oi bom dia a todos e a todas é um prazer para mim estar aqui com a rede municipal de são paulo e vou fazer uma retrospectiva dos ciclos que são objetos de estudo o meu há muitos e muitos anos se foram minha paixão por que logo quando os ciclos foram introduzidos aqui do estado de são paulo na rede estadual de são paulo no início dos anos 80 estava com ovo eu trabalhava na secretaria de educação do estado ea gente levou muitos tomates de professor não era tanto dos professores mais dos supervisores os supervisores ficaram indigna
dízimos que a primeira iniciativa de ciclos dos anos 80 na abertura a fazer um movimento modesto de juntar o primeiro ou segundo ano do ensino fundamental para garantir a continuidade das aprendizagens dos meninos que conseguiam progredir mas não chegavam ao ponto que se esperava que ele chegasse né mas isso foi objeto de muita muita controvérsia dizendo que a gente tava baixando o nível de ensino e daí por diante depois o ciclo se expandiram já houve iniciativas anteriores de proposta de ciclos no brasil mas dos anos 80 na época da abertura política que eles foram começando
a ganhar um novo status expandiram por muitas vezes logo depois a rede municipal de são paulo fez uma proposta ousada e e eu organizou o ciclos pelo ensino fundamental inter foi uma proposta muito usada no país né depois veio belo horizonte para na vários outros estados e o ciclo se expandiram no brasil porque que os ciclos vieram nos anos 80 e na abertura política né na época da abertura política porque nos anos 70 se intensificaram os estudos mostrando a grande seletividade do ensino no país né e interessante 1575 houve um estudo feito pela carlos chagas
e depois eu entrei na rabeira desse estudo e fiz análise dos eram estudo sobre incidentes críticos com professoras da rede municipal do ensino [Música] é fundamental dos anos iniciais não é que discutiram problemas de comportamento e de aproveitamento das crianças e se perguntava as professoras por quê que elas achavam que as crianças tinham aquele tipo de comportamento e que soluções encaminhamentos elas dariam para as crianças com dificuldades né naquela época o que a gente verificou é que as professoras a e insistiam aqui a grande parte dos problemas que as crianças apresentavam tanto de aprendizagem quanto
de comportamento era atribuída a família origem social mais pobre com a ele foi muito alimentado pela leitura literatura psicológica sociológica e pedagógica que se distribuiu pelas escolas na primeira metade do século passado e que aliás continua em grande parte atribuindo as crianças e as suas famílias as dificuldades que eles apresentam na escola se dizia então não é que a repetência que a o fracasso escolar era a é atribuído a pobreza das famílias ao desinteresse a falta de acompanhamento das famílias e foi em nos anos 80 que o sérgio costa ribeiro trouxe um estudo empírico sobre
os dados do censo do brasil então ele era bem representativo das escolas brasileiras que diziam que não é bem assim que na verdade o grande problema não era invasão as crianças não você vai de um da escola porque ou não havia escolas ou porque elas não se interessavam que a família não se interessava mas é porque elas repetiram e repetiu insistir eu voltava uma no seguinte vou tá vamos no seguinte só depois de muitas repetências inclusive as famílias mais pobres fazer uma enorme esforço para botar as crianças na escola e ela só saiu quando não
se esgotava possibilidade é de e esse elas não conseguiram progredir resultados você já sabem foi por isso que a gente botou os filhos porque a gente entendeu que a repetência é tron cavar os processos de aprendizagem que era importante garantir a sequência das aprendizagens não é o propósito de superar o caráter seletivo da escola flexibilizar a organização da escola e o currículo para atender a diferença dos órgãos não é envolver todos os atores escolares eram princípio básico né então que os anos iniciais conversassem com os anos finais para o problema era garante a continuidade a
progressão dos alunos aprendendo garantir a aprendizagem de todos a despeito das diferenças porque a escola como se universaliza a população dentro da escola e ela preciso atender a essas diferenças melhorar as condições de trabalho de escola e reabilizar o apoio efetivo aos alunos e formar os docentes com aprofundamento das práticas mudanças de atitudes e da cultura escolar quando os ciclos foram criados e se espalharam pelo brasil não havia ainda obrigatoriedade das redes escolares de garantir o tempo necessário pros professores se reuniram trabalho coletivo na escola e esse era um princípio básico hoje com este tempo
