Em 2005, o protagonista de Pop Playt recebe uma correspondência inesperada em casa. Dentro dela havia uma carta. Apesar dos erros de ortografia incomuns e quase infantis, essa carta afirmava que os funcionários desaparecidos ainda estavam dentro da fábrica.
Após ler a carta, ele decide então retornar a PlayTime Company para procurar os tais funcionários desaparecidos. Mas isso o que motivou o protagonista a iniciar essa jornada em direção ao inferno não foi apenas essa carta. No vídeo de hoje, nós vamos jogar uma obra feita por um fã.
Sejam bem-vindos a Pop Playtime, o prólogo. Ou seja, é mais um jogo que narra os eventos antes do primeiro capítulo de Pop Playt, capítulo prólogo. Uma queda desconhecida.
De um começo desconhecido a uma jornada de autodescoberta. A sua verdade o aguarda lá embaixo. Qual é o seu nome?
Não, não importa. Deixa eu te perguntar outra coisa. Qual é a sua cor favorita?
Hum, eu acho que eu sei. É vermelho? É vermelho.
Você gosta de vermelho muito mais do que você imagina. Então não se esqueça disso. Nunca se esqueça.
Eita. Eita. Ai, quebrou as pernas.
Então essa é a tal queda desconhecida. Pelo visto esses bonecos de Lego realmente é a prova de quebrar osso, viu? Cada queda cabulosa que não dá nem uma trincadinha nos ossos da canela.
Ah, dessa vez a gente veio parar numa espécie de caverna e a gente já começa com a luva roxa. Mas eu posso trocar ela? Ah, eu posso.
Eu tenho a luva tirambaço. E é só as duas mesmo. Ah, mas aonde na PlayT company eu tô?
Eu me lembro que na PlayTime Company, por algum motivo, tinha caverna pra caramba. Eles construíram essa [ __ ] de fábrica onde? Nos Granqueno.
Ah, que saudade que eu tava de utilizar essa luvinha roxa, filho. Agora a gente vem Peiba, pula aqui. Cara, essa luva era muito da hora.
Eu não sei porque que tiraram pro capítulo 5. Ela dava uma dinâmica nesse lance da perseguição que era muito interessante. Imagina o Hugrendo atrás de mim.
Eu tendo que sair peiba peib. Peiba, era muito mais da hora, bicho. Aí a gente pula para cá, temos um morto.
Olha pro naipe do lindão. Isso aqui é pop play time ou Resident Evil. Agora isso aqui sim é roupa de funcionário de verdade.
Funcionário completamente morto. No caso, aqui eu já avistei um poste de luz. Ah, e aqui tem aqueles carrinhos de puxar.
É, dá para perceber que esse jogo aqui, ele provavelmente foi feito ali na época do Pop Playt 3 e 4, por causa das dinâmicas de gameplay, né? A luva roxa, o poste de luz móvel. Vamos continuar trazendo para cá.
Trazendo. Vai trazendo. Opa, pera aí.
Aqui, ó, já tem bagulho de energia. Aí, agora eu passo aqui. Ah, não, pera, ó.
Tem que dar a volta aqui. Agora vem para cá e aperta ali. Foi.
Beleza, a gente abriu essa porta aqui. Tá, mas calma. E esse computador é necessário o Omniip?
Tem alguma coisa a ver com a Omni? A luva mais cabulosa de todas, que é totalmente necessária para fazer qualquer coisa importante na fábrica, que a gente perde no primeiro minuto do capítulo C. Excelente.
Ah, aqui, ó. Esse é um painel pra Omnand. Será que a luva roxa vai?
Não, deu errado. Ah, mas olha aqui o monitor tá falando que tá sem energia, então eu não consigo abrir essa porta por enquanto, certo? Ó, tem um caminho para cá que a gente pode esgueirar.
Ah, aqui, ó. Isso aqui é uma bateria. Ah, não.
Esse aqui é um cartão. Tá beleza. Entendi.
A gente volta para cá. Volta no outro computador. Xuxa o cartão e agora a gente pode acessar o computador.
Por favor, insira a mão vermelha na máquina. Eu tenho mão vermelha, por acaso? A única mão vermelha que eu tinha visto.
Ah, eu posso pegar ela, ó. Não sabia não. Beleza.
Aí agora a gente volta, coloca ela aqui. Será que ela vai se transformar na omnand? Ah, é isso mesmo.
Virou a cabula zona, filho. Agora sim, a gente vem aqui, coloca a luva, ela vai começar a escanear. E agora vai dar certo.
Aí, ó. Agora foi. Beleza.
A gente pode passar por essa porta. Aqui tem mais uma porta. E a gente tá de volta na fábrica, ou seja, já vai aparecer algum tinhoso.
Ó, aqui tá uma portinha, a gente pode abrir ela. Beleza, pode, porque essa porta aqui não abre. Acertei.
Eu muito acertei. Então, agacha aqui, entra aqui dentro. Poeira para caramba.
Hugwag, você tá aí? Hug pode estar em qualquer dulto de ar. Abaixa aqui.
Nossa senhora, a lataria tá toda amassada, filho. Você tá doido. Ué, não é para cá não.
Ah, tá. É pro lado de cá, ó. Aí vira aqui e a gente sai desse lado aqui.
Novo objetivo, siga o vermelho. Até porque, de acordo com a introdução, a gente ama vermelho. Então, é basicamente seguir as luzes vermelhas que estão nesse cano.
E será que esse cano tá lotado do gás vermelho? Ó, calma. Aqui em cima eu já tô vendo um puxador que eu não consigo subir nele.
Então vamos começar vindo aqui nessa escada. Já tô vendo um bagulho pra gente colocar a luva omne. Então coloca aqui.
Não é pr colocar a luva omône aqui. Por que que não abriu eu, hein? Ah, mas pera aí.
Ali na frente eu já tô vendo um bagulho de bateria. Ah, mas para eu poder chegar lá, eu tenho que passar por essa ponte que desce aqui. Tá vindo pelo caminho de lá.
Posso pular aqui? Não, mas eu posso swingar? Ah, agora deu.
Boa. Tá, mas para cá tem alguma coisa? Aparentemente não.
