[Música] Meu nome é Felipe petrachini e juntamente com nossa colega Helen Ant seremos os instrutores do curso básico do Web intelligence Rich client nosso objetivo é familiarizar você com essa ferramenta de consulta utilizada na cfas de modo que você possa fazer o melhor uso possível no desempenho de suas atividades feita a apresentação vamos começar nosso curso o Web inteligence Rich client que ao longo do curso chamaremos apenas de Rich client é uma das aplicações que permitem a consulta as informações contidas nos bancos de dados da Secretaria da Fazenda mantidos pelo data Warehouse da secretaria convenhamos
você já domina os aspectos do seu próprio trabalho domínio este que dependeu de muito estudo e experiência em sua área por outro lado a utilização que você provavelmente fará do banco de dados da secretaria é a de consulta de informações no intuito de tomada de decisão exigir de você que além de tudo que você já sabe conheça os detalhes técnicos do funcionamento de um banco de dados e a estrutura como esses dados estão sendo armazenados no servidor não seria razoável o Rich client foi a ferramenta escolhida pela cfas para contornar esse problema e aqui temos
o primeiro conceito do curso o universo o universo é uma camada semântica que isola o usuário da complexidade técnica da base deos consultada pense nele como uma abstração que tor mais simples entender o que está disponível para consulta e mais importante como Constru a consulta ao banco de dados que você pretende produzir por exemplo sem o Rich client caso quiséssemos as informações constantes do Cades relativas a CNPJ número de inscrição estadual data de início e fim de atividade e a DRT a qual per o contribuinte da inscrição estadual que aparece na tela teríamos de inserir
o comando da tela em linguagem SQL no banco de dados isso só depois de termos conseguido configurar uma conexão é possível que você domine os fundamentos da linguagem mas é extremamente improvável que você possua as informações necessárias para se conectar ao banco de dados ou Que conheça as tabelas e Campos disponíveis para consulta e o tempo necessário para você se familiarizar com tudo isso é tempo que você não terá para fazer as análises que dependem desses dados por outro lado dispondo do Rich client e da camada semântica do universo do cadesp a mesma consulta passa
a ser apenas uma questão de localizar os objetos desejados para pesquisa e arrastá-los para a aba objetos de resultado filtrando os dados que você deseja pela aba filtros de de consulta Note que no universo não são usados os nomes das colunas das tabelas do modo como elas estão armazenadas no banco de dados no exemplo anterior as colunas que selecionamos aparecem como objetos que fazem parte do cotidiano de quem trabalha com o Cades contribuinte CNPJ I contabilista entre outros ao longo do curso nós utilizaremos um universo de Treinamento chamado efashion cfas o NX de modo que
você possa se familiarizar com a ferramenta nós precisamos instalar duas coisas em nossa máquina o cbase iq que é o driver do banco de dados que a ferramenta utiliza nas consultas e o BO Rich client que é a própria ferramenta que estamos abordando no curso começa instalando o cbase iq concluído o processo faa a instalação do Rich client Seguindo os passos da tela a risca seu computador será reiniciado algum algumas vezes e Caso não esteja nas dependências da secretaria Você precisará religar a VPN a cada reinicialização caso Experimente algum problema relacionado à instalação pela central
de software não hesite em acionar o suporte para que estes problemas possam ser contornados pronto concluída a instalação podemos encontrar a ferramenta você encontrará o it client no menu iniciar SAP Business intelligence Wi cli de web intelligence também é possível procurar diretamente pelo aplicativo na barra de pesquisa próximo ao menu iniciar com a ferramenta instalada você talvez pense que é o momento de abrir o programa e começar a testar as pesquisas não é isso que faremos no momento é necessário que você domine alguns conceitos essenciais da ferramenta de modo que conseguirá acompanhar o curso afinal
se nós falarmos sobre objetos do universo agora você dificilmente vai saber ao que nos referimos Então vamos tirar isso da frente para a partir da próxima aula começarmos a mexer na ferramenta muito bem o primeiro conceito que vamos apresentar é um que você já conhece o universo você já sabe que ele é uma camada semântica um modo de abstrair a complexidade da pesquisa no banco de dados o esquema básico do papel da camada semântica pode ser visto na sua tela agora pelo painel de consulta você formula a pesquisa que deseja fazer e o univo providenciará
