Vamos lá então, meus queridos. Semana que vem, alguém lembra que dia é nosso plantão de dúvidas? É terça também. A semana que vem, segunda-feira, dia dois, >> tá perfeito. Então vamos lá, Éila. Bom, mas depois a gente conversa. Tranquilo. Vamos lá. Eh, dois avisos importantes. Semana que vem começamos o nosso, Começamos o nosso >> desafio. >> Desafio. Exatamente certo. Desafio de vocês. Então, ó, tasquem ficha aí em estudar, né? Quem ainda não estudou, tem até a semana que vem. Bem provável que a gente comece terça ou quarta. Eu vou fechar minha agenda com a Éla
depois, certo? Mas vai ser terça ou quarta que a gente vai começar o nosso desafio. Então esse é o primeiro ponto, OK? Segundo ponto, eh, eu já nem lembro mais, mas Eu acho que constava na página, né? Eu não sei se eu falei no eu acho que eu e lá falamos também do projeto ASP, não sei se vocês lembram, às vezes é tanta informação que passa batido. Bom, o que que é o projeto ASP? Depois eu vou colocar todas as informações no grupo, certo? Projeto ASP, ele é um projeto social que ele tem como grande
objetivo o quê? Colocar vocês no mercado dentro das empresas, certo? Só que ele é um projeto que todo mundo Ganha. Vamos entender isso, porque isso é bem importante. Ele e nós já tivemos um projeto nesta linha aqui no instituto que foi Os formadores do bem. Não sei se a Karina participou dos formadores do bem, é a mesma linha. Eh, esses são projetos, a gente chama eles de sócioeducativo, só que claro, quando a gente tá falando para fora, já não usa esse termo, né? Mas ele tem, ele surgiu, na verdade, a ideia desses projetos, né? O
o formadores do Bem, a gente fez Várias edições, ele surgiu de uma necessidade minha de levar vocês para campo, de entender que a maioria de vocês já tinha muito conhecimento, tinha ouro na mão, né? E não ia para campo, não ia para campo. E aí, né? Eh, nós temos aqui um um uma preocupação constante, né? aquilo que a gente até acho que falou na imersão para vocês, a nossa intenção aqui não é que seja mais um curso para vocês colocarem, né, no hallos De vocês e de conhecimentos de vocês, porque a gente sabe, né, que
quem escolhe vir fazer a formação, né, aqui no ILG são pessoas diferenciadas em termos de profundidade, seriedade, ética. Quem não é não fica. Para mim isso é muito claro, certo? ou nem entra ou entra e sai. É simples assim, certo? E nós temos uma preocupação muito grande porque eu amo trabalhar com empresas, a Édila também, e a gente sabe como falta profissionais Capacitados, qualificados, que realmente façam trabalhos profundos e não superficiais. A gente tem um monte de gente no mercado, certo? mas que trabalha de forma superficial. Não, a nossa missão é realmente construir ambientes saudáveis.
Isso não é só com a NR1, agora sempre foi, né, a gente poder ajudar as empresas a serem lugares melhores de se viver e conviver, né? Esse foi o meu lema sempre, né? Quem tá aí comigo há mais tempo sabe que eu Sempre falei sobre isso e aí eu sempre tive uma preocupação muito grande assim, ó, como é que eu ajudo mais os meus alunos a irem para cama, né, vencerem aí as barreiras, vencerem os sabotadores, né, e irem paraa cama. Até que um dia eu tava numa mentoria de negócios, né? Eu eu vivo fazendo
mentorias de negócios, eu como mentorada, né? E eu tava com isso presente, assim, muito presente, e me caiu a ficha aqui o seguinte, Eh, eu diria que 99,9%, né, de quem trabalha com desenvolvimento, né, nesta linha que nós trabalhamos e que é aluno do ILG, tem um valor que é a contribuição, né, eh, que escolheu trabalhar com desenvolvimento porque passou aí por mudanças suas, enfim, porque quer ser contribuição, né? né? Então, que esse é um valor muito presente. Só que eu também sempre tive muito claro que a Grande maioria dos meus alunos eh tem muito
conhecimento, mas muita dificuldade de se vender e de vender consequentemente seus serviços. E aí é uma grande diferença de quando a gente vendia para alguém e quando a gente se vende. Quem aqui já foi CLT e que era bom de venda, vendia bem e depois quando foi pro seu negócio, o negócio mudou de figura por um simples motivo. Lá vocês não se vendiam, lá vocês vendiam outra Pessoa, né? Quando a gente tem o nosso negócio, a gente se vende, né? a gente vende o nosso conhecimento, o nosso serviço, a nossa entrega, a gente se vende
e isso muda o jogo completamente, não é à toa que mesmo aqueles que muitas vezes assim, né, nossa, eu vendia super bem, eu era super bom, né, vendia até pedra e aí quando eu tô no meu negócio, eu não vendo, né, tenho dificuldade de vender. Fiquei claro que agora é a gente se Vender. Então, juntando isto com o principal valor da grande maioria, que é contribuição, me caiu a ficha aqui. O maior problema é entrar, porque eu sei que vocês sustentam, vocês têm conhecimento, bagagem, pelo menos nos nossos cursos aqui, vocês têm tudo para sustentar
uma entrega, né? uma entrega muito boa. E foi aí que aí eu tive, né, veio uma inspiração de que vão fazer um projeto aonde eles não tenham que se vender, aonde eles vendam um Projeto social de contribuição social. Percebem a diferença aí? Vocês não estão se vendendo, vocês estão vendendo um projeto social. E aí a gente criou lá os formadores do bem, que agora, né, tem esse outro também que é o ASP. Que que é o ASP? Então é um projeto de ambiência saudável e produtiva. A sigla ASP é isso, certo? Como é que funciona
este projeto? Ele é exclusivo dos alunos da formação de NU, certo? Ninguém mais tem acesso além dos alunos da formação INR1. Qual é a visão minha e da Édula? A gente quer realmente ser a melhor comunidade. Nós queremos ser referência em qualidade de construção de ambientes saudáveis e seguros, certo? E como é que funciona o projeto ASP? Então, então, como eu disse, ele é um projeto social aonde todo mundo ganha. Vamos entender como é que é essa história de todo mundo ganha, certo? Vocês ganham porque vocês entram nas Empresas. As empresas ganham porque recebem um
baita workshop. A comunidade ganha porque a empresa paga com cestas básicas que são doadas para uma instituição, ã, né, uma instituição carente, enfim, uma instituição social da cidade de vocês. E nós aqui ganhamos porque quanto mais vocês vendem, mais vocês compram de nós, certo? Então, todo mundo ganha de verdade. É uma relação de ganha ganha Para todo mundo. Nós construímos tudo, tudo. Vocês não tem que construir na dica de nada, certo? E vocês começam a se posicionar fazendo parte de um projeto nacional, porque ele é nacional, certo? Na própria página de vendas tem lá o
mapa com todos os todas as todos os estados aonde a gente tem os aspcianos que a gente chama, certo? Então é realmente uma marca para vocês se posicionarem. Qual é a grande ideia? Vocês vão levar como um projeto social. As empresas gostam disso, porque isso até em termos de marketing para elas é super legal, certo? Então é um projeto realmente a estrutura dele é muito pensada em realmente ser algo que possa e tanto que a gente sempre teve muito resultado nos formadores do bem. Ã, bom, qual é o trabalho de vocês? O trabalho de vocês
é se posicionarem, acessarem empresas agora com um projeto social, Certo? Lincando totalmente com a NR1, porque ele é dentro da NR1, certo? para fazer este primeiro workshop. Este é um workshop que vocês podem fazer tanto aberto quanto fechado, certo? Só que qual é a ideia? O workshop, vocês recebem o workshop pronto, a página de vendas tá pronta, é tudo, a gente entrega tudo pronto para vocês. Não precisam construir nada, vocês só precisam acionar instituições, empresas. É uma bela forma de vocês Entrarem, certo? dentro das empresas, vocês vão fazer só um workshop pelo projeto dentro da
empresa. Aliana, e se tiver lá colaboradores e ela quer que a gente faça para todos, perfeito. O primeiro é dentro do projeto, os outros são pagos para vocês. Entendam, se não é um projeto para vocês venderem o ILG, certo? Não é. A única coisa é que o LG entra apresentando vocês Dentro de um projeto nacional. Então é como se ele desse respaldo para vocês, OK? Como é que as empresas pagam? Cestas básicas. Nesse primeiro, cestas básicas, certo? Nós vamos colocar isso tudo lá no grupo, tá? Já tá tudo, né, scriptado. Eu vou colocar todas as
informações lá para vocês. A empresa paga com cestas básicas. E aí estas cestas básicas é, né, ela é dada para uma instituição de caridade da cidade que vocês ou a empresa escolhem juntos e vocês Entregam. E claro que vocês vão utilizar isso muito nas redes sociais de vocês. Então é uma forma de vocês entrarem no mercado extremamente diferenciados com um projeto social que traz visibilidade para vocês, pra empresa e gera realmente um grande bem aí na comunidade, ok? E a ideia é assim que depois do workshop, o que que vocês vão fazer? uma reunião com
a empresa de feedback, que é aonde vocês já vão vender o diagnóstico de riscos Psicossociais. A ideia é essa, certo? É vocês entrarem com projeto social para venderem a continuidade de coisas, OK? Este não é um projeto obrigatório, só entra quem quer. Só que daí tem regras, certo? A primeira, quais são os requisitos para entrar? Esse projeto ele tem duração de um ano, que é o tempo que vocês estão na formação, certo? Claro. Depois se renovarem, quiserem fazer parte novamente, claro que pode. Ã, qual é o compromisso? Bom, para Entrar vocês precisam, a gente sempre
precisa ser o exemplo, né? Então, a primeira coisa, qual é o ingresso para vocês entrarem? Vocês precisam doar uma cesta básica para uma família carente da cidade de vocês, certo? Este, este é o que vocês pagam para fazer parte do projeto. Vocês recebem todo o material pronto, todo. Tanto que eu vou colocar lá no grupo, eu vou dar aí até sexta-feira para quem quiser entrar. Por quê? Porque daí vocês precisam nos Passar foto de vocês, uma foto e algumas informações que vai pra página de vendas, certo? Eu vou colocar a página lá para vocês conhecerem.
