Meu povo, que banho, que banho, que coisa incrível foi a aula de futebol que o Paris Saint-Germain deu na Inter de Milão e deu para todo o planeta V no jogo mais importante, mais midiático, mais assistido do futebol. Nunca uma final de Liga dos Campeões tinha tido uma vantagem de cinco gols, 5 a 0. A Inter tinha sofrido cinco gols pela última vez em abril de 2017 a 407 jogos oficiais e o Paris Saint-Germain pegou uma defesa conhecida por ser muito boa.
Embora eu tenha falado aqui no vídeo de prévia que o Barcelona fez seis e que o Bayern tinha feito três gols, que ainda tinha tomado nove gols entre as quartas e as semifinais, mas o Paris Saint-Germa pegou uma defesa reconhecidamente boa, fez cinco e dá uma sensação de que ficou barato, de que a Inter não fez nada no jogo a não ser torcer para que as bolas um do Paris Saint-Germain não entrassem. É uma aula do Paris Saint-Germain. Eu tenho a sensação e talvez a sensação que eu tenha seja só para ser um pouco diferentão, porque um 5 a 0 é lógico que é uma OD aos atacantes, que é uma vitória que tem mais mérito da defesa, o que não quer dizer dos zagueiros do que dos defensores, do que dos atacantes, do ataque, né?
Ficou ruim a frase. A vitória tem mais mérito da defesa do que do ataque, o que não quer dizer dos defensores do que dos atacantes, porque a defesa começa nos atacantes. Quando o Paris Saint-Germain perde o Mbappé, o Paris Saint-Germain ganha a possibilidade de ter 11 soldados em campo correndo com a tal da Fé Cega.
Fiz um vídeo aqui em janeiro ou fevereiro falando da fé cega do Paris Saint-Germain. Acho que foi depois da vitória contra o Liverpool no play-off, da fé cega dos jogadores do PSG no projeto do Luiz Henrique, nas ideias do Luís Henrique. E quando perde o Mbappé, perde um cara de 40 gols por temporada.
E é muito ruim perder 40 gols por temporada, mas quando você ganha, mais gente que corre pelo grupo, mais gente que pressiona o adversário, mais gente que faz o adversário sair jogando mal, dar chutão e te devolver a bola, você vai sofrer menos gols e você vai ter capacidade de atacar melhor. Une-se a isso, ao fato do time ser muito dinâmico na frente. O primeiro gol é marcado por um lateral direito na pequenária, um gol de centroavante.
Porque eu pareço de uma troca, os caras tm que estar na posição. Quem? Não sei.
Tem que estar ali. E o dois tava ali para fazer o gol. Então o fato de se defender bem fez com que a Inter jogasse mal.
A Inter até entende que ela pode jogar mal, que ela pode dar o chutão, uma vez que o chutão venha acompanhado de um pivô do Marcos Tian ou do Lautaro para que o outro possa correr, a casquinha e tal. Só que o Paris Saint-Germain também controlou isso muito bem, de forma perfeita durante todo o jogo. Vulgarizou a Inter, só permitiu a Interutão, o que muitas vezes serve e a Inter usa isso como arma durante os jogos.
O primeiro gol contra o Barcelona em Barcelona é a saída de bola da Inter, que ela vai recuando, recuando, recuando pro Barcelona ir buscar ela. Vem um chutão, que é um lançamento do Bastone, uma casquinha, o Danfri corre, não sei o que, tal cruzamento, gol do Marcos Chuan. Paris Saint-Germain sabia disso, sabia que ele ia obrigar a Inter só poder fazer isso.
E se a Inter só pode fazer isso, a gente tem que defender isso. E aí Pat e Marquinhos estavam sempre muito concentrados. A hora que a bola vai no Lautaro, quem tá no Lautaro marca e o outro se prepara para correr contra o Marcus Chuan.
