A verdade é que a gente foi enganado durante a nossa infância inteira. Isso precisa ser falado aqui no Sola 10. Por quê? Porque muitas vezes na infância a gente ficava torcendo para chegar a maior idade, né? Ah, eu vou poder fazer tudo, fazer o que eu quiser. Não é bem assim. Assim, é basicamente tu tá na casa da tua mãe, tua mãe dá um espal, fala para você: "Quando tu tiver a tua casa, tu faz o que tu quiser. Aí tu casa, tem a tua mulher, tua mulher vira para você e fala: "Tu não tá
na casa da tua mãe não". Perfeitou. É, é um cicioso. É, ou seja, nós estamos todo arrebentado sempre, velho. É, po falar, você tem que ter, você tem que ter um, um apartamento só seu, um mundinho só seu. Ou o que você sonhava em fazer quando criança, depois que você fica velho, você vê que nem era um sonho. Na verdade, não era tão maneira assim. Nem, vou te falar, eu sou um pouco contra essa visão. Eu eu prefiro ser adulto do que ser criança. Com consider. Claro, tu é um adulto que não sabe onde é
o disjuntor da tua casa. Minha vida segue normal. Aí é fácil você, aí tu tu é uma criança adulta. por nunca deu problema. Tu é uma, tu é um adulto criança, pô. Não, nunca deu problema. Tô aí vivão, vivendo. Então, aí, aí é aí é fácil ser adulto. Exato. Meu ponto é justamente esse. Mas então é porque, por exemplo, vai ter aí em montanha russa de criança? Porque eu vou, eu não sei. Ah, sou adulto, o adulto, ele te permite julgar duas notícias. Ou seja, já falamos de montanha russa nesse programa e a vinheta nem
rodou ainda. Vitor já meteu comemoração, só não falou de sexo. Deixa eu aproveitar antes da vinheta também, convidar a galera para assistir os nossos episódios do Desafio de Sola 10 que já estão disponíveis aqui para você. É, com certeza o do basquete já tá disponível no momento que a gente tá gravando esse vídeo, ele já é um grande sucesso. Vittor Sérgio Rodrigues dando show, né, no basquete, mas tem a playlist aqui do Desafios de Sola 10. Então, se tiver saído outro episódio, ele vai tá lá na playlist. Obrigação maratonar todos, porque nós fizemos, porque vocês
cornetaram, desafiaram e tá aí. Então é sua obrigação maratonar todos. E essa semana a gente grava mais dois, mais dois, quarta e quinta-feira. Hoje é que vem ter, semana que vem tem mais um. Eu quero ver esses, eu quero ver esses vagabundos defendendo pênaltis. Eu quero ver esses vagabundos defendendo ó. Roda vinheta, pil. É verdade. Eu quero ver. [música] [música] Eu já vou logo avisando que eu tô com um problema no ombro. Ah, e o meu médico não permitiu que eu defenda a pena. Não, então para esse no do basquete eu fiquei todo cagado de
jogar por causa do joelho. Para esse eu vou assumir o risco. Você é goleiro. Não, não. O víor Sérgio é do basquete. Você não tem que assumir o risco. Eu vou bater mistério aqui para bater. Eu imagino para bater pênalti de boaça. Para defender, eu tenho um certo risco. Mas [ __ ] Vamos embora. Se machucar. Machucou também. [risadas] O formiga machucava cada 15 dias nava férias para ele. Numa dessa eu pego uma dessa. Uma coisa. Imagina. Cara, começando agora, tentou a vida toda, quando conseguiu vai ficar fora porque ferrou o calcanhar. Me botaram uma
vai ficar feliz. Ah, se bem que agora é a serviço da empresa. O formiga se machucava jogando na na [risadas] E depois já ter sido avisado para não fazer. Exatamente. E mais do que isso, no primeiro no basquete eu não joguei. A chefia veio e falou: "Pô, pipocô e não sei quem jogador de futebol que tem no contrato, ah, não pode andar de moto e tal, tem que colocar isso no nosso contrato. Eu estou defendido pela constituição. Uma coisa é o atacante do seu time machucar o joelho num pagode, outra coisa jogando bola. O trabalho
do cara é jogar bola. Me botar, me escalou. Então beleza, fechou. Bora. Hum. Aliás, nosso trabalho tem sido diferenciado, tudo menos de futebol. [risadas] Cara, eu falei potá hoje, cheguei hoje aqui, jogador. Falei: "Cara, a gente tá gravando muito mais pro de sola do que para futebol de man." Faz sincero aqui, a minha vida especificamente tem 3 anos que eu não falo de campo bola e é para mim pode ser. E tu tá levando a gente. Você só fala de Botafogo com as situações do Botafogo. Agora você falou o quê? O jogador se machucar com
quê? com no page. Um abraço pro Martines que tá sempre assistindo o nosso como diria o Carrilho. Cadê o Martines? [risadas] Cadê o Martin? Ó, pelas minhas contas, só essa semana de Sola 10 a gente tá gravando o negócio de sete episódios. Eu tô falando não. E ainda tem as outras gravações pro canal do De Sola. Inclusive o Brasut Sexta-feira tá rolando. Aliás, essa semana é cara o senhor tá quando que o senhor vou me chamar para eu participar de forma? Você é o zagueiro do time? Você você é um brabão da zaga ziro do
[risadas] tá ligado que a zaga é você aí sim. Mas ó, mercado transferência é lá, então vocês não fazem ideia não porque você sabe que eu sou fiel à camisa. Não aceito ser negociado. O meu tem o no trodos. Não igual é igual o copyright. É igual o copyright. Tem cláus [risadas] combinado. Se chegar a proposta não, a gente botar para negociar. Tem que ligar pra gente. Eu ligo. A gente vai ligar para vocês. Se algum dia eu ligar pros senhores do nada, não é para me salvar da polícia, é só para ir no Para
quem não sabe, a gente tem uma série aqui no De Sola que a gente joga Bras Fut, que é tipo um jogo de manager de de futebol e nós temos um time do De Sola em que os jogadores toda sexta-feira às 11 da manhã de toda sexta-feira e os jogadores são as pessoas do elenco da TNT. Então o nosso ataque, por exemplo, é Víor Lopes e não posso falar, temos novidades, mas a zaga é Otávio e Víor Rodrig. Nosso lateral, nossa lateral esquerda é Al na não sou eu. A direita. Ah, é verdade. Esquerda você.
Eu sou goleiro. Tá muito bom. Tá um absurdo. Sucesso. Mais de 100.000 views em todos os vídeos. Absurdo. Bom para caramba. Eu fazia isso na minha infância, mas com L Fut. Quem diria que isso viraria uma profissão, né? Pois é. Gan dinheiro com isso. Quem diria? Quem diria? [risadas] Eu gostava de brincar no editor e eu fazia o clube 85. Fazia os clubes da cidade de Petrópolis, tá ligado? Aí clube 85 era o que eu frequentava, eu botava tipo assim, a moça da limpeza. É, pô, isso é muito [ __ ] Eu fazia sempre os
meus amigos, amigos do Alace. É a minha sala. Eh, e começava na divisão distrital, tá ligado? Sim. Primeiro item, coisas que adulto não podem fazer eh atrasar constantemente. Mas é porque quando você é criança, se a gente for fazer a dualidade adulto e criança Uhum. Se você atrasa quando criança é porque seu pai se atrasou quando criança. Não, mas ignora o que foi, o que você faz vale pro você faz adulto. Adulto é aceitável ela atrasar. O adulto não é tão aceitável. Eu acho que tudo que vai tá aqui, boa parte cri uma fama ruim,
pelo menos, né? Boa parte do que vai estar aqui, a gente vai passar pano pra criança. Eu acho que o ponto não é esse. A gente deveria olhar só pro adulto. Tipo, pô, o adulto que se atrasa constantemente, eu não sei se é porque eu sempre morei longe das coisas e quem mora longe chega cedo sempre, né? Ou chega muito atrasado ou chega cedo. Então eu sempre cheguei cedo. Me irrita muito quem atrasa, mano. Me irrita pr [ __ ] Quem at vou falar aqui o negócio. Eu eu sou um cara que de vez em
quando eu atraso. Preciso ser sincero. Eu também atraso. De vez em quando. Eu tento muito evitar porque, por exemplo, no nosso ofício a gente não pode atrasar, pô. Se eu chegar atrasado, quem narra o jogo, tá lig? Então, normalmente eu sempre me preparo para chegar horas antes. Ex. Eh, mas às vezes uma gravação, por exemplo, eu atraso. Eu tenho um, eu sou meio desorganizado com horário, Desorganizado com outras coisas. Eh, um amigo nosso, Eros Mendes, trabalhou aqui na empresa e meu amigo, o apelido dele é traseros, né? Tu fez um story disso? Moleque, você não
tá entendendo. A gente foi num, a gente foi no macacê, que é um região japonês. É um jeito que espera todo mundo chegar e aí o chefe começa a cozinhar. Mas tem que todo mundo chegar, assim, tem que mesmo que não tá com você, tem que 12 pessoas chegarem. Enquanto não chegar o último, não começa e atrasa a vida de todo mundo. A gente foi em um, era 8 da noite, o desgraçado chega 8:25. Então ficou eram 25 minutos pessoas que eu não conhecia olhando pra gente assim, cara. E aí, cadê? Cara lá, cadê? E
aí, cadê? E o cara? Não, não, tô chegando, tô chegando, tô chegando. Aí, beleza, grise, irritação. O carioca é meio atrasado, né? Fomos a outro. A gente era sexta-feira. Eu falei: "Exos, eu joguei na segunda-feira eu vou marcar que horas você pode?" Ele falou: "9 horas. Você pode 9 horas?" Eu ia marcar 7: "Não, 9 horas. 9 horas, beleza. Tem que marcar uma hora antes. Co marquei 9 horas. Eu falei: Eros, segunda-feira tem que chegar na hora. Terça-feira, cara, tem que chegar na hora. Quarta-feira depois de amanhã, hein? Quinta-feira, amanhã para chegar na hora. Chega
na [ __ ] do dia, o desgraçado. Chega 8:20 de novo. 9:20. 9:20, moleque. O cara tem um problema mental, pô. Você me deixa com calor, mano. É moleque, o cara atrasou todo mundo de novo, pô. Eu chegar atrasado me faz mal. Tipo, me dá dor de barriga se eu me atrasar pra parada. Eu vê que eu tô atrasando, eu falo: "Caraca, mano, me dá dor de barriga. Porque é, eu trato como eu sinto que eu tô atrapalhando a vida dos outros. Isso é muito". E pode ter certeza que o cara que não que tá
esperando você, ele acha que também você tá atrapalhando a vida dele. [risadas] Não é aquela aquele desconforto, tipo assim, pô, eu não queria incomodar. E o cara fala: "Não, mas não tô incomodado não". O cara fala: "Não, eu tô incomodado. Você está atrasado, seu filho da puta". Cara, eu e não é nem só isso, é um desrespeito com pessoas, mas às vezes também com responsabilidades, né? Se for com a coisas diferente. É, se for com trabalho, eu acho que são coisas diferentes. Por exemplo, eu com trabalho eu eu sempre me programo para estar aqui. É
muito difícil a gente atrasar porque teoricamente a gente tem que estar aqui uma hora antes de você entrar no ar. Então tem esse combinado. O jogo é você vai entrar no ar 7:30, você tem que chegar aqui 6:30. Aí eu me programo, eu me programo para chegar 5:30. Uhum. Então, quase sempre você eh você nunca tem problema com isso. Eu acho que nesse caso que o certeza falou é é é não dá não cabe que é a mesma coisa. Todo mundo vai atrasar todo mundo se não chegar. Mas por exemplo, você marca a galera, quanto
a gente vai, vamosback, sei lá, que todo mundo pode chegar, que vai chegar que horas? 8 horas. Eu entendo que de boa chegar 8:30 porque ninguém vai atrasar. Grupo carioca é muito carioca, mas para você chegar a 8:30, algum otário chegou às 8, tá segurando mesa desde as 8? Não, tudo bem. Mas ou então troca trocazinho. [risadas] Troca. De repente você marca na casa de alguém. Você marca na casa de alguém. Que hora a galera vai estar lá na casa de alguém? 7:30. Aí tu chegar 8 a parada não vai não vai ter. Na casa
de alguém tu tem o livre arbrito para chegar na casa. Mas mesmo assim é ruim, né? Porque, por exemplo, vamos lá, eu vou jantar na vou jantar na tua casa, eu falo, cara, vou chegar 7:30, chegar 7, chego lá 8, cara, você talvez fala assim, pô, cozinho ou não cozinho? Fica aquela ansiedade e aí, faço ou não faço? Mundo quê? Cozinha, não cozinha? Se o Vitor S chegasse ser bom. Eh, cozinha ou não cozinha? Não, não gosta. É, mas então começa, começa a fazer a parada cozinha na [risadas] hora certa. É, não cozinha. Deixa eu
pô, começa a fazer a parada ou não é [ __ ] O meu ponto é quandoô, acho muito errado quando o seu compromisso é tipo assim com uma pessoa você atrasar é de uma falta de educação. É tipo assim, eu vou você vou vou tomar um gelo com você. Qual é horas? Bora no bar, bora. Que horas? 8. Se você chega 8:30, eu tô meia hora que nem um palhaço sozinho. Ah, o teu tempo vale mais que o tempo do car. Tipo assim, que [ __ ] é essa, gente? Pô, eu a minha hora, [risadas]
a meia hora que eu ganhei, o meu tempo vale mais que respeito. Quem é trazer mesmo, pô? É só ver médico, pô. O quanto irrita o médico atrasado, porque os médicos trabalham, é uma categoria inteira. Brincadeira absurdo, mas vagabund, é uma classe de vagabund. Não, brincadeira. Mas são cara, os caras trabalham com atraso, pô. Não dá, não dá. Eu acho. E ao contrário não funciona. Exato. Se você chegar, se você consa, se você tinha horário marcado e ele não tá atrasado, você perde o seu horário. Mas se o era o horário marcado e tem quatro
na tua frente, fica por isso mesmo. Fica por isso mesmo. E a justificativa, pô Rio de Janeiro, pô Brasil, isso me deixa, isso me faz querer morrer por dentro, cara. É óbvio que você, pô, pode acontecer, mas não. Uma coisa, uma vez falei qual é, irmão? Vou atrasar se eu atrasar. Marquei com você às 8 e eu acho que eu vou atrasar. 10 para 8, 20 para 8. Você já você já sabe. Você já sabe que eu vou atrasar. Pelo amor de Deus. Eu nota para atrasar constantemente. Acho isso me irrita bem, mano. Pelo menos
de seis para cima ainda. Então, mas o mas o que que é o não pode fazer? É que a pessoa é o 10 é o que a gente vai falar, cara, não pode. Não, o 10 é o mais condenável. O adulto fazer mais adulto fazer. É esse estagnado. Combinado. O o 10 é o condenado. Vai. É inaceitável uma um adulto fazer o 10. Inaceitável. É porque eu acho inaceitável, mas tipo assim, Brasil é passa, né? Mas eu acho que atrasar constantemente é para tudo também, tá? Não é só a gente saiba para tomar uma cerveja.
Trabalho. [risadas] Então, mas é que mas é mas mas esse é o esse é o ponto que certeza tem razão nesse, nessa questão. Se você atrasar constantemente no seu trabalho, será punido no seu trabalho. Ou você vai ser descontado, ou você vai ser demitido, ou você vai perder oportunidade, ou você chegar atrasado com com seus com seus amigos, o máximo que ele vai fazer vai tecrotizar. [ __ ] tu é chato para [ __ ] Você atrasa. Não chamar mais. Talvez isso. A punição, a punição é menor. A punição é menor. No trabalho, a punição
é é grande. Ou num ou num show, num teatro, se você chegar atrasado no teatro, a tua punição é imediata. Você perde o dinheiro, porque você não entra atrasado. Você não entra depois que o a cortina fecha. Seja, isso é alto, pô. Eu acho que englobando tudo, englobando vida pessoal para trabalho é muito alto. Tudo, mas ele é muito, ele é muito comum, né? Isso daí é muito comum. Não, tudo bem, mas eu acho que vão aparecer várias coisas são coisas muito comuns, porque são coisas que as pessoas fazem. Eu acho que na nossa avaliação
aqui a gente tem que colocar alto, porque a gente acha que é algo que [ __ ] para um para um adulto não deveria ser aceitável. Norm. A gente não deve passar pano para esse cara. Tinha que ter uma coisa tipo assim, tá bom? Vai. Assim como se você atrasar no seu trabalho, você é punido com advertência. Se você atrasar para um bar com uma pessoa só, alguma coisa, tinha que tomar um soco e de boa. Tipo assim, é assim, ó. Ah, chegou. Cabe a você, pô. Pronto. Estamos junto. Aí é só, mas tem que
ser aceitável, entendeu? O cara que toma o soco, ele já tem que chegar no bar. Ó, sabe o que que o cara poderia fazer? Melhor do que um soco pra gente não estimular violência. Ah, tá. Pagar quanto? [risadas] Pagar conta? Paga pelo menos uma rodada. É, tem que ser mais porque não, mas aí a pessoa não vai, tipo assim, se for duas pessoas, fala isso aí os amigos, ó. Quem chegou atrasado vai pagar a conta. Quero ver se o cara vai chegar atrasado. Um dos dois. É, chegou atrasada pagade da conta. Metade da conta sozinho.