coletivo para garantido na lei do piso certo um terço do horário dos professores deve ser para as reuniões para o preparo pedagógico para as correções de trabalho sobre todos os professores conversarem planejar e discutirem o seu próprio trabalho naquela época os ciclos foram pioneiros nessa nessa medida se instituiu também as atividades de apoio complementar aos alunos vejam nós fizemos um esforço como a gente trabalha como eu sou muito velha já participei de muitas lutas na educação nós fizemos força enorme de botar isso na na ldb que precisava de ter apoio complementar no contrato não quero
um complemento a mais a ideia era não a castigar as crianças com a repetência mas dá a elas o que a elas mais necessitavam para aquelas que a mais que tinham mais dificuldade precisavam de mais apoio e quando a gente analisa as experiências brasileiras de ciclos é também os professores dizem olha foram criados muitos dispositivos possíveis funcionarem direitinho e etc mais eles não foram suficientes para apoiar e para viabilizar as transformações a requeridas na escola o difícil envolvimento dos professores a pouca atenção ao trabalho ao preparo dos professores ea continuidade das políticas também foram incriminando
os ciclos tem dois modelos de implementação de políticas e os ciclos fazem parte de um que é um modelo de baixo para cima e na verdade quando a gente criou o ciclos e depois quando eles foram mais desenvolvidos a ideia é que as orientações do currículo eram muito genéricas esse apostavam muito se apostava muito no protagonismo dos docentes eles e um refletir sobre a sua própria prática e um se juntar nos tempos nos horários de reunião para refletir sobre a prática aí fazer a na formação continuada dos docentes avaliação do aluno no processo e importância
do profissionalismo docente o que que é o profissionalismo docente é a formação aliada a uma reflexão mais madura ao apoio da rede e o aumento intervenção mais sistemática mais discutida mais a bença em relação aos alunos aposta é que os professores teriam condições dadas essas circunstâncias de resolver uma coisa que ninguém resolve até agora que é as dificuldades dos alunos certo ninguém tem uma resposta pronta a única correta para fazer um trabalho com os alunos que têm mais dificuldade de acompanhar vão tropeçando pelo caminho a ideia que este trabalho conjunto pudesse das respostas e foi
este ideia que contribuiu para fortalecer as políticas de formação docente que foram depois encorpados nas nas políticas federais estaduais atenção mais a formação docente a reação dos professores sobre os ciclos da maneira como eles foram implementados ficar muito inseguros em razão das orientações muito genérica né e tava imaginando inclusive nesse processo de apresentação de aprendizagem até algumas orientações que vem para os papos que também eram muito genéricas mas recentemente falando agora dos patos é que eu tenho visto um trabalho via até pelo site da implementação dos ciclos na cidade sequências didáticas para os papis e
tudo não é os professores de um modo geral sentiu muito soltos com ciclos de 4 anos que houve na rede mesmo ciclo de três anos são intervalos grandes passa os alunos passam por três professores certo e ele sentiu soltos ele sentiu em segurança não é também os eu desconfiava bem de uma autonomia que se dizia que eles outorgada pela rede né mesmo assim tão dizendo que a gente tem autonomia mas depois os alunos são avaliados e lasca o pau em cima da gente dizer que a responsabilidade pelo fracasso escolar é só a nossa se há
uma responsabilidade dos professores sobre a sua cascolar isso ninguém tira porque é uma das responsabilidades da gente como professor há também uma responsabilidade do sistema escolar de apoiar a escola e os professores por senão as coisas numa né então eu acho que isto é e é uma é uma questão que pisava no modelo de ciclos aí veio ideb e etc as políticas mudaram olha esse negócio dos ciclos não é só aqui no brasil quando os ciclos podem implementar as nos anos 80 houve uma onda de ciclos nas escolas seriadas em várias partes do mundo do
canadá na frança portugal espanha vários países implementaram ciclos e essa reflexão é uma reflexão mais ampla não é só a nossa mais bate muito com que a gente tem aqui bom aí veio ideb e etc e outra onda o modelo de cima para baixo certo tendência uniformizar e a detalhar o currículo alto especificação dos conteúdos sequência das aprendizagens das formas de abordagem isso fica muito evidente da bncc agora né então todo ano tem direitinho o o que dá o quê que se espera de um aluno entrou em detalhe da até muito exagerado ritmo de aprendizagem
