciones graves, discapacidades y muertes que son completamente evitables. Desde una perspectiva bioética, este panorama evidencia la urgencia de pasar de una ética normativa centrada en la prohibición de una bioética de acceso justo basada en los principios de beneficencia, justicia y no maleficencia. El aborto seguro debe entenderse no como un privilegio moral, Sino como un servicio esencial de salud pública. La persistencia e entre la brecha del derecho proclamado y el derecho practicado representa uno de los mayores desafíos éticos de la región. implica reconocer
que la igualdad formal no basta. Sin condiciones materiales, educativas y culturales que aseguran la decisión libre e informada, la autonomía reproductiva se convierte en una promesa vacía. Superar esta distancia exige un compromiso estatal que conviten por Políticas públicas, educación sexual integral, equidad territorial y formación ética en el personal de salud bajo una concepción de justicia reproductiva que articule la libertad, cuidado y responsabilidad. Quisiera hacer alusión también sobre aquellos argumentos en contra de la descriminalización absoluta del aborto en América Latina, que no están fundamentados en imponer dogmas, sino en promover una reflexión bioética Equilibrada y más
amplia. El primero es el reconocimiento eh moral del feto, sobre todo en condiciones de viabilidad. Eh, pues en en etapas avanzadas, por su capacidad de supervivencia y percepción del dolor debe recibir o se considera que debería recibir una consideración ética más amplia. Ignorar su valor moral creciente contradecería eh el principio de no maleficencia. También hay argumentos desde la autonomía relacional, pues la decisión de abortar No es solamente un elemento individual, sino que implica una responsabilidades hacia otros bienes morales, como es la vida fetal, la salud y el deber del profesional. La libertad debe entenderse desde
una ética del cuidado en ese sentido. Existen también argumentos por los límites que se plantean desde el autonomismo, en donde la ética deliberativa propondría ponderar bienes en conflicto, eh reconociendo que no toda decisión libre es moralmente Neutra. Eh, otro argumento está relacionado con el sufrimiento y el daño evitable, entendiendo que se eh que el dolor fetal es una exigencia mitigarlo como parte de ese daño evitable, así como argumentos relacionados con la justicia y responsabilidad social, en donde sin una ética pública sólida, la despanalización puede reproducir desigualades o banalizar el aborto. Estos argumentos, como los mencionaba,
eh no buscan Despenalizar el aborto, eh no buscan restaurar una moral religiosa, sino restaurar la deliberación ética sobre la complejidad del asunto en términos de responsabilidades. La experiencia reciente de América Latina en torno a la despenarización del aborto constituye un campo fértil de aprendizaje ético y político. Los casos de Uruguay, Argentina, Colombia y México representan hitos históricos que demuestran que la transformación de la Ley no surge únicamente desde el poder estatal, sino desde una convergencia entre el conocimiento científico de liberación bioética y movilización social. Estos procesos comparten una raíz común que es el impulso de
movimientos feministas y de salud pública que lograron articular demandas morales y jurídicas en torno a la dignidad, la autonomía y la justicia sanitaria. Estas lecciones aprendidas de estos Países muestran que el cambio normativo no basta. requiere de políticas públicas sostenidas, formación ética del profesional de salud, educación sexual integral y acompañamiento comunitario. En ese contexto, América Latina ofrece al mundo un modelo propio de reflexión bioética, una bioética del cuidado y de y de justicia social que combina la defensa de la autonomía con el reconocimiento de la vulnerabilidad y la interdependencia. Para finalizar quisiera hablar sobre estas
reflexiones finales en donde pensar la interrupción voluntaria del embarazo en América Latina exige superar la posición simplista entre la vida y la libertad. El verdadero desafío bioético consiste en reconocer simultáneamente los derechos de las mujeres y la dignidad de toda forma de vida, articulando la autonomía, la justicia y el cuidado dentro de un marco ético, plural y democrático. Los avances Legales en la región reflejan el esfuerzo por garantizar las mujeres el derecho de decidir sobre su cuerpo como una parte esencial de su dignidad y ciudadanía. Sin embargo, este reconocimiento debe ir acompañado de una ética
de responsabilidad. El futuro de la IBI debe pensarse como una oportunidad para construir una bioética de reconocimiento donde la decisión individual se inscribe en un horizonte de compasión y justicia Social. Esto implica políticas públicas que aseguren acceso seguro y equitativo, formación ética del profesional del personal sanitario, acompañamiento integral y una reflexión cultural que reconozca la diversidad moral y las múltiples formas de valorar la vida. En definitiva, la tarea ética no es elegir entre proteger la vida o garantizar la libertad, sino aprender a cuidar de ambas, comprendiendo que toda decisión sobre la vida humana, nacida o
por Nacer, requiere responsabilidad, respeto y una mirada compasiva hacia los otros. Solo así la Ive puede constituirse como un acto profundamente humano orientado no al conflicto, sino a la reconciliación entre la justicia, la autonomía y el cuidado. Muchas gracias. Estos son mis datos de contacto. Agradecemos a D. Diana por por compartilhar conosco sua valiosa reflex sobre o tema. E dando continuidade, Agora nos teremos a participación online sobre políticas inclusivas de educación sexual integral. Dr. Miguel Angel Sua que da República Dominicana é médico egresado da Universidade Autónoma de Santo Domingo con mestrado y pósgraduación y sexualidade
humana, ambos realizados na República Dominicana. Entreamento internacional de saúde Integral do adolescente na Costa Rica pela OMS Opas, mestrado y póstulo em bioética pela Universidade do Chile y membro da rede bioética da UNISC. Unco. Obrigada, Dr. Migal, pela sua participación. Muchas gracias. Muy buenos días. Para mí es un honor participar con todos ustedes en este evento, sobre todo en el panel con los compañeros que durante varios días hemos estado en comunicación para darle feliz desarrollo a esta ponencia. Desde República Dominicana en el Caribe a decir de nuestro poeta nacional colocado en el mismo trayecto del
sol. Desde ahí nos han pedido y nos hemos acercado para poder debatir sobre los temas de políticas inclusivas, la aplicación de las políticas inclusivas relacionadas con la educación sexual integral, lo cual nos dice que cuando se habla de un tema sobre sobre estos que hemos señalado, hay un indicador de que algo está faltando o Algo se quiere poner sobre el tapete para discutirlo. De manera que para comenzar vamos a ponernos de acuerdo con respecto al tema de políticas inclusivas. Cuando hablemos de esto, me estoy refiriendo a aquellas que abarcan principios y acciones destinado a asegurar
la igualdad de oportunidades y la participación de todas las personas, independientemente de su género, orientación sexual, identidad de género, Etnia, religión, discapacidad u otra condición, permitiendo el acceso de todo de forma equitativa para acceso de servicios y disponibilidades. Como decía, si estamos hablando de políticas inclusivas es porque hay exclusión. Y por eso la propuesta es de que no quede nadie fuera, de que todas las políticas le incluyan a todos. La segunda parte que está relacionada con los temas vinculados a la educación Sexual integral tampoco es fruto del azar. Si estamos hablando de educación sexual integral
es por la necesidad de que se le vea desde otra nueva perspectiva a lo que ha predominado. Por eso vamos a partir de una concepción nuestra de la sexualidad. referida a toda manifestación de los seres humanos en su interacción creativa con su realidad. Ya en el desde 2006, Organización Mundial de la Salud había señalado la sexualidad como un concepto Que abarca el sexo, las identidades y los papeles de género, el erotismo, el placer, la intimidad, la reproducción y la dirección, la orientación sexual. Dependiendo de los conceptos que se tengan sobre sexualidad y sobre políticas de
inclusión, se tendrán las formas operativas, que en este caso sería lo que hemos vivido como educación sexual, fundamentalmente desde la década de los 60, pero que tiene referencias que explican por qué llegamos ahí en los 60. Y para eso voy a tomar una orientación de una aproximación al texto de Pablo Pérez López sobre acontecimientos de mayo del 68 a la cultura 2024. Hay algunos acontecimientos acaecidos durante siete u ocho décadas a partir de ahí que vamos a encontrar o intentar buscar fundamentos en esta ponencia. la necesidad de vincular a la persona con su entorno histórico
y cultural. Uno de estos puntos de partida es el entorno progresista ocurrido en Estados Unidos en el periodo posterior a la Segunda Guerra Mundial, en el cual el desarrollo de un estado de bienestar generó un modelo dirigido a la búsqueda de igualdad, abundancia y felicidad y convertido en espejísmo propició la movilidad de los ciudadanos de los países más pobres hacia el centro hegemónico del poder. Esta política desarrollada posguerra que llevaron al Espejismo hizo que nuestros connacionales de todos los países, fundamentalmente América Latina, emigraran hacia Estados Unidos a la búsqueda de mejores condiciones de vida. Pero
a pesar de la impronta dejaran ese desarrollo económico que trajo la industrialización de Estados Unidos, se mantenían núcleos de pobreza y discriminación, sobre todo racial, que desencadenaron una movilización contestataria, en especial de la gente Joven y las llamadas minorías, que en los años 60 se identificaron con las luchas por los derechos civiles y los derechos de confrontaciones con los negros, avalado por el icónico discurso de Martin Luther Kingedrín y en medio de confrontaciones raciales, cuestionamientos medioambientales y de replanteamiento contundente de las mujeres en la exigencia de reivindicaciones de igualdad con los hombres que quebraran las
prevalecientes Estructuras de sometimientos existentes. La derivación de la búsqueda de libertades incluyó también las del cuerpo humano e impactó sobre la sexualidad con la denominada revolución sexual a la luz de varios acontecimientos trascendentales referidos a libertad sexual. Una marca biologicista impulsó una educación sexual libertad y una mayoritaria de promover su vivencia dentro del marco legal y moral de la Época, como el caso del matrimonio como referente. Hay dos elementos claves que fuera de la época tuvieron que ver con este concepto de sexualidad y educación sexual que predominó. Primero, los aportes de los médicos Kusakuinus, el
japonés en 1924 y Herman Naus. austríaco en 29, quienes habían realizado la determinación del ciclo de fertilidad femenina, lo que el poder al poder dominarse hubiera puesto en las Manos femeninas el el conocimiento para lograr o evitar un embarazo. Sin embargo, este conocimiento solo condujo a los métodos considerados naturales, como el método del ritmo, el método de la temperatura, esos métodos que no eran de fácil manejo para la persona y la mujer que estaba en edad reproductiva. Hubo que esperar al año 1960 en que aparece la píldora anticonceptiva con la aprobación de la Federal Drck
Administration, la FDA de Estados Unidos. Estos hechos diseñaron una sexualidad fruto del contexto que arropaba de manera especial a nuestros países y marcaba el delinde de una ética de la reproducción y una naciente ética de la sexualidad, o sea, la separación del placer de la reproducción, en el que el primero estaba en poder de los hombres y el segundo y sus consecuencias en la mujer, y ahora apuntalaba nuevos roles en dicha dinámica y una redefinición de La sexualidad a partir de una concepción hormonal y racional que daba a las mujeres del control sobre su sexualidad
y una nueva vía de empoderamiento. Se amplió el concepto de sexualidad vinculándolo a los derechos. cuestionó los esterechos límites del encuadre matrimonial, situando temas impensables como el aborto como un derecho reproductivo, la unión libre, la homosexualidad y el sexo como espacio de libertad que cuestionaba la moralidad Social de la época, pasando de una fundamentación naturalista a otra de carácter autonomista que envolvaba el respeto de los seres humanos, prima la libertad de expresión sobre el cuerpo y el placer. Ya habían unos antecedentes desde el año 45 en que la penicilina estaba en uso y se podía
controlar la enfermedad de transmisión sexual como la sífilis y la infección ganocósica. De manera que teniendo control De las enfermedades de transmisión sexual y teniendo la píldora, había una nueva forma de conceptualizar lo que era la sexualidad de la época, que ahora estaba en manos de los jóvenes y la llamada revolución sexual que hemos señalado. Pero no todo fue alegría. Por un lado se entendía que la píldora autorizaba sexo libre vivir los deseos sin límites morales, llegando a ponerse de moda, sobre todo en Francia, el lema que Decía, "El que se acuesta dos veces con
la misma mujer ya es parte del establishment." Y por otro lado, en países como Francia, el debate libre, sobre todo en los ámbitos universitarios, incluyó las campañas políticas y las revueltas del 68, que eran las que incluían las reivindicaciones de sexo. Ya había pasado el concierto famoso de Hustock. en Betel, Nueva York, que había sido un escenario en el 69 Representativo del movimiento contracultural por los derechos civiles, la igualdad racial contra la guerra de Vietnam, bajo la bandera de amor y paz, música y paz. Es el momento de de aparición de los hipis y otros
grupos de protesta a través de la música y la paz. Todo un ambiente de respuesta a las normas que regulaban la moralidad de las mayorías que imponían sus reglas de juego. Mientras llovía la negativa Vaticana el fenómeno llamado Americanismo o modernismo. Se reconocieron en tratados internacionales como derechos reproductivos lo que significaba cambios conceptuales que ratificaban los modelos biologicistas de la educación sexual, pero no modificaban el exclusivista marco axiológico que lo sustentaba. Educación sexual. Con esos antecedentes, la educación sexual tuvo la marca de fábrica del fenómeno descrito, radicándose en dos polos, limitación Moral o libertades sexuales
de todo tipo. Lo cierto es que el patrón sexual de la época sufrió un fuerte impacto, exigiendo una nueva pedagogía sexual que incluyera minoría y ampliara los horizontes de la diversidad. Se había levantado desde los 30, la década del 30 al 40 el fenómeno denominado comoquismo por la comunidad afroamericana que tuvo que esperar hasta 2010 para ser conocido como movimiento BOC, un despertar de Estos sectores y una propuesta que promovía una conciencia crítica sobre las injusticias sociales encarnadas en el racismo y la discriminación racial, la opresión estructural contra las mujeres, los derechos homosexuales y todo
tipo de exclusiones. contraponiendo a algunos una alternativa o cultura de la cancelación que se basa en la estrategia práctica de que los responsables de las acciones discriminatorias o excluyentes sean Rechazados o aislados públicamente. La propuesta es que sean cancelados, que sean excluidos. Este nuevo tipo de acercamiento a la sexualidad incluyó un enfrentamiento despectivo a las posiciones consideradas como conservadoras, replanteando la respuesta de la cancelación. Un grave riesgo surgió al fomentar la educación sexual dirigida a retomar todo tipo de inclusión junto a todo tipo de cancelación como respuesta De exclusión a un llamado a despertar. Una
propuesta de loquismo copla el debate, sino que responde con prácticas retaliativas parecidas a la padecida. era el riesgo de pasar de la consideración de irracional e intolerante a la propuesta cancelatoria, a una interpretación de justicia inclusiva. La educación sexual integral, todo lo que hemos planteado ocurría con un fenómeno Eh apoyado en una educación sexual tradicional que era prácticamente biologicista y que tenía el enmarque teórico axiológico del la institución que lo padrinara. Si era la religión, si eran las iglesias, pues tenía el sesgo de su fundamentación o si eran grupos de la revuelta sexual, llamada revolución
sexual, iban más en la línea del la participación libre de la sexualidad. Una propuesta de educación sexual integral. Ante estos momentos Referenciales para la educación sexual surgen las propuestas de políticas inclusivas y una educación sexual integral que evitara radicalismo y tratara mínimos que pudieran ser moralmente compartidos. la ESI, que es como se conoce la educación sexual integral por su sigla, con una amplia concepción de lo que es sexualidad como contexto biológico, psicológico, afectivo, social y ético, que promueva de manera integral Conocimientos, actitudes y valores, una educación de la sexualidad que respete la diversidad y los
derechos humanos. Una educación sexual integral tiene que partir de políticas inclusivas. Con las situaciones descritas se pasa de modelos de política de exclusión que convivieron con respuestas generacionales de sexualización de fenómenos políticos, de confrontación cultural, moral y religiosa a propuesta De cancelación que de instalarse conduciría más al caos que al consenso respetuoso, oferta de respuestas inclusivas o el riesgo de tener los mismos que los criticados. Unas políticas incluyentes tienen que dar oportunidad y participación a todos, otorgando y exigiendo respeto mutuo, libertad de identidad y rechazo a todo tipo de discriminación. Para limitar a este encargo
se debe retomar la ruta de la educación sexual, Los riesgos señalados para presentar una propuesta entendida como un proceso educativo mediante el cual se pueda vivir una sexualidad respetuosa de los derechos de las personas, fundamentada en un sistema de valores acorde con sus creencias, de manera que coexista la diversidad sin exclusión de ningún tipo, que no dañe a otros tampoco mediante la imposición, cancelación o universalización de sus comportamientos. Aferrarnos a la cancelación como Respuesta corre el riesgo de construir nuevas exclusiones y ninguna diversidad. sería cambiar de actores en un mismo escenario. A nuestro entender, debe
haber un diálogo sincero que construyan mínimos morales compartidos, siendo un eje principal el respeto. Es un proceso para enseñar y aprender, pero sobre todo para vivirla desde los mínimos morales acordados que deberán estar encerrados en una información Científica, psicológica y el entorno social de cada comunidad. Una esis que desmonte la principalía biologicista asignada a los egos reproductivos que le caracterizaron como esenciales, como ejes centrales y los incorpore a la vivencia sana, respetosa y responsable de una sexualidad inclusiva. unais que construya estrategias psicológicas, pedagógicas, sociales y éticas para vivir una sexualidad libre de prejuicios discriminatorio que
le Permita tomar decisiones informadas sobre su cuerpo y sus relaciones. sin juicios, como lo vivido posteriormente, recordemos los años 80 cuando aparece el VIH, que se atribuye de inmediato que es un castigo divino, que es una enfermedad de negros y que una enfermedad transmitida, producida por los homosexuales, lo cual era un castigo de carácter divino lo que se planteaba. Había prejuicio que lo daba el marco Axiológico de los criterios valorativos predominante. Estaban apelando a la casuística de la época de que los casos que se habían determinado pues aparecían muchos en homosexuales, otros en negros, pero
es la casuística y la represión que había de la época a la participación de estos sectores. Un proceso educativo que encuentre sus espacios de socialización en los nichos ordinarios a que se deban familia, Escuela y comunidad, que comparta definiciones, construya una pedagogía para la enseñanza y la vivencia las cuales coincidan de manera consensuada con mínimos de respeto y puedan diferenciarse máximos aspiracionales privados conducentes a metodologías estructuradas que sean menos biológicas y más axiológicas. reto de respeto que si bien reconocen las activas exclusiones como parte normal de la diversidad no recurre a Imponerlo como una nueva
norma ni ejercer la cancelación como respuesta. Esta propuesta de educación sexual integral tiene que tomar en cuenta todos los escenarios, pero de manera prioritaria consideramos que hay tres de ellos que tienen que ser fundamentalmente tomados en cuenta para poder elaborar una propuesta integral. Primero en la familia. Para trabajar esta educación debe Incluirse la familia para compartir esos mínimos que serán trabajados de manera especial en la escuela, identificar su entorno moral y aprender y practicar el respeto que nos invita a la diversidad desde una dinámica completamente diferente. No partir, como hemos hecho hasta ahora, la propuesta
de no discriminar, no excluir, cancelar, sino de una manera propositiva, de ser diversos, ser inclusivos y ser respetuosos. Tomar en cuenta la escuela, allí donde se pasa el mayor tiempo del día y un buen tiempo de la vida, forrando valores y actitudes a partir del análisis de los hechos cotidianos. Es el lugar idóneo para convocar el diálogo y redactar las políticas inclusivas de una ESI. Se requiere construir una pedagogía de los valores como entes objetivos subjetivos y no como hasta ahora que se entienden objetivos los valores predeterminab Predeterminados y aplicables como si existiera uno para
cada situación que solo es bajarlo del mostrador y aplicarlo. No es enseñar valores, sino construirlo para una convivencia armónica y respetuosa de un constructivismo axiológico y deliberativo. la educación sexual integral en la comunidad, donde participan los sectores activos de la comunidad como las iglesias, los grupos sociales, los Grupos de los sectores vivos de la sociedad, sociedad civil, instituciones para confrontar sus identidades de manera respetuosa, sin imponer adaptado a la libertad de conciencia enriquecedora de los ejes axiológicos propuestos hasta ahora. En síntesis, se requiere convocar a los representantes de los tres escenarios, construir las políticas inclusivas
para una exis sobre los tres ejes fundamentales que hemos insistido, respeto, diversidad e Inclusión. Conclusiones. La en las conclusiones he querido señalar algunos avances y retrocesos fundamentales. Los avances y retrocesos acajecidos en política inclusiva se pueden resumir en uno. La existencia de algunos modelos de educación sexual inclusiva que a su vez son retrocesos, pues no han proliferado ni consensuado su oferta de manera adecuada, probablemente por no tener en su Interior los riesgos señalados. O sea, que lo que hemos avanzado no ha sido universalizado, no se conocen todos los sitios, pudiera ser un avance y a
la vez un retroceso. Dos, debilidad en la formación de docentes y planes oficiales que sirven de marco referencial. países como el mío, como el nuestro, muchos de ustedes también podemos tener como debilidad la formación de los docentes. Hay una falla en la estructuración del de la propuesta conceptual y más aún en Quiénes van a participar en su construcción o en su ejecución. Tres, los avances de inclusión no se aplican adecuadamente y en otros casos en que hay avances se ve entrechado por política retaliativa de cancelación que crea nuevas exclusiones desde la otra. O sea, si
vamos a a castigar con la cancelación todo lo que consideremos mal en la sociedad, estarían imponiendo un modelo parecido al que estamos rechazando, el Que estamos combatiendo. Cuarto, falta de un liderazgo creíble que pueda dirigir estos procesos. o que se a que se encierren falsamente en propuesta llamada integralidad. A nombre de la integralidad, a nombre del los valores, se han impuesto criterios para una educación sexual que han estado fundamentados en el no el constructivismo sino en la teoría de la cancelación. Y cuarto, quinto, los avances consignados como Derechos en tratados y acuerdos internacionales son cada
día vulnerables y de difícil aplicación. los criterios que se han establecidos como derechos sexuales, reproductivos a nivel internacional, los otros que se han eh construido, aunque los países son signatarios, se desconocen completamente en la práctica diaria de las instituciones y se solamente sirven para cuantificar o magnificar públicamente la participación Del país, como pasa con los la declaración de los derechos humanos, de la bioética de los derechos humanos, de los derechos reproductivos. que se ignoran en los países que inclusive son signatarios de ellos. Ante estas situaciones que hemos señalado de manera relámpago por razones de tiempo,
terminaremos con una idea de una propuesta alternativa que la para que las instituciones como La red bioética UNESCO haga uso del expertiz de sus miembros en las áreas señaladas y relacionados para elaborar una propuesta de política inclusiva y un modelo de educación sexual integral. Dejamos en manos de la directiva actual de nuestros compañeros de la red bioética, la posibilidad de que se instaure una propuesta que pueda ponerse en ejecución en los países miembros. Muchas gracias. Agradecemos Dr. Miguel pela sua exposi Que nos brind panorama claro sobre o tema a sua relevância, desafios e possíveis avanços.