Se eu correr pro lá, vai. E não, não deu certo. E se eu fizer o seguinte, ó, eu me jogo para cá.
Animal, eu me jogo para cá. Beleza. Aí a ideia agora é eu ir tão longe que eu vou atravessar essa ponte.
Será que isso vai dar certo? Ah, vai. Ei, não deu certo não.
Ai, mas quase que eu cheguei aqui, cara. É a rampa que me permite subir a ponte ali de cima. Vamos de novo.
Taca aqui aí. Espera passar. Vai.
Aê, ó. Agora deu. Não, não é para voltar não, animal.
A corda voltou. Era pr você ter soltado a mão, lazareno. Ó, agora vai, hein?
Lá vai, lá vai, lá vai. Ai, ai. Beleza.
Agora que a gente tá aqui em cima, a gente pega aquela bateria ali na frente e aí eu xuxo ela. Onde? Ah, é aqui, ó.
Vira aqui e coloca aqui. Beleza. Essa porta se abriu para mais caverna.
Por enquanto não tem nenhum tinhoso peludo. Vira pra cá, mas pr cá tem outra abertura. Ah, tava demorando.
O leãozinho velho, ele é do capítulo quatro, certo? Ah, não. Eu vou ter que correr, não vou?
Lá vou eu. Lá vou eu. Ai, corre.
Lá vou eu de novo. Ô, mas que saudade que eu tava disso, viu? Vai, vai, vai.
Por precaução. Ó, já muda pra luva roxa que vai que eu vou precisar. Ai, isso já tava no meu cangote.
E eu acho que é uma boa ideia a gente nem olhar para trás, porque esse bicho tá o tempo todo coladaço na gente. Vamos, meu filho. Vai, vai, pula logo.
Vai, corre, corre. Vai, vai. Isso.
Vira pra cá, vira aqui. Não, olha para trás, pelo amor de Deus. Vira aqui.
Ah, mano, olha o tanto de ca no meio do caminho. Não tem zelador. Como que eu ia escapar desse cara?
Não fiz nada de errado durante a corrida toda. Lá vamos nós de novo. Vai, vira aqui.
Vem aqui. Corre, corre, corre. Beleza.
Vem para cá. Corre aqui. Vai.
Vem por aqui mesmo. Aqui vai. Tem uma porta aqui.
Vai. Nossa, essa foi por pouco, bichão. Maluco, que perseguição tensa do caramba.
Ah, onde é que eu tô? Tem uma chave aqui que a gente pode pegar. Aí eu caio nesse buraco.
A, então vamos vir pro lado de cá. A gente tem, pera aí, foi aqui que rolou a perseguição agora? Tá.
Então, eu basicamente dei a volta para cá. Ah, já sei. Lembra que passando por essa ventuinha de arte, uma porta trancada lá na frente?
Agora a gente pode com certeza abrir ela. A gente abre aqui essa porta. Boa.
Segue por esse corredor. Probleminha de iluminação. Cadê as lâmpadas?
Maluco, que luz macabra. Rapaziada, eu acho que eu tô ficando doidão sobre o efeito do gás vermelho. Tem que tá, eu tô maluco.
Olha, olha, eu tô vendo os bagulhos tudo torto. Ou eu bebi de pinga e tô completamente bêbado. Aonde é que eu tô agora?
Ainda tô viajando? Eu ainda tô doidão? Isso aqui é só uma gigantesca área de estoque mesmo.
Mais um fundão preto. É a saída, por favor. De onde que esse bicho veio?
Ah, não, não, não, não. Eu vou ter que fugir de novo. Lá vem ele, lá vem ele.
Ah, cara, pelo amor de Deus. Liga a lanterna. Para que lado eu vou?
Para que lado eu vou? Eu não sei. Vai, vai, vai, vai, vai.
Ah, tem bagulho vermelho ali, cara. Tem bagulho vermelho. Ah, é a parede.
Ah, ela abriu. E agora eu vou para onde? Eu não sei.
Eu tenho que seguir a luz vermelha. Ah, é a luz vermelha do portão. Tá, então continua.
Vai. Não olha para trás não, que esse bicho é rápido pra caramba. Não é aqui, não é aqui.
É aqui, ó. É que é meio difícil de ver porque tá distante, mas você consegue ver uma luzinha vermelha lá no fundo. E você sabe que essa é a passagem certa.
Beleza. Não é aqui, não é aqui, é aqui, ó. Porque os outros dois a gente vê uma luz azul, ou seja, o portão é azul e provavelmente não vai se abrir.
Agora chega dessa correria que eu tô cansado. Tem mais, tem. Pelo amor de Deus, para cá.
Nossa, quase que eu errei. Agora ele tá no meu cangote. Hum.
Ele com certeza, ó, tá lembo meu pescoço. Que nojo. Agora chega.
Vai, chega. Não acabou, velho. É aqui, é aqui, aqui.
Nossa, ele com certeza vai me matar agora. Ele me mata. Eu demorei demais.
Ele vai me pegar, não vai? Ele vai me pegar. Não acabou ainda, gente.
Pelo amor de Deus, chega. Qual que é o tamanho dessa fábrica? É o tamanho de do Texas.
Ela não acaba não. Aí acabou finalmente agora. E agora?
Acabou. Acabou. Aí agora aonde eu estou em outra área de estoque.
Eu tô no supermercado. Ah, olha que da hora. Nesse jogo a gente tem até fita, fi.
Vamos xuxar ela aqui. Nunca vi alguém perder a cabeça daquele jeito. Não, ele e não daquele jeito.
Ô Mike, você viu aquilo? Ele gritando na produção, gritando com tudo. É.
E daí? Ele tem uma boca. Deixa ele usar.
Ok. Mas porque agora ele costumava ser tão quieto? Ele mantinha a cabeça baixa, era trabalhador, mas mesmo assim todo dia é diferente, Tom.
Você tá pensando demais sobre isso. Diferente, certo, mas o Rod e ele costumavam ser normais. Você não acha?
Quem sabe, não importa. Ei, você, você não era amigo dele? Parece que ninguém sabe o que dizer.
Ele provavelmente vai acabar na Islândia dos brinquedos. Na Islândia? Eu quis dizer na sala dos rejeitados.