dos alunos pré-definido no fundo o quando se espera o final do primeiro ano ou de qualquer ano do ensino fundamental e do médio cada um chega até onde você tá dizendo que toda a população brasileira que agora tá todo na escola tá frequentando a escola tem que chegar lá ao final do primeiro ano tô ficou muito ficou muito de cima para baixo como é que a gente concilia a ideia dos ciclos que eram soltos era continuidade você faz um projeto mas alongado com uma medida se né materiais já foi muito diretivos e vejam quando a
gente específica muito o currículo faz um material faz os cadernos do aluno muito diretivos e é natural que a importância que se dá a formação do professor de língua a gente tem observado muitas redes são muito mais diretivas que a a dessa daqui e o que a gente observa é que o material a formação de professores se limita a indicar o que como é que usa o material a importância da formação do professor da disposição do que está por traz dos fundamentos etc fica muito diluída dentro dessa concepção ea ênfase passou a ser nos resultados
dos órgãos eu acho que a secretaria de educação de são paulo de alguma maneira concilia o modelo de cima para baixo ou de baixo para cima tenta conciliar não sei que medida porque eles são contraditórios né essa pressão muito grande em cima do da periodização dos conteúdos a letra ela tem para eu só posso comprar de toys mas a sugestão que vários autores estudiosos de vários países e olha o interessante seria tentar conciliar a inclusive atendendo demandas dos professores que eles precisam de orientação e mais específica para cada ano etc e tentar conciliar os modelos
de cima para baixo com os de baixo para cima mantendo os princípios dos ciclos ou seja a importância dos professores do concelho conversarem entre eles fazerem trabalhos mais articulados entre eles de com de garante a continuidade dos alunos a despeito da periodização e este processo e vem muito no sentido deste deste projecto de apoio às aprendizagens não é o que que o que que é no fundo esse projeto é uma possibilidade de garantir que os alunos que têm dificuldade de acompanhar posta um ter um atendimento mais adequado em grupo os membros só que este projeto
tem uma dimensão muito pequena na rede do que a gente analisou dos dados marco que nos foram oferecidos pela secretaria municipal só tem em torno de 18 por cento dos alunos recebem o apoio complementar ou seja tem muita criança e poderia ter um atendimento um pouco mais especializado um pouco mais próximo das suas necessidades tanto no ritmo quanto o um quilo de aprendizagem que é diferente entre os alunos que mereceria um apoio maior isso não quer dizer que a gente vai transformar o apoio complementar um negócio tão grande que que abranja toda a rede a
ideia do apoio complementar é para um para um grupo mais restrito mesmo de dificuldades mas eu acho que dado o ritmo diferente das aprendizagens o estilo diferente das aprendizagens dos nossos alunos o projeto poderia ser ampliado na segunda metade 2005/2009 ouvi alguns estudos que fizeram um balanço dos ciclos e de iniciativas de serialização no brasil como acelerar o projeto de aceleração de aprendizagem eu não sei se a rede aqui teve várias que eles fizer é de aceleração de aprendizagem em que alunos multirrepetentes a frequentaram alguns com materiais maravilhosos a rede estadual por exemplo fiz um
projeto de aceleração de aprendizagem de alguns com atraso escolar que tinha um material daqueles que a gente pede a deus para chegar nas nossas mãos mas a gente tem uma tradição no brasil produzimos muito material interessante nas redes de ensino então o cândido gomes fez uma um levantamento dos estudos sobre os ciclos escolares no brasil verificando a sua eficiência né e o alavarse que vocês conhecem que é um professor da rede também fez a tese de doutorado já publicou uma vergonha que tá na usp setra outros também fizeram trabalhos desse nessa linha e e chegaram
à conclusão de que os ciclos propiciou a melhoria do fluxo escolar diminui a defasagem idade-série entretanto a qualidade do ensino eles não conseguem levantar a todas as pesquisas que a gente mostra mostra que a qualidade do ensino do brasil que a gente faz e que a gente examina acho que a qualidade do ensino o brasil é muito precária já melhorou consideravelmente mas ainda tem um longo caminho pela frente nós podemos conseguir melhores resultados agora ela não varia entre escolas que têm ciclos que não tem ciclo ela é ela é sofrível tanto nas escolas que têm
