Trabalhar com grupos né e eh e cada grupo fazer uma atividade diferente tem um grupo que vai se destinar exclusivamente eh a trabalhar com a parte de segurança do trabalho né segurança nessa na na mineração outro grupo que vai trabalhar então com essa parte eh da visita Campo da descrição do do material lá no campo né da Rocha lá no campo a gente tem que lembrar Ah mas é a disciplina de Mineralogia que tem a ver a rocha bom to como vocês sabem toda a rocha é formada por minerais né então a gente vai ter
vai poder olhar lá a mineralogia dessa rocha a gente vai poder identificar os minerais né o que for possível eh talvez a gente consiga coletar outras amostras a gente consiga fazer lâmina talvez a gente consiga fazer outro tipo de análise Então vai ter um grupo que vai se concentrar com essa parte de Campo vai ter um grupo que vai se concentrar Com a segurança de do trabalho né com as normas de segurança vai ter outro grupo que vai se concentrar eh com a interpretação de análises químicas né então a gente vai trabalhar isso também na
nossa disciplina eh a disciplina não vai ser só ver minerais tá então eh vai ser uma disciplina que a gente vai vai trabalhar tanto a parte de mineralogia quanto a parte de petrologia vocês sabem eh já vou aproveitando e já vou entrando aqui na na disciplina vocês Sabem qual é a diferença de mineralogia e petrologia Alguém tem uma ideia e pode falar alguma coisa por que que tem esses dois nomes por que que a gente não chama de uma coisa só Alguém tem uma uma ideia Vamos lá gente vou chutá-lo passar vergonha não não não
tem passar vergonha nada Chuta aí vai lá Michele Eu imagino que a parte de petróleo sejam cadeias carbônicas né ou não Hum não não eu vou te dizer sim e não tá tu não tá completamente errada mas também tu não tá completamente certo a parte bom ambas são eh São do ramo da geologia né das ciências eh geológicas né tanto a mineralogia quanto a petrologia o que muda de uma para outra é o objeto de estudo ou seja eh enquanto a mineralogia o objeto de estudo são os minerais e e Quando eu digo objeto de
estudo são os minerais eu digo que aqui está relacionado ado com a com eh Quais são os minerais que compõem a rocha eh qual é o tipo de mineral eh qual é o sistema cristalino eh como eu faço eh quais são as propriedades desses minerais e quando eu falo em propriedades eu falo em propriedades tanto físicas quanto óticas quanto químicas Então como esse mineral é eh como é como ele é em termos da sua composição química ali em termos de Elementos químicos né porque o mineral é formado por um grupo de elementos químicos ou alguns
minerais são formados por um único elemento químico né mas aí é um pouquinho mais complicado porque a gente sabe que todo o mineral tem por trás dele uma estrutura atômica organizada né por isso que eh por isso que a gente não chama carvão de mineral né carvão não é mineral do ponto de vista da ah da mineralogia em si né porque ele não é formado por rochas eh Ele não é formado por minerais ele é formado por eh matéria orgânica né Por acúmulo de matéria orgânica de origem vegetal eh mas então isso a a a
mineralogia vai nos dar essa ideia né de como os minerais estão dentro da Rocha e como eles estão arranjados e esse a arranjo dos minerais dentro da Rocha o que a gente chama em petrologia de Trama mineralógica ou textura nos dão uma informação sobre a Gênese dessa rocha Então na verdade bem complexo né é um pouquinho tu falou só uma pequena parte por quê Porque na petrologia da na petrologia de modo geral a gente vai trabalhar aqui tanto petrologia das rochas ígneas quanto das rochas metamórficas quanto das rochas sedimentares a petrologia das rochas sedimentares tem
tudo a ver com os hidrocarbonetos que tu falastes Enfim então tá relacionado sim com matéria orgânica com as cadeias né de de Hidrocarbonetos enfim mas eh a gente não vai ver isso especificamente o que a gente vai ver de petrologia de rocha metamórfica é eh tentar identificar a presença de poros eh de interstícios de eh permeabilidade né de espaços vazios nas rochas por quê Porque uma rocha sedimentar ela qual é a a a qual é a o que que ela precisa ter né O que que ela qual é a principal finalidade dela senão acumular eh
água acumular petróleo acumular gás No seu seus interstícios tá então ela precisa ter isso eh para poder trabalhar Fala Daniel boa noite professora Oi boa noite tudo bem professora petrologia e petrografia são a mesma coisa Não não não não não são coisas diferentes petrografia é o é é tu descrever as propriedades óticas de um mineral através do o uso do microscópio petrográfico isso é petrografia petrologia é o como eu falei é usar a Descrição dos minerais que eu fiz na petrografia e interpretar essa esses minerais dentro da Rocha na textura porque aí a minha ideia
é ir mais adiante quando eu falo em petrologia eu vou mais adiante Ou seja eu já quero dar a Gênese da Rocha então eu não quero só descrever só descrever é petrografia é mineralogia não quero só descrever eu quero é dar a Gênese dessa rocha então aí sim petrologia é dar a Gênese dessa rocha dizer eh principalmente não só Dizer que tipo de rocha ela é né como tentar buscar informações dentro da Rocha eh do ambiente geotec tônico em que ela se formou o que que vocês entendem por ambiente geotectônico de formação de uma rocha
podem falar não fiquem com vergonha pelo amor de Deus tá o pessoal que veio novo se eu tô indo muito eh Na verdade eu acabei nem me me apresentando direito né mas a gente deixa isso para para para depois para Não não eu já me Avancei aí um monte na na no horário né mas só para vocês terem eh um só para vocês não ficarem eh No Vazio eu não vou fazer essa coisa de cada um se apresentar que eu tenho verdadeiro pavor disso tá gente eu sempre odiei isso então vocês me perdoem eu não
vou fazer isso se vocês quiserem se apresentar não tem problema nenhum mas eu não vou pedir porque eu odeio isso sempre odiei quando era em qualquer coisa me apresentar eu sempre odiei eh Mas assim eh eu sou geóloga tá eh e eu tenho eu tenho mestrado em geoquímica tá então petrologia petrografia mineralogia petrogenesis ígneas e metamórficas eu trabalhei bastante durante a minha graduação e durante eh a pós--graduação também tá então eh tenho bastante eh experiência com como G química né que que seria que que depois eu vou falar para vocês um pouquinho mais adiante tá
do qual qual é o papel da geoquímica Nessa história toda né então o que que a gente vai fazer com a geoquímica nesse nesse negócio todo tá eh e aí eu tô aqui em Criciuma na Sat que fazem mais de 15 anos tá fazem 16 para 17 anos já e eu vim aqui para trabalhar com carvão eh eu trabalhava com rochas eh igneas eu trabalhava com diorit eh trabalhei também com granitos trabalhei com rochas básicas e eh no final quando eu tava termin quando eu tava no no final já do do mestrado eu comecei a
Trabalhar com carvão e com petrografia de carvão e eu me apaixonei perdidamente assim pela pela petrografia do carvão pelo carvão eh assim como também eu sou completamente apaixonada por pelos minerais tá então vocês vão ver muito é eu olhando as lâminas e eu fico Encantada olhando Então eu fico realmente bem bem besta assim olhando porque é uma coisa que me chama Mita atenção e e e eu acho isso Fantástico assim realmente eu gosto Bastante então Ch de jola é tudo é o que eu mais escuto aqui a jga tudo meio doido de uma certa forma
tá a gente tem a gente gosta de coisas que ninguém gosta né então todo mundo vê a gente eh olhando afloramento com martelo na mão e eu já cansei de de chamar a gente Ah vocês são aqueles doidinhos que ficam eh na beira do asfalto batendo pedra então eu já escutei de tudo mas tá tudo certo a gente gosta bastante disso então eu tenho uma boa experiência né Eh na Mineralogia e vou tentar passar um pouquinho dessa experiência para vocês tá ã eu tava o que eu tinha perguntado para vocês agora até já já esqueci
no meio dessa dessa fala toda Ah mas eh você se alguém pode me lembrar ge que que a gente o geot isso o que que você agora lembrei me Obrigado o que que vocês entendem com por ambiente geotectônico de formação de uma rocha seja ela ígnea sedimentar ou metamórfica Fala edgley não é edgley né desculpa fale Ah eu entendo que seria eh dependendo da da origem da formação por exemplo uma erupção em alguma fissura que aí eh os metais fluem por aquela erupção então surgem novas novos novas rochas daquela erupção Imagino também que tem a
ver com a as placas tectônicas que quando elas se chocam elas formam também volumes rochosos imaginei isso Isso tu tá tá no caminho certo certo eh ambientes geot tectônicos de formação de Rocha São exatamente os ambientes onde a gente tem tectônica de placas envolvida ou seja onde a gente tem ou formação ou formação troço aqui incomod ou formação de crosta né ou a gente forma Rocha nova ou a gente destrói Rocha velha tá ou a gente simplesmente muda eh transforma ela em alguma outra coisa ou seja que onde a gente destrói Rocha São ambientes onde
Eu tenho colisão entre placas tectônicas E aí uma das placas é consumida na zona de subducção aí eu destruo Rocha né eu eu acabo destruindo Rocha para formar a rocha nova lá no vulcãozinho né né então Nisso tu tu tá correto então eu vou formar a rocha nova lá no vulcão mas a composição dela bom depois eu falo da composição Então vou formar a rocha nova lá no vulcão eu também vou formar a rocha nova quando tenho eh um afastamento entre as placas onde eu Tenho eh porque aí eu não preciso eu não tenho não