Como você pode dizer isso? Como se não fosse nada. Só tô falando, não é como se você fosse conseguir consertar as coisas.
Mas ainda assim parece meio duro com ele. Ele ainda é muito novo para isso. Não se importe com os outros.
Se importe apenas com você mesmo. Mas eu tenho a minha produção para comandar. Se preocupa com seus próprios negócios.
OK. Seja lá o que rolar com ele, tá na mão do Rit agora. Sempre esteve e sempre estará.
Eu realmente espero que ele não seja demitido. Dá para esquecer isso? Ele provavelmente nem vai aparecer na fábrica amanhã.
Eu retiro tudo que eu acabei de dizer. Tá. Então, um tal de Tom e um tal de Mike ta estavam conversando sobre uma terceira.
Ah, pera aí, cara. Eu tô doidão de novo. É sério mesmo?
Eu tô doidão mais uma vez. Ah, o que que foi agora, bicho? Ah, eu desmaiei por causa da loucura.
Aí eu acordei nesse canto aqui. Tá, vamos subir aqui em cima. Passar por esse duto.
É sério, duto de vento é a marca registrada do Pop Play Time. Ai, que esse susto me pegou. Uma bela de uma queda, viu?
Como que eu não amassei essa lataria? Eu não sei. Maluco, eu odeio o labirinto.
Nós temos mais uma fita aqui. Vamos xuxar ela. Oi, meu nome é Jeffrey.
Eu sou o chefe da segurança da Playtime Company. Bem aqui nos laboratórios subterrâneos. Se você tá vendo isso, então você tá exatamente onde está.
E só para deixar os nossos duros trabalhadores avisados, vocês estão em uma parte da fábrica que ninguém deveria saber que existe. Tentar avisar sobre esse lugar para o seu parceiro de trabalho depois do turno ou para sua família ou para qualquer pessoa viva é estritamente proibido. Você já sabe disso.
Mas a minha expertise como chefe da segurança me diz que eu ainda deveria avisar. Se alguma vez você se sentir perdido ou um pouco curioso, a nossa próxima sessão do laboratório tá bem à sua frente. Porque você não vai lá e dá um tapinha nos ombros dos nossos cientistas?
Digo que você quer, eles vão ficar muito felizes em te ajudar. Bom, pensar nisso não te machuca. Tentar, talvez, sim.
Pode até ser a última escolha que você faça. Então é melhor você não estar aqui embaixo com nenhuma má intenção. Só faça o que veio fazer.
E se você tentar qualquer gracinha, bom, eu só espero que seja lá o que você tiver fazendo aqui embaixo. Vale a pena. Caraca, você foi uma ameaça cabulosa, viu?
Bom, vamos continuar abrindo essa porta aqui. E que delicinha. Olha, não tá só esse pobre coitado aqui não, filho.
É bicho putrefado para tudo quanto é lado. Lado de cá tem uma outra porta, mas ela provavelmente só abre com um código. Aqui em cima a gente tem uma escada com mais uma sala grande, uma porta aqui que parece que abre com cartão.
Caramba, na verdade esse lugar aqui tá lotado de porta porque tem mais uma porta aqui que aparentemente precisa de bateria, tá? Então, por hora, vamos descer aqui que provavelmente a única porta que se abre por enquanto é com a Omn rend. Hã, pelo visto não, porque deu erro e a porta não abriu.
Ô chefinha, por acaso você sabe qual é o código que abre aquela porta ali na frente? Acho que ele não sabe não que nesse buraco tem uma carta. Por favor, por favor, ore por mim.
Eu só tentei ajudar. Ore pela minha família também. Eu imploro.
Eu posso te dar algo. Você precisará encontrar outro bilhete que eu escondi dentro de um barril. Eu escondi lá porque eu queria que apenas alguém verdadeiramente inteligente o encontrasse, alguém que de fato rezasse por mim.
Você vai precisar do código que tá nesse recado para poder entrar nessa sala. Se você quer encontrá-lo, é só encontrar a luz estranha. Ela nunca pisca como as outras.
Se você não quer rezar por mim, então que minha alma reze para que você nunca encontre o recado. Caramba. Tá bom, então.
Caçar a luz que nunca pisca. Ah, o recado tá aqui, ó. Ui.
A luz tá piscando, bicho. Não entendi foi nada. A oração oculta.
Por favor, ore por mim. Tenho certeza de que eu não sairei vivo desse inferno de 1995. Eu tenho 23 anos agora.
Por favor, reze mim. Ah, e sobre o código é minha data de aniversário. Eu realmente preciso de alguém inteligente rezando por mim.
Caramba, o cara realmente quer que alguém reze por ele. Ah, ele falou que ele tem 23 anos e eu, o ano que ele escreveu a carta é 1995. Se o homem tem 23 anos em 1995, então é 1995 - 23 que é igual a 1972.
1972. Aê, ó, foi. Ah, e se liga no que que a gente tem bem aqui do lado.
Mais uma fita. Vamos pegar. Vamos xuxar ela aqui.
Eu eu acho que essa vai ser a última vez que eu converso com uma pessoa. Se alguém tiver ouvindo isso, eu me tranquei aqui dentro. O meu amigo me ajudou, mas a essa altura ele provavelmente já tá morto há muito tempo.
Eu estarei morto em breve também. Não, não sobrou nada para comer. Eu tô morrendo de fome.
Eu tenho pedido. Por favor, reza pela minha alma e pela minha família. Eu não quero morrer pelas mãos de um monstro.
Talvez fazendo isso eu possa salvar alguém. Então, pega esse cartão chave, abre o portão e garanta que você permaneça vivo. Tchau.
É só isso, cara. O que eu tô curtindo nesse fun game é que dá pra gente pela primeira vez realmente acompanhar os momentos de terror da galera que trabalhava na fábrica. Ah, aí o cara tem o cartão que a gente precisava, que a gente xuxa aqui.
Aí agora a gente vai abrir essa porta. Olha só que nós encontramos. Então era aqui que ele tava o tempo todo antes de começar o capítulo um.
Ô amigão, carniça de quatro que você tá, hein? Tá tudo cagado. Aqui tem mais um cartão.
