Eu posso elencar aqui, tá? Porque novamente eu vou reforçar. Eu tenho certeza, conhecendo bem a internet em que vivemos e estamos aqui 5 anos nessa caminhada, estamos nos dirigindo ao sexto ano de linhagem.
Eu tenho muita certeza depois que o filme terminou e olha que eu recebi quase não recebi nenhum spoiler, não vi crítica nenhuma, não consumi nada na internet em relação à empregada, absolutamente nada. >> OK? >> E eu tenho certeza, tá?
Eu eu quero até vocês aqui do chat, vocês que consomem outros canais que devem consumir também canais quem consome canal Lacrat, não tem problema. Pode consumir a internet aberta e a gente tem a liberdade até então, né, >> meu? Essa foto, o cara, o cara, o cara parece o Colossos como a criança.
O cara dele no gigante, né, velho? É assim, ó. Eu vou trazer, eu vou trazer aqui três motivos que para mim ficam muito claro >> que se for lacrador não vai gostar, tá?
Primeiro Sydney Sini, tá? Sydney SN tá envolvida, tá envolvida. O lacrador não vai gostar.
se esforçará com afinco para não gostar. É a mesma coisa. Sidney Sini, ela está para Jincavíel.
>> Exato. >> Jincavisel, qualquer coisa que ele fizer, Lacrate não irá gostar. E aí você vê a hipocrisia e a falta de honestidade, tá?
Então assim, primeiro Sidney Swi, segundo, zero diversidade. Não temos essa diversidade, tá? Não temos adversidade.
E o lacrador, ele enxerga isso como um ataque. Ele enxerga isso como um ataque. Tá?
Então assim, esse é o segundo ponto. E o terceiro ponto, >> antes de você dar o terceiro, ele pensa exatamente assim: >> como não tem eu, a minha ideologia na obra, é a da outra. >> Como não tem e assim o mais o militante mais estudado, ele já fal assim, e como não tem a minha agenda, eu tenho que atacar.
>> Uhum. >> E aí ele começa, aí vem os outros ali, a bolha do Twitter, né? Bolha do Twitter.
Essa foto que o Mateus pegou, cara, é muita beleza num num met quad pequenininho. E os lacradores, vamos ser sincero, todo mundo sabe, eles são feio para [ __ ] Para caramba e eles ainda se pioram que cabelo de azul, tals. Então, quando eles vê muita beleza assim, eles se sentem ofendidos.
Porque assim, ó, a Amanda Seinfield ela é da turma da Macrate, tá gente? Então eu queria eu queria acrescentar essa pimenta aí porque >> calma, mas deixa eu só concluir o terceiro ponto, >> peço perdão, >> porque o terceiro ponto >> que vai fazer com que realmente o lacrador deteste é o alfa representado. >> É >> malandro, o Brandon Sclean é um alfa >> que o lacrador ele quer destruir essa imagem do Alfa.
>> Ó, essa foto é o alemão do BBB com as duas mães. É verdade. Isso aí é isso aí.
É isso aí. Aí ele vê, ele vê o Brandon Sclean pegando. Primeiro ele pega a manda Seinfield.
>> Sim, >> que é bonita também. Depois pega Sydney Sini e assim extremamente confiante e todas as mulheres babam. O lacrador fala assim: "Ai gente de novo, de novo esse tipo de macho".
>> Sim. >> Então assim, três motivos, tá? Vocês podem ter certeza o lacrador encontrará problemas nesse filme, mas o problema aqui tá explicado.
Vai, Giga. >> Não, eu ia adicionar o fato de que o lacrador nesse filme ele ficou numa sinuca de bico bastante esquisita. Por quê?