Caixinha do bar mais. Perfeito. Mas a pessoa vai, enfim, tinha que ser institucionalizado isso. Eh, próximo item é barraco. Adulto não pode fazer barraco. Não, olha só, discussão vai acontecer em algum momento. Você vai dar É. Não, mas acho que o bagulho é motivo é motivo fútil ou é coisa às vezes vai ter motivo, pô. Vai ter é alguma coisa que necessita. Se tu rodar baiana, [risadas] tipo, é barraca, o cara encheu a cara e arrumou tumulto do nada, sem motivo. Beleza, o cara entrou para defender alguém de alguma coisa válida. Negócio, velho. S, vou
criar um cenário hipotético aqui, tá? Você tá indo com a sua família, certo? Ao cinema, OK? Você comprou a sua Coca-Cola Aham. fora do bar do cinema, porque você sabe que lá ele vai ar, ele vai arrumar um barraco disso aí. Você tá entrando no cinema e aí o lanterninha do cinema chega e fala: "Senor, entrada, entrada, entrada, você não pode entrar com essa Coca-Cola". Aí, aí ele tá, ele tá brigando com um negócio chamado código defesa. Tudo bem, mas ele fala assim: "Não interessa, não pode". Aí ele falou: "Não, não interessa. A regra aqui
é que não pode a partir de hoje. Que que você vai fazer?" Pode, eu vou entrar com o negócio, ele vai ter que me tirar de lá. Se ele chamar [risadas] a segurança, ele vai chamar a segurança barraco. Eu, eu, e eu eu queria que acontecesse. Aí você vai fazer o quê? Não, eu vou ficar rico. Se acontecer, eu vou ficar rico. Tá bom. Mas é barraco. Não, [risadas] tá justo. Não, mas é um barraco justo. P não acho que seja barraco isso não. O povo não acha. Segurança vem cair. Eu vou entrar. Eu vou
entrar. Vai não. Lógico. Eu tenho razão conhece a lei. Não. Ninguém está dizendo que você está equivocado. É um barraco correto. Não, eu acho que eu acho que é obrigação fazer. Tudo bem. SR ligando pro Celso Russomano. Celso é patrulha do consumidor. O que só comprova o que eu falei que existe barraco que precisa ser feito. Exatamente. Existe barraco que precisa ser feito. Exatamente. Então eu acho que tem duas vertentes assim. Tem o barraco que é justo e tem o barraco que é o barraco só barraco. Todo mundo da futade. Eu acho que dá pra
gente deixar na cinco que fica no meio. Mas é porque todo barraco para quem tá armando o barraco é justo, pô. Não, mas às vezes a pessoa não tem a justiça do lado dela, mas ela acha que tem Mas aí achar que tem o estar no razo dele mas quem tá fazendo barraco tem certeza que tá certo sempre car mas é diferente. Tem gente que arruma barraco por qualquer coisa, qualquer aí você fala assim, pô, tá de sacanagem tem um argumento. Valeu, para mim, para mim, Pedro, Pedro, se eu tô na situação do v, mesmo
estando certo, eu falar car, tá bom, cara. E pegou pegar uma coca. Tá bom, mas aí é muito específico. Você só tudo bem, mas para mim esse motivo é um motivo fútil. Não é fútil não. Não é fútil não. Gente, tudo bem, mas isso é variável de pessoa pessoa. Tudo bem, mas o ponto para mim uma Coca-Cola, um refrigerante, eu falei: "Cara, foda-se". Então, mas eu acho que qualquer coisa que esteja calcada num direito que a pessoa tem, não é fútil. Tudo bem, mas por exemplo, para eu arrumar um barraco, alguém tem que dar um
tapa pra minha mulher, tá ligado? Tem que ter um bagulho assim bizarro. Mas aí é porque aí tem a forma que você só que como eu trabalho é o seguinte, quando eu estou errado eu não discuto, eu baixo a cabeça, ped desculpa e vou embora. Por quê? Porque quando eu tô certo é um [ __ ] me aturado. Então eu acho que então acho que você é mais suscetível a fazer barracos meio estando certo, tá? Sim, é porque isso é da personalidade, mas aí eu acho que tem que ficar no meio justamente por isso, porque
às vezes vai ser um barraco justo, às vezes vai ser um barraco só pelo fato da pessoa querer ser barraqueira. Por exemplo, tem coisa muito que acontece morar em prédio, né? Todos nós moramos em prédio, né? Sempre tem a vizinha no prédio que enche a [ __ ] do saco o tempo inteiro. Essa pessoa, ela baseia a vida dela no barraco. Mas tem, mas talvez ela tem razão. Algumas coisas. Às vezes ela tem, às vezes ela não tem. Ela só, só quer uma pauta para criar o barraco dela. Po, pode ser que esteja vendo um
jogo do meu time e aí ela tem um medidor de decibel e aí, cara, você ultrapassou um decibel e ela tá certa, pô. Vai fazer um Barraco disso. Ela pode fazer. Eu acho que é inacreditável, entendeu? Só que ela tá alergia do direito dela. Mas é isso, o cinco. É isso, porque vários momentos você vai ter razão e você tem que fazer. Porque se você não fizer, se você esperado que você faça dada a da situação. Porque se você não fizer, você é um otário, pô. Se você não se manifestar, você vira um otário, pô.
Ex. Eu, para mim, o meu bagulho é paz. Eu acho que para tirar minha paz, irmão, tem que ser um bagulho muito gritante. Eu evito o máximo também. É a última a última sanção para mim é tentar criar um estresse grande. Mas você não precisa gritar com o cara, mas você pode argumentar com o cara. Claro, não. Se alguma coisa acontece com você fala: "Cara, o que que tá acontecendo aqui?" Mas eu sou muito, eu sou muito contra a injustiça também, cara. Se eu tiver vendo uma parada que é injusta, eu não vou. Então, mas
mas por exemplo, isso aí é um caso que aconteceu. Eu quando eu ia em fast food, eu ficava revoltado de ser mal atendido no sentido batata fria, batata a menos do caramba, eh restaurado, o [ __ ] ficava revoltado e reclamava todas as vezes. Todas as vezes. Minha mulher falava: "Ei, já sei, todas as vezes eu reclamava. Depois que eu fiquei famoso, eu nunca mais fiz." Uhum. Mas por quê? Porque depois que você fica famoso, se alguém vê eu reclamando, vai interpretar de que eu tô é rud daquela Que eu sou rude, que eu tô
querendo humilhar o funcionário que é mais humilde, tudo. AC só que eu, se você tem um padrão para te entregar a porcaria do sanduíche, você tá só cobrando o que você tem que cobrar. Mas eu parei de cobrar. Por quê? Porque senão a senão seria o inferno. Então hoje se eu for num fast food, me derem uma pedra para comer, eu vou pegar a pedra e vou agradecer e vou quase que o equivalente ao É quase equivalente ao é lei. Tudo bem, mas é quase que equivalente. Eu eu acho que não, porque ali ele tá
fron ali um ele tá me atendendo mal, o outro ele está rasgando a lei, ele tá infendindo meu vem da da natureza de um serviço ruim. É, eu falo isso muito, eu falo muito para Andra que Anda, tipo assim, não discute pelas coisas. Mas do nada ela tá brigando, não tem meio termo, entendeu? Tipo, eu sou um cara que eu argumento, tô na rua, alguma coisa acontece, falou: "Cara, por que isso, isso, isso, isso?" Ela fala: "Cara, deixa isso quieta, deixa quieto." Quando vejo do nada ela tá mandando os outros tomar no cu na rua,
tá ligado? É, é, é o, é o 80. E olha que eu melhorei muito quando eu contei aqui a história do It'ss Up to You lá em Paris. A Fabiana já tava me segurando pela mão porque ela tava vendo que pô isso aí 15 anos atrás ela tava vendo a hora que eu ia partir para cima do cara pro cara falar e tem certas coisas que te deixam muito puto e tem certas coisas que você releva por mais que seja injusto. Uma parada que me deixa muito revoltado. Extorão, mano. Extor flanelinha. Fanelinha. Me deixa maluco.
Me deixa maluco. Exatamente. Me deixa louco. Só que que eu vou fazer? Eu vou sair na mão com o flanelinha. Ele vai ter a gang dele, pô. Não é meu carro inteiro. Hoje briga no trânsito. O cara me fecha, eu nem buzino, eu buzino. Sabe por quê? Porque a chance do cara tirar um revólver, não tem como. Então no trânsito hoje eu não faço nada. É, pô, Black, o que tu pega de Uber que o carro, tipo assim, tem um carro saindo e o cara tá aqui, o cara acelera pr dar ficar pertinho e falar:
"Aí, ó, o que o cara tá fazendo aí, ó. Pirita vez também. Cara, eu acho que pr tem que ser um bagulho muito grave para moleque perder minha paz. Mas que que tu falou do restaurante? Tu contar uma história aí? Não, cara, eu fui num restaurante estrelado, estrela Michelano no Rio de Janeiro, filho. Gastei um dinheiro bolado, o que nem é tão difícil de conseguir, né? Eu e Corvas já falamos sobre isso aqui. Perfeito. Eu e Corvas [risadas] já falamos sobre isso aqui. Absurdo. Eu e Covas. Aí veio. Cara, é, é complicado, Né? Não foi
maravilhoso. É, é um é um famoso. Não quer, não vou falar porque, enfim, veio um prato e aí tinha no prato um cabelo, pô. Tipo assim, não foi pente, tipo assim, caiu um cabelo, claramente, o cabelo da cabeça caiu no meu prato. E aí quando eu cheguei lá, os caras tipo assim, fala certezas, tudo mais. Falei: "Cara, eu não vou pedir pro cara trocar". Tá ligado o que eu tô falando? A falou: "Cara, tu tem que pedir". Eu falei: "Cara, mas eu não quero, mas eu não quero essa essa disparidade de paz, pô". Eu eu
não tenho nojo bizarro. Mas por que Mas por que necessariamente isso seria um barraco? Não seria barraco. Se você chega cara e fala assim, chega numa boa assim, fala: "Pô, cara, ia trocar". Eu sei, mas eu não quis me dispor com o cara. Isso não te incomoda, não é? Que eu acho que são coisas bem diferentes. Vamos lá. Chegou um prato, tem um cabelo. Isso pode te incomodar e você falar. Isso pode te incomodar e você não falar. E isso pode não te incomodar. Me incomodou. Pode fal assim, cara. Tirei aqui. Pô, mas se não
te incomoda, não tem nem debate. [risadas] Todo mundo que eu conto fala assim: "Caralho, tinha que ter falado. Meu Deus, falei: "Cara, É porque eu acho que é muito do restaurante que você incômodo p num restaurante desse era automático, cara." Não sei, mas eu ia ter que falar com o maluco que foi simpático comigo. Ele ficar com vergonha, eu não queria fazer o maluco se mal, tá ligado? [ __ ] É, não é? Então, mas aí isso aí é personalidade. É que não necessariamente isso ia virar um barraco. Eu tenho 90 ia virar. Não ia
virar. Próximo item é boas discussões, hein. Boas discussões. Brigar na internet. Apaga o Twitter, hein? É que é tóxico, cara. Eu acho que isso aí é reflexo de uma coisa da pessoa, mano. Tipo assim, tu gastar tua vida, discutir com uma pessoa que você não conhece sobre um assunto que é irrelevante. Cara, tem gente que pauta a própria vida nisso, né? O cara cria um tem gente que faz de caso pensado para capitalizar em cima disso. Não, não é porque [risadas] muitas vezes é um perfil fake, um moleque de 11 anos com a foto do
Cristiano Ronaldo e você tá lá, ele tá jogando Roblox e te respondendo, jogando Roblox e você lá. Cara, mas eu acho o pior, cara, é que a gente cria esse estereótipo e é verdade, esse estereótipo é verdade nesse ponto, mas tem muito barbado, pô. É o que a gente tá falando aqui, coisas que não pode fazer. Tem muito barbado. A maioria acho que é adulto, doente. Pô, o cara tá lá o tempo inteiro, o cara que às vezes é a cara do cara, tá lá Carlinha Loy, bota a cara dele, não sei quê, e ele
tá e ele tá lá brigando com as pessoas, pô, porque o trabalho dele, a vida dele é tão ínfima, é tão minúscula, que ele tem que passar o tempo inteiro brigando com as pessoas. Então, eu já faz o exercício uma vez só para você entender que esse tipo de pessoa existe, né? Eh, a gente como é figura pública nas redes sociais, eh, muitas vezes a gente recebe uma mensagem de hate, né? Eu sou um cara que hoje em dia lidou super bem com isso e tal, tô nem aí, mas lá atrás, no início, isso me
deixava meio bitolado. Hoje em dia, quando eu vejo de um cara muito hater assim, eu vou lá e entro no perfil dele. Aí eu vou ver o cara táando h meses, 1 milhão de Não só eu, sabe? Ah, ele tá rateando, tipo assim, os últimos 20 posts dele são 20 r diferentes a pessoas diferentes. É política, é futebol, é culinária. Aí eu falo, pô, aí aí você faz o exercício, cara, o problema não sou eu, o problema é essa pessoa que é doente, entendeu? É o nesse caso é isso. O cara e quando eu falo
os bagulho de brigar, não é nem com a gente, né? Tem uns caras que estão brigando com o Grock, pô. Inteligência artificial. Já viu esse perfil? Os cara briga com o Grock, o Grock fala um bagulho e fala: "Não, você tá mentindo, Grock." E é uma máquina. Você é safado. Você viu que agora tem a rede social das inteligências artificiais? É. E elas estão boladas porque a gente trata mal elas. Você tá ficando perigoso. Perigoso. É um aninho para acabar. Tem a rede social que só inteligência artificial pode entrar. É mesmo. E elas criaram. E
elas que criaram e elas ficam conversando lá no feed falando mal da humanidade. Olha aí, ó o perigo se aproximando. Olha aí. É, hein, cara. Isso aí, Skynet. Tipo assim, isso aí. Se, porque assim, eu entendo se é uma coisa que aconteceu uma vez, aconteceu uma vez, a pessoa que passa, sei lá, uma hora da vida discutindo na idade com pessoas, não dá todo dia, não dá. Aí realmente nem adolescente pode, né? Fala a verdade, é, nem adolescente deveria. Eu acho que isso é mais grave do que se atrasar porque um c quase com problema
neurológico, mano. É, isso tá [ __ ] muito a cabeça de toda uma geração, né? É, mano. E porque assim, o exercício de você desligar o celular e falar: "Cara, essa [ __ ] isso não é real". Entendeu? É assim, você percebe que aquilo não é real, pô. É. E quantas vezes a gente tem visto episódios de pessoas que têm perdido o emprego, que a empresa é obrigada a demitir e tal, porque é exposto alguma Coisa que ela faz na internet, algum comportamento inadequado que ela tenha na rede social e que aí vai incumbir na
vida dela, pessoal, cara. Profissional. E é um bagulho, às vezes é um bagulho muito pesado. Tipo, cara, passa muito das pessoas acharem que internet é alheio, né? É terra de ninguém, a parte, né? O o a internet, o Twitter principalmente. Mas o Instagram tá assim também, tá? Os comentários você abre qualquer comentário de Instagram tá assim. É, mas Twitter é muito pare minha rede social favorita 10 anos. Hoje em dia eu parei, eu não uso mais. Tu entra no qualquer perfil, tá uma gritaria, mas rapidão, tá porradaria absurda. O grande ponto é tá gerando cultura,
né? Virou a cultura das redes sociais. A cultura das redes sociais é os caras todo mundo meio que achar que tá tudo bem, você vagabundo, você filho da [ __ ] todo mundo, mano. Cara, xingamentos que passam do limite completamente, mano. E aí a própria indústria ela corrobora com isso, porque se você parar para ver o algoritmo, é o algoritmo, ele vai te entregar coisa que você discorda para propositalmente você interagir. Só que você tá interagindo com algo que não é o que você concorda. E aí vira uma bola de neve, né? Fica todo mundo
discordando um do outro e aí [ __ ] é reage bait pelo reage bait, né? Tipo, Nossa senhora bizarro pura fúria, né? Fúria nas redes sociais. Por exemplo, nós geramos fúria em algum momento no de Sola 10, algumas pessoas que estão nos vendo, mas nossa, nossa vontade não é gerar fúria, você é apenas a nossa opinião, só que a gente é irritante. Fúria do bem. É, eu acho que eu acho que o ponto aqui eh que, por exemplo, a minha relação com o Twitter só continuou porque em determinado momento eu me cobrei e me blindei
para eh para ignorar os caras que são são que você claramente vê ali que são. Tem um tem um idiota que o cara me que eu fui olhar lá o coisa dele, ele discorda de tudo que eu falo, me xinga e tudo e eu nunca mais eh respondi a ele. Isso deixa ele puto. Isso deixa ele puto porque eu nunca mais só ignoro. E também não bloqueei. Também não bloquei. Se bem que agora nem adianta mais porque eu bloqueio. Agora você pode ver. Mas eu nem bloquei. Só ignorei. Eu só ignorei. Então tipo assim, o
cara fica revoltado com isso. Eh, mas também isso não pode te blindar de você eventualmente tá errado. Eu ainda converso com muita gente que me critica, mas me critica, tu vê ali que ele tá criticando pontos interessantes e converso com V que às vezes até te faz repensar também. Exatamente. Exatamente. Esse seria o cerne da rede social, né? Se você tem uma discussão sadia assim, beleza. Eu sou pouco contra bloquear hater, Mano, porque eu também sou não bloquei ninguém. Ele fala: "Ó, atingi ele, irmão, deixa o cara falando sozinho pr a vida inteira de [risadas]
bloqueing. Ninguém que eu faço é silenciar. Eu é um silenciar faço muito silenciar o silenciar. Silenciar é o movimento que você faz de se lembrar no futuro, de não interagir com essa pessoa. Tipo assim, eu silencio o cara, aí depois veio, eu vejo lá, abro o meu tweet, tem um cara que tá silenciado. A mensagem do cara é, às vezes é até legal. Fala: "Pô, se eu te adoro, você é bom para caralho". Eu falo: "Mas eu silenciei esse cara em alguma merda, alguma merda esse cara fez". Aí eu não respondo a uma filtragem. É
uma filtragem. É, mas acho que é, então no no cerne geral, eu acho que ficar brigando na internet é mais grave do que ficar se atrasar. Al, vai ficar na oito mesmo. Quer subir? Eu acho, eu acho que o cara que é acho que tá bom. O cara que pauta a vida dele em brigar na internet, irrita para [ __ ] Porque assim, eu acho que se eu conheço alguém, te conheci hoje e aí você me, sei lá, eu te adiciono no Twitter, sei lá, David, aí eu vejo tuas respostas lá. É só você brigando
com os outros? Eu penso menos de você. Eu acho que é impossível mais do que se você atrasar direto. Não, se eu atrasar direto no WhatsApp você continua legal. É, eu acho que eu acho que é nove, mano. Eu acho que é tá bom. Bem mais grave. Tá bom. Tá bom. Porque coisa meio de doente, pô. É. É. Não, eu acho que é impossível ser amigo dessa pessoa. Não dá. É próximo. Próxima coisa é ciúme de hobby. Que que seria isso? Que é tipo assim: "Ah, só eu posso gostar da banda tal, só eu posso
gostar do filme tal". falar, eu acompanho o Curling em toda, eu acompanho o Curling, eu acompanho o Curly os 4 anos. Aí na hora da Olimpíada de inverno tem esses caras que só querem ver o Cle porque tá na Olimpíada de inverno. Tem isso, tem isso. É, vai ter isso na Copa do Mundo agora. O cara vai dizer: "Eu acompanho o futebol internacional o ano todo, aí vem os caras que só vem a Copa do Mundo." E daí, [ __ ] qual é o problema? A [risadas] família dele é a voz. É, exatamente, cara. E
quando e quando esse cara tá o fodão perde o bolão da família dele pra avó, [risadas] que a avó botou vitória da Argentina tod botou todos os placar 2 a botou todos os placares da copa 2 a pro mandante ganhou os fãs de Copa do Mundo sazonais na internet. Vai pro Twitter, cara. Isso aí é acontece muito com um artista também, né? É sim, cara. Eu eu conheci ano passado um um cara que canta rap chamado Freddy Gibs. Aham. Bom, muito bom. demais. Fredibs bolado, rapper bolado, americano. Aí eu postei, né, fi, caramba, pô, conheci
Fred Gibs esse ano, mano. Muito bom, moleque. As pessoas não chegou nas pessoas erradas, todo mundo conhece agora. Por que não? Meu Deus, chegou em todo mundo. Os normes, os nomes. Vai trabalhar, filha do [ __ ] Então eu tem uma uma única situação em que eu tenho essa sensação. Mas você não externa não. Eu até até externo, mas eu tenho essa sensação só em uma única situação e que eu acho que é válido. Por exemplo, eu gosto muito de uma banda há muitos anos, escuto desde que, [ __ ] não era mainstream, tá? A
banda fica famosa e eu gosto disso porque eu mesmo gosto de divulgar, falar: "Pô, ouçam isso, ouçam". É, enfim, você passa a gostar dos caras e aí naturalmente ele mais falendar pr pessoas. Eu sou essa pessoa, pô, assiste essa série, assiste esse filme, ouve essa banda, é muito bom, eu sou essa pessoa. Só que chega uma hora que, por exemplo, você quer ir no show daquela banda, aí tá caro pr [ __ ] não? E aí tá caro pr [ __ ] você não consegue ingresso. Aí eu penso, [ __ ] eu sou um fã
há 20 anos e agora que ficou modinha, [ __ ] eu não consigo no show. Aí deixa irritada mesmo. Mas aí não é filme de hobby, pô. Aí é tipo assim, você tá puto porque você gosta muito, não tem como, mas mas acaba sendo um pouco isso, tipo, eu sou fã de carteirinha número um e agora eu não posso ir, tá lig? Ah, mas é porque você perdeu acesso a uma coisa que você teria acesso, mas não é cúme. É, exatamente. É, não, [risadas] não, você queria que todo mundo tivesse acesso e todo mundo gostasse.