Vai para lá. Então é por estado. Aí a pessoa quando entra lá na página, ela seleciona o estado, vai aparecer todos os aspcianos, né, que tão fazem parte daquele estado. Iana, eu tenho que fazer só no meu estado. Não, não temos aqui essa coisa de território, certo? Mas você vai precisar colocar um estado para ser como Sua referência. OK. Ã, que mais? Acho que é isso. Esqueci de algo. É. Não é isso mesmo. >> Então você falou >> não, mas tem outra coisa. Qual é o compromisso? Então para entrar uma cesta básica >> vocês vão
vão vão doar para uma família carente aí da cidade de vocês. E aí, qual é o compromisso de vocês? O compromisso de vocês é fazer neste ano, vocês fazem parte do projeto, No mínimo três workshops. É obrigatório fazer três workshops, certo, Liana? E se eu não fizer, vai pagar cestas básicas que você ia ter, certo? das empresas, você vai ter que comprar e doar para uma instituição carente. A gente acha isso super justo, porque de verdade vocês têm recebem tudo pronto, eh, material para divulgar no Insta de vocês, né, no LinkedIn, enfim, fazer toda a
divulgação, vocês recebem o workshop, vocês recebem tudo pronto. Então, na verdade, não é justo daí com, né, o fim social do projeto mesmo, quem escolhe não fazer. Então, OK, não conseguir fazer, Elan, tá tudo certo. Vai ter que pagar as cestas básicas. Não é pagar para nós, é comprar cestas básicas e levar numa instituição de caridade aí da cidade de vocês. A gente acha que isso é justo para todos, né, e para todos os lados. São 12 meses para fazer três workshops, OK? Número de pessoas no workshop, no Máximo 20, porque é metodologia vivencial, certo?
Nós vamos trabalhar dentro do workshop. Ele é um workshop, daí nós vamos apresentar eles estudo para vocês, né? Isso vai acontecer bem provável que no final da semana que vem ou na outra já, né, para vocês já poderem começar. Ã, ele é um ele é um ele é um workshop focado na questão, né, de felicidade, segurança psicológica e ele gera um diagnóstico, Certo? ele gera para vocês um diagnóstico. Então, ele é um workshop de vendas que ele gera um diagnóstico para quando vocês vão paraa reunião, vocês poderem mostrar pra empresa e dizer: "Bom, aqui agora
precisamos fazer o diagnóstico de risco psicossociais". Então, é, tem toda uma amarração no sentido de ele realmente é um projeto construído para que vocês entrem nas empresas e vendas, OK? Depois vou colocar todas as amanhã vou Colocar todas as informações lá no grupo, certo? Hoje é terça, né? Amanhã cedinho vou colocar todas as informações lá no grupo. Vocês vão ter até sexta-feira para escolherem se vocês querem ou não, porque como eu disse não é obrigatório, certo? Para escolherem se vocês querem ou não. Já vou deixar lá direitinho o que que vocês precisam nos enviar para
quem quiser, né? Aí vocês já vão ser direcionados quem entrar para um grupo exclusivo e final da semana que Vem ou na outra nós já vamos estar fazendo o início do projeto, aonde eu e a vamos estar passando para vocês todo o workshop, explicando, mostrando, entregando para vocês o passo a passo, tudo, certo? OK? Então este também é um alavancador de negócios. Este é um projeto que tem por objetivo também que vocês alavanquem os negócios de vocês, certo? Fechou? Era isto que eu precisava ser dois avisos. Então, dois avisos de Alavancadores de negócio, combinado? Então,
vamos lá, meus queridos. Alguma dúvida sobre isto? >> Pode fazer pergunta, Liana, sobre isso. >> Pode, claro, claro. >> O Ah. Tá? A empresa onde a gente aplicar esse esse projeto é você disse no máximo 20 pessoas. E aí a quantidade de cestas vai ser de acordo com o número de pessoas ou como que vai funcionar? Pode adiantar? Se eu não me engano, a gente tem Estipulado lá já. Eu não lembro de cabeça, mas é tipo assim, ó. Para cada, eu acho que cinco, uma cesta básica. >> Uhum. >> Quer, né? Para cada cinco pessoas,
uma cesta básica. Então, se a gente tem 20, >> 5, 10, 15 e 20, quatro cestas básicas. >> OK. E e aí não tem limite mínimo, mas não tem limite máximo, né? >> De quê? De de cestas >> de não, de aplicação em empresas. O mínimo são três por ano. Mas você pode >> Ah, não tem, pode e é um é uma excelente porta de arcada. É uma excelente da assim a Ilha, eu quero fazer em todos os clientes, né? que eu tô prospectando, eu quero entrar. A Éla, inclusive até pode dar o exemplo dela,
né? A Éla tá entrando aí numa exatamente com esse projeto. Então pode, não tem mínimo não, quanto mais melhor. >> A única coisa que vocês têm que ter clareza é que o objetivo, e por isso que eu digo é que é todo Mundo ganha, o objetivo não é fazer mais de um dentro do projeto na mesma empresa. Então >> o segundo, >> o segundo já é cobrado. >> Uhum. >> Certo. Aí você já ela não vai pagar em cesta básica. ela vai pagar para vocês. >> Uhum. >> Certo. Mas vocês podem aplicar exatamente o mesmo,
não tem problema Nenhum, entendeu? >> Certo? >> Só que o objetivo é sim que ela seja a porta de entrada para vocês venderem os projetos de vocês. >> Uhum. >> Mas >> e o e a a duração do workshop você já tem definido? >> 3 horas. >> 3 horas. >> 3 horas. É, a gente fez em 3 horas Porque facilita, né? Se vai fazer num turno, se vai fazer à noite, ele fazita 3 horas. >> Uhum. Excelente. Obrigada. >> Nada. >> Vai lá, querida. Posso partilhar rapidamente a minha experiência com formadores do bem para pros
colegas? >> Pode, claro. É exatamente o mesmo formato, certo? Só que muda, muda claro o objetivo no sentido do que que é Workshop, com que que a gente linca, mas é a mesma linha de raciocínio. >> Eu fiz o formadores do bem e eu tive resultados muito bons. Inclusive, assim, eu fiz uma coisa diferente do que a Eliana acabou de falar, que teve uma empresa que eu apliquei três workshops por conta dos níveis, né, que a gente não mistura nível e eu apliquei três workshops lá e foram todos na na assim beneficentes, sabe? Eu optei
por isso e nessa empresa depois eu f eu estou com Eles até hoje, mas eu já fechei com eles assim um contrato atrás do outro que já passou tranquilamente de um valor aí significativo, tá? E então assim, na época eu tava travada, eu não tinha feito nada, tinha comprado master trainer tava travada, aí veio formadores do bem, eu destravei e nunca mais parei. Então assim, vale a pena mesmo, todo mundo ganha, é uma porta de entrada porque a empresa fica feliz, né, porque tá ajudando, acha Bacana os workshops, com certeza isso vai ser tão ou
melhor do que eu, que foi do Formadores do Bem. Então é, é uma entrega assim muito boa e credencia mesmo a gente. Então assim, vale a pena mesmo. E eu falo que foi o projeto que me destravou para dar treinamento dentro das empresas e e eu vou participar dele também de novo porque vale a pena. >> Perfeito, Carina. Gratidão. E é isso mesmo, né? Ele ele são workshops que vocês podem tanto que pode ser vendido Depois, né? E eu fiz aberto também, tá? Aquela um que você me autorizou recentemente, eu estouri porque fui tendo eh
inscrições, eu fiz para 25 pessoas abertas. Foram 25 cestas básicas doadas, porque assim, eu, eu Karina, eu peço pra empresa uma cesta básica por participante. Eu falo: "Não, tem que ser, porque o nível de entrega, o que a gente vai fazer é um nível muito bom". Então, em todas as empresas, eu sempre pedi uma cesta básica por participante. Nos meus abertos também uma por, ó. E é muito bacana porque eh vale a pena, >> é muito legal. A gente já a gente formadores do bem, eu eu já perdi até as contas, mas foram toneladas de
alimento, né, que que foi arrecadado e e distribuído, né? E aí, o que que vocês têm? É bem o que a Carina falou, vocês têm uma regra mínima, né? A cada cinco uma cesta básica. A Karina tem outros alunos também. Não, eu a qualidade que a gente entrega é uma Cesta básica por colaborador. Tá tudo certo, né? E se por ver sai muito, sai num valor muito acessível pra empresa, porque eh essa empresa mesmo foram coisas de 17 líderes e na época eu pedi uma cesta básica, eu acho que de R$ 100, porque isso já
faz um, ou seja, R$700, aonde eles vão treinar, 17 líderes, três em três workshops diferente, não vai, entendeu? Não, para eles assim, ó, né, pensando que empresário pensa em dinheiro, né, Liana? É, é barato para eles e para nós é muito importante porque a gente se posiciona mesmo. A primeira empresa que eu fiz não me contratou no para uma bala depois vendo bala, então não me contratou para nada. Mas eu agradeço eles até hoje porque eu destravei, eu fiz o treinamento, eu destravei para muitas outras coisas. Então, a primeira empresa não me comprou nada, mas
a segunda eu tô com eles até hoje. Inclusive, a dúvida que eu tenho hoje aqui de NR1, quantos Anos? Há quantos anos? >> Olha, foi 2023. 2023. >> Já tá indo pro terceiro ano com projeto fechado direto, >> direto, direto. Na com essa empresa que eu vou fazer a pergunta agora, que eu quero fechar NR1 com eles. >> Perfeito. >> É desde 2023. Então, workshop. >> Então, é isso mesmo, vale muito a pena. E vocês têm esta abertura também de isso Que a Karina falou, né? Sempre que foge da regra, vocês geralmente vão, né? Vocês
vão me chamar no privado e vão perguntar: "Olha, tô, vou fazer isto, dá para ser?" Eu vou dizer se dá ou se não dá? Porque eu também sempre, com certeza a Karina nesse caso me deve ter me perguntado, né, Karina? Posso fazer os três workshops pelo projeto sem cobrar. E com certeza o que eu avaliei com a Karina foi ela tava fazendo isso porque isso era estratégico Ou é porque ela queria ser boazinha. Se fosse para ser boazinha eu ia dizer não. Como era estratégico podia. Então é sempre é sempre este olhar que eu tenho
aqui quando eu libero ou não libero. Tipo assim, não tem porquê. Essa empresa vai abusar. Ela tá abusando, não tem porquê. É um, se ela quer mais, você vai, não tem outros que vale a pena, porque literalmente três workshops você vai faturar depois 200.000. Então assim, três workshops não é nada, né, perto do Que você vai faturar depois. Você vai gastar aí 10, 12 horas, não é nada perto do que vem depois. Então sim, né, quem quem gostar da ideia, quem quiser entre, vale muito a pena, né? Esse não é um projeto que ele fica
aberto o tempo inteiro, então a gente tá abrindo agora, né? Eu que eu até segurei este projeto, já era até para ele tá acontecendo. A gente já tá vender com tudo pronto, né? A página já tá pronta. Eu vou colocar lá para vocês conhecerem, mas eu quis Esperar a turma de vocês também, né? Porque a gente só porque cada vez que entra uma turma, o que que acontece? Eu tenho que mexer em página de vendas. Então tem todo um trabalho aí. Então vocês, eu quis esperar, vocês vão estar entrando e aí depois a gente deve