E os meio-campistas se preparam para juntar e que não deixar que essa bola vá pros meio-campistas da Inter. Vou mostrar isso mais um pouquinho daqui já. Antes tem que falar, é um título do Dembéé que faz uma finalzaça do Dezir Redué que não parece que tem 18 anos e que é a primeira final, do Rakim que marcou na semifinal, que marcou na final e que é um jogador transformado pelo Luís Henrique.
Era um dos jogadores mais rápidos do futebol mundial e era uma bala pela direita. Todo mundo ia a pé, o Rakim ia de moto e agora o Hakim é um cara que entra de segunda linha, que entra por dentro, que é uma arma surpresa, que chuta de fora da área, transformou o Hakim, transformou o Nuno Mendes num lateral defensivo muito bom. Eh, os mei-campistas do Paris Saint-Germain ganham praticamente todos os duelos.
Praticamente eles estão sempre certos, bem posicionados, fisicamente bem para ganhar o meio-coampo da Inter, como estaria Chalanoglu e Barelo, um meio-coampo muito bom e foi completamente vulgarizado, aliás, toda a Inter foi vulgarizada pelo Paris Saint-Germain. É uma vitória dos jogadores, porque o futebol é dos jogadores, que Varasquella, que chegou no mercado de inverno e ajudou a dar mais competitividade, experiência para um ataque que tinha dois garotos como Dezerreu e Barcolá. E a gente viu hoje como Barcolá entra no segundo tempo querendo fazer o dele, como é bom ter um ponto de pausa como é o Kvaraskell.
Enfim, é uma vitória dos jogadores, mas é uma vitória do Luiz Henrique. O Luiz Henrique é o autor intelectual do maior banho em uma final de Liga dos Campeões. O Luís Henrique abre mão dos craques, das estrelas, dos jogadores intocáveis, dos caras que em uma bola podem decidir um jogo porque ele prefere 11 soldados.
Esse é o time mais luizenquano que existe, porque nós temos os times cruifistas, guardiolistas e tem um time Luís Henriqueano. E o que que é um time Luís Henriqueano? que ninguém vai correr mais do que a gente e que vamos ser mais espertos do que eles, porque Luiz Henrique é um técnico esperto, é um técnico inteligente, eh, e que sabe armar o time sempre bem e com mudanças, porque todos os jogos são diferentes.
Paris Saint-Germain, claramente é um clube que construiu a casa pelo telhado. Isso tá errado. Primeiro você faz a armação, primeiro você faz a estrutura, primeiro você faz todo o trabalho que não se vê, né, de estrutura por baixo, de pilares.
E a última coisa que você coloca numa casa é um telhado. Se você é engenheiro, arquiteto, e tá por aqui, pode deixar o seu comentário. Eh, Paris Saint-Germain, não.
Primeiro foi buscar as estrelas, primeiro foi buscar ser conhecido. Primeiro foi buscar ser mediático. Primeiro foi buscar que o mundo comprasse as camisas do Paris Saint-Germain, porque aparentemente aquilo ali era muito bom para depois vir um técnico e falar: "E muito bom é isso daqui".
Só que todo mundo ou boa parte já tinha a camisa e já sabia o que que era o Paris Saint-Germain. Não é modelo o que o Paris Saint-Germa fez, porque quando ele ganha a Liga dos Campeões é quando ele desiste que ele vinha fazendo e ele aposta e o resultado vem muito rápido. Um ano chega a semifinal, no outro ano chega a final e ganha.
Muito rapidamente o Luiz Henrique transforma um clube de futebol e transforma uma cultura. Uma coisa que sim, se pode ganhar Champions rápido. O Luiz Henrique ganhou na primeira temporada do Barcelona.
Ele ganhou um triplete na primeira temporada dele do Barcelona. Sim, se pode ganhar rápido, transformar um clube rápido como ele transformou quando se deu uma folha em branco pro Luiz Henrique e falou: "Põe aqui o que você quiser". Rapidamente ele transformou um clube sem história, sem alma, sem tradição, sem saber o que queria fazer.