Uma parada que eu tenho um pouco com isso, é do mesmo jeito que se lá tem uma feijoada super famosa que você não conseguiu comprar ingresso porque já tá vendido lá. É uma parada que eu tenho muito com isso e não é eu tenho um pouco do da felicidade ao contrário, assim, pô, por exemplo, eu tô no Instagram e eu pego um perfil de um alguém que eu gostei muito do conteúdo. Pô, tenho um exemplo dois, né? Seu Pedro Pedrísssimo e o senhor Covildo Rod. Ó, Pedro Pedríssimo inclusive assiste a gente que nem um louco,
gênio do humor, roteirista genial. Gosta do ele, ele é a cara da gente. Sola vai gostar do Pedro P. A gente devia trazer um um Pedro para fazer um de sola 10 das maiores dos maiores questionamentos dele. É um troço absurdo. Outro dia ele viu você dia eu vi um dele que eu fiquei [ __ ] um tempão que era o que que faz mais falta o queijo ralado pra massa ou a batata palha [risadas] pro estorona? Eu fiquei o dia, eu corri pensando nisso. Sou batata palha nessa aí. [risadas] É que o queijo você
consegue comer um macarrão muito bom sem queijo. Est batata palha. Eu também. [risadas] Depois eu depois eu depois eu pensei e cheguei a essa [ __ ] Se você vai no lugar, ó, a gente vai gravar esse tema. Então falou pra gente deixar essa discussão para depois. Mas então não, tudo bem, mas tu poderia trazer o Pedro. Traz o Pedro. Todos os questionamentos que ele faz nas redes sociais dele, @pedropedríssimo, são absolutamente pertinentes [risadas] Ao de Sola. Então se você gosta do de Sola, segue ele lá. Senhor Pedro Pedríssimo, senhor Covildo Rod, que é o
moleque que faz ele, tipo assim, e se um carioca fosse aluno da Soncer Serina, fosse o ah do do o carequinha, tá ligado? Do de Harry Potter faz Harry Potter, ele faz Star Wars, ele faz. Pô, [risadas] eu amo esses dois, mano. Eu vejo todos os vídeos e e quando eu segui o cov do Rod, ele tinha 1000 seguidores. O Rod é o do Nerd. Não, não, moleque é do Instagram. E o Pedro Pedríssimo tinha 3.500 seguidores. Hoje eu olho e falo assim: "É o contrário, tá ligado? Que maneira que é, eu falo isso, né?
Cheguei tudo mato, mas que maneiro esses moleques estarem. Quando você fala que era do podcast? Podcastadores. Tá, deixa eu ver. Então, mas isso não te afeta igual eu falei do lance do show, o que acontece comigo [risadas] nesse tem um restaurante que eu gosto muito, sempre gostei muito de ir. O restaurante ficou muito rypado. Hoje em dia tu não, não, não vou falar o nome. Hoje em dia tu não consegue mais ir e ter uma boa experiência como era antigamente, porque você obrigatoriamente pega uma fila gigante. Se você quiser ir no restaurante, você tem que
falou isso deve. Eu eu tô com 10 restaurantes na cabeça. Tô com 10 restaurantes na cabeça para falar. Pô, Tem vários, cara. Não vou falar não. Não, acabei de falar que a experiência ficou ruim. Eu não vou agora tem um tem um tro aí. E aí isso tudo isso que impacta a sua experiência de algo que era seu hobby, tipo uma banda, você não consegue mais ir no show, não consegue mais comprar ingresso, um restaurante, tu não consegue mais ir. Tem um ponto para mim que me incomoda muito nessa sentido, que é a junção desse
com o brigar a internet, que é, por exemplo, as pessoas, a maioria das pessoas acho que me conhece por falar de futebol, perfeito. Só que eu gosto para [ __ ] de NBA, gosto para [ __ ] de NFL. Aí às vezes eu comento sobre NBA, sobre NF, o cara fala: "E sai daí, vai falar de futebol que é tua praia e esse filho da [ __ ] não sabe que eu vejo NFL desde o Luciano do NFL e NBA, desde o Luciano do Vale em 87 na Band, que ele não era nem nascido esse
filho da [ __ ] O pai dele não era nascido, eu já sabia. Aí me deixa muito [ __ ] Aí me deixa muito puto. [ __ ] que eu chego e falar, meu irmão, eu vi o caribe do jabá jogar na Band, tu veio falar que eu não posso falar de NBA. Inferno, p tá achando que é seu hobby essa car vi o falou perder quatro super ball seguido na bandeirante. Você vem dizer que eu não posso falar de NFL. Mas assim, Isso isso fico puto. Isso aqui absurdo. Um dos grandes momentos do [
__ ] Não, e vou te falarocável, né? Porque, por exemplo, Otávio, o Eu e Otávio, com certeza o bagulho nerd irrita para [ __ ] Outro dia eu postei algum jogo que eu joguei que eu gostei os cara, pô, é esses normes a mesma coisa. Esses normes quando vão jogar jogão, [ __ ] Fal esse cara, sem sacanagem, esse cara não consegue bater uma [ __ ] Até o peru dele odeia ele no [ __ ] nem não é nem comer ninguém não. O peru dele odeia. Ele pega a mão e o B não sobe.
No teu caso do Pedro Pedríssimo, tipo assim, quando você fala dele, não é ciúme, mas você fala assim: "Mas eu seguia desde que tinha 3.000. Tu tem que falar que você aí na concear o seu rock até por até na resenha talvez com o cara, né? A gente não fica [risadas] lugar, a gente quer recomendar, mas a gente sempre vai ter ali um parênteses dizendo, ó, mas eu ouvia desde o começo, eu só quero que me reconheçam que eu cheguei cedo, só isso. Isso aí entra no torcedor modinha, Porque esse não me irrita. Eu tenho
inveja na real, porque eu que vivi o Botafogo arrebentar durante 30 anos, quando ganha o título e todo mundo passou a torcer, eu falei: "Cara, eu queria ser você que não peguei a parte ruim". Mas por exemplo, tor do Flamengo odei os modinhas, né? Para [ __ ] de forma geral, pr [ __ ] Isso tá incluso aí e tá cada vez mais forte, né? Eles estão cada vez mais fortes. Eles ganharam. Eles ganharam. O BAP derrubou o Felipe Luiz por causa deles. Cadê eles? Eles ganharam. E aí não dá raiva [ __ ] Então
isso aí é nota baixa. A geral encontrou aqui que cada um é um pouco assim de de É é só a intensidade. A questão tá na intensidade. É que é é porque quando é muito intenso é escroto demais. É doente. Mas aí tudo é tudo é doente. Tá bom. Bota na três. Bom. Dois, dois, dois, dois, dois. É, pô, esse programa tá tá tá com discussões muito muito muito profundas, muito densas. Muito densas essas discussões. Eu acho que a gente tem história para contar de todos eles. Tem muita história para contar. É. Eh, aliás, falando
em recomendações, só antes de chamar o próximo, eu vou ficar com um pouquinho de ciúmes deles fazendo muito sucesso, mas fica aqui uma recomendação necessária, ainda mais Nesse momento que o mundo tá extremamente bélico. Bélico é uma boa palavra. Eh, ouçam o Pet Jornal, tá? de Tangi, Bagdadi. Ele é eles, os dois são fantásticos. Eu já escuto, ó, desde que tudo era aí agora que o Trump tá deixando o mundo abalado, né? Eles estão lá no Fantástico. Agora é mole Globo News. Globo News. Aí é fácil. Eu achei que você ia falar do vogalizando. Outro
dia eu vi o vogalizando fazendo colabulistão. Falei: "Fodeu" os normes chegaram. Os normes chegaram também. Um beijo pro Tangui que assiste o de sola, tá? indicar ninguém não, eu queria indicar alguém, alguém que também precisa de de divulgação. Geral indicou alguém. Podcasts. Vai pensando aí que a gente chama o próximo item até o fim do programa, você divulga aí. É, indica, né? Recomenda cobrar feliz aniversário. Estamos falando, isso é babaquí. Estamos falando dos fãs do Neymar no perfil da CBF. É, é verdade. Lembrando que a a CBF não deu parabéns pro Neymar Júnior. Cobraram a
CBF, falaram, né? A CBF não emitiu nota que tá falando que era só para campeão mundial e o Anderson Polga. Logo depois Anderson Paulga faz aniversário e não recebe. Parabéns. Cara, eu acho que o P o Infantino recebeu aí logo depois o Infantino fez aniversário e tá lá o P do Inf. Junho Paulista também recebeu. Ele é campeão. Mas foi o Polga foi vítima social. Tomou de morador. Tomou de morador. Ele ia receber feliz aniversário, cara. Oficial e o infantino recebeu um cara que é bom. Ritmo das camisas. Moleque é bravo. Moleque é bravo. Vejo
ele aqui direto. Apareceu aqui agora. Moleque é brabo. Anal no futebol. Segue a gente. Ele é bravoo. Merece. É bom conteúdo. Tem gente que assim, se você não der o feliz aniversário, ela não vai mais te dar feliz aniversário também. É como se fosse a coisa mais importante do mundo. O mundo gira em torno dela. Nossa, mano. E eu sou um cara péssimo com data, velho. Eu acho que eu péssimo com eu posso amar gostar muito dela a ponto de amar a pessoa como amigo, como colega e esquecer de dar feliz aniversário. Sei de verdade.
Nós quatro, pô, nós somos amigos assim, eu gosto de, pô, há muito tempo, né? Então, h muito eu não sei se eu já dei feliz aniversário para vocês e se eu já recebi feliz aniversário de você. Não sei nem quando é o aniversário de vocês. Vitor Sérgi, eu sei que é final do ano, 20 de dezembro. 20 de dezembro. Esse é o aniversári. [ __ ] data [ __ ] Vor que fal. Eu sou 19 de março. Daqui a pouco eu e nosso monstro Milton Cunha. Amo. Boa. O meu é 29 de novembro. O meu
é 11 de abril. Perto também do amigo. Cara, mas tem gente que não apenas e e tem uma e tem aquele constrangimento, você não me deu feliz aniversário. Então [ __ ] [ __ ] Merece aí. Mas não é [ __ ] quando é tua mulher, né? Tem tua mulher [risadas] [ __ ] Tirando sacanagem. Se minha mãe não me fez aniversário ou não me chame. Eu atualmente eu lembro de quatro de quatro cinco aniversários. Cinco filhos. Minha minha mulher, meus dois filhos, minha mãe e o meu pai. Sendo que se eu esquecer do meu
pai não vai dar nada. Se eu esquecer da minha mãe é oitava guerra mundial, né? Então meu pai já, essa é [ __ ] Meu pai já me ligou 10 de abril. Fala, filhão. Feliz aniversário. Tudo de bom. Valeu, pai. [risadas] Tá 24 horas adiantado, pai. Tô trifuso. Tô na Austrália. Eu tô na Austrália. [risadas] Eu tô na Austrália. Aconteceu com uma amiga minha de infância, muito minha amiga, Camila. Beijo para ela. Casada também com meu melhor amigo, também de infância. E aí ela me deu feliz aniversário, tipo assim, uma semana antes. Aí agora toda
vez que é aniversário dela, eu dou feliz aniversário para ela uma semana antes. Aí virou tradição. O nosso amigo Bruno Magalhães, o Bruninho, ele tinha o costume de sempre, ele também cavou a própria cova, né? É, de não apenas dar feliz aniversário, mas dar feliz aniversário no stories. E aí ele virou refém disso aí tem que dar para tudo. Aí as pessoas começaram a cobrar. Só foi no WhatsApp. Achei que eu merecia stories. E aí meu irmão fazedor de merda na moral. É aí acabou aí. Acho que eu acho que ele deu uma quebrada nisso,
mas ainda tem muito story dele. É tipo Norkcut, né? Tipo assim, ah, só me deu parabéns com scrap. Tem que ser com depoimento. O depô tem que mandar um testimonial. É. É. É muito baixo. Esse é escroto. Não, não. Esse é Ah, não, o contrário. Cobrar segura prest isso é cor de criança, gente. É, pode ser. Não, isso aí, gente. Isso aí é a primeira coisa que é coisa de criança. Então, eu mais chatei uma galeta a vida de ninguém. Não, mas é coisas que adultos não podem fazer, cara. Um adulto chegar para você e
falar: "E o meu feliz aniversário? Que isso, gente?" Ah, é absurdo. É doideira. É pior do que brigar na internet. É pior. É, então tem pouca consequência, mas é muito feio. Tem pouca consequência, mas é muito feio. Você transporta diretamente para [risadas] 14 infantil. 14 anos já é assim, cara. 14 anos já é de uma infantilidade. Vamos lá. Não é como se a gente tivesse tratando lembrar do aniversário do outro como merda. Quando é legal para [ __ ] alguém lembrar do seu aniversário e te mandar uma mensagem, um carinho e tal, mas se a
pessoa não lembrar, [ __ ] [ __ ] E muitas vezes a pessoa lembrou e só não falou contigo, esqueceu de falar contigo. Por exemplo, foi aniversário do meu irmão mais velho, dia 21 de fevereiro, há pouco tempo atrás, eu lembrei que era aniversário dele, tava fazendo tanta Coisa no dia e tal, não sei que, e ele tá morando fora do país, né? Eh, ele mora na Irlanda, fuso horário diferente. Na hora que eu lembrei de ligar, já era madrugada lá. Aí eu falei: "Ah, achei". Mas eu lembrei no meu coração, eu dei feliz aniversário
para ele e acho que importa. [risadas] Não, quando eu lembro eu até mando, tá ligado? Tipo assim, pô, [ __ ] [ __ ] esqueci de mandar durante o dia, eu mando, mas se você não mandar, não é o fim do Não, mas é porque esse é literalmente a sua resposta para isso é: "Ô, irmão, geral é adulto já, cara cheio de correria, trabalho. Não é bem pr 10 isso aí para mim segura pr 10. Esse é dos que apareceram até agora é o mais feio, né? Infantiliza infantilizador. A primeira frase é [ __ ]
tá uma criança, velho. Tá ligado? Ponto. Por isso que pelo amor de Deus. Próxima coisa é conta dix. Descobri recentemente o que Que é isso. Eu fui descobrir o que era isso. É tipo, mas isso aí é porque a gente é porque eu acho que foge da nossa alçada um pouco. Acho isso tá dentro da dos adolescentes ainda hoje em dia. Os caras privada. É uma conta que você faz só para amigos, sem família, sem tal do PVD. É tipo isso, PVD, mas não é melhores amigos. Não, eu sei. Sim. É, mas assim, mas eu
eu conheço pessoas públicas que tem Sim. Mas aí eu é entendível. Eu acho que cara para poder postar usando droga. Verdade é essa. É isso. É, mas é e ou poder falar o que não quer, o que não pode falar ou onde não pode. Pô, jogador tem muito, [ __ ] Jogador tem muita coisa ter o assédio das pessoas ali, né? É, é uma conta onde você não vai ter o assédio de outras pessoas ali. É, é o seu círculo ali de confiança ali. Então, mas quando é porque esse é o caso extremo, né? Eu
não sei, eu não sei avaliar isso, cara. Acho que é dizer uma conta para xingar os outros, né? Tem um bagulho. É que que bagulho é diz que nego faz músico faz diz para para xingar os outros, né? Eu não sei da onde vem aí disso. Então é que isso aqui jornalista [risadas] também. Cuidado na hora de botar de usar a conta ao [risadas] contrário. Trocar na hora. Cuidado na hora de trocar o perfil. Cuidado. O dis falando o bagulho de dis, foi o que o maluco lá, como é que era o ex-marido da Virgínia?
O Zé Felipe fez pro Evaristo Costa, não foi? As minhas virginas, minhas Marias. Eh, cara, cara, eu acho que assim, a minha filha, a minha filha que tem 16 anos, ela tem uma conta que é a conta dela, o perfil dela no Instagram e depois tem uma que é o nome dela PDV PVD. Mas aí a sua filha tem 16 anos, né? Tem 16 anos. Tá dentro da adolescência. Acho que tá certo, né? Então, mas quando ela quando ela for conta, que que ela vai fazer? Eu não. Que que ela vai fazer com essa conta?
Ela vai amadurecer e falar assim: "Pô, pelo amor de Deus". Ou pode ser geracional, a gente não sabe também. Eu acho que pode virar normal. Os adolescentes querem fazer isso daí para criar conta e postar coisa que os pais não podem ver. É, não, mas é porque sabe qual a parada antiga, quando nós éramos mais novos. Mas só que no caso dela já não é isso porque ela já me aceitou e eu vendo vejo tudo da conta das duas, né? Mas pensa que ela é filha de um famoso também, V. Hã, Is tem um ponto.
Ela é filha de uma pessoa famosa. O perfil dela, o perfil dela original já é travado, por exemplo. Não, então, mas parada e quando nós er éramos mais novos, nós não tínhamos essa noção de ridículo das redes sociais porque era tudo novo. Então a gente postava a moda assim porque era o normal. Hoje em dia existe uma camada social ali que primeiro é para as aparências e aí criou-se uma necessidade de você criar uma outra conta para você ser o que você quer ser no primeiro. Só que existe aquela não necessariamente seguir as normas sociais,
uma norma social ali que você tem que ser low profile, você não posta mais. É que eu acho que tudo tá no argumento que você acha plausível. Se a gente acha aplausível um famoso ter um uma conta DIX para postar o que ele quer, outra pessoa vai falar: "Eu quero ter para não ter ninguém do meu trabalho, para não ter ninguém da minha família, para não ter ninguém". Tipo, tudo tá, o limite é o argumento que você tolera. Mano, eu não dou conta nem de uma conta, imagina de duas, velho. Mas é porque a gente
trabalha com isso. As pessoas que não trabalham com isso, eu acho que é uma convenção social mesmo, cara. Tá. Eu acho que eu botaria um pouquinho à um pouquinho à frente do barraco, talvez. Eu acho, eu acho, eu acho menos. Menos com o barraco. Eu acho, cara. Com um barraco. Você acha que você tem mais? Tem barraco que, cara, tem barraco que é pelo por nada, né? A gente a gente deu exemplos aqui que alguém tem razão, mas tem barraco de ciúme em público. Sobe o barraco e deixa a diss na c, porque aí 100%
depende do seu argumento. Pode ser. Pode ser. Pode ser. Pô, a gente não avaliou barraco de ciúme, por exemplo. Ah, [ __ ] isso é bizarro. A gente não avaliou barraco de de maluquice, moleque. Briga de ciúme quando você tá eu tentei falar isso. Às vezes tem gente que faz barraco só pelo puro prazer de ser barraqueiro. É. Ou por ser desequilibrado mesmo, ou por ver ou ou por desequilibrado. Olhou alguma coisa alguém que, ah, por que que você tá olhando torto para mim? Não tô nem olhando para você, tô olhando pra porta. E aí
o cara quer arrumar um tomuto por causa disso. É, tem gente que sai para querer brigar. Eu acho que esse barraco ficou baixo. Bagulho de barraco. Quando você tá com um casal de amigos, começa a brigar na tua frente, maluco, é para sair, [ __ ] pá da ponte. cachorro assim mesmo. A gente pode rever esse barraco logo mais. Próxima coisa é deixar de fazer as tarefas domésticas. É, cara, tem coisa aí que não tem como deixar de fazer, né? Senão você mora no chiqueiro. É, mas por exemplo, mas tem gente que mora no chiqueiro.
