Olá tudo bem está entrando no ar agora mais uma edição do programa Sala debate o Ministério da Educação divulgou no último dia 16 a proposta da base Nacional comum curricular que é um conjunto de conhecimentos e habilidades essenciais que cada estudante brasileiro deve aprender a cada etapa da Educação Básica atualmente existem diretrizes obrigatórias a respeito do que deve ser ensinado além de orientações e parâmetros que podem ou não ser adotados pelos sistemas de ensino escolas e professores segundo o MEC a base Nacional comum irá cobrir aproximadamente cerca de 60% do currículo da Educação Básica no
Brasil o restante deverá ser formulado de acordo com as especificidades locais a base está prevista no plano nacional de educação e na Constituição mas ainda gera discussões entre educadores é consenso de que a base não é solução para educação no país alguns afirmam que ela promove diretrizes mais claras para o ensino facilita a continuidade dos processos de aprendizagem auxilia na promoção da Igualdade impacta na formação de professores outros acreditam que a base desvia o foco das outras necessidades da educação brasileira limita a autonomia das escolas e professores além de focar nos interesses para atender o
mercado de trabalho afinal o que é a base Nacional comum curricular de que forma ela pode contribuir para o desenvolvimento da da Educação brasileira O que muda na vida dos Estudantes fique com a gente porque o sala debate tá só começando comigo aqui no estúdio hoje nós convidamos a Ana Helena Altenfelder ela que é superintendente do cpec cpec é o centro de estudos e pesquisas em educação cultura e Ação Comunitária tudo bom Helena boa noite tudo bem Boa noite obrigado pela presença Obrigada a você pelo convite Nossa convidada também é a gelta Xavier ela que
é professora da Universidade Federal Fluminense tudo bom GTA sim boa noite Agradeço também o convite espero que essa esse debate essa discussão entre nós se multiplique junto aos demais profissionais e você de casa é sempre nosso convidado Nossa convidada acesse agora o facebook.com barcal futura oficial tá aí na tela para você ó procure pelo post do programa opine deixe sua pergunta aqui Faça contato com a gente que a gente leva a sua participação direto para as nossas convidadas acesse também twitter.com barcal futura tá aí o nosso perfil é o @canal futura participe também pela rede
WhatsApp você que utiliza o WhatsApp Vamos colocar aí na tela o nosso número do WhatsApp é o 21 968 668 414 21 968 668 414 vamos ver o que o ministro da educação Renato Janine ribelo falou sobre a base Nacional curricular comum um recente evento educação 360 realizado aqui no Rio de Janeiro durante o seminário educação 360 realizado no Rio de Janeiro nos dias 11 e 12 de setembro o ministro da educação Renato Janini Ribeiro afirmou que a base Nacional comum curricular vai priorizar a interdisciplinaridade respeitando as características de cada região brasileira durante o encontro
Janini disse que o documento vai determinar pela primeira vez de forma Clara e precisa o que se espera que todos os alunos das cerca de 190.000 escolas brasileiras aprendam em cada nível de ensino o MEC disponibilizou o conteúdo preliminar da base no site basenacionalcomum.mec.gov.br para estimular a participação de educadores gestores de ensino e de toda a sociedade na construção do documento os textos estão estruturados em quatro áreas linguagens matemática Ciências da Natureza e ciências humanas já previstas em diretrizes curriculares nacionais Gerais para Educação Básica e utilizadas no Exame Nacional do Ensino Médio a proposta foi
enviada para o Conselho Nacional de Educação a expectativa é que a versão final esteja pronta em Julho de 2016 muito bem Ana Helena não é a primeira vez que o país debate a criação de um currículo Nacional mas até agora não houve consenso paraa implementação de uma proposta como essa desde 1988 tá prevista na Constituição o que que leva a crer que agora será implementada boa noite para você boa noite bem verdade nós temos aí um debate histórico que na verdade é um processo nós temos a LDB com os parâmetros depois as diretrizes curriculares e
agora previsto na Constituição na própria LDB e no próprio plano nacional de educação a construção de uma base eu acho que é sempre bom lembrar que o plano nacional de educação ele não é um documento feito pelo Ministério da Educação apenas né o plano nacional de educação é produto e fruto de um um amplo debate que envolveu vários setores da sociedade em fóruns municipais estaduais na conai enfim ele reflete os anseios da sociedade como um todo então eu acho que isso dá uma legitimidade eh grande paraa base eh curricular certamente existem consensos e dissensos no
cpec nós acabamos de realizar uma pesquisa em parceria com a fundação leeman exatamente sobre esses consensos e dissensos nós entrevistamos 102 pessoas profissionais de diferentes áreas da Universidade gestores professores dos sindicatos exatamente procurando e compreender e e mapear os consensos e dissensos nós não devemos achar que o dissenso é uma coisa ruim muito pelo contrário o dissenso ele traz possibilidades de debates Quais são os pontos mais eh preocupantes que causam que necessitam de um maior debate é exatamente a questão da autonomia dos Professores a questão da diversidade e a questão da articulação entre o Global
o Universal e o local eu acho que esses são pontos a serem debatidos G tá tudo bem boa noite boa noite Quais são suas considerações a respeito da base críticas construtivas A esse respeito é conforme a Ana Helena comentou eh nós temos lidado com esses planos né os planos educacionais os planos curriculares e há uma história que nos alimenta né desde o Manifesto dos Pioneiros já estavam ali traçadas as linhas né no século XX para que nós tomássemos iniciativas organizámos o Sistema Nacional de Educação quer dizer ao longo das décadas né no século passado outras