ciclo curto nas que não tem ciclo só quem nas escolas que não têm ciclo a gente onera mais os alunos a gente prejudica mais o alguns para eles demoram mais tempo repetindo e ao mesmo patamar que as escolas consigamos um dos achados mais importantes desse estudo que nossa estamos fazendo é o seguinte que as crianças hoje na rede municipal entre uma idade certa diferentemente do que acontecia dentro os atrás antes as crianças entravam atrás colar agora a pré-escola é obrigatória né as crianças entram a maioria absoluta dos alunos da rede municipal pedro unidade certa a
gente observa infelizmente que o atraso escolar na rede vai sendo produzido pelo próprio sistema escolar o teu são as retenções não é a falta de apoio aos alunos com maiores dificuldades que vão produzindo esse atraso então é um atraso produzido por nós pelo sistema de ensino né então isso é uma coisa pela qual a gente para qual a gente precisa sentar né e nós observamos da mesma coisa perversa no sexto ano tem um pico né porque esse típico na passagem de sexto ano entendo de reprovação não é um pito nacional também a gente sabe a
gente que é pedagogo sabe por quê que acontece isso porque as crianças mudam de professor o único para professores vários especialistas elas ficam muito atrapalhado cada um tem um tipo de exigir cada um faz faz as provas tudo perto e as crianças estão desorganizadas bom e dar só defasagens o brasil inteiro acontece que na rede nós observamos um dado perverso também depois o ciclo autoral vai permitindo a reprovação no ano chega no nono ano o número de alunos absoluto o número absoluto de alguns diminui sensivelmente ou seja tem um materiais em interna os meninos que
têm mais dificuldade estão sendo represados pelo medo caminho e alguns deles acabam desistindo infelizmente e nós fomos olhar os desistentes quem mais desisti é quem tem mais atraso escolar insiste insiste insiste até que perde a esperança bom e se bate né então eu acho que esta questão é uma questão importante para isso para o sistema para os professores das classes regulares para os papis estarem atentos nós precisamos garantir o direito à educação e garante que todos venham até o 9º ano e conclua um essa parte do ensino obrigatório é um direito de todos independente das
diferenças das dificuldades de cada um né eu gosto de citar entre os estudiosos a atentos para esta questão e da repetência e da necessidade do apoio aos alunos com dificuldade o marcel cara é ele é um belga acho que já te vi aqui no brasil várias vezes conhece o país ele já escreveu muita coisa eu podia citar vários outros mas é que ele eu acho que ele tem uma contribuição especial então eu selecionei o o o marco marcelo para é porque vontade isso eu acho que ele vai agora vou comprar uma coisa muito pessoal ele
tem um filho autista e eu acho que ele também tem na preço a esse tema ele estuda muito e ele estuda alternativas de acompanhamento etc eu acho até porque dói na pele certo o fato de garantir o direito de todos aprendizagem né ele em 96 esse livro foi por tocarem foi publicado em portugal nesse livro ele diz quer temerário ensinar a estabelecer há uma relação direta entre taxa de atraso escolar e rendimento dos estudantes ele fez uma pesquisa na bélgica se fizer aqui a mesma coisa certo os dados do ideb a gente compara com os
dados de retenção na escola não batem certo alunos que são retidos que tem o mesmo nível de alunos que são aprovados né e tem todo o nosso viés social psicológico e a gente vai explicar um pouquinho as retenções podem ser independente do nível de conhecimento das crianças alunos mais pobres mas e a pretos ou pardos certo de sexo masculino têm a tendência de ser mais retidos que os outros tem um estudo recente feito tá saindo da forma de um professor aqui da rede talvez muito de vocês conheço eu falar o nome porque ele foi meu
anúncio foi ver o meu e me orientando lá no mês armas ver se ele fez com a marília carvalho lá não se eu sou professora da usp também aposentada ele fez um estudo de caso orientado pela marisa carvalho é sobre alunos indisciplinados é a questão da de quem é que vai para foi pedagógico essas coisas que a marília carvalho já fez com vários vai dos professores daqui da reta em muitos estudos orientados pela marília carvalho sobre a rede municipal de são paulo e o autor é o cláudio da escola essa aqui não dou ali no