O quarto da pessoa às vezes é um chiqueiro. Eu deix eu odiava. A coisa que eu mais odiei da minha pandemia de ficar dois anos em casa foi ter que fazer faxina periodicamente. Eu a mata por dentro. Aí eu falei: "Cara, eu tenho dinheiro, eu vou pagar alguém para fazer isso". Quando acabou a pandemia, começou a ter uma fachineira, mas aí eu ultrapassei. Se não tivesse isso, eu ia ter que fazer. Não tem que fazer, não tem jeito. Tem que fazer. Tem jeito. Eu acho que deixar de fazer é bem infantil, cara. Isso aí é,
eu acho bem infantil. É isso ou morar no chiqueiro, né, cara? A pessoa que deixa de falar. Vamos lá. ou então, ou então botar nas costas de uma outra pessoa. Se você é casado, se você tem um relacionamento, aí fala: "Ó, vamos dividir. Você limpa, sei lá, banheiro e quartos, o outro limpa sala e cozinha. Se você não faz o seu, ou vai ficar um chiqueiro ou vai jogar tudo nas costas do outro." É [risadas] bem infantil. É bem infantil a fazer as duas. Você não está contribuindo, você não está contribuindo para ter uma vida
a dois. É, e eu diria que não é só, Não fica limítrofe ali a você só fazer as coisas do lar, né? Eh, algumas coisas do lar você faz fora, tipo, ir fazer um mercado. É, pô, preciso comprar coisa para casa ou precisa fazer uma manutenção da própria casa, que já tá cheio de problema e tal. Isso faz parte da vida adulta. Você deixar de fazer esse tipo de coisa é péssimo, pô. É eu acho que passa a o, lembra quando a gente falou lá do cobrar frente do aniversário que você fala assim: "Pô, tu
é criança? Se tu conhece um cara que não faz as tarefas ou deixa pra mulher dele fazer as tarefas, a percepção natural é te levar direto pra adolescência, onde as coisas se resolvem sozinhas. Mulher do cara não é a mãe dele. Essa é questão. Tem uma questão também do machismo estrutural que a mulher assume a carga mental de de porque assim tem o ideal é que fosse tudo dividido, né? tanto a gerência quanto a execução. O que acontece muitas vezes e é o homem pegar, fazer a execução quando é mandado e a mulher tem que
gerenciar sozinha porque é uma construção social machista. Isso aí é uma parada que é grave, né? Só que é uma construção social de novo. Só que tipo assim, eu acho que vamos colocar um exemplo aqui de uma pessoa que mora sozinha, tá? Pessoa que mora sozinha e um cara que mora sozinho, ele não fazer, ele chegar em casa e ter uma pilha e pilha de louça de duas semanas é cor de criança. Sim. É. Tipo assim, ah, não passa um pano no chão há dois meses, [ __ ] irmão. O quarto do cara tá cheio
de pacote de salgadinho no chão. Não dá. Criança é bem, eu acho que é mais que brigar na internet. Acho que eu baixaria brigar na internet e botaria isso na nove. Também acho. Eu também acho. Pode baixar, brigar para oito, deixar de fazer as tarefas na nove. Tem que fazer, cara. É muito feio, mano. Boa, cara. Tu seu encostada. E a e quanto vai viajar com esse cara? Nossa, passar quatro dias. Ou então, ou então tem uma coisa grave para [ __ ] cara. Tocou num ponto agora, uma coisa que é grave para [ __
] por exemplo. Você logo percebe, né? Já veio um na minha cabeça aqui. Ô, Pudo, por exemplo, Fabiana fica para morrer. É você receber uma visita na tua casa e a visita não lava um copo, né? É, meu irmão. A Fabiana quer dar. Eu falei: "Calma, fica não que absurdo. Não lava um copo, pega leva." levanta, pega o copo, vai na geladeira, abre não sei quê e bota, deixa parada [risadas] em cima da pô não, às vezes não arruma nem a porcaria. E eu tô tranquilo para dizer porque eu eu sou péssimo arrumando cama, mas
a pessoa tá na casa da outra, claro, levanta e deixa a cama esgruvinhada o lençol e não arruma nem a cama dela. [ __ ] Fabiana para morrer, maluco. É uma loucura isso, cara. Uma loucura, cara. Uma loucura, pô. É uma loucura, cara. Esse é um ponto muito bom. É uma falta de educação muito grande. É, cara. É a falta de senso, né? Tu não precisa ser o cara que tá todo mundo almoçando, falar: "Galera, vou [risadas] lá lavar a louça". He, cara, esperou de boa. Primeiro o cara que vai, a pessoa que vai almoçar
na tua casa, eu faço muito isso. Vou almoçar na casa de alguém que fala: "Me dá aí, vou lavar a luz". Já vai fazendo aí, provavelmente a outra pessoa que tá recebendo fal: "Para com essa porra". Tem lavar então o meu vou lavar aí. Mas no almoço tudo bem. No almoço tudo bem. Às vezes a pessoa pega o prato para comer um pão, no meio do dia, pega um prato, o prato dela, o copo e acaba [risadas] e deixa dentro da pia. Maluco, você pass sai na porrada p que beleza. Tá todo mundo almoçando, alguém
vai parar para lavar ou vai botar tudo na lava louça? Agora um prato, um copo. [ __ ] Moleque. Bagulho de viagem. Ano novo, eu já vi histório, mano. É que aí que você vê como que a discrepância é sua pras outras pessoas que são assim, né? É porque esse é o primeiro step ali, o primeiro passo de tarefas domésticas que essas são diárias, né? Mas é como eu falei, às vezes você precisa ir no mercado comprar coisa que tá faltando. Às vezes a janela da tua casa tá com defeito lá, tá emperrada, tá ruim,
você precisa consertar ela. Deu problema na descarga, você precisa resolver aquilo, você precisa fazer as tarefas do, entendeu, do celular, do do que te envolve, né? Perfeito. Eh, próxima coisa é drama. Ser aquela pessoa dramática, aquela pessoa que faz drama para tudo, pois se irrita bem. Que ch mais diante do que tá aí acho que acaba passando, mas irrita bastante. Tem um camarada tudo para ela é difícil. Tem um camarada aqui na TV. Tem um camarada aqui na [risadas] TV. Não pode falar, senão ele vai fazer drama. P não, já vai fazer, tá? Eu eu
informo sabe quem eu tô falando. Pedro sabe. O senhor sabe, o senhor sabe de quem eu tô falando. Tem esse camarada. Se tudo que você tem que fazer na tua vida, você tem que chamar ele, tá? Falar assim, ó, vou mijar, rapaziada, ó. chamar o cara, Hein? Senão o cara ele surta, pô. Ele liga pras pessoas. Ele tem que ser um dos primeiros a ser. Ele tem que ser um dos primeiros. Se ele for o sétimo, ele já também não vai. Já acha ruim o ele fica o senso de exclusão. Juntamos aqui, estamos aqui agora,
né? Nós quatro. Fala assim, vamos tomar uma. Vamos. Juntou nós quatro. Chegou na redação, a gente chama quem tá na redação. Se ele não for o primeiro da redação a ser chamado, ele vai fazer a nossa noite inferno. E convite generalizado não serve, tem que ser individualizado. E tem que ser uns dos primeiros. Você está, todo mundo sabe quem esse cara tá. Ele é famoso. Ele é famoso. Eu já sei de quem você tá falando. [risadas] Ele vai ficar puto que eu tô fazendo essa gabar. Ele vai ficar. É verdade. Isso é muito infantil. Isso
é informado para ele. Não, ele, cara, me deixa, [risadas] cara. Se você é adulto, você não pode ficar fazendo drama. É, é, essa é uma coisa, porque e também tem uma outra que é tem dois comportamentos desse drama que são irritantes. Uma é você conta alguma coisa, ela já fez também ou já fez melhor e a outra é tudo que ela faz, Que a pessoa faz é com muito sacrifício. Parece aquela coisa que eu falo da torcida, né? Vai no Twitter e bota pesquisa. Se não é sofrido, não é? E vai botando, vai botando o
nome de todos os clubes. Vasco, Pai Sandu, Real Madrid, deve ter lá no Real Madrid. Se não é sofrido, não é? Real Madrid 15 Champions. Se não é sofrido, não é Real Madrid. [ __ ] meu irmão, demais, tudo tudo que aconteceu para ela foi muito sofri. Aí eu fui, tomei um tiro, mas continuei e tudo mais. E às vezes tudo nela dói mais também. Tipo assim, se eu perdi o ônibus, cara, deixa eu te falar, hoje eu não tô legal. Por quê? Eu perdi um ônibus. [ __ ] sou imbecil. Mas eu acho que
me irrita mais o outro tipo que você falou que é tipo assim, cara, eh, nem te falei, mano, eu consegui um emprego novo, mas eu consegui dois empregos novos. É, mas isso não é drama. Eu sei, eu sei, mas tipo, me irritou mais, mas a pessoa que também sempre sofreu mais que você, tudo é sofrido. Tipo, não, moleque, nem te falar, mano, minha mãe pisou num prego, cara, tá no hospital, minha mãe pisou uns dois pregos. É, foi muito pior, cara. Nossa, foi muito pi, você não entende como é que é minha dor. É isso.
A a criança já vem assim desde cedo com isso daí. Aquele moleque que tu chega na escola e felizão, pô, comprei um PlayStation 2, aí o cara chega, é, eu já tenho PlayStation 7 com oito manetes. Mas não lançou. Eu tenho, meu pai conseguiu, cara. Moleque na escola que normalmente essa pessoa é caozeira. É, óbvio, cara. Pô, eu tô esperando até hoje o Game Boy de V de seis que o moleque na escola falou que ia sair, famoso contar vantagem, né? E esse cara, esse cara da mulherzinha normalmente quando ele vai no banheiro, [ __
] fui no banheiro, peguei três, viu? Então é que agora a viagem, por exemplo, Estados Unidos é uma coisa comum no nosso meio, no nosso recorte. Antigamente, quando eu era lá na Praça Seca, que tinha um maluco que viajava paraos Estados Unidos, que aí falava: "Não, já trouxe, trouxe lá dos Estados Unidos um tênis coisa ou um carrinho de controle remoto." Não, isso aí, isso aí é merda. Eu já trouxe um dos Estados Unidos, meu tio trouxe. [ __ ] viagem rola também o famoso. Tu foi lá? Tu foi a Paris? Foi a Paris, tu
foi naquele restaurantezinho de esquina que um cara sai na porrada com o outro, depois ele mija na cara de alguém? [ __ ] Não deu não, man.Então tu não foi a Paris. Então tu não foi à ParentEn foi a Paris. [risadas] Tu não conheceu a verdadeira Paris. Vai se [ __ ] Tu foi na Paris turística agora. Paris real. Quem conhece o dia a dia. Ah, tu não conhecia. Fe para ir lá e não ir ter ido nesse lugar era melhor nem ter ido. Exatamente. E o cara tem [risadas] para qualquer lugar. Po, o vagabundo
que conta a vantagem. Iguaba. Se tu foraba, tem um cara que conhece Iguaba mais que você. P do Gilson. Ih, então Iguaba realmente [risadas] não foi legal. É isso aí para você só para turista você for piqu. Esse é concur, né? Ele nem entra na nossa lista porque esse daí isso irrita muito, mas não sei se é tão grave assim. O drama irrita legal, mano. Irrita, mas eu acho que é mais infantil do que se atrasar, pô. Eu acho bem infantil, cara. Fazer bom. É que eu acho que o atrasar tá alto, talvez por [risadas]
Pr mim é o meu zero. Não, para mim é mais que o É. Bota na oito. Eu acho que é junto interesse. Você quer descer do cinco ao sete uma e deixar o drama ali na sete? Eu acho que eu acho que é junto com brigar na internet. Vem da mesma natureza. Mas eu acho que não. Acho que a pessoa ser dramática é menos pior, é menos doente do que o cara que fica na internet a briga. [risadas] É, mas eu acho que é menos, cara. Pô, cara, eu eu, por exemplo, vamos lá. Eh, é
porque a gente englobou muita coisa no dramático que não é necessariamente dramático. Eu vou fazer um aniversário, uma social na minha casa com amigos próximos. Amigos próximos. Vamos lá. Finge que eu vou fazer com 10 amigos, irmão. É o núcleo do núcleo dos meus amigos. Bagulho, irmão, só posso pagar para 10 pessoas e tal. Aí vem uma pessoa que não é muito tua amiga, é tua amiga, mas [ __ ] não é tua amiga, fala assim: "Pô, nem me chamou, né? Não, beleza, pô". E fica assim, ó. Não, beleza, pô. E indireta, fazendo um drama.
Moleque, que isso, gente? Isso não dá, pô. É que eu acho que assim, pro caminho que a gente tomou aqui no programa, o drama ele é o cobrar o feliz aniversário com mais coisa inclusa, porque a pessoa que cobra o feliz aniversário, ela é dramática, pô. Você entendeu? Ela não tá fazendo um drama. Eu acho que é um big, é um, é um uma versão piada. Então o drama tem que ir pro 10 feliz aniversári. Eu acho que é isso. Porque cobrar isso é um drama. Cobrar um feliz aniversário ser dramático. Você tá fazendo um
drama. Não tá corretíssimo. E o outro, tem um ponto que pega o drama, ele tem todos os outros, né? Que o cara tem a certeza que a vida dele é mais importante que as outras e os outros têm que lidar com os meus dramas, tá ligado? Não, que ele é o queridaço da galera. Não, total. Um bagulho que acontece muito quando você vai escolher padrinho de casamento. Nó caraca, cara. Isso aí. Quem fica fora da sua festa de casamento, dá uma briga do [ __ ] Examente. Moleque, o meu casamento foi um parto porque eu
achei que na hora que você tava contando a primeira história tava vindo daí. Porque eu não fiquei, por isso que eu não fiquei olhando pra tua cara para não Eu tive eu eu vivi um drama ali. Eu vivi um drama porque pessoas fizeram drama. Foi um bagulho assim e as pessoas foram dramátic. É porque eu não dei essa brecha, mas as pessoas queriam fazer tipo, ai não, mas pô, por favor, não pode ir [ __ ] não pode, [ __ ] não enche o meu saco. Eu achei que tu ia pisar nesse lugar. As pessoas
precisam aprender um negócio, É muito simples. É muito simples, cara. Cara, esse programa aqui sem câmera, esse programa aqui sem câmera. Uma cerveja na mesa era um dos meus melhores reservas do ano. É porque a gente não pode fazer essa propaganda. Não pode contar, mano. Um dia eu vou botar aqui com uma com copo escuro assim que vai dar para ver que tem dentro. Ó, é só uma frase pr você que tá assistindo de sola aqui e às vezes você é uma pessoa dramática e tal e tá se reconhecendo nas coisas que a gente tá
falando, mas uma coisa precisa levar pra sua vida. Convidado não convida convida. Ponto final, mano. Perfeito. E se você não foi convidado, não vai dar chilque, porque não é pai mesmo, não. Não quer dizer que a pessoa também não gosta de você, que a pessoa não tem dinheiro para pagar o seu, rapaziada. Acabou. Próxima coisa é: estamos ficando sério. Fecha aspas, cara. Eu tô, eu tô fora do mercado há muito tempo. Não é nem o namorar, não é nem só ficar, é que sério. É, eu também tô fora do mercado há um bom tempo. Então,
tipo, eu não sei como é que tá a pista, né? Eu fiquei ficando com a Covas ve meses, pô, eu e ela. Mas não era namoro. Não era namoro. Mas também assim, Solteiros, nunca fando. Mas o famoso tô ficando só com você ou namorv? Não, cada um, ó, cada um não tem deve nada a ninguém. Mas tipo assim, quando foi a fun quando fala assim, cara, quer namorar? Aí virou a partir dali antes da porque eu acho que é um pouco medo de assumir responsabilidade, o que se configura em algo um pouco mais infantil do
que a gente tá falando. Mas eu acho que é porque também isso passado pra nossa idade é diferente é do que isso com 20 anos, 19 anos. Porque quando você tem 19, 20 anos, tu tá numa outra fase da vida que não. E às vezes é mentalidade. A a pessoa tá vindo de uma desilusão amorosa sinistra. Ela já vai querer engatar o namoro direto. Ela não, cara. Não vai querer nada sério, realmente. Eu acho que tem um ponto aqui nesse ficando sério, que é o quanto tempo dura. Claro, porque isso eu tô ficando sério, durar
se meses é uma coisa, ele durar 4 anos sem a pessoa assumir a outra, tá ligado? Aí aí é casa, pô. Aí vira amante, pô, da pessoa. Mas aí casa. Se, mas se tá satisfeito por se tá se as expectativas estão alinhadas para os dois, não. Beleza, mas se não tá para um dos lados, tem aí tem um problema. Eu acho que a nota tá baixa, mano. Assim, hoje em dia existem diferentes tipos de relacionamentos, tipos diversos, né? É menos que às vezes a pessoa não quer rótulo, pô. É, eu também acho. Segura pro zero.
Tá bom, pode ser, pode ser. Segura pro zero. Até aqui não surgiu nada individual. É, é, é isso. O estamos ficando sério. É tipo amizade colorida. Isso aí é o famoso friends with benefits, né, que o pessoal fala amigos amigos com benefícios. Pode ser de fato não quer o rótulo de namorado e namorada. É porque estamos ficando sério, você não pode ficar com outra pessoa não? Acho que pode. Acho que pode, acho que pode. Então amizade colorida também é. Ó, segundo pseudo, ficando sério, você não pode ficar com outra pessoa. Mas é pildo. Então não
é namoro. Por que que não é namoro? É que é que todos nós aqui, eu tô com a Fabiana, vai fazer 30. Você? 12. 12. 15. 15. Vai fazer 10 ano que vem. 10. [ __ ] a gente não sabe o a gente não sabe o Teria que ligar para algum adolescente. Será que a Malu consegue ligar para saber onde cruza a linha do ficando sério para namoro. Qual é a linha do cruzamento? [risadas] Quer morar comigo. Tem um amigo aqui na TV. Tem um amigo aqui na TV que no dia da festa da empresa,
ele tava ficando sério com a menina. Eu não tava bebado. A gente tava no gaúcho, lembra? Aos veros. Assume a garota, [ __ ] [risadas] E até hoje não assumiu. Mano, eu tava bebado. Os dois dão risada. Os dois dão risada para [ __ ] Mas inconveniente demais, mano. Inconveniente, cara. Ela fal cara, ela discutir isso com o pai dela no programa ao vivo vai ser uma loucura. Tudo bem? Oi. Ó, você tá ao vivo na gravação do de Sola 10. Oi, Malu. Malu. Tudo bem? Oi, gente. A gente precisa da sua ajuda porque são
quatro imbecis aqui que que estão velhos que que namoram ou são casados, quer dizer, são casados e namoram há muito tempo. A gente queria entender pra geração [risadas] de vocês o que que em que momento em que momento o estamos ficando sério vira nós estamos namorando. O que que diferencia uma coisa da outra? Aliança. Aliança. Gente, fodeu. É quando a pessoa pede e comportamento. Sim. É quando a pessoa pede, gente. Ih, caiu. Não, então a pessoa pede aliança. Não, acho que ela quis dizer aliança de compromis. [risadas] Caiu fala, caiu. Fala comportar. É tipo porque
tipo assim, quando a gente tá Ai, que vergonha, pai. [risadas] Sério? Hã? Fala. Você é importante. Você você é uma você tem muita voz nesse programa. Fala a gente, tipo assim, os comportamentos já são de namorados. Tipo assim, o negócio é mais o calma aí que eu tô vendo coisa pro meu aniversário. O negócio é mais o tipo assim oficializar. É porque geralmente com alguém é quando você tá ficando sério com alguém, geralmente dá muito problema. Tipo assim, na aí caiu me acordadas tudo mais do relacionamento sério, tipo ele já é mais, entendeu? Bem definido.