iniciativas eh nos pautaram né Nós temos com a lei a 5692 de 71 o parecer 853 que define o que vai ser o currículo Nacional né Eh o que o que que é a matéria como produto bruto a ser trabalhado que são as disciplinas as áreas de estudos as atividades né a base era Pag naquele momento e vão sendo ah especificadas Quais são as atividades Quais são os procedimentos Quais são os objetivos claro que é o momento em que eh predomina a orientação técnica né da da da educação né o eficientismo né Há um livro
do rimo sacristã que eu acho que reflete bem o nosso comportamento naquele momento né aqui no Brasil Reno sacristã é um educador eh espanhol mas ele fala eh da pedagogia por objetivos obsessão pela eficiência e naquele momento os o plano curricular tava muito voltado para os objetivos né as secretarias de educação quer dizer do da parte do MEC as orientações na forma de pareceres as secretarias de educação orientando eh para cada uma das áreas e as áreas também estavam determinadas no parecer 853 né que eram comunicação expressão ah ciências incluindo a matemática e eh estudos
sociais né Eh quando a gente lê esse plano a base Nacional comum né apresentada pelo do ministro nós vemos muitas evidências muitas semelhanças nesse modelo a partir desse modelo né a ênfase nos objetivos eh numa das eh partes iniciais um um texto inicial da base Nacional comum é a respeito dos princípios mas na verdade os princípios são anunciados como um conjunto de objetivos parece que predomina essa ess esse modo de organiz o plano curricular Nacional você quer dizer que não haveria necessidade de se continuar com uma institucionalização de uma nova proposta dado o conjunto de
regramento que já existia sim mas eh acréscimos H né Nós não podemos eh dizer que eh eu tô dizendo que eu me remeto a essa situação da Leitura daquelas daqueles documentos né e vejo semelhanças mas as formulações a respeito a educação infantil São substancialmente superiores né sobre a as linguagens agora eh H semelhanças também eh ao considerar as áreas né linguagens e aí a língua portuguesa e falta tá tá devendo a Aos aos ideólogos de 71 que era língua portuguesa e literatura brasileira depois língua estrangeira moderna igual eh educação artística e educação física Deixa eu
perguntar pra nelena se essas seriam contribuições que poderiam acrescentar as discussão da base porque Possivelmente pelo que eu tô entendendo poderia ter mais conteúdo nessa discussão e não apenas o que tá sendo proposto é isso que você tá falando Não eu tô falando das semelhanças e do que nós ficamos devendo tendo em vista aquele momento né que era o a ditadura anterior né era um momento muito forte de controle dos professores não é que nós não tenhamos Esse controle agora o controle se exerce eh associado a dade de expressão que não existe na verdade n
depois a gente vai discutir isso Ana Helena que que você tem a dizer eu acho que é um momento de discussão eh o ministro quando apresentou a base na semana passada ele faz uma convocação para que professores famílias educadores a universidade possam exatamente debater esses pontos eu acho o que a professora diz assim Quais são os avanços e quais são os pontos em que estacion est comentos anteriores Se temos um novo documento ele precisa avançar em algumas questões ele precisa ir para frente então acho que um momento importante desse debate ser feito dessas questões serem
apontadas eu acho que nós estamos encarar a incompletude do documento atual conforme posto pelo mesmo MEC pelo próprio MEC E aí agora precisamos nos mobilizarem como sociedade para fazer o debate acrescentar e contribuir Então vamos ver vamos chamar mais um convidado para esse debate o Antônio Neto ele que é secretário de educação do estado do Rio de Janeiro e também vice-presidente do conced que é o Conselho Nacional do secretários de educação ele vai conversar agora conosco via internet Antônio Neto muito boa noite tudo bem com você Boa noite tudo bem Antônio você que já participou
aqui de alguns debates no Futura que que você tem observado de avanço nessas discussões representando o concede nesses últimos meses no que se refere às discussões sobre a consulta popular para a os acréscimos ao documento da base bom antes de mais nada quero quer dizer eh dizer que nós entendemos que a base Nacional comum quer dizer a proposta de uma base já é um avanço pro país né a despeito de de toda discussão eh da forma e e de de alguns resgates de alguns documentos antigos eh de como será o alinhamento dessa base se será
basicamente através de direitos de aprendizagem ou se ela vai trabalhar muito conteúdos ou se ela vai trabalhar algumas habilidades mais inovadoras o fato é que a instituição de uma base ela cria a possibilidade de uma organização até maior para suporte pedagógicos de materiais didáticos de planejamentos eh até para uma construção de um percurso formativo de nossos alunos de forma a a a organizar mais Eh toda essa essa essa possibilidade de direitos de aprendizagem o fato é que o a a possibilidade de ter uma base significa dizer que toda escola pode começar a partir de um
determinado ponto comum né Isso não significa dizer que estaríamos fazendo um uma planificação da Educação Básica eh todos os países mais avançados na área educacional eles trabalham com com objetivos essenciais de aprendizagem isso é fundamental para que siga se D pelo menos um um mínimo de Equidade na educação básica coisa que não acontece no país o país é muito diverso o país tem uma dificuldade enorme de eh organizar sua educação básica eh em situações eh também relacionadas a a investidura de cargo de ter professores habilitados para todas as disciplinas para todos os componentes Então essa
desigualdade que nós observamos na Educação Básica no Brasil inteiro ela é resultante também de uma certa desorganização do ponto de vista curricular quer dizer não existe hoje no Brasil né a a ideia de que formação nós queremos para o nosso cidadão efetivamente né onde o Brasil Quer chegar a base pode não ser a perfeição de documento tanto que ela é o início de uma discussão ela vai ser aberta está sendo aberta para sua sociedade muitas contribuições virão eu tenho certeza que muitos consensos aparecerão né Eu sou sempre muito otimista nesse ponto mas ela não resultará