Porque obviamente que eles são os intolerantes e e partindo do pressuposto que a Sim tá lá, eles já não vão gostar. É, >> só que eles teriam muito motivo para defender essa obra por conta da Amanda Cordrid, que é uma pessoa escrota, vocês perdoem a minha sinceridade, >> é a que, por exemplo, né, aproveitando que o Wagner tá aqui, o Wagner também fez um vídeo muito triste quando isso aconteceu. Todos nós ficamos destruídos com a partida do Charlie Kirk.
Vocês vão se recordar, foi em setembro. Escuta essa daqui. Putz.
>> Em setembro, Cfrid comentou um post no Instagram sobre a morte de Charlie Kirk escrevendo aspas para Amanda Cfrid. Ele era detestável. Fecha aspas.
>> A reação negativa foi imediata. cobraram ela, porque você lembra aquela semana tudo tava pegando fogo porque claro, tanta coisa para você falar a respeito da pessoa que acabou de ser assassinada, ela fala uma besteira dessa. E ela retrucou dizendo o seguinte, ela mesma no dia seguinte na rede social: "Eu não vou pedir desculpas de coisa com palavrão, tá?
Nenhuma, pelo amor de Deus. Eu comentei uma única coisa. Eu disse algo baseada na realidade em imagens reais, em citações reais.
O que eu disse é bem factual e eu tenho liberdade para ter uma opinião. Claro, graças a Deus, pelo Instagram. consegui trazer uma clareza clareza e essa é a minha opinião e não vou pedir desculpa e não quero saber.
É isso que eu penso a respeito do Charlie Kirk e isso é o que ela teve a dizer naquele momento para uma mãe com duas crianças, né, e toda uma nação ali, talvez um planeta que tava em choque diante da partida tão absurda do Charlie da forma como aconteceu, né? Então assim, o meu ponto é o seguinte: motivos para defender esse filme a Lacrate teria, >> teria, >> porque eles tendem a acobertar esse tipo de comportamento desprezível, cara. Mas nem assim, >> mas não pode.
Sabe por quê, Giga? Porque tem um contraponto muito forte >> que é a Sydney, >> que é a Sydney e o Brandon Scleaner, o personagem dele, né? Então assim, eu também pensei, mas eles não vão conseguir, porque se fosse só Amanda Seinfeld, fosse uma atriz que não fosse a Sydney Sen e o Brandon Sclean fosse, sei lá, o Idrisba, eles iam amar.
>> É verdade. >> Eles iam amar. Esse esse filme ele tem um ponto importante e da da questão, pensando como o lacrador, né?
Ele aborda uma violência doméstica, né? uma violência doméstica que eles mentem que é pauta deles, porque eles vão pegando todas as pautas e eles falam que todas são deles, nenhuma é do outro espectro, né? Só que assim, é uma história que facilmente poderia facilmente não vai poderia ser, poderia ser sua filha, poderia ser real, né?
Você tem toda uma pirotecnia ali de roteiro, mas hisória real, de violência real. Só que ele trata isso com honestidade. Ele em nenhum momento faz um tipo de militância.
E isso ofende também alguns acaradores, porque eles precisam ter a agenda na cara mostrada para eles falarem: "Ah, esse aí é nosso, >> é dos nossos isso aí, hein? " Como não tem, e aí já tem a Sidini eh como protagonista, porque na minha na minha visão o que quebra essa essa interpretação da Lacrate é a mãe dele. >> OK.
Exatamente. >> A mãe dele quebra porque não é só o cara >> não. E ele assim >> e tem o jardineiro que tá dando uma cobertada e é um cara porque se fosse há 5 anos atrás o jardineiro também ia ser um desgraçado.
A mãe seria vítima, porque aí todas as mulheres, o poder de uma, o poder de duas. Então você tem vários pontos em que o roteiro não deixa isso claro. Por isso que o lacrador ele não representa, acaba não representando, né?
Esse filme não representa a ideologia dele. >> Ô André, duas coisas. Eh, para mim ficou ficou bem claro que ele é assim por causa da mãe, né, que ela acaba falando, mano, né?