é que eu não tenho nenhuma eu tenho muito pouca interação entre entre eh entre as camadas abaixo da da litosfera ou melhor abaixo da crosta Oceânica né então eu tenho simplesmente uma abertura essa abertura desculpa é tão profunda que chega até a base da crosta Então ela racha toda a crosta E aí a partir dali sai o magma Ou seja quando sai magma eu formo Rocha Nova esse magma por Processos de solidificação ele forma as rochas forma Rocha Nova e eh Então eu tenho ó ambientes eh geotectônico a extensão tá tá ativa né ou seja
onde eu tenho extensão e ou afastamento de placas e onde eu tenho choque entre placas tectônicas com a subdução de uma placa eh existem também ambientes onde qual é o terceiro limite mesmo é o tangencial né ou transcorrente na movimenta ação aqui ó tangencial eu Não destruo e nem construo né o que que eu faço com as rochas ali eu as eu tenho uma fricção entre elas aí eu posso ter uma grande chance de gerar rochas metamórficas Então eu só modifico a composição a estrutura e aí a textura E aí Eu transformo uma rocha que
era í sedimentar em uma rocha metamórfica certo eh Então a gente tem e é esses esses assim a grosso modo são os principais ambientes né de formação das rochas tá tinha alguém com a mão Levantada acho que baixou não quis eu não lembro quem era foi profess seguramente então três três ambientes professora bem basicamente a gente vai ver daqui a pouco tem um monte de ambiente Ah tá pode falar quem é que tinha me chamado ah eliano ah o eliano pode fal comentário se não se não me fala a memória tem um processo que na
Islândia né que é esse de afastamento de placas Uhum onde ele até teve um uma reportagem que eu li que o o a a área do País cresce porque ele tá formando nova ele tá afastando ele tá t esse processo de exatamente de crescimento da Exatamente exatamente então ali o que que acontece são sucessivos eh episódios de derramamento de lava que vai aumentando né vai vai empilhando né vários derrames e a formação foi como foi como se formou a sarra geral né aqui em Santa Catarina né Eh a Serra do Rio do Rasco o pessoal
conheceu né então aqui a gente no semestre passado e aí Aqui a gente tem também um exemplo né de de como eh aconteceu tá alguém mais que só um minuto professora a Sera doral a cera geral é de origem de um derama fissural né é isso né não é fural não não não teve um vulcãozinho assim como a Islândia também não teve um vulcão é fissural também tá Não na verdade a Islândia é um ambiente um pouco diferente que a Islândia não é um ambiente eh de nem de choque de placas nem de limite de
placas é um ambiente Que a gente chama de intraplaca é uma anomalia eh do manto e essa anomalia acontece no meio de uma placa tectônica que onde é que estão os onde acontecem eh essas interações entre as placas são nos seus limites né nos limites de placas neste caso da Islândia é um intraplaca Ou seja no meio da placa tá quem mais Michele Ô Lu eu fiz uma confusão danada aqui eu tava vendo as definições de petrografia petrologia e mineralogia E aí eu vi o Tamanho da confusão que eu fiz quando eu imaginei petrologia Uhum
eu pensei em petróleo não tá tudo bem não tem problema fo por isso que eu falei de cadeia de carbono não mas mas tem a ver também tem a ver também porque a gente vai trabalhar com petrologia sedimentar também rocha sedimentar é onde acumula petróleo é onde acumula óleo então onde acumula gás então não tem problema nenhum tá tudo certo então mas o petróleo então entra No meio da matéria ele não vem dividido não né ele vai entrar tudo junto não não não a gente não vai ver petróleo aqui a gente tem uma disciplina exclusiva
para trabal trabalhar para trabalhar com os minerais energéticos que é da nona ou 10 também inclusive legal tá joia obrigada é então ela ela é mais pra frente tá ela D nona ou 10ª fase eu até eh nesse semestre eu tô dando essa disciplina tô dando essa disciplina para vocês e na sexta-feira eh eu tenho essa Disciplina de eh minerais energéticos né ou de recursos energéticos que é carvão óleo e gás então nessa disciplina também falo eu falo um pouquinho e falo exclusivamente sobre eh como acumula gás como acumula petróleo como se prospecta enfim D
um Panorama geral né dessa dessa exclusivamente dessa eh dos dos eh dos recursos energéticos Tá eu vou compartilhar aqui com vocês a tela praa gente ir passando né o que eu preparei Aqui senão a gente não vai conseguir falar fazer quase nada aqui hoje deixa eu ver aqui onde que está ai deixa eu ver aqui ô meu Deus deixa eu compartilhar a tela inteira aqui com vocês daí vai não se eu compartilhar a tela vai sair a minha vai sair a essa tela aqui né is Tem que ser só a janela Hum deixa deixa eu
ver aqui vamos ver se vai dar certo tá vocês estão conseguindo ver só professora Ah então agora só você tá então deixa eu compartilhar de modo diferente aqui compartilhar a tela inteira ai que o teams mudou eu tô tão tão acostumada com a aula presencial que eu já nem sei mais deixa eu ver aqui se eu Consigo deixa eu cancelar e começar de novo que é mais fácil Ah agora sim vamos ver agora acho que vai e agora Agora sim agora sim ah então tá ã eu tô sem o celular então também não não vou
conseguir visualizar aqui o que que vocês estão vendo o que que vocês não estão vendo vocês eu não tô eu não consigo ver vocês com a mão levantadinha ou não então me interrompam a hora que vocês quiserem eh me perguntem o que Vocês quiserem Não fiquem com medo não eh qualquer dúvida me perguntem tá eu eu sempre trabalho assim nas minhas aulas eh ficou com dúvida vai me perguntando que eu não vou mais se vocês não me perguntarem nada eu vou fingir que vocês sabem tudo tá então eu vou tocando paraa frente tá então como
ass a gente oi Prof já tentei rompendo eh esse esse conteúdo aí vai ficar disponível pra gente em algum lugar já está no ava esse conteúdo Ah então beleza obrigado é sempre antes Das aulas e de acontecerem as aulas eh normalmente ou à tarde ou no início eh no início daf no início da da tarde assim vai já já vai est disponível tá eh vai chegar um certo momento que as nossas aulas vão ser eh remotas presenciais de verdade não que elas não sejam mas eu vou transmitir de verdade direto da da do microscópio para
vocês tá então a gente vai vai ter esse momento certo então a gente vai trabalhar diretamente porque a minha Ideia não é ficar muito tempo eh muito tempo com a mineralogia não é ensinar para vocês como vocês identificam os minerais pra gente já partir direto pro que interessa que é a parte de trabalhar com as análises químicas hã vocês são bomos em química ou não aí acho que não complicou eu só sei cálcio Magnésio e sílica ó já tá ótimo já sabe já sabe M Apresentei só a lumina junto aí olha ali ó já sabe
cálcio Magnésio e sílica tive que aprender senão ia tomar pau bom tem alguma coisa que tá dominada pelo menos mas assim O importante que quando eu digo que você sab em química tô me referindo a Eh claro ao nome dos elementos né obviamente mas as ligações ou principalmente se ele é metal ou se ele não é metal esse tipo de coisa vocês têm Noção ou não seria legal se você Professor você falar o tempo que eu tenho que estudei química aí eu vou contar minha idade então é melhor nem comentar então pular essa parte vou
pular essa parte eh então assim seria interessante eh do durante a aula tá bem se se vocês quiserem porque assim eh eu vou falar em um monte de de elementos químicos que assim como eu falei para vocês eu sou geoquímica então Eh para mim a tabela periódica É bem Tranquila então eu aconselho Claro tem um outro elemento que eu não lembro a sigla tem elementos novos que eu também não sei mas ã eu tenho uma lembrança bem bem boa assim de de de várias eh de vários elementos químicos eh então Seria legal se vocês tivessem
com vocês uma tabela periódica para dar uma acompanhada na aqui Professor a minha a minha tá sempre aqui ó ah maravilhoso perfeito perfeito daí vai ficar bem bom porque daí a gente eh eu vou falando e e Muitas vezes eu vou perguntando E aí ah tal elemento químico é o qu é o metal é um não metal é não sei o quê gás nobra Enfim então ISO também importante pra gente trabalhar a gente vai falar muito também durante as aulas eh a gente compara as rochas eh quando eu falo compara as rochas compara a análise
química das rochas com os condritos Você sabe o que é um condrito ninguém ouviu falar que chama um o que que seria um condrito e Eh um condrito Na verdade ele é um fragmento eh fragmento que caiu fragmento que veio extraterrestre vamos dizer assim que caiu na Terra então é o meteoro o meteorito né um condrito nada mais é que um tipo de meteorito condrito é um meteorito rico em ferro e o condrito em gel química ele representa o magma sem magma original o que deu origem eh O que foi o que deu origem a
tudo que a Gente tem na terra todo todos os tipos diferentes de magmas que a gente tem na terra então quando a gente compara as análise química das rochas aos condritos a gente quer ver a evolução a gente quer quer saber se a gente tem rochas mais evoluídas ou menos evoluídas O que significa ser mais evoluídas ou menos evoluídas significa quanto mais evoluídas as rochas forem mais ricas em sílica Elas serão tá Então isso a gente vai ver a gente vai ter vai ver a classificação química das rochas eh bem bem certinho Tá mas só