no no melhor documento do mundo esse é o primeiro passo é que é um passo importante né Eh o Rio de Janeiro quando quando eu fui apresentado a base eh eu até me surpreendi porque a própria estrutura da base curricular é um pouco semelhante à estrutura do currículo mínimo do Rio de Janeiro e se tem uma peça hoje no estado do Rio de Janeiro que possibilitou a diminuição da desigualdade entre as escolas foi a possibilidade de todos os alunos ter o mesmo direito de aprendizagem quer dizer criar um padrão né Eh de aprendizagem é o
mínimo que o país pode oferecer para a sua Juventude pode não ser um documento perfeito mas eu acredito que seja o primeiro passo para o país começar a organizar a sua educação básica eu vou pedir pro Antônio Neto continuar conosco pela internet porque já tem pergunta chegando eu vou trazer um pouquinho a discussão pro estúdio já já eu volto com você Antônio Ana Helena Laí Medeiros Obrigado Laí pela contribuição aqui pelo WhatsApp ela fala o seguinte Olha o problema é que o currículo que já temos recebido nas escolas não corresponde às demandas para o ingresso
nas universidades como resolver isso a partir de uma discussão com a implementação da base pergunta da Laí mediros bem Laí Eu acho que o currículo está de novo aberto exatamente para essa discussão então cabe aos professores estabelecerem um diálogo com essa base com essa proposta Como tão bem lembrou o secretário para poder realmente aproximar a A proposta curricular a base das reais necessidades da escola agora nós temos sempre que pensar que a a base ela tem que dialogar para além da do ingresso na universidade ela tem que eh dialogar com a formação integral dos nossos
estudantes dos nossos alunos e alunas acho que o secretário aponta uma uma questão bastante importante que é acho que em primeiro lugar quando nós falamos de base nós da base curricular nós temos pensá-la na Perspectiva do direito a base tem que exprimir o direito que toda criança adolescente jovem desse país tem de aprender e se desenvolver é isso que ela tem que que traduzir numa perspectiva de Equidade e de avanço na na redução das desigualdades eh então nós temos que olhar sobre essa perspectiva eh o ingresso na universidade ele é uma consequência disso ele também
é um direito que todos têm eh mas nós não devemos ficar absolutamente subordinado a a essa questão e sim questionar se o que as universid se o que os vestibulares estão pedindo realmente refletem esses direitos de aprendizagem e realmente questões vão possibilitar o desenvolvimento integral dos alunos agora nos países onde a base teve mais sucesso na sua aplicabilidade houve discussão forte com educadores de sala de aula né No Brasil a gente ainda percebe uma discussão mais intensa e até resistência por parte de alguns educadores como é que você acha que isso vai ser solucionado para
que a base possa contemplar contribuições de quem tá de fato na sala de aula e ainda tem resistência sobre o assunto um avanços é que foram 116 especialistas que elaboraram esse documento eh a um di me concede indicaram professores então efetivamente no grupo de 116 especialistas são existem professores de sala de aula isso eu acho que é um avanço mas agora Cabe à redes de ensino as secretarias a cada escola e as Universidades mobilizarem seus professores para efetivamente contribuir tem um sistema que permite eh questionamento de objetivos inserção de sugestões isso precisa acontecer eh é
o grande desafio não é elaborar a base O grande desafio é exatamente a implementação e a implementação passa pela participação ativa dos professores na elaboração nesse sentido gelta a discussão sobre a limitação da Autonomia de professores e escola já foi equacionada o ponto da discussão sobre a base já está num outro nível ou ainda existe discussão nesse sentido precisamos compreender eh o que o que está sendo apresentado está sendo está sendo apresentado um conjunto de prescrições a base é um conjunto de prescrições é o que cabe ao Ministério fazer né em outras ocasiões Isso já
foi feito eh além desse momento há o momento de o currículo ser apresentado aos professores de o currículo ser modelado pelos professores de o currículo ser colocado em ação e o currículo ser realizado né A que produtos a que resultados nós chegamos né conforme os processos são desenvolvidos e o currículo avaliado né quer dizer o currículo não é o momento da prescrição o currículo é um texto né que determina que experiências serão eh consideradas né desenvolvidas num determinado momento mas ele se acompanha de muitas outras situações né Eh entre as pretensões que estão contidas nos
objetivos na nos procedimentos que no caso desse texto vem na forma a palavra usada é exemplos né e eh os recursos há considerações né a para que nós nos dediquemos por exemplo a pretensão dos objetivos muitas vezes não é traduzida para os professores ou não é traduzida pelos professores o que querem de Fato né esses especialistas esses 116 eh especialistas né convidados para compor o texto curricular o que querem dizer quando usam as palavras desenvolver valorizar participar criar né Eh e eh eh quais os procedimentos estão sendo sugeridos ao sugerir esses procedimentos elas eles estão
estimulando os professores a desenvolverem determinadas ações ou estão limitando eh informando nesse texto com esse texto que são apenas aqueles procedimentos que devem ser os exemplos né e os recursos né que tê que ser mobilizados E que nos falta efetivamente em nenhum momento do texto aparece qualquer referência ao professor né quem vai executar esse currículo quem é o sujeito dessa situação são os estudantes né dos diversos níveis e são os professores tem aqui muita participação vou até trazer algumas das participações para vocês mas vou levar primeira pro Antônio Neto que tá lá na internet conversando