E agora eu vou chamar para falar sobre bioética, saúde integral e acesso a saúde da comunidade LGBTQ PN+, Dr. Ale Murrica Rodríguez do Brasil. Eh, Dr. Ali luta pelo útero livre y pela Descolonización da saúde, corpas e afetos. Pesquisadore, professor, tradutor, psicanalista y activista. Graduación en medicina pela Universidad Autónoma de Bucaramanga, na Colombia. Mestrado y doctorado en saúde colectiva pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente pós-doutor no programa de pós-graduación interdisciplinar em ciências humanas da UFSK. Pesquisa sobre género e Sexualidades, saúde sexual e reprodutiva e reprodutiva. Corpo normatividade, gordo ódio, gordofobia, colonialidade, racismo y políticas
públicas. Seja bem-vindo, doctor, señores. Oi, gente. Hola pessoas. Buen día. Sí. Bu. Bu. Gracias. Buenos días también para entistar poas que están a presenta tamb posível. Primero agradecer, né, o convite por estar aquí con partilar un poco tambén das minhas pesquisas, minhas aspiraciones, né, e y algunas cosas que ven pensando de forma colectiva a partir también do activismo, mas también a partir do vínculo que teno con academia y con otros espacios, né, de luta política. Porque es de tempo, vale lembrar o recordar que o que v falar aquí es una pisca, una pincelada do que
sería pensar As políticas de saúde integral dentro da saúde sexual y reprodutiva y no reprodutiva das pessoas LGBTQPN+, né, que es una temática que no se esgota y que ainda está en discus. Eh, también quiero agradecer a las personas que están aquí ayudando en evento, ¿no? Agradecer también a Dulci la presentación y otras personas también que están conmigo en la mesa en creo que sería una joda de conversa. No tenemos joda, espero termos conversa. Então, e este negócio vibra muito interessante, mas eu quero falar para tamb que eu vou conversar y falar dentro de un
portuñol. Eu nací en Colombia, la gran mayoría de mi de mi formación fue en Colombia, pero yo migró para Brasil hace 15 años más o menos. Y ahí eh interesantemente el lenguaje él es tiene sus complexidades. Entonces hay ciertas cosas que yo hablo en portugués de una Forma más eh frecuente de que lo habría en español. Entonces voy a deleitarles con un portuñol bien gostoso, bien suculento y sensual porque a vida y pensarmos también esas políticas e también pensarmos en esa en esa decolonizar inclusive nuestra propia lengua y a forma como ainch también constru a
forma de nos expresar. Então quería só eh iniciar aquí hablando estas dos frases, Eh para pensarnos también a gente reflechir sobre qué sería esa saud integral, qué tan integral es a saúde en general y que sería esa saúde sexualita reprodutiva o no reprodutiva das pessoas LGBTQPN+ y otras poses disidencias que ainda están en formación. Então, dos frases, una de una poesa de Argentina que es lesbiana eh zapatona y otra de Guasira López Louro, que es una pesquisadora y pensadora brasileira. Entonces, la primera sería que la Ignorancia no es una falta de conocimiento, pero es un
efecto de un conocimiento hegemónico. Entonces, ustedes no saber o no reconocer lo que serían las identidades, LGBT, PU, ¿qué más? ustedes, por ejemplo, decir, "Ay, no sé qué significa tanta letra." La verdad no es porque ustedes no sepan sobre eso, sino porque realmente es para ustedes no saberen sobre eso. No es una propuesta de educación. Entonces no es ah porque ignoro por sí Solo, sino ignoro también porque esa es la propuesta, es que hegemónicamente existe una norma endosis heteronorma chiva blanco colonial que va a construir con que sea algo desconocido, será algo no hablado e
inclusive muchas veces ignorado o colocado como algo subalterno, ¿no? Y también como dice Guasira López Lour, ¿no? La ignorancia no es neutra y vale la pena decirlo por más de que sepamos sobre ello, no ni un estado original, no Es un efecto, como hablamos de esa ausencia de conocimiento frente a ciertas temáticas y ciertas populaciones, sujetos, corpas y desellos. Entonces apuesta ignorar, no saber descueras únicas sobre que sería a comunidad LGBTQPN inclusive que que sería pensar sexual reproductiva y no reproductiva. Algunos puntos importantes, ¿no? Las personas LGBTQPN, ¿no? son personas diversas dentro de sus diversidades.
importante decirlo porque normalmente eh las personas heterosis, normativas, etcétera, normalmente colocan eh todo el mundo como si fuese una misma cosa y como si dentro las lesbianidades, las homosexualidades, bisexualidades, pansexualidades, travestilidades, transgeneidades, transmasculinidades, no binaridades, travestilidades, intersexualidades No existen también no diversidad. dentro de ellas mismas también. Entonces, no quedarnos con las historias únicas relacionadas con las personas género, diversas, sexualidades diversas, no asumir también el género de las personas. Eso importantísimo si estamos pensando en la salud integral y salud sexual y no reproductiva la su estética por su performance, sino siempre intentar preguntar nombre y pronombres
de las personas, ¿no? Y cómo Que ellas se identifican y gustarían de ser llamadas, que parece algo eh muy obvio, pero no lo es. Las pequeñas grandes cosas que no son hechas y que hacen con que la salud no sea integral. De hecho, la producción de la vida también importante que debe que es si está siendo en este mundo no es estática. Por más de que las personas que fuese estática, siempre está en movimiento. Entonces, la producción de conocimiento También sobre las cuestiones LGBT que UPN también siempre están en movimiento, así como también las formas
de nomearnos y nomear la diversidad siempre está en movimiento. Entonces es importante porque muchas veces también esa historia única viene a partir de una un imaginario único un no imaginario, la verdad. y no creación de imaginarios posibles a partir de la propia pluralidad y la diversidad de lo que es estar y ser en Este mundo. Entonces, aquí algunas preguntas que eh siempre me hago y continúo haciéndome muchas veces en relación a lo que sería la salud sexual o los derechos a la salud sexual no reproductiva. Yo hablo mucho con flous, entonces voy a hacer así
eh lo que sería la salud sexual y no reproductiva y reproductiva, ¿no? Entonces yo pregunto para ustedes, yo pregunto para ustedes, ¿cuáles son los cuerpos, las cuerpas y Las entidades, las personas que ustedes se imaginan cuando están pensando sobre esa temática? ¿Cómo que son esas cuerpas o esos cuerpos inclusive son fragmentados como la medicina nos enseña de salud de mental, física, tal o de hecho las pensamos dentro de su pluralidad biológica, psicológica, social, ético, política, afectiva y afins, o solo quedan palabras, esa forma no fragmentada de ver un cuerpo. Por otro Lado, también es un
cuerpo cómo, es un cuerpo que es delgado, es un cuerpo que es gordo, es un cuerpo que es diverso, es un cuerpo que es hegemónico dentro de una cierta perspectiva europerizada, emblanquecida. ¿Qué cómo pensamos también esa salud sexual no reproductiva? Si es de forma individual, colectiva, si las dos formas, ¿cómo que conversan esas formas y de qué forma sean esas conversas? Pensamos cómo las personas se Relacionan. Si se relacionan entonces relacionamientos monogámicos, non monogámicos, relacionamiento aberto, libre, anarquía relacional, cuáles son las formas en que las personas están se afectando, afectando unas a otras y creando
vínculos, porque eso también va a afectar y va a ter relación con la salud sexual reproductiva y con lo que pensamos de salud integral. Pensamos las cuestiones étnicoraciales, la identidad de género, orientación Sexual como un recorte, como normalmente la medicina lo hace, o de forma transversal, entendiendo aquí que sí, en la producción de conocimiento que hacemos no hacemos ningún tipo de nomeación. Uy, esa oportunidad fue denominación o nomeación. ¿De quién que de quién que estamos hablando? ¿De qué personas que a gente está falando? archivos una producción de coñecimiento tes mestrado afins. Ah, sabe que est
Falando de personas hegemónicas quién quién que no se nombra normalmente la blanquitud, la branquituyo, la siseneridad, la heterosexualidad, la magreza o la delgadez eh espacios, territorios, categorías que no se nombran. Normalmente las personas no nombran eso en las producciones de conocimiento. Normalmente nombran el otro, el otro negro, indígena, no blanco, trans, LGBT, gordo. Entonces, ¿cómo que tratamos esa producción de conocimiento? Porque eso tiene relación con pensar una salud o no integral a partir de una bioética que sea. No, no aprendemos como un recorte, solo que no nos nombramos como un recorte. nos olvidamos de decir
que las personas son blancas, son héteras, que son sisgéneras. Ese olvido es, como ya vimos al inicio, es una ética política afectiva, Hegemónica. Y cuáles narrativas también entonces creamos o construimos ache cría para pensar el aborto, a gestación o a gravidez o el embarazo. Entonces, ¿cómo que creamos esas narrativas? ¿Con qué personas, con qué sujetos, en qué locales, en qué territorios somos personas que observamos o que estamos dentro? somos que está longe o persona que se Implica. Ahí entonces eh pensando en esas en las propias intersecciones o en la interseccionalidad, yo gustaría trasero, les gustaría
compartir este otro término que es el término de la encrucijada, ¿no? que es un término que eh traigo también de las perspectivas y cosmopercepciones afrobrasileras, afroindígenas, ¿no? Eh, y de la de la cosmopercepción, ¿no? Y a partir para pensar no solamente la Intersección en cuanto esos diferentes no marcadores de la diferencia, ¿no? que van construyendo espacios y territorios donde las personas pueden o no circular o de qué forma circulan, sino también una política ética de la encrucijada en el sentido de líneas de fuga, posibles formas también de de crear jotas, caminos en que podamos construir
otras historias posibles que sea otras formas posibles de salud, dita dicha integral, ¿no? Y aquí son inspiraciones que son Brasileiras, n de Luky Yemon, da Leda Martins, María Martins Da Curiel que eh trabaja en Colombia en la Universidad Nacional. Entonces, para pensar también, no solamente cómo, ah, sí, porque si es una persona atrás, una persona negra, indígena, t ta ta pasar tantas violencias para esa persona, sino por qué que pasan tantas violencias para esas personas, cuál que es la intensidad de esa violencia y por qué se crían esas Intensidades. ¿Cuáles son también los territorios que
perpasan esa producción de diferencia y de una diferencia para la violencia? No una diferencia por si so la pluralidad que pasa ser, sino una diferencia a partir de violentar para poder inclusive legitimar una violencia y legitimar una necropolítica como eh la vicerrectora habló, faló hoy de mañá. Entonces, no solamente dejar eh no solamente es dejar morir, sino hacer morir inclusive a partir de una no Política desaul integrado y desaul sexual y reproductivo o no reproductivo. aquí compartiendo entonces también un poco en relación a cómo voy pensando esas discusiones a partir de toda esa complejidad de
lo que sería pensar las políticas de salud integral LGB LGBTI QPN+. Entonces, para pensar que tenemos varios territorios que van a perpasar esas políticas, como ya comenté algunos, el territorio de la endosis Heteronormatividad, el territorio también de la supremacía blanca blanca o de la blanquitud y sus efectos, el propio proceso de colonización o colonialidad, eh, doabyayala y gita, América Latina y ahí también cómo se va construyendo ese esa salud, ¿no? Entonces, no solamente a partir y lo que vamos a traer, estoy conversando hoy con ustedes es a partir de las cuestiones de identidad de género,
orientación sexual Y formas de se relacionar, pero también estamos ahí entonces pensando las cuestiones éticos raciales de clase, la edad del estatus migratorio y las cuestiones de trabajo regulamentado y aquí pensando también inclusive las personas trabajadoras sexuales, ¿no? y como que eh vamos también conversando con lo que serían esas políticas o esa falta de política, atendimiento y acolimiento o eh salud en relación a esa diversidad o cómo que se da también esa Ese cuidado entre muchas comillas aspas. Y también tenemos las violencias que perpasan de diferentes formas estructurales, institucionales, el propio capacitismo, el racismo junto,
machismo, sexismo, patriarcado, la gordofobía junto con las eljetofobías y cómo conversan a partir también de pensar entonces en Brasil, en otras partes de América de América Latina, Duabyayala, el parto dicho humanizado, ¿no? ese lugar de tener de humanizar Para poder construir espacios de un cuidado digno. Dice mucho en relación también a nuestro vínculo con los animales y con aquello que no es humano, ¿no? Que nos damos inclusive direito de poder subalternizar si es el caso. Entonces, por eso precisamos humanizar teóricamente para construir una relación más eh horizontalizada o por lo menos no tan violenta. Y
ahí tenemos también el aborto y las tecnologías de reproducción existidas Junto con eso. Otras cuestiones que también se pensa un poco en la comunidad LGBTQPN, la cuestión del climaterio, los propios procesos de envejecimiento, quiénes que tienen derecho también a envejecer y quiénes no tienen derecho a envejecer y cómo que se da ese derecho a envejecimiento también a partir también de qué lógicas de cuerpo, de erótico, de sensual, de belleza y de cuidado. entendiendo lo erótico y lo sensual También como formas de cuidado. Y ahí también entonces como que se da una cuestión de la propia
patologización, medicalización de la vida, de la diversidad y la construcción de curas a partir de esa patologización. ¿Qué son curas? como coloco ahí que matan simbólica y literalmente, o sea, que están matando las personas LGBTQPN en el sentido de una no de esas personas se sentiren que no deberían existir dentro de ciertos espacios y territorios O que es no deberían ser ocupados por esas personas y también en el sentido literal de estar de estarmos siendo muertos prácticamente o suicidables. Algunas de nuestras cuerpas son suicidables y hay una política, una necropolítica para que eso aconteza o
para que eso suceda. Entonces, eh aquí es un un trecho de un una parte de un artículo que aún no fue publicado. Es un capítulo, un libro eh Que yo escribo junto con con otra persona, ¿no? sobre esa cuestión de cómo que sobre todo en Brasil cómo sean las políticas trans y cómo ven construéndose esa esa narrativa, ¿no?, de las políticas trans que de alguna forma también impactan las políticas. El BTQ más es como un todo, porque a partir también de un lugar de una patologización, aunque no sea ya más a partir del DCM, ¿no?
Sino una patologización social y Una medicalización social de las personas transinobinarias, también se reproducen los discursos de patologización y de medicalización de la diferencia como un todo de la diversidad y la pluralidad en relación a género y la sexualidad, ¿no? Y la salud mental siempre fue y aún es uno de los grandes pilares de patologización, ¿no?, de medicalización y discriminalización de la diferencia. Por más de que la OMS tenga retirado del Del y la propia DSM tenga retirado las cuestiones de la homosexualidad y la lesbianidad y bisexualidad y después de las cuestiones transes libros, de
ese manual diagnóstico estadístico de los trastornos mentales. Sabemos que eso lo social, en lo práctico, en lo político afectivo falta camino. nos falta bastante camino porque también hace poco tiempo que fue despatologizada la diferencia en Relación a la sexualidad y al género. Entonces como sociedad nos falta mucho, diríamos en Colombia, en otros lugares, nos falta calle. Falta de Jua inclusive ache ir para Jua y conversar con Aua, conversar con la calle. La calle nos enseña más de lo que imaginamos dentro de los espacios también de producción de conocimiento. ¿Qué conocimiento también sería ese? Entonces, eh
una un efecto un efecto de la propio proceso de colonización de la Colonialidad es también la construcción de ese cuerpo, de un cuerpo universal a imagen y semejanza de colonizador, ¿no? Y aquí pensar entonces en esa figura del colonizador como una figura que actualizando tipo capitalismo, se también te movimento, se va actualizando y va conservando los propios valores coloniales. Entonces, muchas de las políticas públicas en relación a la salud Integral, la saludqn tiene esa pretención de universalizar a nosas prácticas, nos deseos, nos erótico, nosa forma de estar no mundo, porque una lógica que no lógica
que a gente va compartilando, es lógica que hubo otro que da gente. Então, el espejo que se usa para construir ciertas formas de cuidado es el espejo normativo. Y ahí ven también varias de las situaciones y las violencias, preconceptos, prejuicios, estigmas, entre otras, que Sufrimos dentro de los espacios de cuidado y no solamente, más es ese es el territorio que estamos pensando hoy. Yo no sé cómo de tiempo dos minutos. Señor, señor, vamos cogiendo. No, ya me faló tiempo esgotado. Brasil ya fue más para saber en que aquí algunas cosas importantes para nomear. Aún tenemos
conflictos con el kit gay. Aquí en Brasil, en la Colombia también ya tuvemos un kit gay. En diferentes Partes de Abyayala se fala un tal kit gay. Aún lidamos con la cura gay y tenemos personas que hacen ese proceso de cura gay. Aún lidamos con prefiero prefiero un filio muerto que un filio [ __ ] viadu. Aún no estamos lidiando con eso. Lidamos con la marcha por la familia y la vida. Ahora la marcha de la familia se unifica con la marcha de las personas eh que no desean un aborto legal. Entonces tenemos una unificación
de esos procesos. Sa También podría se unificar, construir una luta solidaria. Temos tambén os procesos de como que esas poas entran dentro espacios de saúde. Então, muchas veces as pessoas no van dizer que una pessoa lésbica, que gay, que es B. Ten personas que no ten mucho que dizer porque llegan a sala y ya son colocadas en cuanto personas trans, en cuanto personas diferentonas, etcétera. Y ahí tengo un otro vínculo que se construye. Lo que muestra las pesquisas es que Cuando la persona se siente en confianza para poder decir sobre su sexualidad, su género, sus
prácticas, el cuidado es mucho mejor. Es obvio, más todo lo que es obvio es difícil y las personas no lo hacen. Entonces, de hecho, las personas constantemente están viviendo formas de cuidado heterosexual, sis género normativo, emblanquecido, que no tiene ninguna relación con lo que ellas están no siendo en ese momento con los territorios que les perpasan. Entonces pensar que aún tenemos ese fantasma, incluso ese fantasmiña que ustedes ven ahí, que es el fantasma de ideología de género. Aún tenemos mucho por eso. Y esa es una foto de una de las marchas que hubo aquí en
Brasil que es sobre intervención militar. Ya. Entonces, ver como todos esos discursos, discursos antigén o discursos también antiGBT que UPN+ conversan con esas marchas de una familia dita, heterosexual, blanca, perfecta, ¿no?, Etcétera. Fin. Y con ese lugar de esos valores que serían unos valores que va a querer gayizar todo mundo, ¿sabe? mariconar todo mundo, mas así gente ni todo mundo a gente quiere no vale para saber [risas] toda una lógica que impõe una serie de violencias para gente o tempo inteiro y é isso gente porque acabou me maso quero só colocar ú falta un mon
viajen que fao sería esa mi última slide agradezco Mucho la escucha y esperemos que consigamos conversar Gracias. [aplausos] Agradecer a la sua exposición. León, reforando un compromisso ético con equidad y a defesa da dignidad humana. B ainda no temos no temos pergunta, mas eu vou começar a aer questionamentos para o Dr. Miguel y a do Diana est online, parece que tem uma pergunta. Ah, v ah, estamos ali. Una pergunta para D. Cecília, que posibilmente cruza con tema de Ali. Ay, deixa ver. Hared de abogado del [ __ ] Y marco capitalista, es lo que determina
la injusticia y la gestación subirrogada. O que diferencia aí abría con toda toda relación Toda otra relación laboral a letra un poquin difícil se consegue. A letra, a letra eu a difícil de nem o espanhol, a letra que a bonita difícil de entender. Dale, dale. Listo. Haré de abogado el [ __ ] Si el marco capitalista es lo que determina la injusticia de la gestación subrogada, ¿qué diferencia habría con toda otra relación laboral enajenada? Hay algo particular con la gestación que La diferencie de otras formas de trabajo enajenado. Entonces, f un portugués, ¿no? Bueno, gracias
eh por la posibilidad de aclarar esto, porque e lo que trato de plantear es que ya hay un escenario que está determinado por una inequidad, por una simetría. ese escenario al ser al tener un marco, digamos, lo digamos lo como es eh que se desarrollan esas relaciones dentro de un Marco capitalista, hay como una ingenuidad en creer que van a ser simétricas. Eso por primera en primera medida. El problema es que tratándose de la mujer ya hay una explotación más, no solamente e digamos en el marco de un intercambio que no es simétrico, sino eh
en el marco de que se trata de una mujer que ya está previamente siendo explotada en un sistema donde las el eslabón más eh débil siempre lo constituyó hasta ese Momento eh la mujer. Y a eso hay que agregarle la situación de explotación en donde, como decía, hay una objetivación de su cuerpo. No sé si eso contesta lo que vos querías decir. Habla de preguntar, o sea, pensemos en una doble explotación hacia la mujer y en este caso su cuerpo. Tem mais uma questão aquí. Eh, gostaria de saber como dialogar con ruas, como tratar temas
como aborto, gestación por substitui y género, que Son cuestiones de conflito moral, mas como tratá-las con afeto. Eso para un do [risas] está escapando. Entonces, agradezco, agradezo pregunta. Juliar, [risas] olha, yo te diría que as ruas ya estendo movimento. Aqui a questão, né? Os movimentos en rela sexual no reprodutiva, ven da rua que Ven tambén para otros espacios, v para espacio académico, político, porque existe una necesidad también de transformación política y social, mas la inicía na inicia a partir de esos procesos también de inecuidad que son prescidos por las personas que están nacos no también
personas que estamos na más. que un diálogo, que a gente tenta tener un diálogo o deberíamos tener un diálogo más eh implicado que sea con ese con esas otras personas. en cuanto Academia falando aquí inclusive en cuanto esa academia como una institución que se coloca eh muchas veces o diálogo, né, con con coloca en un lugar de pensar también esa jerarquía dentro de ese diálogo y cómo que esos relaciones de poder van a afectar también ese diálogo. Entonces, cuando se fala de que nos falta calle, yo diría más que nos falta calle en las personas
que están dentro de academia que están produciendo conocimiento, a Partir de quién que ellas están produciendo también ese conocimiento, cualquiera ética, política, afetiva deas, si tengo una implicancia en relación con esas otras personas que son nomeadas y como que sea nomea ent y acho que importante a gente pensar memória y na historia y no esquecimento, memória, historia y olvido, porque ve a gente olvida vida o esquec que muchas cosas que a gente está conversando aquí elas partiron de rua, No partiron de academia academia a gente entra en academia inclusive personas que estamos lernid en academia
para decir, "Oh, galera, ustedes no están pensando aquí se sitúa más tal inclusive a propia a propia producción de misoprostol misoprostol, ¿no? En cuanto un medicamento para la función del aborto medicamentoso, él fue no descubierto por mujeres brasileras negras. Entonces, ¿y quién se coaptó de ese conocimiento? sabemos y ahora entonces no estamos dando misol para esas personas y para otras tantas que estamos en esa lucha política por un aborto legal o por un aborto libre que sea, ¿no? Y ese acceso a esa información y a esa historia y a esa memoria. Entonces creo que por
ahí que va, pero no sé si respondo. Agora gostaria de facer una pergunta pro Dr. Miguel. ¿Cuál cuáles son los Principales obstáculos ético-políticos para la implementación de la educación integral en sexualidade, especialmente en contextos de resistencia cultural o religiosa. Yo entiendo que básicamente las objeciones son culturales, religiosas, las mismas que se están planteando como relaciones de poder, son las que van predominando entre las sociedades y las que nos han dado el marco que yo referenciaba desde los 60. El marco biologicista tenía un encuadre axiológico que es el quien lo apadrina y quien lo apadrina lógicamente
han estado las relaciones de poder o la sociedad, los que llegan a dirigir los países o los entornos morales y religiosos que bien plantean una postura propia que lo único que está exigiendo es el diálogo, el respeto y y la inclusión, porque lo que está pasando en el modelo que estamos revisando es que de uno de Otro lado, lo que se ha ido buscando, lo que se ha ido es confrontando, planteando el conflicto e imponiendo, de manera que la universalización de los criterios estarían volviendo a a repetir lo mismo que estamos tratando de combatir. Okay,
gracias, profesor. Y para do Diana gostaria también de perguntar como la objeción de conciencia Institucional y masiva puede comprometer el el acceso de las mujeres al derecho a la interrupción legal del embarazo. para comprender. Okay. Bueno, muchas gracias por la pregunta. Eh, primero creo que valdría la pena eh explorar qué es lo que nosotros estamos entendiendo por objeción de conciencia y si realmente eh sería preciso o si es Pertinente hablar sobre una objeción de conciencia institucional o si la objeción de conciencia se centra en el individuo. Es distinto hablar de una objeción de conciencia a
nivel individual en donde a partir de unas reflexiones morales y éticas no se fuerza a un profesional a realizar un procedimiento como el aborto. Y otra cosa muy distinta es organizarnos de manera sistemática una institución que, claro, puede tener sus propios valores, Eh, pero que de alguna manera tenga una postura muy rígida e inflexible a vulnerar estos derechos. Entonces, de hecho, la gestión de conciencia de estas características eh continúa siendo uno de los principales obstáculos para el acceso eh justo y equitativo a este tipo de procedimientos. en la práctica se termina convirtiendo en una forma
de resistencia moral organizada que termina neutralizando cualquier tipo de avance Jurídico, cualquier tipo de diálogo. Cuando se aplica de esa manera masiva y sin ningún tipo de regulación clara, termina convirtiéndose no ese lugar de respeto a esa pluralidad moral, sino que termina convirtiéndose en una respuesta sistemática eh que socaba la autonomía de la mujer y que no permite o que no eh deja ser permeada por estrategias de salud pública o legislaciones que permitan el acceso a la al aborto. Entonces, creo que lo Primero que deberíamos preguntarnos es a qué hacemos referencia cuando hablamos de objeción
de conciencia. Primero, y segundo, ¿cuál es el alcance de una objeción de conciencia? Eh, recordemos que la obesón de conciencia termina constituyendo es una suerte de respuesta a a una suerte de como una dejar de cumplir una norma por razones morales. Y cuando hablamos de razones Morales, eh, suena un poco contradictorio convertirlos en algo institucional institucional que no permita el diálogo. Creo que que eso es un desafío por delante y por eso dentro de mi presentación y uniéndome un poco a la presentación del del Dr. Miguel, eh la educación es tan importante, creo que es
muy importante que un profesional de salud reconozca cuál es el espacio de la objeción de conciencia, que esa objeción de conciencia no se puede convertir en El arma para objetar personas. eh se convierte es en un arba de de desobediencia civil ante una norma que constituye un agravia su moral, no un instrumento para eh despersonalizar o para vulnerar los derechos de otras personas. Y en ese eh lugar de reflexión creo que sería pertinente ahí sí que las instituciones se organizan cuando sus profesionales tienen una objeción de conciencia. cómo van a responder a esa necesidad y
a esos derechos de sus Pacientes que son incontrovertibles. Entonces, creo que tiene mucho que ver eh lo que nosotros entendemos o cómo nos hemos educado en materia eh legislativa y lo que entendemos por objeción de conciencia. Creo que hay una grave eh eh malconcepción de lo que es realmente la obesión de conciencia y ahí es que empiezan los problemas. Muitas gracias. Eh, tambén mais uma pergunta que ver agora Para D. Cecília, né? Eh, gostaria que falasse un pouco má sobre a como, né, en contextos marcados por la pobreza y la desigualdad, hasta qué punto puede
una mujer e exercer su autonomía y delante de procesos de gestación subirrogada. Bueno, e hay que el punto de partida acá tiene que ser la eh asimilación de que lo que se presenta como un contrato simétrico no lo es. Y eso no es un dato que se me ocurra a mí, que a pesar de que es un tema que vengo investigando hace más de 10 años, eh, y que a lo largo de esos 10 años lo que fui recopilando fueron eh datos de la realidad de casos que uno va sumando, en donde aparece siempre el
común denominador que ahora la ONU en el informe de julio del 2025 lo ratifica. en el mayor porcentaje de lo que aparece como un contrato, esta e lo la que va a ser la mujer gestante Tiene una situación socioeconómica tremendamente inferior a los progenitores comitentes. Son muchos en muchos casos provenientes de eh eh barrios eh marginales. Hay testimonios que en su mayor parte uno dice, eh, uno escucha que son de personas que ya son madres y que, por ejemplo, pensaban en ampliar su su casa. Y entonces veían eso como una posibilidad, un medio para hacerlo.
