Raif descobre que é o verdadeiro pai de Arda, o filho da famosa escritora senora Fazilete teve um filho e o abandonou. Aconteceu um acidente de carro onde fazilete dirigia e teve um lápis de atenção e acabou adormecendo no volante. O carro capotou e a noiva de Raife, que estava grávida, foi levada com urgência ao hospital.
Raifa então ficou paralítico da cintura para baixo e sua noiva, infelizmente, faleceu. Mas antes de falecer, os médicos conseguiram salvar o bebê que ela esperava. Raif, porém, não quis saber da criança e ela foi deixada no hospital.
Tempos depois, Rai voltou para procurar, mas a criança já havia sido entregue a uma família. Desde então ele culpa a mãe pelo corrido. Seida estava fazendo a limpeza na casa da senora fazilete como de costume.
Quando de repente ela escuta a conversa entre Raifa e sua mãe. Raife, meu filho, você voltou, diz a senora Vasilete. Não me chame assim.
Não depois do que você fez. Vasilete respira fundo com os olhos vermelhos. Eu cometi um erro, Raife, mas foi um acidente.
Eu, Raif, interrompe um erro. Você dormiu no volante, mãe. A Lí morreu.
Meu filho ficou sozinho no mundo e eu fiquei assim, diz Rai batendo com força na cadeira de rodas. Fazvet diz: "Eu sei e você acha que eu não vivo isso todos os dias? Você acha que eu durmo uma noite sequer sem ouvir o grito dela?
sem lembrar do sangue do som do vidro quebrando. Eu daria tudo para voltar atrás. Rai grita, mas não dá, não dá.
Você destruiu a minha vida e a vida do seu filho, diz Vasilete. Você também destruiu Raife. Você o deixou naquele hospital.
Você virou as costas para ele. Riva abaixa a cabeça com os olhos cheios de raiva. Eu não podia, não consegui olhar para ele.
Ele tem os mesmos olhos da Lia. Toda vez que eu vi aquele bebê, era como ser esmagado de novo. E agora?
Diz fazilete, o que mudou? Hoje é o aniversário dele, se lembra? Ele faz seis anos exatamente hoje.
Um silêncio pesado de repente caiu entre os dois. Fazlet começa a se aproximar devagar. Rif ainda dá tempo de mudar.
Talvez você não possa ser o pai dele, mas você pode ser algo. Encontrar a paz. Rif diz paz.
Depois de tudo, você deveria estar escrevendo isso no livro, mãe. Talvez não seja só e que as histórias terminem bem. Fazilete diz: "Não, eu não sou mais uma escritora.
Sou uma mãe tentando segurar o filho que ainda tem. " Raifa encara por um momento. A raiva parece vacilar em seus olhos.
Mas ele diz quase sussurrando, eu queria tanto que você tivesse morrido no lugar dela. Fazilete levou um golpe no coração com aquelas palavras, mas não respondeu, apenas abaixou a cabeça e segurou o choro. Ele então virou a cadeira de rodas, pronto para ir embora.
Fazilete então diz: "Quando você estiver pronto, eu estarei aqui. Sempre estarei. " Rai não respondeu nada, apenas continuou se afastando, com peso da dor, arrastando cada roda sobre chão frio daquela casa.
Seida fica horrorizada com que ela acabou de ouvir. Foi como se nenhum dos dois tivesse lembrado da sua presença naquele lugar. Ela tenta continuar com seus afazeres domésticos, como se nada tivesse acontecido, mas ainda bastante pelo que acabara de ouvir.
Mais tarde, Rai girava impaciente na cadeira de rodas de um lado para o outro. Sazilete, sentado no sofá, observava o filho com preocupação. As olleiras em seu rosto denunciavam noites de angústia.
Ave, com a voz cansada, diz: "Você acha que não tentei, mãe? Acha que eu fiquei sentado esperando milagre? Eu fui ao hospital dezenas de vezes.
Falei com assistentes sociais, tentei subornar médicos, pedir registros, mas tudo que me disseram foi que o PB tinha sido entregue a uma família. Mas você nunca me deixou te ajudar com a verdade. Nunca me deixou usar a única arma que eu tenho, a minha visibilidade, a mídia, diz fazilete.
Aí levanta a voz. Jamais. Eu não ia transformar o meu filho no espetáculo, numa manchete sensacionalista.
Ele já foi abandonado por mim. Você queria que ele também fosse exposto? Fazelete diz: "Eu queria que ele fosse encontrado.
Só isso, Raif! Só isso. " Rif esfrigou o rusto, exausto, tentando conter as lágrimas que ameaçavam descer.
A única coisa que eu lembro é das mãos da mulher que o levou. Ela tinha uma pinta K. Ele aponta para a própria mão, entre o poigar e o edicador.
Um detalhe pequeno, mas marcante. É tudo que me resta. Fazilete diz uma pinta.
Ela ficou em silêncio por um instante, como se algo estivesse conectando os pontos em sua mente. Depois se levantou lentamente, tentando mudar um pouco de assunto. Fazilete diz: "Raife, há pouco tempo fui visitar Barrá.