conosco Antônio tem aqui perguntas ó a jorg Oliveira sorele Carvalho amb pelo WhatsApp Obrigado meninas pela participação gostaria de saber a opinião dos professores sobre a ideia de mínimo como referência para se tratar de algo tão amplo como o conhecimento Antônio O que que você tem a dizer sobre uma ponderação dessa venda do Público aqui fazendo uma referência entre mínimo e a amplitude do conhecimento para ser passado a uma pessoa é na verdade a a expressão mínimo ela tem relação com o essencial é aquilo que sem aquela sem aquele mínimo essencial não se pode se
consider será que aquele jovem teria todas as as habilidades desenvolvidas as habilidades essenciais para que ele possa prosseguir em cada etapa da escolaridade a ideia de mínimo não é ideia de único nem de reduzido né Essa essa é até uma interpretação que não é semântica mínimo é um ponto de partida é tão mínimo que a escola ela tem a possibilidade de avançar muito mais em relação a esse mínimo agora sem esse mínimo nós não poderíamos considerar que estaríamos satisfeitos com aquele nível de aprend agem é assim que é pensada a base Nacional a base é
pensada num num numa perspectiva de essencialidade o que que é essencial aquilo que pode ser considerado eh como o o básico para que esse jovem possa eh progredir mas eh tanto e a base é é é um primeiro passo que a ideia é que exatamente a escola e aí é é um é é é é a outra dimensão da aplicação da base é o quanto a escola vai colocar o seu DNA nesse processo que é importantíssimo né porque o percurso formativo de de um jovem de uma criança ou de um adolescente não vai ficar restrito
apenas a base ela vai ter uma outra dimensão que é a dimensão que as redes estaduais e municipais elas vão eh incluir nesse processo e aí entra toda a contribuição que as escolas e os professores irão exercer sobre esse processo Então pois é nesse nesse sentido Antônio Me permita te interromper só pra gente poder passar o bloco daqui a pouquinho eu tenho mais uma consideração sua nesse sentido nós temos perspectivas até de debate sobre a atuação do Enem né o Exame Nacional do Ensino Médio a formação de professores os processos de avaliação que vem a
reboque de uma mudança como essa Qual é a sua perspectiva de futuro para um país como o Brasil a partir de momento que a gente trata a base como tá tratando e tem ali uma perspectiva de curto prazo de alguma possível mudança no Enem é na verdade a base ela ela ela bem trabalhada e a perspectiva é essa que os estados e através do coné o coné está juntando eh essa prerrogativa dos Estados organizarem também junto com os municípios a implementação da mase ela consolidada ela é o ponto de partida para se fazer toda uma
reestrutura de livro didático né do processo de avaliação inclusive do Enem as avaliações externas estarão muito mais conectadas com o processo de aprendizagem eh Mais amplo e assim como o Enem ele terá que ser revisto na na perspectiva de de estabelecer eh eh de Partir daquilo que o aluno vai ter de Essencial né na verdade o Enem hoje é uma construção inversa né ela ela parte de uma perspectiva da Universidade daquilo que a universidade exige eh para a a o seu ingresso e não considera aquilo que é a experiência do jovem em cada rede em
cada escola em cada região então o essencial da base é que deve ser o ponto de partida por um por um por uma prova como o Enem Tá certo Antônio Neto vice-presidente do conselo Conselho Nacional de secretários de educação secretário aqui do Rio de Janeiro Muito obrigado pela disponibilidade conversar com a nossa equipe até uma próxima oportunidade Antônio nado agradeço vocês um grande Obrigado e um abraço a todos hein Tá certo Um abraço para você também Ana Helena temos aqui a sorele Carvalho com outra pergunta Olha estou no terceiro semestre do curso de pedagogia obrigado
sorele pela participação gostaria de saber qual é o impacto na formação de um educador com a construção de um documento como esse temos aí gente no chão da escola no chão do debate precisando de orientação O que que você tem dizer para ela né Helena boa noite sor acho bastante significativo importante a preocupação dela e Acho que todos os colegas eh da sorel estudantes de pedagogia devem se devem realmente tomar conhecimento da base trazer paraa sala de aula exigir dos seus professores que eles das suas faculdades que promovam o debate eh uma das questões fundamentais
da base no meu entender é que ela seja articulada com a formação do professor hoje em dia a formação dos professores tem pouco diálogo Lógico que existem exceções mas de maneira geral tem pouco diálogo com as com os documentos curriculares e com a realidade da sala de aula então acho importante essa ess esse conhecimento e acho que a ideia é que a a base curricular comum pelo menos a minha ideia é que a base curricular comum ela passe a ser parte integrante do próprio currículo das faculdades de pedagogia e seja objeto de reflexão e de
debate e de instrumento de trabalho pro pros professores pros futuros professores temos mais perguntas chegando já já a gente vai voltar esse tema vamos trazer mais a participação da gelta no segundo bloco também participe com a gente vamos para o intervalo daqui a pouquinho então ó facebook.com barcal futur oficial deixe sua contribuição sua pergunta você que é professor você que é estudante pai de família mãe de família tá preocupado aí como lidar com essa situação a respeito da realidade de escolas e da formação dos nossos estudantes participe com a gente compartilha a sua experiência coloque
também no Twitter twitter.com nosso perfil é o @canal futura e faça como muitos estão fazendo aqui participe pelo WhatsApp nosso número tá na tela é o 21 968 668 414 a gente vai para um rápido intervalo e o sala debate sobre a base Nacional comum curricular volta em dois minutinhos até já muito bem Estamos de volta com com sala debate esta noite falando sobre a proposta da base Nacional comum curricular comigo aqui no estúdio a Ana Helena Altenfelder ela que é superintendente do cpec conosco também a gelta Xavier professora da uf Universidade Federal Fluminense você