canindé e faz do henrique né ele fez um estudo de doutorado agora e ele chega à conclusão que até o conceito de o próprio conceito de aluno indisciplinado ele não vem sozinho conselho de alunos em indisciplinado vem misturado com as características da criança certo se ela é mais se ela é de sexo mascu sobretudo século masculino e feminino certo se ela é mais pobre se ela é mais parda ou mais negra o e se ela tem dificuldade ela tende a ser considerada mais indisciplinada impressionante o estudo que ele fez mostra que tinha um aluno indisciplinado
daqueles dias que a gente felizmente em pó e na rede mais e tinha o aluno indisciplinado que se jogava no chão da sala jogava caderno cima da parede daqueles assim de um comportamento de uma masculinidade bem desculpe tiva mesmo os professores na avaliação desse aluno não disseram que ele era disciplinado porque ele era muito inteligente e apesar de toda a zuada que ele provocava ele é bem porque ele não foi considerado indisciplinado pelos professores embora tenha sido considerado é disciplinado pelos colegas certo para vocês verem como os nossos conceitos de aluno indisciplinado e etc tem
a ver com a combinação com a gente faz que a gente faz de outros fatores certo só não tem dificuldade parece que a indisciplina dentro e se agrava e na visão para gente né e a gente também tá com saudade cansado de saber que mesmo dos critérios de apoio à ao encaminhar a o encaminhamento aos alunos das classes de já foi cumprimentar de recuperação paralela muitas vezes não é porque o aluno não sabe é porque ele perturba um palácio aí ele vai para lá então até o nosso conceito de indisciplina tá avisado para essas coisas
né então nós temos na rede sessenta por cento de alunos no apoio complementar menino quarenta por cento de meninas e eu jeito da gente socializar o conceito de masculinidade e feminilidade que está impregnado na sociedade vem da família dos outros assistentes sociais mas também um próprio conceito de masculinidade e feminilidade que nós professores temos e aqui é inclui na construção do comportamento dos meninos certo ele diz preciso combater uma porção de crenças no joelho de joia muito do sucesso e do fracasso do professor depende da avaliação do aluno né e na avaliação da avaliação do
órgão feita pelos professores né e é muito frequente no discurso dos professores atribuiu o desempenho dos alunos a massificação do ensino porque no nosso tempo quando a gente era aluna era melhor não era a gente sabe que era uma elite que trabalhava e a retenção é valorizada como indicador de qualidade e eficácia da educação o mesmo no ciclos né e às vezes professor ele família se combinam e aí você bota lá reprovado falta não foi volta é porque o órgão nome eu achava que tinha que ser reprovado mesmo com acordo da família às vezes a
família reclama mas às vezes a família também quer que o água ou seja retida né também se subestima os efeitos deletérios da retenção sobre os alunos e o fracasso continuar sendo atribuído a sua própria apte a falta de aptidão a sua incapacidade de aprender é incrível eu quis botar aquele aquele estudo de 75 porque se a gente eu que viajo muito e conheço muitas vezes já trabalhei muito de pé tipo muitas vezes é impressionante como até hoje né o grande culpado pelo próprio fracasso pelas próprias dificuldades de aprendizagem continuar sendo os alunos na cabeça que
a gente tem né quando os professores uso e então como fator de discriminação dos bons e dos maus alunos muitas vezes fazem provas que costumam não contemplar as as habilidades que já foram trabalhados mas algumas habilidades que estão pretendendo trabalhar ainda né isso serve para discriminar os alunos e o cara é ele fez inúmeras a retrospectivas em dia de grandes quantidades de avaliações de pesquisas sobre o rendimento de alunos em países com promoção automática e país seriados a conclusão a que se chega é que e a repetência não traz o goiás que se costuma espelhar
esperar além de diminuir a probabilidade os estudantes prosseguirem os estudos uma conclusão que é fundamental nos trabalhos do cá é é o seguinte o aluno e já comparou 50 mistura levantou os estudos e viu os resultados que eles traziam o aluno fraco o que repete tende a progredir menos do que aluno fraco no mesmo nível que é promovido certo que no ano seguinte ele é estimulado por outras coisas os outros alunos os outros conteúdos e quando ele repete geralmente as coisas que ele já sabe ele continua a sabendo as dúvidas que ele tem ele não
