Fala gente, tudo bem com vocês? Gente, eu venho aqui reagir a um vídeo de um besterol. Por isso que eu falo, crente é um caso sério.
É um caso sério mesmo. Já falei que são muitos desonestos, não conhece muita coisa de Bíblia e fala pelos cotovelos. Paulo copiou algo do Evangelho de Lucas.
Sabe o que eu acho mais interessante? É que tem gente que não estuda direito, fala um monte de mentira, como eu venho falando. Aqueles que se apresentam como apologistas são carregados de viés de mentira, de desonestidade e tantas outras coisas.
A academia vai dizer, colocar que a cartas, as cartas de Paulo foram escritas primeiras e até hoje já desafiei todos os apologetas e nenhum deles conseguiu me provar quatro evangelhos escritos no primeiro século e seus respectivos autores, desacores. Até hoje ninguém aceitou debater esse assunto comigo, né? Sabe por quê?
Porque prefere andar na mentira. Agora surgiu um aí dizendo que Paulo copiou algo do evangelho de Lucas inserido no seu evangelho, inserido nas suas cartas. Se sim, existe uma contradição tremenda.
E olha quem eu vou apresentar aqui diz que a Bíblia é confiável, inspirada, inerrante de tantas outras coisas. Acho que tem gente que não se atualiza, não tem se mancó e já falei, gravar react é fácil, encarar ao vivo é outros 500, né? Vamos ver o que que um camarada falou de de uma grande aberração.
Uma grande aberração. Vou colocar o vídeo aí, vou compartilhar e vamos ouvir a asneira que o camarada ensinou. Preste bem atenção, vai falar a respeito da minha pessoa.
Olha isso, que lindo. Olha só, ele vai dizer que Paulo copiou algumas coisas do evangelho de Lucas. Quer ver?
>> Falar que o próprio Paulo cita o Evangelho de Lucas. >> O próprio Paulo cita o evangelho de Lucas. Tá colocando o Evangelho de Lucas foi escrito antes das cartas de Paulo.
Olha isso. >> Lá em Primeira Timóteo 5:18. >> Fundamento dele.
Primeira Timóteo 5:18. Só tem o problema desse apologista aí. Ele esqueceu que a P Timóteo epí do epígrafa, que não é de Paulo, que é o consenso acadêmico, infelizmente é isso aí.
É esses camaradas aí que vocês dizem que me recutam, é esses aí que não sabe de nada. Vou colocar aqui o o resto quando ele diz: "Pois a escritura diz: "Não abordasse o boi enquanto está debulhando cereal e o trabalhador merece o salário". Então veja, ele tá citando dois textos da escritura.
O primeiro tá lá em Deuteronômio, mas o segundo a gente não encontra em texto nenhum do Antigo Testamento. Onde é que >> não encontra em nenhum texto do Antigo Testamento? Vai encontrar onde?
Em Lucas. Aí o apologista que que ele deduziu? Pronto, Paulo cumpriu de Lucas.
Ô meu Deus, >> a gente encontra que o trabalhador merece o salário. Isso a gente vai encontrar lá em Lucas 10:7, quando Jesus diz que o trabalhador merece o seu salário. Então, inclusive, se você for no grego, aliás, no grego não, >> no grego, >> você vai ver que a própria ordem das palavras no grego tá exatamente igual, tá lá no texto que Paulo cita.
Então, sim, Paulo estava citando o Evangelho de Lucas, o que prova, uma das muitas evidências que a gente tem, que prova que o Evangelho de Lucas foi escrito muito antes da data que os teólogos hebrais dizem. Inclusive, eu tenho um vídeo refutando a teoria do Sabino de que os evangelhos são no segundo século. Uma teoria completamente ridícula, estapa Fúd, realmente.
Na verdade, tudo indica que o Evangelho de Lucas foi escrito antes mesmo das cartas de Paulo, pelo menos a maior parte delas. Então, quando Paulo escreveu, ele já conhecia o evangelho de Lucas, como também já devia conhecer outros evangelhos. Consequentemente, ele já sabia do nascimento virginal, porque se ele citava Lucas e Lucas traz o nascimento virginal, então Paulo conhecia o nascimento virginal e ele nunca se opôs a essa doutrina.