de casa continue participando Facebook Twitter WhatsApp nossos contatos vão pipocar aí na tela para você e a gente vai ter a sua contribuição para o nosso debate geltor a gente estava falando aqui agora a pouco no intervalo do programa sobre a capacidade do país em atuar nesse sentido num ano como o ano de 2015 com cortes nos Ministérios com a perspectiva que nós estamos para o ano de 2016 que já não é uma perspectiva tão razoável quanto tínhamos e a sorele Carvalho a Laí na verdade faz essa pergunta aqui pelo WhatsApp essa discussão sobre currículo
tem observado a situação financeira do país com todos os cortes que tivemos na educação é razoável isso acontecer nesse momento por mais que seja legítimo bom os cortes são muito significativos né implementar currículo sem rec cursos sem suporte financeiro é bastante complicado por mais que nós eh estejamos atentos a a as as necessidades das crianças e queiramos responder e tenhamos sim condições de responder né acho que a formação dos professores a qualificação dos professores hoje tá dada né agora os limites impostos pelas redes né Estadual eh municipais eles também devem ser consider ados o que
o secretário falou né de base currículo mínimo a respeito de base currículo mínimo tá muito coerente né ele tá falando na verdade rudimentos de de ações eh preliminares que ficam devendo que estão destinadas a escola pública essa base Nacional comum não é um documento que vá atingir a escola privada vai atingir a escola pública Mas é com o mínimo mesmo o que fica faltando de professor de física de educação física sociologia tá sendo dito aqui ó temos a participação do João Francisco gelano João Francisco gelan Espero que eu esteja pronunciando corretamente o seu sobrenome que
considerações foram dadas às áreas de Filosofia e Sociologia nessa discussão pegando bastante incompleta ficou no documento não aparece quaisquer considerações sobre a história geografia ensino religioso né que também é um tema que deve consumir né um temp de debate né devemos nos dedicar mesmo estado sendo Laico mas há muita religião por aqui né sim sim né a ênfase a o o o tema naé escola sem partido a proibição de discutir gênero na escola isso tem sido bastante aplição da Lei 10639 nas escolas Pois é isso seria o positivo né até resistência a aplicação da lei
né Porque também tem formação tem professores são diferentes resistência assim e o desconhecimento né O que a Ana Helena comentou né de que eh e nós devemos eh na experiência curricular do curso dos cursos de formação de professores na licenciaturas tratar desse documento sim obrigação Nossa seja de forma crítica seja aderindo à proposta nós temos que levar pra sala de aula esse material é relacionado à realidade ao contexto né Lembrando que a lei 10639 que regulamenta aí o ensino da cultura africana nas escolas assim como a cultura indígena não vou me lembrar agora do número
da lei da cultura indígena mas também tá nesse debate Ana Helena temos aqui a Carla André pelo WhatsApp olha só são conhecidas boas experiências pedagógicas construídas por coletivos de professores de escolas públicas porém é sabido que os programas de formação do governo normalmente segundo a Carla não as consideram Como superar um iato como esse com este exemplo que a Carla tá dando aqui coletivos eh se é que dá para formar alguma op respit dá para formar é não eu acho que é importante Ela traz isso é importante termos claro que existem boas experiências nas escolas
públicas brasileiras no sem que nós desenvolvemos diferentes projetos Grandes projetos e em termos de abrangência e conhecemos de perto excelentes experiências eh de na sala de aula escolas com projetos bastante interessante secretarias de educação que desenvolvem propostas curriculares interessantes e coletivos de professores que sim são capazes de produzir um conhecimento Então acho que é importante nesse momento eu volto a insistir eu acho que é uma oportunidade talvez única desses coletivos se articularem eh analisarem criticamente Assim como as Universidades a proposta do documento e agregarem as suas experiências eh o porque o conhecimento que é produzido
no chão da escola no dia a dia da sala de aula ele é muito valioso e e muito importante mais perguntas aqui a Lenise pelo WhatsApp de alta ela fala o seguinte na época que fiz pedagogia se falava muito em desenvolvimento integral da criança físico psicológico intelectual e social mas hoje o que vemos é uma gama de despreparo nas instituições na aplicação disso que considerações você tem sobre a consideração da Lenise telespectadora que participa agora do programa é essa resposta que a Ana Helena apresentou ela pode ser eh eh retomada né Eh no sentido de
nós eh observarmos as experiências bem sucedidas das quais eh nós temos conhecimento eh conforme eu falei as prescrições que vê do Ministério da Educação ou da secretaria de educação estadual aqui no Rio de Janeiro ou de São Paulo né eh ou de qualquer outro estado município essas prescrições elas eh informam qual é é o uma definição primeira que eu apresento de currículo é essa currículo é o projeto político de país quando eu tenho diante de mim uma criança de 6 anos de 7 anos eu eh me me busco munir-se de todas as experiências de leituras
né de conhecimento de Psicologia de Antropologia de história para tratar das necessidades daquela criança e essa situação eh das prescrições não precisa Obrigatoriamente ser eh exclusividade dos governos nós temos experiências muito bem eh sucedidas e compreendidas por nós como parte da história do currículo eh eh lidando né com os Estados Unidos o bruner é a a man a Curse of study curriculo né stenhouse e a experiência no Reino Unido né 11 especialistas seu ocuparam mais diretamente mas eh o a a a possibilidade de o currículo ser vivido amplamente a partir do que sugeriu aquele grupo
aconteceu em função de eh um comportamento autônomo que já estava marcando a cultura profissional naquele momento que é a década de 70 né no Reino Unido eh a o que a Carla comenta né Eh e eu posso afirmar eh são experiências bem sucedidas na rede de Niterói nós vamos colocar na tela agora só para pegar carona só fala se estou os estos Estados Unidos e o Reino Unido a gente vai colocar aí na tela pro telespectador de casa ter um pouquinho mais de informações sobre experiências de outros países e eu trago o debate de novo
