Bom dia a todos e todas e sejam muito bem-vindos bem-vindas ao Urban SUS adaptar cidades gestão e enfrentamento de riscos ambientais Tanto para quem presencialmente nos acompanha aqui na sala Alfredo B como também para as pessoas que estão nos acompanhando online eh pela plataforma YouTube me chamo Felipe falseta sou pós-doutorando do programa USP cidades Globais aqui no i pesquisador também no IPT na área de cidades infraestrutura e meio ambiente e a ideia é começar o trabalho de hoje Então primeiramente agradecendo aí a coordenação que também eu acabo fazendo parte dessa coordenação mas também as pós
doutorandas Maria também agradecendo aí os nossos supervisores a mariles eh Galardo Marcos bu kerid aind Felipe e também os relatores presentes aqui a gente temos Jairo presente Jairo Almeida e também agradeço toda a equipe do EA pela realização aí ajudar nessa empreitada né sempre difícil a gente fica um ano aí lutando para conseguir organizar tudo E sempre tem alguma coisinha de última hora para resolver mas no final das contas Como diz né No fim tudo dá certo se não deu É porque não chegou no fim ainda né então vamos lá a gente tá só começando
e a gente tem que agradecer também algumas instituições parceiras Porque eh primeiro que se não fossem as instituições parceiras provavelmente eu nem estaria nessa cadeira agora e também porque tem muito apoio envolvido né muitos palestrantes estão aqui graças aí à parceria que a gente conseguiu construir ao longo desse ano de trabalho então nas instituições a gente eh tem o programa de pós-graduação em cidades inteligentes sustentáveis da unin tem o programa de pós--graduação ambiente saúde e sustentabilidade da USP O departamento de construção civil no Instituto Federal de São Paulo Instituto de Pesquisas tecnológicas do Estado de
São Paulo IPT e a escola superior de gestão e contas públicas do Tribunal de Contas do Município de São Paulo Agradeço também novamente as instituições aí que sem dúvida eh contribuíram para que os palestrantes pudessem estar presentes aqui hoje e a ideia Então nesse evento é realizar em dois painéis o primeiro Painel apresentando um pouco das Ferramentas que eh são dispon dializados para gestão dos riscos ambientais e todas as atuações aí das instituições de pesquisa dos comitês Defesa Civil enfim tem muitas instituições que trabalham com essa questão dos riscos ambientais e desenvolvem aí metodologias para
poder eh enfrentar da melhor forma esses riscos né e o primeiro painel então Eh serão vou chamar os os panelistas que vão estar presentes para poder sentar Aqui do meu lado e também teremos a participação do Professor Eduardo mendiondo que participará online mas os que estarão aqui na na mesa o amar bitar por [Música] favor e a professora Melissa [Aplausos] Graciosa agradeço aí a participação de vocês já antecipadamente e a primeira palestra vai ser realizado pelo pesquisador Omar vitar a o título da Palestra cartografia geotécnica instrumento de base ao planejamento territorial e gestão de riscos
Omar geólogo pelo Instituto de geociências da USP mestre pelo Instituto de geociências da Unicamp e Doutor pela Escola Politécnica da USP pesquisador e docente do IPT desde 86 tem atuado aí na avaliação de impactos e cartografia geotécnica tá eh lembrando aí que para quem tá acompanhando online as perguntas precisam ser enviadas por e-mail no Endereço iar responde @uspicaretas [Música] Bom dia Felipe Melissa os presentes Obrigado pelo convite prazer est aqui poder participar de desse dessa discussão eh acho que eu mudo aqui né o o tema que a gente vai apresentar aqui rapidinho 20 minutos né
Felipe eh é a cartografia geotécnica né como uma ferramenta um Instrumento de base para questão do planejamento territorial e também eh no sentido Mais amplo né A questão de gestão de riscos eh eu organizei essa apresentação em quatro tópicos bem Gerais né primeiro falando dos principais Marcos legais né que a gente tem em relação ao tema eh os tipos né de cartas que são requeridas em função desses Marcos legais hoje né E falar um pouquinho Também como essas cartas T sido utilizadas de maneira integrada na aplicação prática aí para questão de riscos e e depois
no final tentar fazer alguma síntese para dar uma fechada aí nesse nessa temática né Eh do ponto de vista dos Marcos legais né Eu acho que a gente precisa sempre lembrar eu acho que a gente tem lembrado pouco né Essa questão do Marco de sendai que é a referência internacional né que a gente tem hoje para questão aí de Riscos e desastres e e as prioridades e ação que foram estabelecidas nesse Marco que é o Marco que tá em vigor né ele foi assinado em 2015 mais de 180 países né assinaram inclusive o Brasil portanto
né Eh a gente sempre eh comenta né que qualquer avaliação que a gente ven a fazer sobre como é que a gente tá na questão da gestão de riscos né relacionados a a processos né a gente tá falando aqui principalmente de processo Ligados aí a às questões de uso e ocupação do solo e e as interações com o meio físico né então deslizamentos inundações etc eh eu acho que nós precisamos olhar para esses para essas quatro prioridades que estão em vigor e e são e é uma forma né da gente avaliar como é que a
gente tá caminhando como é que a gente tá andando em relação a essa temática né Eh as prioridades são então compreender melhor né A questão do do Risco eh como É que como é que esse risco é criado como é que esse risco é construído né no dia a dia eh a questão da governança a questão dos investimentos e a preparação para eh as situações mais críticas né E também os desastres né nós aqui nessa temática da cartografia geotécnica eh e essa construção de base de conhecimento acerca do meio físico a gente então Eh situa
né o ferramental no primeiro na primeira Grande prioridade né que é entender como é que o risco acontece como é que ele é criado como é que tem vários fatores né que conjugam para para isso mas um deles passa pelo conhecimento do território pelo conhecimento do do meio físico e é n nesse campo né que a gente então eh tem procurado eh trabalhar tem procurado atuar e e atuar um pouco nesse sentido que o próprio Marco de de sendai ressalta que é o o no sentido de romper Né o ciclo né acontece o desastre aquela
correria para dar resposta reconstruir recuperar o tudo que aconteceu mas aí a coisa daqui a pouco volta e acontece de novo né então como é que a gente eh pode trabalhar com com isso né o próprio Marco sinaliza né com duas grandes frentes né dois grandes objetivos primeiro de fato tem que lidar com os riscos eh instalados né existentes tá aí a realidade a gente tem que lidar com ela mas a gente tem que Trabalhar também e com a mesma intensidade né Eh na prevenção n evitar a criação de novas áreas de risco essa é
a grande uma das grandes grandes a segunda Grande linha né são duas grandes linhas né então trabalhar com riscos existentes e evitar a criação de novos riscos no nessa nessa dentro dessa eh prioridade dessa primeira prioridade Essa é a página né onde aparece Então dentro da oficina da ONU né que Acompanha a implementação do Marco no mundo eh é a página que trata da questão da compreensão do Risco então é compreender os ris rcos para lidar né com essas duas grandes eh frentes Ah bom e no campo eh Nacional né no campo eh dos Marco
do Marco Nacional a gente tem então a política nacional de proteção e Defesa Civil que eh foi estabelecida né de uma maneira bastante Ampla né em 2012 fruto dos Acidentes dos Desastres que ocorreram no início deste século né na primeira década do século eh atual né sobretudo no Rio de Janeiro 2011 morreram mais de 1000 pessoas a partir daí então se Traz essa ideia né de trabalhar com a questão dos eh riscos de uma maneira mais abrangente né e completa nas suas principais ações eh eh mas também trabalhar na integração de toda essa problemática Eh
de Defesa Civil com as outras políticas também eh em desenvolvimento né e é nesse contexto então que a gente eh eh identifica né a a questão então que é trazida por esse Marco né o Marco nacional que é a questão do mapeamento né das áreas suscetíveis também a cartografia de aptidão à urbanização e a questão aí do conhecimento Acerca das áreas de risco isso tudo dentro de um contexto que a gente já conhece que é o contexto da Cartografia geotécnica e que portanto eh em 2012 né se institui no Brasil a obrigatoriedade de eh desenvolvimento
desse ferramental a gente sempre gosta de eh situar essas ações que estão previstas aí no campo do Marco Nacional prevenção mitigação preparação resposta e e Recuperação eh usando o conceito de prevenção no sentido mais radical né do termo que é prevenção prevenção prevenção mesmo né Quer dizer ou seja eh lá atrás lá no começo evitar a criação de riscos é prevenção nesse sentido claro que prevenção A Gente Tem situações preventivas né dentro de cada uma dessas ações mas a a a expressão do termo mais conceitual eh aplicável né ao contexto aí da sequência de ações
e dentro dessa ideia de abordagem sistêmica trazida pelo Marco eh da pipec é essa ideia então de evitar a criação de riscos veja então que a pipec de 2012 O Marco de sendai 2015 então de certa forma a a a pen pedc se antecipou ao que já tava aparecendo já tava sendo discutido né E que acabou consagrado no Marco de sendai o Marco internacional né bom e por conta disso é bom sempre lembrar que a a a piped a política nacional de proteção e Defesa Civil ela ela trouxe essa nova política né Eh mas ao
mesmo tempo ela introduziu modifica ações em outras em outras eh normas legais super importantes e muito Relacionados com a questão do uso do solo eh e do e do dos instrumentos né que os municípios né que em última instância são os que eh gerenciam né A questão do uso e ocupação do solo eh tem para poder lidar com o tema né que que são o estatuto da cidade A Lei leman e também a a lei Federal que trata da questão dos recursos né dos Municípios buscarem recursos né na junto à União eh para poder aplicar
na gestão de riscos né Então essas leis entre outras eh foram modificadas pelo pelo Marco da pen pedecoelho estabeleceu inclusive cinco requisitos né que os municípios têm que ter a Rigor para poder pleitear recursos ou seja municípios que para pedir dinheiro pro Governo Federal para investir em eh gestão de riscos eles precisam eh ter pelo menos né em desenvolvimento ou já feito né esses cinco Eh esses cinco eh pontos né Essas cinco ferramentas eles T que ter o Mapeamento das áreas suí eles têm que ter um plano de contingência ele tem que ter um plano
de de obras e serviços mecanismos de fiscalização das áreas sucetíveis e a cartografia geotécnica de aptidão à urbanização no caso aí explicitamente colocada dessa forma né então Eh com isso né diante desses Marcos né internacional e nacional que que a gente tem visto desde então nos últimos nos últimos anos né eh o desenvolvimento e a implementação Dessa dessas cartas geotécnicas né que eh a gente sempre gosta de lembrar né Enfim estamos falando aqui cartografia geotécnica né Felipe todo mundo tem tem eh conhecimento do tema mas até para dar uma uma uma uma geral né Eh
a gente sempre eh lembra né que eh é é um instrumento que já vem sendo desenvolvido no mundo des desde o século retrasado né E que chegou no Brasil nos anos 70 do século passado e e começou a ser implementado né é o instrumento que Busca sintetizar as características do meio físico né e e as medidas para que a ocupação ocorra de maneira adequada ou seja o projeto de engenharia adequado às características do meio e não ao contrário né os métodos variam conforme a finalidade mas em geral ele apresenta ent o o o zoneamento geotécnico
um quadro legenda e um texto explicativo e apresenta então diretrizes e recomendações para Eh a sua utilização na no planejamento territorial e na questão aí da prevenção na prática O que que a gente tá vendo eh três tipos né três tipologias vamos dizer assim né de cartas estão sendo eh praticadas estão sendo desenvolvidas desde então né Eh uma mais voltada paraa questão aí do município todo são as cartas de suscetibilidade as cartas de aptidão aí pegando mais os setores de expansão e de Pressão aí da dinâmica Urbana das cidades né e as cartas de risco
ou cartas de setorização de risco aí voltadas mais para alguns núcleos alguns setores alguns eh entos mais específicos dentro do do município e então eu vou rapidinho aqui não vou eh detalhar muito o tempo já tá voando né FIP quanto tempo já foi tem 8 minutos então eu vou passar rapidinho a apresentação vai ficar aí à disposição eh o primeiro deles é são é é a carta de Suscetibilidade né tô vendo aqui o pessoal da cprm né presente serviço de biológico do Brasil que foi quem conosco juntos né Eh desenvolvemos Então os os as os
procedimentos aí para aplicação e e o e o desenvolvimento dessa cartografia baseado nas referências internacionais aí da comunidade geotécnica então tem aí o a base né os processos que são contemplados dentro desse desse processo de mapeamento de áreas sucetíveis né de dois grandes Grupos né os movimentos de massa né que a gente chama e os processos hidrológicos aí que são mais eh potenciais para para gerar acidentes e e desastres o produto é um produto que permite a comparabilidade né entre municípios né ele tem o mesmo aspecto E aí a gente consegue rapidamente olhar e ver
municípios né na cor ali mais marrom eh forte né Eh eh são as áreas mais suscetíveis a iamento e os azuis mais fortes as áreas mais suscetíveis a a Inundações e alagamentos né Eh outros processos podem ser incluídos A Gente Tem trabalhado nisso aqui em São Paulo também em outros estados né ocasionalmente então por exemplo erosão a questão de subsistências afundamentos também a gente tem tem tem visto agora então começando a ser eh tratado como é que é uma carta e aí eu trago aqui o exemplo de São Sebastião aproveitando que vai ter a discussão
aí né Hoje ainda né sobre o caso né Então Pegando eh o panorama aí do município e dando um zoom né nas na carta de suscetibilidade para uma localidade aproveitando o que aconteceu no ano passado né em Barra do Saí já indicando então a área de alta suscetibilidade ali exatamente onde acabou acontecendo o o o desastre O processo todo né e todo aquele material que desceu eh as encostas então isso naturalmente Esse instrumento ele permite já a composição aí de algumas orientações né paraa Ocupação e aqui tão algumas delas mas basicamente a gente resumiria isso
como eh evitar as áreas mais suscetíveis né e proteger as áreas eh mais suscetíveis elitar na ocupação das áreas eh mais suscetíveis mas protegê-las também ao mesmo tempo né então aqui é basicamente isso que a gente sempre procura mostrar as cartas de aptidão aí a gente vai dando um zoom né Sai do do semirgs bilidade 1 para 25 elas são no município vem as cartas de aptidão Também com procedimentos que vê sendo desenvolvidos eh pelo pelo no país aí a partir da dos insumos iniciais deflagrados pelo Ministério da cidade já há alguns anos com várias
instituições atuando no tema PT universidades o pessoal da Federal do ABC aqui trabalhando muito nisso eh e também a própria o próprio serviço geológico do Brasil né Eh aqui um exemplo né então a gente tem a carta e até pelo modelo eh do caso né A Carta de Praia Grande com as suas unidades geotécnicas né distribuídas Cada uma com as suas carterísticas em função da ocupação mas também com uma representação mais simplificada né semafórica para facilitar aí essa percepção acerca da aptidão à urbanização por parte da da da sociedade como um todo né e as
cartas de risco que na verdade são as cartas que já tem aí um desenvolvimento maior Esse é o manual do Ministério da cidade a informação que A gente tem é que tá em discussão e eh a revisão desse desse manual eh os produtos também têm sido desenvolvidos e aplicados por diferentes instituições né do país né aqui em São Paulo a gente destaca aí o o próprio IPT o o a a o serviço geológico do Brasil o iG né agora Ipa né da da da c000 e enfim também algumas outras instituições aí pelo pelo pelo Brasil