>> É um privilégio você ter dentes. Então você vem que vem mesmo vocabulário, né? >> Exato.
E outra coisa, vocês sabem que eu sou meio viciado no TikTok e no TikTok os lacradores do Twitter estão tudo lá, todos, todos. Então você parar para para ver o filme sobre a algo sobre a empregada, começa a vir uma enchorrada de vídeo, uma pessoa mais fia que a outra. Perce.
>> E aí eles estavam batendo, batendo nesse filme, batendo nesse filme e eu, cara, depois que eu assisti, eu falei: "Cara, essa crítica não faz sentido". E aí eu achei uma mina que tem a característica de ser lacradora, só que ela tava defendendo. Eu não sei se é verdade, ela falou que é fidel ao e fidelidade ao livro 100%.
100% não 100% não. >> Ela falou que era. >> Então eu tenho a sensação, eu também não faço ideia, ainda não li este belo romance.
>> Sei, mas nós temos aqui os pontos. >> Então nós temos, quem leu, né? Nós temos aí pesquisa avançadíssima.
Eu tenho a sensação que essa obra ela fala com o público feminino e não feminista. >> Sim, perfeito. Giga.
>> É um nicho de mulherada que não tá no Twitter militando por baboseira, né? Então é aquela mulherada que ainda vai atrás. >> É isso aí.
>> É isso. >> A mulher real. >> É porque assim, você mostra a questão de e pelo pelo aspecto da de uma submissão forçada >> perfeito.
>> feminina, né? de um de um amedrontamento por parte das mulheres em relação à pressão psicológica que o que o personagem do Brandon Sclean faz, né? Você não tem empoderamento profundo, não.
As meninas têm medo do cara. O cara é pressão em cima. Nem só no nem só no aspecto de de pressão negativa, o cara é encantador.
Teve um momento ali que eu falei: "Cara, >> eu quero, eu eu tenho certeza que esse cara vai ser o pior cara do mundo, porque é tanta qualidade que eles vão empilhando >> dele, sabe? Ele é tão admirado, ele é tão bondoso, ele é tão do bem que eu falei: "Cara, esse cara vai ser um merda no final. " E dito e feito, ele é um merda.
>> É uma coisa, só que eu precisava relatar que se ele militasse, teria duas coisas. Se o filme fosse militar, teria duas coisas que eu não notei nesse filme. O personagem do Brandon Scanner e ficaria cagando regra.
Eu tenho certeza que ele seria cristão. Alguma referência teria e não e não tem nada. >> Ele é você percebe desde o início que ele é misterioso.
>> Se aparecesse ele fazendo uma oração antes de dormir, a turma da lacrata ia adorar. Nossa, adorei. Se fosse para militar, ele faria igual o corte do Murilo Benício, novela.
>> E você que é um cara muito atuante no Twitter, você percebe esse movimento? Tipo, o filme ele é ele é neutro, ele não fala absolutamente nada, mas só por o fato dele ser neutro, o lacrador já coloca ele como inimigo. >> Sim.
>> É, nesse caso eu concordo com o Gabriel quando ele falou que a CN é um ponto importante, né? Porque o que eu vi do Twitter, na verdade, foi exatamente o que vocês comentaram no começo da eh os militantes lacradores que odeiam ela e tentam desqualificar ela de todas as formas. tirar o mérito do sucesso do filme, porque ah, não tem nada a ver com ela.
É aquela, aquela palhaçada que ela faz uns filmes que ninguém nem sabia que ela tava fazendo, uns filmes totalmente underground. Aí o filme não faz bilheteria nenhuma, que ninguém esperava que fizesse e o fracasso é por conta dela. Agora que ela tá fazendo um filme de projeção, de um blockbuster, aí o sucesso não é mérito dela.
Isso foi o que eu vi na rede social. Perfeito. >> Mas eu eu acho que tem uma mais uma problemática aí pros militantes que tem tudo a ver com esse gênero de filme.