en otros casos, para el tratamiento de un Hijo ya existente, es decir, una asimetría brutal que de ninguna manera reflejaría que hay un contrato igual entre partes, tal como se se pretende hacer pasar por todo un sector del feminismo, que yo aclaro que porque alguien sea feminista no necesariamente va a defender a este las personas que ya se encuentran a la mujer vulnerada por un sistema que la relega a e salarios inferiores a los hombres. Muchas veces tener que dedicarse a eh la Crianza de de los hijos y no recibir ningún tipo de salario e
este y demás. Eso sería un caso y si me permitís un segundito más, eso sería un caso de la mayor parte de los países e en donde se realizan y que son no son países este del primer mundo, digamos. Pero hay otro caso que ahora está emergiendo de una forma horrorosa, que son el caso de las mujeres migrantes, en donde se toman eh no tienen o no tienen documentación o tienen no tienen Personas que respalden por ellas y son trasladadas a otros países en donde sí existen clínicas que eh tiene practican eh este tipo de
terapia, es este tipo de técnica, perdón. Entonces, eh no solamente aquellas mujeres que ya son explotadas, sino también ahora se agrega el caso de las mujeres migrantes. No sé si con eso contesto lo que preguntando un pouquinho de saúde integral y acesso a saúde da comunidade LGBTQI. APN Eh gostaria que falasse un pouco como v a forma eh dos profissionais da saúde, principalmente formação específica sobre diversidade e os direitos, né, de de comunidade LGBTQN+ como quea forma desinforma [risas] na área da saúde impacta na qualidade y na equidade do cuidado oferecido aa populación. Gracias pela
pregunta. Então, educación no temos así tentativas no vamos dizer que no tentativas de poas entre los espacios de saúde facendo de algún tipo de discusiones relacionadas con diversidad as populaciones y as pessoas pene más que o mesmo que a mesma pregunta que para inicio, la cuestión es que esas esas discusiones son discusiones puntuales y no transversales. Entonces, para que de hecho construyamos Un espacio mínimamente de equidad o de equidad dentro de la salud dicha integral, es importante que esas discusiones sean transversales y no una disciplina, no alguien. Ay, ay, es verdad, existen las lésbicas, vamos
a colocarlas aquí. Ay, nos olvidamos de las personas trans. Llame una persona trans para hablar aquí en una disciplina para ver para solucionar todas las dudas que las personas de la salud tengan sobre ello, ¿no? sino de hecho que estén que exista una inclusión curricular y que de hecho construyamos currículos otros o formas curriculares otras para pensar en esa lita inclusión que yo no conseguí conversar con ustedes, me pero hay una hay unas personas pensadoras que van trayendo ese lugar da de una inclusión que que excluye, ¿no? De una inclusión que va a excluir de
hecho. Entonces es una inclusión pelameramente políticamente Para decir que si hablamos sobre la diversidad, imagínense si no hacemos eso. Claro que hablamos sobre las personas LGBTI PN más, pero la cuestión es que en la práctica, en el cotidiano, en el día a día, en las referencias, como la propia vicerrectora trajo en relación a quién es que nomeamos para leer, para pensar, para discutir, normalmente no tenemos muchas personas que sean LGBTI PN+, Normalmente son personas blancas y séas y como ya se dijo europeas y no que no podamos conversar con esos sujetos y no podamos también
profanar ese conocimiento europeo. U convite a profanarlo, si fuera caso, y a traer otras posibilidades para conversar con esos conocimientos y que no sean toquenistas, o sea, que no sean solo para decir que estamos siendo personas inclusivas o de una educación inclusiva, sino que de Hecho sea una transformación y para eso también tiene que existir una ética política afectiva, eh, personal. subjetiva, singular para construir a colectiva. O sea, la práctica del cotidiano en el consultorio de la persona tiene que conversar con su práctica del cotidiano en la vida y viceversa. sino esa distancia es más
una silada colonial o una trampa colonial, ¿no? Ese pensar que podemos cambiar nuestras Prácticas solo una parte de nuestra vida y no el resto. Y es pensarnos también como personas que producimos violencia. En cuanto no nos pensemos como personas que también producimos, reproducimos violencias diversas, también no vamos a construir espacios educativos que pensemos y dialoguemos sobre ello. Entonces, creería yo que es una transformación profunda, que es una transformación también de la propia lógica educativa colonial. Entonces es Repensar las formas también de conocimiento, de saber la jerarquía del conocimiento que tiene ya una gente trabajando sobre
ello, ¿no? A partir del proceso de colonización y el proceso también de racismo, ¿no? Y otras violencias y al mismo tiempo también construir espacios de diálogo y de troca, ¿no? O de intercambio de esos saberes y conocimientos a partir de un lugar también de ser de la ignorancia. Entonces, de también acreditar y abrazar Nuestra ignorancia y hacer algo con ella y no colocársela al otro. Por ahí que va. Gracias. Gracias. ao que tem mais nenhuma questão. Agradeo imensamente a aos palestrantes por suas contribuies y ao público, né, por diálogo comprometido con dignidade y os direitos
humanos. Que esta mesa nos inspire a reafirmar o papel da bioética como fora promotora de justiça, autonomía e incluso ameaçam conquistas fundamentais. Estejamos vigilantes. Muito obrigada. Muitas gracias. Gracias, doctora Diana, Dr. Miguel, doctor Ali y doctora Cecilia. Obrigada. Gracias. Es es muy togado micrófono. Assim como essa se preparando lá para a COP 30 em Belém que reunir diversos Países para tratar da agenda do clima a gente v tratando com muita importância o tema da intelig aspectos e primeiro v apresentar a depois falar un pouco dos do nosso contexto inclusive v trazer para vocês un pouco
do contexto internacional depois do contexto nacional e o trabalho que sendo realizado no tema y a tendo a democracia como eixo, né, como um assunto implícito, né, em todos os processos est Sendo construídos. V estar como é que a gente vem trabalhando isso no decorrer de cada ação nossa e vou ficar disponível para gente poder conversar un pouco sobre aspectos específicos, bom? Comeando eu hoje integro a carreira de ciência e tecnologia do Ministério da Saúde. Queria saudar aqui meu mestre, né, de vários anos professor Antônio N plateia excelente surpresa encontrar con porque a gente se
conheceu 25 anos atrás setad bebezin De atividade prática onde eu comecei as minhas atividades práticas e na psicologia saúde mental. Hoje eu trabalho com inovação tecnológica, né? Eu tô rodado, né, em outras geraes tamb. Eh, e isso significa que a gente responde, né, no decorrer da nossa vida aos desafios que vão aparecer muita liga com os desafios do SUS. Eu sou da quarta gera da minha família que na saúde pública. Então, eu vou me envolvendo e desde sempre, né, eu me envolvo com a Parte de de inovação tecnológica. Na verdade, eu fiz vestibular para duas
coisas, tá? Para psicologia e para TI ao mesmo tempo e passei nos dois. Então eu cursei psicologia e trabalhei com isso e fui me aproximando da TI e hoje eu trabalho com isso e tentando fazer com que o SU ten cada vez mais condi inclusive de de prover consciência para todas as pessoas de como é que a situação de saúde que coisa moito importante para que a gente possa atuar Como sociedade. dois é como as políticas públicas estão respondendo aos desafios de saúde pública que nós temos, tá? Então, quando a gente fala de gestão da
informação, dissemina de informa falando també de como as pessoas podem participar disso, entendendo como é que está tudo, né? Eh, desde 2023 sido responsável por projeto de provavelmente por isso que eu t aquí e queria falar para iso se configura como agenda, tá? A secretaria de informa saúde digital, a CIDA foi estabelecida em 2023 nova gestir um debate da da equipe de transi para poder criar uma organización, digamos assim, dos assuntos que diz respeito a informação e saúde digital, tá? E aí faz diferencia Thaago diferença porque para que a gente tenha recursos, para que a
gente faça políticas públicas endereadas, né? a gente precisa de uma unidade estratégica que possa organizar isso, ter um orçamento para isso e Mobilizar os entes subnacionais, né, estados e municípios para adotar essa agenda também até o nível local, tá? Eu acho que algumas poas aquí podem ter percebido movimento diferente, né, na agenda dos municípios no SUS, eh, pensando un pouco mais em telesaúde, pensando un pouco mais em como trabalhar as informações, como estabelecer modelos de informação para fazer com que o tránsito de dados, né, ele possa apoiar o cotidiano do serviço, né? Então, dados De
vacina hoje eles são trabalhados no nível do indivíduo, né? Não sei se vocês tiveram algum contato com servios de saúde, por exemplo, mas durante muitos anos a gente contava doses aplicadas fazendo um pauzinho no papel, tá? Só que eu conseguia saber rapidamente quin sido imunizado. Se tivesse que recuperar essa informa tinha e lembram que todo mundo perde o cartão de vacina de papel, lembro disso? Então hoje a gente trabalha com cartão De vacina digital individualizado, inclusive com lote da vacina que foi aplicada nas mãos de vocês no meor digital, correto? E esse é um asunto
de poucos anos para cá, asunto de 2019 para cá, quando a rede nacional de dados e saúde estabeleceu como realidade na vida de todas e todos, né? Então vou mostar um pouco para vocês como é que a gente v trabalhando isso. A gente tem diversas secretarias finalísticas do Ministério da Saúde. A Cediga é responsável pelo Eixo informação de saúde digital e ela apoia todas asas na sua agenda. A gente tem na CD tr grandes departamentos que er concidos como dataus que famoso n todo mundo que pesquisa usa dados do dataus n só que os dados
são produzidos por todas as outras secretarias y o datas é o aquele que guarda n aquele custó adiante que organiza inclusive o acesso alguer pesquisa por exemplo o departamento de saúde digital inovação de má concido Pela telesaúde, né, que aí sendo disseminado no Brasil inteiro, crescendo, né, na em termos de serviço. Inclusive, se vocês viram data de hoje, se não me engano, foi publicado o resultado de um edital agora tem especialistas que f sobre a modalidade de telesaúde no Brasil inteiro, né? Então, a ideia é que a gente amplie serviço de telesúde especializados para que
as pessoas fi menos tempo esperando acesso a especialistas, né? Então Exemplo do DE do Demas, que é onde eu trabalho, a gente responsável por plataformas de dados, né, desde dados sobre indicadores, como os dados em si que são trabalhados para decis da gestão, né, no Ministério da Saúde e também que compartilhado com estados e municípios para quees façam gestos itos de atua aquí quem pesquisa trabal com tabetes con Tabinet Tabinet plataformas que está conosco. Inclusive para qu gosta, né, vai mudar nos próximos meses, vai ter mais funcionalidades, vai ser atualizado tecnologicamente, a ideia que a
gente cria uma comunidade para para desenvolver suas funcionalidades em coopera con universidades, institui científicas e tecnológicas y com os entes de estados e municípios, né? Então vou trazer novidades aos poucos Camila para para ir conendo un pouco e aquí un pouco do que a gente entende Como saúde digital. a gente tem diversos elementos aí sendo um dos elementos da inteligente internet das coisas, a gente tem eh a própria telesaúde, a gente tem um grande eixo de telesúde, né? E na área de medicina que no Brasil, por exemplo, tradicionalmente foi mais evoluída no decorrer do tempo.
A gente tem alguma tradição, inclusive nos diversos estados como Santa Catarina, a gente tem uma grande experiência aquí tem grande Especialid que teledermatologia por exemplo apoio ao Brasil inteiro. Brasil a gente tem certa maturidade, né? Em 2023 se inici sobre a política pública de saúde digital. Então a diferencia está sendo percebida aquí, né, de você ter uma CED, né, é que a gente consegue ter uma política pública estabelecida e coordenada e financiada, né? Então a gente desde 2023 come a debater, 2024 a gente lan a portaria que institui o programa saúde digital, nosso Programa de
saúde digital sur digital diversos componentes com a perspectiva de que a gente de alguma maneira coordene, promova a transformación digital noito estadual, mas também nos locais, né? E como é que a gente organizou isso? A gente fez um grande debate nacional e essa portarela foi consensuada, né? não atua. A gente chegou a 100% de adesão estados e municípios 570 municípios a época os 27 estados aderiram o programa. Agora a Gente tem mais um município, né, da Rio de Janeiro de 25, então estão todos eles inscritos nessa nesse movimento e a nossa ideia foi disseminar recursos,
né, para fazer com que a agenda de transformação digital fosse estabelecida por regiões de saúde, que a primeira coisa, né, o SUS tem essa vocação, né, de fazer as coisas de maneira colaborativa. Então a gente propiro ele fosse entregue aos entes, mas que eles organizassem a utilização dos Recursos novos entre os municípios, só individualmente, porque alguns t recursos, t menos recursos. A outra questão importantíssima que fez parte desse movimento foi que a gente entregos para quem tem mais necessidades. Então a gente criou um índice para fazer a divisão do recurso para fazer com que aqueles
que mais precisam ten condi de promover a transformação digital, ten apoio para isso, né? Como eu falei, a gente tem a plataforma Chamada rede nacional de dados em saúde, que é uma plataforma de interoperabilidade como uma grande estratégia de organización dos dados em saúde. E aí tem uma grande questão que diz respeito, né, a inteligente nacional de dados de saúde a gente protege os dados pessoais e cria padr quees sejam utilizados em sua total integridade, né? Então aqui a gente tem uma una plataforma que recebe dados Tanto de entes públicos quanto de privados e a
gente consegue no processo, né, de organización nesses dados inclusive enriqueclos. Então o que que iso? Se a gente recebe um registro, né, de um laboratório que fez uma vacina ou de unidade de saúde que fez um atendimento, a gente aproveita as bases nacionais para fazer uma complementa de dados. Então a gente complementa da informação fichando aquele registro individualmente e Fazendo com que a gente possa perceber no decorrer dos atendimentos históri de vida da de cada poa que atendida o que aconteceu com ela. Então a poa lembra naquela figura que fica a pastinha debaixo do brao
que fica por aí, né, nas unidades buscando atendimento. Então a ideia é que a gente tem aquele histórico da pasta aqui e que ela própria, a própria pessoa pode por meio do su digital entender a sua situação de saúde e que a Gente possa estudar o agregado de dados con diversas aplica de análise incluindo inteligent a gente tem diversos temas aquí. A ideia é que a gente faça isso de maneira colaborativa para poder promover a continuidade do cuidado, né, que é o que a gente espera. A gente espera poder entender como é que o cuidado
está estabelecendo e criar um histórico das pessoas para que a gentea entregar inclusive mais segurança nos Atendimentos. Eu lembro que a gente conversava sobre plataforma que integrava dados de poas hemofílicas y elas falavam da importância de serem concidas por aí paraas poderem viajar e quandoas precisassem de atendimento serem compreendidas na individualidade delas queas t questes mo específicas que trazem mais segurança para ela se a pessoa tiver informação da condição de saúde dela. Então aa serve para isso. A ideia é que a gente saia do modelo Fragmentado para modelo onde a gente tem as diversas bases
interagindo e entregando aquilo que a gente precisa para cuidar con segurança, né? Quando a gente fala de governan e gestos em saúde, o grande desafio a gente pegar essa massa de dados que o Brasil tem e uma ressalva aqui, né? O Brasil ele é muito percebido como lugar muito rico em rela a dados em saúde, porque a gente tem uma tradição de décadas, né, na produção e utiliza de dados, seja Atencializada, na vacina, na atenção primária. O que nós temos de dados, eu arrisco dizer que poucos países do mundo tem. Então, tanto en relauntos quanto
a quantidade de registros, a gente tem por ano bilhões de registros em saúde. Se constitui como a matéria prima para desenvolvimento de aplica de ar que diferenciada. uma ideia, né, do trabalho que v sendo realizado de 2023 para cá, é que a gente estabeleceu em nossas diversas Ferramentas, né, modelos de catalogação, seja de políticas públicas, de conjunto de dados ou de alguns mecanismos de análise de dados para fazer com que a gente devolva, né, pra sociedade e prosgos de controle poderem estudar o comportamento da política de saúde, né? Então aquí a gente tem a sala
de apo gestica que estava fechada foi reaberta, né? do ano pasado, o módulo de gestión de dados indicadores eh ferramenta mo importante pra gente Porque nós temos dezenas ou centenas de indicadores nacionais ees trabalhados em rede, né? a gente tem uma rede colaborativa chamada HIPSA e a gente tem os melhores especialistas do Brasil trabalhando para criar os indicadores, né, com alta qualidade. E a gente tem uma ferramenta que cataloga isso tudo, gente, inclusive em rela aos formas de cálculo, a plataformaa organiza tudo isso num ambiente tecnológico e as outras ferramentas, né, que disseminas Automaticamente utilizas
referências do MGDI para poder entregar as informações processadas o rápido possível, né? A gente investiu também num grande movimento com a secretaria do ministério, fazendo inclusive pela primeira vez uma consulta pública, né, sobre o que a população quer na plataforma de dados abertos. No começo do ano que vem a gente fazer outra consulta pública pro período de 2026 a 2028 a gente espera contar com a Contribui de todas as pessoas, né? Aqui é uma exemplo, né, da rede interagencial. A gente hoje dispõe de rede, né, que tem hoje 45 institui incluindo IBGE, IPEA, universidades federais
e outras, né, para poder fazer com que o debate sobre os indicadores principais, os grandes temas da saúde possam ser discutidos com alta qualidade, né? Eu particularmente desconcia como assim tido contato com outros países e dificilmente v uma una Uma concentra de inteligente porque tudo é produzido em consenso. existe votação, né, que a maior quantidade ganha, não, todos os indicadores da Ripsa são trabalhados de maneira consensuada. E aí um asunto que talvez seja importante, né, de mencionar aquí, né, é a nossa participação no plano brasileiro de a PBIA. Concem plano, falar dele, tá bom? Algumas
poas outras acho que vale a pena Buscar documento, né? e para o bem de todos. Fala sobre investimentos, fala sobre projetos de curto prazo y fala també sobre as nossas referências nacionais, tá? Esse foi um plano que foi encomendado pela própria presidência da república e a ideia que a gente constitua debate amplo, né, a nosa estratégia nacional de seja pro setor saúde ou paraos inclusive com forte debate entre os setores que foi feito ano passado, porque nós temos nesse Momento o marco regulatório da sendo discutido, né? Então a ideia é que a gente possa envolver
todas as partes interessadas para poder constituir un documento de referência para o desenvolvimento da IA, mas tambén pro melhor uso considerando várias nuances quea traz. setor saúde el é considerado como setor de alto risco, dado impacto, né, seja em aparelhos, né, que fazem diagnóstico, seja em aplicações que apoiam a decisão médica Ou de outros profissionais e até dados de laboratório são trabalhados por essas aplicações. A gente tem que entender como controlar isso, como organizar para que as pessoas que utiliz afetadas de maneira negativa, né? Então, só para exemplificar, eu trouxe aquí dois projetos nossos, né?