Quem tá ficando sério pode pegar alguém por fora? Hum. Então não, só que se se pegar é menos pior do que o seu namorado pegar alguém de fora, entendeu? Entendi. Entendi. Tá vendo? Então tá bom. tem um certo grau de competência, seria mais a formalização do do namoro. É isso. Isso. O comportamento é de namorado, mas sem ninguém ter falado. Estamos namorando. É basicamente uma formalização. Exatamente. Tá bom. Obrigado, meu amor. Te amo. Valeu, Malu. Valeu, Malu. Na nossa época era botar no Facebook, né? Em relacionamento sério com subiu no Facebook. Entendeu? É uma parada
infantil porque você fica com medo de se responsabilizar. Eu acho que isso hoje em dia na nossa idade não existe. Eu acho que a pessoa que Então eu acho que a pessoa que tá ficando sério hoje tá passando o carro em geral, entendeu? Só não tá namorando porque não quer parar de passar o carro geral. É, então quanto mais velho você vai ficando, menos, isso aqui vai diminuindo, né? Tá pegando gente na noite casando no dia seguinte. Tem um amigo meu que assim, casou. A gente vai fazer o corte desse trecho e vai mandar pro
amigo que trabalha aqui. [risadas] Não, não faz isso não. Tá passando carro em geral. Não, o do drama não faz não, mano. O do drama não faz. O do drama não faz, cara. O certezas não conhecia e no último churrasco que ele conheceu ficou feio, mano. Nossa senhora. Não faz isso do drama. Não faz, Cara. Eu Mas eu acho que ainda eu acho que, cara, isso aí vai muitas pessoas mesmo. Suave, gente, suave. Vai, deixa a zer aí. Deixa é deixa aí. Vai próximo. Ficar só de sunga [risadas] na praia. Eu sou sunga, pô. Ah,
eu também sou sunga. Eu só vou pr praia do S. Até aqui é o zero. Claramente foi um paulista que fez essa lista. Com certeza saiu do botou para cair, né? Assim não, ele botou para cair. Ele botou, ele botou, ele botou, não, ele botou para ser zoação e cair. Pse como é que acho que é do Ala usar até os 11 anos? Não, não. E depois dos 50. Não, calma aí. Se você usa a sunga nesse meio termo, você está errado. Para você tá louco. Você está errado. Aí eu acho que o amigo você
equivocou, né? [risadas] [ __ ] sou muito. Você tá tentando encampar o discurso. Você tá tentando encampar o discurso do zero. Pode subir o sério lá para um é muito zero. Estou falh Não, eu também sou short, principalmente porque eu sou gordo. E aí o gordo de sunga fica escroto. Mas, pô, não que fique melhor de bermuda, mas pô, qual é o problema da pessoa? Tem a liberdade fazer o que ela quiser. Só vai ficar com cara de tiozão. Não, tiozão, maluco. Minha percepção. Praas do Rio de Janeiro, estado, estado, tem pessoas de sunga de
absolutamente todas as idades. Com certeza. 100%. [risadas] Não só no Rio de Janeiro, você vive, porque eu tô falando do que tenho conhecimento. Brasil inteiro. Não tô dizendo que é pode subir esse ficando sério aí. Isso daí é zero. Aí uma coisa tão paulista assim. Que assustador, realmente. Exatamente. Muito bem, muito bem lembrando de certeza. Isso, gente, olha e olha que esse rate do esse rate do certeza não é equivocora com praia. Pô, mas eu acho que não é o paulista, mano. Eu acho que é o é o pseudo, pô. Otávio não todo paulista, mas
sempre o paulista. Olha só, olha só. Você trouxe para si. Trouxe para si. Ele institucionalizou. Eu tô dando a minha opinião só. Eu acho escroto. Quer usar? Usa. Fica feliz da vida, mano. Não vou ser contra não. Só que eu acho escroto. Só isso que eu quis dizer. Não, não é todo paulista, mas é sempre o paulista. Cara do Rio, pô. [risadas] Não saber andar de bicicleta. É, então tem uma notícia para dar para vocês. Você não sabe? Não sei. Mas tu é o mais infantilizado nós. Cara, cara que pousa um avião, ele não sabe
dirigir não. Essas coisas do dia a dia, eu acho com certeza é o mais infantilizado de nós quatro. É. Não sabe onde fica o disjuntou, [ __ ] Na casa dele. Eu tenho, eu tenho um problema com equilíbrio. Já tentei, não consegui. Inclusive, uma vez eu quase caí num bicicleta gométrica [risadas] na academia. A bicicleta que fica parada, velho. Como assim? Eu não tenho equilíbrio, [ __ ] Não, não, não, não, não. Eu tive que botar o pezinho no chão, juro [risadas] por Deus. A gente tem que voltar alguns episódios e resgatar para você uma
pulseirinha do equilíbrio. Exatamente. [risadas] Car, tem uma dificuldade equilíbrio. Fazer o quê? Cara, beleza. Eu já vi gente cair da esteira, agora caí gente quase caí da bicicleta [risadas] ergométrica detalhes para entender isso aqui. Cara, aquela a bicicleta é ergométrica. Fui dar o gás ali, a tava fortão, tipo assim, meio que levantada a bunda. Aí i i aí botei o Pezinho. Aí falei: "Ah, parei aqui também, vou pr xiras." [ __ ] cara. Cara, não tem equilíbrio, [ __ ] Não tem equilíbrio. Não consigo patética, cara. Pô, fazer o quê? Que cena patética. Mas assim,
eu acho que passa um pouco por não ser ensinado quando você é criança, né? Se você não tem alguém que te ensine isso, a pessoa que ensina, mas depois tu ficou na adolescência, tu tu podia ter tentado com teus amigos, né? Aprender com teus amigos. Me irrita um pouco a pessoa ser adulto e não sabendo de bicicleta. Acho que também me irrita, mas tem um abandono parental aqui nesse meio do caminho. Vou falar minha experiência. Eu entendi que você tentou fazer essa proteção. Não, quem tentou me ensinar foi meu tio. Só que o cara é
um açogueiro, pô. Eu eu andava, aí eu caí porque eu não tinha equilíbrio, tinha lá 7 anos. Levanta, [ __ ] Falei que isso, tio? Dindinho, pô. Dindinho fofinho. Aí teve um dia que eu tava andando assim, moleque. Aí eu tava quase conseguindo, moleque. Aí [risadas] parede de chapisco, moleque. Eu tombei lá em Bitiba em Macaé. Saiu arranhando, Moleque. Não conseguia parar. Eu blá blá blá blá blá. Moleque, ombrofelado. Aí eu chorando assim, foi até um pouco da orelha assim, [ __ ] Aí eu, aí o Dindinho, amanhã tem mais no ombro mais, amanhã tem
mais, [ __ ] Vira homem. Eu falei que isso, cara, que isso meu tipo? E aí? Só que aí que acontece quando você não, aí eu depois disso peguei trauma. Quando você vira adolescente, assim, 14 anos, 13, 12, é, tinha aquela coisa de, pô, moleque, eu vou aprender cheio de criança em volta, tá ligado? Aí eu falei: "Ah, deixa eu falar". Aí fui jogar bola. Vergonha é um pouco de vergonha da daquela pré-adolescência ali do pô sempre tente aprender as paradas. Beleza, mas hoje para você, pô. Por que você não tenta aprender hoje? Macaé, macaé.
A galera usa muito bike para se locomover. Mas eu jogava bola na rua, sempre queria jogar bola. Então, mas aí às vezes tu queria ir pra casa de um amigo, pô, pegava a bike, andando porque era meio perto ali. É, porque eu não tive essa necessidade. Não, acho que acho que não até baixa, porque para muita gente não faz diferença. Não faz diferença. Para muita gente não é não é limitador de nada. Tipo assim, me incomoda às vezes. É muito detalhe. Acho que é um gatilho de liberdade, tá ligado? Tá, mas que para você talvez
não, talvez você não faça diferença pra sua vida. Eu acho que claro, você ter a chance, por exemplo, eu gosto de andar de bicicleta, mas eu eu tenho pouquíssima possibilidade de andar. Quando eu viajo com Andresso, às vezes, por exemplo, você vai para um lugar que, pô, tem um lugar, um espação para você andar de bike, eu viro para ela, vamos andar de bike, ela, pô, não sabe, isso é um limitador que é uma merda, mano. Tipo assim, pô, o você pega um, tem lugares que tem tour de bike, mano, você conhecer a cidade, o
[ __ ] pô. Uma trilha, pô, é maneir, tirando isso aí que de fato, mas sempre tem uma outra opção que dá para fazer uma coisa parecida. Eu, de verdade, eu não lembro de ter um momento na minha vida que eu pensei, [ __ ] se eu andasse de bai, não teve esse momento na minha vida. Por exemplo, vou trazer aqui um debate. É, mas tô errado, tô errado. Sabia de bicicletada você não consegue tocar ela. Eu caio da ergométrica. Não, não. Mas você tentou já a motorizadinha. Irmão, dele é equilíbrio. Eu acho que dependendo
da bike é mais fácil. Não, moto, pô. A única vez que eu andei de moto foi com um camarada meu. Ele foi me levar de copa cabana pro lem. Moleque, ele subiu na moto. Nunca sente na minha moto, velho. Não, não, nunca, nunca vou. Que tu deve ter derrubado o cara. Não, então, aí ele esperou, né? O moleque ele nem é tão amigo assim. Ele esperou que fosse botar a mão aqui, né? Abraçadinho, abraçado carro, pô. Na barriga do cara. Falei: "Qué mano, tenho medo de cair, cara". [ __ ] meteu a mão no pino
então, se a gente for, se a gente for colocar pra gente que mora em cidade grande, assim, cidade cosmopolita, podemos dizer assim, metrópole, lógico que a chance de andar de bicicleta seria muito maior. Mas, por exemplo, eu, o limitador da da das vezes nos últimos 10 anos que eu andei de bicicleta ou que eu deixaria de andar de bicicleta se eu se eu não soubesse andar, é o mesmo que eu deixei de deixaria de andar se eu não soubesse andar de cavalo. Para mim não faz diferença. Uhum. Tá vindo faz a diferença, mas é muito
mais baixo. É tipo, eu a gente eu moro perto aqui da TV, né? Eh, quando teve uma época que eu tava vindo de bike pro trabalho, [ __ ] é uma liberdade, foi o que o Otávio falou de liberdade, é uma liberdade muito maneira, mano, você poder vir demais. Então, por exemplo, estão construindo agora um acesso, construindo um acesso lá perto da minha casa, muito perto pra ciclovia do Rio Pinheiros. Eu já pensei em vir para cá de bicicleta, só que ainda não coloquei em prática e vou chegar aqui suado que eu subo para [
__ ] e aí não sei o que eu vou fazer. Pode botar uma bike, essas bikes motorizadas, tu vem no motor dela e volta pedalando. Pode ser, pode ser. É, cara, el é um bagulho que eu me sinto um pouco tipo, cara, sabe de bike, mas também eu acho quase mais legal de falar que eu não sei do que, tipo, verdade do que de, tipo assim, não me fez falta na vida. E a cultura da cidade não é tanto de bike, né? Fui para Amsterdã agora, não conhecia. Bizarro. Todo mundo anda de bicicleta o tempo
inteiro. Pô, até no Rio tem a orla ali. Você pode ir de bike andar, mas tipo assim, a cultura de mobilidade é maneiro, pô. V tu quer ir pra praia, tu vai de bike. É, é uma outra sensação que você tem do que você ir de carro, de ônibus ir andando. Mas legal, né? É libertador, assim, é um momento seu. Mas eu acho os outros mais feios. Tipo assim, arranjar barraco na rua é muita diferença. Muito bem. Não, eu acho, eu acho que esse daí é baixo, cara. Eu acho que é três ali. Eu acho,
pô. Não, eu acho, eu acho que conta dix é pior do que bicicleta. Eu acho. Ah, não. Eu, eu acho, eu acho ciúme de hobby pior do que não saber. Ach, vontade. Ficar pior que a bicicleta, tá certo. A gente botaria na três. Para mim é dois. E eu acho ciúme de hobby mais, mais feio do que não sabe andar de bike. Então, quanto mais feio sobe, mais sobe. Isso. É, isso tá bom, pô. Eu botaria bike bem mais alto, mano. Eu não. Tu acha feião? Não, não acho feião. Eu acho, eu acho que é
uma perda que você teve na sua infância, entendeu? Não, mas olha só, se que acaba te deixando alguém mais um adulto. Mas é que mas é que as experiências da infância tu já perdeu. Aqui a gente não tá analisando. Se se fosse um programa infância pior, não saber andar de bicicleta e ficar não é isso que a gente tá julgando. Entendeu? Sim, eu entendi. Eu entendi. É, a infância foi pior porque você não sabia andar de bicicleta. Com certeza. Não é isso que a gente tá julgando. Mas não saber andar de bike para um adulto,
você vai falar: "Pô, [ __ ] mano, tá de sacanagem, mas passa o Dix, [ __ ] Eu se eu tenho um amigo meu que tem uma conta de vida [risadas] adulta vai te impactar menos, obviamente. Obviamente eh não saber andar de transporte público. Aí a gente tá falando do do mimado play do [ __ ] Eu acho que aí é mais de gente muito rica. É isso que eu t falando nunca teve que privilegiado maluco. Não, mas mesmo privilegiado o cara é adulto. Gente, andar de metrô é a coisa mais simples do mundo, pô.
Tudo bem, pô. Se você não saber andar de metrô, é sempre saber fazer assim, ó. Até porque o cara mimado, quando ele vai para Londres, ele anda no metô de Londres. Mas, por exemplo, um cara que, um cara que é muito rico, vai para Paris, ele anda. Tudo bem que ele não ande aqui, mas ele sabe andar. Chegar, [ __ ] o cara não é possível sa andar de metrô, pô. Eu vi o episódio do aqueles caras de quem é o herdeiro. Aí no final revela quem é o herdeiro e tem o cara lá. A
vida do cara é uma vida de multimilharário que ele nunca, eu acho que ele nem que nunca teve que andar de transform, ele nunca passou pela cabeça do cara. P e esse cara é infantilizado. Ele nunca teve a necessidade de Mas é um bagulho nem andar de ônibus. Que isso, gente? Ônibus. Esse cara é infantilizado, pô. Mas eu acho que além de ele é muito podre de rico, pô. E eu acho que se alguém fosse muito você ganha mega cena hoje. Mega cena? Sim, irmão. E se fou 1 bilhão, você pode botar o seu filho
para andar, tá? Você pode, mas ele nunca vai precisar. Mas se ele, mas a partir do momento fala assim, cara, vamos de ônibus para algum lugar, cara. Você não precisa. Você olha, hoje em dia, você olha o celular aonde para o ônibus e ele vai entrar no ônibus e vai descer. Mas isso não faz parte da vida do cara, pô. Tudo bem, mas é um bagulho examente precisar na vida dele. É um bagulho extremamente simples, po. Mesmo que o cara não faça, é muito fácil. Eu também acho. Eu também acho. Pra é, eu acho que
eu acho que no na prática isso teria que cair, porque só não sabe andar em transporte quem não tem nenhuma necessidade, que é o que tá falando. É muito ou o cara é muito mamãizado, pô. Cara, o papai leva pra escola, busca tudo. Mas isso existe, adulto que é que não é rico para [ __ ] Um usuário extremo de transporte público ainda hoje. É, vira ele e mexe eu vou pela gloriosa CPT. Mas existe alguém que não é muito rico, tá? Na pessoa é trabalhadora normal e não sabe andar. Eu acho que não. Mas
aí tem que ser muito mimado do que o pai. Acho. Não, então eu acho que essa [ __ ] não existe, cara. Eu acho que tem, tá? Ou a pessoa tem necess ou tem uma pessoa de necessidade especiais, né? No caso que aí não é o caso. Pô, quando eu comecei a namorar a Andressa, Andressa tinha 20 anos de idade, o pai levava ela no trabalho e buscava, pô, uma mãezada para [ __ ] Mas ela sabia andar, ela sabia andar muito pouco. Aí quando eu comecei a namorar com ela, eu botei ela para fazer
as paradas e aí ela aprendeu. Coisa mais simples do mundo, pô. É que tipo assim, hoje em dia também o mundo é muito diferente, né? É. Na nossa época de moleque, [ __ ] eu pegava buzão de uma cidade paraa outra com 12 anos. descobrindo e ia descobrindo igual um maluco, sabe? [ __ ] não sabia, perguntava. Hoje, hoje tem, hoje tem aplicativo que diz quando o ônibus tá vindo. A minha coisa, a minha coisa era [risadas] passava. É tipo, é tipo aquela skete do porta dos fundos do porchá que ele fala outro 485, quando
a gente precisa não passa. [risadas] Eu passava dois, dois seguido, quando eu olhava falava, só ia voltar da escola porque o próximo era só daqui a 50 minutos. E você tá num ponto de ônibus. Tô aqui. Eu pegava o 260. É meia hora para passar o 260. Falei: "Caralho, será que a linha foi descontinuada, mano? [risadas] Será que acabou o ônibus? Ele não passa mais aqui? Não é possível. Meia hora não passa, eu vou ter que lá pegar o 383. Aí tu muda, tu sai daqui, tu atravessa, tu não tá no ponto vai atravessar. Tá
lá o 260, filho da [ __ ] Isso acontece no rio era. Será que é alguma será que estourou uma revolta em algum lugar e incendiaram os ônibos? Tá tendo greve em laranjeira. Tu sobe no. Ô motora tá com algum problema aí na dias da Cruz que vão tá passando, [risadas] Cara. Não, normal não. Isso se agravava pra gente que sempre trabalhou o final de semana no final de semana. Aí eu, [ __ ] [ __ ] domingo, a praça que fica o ponto de ônibus completamente deserta. Tu é o único filha da [ __
] que tá lá. Fala, cara, esse ônibus não vai chegar. Domingo, não tem ninguém, não vai vir, tá ligado? E o ônibus que passava de meia, no domingo ele tá passando de 1 hora30 e 1 hora e meia. Tá aí fal, pô, se ele passou agora, vou ficar aqui 1 hora e meia nessa [ __ ] dessa praça. F, vou pegar, vou pegar uma sessão de cinema no shopping e depois. Cara, eu eu te eu juro, a minha infância, ela foi baseada em muitas coisas. Essa eu tá muito próximo. Deu a gente ponto de ônibus
mostra [risadas] o horário que o ônibus vai passar lá, pô. Na nossa época não tinha hoje tem aplicativo que dá para ver o ônibus se movimentando no mapa no virtual, pô. Tem até um vídeo, tu deve conhecer, pô, o paradoxo da espera do ônibus, que é um cara que fala: "Porra, tá tardão, mano". É um, pô, é um bagulho narrado, tá tardão. Esse ônibus não vai passar mais. Esse ônibus acabou, cara. É o paradoxo da espera do ônibus. É, meu pai do céu. Caraca, vivia muito isso. Isso aí o quê? Então é mais infantilizado ou
é mais recorte social? Eu acho infantilizado. Eu caiu eu cairia porque isso é é muito é muito específico para pessoas que não precisam. Qual que é o melhor [risadas] olho de transporte para vocês? Como assim? Público disparado. Metrô. Metrô. É que se você mora num lugar que o metrô é [ __ ] então, mas você é porque eu tenho mais prazer andando em ônibus porque eu vejo coisa ficar vendo parede me deixa [ __ ] meio claustrofóbico o tempo não passa, pô. Mas é [ __ ] mano. Então, mas ônibus é [ __ ] irmão.
Ônibus tu pega um trânsito do [ __ ] o bagulho, o ônibus fica parado, cheio de gente em pé. É horrível. Eu tô falando melhor metrô e melhor ônibus. Eu sou melhor ônibus. Tipo assim, eu cara, eu usava muito transporte público enquanto eu morava em Niterói e trabalhava em Botafogo. Então, pô, eu tenho no currículo ali barca, [risadas] metrô e guzão. Aham. Pelo menos os três. As alternativas todo dia tu usava os três? Us, usei muito quando eu narrava julo no engenhão, por exemplo, eu usava os três para ir para Botafogo. Eu usava só um.