eh trabalhando nisso eh a a a setorização ela procura Caracterizar as áreas em termos de eh risco né Eh muito alto alto Médio e baixo mas o tá tem dado uma discussão muito grande junto aos setores aí dos operadores do direito eh que tem levantado essa questão do Risco baixo e risco médio né porque quando chega na frente do do juiz o juiz Fala pô mas eh é risco baixo mas é risco né então Eh isso tem dado Muita confusão sobretudo em regularização fundiária né Então tá uma discussão aí já nas instituições Para mudar essa
terminologia e trazer esse baixo e esse médio para uma situação aí com uma nomenclatura mais eh de monitoramento são áreas que devem ser acompanhadas não necessariamente apresentam essa condição de ter que ser tratadas como risco né no sentido mais amplo bom essas cartas então elas podem ser usadas e têm sido usadas de maneira integrada também aqui o o exemplo que a gente traz um pouco porque a gente acompanhou né do minutos eh Praia Grande Ah que enfim conseguiu desenvolver esses três instrumentos e tratou esses três instrumentos de maneira integrada no seu planejamento e no seu
zoneamento eh Municipal de uma maneira bastante interessante eh outros municípios também estão correndo atrás disso né E também a gente tem a o uso dessas cartas voltadas aí também para a percepção das áreas suscetíveis e eh o as ações aí específicas na gestão de riscos né A partir dessas análises Mais localizadas né como é que a gente pode resumir então isso para para encerrar né A Carta de suscetibilidade então a gente vem percebendo que ela T auxiliar no planejamento né sobretudo no planejamento no conhecimento do território e para prevenção de riscos e desastres aptidão aí
voltada para orientar melhor a ocupação Urbana e a segurança dessa ocupação e eh e também ambas elas podem usadas também em situações pós pós desastres né na Recuperação eh e as cartas de setorização Aí sim voltadas mais para lidar com os riscos já instalados né então é mitigação em nível local mas auxiliam também no pós-desastre para eh no no na preparação para para para desastres e também na resposta Aos aos desastres né eh essas cartas e aqui eu destaco as cartas de suscetibilidade elas estão disponíveis a ideia que e essa é uma dificuldade que se
tem né A questão da Disponibilização de todo esse material Mas aos pouquinhos eu acho que tá tá tá tá avançando e a gente já tem hoje né sites né o principal serviço geológico do Brasil que já tem aí no Brasil inteiro eh as cartas de suscetibilidade também as setoriza ções e de risco e as cartas de aptidão também aos pouquinhos vão sendo incorporadas nesses nesses sites aqui eu tô eh destacando alguns deles Lembrando que os municípios né os próprios municípios como o caso aqui de São Paulo o portal G Sampa né também eh tem aí
essa essa possibilidade de de incorporar esses esses instrumentos no tempo obrigado obrigado amar Obrigado amar pela participação apresentação acho bem interessante né trazer um Panorama aí da parte legal e também da quantidade de elementos cartográficos né que foram desenvolvidos ao longo desses anos para poder lidar com essa questão da prevenção Aí talvez De um uma forma até um pouco maior né a palavra prevenção aí remete a não gerar riscos não gerar novos riscos esse assunto ainda a gente pode discutir mais para frente mas eu acho que foi um Panorama bastante interessante resumiu aí bem e
ainda conseguiu cumprir praticamente o tempo eh tirou nota 9,5 né Mas passou um minuto mas tudo bem acho que o assunto ainda é bem mais longo do que 20 minut minutos né claro que não daria para falar tudo e esgotar Tudo que a gente tem agora vamos paraa segunda palestra a segunda palestra será proferida pela professora Melissa Graciosa a o título da palestra adaptação às mudanças climáticas a experiência do comitê Auto TT Melissa engenheira civil Doutora em engenharia hidráulica eamento pela Escola de Engenharia do São Carlos professora da Universidade Federal da ABC e vice-presidente do
comitê de bacia hidrográfica do alto Tit Bom dia vocês escutam bem eu vou vou botar o reloginho aqui depois dessa ó tô né Depois quero tirar 10 vou tentar gente pode ficar de pé atrapalha a gravação gente ficar de pé não sei se o problema é com ele ali ó ele já deu um joinha PR mim então tá tud ele que manda né Já entendi como é que é tá bom tá certo gente Bom dia obrigada né novamente aí Felipe pelo pelo convite é um prazer é uma honra est aqui tanto como representando aqui a
fbc E também o Comitê de bacia eh prazer Omar est contigo aqui dividindo essa mesa e também dividindo virtualmente a mesa com o professor M que tá Pelo que eu entendi a caminho da Índia mandou apresentação e o áudio nós vamos fazer um bem bolado aqui e nada disso me surpreendeu porque convivendo com Mário fui orientando a dele né no mestrado no doutorado eu não me surpreende nada é assim mesmo mas vale a pena viu gente palestra excelente bom Então essa é minha já minha apresentação tá rolando eu vou querer desconto de um minuto tá
um tempo tá bom parar eu Tago o meu baldinho de café um minuto a partir de agora né seu Felipe tá certo gente bom então novamente aí agradeço a ao convite Eu Sou professora da Universidade Federal do ABC professora de drenagem e eu trabalho Mais especificamente com a Parte hidrológica né meu doutorado mestrado minha linha de de pesquisa é gestão de riscos hidrológicos a quantificação desses riscos a partir de modelagem hidrodinâmica a partir de modelagem hidrológica e aí nesse contexto a u fbc tem um time de professores muito ligados aí a questão de recursos hídricos
a questão das águas e começamos a ter essa participação no no comitê de bacia aqui do alto tit então eu venho aqui o hoje apresentar um Pouco do que o comitê de bacia vem fazendo nessa área e hoje a gente tem um projeto de extensão envolvendo sete docentes quatro alunos entre bolsistas e voluntários eh e eu tô hoje na vice-presidência né do comitê de bacia que ela é indicada pela sociedade civil e Então temos uma atuação bastante presente aí na no comitê de bacia É esse aqui que passa é o botãozinho do meio é o
da direita bom então a estrutura da apresentação aqui eu vou falar um pouco Da nossa ugre se né e do comitê de bacia do alto TT né referente a essa unidade de gerenciamento dos recursos hídricos os projetos fe híd né do fundo setorial de recursos hídricos indicados pelo comitê de bacia nessa temática de monitoramento de mudanças climáticas falar um pouquinho de um curso que tá acontecendo no momento né no âmbito do comitê financiado pelo feid de capacitação e adaptação às mudanças climáticas e algumas considerações Finais então nós estamos aqui né somos a a ugri se
o estado de São Paulo aí é dividido em 22 unidades de gerenciamento de recursos hídricos e a nossa é a ugre 6 Auto tit são 21 comitês de bacia hidrográfica a ugre 6 Auto tit ela tem um território que praticamente coincide com a região metropolitana de São Paulo 70% da região metropolitana V numa área aí de 5.700 km qu temos metade da população do estado e 10% da população do país dentro desse território né sendo Que essa população em 99% Urbana a disponibilidade hídrica natural ela é baixa e ela não é tão baixa porém devido
à aod demanda esse balanço hídrico fica extremamente crítico né então nós temos uma disponibilidade hídrica aí da ordem de 10 vezes menor do que a média do Estado temos oito Mananciais dentro da ugre se e três externos de extrema importância aí pro abastecimento da região metropolitana de São Paulo então É uma região que ela tá em permanentes condição de escassez hídrica então quando a gente fala que tá em crise hídrica é porque tá pior do que a condição normal que já é a condição de escassez hídrica e muitas vezes esse é um dado que surpreende
quando a gente vai apresentar principalmente fora aqui do Estado eh não mas como com esse tanto de rio que tem mas é que a demanda é muito alta então a a questão de disponibilidade hídrica a gente tem que Comparar a oferta demanda Então a nossa situação de escassez hídrica aqui é permanente e Nesse contexto o comitê de bacia hidrográfica ele ele ganha um papel fundamental que é justamente de fazer a gestão dos recursos hídricos que pela nossa legislação ela é feita pelos comitês de bacia comitê de bacia ele é um órgão colegiado ele tem caráter
consultivo e deliberativo ele é formado por três entidades ele é tripartite então estão presentes a entidades do Estado dos Municípios e da sociedade civil então o nosso comitê de bacia ele é formado por 18 cadeiras do Estado 18 cadeiras dos Municípios sendo que são 39 municípios aqui na bate né bate TT dos quais 36 participam do comitê ocupando essas 18 vagas como titular e suplente é uma participação obrigatória os municípios estão automaticamente eh São automaticamente representantes na no comitê assim como os órgãos do Estado eh daee IPT Sabesp CETESB ac1000 enfim os Órgãos do Estado
também participam e existem as 18 cadeiras referentes à sociedade civil que daí é por eleição e é setorial tem por exemplo três vagas paraa Universidade aí tem vagas para ONGs para eh para associações de representação de classe enfim é setorizada essas 18 vagas e a u fbc é uma instituição que vem se candidatando já desde desde da da gestão de 2015 a 17 ela vem se candidatando e vem ocupando uma vaga aí no no comitê de bacia é um Espaço de mediação de conflitos de construção de de de pactos vamos dizer assim entre essas três
entidades e é muito chamado também de Parlamento das águas né Colocar todos os interessados juntos para discutir como é que vai ser feita a gestão desses recursos hídricos Então esse mapa aí ele ele fica um pouco um pouco complicado assim mas eh resumidamente o o comitê de bacia ele tá ligado ao conselho Estadual de recursos hídricos né que é a a a o órgão maior Assim da gestão dos recursos hídricos no estado e também ao Conselho Estadual de saneamento né mas principalmente é o dos recursos hídricos o comitê ele é deliberativo mas ele é dividido
em câmaras técnicas que são consultivas é dentro das câmeras técnicas que são construídas Então as as a A gestão é é onde é feita a gestão né então a gente tem câmeras temáticas a a gestão de investimentos o porque nós temos que fazer a gestão do fundo né de Recursos hídricos que é o fe híd a de águas subterrâneas as câmeras algumas têm GTS né grupos de trabalho ligados a elas a câmara técnica de educação ambiental a de monitoramento hidrológico e a de planejamento e articulação eu Eh tenho uma história aí de participação na CTM
que tá que ela tem o GT eventos extremos que tivemos aí oportunidade de coordenar em conjunto né Felipe e eu na gestão de 2021 a 2023 e participo também de algumas Outras câmeras técnicas o comitê sozinho ele não consegue produzir muita coisa ele não é um ente que tem assim um CNPJ ele delibera mas ele não executa quem executa é a agência de bacia hoje nós temos a fabat que é agência de bacia do alto TT ela é gerida por Dois conselhos né o deliberativo e o fiscal e a fabat nos dá todo o suporte
como por exemplo me ajudar na elaboração aqui da apresentação a fabat ela é o ele é o braço técnico é o braço executivo e Administrativo ela implanta as ações que o comitê delibera não são todos os comitês de São Paulo que tem agência de bacia na verdade só três tem somos nós aqui do alto TT o pcj e o Sorocaba médio TT os comitês que não t agência de bacia instalada algum órgão do Estado geralmente ele faz o papel de agência de bacia eh pode ser a um órgão local né ligado a à gestão de
recursos hídricos e meio ambiente mas a ideia é que todos os possam ter acesso a uma agência de bacia Porque é fundamental pra gente conseguir colocar as ações em prática bom a câmera eu vou dar um zoom aqui na câmera técnica de monitoramento hidrológico porque é dentro dela que acontecem as principais ações do comitê relacionadas a a eventos extremos né então a câmara técnica a cmh ela foi criada em 2015 ela busca fomentar ações para modernizar para garantir operação manutenção do sistema de monitoramento ela é uma câmara das quais participam Necessariamente eh CETESB da ee
que fazem os os monitoramentos hidrológico e de qualidade né quantidade de qualidade ela faz uma divulgação de boletins e relatórios do comitê e ela discute E propõe ações emergenciais e aí a cmh ela entendeu que seria necessário criar um grupo de trabalho específico para questão de eventos extremos e esse GT eventos extremos que Felipe e eu tivemos a oportunidade de coordenar e a gente ainda participa desse GT ele busca Elaborar né propor medidas procedimentos de gestão em eventos climáticos extremos isso vem muito de um histórico do comitê de não ter participado tanto lá na gestão
da da crise hídrica de 2013 a 2015 muitas das decisões foram tomadas sem participação e algumas vezes até sem o conhecimento dos comitês de bacia envolvidos né sendo que o comitê é que faz a gestão dos recursos hídricos eh mas ao mesmo tempo se entende que a época eh os comitês estavam ainda Começando a construir né as suas câmeras técnicas seus grupos de trabalho então se entendeu que precisava se fortalecer foi a partir daí veio a criação da cmh e a E então também a criação do GT eventos extremos Então hoje assim eh dificilmente aconteceria
de numa situação Como a crise que aconteceu lá em 2014 não haver a participação do comitê existe uma proximidade muito maior hoje entre o comitê e a e os as instâncias aí que ligadas também à Tomada de decisão e meio ambiente recursos hídricos então o o o GT eventos extremos ele por um lado busca propor medidas né de gestão para eventos climáticos extremos subsidiar né A gestão que o que o comitê faz e por outro lado revisar e propor indicadores porque o comitê Ele trabalha com base em relatórios de situação emitidos anualmente e esses relatórios
Eles seguem procedimentos metodológicos determinados pela CRH e alguns deles por Serem eh por seguir a mesma fórmula para todas todos os comitês do Estado eventualmente eles precisam de algum ajuste local a gente identificou isso na época que a gente estava coordenando o GT eventos extremos vou dar só um exemplo aqui para vocês a gente tem um indicador de inundações esse indicador de inundações ele é baseado no índice de número de residências afetadas por inundações dividido pelo número total de residências esse ind gente ele eu podia Ter trazido aqui acabei esquecendo de pôr na apresentação e
ele pinta a nossa bate de verde como se a gente não tivesse problema de inundação e ele segue a fórmula então isso é uma coisa que o o o GT eventos extremos na nossa gestão identificou propôs um ajuste nesse indicador e agora estamos em Busca aí de de buscar um tomador para fazer esse estudo e rever o indicador Qual que é o grande problema que que a gente Identificou primeiro eh os dados Eles vem do do snis então eles vão se basear em resistências eh regulares e a gente sabe que as residências que estão nos
fundos de vsia que estão sujeitas a riscos hidrológicos muitas vezes são edificações irregulares não entra na conta e outra coisa a gente tem uma uma malha Viária totalmente fundamentada em avenidas de fundo de vale assim pensa uma avenida ela tem um rio no meio ou embaixo com raras Exceções a Paulista tá num Espigão todas as outras eh praticamente todas as outras não só as avenidas ruas né pouco se sabe dos rios enterrados que tão a gente sabe que tem entidades fazendo trabalhos muito aprofundados nessa questão então uma vez que os fundos de v são prioritariamente
na nossa região ocupados por sistema viário faz muito sentido a gente ter um índice que de inundação que relaciona residências E ainda por cima residências regulares as Pessoas são afetadas pelas inundações principalmente no transporte e então a gente identificou Esse é um exemplo tá Tô dando um exemplo mas tem tem outros assim que o GT trabalha para identificar Por que que é importante mexer no indicador porque o indicador demanda ação o indicador é que vai então gerar a demanda do investimento lá do recurso fío que é o que eu quero falar daqui a pouco bom
antes assim falar Além disso também o o GT eventos extremos promoveu Aí ao longo dos anos né alguns eventos trazendo aí eh pessoas né ligadas ao setor e das três áreas é muito importante a gente ouvir estado ouvir municípios que o município é que tá lá na ponta ouvir Defesa Civil e ouvir sociedade civil eh sociedade civil tem muito pouca participação na tomada de decisão o espaço do comitê de bacia ele é um espaço democrático muito embora ele seja tripartite a gente acaba que tem 1/3 contra 2/3 que é governo seja estado Ou município Mas