para para ir seria seria o caso de um quartizito professor não quartizito é uma rocha com mais de 90% de quartzo quartizito é um é uma rocha É normal uma rocha ía normal eh um condrito é uma rocha um fragmento de um meteorito tá é um fragmento Ah que a Senor falou rico em cílico ali aí eu me me confundi um pouco Ah bem bem legal eh por eh por que que tu já associou direto com o quartzo Qual é a composição química do quartzo sílica hum perfeito tá então eh o Quartzo É um silicato
né então sílica é é o nosso o que a gente mais vai ver aqui a classificação das rochas é baseada no teor de sílica delas Quanto mais sílica ela tiver significa que mais quartzo ela vai ter Então a gente vai aprender também a interpretar uma análise química De uma rocha já prevendo ou tentando prever Qual é a mineral que essa Rocha vai ter tá então isso isso também a gente vai conseguir associar tá Às vezes existem alguns silicatos que eles não têm muita sílica né eles são subsaturado em sílica que que significa a palavra subsaturado
tem muito pouca sílica né Tem tá abaixo do limite de saturação Então tem muito pouca cí então é subsaturado em sílica então tem rochas Que são subs saturadas em sílica e tem rochas que são Ultra saturadas em sílica ou seja tem conteúdos de sílica muito altos ou conteúdos de sílica muito baixos então isso isso é um parâmetro sílica é um parâmetro paraa gente eh em geoquímica em petrologia e em mineralogia também porque em mineralogia também porque nós vamos lidar eh exclusivamente aqui nessa disciplina com minerais transparentes ou seja com todos os Silicatos ou a sua
grande maioria eh existem Acho que mais de 4.000 espécies de minerais a gente não vai ver tudo isso não tá gente nós vamos concentrar em eh em minerais eh mais comuns né nos minerais mais comuns que formam formadores de rocha né mais comuns e eh eu sei que a maioria de vocês trabalha né com com mineração trabalha na área então seria interessante se vocês pode ser pra próxima aula tá Não não precisa ser para Hoje se vocês puderem eh trazer pra gente Quais são as rochas que vocês trabalham lá no dia a dia de vocês
pra gente para eu ir ir pensando e tentando colocar as rochas de vocês no meio aqui da da da mineralogia e da petrologia para ver se a gente CONSEG consegue fazer alguma coisa e e de repente eh fazer algum algum trabalho em cima para nossas avaliações né com relacionadas a a esse tipo de coisa tá mas isso a gente vê paraa próxima aula tá vamos continuar Aqui com a nossa vamos lá bom então Eh mineralogia é estuda as propriedades físicas óticas e químicas dos Min minerais eh eu falei que a gente só vai trabalhar com
minerais transparentes né com silicatos porque a gente tem também uma disciplina exclusiva para trabalhar os minerais de minério que são os óxidos os sulfetos os sulfatos eh carbonatos e companhia tá então aqui a gente vai nessa disciplina a gente vai exclusivamente trabalhar com Silicatos no próximo semestre Muito provavelmente eh eu não não lembro direito Qual é o o qual é a colocação da da grade porque agora que que mudou a matriz curricular de vocês então não sei se ficou no próximo semestre se vai pro outro mas vocês terão essa disciplina de mineralogia de minérios também
comigo vão ter uma overdose comigo de mineralogia ou vão me amar ou vão me odiar Não sei ainda o que Que vai acontecer mas enfim eu vou tentar ajudar você no máximo que eu puder e no que eu eh o que tiver ao meu alcance tá E petrologia então vai estudar a história dessas rochas o que elas a sua evolução O que aconteceu com elas na crosta através da associação de minerais né é importante a gente aqui destacar que a crosta Continental ela tem 95% de seu volume Total eh correspondendo às rochas ígneas e Metamórficas
e só 5% corresponde a rochas sedimentares tá nosso enfoque aqui principal vai ser com relação às rochas ígneas por quê Porque as rochas ígneas eh elas nos permitem eh mais informação elas nos dão mais informação elas eh elas vão dar informação inclusive quando metamorfizadas né porque a gente precisa de uma outra Rocha pré-existente pra gente transformar ela em Rocha metamórfica então a gente já já vai já Acaba trabalhando Rocha metamórfica junto tá então como eu falei aqui a gente tem exemplos de alguns minerais de minério que são eh nada mais nada menos que o alvo
de vocês aqui na engenharia de minas né que é buscar eh Valor Econômico agregado né isso tudo e aí eh a gente não vai trabalhar com esses minerais de minério como rodocrosita eh pirita calco pirita malaquita esti binita então esses minerais de minério aqui ou aqui são alguns exemplos Obviamente a gente não vai trabalhar por quê Porque eles não são transparentes não porque eles não são bonitos ou eu não gosto deles não não tem nada a ver ou porque a gente tem que separar porque eles têm uma diferença eles não são transparentes como é que
a gente olha um mineral como é que a gente descreve um mineral no microscópio petrográfico a gente precisa pegar ele no campo pegar uma rocha cortar serrar transcolar num num vidro né num numa Plaquinha de vidro num pedacinho de vidro e polir essa Rocha colada nesse vidro até a espessura de 0 3 0,03 mm E aí se a rocha for eh se a rocha não for transparente eu não vou ver os minerais que é o caso dos minerais de minério os minerais de minério não são transparentes eles são opacos Ou seja a luz não vai
atravessá-los no caso dos minerais Transparentes a luz vai atravessar eles nos minerais de minério não então a gente se parou a gente separa porque as eh propriedades são outras as características são outras né E então a gente eh separa para estudar esses grupos separadamente então primeiro minerais transparentes transparentes depois minerais opacos Ok o que a gente então se a gente não vai estudar nada que esteja relacionado com o minério pelo menos eh não assim de Cara né né Eh por que que a gente vai estudar então as a petrologia ou a mineralogia bom porque a
gente vai conseguir contar a história pode ser que o nosso minério os nossos minerais de minério né esses aqui que são eh que tem valor econômico agregado eles estejam Associados às rochas ígneas Ou melhor ou rochas ígneas e metamórficas ou até mesmo sedimentares a maioria deles estão né então eh a gente precisa entender como a rocha encaixante do Minério está pra gente poder entender como é que a gente vai chegar no nosso minério né então Eh isso tudo a gente precisa eh ter uma noção E aí a gente estuda eh na verdade as evidências da
história de cristalização dos magmas não só dos magmas mas as evidências eh de de daí evolução eh de magmas evolução da cristalização né dos magmas evolução também do metamorfismo né como é que o metamorfismo aconteceu o que que ele fez com as rochas e também eh o que que Aconteceu com os sedimentos depois que eles se acumularam e se transformaram em rocha sedimentar isso tudo a gente vai ter uma noção tá então no caso das rochas ígneas a gente a petrografia ou a petrologia desculpa vai nos indicar a ordem de cristalização dos minerais se eu
se eu tenho um magma do que que o magma é formado Opa eu tirei eu tinha um slide aqui eu acabei tirando um slide uma uma página que acabei tirando do que que do que que o magma é formado como é Que eu Gero magma como é que o que eu Gero magma alguém sabe me dizer aí como é que eu Gero magma que que eu preciso temperatura só temperatura Rocha derretida Professor isso tá mas aí é só com temperatura não né pressão ajuda um pouquinho também né mas basicamente é temperatura né então eu preciso
de temperatura né e eh eu preciso fundir temperatura tem que ser suficientemente alta para poder Fundir esses minerais da Rocha a rocha vai fundir inteira se eu pegar um granito e tacar ele aí na na num numa Caldeira ele vai ele vai fundir inteiro ao mesmo tempo tudo ao mesmo tempo Acho que não quem é que vai cada mineral cada mineral elemento ali tem uma propriedade física que vai ter fusão ou não né Vai derreter ou não vai cada um tem uma temperatura diferente exatamente derreter todos vão né O que vai depender é a temperatura
de Fusão Então os primeiros minerais a fundirem em uma rocha eu tenho imagine uma rocha sólida cristalizado toda bonitinha os primeiros minerais a se fundirem em uma Quem são silicatos sim mas dentre os silicatos quem não precisam me dizer o nome do mineral só pensem na temperatura agora não pensem na pressão tá só pensem na temperatura vamos falar só de Temperatura não precisa nem pensar em composição porque aqui sedimentares não não não pensa sedimentar é uma rocha eu quero um eu quero sa dentro dessaa sedimentar se eu elevar temperatura suficientemente alta para fundir quem é
que vai fundir primeiro Claro que vai ter que manter essa fusão n desculpa manter essa temperatura né para poder fundir mas quem é que funde primeiro quem tem ou seja o mineral que Tiver a a temperatura de que tiver a temperatura de cristalização mais baixa então a fusão isso é bem importante tá se vocês pensarem sempre dessa maneira podem anotar isso tá a fusão é o contrário da cristalização então vocês tê que pensar Professor sim por favor existe existe uma tabela de de fusão desses minerais quem se funde primeiro ou não eh normalmente quem se
funde primeiro São os minerais de temperatura mais baixa temperatura mais al temperatura mais baixa né então Eh que são sempre os últimos minerais a crist se a gente olhar para cá paraa nossa série de bauen tá essa série de bauen aqui que nos dá a temperatura ó que eu tenho a temperatura de cristalização eu começo com 1200 G Por que 1200º que é a temperatura média dos magmas né eu começo com 1200º E aí eu vou baixando essa temperatura o que que baixa a temperatura bom tá esfriando A rocha tá trocando temperatura com o meio