O Paris Saint-Germain era uma grande cópia dos outros. Dava impressão que o Paris Saint-Germain queria copiar o Barcelona com Neymar, com o Messi, talvez com o próprio Luiz Henrique, que queria copiar alguma coisa do Manchester City. para ser uma coisa completamente diferente, para ser um clube de jogadores jovens, uma média de idade baixíssima, que entra numa final de Liga dos Campeões com uma média de 24 anos contra 30 da Inter, que fez vários jogos na Champions com uma média de idade de 22 anos e que quando estava dando errado não desistiu, porque a grande parada é essa.
Paris Saint-Germain nos últimos 15 anos, desde que ele se transformou num clube midiático, coisa começava a dar errado. Troca, troca próximo, próximo, próximo até chegar alguém que aparentemente sabia o que estava fazendo. Luiz Henrique, a gente vai jogar assim, a gente vai jogar rápido, a gente vai agredir, a gente vai gerar a bola rápido e a gente vai marcar lá em cima e a gente vai sufocar e eles não vão finalizar e eles não vão chegar no nosso gol e se precisar correr para trás, a gente vai correr atrás, pô.
Tava tudo dando errado. Deu errado contra o Atlético de Madrid, contra o PSV, quase deu errado contra o Girona. Paris Saint-Germain tava com a água aqui, tinha que ganhar no Manchester City, tava perdendo por 2 a 0 no segundo tempo.
Vira, vai na Alemanha, ganha do Stuttiger, se classifica, pega o Liverpool, perde 1 a 0 e foi uma goleada que ele perdeu. O jogo era para ter sido 4 a 1. É o grande jogo do Alisson na temporada e ele perdeu por 1 a 0.
ganha com justiça e para mim não precisava dos pênaltis, pelo menos pelo que foi a prorrogação Liverpool e passa e a partir daí sofre no jogo de volta contra o Aston Villa, mas passa contra o Arsenal é superior na Inglaterra, sofre um pouquinho nos 10, 15 primeiros minutos, depois gol do Fabian Ruiz, passa e passeia na final. Em nenhum minuto da final, deu a sensação que a Inter ou ia entrar ou ia voltar pro jogo. É um baile assim, é para reassistir depois para ver os detalhes do que fez o Paris Saint-Germain contra a Inter.
Eu falei que para mim é mais um jogo da defesa do que do ataque. E eu não sei se eu vou conseguir, mas eu vou tentar mostrar aqui como eu fiz na prévia, o que que o Paris Saint-Germain fez muito bem. Será que eu vou buscar isso ali?
Eu vou. Vocês repara não que eu já venho. Caiu um lateral esquerdo, parece.
Ou um atacante. Caiu. Foi o lateral.
Foi o seis. Porque o seis ou nove não dá para saber. Olha só.
Tentar mostrar aqui para vocês. Vou apagar essa luz aqui porque senão vai dar muito reflexo. Eu vou só diminuir ela.
Vou só diminuir. Eu não sei diminuir a minha própria luz. Aí paguei, ficou melhor.
Seguinte, a Inter quando ia sair jogando, ela tentava fazer isso daqui. Três zagueiros abertos, o Sommer para fazer o quarto jogador, os dois atacantes aqui na frente. O Paris Saint-Germain subia a laterais contra alas, meio-campistas contra meio-campistas, atacantes nos zagueiros.
Era isso aqui que o Paris Saint-Germain fazia para que quem tivesse a bola fosse o Sommer. Quem fosse marcar ele marcava também esse passe aqui. Chutão à frente.
Acontece que o chutão à frente, o a Inter sabe jogar com chutão à frente. Quando vem um chutão à frente, a Inter tenta ou que essa casquinha venha para cá e esse cara aqui domine ou que os meio-campistas dominem essa bola aqui para lançar esses caras nas costas dos laterais para que essa bola venha aqui ou que vem aqui e que aqui acompanhe e que a Inter chegue com superioridade contra marcação adversária, né? É isso que a Inter quer fazer.
