o diagnóstico diagnóstico clínico é mais importante do que qualquer outro diagnóstico porque não existe um exame toxicológico na maioria das vezes que é capaz de detectar cada molécula dessa que causou intoxicação para algumas como no aldicarb existe sim exame toxicológico mas para muitos organos fosforados não tem a técnica então o o o histórico clínico e os sinais clínicos são importantes para esse diagnóstico agora o teste de atropina não é específico Mas tem uma utilidade e a determinação dos níveis de acetilcolinesterase eritrocitária também é importante né a gente tem técnicas laboratoriais que fazem essa detecção agora
a associação entre teste de atropina e os níveis de acetilcolinesterase eritrocitária juntas são mais importantes ainda e e solidifica um diagnóstico mais exato o tratamento existe toda uma terapia de suporte claro isso envolve aí a manutenção da pressão arterial a hidratação do paciente a oxigenação então é um tratamento intensivo de suporte agora atropina descontaminação e pralidoxima são os mais utilizados e amplamente utilizados nas intoxicações por organ fosforados Mas também quando dá tempo por aldicarb por eh carbamato mas esse tratamento para organo fosforado ele baseia-se principalmente no uso da tropina das oximas né que no caso
é prxima e também o tratamento de eh desintoxicação é muito importante detalhando aqui a atropina ela pode ser utilizada o suficiente para aliviar o broncoespasmo e a broncorreia diminuir a produção de de muco por exemplo nas vias aéreas né em vez de normalizar o tamanho da pupila ou frequência cardíaca ag a dose inicial de atropina é de 2 a 5 mg intravenoso ou seja 0,05 MG por kg paraa criança esse essa dosagem muitas vezes a gente consegue transpor isso para animais e a dose pode ser dobrada a cada três a 5 minutos conforme necessário gramas
de atropina podem ser necessárias para pacientes gravemente intoxicados então a quantidade de atropina ela tem que ser analisada pelo clínico dependendo da intensidade do quadro clínico a descontaminação é muito importante o tutor deve evitar a autocontaminação enquanto presta os cuidados de ter de desintoxicação daquele animal então paraa exposição tópica quando o animal ele se intoxicou pelo contato direto com o o fármaco por exemplo organo fosforado a superfície do corpo do animal é completamente lavado muita água corrente e até substâncias detergentes para ajudar a eliminar mais rápido no caso de ingestão em até uma hora da
apresentação pode-se usar o carvão ativado depois disso que o princípio tóxico foi absorvido paraa corrente sanguínea o carvão ativado já não vai ser mais útil porque ele o carvão ativado ele tem a capacidade adsorvente ele atrai para si o princípio tóxico E aí Esse princípio tóxico não vai ser absorvido portanto se o princípio já foi absorvido você já tem várias horas após a intoxicação via oral já não adianta mais o carvão ativado o esvaziamento eh gástrico é sempre indicado também em casos onde se percebe a ingestão naquele momento E aí ele normalmente evitado algumas horas
depois justamente porque o animal como tem um quadro neurológico ele pode sim fazer falsa via se for feito A traqueia é intubada antes para prevenir a aspiração portanto se a gente for fazer esvaziamento gástrico né seja induzindo o vômito ou seja eh passando uma sonda e aspirando o conteúdo gástrico o animal tem que estar intubado para evitar essa aspiração essa falsa via um outro fármaco que pode ser utilizado é a pralidoxima a pralidoxima ela tem a capacidade de diminuir a ação da acetilcolina uma vez que o princípio tóxico inibe acetilcolinesterase e acetilcolina continua agindo esse
medicamento que diminui a ação da acetilcolina tem um efeito benéfico e é muito indicado então ele é utilizado muitas vezes como um antídoto a toxicação por organo fosforado e carbamato E aí isso pode ser utilizado eh logo após a tropina cerca de 15 a 30 minutos após a exposição tanto organo fosforado quanto a carbamato Principalmente quando é a intoxicação É por esses chumbinhos conhecidos popularmente como chumbinhos em que o princípio tóxico É principalmente carbamato mas muitas vezes eles são falsificados e são utilizados organofosforados e cronizado se utilizar nesse tempo claro que nem sempre é possível
porque o tempo de medicação indicado após intoxicação é muito curto Então nem sempre vai dar tempo do tutor levar o paciente até o médico veterinário onde ele vai ter esses produtos bom a gente pode fazer infusão de pralidoxima infusão sanguínea né deixando em pequenas doses mas primeiro tratamento a gente faz um bolus um bolos com alta dosagem de 10 a 20 MG por kg por hora então a gente faz esse bolos e depois mantém o nível basal de pralidoxima bom eh a gente também tem os benzodiazepínicos que entra aí o principal e o diazepan né
os benzodiazepínicos eles são profiláticos e eles previnem as sequelas neurocognitivas eles previnem convulsões e epilepsias então são indicados também muas vezes né a gente tem um grupo aqui dos benzo diazepínico então tem alprazolan clonazepan diazepan flurazepam midazolan e tem esse quas epan qualquer um pode ser utilizado isso o Clínico tem que avaliar qual é o a melhor indicação para aquele quadro clínico né Mas são muitos são vários citei apenas alguns aqui e de qualquer maneira o diazepan é mais acessível e é o mais amplamente utilizado aqui tem um animal que apresenta já a midríase uma
dilatação da pupila a língua exposta muitas vezes rígida outras vezes flácida o animal ele está em opistótono né a gente vê que ele levantou a cabeça isso indica um quadro neurológico e Indica inclusive que ele pode tá com dificuldade respiratória aí vem as fasciculações mioclonias que a gente não consegue visual pela foto foi o animal intoxicado por meio de banho ali por eh pulverização E aí o animal desenvolveu o quadro clínico nos cães a gente quase sempre vê ó essa caloria essa hipersalivação em muitos casos quando o animal não está sendo acompanhado por um tutor
como no caso de animais errantes os cãs de rua melhor dizendo eh chega-se a entrar como diagnóstico diferencial aqui a raiva porque é uma doença que causa caloria nos animais mas de modo geral o quadro clínico que envolve Face colação mioclonia isso não acontece na raiva então é relativamente fácil diferenciar clinicamente aí o animal com uma cé R é muito grande já a posição do corpo dele você observa que não tá numa posição adequada para um cão isso já mostrando um quadro neurológico mais intenso e é o mesmo animal da figura anterior já com a
cabeça baixa e um pouco alheio ao ambiente Então esse quadro clínico é comum de ocorrer também