tá esfriando tá E aí essa baixa da temperatura vai fazer com que os minerais cristaliza nesse caso eu tenho o magma tá então aqui eu tô com tudo fundido eu tô com um líquido é o contrário da fusão então se eu tô com tudo líquido eu vou transformar tudo líquido em tudo sólido ó que é esses quadrinhos que tem aqui do lado eu tô com tudo líquido aqui tá não tá 12 mas tá 150 150º eu tô com tudo líquido né E Aí eu tenho só magma depois com 978 G aqui em torno de torno
disso nós temos então Eh um mineral marrom aqui um mineral Verde um mineralz inho branco e ainda temos líquido ou seja temos líquido mais cristais certo então já temos fases minerais cristalizadas quem são essas fases minerais cristalizadas as que TM temperatura mais alta ou que tem temperatura mais baixa que tem temperatura mais alta exatamente ao contrário da fusão Cristaliza primeiro quem tem a temperatura mais alta e funde primeiro quem tem a temperatura de fusão a temperatura mais baixa tá aí depois né Eu já transformo aqui com já com perto de 900º já tenho a rocha
praticamente né completamente cristalizada percebo que o mineral branco Ó tomou conta né de tudo aqui todo o quadrinho ficou branco significa que eu não tenho mais eh líquido eu só tenho cristais então Imaginem Imaginem o contrário eu tenho Essa Rocha aqui com com os mesmos três minerais né o branco o verde e o marrom e aí eu vou aumentando a temperatura e aí at transformar ela em líquido tá então a série de bauen é clássica na na na petrologia porque ela vai nos dar a ordem de cristalização como é que a gente vai identificar isso
que a gente identifica isso nas lâminas quando a gente estudar as lan a gente vai ver isso aqui não ela inteira assim né mas a gente vai ver isso em algum alguma coisa Em algum mineral vai guardar algum resquício dessa ordem de cristalização o que que seria esse resquício dessa ordem de cristalização seria um mineral por exemplo dentro de outro significa se eu tenho um mineral dentro de outro ou um mineral como inclusão de outro significa que se ele está incluso em outro mineral que se formou se formou ao redor dele quem está incluso é
mais antigo se formou primeiro do que aquele Que eh o incluiu certo então essas relações mas a gente também vai trabalhar e vai aprender a identificar isso nas lâminas claro que primeiro a gente precisa identificar quem são esses minerais Quem é esse mineral Branco Quem é esse mineral marrom e quem é esse mineral Verde Então o que a gente vai fazer é identificar os minerais para depois ir para essa parte então eh a todo momento o nosso foco vai ser para saber quem é a Ordem de cristalização porque o que que isso vai nos o
que que isso vai nos dizer bom isso vai nos ajudar um monte vai nos ajudar a a interpretar a Gênese lembrem que os minerais de minério são minerais eles vão estar ali junto eles vão estar junto daquela série de bauen ali eles vão aparecer aqui junto eles vão cristalizar junto com esse negócio aqui junto com com os piroxênios com os anfibólios com as olivinas né com os fel de Patos com o Quartzo Não se preocupem também em decorar nome nenhum tá gente eu não não não eu não preciso que ninguém decore nome nenhum eu sei
porque eu tô acostumada a trabalhar com isso mas não precisa decorar nome nenhum toda e qualquer tipo de prova eh que eu fizer online presencial qualquer coisa é sempre com consulta Então quando vocês vierem pra semana de imersão ah Tragam Todo o material pode trazer computador pode Usar tablet pode usar celular pode usar o que quiser então Eu não me importo com isso porque vocês vão precisar de material para ã para olhar as lâminas de vocês tá então a gente tá aqui né esse esse essa esse desenho vocês já conhecem então assim agora a gente
coloca uma informação A Mais primeiro a gente sabia que existiam limites convergentes divergentes e transformantes certo agora né agora a gente vai ver que dentro desses limites a gente tem outros Pequenos eh ambientes onde a gente tem diferentes interações entre crosta e manto que é exatamente o lugar onde a fusão acontece onde a geração de magma acontece Aí dependendo da intensidade dessa interação né de como essa interação acontece a gente vai ter um tipo de magma ou outro tipo de magma então a mineralogia e as texturas V vão nos dizer onde que a gente tá
dentro desses ambientes geot tectônicos que a gente tem aqui certo Eh rochas ígneas então né a gente sabe elas podem ser tanto vulcânicas quanto plutônicas aqui eu não vou detalhar e te detalhar depois eh ah era essa figurinha que eu tava procurando Eu só coloquei ela fora de ordem o que que então seria o magma né aqui mostra bem direitinho essa figura aqui a figura dois aqui mostra bem direitinho o que que acontece com o processo de fusão né então eu primeiro eu vou fundindo ó eu não fundo tudo para gerar magma né sobra um
Resíduo ainda né então magma nada mais é que uma soma eí entre porções líquidas né onde essas porções líquidas agora a gente vai ver esse magma e não como a magma que vai gerar Rocha í ou plutônica ou vulcânica não agora a gente vai ver o magma como parte de seus constituintes químicos seus elementos químicos Ou seja a gente tem eh O magma ele é constituído pors móveis como o silício oxigênio alumínio cálcio ferro magnésio sódio potássio manganês titano E fósforo Esses são os chamados elementos maiores Então seria uma análise quando eu faço uma análise
química eu peço lá no laboratório Eu quero uma análise química de elementos maiores automaticamente eles vão me dar esses elementos químicos aqui tá se eu quiser algum elemento específico eu tenho que pedir E aí eu já não tenho mais elementos maiores eu posso ter elementos menores ou até mesmo elementos traço os elementos maiores são medidos Em percentual em peso ou seja por cento os elementos menores eh e traços às vezes os elementos traços desculpa são os menores também são medidos em percentual em peso e os elementos menores eh quem são os menores ah todo o
resto que não tão representados aqui pelos maiores né então por exemplo cobre zinco chumbo ouro prata lantânio sério sei lá qualquer outro que vocês quiserem Eh esses elementos que químicos são elementos traço e são determinados não Em concentração em peso mas em PPM ou seja partes por milhão então se eu quero uma análise química de elementos maiores é esse grupinho aqui de cima que eu vou ter é é silício alumínio cálcio ferro magnésio sódio potássio manganês titânio e fósforo tá ã ele também é constituído por uma parte sólida essa parte sólida ou são os minerais
que já cristalizaram como a gente viu lá naquele naqueles quadradinhos né naqueles desenhinhos que Tinha os minerais branco verde brancos né verdes e marrons ã ou são xenolitos o que que é xenolitos xenolitos são fragmentos das costas encaixantes que eh O magma quando força sua subida na crosta acaba arrancando E aí podem cair esses fragmentos dentro dentro dentro eh do magma tá E também tem uma fase volátil bem importante né que são essa fase volátil que a gente chama né Eh não é água e sim eh Embora tenha água né são Gases dissolvidos né Principalmente
água na forma de vapor podemos ter CO2 SO2 né metan né ch4 nitrogênio fósforo cloro e Boro é muito difícil deter inar fósforo e cloro nas amostras tá pela pela exatamente pela volatilidade desses elementos eh químicos né mas é possível sim determinar Se for esse o intuito né da da de vocês dá para para determinar sim mas é um pouquinho mais complicado eh tudo isso pra gente chegar Então nesse tipo de situação aqui então nós Vamos ter aqui como a gente como eu falei para vocês essas diferentes interações aqui nos diferentes ambientes ge tectônicos vão
nos dar rochas com diferentes composições químicas onde eu saio Onde eu posso ter aqui o conteúdo de sílica ó percentagem de sílica ou percentual de sílica vai nos dá quanto mais alto for o teor ó 70% eu de sílica eu tenho uma rocha ácida se eu tenho 60% aqui é é é um intervalo tá eu só tô dando o parâmetro maior aqui para vocês Terem essa essa noção 60% Na verdade o limite é 63% né 60% de sílica eu tenho rochas intermediárias eh até eh0 não é 50 É 45% tá é 52 a 63 é
intermediárias rochas básicas é até 45% e rochas Ultra básicas as o teor de sílica São menores do que 45% tá então aqui cada um do dessas desse desses tipos de rocha Aqui de acordo com o percentual e de acordo com a Mineralogia tem um nome diferente então por exemplo uma rocha que tem muscovita que não é moscovita é mus é com u tá isso aqui tá tá errado uma rocha ácida ela vai ter vai pela sua composição química ela vai tender a Claro que não É só Cica ela tem outras coisas outros elementos químicos também
ela vai tender a ter muscovita a muscovita vai ter aém sílica ela vai ter potássio alumí alí potássio e alumínio ela pode ter um pouquinho de biotita Também a biotita já é ferro magnésio tá ela vai ter quartzo que é sílica praticamente pura ela vai ter plagioclásio rico em sódio ou seja eh o plagioclásio é uma solução sólida entre o sódio e o cálcio Então a gente vai ver isso também quando estudar especificamente os minerais como o plagioclásio e ele pode ter ã feudis espato alcalino feudis espato alcalino É um tipo também eh feudis spato