aqui olha só experiências curriculares internacionais Estados Unidos em 2013 pré-escola da pré-escola ao ensino médio a questão da base Reino Unido desde 1998 na pré-escola ao ensino médio Austrália desde 2008 educação infantil até até o 12º grau segundo a a forma australiana de Educação no Chile no ensino médio desde 2008 estamos aí Ana Helena pode nos corrigir Caso for necessário porque tá ali A fonte é o semec Ana Helena a pergunta que eu faço é o seguinte a gelta citou ali e a questão dos Estados Unidos do Reino Unido tem também a questão australiana uma
das críticas também que se faz a própria base é de que há dificuldade de se comparar contextos de países com relação à suas políticas né é razoável comparar o Brasil com a sua realidade socioeconômica é sua Política História na educação com essas experiências em outros países em outros contextos para se formar opinião a respeito da base Olha acho que a questão da comparação ela é interessante e importante sim é até uma área do currículo é de estudo e de pesquisa a comparação entre os currículos agora comparar quer dizer o quê né como é que a
gente compara com que objetivo comparamos podemos comparar a partir da perspectiva do que que vem de fora necessariamente é bom ou é ruim já com uma predisposição podemos um pré-julgamento que é um préconceito eh ou comparar eh em busca de um modelo eh que vai se colar a realidade brasileira sem considerá-la né Eh Ou comparar buscando entender processos dinâmicas eh ganhos avanços retrocessos para poder enfim construir uma síntese que possa iluminar a reflexão sobre o nosso currículo acho que esse o sentido da comparação muitas vezes essa comparação ela é aligeirada no seguinte sentido lá se
faz lá tem um bom sucesso então trazemos exatamente para cá se fosse assim a aprovação automática teria sido aplicada no Rio de Janeiro depois de uma discussão com uma experiência em outro país né ex examente E aí não não não é assim muito se traz por exemplo o exempo da Finlândia que tem eh aspectos bastante interessantes mas são culturas absolutamente da ponte José pa educação sem pared são muitas considerações que não são simples de serem adaptadas ou até comparadas né Deixa eu trazer aqui mais participações gelta participação aqui da Caroline olha Sou professora de inglês
atualmente há muita discussão sobre o uso de novas tecnologias no ambiente escolar essa é uma discussão que vai fazer parte da discussão da base como esse novo documento propõe inserir por exemplo novas ferramentas no que se considera básico no aprendizado é razoável essa ponderação sim Tod não todos os recursos devem ser incluídos né na ação curricular né Eh as telas inteligentes não é que são tão comuns nos cursos de inglês que sejam trazidas para pra escola a escola pública né Municipal Estadual que sejam trazidos agora eu não completei o raciocínio que eu vinha fazendo peço
desculpas eu que não permiti essa é o que eu o que eu queria reforçar é que há experiências que cont substancialmente com eh a ação dos professores o Reno comenta que a mudança curricular depois da morte de Franco né na Espanha as ações que foram desenvolvidas em função de um projeto sociedade que se instalou de Fato né o governo socialista naquele momento eh não seria possível né aquela proposta organizada no plano do Central né do governo eh não seria possível se não fosse o movimento de renovação pedagógica o é o arroio faz referência já há
muitos anos né na década de 80 ele compara as iniciativas que partiram dos professores eh analisando os currículos implementando currículos eh de história de matemática né em novas bases eh a partir do movimento de renovação pedagógica e ele faz o link né com o movimento de renovação pedagógica lá na década de 20 com a nío Teixeira Fernando de Azevedo Então o que eu quero destacar é essa ação da da qual a Carla falou né ação na escola um movimento é sistemático de intervir pesquisar eh rever as práticas e a iniciativa da secretaria de educação para
boicotar podar essas iniciativas então eu acredito que não haja sensibilidade não há da parte do Governo Federal da parte do governo estadual tô falando do Rio de Janeiro tô falando de São Paulo né tô falando de Minas Gerais não há sensibilidade para considerar essas experiências a escola plural lá na década de 90 justamente eh partiu dessa concepção no texto primeiro vinha estamos devolvendo aos professores às famílias aos estudantes o conjunto das experiências já implementadas na nas redes públicas municipais estaduais então é esse movimento quer dizer currículo só só tem sentido em insten House fica muito
claro cur é questionamento permanente pena o secretário não tá mais com a gente né participou no primeiro bloco estávamos aqui com o secretário de educação de um dos estados que poderia poderia estar aqui trazendo uma réplica para você mas vamos lá e queria agradecer aqui aos educadores que estão acompanhando o nosso debate o Canal Futura faz sempre uma ponte muito forte com educadores por esse país muitos professores participando aqui pelo Facebook pelo Twitter e sobretudo pelo WhatsApp an Helena temos aqui a Cristiana Sou professora na escola básica e tenho Claro a dinâmica da escola com
os contextos políticos e sociais gostaria de saber a opinião da professora gelta acerca dos processos de formação continuada e relação com o currículo mínimo eu ia passar a pergunta para você mas no meio veio uma direção pra gelta deixa a gelta responder essa você responde outra que que você tem a dizer sobre a Cristiana gelta já que a pergunta foi para você a a ação né Por parte da secretaria através de cursos isso sempre é bem visto né mas eh é preciso que ao organizar esses cursos a secretaria tenha sensibilidade para perceber o que de
fato tá acontecendo na escola que projetos têm sido implementados pensados e avaliados pelos professores né e é é possível a secretaria eh eh juntar reunir e o conjunto das experiências por exemplo em EJA né Há projetos interessantes Pois é e que a secretaria passa batido aí convida algumas pessoas né paga essas pessoas para direcionarem ou para informarem mas os professores fazem na maioria das vezes ouvidos mocos porque não coincidem aquelas orientações com o que elas de fato necessitam nas escolas Helena antes de trazer perguntas para você que que você tem a dizer sobre esse tipo