Eu não tenho certeza porque eu não assisti o filme, eu vi o trailer e tô acompanhando mais ou menos a ideia dele e até a comparação que o Carlão fez com aquele filme do cara que se mostrou. >> Ah, tá, tá, sim. >> É, e isso até onde eu sei, são as tais obras de Dark Romance, né?
>> Exato. >> É aquele romance, >> um periguinho. >> É, >> é.
Não é. Ai, meu Deus. talvez me aperte um pescoço e fique ai perigo, né?
Sim. Então, eh eh esse esse gênero de filme que traz uma uma característica feminina que o feminismo definitivamente não gosta de admitir. >> Porque e foi uma coisa que eu até fiquei curioso para saber de vocês que assistiram o filme, se de alguma forma existe uma certa glamorização da toxicidade, porque nos outros filmes, pelo menos isso acontece.
No filme do sequestrador, 50 Tons de Cinza, eh, esse aí é 300 e tantos dias, alguma coisa assim. Eh, eles, esses filmes, eles têm isso, eles, eles têm um cara que é tóxico, mas a mulherada se molha toda pelo cara. Então, é uma questão muito complicada pra narrativa feminista.
>> Por que que as mulheres se interessam tanto por esse tipo? E, e vocês falaram, é um filme que foi feito, o público alvo são as mulheres. É esse tipo de produção feminina que tem e virado blockbuster entre as mulheres, justamente 50 tons de cin esse aí do do di.
>> Exato. >> E saber se ele vai mais ou menos nessa linha. É porque beleza, você entende no final que ele é um canal.
Vocês já falaram isso? >> Sim. Mas até lá o público feminino tem que se derreter pelo cara.
E aí e quando e depois do clímax muda essa chave ou ainda fica aquele cara tipo: "Ah, ele é ruim, mas eu queria consertar ele, sabe? " >> Não, então perfeita pergunta. Deixa eu só começar depois vocês falam que é legal esse debate.
>> A gente tá escangalhando no spoiler mesmo. Então tá quatro semanas no ar. >> Vamos para cima.
Vamos ca >> eh o para mim não existe romantização do tóxico, tá? Eu acho que estrategicamente eles constróem o personagem. Olha que gato.
Eles só um minuto, Mateus. Eles constróem o personagem. Sabe que eu olhei pra sua câmera na hora que você falou, olha aqui dentro.
>> Obrigado, gente. Eles constróem o personagem do do Brandon Sclean como o cara perfeito. Como o cara perfeito.
No momento em que é revelado que ele é o lixo que ele é, não existe romantização. As meninas vão para cima do cara >> e debulham o cara. Debulham o cara.
Então assim, não é romantizado, não existe pena, não existe remorço, não existe tentativa de voltar. Então acho que eles constróem muito bem, eles separam muito bem, ele conquista, ele é um sedutor, ele tem uma psicopatia elevadíssima, é um lixo de ser humano. Só que a mulherada, né, pensando a minha porção mulher, né, para avaliar isso, a mulher se encanta pelo homem que ele é no começo, que é a estratégia do filme.
Ele é um cara encantador, é um cara legal, é um cara bonito, é um cara rico, milionário, financeiro, protetor, provedor, tudo, tudo, né? Tem a pegada, >> chama, >> tem a pegada, chama mesmo, né? Então assim, para mim não existe essa romantização.
>> Mas isso aí é pessoal, porque aí se você traz pra realidade cada a mulherada que vai assistir, cada uma, porque a gente precisa porque a gente precisa lembrar que o bandido da luz vermelha é o manio do parque que recebiam cartas. Então aí fica uma coisa, mas as mulheres do filme não, mas isso aí fica a cargo da mulherada que tá assistindo. Mas o que eu mais gostei desse filme foi assistir o cinema e ver a reação da mulherada.