alcalino e plagioclásio são tipos de feudis Patos O feudis spato alcalino ele também é rico em potássio então aqui ele tem potássio e sódio tá então aqui feldespato potássio sódio cálcio sílica plagioclasio cálcio sódio muscovita potássio e alumínio biotita magnésio Magnésio e ferro anfibólio também Magnésio e ferro tá então uma rocha com essa mineralogia e 70% MCA eu chamo ela de granito então o nome dessa rocha com essa mineralogia é um granito tá então é essa a analogia Que a gente faz Claro tem um pouquinho mais do que isso mas a grosso modo a gente
trata eh dessa forma tá Ô Lu oi você pode voltar no outro slide Claro só um pouquinho Ok sobre nomenclatura uhum pode falar sobre a nomenclatura ali eh o granito é o mineral não o granito é uma rocha é o granito é a rocha o Quartzo É o mineral é isso isso o granito neste caso aqui vou botar de Novo aqui neste caso isso é desculpa neste caso aqui que eu tava falando para vocês ó o nome da Rocha olha aqui ó rochas intrusivas granito é uma rocha ígnea eh vocês lembram lá da aula do
Cloves da geologia que tinham rochas ígneas intrusivas e rochas ígneas extrusivas Qual é a diferença de uma rocha intrusiva para uma rocha extrusiva a composição é a mesma Qual é a diferença entre elas quin é resfriada Resfriada superfície e outra é a profundidade isso olha aqui pro quadrinho do lado né tá em inglês o quadrinho do lado aqui a figura do lado mas dá para ver ó granito eu enxergo os minerais riolito eu não enxergo os minerais mas a composição é a mesma certo certo então aqui em cima é o nome da Rocha agora aqui
nessa nessa na frente aqui ó é a composição mineralógica e aqui embaixo onde tá escrito percentagens percentagem de Sílica é a composição química joia só sílica tá aqui entendeu É só sílica que tá aqui representado então aqui tá representado sílica aqui o teor de sílica aqui tá representada a composição mineralógica da Rocha e aqui o nome da Rocha Ótimo obrigada viu Ok o que vai já que a gente tá falando do nome da Rocha o que vai mudar H em termos do nome da Rocha né a variação a mudança né do que vai mudar de
um um granito para um sienito para um diorito é a quantidade De minerais a quantidade de quartzo feldespato alcalino e plagioclásio que são os minerais que definem o nome da Rocha que são os minerais os principais minerais praticamente todas as rochas vão quarzo feldespato e plagioclases praticamente todas pode não e tudo isso tem relação com a sílica sim tudo isso tem relação com os teores de sílica ou ou A Rocha Não Tem feldespato ou tem só plagioclásio ou tem os dois ou tem sabe Ou tem muito pouco quartz ou não tem muscovita tem só biotita
ou só tem anfibol muscovita só tem anfibol biotita então vai variar e a mineralogia mas a composição química de modo geral não vai varar tanto misericórdia não tá tudo bem vocês vão ver que parece difícil mas não é tá eh a eu vou tentar tornar mais fácil aqui a gente tem ó só para não não vou falar desse desse outro quadro mas a gente vai ver eh a gente vai ver classificações Dessas rochas né A gente vai ver classificação mineralógica das que era exatamente issso que eu estava falando ali para vocês essa relação entre os
minerais caracteriza a classificação textural das rochas em termos de textura se ela é subs saturada ou não ou saturada em quartzo né então aqui super subs saturada saturada e subs saturada e a classificação química das rochas onde a gente vai então interpretar diagramas eu vou mostrar né para vocês Como interpretam diagramas tipo esse tá onde eu relaciono eh os elementos eh maiores E aí eu interpreto isso e me dá eh informações tá eh e me dá inclusive indicações do Trend evolutivo desses eh de cristalização dessas rochas a gente também vai na parte de interpretação de
textura né a gente pode a gente vai entender por exemplo aqui a gente tem um diagrama de fase Alguém já trabalhou com um diagrama de fase já já sabe não para mineralogia tá isso serve para para um Monte de de outras áreas sei se alguém já trabalhou com isso não um diagrama de fase representa aqui a gente tem um pontinho vermelho tá vendo esse pontinho vermelho aqui eh representa a composição de equilíbrio em relação a temperatura a composição química e a pressão né então aqui quando atinge este ponto de equilíbrio é que vai cristalizar nesse
caso aqui vai cristalizar três minerais O diopsídio que é um piroxênio eh a forsterita que é Uma olivina e a norti que é um plagioclasio então a minha rocha que representa esse ponto que a gente chama de ponto eutético tá ela vai ser constituída no final por olivina plagioclásio e piroxênio e ela vai ser dessa maneira aqui então ela representa Exatamente esse ponto aqui então a gente consegue também associar dessa forma tá e aqui tá um exemplo né de uma análise eh química Eh de elementos maiores né de uma rocha granítica tá Então olha só
72,17 de eh sílica bastante né então a gente realmente tem aqui a gente tá tratando de uma rocha ops ops pera aí deixa eu só voltar aqui a gente tá tratando de uma rocha ácida né até Sai fora aqui do campo ou menos mais de 75 mais de 70% né no caso aqui 72 por de sílica a gente tem uma rocha ass tá Grupo dois se refere então às rochas metamórficas né então eu não vou ficar aqui eh não vou falar para vocês como é que formais a gente vai ver eh depois com mais detalhe
mas o que a gente precisa aqui eh para formar uma rocha metamórfica é ter uma rocha pré-existente ter temperatura pressão e se tiver um pouquinho de fluído ajuda ela a deformar mais rápido né então aqui metamorfismo tá relacionado direta mente a Movimentação tangencial dos continentes e a movimentação das placas tectônicas se eu preciso de temperatura e pressão aonde eu vou ter a formação de uma grande quantidade de rochas metamórficas naqueles ambientes geotectônico onde que eu tenho eh onde que eu tenho pressão onde as rochas sofrem pressão para eu a rocha metamórfica naqueles ambientes geotectônico encontro
de placas né perfeito no encontro de placas tá então É exatamente aqui a gente representa é o principal ambiente formador de rocha metamórfica tá então aqui a gente vai ver nessa disciplina a gente vai ver os ambientes ge tectônicos de um jeito diferente aqui a gente não vai ver só a só o o só o movimento aqui a gente vai ver o movimento a composição a temperatura a pressão tudo junto entenderam tá tudo tudo relacionado tá então é exatamente aqui ó esse eh a gente tem então deformação das rochas a Temperatura da deformação e o
que que acontece aí o grau quanto maior essa temperatura maior é o grau do metamorfismo tá a gente começa lá com xist verdes e vai aumentando tá na especificamente na zona de subducção a gente tem o que chamamos de xistos azuis e ecologicos xistos azuis é um eh é uma mineralogia específica são minerais metamórficos que ocorrem especificamente eh eles o nome xistos azuis porque eles São realmente eh de coloração Azul tá são minerais azuis assim como os cistos Verdes são minerais com pleocroísmo então de verde a gente vai ver isso tá então os xistos azuis
eh quando eu encontro os xistos azuis né o metamorfismo eh dessa Faces aqui desse grau aqui eh eu tenho certeza absoluta que eu estou na zona de subducção que eles só ocorrem na zona de subdução tá então eh Quando eu achar uma rocha que tem que é Metamorfizadas cistos azuis eu tenho certeza ah absoluta que eu estou na zona de subducção tá o teu caso lá Júlio a gente tem aqui uma crosta Oceânica tá uma crosta Oceânica O que que tem em cima de uma crosta Oceânica eh sedimento né areia né sedimento certo então eu
tô em cima de uma eu tenho uma crosta Oceânica essa crosta Oceânica se chocou com uma crosta Continental e tá sendo Subduer aqueles estudos né Exatamente isso por que que eles estão achando que pode ser um ofi olito o que que é um ofi olito um ofi olito gente prosta é o ofi olito é um fragmento dessa crosta Oceânica jogado por tectônica de placas por falhas para cima da crosta Continental então Muito provavelmente se eles estão achando que pode ser lá na área do Júlio um ofi olito significa que aquele mármore que eles mineram lá
na pedreira dele pode estar relacionado ou Melhor está relacionado a sedimentação Marinha que existia na crosta Oceânica e eh foi preservada porque foi jogada para acima da crosta Continental mas eh eram sedimentos então carbonáticos né que foram metamorfizadas e viraram hoje um mármore isto mesmo tá Então essa é a história Então é isso que a gente vai fazer vocês estão vendo com com duas o nosso chisto aqui é é bem Verde também né Professor alguns pontos é exatamente pode estar exatamente eh Numa situação como essa da aqui tá aqueles xistos magnesios que tu falou que
é contaminante pode ser Xisto Verde pode ter um grau um pouquinho maior não tem problema tá mas tá relacionado com esse processo de deformação aqui então olha só como é importante a gente vai trabalhar e a serra que cruza uma serra de quartizito que cruza lateral a esse Xisto e a nossa mina eles estão considerando que essa aí foi a areia do do mar Ah pode ser tem que ver aí aí tem Que ver como é que tá a orientação tá tá sendo estudado é claro aí tem que ver como é que tá a direção
do falhamento aí tem que ver uma série de informações para para poder afirmar isso tá mas não mas assim ó essa essa historinha ó O Júlio tem lá o minério o minério dele é eh eh é calcário ou melhor é mármore né é um mármore lá né Eh mas Eh vamos botar como calcário para ficar mais tranquilo mas mas a rocha é o mármore e a partir da Mineralogia a gente consegue contar uma historinha como essa daqui então é isso que a gente vai fazer nessa disciplina contar uma historinha sobre a rocha que a gente