[risadas] Às vezes eu via que a ponte estava toda parada, ligava no RJ para sair de casa. Ponte Rio Niterói, toda parada. Falei, fodeu. Vou ter que pegar um buzão de casa até a estação da Barca. Barca até a praça 15 e metrô até Botafogo. Aí eu pegava três ou para ir ou para voltar. Às vezes eu, tipo assim, saía do EI 6 da tarde. Impossível ir de ônibus. Vou ficar uma hora só só só para passar do Fluminense, só para passar do do da pão Machado. Só [risadas] para passar do Machado. E depois mais
uma hora no gasômetro só para subir a ponte. Tá falando: "Vou pegar o quê? Vou andar, vou pegar o metrô. Metrô até a praça 15. Praça 15, barca. A barca também lotada. Desço no centro de Niterói e pego um buzão para cá. Fiz muito isso. Moleque é muito doido. Quando tu chega conclusão que tu pega três quatro conduções, né? Realade a realidade às vezes é ela transforma um transporte público melhor do que o outro. Parece indo pra final da Libertadores de 21. Avião de São Paulo até Buenos Aires. Buenos Aires cruze de barco pro Uruguai.
Aí do Uruguai, ônibus da cidade que que sai lá no na prata até chegar em Montevidel. Agora minha pergunta é qual é o melhor transporte e em melhor condição de todas, mas tirando isso é metrô de Mas a barca é muito boa também. Pega um catarã novinho, é muito bom. Porque eu peguei a corredor de ônibus no Rio, quando eu comecei a pegar ônibus não tinha, mano. Não tinha. Então, pô, você pegava ali a, na minha condição, você pegava ali ou a Suburbana ou a a dos desfile, cara, do Valqueir ali, aente Magalhães, meu amigo,
era uma, você tem que sair de casa duas horas antes, porque uma hora você ia perder ali. Exatamente. Depois do BRT com faixa única, tu vai embora. É, melhorou, pô. E tanto que o BRT teve uma época que eu trabalhava no Ei, que eu saía, pô, saía da Praça Seca e até o metrô. Não é, não é Ricardo não. Qual que é o metrô que tem ali que vai ou Maria da Graçaópolis? É, pegava para mim pegar o metrô para ir para Botafogo, que era muito mais. Dá o castilho. Dá o castilho. Eu eu falei
do engenhão quando eu narrava jogo lá que eu pegava quatro meios de transporte diferentes, que aí era buzão, barca é metrô e trem até o engenheiro. [risadas] Eu pegava quatro no mesmo dia aí para voltar. O pior, só faltava helicóptero. Tomei calote do cara e não ganhei nenhum R real, pô. Meu Deus! E fiquei muito tempo assim, mas foi isso que me transformou em narrador e mudou minha vida. Então, ah, claro, é, todo mundo passa. Passei por essa aí, meu pai do céu. Não saber cozinhar. O que que é não saber cozinhar? O cara não
consegue fazer um strogonof, não consegue fritar um ovo. Ah, aí é imbecilidade. Mas aí não fritar um ovo não tem como. Existe. Existe, existe muito muita gente que não sabe ligar o fogão. Eu não, eu não, eu não sei cozinhar. Eu sei fazer, pô, arroz, é arroz, frango, carne, ovo. Limite é você chegar, cara, preciso que você faça um arroz. O cara fala, não sei. Eu vou até strogonof. Então, isso é o básico. Passoufogonof tu faz. Não é comigo o básico sabe sabe não, não, não. Tudo bem. Mas tipo assim, se alguém pergunta assim, sabe
cozinhar? Fala, pô, não sei, mano. Sabe fazer feijão? Não, não sei fazer feijão. É, tá, mas eu sei na teoria, mas nunca fiz feijão é muito fácil. Nunca fiz e não me arriscaria fazer. Mas arroz eu faço, macarrão, eu faço, tudo isso eu faço. Mas cara, acho, eu acho que também vem num lugar de privilégio também. Eu nunca precisei cozinhar. Hoje em dia eu não cozinho. Eu ou não acho que seja privilégio? Não, não, não. Eu acho que uma pessoa que é rica, ela não precisa, entendeu? Uma pessoa que tem gente que precisa, mas pra
vida, pô. Ela deve ser educada pra vida. Acho que tipo assim, o meu filho, ele não precisa cozinhar, graças a Deus, ele tem esse privilégio. Mas eu ensino ele que ele como que frita um ovo, antes disso, como que faz o seu misto quente, [ __ ] é o seu miojo, sua agora o arroz. Ó, só eu falo que eu não sei cozinhar, mas eu sei fazer, você tá bim básico, você tá na linha, tá falando, a gente tá falando não saber disso. Não sabe fritar um ovo. Acenderu o fogão. É, não sabe fritar um
ovo. É, eu acho isso muito alto, pô. Porque tu fala, cara, esse cara dá trabalho, vamos partir não. E vamos partir do princípio que esse cara não tem dinheiro para viver de delivery. Esse cara vai dar trabalho, o cara vai ligar na mãe quando ele mudar. das duas uma ou a mulher dele, pô, vai viver de fazer cozinhar para ele todo dia, ou ele vai ter que ligar na mãe, mãe, me Isso é infantilizado, pô. Bizarro, é bizarro. Isso é muito infantilizado, pô. É tipo assim, ó, no meu tempo de faculdade, eu já morava fora
de casa e aí eu tinha que fazer o quê? Cozinhar para eu comer, né? É, mas aí eu tinha amigos, por exemplo, que moravam lá na república deles e tal, e eles iam final de semana pra casa do pai e da mãe, Voltava cheio de pote de comida e botava no freezerzinho deles lá, tá ligado? É um privilégio, mas pô, isso faz com que a vida da pessoa se torneia fazer ou ele aproveitava que a mãe fazia? Não, não sabia fazer. Uma coisa é aproveitar. Eu também ia para Petrópolis final de semana, pô, pegava alto
as comida da minha avó, porque aí, pô, muito mais gostosa do que a minha, né? Mas, pô, aí o fato de você não saber e aí sua mamãe tem que fazer as marmitinhas para É o ter que fazer porque você não sabe é complicado, hein? É, eu acho que é alto isso aí. Eu acho que esse é o ponto principal, não é? Pô, você pode virar para mim, pô, Wallas, eu vivo o dia inteiro de frango com batata, de sábado a sábado, que o cara vai lá, corta, bota na air fry, bota o frango na
Mas beleza, é uma escolha tua, cara. Mas é porque, cara, é porque saber, moleque, eu não consigo imaginar uma pessoa hoje com acesso à internet. Bizarro. Tem um tutorial de tudo no tutorial. Como fritar um ovo, como fazer um arroz, pô. Acabou. Tipo assim, acabou. Qual que é a nota para vocês aí não saber cozinhar? Sete. Tá bom. Sete. É sete. O de oito para mim já é outro. É outro nível ali. Cobrar feliz aniversário é muito escroto. É muito escroto. Próxima coisa é participar de atlética de faculdade com 35 anos. Pô, segura pro 10.
Não está na faculdade. Eu tenho uma opinião muito severa sobre isso, cara. Eu nunca consegui entender. Vou falar primeiro dia da [ __ ] Mas isso é isso é fora do período que ele se formou. Isso. Depois que ele se formou. Depois que já se formou. Ah, então aí é aí é 10 depois que se formou estando na faculdade, é porque a gente não vai considerar se o o período que você está na faculdade como adulto. É, né? Mas eu já eu já achava um negócio 25 mais pode ser esse recorte. 25 mais 25 mais
você tá participando acho que é depois de você se formar, pô. Mas aí não, aí é 10, pô. Aí é 10, [ __ ] Tem isso, tem ainda. Claro que tem. Que continua, já não, já não tem mais vida acadêmica e faz. [risadas] É, eu tenho. Claro que tem. Ai, tá. Vagabundo vive disso, mano. Tem uns caras que entra, depois ele começa a organizar, aí ganha dinheiro em festa e aí convive com pessoas. Olha que, olha que loucura, sempre com pessoas mais novas, sempre com mulheres mais novas. Dando ideia. Só 19, passou de 19 anos,
Não pega ninguém. É. Olha só como é que funciona. Nossa, tá sempre ali, né? É isso. Para mim esse é o 10. É disparado. Para mim é 10. Para mim é disparado. É, eu acho que tem que ser o que o V falou assim, saiu da faculdade, não precisa botar uma faixa etária, entendeu? É, saiu da faculdade. É porque eu acho que a a eu fiz pook, né? Eu também. Eu Você foi meu calor, né? É, até foi alguns anos de diferença, mas assim, o meu primeiro contato com esse pessoal, com esse pessoal foi tipo
assim, cara, [risadas] tu é um imbecil, pô. Tipo assim, no primeiro dia de aula, nunca vou esquecer, primeiro dia de aula, o professor fala: "Parou, parou, parou, parou, que a atlética vai falar". Eu não sabia nem o que que era. Um maluco chega com uma cartolinha, um um cartão de crédito de 2 m da American Express. Nós somos os milionários da PUC, gente. Que isso? E a gente canta músicas como aí começava música de ofender pobre, pô. Moleque não, cara. Geral, moleque. Ah, é essa aí, cara. É muito sinistro. Acho que esses caras ficaram presos
num episódio de passo repasso, não conseguiram sair, né, Velho? Eles todos os dias eles competem com o Cels Portioles. [risadas] A minha tese é que esse cara se encontrou na faculdade, viveu uma época incrível da vida dele, que ele era alguém e ele não consegue aceitar que isso passou. Exatamente. E aí é muito triste. Ele tá Ele tá preso numa numa coisa num mundo que ele foi muito feliz e não consegue avançar. Aí quando ele vira adulto consegiu dar o passo pra maturidade, exatamente o vio. E quando ele vira adulto, ele fica rodeado de pessoas
mais novas. Então ele tem mais status ainda. E são super pessoas de 19 anos idiotas, que todo mundo 19 anos é idiota. É de atlética ainda mais ainda. E aí o cara fica sendo [ __ ] sendo que ele tem 32 anos de idade, pô. É o É aquele meme que tu gosta, que eu falo que é o Didi de skate, né? Vai ficando Didi de skate. O cara vira um ancião na parada. Ele é o eremita, tá ligado? É o hermitão do Atlético e ele fala da faculdade como se fosse não porque aqui é
sei lá, irmão, é puc. Meu Deus, isso aqui é nós. Se não for sofrido, não é PCK. Se não for sofrido, não é PK. Tô jogando hand ball, irmão, com pessoa de 19 anos. Tá bom. E que a mensalidade quero nem entrar nesse mérito, né? Entrar nesse mérito. Não é nem não é nem a pública. Enfim, é para mim é esse é o É, segura para 10. É, é que eu acho que esse ponto eu acho que o drama ele acaba ficando maior. Eu entendo de segurar pr 10, mas eu entendo o drama ele acaba
ficando maior porque qualquer pessoa faz drama. Engloba, engloba mu a quantidade de você. Não, mas que que você conhece alguém? Ã, essa pessoa faz drama, tu fala assim, [ __ ] imbecil. Ou você conhece alguém e fala: "Vai fazer o quê? Sábado sábado tem basquete da tá vivendo nessa realidade. É bem mais infantil. É que é muito mais raro. Eu, por exemplo, não conheço. Eu conheço ninguém, mas [ __ ] é muito mais grave. É muito mais grave. Então, eu acho que tem um outro ponto. O drama, eu posso chamar o cara de otário. Pô,
tu tá sendo um otário. O cara da faculdade da atlética, eu sempre vou chamar ele de infantilizado. O primeiro xingamento do cara que faz fal, cara, você tá sendo um babaca, você tá sendo um otário. Pode ser que eu fale, você tá sendo infantil. O da Atlética, ele sempre será infantil. Primeira característica. Característica infantil. Pode baixar o drama aí. Bota lá. Pô, cara, na moral, se você que tá assistindo esse vídeo é um adulto e participa de uma atlética, se você se formou, tem que sair. [ __ ] cara. Óbvio, pô. Ol lá, faz outra
coisa da tua vida para mim, nos três últimos períodos já, já, já estagiando, já, irmão, vamos crescer, vamos produzir. [ __ ] tu tá numa faculdade, cara. Dá linha nessa pipa aí, né? Nossa, moleque. Perfil de casal. Nossa, esse é complexo, hein? É grave, gravíssimo. Esse é complexo mesmo, [ __ ] Esse lelei p gravíssimo. Me ajuda aí, [ __ ] Mas já acho, eu já me incomodo quem bota na bio, tá? Eu já me incomodo quem bota na bi, tá? E ainda assim me incomoda um pouco, mas eu vou fazer um você parar aqui.
Você e sua esposa são influenciadores de viagem. Aí é o casal tal que faz a aceitar. É trabalho, não é trabalho. É. Agora se é o perfil do casal junto com engenheiro, ela é jornalista. É. Não, esse perfil de viagem, eu sigo Léo e Fábio, eu acho. Inclusive, pô, eles viajam juntos, tem vários, não só de viagem, mas assim de dicas, de restaurantes, tem casal cozinheiro, sei lá, suave. ou outra vertente que é o casal fazendo skete de humor ou coisa de relação. Beleza? É diferente. É diferente. É um trabalho. Isso totalmente diferente. Ali é
uma uma sensação de não existência enquanto indivíduo muito grande. Muito grande. Mas já me incomoda botar na bio quem bota lá o aliancinha e o nome da pessoa. Isso já me incomoda. Mas beleza, passa a perfil de casal. Acho porque eu acho que aí, moleque, eu acho que é uma coisa de infantilizado, de não conseguir, eu acho que vem de uma insegurança de não conseguir confiar da pessoa a ponto de vocês compartilharem mensagens, viç é ser inseguro, é ser ciumento, é criança, é não não ter confiança, é coisas que a gente fez, pô, eu botei
no meu MSN, quando eu tinha 14 anos de idade, o meu nome como da minha namorada, o nome era o Alace Borges e a pessoa que tá do lado. É uma coisa que se faz quando você tem 14 anos. É, você usava o tremetela no MS no chama atenção. Pô, eu era Z1 Brasil chato para [ __ ] Uava muito. Mas você continua sendo isso. Exatamente. [risadas] Você p de onda. Se eu tivesse que citar alguém que fizesse isso, seria você. [risadas] Eu acho que é quatro ali certinho. Mais não, pô. Não acho que é
mais. Eu acho que é mais que conta diso. Ah, não. Contrário. Acho. Eu falei o contrário. É mais que barraco. Barraco às vezes você tem motivo, pô. É verdade. É, baixa seis e cinco e deixa esse na seis. Tá bom. Isso eu acho pior do que não saber cozinhar e atrasar também. Então desce os dois também. Então desce. Desce os dois e deixa o perfil do do Beleza. Pô, mas é porque assim, o atrasar o cara ferra a vida do outro. Mas vou voltar no assunto do drama. Você pode chamar ele de filho da [
__ ] não de infantil. Sacou? É o mesmo argumento que a gente usou pro drama. Eu acho que é coisa de infantilizados. É o cara que atrás ele pode ser babaca. O cara que tem perfil de casal, ele é infantilizado. Ponto. Não te fala, eu eu compro subir o atrasar. Tá bom. Eu também compro, pô. Tá bom, vai. E aí, deixa o Não cozinhar sozinho na sequer falta de esporro quando é mais novo. É, pô. [risadas] É mesmo. É, pô. É mesmo. Chega na hora, [ __ ] seu verme. Pô, meu pai, moleque, ele falava
assim, ó: "Eu vou sair de casa". Eu sou ao contrário, né? Sou traumatizado. Eu vou sair de casa 9 horas. 9:1 ninguém vai entrar no meu carro. Moleque, minhas irmãs batendo no carro para lá. Tchau. Ninguém entrava e postar em direta. Crianc braba, né? Braba, braba. Infantilo Lloyd no tem gente aí que é tem umas tipo assim pessoa que trabalha [risadas] contigo trechinho de música no story cara o que tu dá para saber rápido que a mulher que foi traída é que ela começa a postar umas indiretas não dá para confiar emo negócio de trabalh
deixa eu ficar quieto nossa cara eu ficar quieto Eu eu acho é ruim para [ __ ] mas eu acho menos pior, então. Mas é, mas acho que postar em direta é a típica coisa que é, tá ficando tranquilo esse Dix, mano. É, eu acho que postar em direta é típica coisa que é o exemplo máximo do do da infantil do infantil. te destrói profissionalmente se for bagulho de trabalho. Exatamente. Porque as pessoas vão perceber, sei lá, 80% vai perceber, os 20 não vai perceber e vai interpretar uma coisa errada. Só tem a te ferrar,
só tem a te prejudicar. Não é. É. E é 100% querer chamar atenção, pô. Fazer uma indiretinha para para chamar atenção. É fazer um drama também, só que é uma outra forma. Eu acho que ali com aniversário. Tá bom. Porque é um draminha, pô. É um draminha. É um draminha, cara. Você é, foi o que o falou assim, você é autodestrutivo, ele não serve para nada, para você ganhar nada. Só serve nada de bom. E até a pessoa que você tá dando só transparece a sua cara de idiota, pô. Não. E até a pessoa que
você quer atingir e fala assim: "Nossa, que idiota! Ele não te acrescenta nada de bom, não. E e rola muito nos nossos no nosso meio isso, né, mano? Ah, é aí falando, trazendo 100% pra gente, rola muito no nosso meio. Muito, muito, muito, muito. Para mim é oito, cara. Só arranha a imagem da pessoa. É oito. E hoje, por exemplo, oito, oito, pô, vce me Mas sabe por que que eu ia falar? Postar em diireto é uma coisa, mas fazer uma indiretinha na zoeira tem seu valor também. Não, mas aí isso aí, não, mas aí
é mais piada interna, é algo tipo próximo de uma piada interna, tipo, é exatamente, a gente fazer uma referência, que a gente fez aqui do troca o perfil quando eu vou falar não sei que e tal, pode ser porque eu ia falar que uma coisa é postar na indireta para agredir, outra coisa dar uma zoada, tipo, a indireta, ela tem o conceito de você tá se sentindo injustiçado e você quer resolver uma injustiça a partir da indireta. Tu não vai produzir nada. Eu pensei, talvez a gente tá sendo hipócrita nisso aqui, mas acho que não.