Então, ironicamente, aquilo que o Sabino argumenta vai contra ele, né? Porque ele argumenta aqui que Paulo não conhecia os evangelhos. Então, na verdade, essa doutrina do nascimento virginal, ela surgiu no período posterior a Paulo, sendo que, na verdade, o contrário.
Paulo que escreve depois dos Evangelhos que narram o nascimento virginal. Então, essa doutrina já era amplamente conhecida e corrente na época dele e ele nunca se opôs a ela. E justamente porque não tinha ninguém que se opunha essa doutrina naquela época, que ele não precisou escrever explicitamente sobre isso.
E assim, gente, >> isso é achismo, tá gente? Tudo que ele tá falando é achismo. Não tem fundamento nenhum.
Nenhum fundamento, achismo. Vamos lá. >> Eu realmente gostaria de comentar mais coisas desse debate.
>> Bom, enfim, essa aberração. Vamos dar uma aula aqui. Vamos dar uma aula.
Vamos dar uma aula porque pessoas incapacitadas, né? Não tem fundamento nenhum. Vocês viram que eu aula isso aqui agora.
Paulo citou algum evangelho? Alguns apologistas dizem que Paulo em suas cartas fez menção dos evangelhos escritos em seu período. A argumentação do idiota aí.
Mas será que procede a informação? Um bom exemplo se vê no segundo enunciado abaixo, onde o que parece coincide quase literalmente com Lucas 107. Primeira Timóteo 5:18 diz assim: "Porque diz a escritura: não ligarás a boca ao boi que debulha e digno é o brilho do seu salário".
Mateus 10:10 diz assim: "Nem a forge para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bordão, porque digno é o operário do seu alimento. " Ok? E ficai na casa comendo e bebendo do que estiverem, pois digno é obreiro de seu salário.
Não andei de casa em casa. Chama atenção é a parte isolada de uma expressão, hein? Parte isolada de uma expressão totalmente fora de contexto enfim.
Diante disso, a interpretação apologética sustentou o que? Como esse camarada aí, Lucas já estava redigido e circulando. O autor de Primeira Timóteo o conhecia como escritura.
Portanto, já havia reconhecimento formal de um evangelho como grapé, como escritura. Análise histórico-crítica, contudo, relativiza essas inferência. Estudiosos alegaram que a expressão escritura significava apenas o Antigo Testamento para os cristãos até o final do segundo século.
Estudiosos se opuseram fortemente a sugestão de que havia qualquer tipo de escritura cristã nesta época e sustentaram que apenas a primeira citação é considerada escritura. São vários estudiosos. Agora, o problema para esse camarada é esse falso apologista.
Autoria e natação de Primeira Timóteo. A maioria dos especialistas contemporâneos consideram as pastorais deuteropaulinas. Ele não sabe o que que é isso.
Se soubesse não tinha falado merda. Datando-as entre 80 a 100 ou mesmo no início do século argumentos principais para isso são vocabulários substancialmente distintos do corpos paulinos. indiscutível, as cartas consideradas legítimas, estrutura eclesiásticas mais desenvolvidas aí na epístola de Primeira Timóteo, epíscopos, presbíteros, institucionalizados.
E por último, combate as formas de protognosticismo. Isso ele não sabe. Sabe por que não sabe?
Porque não tem capacidade para estudar a respeito disso. O negócio é fazer como muitos apologistas vem fazendo, usar da desonestidade e da mentira. Autêntico ou não.
Se Primeira Timóteo não for autêntica de Paulo, como sustenta a parte significativa da crítica histórico-literária contemporânea? Então, sua composição deve ser situada no final do século Io ao início do século II. Nesse cenário, o texto já pertencia a um contexto eclesial pós-apostólico, no qual tradições evangélicas escritas, possivelmente os próprios evangelhos sinóticos, estariam em circulação mais ampla quando o autor que não foi Paulo de Primeira Timóteo escreve a epístola e aí lógico, se tem alguma coisa circulando, ele vai lá e faz um.
Só como o camarada não sabe disso, né, do que é o consenso acadêmico a respeito do que foi de Paulo e do que não é de Paulo, ele não sabe. Então, na cabeça dele Paulo, na cabeça dele Paulo escreveu a epístola de primeira Timóteo e citou o evangelho de Lucas. Mas quem falou para você que foi Paulo que escreveu a primeira epístola a Timóteo tivesse estudar não passaria vergonha agora, né?