Um fala sobre a estimativa de medicamentos, sei se sabe, mas a gente tem uma compra centralizada de mais de 150 medicamentos e é muito desafiador, né, fazer com que esses Medicamentos cheguem a todas as pessoas não falte e também não sobre, né? Então a gente está desenvolvendo modelos preditivos para fazer com que 151 medicamentos eles cheguem aos lugares que tem que chegar em tempo oportuno, que a gente compre excesso com medo de faltar, então que a gente faza uma compra cada vez mais precisa e tenha assim eh decorrer do tempo uma capacidade preditiva cada vez
maior, né? A ideia é que a gente consiga prever com Até 12 meses de antecedência a demanda nacional. Isso não é um trabalho fácil. Então a gente decidiu investir nesse nesse tipo de projeto. O outro é sobre judicialização no SUS. A gente tem cerca de 4 bilhões do orçamento do Ministério da Saúde sendo comprometido hoje com demandas judiciis. Isso envolve inclusive presses do mercado, né, em relação de tecnologias que estão inclusive incorporadas, né? Então a gente está trabalhando para tentar Entender e otimizar os processos e fazer com que aqueles que que ser priorizados sej devidamente
priorizados, né? Eh, para que saibam, né? Nos últimos anos o Brasil lider diversas discussões. A gente teve na presidência do G20 e fez um evento sobre G20 discutindo fortemente sobre as melhores referências pros países membros. Eh, em relação ao BRIX, a gente também fez o mesmo movimento, fizemos discussões e existe um consenso em relação a necessidade de Construção de uma IA ética responsável e que seja eh estabelecida pro bem público, né, em detrimento dos interesses de mercado, né? Então iso circulou, né, de maneira consensual. O desafio é tornar isso real, né, é fazer com que
isso na prática exista. a gente participa de várias redes, né? Uma rede mais ligada ao nosso contexto na Latinoamericana Haxel, a gente participa de diversas atividades e lidera, né, alguns assuntos por lá. E no na GDHP, Né, que iniciativa internacional, a gente integra, inclusive no ano passado trou pela primeira vez pro pro Brasil, né, a reunião do grupo internacional que fala sobre saúde digital, inclusive a eh mais recentemente, dois meses atrás, a gente a gente fez uma discussão importante no no Mercosul, fazendo acordos, né, com os países do Mercosul em rela agenda da saúde, incluindo
I, né? Então, só para entenderem como a gente tem atuado, Eh, uma men aquí em rela da da saúde digitals Américas, o Dagostino, ele trouxe pra gente uma avalia depois de mais de ano e meio de interação, né, com o Brasil, outros países, de que o Brasil não só participa, não só envolvido com ounto da saúde digital, mas ele de alguma maneira está influenciando e liderando o movimento para fazer com que a gente tenha ao mesmo o desenvolvimento tecnológico, mas a gente tem um Desenvolvimento tecnológico com princípios e diretrizes do SUS que são diferencial, um
diferencial reconhecido no Brasil, no mundo. Então, a gente fica feliz de ver, né, que o SUS está se fortalecendo as instituies públicas, inclusive as científicas e tecnológicas est trazendo fora para nosa agenda da saúde. E o que a gente espera é poder construir, né, eh, as melhores referências. Inclusive, na semana passada a gente teve um debate com o Ministério da Justiça sobre a elaboração de um guia, né, um guia de de de boas práticas, né, pro desenvolvimento de aplica de em saúde. E aí, assim como foi feito para educação, tá sendo feito para cultura e
os outros setores também, a gente espera em breve, né, poder construir essas referências, a gente conta tanto as universidades quanto centros de pesquisa para poder colaborar nessa agenda, tá? Nesse momento, o que eu tenho para dizer, é a parte Especializada, eu deixo para seguir na mesa para gente poder conversar un pouco sobre isso, tá bom? [aplausos] Parabéns ao Dr. Thaago, nos abrilhant excelente explana. Já fiz aquí as minhas perguntas, tenho certeza que todos ter também colaboraes com perguntas que vão ser enviadas de maneira escrita para que a gente possa depois eh dirigir aos nossos ilustres
palestrantes. Na sequência eu gostaria de convidar a D. Marta Curra de Duarte que nos abrilhantar con palestra sobre inteligência artificial, integridade científica. Ela é bioquímica, geneticista y bioeticista, mestre em gestia e da inovação, assessora da rede bioético UNESCO e investigadora categorizada do CONACIT, por gentileza, Dora Marta. [aplausos] ustedes. Gracias. Muy buenas tardes. Vailla Si está Ignacio va a Ipona, gracias. Es un honor poder compartir con ustedes esta reflexión sobre la inteligencia artificial y la integridad científica. Agradezco por ello a los compañeros de la red que hicieron posible mi participación. No tengo conflictos de interés para
hacer la presentación. Mi propósito es abrir un diálogo sobre cómo la región de América Latina y el Caribe puede construir una relación Ética y soberana humanista con la inteligencia artificial. Me he apoyado en la inteligencia artificial también en el índice Ilía, el índice latinoamericano de inteligencia artificial en las recomendaciones de la UNESCO para la ética en la inteligencia artificial y por supuesto en nuestra eh declaración de bioética y derechos humanos. Ahora bien, la IA es una disciplina informática que combina datos, combina El harvard, la conectividad, los algoritmos para aprender, razonar y resolver problemas, operaciones, como
lo haría la mente humana. Pero más allá de esta tecnología, debemos nosotros preguntarnos qué cuál es el papel que cuál es el papel que ocupa, ¿verdad?, el ser humano en este proceso. Hm. ¿Quién define las prioridades que y los límites éticos de lo que una inteligencia artificial puede o no Hacer? Si observamos cuál es el desarrollo global de la inteligencia artificial, teniendo en cuenta que no solo se trata de métricas, sino que se trata de investigaciones, se trata de gobernanza, se trata de patentes, de publicaciones para ver, podemos ver que este desarrollo global está profundamente
está muy desarrollado en el Asia con más del 50% del desarrollo y se el la parte restante se dividen entre Norteamérica y Europa. América Latina solamente eh tiene a su cargo un 2%. Hm. Pero ese pequeño porcentaje que refleja la gran desigualdad a nivel desarrollo y la urgente necesidad de instalar políticas regionales que nos permitan crecer, no debe de verse como una debilidad, sino como un desafío ético y estratégico que nos permitan crecer. Hm. Para construir un modelo propio basado en la equidad. la diversidad y la identidad cultural, respetando así el Artículo 12 que nos
indica respeto a la diversidad cultural y del pluralismo. A su vez, si analizamos, tengo que bajar porque tengo varias flechitas. A su vez, si analizamos este 2% que tenemos en Latinoamérica y el Caribe, observamos un crecimiento heterogéneo con unos pocos países líderes, otros avanzando de manera intermedia y otros muy rezagados, h reproduciéndose esa desigualdad eh que nosotros la conocemos muy bien. En infraestructura se destacan Brasil y ahora comprendí parte del del motivo de por qué esto es así. Acabo de escuchar al profesor Tiago y Uruguay. En relación a la generación de datos, como bien lo
decían, en nuestra región se producen muchísimos datos, tanto a nivel en los sistemas públicos, ¿verdad?, y como en los niveles en los privados. Sin embargo, estos datos nosotros no lo tenemos disponibles para el desarrollo de nuestra inteligencia artificial y no lo tenemos a nivel local porque nos Falta también gobernanza. Hm. Entonces, nosotros no tenemos eh leyes para de conflictos de interés que nos permitan eh resguardar los datos. Hm. Entonces, eso eh cómo vamos a hacerlo cómo resguardamos eh y si bien el promedio de datos está liderado por Chile y México, h el talento humano que
deberían de iniciarse en las escuelas, culminando los posgrados y posteriormente y que son los responsables también de la De la infraestructura y de esta generación de datos. Nosotros podemos observar acá que están liderados por Chile y Uruguay. Hm. Los otros países le podemos ver eh que que si bien están desarrollándose, hay mucho rezago, o sea, no se atiende al artículo 15 del aprovechamiento compartido de los beneficios, como nosotros. La UNESCO también nos recuerda la importancia del principio de equidad y no discriminación y de adaptar los servicios tecnológicos Al contexto local. La IA no puede homogeneizar
nuestras identidades ni erosionar nuestra diversidad cultural. Urge, por tanto, fortalecer la infraestructura, el talento y la gobernanza. tenemos un ejemplo esperanzador, esperanzador, ¿verdad? al igual que lo que teníamos también que nos mostraba el compañero Tiago, la Tangept, un modelo de lenguaje desarrollado para América Latina y el Caribe, coordinado desde Chile con más de 40 instituciones. Esto, yo me apoyé en la IA, eh no no pude acceder a mucha información, pero para mí es bastante experienzador que podamos tener esto que nos esté articulando a toda la región, un esfuerzo colaborativo que demuestra que podemos crear herramientas
éticas y representativas de nuestra cultura. está entrenado tanto en español, portugués y tiene eh lenguas indígenas, que es algo muy importante. Los entrenadores son Investigadores interesados no solo en la cultura, sino que la IA está abierta a todos los otros investigadores eh de otros de otras instituciones públicas, privadas, universidades e incluso las organizaciones sin fines de lucro. Hm. Entonces, presta atención a la privacidad que decía que se necesita gobernanza, anonimización de los datos donados. Entonces, esto es un camino para imaginar el futuro de la IA en nuestra región. Eh dice Álvaro Soto, "No se trata
eh apenas de llegar o solo de llegar a Itaca, sino también disfrutar el camino mientras esto se realiza." Esta frase resumen perfectamente el espíritu de los latinoamericanos de la ciencia y responde al artículo 13 de la Declaración Universal de Bioética de Derechos Humanos, Solidaridad y Cooperación. A ver, ¿dónde tenía que apuntar? Ahí está. Bueno, en investigación los Avances también son desiguales. Está liderada por Chile por también por lo que estábamos explicando y solo algunos países tienen programas de inteligencia artificial en sus universidades y centros de innovación. Sin embargo, el principal reto no es solo técnico,
sino es ético. Necesitamos formar investigadores íntegros, con pensamiento crítico, capaces de identificar los selgos y garantizar la transparencia de los algoritmos. Eso es crucial. Brasil y México, como pueden ver, concentran el 90% de las publicaciones y el 68% de los investigadores. Nosotros eventualmente eh venimos perdiendo a nuestros investigadores al no darle el lugar eh que donde podrían desarrollarse. Tampoco podemos dejar de lado la equidad de género en la IA, que es un área dominada por la presencia masculina con una presencia femenina que no pasa del 30% si miramos a nivel regional. Y si bien la
participación femenina ha tenido Un aumento del 19,8 para el 23,6%, todavía está muy distante eh de una eh paridad, está muy estamos muy lejos y la recomendación de la UNESCO enfatiza la participación de las mujeres y las niñas en la ciencia. Entonces es necesario que incentivemos la participación de mujeres y niñas, porque si los algoritmos se entrenan desde ya con sesjos de género, van a seguir reproduciendo esas desigualdades que nosotros eh Queremos cambiar. Por eso, integrar la perspectiva de género en el desarrollo y evaluación de la inteligencia artificial no es un lujo, sino una obligación
ética. En relación al uso de la IA, tiene potencial para transformar la salud, ya nos mostraban, la educación, la gestión pública y la investigación científica, pero su utilidad real dependerá de nuestra capacidad para asegurar que los datos sean representativos, abiertos y Justos. Sin soberanía de datos no hay soberanía tecnológica. El mayor uso que nosotros damos en la región se da a la generación de textos. En eso estamos eh los países latinoamericanos y en mayor en menor porcentaje y otra vez otros algunos países liderando al desarrollo eh de otros usos, como por ejemplo eh aquí, porque
justo me llegó mientras estaba en el congreso, con la IA previene mezclas peligrosas de medicamentos, eh una investigación que Están llevando adelante investigadores eh paraguayos con el apoyo eh de investigadores brasileros, o sea, se está haciendo de manera conjunta y para mí eso es muy halagador. Cuando hablamos de integridad en investigación, hablamos de responsabilidad, hablamos de honestidad, transparencia, hablamos de respeto. Hm. La ética aplicada en la ciencia, los valores eh no pueden negociarse. Los ejos algorítmico amenazan la honestidad, la opacidad de los modelos, afecta la transparencia. La delegación excesiva mina la responsabilidad. En investigación, la
integridad significa no manipular, no falsificar, no ocultar, no plagiar. Son todas estas, esto es lo que nosotros tenemos que transmitir a nuestros investigadores y estos no va para todos los procesos de la investigación, desde el diseño, la Obtención de los datos hasta la publicación y la comunicación de los resultados. en la era de la IA es también no delegar la conciencia humana a largo ritmo. Entonces, eh esto es lo que tenemos que atender y teniendo en cuenta que la mayor utilidad se da para la generación de textos, entonces eh me fijé qué es lo que
tenemos y las revistas, varias revistas tienen directrices para los autores en relación al uso de la IA. Lo Que se indica es que los autores deben declarar explícitamente el uso de la IA. Quien utiliza la IA asume la responsabilidad por los sesgos, errores o inexactitudes que se puedan generar, ya que si bien sabemos la IA puede intervenir en algún proceso de investigación, en la adición, en la redacción, no puede ser el autor. ¿Por qué? porque no puede asumir responsabilidad alguna del contenido científico, ni puede ser capaz de Gestionar los conflictos de intereses. La IA puede
existir, pero no puede reemplazar la autoría ética y mucho menos la creatividad humana. Entonces, eh esto también es válido h para la parte que nosotros eh decimos para los evaluadores, los revisores, h que también deben estar atentos porque si bien se indica a los autores que mencionen el uso de la IA, la tentación para la utilización de la IA es muy eh es hasta peligrosa, es toda una Industria porque uno puede encontrar y ya para elaborar la introducción, el resultado. O sea, es eh lo que nos lo que nos ofrecen es eh impresionante esta industria.
Entonces, no basta solo con verificar eh los resultados, es necesario comprender cómo se generaron. La revisión ética también debe evolucionar para incluir el uso responsable de esta IA. En conclusión, la IA no sustituye la integridad científica, la pone a prueba. Trazabilidad, eh equidad deben ser pilares de cualquier investigación. Nuestra región necesita fortalecer la infraestructura, el talento humano, especialmente en los países con menor inversión científica. Y solo así nosotros vamos a poder garantizar la diversidad, la inclusión y la cooperación eh real. La cooperación y los datos abiertos deben ser eh intensificados. La formación ética y digital
de los Investigadores es fundamental para mitigar sesgos y garantizar la equidad algorítmica. Debemos avanzar hacia políticas nacionales de integridad digital alineados con la recomendación de la UNESCO. Los comités de ética deben actualizar sus marcos para considerar el uso de la IA, tanto en el diseño de los estudios como en la escritura científica. Como se menciona en la declaración de Singapur sobre la integridad en la Investigación, el valor de la ciencia depende de la integridad con con que se realiza, más allá de la de las diferencias institucionales, geográficas o mismo de los eh de las herramientas
con que esta sea realizada. Ag. Muchas gracias. Obrigada. [aplausos] Agradecemosísimo a Dora Marta con excelentos y temos aquí perguntas tamb para que a gentea dinamizar o concimento. Bem, e convido a Dra. Carla Cardoso Amorim, que vai nos abrilar com a palestra sobre impacto socioambiental da inteligrea da bioética departamento de medicina clínica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, dos programas de pós-gradua em saúde da família, também pós-gradua em saúde coletiva, graduado em odontologia e direito, mestrado em odontologia social y doutorado en cias da saúde, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, pós-doutorado também
no programa de pós-graduação em bioética da Universidade de Brasília e no programa de ética e democracia da Universidade de Valcia Espanha. D Carla, por gentileza. [aplausos] Boa tarde a todas las personas aquí auditorio. Buenas tardes a las todas las personas acá. Voy a hablar en portugués, pero intentaré hablar despacio. Eh, y mis diapositivas están en español. Primeiramente quero dizer que una honra participar de congresso da rede bioética, especialmente nessa edi celebr 20 anos, né, da nossa declaración de bioética dereitos humanos. Eh, saúdo os colegas, né, da mesa. Agradeo a rede bioética por oportunid dialogar, né,
y a organización local, n os colegas aquí de de Florianópolis, de Santa Catarina, eh, principalmente na figura professor Fernando, né, estimado e admirado amigo, né, pelo convite de aquí estar tratando de tema tan importante. Agradeo també, né, a minha instituição, a Universidade Federal Rio Grande do Norte, particularmente o meu departamento, departamento de medicina clínica, a o programa de pós-gradua y saúde da família, PPG SF y o PPG SC, que tambén possibilitar a vinda aquí n evento. A intelig artificial, eu considero espelho das nossas Contradices actual atuais. A promete eficiência y si sustentabilidade y vo falar
y justi v potencializando desigualdades, dependcias y novos tipos de exclus A fala da Marta me aud porquea mostra aquele 2% eh da nossa América Latina sobretudo na América Latina, no Caribe precisa ser analisada por novas lentes ao que congresso ajuda nesse sentido. Sim, busquei estruturar as minhas breves reflexões y eu acho que mais provoca feit inicialmente a mim mesma y que compartilando con tomando como base un conjunto de critérios que ten chamado de critérios Avaliativos de cidade que foi un dos trabalos que desenvolvi en Valência que ten chamado de bioética comum y nova teoria como
f son critérios avaliativos que est baseadas s declaración universal bioética de direitos humanos, no referencial da teoria da complexidade y tomo como base tambén os referenciais da bioética brasileira, bioética de intervención y proteir sobre impacto socioambiental Da y clamar por una ausente necesidad ética, do cuidado, da responsabilidade y da sustentabilidade interacional. Eh, pelo que ven asistindo eses dias, ao que nosso encontro, antes de un chamado a responsabilidade, né? a responsabilidade de agir. Eu comeo a min fala má eh dentro da temática reafirmando que a dignidade humana inseparável de meio ambiente saudável para todos Para todos.
Mas hoje no cora da chamada era do antropoceno, né? Onde o homem tem mexido con geologia da nossa casa, nosa terra, eh instrumentalizada tambén con intelig está en risco aa mayor y aquí o bem comum no objeto, né? no material, un benefício comum que nos recebemos, né, cuando nascemos, que me ambiente. A Declara Universal Eh sobre bioética e direitos humanos no seu artigo eh 17, ela coloca que o devera traz o dever de proteger o meio ambiente y a biodiversidade para geraes presentes y futuras. Aá nasce, porém, y aquí onde ao que a gente precisa
ter olhar más crítico, de una lógica de apropia on transforma água, energia y dados en mercadoria. a cuando guiada por interesses privados y eso nos estamos vendo y aquí vituar Precisamente a generativa y pa lógica do lucro acelera proceso de esgotamento do bem comum natural porque eficiência traz né masa tamb gera un esgotamento do bem social como a Marta cham atenção y epistémico. No se trata apenas de polui ambiental, mas de una eros ética. A perda do sentido de limite y ao que aquí está o ponto central de limite de responsabilidad y e y de
solidariedad Extrativismo material y cognitivo, né? O planeta fornece minerais que son preciosos para as tecnologias dea área e y as poas usados como a Marta TR. O que má indignante, o que má indignante que no caso da eh nosa casa m a terra continua a ser violado en benefício de poucos, né, de poucos seres humanos, né, y de que tem esse poder económico y Técnico, que son as bigtecs. Aquí eh diapositivo está portugués. Eh, eu quero lançar pergunta pergunta simples, mas ao que pergunta profunda y foi que dela que parti o que estamos permitiendo que
a faa conosco y cono planeta a analógica do sistema económico y social dominantea tem devorado porqueudo muo rápido. Apenas o lítio do deserto y eu vegar mais precisamente má frente o lítio do deserto que t caro paraa tecnologia tamb un pensamento humano porqueudo muo rápido gente consegue processar extra o minério da terra y o sentido da vida a inteligendo o espelho má nítido da nosa época revela tanto a nossa potcia cogn criativa contra a nossa incapacidade, como falei, de reconcer os limites. Y aí está o problema O paradoxo ético y civilizatório. A no neutra, no
ingénu por trás de cada algoritmo história material y social. minas de lítio, energia elétrica, que muitas vezes nos sabemos enquanto cidadãos comuns, água potável y miles de dados extraídos de vidas humanas. En un mundo hiperconectado y tecnologicamente acelerado, a Inteligência artificial celebrada como símbolo de progresso humano. Por aí, ao mesmo tempo que v se apresentando como símbolo do avanço técnico, expressando das nossas maiores contradices éticas y n caso aquí especialmente minas falas ambientais a ao mesmo tempo que promete eficiência sustentabilidade emerge como vetor de novas y potentes formas de exploración dominación y Degradación ambiental que
no falado, que publicizado. Esa a contradição nos obriga a revisitar a pergunta fundante da nossa bioética. De que serve o progresso se compromete condias? Potter alert en 1971, como todos sabemos que sin consciencia a ciência se torna destrutiva. Edgar Murhan diz que a ciência sem consciência pode ser nos levar desastre. Foi no seio dessa preocupación fundante Que nasce a nosa bioética como campo médico, como foi falado aquí, a gente sabe, mas como sabedoria da sobrevivcia. uma ponte entre as ciências, os valores humanos y hoa ponte má do que nunca precisa ser reconstruída emergencialmente vamos refletir,
né, qu paga o preo y aquí no caso o preo ambiental do progresso tecnológico, impactos ambientais Concretos. Vamos a exemplos concretos. o treinamento de grandes se sabem diso a gente só rememorar o treinamento de grandes modelos de emite centenas de toneladas de gas de gás carbónico. data centers consume miles de litros de água potável para resfriamento. Assim, o que parece avanço verde que vees vendido como avanço verde tem un custo oculto y a cuestión ética Preocupante. Ética requer transparência a transformación de territórios vivos infraestruturas mortas. a face latinoamericana impacto. Mas o que preocupa e aí
noo tamb conflito de interesse a ser que latinoamericana a geografia moral n dees impactos a geografía moral de impactos data centers na nossa América Latina tem competido por água potável con Popula rurais ven de local eh aonde a água cara para populación que nordeste brasileiro. Eh, competem por água potável con popula rurais. A extración de minérios no Chile, na Bolívia, na Argentina, o chamado triângulo do lítio, destrói eistemas frágeis y ameaça comunidades indígenas enquanto lucro y o poder se concentramos Diante de un novo colonialismo tecnológico o como descreve Maristel y Sampa, un neo extrativismo digital,
una forma sofisticada de dependcia que transforma dados o me ambiente y as pessoas en matéria prima para acumulación privada que a profunda dependcia desloca un peso grande dos custos ambientais pro sul do planeta. C Mer descrev ese fenómeno como Colonialismo de dados corroborando a ideia de Sampa en que a vida convertida insumo para lucro, lucros de poucos y una economia que captura a vida cotidiana a converte en valor digital. A América Latina eh exporta energia, lítio, dados. atualmente un olhar gancioso nas terras raras brasileiras, né, inclusive nesse momento. Mas a gente inclusive tem queer alerta
que o Brasil é o mesmo Brasil, né, Brasil das ser Raras o mesmo Brasil de Brumad Mariana que vivenciamos muito pouco tempo. Eh, importam tecnologias prontas. Então é nesse sentido, né, que pesquisadores est chamando de colonialismo e tecnológico. A gente exporta o nosso meio, né, nossos eh o nosso meio ambiente, degrado nosso meio ambiente importa tecnologia pronta. O norte colobal consume o su fornece o progresso de y a gente precisa questionar a ideia desse progresso, de Crescimento sem limite limitados o esgotamento de aquí quero chamar aten por por trás de cada bite hio exaurido, una
montan ferida y una comunidade deslocada. transformar, né? Porque assim, po, contrária, eu acho que dá para ser contrária. O Tiago traz, né, eh, questões importantes que a tecnologia ela nos traz. A gente sabe que a tecnologia tem que estar a serviço, né, da vida, né? Nós no podemos ser escravos Dela. Então rejeitar no tem como a gente a Marta estava falando, tem como a gente fechar os olos e ver como é que educación se dando n momento, né? Inclusive a generativa mo sedutora sedutora as fotos for feitas chat GPT. Eu fiz o prompto. Isso. Vo
aperta ger depois até abrir aqui o celular para Ler para falar que tirei a foto, escrevi. Cuando ger aí fiz provoca disanto de energia, água y gás carbónico utilizar esas minas imagens? Aí me respondeu, posso estimar con transparência sobre limitaes, mas posso dar valores exatos porque eu neste chat y aí grifado, tá? Negrito, na verdade negrito no ten acesso a métricas operacionais, Logs de consumo, localización de data center, tipo de GPU ou dire exata de cada gera. E aí onde enquanto humanos responsáveis a gente precisa dizer, mas precisa saber, precisa me dar resposta preciso ter
consciência diso. Eh, então denunciar no basta, preciso despertar, né? No se trata de negar, mas de transformar eletricamente. A usos benéficos, lógico, como dis Tiago, trouxe aquí na área ambiental, monitoramento ambiental, previsão de eventos climáticos, otimización energética e etc. Mas sem orientação moral até as reais de verde y hoje a gente sabe que existem muitas manipulaes algorítimas, abranqueos éticos, a lavagem verde, né? Nesse discurso da Ia, ela vai reproduzir injustias. Há uma apropia de recursos naturais y cognitivos que favorece poucos e fragiliza todas, né? Potencialmente os Mais vulneráveis y vulnerados. A ética planetária requer cuidado,
soberania ecológica y solidariedad. O desafio mayor no técnico, ético. Como Marta fal a técnica gente chega fazer da ética a inteligo. Que iso que nos devemos nos guiar. Aá pode ser o novo rosto do velo colonialismo. A vida no dado gente, a vida dádiva. Podemos continuar alimentando modelo de dominación y consumo ou construir Inteligido da nossa época como f início, né? mostra nosa potencia cognitiva criativa, mas a nossa incapacidade de reconcer limites. Agora, o modo como projetamos, implementamos y distribuímos suas consequências definirá sea será aliada o amea para nossa vida. Eh, a gente precisa ent
de una bioética, né, para un bem comum. Frente aas crise civilizatória que tende A crescer y acelerar, necesitamos urgentemente de una bioética do agir, da aç da ação para o bem comum no cotidiano da vida. que alerte humano, eh, que alerte humano, má do que teoria convoca então ao agir ético. O termo comum que trago aquí a pedra angular nosa, né, forma de pensar, dessa nossa proposta. O prefixo comum un prefixo de liga que a gente encontrar na palavra complexidade que conjunto É prefixo de comunes. O que partilhado, que nos une sin confundir, o que
permite coexistir. Ent sentido. O comum expressa ontologia relacional, segundo o qual o ser humano no existe isolado, mas en rede conos seres vivos y con a própria terra. Assim pensar o comum reconhecer que a vida interdependente, que a ética deve nascer dessa interdependcia entre o eu y e o outro, sendo este otro somente una pessoa humana, mas os animais humanos, As demais formas de vida y o meio ambiente. plano simbólico comum representa para mim o mínimo ético compartilhado exigido simult simultaneamente o máximo possível de solidariedad civilización ética aquela que tolera danos evitáveis principalmente motivado por
questões socioeconómicas princípio central na bioética comum Pode ser aplicada análise dos efeitos da I sobre meio ambiente saúde, né? A gente está atento que cada desastre climático intensificado pela dependcia de combustíveis fósseis para alimentar infraestrutura digital, cada comunidade deslocada pela mineración, cada trabalhador invisibilizado pela automa represent falhas morais coletivas graves. Avalara é eticamente pela ótica da bioética comum perguntar a qu servea tecnologia. Quais vidas protege y quis vidas torna descartáveis? Quais ecosistemas sustenta y quis destrói? Cuidado de responsabilidad son palavras de ordem. Então, n momento a responsabilidade cuidado lembram que liberdade sem eles ilusão. Na
verdade é catástrofe, abismo, né? Eh, eu escutei do professor Jesus Conil, o esposo de Adela, que a moito interessante frase palestra dele y Disse, só tem dever qu livre qu livre tem dever. É má o menos iso. Cuidado y responsabilidade, né? Então são palavras de ordem. A ética e a bioética devem ser resgatad uso retórico instrumentalizado. Como eu falei, né? Tem muito branqueamento ético, tem muito éticos ósse, né? Lavagem ética, ética verde, enfim. Uso performático do discurso moral para legitimar práticas Que violam direitos, explor meio ambiente, a profundo desigualdades devem ser evitadas. a autoética y
a que un componente da bioética comum autoética, né? exige que nos todos reconamos nosa clicid nas práticas que denunciamos a coerência ética exige que nossas aes tecnológicas corresponda aos valores que proclamamos justiça climática, equidad, sustentabilidad no adiantar falando de justi defender o Meio ambiente y avisando avisando o e combustíveis fósseis. A bioética, por último, né, deve ser popular, acessível y vivida. O comum defende una universalidade abstrata, mas concreta y situada, enraizada nas realidades e orientadas para o bem comum. Trata-se de una bioética que precisa sair dos muros da Academia y ganhar o espaço público, tornando-se
linguagem acessível, prática social cotidiana e instrumento de transformación da vida real. A gente teve um exemplo na mesa, na última mesa agora de manhã e realmente para finalizar Camila a bioética comum prop camin recolocar a ética no centro do agir religar razón y sensibilidade humanidade y natureza, liberdade y responsabilidad a a ser verdadeiramente inteligente Cuando compreender que sua primeira tarefa preservar a possibilidade de vida no planeta Terra. É o desafio ético y político do nosso tempo y tambén o convite da bioética comum a América Latina y Caribe fazer do cuidado o novo nome da inteligcia
ao [aplausos] A Dora Carla eh nos encantó bastante, nos despertó eh bastante dúvida positiva, Interesante. B para finalizar nosa excelente abordagem, a Dora Karina Ped falar sobre inteliga, aspectos geopolíticos. Doutora em filosofia pela Universidade de Buenos Aires, investigadora e professora adjunta de filosofia contemporânea pela Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires y Universidade Nacional de Lamatanza, integrante do comitessor da rede Bioético UNESCO, coordenadora geral da rede de mujeres filósofas de América Latina, UNESCO y en 2002a foi distinta internacionalmente entre as 100 brilhantes mulheres na ética da inteligenta, do Bueno, buenas tardes. Qué
lindo estar acá. Muchas gracias por acompañarnos. Muchas gracias a quienes están siendo online esta mesa en el marco del décimo Congreso Internacional de la Red Bioética UNESCO, celebrando nada menos que 20 años de declaración universal sobre bioética y derechos humanos. En este sentido, quiero agradecer muy especialmente al comité organizador de este congreso por el esfuerzo, la convocatoria y el compromiso. Bueno, e les vengo a plantear charlar de eh un tópico complejo. Voy a retrotraerme. Ahí estamos a los ejes que articulan Esta reflexión conjunta que les propongo. Inteligencia artificial, los así denominados big data, esos grandes
volúmenes de datos o conjuntos de datos masivos desde algunos algunos aspectos geopolíticos. Sin duda no voy a pretender ser exhaustiva. Van a ver que voy a tomar solo un par de ejes que creo, no obstante, muy relevantes desde lo que es la geopolítica. Eh, en este sentido, me parece que cabe como reflexión preliminar decirles desde Qué lugar voy a hablar. He escuchado con mucho interés a mis colegas y me interesa situarme en un lugar que no abraza ni la tecnofobia, esto es el rechazo acrítico de toda innovación sin más, ni tampoco la tecnofilia. Esto es
el espíritu celebratorio con el que escuchamos muchas retóricas que hoy convalidan el uso de la inteligencia artificial en todos los ámbitos de nuestra vida. Eh, el rol que creo me cabe desde la Filosofía a la que concibo además de como un corpus teórico, como una actitud ante la vida, es el establecer una reflexión crítica entre estos dos polos. Así que me inscribo como crítica de la dicotomía entre tecnofobia y tecnofilia y me interesa, bueno, desde este lugar matizado proponerles una reflexión que entre otras cosas da cuenta de que estamos, creo, efectivamente ante un nuevo orden
tecnopolítico global, escuchando algunas de las excelentes Intervenciones de las que aprendí mucho, habría que adjetivar aún más a este orden como biogotecnopolítico global desde un planteo inicial en en el que desde cada clic, eh desde cada búsqueda que a veces realizamos ya de un modo completamente normalizado, cada interacción digital que efectuamos redefine relaciones de poder, que esta me parece una categoría conceptual central, ¿no?, para la mesa que nos convoca. el poder del siglo XXI, que en Un sentido inédito está concentrado en las así denominadas grandes tecnológicas y es parte de lo que me interesa explorar
junto a ustedes. Entonces, la tesis central que me gustaría indagar junto a ustedes es esta, que es que la inteligencia artificial, esos grandes volúmenes de datos no son, desde luego, herramientas neutrales valorativamente, tal como desde muchas narrativas pretende instalarse, sino infraestructuras Geopolíticas que reconfiguran los horizontes, en particular me interesa discutir los horizontes de nuestras soberanías latinoamericanas. En este sentido, creo además que es sumamente relevante hacer un pensamiento situado. Así que convoco al contexto y efectivamente creo que estamos también en una etapa muy desafiante, ¿no? Qué difícil al mismo tiempo que es fascinante y estremecedor pensar
en Estos tiempos de transición del capitalismo industrial al así llamado capitalismo de la vigilancia. Acá hay una suerte de tandem muy crucial. Capitalismo de la vigilancia, un concepto acuneñado por Josana Subov en la era del capitalismo de la vigilancia, a la vez que una sociedad de la exposición, dice Bernard Hark, ¿no? A lo que me quiero referir con esto es que estamos ante una combinación en la que no solo somos vigiladas y vigilados en El sentido de que básicamente la experiencia humana misma es convertida en dato que es extraído para ser apropiado para el capitalismo,
en el sentido de que esos datos finalmente están al servicio de ser monetizados en el ciclo que conocemos como extracción, explotación y acumulación, sino que a esto se suma algo que 1984 George Orwell no prefiguró allí donde fue tan artero en un montón de aspectos, que es que se combina con Lo que Paula Sivilia denomina esto que ha devenido la intimidad como espectáculo, ¿no? Cuántas veces cedemos datos, muchas veces personalísimos del ámbito de nuestra intimidad, haciendo un clic acrítico a los términos y condiciones, que por cierto están diseñadas en muchos casos para que no podamos
leerlas en su totalidad cediendo datos. Entonces aquí hay una primera combinación que me parece que abona un contexto muy complejo que impacta de un Modo peculiar en América Latina como territorio de extractivismos, para decirlo sin vueltas. Extractivismos de la índole que recién acaba de escribir muy bien mi compañera Carla, esto es extractivismos de recursos naturales, extractivismos de mano de obra que queda invisibilizada, precarizada, que también entre otras personas ha descripto eh una colega argentina radicada en el exterior, socióloga Milagros Micheli, Que da cuenta precisamente de cuánto de mano de obra humana hay detrás de los
procesos de automatización y un segundo, tercer extractivismo que es el extractivismo de datos al que hacía alusión también Carla Vi Bampa y como vamos a ver ahora en breve con Coldre Mejías, una nueva forma de colonialismo que es el colonialismo digital. Entonces, como pregunta guía, eh quisiera proponerles esta para pensar conjuntamente. ¿Somos sujetos políticos O estamos deendo meros asesos explotables bajo este ciclo del colonialismo de datos? Todes, la estructura de la presentación eh básicamente es pensar muy brevemente, a propósito de este primer punto, en qué sentido la IA, estos conjuntos masivos de datos eh nos
traen un nuevo ropaje del viejo colonialismo, ahora devenido colonialismo de datos. En una segunda instancia, este es uno de los dos ejes geopolíticos que quisiera discutir con Ustedes, está nada más y nada menos que la democracia, que por supuesto, y este es también un punto que me gustaría clarificar, venía ya en serios problemas, ¿no?, previo a la irrupción de esta masificación que tuvo lugar en noviembre del 2022 con el celebrimo chatt de Open AI. Seguro había problemas preexistentes. El punto es que creo la IA que propulsa las redes sociales está amplificando aquello que creo está
a su vez Erosionando, socavando las bases mismas del sistema democrático y en particular en un contexto en el que nuestras democracias, creo, están especialmente amenazadas. Eh, finalmente voy a retomar y me vino muy bien, le decía argumentativamente a Marta el hecho de que ella aterrizara esta discusión, ¿no? Que a veces por ahí puede resultar como muy abstracta, como muchas veces se nos hace creer que es muy abstracta y muy artificial la Inteligencia artificial que, como hemos visto, tiene una materialidad que le es absolutamente inherente. Me gustaría entonces aterrizar esta discusión a un caso concreto que
es precisamente retomar el caso de la TAM GPT al que hacía alusión Marta, que creo nos pone en tu desafío y ver hasta dónde constituye una alternativa genuina al tipo de lógica extractivista que supone los grandes modelos de lenguaje para finalmente abrir más que cerrar eh la Reflexión con algunas conclusiones. Aludiendo lo primero, estamos ante una infraestructura tecnológica altamente concentrada, donde los datos latinoamericanos son procesados en servidores del norte global y esto genera, como es sabido, una simetría profunda de saber y poder con toda la resonancia fucoltiana que esto pueda traer para algunas y algunos.