consegue esclarecer isso também é o resultado óbvio bom aí vocês vão pergunta o que que fazer com o ciclo seja assim a hipertensão é a solução o quê que a gente ir como é que a gente apoia os alunos que têm dificuldade né ele examinou o tamanho de classe a composição manejo das turmas o atendimento de alunos com necessidades eu já vi muita pesquisa que diz que o tamanho das classes não influencia o rendimento dos alunos é o que dá examinou o tamanho das claras e ele disse para os alunos que têm dificuldade por exemplo
você tem e numa turma de 15 você tira cinco você aumenta possibilitar aos alunos aprender que o contato é muito mais direto e o atendimento fica mais eficiente então ele disse que o tamanho das classes menor e nesse sentido as turmas de recuperação são muito importantes porque elas são turmas menores certo aí ele examina o a composição eo manejo das turmas então a gente vê ainda que não a gente já tenha falado tanto nos estudos esse negócio de fazer classifica fraco médio e forte gente encontra no brasil inteiro né e o problema é que as
classes fracas em geral elas fica embaixo da escada com o professor que tá chegando menos experientes né bota um todos os alunos com problema lá né aí realmente não dá mas eles e quando as classes são tão assim né de forte mas se você garante os mesmos professores experientes a mesma expectativa de aprendizagem tudo um negócio funciona funciona o melhor enfim é muito difícil você tirar essa conotação negativa nas classes fracas você põe você dá piores condições de aprendizagem depois fica reclamando que os alunos aprendem é é sempre assim ele discutir o atendimento dos alunos
com dificuldade das várias possibilidades de atendimento uma que ele é a nos estudos que ele viu que acho que funciona o melhor é assim é tirar o aluno com dificuldade de uma turma na mesma idade né e ele tá falando isso do sentido olha a repetência é a pior solução e vamos ver se a gente pega os alunos que são da mesma classe gira os grupos comeram com maiores dificuldades por um período umas duas três vezes por semana com o professor que atenda especificamente esse grupo menor e as coisas e esses meninos conseguem recuperar vejam
nos na nossa legislação e aí olha eu vou te dizer eu já sou velha eu também já militei muito eu inclusive era do do do fórum de educação de todos os movimentos de educação nós pô tamos na lei na ldb que precisava ter recuperação paralela no contraturno tá certo tá lá então a gente não pode fugir os grupos de apoio paralelo os grupos de recuperação tão no contraturno né mas nós também encontramos na rede muitas dificuldades dos alunos frequentarem os contratos acontece que nós vivemos numa grande metrópole uma das maiores do mundo né então esse
negócio do contraturno que eu também botei ajudei a bota lá na ldb que é obrigatório que todo mundo tem que fazer a recuperação paralela no contrato numa região metropolitana a enorme como aqui nós temos quatro qo o alunado que a rede municipal tem às vezes queria maior dificuldade né nossa eu não nos estudos de caso por exemplo nós pegamos escola de passagem né metal os alunos que moram na redondeza tudo bem eles vão a maior parte da quer dizer um maior número vai a ao apoio paralelo os que moram longe a perua que leva os
meninos para vocês em aço com centros para completar o horário dos pais né o que vão para açougues e se não tem como esses meninos e se eles pedem a perua eles depois ficam soltos como é que a gente atende esses meninos que não tem condição de frequentar é né então eu acho que a quando a gente eu já analisei isso muitas isso com muitas vezes que tinham ciclos tinha uma solução que funcionava que aliás é a ter essa que o cara é sugere é assim às vezes eles remaneja vão os professores deixavam aumentava um
pouquinho o número de alunos da classe regular deixavam uma professora disponível para fazer esses apoios e ela per corria serve muitas vezes é uma professora alfabetizadora então duas três vezes na semana ela pegava esses alguns que continuavam a maior parte do tempo com os colegas etc mais davam reforço na área de leitura e escrita é porque a gente chega no sexto ano os meninos não conseguem ver como é que da história e geografia os meninos um o texto né e assim porque esse é o mais semana grita constante e faziam assim e é uma solução