Assim, uso apologético de Primeira Timóteo 5:18 como evidência de reconhecimento do evangelho escrito ainda no tempo de Paulo torna-se metodologicamente problemático. Se a epísola é Deuteropaulina, então ela reflete uma etapa posterior da tradição cristã, quando a autoridade textual dos Evangelhos já começava a se consolidar em algumas comunidades, enfraquecendo o argumento de que o reconhecimento formal de um evangelho como graf ocorreu ainda durante a vida do apóstolo. O grego, nós temos o grego.
Onde está a diferença aí mesmo? Hã? Onde está a diferença aí entre primeiro Timóteo, Mateus e Lucas?
A palavra misto, que Mateus 10:10 traz trofes e Lucas traz misto. Ok? Axos ro é gratest mistu ao tu.
Axos garestes profés au tu. Uma variante aqui chama-se de variante. Aqui chama-se de variante.
É axus garro gratestumist au tu. Qual a fonte? Embora o versículo apresente correspondência verbal notável com Lucas, especialmente na cláusula axel e gratese do biscu digno ao trabalhador do seu salário.
O texto não identifica explicitamente a fonte como evangelho segundo Lucas. Identifica. Identifica.
Não, né? Não, né? Mas na cabeça do apologista tem que fazer isso, tá?
Porque isso é uma correspondência verbal. Aí então pegou de fulano, de tal. É só que era algo comum.
A oralidade do mesmo assunto era algo comum tanto para Mateus como para Lucas. O que você tem são variações. Uma variante, só que na cabeça do demente que não sabe de nada, não copiou de Lucas.
Aqui trata-se de uma oralidade do que era comum. Por isso que Mateus e Lucas traz a mesma oralidade, porém com variações diferentes. Não estudou, né?
O texto não identifica. OK. A introdução por meio da forma leggar regrafe, pois a escritura diz, não especifica qual obra foi citada.
E a expressão pode funcionar como fórmula de autoridade tradicional, não necessariamente como referência a um evangelho canônico já fixado, porque na cabeça do demente aí já existiu o canon lá no primeiro século dos evangelhos. Deveria estudar um pouquinho mais a respeito da canonização e do anonimato dos quatro evangelhos no primeiro século, né? Mas não Paulo conhecia evangelhos escrito no primeiro século e seus respectivos autores.
Me prove se os pais das Vou deixar para lá que eu não vou nem começar aqui porque eu não vou perder muito meu tempo com com babozeira não. Vamos lá. Além disso, as palavras possuem forma paralela com Mateus, o que indica que o dito circulava como tradição independente antes mesmo da redação final dos evangelhos.
Filho, deixa de ser burro, deixa de ser ignorante, vai estudar um pouquinho mais, debater comigo ao vivo. Não quer debater os podcast da vida, né? Não é isso?
Vai, te desafio. Vamos, vamos debater. Paulo conhecia evangelhos escritos?
Paulo dependeu de evangelhos escritos. Vamos, eu lhe desafio nos paus de cast debater. Então venha.
Porque não aceita? Sabe o que não aceita? E você é um bunda mole.
Tá aí. Lógico, falar só da minha pessoa é fácil. Refutar os argumentos com fundamentação e não com achismo, aí você é incapaz.
A diferença elical, a diferença eltical entre mistóos, que é salário em Lucas e Trofé alimento sustento em Mateus sugere fluidez na transmissão típica de tradição oral pré-redacional. Tal variação é compatível com a hipótese de que o dito pertenceu a um a um extrato anterior comum, frequentemente associada à chamada ponte que ou a tradição catequética missionária primitiva. Ele não sabe disso.
A forma proverbial da expressão apresenta a estrutura sapiencial concisa, característica de máximas itinerantes empregadas em contexto de instrução prática. a literatura judaica, não vou nem ler isso aqui. Diante disso, a hipótese dependência literária direta de Lucas por parte do autor de Primeira Timóteo não pode ser demonstrado de maneira conclusiva.
A coincidência verbal pode ser explicada alternativamente pela circulação de tradição oral comum anterior à redação lucana ou mesmo por acesso a uma coleção de palavras independentes, que é isso que Lucas vai fazer. Segundo o evangelho de Lucas, em seu prólogo, ele vai compor o seu evangelho com base em quê? Com base naquilo que muitos já tinham escrito.
Só que na cabeça do apologista não, Paulo dependeu de Lucas. Só que Lucas tá dizendo que quando ele vai compor o seu evangelho dependeu de muitos que já estavam escrevendo. Que ponto chega a ignorância do ser humano?