tá abrindo novamente para quem não entrou agora a possibilidade talvez daqui uns dois, três meses novamente. OK? Certinho? Então, mais alguma dúvida sobre isto? Sobre os sobre o o ASP, o projeto ASP? Não, tranquilos. Vou colocar todas as informações, vocês podem tirar tudo lá no grupo também. Vai lá, Kina. Já sei que você quer fazer. >> Eu quero falar, gente, porque tem um bebê de 5 meses chorando aqui e eu preciso ir. >> Vai lá, >> Liana já sabe, né, Liana? >> Mas vamos lá, Liana. Hoje eu fiz a minha Primeira reunião, assim, eu não
fiz 100% com o mapa, como você falou, porque aí eu já deixei agendado para semana que vem, mas eu já lancei a ideia numa reunião que eu tinha lá com o gestor de RH. E aí, primeiramente assim, eu quero dizer, Éila que eu fiquei muito feliz com a minha performance na reunião, porque eu eu só assisti 48% da aula, eu tô indo certinho. E aí, mas eu falei bem, sabe assim, eu me Posicionei porque aí eu perguntei para ele, falei assim: "O que que você tem de NR1? Como que está?" A empresa que me atende
falou que tá tudo certo. Eu falei: "Tá tudo certo o quê?" Aí não, já fizeram diagnóstico. Falei: "Ah, sim, o que mais?" Conte-me e aí, ou seja, tá tudo certo, nada. Tá tudo certo, nada. Olha isso, Éa. Eu falei que eu tinha que contar isso para você. Eles fizeram o ano passado junto com os periódicos. E sabe como foi feito o Diagnóstico? O médico do trabalho fazendo perguntas, >> pensa >> e anotando as respostas. Olha o que ele me falou isso. Eu fiz uma cara assim, né? Porque como já tá há um tempo, então a
gente já tem até um pouco de intimidade. Ele Karina, por essa cara tu tá tudo errado. Foi lógico. Não, cadê o sigilo que cada um tem que ter? Ah, enfim, gente. Aí eu entrei, fiz tudo que vocês pediram para falar. Não vou ficar Falando muito não, porque tem, né, tempo, mas falei: "Olha, teve conscientização". Aí ele não, Karina, sabe por quê? Da primeira vez eles deram um, gente, deram um uma umas perguntinha. O povo respondeu daquele jeito, entendeu? E aí eles falaram: "Nossa, isso aqui não pode". Aí o médico do trabalho fez a entrevista, falei:
"Sim, tá tudo errado". Aí eu falei: "Dá teu PGR". Ele mandou o PGR. Eles não colocaram nada no PGR. Falei: "Se fez Diagnóstico, por que que não tá no PGR, Edil? Nada no PGR, plano de ação zerado." Eu falei: "Então, vamos conversar." Aí eu comecei a falar e aí gente, por que que eu fiquei feliz? Você desculpa eu tá empolgada aqui, mas é porque assim, só eu sei como é que foi estudar com bebê de 5 meses para aprender o negócio do zero no carnaval. Então, mas gente, em resumo, ele não sabia nada. Ele falou:
"Carina, nossa, eu não sabia nada". Eu falei: "Você tem Que saber seu gestor de RH". E aí, eh, eu expliquei para ele a questão do diagnóstico, eu expliquei para ele tudo bonitinho, tá? Mas, eh, o que que é a minha dúvida, né? Semana que vem eu marquei para aplicar o mapa na próxima semana, porque eu preciso estudar mais um pouquinho que eu tá melhor preparado. >> Diz o mapa do diagnóstico inicial, aquele da estratégia de vendas. >> Isso é isso. Por quê? Porque eu quero amparar ele ainda mais, porque eu falei Para ele que ele
tem que conversar com a empresa, procurar saber direitinho, porque ele tava mais perdido que segue tirotei. Ele só procurou essas informações que ele me trouxe que tá tudo certo, porque eu perguntei para ele e pedi para ele me falar, >> tá? Eh, o que que ele me ele me perguntou? O que que eu tô preparada? Aí eu expliquei para ele, eu falei: "Olha, precisa fazer uma conscientização porque Senão realmente as pessoas vão responder errado e não é porque elas estão sendo eh sacanas, não é porque elas não sabem, né? Então elas vão responder errado. A
gente precisa fazer o diagnóstico, fazer o plano de ação e aplicar o plano de ação. Esse é o passo a passo que a gente precisa fazer. Detalhe, você já tem uma empresa que está te falando que tá vai fazer o diagnóstico. Caso você queira que eles façam o diagnóstico, mas eu já estou te orientando a forma correta de Fazer, que é com sigilo e tal, tal, tal, tá tudo bem. Só que o plano de ação, aí eu entrei com a questão do profissional, falei: "Olha, o médico avalia isso, igual vocês ensinaram lá, tá gente? Vou
resumir". E ele entendeu e como eu já presto serviço e tal, tal, tal. Eu, o dono da empresa tava achando que tinha que contratar um psicólogo por dentro da empresa. Falei: "Nada disso, não precisa". >> Enfim, eu falei: "Tá, se vocês quiserem Fazer o diagnóstico lá dentro do que é correto, que esse jeito que fez tá errado, vocês vão ter problema. Eh, eu posso entrar no plano de ação para construir o plano de ação e aplicar com vocês." Eu fiz, correto? Pesa, pesa. >> Nós podemos entrar só na segunda parte, sim, que é o plano
de ação. O que que qual que é só o único risco, mas você já tá trabalhando isso com eles? É essa empresa que faz o diagnóstico, faz um diagnóstico ferrado, inadequado. Entenderam? Que quando chegar uma fiscalização, o diagnóstico vai estar considerado errado pela forma, pelo jeito, né? É bem isso. Então, Karina, eh, você apresentou o você apresentou o modelo do relatório, já apresentou? Tu vai apresentar tudo isso na próxima? >> Não, que eu não cheguei nessa aula ainda, >> tá? >> Eu não estudei ainda. Então, mas assim, Eu já as informações que tinha até a
aula de posicionamento de vendas, eu assisti até essa aula. Perfeito. >> Eu fiz e eu expliquei para ele que eu tenho sistema, que eu estou amparada para fazer tudo, que se ele quiser fazer tudo comigo, eu vou entregar o relatório, ver se eu falei certo, que isso aqui eu queimei na assim que eu entrego o relatório e o meu relatório pode ser anexado ao PGF. >> Isso tá correto? Falei certo. >> Falei: "Meu relatório está todo regulamentado, tudo lindo. Eu nem abri o relatório ainda, Liana, mas tá tudo certo aí. Hoje ele é lindo mesmo.
>> É lindo. É lindo mesmo. Eu falei o relatório é lindo. Vai ter todas as informações. Ele tudo colorido, gente. E aquilo dá uma base pra gente. >> É porque o PGL que eles me mandaram >> é isso que eu queria te dizer, Kina. Tu tem que mandar para ele nessa reunião, né? H, tu tem que mostrar o modelo do Relatório, tem que entregar para ele o modelo do relatório. E aí você diz assim: "Olha, aí você avalia, né? Eu acho que essa é super importante se avaliar se a empresa porque ele já tem meio
que um contrato com uma empresa para fazer o diagnóstico. >> Não, não é o saúde e segurança do trabalho que entrou que tá tudo certo. >> Então não, então tu entra rasgando, tu nem abre a possibilidade dele fazer o diagnóstico com eles, não. Então >> já entra rasgando. E ó, entendam, vocês podem fazer só plano de ação sem problema algum, certo? Só que a Karina tem um cliente que já confia nela, que a segurança já disse que tava fazendo, tá tudo errado. Não tem que você abrir mão disso, entendeu? >> Abrir mão que eu quero
dizer você é poder mostrar pra empresa, olha, você pode escolher sem problema nenhum, mas vamos lá. Se esse diagnóstico não for feito de uma forma adequada, quando você Tiver fiscalização, você vai ter problema. E outra, se ele não for feito de uma forma adequada, nós criamos um plano de ação errado. Sim. >> E o plano de ação é a partir do diagnóstico. E sabe uma coisa que aí o o eles ele trouxe duas questões mais técnicas que aí ele falou assim, Karina e aí ia aparecer um monte de coisa. Falei primeiro, você entregar um relatório
bonito que tá tudo lindo, vai despertar Mais atenção do que você entregar um relatório, por exemplo, sei lá, com quatro, cinco itens, eh, pra gente poder trabalhar. Falei errado. >> Não, >> porque eles, acho que na hora que eu falei, olha, o povo preencheu errado porque não teve conscientização. Eu preciso explicar pra pessoa o que que é, por exemplo, uma sobrecarga de trabalho, porque lá nós temos o cargueiro, o cara peso o dia inteiro. Você acha que ele Viu lá uma uma pergunta direcionada para esse falou, eu tenho sobrecarga de trabalho, mas é a função
dele, eu tenho que explicar. >> E uma outra coisa que ele colocou que eu falei: "Olha, tem que ser feito por um sistema, porque aí a gente consegue ter a validação, blá blá blá". Aí ele falou assim: "Tá, mas eu tenho gente aqui que não sabe ler e escrever". Aí que que acontece nesses casos? Eu vou falar o que eu respondi para vocês me Corrigirem, tá? Falei: "Olha, nesses casos a gente recomenda ter um profissional, obviamente acompanhando, isento, não pode ser uma pessoa de dentro da empresa que vai ler, né, e vai ajudar a pessoa
a responder. Contudo, não responde por ela." E aí depois a gente vai documentar que o fulano de tal não tem eh eh ele não sabe ler, escrever, tem >> e que foi orientado pelo pelo profissional XPTO para condução da de Responder. Eu falei assim, gente, eu falei errado. >> Isso. Tá certo. >> Porque a pessoa não sabe ler, escrever. >> Quantos são? Tu sabe >> lá? Eles na na baixa é em torno de 140 colaboradores e quando tá na safra vai para 200. >> Aí é outra pergunta. Ah, desculpa que não. Ah, não, vai ser
a minoria, gente. Vai ter aí no máximo os 10 colaboradores. No máxo, isso mesmo. Isso mesmo. >> Mas aí eu falei, correto que aí a gente orienta e faz um documento que eu falei, olha, tudo a gente tem que documentar, tudo tem que tá em relatórios, tudo bonitinho. Falei isso. >> Então, tá perfeito. É isso aí. É isso mesmo. >> Que você acha? É, >> vocês quer contribuir aí, Edil? Eu queria comentar é que a essa questão, né, de quando eles vêm um relatório Muito simples, eles batem, a primeira coisa que eles batem é com
o número de afastamentos ou o sid das doenças. Então, se a pessoa está, se há muito afastamento e não tem problema nenhum, você já tem uma incoerência ali. >> Nós estamos nesse momento, ele me trouxe essa informação hoje, eh, com um coordenador afastado por Burnout. >> Então, então se vi um relatório todo bonitinho, uma pessoa já afastada por Burnout, a fiscalização vai dizer: "Como assim? >> Como assim?" E detalhe, aí eu expliquei para ele, eu falei: "Olha, >> eh, o o auditor ele vai vir, ele vai pedir a documentação PGR, mas ele vai conversar com
as pessoas. Aí ele vai conversar e a pessoa vai falar assim: "Ah, o dia que eu respondi, o doutor fez as perguntas e eu respondi para ele." Falei: "Na hora vai ter problema, porque aí cadê o sigilo que tá previsto na Lei?" >> Não é? Aí eu falei tudo para ele. >> Isso. E acho que tem uma outra questão aí super importante, Karina, e para todos vocês, que é o seguinte: a fiscalização, ela não vai tá preocupada se você tem fatores de riscos ou não. Não é que ela não vai estar preocupada. O que que
vai dizer com isso? Ela não tá preocupada se você tem ou não tem. Ela tá preocupada se você diagnosticou, se você tá tomando ações. >> É isso que eu falei para ele. >> É isso. É. É isso. Não é sobre eu apresentar um quadro bonito, não é sobre isso. É sobre construção de ambiente, qualquer ambiente. Eu eu fui auditora já da qualidade, eu era auditora de isso. Certo. Para mim assim, ó, cheguei numa empresa que tá tudo lindo, maravilhoso, mas pode saber que eu vou vasculhar porque é mentira. Isso é fachado. >> Uhum. >> Uhum.