Acontece que tavam aqui os três meio-campistas da Inter, os dois alas do Paris Saint-Germain. E quando a bola era lançada para esse cara, esse daqui já sabia que muito provavelmente quando era lançado pro Lautaro que o Marcos Choan ia correr. Então se reduzia o espaço por aqui e neutralizava essa jogada que que tentava fazer.
E outra coisa é que os laterais também não subiam tanto para marcar isso aqui da Inter. o do Paris Saint-Germain não subia tanto que era já para ter alguma sobra, mas se via que esse passe viria para cá, aproximava antes da bola chegar para que tivesse sempre muita e muita pressão. E aí a intenção do Paris Saint-Germain era que quando a bola viesse para um dos pivôs, que se juntasse muita gente perto dele, que a bola não chegasse pros meias para fazer o lançamento pros alas.
Os meio-campistas do PSG e os zagueiros para não deixar que o pivô fosse feito foram muito importantes para quê? Que a Inter não atacasse, que essa fosse a única alternativa da Inter, que fosse o chutão, que a Inter sabe utilizar. Para vocês terem ideia, o Baston tentou eh 10 bolas longas contra o Barça.
Contra o PSG, ele tentou cinco, metade só, porque a Inter sabia que tinha que anular a bola longa. O Paris Saint-Germain sabia que tinha que anular a bola longa da Inter com o Baston. Então, como a Inter não tinha mais isso e o Paris Saint-Germain recuperava essa bola, recuperava com a Inter tentando sair, ela não tava tão fechada com a linha de cinco lá atrás e o Paris Saint-Germain tinha um pouco mais aqui de campo aberto para jogar e para atacar a Inter foi recuperando bola, recuperando bola, recuperando bola, recuperando bola que o Paris Saint-Germain criou volume.
O primeiro gol sai numa jogada que mais ou menos a gente tinha falado aqui que poderia sair, né, que era o Paris Saint-Germain com cinco jogadores na frente, linha de três e dois jogadores muito abertos para que se atacasse esta zona entre Ala e zagueiro e essa zona aqui que o Dezerredo recebe para cruzar pro Rakim. E todos os outros gols do jogo são feitos de roubada de bola do Paris Saint-Germain. O segundo que é uma roubada de bola aqui e vem o contra-ataque porque o time sabe contra-atacar bem.
O terceiro é uma jogada construída que o Dezer Reduê chuta no segundo tempo que vem desde o Dembéé pro Vitinho, o passe pro Dezer Reduê. O quarto gol, uma bola excelente do Dembéé pro Kivaras Kelli para finalizar. E o quinto gol já é completamente um passeio no parque pro Parmã matar o J.
Dos cinco gols, o primeiro foi construído, todos os outros foram roubando bola para correr e o volume de jogo que o Paris Saint-Germain construiu foi roubando bola da Inter e não deixando a Inter jogar no campo do Paris Saint-Germain. E quando jogava mordia, mordia, mordia. A fé dos jogadores e a humildade dos jogadores do Paris Saint-Germain para correr para trás, para recuperar bolas e para jogar muito rápido para atacar a Inter fez com que abrisse dois gols muito rápidos, que a Inter depois no segundo tempo baixasse os braços e que se transformasse essa final na maior goleada da história da Liga dos dos Campeões.
Paris Saint-Germain se transformou durante a temporada num timaço. Não começou a temporada como um timaço, mas se transformou. Tem bons jogadores que a gente ainda não sabe onde que eles vão chegar.
João Neves, Barcolá, Desiro, Pátio. A gente não sabe ainda qual que vai ser o tamanho desses caras no futebol. Quando a gente pega o Ajax de 95, que ganhou a Champions, era um time muito jovem e depois o que que os caras foram virando daquele Ajax.
A gente ainda não sabe o que que esses caras vão virar, mas eles já construíram uma grandíssima história fazendo esse 5 a 0 na decisão. O futebol é dos jogadores, então parabéns pros jogadores. Eu acho que o Dembélé, por exemplo, com esse título, embora não tenha marcado na final, mas tenha feito uma grande final, pode até ficar mais perto, já conquistou os três títulos da França na os três títulos possíveis, né?