Aí na cabeça do apologista dependeu de Lucas. Ah, não pode ter dependido dos muitos o qual Lucas dependeu. [risadas] Consegue provar o contrário agora?
Não, né? Esqueciu dessa do prólogo, do próprio prólogo de Lucas? Muitos já estavam escrevendo.
Só que na cabeça do falso apologista que não sabe de nada, lógico, os crentes que acompanham dele também não estudam. Aí tem que estar comendo essas merdas. Esses besteróis.
Continuo mais uma reputaçãozinha para vocês, tá? Para achar que esse é o meu bamb bamb bã. Só que me enfrentar ao vivo em podcast não me enfrenta não, viu?
Porque não é homem não. Não tem cunhão para isso não. Tá.
O desafio tá feito aí. Tá. Tá.
Tá feito. Vai correr. Lógico que vai correr.
Sempre correu. Vamos lá. Us da palavra grafé.
Escritura. A construção leggegar gar regrafé. Porque diz a escritura, introduz duas citações coordenadas por Caito.
Primeiro, Deutor 25:4 e o segundo, a expressão digna ao trabalhão do seu salário. A leitura apologética sustenta que ambas as passagens são igualmente qualificadas como escritura, implicando o reconhecimento formal do evangelho como parte do cano neotestamentário ainda no período apostólico. A problemática.
Contudo, essa inferência exige maior cautela filológica, histórica, canônica. O primeiro texto de Deutoo 25:4 é inequivocamente parte da escritura judaica, cuja autoridade era universalmente reconhecida nas comunidades cristãs primitivas. O segundo enunciado, porém, carece de identificação escrita como evangelho segundo Lucas e pode ter sido incorporado sobre a mesma forma introdutória por associação retórica, não necessariamente por equivalência canônica formal.
É isso que ele quer colocar. Texto normativo. Do ponto de vista sintático, a expressão leggar regrafé funciona como fórmula estereotipada de autoridade.
Uso do artigo definido, o regrafé no singular não exige a existência de um cano fechado nos moldes posteriores, mas frequentemente designa o conjunto funcional de textos reconhecidos como normativos em determinado contexto comunitário. A patrística vamos para piorar. Ademais exemplos patríos do segundo século mostram que há aplicação do termo grafé e escritura.
A escrito cristãos ocorreu de maneira gradual e não uniforme, só que na cabeça dele não, já existia. Em autores como Justino Mártir, por exemplo, os memoriais dos apóstolos são lidos liturgicamente ao lado dos profetas, mas o vocabulário técnico de Canon ainda não estava plenamente estabilizado. Só que na cabeça dele vai falar que memoriais dos apóstolos, né, vai colocar quem memoria dos apóstolos apenas quatro.
Não sabia que Marcos e Lucas foram apóstolos, mas tudo bem. Mas na cabeça dos camaradas. É isso, tá?
A retoprojeção na crônica. Afirmar assim, afirmar que Primeira Timótio 5:18 demonstra reconhecimento formal do evangelho escrito como parte de um cano neotestamentário já definido, é o que ele coloca. Pressupõe uma retroprojeção anacrônica.
No horizonte dos primeiro e segundo século, a escritura era a categoria funcional e relacional, não ainda o porpus fechado juridicamente delimitado. Vamos lá. Se Primeira Timóteo for datada entre 80 e 100 depois de Cristo, como sustenta parcela expressiva da crítica contemporânea, então sua composição ocorre em período no qual o Evangelho de Lucas, geralmente situado entre 80 e 90, já poderia estar redigido e em circulação em determinadas comunidades.
Nesse cenário, a eventual correspondência entre Primeira Timóteo e Lucas não seria cronologicamente problemática. Realmente não seria, que é o que a academia coloca. Primeira Timóteo é escrito entre 80 e 100 e o evangelho de Lucas 80 e 90.
Só tem um problema aí. Nesse período Paulo não estava vivo. Tá vendo como que é burrice?
É assim que recuta com fundamentação. Use a academia. Prove.
Prove. Crítica contemporânea. Crítica contemporânea.
Vai lá. Hay Brown. Quer falar de Raymon Brown?
O cara que sistematizou o sensus plenor que vocês apologistas defendem. Bartman. Tá difícil aí?