Cara, isso é muito legal e isso é uma das coisas legais no cinema quando não é exagerada que eu vou sofrer no Vingadores, tá? Mas assim, eh, cara, a mulherada quando o cara apareceu, o casting dele foi absoluto porque ele aparecia em cena a morelhada >> quando ele quando aparecia com aquela regata branca rasgante absoluta regata. >> Nossa, a regata ali da ele foi na era voltou e tava em espetáculo.
E teve um momento que ele tava do lado, o cara era tão incrível que ele tava com a C do lado, eu tava olhando para ele. Então, o cara, o cara, o cara é incrível. Esse cara é incrível.
Então, ah, esse e assim é legal a gente ver um produto feito pro público feminino e como ele deu certo, ele foi pensado pro público. Não é porque o filme é genial, o filme é 10/10, tem um monte de problema no roteiro, tem isso, tem mudança. Cara, o público adorou.
O público adorou. Você pode analisar tecnicamente o filme? Claro que pode.
Eu mesmo achei o final demais. Não, mas a proposta, mas a proposta, cara, é ser o novelão mesmo. Abraçou a novela e vamos embora.
É igual um filme de terror quando você fala aquele final, por exemplo, final da Hora do Mal. Aquele final da Hora do Malu achei uma bosta. Achei uma bosta da da que é uma comédia, mas a intenção era essa aí, entendeu?
Eu falei: "Então beleza, pode ir embora. " Legal. >> Eu me vi, eu me vi nessa, nessa cena, eu me vi no abraço.
Eu, eu me vi no lugar da Amanda, tá? Eu eu não, eu ia dizer só, tô respondendo o Wagner também, porque eu achei que vocês já resolveram, mas um pequeno uma pequena observação. >> Acréscimo >> na tela, a partir do momento que a plateia percebe que ele é o capeta, as duas mulheres já não dão mais colher de chá para ele, entendeu?
Sem você compreende que ele é o vilão, acabou. Elas não fetizam a questão da violência de ai e tal, mas eu aposto que na própria plateia, no público, opa, >> tem aquela espectadora >> que pensa assim: >> "Eu consertava ele". >> Por que que ele não me sequestra, né?
Vai para aí a salinha. Eu aceitaria ser sequestrada por esse cara. >> Sim, cara.
Se vocês vasculharem nas redes sociais, vão achar esse comentário. >> Ah, vão. >> Ah, ele vale o risco.
>> Mas não tenha dúvida. Na final quando ele chega pra ex que era atual fala: "Não, vamos voltar eu errei. Me perdoe ele dar seu dente, me perdoa.
" Tinha a mulher que ia falar dá mais uma. Eu >> eu queria responder rapidinho só, Mateus. O Wagner também não tem a romantização porque em nenhum momento justifica o que ele é.
Que nem eles podiam mostrar o passado dele, ele criança sofrendo com a mãe, que nem tentam romantizar a criminalidade, os bandidos. >> É que essa parte é um pouquinho interpretativa, mas acho que todo mundo aqui interpretou a mesma coisa. E a educação da mãe, né?
Educação da mãe, mas você vê que o filme, o roteiro não se pega nisso, né? Tipo, ah, vamos justificar ele. A partir do momento que ele é ruim, como você falou, ninguém dá colher de chá para ele.
As duas, tanto que a primeira mulher dele volta para salvar outra, >> né? Falar que a filha dela fala, né? Pô, a gente vai deixar ela lá mesmo.
Isso mesmo. >> Ela volta para estragar tudo, né? Boa cena, né?
>> Se tivesse a super lacrate, galera, ia ser na mãe. >> Ia >> a mãe ali. Eu criei ele tão bem, mas homem.
>> É verdade. >> Ali seria o ideal. Por momento eu fiz tudo direitinho como mãe, mais homem, mas não teve.
E aí o o cara sacou ainda que a mãe que deu que ensinou o cara. >> O André e ela ia falar, ele seguiu o pai, >> ele é igual o pai, né? Tipo.