Copa da França, campeonato francês e Champions, ainda pode ganhar com a seleção francesa, pode ficar mais perto também de um título individual como a bola de ouro, mas para mim o grande responsável por tudo é Luís Henrique Martinz, por tudo. Transformou o clube, a cultura, a mentalidade, o o como vamos fazer futebol, como vamos trabalhar o futebol, para onde que a gente vai. Por isso que eu falo com vocês aqui, o como é muito importante.
Quando você sabe o que você quer fazer e como você quer fazer, pode ser que você não ganhe, mas é muito mais provável que você saiba os passos para chegar lá. Se a cada derrota e se os resultados vão te fazer mudar de ideia, quer dizer que você nunca teve uma ideia, você só teve resultados. A hora de apostar e de confiar no estilo é quando tudo tá ruim.
A não ser que você tenha uma má ideia e aí também os resultados vão te dizer e o tempo vai te dizer, mas se você tem uma boa ideia, os maus resultados vão colocar ela a prova e aí é hora que é a hora de apostar nela, né? Porque apostar numa coisa que tá dando certo é muito fácil. É muito fácil apostar no estilo quando ele tá dando certo.
Você tem que apostar é quando tá dando errado. Aí é que precisa de aposta. Apostar no que tá ganhando é a coisa mais fácil do planeta.
E o Luiz Henrique dobrou a posta quando tava dando errado até dar certo e dar maravilhosamente certo. Eu tô bastante impressionado como o Paris Saint-Germain é capaz de jogar tão bem por tanto tempo. É muito normal que o time baixe, que o time erre, que perca concentração, que do outro lado tenha um muito bom time de futebol que seja capaz de jogar também.
E o Paris Saint-Germain joga mal por poucos períodos de tempo durante o jogo. Não tem apagão. Pariss-Germain ataca bem, mas ele defende muito bem.
O Barça ataca muito bem. O Barça foi capaz de fazer seis gols na Inter em dois jogos. O Paris Saint-Germain é capaz de defender muito bem também o tempo inteiro.
Não é que o Paris Saint-Germain defende bem de vez em quando. Defende bem dependendo do adversário, defende bem às vezes. É capaz de defender bem sempre.
E defender bem não é colocar a bunda lá atrás e chutão para cima. é ser valente de marcar lá na frente, de obrigar o time a só ter uma jogada que é o chutão. E a hora que fizer isso, a gente vai estar preparado para defender isso.
É uma aula, é um banho, é um atropelo, é uma maravilha o que fez o Paris Saint-Germain na final dessa Liga dos Campeões e em toda a trajetória da Liga dos Campeões, pelo menos de dezembro para cá, de janeiro contra o Manchester City para cá, mas é uma maravilha o que que Luiz Henrique fez com o time e com o clube. Uma maravilha. Tá de parabéns o Paris Saint-Germain e o Luís Henrique, um justíssimo campeão, porque atropelou um time bom como a Inter e vulgarizou.
Quase que diminui o que a Inter fez contra Barcelona e Bayern de Munique. Quase que diminui o Barcelona e o Bayern de Munique. Porque, pô, se esse time tomou de cinco, os outros são muito ruins para não terem passado dele.
Dá essa sensação meio leiga, né? Isso é muito leigo, tá? Mas dá essa sensação assim no no calor do momento, a flor da pele de que B e Barcelona foram muito mal para não passar dessa Inter.
Só que isso é lego. A Inter é muito boa, a Inter joga muito bem e o Paris Saint-Germain atropelou, passou por cima desde o minuto um. É isso, meu povo.
Boa noite para vocês. Vai curtir o sábado, se já tá vendo isso domingo, vai curtir domingo também. Eu tô a isso daqui.
Se você tá vendo isso de chegar a 300. 000 inscritos. Então, se puder me ajudar só para eu ficar felizinho, eu agradeço muito.
Valeu, gente. Tchau, tchau. Até mais.