tem uma presença e a sociedade civil ela é muito participativa dentro do comitê a gente como Universidade eh 1 minutos a gente tá lá de maneira muito presente participando de todas as câmaras técnicas de todos os grupos de trabalho e na vice-presidência do comitê bom então o histórico de eventos extremos eh na bate ele é um histórico bastante relevante a gente tem como eu disse os nossos fundos de vale as nossas Vsas de Rio muito ocupadas seja por edificações que podem estar divididas ali entre irregular ocupação irregular ou regular muitas vezes essa ocupação irregular seja
por Avenidas a gente também tem histórico de crise hídrica a gente sempre falava a chuva que que abastece os Mananciais ela não é o mesmo tipo de chuva que causa enchente no meio de uma crise hídrica a gente pode ter aquela tempestade que vai causar a enchente que aconteceu na noite de antes De ontem né ali na na região central da cidade por exemplo então a gente pode estar no meio de uma de uma escassez hídrica Não tem aquela chuva necessária para encher o Manancial Mas vem a enchente então a gente a gente vive as
duas situações aqui na bate né fizemos um estudo aí uma nota técnica eh a época principalmente Felipe e eu trabalhamos nessa nota técnica sobre os eventos que aconteceram ali na região de Franco da Rocha em janeiro de 2022 né uma análise Tanto do ponto de vista do evento em si quanto da susceptibilidade Ali da região né que tá sujeita também à operação do reservatório que é um reservatório que também não tem muita margem de espera não tem muito volume de de espera porque a não é um reservatório de abastecimento e de todos os riscos que
essa região eh tá submetida alguns exemplos do que o comitê vem fazendo através do seu GT eventos extremos bom como muitos sabem o comitê ele tem por objetivo também gerir Os recursos do Fundo de recursos hídricos existe um fundo de recursos hídricos existe uma cobrança pelo uso da água foi implantada aqui na nossa bacia a partir do ano 2015 eh Então hoje todo usuário eu não tô falando daquela cobrança da conta de água que a gente a gente paga a gente como usuário final mas da conta de água que a companhia de saneamento paga para
o estado para retirar aquela água e comercializar né Fazer o processo de tratamento e Comercializar ou por exemplo uma indústria que tem um poço ou um um hotel qualquer eh entidade que retire a água seja subterrânea seja eh superficial ela paga por metro cbico existe uma cobrança e e esse recurso Ele é recolhido para o fundo de recursos hídricos o fío eu tenho 5 minutos para falar de fío eu vou tentar passar o recado aqui o fío ele acumula aqui na bate em torno de 50 milhões ano 10% disso vai para custeio da agência de
bacia o restante é para Investimento na bacia e precisa ser investido na bacia além do recolhimento do da cobrança da água o feo também eh acumula os os royalties né a os recursos da cur o compensação financeira pelo uso dos recursos hídricos E como que isso é então Eh distribuído na bacia abre-se uma chamada estamos com chamada aberta agora até 10 de Maio faz toda uma capacitação agora a gente tá eh já planejando ontem fizemos a reunião de planejamento para capacitar os Proponentes tomadores a poder buscar esse recurso por exemplo O IPT pode buscar o
recurso eh o DAE uma Prefeitura qualquer entidade sendo que se for entidade pública ela vai buscar o recurso a fundo perdido e se for uma entidade privada é em forma de eh empréstimo né financiamento a Sabesp por exemplo ela pegaria como um financiamento E aí a cada 4 anos é deliberado o nosso plano de ações baseado lá naqueles relatórios de Situação olha como é importante os indicadores estarem bem calibrados porque é ele que vai indicar Quais são as ações prioritárias e a partir dessas ações indicar quais os valores percentuais de investimento emcada ação em saneamento
rural em ações de prevenção controle de inundações etc A partir dessa deliberação então é montada uma chamada a chamada está aberta no momento qualquer entidade que tiver interesse de buscar esse recurso Ah eu Tenho um projeto gostaria de implantar eh é um recurso de mais ou menos 50 milhões anos dividido nas diversas áreas então por exemplo elaborar um plano de redução de riscos né o município pode buscar esse recurso no feiro para elaborar um plano de drenagem Ah mas como é que vai fazer o plano de drenagem se eu não tenho o cadastro da rede
então busca o recurso para fazer faz o cadastro são exemplos de ações financiáveis e algumas dessas ações Estão relacionadas por exemplo ao a adaptação às mudanças climáticas então aqui eu trago exemplos de alguns projetos fe híd muito se fala da burocracia do fío existe um passo a passo existe uma receitinha de bolo para chegar nesse recurso para gerir esse recurso e as a o comitê de bacia a agência de bacia a gente tá lá para ajudar o tomador que eu falo a gente só não escreve o termo de referência porque tem que ser apresentado o
termo de Referência mas a gente ajuda o tomador a escrever cada capítulo desse termo de referência então a gente já tá organizando já vou dar spoiler aqui que vai ser na semana de 27 de Março o próximo capacitação feid vai ser amplamente divulgado no site do comitê eh a gente faz uma busca bater porta em porta mesmo secretaria tá o que que você tem aí para gestão eh ligada a riscos climáticos que que você tem aí de projeto que às vezes a sec as não sabem Que podem buscar esse recurso para fazer esse projeto e
assim a gente tem conseguido principalmente nesses últimos anos usar todo o recurso não deixar sobrar recurso que é também uma má fama que o feid acumulou aí nas últimas nos últimos anos ah sobra recurso Porque é tão burocrático que não consegue usar então a gente conhece esse problema a gente tá atacando esse problema de frente de capacitar os potenciais tomadores para chegar a esse recurso Ah Então sobrou muito pouco tempo para eu falar desse curso de capacitação né de adaptação às mudanças climáticas que tá sendo elaborado aí pela CETESB eh a palestra do Paulo Artacho
né que deu início aí ao curso a capacitação por subba foi produzido um material de eu pus alarme gente foi produzido um material didático de excelente qualidade para esse curso de capacitação e tá se buscando chegar a todos os atores ramificar o máximo possível chegar nos Subcomitês chegar nas prefeituras eh com o material robusto elaborado aí pela cesb a previsão de conclusão do curso deve acontecer agora em junho ele então ele começou lá em setembro de 2023 e vai até Junho de 2024 é um exemplo de uma das ações aí que são potencialmente financiáveis então
participa de uma instituição tem uma ideia de um projeto relacionado à temática dos recursos hídricos da da adaptação às mudanças climáticas o feo é um um potencial uma Potencial fonte de financiamento para esse projeto procuro Felipe me procura a gente tá no comitê a gente consegue fazer essa interligação do proponente tomador com com a equipe que que vai poder dar o auxílio naquela temática específica se for drenagem eu tô super dentro ali faço parte do dos programas lá de capacitação para tomadores e a gente tá totalmente à disposição A ideia é usar o recurso usar
da melhor forma em prol da sociedade obrigada gente pelo Espaço muito obrigada Felipe pelo convite [Risadas] [Música] Alô Obrigada Melissa pela fala eu acho que dois recados bastante legais foram trazidos na apresentação e a noção né de que eventos extremos não necessariamente passam por inundações enchentes né catástrofes ligadas ao excesso do recurso da água né mas também a gente tem escassez de água né então a Gente vai ter a oportunidade de ouvir um pouco mais no próximo painel a respeito desse assunto mas o spoiler foi bom Melissa de trazer que a gente tem essa realidade
aqui né na nosso na nossa casa São Paulo é é uma questão bastante frequente Dios gostei até da da sua exposição dizendo que é uma constante né a escassez hídrica numa situação eh de muita demanda e uma oferta que tá Talvez seja boa mas não para tanta gente nós estamos 10% do país vivendo num pedaço Muito pequeno de território numa cabeceira de drenagem né então acho que é super desafiadora a questão e não deve ficar melhor nos próximos anos esse é outro spoiler também que a gente pode trazer que a tendência é que a gente
tenha cada vez mais problemas relacionados a isso tanto aí aos inundações como também a seca né então tip papel aí da sociedade civil das instituições pesquisa Defesa Civil eh só vai a aumentar e acho que isso tem até a Gente ganha maturidade a cada perrengue que a gente passa mas o ideal é que a gente não precise passar nos perrengues né então esses trabalhos tão importantes e a propaganda do feid é super importante Trazer isso um fundo super importante para fomentar essas ações que às vezes as ideias existem mas não sabe da onde vem o
dinheiro para poder financiá-la o feid é um caminho bastante interessante para isso obrigado bom agora a gente vai passar lembrando aí Das mais uma vez o e-mail né e responde @ usp.br para as perguntas e vou passar para a última palestra do painel um que será proferida pelo professor mendiondo Muito provavelmente aí a gente vai colocar o áudio dele colocar os slides porque ele tá realmente em conexão ele tá a caminho aí da Índia e com problemas de wi-fi no aeroporto ele pediu para que a gente transmitisse o áudio dele e transmitisse os slides Com
certeza será muito proveitoso a gente vê a palestra Dele quem sabe aí numa próxima oportunidade ele também tá aqui nessa bancada entre a gente aqui pra gente conversar um pouco mais sobre esse assunto E o Eduardo Mondo Ele é engenheiro civil Doutor em recursos hídricos saneamento ambiental pela Universidade Federal do R Grande do Sul é coordenador con científico do Centro de Educação e pesquisas em desastres do Estado de São Paulo cped na USP de São Carlos e ele é professor lá na escola de Engenharia do São Carlos é isso mas ele é legal isso Bom
dia eh queria agradecer o convite eh para participar desse evento adaptar cidades gestão e enfrentamento de riscos ambientais hoje 7 de março de 2024 eh Envia um abraço e professora Vanda Maria Risso grunta de cidades globais do Instituto de estudos avançados da USP também a quem me acompanha na mesa Melissa n e a moderação de Felipe Antônio n e os as relatoras Rosana e Márcia também esperando que no segundo painel enfrentamento de riscos ambientais Continue com sucesso esse evento e próximo slide o a minha apresentação está Dirigida para construir cidades e comunidades resilientes em um
cenário de extremos climáticos eu queria falar um pouquinho de lições legados e algumas questões de mãos à obra né representando aqui o centro de estudos e pesquisas em Desastres da Universidade de São Paulo e eh também pela Escola de Engenharia de São Carlos onde sou docente próxima no terceiro SL eu queria agradecer já os parceiros que são vários né e queria destacar que atualmente temos eh três institutos nacionais de ciência e tecnologia e trabalhando em mudanças climáticas combate à fome segurança hídrica e gestão adaptativa e vários parceiros iniciativas que nos acompanham o que eu vou
mostrar é um Produto são produtos de parcerias né próxima próximo slide quarto slide queria trazer um pouquinho a motivação né Essa motivação eh que nos movimenta e está fundamentalmente eh depositada no que seria uma visão circular eh tanto ancestral como vemos na esquerda superior como também de reusar uma uma economia né tenho aí a carpete feito de meias das filhas de minha avô feito feita pela minha avô esse carpete existe né Tem mais de meio Século né E isso mostra também essa visão né dessa circularidade da panaria que hoje estão sendo revisitados né nesses sistemas
complexos como vemos à direita em baixo eh quando nós temos crescimento conservação n temos a liberação né de novas transformações e reorganização do sistema né que também digamos a esquerda vai muito ao encontro desse pensamento circular eh indígena Ancestral que temos né superior esquerdo é e essa cosmogonia Andina né da América Latina né esse é outro tapete circular é o pensamento respiral dos povos indígenas né próximo slide muito bem o contexto que movimenta também essa essa reunião e a minha apresentação é esse dentre tantos trabalhos atuais eu escolhi um que foi lançado o ano passado
Inclusive eu estive quando Johan rockstrom que é o último autor eh estava mostrando fazendo um spoiler Desse trabalho é que nós estamos atravessando vários vte lares de resiliência e de sustentabilidade com uma velocidade nunca antes alcanado próximo slide se SL bem então eu trago uma pergunta por exemplo se nós Peg cidades como Montreal no Canadá sasco são Pauloas var na Índia onde eu estou voltando agora dessa viagem quia trazer Pergunta assim o que traz traz de semelhar né O que que tem de semelhar essas cidades que são desiguais n e uma resposta poderia ser que
elas necessitam começar a eh eh tendo comunidades resilientes né almejarem ser resilientes só cenário de mudança e esses cenários de mudanças eles trazem extremos sem precedentes então coisas assim tão diferentes ao mesmo tempo tão Próximas né Isso é um pensamento que permia na próxima próximo slide o sé e eu vejo aqui essa essa foto também eu tirei todas as fotos falar não são minhas Mas todas são minhas agora no batua janeir desse ano néha D uma uma pancada de chuva aí o o técnico estava arrumando aí tinha caído a energia as ruas alargadas né ele
estava fazendo o que podia né chegando carros e essa questão de Essa visão de Multirisco multi ameaças olha quanto quanta ameaça que está pairando esse esse sen aí né e que tem relação com a pergunta anterior e à direita eu trago um pouco uma reflexão José luí Romeiro ele é um um muito estudado pelos arquitetos urbanistas quando trabalha a história das cidades eh latino-americanas sulamericanas n latinoamérica cidades e las ideias com ciclo de Fundações né ou seja temos em diferentes estágios aquela chamada Cidade hidalga né das Índias a cidade criola mas criola no sentido da
miena né e a cidade Patrícia a cidade burguesa e a cidade das massas diferentes estágios de Visões perme também a forma como nós nos relacionamos com as cidades próximo oitavo slide por isso temos ameaças aprendizados mudanças mais ameaças e novos aprendizados aqui a situação a tragédia n na vpa carnaval de 2023 com essa pancadona de água on nós tivemos as fatalidades em bairos P né e do lado condomínios de al padrão não houve vítimas então isso também nos mostra que da desigualdade né é a que trazos elementos tanto os desafios como de soluções próximo slide
o nono slide como é que podemos aprender né desses mecanismos aí de de das Comunidades né como elas se arranjam né proteção das enchentes né proteção e Recuperação das enchentes né mape ento de risco Seguros sistemas de Alert né trabalhos comunitários tudo isso faz parte sobretudo num país onde temos mais de 40.000 áreas de risco né Eh temos eh mais de 90% das bacias né que estão afetadas por esses riscos e de enxurradas né e inundações rápidas né Tem um tempo de concentração né de de reação né na bacia tem menos de dois de 2
horas então nós estamos com país Continental mais de 70 Milhões de pessoas eh vivendo situações eh eh catastróficas né com serviços palmos ainda e onde nós temos que reagir muito rápido né porque dado o alerta né A situação se transforma rapidamente próximo 10º slide E aí voltamos a um um lembrete né e eh quando nós pegamos agora do lado da provisão de água né das águas ocupadas né e água de abastecimento nós vemos países como México Guatemala Salvador Honduras Nicarágua Costa Rica Né até o Brasil n Chile Uruguai Argentina né n 24 horas né Qual
é a densidade né de horas né no qual você você recebe água digamos num formato pegando uma amostra grande e e se recebe água com uma pressão boa né então são trabalhos assim iniciais obviamente tem incertezas mas já começa a mostrar como temos que nos adaptar inclusive com aquilo que achamos que deveria ser seguro né e com aquilo que nós estamos pagando ou deveríamos pagar próximo Slide 11º slide muito bem e aí vem essa questão global de novo né O ipcc essa essa figura onde destacado em verde Central água que é o monte da minha