a transformação disso em comandos de SQL Mas que tal ver isso funcionando na prática a primeira coisa que você deve ter Clara é que o universo não contém os dados que você vai consultar nenhum universo armazena dados quem possui os dados é o banco de dados assim se por exemplo você se deparar com informações faltantes em um universo quase que certamente esse problema não é de funcionamento do universo mas sim da ausência das informações buscadas na base de dados consultada mas se o universo não armazena os dados que consultamos o que ele faz e como
a ferramenta retorna as informações que você está buscando Veja a tela Vamos acessar uma ferramenta disponível apenas aos administradores do bo a visualização de scripts para que você entenda como o universo funciona começamos selecionando o objeto ear e arrastando para a aba objetos de resultado muito bem vamos ver o script gerado pela ferramenta a ferramenta construiu o script em SQL que será usado para fazer a consulta no banco de dados como você pode ver na tela se nós arrastarmos também o objeto storename haverá uma nova alteração no Script E conforme formos acrescentando objetos novos e
critérios de pesquisa o script vai ficando mais complexo aqui embaixo em atualizar na aba visualização de dados você pode pode obter uma prévia dos resultados da pesquisa cada objeto é projetado pela equipe do DW da cfas para corresponder a um ou mais comandos no banco de dados de modo que você obtenha as informações das quais precisa para trabalhar Além disso tudo o universo é também um agrupamento de classes Ok e o que é uma classe um agrupamento de objetos a sensação é a de não estarmos saindo do lugar assim o que faremos é explicar os
três ao mesmo tempo observando o conjunto Veja a tela aqui nós selecionamos o universo que vamos usar para treinamento lá em cima no topo nós temos o universo com um símbolo do que parece ser uma estrela Colorida o universo agrupa múltiplas classes que aqui estão representadas por estas pastas finalmente dentro de cada classe temos os seus respectivos objetos com esses símbolos ora azuis ora laranjas representando respectivamente objetos de dimensão e objetos de medida objetos são elementos de universo que representam seleções de dados no banco de dados assim quando arrastamos um objeto para a aba objetos
de seleção estamos dizendo que queremos a informação daquele Campo Note que os nomes dos objetos são geralmente os mesmos termos de negócio que você usa no seu trabalho o universo e fashion foi baseado em uma rede de varejo fictícia e portanto os nomes dos objetos desse universo remetem a terminologia da área stor name Sales revenue discount por exemplo pouco importando como esses dados estão nomeados e estruturados no banco de dados subindo o nível vemos que cada grupo de objetos está reunido em uma classe que são essas passas que você vê na tela classes são agrupamentos
lógicos de objetos relacionados Repare no universo do exemplo que a classe time period agrupa todos os objetos de dimensão relacionados ao tempo ear Quarter mon entre outros de igual modo a classe Store agrupa os objetos relacionados às lojas e assim por diante finalmente o agrupamento lógico de classes forma o universo ou seja além de ser uma camada semântica o universo permite acessar dados que refletem diferentes áreas ou operações da Secretaria da Fazenda Se você olhar a lista de universos verá cada um deles representa uma operação ou área de interesse diferente da cfas o universo da
nota fiscal eletrônica é diferente do universo do crédito acumulado pelo fato de que os dados que uma área precisa acessar nesses universos difere também ainda que alguns dos objetos de diferentes universos possam apontar para uma mesma tabela Ok voltando aos objetos agora objetos são elementos de um universo que representam seleções de dados no banco de dados contudo se são seleções do banco de dados Eles serão tantos quant os tipos de seleção que podemos fazer vejamos alguns exemplos Existem três tipos de objeto no Rich client dimensão detalhe e medida a classe Store possui esses três tipos
de objetos então é um excelente exemplo para esta aula vamos começar pelos objetos de dimensão os objetos de dimensão são os objetos chave Nos quais você baseará sua pesquisa objetos de dimensão Retornam atributos sobre o que você está consultando e quase sempre são variáveis discretas ainda que contenham valores numéricos veja na tela o que ocorre quando selecionamos o objeto de dimensão storename o nome da loja é um atributo do que estamos consultando neste caso é um atributo da loja é uma variável discreta pois os nomes possíveis das lojas encerram um conjunto finito de valores se