Difícil né? Quem é Brown agora? Vai falar que o quê?
Que o cara é o quê? Ah, o cara não defende a crenção de Bra. Não é ele que sistematizou o tal do sem suspenio que tem um significado profundo.
É o que ele está dizendo. É ele quem está dizendo. É ele quem está colocando datações em primeira Timóteo, evangelho de Lucas.
E agora? E agora? Hã?
Como hein, meu queridinho? Como agora o seu fundamento? Paulo tava vivo em 80.
É, meu Deus do céu, autoridade textual e não can não vou nem falar isso. Pseudônimo ou não. Vamos lá, vamos provar.
Além disso, Primeira Timóteo foi considerado pseudônimo, hipótese defendida por diversos estudiosos com base em critérios linguísticos, eclesiológicos e históricos. Então, o argumento apologético, segundo o qual Paulo reconheceu Lucas como escritura, perde sua base histórica. Que lindo isso, né?
Poxa, Bartman não. Bartirma não tem autoridade para esses camaradas, não. E tem uns lixos por aí para defender fé e crença.
Não tem nenhuma autoridade. Bartirma é um lixo Bartma, né? Bom, enfim.
Nesse caso não se trataria de testemunho apostólico direto, mas de um autor posterior escrevendo em nome de Paulo, já inserido em contexto no qual tradições evangélicas escritas estavam mais amplamente difundidas. O reconhecimento, portanto, seria obra de uma geração subsequente, não evidência de canonização no período paulío, paulino autêntico. Sob essa perspectiva, o texto não documentaria a origem apostólica do conceito da escritura neotestamentária, mas antes uma etapa de ampliação progressiva da categoria grafé ou escritura, na qual determinados escritos cristãos passaram a ser funcionalmente equiparados à escrituras judaicas no discurso argumentativo.
Portanto, mesmo admitindo a circulação mesmo admitindo a circulação lucana no período proposto, o dado comprovaria no máximo uma fase intermediária de reconhecimento autoritativo, não a existência de um cano formalmente estabelecido, tampouco uma declaração apostólica inequívoca da inclusão de Lucas no corpo escritural. Vamos falar da recepção patrí que ausência de conclusão canônica imediata. Não falar do caso de sobre isso aí.
Vamos lá. No século teriro, origens empregou distinções classificatórias que refletiam estádios intermediários do processo. Ele reconheceu quatro evangelhos recebido pela Igreja Universal, mas também mencionou escritos discutidos.
Escritos discutidos. Só que na cabeça do nosso ego, Or fala isso. Circulavam-se vários evangelhos, vários várias escrituras, só que na cabeça dele veio de Lucas.
Ai meu Deus do céu, é difícil, é difícil. Mas por que você pega, pega primeiro também Primeira de Coríntios 11 245? Porque essa expressão só existe no evangelho de Lucas também.
Fazer isso em memória de mim. Só existe em Lucas também no ato da c de Lucas lá. E aí dependeu de Lucas também.
vai piorar um pouquinho. Em Primeira Coríntios 11:23, Paulo escreve: "Eu recebi do Senhor que também vos ensinei. " Esse binômio, o parelabon e parédoca, é uma fórmula típica de tradição rabínica e judaica utilizada para indicar transmissão do ensinamento recibido de autoridade prévia.
Vamos para linguística. Linguisticamente, o uso de paralelabon e paredo indica formalidade e reconhecimento de origem externa da tradição, característica de fórmulas deorá judaica e de escolas rabínicas que preservavam sentenças e máximas oralmente. Oralmente.
E agora? Ah, pegou do evangelho escrito. Aí você vai desconstruir o fundamento de grandes e você deixa para lá.
Estudos comparativos mostram que essa dupla forma aparece também na literatura midrástica em outros contextos de transmissão de ensinamentos autoritativos. Do ponto de vista da crítica sexual e literária, essa conção indica que Paulo não estava compondo uma frase original própria, mas reproduzindo tradição recebida. Tradição oral ou escrita.
Se a epístola fosse derivada diretamente de Lucas essa passagem e Primeira Coríntios 11 também que está somente em Lucas, tá? Fazer isso em memória de mim. É só Lucas registra isso, tá bom?
Outro evangelho. Vamos lá. Se a epístola fosse derivada diretamente de Lucas ou outro evangelho escrito, seria improvável que Paulo empregasse uma fórmula que pressupõe transmissão independente prévia, pois a narrativa lucana já estaria fixada em forma literária e disponível para aceitação direta.