apresentação né onde relacionamos esses vetores e climáticos que trazem impactos com riscos chamados básicos né mas ao mesmo tempo as dimensões humanas não e consist E essas visões circulares né Então tudo isso pode ser abaixado na internet né E eh Gratuitamente então isso nos mostra que a composição de risco ele precisa ser tomado como elemento fundamental é para a resiliência próximo slide o 12º slide Aí vemos dois CDs né Essas duas sínteses tambéms do ipcc 5 né perdão na R do penúltimo penúltima avaliação e a última avaliação são os dois CDs né Nós vemos que
praticamente as canções são iguais são parecidas o que muda são os arranjos né ou seja o destaque que se dá no Último e mais adaptação para mitigação né Com base no trabalho com n não simplesmente o o analisar o calcular avaliar o risco e sim a resposta ao risco próximo slide o 13 então algum umas leões aí que a gente pode ir trazendo né Por exemplo o que que nós podemos aprender das ameaças olha secas enchentes aqui um trabalho que foi publicado recentemente amos e 45 casos no mundo n de secas ingentes é recorrentes e
e o Grau de como podemos aparentemente aprender a partir desses eventos Então o que é interessante que aprender das ameaças como gente secas promove resiliência sim mas desde que existem estudos que comparem diferentes cas isso também um trabalho que a gente às vezes não tem como criar um um padrão um benchmark né uma relação n quanto aprendemos em um caso em relação ao outro como é que nós podemos Dizer que avançamos iso é um tema interessante que precisa ser mais explorado né por isso que a abertura de dados é fundamental para isso próximo slide o
14º slide a outra lição que a gente precisa incorporar que todos os exemplos começam em casa né isso aqui por exemplo eu uso esse slide com frequência isso são louças é uma lça inteira cortei porque não entrava no slide de uma aula de hidrologia para eh graduação para engenheiros são algum dos Das turmas de alunos da Escola de Engenharia de São Carlos e e com o foco de como podemos usar os conceitos básicos visando resiliência né que isso a gente pode dar Eh 100 tipos de aulas de hidrologia né mas também tem que focar se
simplesmente chegamos até o risco nós vamos além do risco né por isso que é fundamental essa capacitação se ajuda a esses novos jovens os futuros tomadores de decisão para digamos o que Chamamos de de projetos e inovação estos para recursos ir né são mudanças né inclusive isso acarreta a mudança nos custos né na infraestrutura é projetada ou até a a a infraestrutura que é existente mas que apresenta fortes traços de envelhecimento né e e e falta de eficiência próximo slide 15º slide a terceira lição que queria trazer é que a comunicação é essencial para uma
melhor adaptação e resiliência né de rebote à Esquerda nós vemos ess eu tirei em Montreal 2018 uma conferência e uma manhã saí a caminhar cont os jovens protestando protestando com essa injustiça climática né e Inclusive eu eu fiz um uma matéria na climacom e eh justamente e com destaque para 2019 ano seguinte né E e esse ano que líquido né que que que não acabou né inclusive 2020 nov Marco de saneamento né E logo depois a lei de pagamento por serviços ambientais e a Direita tudo que digamos assim nos obriga do lado da ciência a
trabalhar de forma participativa e cooperativa então aí nós temos três elipses representa noos três inct que eu mencionava de combate à fome Observatório Nacional de segurança hídrica e de mudança climática e as as digamos adaptações de diferentes grupos inclusive existentes né o núcleo de apoio a pesquisas do centro interdisciplinar de pesquisa sobre o clima o incline é está no IAG o próprio cped né que eu tô representando um grupo interdisciplinar a cátedra UNESCO de águas urbanas né e gestão qualidade recuperação e reuso né também grupos como saúde planetária né porque é pujante é bem participativo
e m um abraço como centro também de Inteligência Artificial centro de matemática aplicada à indústria e outros que estão aparecendo também fundamentalmente com apoio de fapes né e CNPQ e e e Capes na formação por isso que essa essas elipses nos trazem de novo essa reflexão né para esse tema de hoje ver se a resiliência É mais do tipo de absorção dos impactos se é uma resiliência mais de adaptação a eles Ou uma ou também e ou também uma resiliência de transformação né Eh próximo slide eh 16º slide Aqui nós temos uma lição que eu
eu trago assim uma reflexão de que sistemas compostos os sistemas complexos elas são Importantes as pessoas às vezes queremos simplificar e sintetizar demais e acabamos tirando elementos que formam parte dessa composição dessa resiliência multidimensional isso é um trabalho é preliminar né onde nós analisamos A análise de resiliência múltiplas etapas para avaliar o nexo de e por exemplo as enchentes com o saneamento com as com a a saúde pública em em ambientes urbanos né justamente nesse momento que estamos aqui enfrentando eh recordes eh de Problemas ligados à dengue e de vetores né que trazem outras doenças
e zica Chun né temos F amarel temos Outros tantos Malá Então tudo isso se nós projetamos e eh cenários de mudanças nós começamos a ver que nossos mapas começam a ficar mais vermelhos né E isso também é um produto de várias casas que se interconectam com diferentes estágios próximo o 17º slide é uma lição que aqui fala de que as escalas locais provêm informação né que vão que vão encontro Dos riscos na escala humana aqui alguns exemplos de uma modelagem numa bacia Urbana em São cavos uma bacia emblemática de juo preto onde você pode trabalhar
com modelos como esse como hidrop que é de uma arquitetura aberta né ele está disponível para outros eh usuários que podem refinar melhorá-lo adaptá-lo né onde você pode encontrar eh estimativa não somente da quantidade de água gerada por uma encente e sim também dos poluentes contaminantes que são Transportados em diferentes momentos né da ocorrência dessa chuva intensa né isso é importante para qualquer programa de contingência né e sistema de alerta né tanto para as pessoas terem uma proteção para força da água como também para evitar o contato em momentos estratégicos característicos e água poluída contaminada
né próximo slide seguindo essa sequência 188 slide é sobre eh seguindo essa de modelos Aqui nós temos a caso de aplicamos esses Modelos em forma distribuída uma baia em São Paulo onde nós vemos as cores que representam né e o grau de risco da enchurrada né doto vista da quantidade é na pessoa é com o potencial de poder ser arrastada ou Tombada né cair pela cair ser arrastada pela força da água então cores mais vivos representam eh e riscos maiores penso que isso pode ser eh trabalhado com cenários atuais pode ser para cenários instantâneos da
corrência da chuva como também para cenários de Mudanças climáticas então eu falo assim ou a mudança climática po ser mapeada na esquina da nossa casa né então é claro que de uma forma potencial mas isso se pode avaliar quantas áreas de um município é mais urbanizado ou não está afetado por riscos diferentes e saber aonde está esse risco e utilizar isso na informação pública né os sinais públicos próximo slide O 19º slide outra situação é sobre a percepção do os cidadãos né Eh a boa percepção dos cidadãos necessita Tempo de aprender sobre a própria adaptação
Como assim e por exemplo esse gráfico mostra eh Quanto seria a poluição da da ligada a digamos a chorum de eh lixões né Eh digamos uma cidade como do porto de menjo São Carlos interior paulista né Eh histórico e como mudanças climáticas e E qual é o valor que os modelos estimam n a partir de um balanço hídrico e qual de qualidade e acoplado mudança climática e quanto as pessoas percebem a partir da resposta Das pessoas os modelo não vemos essa diferença vermelha aí n que é uma digamos é muito diferente o que as pessoas
estão percebendo da real poluição é muito inferior ao que aconteceria o que já está acontecendo Então isso significa que precisamos investir em educação né e inclusive uma educação que seja viável e uma educação que seja de vários níveis né muitas vezes não não somente chegando na universidade né próximo slide o o 20º Slide seguindo com essa percepção eh eh aqui vemos as percepções das pessoas em relação à prática de gestão eh e de recursos hídricos ou de sistemas azuis e verdes né de diferentes tecnologias possíveis e qual é o grau de adição de percepção Então
veja só o quer seja o grau de percepção é importante é independente qual o resultado dessa dessa percepção ela é importante ainda que seam paradoxo o próximo no caso já já mostrei esse Gráfico várias vezes em outros artigos das secas em S Paulo pegando um histórico entre 1980 e 2020 e se nós analisarmos a demanda histórica observada né e a quantidade de água disponível nos sistemas de abastecimento centralizados né E nós conseguimos simular alguns cenários de 10% 20% 25% 30% de potencial reuso que nós já temos essa tecnologia há muito tempo mas nós nó não
usamos de reuso dessa Água de drenagem né a tecnologia já existente né com todas as instituições que temos é dentro do eh sistema nacional é de saneamento nós podemos chegar às vezes a trabalhar de forma descentralizada eh e suprir eh demandas parciais ou até totais dessa demanda de água né Aqui nós estamos colocando a economia né n custo disso o que nós queremos dizer que muitas vezes nós colocamos isso mas também precisamos destacar de que não precisamos eh Digamos e confrontar E essas sistemas descentralizados né de reuso E como que se fosse uma alternativa contra
os sistemas centralizados tradicionais não eles podem trabalhar de forma alternada né inclusive integrada né mas pelo menos dar essa possibilidade de existir eu acho que estamos já passou da hora né Nós temos toda a tecnologia o conhecimento a capacidade inclusível eh como trazer dentro de alguns Marcos e a iniciativa privada para isso acontecer Em cidades de diferentes tamanhos né então isso mostra eh um um otimismo diria eu né mais do que um confronto né para para para fazer umas leituras corretas outra lição já indo para o final é que digamos assim uma cidade mais igualitária
né ela promoveria de alguma maneira uma retroalimentação né O que chamamos de ciência 3D né né Eh eh o 3D de D de digitalizar né nossa ciência cada vez está mais digitalizada temos aí o caso dos gêmeos digitais os digital Twins né decarbonize nós precisamos confiar também na capacidade de pensamento de experiências de estímulo e de inovação que tem no seus quadros de técnicos né e pesquisadores né inclusive às vezes tomadores de decisão e pessoas práticas né então isso mostra que precisamos investir no Tero dessa dessa digitalização e inclusive que pode trazer como no próximo
no 23º slide e digital para sistemas de Alerta Esse sistema de Alerta aí tá sendo eh eh trabalhado para toda toda Honduras por exemplo em tempo real e com um um modelo de estrutura aberta ou seja você pessoa que está vamos supor e sendo usuário ou você seja um experto ele pode entrar num modelo Não é esse que tá rodando mas abaixado e adaptá-lo paraa sua situação paraa sua realidade Então já temos essa capacidade né é no mundo o que precisamos de compartilhá-la é para que Qualquer que seja estrutura seja de Real Time ou de
previsão dos alertas e e seja trabalhada para as comunidades e se tornarem recientes e vou chegando no final voltamos a questão de governança eu trago eh dois exemplos no caso eh da das do programa intergovernamental de hidrologia estamos aí na na na nona fase 2022 2029 tem cinco áreas prioritárias e ciência para a resiliência inovação está no topo Né desde que nós tenhamos também os elementos de Justiça Equidade diversidade impulsão né Voltando com estão dos jovens né esse apelo paraa Justiça outro o elemento de governas é a a o ciclo recente n das três décadas
que estamos vivenciando em hidrologia uma década que sai mais de previsões em bacias sem dados a maioria das bacias nossas não tem dados no mundo passando por uma década de mudança incorporamos a sidr olia e agora estamos numa nova desafiante eh década científica que e a hidrologia engajando as pessoas locais no mundo global agora Vamos paraas soluções eh inclusive e eh e d disso nesse aspecto no próximo slide o número 26 eh nós vemos a lição 14 né E toda essa resiliência né Eh aponta né para chamamos anarquia esse ciclo novamente aí em várias dimensões
né e falamos sempre a questão bom aquela piadinha né Eh alguns apontam alguns tem e eh relógios né como horário que já tá estourando mas outros também tem tempo então tem que um equilíbrio entre medir monitorar e também transformar e se Inspirar aí inclusive com essa visão tridimensional onde você pode colocar comunicação e educação e aspecto científico no outro lado é como se fosse um cubo mágico ou ações e eh eh políticas públicas com inovação inclusive aí uma tela do meu filho teu que eu falou assim pá eu se você quiser eu já começo a
a a montar isso aqui no no me eh eh pro Bloc ou e eh qualquer joguinho que você tenha assim então há um elemento né que volta aquele carete Da minha avó né Isso vai na na última na outra transparência e dees temas chamad assim verdes azuis né e a história né e conta né de como vamos transformar nosso futuro aevolução a qual estamos eh digamos propondo trabalhar as ações no caso de água digitais conta e aí tem um convite e falando nisso tem uma à esquerda o próximo slide 28 tem os sistemas eh eh
verdes azuis e temos uma jamada que são oportunidades e desafios sociais para eh Projetos né que vão ao encontro das transições né as transformações para um futuro eh com mais azul mais verde né n nossas cidades E aí outros dois eh nós estamos com um grupo de história de hidrologia criado recentemente e agora entramos com tudo com um globo um um globo e eh de recursos hídricos O Globo da água digital tá bom bom eu queria finalizar última 29ª mesmo no slide um agradecimento são slides que fotos que mostram o nosso Grupo e e grupos
também Associados e fico eh aguardando aí as perguntas muito obrigado bom dia bom eh Essa foi a apresentação do professor mendiondo agradeço a gente tá bem avançado no horário aqui previsto chegou mas ele tirou a nota mais baixa de todo mundo aqui tá nota vermelha praticamente mas não tem problema acho que vale a gente trazer aí essa esse conceito de lições aprendidas acho que esse é a mensagem mais importante da Apresentação dele eh a gente não vai ter muito tempo para debate a gente recebeu uma pergunta online que o André Moreira da Silva ele pergunta
sobre a capacitação que a Defesa Civil vem fazendo para pros desastres acho que peço para que a pessoa fique gentilmente a aqui no painel dois em que a gente vai discutir um pouco mais desse assunto com o pessoal da Defesa Civil da Prefeitura de São Paulo vai trazer um pouco desse Panorama Então essa resposta será respondida eu vou passar rapidamente aí pros nossos panelistas que esse do primeiro painel para um minuto para cada um para fazer suas considerações finais aí para que a gente tá com tempo contadinho aqui senão vou levar pro chão de orelha
daqui a pouco bom eu acho que eh apenas agradecer né novamente aí a oportunidade e ficar à disposição também para eh responder e discutir né e enfim eh Para quem eh tiver interesse né de nos contactar deixamos aí o o contato para conversar e para trocar ideias né Eu acho que foi bem interessante né as apresentações aí da Melissa e do Mário eh a gente vai aprendendo né sempre um pouco mais nessas esses encontros né E então foi muito bom né Obrigado aí pela oportunidade ficamos aí à disposição bom bom quero novamente então também Agradecer
o convite né do Felipe né em nome de quem eu agradeço a toda a equipe Aqui de organização do evento agradecer a companhia aqui do Omar e a companha virtual do professor Mondo né Sempre aprendendo muito eh esse tipo de evento traz insights muito importantes claro que a gente não consegue aqui nesse tempo esgotar o tema né mas a gente consegue trazer sites e e foram trazidos pontos muito relevantes e muito importantes aqui para pra gestão de de eventos climáticos extremos e espero que isso Se fortaleça né Eventos como esse e as ações que foram