estivéssemos nos referindo ao objeto ear embora o conjunto de dados seja infinito em princípio ele é contável o que o torna também uma variável discreta Nesse contexto e portanto também um objeto de dimensão objetos de detalhe fornecem informações adicionais sobre os objetos de dimensão aos quais estão Associados detalhe É também um atributo mas cuja informação só faz sentido acompanhada de outro atributo no nosso caso ob de detalhe só faz sentido se acompanhado do objeto de dimensão a qual o detalhe se refere vamos usar um exemplo mais simples antes de usar o exemplo do universo o
endereço da loja é um detalhe associado a seu nome Ambos são atributos do elemento loja mas o endereço de uma loja só fará sentido em minha consulta se Estiver acompanhado do nome da loja sendo um detalhe do objeto de dimensão logo é pouco provável que você formule uma consulta sobre o endereço da L loja sem ao mesmo tempo pesquisar sobre o nome da loja partindo dessa premissa o banco de dados não está otimizado para fazer a pesquisa a partir de objetos de detalhe se o universo que você estiver consultando tiver muitos dados e tiver um
objeto de detalhe é recomendável não construir sua pesquisa a partir desse tipo de atributo observando agora o exemplo do universo o projetista do universo criou um objeto de dimensão chamado Sales Floor size Grow essa dimensão é um atributo com variáveis discretas os grupos são divididos em intervalos de 1000 pés quadrados nós podemos basear nossa pesquisa nesse atributo o que o torna um objeto de dimensão Afinal cada grupo Dá a ideia da dimensão física da loja e isso pode ser interessante para o usuário do universo por outro lado a metragem exata da loja é um detalhe
o usuário do universo quer saber apenas se a loja é pequena média ou grande daí os grupos serem um objeto de dimensão e a exata dimensão só fará sentido quando acompanhada do grupo respectivo Outra vantagem de fazermos essa pesquisa a partir dos grupos de metragem e portanto a partir de um objeto de dimensão é a possibilidade de agregação dos objetos de medida algo do qual falaremos logo mais o que nos traz ao último tipo de objeto de um universo o objeto de medida medidas são Dados numéricos e quase sempre serão resultado de de cálculo sobre
os dados de um banco de dados um exemplo tornará isso mais claro Observe novamente a tela vamos selecionar o objeto de dimensão storename e o objeto de medida Sales ren com eles selecionados vamos Executar a consulta o objeto storename funcionou aqui como critério de agregação dos valores de Sales reven a prova disso é que os valores dessa última coluna vão ser alterados se escolhermos outro objeto de dimensão vamos trocar storename por Siri e consultar de novo repare que os valores em seos ren mudaram e foram alterados justamente porque alteramos o objeto de dimensão que servia
como critério de agregação se olharmos os comandos enviados ao banco de dados nos dois casos temos o seguinte bom Você se lembra que eu disse que uma agregação com objeto de detalhe não seria muito útil Vamos provar isso agora vamos selecionar Sales Floor size group e quantity sold e rodar a pesquisa temos os totais vendidos por lojas conforme o seu tamanho contudo se ao invés de usarmos o objeto de dimensão nós utilizarmos o objeto de detalhe como critério para agregação teremos esse resultado aqui veja que como cada loja possui uma metragem diferente não foi possível
fazer qualquer agregação dos dados e dificilmente o usuário do universo vai relacionar diretamente à metragem da loja com a quantidade de produtos vendidos o que ele provavelmente irá querer fazer é ver a quantidade total de produtos vendidos por loja servindo a metragem como um detalhe para visualização veja como o relatório fica melhor se utilizarmos também o objet stor name muito bem estamos quase terminando Resta um último MP o provedor de dados também chamado pelo fabricante de cubo de dados veja o diagrama a seguir esse diagrama mostra o processo de consulta tal como ele é feito
pela ferramenta o mais importante aqui é que você entenda o seguinte quando você elabora e executa sua consulta a ferramenta fará pesquisa no banco de dados e retornará o resultado em um provedor de dados todos os dados abrangidos pela sua consulta estarão no provedor de dados quero você faça uso deles ou não de igual modo depois que a consulta é efetuada todo dado com o qual você está trabalhando vem do provedor essas duas premissas possuem implicações importantes quanto mais abrangente for sua pesquisa maior a quantidade de memória que ela consumirá bem como maior o tamanho
do arquivo do relatório quando ele for salvo Caso haja atualização das informações do banco de dados processo esse que ocorre diariamente para quase todos os universos seu provedor de dados não será automaticamente atualizado sendo necessário executar uma nova consulta para obter os dados mais recentes Agora sim nós abordamos todos os tópicos introdutórios você está pronto para abrir o Rich client e seguir o curso mas isso Nós faremos na próxima aula até [Música] logo