na1 vai ser a mesmíssima coisa e Os auditores são preparados para isso. Então isso nós temos que tranquilizar a empresa. Ela não vai ser moldada por ter fator de risco. Ela vai ser moldada se ela tem fator de risco e ela não faz diagnóstico, ela não faz plano de ação e não e não trabalha o plano de ação. É sobre isso. Ah, mas a empresa, vamos lá, maio. Se a gente fizer agora em março, Karina, a gente recém vai ter feito o diagnóstico, ainda vai est na fase, né, De de plano de ação, não tem
problema. Desde que você comprove que o processo tá acontecendo. >> Começou, né? >> Começou. Isso. >> Isso que eu expliquei para ele. Falei, não tem problema a gente diagnosticar. Vamos. Eu falei: "Ó, tem que ter um trabalho de conscientização. A pessoa vai responder o que diagnosticar nós vamos trabalhar, nós vamos mostrar que a gente tem ações no mês X, Y, Zer, é isso Que ele quer ver agora ele chegar e achar tudo lindo. E aí agora no caso com um afastamento neste momento por por isso aí que vai levantar mais, aí que eles vão querer
investigar e e a gente tem que tirar essa fantasia, esse mito das empresas, entendeu? de que ah, não, eu tenho que apresentar um relatório bonito. >> Não, não é sobre relatório bonito, é sobre o que de verdade a gente tá fazendo, o que que a gente tá cuidando, Né? O problema não é a gente ter problema, o problema é a gente querer burlar o problema. por lá o problema >> ou fazer de que você não vê o problema, >> que é o que a outra empresa tentou fazer, não conscientizou, deu apareceu um tanto de problema,
aí eles foram lá e deram um jeitinho e falou que tava tudo certo. E detalhe, na cabeça do menino, ele ah não vai começar a valer a partir de maio. Eu falei não. Aí eu expliquei que de maio do ano passado até agora, Período da >> eu expliquei isso para ele. pelo vínculo que tu já tem com essa empresa, eu de verdade mostraria para ele os riscos que ele corre de não fazer o diagnóstico com você, >> tá? Eu vou mostrar o relatório, vou >> É, até porque assim, ó, não, não cabe. >> Vamos combinar
o seguinte, quando que você faz uma pesquisa aonde e eu e eu levo essa reflexão para eles, certo? Que é assim, ó, vamos ser bem sincero, vamos Imaginar que você é um colaborador, certo? Você é um, você não é o chefe, você não é o diretor, você não é o gerente, você é um colaborador. Aonde você tem uma empresa com dificuldades, com um líder com dificuldades, me fala a verdade. Se você tivesse o seu médico da segurança do trabalho aqui te perguntando, por mais que ele dissesse que ia ter sigilo total, me conta, você responderia
a verdade? Óbvio que não. E isso eh os auditores eles são treinados para pegar essas coisas, entendeu? Eh, por quê? Porque é isso. Eu eu é aquilo que eu disse, né? Tem algumas coisas que o governo faz bem. A NR1 foi uma porque ela é antios jeitinhos. Ela é antios jeitinhos. Não tem jeitinho. Não adianta o relatório bonito, porque o auditor vai lá conversar com as pessoas, vai lá olhar os indicadores. >> Uhum. E, e eu acho que o mais importante De tudo é a gente ter essa clareza de poder tranquilizar as empresas, que não
é sobre não ter problema, é sobre olhar com verdade e fazer o que você requer. É sobre isso. Nenhuma empresa vai ser montada se ela tá fazendo o que tem que ser feito. >> Uhum. >> E evitar problemas piores no futuro, né, Liana? Exatamente. Exatamente. >> Só para finalizar, eu fiz uma pergunta lá no grupo e a Éla já me respondeu. Eu vou só trazer um detalhinho aqui para finalizar minha parte. Eu falei o seguinte, tem empresas que eu já estou trabalhando e aí se eu podia fazer o registro dentro daquele relatório para poder assim
eh deixar registrado que já foi trabalhado alguns pontos. Aí a Éila respondeu: "Não, não foi, se não foi feito o diagnóstico, então não foi feito dentro Da NR1, então não terá validade." O que que eu foi o meu raciocínio? Eh, nesse sentido eu entendi perfeitamente porque não tem diagnóstico, então o treinamento não foi voltado para NR1, mas é uma empresa que eu vou fazer o diagnóstico, já fechei com ele, até coloquei lá no grupo, seria assim apenas como uma informação dentro da pastinha ali da que a empresa já vem fazendo ações de prevenção e que
a partir de agora, a partir do plano de Ação, a gente vai fazer outras, Mas apenas assim pra empresa já demonstrar que ela tem a intenção que ela já foi fez sem norma. E isso é válido? Isso tem ou não? >> Deixa eu te responder o que o que que foi que eu respondi na hora. Porque na verdade é o seguinte, de repente você tá treinando uma coisa, vamos supor que você tá treinando lá comunicação, não viu, né? comunicação assertiva e na verdade não apareceu nenhum problema de Comunicação, >> apareceu lá na outra coisa totalmente
diferente, sobrecarga, eh, assédio. Para começar, você tiver falando de assédio, né, essa comunicação aí, você tem que pensar nisso. Se eu tô trabalhando com uma coisa e ela apareceu, ela não apareceu aqui, então eu tô, a empresa tá treinando, mas eu não posso falar que ela tá treinando em função da NR1, porque não é um risco para eles, tá? Agora você tem de ver o seguinte, olha, eu tô trabalhando com, por exemplo, com comunicação assertiva. Sai um assédio lá de crítico, por exemplo, alto, aquele seu eh seu eh como é que fala? Aquele seu treinamento
tá valendo alguma coisa? Tá dando resultado? >> Porque se ainda tá aparecendo, então é uma outra questão que a gente tem de ver. Bom, apareceu lá um assédio médio, vamos supor, né? Assédio médio. Você Pode colocar assim aí colocar que a empresa já está trabalhando com comunicação e aí você tem de mostrar o que que essa comunicação tá levando, tá ligado ao assédio, >> porque não é toda comunicação que prepara as pessoas para não assédio, >> certo? Então assim, eu quando eu respondi, eu peguei, eu queria muito eh explicar toda essa questão aqui e porque
eh são coisas que você tem de olhar. Então olhando assim você já sabe, pode Ser que tenha coisa que você treinou que você vai aproveitar. Agora pode ser que tenha coisas, né? Você pode até falar que a empresa um um ponto lá que apareceu baixo, você pode até falar que a empresa já eh trabalhou aquilo, por exemplo, em janeiro. Então, de repente a o mapeamento em março já é um resultado deles. Mas só que isso não vai contar como, ah, eu não preciso fazer um outro treinamento de um outro fator. É essa questão, >> tá?