aqui eh faladas né que elas se fortaleçam e sejam divulgadas e reforçar o convite aí paraas entidades que tenham projetos ligados a essa temática esses projetos podem ser potencialmente financiados pelo feid nos procura e a gente faz os encaminhamentos aí para ver viabilidade e auxiliar aí na elaboração de material para chegar até esse recurso obrigada gente bom painel um foi encerrado Eh peço agora a presença da Maria Cecília Lu que vai conduzir a moderação vai se apresentar tem intervalo o intervalo é tá liberado pela tá bom café obrigado [Aplausos] gente bom gente Eh vamos começar
o segundo painel nesse evento a gente começou um primeiro painel né Trabalhando um pouco a questão de como se dá a gestão dos Riscos né quais são os instrumentos que a gente tem e agora a gente vai est trazendo pessoas para nos contarem um pouco das ações que estão sendo feitas para enfrentamento dos riscos né e eu tinha uma série de perguntas para fazer pros primeiros pros primeiros palestrantes eu infelizmente não deu se a gente conseguir manter o ritmo por isso que eu tô chamando todo mundo talvez a gente consiga abr as questões que foram
feit por Sinal vocêa com umas questões I mear FIP não a agora OK depois eu peço Então eu queria chamar para compor essa mesa aqui com a gente a fanda car fos da Restauração ambiental pós desastre quero chamar Natália leite de mora prazer a Natália vai falar da atuação da Defesa Civil no município de São Paulo os avanços que tem sido feitos né E nós temos também um palestrante que tá na Paraíba e que vai participar com a gente Online que é o José Dias Campos eu não sei se ele já está online se você
poderia colocá-lo na tela Sérgio pelo menos para para um alô dele eu acho que ele não tá ainda então ele tá mas não tá com o vídeo ligado ah tá sim olá José Dias é um prazer tê-lo aqui conosco também Olá José Dias vai falar sobre estratégias para Convivência da seca no [Aplausos] Semiárido bom então vamos começar eu vou passar paraa Fernanda Fernanda é advogada ela é pós-graduada na universidade de Miami e ela é fundadora e atual diretora do Instituto conservação cost Fernanda por favor palavra é sua bem-vinda Olá pronto perfeito Bom dia a todos
eu queria muito Agradecer o convite na pessoa da Márcia e de toda a equipe parabenizar vocês por essa eu Acho que a gente só constrói eh soluções para esses eventos climáticos extremos dialogando então sem muita pretensão vou pedir desculpas a vocês se de repente a gente se emocionar mas nós estivemos ali na Linha de Frente eh nessa terrível tragédia o ICC é uma UnG pequena mas que atua 10 anos no território nós fomos os primeiros que levamos para Vila saí e os mapas de área de risco aqui tão citados as cartas de suscetibilidade com um
papo reto com Essa comunidade então quando eu digo que foi uma tragédia anunciada eu incansavelmente Visitei governadores prefeitos e enfim todos os órgãos aí da administração pública judiciária o Ministério Público infelizmente nós não conseguimos aí evitar as 64 mortes que ocorreram ali na Vila saí então eu sempre em homenagem a essas essas pessoas que se foram e 21 crianças que tiveram suas vidas ceifadas toda vez que eu Eh sou convidada para uma palestra como essa eu peço aí que essas que essas vidas sejam homenageadas com essa temática bom eh que é o ICC né Nós
somos uma entidade ambientalista eh fomos criados há 10 anos atrás mas antes disso a gente foi um movimento social reunimos aí a sociedade civil cerca de 6.000 assinaturas paraa criação de uma apa de uma área de preservação ambiental entre as praias da Baleia e Barrado saí justamente porque Ali há 10 anos atrás Vimos que se a gente não tivesse a proteção e a prevenção de determina passos que tem um grande grau de suscetibilidade de escorregamentos e de alagamentos eh e esse crescimento desordenado acabaria tomando a frente cada vez mais sei se é uma ONG começamos
muito pequenos eu tenho muito orgulho de dizer que eu sou cofundadora dessa ONG acho que posso dizer que os últimos TRS anos da minha vida foram Eh dedicados com muito sangue e suor a essa causa ã com algumas intercorrências ameaças processos criminais de empreendedores ali que iam construir na apa mas eu acho que chegar aqui Depois desses 10 anos de desafio a gente criou um modelo de cogestão que não existia a época não existia concessões não existia modelo firmado e o ICC saiu na frente criando um modelo de cogestão e gerindo essa unidade de Conservação
pois bem aqui é um pouquinho das nossas frentes das nossas atividades a gente se foca muito na questão social né levando o lado socioambiental sem eh paraas nossas frentes reuniões com as comunidades locais atividades de educação ambiental a gente transformou a apa num laboratório a céu aberto a gente recebe ali visitas de escolas públicas privadas e de pesquisadores as organizações de mutirão De limpeza e as nossas articulações de rede o ICC faz parte aí dos principais conselhos estaduais regionais e municipais fazendo aí uma capilarização na discussão de todo o litoral norte Então não dá pra
gente cuidar de uma apaa se a gente não tiver no Conselho Municipal onde tá se discutindo o plano diretor onde tá se discutindo a lei de zoneamento então o ICC tem uma grande abrangência e acabou se tornando aí uma entidade ambientalista ontem tomamos aí Posse do gerco para mais um biênio E fortalecendo aí esse trabalho de articulação em rede vou passar um vídeo Nós somos o ICC Instituto conservação Costeira começamos pequenos mas sonhando grande proteger a Mata Atlântica no litoral norte de São Paulo e há mais de 10 anos com a ajuda de vários parceiros
fazemos isso sem parar trabalhando todos os dias para preservar uma das mais ricas biodiversidades do Brasil hoje precisamos mais do que nunca do seu Apoio São Sebastião foi atingida por uma tragédia a maior chuva já ocorrida no país deixou mais de 693 cicatrizes na Serra do Mar Mas vamos curar cada uma delas como usando drones para lançar milhares de cápsulas de sementes sobre todas as áreas afetadas e assim recriar a vegetação perdida sim o desafio é enorme mas sempre sonhamos grande e tivemos o apoio gigante de vários Parceiros por isso temos a certeza de que
juntos podemos reflorestar a Serra do Mar que juntos podemos fazer Renascer a beleza de um dos lugares mais lindos do [Música] mundo um perdão aqui é um breve histórico então em fevereiro de 2023 enquanto a gente estava ali na na na linha de frente das questões sociais eh nós chamamos os nossos técnicos geólogos engenheiro agrônomos que Atuavam na área há muito tempo que conheciam a ali com a palma da mão para ajudar o Ipa e também O IPT que estavam ali eh na ajuda da localização das vítimas ã dentro desse contexto a gente fez toda
a mobilização da sociedade aí entre ONGs entre os setores da sociedade civil eu digo que o Brasil é um país extremamente solidário foi uma mobilização jamais vista eh e nesse contexto a a Fundação Florestal tal abriu um chamamento público para que entidades pudessem participar de um chamamento público para doar um projeto de restauração ambiental pro Parque Estadual da Serra do Mar que além da tragédia humana nós tivemos aí uma tragédia ambiental e então ficamos aí cerca de 8 meses mapeando esse território o Ipa inicialmente deu um número aí de 693 cicatrizes e dentro do desenvolver
do nosso do nosso diagnóstico a gente Percebeu que a as cicatrizes eram ainda maior resultando aí em 851 cicatrizes a o projeto foi baseado no exemplo de Cubatão na década de 80 óbvio que seguindo aí uma nova metodologia nós temos uma grande dificuldade no Estado de São Paulo porque a gente tem uma resolução a SMA 32 que dá aí as diretrizes para restauração ambiental e essa resolução não cabia dentro do nosso projeto então Então além de tudo nós tivemos aí que Inovar na questão de construção de leis metodologias e métricas pro projeto e o que
a gente quis fazer de diferente e de inovador é trazer o componente essencial para isso que são as pessoas então o nosso projeto inova no sentido de trazer a comunidade para essa restauração ambiental então nós baseamos o nosso projeto em três pilares o ambiental social e a Inovação no ambiental é o restauro da Mata Atlântica com a Semeadura de mais de 30 milhões aí de sementes de espécies nativas o reflorestamento das 8 851 cicatrizes e o plantio aí em mais de 213 hectares dentro da unidade de conservação do Parque Estadual da Serra do Mar e
também em zonas de amortecimento o Pilar social que o objetivo é proteger a nossa comunidade Eu acho que o professor aqui Eduardo falou bastante desse componente pessoas nessa nessa nossa mobilização aí de prevenção a a a desastres Ah a gente tá implantando um um processo de participativo de mobilização social que é levar o projeto para dentro das Comunidades para que eles atuem então assim é fantástico ver a comunidade da Vila saí por exemplo tirando foto das mudinhas Olha isso renasce a esperança renasce essa eu falo que a reconstrução da vegetação não é só a reconstrução
da vegetação em si é reconstrução de uma esperança de que aquele território pode se voltar a ser ocupado de uma maneira Mais equilibrada a gente também desenvolveu o projeto de escolas seguras que é levar para dentro da comunidade escolar uma parceria aí com semadem utilizando a metodologia deles que eles já têm muito sedimentado aliás um orgulho para nós né o semadem no nosso Brasil eh e o A ideia é trazer os jovens eh como monitores ambientais do monitoramento desse processo de restauração dessas cicatrizes e também capacitar os professores da rede pública Municipal e estadual para
mudanças climáticas a gente vive num território vulnerável tivemos aí uma triste experiência e precisamos fazer alguma coisa para mudar esse cenário a inovação tecnológica nós tivemos um exaustivo processo de eh processo seletivo para contratação aí de empresas que tivessem novas tecnologias porque o par Estadual da Serra do Mar como vocês vão ver eh 100% da área são inacessíveis com grande grau de declividade eu falo que a gente Tá plantando em varaus eu tenho aí áreas com uma declividade de 45º eh e aí como seguir toda uma normativa com todos esses componentes salinidade vento solo exposto
né Sem nutrientes E aí aqui é um pouquinho dos dados gerais então aí 851 atrizes 30 milhões de sementes 203 haar 20 espécies da Mata Atlântica 120 haes de áreas degradadas dentro da unidade de conservação 6 kg de semente por hectares e 20.000 biocárdios Infartei nesse processo de aprovação desse projeto porque além de aprovar na Fundação Florestal nós tivemos que submeter o projeto também a CETESB E aí as exigências não são fáceis de serem cumpridas então nós dividimos o projeto em duas áreas as áreas prioritárias são áreas eu falo bem pro poder público né então
vocês vocês como órgãos aí sabem a dificuldade que é as áreas prioritárias elas foram consideradas que são áreas que eh sofreriam uma uma maior Instabilidade geológica e por isso antes das chuvas a gente realizou o plantil dessas áreas já foram aí dispersados quase 60 kg de semente para essas áreas na área geral a gente tá esperou aí uma janela de chuva porque eu falo que é um uso do da máquina do homem e da natureza Então esse tripé a gente sempre conversa com São Pedro para que as janelas aí de agenda da SEME dura estejam
sempre compatíveis com a a a nossa meteorologia o projeto inicialmente ele tem uma Duração de 3 anos de monitoramento disso nós dividimos para quem não conhece o município de São Sebastião tem 136 km de costa é um município que é espremido entre o Parque Estadual da Serra do Mar e a faixa Costeira com a Rodovia Rio Santos que acaba sendo que eu falo um impedimento natural dessas comunidades que vivem no seu Sertão com o acesso ali a a à Zona Costeira então nós dividimos o projeto em sete setores cada setor e cada bairro foi mapeado
cada cicatriz Cada pontinho deste é uma cicatriz essas cicatrizes foram mapeadas e dentro dessas cicatrizes eu tenho graus de declividade então às vezes numa própria cicatriz eu tenho três eh momentos que eu vou fazer essa dispersão conforme a gente vai mostrar aqui adiante aqui é um pouquinho dos nossos setores então do setor Jureia quantos deslizamentos e Quantos hectares o Setor J Uki que foi um dos mais afetados vocês podem ver aí na imagem Que apesar da gente ter uma noção na parte da frente a parte de trás do Parque foi muito afetada eh esse é
o setor da Barra do Saí onde a gente onde foi o epicentro dessa tragédia com 160 177 de deslizamentos e mais quase 43 haar o setor balei e cambor que também foi bem afetado o setor Boissucanga com 271 deslizamentos e o setor Toque Toque não sei se vocês se lembram mas rompeu a estrada bem ali em toque-toque E então também tivemos ali uma área ã bem afetada o setor as Ilhas que é o cartão postal município de São Sebastião também Eh gerido aí pela apa Marinha do litoral norte e um pouquinho da nossa tecnologia eu
trouxe para vocês mas acabei deixando no carro uma mala que mostra tudo eh a gente foi atrás de fechar esse ciclo da economia criativa as empresas Bayer e Aché tinham um grande problema porque cápsulas de medicação que não passavam No controle de qualidade eram dispersadas em Atos sanitário e essa e essas empresas contrataram aí ambipar para dar uma solução na questão da logística reversa a ambipar de forma brilhante com uma tecnologia 100% brasileira eh pegou essa Eco essa essa cápsula desenvolveu um ecoss solo registrado no Ministério da Agricultura que é um solo extremamente nutriente que
tem ali todas as qualidades esse ecoss solo também vendo um processo de restos De afluentes da ET de processo produtivo da indústria de celulose e sobras de biomassa esse ecoss solo é colocado dentro da cápsula de medicação foi construído e patenteada uma máquina que consegue encapsular sementes nativas processando aí mais de 8.000 [Música] biocárdios tem uma maior aderência ã aqui é o um pouquinho da nossa operação são drones mais ou menos dessa altura são adaptados aí do Agro Eh aí eu Falo que a gente começou com o Drone de um jeito e hoje tá no
projeto assim com milhões de evolução mas a gente tem uma própria cabine parece uma coisa assim de 007 porque a gente consegue em tempo real ver a chuva de sementes e monitorar a quantidade dessas sementes por cicatriz Então essa eh as as biocárdios tem sementes por exemplo como a o apur vu que não cabem nas nas BIOS cápsulas e a gente então eh adaptou uma rondana pro Drone para Poder eh fazer aí a dispersão de de maiores exemplares aqui é um pouquinho do monitoramento das encostas das primeiras semeaduras uma coisa muito legal que a gente
fez foi um grande gargalo que a gente tem no Estado de São Paulo São aquisição de sementes eh eh nativas e com qualidade e para nós era importante que essas sementes tivessem também uma matriz próxima ao solo existente eh no litoral norte e a gente foi procurar Aeia indígena do Rio Silveiras e trazer para eles a experiência de retomar aí um uma um um serviço ecossistêmico que era feito pelos indígenas que é a coleta dessa semente e os indígenas infelizmente perderam a mão nesse trabalho então o ecc tá fazendo oficinas participativas para introduzir a comunidade
indígena e quilombola dentro desse processo para até criar matrizes para que depois eles possam ter uma autossustentabilidade Então não é um grande volume de sementes que a gente vai receber deles mas é muito significativo para nós enquanto eh cultura e respeito a a a a nossa origem né dentro do nosso Pilar social do projeto a gente tem o projeto escolas seguras que é uma parceria aí com semadem educando pro risco aprender para prevenir eh em São Sebastião uma das grandes eh impactos que a gente teve ali foi uma escola em juki que ficou completamente Destruída