É só falar segundo Lucas, Evangelho segundo escreveu Lucas. Ou seja, a presença do binômio rabínico reforça a ideia de tradição oral pré-lucana que circulava entre comunidades antes da redação final do evangelho. Adicionalmente, a ocorrência de paralelos sexuais entre Primeira Corizão 23 e Lucas 22 1920 pode ser explicado como acesso à tradição oral comum, que é isso que Lucas vai escrever em seu evangelho.
Lucas dependeu de várias fontes, só que na cabeça do camarada não. Lucas dependeu de várias fontes, escreveu esse evangelho. Agora Paulo dependeu do evangelho de Lucas.
[risadas] É isso aí que diz que me recupa. [risadas] Só pegar o prólogo de Lucas. Ô meu Deus.
O padrão rabínico, empregado por Paulo demonstra autonomia na na recepção e transmissão e evidencia que a fista documenta camadas históricas de tradição pré-evangélica distintas do produto final literário do evangelho lucano. Cronologia. A primeira carta aos Coríntios, preste bem atenção, múmia paralítica, é amplamente datada entre 53 e 55, baseada em reconstruções históricas do ministério de Paulo, referências internas.
O evangelho de Lucas, por outro lado, é geralmente situado entre 80 e 90 depois de Cristo, segundo critérios literários, teológicos e históricos. Se essa cronologia forem aceitas, torna-se evidente que Lucas não poderia ter sido fonte literária para Paulo, já que a epístola Paulina precede em cerca de 25 a 35 anos da redação do Evangelho de Lucas. E aí é a segunda fonte.
Só existe do evangelho de Lucas também, meu querido, a respeito da ceia, fazer se memória de mim. Aí Paulo também quando escreve sua carta para dependeu do evangelho de Lucas. Hã, tinha esquecido desse texto.
Era esqueceu pelo visto, né? Prove o contrário aí, meu querido. Use fundamentos.
Meu Deus do céu. Isso aqui é tudo referência bibliográfica, tá, gente? Tá aqui, ó.
Tá aqui, ó. Tô colocando o que eu acho que eu penso como esse camarada. Não, pega lá o versículo em português, coloca o que ele acha, o que ele pensa, o achismo, a mentira e a desonestidade.
E aí vocês estão achando que esse é um camarada pário que diz que me reputa? Só sabe falar abobrinha, rapaz. Uso do Evangelho de Marcos Lucas parece utilizar Marcos como ponte, sendo sua narrativa paralela independente em múltiplos episódios.
Desenvolvimento eclesiológico. Lucas apresenta estrutura e terminologia mais avançada sobre instituições da igreja, prática litúrgica e circulação missionária compatíveis com comunidade pós-paulina. Perspectiva 70 depois de Cristo.
Vou até deixar para lá, não vou nem colocar mais. Consequentemente, qualquer hipótese de dependência literária de Paulo em Lucas enfrenta o problema cronológico sério, tornando altamente improvável que citações deriv diretamente do Evangelho canônico lucano. A explicação mais plausível é que Paulo e Lucas teriam acesso a tradições orais comum preservadas e circulantes nas primeiras comunidades cristãs, que isso é o prólogo de Lucas.
Mas aí não tem que mentir para os crentes aplaudirem. Justino Mar, vamos lá. análise da redação entre os escritos paulinos e os evangelhos deve considerar não apenas cronologia e autoria, mas também formas de transmissão de tradição.
Tiro Martin, vamos lá. O Chino Martin em sua obra apologia descreveu a eucaristia utilizando linguagem própria a Lucas e Paulo. Por exemplo, a expressão tomai e come é meu corpo, ecua Lucas e Primeira Coríntios.
Mas Justino não tratou de dependência literária. Ele assumiu a tradição como recebida dos apóstolos. Isso será dito.
Fergon vai dizer na página 356, mas não na cabeça dele é isso. Infelizmente é isso. Dependeu.
Hum. Comparando a linguagem de Lucas e Paulo, observa-se que Justino preservou estrutura, léxico e sequência narrativa, mas sem reproduzir texto escrito de Lucas. O que circulou foi tradição oral consolidada, que permitiu a Justino replicar o conteúdo com fidelidade, respeitando tanto a forma quanto o sentido teológico.