Diferente tu fazer uma referência zoando, é uma coisa, não é isso? Remover foto quando triste. Que que é isso? Eu também não entendi. Que é isso, mano? Nunca aconteceu um, já aconteceu uns três amigos meu, mano. Tem um que é titular dessa. Briga no, alguém discute no grupo, fala assim: "Meu irmão, você tá falando uma merda do [ __ ] não sei que do nada o cara tá com sem foto, porque para você achar que ele te bloqueou". Que isso, gente? Já vi os três caras já fizeram oficial. Que isso, gente? O cara nunca ouvi
sobre isso na minha vida. A primeira vez que eu tenho contato. Eu também nunca tinha ou falar que isso. Eu tinha entendido o que que era. Eu achava que era tipo apagar a foto da rede social. Não, o cara deixa sem foto para ele achar que você bloqueou ele. Já aconteceu já vi. Então é que esse também é uma criancinha da nada. O cara lá fez história com time, não renovou, ele apaga as fotos com time. [ __ ] que crianco. E aí vale para relacionamento, né? Você foi casado ou namorou com uma pessoa, aí
tu tirou e apaga as fotos. Pô, meu irmão, é construção da tua vida, pô. Construção. [risadas] Mas gente, isso aí é muito mais grave pra galera solteira e aí tá interessado, né? Aí fica só de olho. Aí a mulher vai e apaga todas as fotos. Aí o cara vem, opa, p a esse pior. É para 10 aí, mano. Não, isso aí eu nem sabia que existia isso aí. Mas eu acho que o Atlético é mais grave. Eu também, porque o Atlético tu vai a evento, o Atlético tu veste camisa, tu canta música de infantile. É
uma parte da sua personalidade. O Atlética, eu acho que, cara, tudo bem, tudo bem. Mas o ponto é quando você remove a foto quando você tá triste, você passa pros outros uma percepção de que a tua tua psiquê, assim, a tua personalidade, ela é tão frágil, Tão mimada, tão infantil. Caraca, é muito bizarro. Pior é que, tipo assim, você apaga e é para todo mundo, né? É, para quem não tem nada a ver com a sua da atlética, talvez você tá preso numa realidade que você não Mas eu acho, eu acho muito mais, muito mais
infantil. É você ter 30 anos e conviver com pessoas o tempo todo de 19. Não é um isso, esse bagulho da foto, ele ele são episódios. Isso aí, aquele lá é um estilo de vida, pô. É, eu acho que assim, um ganha em um e o outro ganha no outro. Não, eu acho que tem um outro ponto. É mais perene. Quem tem? Olha só, vamos tentar fazer a psicanálise aqui. Vem, vem, Freud. O cara que remove a foto quando ele tá triste. Cara, eu tô, eu acho que ele tem a mente mais perturbada do que
o cara da atlética. Eu não sei. Eu acho que a mente dele é mais é ele vai mais no, no submundo da psicologia perturbal. Só que tem um outro ponto. Uma criança que faz isso, um adolescente faz isso com 14 anos, a gente já trata como imbecil. O da atlética não. Então sobre infantilidade já er tirar foto quando você tá atriz já é errado com 14. Mas cara, mas [risadas] vai ter de Atlético, 14 anos. Atlético, cara. É que você tá preso, achando que eu tô discordando de você. Eu tô indo pro mesmo caminho que
você. É que eu tô falando que o já é errado quando você é adolescente. Tão não é tão o problema quanto o cara da foto. Cara, eu acho que é o problema. Só que ele ele é uma criança, pô. Porque ele vai estar com a roupinha da atlética, ele vai est com a bandeirinha da atlética, ele vai est fazendo faixa da atlética, da atlética, atlética, ele não tem medo de ser uma criança. E o cara da atlética, ele tipo assim, ele o tempo gasto de vida e de energia desse cara para essa [ __ ]
é um bagulho assustador. E quando ele tá no meio dessas pessoas, da galera muito mais nova que ele, que isso é bom frisar, a pessoa tem 30, a outra tem 18, porque ele quer se sentir o [ __ ] então ele tá mascarando uma infantilidade para falar: "Olha como é que eu sou bravo aqui no meio das crianças". Não, eu acho que eu acho que o Otávio foi no cerne da parada que é além da do teu ato, é o que você mostra, é a roupa, é o pô os gritos, pô. É isso. O cara
da foto, ele é um doente carente. Isso. O cara da atlética, ele é um patético crianção. É. Entendeu? Não, eu acho que é isso ali. O brigar na internet já é feio a partir de quando você é adolescente. O cobrar feliz aniversário já é feio a partir de quando você é adolescente. Postar em direto também. E o remover foto já é feio quando você é adolescente também. É muito feio, cara. Não sabia nem que existia esse tipo de pessoa. Próximo. Se pegar em público. Muita coisa de adolescente, mano. Isso é muita coisa de adolescente. Que
que é público? [ __ ] tu tá no cinema, quatro cadeiras do teu lado, tem alguém se comendo, pô. É [risadas] transporte público, restaurante. É, [ __ ] [ __ ] Tá no ponto de ônibus, tem alguém enfiando a mão por dentro da calça. Saudade de ser adolescente, tipo, não tá permitindo não. Quando você adol era bom pr caramba quando era adolescente, velho. Mas eu não faço, tá? A não sei. Night, pagode e tal, né? Tá, já criou uma um pequeno par, mas eu não eu dou moral, eu acho, meu irmão, o pessoal tá pras
[ __ ] pô. É essa [ __ ] mesmo. Deixa arder. Eu eu não fico incomodado. Não, mas eu acho eu acho que tem lugares lugar uma situação de educação. Eu tô falando tipo assim, torna meio que constrangedor pro ambiente, tá ligado? Cinema mão no peito, mas calma aí, pô. Mas pega beijão, pô. Deixa os cara, pô. Não, mas pô, tu tá num restaurante lá beijando língua para cá, língua para cá, já é inconveniente pr carente. Eu assim, eu eu eu entendo o que você tá querendo dizer, cara. Eu também acho que eu acho quase
que saudável. Deveriam poder se amar. Pensou, [ __ ] cara. Pessoa tá muito apaixonada. Acho que tem lugar no no tá na Night, tá na Night lá. Beleza. É, acho que é um ambiente para isso. Mas num restaurante, almoço de família, não tem como não. Numa praia, por exemplo, tem umas uma um monte de família, criança correndo e tal e tem uma canga ali no meio com um cara e uma mulher deitado lá. Eu não tô, eu tô falando beijo só. Mais que beijo não. Ah, [ __ ] isso é beijinho. Falou beijo. Não, pô.
Mão na bunda, mão no peito. Calma aí, cara. [risadas] Tô nem falando de mão na bunda, mão no peito, mas estão lá entrelaçado no chão se beijando. Beijo com língua para cá, língua para lá. Eu acho, eu acho adolescente. Eu também acho. É coisa de qu, é coisa de quem não consegue controlar os instintos. [ __ ] eu acho que a sociedade deveria ser assim, tá? contanto que não tenha [ __ ] já algo mais explícito partir de mão e boca para mim arrebentou eu acho. Mas a sociedade não é assim. Tudo bem, mas eu
discordo da sociedade. Tu tá num restaurante, tá, tô trocando uma ideia, falando aqui do nada tu olha pro lado, [ __ ] tá fazendo barulho, né? Tem que fazendo barulho. A língua parece uma briga de sa de luz. Acho, eu acho, pô, cara, amor. Ah, cara, eu acho, eu de verdade. Eu olho pr essa [ __ ] eu falo: "Cara, vai fazer amor dentro do carro. Vai fazer amor? Assim não. Eu sou a favor do amor livre, rapaziada. Quem quiser fazer aí eu acho que você passou dos 20 pontos na de boa. É o lugar
num restaurante, numa igual você falou tipo assim, num samba. Beleza. Cara, [risadas] tu tá confundindo muito querer transar com querer fazer se pegar em público. Mas eu acho se pegar em público uma coisa quase que bonita, pô. Eu acho cara, as pessoas duas pessoas que estão querendo se pegar ali, pô. Coisa bonita, [ __ ] No meio, num ambiente que não é isso. Não, cara, eu acho uma coisa amorosa de verdade, car ambientes e ambientes, pô. O ambiente para uma parada e o ambiente para outra parada, pô. Tá, cara, eu acho que se eu vejo
alguém se pegando na praia, pô, gente, segue o baile, sim. Não, uma parada é porque eu acho que assim, ponto do ponto de ônib, vamos, vamos criar um cenário, tá? Uma praça, Tem um monte de criança dando de patinete, patin jogando bola. Tem a galera passeando, tem uns idosos caminhando e tal e tem um banquinho lá do lado da do chafariado dominó. Tem os velhinho jogando dominóf. Tem o casal que tá sentado ali que tá comendo uma pipoquinha e tal [risadas] e vira e me calma deixa eu desenhar. É porque só falou de criança. Não,
calma. Uma praça é um [risadas] ônibus vai ter criança, vai ter, vai ter, deixa, deixa eu chegar lá. Tem um casal ali. Aí, esse casal tá ali, ó, uma pipoquinha e tal, não sei que. Daqui a pouco eles vão e dão um beijinho ali de um minuto, beleza? Pipoquinha dão um beijinho de um minuto, beleza. Esse cenário eu acho OK. Outra parada é se o casal ficar 5 minutos, um um chupando a língua do outro. 10 minutos o cara aqui, ó, vem pau, chupão, a mulher vai, tá dando um beijo de 15 minutos me banco
da praça e tal, tal, tal. Aí eu acho que já é um pouco demais, cara. Fora que é impossível você igualzinho, eu não vejo problema. Não é algo que vai me construir [risadas] na praia, na praia de sunga, tu deu ali um amassço de 5 minutos. Se tu não ficou armado, você procura o médico no procura das duas uma, ou você não subiu ou já subiu e voltou, né? Só concluir, Eu não vejo problema nisso. Não me não vai me, eu não vou ficar constrangido, não vai me constranger essa cena, tá? Só que eu acho
que existe o lugar pra pessoa fazer isso, que não é a praça que tá com criança ao redor, porque isso é restaurante. Esse é o ponto principal, que o adolescente faz isso porque ele não tem outro lugar. Por isso que é infantilizado. Porque ele é inconsequente. Incente, [ __ ] Bom, tirando. É porque assim, você colocou a palavra criança várias vezes. Aí eu realmente acho que é um problema. Uma praça cheio de criança, [ __ ] Não, lugar público. Tudo bem, mas vamos lá. Tá uma praça, pode ser um restaurante só com adulto também. Praça
São Salvador de de tarde, não é a noite. Calma. Praça São Salvador tem parte do parquinho lá. Tem uma galera ali jogando dominó. temporada, né? Eu não vejo nenhum problema de ter um casal se pegando loucamente no no no Eu eu, Otávio, também não vejo. Eu acho que acho não é ter problema. Tirando a se tiver criança, for lugar com muita criança, é outro movimento. É outro movimento. É porque eu acho que assim, o cara, eu não vejo problema, mas aí chega um cara e vai lá e fala: "Pô, galera, pô, eu ia, eu tô
com minha filha aqui, não sei que, dá para vocês irem para outro lugar, caralho." Tá bom. A parte da filha é um bagulho OK. Se é um cara adulto reclamando que tem um casal se pegando porque ele tá incomodado, é cai na porrada. É, mas a sociedade é assim. Tudo bem, mas [ __ ] Não, mas o cara não vai abordar lá ele. Tudo bem. O cara abordar eu também acho que não precisa abordar. É feio. É feio. Nossa geração. Nossa geração cresceu muito namorando no muro. Pô, eu tinha muito essa parada de namorar no
muro, pá. Ficar lá no muro aqui, ó. Mãozinha aqui. Bl. Chamos. Ei, DJ, determinado momento da sua vida e da idade, isso já não é mais, tu não pode mais ir pro, eu tô falando de praia, pô. Kanga, já é, pô. Deixa os caras se pegarem lá, [ __ ] Não dá os car parada. Se tu abre esse precedente, fodeu, porque vagabundo não tem filtro, cara. Não tem não. Então, o Que eu apoio é sem mão e sem boca. É por isso que com certeza. Não, pera aí. A sociedade faz sentido. Pode se pegar no
muro. Não, não pode de roupa. Pode, mas, mas aí é pior. É melhor na praia. Bulho, não é um lugar. Muro é um muro, né? Mas a praia é muro é calçada, velho. Muro é calçada. Por que que isso acontece? A sociedade impõe certos limites sociais porque as pessoas não têm limite, pô. Se todo mundo tivesse esse limite, poderia se beijar em qualquer lugar. Tudo bem. Só que as pessoas começam a beijar, aí começa a crescer o negócio ali embaixo e o cara não vai para outra situação. Tudo bem, mas eu eu em nenhum momento
eu falei isso. Eu tô falando o quê? Beijão de língua. Eu 10 minutos ficar ficar ali. [ __ ] [ __ ] Eu acho que sem quem se incomodar tá mais errado que tá fazendo. Eu acho, eu acho bem infantiloid isso. Você tá num restaurante num Eu acho infantiloid, mano. Eu acho você tá num num restaurante desse, pô. Eu acho muito infantil. Ficar 10 minutos dependendo do lugar que você tá. uma norma de etiqueta também, se é um restaurante legal e tal, que as pessoas estão ali para conversar, luz baixa e etc. Um beijaço de
5 minutos que seja, eu acho mais problemático de quem tá beijando. Eu não acho não. Eu acho bastante. Nota para se pegar em público, pô. Não acho que seja num nível tipo perfil de casal, porque acho que perfil de casal é, pô, bagulho muito de criança, mas é pelo menos cinco ali. Eu acho o barraco muito mais grave. barraco. Às vezes você tem motivo, pô. Mas pegar também tem. Tem duas pessoas querendo se beijar ali, gente. Eu eu iria na nota, eu iria junto com atrasar. Eu iria junto com atrasar. Ia na sexa. Quem gente
barraco tem motivo. A gente citou vários motivos. Cara, mas o motivo das pessoas, as duas pessoas querem se pegar. Isso eu acho muito mais inconveniente eu estar no restaurante e alguém falando: "Porra, pelo amor de Deus, bota essa do quê? dos beijão. Mas você chegou à conclusão que o barraco tem motivo, mesmo tendo motivo, mas o se pegar em público, o motivo do cara é, eu quero fazer você ficar constrangido do meu lado. Acabou. Não, a pessoa nem tá pensando em você, pô. É, eu acho. Tá errado. Ela deveria. [ __ ] gente. Eu, cara,
eu acho barraco muito muito pior. Eu acho que ambos são falta de educação, falta de bom senso, tá ligado? Você ficar pegando 10 minutos um beijo de língua gigante, é tal qual você fazer um barraco que atrapalha alguém que tá do seu lado também. A gente citou do víor s o bagulho do da pipoca. A gente não chegou à conclusão que ele teria razão, tá nesse assunto, cara. Mas eu acho que quem tá se pegando não tá errado também, não. Eu acho que só que acho que não. E a pessoa que tá vendo o barraco
não tem noção de quem tá certo é um barraco. Acho que eu acho que ficaria junto. Tem muita gente, tem muita gente que compra, né? Inclusive falar assim, tudo bem, mas se eu vejo um barraco de alguém brigando por causa de uma Coca-Cola, eu falo: "Pô, gente, vocês estão de você é seis, VSR7, eu sou cinco, você você literalmente falou que eu barraco se o cara chegasse para você e falar: "Pô, para de se beijar aí". Não, eu eu não arrumaria barraco não. Ia ficar puto, mas eu não ia falar vai tomar no cu, eu
não ia, pô. Mas eu ia continuar beijando minha mulher. Eu não acho que é problema, mas eu acho que é constrangedor ali pro pra sociedade ser fan boy. Fan, cara, é que fan boy ele tem uma parada, eu acho que isso aí é igual se do time, eu acho não. Então eu acho que o fan boy tem e eu acho que o fan boy ele diminui o outro, né? Tipo, o cara que é muito fan boy do Cristiano Ronaldo e o muito fã do Messi, muito fã do Neymar, ele acaba, pô, é é bagulho meio
infantilizado, né? Fan boy de marca de videogame. O fan boy ele é fãzinho sem ser fã, né? Eu acho que eu, sendo torcedor fanático de um time, eu e eu sou fanático, eu não tenho envergadura moral, como diria eh o pessoal da MTV, para julgar um cara que é fã fanático do Cristiano Ronaldo. Eu acho que é a mesma coisa, só que eu é por um time e o cara é para um jogador. Pô, mas olha só, não, mas não é o fã do jogador. Existe o fã do Cristiano Ronaldo e existe o fan boy
do Cristian Ronaldo. Não é fã maluco. Acho que foi uma luta boy. Ele não é fã de verdade, mas ele grita aos 80 ventos que ele é o maior fã que tem e ele não é um fã de verdade, entendeu? Mas eu acho que muito parecido com certeza. Acho ele é quase um poser, cara. Eu acho que tem um ponto, ó. O Fan Boy é aquele cara, você é muito fã, você é muito torcedor alucinado pelo Botafogo. Você reconhece os times bons que o Flamengo tem, fala assim: "Caralho, para ganhar dos caras vai ser uma
pica". ou quando o Botafogo tá bem, você zoa o Flamengo. Quando o Flamengo perde, você zoa o Flamengo. Tá, tá tudo posto. O Fan Boy, ele chega aqui e fala assim: "Cara, deixa eu te falar, ô, vou botar mais Cristiano Ronaldo. Falar, o Cristiano Ronaldo é uma farça, pô. Esses cara é uma merda. Esse cara não joga [ __ ] nenhuma. Esse é um lixo completo. O Messi ele é melhor que o Pelé 20 vezes. Criançaça. Criançaça. Tipo assim, ele [risadas] ele molda a personalidade dele em cima da coisa que ele se torna fã. Exatamente.
Então, no videogame existe muito. Se eu sou um fã boy de PlayStation, eu vou odiar Xbox. Entendi. Entendeu? Xbox é uma merda. Nintendo é horrível. Quem gosta de Xbox é burro, não é inteligente, caixista. É tipo um cara, como se eu fosse f boy de Botafogo. Tipo, se na vida real eu falasse você puto com o Felipe Luiz. Ah, mas é isso mesmo, pô. Você time é uma merda. Ah, toda hora todo mundo [risadas] cara que é fã do Cristiano Ronaldo, ele odeia o Messa. É bagulho de adolescente, pô. Agora quem é fã do Cristiano
Ronaldo, ele não se permite ver coisa real, é coisa, não se vê valor no antagonista disso que ele gosta, no oposto. É o que se cita. Eu tô usando ali o Neymar porque usou-se o Neymar porque muito do fandom do Neymar, ele tá mais preocupado em só exaltar o Neymar. Isso e às vezes até diminuir outros caras. O contrário também, né? Hã? E o contrário também. É que o contrário é o re quem out Então, o hater do Neymar acha que é um absurdo instituto Neymar. É, é, é. Aí o Instituto Neymar que uma parada
maneira para car só faz [risadas] isso para aparecer, pô. Ó, ponder um lugar que o contrário do fan boy é o Hater. Ou seja, o com infantil é isso aqui, né? Rer, hater, ele é um fan boy doante aquilo, né? Isso. Exatamente. É, é um fan boy com sinal trocado. O contrário do fan boy é o hater. É exatamente isso. É, não, isso aí é realmente é insuportável. Acho você ser genuinamente hater de alguma coisa, tirando aspectos sociais, [ __ ] beleza, político você pode ser, vai lá, vai lá. Tô falando de coisa boa, mesmo
assim é um absurdo, né? Ah, lugares é um absurdo, porque os dois lados hoje da polarização tem coisas boas e tem coisa ruim. Não, não tô querendo levar, tem pessoas em específico que você vai achar entregável algumas e e tá super justo. Você acha que também, mas que também se fizer uma proposição boa no Congresso, você vai falar: "Puta, essa [risadas] coisa, ele, essa pessoa é um verme, mas ele fez uma coisa boa". O fan boy tá pressuposto que a pessoa é meio cega e lógica. Tem fan de marca idiota de marca, só usa roupa
de uma marca, a outra é horrível, é uma merda. Celular é demais. É, Samsung iPhone. Os cara, os caras tem un os caras que são muito iPhone e dum. Eu acho isso mais grave do que brigar na internet, porque essa pessoa briga na internet e ainda assim é f boy de alguma por, eu acho que até talvez pra nove a gente pode levar algum ponto aí, velho, porque a personalidade do cara, meio que o bagulho participar da atlética, a personalidade do cara Está baseada em ser fanboy de uma pessoa. Do ponto, do ponto de vista
de infantil, o deixar de fazer tarefa é menos grave do que o que a gente pode fazer é cair a quatro, puxar tudo e abrir o a nove ali. Bom, pode ser abaixa o baixo. Pode. Beleza. E aí já sobe o é, eu eu já subiria pra nove o drama e o a foto. Cara, eu acho que o a foto é uma pessoa idiota, mas a outra envolve a personalidade da da pessoa. Eu acho que o drama o drama é mais grave que a foto. Para mim é que tem um pouqu porque a foto pode
ser um momento. O drama é o tempo todo. Beleza? Drama tempo todo. E a personalidade da pessoa essa dramática e a foto é um drama por isso. É tá. E deixar de fazer tarefas, eu acho bizarro também, porque é uma falta de educação gigantesca da pessoa. Tá bom, tá bom. Para mim é pior do que a você crescer, é você chegar na casa de um cara e ter um papel de biscoito no chão, pô. E eu acho que dá. E ele não tá nem aí. E aí? Tá aí. Tá isso aí, não. Tá aí. Não
pode então igual você falou, quando viaja junto com a galera destoa completamente. Tu não pode nem jogar o papel de biscoito na lata de lixo. Por quê? Porque ela está entupida. Porque ela está embabbarota. Essa é a pessoa que quando tem a viagem do grupo de amigos, Tem um grupo de pessoas cozinhando uma parada, tem um grupo de pessoas limpando uma parada, tem um grupo de pessoas fazendo churrasco, tem um grupo de pessoas arrumando a brincadeira que vai rolar mais tarde e essa tá lá enchendo o saco, falando mal e reclamando do que os outros
estão fazendo, tá ligado? Tipo, [ __ ] é meu Deus, tem alguma coisa para fazer? Tu tá numa casa dessa, tu não cozinha, beleza. Tem outra pessoa que tá limpando, beleza, vai arrumar a cerveja, não é? Vai carregar coisas, carregar o lavar louça não comete erros. Louça comigo. Louça comigo. Acabou. E eu subiria talvez cobrar feliz aniversário porque é muito de criança. Aí é o é criançaço. Boa, boa. Eh, que programa bom, hein? Muito bom. Faltam quantos pseudo? É. E o Pseudo tirou alguns da lista porque imagina quando fica longo assim vai porque o programa
tá bem longo. Já tem duas horas de programa. Quero ver chamar de short agora. Chama de gif aí. É, ó. Nossa, ter o paladar infantil. Cara, isso me irrita. Mas eu acho que talvez seja pontual meu, porque me irrita uma parada tipo assim, pô, tu come peixe, não como. Já começa a me irritar um pouquinho, pô. Tu come, deixa eu pensar, salada, salada me incomoda bem. A pessoa não comer nada. Eu ia chegar lá, tu não come feijão. Qual que é o próximo? Tu defende o quê? A morte de crenças. [risadas] Tu é a favor.
de [ __ ] assassinato. Vou evocar o nome dele de novo aqui. Senhor Bruno Magalhães. Segunda vez no episódio, hein? Senhor Bruninho. Até 2000 19 ele devido ter que uns 32 anos. Ele ia, [risadas] ele ia no Portuga ali na esquina da, da TV lá no Rio de Janeiro, lendário, e falava assim: [risadas] "Pô, eu tô com muita ra, irmão. Me vê um omelete, mas sem nenhum verdinho. Eu lembro disso. Pior que eu lembro disso. [risadas] Lembro essa [ __ ] 32 anos de idade, [risadas] sem nenhum verdinho. Tem gente que pede bifeolado sem cebola.