Obrigado, senhor. Eu acho que o senhor não vai mais precisar desse cartão. O armário caiu em cima da cabeça dele.
Aqui tem mais um computador que a gente xuxa o cartão. Aí a gente tem que colocar a omnir rend aqui que essa luva vai virar. Agora vamos esperar terminar o progresso.
Ué, é uma Omnirand 2. 0. Parece a mesma luva.
Ah, já sei. Agora se a gente descer, a gente consegue abrir essa porta com painel, não vai? Aí é isso mesmo.
É, agora a gente chegou numa oficina. E essa abertura na parede, ó, amigão, você sabe para que que serve ela? Ele não sabe não.
Ah, a porta ali abriu, ó. Beleza, então vamos passar aí. Agora a gente abre essa porta.
Uma área nova da fábrica que, pelo visto tá em construção. Ah! Se eu der a volta atrás desse caixão aqui, eu agacho e eu encontro mais uma fita.
Na verdade é um monte de áudio, né? Dessa vez então a gente tem a fita preta. Vamos botar para tocar.
Registro final em relação a experimento 16. O protótipo. Se ninguém já gravou sobre, então sou eu quem vai ter que fazer isso.
Eu fui um dos cientistas responsáveis por estudá-lo diretamente e tem informações que apenas o laboratório principal teve permissão de saber. informações que nós somos estritamente proibidos de compartilhar, mas a essa altura não tem por deixá-las em segredo. Não mais.
Os documentos originais do experimento 100 foram alterados até chegar até nós. A verdade é que o homem que se tornou o 1006 era o próprio fundador da Playtime Company. Eu não sei porque ele fez isso.
Eu não sei como eles conseguiram criar algo como aquilo logo no primeiro experimento. Mas os eventos que aconteceram hoje é sem dúvidas culpa dele. Eu tentei fugir daqui.
Eu cheguei até os laboratórios subterrâneos, mas não tem saída aqui embaixo. Não há mais nada que esse registro possa ajudar. Nenhuma medida adicional pode ser tomada.
Fim do registro. Então essa fita confirma que esse jogo foi criado antes do capítulo 5 porque eles erraram nas informações dessa fita. Não é o fundador da PlayTime Company, que é o protótipo, mas sim a gente descobre no quinto capítulo que era a criança chamada Olly esse tempo todo.
Muito provavelmente era um filho adotivo do Elliot, o dono da Playtime Company. É, aqui eu já tô vendo o bagulho da gente xuxar o cartão. Coloca aqui.
Eu derrubei a energia do estabelecimento. Boa, gênio. Então, agora o meu próximo objetivo é dar um jeito de restaurar a energia.
Eu tô numa sala bem grande agora. Ah, que delícia. Mais poste de luz.
Aqui tem um segundo ponto de energia. O primeiro é aqui. Não, eu não consigo puxar a alavanca.
Aqui nós temos um segundo ponto de energia. O primeiro é aqui dentro. Aparentemente não.
Eu não consigo puxar essa alça. Ah, tem outro duto de vento dentro dessa sala. Tá.
Ah, ali, ó. Achei. Beleza.
Pega aqui. Vem para cá. Passa nesse poste aí.
Agora passa nesse tudo aceso. Beleza. Agora vem aqui.
Eba. Aê, ó. Recuperamos a energia.
Olha para essa sala. Aparentemente ela não tem passagem nenhuma, mas se eu vier neste cantinho medíocre, eu posso me esgueirar aqui, ó. Ah, boa.
Olha só, eu encontrei o cartão azul. Claro. E a gente tem mais uma fita azul claro.
Então vamos pegar ela, vamos xuxar ela aqui onde você está nesse exato momento é uma base secreta construída por um pequeno grupo de funcionários. Nós fizemos esse lugar para escapar desse inferno, sem chamar a atenção de ninguém, principalmente o chefe da segurança, o Jeffrey. Eu sou o líder desse grupo e sim, todos nós fomos parte do que tá acontecendo agora.
Nós não tivemos outra opção. A porta à sua direita vai abrir automaticamente se algo de errado acontecer aqui embaixo. Mas nós não tivemos condições de bancar luzes lá dentro.
Não fomos capazes de construir e nem dar energia. Então não espere muito. Essa fita só está aqui para caso alguém encontrar esse lugar, ao menos tem uma chance de escapar.
Bom, boa sorte. É, então essa aqui seria a porta pra gente poder dar o fora daqui, mas obviamente ela não abre, pelo menos por enquanto. Vamos colocar o cartão nessa máquina.
Será que agora libera? Liberou o painel. Boa.
Vamos tacar aqui do lado de cá. Do lado de cá. Será que o portão vai abrir mesmo a gente não inserindo uma senha aqui?
Hã? Deu certo. Uai, deu.
Bom demais. Vamos embora. Ai, caçamba.
Velho, meu Deus. Sai, sai, sai, sai. Ah, cara, a pota tá trancada.
Pro cantinho, pro cantinho. Vaza, vaza, vaza, vaza, vaza. Meu Deus do céu, maluco.
Hug sabe assustar a gente, viu? Pelo amor de Deus. Olha, olha que bicho esquisito.
Credo. E agora eu faço o quê? Vou me trancar aqui dentro com esse lazarento, velho.
Ah, essa porta aqui convenientemente se abriu. Lembra que ela tava trancada? Pois é, agora tá aberta.
Corre que o bicho deve est atrás da gente, com certeza. Eu não tô gostando nada desse lugar. Eu sabia.
Lá vem ele. Pr onde é que eu vou agora, hein? Aí tem um botão.
Ah, já virei janta. Não deu tempo nem de respirar, bicho. Tá doido.
Vamos de novo. Vem pra cá. Aí, ó.
Aqui tem uns botão. Ai, lá vem ele. Sai, sai, sai, sai, sai.
Nossa, tá lotado de botão, velho. Ah, pelo amor de isso vai ser difícil. É, tem jeito não, rapaziada.
Aqui, ó, é, sai correndo, vira para cá, continua correndo e assim que você puder já agacha aqui. Aqui a gente pode tentar correr. Ai, tem uma frestinha aqui, ó.
Vai, vai, vai, vai. Beleza, passamos. O Hugwag não pega a gente porque aparentemente ele não pode se espremer, tá?