>> E aí? E aí, para complementar, Karina? Sim, vale a pena colocar, porque isso mostra que é uma empresa que vem trabalhando, que é uma empresa que, mesmo que não esteja nesta conexão até então, até porque ela nem tinha feito, não é uma empresa que se preocupa, é uma empresa que já vem trabalhando a liderança, que agora vai fazer o ajuste fino, mas com certeza um auditor quando entrar numa Empresa e olhar um histórico de treinamento que tem um histórico de desenvol desenvolvimento de liderança, por mais que o foco não fosse nos 10 fatores, PP,
PPP, mas é postura, é gestão, é habilidade, né? Ela vai, com certeza, isso tem um peso do que aquela empresa que nunca fez nada e tô começando agora do zero. >> E lá tem história, já fiz master trainer lá, já treinei feedback, já a equipe de equipe de vendas eu vou começar agora, Mas assim, aqueles treinamentos eu >> Aham. o individual, mapeamento comportamental, tudo isso foi feito ao longo desse último ano. Então, assim, eu acho que é é mais no sentido de apresentar para uma possível fiscalização. é uma empresa pequena, tem 18 colaboradores e tal,
mas assim, apresentar que já existe uma intenção de uma construção de cultura e tal, tá tal tal tal, tanto que a gente renovou agora >> para continuar esse processo de Desenvolvimento de liderança com a equipe de vendas, inclusive agora, mas já entrando com diagnóstico toda a parte de NR1, aí a gente vai criar o plano de ação também >> para posterior. >> E, por exemplo, agora o que que pode acontecer? Então, tu entende? Sim, eu entendo que isto mostra mostra uma intenção, mostra que a empresa sempre olhou para isso, não no formato exigido hoje, mas
sim é uma empresa que olhava Para isso. E pode ser que aconteça agora, por exemplo, DAT já fez lá um treinamento de feedback com os líderes, vamos imaginar, né? E agora apareça lá sei lá, assédio, né? E vem aí a questão da comunicação, você vai ter que refazer esse treinamento, só que com outra abordagem agora. Então agora é como se fosse fazendo os ajustes finos e isso faz parte do processo. >> É isso que eu imaginei. Eu não tinha Esse foco, mas agora a partir disso refazer com o foco. Não entendi. Mas eh que a
Éla falou agora se complementando, eu entendi perfeitamente porque eu acho assim, tem os tem os clientes que já vem fazendo alguma coisa, então pelo menos para eh documentar que existe uma intenção de construção sem norma e agora com norma a gente vai >> e com certeza essas empresas, né, elas vão ter um diagnóstico, entre aspas, melhor do que aquelas que nunca fizeram Nada, né? E e para mim assim o diagnóstico, ele vem a exigência, eu acho maravilhoso que tem coisas, eu acredito nisso, tem coisas que você que só consciência não resolve, certo? Porque não se
tem maturidade ainda para isso. Chega um momento que é, ok, mas até chegar esse momento tem outro, por exemplo, às vezes tem empresas que a gente trabalha muito com desenvolvimento, trabalhava, a gente tinha, por exemplo, aquele líder lá que Era o cara que dava resultado, né? mas que era inadequado até dizer chega e que a empresa ficava segurando porque ele dava resultado. Era uma empresa que vinha fazendo o processo, mas tinha lá o fulaninho ou algumas atitudes que a empresa relevava em função de resultado. Agora chegou a hora que isso acabou. Então isso para nós
é maravilhoso, porque agora, agora com diagnóstico isso cai por terra, porque agora isso vai aparecer, ele vai Ter que fazer ações, entendeu? E comprovar que esse cara mudou e se esse cara não mudar, ele tem que tirar ele da equipe. Então é maravilhoso, né? >> Oli, eu eu também não cheguei ainda na questão da conscientização, né? na na aula que fala que ensina a gente fazer a conscientização. >> Mas assim, isso que eu comentei com ele, eu falei: "Olha, o cara que carrega Peso, eu tenho que explicar para ele que a função dele é carregar
peso, então ele não pode colocar lá. É uma é um excesso." Então, assim, a lá na aula que eu ainda não cheguei, vai ter essa, a gente vai conseguir explicar tudo isso pra equipe, pro chão de fábrica, >> como ele vai preencher para ele preencher de forma consciente. A gente vai ter isso, né? >> Workshop. Sim. O workshop ele leva exatamente nessa linha, é pra gente Aprofundar no o objetivo do da conscientização é essa, que as pessoas saiam desse workshop entendendo o que é cada coisa >> e respondam conscienteal isso para que na hora que
ele vai responder, ele saiba que, né, eu, ã, como diretora de escola, se pegar fogo na escola de madrugada, eu vou ser chamada. Isso não é fator de risco, isso faz parte da minha função. >> Uhum. >> Que eu carregar o peso ou, né, entende? É exatamente esse objetivo. >> E o grande risco, pessoal. E e vocês podem usar isso assim, ó, com todas as letras, porque isso vai ferrar com as a grande maioria das metodologias que tem no mercado hoje não trabalham conscientização. >> É porque >> vão direto pro diagnóstico e aí vai Acontecer
exatamente isso que tu tá falando, Carina. Eu carrego, eu, por exemplo, sou a diretora, certo? da escola e toda vez que tem uma suspeita lá de assalto me acionam. Isso não é risco, isso faz parte da sua função, certo? Isso não é sobrecarga, isso não é que você não tem vida pessoal e profissional, isso faz parte da sua função. Se disparou o alarme lá e tem uma suspeita de assalto na escola, vão acionar quem? Você é que >> só que se essa pessoa não tem esta consciência e aonde que essa consciência é é despertada, é
na conscientização, ela vai botar lá e vai ferrar com as empresas porque daí vai vir fator de risco assim, ó, crítico lá nas alturas. é que assim ficou para eles e eu confesso para vocês que num primeiro momento ficou para mim, tipo assim, é que nessa conscientização, na verdade Vai eh aflorar assim, vou falar dele agora, não vou nem, mas era de o fato de ficar falando demais, falar para eles e tal, vai, na verdade, aflorar, vai eh piorar e e aí que o povo vai responder o negócio lá, entendeu? O medo deles é esse,
>> sim. É a fantasia das empresas que acreditam. Eu sempre digo o seguinte, né? Tu já me escutou falar isso muitas vezes, né, Carina? Sempre que algo é dito pode ser trabalhado. O problema é Quando não é dito só vem na pesquisa. >> Isso eu falei no treinamento lá deles várias vezes. >> O que que tu prefere, né? Que a gente possa conversar e eu possa clarear ou que a pessoa vá sem entender? e faça conforme a cabeça dela, com mil distorções. E tem outra, não é a resposta de um que interessa, é a resposta
do grupo. >> É isso que eu falei para ele. Eu falei, não é um, se um falar besteira, parece Analisado com texto. >> Isso, isso. Exato, >> né? Porque ele falou assim para mim: "Ah, porque a gente quer identificar, né, por conta do do da entrevista com o médico, né, quem é o colaborador ou qual é o setor." Falei: "Não, vocês não têm que pensar na individualidade, a norma vem para pensar no clima, no ambiente, no que tá acontecendo ali e aí pode trabalhar". departamento a gente identifica se for departamentos que Tenha mais pessoas e
o questionário traz isso. Mas é bem isso, não é sobre indivíduos. Entende? Ele te deu a faca e o queijo na mão para te dizer, tá vendo? Porque que esse tipo de diagnóstico é o o a auditoria não aceita. Por quê? Porque é óbvio que não tem anonimato. >> Uhum. >> É óbvio que as pessoas não vão ser honestas. >> Aham. no responder e não é faz de conta, é sobre verdade. >> Beleza. Ai gente, muito obrigada. Desculpa o tempo que eu tomei aí, mas obrigada. >> Liana, se fosse possível, eu queria fazer uma pergunta
pra Kina, se foi possível, um minuto rápido aí, passa pelo seu filtro. Se você achar que não é o não tem necessidade, daí a eu perguntaria o seguinte, Karina, por favor, eh sobre a empresa, né, que você havia dito que o próprio médico fez lá o diagnóstico. Eh, se você pudesse dizer De qual setor que é, sem dizer empresa, claro, mas de qual setor que é, se é uma empresa, se é microempresa, se é uma pequ uma pequena empresa, média, enfim. e a a média de número de colaboradores, só para pra gente entender, né, o
o quanto eh as os empresários e essa e as empresas que trabalham com segurança do trabalho, o quanto eles não estão conscientes em relação a à NR1, por favor. >> Pode, L, pode. >> Claro, claro. É uma empresa que tem quantos colaboradores? >> É uma indústria do ramo de fertilizantes. Nós estamos aqui no sul de Minas Gerais. é uma empresa grande, considerada grande aqui na minha cidade. Ela tem em média 140, 150 colaboradores na baixa e na safra, né, no período de safra, eh, pode chegar até 200 colaboradores. ó, para te ver uma empresa estruturada,
porque é uma empresa de risco, de fator de risco, né, Pela pelo >> tem todos lá uma lista enorme de >> isso. Pela área que ela trabalha, com certeza tem um CESMIT, com certeza tem um médico da segurança, percebam. E eu de verdade aí não acho que é culpa do empresário. Para mim isso. E aí eu acho que é obrigação nossa trazer clareza, porque na verdade isso é falta de conhecimento >> do pessoal da área de segurança. >> É falta de conhecimento do pessoal da Área de segurança. E se eu sou uma parceira dessa empresa,
eu, Liana, me considero na obrigação. >> É, foi o que eu fiz. >> Tem dizer que tá errado, que aquilo não é. aquilo não funciona >> quando é um cliente. Então tu entende, Wilson? Eh, o eu eu de verdade eu não eu não vejo o problema do empresário não saber, certo? Porque não é um Mas qual é o grande problema? é que a área de Segurança, na sua grande maioria não está sabendo. E aí de verdade tão fazendo como acham que deveria ser e que de verdade não é, com base nos conhecimentos que eles já
tinham. Tanto que a gente vê um monte bobagem sendo falar. E aí quando é nosso cliente tem que jogar limpo mesmo, como a Karina fez. Quando não é, peguem o caderno lá, o protocolo de objeções. E porque foi exatamente o que a Carina fez, né? que que vocês fizeram, como é que vocês Fizeram, como é que vocês fizeram isso? Como é que você Quando você começa a perguntar, a pessoa se dá conta e aí conforme ela vai fazendo as caras, você nem deixa ela falar, você vai dizendo, é porque isso é exigido pela norma, é