brasileira também você pegar mais os alunos individualmente o meu coletivo o que ele diz olha só individualmente também não dá certo a inglaterra que tem o sistema de promoção automática não é ciclos é muito mais radical estados unidos também começa com seis anos vai até os 17 anos a ensino obrigatório e a coaching acontece que eles têm níveis de eles têm materiais com níveis diferentes para usarmos então os alunos estão lá todos que tem 9 anos estão lá na classe dos nove anos mais um tá no book e um outro tá no book 3 outro
no book 5 de matemática e eles têm fazem os trabalhos com ind em vários resolvem as coisas lá tudo individualizado também parece que não funciona direito tem uma questão do coletivo da escola da sala tem as conversas comuns tem a contribuição dos colegas fingir símbolo conjunto né e tem a motivação dos professores que vai por aí então parece também que a melhor solução e que isto muitos de vocês já devem saber é juntar os dispositivos individualizados cujos dispositivos coletivo que quer dizer com com as aulas coletivas com a motivação algumas tarefas gerais para todos isto
pode facilitar a aprendizagem avaliação também é importante e o feedback para os alunos né mostrar o quê que usar como é que faz fazer as avaliações corrente fazer as as avaliações coletivas e depois as correções também coletivas é é importante então a atividades que podem contribuir para dar um apoio melhor as crianças com dificuldades e atenção né eu acho que essa rede tem que porque olha que a repetência o que o pico da repetência é alto no sexto ano isso a gente já sabia de tudo que a gente vê no brasil e isto é um
problema né mas esta questão de diminuir os meninos os alunos matriculados na o 9º ano do ensino fundamental e eu fui ficando arrepiada quando eu vi esse gato então acho que é da responsabilidade da rede certo tá se retesando muitos alunos dos 6º no sétimo e oitavo quem vai para o nono ano e até falaram olha na prova são paulo que foi feita a glória os meninos vão bem mas ele já estão selecionados gente os que tinham mais dificuldade ficaram pelo meio do caminho certo então este é um aberta que a rede precisa receber e
tem a esse trabalho acho que foi muito interessante outra eu fiquei com pente dizer porque nós começamos esse trabalho em 2018 eu olhava no site viu os materiais do currículo era um negócio de usar os cadernos que se usava antigamente que tem uma porção de atividades mas os meninos foi clamo sem aí é tudo e é isso já este ano fiquei contente porque no currículo da cidade o currículo da cidade tem uma filosofia interessante também não sei se está funcionando eu li não sei o que vocês acham o que eu lhe achei legal certo que
também é o currículo é um negócio dinâmico então de acordo com as demandas aqueles aquelas orientações vão sendo com a contribuição com a experiência dos professores vão sendo atualizadas completados etc eu fiquei muito contente no ano passado quando eu vi que tinha orientações passar então eu acho que é preciso um apoio mais incisivo ao trabalho das tá né e isso já tá se revelando alguma coisa eu não sei o quanto eu não tenho a dimensão né o que as regionais é uma doido eu já vi também que são os formadores que vão falar dos trabalhos
à tarde né então eu acho que este apui o que o sistema tem que dar é importante porque a gente nós somos a diferença cada um e como professores nos com somos como toda a população nós temos os nossos defeitos das nossas qualidades às vezes a gente se esforça para motivar os alunos faz o esforço danado e os alunos estão nem aí né isso é uma coisa que eu sinto na pele como professor e que cada um de nós deve sentir então não bastam só as qualidades dinâmicas dos professores nós fizemos dois estudo de caso
com duas patas maravilhosas eu sei o edifício no conjunto motivar os alunos com tantas dificuldades com problemas tão diferentes os problemas mais extremados com os quais a gente tem que lidar então a questão duplo aí volto a questão do profissionalismo docente que já era invocado a desde o começo dos ciclos a questão do profissionalismo docente se constrói é no conjunto no trabalho conjunto da rede do coordenador pedagógico certo das informações que são dadas pelas deles dos materiais que são produzidos da troca de experiências que depois pode ser aproveitada e transformada em multiplicada para muitos porque
este é um trabalho muito penoso muito ardo do professor mas é um trabalho essencial para garantir e o direito de aprendizagem dos alunos então espero que vocês tenham hoje um dia muito proveitoso e sugestivo para as práticas docente de todos que garanta o direito de todos muito obrigado a