Mas aqui dentro a gente tem o que? Ai, achou a chave. Maravilha.
Ah, cara, mas olha pr esse hugwag camperando. Será que se eu me afastar ele some, amigão, sai daqui, caçamba. Agora vai, passa, passa.
Ah, tá de brincadeira com provavelmente com aquela chave a gente abre essa porta aqui. Posso ter morrido, mas pelo visto a chave continuou comigo. Obrigado, senhor.
Que bom, velho. A chave veio comigo mesmo eu morrendo. Tá, agora aonde eu coloco essa bateria?
Para cá não é porque aqui só abre com cartão. Então deve ser alguma coisa por aqui, né? Então vamos vir para cá.
Corre. Aqui não tem nada de bateria. Vem para cá.
Ele tá me pegando. Ele vai me pegar com certeza. Aqui, ó.
Foi. Agora continua correndo. Eu sou homem morto.
Ah, ele tá atrás de mim. Sai, Rugwag. Ô, mas esse bicho é muito chato.
Cartão vermelho, se eu não me engano, fica lá do outro lado. Então, pera aí, ó. Vamos esconder aqui primeiro.
Lógico que ele já tá na minha cola, esse bicho roubadaço. A gente vai trazer ele para cá, ó. Na verdade, eu acho que eu vou trazer ele para cá primeiro.
Agora sim, ó. Eu venho correndo. Corre, corre, corre.
Esconde aqui. Melhor é, ó. É bem ali na frente.
Deixa ele embora. Corre aqui pro cartão, xuxa aqui, volta e esconde por precaução. Problema é que agora eu acho que eu vou ter que tacar uma mão ali, cara, para poder passar o scan aí, ó.
Tá ali, ó. Vai, vai. Ah, não vai dar tempo, cara.
Vai, vai. Nossa senhora, quase que ele me pegou. Só que eu acho que eu não consegui abrir a porta h tempo.
Tempo de scan é muito grande. Ah, não, mentira. Foi, foi, foi, foi, foi, foi.
Bora. Tá. Nossa, fechou, graças a Deus.
Nossa, eu não acredito que eu passei pelo amor do crente Deus pai amado. Que perseguição foi essa, bicho? Rapaziada, eu falo com tranquilidade, nenhum, absolutamente, nenhum desafio de todos os cinco capítulos oficiais de Pop Playt foi tão difícil quanto essa carniça aqui.
Jesus amado, irmão. Essa porta abre, ela tá trancada. Ah, tá.
Tem uma hisória de madeira aqui que eu posso puxar. Ah, mas tem essa máscara aqui, ó, que eu posso pegar. Ah, vai ter fumaça vermelha, não vai?
Aí eu agacho aqui. Ah, o carrinho do Pop Playt capítulo 3. Que da hora.
Saudade dele. Vamos puxar aqui. Lá vai a outra irmão.
É como eu imaginava, ó. Gás vermelho. Mas como a gente tá de máscara, a gente tá protegido.
Ó, aqui tem uma porta com bagulho de energia. E essa porta aqui, ela abre. Aí, se eu tacar a luva ali, consigo pressionar ali.
Não. Ah, tá. Eu posso carregar energia, tá vendo?
Ah, mas só dava pr pegar um, obviamente. Aí tem um outro portão aqui. Essa porta aqui não abre.
Aqui tem uma outra porta. Caramba, tem porta pra caramba. Esse lugar aqui é gigantesco.
Pr abrir essa porta, parece que a gente vai precisar de quatro baterias. Ah, meu Deus do céu. Agora que eu percebi, o oxigênio acabou.
Ah, cara, onde é que eu me escondo agora? Eu tô lascado. Eu tô muito lascado.
Não, eu tô ficando doidão. Ah, eu tô morto. Eu tô muito morto.
Agora vamos voltar lá pegar mais oxigênio antes que a gente acabe sufocado de novo. Pega a energia de novo. Sai correndo.
Aí agora, ó, a gente agacha aqui, taca ali. Passou mais uma bateria e passa pro outro lado. E sim, eu só soube como fazer isso porque eu pesquisei na internet.
Vamos então xuxar a terceira bateria. Falta só uma. Eu só sei disso de novo porque eu pesquisei na internet, porque esse puzzle é simplesmente lazarento para você descobrir sozinho.
Você tá me vendo aqui resolver esse enigma? Rapidaço. Mas eu mesmo tô aqui há mais de 3 horas girando por esse labirinto e girando e girando sem parar.
Enfim, agora a gente finalmente coloca a última bateria e abre essa porta. Ah, tem outra porta que só abre com senha. Ah, mas pera aí, tem mais um moribundo aqui no chão.
Tem um recado do lado dele. Tá calma. Vamos pegar o recado.
Vamos voltar pra portona aqui pr pegar mais oxigênio que eu não sou doido. Você não vai conseguir sair. Eu não quero que ninguém saia daqui vivo, já que eu não consegui.
Você não vai conseguir progredir sem a senha. E eu construí ela para impedir que ninguém possa prosseguir. Mas bom, se você insiste em encontrar ela, então encontre você mesmo.
Não espere piedade. Esse lugar se lembra o que você trouxe com você. Os portões vão levar muito mais que o seu tempo.
Esse lugar se lembra o que você trouxe com você e os portões vão levar mais do que o seu tempo. Hã. Maluco, olha o que que o cara quer que eu faça, velho.
Nem quis falar nada durante esse take de tão tenso e absurdamente rápido. Eu tenho que ser. Taca a eletricidade aqui.
Pega essa aqui rápido, joga para cá. Puxa essa aqui extremamente rápido e joga para cá. Meu Deus, o criador desse jogo é completamente lelé da cuca.
A chave para seguir em frente. Comece do zero. Dois passos para cima.
Termine. Mate. Pressione.
Um passo para a direita. Finalize. Faça pesado.
Faltam dois passos. Corte. Faça parar.
Um passo para baixo. Enterre o que sobrou. Esse cara tá achando que eu sou da gangue do ScooD para ficar resolvendo o mistério a essa hora.
Mas eu acho que eu sei o que eu tenho que fazer. A carta começava falando comece do zero, ou seja, zero. Ele fala dois passos pra cima.