porque tem esse fator que é obrigatoriedade da norma, né? Porque é isso, muitos empresários estão fazendo errado e tão fazendo errado porque, entre aspas, quem são quem seria as pessoas para saberem isto? Não estão sabendo que é a área de segurança. >> Uhum. >> Então, para complementar, desculpa que eu tô falando muito, mas eu já vou encerrar. Tem um técnico de segurança dentro da empresa. >> Quando eu eu perguntei pro gestor de RH, porque eu atendo ele individualmente, eu perguntei para ele, ele não sabia nada. Ele foi perguntar pro técnico que é menos ainda. Aí
ele foi atrás da empresa Que trouxe essas essa frase: "Tá tudo certo". No PGR não tinha uma linha falando nada, não tinha nada. E o o e o que foi feito. Aí eu falei para ele, falei: "Olha, eu me sinto na obrigação de te orientar independente do que a gente for fazer daqui paraa frente." >> E aí, de verdade, né? Eu peguei tudo o conhecimento da aula aqui, porque era o que eu tinha, não sei, fui falando, falei: "Ó, tá aí isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso". Então ele, ele, nós Ficou mais de uma
hora. Eu investi tempo mesmo, tá? Isso. Quando eu vou conversar com a empresa, >> ixe, eu já fiquei duas horas ou mais conversando com a empresa. E não é um tempo perdido. Primeiro que a gente alinha o colaborador, perdão, a empresa com a gente e segundo que aí você fecha com mais autoridade. Mas é isso. >> E outra, >> tá certo? >> Vai lá, Kina, vai lá. Eu falei muito, Gente, falei muito. Desculpa, viu, Lana? Né, mas muito obrigada pelas orientações. Depois eu ainda vou colocar mais coisa lá. >> Mas obrigada. Vou lá que eu
tenho que cuidar de um pequeno aqui, gente. Boa noite vocês, viu? Obrigada. Obrigada mesmo. >> Olha só, isso que a Karina trouxe é super importante porque é assim, ó. Eu posso até não fechar agora, certo? Ele pode até já tá fechado com Aquela empresa lá de diagnóstico. Não é sobre isso, não é sobre só vender, é sobre construção de autoridade e relacionamento. É, ele pode até não fechar com você agora porque já fechou com o outro, mas quando der o primeiro problema é você que ele vai chamar. Ou quando alguém pedir uma indicação, não é
quem tá atendendo ele que ele vai indicar, é você. Então é a gente poder ter, eu acho que também muita essa clareza de qual é O nosso papel e que venda é consequência. >> Uhum. >> Fechar um projeto é consequência. >> Aí depois que que a outro pessoal que tá participando, eh, se alguém tiver que colocar alguma coisa depois que eles colocarem, eu queria colocar mais uma, fazer mais uma observação também, mas dá um, dá um tempo pro pessoal >> ver se mais alguém tem perguntas aí. >> Alguém mais tem dúvidas? Vamos lá. Pode Abrir
o microfone. Vai lá, L. >> Liana, boa noite. Boa noite a todos. >> Eh, ouvindo aí a as questões que a Karina trouxe, eh, me surgiu uma dúvida aqui também. Estou no início, tá? Estou estudando ainda. Eh, provavelmente vai estar falando em algum momento sobre isso, mas assim, mesmo após a conscientização, pode acontecer de dos testes, né, as as questões que as pessoas respondem serem englosadas. A gente consegue identificar Isso através do sistema, da forma como eles respondem, como eles vão responder, diz eles responderem errado. >> É, é feita uma conscientização, mas pode ser que
mesmo assim, porque sempre tem aquelas pessoazinhas do mal, ah, vou aproveitar agora para falar tudo que eu tenho direito aqui, né? Então, existe uma maneira da gente conseguir identificar. Eh, por exemplo, se tiver muito riscos, aparentemente, é porque eu também não vi o relatório ainda, então Tô perguntando um pouco nas escuras, sabe? Eu >> até vou colocar o relatório lá no grupo para vocês conhecerem. >> Uhum. >> É que na verdade o seguinte, Liliam, o relatório ele é um somatório de todo mundo, entendeu? Então, se isto aparecer, a gente precisa olhar para isso. >> A
gente precisa olhar, entendeu? Porque se tivesse assim, ó, sempre tem os Malandros, sacanas, aqueles assim, agora chegou minha hora, né? Agora vamos lá, isso não é a maioria. E se não é a maioria, isso não leva para cima o fator de risco. Se é a maioria, então tem algo nessa cultura que precisa ser olhada. Pode, uma coisa que eu sempre falo paraas empresas, eu acho que isso é importante vocês terem claro, às vezes a empresa diz assim mesmo antes, antes, né, da da NR, É, mas eles falam isso, mas a gente não é assim que
funciona, não é não, a gente não faz isso. E uma coisa que eu sempre digo pra empresa que é não é sobre se isto é a verdade ou não é a verdade. É sobre como as pessoas percebem e reagem. É sobre isto, porque eu posso estar fazendo melhor. Mas se você, Liliã, percebe, não percebe desta forma de pouco adianta. Eu brinco, né, que intenção é só a gente que sabe. O outro reage a e às vezes, então poder também trazer essa tranquilidade pra empresa de que, tipo assim, ó, bom, se aparecer e não é, nós
vamos entender onde é que tá a falha entre a intenção daqui, a ação e a interpretação que chega do lado de lá, entende? >> Sim. Eu até te perguntei isso porque eh eu trabalhei na época que eu trabalhava CLT, eu trabalhei numa empresa que é uma filial, então eram poucas pessoas. Obviamente que se a gente tá falando de uma de uma empresa média, né, para grande, a quantidade é muito expressante. Então, logo a minoria que poderia pensar assim, vamos dizer, mas essa empresa que eu trabalhei era uma filial, uma construção, era uma empresa de engenharia
civil, mas era mais voltado não tanto para eh civil mesmo, e sim para torres de celular, enfim. >> E nessa filial eram poucos, eram o quê? 50, 60 colaboradores na baixa quando não Tinham tantos projetos. Mas e tinha exatamente o caso que você falou aí do do líder lá que era o entregava bastante, mas com relação à gente era um carrasco, era gente pedindo desligamento, era a gente pedindo para mudar de setor e ele ficava no setor de compras. Então era assim uma loucura. E muitas pessoas, ele era muito antigo de casa e muitas pessoas
eram influenciadas por ele. Por isso que veio na minha cabeça, porque se de repente tá numa Empresa pequena que tem um cara desse, que tem uma um poder de persuasão muito grande, pode acontecer de de glosários assim. >> E aí a gente depois se se não é a percepção da empresa, se assim, ó, não, isso tá estranho, não é, isso não se repete nas outras filiais, né? É só que, bom, então vamos entender o que que tá acontecendo aqui. Por isso que é diagnóstico, né? Quer dizer, é, a gente é aquela coisa assim, vai lá
e faz os Exames, se aparecer alguma coisa, mas não tenho sintoma. Nossa, mas eu achei que tá, mas apareceu aqui. Vamos entender o que que é isso. Pode ser realmente que seja só um detalhe, como pode ser que não seja, >> mas pode acontecer assim, dependendo de tudo. Claro que aí tem toda uma questão de você conhecer a empresa e tando ali, você vai falar com uma pessoa às vezes ou com outra, você vai conseguindo identificar muitas vezes isso, mas pode Acontecer ou já aconteceu de ter que reaplicar novamente. >> Não, não, >> não. a
gente até isso nem é indicado. Ã, e por isso a conscientização e por isso, né, claro, é reaplicado quando, né, Liliam? Assim, apliquei agora, vou reaplicar daqui um ano ou tem alguma área que tem um fator muito crítico, eu vou fazer um plano de ação e vou reaplicar só naquela área dali 4, se meses, entendeu? Mas por coisas que Apareceram, não, porque isso é sintoma. apareceu, tem que ser olhado. >> Uhum. Não, até tô te perguntando porque são questões que podem, né, vir do empresário. Não, mas refaça porque entende, >> tá? >> Mas entende quando
e quando o empresário pede, já aconteceu do empresário pedir, né, Edila, aqui nos nossos grupos do empresário pedir para ser refeito, porque veio muito ruim e a resposta é Não. >> Certo? Porque na verdade refazer é querer mascarar. >> É, pode. >> Se você fez a conscientização, se tá e foi uma empresa, né, de um aluno que eu disse para ele, só que, ó, entendam isso, né? Eu acho que é bem legal isso que tu traz. Eh, William, a gente teve um caso, foi esse o caso, né, Édila, lá da má condução desde o início,
né? >> Foi, foi. >> O que que aconteceu? Como é que era a mesma história? Eu já nem me lembro mais. >> É, tinha um sócio majoritário. >> Ah, é >> que não concordava. >> Isso era assim, ó. E aí tem coisa que a gente sabe que é BO declarado, né? a gente sabe. Então assim, não entre no jogo. Essa empresa, isso tinha dois sócios, um Majoritário, extremamente inadequado, era o tóxico do ambiente, certo? A sócia minoritária sabia de todo o comportamento do sócio majoritário, certo? Eh, mas não conseguia bancar e bater de frente aqui.
Trouxe o diagnóstico de riscos psicossociais, como agora eu vou mostrar para ele. Só que qual foi o erro do facilitador? Se eu tenho um sócio majoritário, que é a pessoa que já me disse que ele é o problema, que ele é o que cria esse ambiente, como é que eu não envolvo este cara no início? Percebe? Isso é erro técnico do profissional. Ah, sócia lá querer fazer esse jogo, ela tá na dela. >> Quem não pode entrar nesse jogo somos nós. Vem entender e dizer: "Olha, não, então vamos lá. Eu preciso de uma reunião com
você e com o sócio para que a gente possa conversar." Ele não fez isso. Aí o que que aconteceu? Veio veio um diagnóstico ferrado, real, certo? porque ele já sabia disso, porque a própria sócio já tinha falado. E aí entrou o sócio majoritário estragando, rasgando, entendeu? E querendo que fizesse de novo. Eu disse para ele, você não vai fazer de novo. Você já errou uma vez em Termos técnicos. Você não vai errar de novo agora. Então você não vai, você vai dizer que não. E agora? Mas percebe, eh, Lilian, nada do que aparece é atua,
nada do que aparece vem em vão. E claro que só que, eh, por exemplo, esse é um caso, esse é um caso que assim, por isso que a gente tem o grupo, né, para vocês trazerem, porque isso se ele tivesse nos trazido lá atrás, a gente teria dito para ele. Não tem como você fazer uma reunião, um começar um processo de diagnóstico da NR1 sem que o sócio majoritário que você já sabe que é o problema, não esteja consciente do que vai ser feito. Ah, mas então ele não vai querer bom, o problema é dele.