tem baseado nessas informações que a gente tem geologia um pouquinho ambiente né de Formação eh e a mineralogia e as suas texturas então assim com eu nem conheço lá tá eu nem fui na pedreira do eu conheço os eh eu conheço alguma coisa de lá eh porque eu trabalhei eh Como Eu me formei no Rio Grande do Sul meu trabalho de conclusão de curso foi foi em Caçapava né ao redor do granito Caçapava e ao redor do granito Caçapava tem várias Pedreiras de mármore lá e eu conheci algumas então Eh eu faço analogia com as
Pedreiras que eu conheço de lá então mais ou menos eu tenho uma breve noção do que eu vou esperar ao encontrar lá no campo né na visita de campo quando a gente fizer lá na área dele Certo Então é isso né que a gente vai fazer na nossa disciplina eh é Contar a historinha para tentar dar essa e essa essa ideia né de Formação vai mudar alguma coisa na na na na no tirar o minério dele lá Olha eu acho que vai se a gente contar essa hist farinha bem contada a gente vai conseguir separar
ã o que é rejeito lá para eles o que eles não têm utilidade do que ele do que é o minério a gente Talvez consiga separar melhor consiga eh ou então consiga purificar melhor ou então dar um destino mais Nobre porque eh por material que eles não eh não utilizam lá hoje então isso também eh passa né pela mineral ologia e petrologia que a gente vai eh estudar aqui certo terceiro e último grupo de rochas rochas sedimentares então eh originadas a partir então do processo de compactação cimentação e litificação litificação é transformar a rocha em
eh desagregada né em consolidada certo o que a gente busca Aqui na verdade agora tu vai entender eh vocês vão entender o o por que eu disse que tava relacionado com petróleo eh ou não não petrologia do petróleo mas existe petrologia do petróleo também tá não não não se Não se preocupem com isso que existe sim eh o que a gente vai buscar aqui é entender as relações de contato entre os minerais detríticos Quem são os minerais detríticos ou seja os sedimentos que eh foram transportados eh para e e foram acumulados né para Gerar essa
Rocha e eh os minerais diagenéticos Quem são os minerais diagenéticos os minerais que se formaram após o processo de litificação de ã de eh consolidação dessa rocha e aí a gente usa isso diretamente na indústria do petróleo porque rochas sedimentares principalmente arenitos são eh espaços vazios são rochas eh que armazenam eh água óleo e gás nos seus intersticios Então aqui a gente tem um exemplo de um arenito sem porosidade nenhuma Muito provavelmente esse mineral você estão vendo aqui os os grãos arredondados né Muito provavelmente isso aqui pode Talvez seja quartzo bem provável e aqui no
meio ó entre os grãos arredondados eu tenho uma massa aqui ó de um outro mineral fechando os poros eu não tenho porosidade nenhuma eu vou acumular alguma coisa aqui dentro não né então aqui eu não tenho Nem sequer permeabilidade tão pouco porosidade né Diferentemente desse caso aqui que eu tenho um arenito bem poroso esses Eh esses poros aqui estão representados por essa coloração aqui azulada tá então aqui eh a gente tem então um arenito poroso e um arenito não poroso tá o arenito poroso provavelmente foi esse mineral que está preenchendo os poros foi formado pelos
processos diagenéticos e aqui e os processos diagenéticos não Ocorreram então isso a gente vai tentar identificar nos arenitos né Eh dentro aqui da petrologia sedimentar e aí a gente pode gerar porosidade secundária este caso aqui é porosidade primária porosidade secundária quando eu tenho esse material que tá preenchendo os poros ele se desestabiliza e ele eh é dissolvido né E aí eu tenho a geração de mais eh de nova né porosidade que é isso que a gente tá identificando aqui a gente não tem uma outra maneira Né de verificar aqui com exatidão eh isso aqui são
estudos eh direcionados especificamente para petrologia do petróleo tá isso aqui especificamente para petróleo são eh exemplos que que eu tô que eu fui buscar da da do petróleo né de eh de quem trabalha né com com petróleo então normalmente se faz eh se usa esse material aqui isso é é um corante né na verdade não deixa de ser um um corante então a gente usa esse tipo de de chamar De de corante tá a gente usa esse tipo de material aqui para destacar Isso é uma colorimetria que a gente faz por isso que eu digo
pode chamar de colante a gente faz aplicação desse material em cima da lâmina e aí a gente ao microscópio vê as diferenças de cor e v esse material aqui bem azul é ao microscópio então ele ele ele pinta de outra cor ele reage eh com o mineral ou com o espaço vazio com o que tá ali dentro e nos dá esse destaque todo tá Então assim oi deixa eu te fazer uma pergunta você falando aí da das camadas quando a gente a gente acha que eu não sei se o nome é o mesmo que se
usa mas a gente chega aqui quando extrai a argila no Xisto E aí o material xistoso tem aquelas camadas né e entre as camadas a gente tem esse óleo que você acabou de falar aí eh no caso é essa mesma formação que você acabou de explicar né É que eu eu não sei direito como é que tá lá é difícil de de eu te dizer se é a Mesma ou não eh Mas pode ser que seja tá pode ser que seja aqui eu não sei é um arenito eu não sei de onde são esses arenitos
um exemplos que eu peguei da da da da internet né Então na verdade não foram nem da internet foram de um curso que eu fiz eh e aí eu acabei pegando esse material eh vai depender de como esse Xisto tá e de como esse é um é um arenite né que você tem lá é xisto e o quê e argila né é argila né a gente Extrai até chegar no Xisto que é o contaminante aí a gente para de extrair né Uhum tá é esse teu Xisto Muito provavelmente não é xisto deve ser um siltito
laminado Deve ser alguma coisa assim é o que a gente chama na a gente chama de Xisto porque ele é todo ele é todo quebradiço né Eh mas ele provavelmente deve ser um siltito laminado alguma coisa do gênero eh eu não sei em termos de estratigrafia que unidade geológica pertence Mas tem Uma grande grande chance se ele tiver Tem óleo dele fazer parte da Bacia do Paraná ou até mesmo bacia lá é São Paulo né é Taubaté Vale do Paraíba a bacia sedimentar de São Paulo professor aqui ah ok ok ok perfeito quem foi que
falou Flávio ou André que eu não sei acho que é o André o André da região também Ah tá Ah então tá beleza Ah então pode pode ser mas toda vez que a gente tem essa situação toda vez que a gente tem essa situação que ele ele ele se ele Se acumula como folha a gente tem o o o óleo no meio Ou nem sempre não é não é uma regra nem sempre Não não é regra nem sempre vai depender do quê pra gente ter é outra disciplina tá mas só para te explicar para te
não não não ficar perdida nessa situação e entender melhor eh também fica um pouco difícil para mim porque eu eu tem que ficar pensando o que que tem lá e e tentar fazer analogia mas nem sempre um uma rocha que tem eh filidade que é o caso desse desse teu Xisto né entre aspas porque para ser Xisto ele tem que ter xistosidade xistosidade é uma eh é uma estrutura metamórfica eu não acredito que ele seja metamórfico ele é ele tem uma filidade ou seja ele é laminadas laminação é e é é sedimentar é é não
sofremos nenhum metamorfismo eh vai depender pra gente ter acúmulo eh de eh óleo gás carvão é matéria orgânica tá é acúmulo de matéria orgânica então eu tenho que ter matéria orgânica para Para poder eh os processos de eh de ah transformação da matéria orgânica que são um pouco diferentes pro carvão eu tenho que é bem dif diente porque eu preciso ter matéria orgânica de origem vegetal né então tem que ter planta que morreu né E aí morreu as plantinhas soterrou beleza é que eu não preciso no caso de matéria orgânica eu não preco de de
de de carvão eu não preciso que a matéria se deposite em lugar nenhum ou Melhor em interstício nenhum eu preciso só de ter biomassa suficiente para acumular e soterramento e e essa essa matéria orgânica se transformar processos evolutivos processos di genéticos se transformar em carvão beleza ponto tá agora no caso da matéria eh orgânica para formar para formar óleo para formar gás aí eu preciso ter matéria orgânica de origem animal aí tem que morrer bichinho né Aí aí a a como é que a gente Tem tanto tanto petróleo no mundo né né o tanto óleo
no mundo em algumas eh situações em algumas regiões específicas a gente teve grandes extinções em massa então a gente cada extinção em massa gerou eh uma uma por exemplo teve uma agora não me lembro não me lembro a idade né o período em que ela aconteceu mas teve uma que morreu 95% das espécies aquáticas morreram Então olha o bando de bicho que morreu né E aí for onde a gente teve Teve um Boom aí de de formação de eh de de de de petróleo né ah aí eu preciso ter para para ter então acúmulo de
petróleo primeiro eu preciso ter a rocha geradora Então eu preciso ter uma rocha que gere matéria orgânica que essa matéria orgânica sofra processos evolutivos e que se transforme ã que se transforme então nos hidrocarbonetos lá bem bonitinho para formar o os eh as cadeias e tal para formar o óleo né E aí eh em alguns Existem situações em que eu formo óleo num lugar e esse óleo migra e se coloca em outro lugar então também pode acontecer isso então eu tenho que ter mas vamos fingir que tá tudo bonitinho que isso não acontece então eu