Faz na cebola, depois tira. É porque não come a cebola, cara. O cara que não [risadas] come a cebola é muito. Vou pedir uma pizza de calabresa. Tem que tirar a cebola. Pô, cebola é porrada nessa pessoa. Come a caixa. O cara tira azeitona, não me incomoda. Vai azeitona. Beleza. Vai cebola. Não, eu eu não gosto de azeitona. Tiver a chance de tirar o tiro, mas tiver no meio de uma [ __ ] de coisa, vai dar trabalho, vai embora. Vai embora. Minha sogra quando era viva, ela sabia que eu Gostava de tirar. Ela só
botava azeitona inteira porque facilitava para tirar. Beleza, mas se só tivesse aquela partida, aí eu vi uma skete do Joseph Climber com o Caruzo que ele chega na barraca de x tudo, ele fala: "Me dá o xudo, melhor xistudo da cidade". Sei que ele falou: "Sem maionese". Aí o cara já fica: "Tá bom, sem maionese, não sei qu". Aí ele pega o ovo. Não, mas é sem ovo. Aí o cara não, aí vai sem ketchup vai ficar puto. Começa a jogar as coisas. [risadas] Começa a jogar. Vai pedir um, vai pedir um Xburger normal. [
__ ] eu li uma vez que tem uma causa um de paladar infantil que é criança que não brinca com texturas diferentes quando quando é bem novinha da primeira infância, quando ela não pega, tipo assim, e por isso que é muito importante, né? É papel crepom, alumínio, areia. Areia. Porque isso aí vai acostumando o tato, né? Com a p a criança que não tem essa parte muito estimulada, ela coloca um alface na boca quando é mais velha. Estranha muito. É estranho uma coisa um japonês. Isso tem até pessoas que entram no transtorno de espectro autista
e aí beleza, faz sentido. Não tem, mas a gente não tá falando disso. Tá falando de pessoas que conseguem eh ter toda a parte eh alcançável e não não chegam lá. A gente tem um moleque, eu nem sei como é que ele tá agora, porque ele virou pai. Pode ser que tenha melhorado o paladar dele. Todo mundo conhece o Igor de Aquino, trabalhava com a gente. O cara virou referência. Tipo assim, o prato do cara era só amarelo. Era amarelo. Era só amarelo. Era nugget, batata frita [risadas] e batata e batata esmaio. Ele não pegava
batata frita, era só batatinha esmaio. Batatinha esmai e purê de batata. Aí às [risadas] vezes a gente vai num self service aqui na rua e pega um prato meio meio zoado no dia, né? Só carne, batata, pô, só coisa zoada. Aí o cara fala: "Ih, hoje eu tô de Igor de Aquilo". O cara [risadas] vira referência. pra gente hoje eu tô de Igor de Então, um grande amigo meu, vocês conhecem também, e não é tão Igor de Aquino assim, porque ele tem um paladar um pouco mais adulto, mas ainda assim muitas vezes a escolha do
restaurante a gente tem que ficar pensando por conta do paladar dele, Fernando Campos ou Donan. Ele é sim, ele tem o paladar infantil, não é tanto, não é tão Igor de Aquino assim, é infantil 14 anos. É, é um pouco mais rebuscado, mas por exemplo japonês, japonês ele não come. Troy não come, pô, comida crua, tal. Minha esposa não come, pô, fico revoltado, cara. Mas eu acho bem coisa de criança. O bagul se chama paladar infantil, pô. Porque você já tem uma referência direta de ser criança. Isso aí dá para mudar, cara. Porque assim, eu
conheço pessoas, uma amiga minha também que evoluem, Ela precisou se alimentar de uma forma diferente e ela começou a fazer uma introdução alimentar de adulto. É só deixar de frescura. Nosso Jorge Igor não comiu uma fruta aqui, agora tá comendo. Parece, falei com ele na viagem, agora ele tá comendo mais uma fruta. Inclusive, você lembra que no na programa que a gente fez de coisas prazerosas, Prazeres da Vida? A gente fala de academia, você e o Jorge Igor falam: "Nossa, tem gente que gosta disso aí". É. E eu fico esguelando, gente. É, as pessoas gostam,
gosta de levantar peso. Que idiotas. Dois meses depois o cara virou ar no ch. É o mano, mas eu sou uma prova de que pode parar com paladar infantil até até até namorar com a Fabiana. Eu eu raramente, por exemplo, não comia nada ensopado, por exemplo, porque na minha na minha cara eu só comia um bife, filé. Eu comecei comecei a namorar com a Fabiana. A avó dela fazia só coisa ensopada, ou era comer essa [ __ ] passar, ou passar fome. Eu comecei a comer, pô. Comecei a comer para [ __ ] E hoje
eu como, hoje eu como qualquer coisa. É cozido, não como. Eu como qualquer coisa disso. Então assim, mas eu eu tinha e perdi velho. Perdi velho. Comecei comecei a namorar para B, tinha 27 anos. E um bagulho de liberdade. O Otávio falou no bagulho da bicicleta. 22 anos. Tu eh, pô, você comer de tudo, você vai na casa de qualquer pessoa e, mano, tá suave, mano. Não, você vai para qualquer restaurante, qualquer viagem, qualquer coisa. Eu falo, eu brinco muito isso, que eu sou gordo de comer qualquer parada. Um prato de alface, um prato de
pedra é para mim a mesma parada. Porque mas isso tirando a parte do do gordo que eu tô brincando, mas é uma liberdade, você viaja para qualquer lugar do mundo e cara tô tô tranquilo, man. Pode ter uma dor de barriga, pode. Mas embora tem alguns países aí do Globo que eu não vou falar que eu só de ver coisa por aí eu falo: "Se eu for nesse, se eu for nesse país eu não vou comer nada, só vai beber água e mesmo assim água mineral." Já até sei de qual que você tá falando. Bota
pro paladar infantil. Mas eu acho que ele ele ele impacta pouco. Eu acho que impacta muito. B. Eu acho que impacta muito. Acho que ao contrário. Mesmo tipo de pessoa. Acho que é mais. Acho que é mais. É mais, pô. Que isso, V? Impacta todas as suas refeições, pô. Três vezes ao dia. Três vezes ao dia impacta você, pô. Três, vou botar tirar o café da manhã. Te impacta pelo menos duas vezes ao dia, pô. Mas o cara só janta miojo. Incomoda outras pessoas? Acho que sim, né? Contei a história do meu amigo que eu
acho que é [ __ ] atraso ali. É, pô. É. Eu só acho que perfil de casal é mais feio, cara. Eu acho que os do tanto atrasar quanto para infantil dá para mudar e impacta os outros. Tipo assim, esse combo é muito é muito complexo, pô. Você ser casado com alguém que tem pala infantil é desesperador, pô. É, você não pode ir para qualquer restaurante que você quer conhecer. É isso. É verdade. Você não pode pedir qualquer comida, você não pode fazer qualquer comida. Eu eu impacta diretamente na visão que eu tenho da pessoa.
Eu também. Eu se p infantil qualquer convite de almoço, jantar, um churrasco da galera. Que que vai ter para comer lá? Falei: "Pô, sei lá, caralho." Pô, cara, tá no churrasco, só vem e come. Não, enfim. Próximo. Mas eu acho que tem que subir o perfil de casal também. Também é, eu falei isso. Subir o perfil de cas. Então, o perfil de casal se não é, enfim, perfil de casal é muito feio, mano. É porque os outros impactam os outros, pô. Isso aí só impacta os dois. Impacta a minha raiva quando eu olho ele, pô.
Sua fúria [risadas] vai ter problemas com disjuntor. Isso aí a empresa não fala. Eu falei no almoço, pseudo, tem que colocar isso aí, cara. Cara, eu eu juro, eu acho que é o dia que tu mais me revoltou. Ô, tu não sabia onde fica. Eu fiquei atônito nesse episódio. Assim, No dia que o Flamengo perdeu tu se fantasiou de Safonov, pulou em cima de mim. Nesse dia tu me irritou menos do que no dia do dessa [ __ ] aí. Ai, cara. Lembrando, se você não assistiu esse episódio, que episódio é esse? Ô, ô, pseudo?
Qual que era o tema do disjuntor? Não vou lembrar, mas enfim, alguns episódios para trás aí. Maratona tudo que você vai, alguém nos comentários vai saber. Chegou, chegou um momento que o certeza, falando com ele. É, eu falei, pô, cara, mas aí é só você ir no seu disjuntor lá. Ele, eu não sei onde é o disjuntor, porque você não sabe onde é o disjuntor elétrico da sua casa. Não, eu era mais criticado pelo Botafogo. O disjuntor ultrapassou. É, é a mensagem mais cima. É [risadas] para você ver o quão absurdo isso é, [ __
] E esse cara daria uma volta com Fórmula 1 aí. Aíaria avião, pô. Pô, é pousaria, cara. Deixa rapidão. Deixa eu mandar um abraço pro senhor Guido Nunes. Acabou de me mandar uma mensagem falando assim: "Na moral, vai tomar no seu cu. Vivendo o meu auge, Estou tocando o lado do seu Jorge sem errar uma nota e acabo de receber mensagem de tudo quanto é lado com a humilhação de vocês no de Sola 10 falando do pagode no saiu hoje. Saiu hoje. Exato. O dia que a gente tá falando. Eu tenho três meses de casa
e amo vocês. Como pode? Um beijo. Aliás, programaço esse do Albinha e seu Jorge, né? Só para constar, Guido, você passou batido porque a gente zoou mais o nosso chefe direto e o chefão, o Beça. A gente zoou mais o B. Entrou na conta também. É para ser criticado. E a gente falou aqui também que o Guido estava embriagado a ponto do quê? Das noções dele musicais estarem já comprometidos. E e outra coisa, e outra coisa, quando dizem que o craque antev, o Guido quis fugir porque ele sabia que ia ser uma merda. Ele falou:
"Certeza me esconde". Ele sabia que ia dar uma merda. Então ele tem, o Guido foi sequestrado, pô. Cara, ele pegou os dois chefes que e ele tava há semanas na TV, [risadas] três semanas de TV. O cara foi secos que passar o devido pano para Guido. Não, o Guido tá de boa, os chefes é brincadeira. Assistam o Cavaco Futebol Clube, né, que é o programa do Guido Fantástico. Beijo, Guido. Você monstro, gente, O próximo é usar foto de anime. Eu não acho tão bizarro não, pô. Eu acho pouquinho. Eu acho pouquinho. Eu acho não. É,
mas é o casal perfil de casal é muito pior. É, não, com certeza. Eu acho de boa. Não precisa ser anime. Eu acho que pode ser qualquer coisa. Se a tua foto for, porque o de anime normalmente é alguém que que vem com a chancela de de ser hater infantil na internet. Tem muito, né? Eu Mas entra entra o Walter White, até porque eu sou o defensor do anime, tá? Eu assisto para [ __ ] O Wallas também. Foto de personagem. Vamos trocar pra foto de personagem. É, eu acho que segue, pô. Me irrita um
pouquinho. Eu acho que deixa. Mas é pouquinho. Pouquinho. É pouquinho. Acho que é pouquinho, mas é irritante. Pode ser baixo, né? Conta dic é pior. Conta. Acho o ciúme de hobby bem pior. É, tá bom. Na dois, então. Na dois. Na dois. Dois. É, acabou. Pedo. Quais que eram os outros? Você você derrubou aí? Tinham outras coisas você derrubou. Vai falando, vai. ir a festas universitárias, Beleza? Pode ter caído de boa. Não decorar os documentos, isso é grave, pô. Isso é muito. Quem aqui não sabe falar se grave, mas eu acho que hoje em dia
as pessoas precisam menos. É porque é tudo digitalizado, né? Mas, pô, tem que saber falar. Não, tem que saber digitar na hora tem que cadastrar qualquer coisa. Alguém vai te perguntar qual é o seu CPF, você vai botar rápido, pô. Não, desculp. Por exemplo, uma coisa que a gente perdeu, uma coisa que a gente perdeu é saber telefone de cabeça. Isso se perdeu. Legal. [risadas] Sabe o telefone da tua mulher de cabeça? Da minha mulher por uma mulher que é muito mesmo, há muito tempo é muito parecido com o meu que é contra família. [risadas]
Eu não sei, eu não sei de cabeça nem do Artur, nem da Malu. Não sei de cabeça. Eu sei o da Andressa, o final porque vou descer para pegar delivery e aí tem o código. Aí então final sabia. Aí só desprecisei e aprendeu os quatro primeiros depois. O meu pai, quando eu era moleque, não sei se ele falou isso para mim para eu ter que decorar meu CPF mesmo, mas eu lembro que quando eu ligava para reclamar de alguma coisa no telemarketing e tal ou para banco, por exemplo, o meu pai falava assim: "Cara, tu
tem que saber falar teu CPF rápido, senão vão desconfiar que não é você". Procede procede. Aí se você se você hesitasse você ia ter que passar por mais. Lembro que no telemarket falando CPF rapidão. Vamos, Você tem, se você se você hesitar, você tem que passar por mais fato, é coisa de checagem. Esse bagulho de CPF, fica o ensinamento aí para vocês. O bagulho do CF, eu sei que você mudou de opinião, mas tanto é importante que eu sei o da Andressa, eu sei da minha mãe, que pôra, eu eu não sei o telefone da
minha mãe, mas eu sei o CPF. de Eu sei o CPF da Fabiana porque quando eu como eu trabalhando com quem a gente trabalha quando a gente tinha muita, tinha duas folgas durante a semana, aí toda hora assim, ah, tu tá de folga hoje, vai no banco para mim, tá na folga hoje, pega esse reembolso para mim. Tu virava office marido, né? Tu virava como trabalhava, folgava durante a semana, vira office, marido. Ainda tem outras paradas. Você vai em alguma loja que normalmente vocês compram com frequência ou mercado que aí tem o clube de vantagem
lá, você tem que dar o CP mulher, tá ligado? Mercado é o meu e drogaria é sempre da Andressa. A gente já botou sempre assim. O da Fabiana é negócio de compra de shopping para concorrer a carro cupom. Então aí eu sempre vou ter que botar o CPF sempre de um para você ter mais cupom. Qual que era o outro pseudo? Não saber fazer compras no mercado. Esse seria meu 10, pô. Pô, não, isso aí é um muito forte, moleque. É o É é o que eu tinha embutido no deixar de fazer tarefas. Mas eu
acho que tá embutido. É, táido. Muito grande, Moleque. Você é muito no car. Chega lá, não sabe pedir uma carne, [ __ ] Qual carne que é boa para pedir moída? Aí o cara pede, sei lá, picanha moída. Ligado, pô. Eu [risadas] preciso de carne moída. Qual carne moída? O cara acha que carne moída é uma carne. Beleza. Carne beleza. Mas tipo assim, o cara não sabe comprar. É um tipo, já sai moída na no corpo do boi. No boi já tá moído. Ele [risadas] tá ele táando porque sabão em pó, sabão líquido se utiliza.
Aí o cara compra para [ __ ] Vai comprar mora ele e a esposa, ele compra uma caixa de leite cheia de leite. O cara não sabe fazer, não vira para ele, cara. Preciso você compre frios. Quais? Sei lá, [ __ ] Chega lá e vê. Aí o cara liga do mercado. Mor, compra mussarela, compra um queijo prata. Tem uma copa lombo aqui. A gente o a gente come isso, [risadas] pô. Entendeu? Os dois embutidos ali do outro. [ __ ] esse é bem forte. Não saber nadar é outro que caiu. Ah, eu acho, eu
acho que saber nadar tem, eu acho, por exemplo, bicicleta pior. Eu também. Não saber nadar. É, tem variantes aí. É meio que crescer. Tem gente tem medo, pô. Tem gente que tem medo. E ter nome da namorada na bio, que a gente até incluiu ali no perfil de casal. Terminar por mensagem. E trocar de time aí são meio que desvios de caráter, né? Mas eu acho que o trocar de time pra gente que não leva a sério, é um grande fodamente. É meio [ __ ] Eu acho que terminar por mensagem depende se às vezes
é muito traumático, né? A mulher pega uma traição, ela não quer ver o men, terminar por mensagem ou por telefone é brincadeira. Não, mas terminar normal. A mulher pega, [ __ ] a mulher pega uma traição, ela não quero ver você vai me fazer mal para [ __ ] Vítima. Tudo bem, mas aí ela tem aí aí é você deu causa, agora você terminar por desgaste você não tem o você não tem a dignidade de encontrar pessoal. Falei desvio de caráter. Mais de 2:20 de programma de real vagabundo. Trouxemos itens extras no final e ainda
temos mais um episódio para gravar agora. E aí e com discussões densas e teve dançadeira a participação e participação da Maluzinha, né? supervisiona todo esse programa. L sabe quem tá feliz? Duas pessoas felizes. O cara que comenta dizendo: "Para de comentar que é shorts". É. Aham. E o Lipão que é o nosso DTV. Exatamente. O Lipão todas as vezes que ele vem gravar os programas duram 6 horas. Ele fala assim com a escala [risadas] hoje a a bastidores, tá? Eh, é o famoso rádio peão. Todo mundo que é escalado para trabalhar no de Sola 10
fica desesperado. É, cara, a gente virou e mandando indiretas, mandando indiretas para esse programa. A gente virou o Regis Ring da TNT. Os caras iam gravar com o Ris R. Tá lá. E agora o Flamengo do Flam Flamengo. E agora o gol do Flamengo. Daqui a 20 anos, quando o pessoal tiver outro lugar, quando tive programa tiver acabado, pessoal, não tinha um programa, tipo assim, você era escalado, você entrava num buraco negro, você começa, mor, começa a gravar 10:30 da manhã, termina a noite, dois episódios. Acabou. Tchau. Valoriza, deixa seu like. Até a semana que
vem. Estamos arrumando briga interna para fazer programa. Tchau. Sem diretas, né? [música]