E aí você sai do jogo, porque quem é que ficou do incompetente de que a ferramenta foi manipulada? O profissional, mas porque se botou na enrascada. Então eu brinco que tem BOS que são anunciados, você sabe. E tem uns que você vai dizer: "Eu não aplico". Ah, ele não vai se envolver, então eu sinto muito. Não tem como construir ambiência sem o topo tá envolvido. Tem negócio o topo é o problema, né? >> Faz todo sentido. >> Tem negócio que vale a pena perder. >> Uhum. Você perde muito menos perder um Negócio do que perder
a tua reputação e todo incômodo que isso dá, porque é óbvio que ninguém vai assumir lá e essa sócia não tem peito para bancar. Eu disse pro aluno, digo, olha o que que aconteceu. Você foi usado e você se deixou ser usado usando você. É como se eu tivesse dado a arma na mão de quem não sabe usar, ok? Per lá, Isabela. Ah, tá. >> Olá. >> Olá. >> Ã, algumas dúvidas. Comecei lá hoje com os líderes que eu eu na nosso encontro passado disse que eu tava ia começar um projeto, né, umas lideranças no
escritório de advocacia. E aí eu comecei hoje a conversa com eles, enfim, primeiro para entender, né, o o pouquinho de cada um, enfim, né, desse projeto que eu que eu tô trazendo para eles, mas é um processo de Desenvolvimento, mas que eu vou aplicar também o diagnóstico, fazer todo o processinho da >> da conscientização, diagnóstico e tudo mais. E aí me vieram duas perguntas que eh eu fiquei com assim, eu disse, boas perguntas para eu levar lá hoje paraa mentoria. Uma me perguntou, uma líder me perguntou quando ah eu recebo a pessoa de volta de
uma questão de burnout, né? Pessoa saiu com atestado de burnout, né? E tá voltando de volta pra empresa. Ã, Como que a gente recebe essa pessoa? Como que o o a empresa recebe essa pessoa? Tem tem algo que a gente que é bom que a gente faça com essa pessoa que tá voltando por um processo de estresse, tenha um eh perguntas, acompanhamento, tem algo que seja importante de fazer >> para ela voltar, ela precisa, nesse caso, ela tem de passar pelo médico do trabalho. Sim, sim. E quem faz as recomendações é o médico do trabalho,
>> né? >> Tá. >> O a gente >> Mas quando ela dela vai ser reintegrada a equipe e com a com a liderança e como voltar a trabalhar, tem alguma coisa que o líder precisa, que é bom que o líder faça com essa pessoa? A verdade, o líder tem que ter as habilidades muito bem desenvolvidas de liderança e saber que ali, por mais que A pessoa tenha voltado, ela tem questões que assim, esse líder não vai poder voltar como se tivesse lá atrás do mesmo jeito, né? >> Aham. >> Então aí é competências de liderança.
Desculpa, É, te interrompo. >> Uhum. É, o que eu ia falar era isso mesmo, né, dessa questão dele eh a empresa deve ter um fit cultural e o e a liderança ela tem a sua forma de de trabalhar na equipe. Então, uma das Coisas que é sentar com ela e falar, né, olha, suas funções eram essa, essa essa o que que eh vem inclusive o que que você dá conta de voltar nesse momento? >> Uhum. Uhum. E e acho que a maior, né, nesse sentido, é realmente isso, é é o líder não fazer de conta
que nada aconteceu e querer meio que assim, ó, tira esse espaço aqui, né, e voltamos como se tivesse começando lá. Não, não é assim que a banda toca. E aí o líder precisa tá muito mais preparado, né? Na Verdade, o líder precisa tá muito mais preparado. Então, aí é habilidades de liderança mesmo. >> Tá? Então assim, só se tinha algum protocolo, alguma coisa que tinha que era necessário de fazer nesse caso >> que veio com indicação do médico já, né? >> Aham. Tá. Sim, sim. >> Perfeito. E a outra pergunta é sobre o canal de
denúncia. H, quando, eh, acontece lá denúncias no canal de denúncia e, e, e chegam as Denúncias paraa empresa, o o o que que o que que a empresa faz, tipo, com as denúncias assim, tipo, ã, porque se é sigiloso, né, como é que eles trabalham isso aí? a gente vai trabalhar, vai desenvolver aquilo que tá dizendo, se for eh assédio, como que a a empresa lida com essas denúncias? >> Geralmente quando a empresa tem um canal de denúncia, esse canal de denúncia tem uma pessoa que é o ouvidor, tá? ele vai Lá e conversa com
a pessoa e e essa conversa não é tô estou aqui por causa da denúncia. Muitas vezes a pessoa senta, então a pessoa tem toda uma eh uma dinâmica para conversar com ela, não é? Não são perguntas diretas e tudo mais. E ela traz também as a como é que fala? o a empresa que cuida do canal de denúncia, ela já traz orientações. Isso foi comprovado, isso não foi comprovado? O que a empresa tem de receber e se eh ah foi comprovado que Houve o assédio, então cabe a empresa chamar a pessoa e dar um o
que é cabível em função daquilo, né? Inclusive >> o assediador, né? O assador. Exatamente. E a gente não podear uma e uma coisa muito importante, tanto no caso anterior quanto nesse, é sempre deixar claro que eh qual que é o qual que é a pessoa dentro da empresa, né, assim, o líder deixar claro para pra pessoa que tá voltando. Eu tô aqui sentindo dificuldade, me procura. E ali Eles têm que trocar. Agora, mais do que isso, ah, aconteceu um problema que teve uma denúncia, essa empresa, vamos supor que é uma denúncia de falta de material,
>> tá? Pode acontecer denúncia em função disso. Não estou conseguindo meu fazer meu trabalho por falta de material. Não, essa empresa, eh, tô trazendo assim um uma coisa mais simples que tenha, ela tem de providenciar isso aqui. >> Uhum. é para ver o que que vem no relatório Para ver o que que eu tenho de fazer. De repente tá acontecendo essa não só a questão do eh a tá tendo um assédio, eu tenho de punir, né, chamar essa pessoa e trazer um uma vamos colocar, eu eu não gosto muito da palavra de punir, mas é
passar por todo um processo, né, porque da e a a palavra punida eh daquela impressão de de criança, né? pequena, eu me lio a punição, me lembro essa, mas se tenho eh fazer um relatório que que aconteceu aquilo e tudo mais. E muitas Vezes ele eh a empresa tem de começar o quê? pensar num treinamento, em algo, uma ação, num plano de ação mesmo, a partir daquilo, porque aquele canal de denúncia de de repente, ele tá mostrando fator que tá acontecendo lá na empresa. >> Então, mesmo antes de fazer o >> todo o mapeamento, eu
já posso começar a pensar em ações que eh preparem as pessoas lá em função disso. E aí, se você tá vindo, eu não sei se esses casos você tá lev, né, você tá Levantando em cima da, não sei, não lembrei que você falou, você tá levantando em cima do da daquelas daquela empresa, né? Acho que a primeira coisa que você tem de oferecer para eles é a questão do treinamento, falar da urgência do do treinamento de líderes, porque esses líderes têm de estar melhor preparados para passarem por essa situação. Aí, independente do que sair no
mapeamento agora, já saiu, já sabei dois fatores que são importantes. alguém Tá voltando de burnout, ou seja, eh, um pelo menos um líder não viu o que que tava acontecendo ali na situação, né? Porque o burnout não é só porque a pessoa tá cansada, tem está ligado ao trabalho e ao mesmo tempo se tá vendo questões do canal de denúncia, esses líderes têm que saber tratar melhor com aquilo que vai voltar. E >> é, não, até o canal de denúncia foram coisas bem tipo, denunciaram que não Tavam mais colocando as bolachinha que não queriam as
bolachas que tava é as bolachas recheada, queriam bolacha recheada. Aí outra coisa, tipo, ã, ah, que era para ficar de olho no setor X eh porque tavam desviando alguma co um processos para outras empresas, né? Olha só, olha só, quando tem um canal de denúncia, né, Isabel, eh, e a linha é bem essa bom, veio uma denúncia, a gente precisa olhar para isso. >> Uhum. >> Então, falando das bolachinhas, ah, né, uma bobagem, uma bobagem, entre aspas, se o cara se o trabalho dela falar sobre isso, >> é >> que que isso tá representando, entendeu?
>> Que que isso tá representando? Porque vamos combinar o seguinte, se alguém faz uma denúncia de que, ah, eu tinha a bolachinha A, agora botar a bolachinha B, vamos combinar que não é só sobre a bolachinha. >> Uhum. Uhum. >> A bolachinha é a ponta do iceberg, que é bem provável que seja. >> Chegou essa denúncia, eu preciso olhar. Uhum. >> É, eu preciso olhar. E às vezes não é só devolver a bolacha recheada. >> Uhum. Uhum. Porque se tiver mais questões, aí eu botei a bolacha, vai aparecer outra, >> né? >> No outro caso,
ah, vem uma denúncia de Que tão desviando. Bom, >> vamos investigar se estão desviando. >> Uhum. Acho que é poder ter muita essa clareza que é um canal dentro denúncia e ele traz algo que precisa ser olhado. >> E mas isso mas isso tipo eh eh isso não quando vem uma denúncia não não pode ser explicitado porque ela é ã sigilosa. E essa é a minha a minha minha questão é como como garantir esse sigilo? Como que funciona isso? Quando a Gente recebe o o canal de denúncia, >> Isabel, o que acontece é o seguinte.