de reflexão que a gelta tá trazendo eu acho bastante procedente concordo com com a gelta a gente não pode pensar na formação continuada como alguma coisa que vem pronta para o professor é como se o professor não tivesse o saber não conhecesse não tivesse a experiência e vem uma um conhecimento externo eh eh para complementar o seu saber e muitas vezes isso vai até é contraditório com que se pede que o professor faça com o aluno porque se se pede que o professor leve em consideração o processo de conhecimento do aluno a construção do conhecimento
e os processos de formação continuada muitas vezes não obedecem esses princípios Então os processos de formação continuada Sim eles são processos que tem que ter os professores como como atores centrais a partir das suas necessidades da sua realidade do seu conhecimento e da sua o verdadeiro processo de formação continuada e ele possibilita a produção do conhecimento pelo professor o professor tem que ser coautor desse processo temos professores coautores desse programa temos agora mais uma participação pedi para colocar aí na tela para vocês os nossos canais de comunicação pelo WhatsApp a gente tá recebendo muita participação
o gley Dev Vando gley Dev Vando professor de Gurupá no Obrigado G Evando pela sua participação Ana Helena sou professor do Município de Gurupá no Pará como este apresentador acabou de falar e gostaria de saber como a realidade de nosso estado e de nossa região poderia ser contemplada nas discussões sobre a base essa é uma uma é uma é um questionamento muito legítimo né pessoas que moram em talvez municípios do interior que temam pela past teorização da definição do que que é relevante para um cidadão brasileiro aprender em diferentes regiões que que você tem a
dizer para o gley Vando que está em no Pará preocupado com o que vem por aí então GL acho uma preocupação bastante válida eh veja na fala até da abertura A a base se propõe a dar 60% eu embora eu acho difícil essa essa mensuração Mas vamos pensar ela dá um espaço de 40% segundo as palavras do do ministro de 40% para a produ a um espaço de construção de currículo pelas secretarias municipais estaduais de educação e pelas próprias escolas Então esse espaço tem que ser ocupado esse espaço tem que ser considerado eh mas isso
é preocupante porque muitas vezes as secretarias acabam deixando eh a cargo das escolas eh construir os seus currículos então é preciso que a escola converse discuta eh Construa um um projeto político pedagógico para realmente inserir E essas esses conhecimentos específicos da realidade local que atendam a a a sua história a sua cultura a sua realidade pode deixar a gente vai deixar aqui gle delvando até o final do programa o site da base Nacional comum para você poder ter mais informações porque também existem canais de participação até vamos rodar um depoimento do ministro que convida o
público a participar até o final desse ano de 2015 para até Junho do ano que vem o MEC poder ter protocolo colado ao Conselho Nacional de Educação a regulamentação da base GTA temos aqui mais uma pergunta sobre a escola o Eitor pelo Twitter não disse aqui o sobrenome ele fala o seguinte Olha a Escola Ensina para o vestibular não para a vida mas a culpa Será mesmo da escola ou ela se adapta a tudo que tá sendo proposto a ela Dá para se fazer uma reflexão sobre uma frase como essa do Eitor apesar de ser
talvez ali um Manifesto Obrigado Eitor pela sua participação você di Escola Ensina para o vestibular é a escola privada a escola pública e eu cons consideram que seja a melhor escola né a escola pública é a melhor escola ela não fixa atenção a esse a esse passo seguinte né eu fui aluna de escola pública e Vivi uma situação de com muita frequência entrar na escola às 7 da manhã e sair às 10 da noite eu frequentava né o clube de francês o clube de inglês era jogadora do time de basquete handball escola pública né Eh
não tínhamos a merenda escolar naquele momento né na década de 70 né e eh Considero que essa percepção que eu tenho eh de de justiça social se deve a essa fase da minha vida de pensar as diversas necessidades que estavam ali dadas né e o prestígio Que nós tínhamos né Eh mudar de um edifício escolar para outro né um edifício bastante pobre para um edifício eh bem estruturado a escada Ampla a a as janelas arejadas e tal e isso me permitiu eh me reconhecer como sujeito daquele momento né quer dizer era a década de 70
um momento eh muito ruim da vida política mas essa essa essa condição de sujeito político né da da sociedade fez uma diferença né Sim sim e eu acredito que eh Não este sejam dadas essas condições na atualidade é um professor que passa de uma escola para outra que não consegue eh completar as 4 horas Dea escola porque ele tem que passar para outra escola para cumprir outras 4 horas e completar o salário ele não se dedica ele já sai preparar a aula tem que se deslocar já chega saindo não é possível a experiência de educação
integral umas pouquíssimas escolas de Niterói nos permite avaliar positivamente essa ação do professor ele chega ali para viver o dia deixa eu trazer mais participantes aqui J que nosso programa tá chegando ao fim a gente estava com dificuldade de conectar a nossa próxima entrevistada pela internet nós vamos falar agora com a Valéria de Albuquerque pelo telefone A Valéria de albuquer ela é diretora do sindicato dos professores do Rio de Janeiro e gentilmente num esforço aí de participar do programa tá aí pelo telefone conosco Valera muito boa noite tudo bem com você Olá boa noite tudo
bem Valera como é que sindicato dos professores do Rio tem se posicionado em relação à proposta da base Nacional curricular comum então nós entendemos que essa discussão é bastante complexa sobretudo dentro da escola no chão da escola essa discussão ela é extremamente necessária a gente vai entendendo que as coisas mudam o tempo todo enquanto o país repensar a educação isso é um processo cotidiano permanente mas sobretudo quando a gente tá pensando na universalização da educação para todas as crianças para todos os jovens brasileiros nós entendemos que essa discussão ela tem que ser muito Ampla e