Dois passos pra cima é o cinco. Depois um simples passo para a direita, que no caso é o seis. Dois passos para a esquerda e depois um passo para baixo.
Dois passos para a esquerda é o quatro e um para baixo é um. Aê, deu certo. Reconheço que esse enigma foi bem interessante.
Aí o que de achos é isso aqui? Sei lá, mas eu peguei. Aqui a gente tem mais um bagulho de oxigênio, graças a Deus.
E outra parada de energia. Tá, mas aonde eu poderia aplicar essa parada de energia? Em alguma coisa aqui perto.
Ah, é aqui, ó. Era uma alavanca esse tempo todo. Aí eu puxo ela, venho aqui, tem mais um bagulho de Eu dei a volta, tá?
Mas pelo menos agora e jogo ali. Aí a gente abre esse portão. Eu dei a volta de novo.
Ah, eu já sei o que que é. Quer ver? Ó.
Taca aqui. Aí tem outro bagulho de energia aqui. Aí agora ai, problema que eu não sei para que lado que é.
Eu fui pro lado errado. É, era exatamente o que eu imaginava. É o puzzle final pra gente poder acender esses três pontos de eletricidade e abrir o que eu acho que é a última porta.
E aqui, ó, inclusive a gente tem mais um ponto de energia. Então, eu acho que eu sei o que que eu tenho que fazer. Só que para variar, eu vou ter que ser muito rápido.
Pega a energia. Agora a gente vem correndo. Pega essa energia, vira para cá.
Taca aqui. Pega essa aqui. Manda aqui.
Pega lá de cima. Taca aqui. E eu tenho que vir correndo aqui, ó.
Rápido. Pega essa e manda aqui. Nossa senhora.
Obrigado pela chave, meu senhor. Vocês estão vendo com tenso esse bagulho? Tá amarrado, doido.
Aí agora com essa chave tinha uma porta trancada lá no início de tudo. Antes da gente começar esse puzzle. Posso abrir ela?
Ah, agora eu posso. Boa. Aqui dentro a gente tem um saco de gente morta também.
Esse cartão azul. Ah, e agora eu tirei a máscara. Então, a gente já corre o mais rápido possível.
Xuxa esse cartão. Esse portão vai se abrir. Nada de Hugwag, graças a Deus.
Hugwag, macho peludo de 3 m. Você tá aí? Por favor, me diz que não.
Ai, ai, ai, ai, ai. Por que que tem ponto de me esconder aqui? Por isso, cara, eu nem vi de onde o lazarento surgiu.
Ó, a parada é a seguinte. Vem aqui, corre, corre, corre, corre, esconde. Cadê ele?
Ah, agora ele apareceu. Ele tá voltando, tá voltando, tá voltando. Vou fazer o seguinte, ó.
Vem aqui, pressiona o botão. Dá certo? Não.
Encontre um jeito de derrotar o hug de novo. Pera aí. Aquilo ali é uma bateria, tá?
Eu peguei. Agora corre para cá. Lá vem ele.
Lá vem ele. O lado de cá a gente tem um cartão, mais uma bateria. Isso é uma bateria.
Parece uma bateria, mas eu não tô carregando n minhas próprias mãos. Para cá a gente tem uma grade, tem alguma coisa ali dentro. Aí lá vem ele de novo.
Que chato. Mas pra gente poder ter acesso a essa grade, a gente tem que colocar uma senha, tá? Então, geralmente o hug tá indo pra aquela direção.
Então, ó, eu saio e eu corro para cá. Bora, bora, bora, bora, bora. Tem que ver o que que tem para esse lado aqui, ó.
Ah, mano, não tá de brincadeira comigo. É isso. Eu tô morto agora.
Vê que ele vai aparecer aqui. Aí, ó. Que que eu falei?
Ah, cara, qual é, mano? Tá, pera. Vamos aproveitar que ele foi para lá de novo.
Aí eu pego a primeira bateria. É, agora tem um papel do lado desse cara aqui, ó. Vamos pegar porque pode ter alguma coisa a ver com essa senha.
Eu eu não aguento mais. Tô muito cansado, muito assustado. E ele ainda tá lá fora.
Eu ouço, nas paredes. Eu tentei matá-lo, mas eu não consegui. Se alguém encontrar esse recado, por favor, termina o que eu não consegui.
Depois de abrir os portões, se esconda no armário quando ele vier. Quando ele ver o boneco, ele vai correr em direção a ele. Então, ele não vai perceber no chão quebrado logo abaixo.
Essa é a sua grande chance. Rezo para que olhos errados jamais entendam isso. O código é 3314.
Não leia, diga em voz alta. Pera. Então tem que atrair o rug para um boneco e aí na direção do boneco vai ter um buraco e o rug vai cair pelo buraco.
É 3 3 1 4. Não, não foi. Oxe, por que que 3 4 não foi?
Será que 3 4 quer dizer que é 3 3? Ou seja, 3 3 e um quatro seria só um quatro. Então a senha é 3 3 4.
Ah, não é possível que é essa palhaçada. 3 3 4. Aê, foi.
Agora volta que eu sei que o Hugwag tá vindo. Ah, pera aí, galera. Eu vim de lá, cara.
Esse túnel aqui que é novo. É por isso que o Hugwog tá indo para lá toda hora. Eu tinha botado na minha cabeça que eu tinha vindo desse corredor, mas não, a gente chega de lá mesmo.
O problema é que como que eu vou atrair ele para cá? O lazarento só fica indo para esse lado do corredor. Será que é seguro tentar ir agora?
Bora, bora, bora, bora, bora, bora. Vira para cá, ó. Tem um buraco ali, ó.
Ai, ô filha da mãe, por que que você não foi? Ah, cara, mais um labirinto. Pelo amor de Deus, era tudo que eu queria mesmo, viu?
Ô, malicência, eu nem sei o que que eu tenho que procurar nessa joça. Provavelmente o cartão amarelo, né? Ah, tá aqui, rapaziada.
Achei o cartão, ó. Agora o Hug tá paradão aqui. Isso.
Vai embora, amigão, pelo amor de Deus. Não, não, não, não, não volta, não. Não volta.