Generamos datos mientras otros extraen valor y conocimiento. Ahí puse un par de Referencias que creo muy valiosas. La primera de ellas es de Carisabelis, que tiene un hermoso texto eh que se llama privacidad es poder, donde da cuenta del carácter colectivo desde el cual tenemos que asumir el pensamiento en torno a la privacidad de los datos. Y el segundo es relativo a los ingenieros del caos, ¿no? Al modo en el que vía el tipo de personalización y segmentación que se está operando hoy desde la inteligencia artificial, nos tornamos manipulables en Un sentido que a mí
me inquieta y mucho. Y acá la invitación es y más aún en este contexto a dar un paso complementario el que propusieron mis colegas. Esto es pasar de la reflexión ética, que sin duda es condición necesaria, pero a mi juicio no suficiente para abordar esta problemática, a la dimensión de la filosofía política de la inteligencia artificial. Ahí yo eh compartí una referencia, para mí fue muy valiosa a la hora de pensar con nuestro equipo de Investigación temas de filosofía política de la inteligencia artificial, que es el texto de Mark Kber, que es una introducción, no
es muy propedéutico, pero que trae eh la discusión a este campo, ¿no? Al campo político, sin negar, por supuesto, la pertinencia de la discusión ética. Y en este sentido me parece que el extractivismo de datos comporta sin duda una pérdida en nuestra soberanía, entre otras, informacional, ¿no? Eh, ¿quién controla finalmente nuestros datos? ¿Para qué los entregamos? ¿A quién se lo entregamos? ¿Se los entregamos? ¿Estamos conscientes plenamente cuando hacemos esto? Un poco invocando la invitación que nos hacía Carla, datos que no solo son biométricos de salud, sino también preferencias. Preferencias que en un principio se montaron
sobre un modelo de negocios que eran preferencias comerciales. Cuando esto devino de otro tipo de interés, se Montó sobre preferencias electorales que hemos visto el modo en el que funcionan eh aquí desde la elección de Bolsonaro, Trump, mi ley podría citar otros ejemplos. Entonces, hay un punto en el que, sin duda, la discusión, me parece, amerita esta transición de la esfera ética a la política. Y para ver entonces algunas de las consecuencias para la democracia, por supuesto, eh desde mi background filosófico me pregunto, bueno, ¿de qué democracia Estamos hablando? No es una pregunta absolutamente pertinente.
Democracia se dice de muchas maneras. Estoy pensando sobre todo en la democracia participativa deliberativa, aquella que tiene en su núcleo la posibilidad de establecer un diálogo genuino, ¿no? En este sentido, el tipo de burbujas epistémicas y cámaras de eco sobre las que me voy a detener ahora un poquitito, están importando, a mi juicio, un riesgo de fragmentación, fragmentación que También era preexistente, pero de amplificación de nuestra fragmentación como sociedad, que me parece está erosionando las bases mismas. Yo ahí puse las bases epistémicas, pero creo también que cabe pensar en las bases emocionales que están detrás
de los fundamentos de nuestros sistemas democráticos. Esta fragmentación opera en varios niveles. No voy a leer detenidamente cada uno de ellos, pero sin duda hay Fragmentación de fuentes de información a la hora de darle autoridad epistémica a determinadas fuentes. Piensen en cómo este ciclo alimenta las burbujas y las cámaras de eco. No, fragmentamos también los marcos desde los cuales interpretamos la realidad. Y hay algo que me parece muy clave para definir también nuestro tiempo y al que entre otras ponencias hizo alusión en la ponencia de ayer de Susana Vidal, que es la aceleración alienante en
la que Estamos viviendo, que nos fragmenta también temporalmente en el sentido de que los algoritmos parecen priorizar la inmediatez, ¿no? Y ahí erosionan esta posibilidad de memoria colectiva y la capacidad de de mantener ese tipo de discusiones sostenidas. sobre problemas complejos que requieren una deliberación también temporal sostenida, ¿no? Entonces, estos fenómenos me parece que revelan como la IA no consiste en una herramienta Neutral de carácter meramente matemático e impoluto para acceder a información, sino que es una mediación que constituye nuestras subjetividades. Me interesa subrayar que la fragmentación que está amplificando no es entonces un mero
efecto secundario indeseado de sistemas mal diseñados, sino una consecuencia estructural de la lógica algorítmica que gobierna las plataformas digitales. Y acá me detendría solo en dos Argumentos vinculados con las cámaras de eco, ¿no? Me parece que las cámaras de eco, que básicamente tienen que ver con un sistema en el que se excluyen deliberadamente voces alternativas a las nuestras para solo incorporarlas a los efectos de eventualmente ratificar las propias creencias preexistentes. están generando dos grandes cuestiones, una crisis de relacionalidad y una crisis en el que, para decirlo rápidamente, la esfera privada Eh básicamente es aquella que
nos está tomando. Esto es hay una modulación en rigor eh social que está privatizada. Estamos perdiendo la esfera pública, para decirlo sin rodeos. En este sentido, básicamente, las cámaras de eco que potencian la inteligencia artificial representan una crisis fundamental a la hora de relacionarnos, que es parte de la experiencia democrática, ¿no? Esto me parece funde. El otro aspecto paso un Poquito más rápido respecto de lo que es el segundo argumento complementario, que es el modo en el que el capitalismo de la vigilancia transforma la democracia en un terreno de extracción de valor mediante la manipulación
de nuestro comportamiento, ¿no? Y esto es lo que me parece que básicamente nos está llevando a una erosión tal de las bases mismas epistémicas y emocionales de la democracia, que aquello que se está perdiendo es lo que Fundamentalmente Hanen denominaba el espacio de aparición, ¿no? Lo que esta fragmentación está generando es aislamiento, que es muy distinto de la soledad. En la medida en que quedamos fragmentados y aislados y aisladas, nos tornamos más vulnerables al tipo de predicción y manipulación deliberada que se hace vía IA desde los grandes centros de poder. Yo me referí a nuestras
democracias, no me gusta hablar de democracias débiles, pero sí creo son Claramente influenciables desde los grandes centros de poder, como estamos viendo. Y aquí es donde me interesa aterrizar, segundo aspecto, la discusión geopolítica, a un caso bien concreto que también documentó y describió por suerte desde el gráfico, además que releva la situación global de IA en América Latina, Marta, hasta la descripción que hizo de este proyecto que creo viene intencionado en principio de contar con un una IA de y para los y las Latinoamericanos, ¿no? tal como es el proyecto LA TAM GPT, que tiene
base en seña y con colaboración de muchos países de la región y que básicamente busca restituir representatividad y diversidad cultural. No, no me voy a detener entonces en la descripción del caso Lat porque estoy medio pasada con el tiempo, pero sí me interesa esto. Dado que ya fue descrpto, creo que parte de lo que tenemos que discutir en este paso de la ética a la política es pensar en cuáles Serían las condiciones de adecuación para contar con una inteligencia artificial de y para los latinoamericanos. Alternativa a los grandes modelos de lenguaje hegemónicos. Uno, pensar sin
determinismo tecnológico. Esto es, dejar de pensar a la tecnología como un agente exógeno a las relaciones humanas y una vez más hacernos cargo del ensamblaje, del entretejido profundo que hay entre la sociedad que somos y la tecnología que Diseñamos y el modo en el que esa tecnología moldea nuestras subjetividades. Dos, pensar sin la retórica de la neutralidad valorativa de la IA es una herramienta, es ni buena ni mala, depende de cómo la usemos. Bueno, yo me resisto a aceptar esta retórica porque creo además que hay valores que no solo se juegan en el uso, sino
que están presentes desde la instancia misma de diseño de la inteligencia artificial. Tres, tal vez uno de los puntos más Candentes, pensar sin extractivismos. Esto es pensar sin las lógicas del extractivismo de recursos naturales, de mano de obra invisibilizada y el extractivismo de datos. En este sentido, eh la invitación es a que pensemos eh este territorio como un territorio de disputa política que amerita una reflexión crítica, polifónica y situada. América Latina, creo yo, debe ser también en este aspecto dejar de ser objeto de extractivismos para devenir un Sujeto biogotecnopolítico. Y en este sentido me gustaría,
dado que tengo todavía unos segundos preciadísimos, hacerles la invitación a seguir pensando colectivamente qué tipo de futuro queremos diseñar para América Latina y quiénes tendrán el poder de decidirlo. Y me encantaría mencionar acá un documento que está accesible públicamente, que es el manifiesto tecnopolítico redactado por estimadas, estimados Colegas de Argentina, Emanuel Bic, Javier Blanco y Flavia Costa. donde nos proponen cuatro tareas, ¿no? Una tarea negativa que tiene que ver con desechar esta noción de la tecnología como si fuera un agente externo que no impactara en las relaciones humanas. Una tarea analítica donde en línea con
lo que se viene diciendo, necesitamos nuevas categorías para pensar esta realidad. una tarea propositiva donde la verdad el espíritu es ambicioso y es una Invención de una política que se haga cargo de esta instancia y ya tengo el tiempo terminado. La última invitación y tarea que ellos proponen y a la que me sumo es una tarea práctica que es la de ni retroceder ni resistir, sino disputar el futuro. ¿Qué futuro queremos para nuestra América Latina? Muchas gracias. Mu obrigada. por gentileza de convidar a todos para que pudessem assumir aquí os seus lugares para que respondemos
as Perguntas que serão formuladas por escrito. Nós teremos agora 30 minutos para responder as perguntas que v desde ambiente online presencial. V tamb me posicionar aquí. agardo de perguntas de todo modo fiz aquí as minas eu ver brincadeira aquí querido diz que está perdido porque está entrees brilhantes porque fiquei d babando namorada com a inteliges que fizeram essas explanações. Mas a sua foi boa Também a sua a sua foi boa. Foi times a disesentando mul [risas] porque a gente pode deixar de brincar me veun espanhol. Nossa. Y e yo, ay, yo quiero ayuda. Lógico. Ustedes
utilizan la inteligencia artificial en sus ámbitos eh laborales o académicos. ¿Con qué precauciones? Y al de espanhol está en siglas DS Nunca nos v por gentileza gostaria de responder una ronda. Eh, vamos a hacer una ronda. Realmente eh uno no toma las precauciones. Yo la utilizo eventualmente para el tema de revisión, pero en el tema de cuando soy revisora te dicen que no uses la IA porque es lo que estábamos hablando. Uno al meter la información está alimentando y la IA eh lo que hace es sacar esos datos. Entonces, imagínense algo que era Original si
uno como revisor eh mata esa originealidad. Entonces, eh la precaución que yo por lo menos tomo y y si bueno, realmente no porque te te piden por favor no uses. Eso es una indicación y si llegaras a usar eh informá qué parte es eso te piden. Por lo tanto, eh uno no ingresa y lo conversábamos antes de la del panel que que tuvimos. es que es imposible porque la IA se equivoca mucho en ese sentido y te dice que eso ya que eso hizo todo la IA cuando que es algo original y entonces es muy
complicado, pero dejo. Bueno, muchas gracias a quien hizo la pregunta que me encanta porque nos saca un poco el velo de la hipocresía, ¿no? Yo debo asumir que me costó vencer el prejuicio de explorar las herramientas, pero me pareció que tenía el deber ético como docente universitaria que soy, de explorar qué tipo de desafío representa, porque vivo con mucha inquietud también la situación no solo de nuestras y Nuestros estudiantes, sino también la propia, ¿no? Como docentes investigadores. Hubo un libro que se tornó muy popular, que del que probablemente hayan escuchado hablar, Hipnocracia, que apareció vendido
en Amazon, en principio atribuido a un filósofo eh chino y resultó mucho tiempo después en una suerte de performance que el autor es Andrea Colamedichi, quien escribió en colaboración con Chat GPT y Cloud de Gemini, de Antropic, perdón, ese texto, ¿no? digo, nos dio en el centro de la producción filosófica eh exploro las herramientas, los grandes modelos de lenguaje. Me interesa, tal como recién decía Marta, hacerlo además para conocer el tipo de derivados que ofrece, el tipo de desafíos que representa por la cantidad de efectivamente productos muchas veces, creo que este es un gran desafío,
que parecen tener una coherencia, una Consistencia interna, pero sabemos que coherencia no es precisamente necesariamente verdad, pero similitud no es verdad. Y si lo que estamos haciendo es proteger, como bien decía Marta, la integridad de la producción de conocimiento y de conocimiento científico en humanidades, me parece que la preservación de la verdad es central. Entonces, creo que entre los desafíos que tenemos en parte es este, ¿no? El apropiarnos Significativamente de esta herramienta. Yo me resisto mucho al discurso de que es inexorable. Creo que tenemos que preguntarnos si efectivamente amerita el uso la tarea que tenemos
que resolver. Si es así condicionalizándolo, bueno, ¿cómo? ¿Para qué? ¿De qué manera apropiarnos de esa herramienta? Y en ese sentido de colegas, me gustaría mencionar, por ejemplo, el trabajo que viene haciendo en educación Ángela Menchón, Mariana Ferrareli, que hablan De RTD, es en español, ¿no? Un uso que sea responsable, un uso que sea documentado y transparente, ¿no? y que nosotros mismas, nosotros mismos y nuestros estudiantes, sepamos la necesidad de discernir aquello que es verdadero, de que es falso, la importancia del pensamiento crítico. En este sentido, ahí yo creo que las humanidades tenemos un rol clave
para disputar y para seguir jugando y sí, ser muy conscientes de el Tipo de delegación cognitiva que estamos haciendo, ¿no? ¿De qué me estoy perdiendo como experiencia subjetiva si no estoy haciendo la experiencia de pensar, escribir, reelaborar? Eh, me parece que hay una dimensión que puede resultar muy alienante si efectivamente acríticamente la delegamos. Lo veo con preocupación. Creo también que es muy difícil eh juzgar a quienes por ahí por el imperativo de la productividad que también tenemos. digo, sacándonos un Poco la hipocresía encima, la urgencia con la muchas veces se pide la resolución de tareas,
hace que muchos profesionales en el ámbito del derecho, lo hemos visto en un caso resonante en Argentina, esto no lo justifica, por supuesto, pero que apelen a la herramienta precisamente por la la velocidad con la que opera, el tipo de resultados muchas veces verosímiles que ofrece, pero creo central seguir defendiendo nuestra capacidad para Discernir y hacer uso de aquello que tenemos. eh sin ningún tipo de arenga antropocéntrica con la que de disciento me parece que parte de lo que nos hace humanos en un sentido muy amplio y que nos compromete con otros existentes no humanos
es nuestra capacidad de pensamiento crítico. Y en este sentido creo que hay que seguir disputando ahora y por este futuro que me parece eh nos llama para apropiarnos Significativamente de esta herramienta. Bem, eh, vieram a Dra. Carla gostaria também deer contemplar. Ah, tudo bem. Vieram perguntas dirigidas ao Dr. Thago a respeito da das questões voltadas a inteligência artificial no Brasil propriamente para que resumir abordagem contemplando os questionamentos. por gentileza, doutor. Vamos lá. Eh, sobre o a pergunta anterior, eu ten comento que auda a gente a pensar un pouco em Relacia a gente ou a gente
usar o a usar a gente se a gente tiver tempo, se a gente tiver condi a gente todos os cuidados para usar ferramenta y ser útil. Se a gente tiver urgência usar, a gente ter cuidado y explorar o que entregar de maneira cuidadosa. Então a gente vai ser usado, aprender, a gente jogo interessante cuando eh entend funciona a ferramenta de aa serve a Gente do que a gente serve aas. Então acho que reflex interessante de como a gente se posiciona diante da tecnologia apenas para refletir, tá? Aí tem uma pergunta rápida aquí, né, sobre a
nossa aplicación de que está sendo desenvolvida para prever a necessidade de medicamentos, né? No Brasil a gente tem un programa nacional, né, que de medicamentos do componente especializado, né, son 151 medicamentos no hall De alto custo, a gente congrama de medicamentos de alto custo, tá? E a gente percebe crescimento importante nos últimos anos, até porque de 2023 para cá o governo investiu em adoção de mais medicamentos. Então a expectativa de de gasto aumentou de enor de 575 milhões para enor de 3.5 milhões em apenas 3 anos. Então a gente tem que comear a pensar que
a gente racionaliza isso, né? E a própria área que a gestão disso falou, né? A gente tem um problema, a Gente pode deixar faltar que esses medicamentoses muitas vezes falam da qualidade de vida ou mesmo da condi de viver deas pessoas. Então não pode faltar. E aí logicamente você pensa vou comprar mais para não faltar. Só que quando compra mais usa, queima, literalmente queima o medicamento porque passa da validade. Então a gente tem que tentar encontrar meio termo e esse esse projeto diz respeito esse componente, tá? Pro Brasil Inteiro a gente desenvolveu até agora 3770
modelos preditivos para medicamentos em todos os estados do Brasil, né? Temra pergunta que interessantíssima. Há mais de 20 anos discutimos sobre a interoperabilidade das plataformas, tá? Então o Brasil tem centenas de sistemas de informação e um desafio é a gente poder integrar essas bases de dados. A pergunta é con finalmente a gente integrar essas bases? A resposta não, a gente integra bases Com a gente pode criar um mecanismo de interoperabilidade entre essas bases, queara maneira de fazer os dados serem utilizados, mas ela por si não consegue resolver a quest da fragmenta de dados nem do
setor saúde, nem de setor, tá? Seria um pensamento simples achar que uma generativa ter acesso a todas nossas bases y conseguir usar de manera organizada. Verd porque como as nossas colegas falaram, né? A inteliga, necesaria para Interpretar devidamente aquilo. E a gente tem no Brasil especialistas de todo tipo de asunto, gente, tuberculose, HIV, eh, doenças vetoriais, inclusive coisas que são do Brasil, né? As doenças vetoriais nacionais, né, de países tropicais. Então, a gente tem uma inteligência acumulada dos temas específicos que só os humanos consegu interpretar. Então a gente não tem como delegar competcia para ir.
Não é nosso plano fazer isso de modo algum, mas sim A interoperabilidade abre un caminho muito interessante que da negociação. Lembrem sempre que interoperabilidade significa só processo tecnológico, significa que a gente tem colocar na mesa várias pessoas para que elas combin modelo de informa de informa ser usado por todos. Então, a interpabilidade começa com as pessoas, né, que v combinar de que v usar um modelo de informação como se fosse uma ficha em comum e todos os sistemas v Usar essa mesma maneira de comunicar e a gente receber esses dados padronizados de plataforma única e
aí sim a gente conseguir usar de maneira integrada esses dados e como est regulamenta de América Latina, né, no Brasil un projeto do Rodrigo Pacheco, né, no executivo brasileiro, o PR2338 que eh acho que num processo de final, né? Sendo trabalhado aitas mãos e sim, o Governo brasileiro trabalhando fortemente para que o desenho do nosso regulamento nacional proteja os interesses públicos, né? que a pressão lá no começo, né, de todos os projetos de lei do Brasil favoreceu o mercado. As bigtecs t atua forte junto ao legislativo brasileiro e a gente tinha uma pressão muito forte
no começo, né, cuando vários projetos foram abertos e felizmente em 2023 o governo se posicion de maneira estratégica dizendo Esse asunto nos interessa. E todos os setores sentar na mesa e comear a construir o que a gente chama de posição de governo. posição de governo mo robusta, o grau de negociação é muito maduro e a gente espera ter um regulamento que proteja a sociedade brasileira. Sim. Muito obrigada estender a pergunta a tima pergunta extensa que escrito como é que está sendo trabalhada quest Operabilidad me aparel está me dificultando a fala eh con rela a privacidade
intimidade por exemplo na área da saúde né porque sistemas est sendo na hora que a gente comea a vários bitos utilizar dados y muitas vezes dados sensíveis, área da saúde, dados sensíveis como é que sendo trabalhado isso no ministério cuando a gente recebe hitos anos a gente recebe dados pois eh ao que recentemente a gente tom Consciência de que problema, né? Cuando a gente identifica poa rela do agravo en várias comunidades se torna problema. Por exemplo, se una poa descobre un cáncer y a família sabe, mas fica sabendo sem a poa quer que a famí
saiba, una ruptura, né, do direito a privacidade dela. Cuando una pessoa qualquer, né, ela tem uma informa sobre gravidez y ninguém sabe que está grávida e não quer que ninguém saiba e situa de uma mulher, né, Que tem que ser protegida iso uma fere, né, a privacidade dela e tal. no nosso trabalho cotidiano e Ministério da Saúde, nos Estados Municípios existe uma cultura forte de proteer análise de dados consolidados, a gente tem várias técnicas de proteinar porque mesmo que a gente colo nome da poa, certas características juntas podem permitir a interpreta de qu aquela pessoa.