com a participação da sociedade e aí inclui professores professoras alunos gestores comunidade escolar governo sociedade organizada essa reflexão não pode ficar só no âmbito da universidade e dos governos contudo achamos que o processo nesse momento tá iniciando tá começando a ferver estamos chamando aí as escolas os professores para discutirmos questões essenciais na educação como a implementação da lei 10639 né que trata da obrigatoriedade do ensino da história da África do da da das culturas indígenas também né a 11.000 questões mínimas como discutir o gênero essa educação Nossa que é muito sexista dentro das escolas e
aí a gente precisa sobretudo na base Nacional discutir a formação de professores discutir esses professores a começar pelo salário né pelas condições de trabalho dessa categoria que vem sofrendo um processo de precarização nesses últimos 30 anos é fomentar mesmo a qualidade da educação vai começar pela valorização do magistério né nós entendemos também por aí Valéria queria agradecer seu depoimento a gente tá aqui realmente com o final do programa chegando e a gente queria ter a oportunidade de ter participado mais com você pela internet mas de qualquer maneira representando aí o sindicato dos professores do Rio
de Janeiro Muito obrigado pelas suas constatações e pelo seu depoimento no programa de hoje tá bom Valéria Ok querido obrigada boa noite aí pela oportunidade abraço a todos e a todas Isso Aí Ana Helena a gente tá chegando aqui ao final do programa suas considerações finais sobre esse tema para onde é que você acha que essa discussão vai avançar nesse período de 4 meses até o final do ano com a relevância que ela precisa ter eu acho que em primeiro lugar eh Nós Vamos considerar e eu acho que a Valéria traz um aspecto importante que
a discussão da base é fundamental eh porém nós não podemos imaginar que a existência de uma base curricular irá resolver todos os enormes Desafios que nós temos paraa educação brasileira ela é mais um componente que precisa ser articulado a outros e as condições de trabalho do professor que ela lembra bem são fundamentais acho que a professora JTA deixou bem claro e eu concordo com ela que o professor é um ator fundamental eh na implementação de currículo na na execução do currículo então pensar na formação Inicial pensar na formação continuada pensar nas condições de trabalho de
recursos de salário de incentivo de valorização da profissão docente é fundamental de se pensar junto com o currículo né Eh então eu acredito que nós estamos num momento de debate de discussão esses 4 meses são isso e a minha esperança é que esse debate realmente aconteça eu fico bastante feliz que hoje nós tivemos aqui uma diversidade de atores importantes acho muito interessante estudantes de pedagogia participarem e perguntarem o que podem fazer tivemos professores tivemos um secretário de educação tivemos o sindicato Então são todos setores da sociedade que estão implicados nessa discussão e que é fundamental
que esse debate continue G uma uma das últimas participações chegando aqui lembrando que nós estamos ao vivo agora pelo periscope também no Twitter logo logo quando encerrarmos a transmissão pela TV você pode continuar acompanhando sala debate por mais alguns minutinhos aqui no estúdio tá bom a Professora Eveline gelta de Taubaté ela fala o seguinte Olha o projeto da base Nacional será triangulado com a base curricular mínima dos cursos de licenciatura e também com salário de professores pegando Caron no que falou a nossa representante Valéria do Sindicato do Rio que que você tem a considerar sobre
esse essa ponderação da Eveline de Taubaté é eu acho que só temos aí uma oportunidade para trazermos o projeto que o movimento dos educadores no Brasil seja levado pelo cpro né pelo CEP com a cnte não podemos contar né porque tá muito mais afinada com o governo do que com os trabalhadores eh é a oportunidade que nós temos para definir as necessidades que a categoria tem para desenvolver um currículo que atenda os trabalhadores né quer dizer Quais as condições as de de realizar o planejamento quantas horas eu preciso eh dispor para escrever o o roteiro
que eu vou seguir o esquema das aulas os estudos que eu preciso realizar sem estudar Jamais Como Professora eu posso agir né a exigência de estar acompanhando através dos jornais do teatro da televisão eh o que vem acontecendo no mundo né Nós estávamos falando disso né O que o que nos chegam de informações e como é que como é que nós sistematizamos essas informações para chegar efetivamente à sala de aula vamos lá GTA Muito obrigado pela participação no programa de hoje até uma próxima oportunidade Ana Helena obrigado pela oportunidade até a próxima Eu que agradeço
você de casa vou deixar uma dica aqui agora você que tem dúvidas sobre esse assunto temos aí o site que tá na tela para você basenacionalcomum.mec.gov.br basenacionalcomum.mec.gov.br acesse esse amb ente Coloque a sua opinião entenda mais sobre essa discussão procure outros fóruns e auxilie aí a comunidade de educadores especialistas que estão pensando as políticas públicas de educação a formularem algo mais adequado de acordo com o que a sociedade espera você que tá em casa acompanhando o sala debate pela TV eu me despeço por aqui agradecendo também ao Antônio Neto secretário de educação do Rio de
Janeiro também vice-presidente do conced a Valéria deuker diretora do sindicato dos professores do Rio de Janeiro que participaram conosco pela internet e a todos os internautas que continuam mandando perguntas pelo Facebook pelo Twitter pelo WhatsApp vamos permanecer aqui agora mais uns 10 minutinhos pelo periscope no Twitter mande suas perguntas que as nossas convidadas ainda tomarão café com a gente e responderão rapidamente até a próxima pessoal tchau tchau i