tenho que ter a rocha geradora eu tenho que ter eh a rocha selante o s né a rocha selante que que seria a rocha selante a rocha impermeável por que que eu tenho que ter uma rocha impermeável porque eu não posso perder Esse óleo não adianta eu Formar óleo e ele escapar essa a migração que eu falei ele não pode escapar ele tem que ficar ali no máximo dos máximos ele pode migrar um pouquinho mais para cima e ficar ali paradinho então se eu tiver eh uma se eu tiver não tiver essa Rocha selante se
não tiver essa Rocha impermeável capeando ele eu vou perder no teu caso Olha só tu tem argila em cima né Essa tua argila funciona como selo então tu tem uma rocha tem uma argila né e embaixo tu Tem o teu siltito finamente o teu Xisto ali né ou o teu siltito finamente laminado Então essa argila é impermeável provavelmente ela tá segurando não sei tá mas é é o meu primeiro chute não conheço lá a região a fundo né nesse então não consigo te dizer muito mais do que isso mas já matou minha curiosidade obrigada não
mas é exatamente isso então assim ó eu preciso ter o lugar para formar e o lugar para acumular se eu não tiver Nenhuma dessas coisas já era aí ele ele migra ele vai embora tá E e aí a gente pode ter alguns qu isos alguma coisa que fica acumulada algum indício Às vezes alguma pequena acumulação pode mas grandes acumulações de óleo não vai ter ele vai migrar para o lugar então ele sempre precisa disso lugar para gerar lugar para se armazenar e uma rocha selante para capear e para deixar que é o que a gente
chama de armadilha tá é é um cap né geológico é é um Trap desculpa Não um cap é um Trap geológico é uma armadilha geológica então a gente precisa ter essas três coisas para para garantir que a gente tenha eh os depósitos né de de de petróleo de óleo preservados por isso que o o pral é tão importante que porque pral ó tá antes tem a camada de sal e depois é que tem eh o óleo então o pré-sal é a a a a rocha sal ali a rocha e o sal que tá ali a
rocha acho que é a anidrita não me lembro exatamente mas enfim a rocha que Tá ali que é essa Rocha salgada essa Rocha Salina ali que tá ali ela serve ela é extremamente ela é extremamente impermeável e ela é que segura todo o óleo do press sal se nós não tivéssemos aquele press sal talvez não tivéssemos nem acúmulo de óleo na bacia ali de Santos Campos enfim muito legal obrigada Lu é então é É a lógica PR Ah para carvão é diferente porque carvão Ah eu só preciso soterrar ele mais nada agora para óleo e
gás eu tenho que ter lugar Para gerar lugar para para armazenar e ã e o lugar para deixar ele preso a gente precisa de tudo isso legal obrigada tá imagina de nada ã o que a gente tem que se perguntar né obviamente Quais são os principais minerais formadores das cochas né obviamente são eh quartz né É É um dos minerais mais comuns feod patos também são minerais bem comuns eh aqui aparece or Blend or Blend é um anfibol Não se preocupem com os nomes tá eh Quart F Pato é mais comum para vocês mas hornblenda
aqui piroxenio muscovita biotita são outros eh minerais que a gente vai vai ver direitinho onde que eles estão então na verade aqui os principais os principais minerais que formam as rochas ã são aqui então eles né eh não só o nome do mineral mas também a sua composição química ó então como eu falei ó falei bem certinho para vocês tá vendo ó eu não preciso saber que o fudes espata alcalino é potássio Alumínio três silícios e oito oxigênios Mas eu preciso saber né foi aquilo que eu falei para você eu falei que o fpat alcalino
tinha potássio e alumínio é isso que eu preciso saber o plagioclásio eu posso ter sódio e cálcio ponto a muscovita potássio e alumínio um pouquinho de água água aqui vapor né biotita eu posso ter um pouco de potássio posso ter magnésio mas basicamente Magnésio e ferro os anfibólios também basicamente Magnésio e Ferro são os mais comuns aur Blenda é Magnésio e ferro né dos anfibólios para baixo aqui são todos praticamente ferro magnesiano H quanto mais ferro e mais magnésio esses minerais têm na sua Ah estrutura Cristalina a gente chama Mais Escuros eles são e a
gente chama eles de máficos E aí quanto mais eh minerais Claros como quartzo fpat alcalino plagioclases muscovita a gente chama eles de félsicos tem que tomar cuidado aqui félsico não é Sinônimo félsico é sinônimo de Claro não é aqui isso aqui não tá relacionado a teor de sílica simplesmente a cor máfico escuro tá félsico claro então isso aqui é única e exclusivamente relacionado a cor certo Por que que é máfico porque normalmente as bitit São pretas pretas a verde escuro todos esses aqui olivina é verde escuro piroxênios anfibol o pirox Pode ser verde escuro também
o anfibol é preto a biotita também né então a gente vai é por isso Que a gente chama eles de máficos aqui muscovite é em color plagioclásio ã plagioclásio pode ser Rosado ou esbranquiçado né mesma coisa que F espato potássico e o quartzo ã é assim entada em color vai depender da Rocha certo Então na verdade a nossa ideia né é estudar isso eh em trabalhar com os minerais em trabalhar com a petrogen trabalhar com a petrologia eh entender essas relações que a gente tem aqui é entender como funciona eh as não as Correntes de
confecção mas como funciona eh essas interações entre as difer entes camadas do manto e a litosfera né o nosso princip a gente tem que eh levar em conta né que a gente tem importantes reservatórios importante eh áreas né de de fusão né de de magma tanto no limite aqui ó entre o manto né e a crosta e na eh e na descontinuidade Morro o que vocês já ouviram falar lá na descontinuidade morro vque ou Morro o Cloves não falou isso para vocês Ahi vou pegar ele às vezes ele falou lua gente que esquece eu tá
eh a descontinuidade morro ela você sab a gente tem três camadas da terra né a grosso modo a gente tem núcleo Inter núcleo manto crosta né o núcleo é dividido em núcleo interno núcleo externo o manto é dividido em manto astenosfera o manto astenosfera coisa Meio estranha ali então essa descontinuidade ela vai separar a parte eh sólida da litosfera da parte pastosa da litosfera entendeu então ela tá entre ela tá dividindo a crosta Então ela tá mais ela tá mais pro manto do que pra crosta né ela na verdade ela tá ela é considerada como
parte do manto né Então ela tá mais eh passou da morro é quase manto tá então ela e e e acima da morovic ela aí A gente tem então a parte sólida e rígida né da crusta certo só para para curiosidade né Depois vocês dão uma olhada para para ver né ã tô quase no final tá só mais uns minutinhos aí a a gente finaliza eh Opa isso aqui tá errado ali eh na verdade não né só para vocês terem uma ideia aqui é da da disciplina era um slide da outra disciplina mas não era
essa a minha intenção Mas acabou sendo apropriado né Eh a disciplina de Depósitos minerais ó aqui era a relação depósitos minerais e ambientes geotectônicas aqui a gente eh essa disciplina também eu divido ela com o CL tá então ele ele passa uma parte eu passo outra aqui o que a gente tem ó se vocês repararem ó a gente tem ó aqui ó essa linha pontilhada é a morovic tá que separa a litosfera da astenosfera litosfera que é rígido stenos que não é rígido que é pastoso plástico e o que permite que a litosfera rígida se
Movimente né em cima dele eh aqui a gente tem então os diferentes ambientes geotectônicas Ó tipo I tipo S kimberlitos crosta Continental espessura eh aumento aqui da espessura por tectônica que Rift eh esse tipo I tipo sess aqui são granitos são tipos de granitos tá então granitos do tipo I tem mais influência de crosta Continental do que granitos do tipo S isso a gente vai ver Eh e aí isso a gente vai vai ver também vai vai estudar e aí a gente vê que depósitos minerais que são o que vocês querem né O que vocês
são os minerais e com Valor Econômico agregado que neste caso a grande maioria deles são metais então por exemplo granitos do tipo I granitos né Eh a gente pode ter chance de ter eh depósitos do tipo cobre pórfiro por exemplo com teores extremamente altos com depósitos minerais com teores Altos De cobre molibidênio chumbo e Zino poxa daí vale a pena e tudo isso aonde no ambiente granítico né no ambiente eh onde eu tenho granitos onde eu são onde eu tenho a alteração desses granitos Então eu tenho que separar no caso de depósitos minerais eu tenho
que separar o que que é o granito e o que que é a mineralização a mineralização pode estar relacionada com o granito como não pode como pode ser posterior a formação do granito mas eu tenho que Entender isso então se eu souber o que que me que que me liga o que me faz dizer que é um granito eu vou conseguir desvendar essa diferença de timing aí entre a mineralização e a intrusão granítica tá então assim eh a gente consegue trabalhar e assim a gente consegue entender né como como eh como as coisas funcionam né
aqui também uma situação bem eh bem praticamente similar né onde essa essa parte preta aqui é que representa o Nosso minério tá então então é um minério rico né em cobre molibidenio e ouro né depósito de cobre pfo é rico em em Ouro né então também ó tá relacionado com processos tectônicos com eh com intrusões com magmatismo com rochas né a gente sempre tem que lembrar isso as rochas os minerais estão relacionados com as rochas ou seja minerais um grupo de minerais formma uma rocha né uma rocha formada por um agregado de minerais sejam eles