Além disso, Justino evidencia como a tradição oral, pois foi a forma eucarística, não dependia de textos canônico fixos, mas de memórias transmitidas em comunidades, liturgias e catequeses, mostrando que a patrística antiga se apoiava em tradição autoritativa transmitida oralmente. Irine Dineu, segundo século também. Em sua obra contra as heresias, citou Primeira Coríntios 11 para afirmar a realidade do corpo de Cristo, combatendo os docetistas.
Ele reproduziu o núcleo léxicográfico e sintático paulino, alinhando-se com um padrão de transmissão apostólica. Comparando com Lucas, percebe-se que Irineu manteve coerência temática e verbal, mas não pressupôs dependência literária, pois seu objetivo era confirmar a autoridade, historicidade de um ensinamento, não demonstrar filiação textual. falar de origem, não vou nem perder meu tempo com isso.
Aí tem um problema grave que aí o apologista esquece como ele defende inspiração, inerrância e confiabilidade que a Bíblia confiava. Olha o erro qual ele caiu. A própria Bíblia vai refutá-lo agora.
O seu próprio Paulo que você falou que dependeu do evangelho escrito de Lucas, vai reputar lá agora. O seu Paulo deve ser o mentiroso. Ó gente, eu escrevi um livro aqui, Paulo, um personagem lembro do Novo Testamento, uma análise crítica das cartas de Paulo, mais de 800 páginas.
Olha no erro que esse camarada caiu. Vamos concordar. Preste bem atenção.
Vamos colocar que Paulo escreveu primeira de Timóteo, capítulo 5, versículo aá 18. E dependeu do evangelho de Lucas, conforme afirmou o apologista aí. Aí eu pergunto, Paulo escreveu por inspiração?
Todos dirão que sim, ainda mais esse. Então Paulo se contrariou. Por que, professor?
isso daqui, ó. Ele esqueceu desse detalhe. Preste atenção à contradição.
E para eles não há contradição, tá? Paulo disse assim em Gálatas 1:11. Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens.
E agora? E agora? Não é segundo os homens.
Como então Paulo pode depender do evangelho de um homem? E para piorar o próximo versículo, porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo. Eu não vou nem fazer a análise exegética que eu tenho aqui.
Não vou nem fazer isso. Só leitura no português é o suficiente para esse camarada abaixar um pouco a bolinha dele. A expressão não aprendeu.
A cláusula Rute Daxten reforça a negação iniciada com udar ego para antropo parelabo autó ampliando a por paralelismo retórico. O verbo didásico no auristo passivo indica recepção formal de instrução. Sua negação exclui que Paulo tenha aprendido o evangelho por mediação humana.
Do ponto de vista sintático, o encadamento rude ute alá estabelece uma progressão lógica. Nega-se origem humana, nega-se o processo pedagógico humano, afirma-se positivamente a origem revelacional. Assentute de Darstein não apenas repete a ideia anterior, mas especifica que o evangelho paulino não provém de transmissão didática ordinária.
A negação é um abrangente, exclui tanto tradição informal quanto instrução formal como fonte determinante de mensagem. Aí eu pergunto, Paulo dependeu do evangelho de Lucas escrito para compor primeira Timóteo 5:18, colocando que foi Paulo quem escreveu primeiro Timóteo 5:18. Só que você esqueceu desse detalhe, né?
Não foi Paulo que escreveu primeira Timóteo. E as fontes aqui é oralidade comum, só muda a variação. Apenas isso.
Vai estudar um pouquinho mais que é melhor antes de ficar aí. falando um monte de mentira, besteiras, desonestidade, papagaiada. É a única coisa que você sabe fazer.
Eu tenho vergonha de ver pessoas desse tipinho e um monte de gente aplaudindo, achando que está abafando, sem fundamentação nenhuma. Mas fica aqui o desafio. Tá aí.
Vamos. Escolhe o tema. Escolhe o tema aí, apologista.
Vamos ver se você tem cunhão para debater ao vivo no podcast. Ou vai encher de mimimi. Ou vai usar de hombinha.
Vai usar de mimizinho. Vai. Hã, e agora tá aí o desafio lançado.
Aguarda sua resposta. Debate comigo em podcast ao vivo. Podcast Diálogo Livre.
Espero você. Quero ver se você é tudo isso mesmo que você disse: "Venha que eu lhe espero". Engula essa.