então a gente acha de extrema relevância introduzir a comunidade escolar dentro desse processo não só para provocar eles com relação à questão de risco e capacitá-los para visualizar isso então eles vão construir aí pluviômetros com garrafas Pets vão eh saber onde que a sua escola está localizada se ela tá localizada numa área de risco ou não vão poder conhecer o seu território e as comunidades onde eles eh vivem e e a gente tá acreditando Muito nessa introdução e nessa inovação do projeto trazendo componente pessoas e comunidade escolar as oficinas parp ativas que tem sido para
nós um refrigério pra alma trazer essas comunidades para dentro dessa discussão A gente tem tido assim uma experiência muito bacana de ter ali por exemplo pessoas da comunidade da Vila saí eh trazendo demandas olha além do reflorestamento vocês não podem ajudar a gente nisso nisso nisso não foi feita Uma escuta ativa Deixo até aqui a gente tá criando um modelo né vamos dizer assim de metodologia de como inserir as pessoas nesse processo de prevenção de desastre de resposta rápida eh então esses perdão aqui é um pouquinho do que a gente esteve na mídia E aí
pedindo para vocês por favor entrem no nosso Instagram Instituto conservação Costeira apoiem essa causa foi muito difícil colocar esse projeto em pé Isso aqui é um pouquinho da nossa governança quem Faz parte da nossa equipe eh os nossos parceiros e e os nossos apoiadores nós conseguimos colocar a con áa tamois que tinha ali feito uma uma supressão de vegetação na na no Parque Estadual da Serra do Mar para fazer a Rodovia do Contorno e eles estão eh subsidiando 60% do nosso projeto então eu falo que o licenciamento ambiental saiu de um mero carimo e veio
pra sociedade como instrumento de retorno para que hoje a sociedade possa ver Eh a nossa a nossa restauração muito obrigada a todos vocês Obrigada Fernanda acho bastante interessante essa essa experiência que você traz pra gente né porque a gente discute muito eh O que aconteceu do ponto de vista de como refazer aquela Opa de como refazer aquela comunidade de como resolver as questões da Comunidade mas a gente precisa também eh tá Preparado para reconfigurar o território porque senão a gente sabe que daqui alguns anos não tendo mais ocorrências muito sérias a área acabará sendo invadida
novamente né então eu acho que essa preocupação e essa preocupação de trabalhar junto com a população ela é absolutamente Central eu tenho já uma pergunta aqui mas vamos deixar para depois porque senão a gente avança no muito nesse tempo bom eu vou passar a palavra então Pra Natália a Natália ela é licenciada em geociências e educação ambiental ela é mestre pela faculdade de saúde pública da USP e ela é diretora da divisão de prevenção da Defesa Civil da Prefeitura de São Paulo Natália por favor a palavra é sua obrigada obrigada pelo convite obrigada Professora Tatiana
é uma honra est aqui no no evento participando Espero poder eh contribuir com a minha experiência com o que a gente tem feito na Defesa Civil aqui do município de São Paulo aí foi então eu fui convidada né para falar um pouco sobre os avanços e os desafios que a gente tem aqui na cidade de São Paulo Sobretudo com relação à mobilização das Comunidades vulneráveis E aí o primeiro Grande Desafio que a gente tem aqui na cidade de São Paulo tá muito relacionado com a forma como a cidade cresceu como ela se desenvolveu né então
fazendo um um rápido histórico aqui desse processo de de ocupação de urbanização da cidade né A gente teve um rápido crescimento eh populacional né um aumento de mais de 10 milhões de habitantes no intervalo de tempo de 70 anos que foi muito eh intensificado pela industrialização pela migração e a gente teve uma um um um crescimento da Mancha Urbana em direção às regiões periféricas principalmente a partir da década de 1930 quando a gente teve a implantação do plano de avenidas com bondo automóvel do dos ônibus que favoreceram o deslocamento das Populações principalmente de baixa renda
paraas regiões eh periféricas isso foi acompanhado de um descompasso né Na implantação de infraestruturas urbanas nessas regiões eh aqui é um mapa com a a mancha Urbana né Eh entre 1930 e 1949 então a gente vê como que ela foi crescendo eh para as regiões periféricas e quando a gente olha para as características físicas da nossa cidade a gente percebe que né nesse primeiro mapa em amarelo é um mapa de declividade Então a gente vê que nas regiões periféricas eh em amarelo mais escuro em laranja são H locais com terrenos mais íngremes mais altos e
esse segundo mapa a gente vê a concentração de rios e Córregos que também acontece em maior número na as regiões periféricas e aí A somatória então dessas características físicas da nossa cidade com esse processo de urbanização que expulsou para as regiões periféricas a população mais pobre com mais eh Eh questões né E dificuldades econômicas sociais a gente tem origem aos riscos que a gente enfrenta hoje que a Defesa Civil eh trabalha então a gente tem as questões dos riscos geológicos né que aí a gente divide em deslizamentos de encostas e solapamento de margens de Córrego
e a gente tem também os riscos hidrológicos relacionados aos processos de enchentes e inundações E aí hoje na cidade a gente tem dentro do mapeamento de áreas de risco Geológico mapeadas 488 áreas de risco eh das quais 329 possuem setores com risco alto e muito alto eh Então a gente tem aproximadamente ali mais de de 184.000 moradias nessas ocupações e a gente percebe que tem uma concentração maior né de setores de risco médio e risco alto eh no primeiro quadro e a gente vê também uma concentração maior de moradias em setores de risco baixo e
Risco eh médio eh mas existe também um número considerável de moradias eh em situação de risco alto e muito alto e também pro risco hidrológico Esse é um mapeamento que nós na Defesa Civil iniciamos eh em 2019 então ele ainda está em andamento Então esse número né de 261 áreas de risco mapeado ele é um número ainda que tá sendo construído e desenvolvido eh dessas 261 a gente tem 18 0 áreas com risco eh com setores de risco R3 e R4 Eh e a concentração tanto de número de setores quanto de moradias ele é ela
é semelhante ao de risco geológico né bom E aí como que a Defesa Civil atua né dentro desse cenário de riscos que a gente tem instalado na nossa cidade eh a defesa civil hoje ela tá vinculada à secretaria municipal de segurança Urbana eh eh e aí abaixo da nossa coordenação Municipal existem quatro principais divisões né a divisão de operações a divisão de prevenção que é da qual eu Sou diretora a divisão de resposta e 32 divisões de Defesa Civil Então nesse mapa eh tão ilustradas as 32 subprefeituras eh da cidade de São Paulo e aí
esse é um segundo grande desafio que a gente tem na cidade que é tendo em vista né que a prefeitura é um órgão muito grande né que a a própria cidade tem uma extensão territorial Grande a prefeitura né decidiu eh acho que em 2002 subdividir a Prefeitura em 32 administrações regionais eh e aí em cada Uma dessas eh subprefeituras existe uma divisão uma equipe da Defesa Civil responsável por gerenciar aquele território eh e aí o desafio tá justamente eh nas diferenças políticas e administrativas que a gente tem em cada um desses territórios eh que atuam
em alguns aspectos de maneira um pouco eh individualizada digamos assim e aí não tem como falar de Defesa Civil e de gestão de riscos sem falar do ciclo de gestão de riscos então de forma Mais Eh mais prática aqui para elucidar a atuação da Defesa Civil eh na divisão de prevenção né a gente atua na primeira fase ali de prevenção ainda dentro da fase de gestão do Risco eh com o mapeamento das áreas de risco então desde 2015 a Prefeitura de São Paulo através da divisão de prevenção da Defesa Civil é a responsável por fazer
os mapeamentos das áreas de risco né anteriormente a prefeitura fazia os Contratos de empresas eh do próprio PT Fundações eh E desde 2015 isso vem sendo desenvolvido pela defesa civil a gente tem também E aí eu vou apresentar vai ser o o foco maior a a questão de todas as ações de mobilização e de educação mental que a gente desenvolve eh e aí partindo pra fase da mitigação né que aí estariam mais relacionadas a trocar esse daqui Melhorou tá Eh tá E e aí na fase da mitigação né pensar em medidas de redução dos riscos
de obr obras de prevenção e aí isso no na realidade aqui do município de São Paulo considerando que a prefeitura é muito grande muito compartimentada existem secretarias específicas voltadas para pra questão das obras eh as próprias subprefeituras então nessa questão das obras a Defesa Civil não tem atuação na fase de preparação eh a gente tem o monitoramento meteorológico que é Feito pelo CGE na prefeitura e pela a Defesa Civil a gente trabalha também com a construção dos planos de contingência que são documentos que vão organizar eh e e registrar e oficializar todas as ações que
devem ser adotadas na situação de emergência e a partir do momento que a gente tem a deflagração da ocorrência né da situação de emergência começam as fases do gerenciamento do desastre então a atuação eh nas ações de resposta e aí essa também é outra particularidade aqui Aqui do município de São Paulo porque como a gente tem a parceria né o convênio firmado com bombeiros existe o Samu A Defesa Civil tem uma atuação mais de articuladora na situação de ocorrência né diferente de outros municípios eh menores em que a Defesa Civil que faz ali o resgate
que faz as ações de de salvamento e socorro aqui no município de São Paulo não não é a defesa civil e por fim vem vem as ações de de recuperação né de reconstrução de Restabelecimento de serviços eh que foram ali danificados durante eh essa emergência e aí como que a gente entende eh que deve né o o o cenário assim como que Quais são os caminhos a seguir pensando na gestão e na governança das áreas de risco então o o cenário ideal obviamente é evitar o risco né mas a gente entende que que são medidas
né de longo prazo para que isso aconteça então é ofertar pra população acesso à renda educação a moradia para que a gente Consiga eh evitar a formação dessas áreas de risco e assim também como foi falado pelo Omar fazer estudos cartas geotécnicas para tentar eh inibir e evitar a formação dessas áreas Quando essas áreas já existem e São Paulo tem quase 600 um pouco mais de 600 áreas de risco eh a gente tem que trabalhar em eliminar e reduzir os riscos dessas as áreas que que já existem né então são medidas de Médio prazo né
são intervenções são eh ações De de de redução de mitigação e por fim também resta a questão de conviver com o risco e que é muito do que nós na Defesa Civil eh temos de de ferramenta ali ao nosso alcance Então a gente tem eh focado e e traçado como uma principal estat a criação de uma rede de multiplicadores do conhecimento sobre percepção de risco adaptação às mudanças climáticas resiliência para que a gente consiga justamente criar uma rede Eh e criar essa consciência essa percepção do Risco nas pessoas e principalmente nas pessoas que estão expostas
ao risco né as pessoas eh que tão ali residentes das áreas de risco e aí algum alumas alternativas que a gente tem eh né estratégias que a gente tem utilizado eh São cursos para agentes públicos então a gente já tem aproximadamente 200 agentes formados eh de diversas secretarias eh pessoas eh agentes que TM interface diretamente com O trabalho do Defesa Civil outros Nem tanto mas eh formar esses agentes eh e a gente tá eh atualmente eh formando 330 agentes né o nosso curso começou no no final de Fevereiro e vai até meio de junho eh
com agentes de promoção Ambiental do programa ambientes verdes e saudáveis da secretaria eh de saúde que são agentes que estão ali nas áreas de risco que fazem o acompanhamento e e e toda essa esse monitoramento ambiental das Áreas né então a a a formação desses agentes permite que a gente tenha uma maior capilaridade né e uma maior inserção nas áreas de risco e mais pessoas orientando e conversando e multiplicando essas informações com as pessoas a As populações vulneráveis a gente desenvolve também cursos de formação para professores e alunos então a gente já tem aproximadamente 3.600
pessoas formadas a gente dê um curso para todos os professores da rede eh Municipal de Ensino foi um curso que começou antes da pandemia então a gente conseguiu levar os professores para as áreas de risco fazer aula de campo além das aulas teóricas eh a gente fez também curso com alunos e levar os alunos também para as áreas de risco para despertar esse olhar né muitas vezes a gente eh escolhe sempre alguma área de risco que tá localizada próximo da escola eh e que muitas das vezes os alunos são Residentes os professores são residentes e
é muito bacana eh ter o O Retorno deles de como a gente consegue despertar o olhar daquilo que é eh importante paraa questão da gestão dos riscos né a gente fez também foi uma experiência muito diferente assim muito enriquecedora pra gente que foi trabalhar com alunos de do EJA que é o ensino de jovens e adultos eh então tratar também com com Diferentes públicos eh é bastante gratificante a gente tem desenvolvido também desde 2022 exercícios simulados né a gente já desenvolveu três exercícios dois de campo e um de de mesa eh nesses exercícios eh é
colocado em prática ali seja no exercício de mesa quanto no de Campo justamente Quais são as atribuições de cada órgão eh como que a população deve evacuar área numa situação de desastre eh e aí a gente já Fez o exercício para risco de incêndio com a evacuação de um prédio ocupado ir regularmente risco de deslizamento com vítimas e tudo mais e a gente tá eh em elaboração de um outro exercício simulado que vai ser desenvolvido eh em São Miguel Paulista eh para tratar justamente do risco de intente inundação E aí uma outra outro caminho também
que a gente eh tomou como iniciativa para conseguir alcançar um outro público e e e expandir Essa nossa eh essa nossa atuação e e a importância de tratar da gestão de riscos e de percepção foi através das redes sociais Então a gente tem um canal no YouTube a nossa ideia é conseguir fazer eventos com uma certa frequência infelizmente a gente conseguiu eh não tem conseguido cumprir a agenda que a gente esperava mas a gente já realizou duas semanas de prevenção eh dois eventos eh em outubro né um em outubro de 2022 e outro em Outubro
agora do ano passado e a gente nesses eventos fala sobre a Defesa Civil a atuação da Defesa Civil no do ano passado a gente chamou o convidado para falar sobre mudanças climáticas eh e a atuação da educação Enfim então são são eventos bacanas em que a gente consegue fazer uma troca e consegue de forma online ter a participação de um público maior e aí a gente tem também o nosso Instagram eh que a gente tem postado conteúdos educativos também e Colocado também eh informações sobre as atividades que a defesa civil desenvolve Quais são as ocorrências
que ela eh atende porque eh existe um pouco dessa Como existe no Brasil essa diferença entre atuação né de cada uma das defesas civis a gente eh é uma ferramenta pra gente colocar um pouco mais eh do nosso trabalho bom era isso que que eu tinha para falar agradeço a atenção eh Fico à disposição para Esclarecimentos esse é um q code do nosso Instagram espero todo mundo seguindo a gente obrigada obrigada Natália ótima apresentação Eu acho assim interessante a gente perceber a Defesa Civil ela atua nas emergências né então a gente tem a impressão que
vai acontecer alguma coisa e sair todo mundo correndo e aí você mostra todo o planejamento que tá por trás dessa ação e como é importante esse planejamento né para que a ação OC corra De forma efetiva Então realmente muito boa apresentação Obrigada deixa eu passar então agora para o José eh o José Dias Campos por favor eu tenho que mudar eu vou até mudar de cadeira porque eu vou ter que tá virando você quer você quer fazer então por favor Então vamos lá obrigado Ok bom José Dias Campos ele é Coordenador executivo do centro de
educação popular e formação social transformando Sertão da Paraíba ele é bacharel em ciências econômicas empreendedor social da choca e membro da rede folha de empreendimentos socioambientais a gente convidou Porque era importante trazer a a outra parte né a gente tem a questão das chuvas torrenciais dos momentos de escorregamento de encostas mas a gente também tem vinculado aos riscos Hidrológicos a questão das secas então a gente tá trazendo a gente não tem muito expertise nisso aqui no Sudeste e a gente tá trazendo alguém que trabalha com isso há bastante tempo José a palavra é sua muito