Ela estava em casa tomando conta do filho da Seida. Ela tem um menino lindo, muito doce. Ele deve ter a idade do seu filho.
Rai parou de respirar por um momento. O quê? Fazlete diz: "Eu não quis dizer nada antes.
Tive medo de alimentar esperanças em vão. Mas agora eu me lembro das mãos da Seida. Ela tem uma pinta entre os dedos.
" O silêncio tomou conta da sala. Rai fica imóvel. Seus olhos se arregalaram e sua respiração acelerou.
Isso não pode ser coincidência, diz Raif. Fazilete diz: "Pode não ser, mas também pode ser. Eu só estou dizendo, talvez o destino esteja tentando te dar uma segunda chance.
" Raí cerra os punhos com o olhar perdido. Onde ela está agora? Onde está Seida?
Hoje é domingo, então ela só volta a trabalhar amanhã. Quando for amanhã de manhã, você pode perguntar, mas sutilmente e com um pouco de jeito e educação, por favor, meu filho. Pede Fazilet.
Seida termina de limpar a sala guardando os materiais de limpeza. Rif observa de longe. Pensativo, a voz dela ao telefone naquele dia com barrar, dias antes, a indecua na cabeça de Rif.
Ele lembra exatamente das palavras. Eu não sou a verdadeira mãe Eduarda. Ele foi trocado no hospital.
Rif então se aproxima com cautela. Seida, posso te perguntar uma coisa? Seu encara um pouco surpresa.
Rai nunca inicia conversas e hoje o seu tom está diferente. Algo sutiu na voz dele. Claro, disse: "O que foi, Rif?
É sobre o seu filho, Arda. Seida fecha o rosto imediatamente, aperta com as mãos o pano de prato que segurava. Por que você está perguntando sobre ele?
Dispara Seida. Rai um sorriso leve, disfarçando o interesse. A minha mãe falou que o viu com a barrar uma vez.
Eu fiquei pensando, ele é esperto, quantos anos ele tem? Seida diz que seu filho não é um menino esperto, pelo contrário, é um menino especial e vai fazer se anos, mas por que tanta curiosidade? Rai disfarça, coçando a cabeça e evita olhar diretamente para Sea.
É que eu vi uma foto dele e ele parece com alguém que eu conheci. Eu fiquei com isso na cabeça. Você pode me mostrar novamente a foto dele?
Seesita. parece querer encerrar o assunto, mas após alguns segundos suspira e caminha até sua bolsa. Ela retira uma carteira e mostra a foto de Arda para Raífe.
É uma foto pequena. Ao ver a imagem, Rifte o ar sumir de seus pulmões, os olhos, o formato do rosto, a expressão curiosa. Tudo nesse menino lembra Lilian.
Ele finge controlar a emoção, mantém o rosto neutro, mas por dentro o coração bate como se quisesse escapar do peito. Rif então fala: "Ele é bonito, parece bem feliz. Se está defensiva e diz: É, e é só isso que importa.
Eu o amo e criei ele com tudo que eu tenho". Raif diz: "Não duvido. Sei em cara como se tentasse adivinhar o que está por trás daquele olhar.
O que esse homem quer agora? O que ele pretende com tantas perguntas? Seida diz: "Não gosto de falar muito sobre ele.
É meu filho, é minha vida. Tem coisas que são melhor não serem mexidas. " A diz entender.
Ela pega o pano de prato e se prepara para ir embora. Ele apenas observa agora com novo peso no coração. A imagem de arda está grudada na sua mente.
A certeza cresce em silêncio, mas a dúvida também o atormenta. Se não for ele, diz Raíve sozinho. Então o mundo está zombando da minha dor.
Mas se for, meu Deus, meu filho está mais perto do que eu posso imaginar. Rai tenta disfarçar a emoção e também a angústia, o seu filho sendo criado por Seida. Que ironia do destino.
E como isso pode ter acontecido? Como essa mulher veio parar na sua casa sem mais nem menos? E agora ele escutou a conversa que ela não é a verdadeira mãe de Arda.
A pinta nas mãos de Seida. O menino tem a mesma idade e também faz aniversário no mesmo dia. É muita coincidência, pensa Raife, mas eu tenho que tentar.
Rai fica angustiada e pensa se deve ou não contar toda essa história para sua mãe fazilete. Será que ela poderia ajudá-lo a finalmente revelar a identidade desse menino? O fazilet e atrapalhar a sua vida como sempre faz.
Enquanto Raife fica na expectativa, Seida fica bastante desconfiada pelas perguntas de Raife. O que este homem está querendo investigando a minha vida e a vida do meu filho? Será que ele ouviu alguma conversa que eu não sei?
Seida fica mais atenta e tenta fazer de tudo para não ter que voltar a trabalhar na casa da senora Fazilete. Ela pretende ganhar dinheiro suficiente vendendo as comidas de Bersan para nunca mais ter que voltar naquela casa. Amen.