Então a gente vários testes, né, de privacidade em rela a à disseminação Antes de soltar um dado na rua. E um exemplo clássico da saúde indígena, porque cuando a gente tem comunidades e a gente identifica mulher com agravo, né, qualquer que seja, é muito fácil identificar quoa. Então a própria área, a depender da chance, né, de identificación de uma pessoa no dado consolidado, ela não divulga a informa desagregada, por exemplo, até o nível de de comunidade, até o nível de até às vezes até de município se for município De pequeno porte. várias técnicas que proteger
pergunta que dirigir do car depoiser pergunta a todos que a gente pode arrematar até pelo tempo. Dora Carla, eu anotei aqui algumas alguns algumas expressões e lembro que disse assim que assumi o microfone para falar sobre a próxima pessoa que haviam dvidas positivas que foram implantadas, né, a partir da dos da sua explana e a eros ética, a incapacidade de reconhecer Limites, a ideia do extrativismo cognitivo, a maneira como a geografia moral dos espaços tem sido trabalhada no ponto de vista da intelig inteligência artificial. Unindo essas preocupações, eu coloco a seguinte pergunta: podemos pensar a
segurança digital e a justiça social, seja, a partir desses diagnósticos, para onde podemos ir, o que podemos pensar enceram eu creio que desafi inclusive na nossa e aí eu vou tentar olhar pro Tiago que Representando aquí na nossa realidade. que cuando a gente fala de de antes de chegar na tem todo un letramento digital preocupante eh a a iniquidade que o nível de desigualdade que nós temos por Brasil enorme como noso extremamente preocupante. Tem coisas pra gente chegar, Camila, a a pensar nesses desafios. Eu acho que o Grande é o grande desafio da América Latina,
né? Porque enquanto a gente vivenciando problemas novos que a tecnologia nos traz, é a questão da bioética, a gente vivencia problemas antigos, que a falta de acesso, que a falta de escolaridade, que a falta de letramento, que a falta por exemplo de energía en algunos municípios, Thaago, né? A falta de computador a gente está trabalhando conas Realidades que son complexas. Então, eh, Camila, para gente chegar nesse nível de precau aquela coisa, precisamos eh informar, alertar, né? Nós enquanto professores docentes, né, precisamos eh sair, sou professora da medicina, mas isso precisa estar no dia a dia
do ensino, por exemplo, da medicina. Como foss precisamos enquanto, Né, eh, pesquisadores e professores de bioética, sair dos muros da universidade, ir para as comunidades, né? a gente precisa cobrar de políticas públicas que diminu iniquidad porque hora que a gente v por exemplo n eh hoje todo mundo tem un celular y falta de letramento falta de entendimento como funciona a tecnologia falando tecnologia mais básica, né? a pessoa fica vulnerável. A gente v, por exemplo, Idosos, a gente v eh analfabetas, porque a realidade que nós temos, né? Eu creio que pra gente nera, eh diminui de
vulnerabilidade, Camila, a gente vai ter que realmente agir numas numa proteer com que as pessoas possam desenvolver suas capacidades, que as pessoas tenham condiar por si. E aí a a Tiago, eu concordo comando a gente como funciona e a gente Tiver pra de usar, a gente pode tirar un ganho. grande problema que esta conversando con a Marta e y con a Karina antes foi algo que foi colocado rápido a generativa y mo sedutora sedutora unaisa sentar frente dela e dizer assim me fale de bioética e ela trazer uma una concepción muo rasteira eu di assim
não, mas pera aí a bioética pode ser isso, isso isso sempre está certais Un adolescente, una criança ir lá y dizer o que bioética y ela colocar bioética as questões éticas da área da saúde e ela saí. Então a gente vigilante porque o nosso cenário é muito iníquo, né? Eu venho, nós vemos Camila Salvador da Bahia, né? O Nordeste, o norte do Brasil, né? Essas iniquidades, desigualdade, quer dizer, o tamanho tamanho. Então, pra gente vencer essas Vulnerabilidades tem coisas de base que nos precisamos avanar, precisamos avanar, né? Y ahí sim, enfim, letrar nesse sentido. Eu
acho que iso é un desafio enorme que possível. Bem, nós vamos para nossa última pergunta que nos mobilizar aquí a todos antes quer só fazer um comentário Dr. Thago cuando mencionou que era da área da psicologia e tecnologia e somando com que a D. Carla colocou agora. Um dos grandes riscos que nós discutimos na Faculdade de medicina é a maneira como a população tem feito uso da inteligos casos de pessoas que fizeram consultas muito entre aspas porque não são, e que chegaram inclusive a situaes de autoestermínio, o que é muito preocupante, muito triste, né? E
essa pergunta ela meio que casa um pouco com essa finalização de reflexão em que diz com o surgimento da inteligendo a essênciacia daquilo que o ser humano y finaliza con pergunta filosófica. Eh, Haverá un tempo em que nos teremos que voltar a sermos humanos de fato. Então os eu imagino que essa pergunta ela nos propa a ideia da inteligro eu pensante que busca nos substituir, mas nós somos essencialmente insubstituíveis, mas há um grande risco de que nos acreditemos de que aquela inteligência moito maior de reflexão e de proposituras de ações da sociedade do Que os
próprios seres humanos. Então, que risco e que nos estamos correndo nos fazermos substituir deliberadamente? Tomo la palabra. Eh, ¿qué pregunta, Camila? Eh, es muy desafiante. E parte del problema creo que está en la génesis misma de la denominación inteligencia artificial. Como probablemente ustedes sepan, en 1956 en el famoso Darmouth College se bautizó con un espíritu de marketing a este tipo de tecnología como Inteligencia, algo que desde la instancia en que Aristóteles nos pensó como animales racionales pasando por el propio René Decart para llegar al tipo de racionalidad con la que muchas veces nos definimos en
nuestros días pareciera algo propiamente humano. Se dotó esta tecnología de este tipo de magia que la torna tan fascinante, ¿no? Solo que artificial, con toda la materialidad encubierta e que deliberadamente además las grandes Tecnológicas dejan de lado por razones que atañen a sus intereses comerciales fundamentalmente, ¿no? Entonces, creo que en un punto es necesario detenernos a pensar de qué hablamos cuando hablamos de inteligencia artificial, en qué sentido se la ha antropomorfizado y se le ha desde ciertas metáforas eh revestido de precisamente características humanas, al punto de que, tal como vos muy bien decías, Camila, y
lo vemos también con mucha Preocupación, hay muchas personas, muchos y muchas adolescentes que interactúan con el chat GPT u otros modelos de lenguaje a la manera de quien habla con un terapeuta, ¿no?, con resultados nefastos como hemos visto. Entonces, me parece que por un lado hay que cuestionar el tipo de atribuciones que se le hacen a algo que no es sino una herramienta que puede traer ciertas oportunidades. Yo creo que ahí obviamente se abre una atención, un Dilema. Es importante en términos de soberanía estratégica tener un desarrollo innovador propio, pero al mismo tiempo haciéndolo con
el tipo de gobernanza y con la perspectiva éticopolítica de la que venimos hablando, ¿no? Eh, y al mismo tiempo diría sí que me resisto un poco a los discursos que tienden a hablar de esencia humana, ¿no? Porque por lo menos en filosofía, cuando pensamos en algo con carácter esencial, Lo pensamos como inmutable, como estático. Es parte de lo que también alimentó el mito de el antropocentrismo, el de vernos como jerárquicamente superiores frente a otras especies y el tipo de despojo y zonas de sacrificio que esto ha generado, ¿no? Entonces, yo diría sí que en todo
caso nos interpela, con esto cierro y paso la palabra, a la hora de volver a pensar de qué hablamos cuando hablamos no solo de inteligencia artificial, sino de qué hablamos cuando Hablamos de ser humanos hoy en día, ¿no? Eh, cuando trabajamos sobre las recomendaciones de UNESCO en torno a una inteligencia artificial centrada en lo humano, desde mis intereses, la antropología filosófica pensaba mucho, ¿no?, ¿de qué estamos hablando cuando hablamos acá de humanos? ¿De qué humanidad estamos hablando? Creo que viene a desafiarnos también para pensar en una noción que al contrario, lejos de ser esencialista, Amplíe
la noción de lo humano a un tipo de agencia distribuida en que seres humanos estamos teniendo que hacernos cargo precisamente de nuestra relacionalidad con otro tipo de entidades no humanas, con animales no humanos y con el planeta mismo, ¿no? Entonces creo que gran parte del desafío es volver a a pensar de qué hablamos cuando hablamos de humanos. Sí, obrigado. No es un juguete nuevo, estamos fascinados Y lo que pienso que no lo dije, necesitamos sensibilizar, concientizar a la ciudadanía que comprenda la utilidad, porque es útil. Y tenemos que enseñar, ingresar la bioética. Esto que llevamos
en el corazón los miembros de la red, tenemos que ingresar a esas disciplinas que antes no la tenían, como las matemáticas, la informática, porque esa va a ser la única forma en que esto prácticamente, o sea, que Podamos entender los límites, para qué sirve y que no no estemos asustándonos ante este tipo de situaciones. Eu agradeo imensamente. Acho que foi uma mesa com explana riquíssimas. Me sinto privilegiada por ter mediado a mesa. Obrigadíssima, obrigadíssima mesmo. Y finalizamos. Então, muito obrigada a todos pela gentileza. de una pessoa célebre nosa rede bioética Y para moo grande poder
moderar y tamb presidir congresso y alegria, mas tambén una responsabilidade grande. que so un hom branco, como lembr a nossa querida vice-reitora, professora Joana, que nos lembrude y dos privilégios que recono no précongresso que fizemos o lanamento da cátedra UNESCO de bioética y saúde coletiva, cátedra Giovan Berlinguer. Falei que a educación transforma y de o exemplo da min rezando eh ora para nos livar do comunismo y depois perceb con vários comunistas inclusive a Jia pediatra que me de un bug na cabecélia que aquí porque pediatra como comer criancinas Mas eu tamb lro do fato da
min contar histórias, né, da minha família, vieram da Alemanha, Fugida da fome, da pobreza, mas ganhar un pedaço de terra expropriado de rapula que aquí estava. Y lembro tamb ora de avó, mas conta várias coisas quea conta. E umaa falava dos bugres que rouba o fristing que era o lanche do meu avó. Demor para entender o que que era Bugre. E sempre imaginava na minha infância que Bug era un tipo de un [ __ ] Mas era iso que nos fazi entender a desumanización de un povo, daquele Povo que justamente aquele que má preza pela
biodiversidade, que o tema desta nossa conferencia. Y es por eso que gostaría de partilar esta honra y esta alegría de poder moderar esa mesa y convidar a un novo parceiro de caminhada, Niandu povo guarani, educador y presidente da Federación dos Povos Indígenas estado de Santa Catarina. por Favor. Tem dois, acho que tem dois aquí, um para mim, para ti. Vamos ver se funciona. [risas] E nós estávamos ali preparando un discurso para falarmos juntos y construos juntos. Mas eu vou falar só um dos vários princípios da declaración universal sobre bioética e direitos humanos, que o artigo
17 que fala sobre o meio ambiente, a Protefa y da biodiversidade y reconcendo claro interes princípios na nosa conversa al pude aprender muito por favor propriedade para falar do que v aprender do guaran por favor y v cantar Música da m cultura para nós se alegrar un pouquinho. Acho que a música parte da alegria da bioética também. [risas] Qui qua tu povera o qu ctico un ctico que traz fala realmente da bioética para nos cuidar más do nosso Planeta. un cântico que que alegra nosa comunidade, as crianas, onde a gente dialoga con a natureza. E
cântico representa o significado. Bom, eu como tinha comentado ali na outra sala, né, para m una honra, né, alegria mo grande de me chamado porque vees eh as guerras n que acontecia con me povo, contra o meu povo no passado, né, iso vamos que dear de lado porque hoje eh eu tambén s, Como que v dier? Eu s uma uns filhos que tombaram defendendo as terras, suas terras as suas comunidades. Também s filhos que aqueles que que colonizar o Brasil e tanto otros países tambén. Mas aquí temos que fazer uma grande alian para nós defender
o nossa mãe terra, né? Vamos deixar as guerras de lado. Vamos deixar o ódio de lado. Vamos deixar a ganância de lado. Vamos deixar o preconceito de lado, porque nós somos os filhos do mesmo pai, né? para nós para Cultura guarani o nosso Deus que unipresente os filhos de unipresente que o tupan é o mesmo pai de vocês, né? O nosso pai é único, só que ele criou criou para cada povo, para cada seres, né? para cuidar do seu universo, do seu espaço. Então eu agradeço muito, né, de poder compartilhar com meu amigo que que
acabou de falar, meu amigo branco, meu amigo não indígena, mas tem uma descendente aquí todo Santa Catarina, todo Brasil descendente de índio, de Indígena, né? Tem sangue indígena correndo nas veas de vocês, né? vees nós mesmos que não consegue enxergar porque nossos olhos v as coisa que realmente querer mais, adquirir mais, querer mais iso que às vezes nós eh a nossas vidas a nossas vistas fica cego por gancia, né? Ao que eh ese compartilhamento da cultura, né? Muo importante que hoje eu como presidente, né, de trs naes de Santa Catarina para m desafio muito grande
tamb y dentro do meu espao, né, Ter uma escola, né, eu leciono, né, eu tento preservar a nossa único que roubar a nosa lengua único, né, o resto for roubado, retirado, né, acontecer muitas coisas, né, mas aquí para est aquí falando con nus ancestrais lutar, fugir para que posso estar aquí falando y tamb a resistência de tamb est sentado agora aquí me olando, me ouvindo porque seus pais tambén lutar para est aquí una luta no s me a luta de todo para Preservar a m natureza Como siempre falo, eu no s dono da terra, nos
somos donos da terra. A terra que dono de nos junto temos que lutar para preservar. O comeo de tudo que estamosendo. Cuando a gente tombar, cuando a gente está má lutando, nosso descendente lutar de novo. Y a luta para o mundo cuando gente fala acabar cuando a gente de mundo, mas o mundo precisa Preservar. Nos temos que lutar juntos. No importa a cor, no importa a ra porque no estamos vivendo en sol mundo. Un planeta un sol. A água es una s. A mata es una s. No es dos povos indígenas, no dos povos brancos,
no os povos, no dona afro desescendente. mundo está en nosas mos o mundo, o planeta, o nosso espao está en nosas moo Aproveitando falar porque quería moito falar iso para forma escrita bonito para gente falar o papel papel cuando a gente fala do sentimento má importante. Hoje está acontecendo a COP 30 falando de vários povos, vários línguas, várias naes desesperado, né, de cuidar do clima da água. Maso 500 anos atrás, meus ancestrais ya falava que a gente chegar n momento que o povo v estar desesperad porque hoje prprios próprios humanos est criando para matar pr
humanos como barrag a estrada ferrovortos, tecnologías avan para mesmo, para nos mesmos estamos as Coisas ruim. Meus vó que tombar falava acreditava. Meu pai me cont seu falecido cont que dia a gente ver cobra preta gigante sab o que que era una cobra preta gigante aquí no mundo. É a gente ver. E quando estava descobrindo que era, falava de asfalto, era asfalto. Eu estava falando de asfalto hoje tem, ó, fazendo um mundo de asfalto, mas vidas se perdendo também no Asfalto. Era iso me falava. Mas completando a fala aquí da COP 30, os ricos deve
pagar a conta para o B planeta. Me agr fala aquí falando de cora as dimensões ecológicas tamb devemos respeitar. Nós temos que ter um amor no cora para gente estar na frente falando y vindo de suas próprias de longe da família para Tentar consertar a repara pros povos indígenas no tem que pague hoje ampara muito grande, mas o respeito má importante se respeitar todos os seres. que estamos vivendo en un populación só somos todos irmos y me grandamos convid con honra a subir ao palco a nossa conferencista Brigite Baptiste, reitora da Universidade A, escola de
administración y negócios, bióloga colombiana, egonfícia universidade Riana con mestrado en estudos latinoamericanos confase na conservación y desenvolvimento tropical da Universidade da Flória. y conta con sólida formación em temas ambientais, biodiversidade y reconcida como das má importantes líder de diversidade de género y tem doctorado Honor causas en leis honra muo grande brigers Varí a todos, todas. Qué gusto estar con ustedes. Eh, primero que todo, bueno, gracias a la tierra de Santa Catarina que me acogió en estos días y a la universidad, a las personas que hicieron posible mi viaje. Eh, muchas gracias a Mañanú eh por
su canción. Qué maravilla uno poder iniciar una conversación con una buena canción. E espero que el la reflexión que a la Que quiero invitarles en este cierre, bueno, sea inspiradora y sobre todo que también nos ayude a entender eh la complejidad que implica eh la reflexión ética a escala de los ecosistemas, a escala de eh los sistemas complejos de la vida que tiene el planeta e eh que en teoría son expresión de la multiplicidad de seres vivos que están como en un hervor permanente en la en la gran olla de la evolución, para quienes creemos
en la evolución o eh de la eh dinámica de Todas maneras de de de la existencia. Eh, la motivación para hablar sobre la crisis de la biodiversidad, obviamente son los datos duros y puros que nos dan los expertos eh y expertas en todo el mundo que hablan de que en este particular momento de la historia hemos e extinguido un o reemplazado, para no hablar extinguido, que es muy drástico, el 80% de la biomasa animal deleta, es decir, los seres humanos más sus Especies domésticas, vacas, perros, gallinas, etcétera. En este momento eh somos el 80% de
toda la eh masa animal que existió en algún momento y estamos aquí porque no la hemos comido. metafórica y materialmente los seres humanos en nuestro periplo por el planeta hasta hace 10,000 años logramos superar la glaciación porque acabamos con toda la megafauna que había en su momento. Ya está bastante, Digamos, establecido que fue así. De manera que hemos construido nuestras culturas y nuestra existencia eh en estos eh estas estos milenios a partir de consumir el mundo. Obviamente el último paso de ese consumo es el uso masivo del carbón y el petróleo que pues fue vida
en su momento y el último reservorio gigantesco que hay de eh materia orgánica transformada en hidrocarburos. Así que estamos llegando, digamos, al límite de la extinción, por Decirlo de alguna manera. Y eso eh debe suscitar una profundísima reflexión ética eh y también, como mencionan muchos, utilitaria, porque finalmente el riesgo es que nos extingamos también. Eh, entonces somos la especie más amenazada en este momento acorde a los mismos criterios que utilizamos para evaluar eh la vulnerabilidad de otras plantas, animales y seres vivos no humanos. Porque en cualquier momento se nos acaba La energía, se nos acaba
la comida y aunque no ha sucedido con la eh eh bajo las predicciones que, por ejemplo, hacía el club de Roma, eh sigue estando eh sobre nosotros como una espada de Damocles persistente. Pero a lo que yo quiero ir para empezar a mostrar algunas de las imágenes que les traigo es a esa reflexión sobre el cambio ambiental. Los seres humanos somos los agentes más importantes en este Momento de cambio ambiental. E y ello ha suscitado la reacción también de muchísimos otros agentes que se están adaptando a nosotros. A veces creemos que solamente los seres humanos
eh somos los que hemos construido una eh gran entelequia adaptativa a las condiciones del planeta, pero resulta que y en especial los microorganismos eh están continuamente eh respondiendo a la presencia humana. Eh y ya el COVID y Otras epidemias previas no lo demostró. Los seres humanos somos un botín para muchísimos eh seres vivos que están eh siempre a la expectativa de poder romper las barreras que hemos construido biológica y culturalmente. Y los eh inmunólogos y epidemiólogas nos dicen, "Tengamos cuidado porque eh esa barrera es tremendamente tenue y puede eh romperse de nuevo en cualquier momento.
Pero también tenemos por fortuna otras capacidades adaptativas de los demás Seres vivos a nuestra presencia que hacen que cada vez nuestras ciudades y nuestros espacios por ejemplo estén eh tengan mayor presencia de fauna y flora espontánea. Los animales y las plantas aprenden a vivir con estos seres tan raros que venimos siendo. ¿Cómo habría que juzgar esa perspectiva de transformaciones que proviene de la respuesta de los seres vivos no humanos, pero también eh de nuestra reflexión e filosófica sobre el que hacer particular Nuestro en este momento de la historia? Y eso es una pregunta ética, por
supuesto. Eh, que yo creo que se refleja en esta anécdota. No sé si vieron las noticias. Este es un eh señor canadiense que iba por una autopista a su trabajo y en el camino vio un eh cachorro, un eh joven alce que estaba siendo perseguido por un oso. inmediatamente paró su camioneta, su camión, tomó al bebé alce, lo subió a la parte de atrás y salió corriendo y llegó a la Casa, lo entregó a la familia, dijo, "Miren, salvé a este pequeño alce porque se le iba a comer un oso y eh después vuelvo y
miramos qué hacemos con él." Cuando llegó al trabajo avisó e inmediatamente fue despedido por violar los protocolos de eh fauna silvestre a los que la empresa minera estaba sujeta. No, no debería haber hecho eso. Él dijo, "Bueno, está bien, pero estoy tranquilo con mi conciencia. hice lo que creo que debía haber hecho. E el alce pequeño, Esto fue hace 2 años, fue entregado a un refugio de fauna silvestre, se llama, le pusieron nombre, Misti, para rehabilitación y probablemente ya haya sido liberado. No sabemos qué pasó con el oso. Indudablemente se quedó con hambre. Eh, habría
una probabilidad de que no lograra comerse al pequeño alce. No, no sabremos nunca esto, pero los derechos del oso nunca fueron tutelados. Nadie se acercó a ofrecerle un par de Kilos de tofu eh o algún tipo de producto, digamos, eh que le mantuviera le permitiera mantener su su vida. Lo importante aquí es que tanto el alce como el trabajador de la mina en una decisión momentánea, en una decisión absolutamente emocional, transmigraron y cambiaron de universo. Es decir, eh se volvieron otra cosa. E trata de averiguar qué había pasado con el trabajador y no hay señales.