obrigada pela presença então B a todos e a todas eh com imenso prazer que recebi o convite da professora Cecília para compartilhar um pouco da experiência Nossa aqui do semiário da Paraíba Eu como era já apresentou eu não vou mais repetir mas estou no no centro de educação popular e formação social que é uma organização social que desde 1985 vem trabalhando experiências para convivência com as adversidades do clima semiárido no início a gente teve pode passar o o próximo slide de início a gente tinha uma atuação mais focada na parte eh de Formação ou seja
de atividades educativas só a partir de 1994 a partir De uma grande seca que foi 1993 e também participando do fórum articulação semeada da Paraíba a gente descobriu que já tinha organizações que integravam o fórum e trabalhava ações práticas para materializar na vida das pessoas aquilo que vinha sendo trabalhado do ponto de vista teórico então o grande objetivo nosso é promover as pessoas para encontrarem caminhos para a convivência com as adversidades do clima Ciado gerando possibilidad desenvolvimento sustentável um foco principal na captação e manejo de água de chuva práticas de solidariedade e promoção do encontro
de saberes locais e os cultivos agroecológicos pode passar enquanto missão Nossa a gente entende que é potencializar os saberes e vocações nas comunidades rurais através do desenvolvimento compartilhamento e difusão de soluções socioambientais mobilizando e assessorando a formação Humana para o desenvolvimento sustentável no semi próximo as ações nas comunidades próximo no início o grande a grande iniciativa do P de vista de tecnologias sociais para convivência com semeado foi a cisterna de placa a cisterna a primeira PR primeira água 16.000 l de água pode passar então o que a gente faz de forma mais Ampla é mobilizar
as famílias para o fortalecimento da Agricultura Familiar Por meio da organização comunitária o associativismo fundo rotativo solidário etc a gente entende que não basta fazer eh eh promover implantação de tecnologias sociais é preciso tdo um processo que permita as famílias descobrirem a partir de onde estão as possibilidades para o desenvolvimento local e para o enfrentamento das secas que são periódico pode passar então a implantação de Tecnologias I para o acesso à água a cisterna l e a cisterna de enchurrada ou de calçadão e 52 M que é para produção de alimentos saudáveis pode passar pode
passar a abordagem do ponto de vista de de como envolver as pessoas de como envolver as famílias a gente busca estimular o conhecimento das po limites de cada localidade de cada propriedade partindo do caminho da água na propriedade que é uma diversidade Muito grande ou seja cada propriedade tem sua característica própria embora se desenvolva políticas públicas para o semeado mas a gente até entende que era importante que tivesse um fundo para implementação de tecnologias sociais que permitisse a ser feito um diagnóstico das potencialidades e limites e a partir daí desenvolver a aquela tecnologia que mais
responde às necessidades da família e da propriedade embora políticas públicas geralmente V um pouquinho Engessada já definida aquilo que vai se desenvolvido mas o ideal seria ter um fundo para implementações para a partir de um diagnóstico implementar aquela tecnologia mais adequada paraa localidade pode passar então então essa essa essa primeira foto demonstra que a gente aproveitou um agendo de pedra uma localidade na propriedade que era considerada improdutiva Ou seja que não tinha Utilidade desvalorizava a propriedade e otimizamos como capta área de captação e jogando paraa cisterna eh essa outra foto demonstra que já foi uma
reaplicação a partir da primeira iniciativa que a gente teve numa área experimental que a gente tem que mais à frente eu vou apresentar que é uma espécie de laboratório onde a gente testa as possibilidades para poder levar para as famílias Então isso é uma demonstração de que a gente precisa Aprender com a natureza Ou seja a natureza é um verdadeiro laboratório que pode nos ensinar como conviver com as adversidades que vem do clima pode passar essa outra é uma captação de água em estrada e armazenamento em CNA exna adaptada à roça é uma experiência que
tá na nossa área experimental ou seja a testou ela lá as estradas rurais têm um grande potencial de captação de água que resolve Pode armazenar essa água para uma irrigação de salvação ou seja às Vezes se perde o cultivo por atrasar uma chuva e por outro lado resolve um problema que é de erosão nas estradas a gente fez um artigo sobre essa experiência e apresentou num simpósio de captação e maneja de ua de suo em joaz da Bahia famílias que estavam participando técnicos que estavam participando de do Paraná e acharam uma iniciativa muito importante porque
lá não tinha eh déficit de de de chuva déf de água mas tinha excesso e essa Experiência poderia diminuiu a erosão de nas estradas diminuir o custo do ponto de vista de de manutenção por das por parte da política pco pode passar essa é uma foto de uma senhora do campo que tá ao lado de um tanque que é um grande outro potencial para captação de água e pode ter num uma propriedade ou não Por isso que aquela ideia que é mais seria mais interessante se ter um fundo de implementações para fazer um diagnóstico e
ver as pade para depois Desenvolver políticas para implantação daquelas melhores tecnologias pode passar essa experiência de horta orgânica com economia de água é uma experiência que tem uma economia é em torno de 80% ou seja Imagine se produzir com 20% de água e para uma região que tem déficit de recursos hídricos então ter possibilidade da família estar produzindo e melhorar sua dieta alimentar um pouca água é um grande avanço pode Passar essa é uma outra experiência de barragem subterrânea é uma forma de prender de a água na parte do subsolo e Plantar vários cultivos principalmente
frutíferos e tenho aí dentro no centro da da barragem um poço para fazer um monitoramento do nível que a água se encontra é uma alternativa também para região semi pode passar essa A Outra experiência que eu falei de tanques em pedras a gente hoje em dia trabalha mais a perspectiva de Aproveitamento dos lazero como área de captação mas se existe uma fenda natural é importante desassorear essa fenda formar num tanque Embora tenha que ter clareza de que o uso da água precisa ser mais rápido porque existe uma evap transpiração maior do que aquela água que
é captada na pedra e armazenada em cisterna mas também é uma alternativa pode passar uma outra estratégia é a estimular o banco de sementes de espéci Agrícola e também de espécies da caía pode passar e por último tô apresentando as principais estratégias a experiência do fundo rotativo solidário ou seja todas as iniciativas que a gente apoia para as famílias desenvolverem a gente incentiva que as famílias devolvam de acordo com as condições particulares de cada uma eh o recurso que foi aportado para um fundo rotativo solidário que é gerido pela própria comunidade na perspectiva De reaplicação
essas experiências junto a outras famílias ou para a manutenção das experiências das iniciativas ou ainda Para apoiar por através de microcrédito eh novas demandas que as famílias possam vir apresentar pode passar um pouco do espaço que é a área experimental Nossa que a gente considera como um espaço inspirador pode então essa área é uma área onde a gente testa as possibilidades de tecnologias sociais para depois levar Para paraas Famílias para se desenvolver das famílias Por que tem esse laboratório A gente até Foi questionado no fórum articulação semi ábido e se vocês querem ter uma um
laboratório parecido com a universidade e a gente falou que não a gente queria ter um espaço que a gente pudesse testar aquelas iniciativas que ainda não tinha sido comprovada sua eficiência para não fazêlo diretamente junto à família e caso desse negativo e ter uma negação Pra família como experiência e também paraa instituição que tava propondo Então a gente tem experiência do biodigestor que é uma experiência que pode diminuir a o uso da lenha e favorecer a otimização a partir do que o próprio agricultor tem que é este bovino o processo de produção de biogás e
os resíduos que fica biofertilizante líquido para usar nas plantas e a parte sólida pode ser adicionado um pouco de esteo novo e usar Nas hortas orgânicas e a cisterna essa Outra experiência foi uma experiência que a gente desenvolveu a cisterna com sistema de boia a cisterna ela a área de captação é é o estelado das casas Então nesse estelado tem deles a gente descobriu que tinha famílias que tinha uma cisterna e não usava água porque ela não confiava que a água era de boa qualidade então a gente passou a desenvolver essa experiência tal modo que
a primeira parte da água que serve Para lavar o telhado ela não vai paraa cisterna vai para um reservatório menor e depois essa essa a água que eh foi para o pequeno reservatório aciona uma garrafa PET de 1 l de refrigerante que se encontrando com uma de 2 l que tá no Entroncamento próximo a calha fez a direção para pra cisterna e agora vai água paraa cisterna então água potável com qualidade de confiança paraa família consumir pode Passar nós temos também a experiência que a gente trabalhou que acho que é um grande potencial pro semeado
que é o reuso de água tem experiências hoje bem mais simples sendo trabalhadas por organizações no Rio Grande do Norte que o pessoal tem produzido tanto alimentos humanos como alimentos para os animais a partir do reúso de água e aí é é um grande potencial essa outra foto é de uma experiência que eu já apresentei pode Passar e aí essa é uma outra experiência que não fomos nós que implantamos na área instumental mas cedemos uma área para uma cooperativa implantar uma miniusina de produção de energia fotovoltaica O que que significa isso do ponto de vista
que é uma forma também de estratégia para conviver na região a energia é algo muito caro e aí essa experiência é uma experiência que diferencia das grandes Usinas que tem trazendo trazido grandes impactos negativos porque são áreas e mais áreas degradados e essa é uma experiência descentralizada como é a experiência da para captação de água de chuva para o consumo humano e paraa produção de alimentos tem uma gestão descentralizada então poderia se ter espalhado pelo semeado várias mini usinas para que as próprias famílias pudessem produzir sua energia em vez de ter um grande Parque ou
eh eólico ou Parque solar que envolve o desmatamento de muitas áreas para poder viabilizar esse par então é experiência da Usina bem viv po eu queria só finalizando destacar que do ponto de vista de cisternas para captação de água de chuva para o consumo humano a gente tem aí cerca de 10000 cisternas já 1400 famílias apoiadas e do ponto de vista de sinno de capit do para para produção de alimentos saudáveis a aproximadamente aí 10000 famílias Apoiadas E aí tá se voltando essa essa essa ação com apoio do governo federal governo passado não viram como
importante essas iniciativas e agora tá se voltando e eu queria só que voltasse a na apresentação na última no útimo slide pode ser para dizer essa frase que eu acredito muito nela eu queria destacar que muitas das ações que a gente desenvolve na no centro de educação popular e formação social para promover a as famílias para encontrar Caminhos para solução de tal modo que eles sejam os protagonistas da da história que tá se criando não é a entidade que vai ser protagonista mas as famílias ela nasce de uma realidade que eu vivi tive a o
não sei se prazer ou desprazer de viver eu em 1970 foi uma grande C que eu tinha 8 anos e eu passei muita necessidade Para Não Dizer passei fome e sede Então eu acho que tudo que se faz hoje no sentido de de espertar que o semeado é visto como uma região só Tem eh limites mas também tem potencialidades e é possível fazer muita coisa a partir dos potenciais que existem oferado principalmente pela natureza e aí essa frase diz que se muitas pessoas tiverem fazendo pequenas coisas em muitos lugares elas poderão transformar o mundo e
eu acredito muito nessa frase porque eu acho que não é só grandes projetos mas são pequenas iniciativas na medida que são somadas e São compartilhadas que podem servir de inspiração para reaplicação e trazer o Bem Viver para muita gente muito obrigado possam seguir o o site do c.br e a gente precisa de muita ajuda porque uma organização I da Paraíba tem muito mais desafios para conseguir apoio do que quem tá na capital Muito [Aplausos] obrigado obrigada José Dias eu eu queria só fazer apresentação muito interessante e a gente eu achei assim muito Interessante quando você
abriu que você falou que precisa se buscar dentro das propriedades O Caminho das Águas e isso liga todos nós aqui porque todos nós estamos trabalhando de uma forma ou de outra com o Caminho das Águas né sendo que em alguns casos essas águas são muitas são é muita água e acaba trazendo um grande problema em outro em outros casos ela é muito escassa e a gente tem que saber qual é esse caminho para poder captar para poder utilizar eu achei Muito interessante B vou abrir para perguntas queria saber se o pessoal tem perguntas pessoal aqui
da plateia a gente tem algumas perguntas aqui mas eu queria abrir primeiro para quem tá aqui tá Então eu vou passar pra Tatiana que tem uma pergunta e eu vou deixar já uma feita para todos vocês que é um pouco a gente tá na universidade a gente tem essa preocupação de interlocução da Universidade com a Sociedade civil e a gente gente queria saber como é que a se a universidade tem colaborado com vocês e como é que tem sido feita essa colaboração Isso é para todos vocês muito obrigada pelas Exposições eu acho que a riqueza
que a gente tem aqui nesse ambiente é justamente poder trazer eh não só a academia mas também né Eh quem está ali na ponta agindo e na verdade eu só estou fazendo uma pergunta em nome da nossa colega Rosane que ela Enviou aqui pelo WhatsApp ela não pode vir mas está acompanhando online e também a nossa relatora e ela pediu para eu perguntar eu vou direcionar pra Natália mas aí fique à vontade para comentar eh como vocês especialistas avaliam os ritos processuais administrativos para evitar a ocupação e reocupação das áreas de risco alto e muito
alto É eu sei Obrigada R só tô te representando alguém aqui tem mais Alguma questão Oi eh eu fiquei curiosa perguntava a meu nome é Gláucia eu trabalho na Defesa Civil junto com a Natália eh eu fiquei curiosa nessa questão da do replantio das mudas na nas encostas que às vezes elas são muito íngremes né Muitas delas são eh como que eh se tá pegando bem assim como que tá sendo também controlado isso ou melhor feito começar com a com a resposta chata e difícil Eh como que era a pergunta mesmo Tatiana que existe processal
administrativa para evitar das áreas principal tá eh bom a gente faz o o mapeamento das áreas de risco né e faz a classificação de risco alto muito alto quando a ocupação já existe então são são são dois caminhos ali diferentes eh então para as áreas que que já existem né E que são classificadas com risco muito alto Eh existem diversas alternativas eh sejam elas estruturais não estruturais acho que na maioria dos casos para risco alto muito alto a gente precisa de intervenções estruturais de sistema de drenagem de infraestrutura básica e e precisa também de obras
de contenção e tudo mais eh e aí para evitar que essas áreas sejam reocupação são desocupadas porque não é sempre também que que a desocupação da Área é a solução muito pelo contrário eh nós da Defesa Civil nos nossos relatórios nas nossas avaliações a gente recomenda as remoções né no último caso só quando não existe ali quando a gente não consegue enxergar como possibilidade eh que alguma intervenção seja feita para garantir a segurança daquela população eh mas quando ela acontece seja pelo problema ali do Risco ser muito crítico ou pela necessidade da obra também Porque