Metálicos sejam esses minerais minerais de minério ou sejam esses minerais silicatos tá hoje por hora na disciplina nós vamos ver minerais eh transparentes depois a gente vai ver Juntando os dois na mineralogia de minério a gente vai juntar os minerais transparentes com os minerais de minério para chegar nisso aqui isso aqui é um modelo evolutivo tá de ã formação de um mineral de minério de formação da mineralização então isso Aqui para vocês é crucial para vocês definirem onde que vocês vão eh lavrar onde que vocês vão abrir a mina de vocês tá então eh petrologia
é bem importante para vocês na engenharia de Minas algumas bibliografias tá eh tem bastante coisa em português tá mas também tem bastante coisa em inglês eh quando eu estudei petrogenesis então eu tive tudo isso eh e e geoquímica eh a gente a a Bíblia né da petrogenesis Era esse livro da margery Wilson eh onde fala em todos os ambientes eh geotectônico e o que que acontece em cada um dos ambientes conta todas as historinhas que eu contei para vocês aí conta eh mais mais ou menos conta também tá eh Claro bem mais aprofundado obviamente eh
esse livro aqui eu tenho tá a biblioteca não tenho eu tenho Então se alguém um dia quiser eh eu acho que deve ter disponível na internet para download não não não tenho certeza mas Eu tenho esse livro Então quem quem quis durante muito tempo ele foi livro de cabeceira de de cama assim para ler antes de dormir ã e mas eh Então quem quiser dá uma olhada Eu tenho esse livro esse livro aqui rochas e processos ígneos petrografia macroscópica das rochas íos sedimentárias e metamórficas e geologia sedimentar esses três tem na biblioteca tá fazem parte
da nossa bibliografia Esses aqui descrição das rochas ígneas das rochas sedimentares também fazem parte das da dos livros da da biblioteca esses dois aqui não esse aqui mas esses aqui dá para baixar na na internet tá então o atlas de eh rochas ignas e suas texturas e atas de rochas metamórficas e suas texturas eu tenho esses dois também eh que eu baixei na internet então depois eu passo para vocês o endereço para baixar e aqui tem dois links para onde aqui tem fotos De minerais de diagramas de fase enfim para vocês aí eh darem uma
olhada e e trabalhar então assim eh tem bastante bibliografia é bastante coisa em inglês eh Espero que não seja um grande problema para vocês mas eu ajudo vocês na medida que for precisando tá então por hoje era isso gente eh ficou alguma dúvida muitas dúvidas bastante Oi professor Oi ã daquela amostra até que eu postei ali no grupo que eu achei pelo que o Professor falou é uma árvore petrificada né sim eu tava com ele quando a gente quando ele descreveu estava em reuniãozinha aqui com André dizer o o e o porqu que vamos dizer
em vez que claro ali é uma região Bajé ali é próxima do do carvão em vez de virar carvão virou virou Rocha né é daí são processos geológicos que que ocorre né como a gente qual é a região que tu encontrou ela Bajé em Bajé mesmo Eh Bajé Tem carvão né ali em Candiota tem tem bastante carvão eh como eu falei a matéria orgânica fonte né da da formação do carvão são árvores então às vezes encontramos troncos árvores petrificadas no meio das camadas de carrão eh aqui nas minas de de de subsolo aqui tem troncos
inteiros dentro da camada de carvão vocês foram comigo na mina de visitação não né não foi vocês mas vocês foram na mina de Visitação aqui foi o técnico foi quando o técnico fomos Ah ele mostrou para vocês Onde tem um tronco fóssil fui eu que que achei aquele fui eu que achei ninguém tinha visto lá um dia eu olhei assim ah tá ali aquele tronco fui eu que achei aquele tronco é o mesmo é muito parecido com aquele teu não é a mesma espécie mas é praticamente é é é representante da mesma do mesmo material
que que gerou carvão tá então é comum eh ou como como A árvore ela tem que cair no solo el ela caiu ela caiu dentro da da turfeira Então ela caiu no solo para para se eh para para apodrecer ali né como se tu derrubasse uma á ficasse ali então alguns processos geológicos ali aconteceram antes dela apodrecer ou seja o que que aconteceu ali eh teve a substituição do material lenhoso dessa árvore por um mineral então isso antes dela apodrecer ou antes dela fossilizar por fossilizar Que o carvão é um fóssil o carvão a gente
pega o carvão a Petr pega uma lâmina pega um um plugzinho né uma uma lâmina de carvão a gente vai achar eh todas ou praticamente eh as estruturas vegetais preservadas pólens esporos espículas eh algas a gente encontra tudo ali dentro então por isso que a gente chama de carvão fóssil que a gente encontra fragmentos eh do do do dos tecidos lenhosos ali dentro então Eh antes disso acontecer Essa essa árvore foi eh entrou algum material ali entrou um mineral normalmente é calcita tá é um carbonato normalmente ele entra e substitui o tecido lenhoso e aí
ela virou Pedra ao invés de apodrecer como ou virar carvão como a maioria virou ela virou pedra Então isso é super comum eh em no meio de camadas de carvão ou então ali na região de de Mata ali por exemp exemplo ali perto de Santa Maria ali são bosques inteiros né de árvores petrificadas não Sei se tu já conhece já foste ali ali é é um monte né de de passei em Santa Maria mas não é então se tiveres Oportunidade de ir na na região de Mata eh mata eu não me lembro para que lado
fica não sei se é antes ou depois acho que é depois de de Santa Maria não lembro direito que faz muito tempo eu era aluna ainda quando eu fui Então faz bastante tempo eh p são Bas acho é né passando é passando Santa Maria né vai vai mais pra frente eu digo daqui para Lá né passando mais adiante de Santa Maria então na região ali de Mata tu tem troncos inteiros assim praticamente inteiros ali eh de H de árvores petrificadas tá muito muito legal tem um museu ali então se um dia tu tiver tempo e
quiser dá um pulo lá não sei se ainda funciona Museu não sei o que dizer eh mas na época funcionava tá então ali foi algum material que que entrou né algum fluído alguma coisa que entrou uma seiva alguma coisa que entrou eh enfim e aí Transformou ela em pedra antes dela apodrecer então foi esse o processo que aconteceu ali e aí quando ela caiu ali ela já tá pedra mesmo ficou incorporada ali no material sedimental e aí depois tu acabou encontrando né então isso é é bastante com isso é uma barr é a barragem famosa
barragem de Bajé que nós estamos fazendo e tem o aí depois que o professor Cloves passou né Tem um pessoal tem três geólogos que acompanham aí eu peguei Mostrei pro geólogo né Olha o que eu achei cara e ele ficou Ah mas é bonito é modo do Júlio né é bonito su mostra Ah pois é professor Pois é eu vou vou levar até pra faculdade eu falei para ele Ah que bacana bacana acharam mais ou só aquele ali tá ali onde que eu tô só achei aquele até depois até Fiquei procurando mais assim para ver
se achava que foi bem num corte que a gente fez né do canal lá e aí cara quando eu correi o olho assim Cara is para aí eu quando eu olhei Eu já peguei na hora e aí cara aí eu achei que fosse né Eu perguntei ali pro professor para para deduzir né Sim a gente tava junto a gente tava aqui em reunião ele mostrou para mim dizer ele assim tu acha que é eu digo claro né A gente só riu né A gente só se olhou e riu realmente é bem bem legal ah se
encontra ass em vários lugares eh se encontra uns caquinho na estrada eu já encontrei uns caquinhos na estrada De tronco eh é bem é bem comum na na na parte ali onde tem na bacia do Paraná ali onde tem carvão né próximo assim é bem comum eh lá em Butiá tem folhas de de de de de árvores dentro das camadas de carvão aqui também tem troncos inteiros eu eu eu mostrei não vocês eu mostrei aqui para vocês que a gente tem também esses troncos aqui esses troncos que tem aqui foram encontrados aqui na região então
também tem bastante bastante troncos Aqui eh desde eles eles estão até carbonizados aqui tem alguns que tem uma película por fora preta assim por fora eh a gente encontra eles eh assim na na nas camadas de carvão bem bem legal fale Paulo Boa noite Professor Eu trabalho em mineração subsolo aqui na região de Lauro Miller Tá qual na na Catarinense carbonífera beluno ah na beluno sim sim a gente encontra bastante a a formação rochosa que que que é chamada de falhas né Uhum a gente se encontra essas formações rochosas assim no meio do vão aquilo
ali é o carvão se criou ao redor dessas falhas ou essas falhas se criaram ao redor desse carvão que tem isso as falhas eh elas são elas elas são posteriores primeiro formou carvão eh as camadas ali de carvão e as falhas estão cortando eh elas são posteriores a camada de carvão e elas estão eh às vezes eh eh tem qual é o rejeito normalmente das Falhas é pequeno é alto tu tens uma ideia quanto que desloca quando fala em rejeito é quanto que desloca para cima ou para baixo ah em torno de uns 4 m
é Então esse é o teu rejeito então tu tens deslocamento da camada de carvão 4 m é para baixo ou para cima geralmente para cima baixo né para cima para cima a gente passa por baixo Olha tu vê falha inversa Olha tu vê eh então tu tens esse deslocamento aí de 4 m da camada então tu eh isso é Posterior a camada era para tá horizontalizada E aí a falha deslocou Então essa falha é posterior à formação do carvão mais alguma coisa gente mais alguma pergunta senão a gente encerra por aqui por hoje u então
era isso obrigada Lu imagina Valeu boa noite qualquer cois boa noite qualquer coisa me chamem durante a semana sem problemas e eu prometo a vocês que da semana que vem Não vai acontecer o que aconteceu hoje tá boa noite professora boa noite boa noite gente até mais boa noite boa noite boa boa noite boa noite boa noite pessoal o