A pessoa que faz a vistoria, né, que vai que vai tratar a denúncia, ela eh ela não conversa só com uma pessoa, ela conversa com várias, inclusive igualzinho ao auditor. Ela sabe quem quem fez a denúncia, mas também conversa com outros. Agora, se ela, se a empresa devolver com o nome, por exemplo, a ovo um assédio, ela devolve com o nome do Assediador, ela não devolve com o nome de quem se sentiu, que fez a a >> a denúncia, entendeu? Então, eu não tenho como saber. Ou seja, eu sei o nome de quem eu vou
ter de fazer ação. >> Eu não sei o nome de quem de quem fez, se foi uma pessoa só, se foram duas. Agora, se ela devolveu, foi sinal que a pessoa que, né, a o responsável pelo canal de denúncia, ele foi na empresa, fez a verificação e foi comprovado sim que houve um acédio, >> porque ela não vai devolver sem fazer essa análise, >> né? Não basta ela dizer: "Ah, eu fui assediada", né? tem uma avaliação antes de que isso até seja trazido pra empresa como sendo houve essa houve isso. >> Então, a empresa a
empresa que faz o a empresa que que é responsável pelo canal de denúncia que vai entrar na empresa e vai averiguar. É isso. >> Isso mesmo. Só lembrando o seguinte, gente, assédio sexual eu não preciso Comprovar não. sédio sexual. Eh, se eu falei, né, eu falei que eu me senti eh >> assediada pelo fulano, claro que o nome não vem, mas a denúncia que vem pra empresa é que o fulano tá tá dando impressão, tá tá tendo atitudes que deu dão a impressão. >> Uhum. dependendo da atitude, eh, já é fator de autação, de registro,
tá? Já é Fator mesmo. Aí vamos vamos olhar algo mais punitivo, dependendo do que for, pode ser eh algo só para eh no primeiro momento, talvez seja aquela questão de eh uma advertência, tá? Agora, um assédio moral, a pessoa tem o canal de denúncia, a empresa do canal de denúncia, ele tem para cada empresa, vamos supor, né, a empresa X que tem um canal de denúncia, ela tem para E aí você tem uma empresa que contratou a empresa X, a Wilson tem, a Rosângela Tem. Então, para cada uma dessas empresas, eu tenho uma pessoa que
é o representante que faz essa mediação, é uma pessoa treinada pela pela empresa X, por toda essa questão de de um canal de denúncia, tá? Então ele vai e conversa com várias pessoas, percebendo que às vezes chegou lá e, por exemplo, vou te falar de algo que que já aconteceu mesmo, né? Eh, no canal de denúncia, a pessoa era uma servidora eh de limpeza, ela colocou que ela estava Sendo impedida de trabalhar porque não tava recebendo o material dela. >> Uhum. >> E aí a pessoa que faz essa mediação foi lá saber como é que
estavam as regras, né? E sentou com todo mundo, olhou e uma das regras que tinha era elas eram terceirizadas. Elas tinham de passarem no serviço delas a cada uma semana para pegar o material daquela semana. >> Se ela não passava, ela não estava sendo impedida. A regra era essa. Ela pegava Serviço, se vamos supor, né? Se ela tinha de pegar serviço toda todo dia às 8, na segunda ela chegava às 9, porque às 8 ela passava lá na empresa, pegava, recebia o vale para ir para onde ela tinha, entendeu? Tô tô te dando dando para
vocês um exemplo assim que que aconteceu mesmo. Então, quando eles chegaram lá, que ela viu as regras lá e que ela conversou com o grupo e que o grupo, né, E aí perguntando, ah, ah, nós não estamos passando. Gente, tá aqui a regra. Então, se vocês t de passar e você e se por acaso você não tá passando, é você que não tá cumprindo. Você não está sofrendo o impedimento de eh de cumprir seu trabalho, não. Você que não tá cumprindo a questão. Então, isso é deixado assim muito claro com eles. Então, por exemplo, uma
coisa desse tipo, a gente vai e conversa. Se são coisas mais sigilosas, você você tem Conversas individuais com as pessoas e depois você vem e faz um relatório e manda paraa empresa. Foi percebido que, né, foi eh em conversa com 10 funcionários, sete deles comentaram o como o fulano chama de apelido, eh, goza quando eles fazem pergunta, etc. e tal. Então esse fulano, então eu não, eu não tenho saber quem que é que fez isso, mas esse fulano aqui tem que ser chamado, seja ele líder ou colaborador, para quê? Para falar, olha, ouve o que
que tá Acontecendo, o que que foi percebido que tá está acontecendo isso e que a sua atitude não está correta. E aí quando for, dependendo do que que for, vale uma. Então, primeiro você faz nesse dia aí, talvez, dependendo do que que for, nunca trabalhei isso com a na empresa, você faz só uma ata falando com ele do, né, do é uma ata de advertência. Eh, se já foi trabalhada, você pode inclusive colocar, né, já foi, você já foram ensinado sobre isso e tudo mais. Então, dependendo do grau do que foi feito e do quanto
que a pessoa não já foi trabalhada e não mudou de atitude, isso tudo é avaliado. Agora, a empresa tem que pensar nisso. >> Mas é quem recebe, é quem recebe a empresa, o canal de denúncia é ele que faz avaliação. >> É. Aham. É o canal de denúncia que faz avaliação. Ah, então perfeito. Então não me pareceu que que era isso que tava acontecendo. Então eu tenho que tenho Que checar isso com eles. >> É que se ele tem dentro da empresa também este canal, quem faz é essa esse departamento que >> não é uma
empresa terceirizada. É uma empresa terceirizada. Então ele tem que fazer, que era outra pergunta que eu ia fazer agora, que o tempo todo falando de canal de denúncia, eu tô tratando como alguém lá de fora. Aí de repente que falou, eu pensei: "Bom, canal de denúncia é interna". Então, a a eh se Acontecer de ser um canal de denúncia interno, essa equipe que recebe aí, ela tem, mas se é externo, toda averiguação é feita por por eles. >> E aí quando eles trazem pra empresa, eles já trazem isso como aconteceu ou não aconteceu, né? É
fato. >> Uhum. >> Fechou? >> Uhum. Uhum. >> Fechou. Vamos lá então que estamos no nosso horário. Eh, Wilson, Queria. Bom, eu só queria fazer eh o seguinte comentário que até pela fala que a Karina fez lá no no início, então a gente percebe que muitas empresas inicialmente elas vão tratar a questão da NR1, né, como uma dor, né, ou seja, é um mais um problema que surgiu e que eu tenho que encontrar solução rápida para que quando eh ou se aparecer um um auditor por aqui, a gente que esteja pelo menos com o mínimo.
Porém, eh, eu percebo que a NR1 ela pode, não, ela vai Trazer para as empresas, né, na verdade, um ponto muito forte na solidez da empresa. >> Com certeza. a gente percebe que as empresas que fazem que eh estão sobrevivendo no mercado e estão crescendo, estão tendo sucesso, é, são as empresas que já trabalham nesse molde, né? >> Com certeza. >> Porque eh hoje muitas empresas elas estão focadas no cliente externo, mas o O colaborador que é o cliente interno, eh a forma mais adequada de você conquistar esse colaborador, né? trazer ele como uma força
realmente para dentro da empresa, é você colocando em prática a NR1, né? Então eu penso que quando a gente for fazer eh a nossa venda na nas empresas, né, a gente precisa equilibrar essas duas questões aí, que é tanto do de supriador quanto também de do benefício que isso vai trazer pra empresa, né? >> Com certeza. Assim, ó, eu diria que 90% das empresas hoje estão olhando a N1 como um grande problema. >> Uhum. E o nosso grande papel é mostrar para eles que a NR1 é uma grande solução, né? E que realmente é estratégico
trabalhar. E não é pela multa. A multa é o de menos, né? Uhum. >> Eh, realmente usar tudo que a NR1 traz é aumentar produtividade, é aumentar engajamento, é aumentar a permanência no mercado. Quer dizer, a NR1 ela é ganho Para todos também. Perfeito. É isso mesmo mesmo. >> E só para finalizar, o próprio líder dentro da empresa, né, que ele tem aquela postura mais de carrasco, né, como foi citado aqui hoje, ele vai perceber que quando ele realmente for um líder e não um chefe, a postura dele eh for de alguém que eh traz
um um benefício ali, né, pro pro clima da empresa junto com os colaboradores, até ele vai ter um sentimento de realização Muito maior, né? Com certeza. Mas eu também vou te dizer uma coisa que vai ter muitos contextos ser demitidos mesmo para aprender e aí na próxima mudar. >> Uhum. >> Porque tem líder que assim eh eh isso é muito interessante, né? Por exemplo, tem empresas que t líderes que eles sabem que o cara é tóxico. O cara sempre foi valorizado por ser tóxico, Porque ele foi promovido, ele se manteve, ele teve. Esse é um
cara que dificilmente vai mudar, que ele passou a vida sendo valorizado por isto. A empresa às vezes não tem nem moral, literalmente, sabe? Aquilo já não tem nem moral de cobrar uma mudança. Só que aí que eu disse antes, né, quando eu falei pra Karina, aí a NR1 ela entra maravilhosamente bem, porque se aparecer lá, meu filho, ou tu dá jeito ou você vai sofrer Consequências. E isso vai obrigar as empresas a tomarem atitudes. >> Uhum. >> Né? Por exemplo, eu quando tô trabalhando, só pra gente fechar, eu quando eu tô trabalhando com liderança e
com empresas, às vezes as empresas às vezes não, né? Quando a empresa me traz um líder bem isso, complicado, tóxico, vê beber, com mil coisas, eu pergunto para ela o seguinte: que que já foi feito? E aí às vezes a empresa diz: "Ah, a gente já fez, já fez isso, já fez aquilo". E eu dis se ele mudou, não. A minha primeira, a minha segunda pergunta é: OK, se ele não mudar, vai acontecer o que com ele? E aí se a empresa dizer, ai nada, eu digo, é por isso que ele não muda. Então você
vai botar seu dinheiro fora mais uma vez. Percebe? Porque isso é quem cala Concentra. >> Deixa claro. >> Claro, porque é real. Esse cara só permanece nessa postura porque a empresa consente. Uma coisa que a gente precisa trabalhar muito forte com as empresas também é que você não compactua apenas fazendo omissão. É compactuar também. >> Uhum. >> Se eu mantenho um cara tóxico, isso é responsabilidade da empresa que a empresa sabe e mantém. 50% é Responsabilidade dela. E é por isso que no caso de multa hoje até tem isso, né? 50 50, porque de verdade
é dos dois, não é só de um. Fechou? OK. Então é muito a gente poder trazer essas clarezas, né, paraas empresas e é uma coisa muito de tem uma coisa, pessoal, que quer se diferenciar com empresas, né? A maioria das pessoas não tem coragem dos até dos profissionais de desenvolvimento de falar de verdade o Que precisa ser dito para as empresas, né? E quando você diz o que precisa ser dito, isso não é falta de respeito, não é nada disso, é mais ou menos isso. Tá me dis, você tá me contando que o cara é
assim há 20 anos, você já fez 1000 coisas com ele, né? E que ele não mudou e a reclamação continua. E agora você tá me me querendo que eu trabalhe com ele. Perfeito. Me diga uma coisa, se ele não mudar vai acontecer o quê? Nada. Aí eu eu de eu tenho que dizer para essa empresa, olha, a chance dele mudar é quase zero. E aí eu acho que você tá botando seu dinheiro e tempo fora, porque ele só não mudou porque ele sabe disso que a gente fica não faz de conta, né? Sempre ter muita
clareza, né? >> Muita. Ó, quer evitar problema, tem a clareza. Eu sempre brinco, nunca deixe a Empresa contratar gato por leve, sabe? Certo? Assim, ó. Saiba o que que ela deixa ela ter muito claro que ela vai estar contratando. Por, e eu vou dizer uma coisa para vocês, isso é o que nos diferencia, porque e e só consegue fazer isso quem não tem medo de perder projeto também. Só que às vezes é melhor perder projeto que ter um projeto onde você depois vai ficar pro lugar da incompetência. Então é é isso. >> Uhum. >> Claro
que com empatia, né? Você não vai falar isso nos primeiros 5 minutos de reunião, mas você tem que criar uma conexão e esse é o nosso papel, né? Esse é o nosso papel. Se você entrar no ritmo da empresa, se você for mais um, você não ajuda em nada. Eu sempre digo que a gente é referencial de liderança para as empresas e de uma liderança diferente. Se for para ser igual, não precisa de nós, Ela vai manter a cultura dela. Fechou, meus queridos? OK, certinho? Então, amanhã eu vou est colocando lá no grupo sobre o
projeto ASP, já a data do nosso encontro da semana que vem do alavancagem. Fechou? Beijou.