existe isso né às vezes para executar a obra precisa ser feita alguma remoção eh para evitar que a área seja reocupar a gente entende que é necessário que que seja dado um uso para aquela região né então a gente tem na cidade de São Paulo exemplos de áreas que tiveram remoção e que foram reocupar eh porque não foi dado nenhum destino pro local assim como a gente tem outros exemplos em que não teve reocupação por foi construído um Parque Linear na margem do Córrego porque foi feita uma uma ciclofaixa foi feita uma praça foi colocado
instrumento de esporte de lazer né então é dar um outro significado para aquele território para que as pessoas se apropriem daquele território e entendam que ele se tornou um um espaço coletivo e de uso comum Eh agora para evitar a formação de novas áreas de risco né Eh evitar a ocupação de novos locais que que podem gerar novas áreas de risco Eh a gente tem na prefeitura ações de fiscalização então Eh existem diversas frentes voltadas para essa questão da fiscalização dentro das subprefeituras dentro da guarda civil municipal principalmente nas regiões eh de preservação ambiental com
a guarda eh ambiental eh existem setores de fiscalização também dentro da Secretaria do Verde o meio ambiente mas aí vem a opinião da Natália indivíduo aqui eh eu acredito que se a gente não trabalhar na Na raiz do problema do acesso à renda educação saúde moradia não importa o quanto de fiscalização se faça as pessoas vão continuar sem ter acesso à moradia e elas vão buscar o caminho mais barato de morar Ainda mais se a gente considerar que São Paulo é uma cidade extremamente cara para você morar de forma regular né então eu acredito muito
que a gente tem que que voltar muito atrás e atender essas necessidades básicas da população para que a gente Consiga eh de fato ter eh ações e e evoluir para uma população que que tem acesso a moradia que aí de fato a gente consegue evitar a formação dessas áreas eu queria só fazer um comentário eu acho que foi bem um aspecto jurídico né então assim quando a gente tem uma construção irregular Qual que é o procedimento administrativo que a prefeitura adota para retirar aquela pessoa antes que aquilo seja sedimentado E eu acho que a gente
precisa avançar muito nessa temática porque o que acontece é que pode até haver fiscalização Mas ela é tardia e ineficaz então a gente tem que pegar na raiz do problema para isso a gente precisa usar da tecnologia usar de novos instrumentos para congelar essas áreas e trabalhar em parceria com a população no caso do ICC eu digo que se não fosse a nossa atuação em em como um acordo com a comunidade a gente não teria tido infelizmente a 64 Mortes mas assim mais de 500 porque desmantelam diversos ocupações irregulares aí ao longo dos anos então
fica aqui um pedido ou um lembrete para pros órgãos de que a fisc como medida preventiva ela é necessária mas precisa haver um trabalho de como um acordo com essas comunidades eu queria citar aqui o caso de São Sebastião não sei se vocês sabem devem ter visto aí na mídia que no final do ano o governo do estado entrou com um processo judicial de retirada das 823 famílias da Vila saí e o ICC eh não se furtou de participar desse processo judicial como amigo da corte trazendo aí todo embasamento técnico e a nossa trajetória ao
longo desses 10 anos e o que a gente pode perceber Foi algo muito interessante eh analisando aí todas as tragédias E analisando os mecanismos de jurídicos de Brumadinho Mariana Rio de Janeiro onde foi o maior número de mortes a gente percebe sempre aquela coisa do taque né então vamos fazer o Taque vamos fazer o taque vamos fazer o taque E aí o que você acaba percebendo é que infelizmente o taque em termos de comprimento acaba sendo tardio não trazendo uma resposta para aquela comunidade no caso de São Sebastião eh foi feito algo inédito o juiz
ao receber o pedido de liminar conclamou uma audiência de mais de 12 horas Ouvindo todas as partes detalhadamente democratizando aí o acesso ao judiciário e a gente conseguiu estabelecer e eu Falo isso sem muita falsa modéstia mas isso partiu do ICC eh eh instituir condicionantes paraa remoção das famílias então na Vila saí a gente tem um R4 bem complexo e a gente tem também R3 e R2 então assim e a gente fica falando em siglas com essa comunidade eh dificultando aí um entendimento onde eu tô o que que vai acontecer comigo então passados um ano
da tragédia a gente teve sim uma resposta muito eficiente da Defesa Civil do Governo do Estado uma União aí com governo federal mas a gente tem um problema crônico que é o quê essas famílias não foram retiradas essas famílias estão lá correndo risco e agora o estado quer desistir da ação judicial numa ação judicial onde a gente lutou e com conseguiu nove condicionantes para remoção da família como nunca houve no Brasil então a condicionante de que eu tenho direito de ter um laudo individual da minha casa se eu tô em área de Eu tenho esse
direito e eventualmente eu Posso não quero entrar no mérito ou não para não casar celema mas pleitear uma eventual indenização Ah não tem indenização para quem construir área de risco mas vou dizer uma coisa grande parte da população da Vila sei tem IPTU e está pagando IPTU até hoje das das áreas adas então assim vamos trazer um pouco a legislação pra prática vamos trazer um pouco a experiência da Defesa Civil pra prática porque assim o que nós precisamos criar um modelo aconteceu uma Tragédia ambiental e humana que que a gente tem que fazer sociedade civil
isso poder público isso institutos de Pesquisas isso então eu acho que a gente precisa construir um modelo ninguém é melhor que ninguém eu acho que se a gente deixar os nossos egos títulos e e enfim siglas do lado a gente consegue construir um modelo e eu torço muito para que esse modelo de São Sebastião não seja perdido no sentido de criar condicionantes então assim e de reafir o Risco o risco ele tá aqui os técnicos quem sou eu me sinto até assim humildemente vou fazer essa essa colocação mas o o risco ele é ferido na
hora daqui dois meses esse risco pode ser diferente né então assim essa essa essa dinâmica de estabelecer onde é o risco ou não precisa trabalhar com pessoas como esse grande componente então só queria trazer essa reflexão para que a gente crie um modelo jurídico de remoção dessas famílias porque a Gente sabe muitas vezes como isso é atuado Tem sim a parte que precisa de uma moradia digna que não é ofertado Ou H uma ausência de política pública mas também há sim grupos criminosos que se introduzem dentro dessas comunidades fazendo ali invasões colocando cansamos de ver
então mães grávidas com crianças pequenas para tentar ali induzir uma posição de não retirar então desculpa se eu me alonguei mas eu acho que eu queria deixar Esse José você queria comentar alguma coisa sim eh dizer que com relação à sua pergunta em relação à Universidade é um grande desafio enquanto instituição a gente encontra professores que eh tem uma sensibilidade para com a causa e aí resolve contribuir mas a gente já tentou passar uma uma proposta de parceria por dentro da universidade e devido à estrutura eu ser muito eh compartimentada e muito burocrática não teve
exito do ponto de vista de Aprovação mas tem professores que tem sensibilidade contribui E aí falar reforçar o que você colocou em relação ao que tinha eu tinha falado em relação oo caminho da água na propriedade eu acho que tem no caso nosso a gente tem a possibilidade de aproveitar ou seja conhecer o caminho da água na propriedade e aproveitar o potencial que existe mas também respeitar o caminho da água e eu acho que quando se trata da questão Urbana Tem tido muito problema do ponto de vista de não respeitar o caminho da água então
se faz às vezes construções não só do ponto de vista em locais que são irregulares mas mes em locais que são regulares eu não sei se se faz um dimensionamento correto do caminho que a água tinha por aquele local então vai se criando mais e mais obstáculo e isso traz consequências sem considerar no caso onde tem rios que tem todo um processo de assoreamento no Caso nosso do do semiári a gente tem muito problema com assoreamento dos grandes Mananciais e a gente não escuta uma política os políticos falarem uma política de desassoreamento das bacias desassoreamento
dos Manis que já tem nas bacias sempre a novas obras e isso traz consequência porque às vezes termina sendo pouca chuva nem dá para encher um um manancial nem outro divide mas transmite-se uma falsa ideia de que será a solução então acho que trabalhar Processo de desassoreamento tanto dos rios e respeitar o caminho da água seja no espaço rural no espaço urbano É também um caminho de evitar riscos maiores e acho que precisa ter uma política para evitar o risco o risco já é conhecido que vai ter problema então porque não tem uma possibilidade de
evitar isso de ter iniciativas que possam corrigir possibilidade de isso vir a a deixar famílias Sem nada ou seja o pouco que tinha foi embora com aente então é um desastre muito pesado e eu costumo ser bastante sincero eu acho que às vezes os políticos T medo de ter uma ação que traga para si de certa forma impopularidade e aí claro que eu concordo com com a pessoa da prefeitura aí que colocou que de fato precisa ter uma política de geração de renda para que as pessoas tenham condições de fazer habitação em locais adequados mas
também É preciso ter condições para ofertar esse local adequado para ser feito a habitação né quem não tem condições de fazer uma casa no local seguro vai ter fazer no local inseguro e depois vem as consequências as pessoas que sofrem elas não têm culpa numa realidade tão brutal tão complicada que estão vivendo é é culpa é culpa da da falta de de de uma política justa sentido renda e condiçõ para pessoas viverem bem OK obrigada José eh deixa eu só eu Eu é desculpa só não eu já vou passar Eu Só Queria Dizer para vocês
que eu esqueço um pouco as etiquetas de apresentação eu esqueci de dizer que a pergunta sobre a universidade foi feita por uma colega Nossa também que faz pós-grad pó doutorado aqui que é a Laura Valente tá e aproveitar e me apresentar porque eu também faço pós-doutorado aqui no ia e Sou professora do Instituto Federal São Paulo do departamento de construção Civil campus São Paulo então pondo a etiqueta em dia gente por favor passando então para vocês para terminar clusia a tua pergunta foi a respeito do monitoramento né sim eh um dos grandes desafios foi colocar
uma métrica nesse projeto porque a gente tinha ali várias variáveis e o que que a gente fez a gente seguiu o vamos dizer assim o próprio perfil natural do terreno então na nas áreas onde eu tenho num mesma cicatriz três Zoneamentos de declividade então eu uso da Inteligência Artificial do Drone para dispersar mais sementes com uma maior carga ali de carbono líquido naquelas áreas paraa ter uma maior fixação e eu vou vamos dizer assim monitorando eh eh esse crescimento eh por meio a gente desenvolveu eh é um software já muito utilizado que é aquele nvd
que ele tira ali o calor enfim a gente consegue ver mesmo como a vegetação tá ali crescendo o projeto levou em conta Primeiro as Forrageiras então no primeiro ano a gente vai ter uma métrica maior de cobertura vegetal e no segundo ano ela tende a sair de cena para dando aí eh eh criando o ambiente propício né pras espécies secundárias ali que também são e dispersadas fazendo um ciclo de sucessão aí de da vegetação tentando imitar um pouco a o ciclo da própria natureza não sei se eu se eu respondi sua pergunta esses monitoramentos vão
ser feito a cada 60 dias e a gente quer Disponibilizar na nossa página nosso site ecc.br para comentários ajudas técnicas e com relação a sua pergunta de ajuda da Universidade eu deixo aqui o meu pedido assim de vocês criarem para o terceiro setor e para as hongs um acesso a vocês de uma forma mais simplificada eh para que a gente possa muitas vezes trocar essas experiências práticas que são tão enriquecedoras e para vocês também nos ajudarem em muitas áreas que a gente é Deficiente então fica aí esse pedido muito obrigada Natália você queria falar mais
alguma coisa cois não então eu vou chamar a professora Vanda para fazer o encerramento nós não temos muito mais tempo para perguntas então estamos encerrando mesmo passar professora Vanda e agradecer vocês pela presença e pelos ensinamentos que nós tivemos hoje viu muito [Aplausos] obrigada bom bom dia ou quase Boa tarde a todos já agradecendo né em nome dessa última mesa a todos os organizadores aos palestrantes acho que nós tivemos uma uma manhã bem produtiva aqui né esse é um tema relevante e que ele perpassa grande parte das pesquisas dos pós-docs dos pesquisadores de pós-doutorado ou
dos colaboradores aqui do centro de síntese tá então a gente viu vários aqui Que estão na na organização na relatoria desse evento Então é um tema muito importante eu acho que o objetivo foi alcançado né Cecília e eh se tratou aqui de vulnerabilidades né áreas vulneráveis e eu diria assim de população em situação de risco em situação de vulnerabilidade né E que a gente vê que eh nós focamos muitas vezes aqui no centro síntese a questão da vulnerabilidade ambiental né de estar Numa situação de risco ou num local numa área de risco mas também foi
tratada a questão da vulnerabilidade social né dessa da desigualdade né que esse país eh eh eh apresenta como um dos grandes problemas né sociais econômicos e que estão aí para está aí para resolver também né então a população que é afetada por maior impacto né em função de estar numa condição desfavorável mais desfavorável economicamente né e isso a gente vê que Perpassa essas alterações climáticas e que de vez em quando né nas ocorrências eh eh eh representam aí o que a gente chama dos Desastres e a população está então na situação mais perpassa né Nós
estamos vendo agora é uma é uma questão social né uma questão eh grave eu acho que aqui foram tratados Então os temas de mitigação de adaptação né E se chegou a importância também da resiliência Comunitária porque em casos que foram tratados aqui do litoral norte a gente Viu que a quão foi importante né a a a comunidade né Eh eh participar apoiar socorrer né Eu estava lá inclusive nessa época não na em sair né onde foi mais grave estava numa outra numa outra área mas a gente pode eh eh presenciar né Essa essa aflição vamos
dizer assim da comunidade e que só foi acho que acalentada ou reduzida pela resiliência Comunitária que as pessoas até então nem sabiam que tinham né Eu acho que esse é Um outro tema que a gente precisa trabalhar bastante né Eh eh como fortalecer e como implementar essa resiliência e que ela vai muito além né quando a gente fala em resiliência ela passa pela infraestrutura resiliente que aí é o estado que deve fazer e ela perpassa de de de sistemas de alerta né ele vai além ele vai é uma característica do do Povo né E que
se socorre e que a gente precisa também promover acredito essa essa questão né a Defesa Civil os organismos de estado né que responderam e procuram responder eh eh prontamente né a gente precisa ter então também essa resiliência ou planos né ou políticas eh para se chegar mais rápido né e e como eu sou da saúde pública a questão da prevenção né pensar realmente prevenir né aqui foi falado agora que a prevenção passa também por né pelas a questão de ter acesso a moradias CL passa por uma por uma eu acho que reduzir essa iniquidade essas
Desigualdades também bom então acho que foi muito eh profico eu agradeço a todos aqui agradeço então aos organizadores né Aos eh pesquisadores daqui e o apoio todo do iea né tanto o pessoal que trabalha na organização na divulgação quanto o nosso colega que fica ali atrás dos aparelhos tá eh acho também que foi um esforço eu recebi bem cedinho a a comunicação do professor mendiondo que estava né Eh eh Em trânsito no aeroporto mas que felizmente a gente conseguiu aqui com essas técnicas agora gravar e né embora o slide não tenha ido tão AC contento
da fala mas foi muito b a participação dele então Agradeço a todos tá boa tarde pessoal obrigada a vocês por estarem aqui com a gente