Nó, mas que ser insuportável. Agora a gente só precisa voltar para aquela parte inicial dessa fase. Ô, man, mas insuportá.
Bora, bora, bora. Corre, corre, corre. Vai, vai, vai, vai, vai.
Eu nem sei pr onde é que eu tô indo, bicho. Ai, tem uma bateria aqui, velho. Eu descobri só agora.
Não. E totalmente sem querer. E eu preciso Ai, as pecinhas que eu encontrei lá atrás.
Tem que colocar quatro dessas peças aqui para poder pegar aquela bateria. Vamos colocar o cartão aqui. A porta vai se abrir.
Ó, tem um bagulho ali. Já esconde de novo. Que acredita em mim, o Hugwag sempre sabe aonde eu tô.
Mas é, eu acho que eu peguei mais uma dessas quatro baterias que eu preciso. Só que ainda tem mais um item para eu poder pegar, que é mais uma manivela. Tá, agora tá faltando mais uma última bateriazinha.
Lá vem ele. Zero surpresa. É, isso significa então que a última bateria tá pro lado de cá.
Ah, não, não, não, não, não, não, pera aí, Rang, por favor. Agora não. Não, eu não acredito que o pulo no que ódio desse jogo, velho.
Vocês tm noção que vou ter que fazer essa carniça toda de novo? Ó, esse buraco aqui não tem porcaria nenhuma. Tá olhando o que, otário?
Eu acho que eu vou caçar todos os buracos primeiro para ver se eu acho. Qual? Ah, mano, não foi, mano.
Não vai. Meu Deus, achei a bateria que faltava. Não, mas que ódio, bicho.
Funciona direito. Porcaria velha. Agora é contar com a sorte ou com a armarinha.
Rapaziada, pera aí. Vocês não vão acreditar num macete que eu encontrei pesquisando na internet. Primeiramente, eu vou mudar o campo de visão de 60%, que é o normal do jogo, para 100%.
Aí agora ela vai ficar mais distante, tipo bagulho de speed runner de Minecraft, tá ligado? Aí agora se liga só. Quando eu encontrar um painel roxo, ao invés de eu ir pro buraco, se liga, ó, lá vem o hug.
Olha, vente utilizo a propulsão para dar um olé nele. Muito mais fácil desse jeito do que tentar acertar o buraco na parede. Muito bom, velho.
Curti demais. Quer ver? Ó, ele vai vir aqui.
Ah, não, pera aí. Aí não, né? Aí é armário mesmo.
Eu corro, ele vai aparecer aqui, não vai? Aí, ó, apareceu peiba. Olha de novo.
Aqui, ó. Eu tenho que eu tenho que subir. Aí eu errei.
Tá vendo? É porque tem um buraco que a gente tem que subir por causa da bateria. Eu acho que é esse aqui, ó.
Isso, é esse mesmo. Vamos pegar. Sai fora, hug.
Agora a gente sai fora mesmo. Aí, pera, lá vem ele, ó. Ó, peiba, vaza.
Ele fica um pouco bugado depois disso. Opa, pera aí, tem um buraco aqui. Oxe, não tinha visto esse buraco não.
E mais uma alavanca, cara. Pr que essas alavancas? Pega isso aqui.
Pega mais uma alavanca. 3 3 4. Mais uma alavanca.
Cara, eu peguei todas as baterias. Eu não lembro não. Eu acho que eu peguei só três de quatro.
Tá faltando uma. Ai, ai, ai, ai, ai. Viu aonde tá a última bateria?
Agora a gente vem. Coloca todas as quatro baterias rapidaço. Pega essa aqui.
Lazarento. Vai aparecer. Corre pro armário de novo.
Agora a gente tem que voltar com essa bateria lá pro outro lado. Cara, graças a Deus eu descobri esse esquema do painel roxo. Parece.
Vai aqui, ó, ó, ó, ó. Vem, vem, vem. Peiba.
Falou, otário. Agora sempre nas canelas. Vem para cá no modo speed runner.
Xuxa aqui. Aí agora a gente abriu essa grade aqui. Ah, não.
Tem que pressionar esse botão. Ah, as alavancas ali, ó. Ó, até peço desculpas, galera, porque eu tô entrando no armário o tempo todo.
É porque, cara, o Hugwag ele sabe o tempo todo onde a gente tá. Então, o lance é a gente deixar ele ficar bem longe. Aí a gente faz alguma coisinha e volta pro armário antes que ele pegar a gente.
A sequência é sempre essa. Por exemplo, ó. Agora eu acho que ele tá longe o suficiente.
A gente vem aqui rápido, coloca a alavanca, coloca, coloca, coloca. Beleza, foi. Aí, agora o esquema vai ser esse.
Eu espero ele se afastar, se afastar bem, puxo uma alavanca, escondo de novo. Vou repetir esse processo quatro vezes até eu puxar as quatro alavancas. Beleza, alavanca final.
Vamos embora. Puxa aqui. Não, eu puxei errado.
É aqui, ó. Isso. Ah, o boneco ali com buraco.
É isso que vai chamar atenção. Deu caçamba. Vai, otário.
Vai. corre atrás do boneco e ó abobado mesmo, viu? Falou, trouxa.
Aí agora eu faço o quê? Vai me dizer que eu vou cair nesse buraco também? Eu seria muito burro.
Ah, não. Não tem nem como eu passar dessa parte. Será que eu tenho que voltar de onde eu vim?
Porque essa aqui é a área onde rolou a primeira perseguição do hug. Ah, entendi. Agora a gente tem acesso a essa área aqui e foi aonde o hug apareceu pela primeira vez.
Gente, obviamente não tinha como entrar aqui dentro. Aí tem uma máquina aqui com uma chave. Ah, essa porta aqui, ó, ela estava trancada.
Beleza, encontrei um cartão vermelho. Ah, lembrei agora. É aqui, ó.
Tem esse bagulho esse tempo todo. A gente viu há um tempão atrás. Essa porta se abre.
Tem um buraco. Me diz que eu vou. É, eu vou.
Nossa. Ol. Ai.
Hum. Agora quebrou os ossos tudo. Aí, agora aonde eu tô?