No no se Volvió un influencer, no se volvió una estrella de televisión. No sabemos si alguien lo contrató o si si si hizo algo terrible, en fin, o se dedicó a casarosos o algo podía pasar. Eh, y el el tampoco sé si el alce se reintrodujo porque sería un poco e cruel pensar que lo reintrodujeron y a los 2 años el oso lo volvió a encontrar y se lo comió más gordito. Y hubiera agradecido mucho por el buen cuidado que le dimos alce. Eh, y de eso se trata, de tratar de eh que entendamos o
abordemos, perdón, más bien abordemos el el tema de las transiciones. ¿Qué proviene de una perspectiva de los últimos 20, 30 años en las cual en la cual hemos insistido una gran parte de la comunidad científica académica y muchas personas en el mundo de la urgencia de tomar medidas para evitar el desastre Ambiental y social que estamos viviendo en este momento o lo que llamamos también la triple crisis, porque eh también es un desastre económico, un un un problema gravísimo que nos puede llevar de verdad a la extinción e y que eh se manifiesta con colapsos
parciales eh eh tanto eh geográficamente como temporalmente. Estamos viendo cada vez más señales de potencial colapso. El problema es que no estamos todavía tan seguros De que eh esas transiciones deban llevarnos de nuevo a un espacio de seguridad que ya conocimos en el pasado o si tenemos que experimentar algo completamente distinto hacia el futuro. Por supuesto, muchos querríamos que el mundo se pareciera en algunos términos a como era hace 20, 50, 100, 1000, 15000 años. H no estoy segura si ustedes hacen esa reflexión y piensan que en el pasado fue mejor en algunas eh dimensiones,
Porque seguramente muchos no estaríamos vivos porque el promedio de edad o la expectativa de vida ha un siglo pues era sustancialmente menor, pero podemos pensar qué cosas del pasado eh deberíamos tratar de entender mejor. A veces confundimos las nociones de ancestralidad y conocimiento tradicional de los pueblos indígenas con el pasado, lo cual no es cierto porque viven totalmente en el presente y con toda la capacidad adaptativa a la Interacción cultural que se ha producido durante los últimos 500 años de contacto, por lo menos en América. Por tanto, eh tenemos que mirar al futuro. Cuando miramos
al futuro, entonces hablamos de transición energética, transición agroalimentaria, transición eh sanitaria, en fin, muchos cambios e muy importantes en la forma en que como seres humanos habitamos el planeta. Pero cuando vamos a hacer muchos de estos cambios o estos grandes Giros, nos enfrentamos a dos posibles escenarios. una que el estat cuo eh y los intereses del presente pelean muy duro para evitar el cambio. Las empresas de de petróleo, por ejemplo, eh tan duro que en plena COP 30 Brasil eh tiene que reconocer que entregó concesiones de petróleo frente al Amazonas en la formación PEBAS en
un momento en el cual uno diría, "Pero más petróleo." Ahora, el precio del petróleo va Cayendo, eh, la OPEC no se pone de acuerdo. En 2 años puede que suba, tiene que ver con la soberanía energética, tiene que ver todo el mundo está sacando petróleo y más petróleo del que nunca se sacó. E entonces el estatus cubo pelea muy duro, hay una inercia muy fuerte para que no haya cambio, pero al mismo tiempo hemos apelado a o hemos instaurado el principio de precaución como un eh eh instrumento ético para e evaluar todo Posible cambio, los
efectos de los cambios hacia el futuro, al punto de que nos hemos atado las manos nosotros mismos, porque eh es imposible dar cumplimiento a la perspectiva más estricta del principio de precaución eh que hoy en día se está utilizando y es la de no operar hasta tanto no se demuestre taxativamente que la transformación no representa un riesgo eh mayor. Y resulta que el cambio es fundamentalmente Eh arriesgarse. Entonces, estamos dilatando una cantidad de decisiones que acaban siendo cómplices del estatuto. Eh, y es una paradoja. Hay muchas cosas que tienen que ver con eso. Lo que
digo aquí es la imposibilidad del consenso. Hay razones objetivas que hacen muy difícil que toda la humanidad se ponga de acuerdo en el momento en que debe dejar el petróleo. Lo vimos en París, en Azerbaián y ahora seguramente lo volveremos a ver en Belénopará. Es Muy complicado llegar a acuerdos y después de haber llegado a ellos cumplirlos porque las dinámicas sociales y de los países son muy complejas. Con lo cual aparece un riesgo adicional y es que nos desesperamos y tratamos de eh apelar a soluciones antiguas eh básicamente autoritarias. Le hicimos como es como decía,
dicen que dijo el el el general Bolívar en Colombia cuando estaba en la última batalla en el en las montañas de Hoy acá, le entregó al paez que era venezolano. En ese momento todos éramos granadinos. Digo, "General Páez, salve usted la patria. Alguien aquí le entrega la espada y alguien blande la espada y dice, "Yo voy a salvar la espada." Estamos llenos de estos personajes. E no voy a decir ningún nombre, pero estamos llenos de héroes autodesignados porque que están que están felices de tratar de salvarnos y no estamos tan seguras o seguros de que
sean las Personas más idóneas para recibir ese cargo. Entonces, el autoritarismo está floreciendo por todas partes y no es propio, no es no proviene de un solo modelo ideológico, sino es más de un modelo cultural y de un modelo patriarcal, indudablemente, eso sí. Em, bueno, de todas maneras el panorama no es absoluta, no es no es eh negativo en todos los frentes, porque sí hemos aprendido y desarrollado una cantidad de Capacidades increíbles, especialmente desde las ciencias sociales. Y lo digo como bióloga, que durante toda su vida e fue muy escéptica o fue enseñada a ser
escéptica con respecto a las ciencias sociales. Di, "No, es que las ciencias sociales finalmente" y siempre le decían uno pasito, "No son ciencia. Es sí, ellos sí, ellos tienen otros métodos, pero finalmente no saben, especulan y ah, bueno, sí, sí. Y y pues realmente si hay alguien que no sabe, Somos eh los biólogos y las biólogas acerca de los seres humanos, porque siempre los tratamos de meter en el marco de la animalidad, eh, y a partir de ahí no es que se no es que podamos deducir muchas cosas. podemos deducir que nos enfermamos del riñón,
que la creatinina funciona de una cierta forma, que somos alérgicos a algo. E y ya cuando entramos a las ciencias del comportamiento, empezamos a patinar y hablamos del psicoanálisis y entonces Biológicamente hablando, eso ya no podemos decir nada. Básicamente decir, al final lo máximo que acaba diciendo la biología y la bioquímica es dróguenlos a todos para que se duerman y no molesten. Pero bueno, desde el punto de vista histórico, lo que habría que considerar entonces es que todo el tiempo como sociedades estamos reinventándonos y en ese proceso estamos reinventando el mundo con autoridad o sin
autoridad. Estamos eh constituyendo nuevas Naturalezas, nuevas relaciones en las cuales eh podemos de manera muy, digamos, egoísta, tonta, ciega, eh ir excluyendo más y más y más seres vivos hasta quedar solos y tristes, indudablemente. O eh podemos construir unas asociaciones humano, humanas mucho ecosistémicamente mucho más ricas. El problema es que estamos un poquito atorados eh en las discusiones eh ideológicas que se están polarizando de una manera eh muy dura al punto del de La historia de los jaguares. la legitimidad de la conservación, por ejemplo, como una actividad humana que cada vez se despliega más, que
por supuesto es una estrategia del mundo capitalista para eh preservar el patrimonio, el capital natural. eh se está comenzando o desde hace muchos años a ser eh ilegítima eh en la medida en que proviene eh que o que es el resultado de las inversiones de la plusvalía. Entonces, tenemos que Provienen eh que han sido, digamos, criados, salvados, conservados gracias a las regalías y a la rentabilidad de las empresas petroleras, de los impuestos de las empresas del carbón o de las inversiones voluntarias de la agroindustria. Entonces, ¿qué hacemos con esos jaguares neoliberales? ¿Dónde los No, qué
pena con ustedes, o los jaguares populares, los mezclamos, los dejamos que se revuelvan, los dejamos que voten, no sabemos. En ese proceso hay pues muchas eh se se muchos debates y controversias, decisiones que requieren un marco ético importantísimo porque pues un jaguar es un jaguar y probablemente y espero que no suceda, no lo vamos a juzgar y a ejecutar por su origen, digamos, eh del por el modelo económico que lo acoge o lo aloja, pero con los árboles está pasando. eh los bosques, las plantaciones forestales, tú siembras una plantación y dicen, "No, qué pena, ese
Es un modelo colonial, no lo queremos. Hágame el favor" y retira sus árboles. Di, "Pero llevan 5 años, todavía no pueden cosechar, va a ser una pérdida." No, lo siento. Y quemamos el bosque. O peor aún, eh, la deforestación amazónica. La deforestación amazónica que eh tiene detrás de todo dos grandes causas. una tremenda deapropiación de tierras por parte de en Brasil creo que llaman Fasendairus eh de que es em eh acumulación de tierras para el Agronegocio. Eh pasa en Colombia, pasa en todas partes. La deforestación es un mecanismo para apropiarse del recurso o del del
de la del dominio público y de la propiedad indígena para privatizarlo y para convertirlo en plantaciones. O por el otro lado es un mecanismo para eh proveer una reforma agraria en la cual la selva tampoco tiene ningún valor. es lo que está pasando en gran parte de Colombia e incluso e apoyada por el Estado que dice, "La reserva forestal Amazónica es una reserva e ilegítima en la medida en que no permite al pueblo utilizar esos suelos. Entonces, hay una colonización armada e que también quema la selva y la utiliza para sembrar coca y producir cocaína
y eh retroalimentar el ejercicio de la revolución y de la reforma agraria. Esto es una interpretación muy simple y les pido excusas porque indudablemente que hay entramados mucho más complejos por Debajo, pero eh lo cierto es que de todas maneras estamos acabando con la selva y no hay manera de parar porque eh los intereses de los grupos que están eh son totalmente opuestos y la selva está eh está siendo utilizada como reen en la discusión ideológica. Hay una gran conflictividad entonces que subyce a estas, digamos, estos modelos de transformación ecosistémica histórica, que hoy en día
los identificamos como conflictos Ambientales. Hay un atlas de conflictos ambientales eh muy bien desarrollado por inicialmente por la Universidad Autónoma de Barcelona y el profesor Martínez Alier y en muchos capítulos en América Latina que tienen que ver con la construcción de hidroeléctricas, la construcción de minas, con todo el extractivismo. El profesor Gudinas acaba de publicar también un nuevo libro sobre los extractivismos en América Latina, pero pues aquí tenemos extractivismos Chinos en los Salares de Bolivia. Eh, tenemos eh destrucción de la selva eh de la Candona y de perdón de Yucatán por eh los proyectos turísticos
en en México. Este es el el trend eh de peninsular. Eh, obviamente la soja y las grandes minas de cobre que se están abriendo en todas partes porque es un mineral de la transición energética. Entonces ahí empezamos de nuevo a patinar porque si hay que hacer transición energética, hay que extraer litio, hay que extraer Cobre, eh, ¿cómo lo vamos a hacer? ¿Bajo la figura de empresas estatales de interés público o bajo la la forma de concesiones eh que también se ha hecho a lo largo de la historia o bajo la lógica totalmente privada? En cualquier
caso, hay una transformación ecosistémica que hay que de la cual hay que dar cuenta, que genera unas eh unos impactos para las eh comunidades presentes en el territorio y, por supuesto, para las futuras generaciones. El riesgo estemos Que estemos replicando el mismo sistema, la misma historia de impactos ambientales asociados con los extractivismos que en el pasado. Pero el discurso si ha cambiado porque ahora, digamos, no es para la acumulación privada completa completa de de esa, digamos, de esa plusvalía geológica o biológica, porque está la agroindustria, ¿lo ven, sino ahí es que vamos a capitalizar la
capacidad que requerimos en ciencia y tecnología Para disparar el desarrollo autónomo, la sostenibilidad y finalmente mente obtener la independencia. Entonces, explotamos petróleo, el último pozo, porque ese sí nos va a dar la independencia energética o va a financiar la bioeconomía. Yo soy una defensora de esa posición en medio de la complejidad que requiere. Creo que hay que sacar el último poquito de petróleo que nos queda, eventualmente el último poquito de carbón con el impacto, ojalá El menor impacto posible, pero que esos recursos de verdad se inviertan en agendas eh estatales, agendas públicas, agendas de bienestar
compartido e eh con una visión que muchos dicen que es muy ingenua, dicen, "Eso no va a pasar, Brigit, eh no seas tonta, deja de apoyar el extractivismo." digo, no, no es extractivismo, yo digo, son industrias extractivas, pero dicen, "No, esa es retórica tuya." Bueno, eh en los temas urbanos sucede lo mismo. Tenemos eh, por Ejemplo, eso es Bogotá, eso es un bosque urbano que fue plantado por una empresa, una industria en la mitad para simplemente controlar el ruido y luego con el crecimiento de la ciudad eh la empresa se desmanteló, quedó el bosque y
llevamos 8 años tratando de decidir qué hacer con el con esa área. son cerca de 240 haáreas o 300, no recuerdo, eh, con un valor inmobiliario infinito porque está en la mitad de la ciudad. Hay grupos de vecinos y de jóvenes y gente Que quiere el escenario izquierdo. Volvamos esto un gran bosque para beneficio de la fauna, de la flora urbana y el mejoramiento de las condiciones de vida de los bogotanos. Eh, y los dueños del lote o del predio que dicen eh pues sí, pero no porque eh aquí eh la los posibles apartamentos, los
los vivienda que vamos a construir pues eh permite alojar h 50,000 familias y y va a proveer de servicios y de movilidad a una gran cantidad de Población que no tiene vivienda. e el modelo que está a la derecha finalmente fue el que logró el que se negoció en los últimos 8 años, pero finalmente no ha pasado nada. Seguimos en el mundo de arriba porque cada vez que alguna de las partes intenta proceder o hay un jurado que define una corte, el otro responde y llevamos en las cortes entre 8 y 10 años tratando de
tomar decisiones. Entre tanto, el bosque no voy a decir que sigue creciendo Porque es un bosque de eucalipto, no es un gran bosque, digamos, es es un bosque abandonado, pero por supuesto lo apreciamos y lo queremos mucho porque pues hemos vivido con ese bosque casi 80 años. Entonces, cortar el bosque para reemplazarlo por por edificios o por otro bosque no es tan grato. Temas asociados con transiciones en en áreas rurales. Uno dice, "Ah, bueno, eh vamos a también a mejorar temas agroalimentarios, seguridad Agroalimentaria, eh campesinado y la capacidad de gestión y transición que viene el
campesinado." Uno dice, "El campesinado eh ha manejado de manera eh tradicional los suelos, es el que provee comida a las ciudades." Sí, pero así que uno diga amigable con la biodiversidad, para nada. Las cercas vivas normalmente son pequeños arbustos y le sirven a los Ratones y a dos o tres especies de aves. La biodiversidad aquí es extremadamente pobre. Eh, claro, hay que en alguna parte hay que producir comida. en algú y y y el digamos la cultura campesina está asociada es con la semilla, con la agroecología, eh con otras formas de diversidad eh que no
necesariamente hablan de lo silvestre. Entonces, primero creo que debemos reconocer que aún subsiste un conflicto que no solamente es entre biodiversidad y Extractivismo, sino también entre biodiversidad y muchas otras formas de producción, salvo los modelos de gestión de los pueblos indígenas y en algunos casos de los pueblos afro, no hay un modelo de ocupación del territorio culturalmente eh apropiado para sostener la biodiversidad y los procesos ecológicos que se derivan de ella. Y el problema es que en nuestros países nadie quiere adoptar los sistemas de producción Indígenas o afro eh como parte de su modo de
vida. Son todavía son demasiado distintos, todavía hay demasiado racismo, todavía hay demasiada discriminación y nos hace falta eh interiorizar esos otros modos de vida. Eh hay regiones donde sucede más. Creo que Brasil ha tenido un éxito muy grande en encontrar nuevas salidas, pero indudablemente no es tan fácil hacer esos, digamos, promover esas Transiciones, eh, cuando hay tantos estereotipos, cuando hay tantas resistencias culturales o tantas tradiciones entremezcladas. E este es un bosque producto de la extracción de carbón, la mina más grande de América Latina de carbón, el cerrejón en el norte. Este bosque ha sido producto
de la norma. La norma obliga a la empresa a eh entregar la concesión eh bajo las mismas o mejores condiciones Ambientales que cuando empezó hace casi 40 años. La mina ya está por cerrar, eh, y el bosque está listo. De ahí son los jaguares que les hablaba yo del los jaguares neoliberales. En este caso son jaguares carboneros porque eh están fabricados con carbón. Eh, y es uno de los corredores más importantes de conservación en el norte de Colombia. Cuando la empresa que tiene la mina ahora, que ha cambiado a lo largo de la historia, le
devuelva o retorne el Título minero al Estado, el Estado debe decidir qué hacer con ese título. Eh, yo me imagino con el comportamiento normal que tienen nuestros gobiernos y estados, que dos días después habremos talado todo el bosque y habremos repartido la tierra o habremos vendido o habremos plantado coca porque está más cerca de la No, mentira, no voy a ser tan pesimista. ¿Quién sabe qué pase, pero sí insisto en que hay sistemas de valores muy contradictorios en este momento que No están dialogando bien para tomar decisiones o acuerdos sobre procesos ecológicos de largo plazo,
porque uno puede decidir si siembra trigo o no, si siembra maíz o no, si tiene eh eh sistemas de ciclo corto o de aprovechamiento de ciclo corto, pero es muy distinto eso a ponerse de acuerdo a en manejar 1000 haáreas, 100,000 hectáreas de selvas amazónicas que tienen 10 o 15,000 años de edad y procesos ecológicos eh Concurrentes. No voy a leer aquí estas dos cosas, pero digamos una parte del conflicto que aparece de valoración es la acusación hacia la ciencia, todas las ciencias, de que eh somos ingenuas ante el poder, de que somos funcionales ante
el poder, eh y que no somos capaces de plantear una posición ética robusta para decir en qué momento las eh los cambios ambientales eh eh deben operar y de qué manera deben operar y quiénes son los actores Responsables que hay detrás. Entonces, como que eh hay una crítica muy dura que, bueno, puede ser cierta respecto a la comunidad científica. Somos somos gente, pero que cuestiona epistemológicamente el conocimiento que tenemos sobre la crisis ambiental. Y e eso eh pues creo que es tirar al bebé con el agua sucia de la bañera. no quiere decir que haya
otros no haya otros marcos epistémicos eh eh incluso probablemente mejores que El que el que el de la ciencia occidental para e la gestión de las selvas, por ejemplo, o de los mares eh eh en las áreas del Caribe, por ejemplo. Pero insisto en la idea, esos marcos epistémicos no están siendo adoptados, no están siendo la base de la producción de esos nuevos e socioecosistemas que uno pensaría que van a ser mucho más sostenibles. E por lo menos la bioeconomía con base en preceptos y conocimientos Ancestrales no existe, salvo en los territorios donde los pueblos
indígenas hoy en día tienen garantizados sus derechos. Los colonos, al menos en Colombia, no están interesados en aprender nada de los pueblos indígenas. Pueden ser amigos, les pueden comprar carne de monte, les pueden comprar sus coronas de plumas, aprender a hacer de golpe tal cual artesanía, pero jamás van a intentar ser indígenas y eso ya Representa un reto eh cultural y ético tremendo. ¿De dónde vengo? ¿Con qué herramientas habito el mundo? El centro de urgencia proviene pues de la situación que ustedes ya conocen. No, no me detengo ahí. Tengo 10 minutos para avanzar en eh
digamos el reto entonces insistir en el reto de las transiciones. No salió la fotico. E que es volver a operar en un espacio seguro, por lo menos dentro del paradigma digamos de las ciencias de la Complejidad. cómo restituimos la seguridad eh para los seres humanos todos eh en este planeta cuando estamos pues completamente intoxicados en CO2, cuando estamos eh llenos de microplásticos. En este momento dicen que todos tenemos más o menos el contenido de una tarjeta de crédito pulverizada, sin dinero, sin fondos en el cerebro. E y hay una serie de transiciones que nos dicen,
"Esto es lo que hay que Hacer. Esto es lo que hay que hacer." E creo que nos hace falta muchísimo entender entonces qué es lo que subyce a las transformaciones biológicas del planeta y cómo hacemos para dejar un poco la culpa también eh de decir, "Es que nos comimos todos los animales, es que acabamos con todos los bosques, es que contaminamos todas las aguas. Listo, ya lo sabemos." Y entonces nos decía Yamandú, "Paguen la deuda, paguemos la deuda." ¿Cuál deuda? ¿Con quién? Claro, ahí hay una cantidad de entrecruzamientos tremendos en relación con quién se ha
beneficiado y cómo de ese comportamiento, pero digamos que somos 8,000 millones de seres humanos. Eh, la deuda es de nuestros papás, de nuestros abuelos, de nuestros tatarabuelos, es decir, todos estamos endeudados hasta las, mejor dicho, eh, y no es la deuda externa en absoluto, no es la deuda fiscal, no es la deuda financiera, es la Deuda ecológica que tenemos. Entonces, hay que empezar a pagarla. Hay acuerdos en en en la Convención de Diversidad Biológica. La COP habla de todo eso, pero indudablemente estamos por debajo, muy muy muy por debajo de las los esfuerzos que hay
que hacer para restituir la seguridad planetaria. Y hacia allá vamos. La pregunta es, ¿cómo restituye una uno la seguridad planetaria? ¿Cuál es el paradigma sobre el cual hacemos eso? Reforestamos el Planeta, definitivamente prohibimos la producción y consumo de plásticos en el corto plazo. Mencionen ustedes cualquiera de las, digamos, medidas que se reclaman para hacer esa transición eh rápida y sensible. Eh, ¿qué tanto estamos lográndolo? Y uno cada vez que revisa los indicadores, ninguna. Es es tremendamente frustrante mirar que el mundo sigue un proceso de transformación y deterioro extremadamente grave. Ahora, Hay señales y capacidades que
comienzan a aparecer. Entonces, uno dice, bueno, aquí hay la posibilidad de restituir esa seguridad, de construir una nueva naturaleza. Pero entonces uno dice reconstruir una nueva naturaleza y definitivamente es muy muy difícil eh llegar a acuerdos sobre esa nueva naturaleza que cara tiene y no es una nueva naturaleza sin gente, porque ahí por lo menos, yo creo que ya cada día estamos más de acuerdo. Es una nueva Naturaleza en la cual nosotros como seres humanos con todas nuestras eh nuestras virtudes y efectos hacemos parte de eso. Hemos escuchado parte del llamado los pueblos indígenas decir,
"Pero es que es que no existe la naturaleza por fuera." Porque si insistimos en volver la naturaleza un objeto, como si lo hizo la modernidad científica, pues la distancia nos hace sobrenaturales, nos vuelve eh unos bichos incomprensibles, Inabordables. La humanidad no puede ser entendida por fuera de los procesos biológicos y geológicos de la historia del planeta. Eh, entonces ahí esa, digamos, esa reflexión podría ser algo muy marcado en los procesos educativos y formativos del del futuro. Somos el planeta, somos la naturaleza. E y ahí hay muchos elementos en la educación y en los modelos culturales
que uno debería poder referenciar. ¿Cómo Hacemos para restituir la seguridad del planeta? pero ya no con decisiones planetarias. Sabemos que los grandes líderes pues pueden pueden decir que sí o que no porque la biodiversidad y los el funcionamiento de los ecosistemas es local. Siempre va a tener que haber un encargado o una encargada de cuidar el bosque, de cuidar el humedal, de cuidar el manglar. No hay otro remedio. De manera que el mundo vuelve a ser local. Eso nos lo dijo la agenda 21. eh vamos a tener que tomar medidas glocales y a nivel local
sí están pasando cosas muy interesantes. Indudablemente eh estamos construyendo nuevas versiones de nosotros mismos y es increíble porque yo tengo 60 años, voy a campo, encuentro a las nuevas generaciones haciendo cosas que me parecen absurdas por fortuna, porque no es mi mundo. Mi mundo ya está pasando. son ellos y ellas y elles los que tienen que construir su mundo y Habitarlo. Y lo están haciendo con alegría, lo están haciendo con capacidad intelectual, lo están haciendo con inteligencia artificial, lo están haciendo con espiritualidad, lo están haciendo de muchas formas. Eso me alegra mucho y me alegra
mucho que mis hijas sean capaz de decir, "Mira, ya pasó tu tiempo, ya hiciste los daños que tenías que hacer, déjanos a nosotras." Pues hay que confiar en las nuevas Generaciones, hemos hecho el mejor esfuerzo. Entonces, bueno, háganle. está el profesor Holling y sus teorías de el ciclo complejo adaptativo. que me voy a tener sobre esas discusiones para poder, digamos, llegar aquí, que es un aspecto que creo que nos puede ayudar en la conversación sobre la declaración o o en temas eh que analicen si vale la pena hacer algún tipo de principios éticos para guiar
esas decisiones de transformación Ecosistémica restitutiva o regenerativa del espacio seguro o del espacio de operación seguro del mundo y que tienen que ver con lo que llamamos cambio transformacional. Como dieron al principio, decía, "Hay que cambiar todo." Pues eso desde el siglo XIX hay teóricos que vienen diciendo lo mismo. Hay que cambiar todo, ¿no? No se trata solo de cambiar la economía, ¿no? Uno no puede mover una válvula y esperar que las demás eh no se Vean alteradas. Entonces, eh seguimos hablando de cambio transformacional. En este caso es la perspectiva de la IBES, que es
la plataforma de biodiversidad y servicios ecosistémicos multilateral, 150 países, que produce en los últimos 10 años una gran cantidad de evaluaciones y de documentos que en este caso liberó en diciembre del año pasado eh eh la la evaluación temática sobre lo que llaman el cambio transformacional. Tiene Un título larguísimo, dice, "The underlying causes of biodiversity loss and the determinants of transformative change and options for achieving the 2050 vision for biodiversity, lasiones de cambio." Pero aquí, digamos, hay es un documento corto que les recomiendo que puedan bajar, está en castellano, está en portugués, está en árabe,
en los idiomas de Naciones Unidas e y tiene en dos páginas unas recomendaciones y uno dice, "A ver, pero Eso ya es un lugar común." M no es no es tan común. Habría que mirar porque si logran, digamos, una perspectiva muy contemporánea de la reflexión eh, digamos cultural y de la ciencia moderna, eso todavía la IPES no logra entenderlo muy bien, que es un foro con perspectiva colonial y occidental, a pesar de que consulta con pueblos indígenas y con incluso le preguntan a las mujeres, hay muchas mujeres ahí dice que tiene equidad de género y
dice, "Ah, hay una perspectiva." nunca ha querido hablar de una perspectiva feminista o ecofeminista, en particular sobre la biodiversidad. Eh, y tiene unos grupos de donde reconoce el conocimiento indígena y local, pero nunca ha hablado de comunidades locales en otras partes que no sean el sur global, como si en Europa no hubiera comunidades locales. En Europa todos son sobrenaturales. En cambio, aquí nosotros sí. Bueno, estos son una serie de principios, una serie De de digamos de lineamientos que van en conjunto con la evaluación que terminó hace 3 años sobre los valores. Y fíjense que digamos
ahí es donde debemos concentrar nuestra conversación. cuáles son los las cómo los distintos proyectos culturales del planeta han eh producido perspectivas diferenciales respecto a la importancia que tiene la biodiversidad en sus vidas. Y y ahora que estábamos en las conferencias sobre e Discriminación neurológica, uno pensaba, claro, ahora entiendo eh cómo hay personas que, claro, no han vivido en territorios de megadiversidad, tienen que tener un daño mental importante, no no logran entender la complejidad del mundo. En cambio, nosotros en la Amazonia, en los Andes, en nuestros territorios ecuatoriales, tenemos esa riqueza gigantesca que ha promovido una
neurodiversidad maravillosa. Entonces, hay que hay que Hay que entender a los pobres que no tienen esa megadiversidad. No funciona el discurso. No, los seres humanos hemos construido eso a lo largo de los últimos 200,000 años. La divers la neurodiversidad eh proviene de las migraciones y del de la capacidad o de la obligación que tenemos de interpretar o que hemos tenido de interpretar las condiciones ambientales, biológicas y la funcionalidad ecológica de los Territorios a lo largo de nuestro periplo, de ida y de vuelta. Y ahí se originan todos los imperialismos, se originan todos los colonialismos, porque
no hay uno solo. Los incas eran imperialistas, eh, los azteca eran imperialistas y lo que pasa es que ganaron entonces y bueno, luego perdieron respecto a otros. En fin, pero sigue sigue pasando eso. Las sociedades humanas no están divididas entre dos facciones, sino tienen eh tendencias Culturales eh eh de distintas de distinta índole. Y eso tiene que ver con la neuroecología. Eh, mencionamos algo de neurodiversidad en el panel anterior. Insisto, me pareció fundamental ese trabajo porque es que el cerebro humano se enriquece desde el primer momento de su gestación con la exposición a la a
los estímulos eh del medio. La epigenética nos ayuda a construir inteligencia asociada con el territorio. Y si migramos y nos movemos Más aún porque tenemos, claro, cuando a uno le toca migrar vieja es más difícil porque uno ya tiene la cabeza pues solidificada, pero igual igual viajar es el mejor antídoto a la estupidez, diría yo. Concluyo con la propaganda de mi libro, Transecología, porque si creo que hay una posibilidad de entender los tránsitos, las transiciones, las transformaciones Socioecológicas con una lectura de eh la complejidad de las relaciones entre seres vivos humanos y no humanos y
que eh hay muchos recursos eh epistemológicos, muchos recursos e teóricos y muchas capacidades que hoy en día deberían ayudarnos entonces a desarrollar cientos, sino miles de proyectos adaptativos de experimentos locales de los cuales habrá de salir la humanidad que se sobreponga y sea capaz de sobrevivir a la crisis climática. Muchas gracias. Muchas gracias. Gracias para después la comida. Una lástima que no tenemos apertura de preguntas. Meu Deus, ya est aquí español. [risas] Eh, Brigit, muchas gracias por tu palabra, por esa visão bio, eccoética, complexa y transcológica. Y seguimos então para Finalizar o nosso 10o congresso.