Ah, esse é o rang do capítulo 5, todo estrunchado. Ô, mas o jogo não me deu nenhum segundo para eu pensar. Mais uma vez vou mudar o campo de visão da câmera pra 100%, que pra perseguição é o melhor esquema.
Abre a porta, pega o cartão, passa o cartão, abre a outra porta e cai no buraco. Lá vai, lá vai, lá vai, teiba. Então foi por isso que o Hugwag ficou todo cagado, não foi da queda do capítulo um, mas sim.
Pera aí, mas se esse é o prólogo, tá? Pera aí, depois a gente conversa. Ai, pr cá.
Vaza, vaza, vaza, vaza, vaza. E apostar quanto que esse lazarento corre pra caramba. Ô, meu Deus do céu, só corre.
Ué, tem uma fita aqui. Ai, vai, vai, vai, vai. Não, não vai.
Ô filha da mãe, vai. Calma, calma, Hug, calma. Falou, bobado.
Tô sentindo que a gente chegou no final do jogo porque essa sala não tem absolutamente nada. O Hugwag tá do lado de fora doidinho para me matar. E a única coisa que sobrou é essa fita aqui.
Vamos pegar ela, vamos xuxar ela. Olá, visitante, e seja bem-vindo às partes mais baixas da Playtime Company. Nós gostaríamos de começar dizendo: "Você não deveria estar aqui.
" É sério, você não tem passe, não tem liberação e definitivamente não tem permissão de estar andando tão longe no nosso subterrâneo. Mas tudo bem, erros acontecem, não? Você achou que estava explorando, seguindo um corredor, seguindo um barulho estranho.
Mas é aí que tá. Essa sessão nunca foi para os funcionários ou visitantes ou qualquer um ainda respirando. Entenda, essa sala que você está não faz parte do design da fábrica.
É uma sobra. Nós mantivemos selada por um motivo. E desculpe, eu me esqueci.
O meu nome não é Leif Pierre, nem ninguém contratado por ele. Eu não deveria estar falando, eu nem deveria existir aqui embaixo. E honestamente, o sistema de portões e portas desse lugar tá muito quebrado.
Tudo aqui embaixo tá caindo aos pedaços. decadente, abandonado. Você provavelmente estava esperando câmeras, alarmes, seguranças te observando nesse momento.
Não tem nada disso aqui. Sem câmeras, sem guardas, nada. Apenas o silêncio.
Então, aqui está você. apenas um visitante sem chave, sem propósito. E de alguma forma você encontrou o andar morto.
Não se preocupe. Não tem ninguém vindo para te salvar. Esse lugar nem se lembra que existe.
Cada tem os seus guardiões, cada sombra os seus guardacostas. Mas esse andar ele não deixa as pessoas saírem. Então vai em frente, olha a sua volta.
Não tem mais nada para ver. A sua recompensa está bem atrás de você. Que que eu falei?
Mas tava na cara quando eu vi a sala toda fechada que o Hugwag ia entrar e o jogo ia acabar comigo sendo brutalmente assassinado. Você acorda ofegante com coração disparado no peito. Foi apenas um sonho.
Ou pelo menos é o que você diz a você mesmo. O sonho começou no dia em que chegou a carta da fábrica da Playtime Company. A carta dizia que todos afirmavam que os funcionários haviam desaparecido há 10 anos atrás.
Depois daquele dia, você se sentiu na obrigação de ir até a fábrica da Playt Company. Mas o verdadeiro motivo de você ter abandonado o trabalho na fábrica continua sendo um mistério. Nó galera, só agora com essa última mensagem do jogo, eu entendi qual que é o lance do prólogo do jogo.
Eu inicialmente achei que esse capítulo zero, esse prólogo, seria sobre algum evento que rolou com outro funcionário tentando fugir da fábrica antes do protagonista ter ido no primeiro capítulo. Mas não, na verdade, esse capítulo zero, ele tenta explicar a grande motivação que levou o protagonista a ir até a fábrica. E aí sim começa a jornada dele de verdade, não em sonho por todo o inferno que ele passa ao longo de todos os capítulos do Pop Playticial.
Fato, na história oficial do jogo, uma das motivações que o protagonista tem para poder ir pra fábrica é uma carta que ele recebe falando que os funcionários desapareceram há mais de 10 anos. Mas aí nesse Fun Game foi acrescentado um extra que o protagonista depois que recebeu a carta teve também um sonho onde ele se imaginava passando pela Playtime Company e passando por todo o inferno que a gente teve nesse capítulo zero com Hugwug perseguindo o protagonista e ele acabando sendo morto. esse sonho junto da carta fez a grande motivação que levou ele aí para a fábrica e aí sim a gente começa os capítulos normais de próprio playt, só que obviamente isso aqui não passa de um jogo feito por um fã.
Inclusive a gente até viu o autor em alguns momentos ele errando na história oficial de Pop Playtime quando ele revela que o protótipo é o Elliot, sendo que no capítulo 5 a gente descobre que não é o Elliot, mas sim o Olly, um provável filho adotivo do Elliot. Mas é compreensível, muito provavelmente quando esse autor criou esse jogo não tinha o capítulo cinco ainda. Então dá pra gente entender também.
Dá pra gente ver que o cara fez esse jogo com muita paixão, com muito amor e carinho. A gente percebe que ele desenvolveu esse jogo com muita atenção, muita dedicação, principalmente quando a gente observa que tem fitas no jogo igual no Pop Playt original. Então, apesar de eu ter me estressado em vários momentos desse jogo, porque como vocês viram tem algumas falhas ou o jogo exige demais de você ser muito rápido e ter um reflexo muito grande para pegar isso aqui, jogar para lá h tempo antes que o portão feche.
Então, tem momentos bem estressantes e o jogo é muito difícil para um pop playtional, mas mesmo assim eu achei bem da hora o jogo, uma iniciativa muito interessante, o principal de tudo, feita com muito carinho. Então, o criador desse jogo tá de parabéns. Esse foi então o Pop Playt Prólogo ou se vocês preferirem o capítulo zero de Pop Playt feito por um fã.
Eu espero que vocês tenham gostado. Se vocês curtiram, por favor, deixa seu like. Agora se vocês dão licença, eu vou ali dar uma surra no protótipo.