Antes de chegarmos no ato de clausura de fechamento, gostaria de convidar nosa querida Ela Uriola, que doutora en filosofia, académica da Academia Paranense de Língua, presidenta da rede de Muleres Filósofas de Panamá, vice-presidenta do Conselho Nacional de Escritores e Escritoras de Panamá y faz parte do comitessor de rede da rede bioética UNESCO. para fazer una intervención Poética, bioética, no nosso evento. Ela por favor. Esta semana Florianópolis palpitó con el corazón de la bioética y estoy segura que el mundo va a escuchar esos latidos. Muchas gracias a los organizadores, a Fernando, a ese componente magnífico de
colegas que han hecho posible esta fraternidad real. Hemos traspasado lo virtual y estamos comprometidos a cambiar el mundo. Voy a leerles dos poemas de mi último libro, El poía de la niebla, un poemario de poemas bioéticos que este año mereció el premio Centroamericano de Poesía Rogelio Sinán. El primer poema lleva el nombre del libro Fotografía de la niebla y tiene un poco que ver con ese tránsito que atraviesa el corazón de nuestro continente y que por Panamá atraviesa el Darién, los migrantes. Está dedicado a los migrantes que profesan el oficio de sobrevivir a pesar Del
norte. Cuando abran los puentes y esa casa rota que levita me permita entrar en ella, si tengo el poder de hablarle a la reina de las libélulas, si encuentro dentro de mí la póima amarga de las despedidas, si vierto en ella mi amabilidad con los muertos adentro de esa casa dusta de tantas épocas, con la rebelión del insomnio, con la sed de besos a cuestas, intentar entrar en tu alma. Cuando abran los puentes y nos deje Entrar el sigilo, la nostalgia estará tatuada en tu espalda, la de la historia, la de las insólitas coordenadas que
me recuerdan que el olor de la raíz es el mismo olor de la herida. Patria tantas veces profanada, fotografía de la niebla desleída como esas aguas fuertes negras que murmuran la marginalidad de convenios, canallas y sangre estéril y patrañas. Esa es la tierra que bautizó mi Placenta, que elevó las voces de nuestra infancia. Allí se quedaron los jóvenes y los poetas arropados. con la insobornable libertad de los que sangran. Es fuego. Y dije, "Y el fuego es el culpable de la sed y de esos caracolitos que trepan el aire hasta enroscarse en almohada desde la
cama y muerden la memoria y mordisquean el alma. Deje de mecerte en mi boca, dejé de contarte en los cuencos de mis ojos. Frené la pira, Ajusté las cuentas en mis dedos y me encerré. En la carátula de la tarde esperarte. En algún lugar de unos ojos se diluye una corriente de voces que arrastra consigo vuelos intercalados de pájaros y dragones, un espejismo que es un mundo que en realidad es un espejismo del mundo. Y dentro, un poco hacia el fondo, la sonata que tocaba un niño al clave hace tres siglos. En ese lugar recóndito
que solo miro cuando tus pestañas Descansan, colgándose de las nubes y de las de luz, de una gota de lluvia, allí donde germina la sed de lo imposible. [aplausos] El último poema que les voy a compartir se llama La Nilla del Napal y está dedicado a la persona por la cual estoy aquí, a Susana Vidal y a los obreros de la red más humana del mundo. Y tiene un epígrafe de Kimpuk. Llevábamos tres días refugiados en un Templo y de pronto o venir los aviones y echamos a correr. Vi caer cuatro bombas. Oí burum burum
un sonido más suave de lo que me esperaba y de pronto había fuego por todas partes también en mi piel. Todo puede cambiarnos desde el fulgor al fuego. Cuando se abre una escotilla parece la magia o el aliento del infierno. Hay tanta sombra como luz en el vacío. Hay tantas cosas contenidas en ese pequeño cuerpo que desplaza dolor en su Desnudez, ausencia de sí. Todo puede cambiarnos hasta el grito o el espanto monocromático retumbando en una fotografía. Yo no sé a dónde está la niña del napalm. Si sobrevive a lo invisible lloviendo en su cuerpo,
nadie lo sabe con certeza. Dicen que se curó de la cicatriz del mundo y dicen que en ella reencarnó la inocencia ofrendada a la maldad por medio de la guerra. Dicen que es una niña eterna y que a veces escucha su mirada en esos purgatorios de refugiados. Dicen que hay mucho de ella en la cama de hospital donde pernoctan una criatura y su madre. Dicen que siempre retorna a las caras del hambre. La primera vez que la vi, mi conciencia tenía el tamaño de esa niña y después creció con aturgencia y el dolor que produce
el asombro. Me detuve en sus pies bajo el descalabro De ese mundo que traspasaba su dermis y rebotaba en esos brazos que aleteaban inútiles como alas mojadas. La niña del napal no corría sola. En su vuelo fallido rebotaban otros pies minúsculos como ella. Pero su miseria se reflejó en el lente y alcanzó el oído de mi pequeña conciencia. Dicen que la niña del napal es una mujer de habla poderosa, de conciencia poderosa y con este poder detiene las miradas como su pequeño cuerpo lo Hiciera. Es una mujer que construye la paz mientras parpadea. Probablemente ha
sanado y desde un escenario es el antídoto para futuras heridas. Pero yo no puedo ignorar el eco trepidante que escalaba su garganta. y traspasó la fotografía. No puedo olvidar aquella humedad de Vietnam universal desde ese instante, certero en su negación de lo que éramos El mundo. Cuando la niña del napal corre y mis sueños, despierto con fiebre y mi gato me dice que le acaricie el pecho, porque él también lo ha despertado ese grito. Y en voz baja me convenzo que Fan K es una mujer libre y que esa niña está viva, pero respiro su
vacío en niñas que aparecen de ruidas en pantallas contingentes, péndulos ella misma de la simiente. El azar la remeció de tal manera que sus Piececitos han tocado la temperatura del vacío. Y ya no sabremos si son de asombro sus manos, si hubo sonrisa entre sus mejillas, si acaso alguna vez la caricia fue algo más que este deseo que mi imaginario construye para sus huesos. Hay tanta soledad en sus cuerpos, tanto sinónimo de napalm reventado en atmósfera mientras nos incineramos los sentidos con videojuegos. La niña del napal quizás camina perdida en la comarca y no crecerá
ni verá Reverdecer la montaña cuando el invierno decida que no será invierno. Ella brisna entre las caracolas, no dirá que tiene hambre, que le han mentido a la distancia, que separa sus pies de alguna fruta untuosa. Ella sola camina mientras puede y trata de entamblar un puente entre sus ojos y la fiebre que se derrama en su cuerpo. Un día no bastará la piedad. Será menester tomar las uñas como armas, desprenderse de la carne en un ritual Que inicie por dentro. Destajarse la conciencia con el tiempo ilimitado de la culpa, abrirse al sol como una
fruta madurada de tiempo. Gracias, Floriana Pilis. Gracias. Obrigado. E vamos ver agora um vídeo curto que mostra un pouco do espírito da bioética y seguimos ent para o final do nosso congresso. América Latina y el Caribe llevan cicatrices de desigualdad, violencias Persistentes [música] y prácticas extractivas que hieren la tierra y desgarran comunidades. La riqueza concentrada en pocos se levanta sobre la minería oraz, los [música] monocultivos y la ganadería extensiva, perpetuando exclusiones y reproduciendo la pobreza como un ciclo interminable. [música] La falta de acceso equitativo a la educación y a la salud impide la movilidad social
y sostiene relaciones De subordinación. En este escenario, la violencia se erige como estrategia de dominio político y territorial, golpeando con mayor fuerza a campesinos, pueblos [música] indígenas y comunidades afrodescendientes. Cada voz talado [música] y cada lengua silenciada, la diversidad biológica y cultural se debilita, poniendo [música] en riesgo la vida y la posibilidad de imaginar horizontes más justos e incluyentes. [música] Frente a este panorama, la UNESCO ha asumido un compromiso ético y activo. Ha inscrito 147 [música] bienes en la lista de patrimonio cultural y natural de la región y reconocido custodias colectivas que iluminan el planeta
bajo el ideal del buen vivir. Asimismo, ha defendido la dignidad, la equidad [música] y los derechos humanos como principios que deben cultivarse en cada territorio. En este contexto, en el 2003 nace [música] la red bioética UNESCO para América Latina del Caribe. Desde su origen se concibió como un instrumento político [música] y ético, crítico y solidario con los movimientos populares, [música] enlazando voces, saberes y luchas en favor de la salud, la vida y la protección [música] de los ecosistemas. Hoy con 65 miembros de 19 países, [música] la red bioética se consolida como una voz plural que
interpela los poderes establecidos y [música] extiende los Principios de la declaración universal sobre bioética y derechos humanos, transformándolos [música] en la bandera ética, política y cultural frente a las desigualdades. Su labor ha fortalecido instituciones, creado comités [música] de ética y promovido cooperación académica en los territorios más golpeados por la exclusión y la precariedad [música] sanitaria. Programas como Ethics Education Program y Assisting Bioetics Commites muestran Que el [música] trabajo en red no solo forma profesionales e infraestructuras éticas, sino que también democratiza el conocimiento, impulsa [música] el diálogo público y articula saberes locales en clave de cooperación
sur sur. La [música] región aunquerida resplandece su diversidad. La Amazonia concentra más del 40% de la diversidad mundial. Arrecifres y cordilleras sostienen el 60% del agua dulce global y más de 826 grupos indígenas conviven con Legados afrodescendientes y mestizos, testimonios de resistencia y conservación. En medio de la policrisis global, [música] América Latina y el Caribe anuncia que otro horizonte es posible. La red bioética se erige como motor de florecimiento compartido, [música] convocando a cuidar juntos la vida para que un futuro más humano y un planeta vivo dejen [música] de ser promesas y se hagan realidad.
[aplausos] E para o nosso ato de fechamento de clausura convido a mesa executiva da rede bioética UNESCO nossa presidenta Constan Ovale da Colbia noso vicepresidente Maglio da Argentina [aplausos] y a nossa secretária executiva do Brasil. [aplausos] Eh, para la red bioética, Eh UNESCO es realmente motivo de alegría poder haber compartido estos días con todos y todas ustedes. Ya Fernando nos dará un cierre, pero no queríamos dejar sin poder compartir con ustedes eh una carta que se ha trabajado eh colectivamente y que manifiesta el espíritu nuestro eh no solamente desde un pensamiento Crítico, pero es un
pensamiento crítico que quiere transformar, que quiere aportar, pero además que identifica eh acciones que pueden generar en cada uno de nosotros un motivo para poder avanzar con la bioética. Vamos a a leer, a compartir lo que ha hecho la red. cada una de las personas, cuando uno habla de red, pues se le olvida que detrás de esa red lo que hay son personas y pues esperamos que que sea eh de Alguna manera vinculada a lo que se venga de aquí en adelante. Entonces, eh te doy la palabra. Gracias, querida Coni. Esta es la carta de
Florianópolis por una ética de la vida. La democracia y los derechos humanos en América Latina. Florianópolis, 7 de noviembre del 2025. América Latina, el Caribe vive una realidad que es reflejo de un modelo global con diversas expresiones en cada País y región. La expansión de nuevas formas de crecimiento del capitalismo global llamado biotecnocapitalismo impacta en todas las formas de vida de las comunidades humanas y no humanas, actuales y futuras a nivel planetario. Se trata de un modelo económico político incapaz de garantizar los derechos y necesidades básicas de millones de individuos en el sur global. que
impone formas de control y dominación Individual y social para perpetuar su hegemonía al tiempo que genera una crisis ambiental planetaria evidente en el cambio climático, la degradación ambiental, la pérdida de biodiversidad y de la estabilidad de la Tierra. Resumimos algunos de los signos de este avance en los siguientes nueve puntos. Primero, el avasallamiento y descrédito del Sistema Internacional de los Derechos Humanos y el Sistema de Naciones Unidas Que permite la normalización de gravísimas violaciones del derecho internacional de los derechos humanos y el derecho humanitario, sin ninguna respuesta por parte de los países centrales, como ocurre
con las acciones llevadas a cabo contra la población civil en la franja de Gaza y el trato que se está dando a millones de migrantes. en los países centrales. Segundo, el incremento progresivo y alarmante de Las desigualdades estructurales como resultado de la concentración económica en unos pocos poderes que impactan directamente en el acceso a la salud, la educación, la precarización del trabajo y la participación pública. Ello se refleja en una matriz de desigualdad marcada por la raza y la etnia, el género, la clase social, la edad y el territorio, entre otros, la cual a nivel
global responde a una estrategia bio y geopolítica. La necropolítica y el racismo estructural sostienen la lógica contemporáia de un poder que decide quién puede vivir y quién debe morir, con clara exclusión de los pueblos originarios y la comunidad afrodescendiente. Tercero, el progresivo retroceso democrático en los distintos países de la región, donde muchos gobiernos expanden una agenda neoliberal y neoconservadora que se Expresa en la pérdida de derechos básicos como la persecución de los movimientos sociales y sindicales y en el debilitamiento de las instituciones democráticas. Estas estrategias son viabilizadas a través del lobby político, la manipulación de
medios y maniobras del offer de distinto tipo, sumado al endeudamiento progresivo de los países de la región que termina por anular cualquier posibilidad de desarrollo Científico, tecnológico o industrial y de soberanía política y territorial, poniendo las decisiones en manos de los organismos de préstamos internacionales. y la banca financiera, sumiendo a los gobiernos a una situación de absoluta subordinación económica, política y cultural. Gracias. Cuarto, la criminalización y censura en temas de género, sexualidad y derechos reproductivos acompañadas de campañas de Desinformación e de retroculan la ética en investigación con seres humanos que tienen su clara expresión regional,
flexibilizando salvaguardas históricas y poniendo en riesgo la integridad y la seguridad de los de los y las participantes. De este modo se imponen dobles estándares éticos en investigación clínica con el uso de placebo y sin asegurar el derecho al acceso post investigación en estudios multinacionales y a la distribución Equitativa de beneficios. De la mano de ello avanzan los intentos de debilitar y desacreditar la tarea de los comités de ética en investigación, obstaculizando su accionar ético normativo frente a las empresas farmacéuticas, las CO, que son organizaciones de investigación por contrato y sus socios locales. Siete. El
avance indiscriminado de las tecnologías de inteligencia artificial, así como de estrategias de información y comunicación a través de plataformas Internacionales que difunden una enorme cantidad de información no validada y de noticias falsas, promoviendo formas diversas de control, induciendo preferencias políticas y de consumo y extrayendo información sensible a través de un aparato de minería de datos llamada colonialismo digital. Ocho, la profundización de una lógica neoestrativista y de despojo que agrava los conflictos socioambientales, amenaza los territorios de pueblos originarios y Comunidades tradicionales, destruye ecosistemas vitales, genera grave pérdida de la biodiversidad bajo el discurso del desarrollo e
del crecimiento económico que solo beneficia a las empresas multinacionales que lo llevan adelante. Nono una tentativa de restauración tecnocrática de la bioética por enfoques biomédicos reduccionistas instrumentales que invisibilizan la dimensión política y social de la vida y el cuidado de la Mano del avance del discurso de la integridad científica que progresivamente desplaza la bioética social del centro del escenario. Desde el 2003, la Red Latinoamericana y del Caribe de Bioética, UNESCO sostiene su compromiso en defensa de una ética de la vida que atiende a sus dimensiones sociales, ambientales e históricoculturales, denunciando con voz firme los modelos
neoliberales extractivistas que avanzan Sobre los derechos humanos y destruyen ecosistemas en la región. Por lo antes mencionado, reivindicamos la vigencia y actualidad de los principios de la Declaración Universal sobre bioética y derechos humanos, que hoy sufre un intento de flexibilización como herramienta éticonormativa, apuntando a la construcción de sociedades más justas, equitativas y con pleno respeto por los derechos humanos y las libertades fundamentales en el marco Del derecho internacional y el sistema internacional de las Naciones Unidas. Segundo, planteamos la necesidad de afirmar una bioética desde el sur con enfoque crítico y decolonial que enfrente de manera
explícita el racismo estructural y epistémico contra pueblos indígenas y afrodescendientes, reconociendo sus saberes, espiritualidades y modos propios de cuidado y resistencia. Tercero, promovemos el respeto por la Institucionalidad democrática en nuestros países con atención a los derechos sexuales y reproductivos, la equidad de género y la igualdad en el derecho de la gestión de los cuerpos. Cuarto, promovemos que se debatan marcos normativos de defensa a la soberanía territorial de nuestros países y sus bienes y recursos naturales, así como acuerdos de cooperación regional. Quinto, intentamos a nuestros gobiernos a instamos, discúlpeme, a nuestros Gobiernos a que generen políticas
públicas y marcos regulatorios que protejan la soberanía digital para asegurar la gobernabilidad y la protección de datos sensibles y evitar la manipulación de la opinión pública a través de redes sociales y plataformas tecnológicos. Para ella, defendemos la recomendación sobre la ética y la inteligencia artificial de la UNESCO para una debida promoción y defensa de los derechos humanos en el uso de Dispositivos digitales, ampliando la accesibilidad y el alfabetismo digital. Sexto, proponemos extender la enseñanza de una bioética social, laica y políticamente comprometida a todos los niveles. Insertan los programas educativos de las universidades de nuestros países
como herramienta estratégica para el desarrollo de capacidades humanas, la construcción de ciudadanía y la defensa de las Instituciones democráticas. La bioética latinoamericana se alza como palabre camino y proclama que la vida humana y no humana vale más que el lucro y que la justicia comienza cuando reconocemos nuestra corresponsabilidad con la vida, con los demás y con la tierra. Pensar la naturaleza desde lo común es declarar el fin de su sometimiento al cálculo y al mercado, afirmando que su valor no nace del uso ni del precio, sino de la pertenencia compartida a la trama de la
Vida. Frente a la situación actual, la Red Bioética UNESCO convoca a comprometerse en una transformación ética, política y cultural que ponga el eje en el respeto de los derechos humanos y las libertades fundamentales con centro en la justicia social y ambiental. Invitamos a todos y a todas a sumarse en la expansión de una bioética amplia, políticamente activa y respetuosa de los derechos humanos y la institucionalidad democrática en Nuestros países. Y lo hacemos hoy porque es urgente y este es nuestro llamado. Muchas gracias. Pessoas queridas, conferencistas, palestrantes, participantes online presencial, moderadores, professores, professoras, estudantes, colegas, amigos,
amigos da rede bioética, da cátedra UNESCO de Bioética y Saúde Coletiva, Cátedra Giovan Berlinguer. Eu gostaria de ler algunas Palavras feitas escritan e adaptadas tambén por mim. Escrevemos juntos e para para falar de encerramento do 10o congresso da rede bioética UNESCO. For c dias se a gente considerar desde segunda, estamosendo os trabalhos virtuis online desde lunes y fizemos que nos fizeron recordar eses últimos días por a bioética latinoamericana continua sendo chama acesa en meio ao Mundo que debate entre técnica y sentido entre imediaticidade e a dignidade. Se na inauguração celebramos 20 anos da declaración de
Rein sobre a bioética e direitos humanos, hoje celebramos algo má profundo, a sua vitalidade encarnada en nossas práticas y en nossas discussões. Cada palavra compartilhada noss vimos como esta declaração, longe de permanecer apenas no papel tornse ato, corpo, território, diálogo y plural. Ainda que temos mo pela frente e o que fazer. O 10o congresso internacional da rede bioética UNESCO reuniu 56 palestrantes presenciais, 11 palestrantes online, 11 moderadores tirando os palestrantes, más de 11 moderadores, mas 11 al dos palestrantes, 40 avaliadores de trabalo, 50 monitores, al de 2317 participantes inscritos. 70% nos acompanhando a distância. Nós
Contamos com representa de 23 dos 27 estados e do Distrito Federal do Brasil y de 26 países, 19 latinoamericanos, también países da África, da Europa y da América do Norte y só no teve mais porque só bilío congresso. E nós nos dois primeiros dias, sem contar o dia de hoje, somando os links das duas salas, son má de 4200 visualiza nos dois primeiros dias. O que est falando má do que número expressivo que defini o que define o Congresso, mas a qualidade dos debates das apresentaes, a profundidade e a riqueza dos encontros e a poteria
que se renova em torno de uma bioética viva, crítica, comprometida a dignidade humana. Nesses dias escutamos diferentes vozes que reafirmam que a bioética crítica y situada latinoamericana y cariben se limita a descrever o mundo, mas se propó a transformo. Bioética que não se restringe aos laboratórios, aos hospitais, aos povos, mas tambén vai mo al bioética que está no lugar do cotidiano aonde a nossa vida vivida y reclamada nas comunidades, nos povos, nos hospitais, nas unidades básicas, nas escolas, na floresta, nas universidades, na rua, todos lugares aonde a vida defendida y reinventada. Este congresso foi un
testemunho de una comunidade que pensa con o sul desde o Sul, mas para o mundo. Una comunidade que entende que o cuidado com a vida també exige cuidar dos vínculos, das palavras y dos gestos que sustentam. Que sabe que a justientilidade no son promessas futuras, mas tarefas presentes no ho para amanhã. Reiteramos o nosso profundo agradecimento ao Ministério da Saúde y ao governo federal, a fundación da a fundação coordena e aperfeiçoamento pessoal de nível superior, a CAPS, ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, ao programa de pós-graduación e saúde coletiva da UFSK, as
instituições que acompanham a rede bioética UNESCO em seu trabalho, todas as instituies que apoiar Y todas as pessoas que tornaram este encontro possível, sem o compromisso de cada um, cada uma aquí, sem a sensibilidade, cada palavra compartilhada congresso no teria tido a alma que teve. En nome de Constancia, meu nome, reiteramos igualmente un agradecimento especial a Susana Vidal, que un día me entusiasm a esa dupla tarefa de aplicar a una cátedra para receber a UNESCO y de realizar congresso a Vone Garrafa, querido amigo, que intermedió tambén o financiamento de congresso, estender o agradecimento a cada
un dos membros da Rede bioética aquí presente, aqueles que nos acompanham y gostaria de agradecer en especial as minas professoras y amigas, a Sandra Caponi, Marta Verde, Mirel Finkler. Gostaria de agradecer en nome delas a todos os professores y profesoras que auxiliar na organización de evento, mas gostaria de falar també da nosso comit local. Agradeo a professora Ducineia, Professor da lei, professor Rog, querida profesora Melice, a dupla incansável Anra Carolfantinato, a Letícia a nossa relación pública Neca agradecer ao Igor, a Taiara, a Éder, agradecer a Fernanda, a Algia, agradecer a Luisa Morat, nome de todos
os monitores, agradecer aos parceiros das ras instituies, aesquec, ao professor Felipe do Comitos Humanos do IFSK y a Mariane da OAB de Santa Catarina. Agradeo a Sabrina y a toda Equipe da Projecta, a Medio Hogar, o Luciano Daniela da Contexto y todas as otras poas que acompanhar integrar comit local y participaron deste evento. Agradeo a cada artesão que experió a sua obra. A cada artista que envira audiovisual a cada artista plástico que exp e nos fez refletir através da arte pensar a bioética. Hoje nos encerramos un congresso, mas abrimos para uma nova continuidade, Novas parcerias,
novos projetos. Cada palestra, cada diálogo, cada abrao semente que levamos de volta aos nossos países, nossas comunidades da nossa sala de aula y que impulso se apague con muita gratidão, con esperan y com firme propósito de seguir tecendo bioética situada a rede latinoamericana y caribeña. A rede bioética UNESCO apresent esta carta por una ética, carta de Florianópolis, por una ética da vida, da democracia e dos direitos humanos na América Latina y no Caribe, que texto que má do que una declaración, un convite ao compromisso para que as pessoas, as instituies que concordem cona tamb soma
esa carta, se un para roar esas palavras aes. Convocamos, portanto, a cada poa, institui a se somar a espírito transformador, a reconcer que as mudancias estruturais que noso tempo exige nasce do clamor daqueles que em Cada canto local, en cada región resistem e criam e sonham con justiça. E este chamado desperte a força coletiva que nos une, a certeza de que o pensamento, o diálogo e a ação son sementes de dignidade, de justiça, de paz. Que nosso testemunho siga sendo a defesa do cuidado, do bem público, do comum, da vida en todas as suas formas,
da convivência harmónica entre os povos y con natureza, con cora aberto y ao eco de todo aquilo que foi vivido, Falado, declaramos encerrado 10o congresso internacional da rede bioética UNESCO que este encerramento seja um fim, mas um início de novas ressonâncias y que as vozes saberes e que o compromisso aquí compartilhado continue germinando em cada território guiado pela ética da vida, pela justiça y pela esperança que nos unem. que sigamos juntos con coragem, justiest aqueles que ficam, que particip nosos grupos de pesquisa bioétic bioética y Aqueles que v boa viagem y un b retorno aos
seus lares. Muito obrigado. [música] [aplausos] [música] [aplausos] [aplausos] [música] [aplausos] Aqueles que quiserem somar por adesaternizaqu a pouco saibus Para gente comemorar.