Muito bem, pessoal. Está começando mais um episódio dos segredos imobiliários aqui na DW. Eu sou o Dago e hoje vamos conversar sobre um dos temas mais decisivos para você corretor. Como usar as redes sociais para gerar clientes de forma previsível com base em dados. Nunca se produziu tanto conteúdo, nunca tantos corretores estiveram presentes nas redes sociais e ainda assim a Mairi ainda não alcançou o sucesso que espera No digital. O problema é a falta de entendimento sobre as plataformas, se elas realmente funcionam ou o que os dados mostram e quais sinais determinam quem cresce, quem
é distribuído e quem é ignorado. Você que pertence ao mercado imobiliário de resultado, já percebeu essa mudança. O corretor que entende de dados e comportamento constrói presença estratégica que se torna referência no mercado. Para aprofundar esse assunto, convidamos um dos principais nomes do Marketing digital no Brasil. Olha, os vídeos eles, sem dúvida nenhuma, atraem mais as pessoas e retém mais as pessoas em função do próprio tipo de produto, né? Você quer ver o imóvel, então você é um negócio visual, >> reconhecido por unir visão estratégica, análise de dados e aplicabilidade prática. Então, se nos três
primeiros segundos você não conseguir fazer a pessoa querer continuar o vídeo, já acabou ali seu alcance orgânico. Ele é Fundador e CMO daLabs, plataforma líder em gestão de mídias sociais da América Latina, eleito melhor profissional de planejamento do marketing digital do país pela ABRAD. é que a gente tá muito mal acostumado e e o mercado foi educado erroneamente de acreditar que viralizar esse nome de sucesso. Top voice do LinkedIn e top 20 influenciadores B2B do Brasil. Autor do livro Oneebild Marketing e co-autor de marketing na era digital. Então, se o vídeo não tem o Alto
nível de alcance e visualizações, você acha que flopou e há mais de 24 anos ajuda empresas e profissionais a construir estratégias digitais sólidas, eficientes e mensuráveis. Seja muito bem-vindo, Rafael Quiso. >> Bem-vindo, meu amigo. >> Muito bom, muito bom. Prazer enorme estar aqui com vocês. Vamos bater esse papo, né? Falando de conversa nas mídias sociais, vamos bater esse papo de alto nível e ajudar a turma toda a ter Melhor, uma melhor presença, vender mais e ter mais engajamento. >> É isso, Rafael. a gente quer falar sobre o mercado imobiliário aqui, né? Nosso podcast, ele é
sempre relacionado com essa área. Então, os corretores de imóveis nos assistem, assistem muito e são pessoas que tm o caderninho na mão para anotar vários insightes. Esse feedback que a gente sabe da conversa que a gente gera nos comentários do podcast e percebemos desse dessa Maneira. Mas antes de continuarmos esse episódio, eu quero trazer aqui um destaque especial dos segredos imobiliários. Eu quero falar sobre os corretores seletos da DW, ou seja, os corretores que mais tiveram vendas registradas e validadas dentro da plataforma no mês de fevereiro. São profissionais de altíssima performance que estão movimentando o
mercado imobiliário brasileiro. E claro, você também pode se tornar um deles. Basta Indicar suas vendas dentro da plataforma. Então vamos aos top cinco do mês. Em quinto lugar, com 20 vendas registradas, João Carlos Teen Rosa de Santa Catarina, em quarto lugar com 21 vendas registradas. Emerson dos Santos do Paraná. Em terceiro lugar, também com 21 vendas registradas, Janaína Martins, também do Paraná. Em segundo lugar, com 22 vendas registradas, Luiz Ciega de Santa Catarina. E em primeiríssimo lugar com impressionantes 31 vendas Registradas, Guilherme Ríbol de Santa Catarina, que inclusive já participou aqui conosco do Segredos imobiliários
recentemente. Parabéns a todos vocês. O top 10 completo está aparecendo na tela ali. Você que trabalha numa incorporadora e quer ter contato com esses profissionais, esses são alguns os que mais performam dentro da DW hoje. E se você quiser conferir a lista completa com mais de 100 corretores seletos em todo o Brasil, é só acessar o aplicativo Da DW na área de stories e destaques da sua região. Agora, um recado importante para você, corretor. Se você quer aparecer nessa lista, comece a registrar suas vendas dentro da DW. Agora você pode indicar vendas recentes, passadas e
até antigas. Basta fazer a solicitação na plataforma e aguardar a validação da incorporadora responsável. Quem sabe no próximo mês seu nome aparece aqui também. Legal. Então eu já vou começar ã a primeira pergunta. Como você enxerga Hoje que o o conteúdo que mais é conversor para produto imobiliário? Que que é mais conversor? Vídeo, carrossel, imagem? >> Olha, os vídeos eles, sem dúvida nenhuma, atraem mais as pessoas e retém mais as pessoas em função do próprio tipo de produto, né? Você quer ver o imóvel, então você é um negócio visual, sim. E e estático, ele tem
menos apelo do que de fato o vídeo. Você mostrar ali os detalhes, os ambientes, mostrar e a Forma como você se comunica também faz diferença, né? O storytelling que você faz ali dentro do vídeo faz a diferença. Então o vídeo, sem dúvida nenhuma, hoje é a bola da vez e por isso que todos os corretores e todo mundo que trabalha de alguma forma vendendo alguma coisa precisa ser um bom comunicador, né? Precisa não ter receio da das câmeras, né? ser um bom comunicador e acima de tudo saber reter as pessoas. >> Uhum. >> Porque para
reter as pessoas você tem que ser um bom contador de história. Você tem que gerar expectativa, você tem que gerar curiosidade, nunca entregar de cara tudo de uma vez, né? Tu vai gerando esses ganchos, pequenos loopings, você abre falação e você não imagina como é que é o banheiro desse dessa suí. Aí você fala: "Nossa, daqui a pouco ele vai mostrar". Então você fica mais tempo no vídeo, porque retenção é hoje o principal indicador das mídias sociais e Eles estão medindo, né, o tempo de tela, o tempo que a gente fica assistindo um vídeo e
quanto mais tempo a gente fica, mais aquele vídeo é distribuído. >> Então o indicador principal é retenção, por isso que tem que dominar aí essas técnicas, a edição, né? Então, a gente tem tanto o lado do comunicador, mas tem o lado também de quem tá editando aquele vídeo, que faz muita diferença. >> Sim. Perfeito. Você falou de retenção, né, de conteúdo, de atenção de quem tá Consumindo aquele material. >> Vamos lá. Hoje, eh, se fala muito sobre você conseguir atenção rápido em pouco tempo, em poucos milissegundos, vamos lá. >> Sim, >> né? E é o
chamado gancho, digamos assim. Qual que é a ciência, Rafael, por trás dessa estratégia do gancho, de como você reter atenção rápida? Você que é um analista de dados, eu vejo que você não fala muito de forma subjetiva, você tem Uma visão mais analítica desse processo. Então é ideal para você me responder essa pergunta. É isso aí, ó. E já aproveito para falar paraa turma, abre então o caderno aí se já não tiver direto para anotar, porque o primeiro filtro que o Instagram, vamos falar mais de Instagram do que de outras plataformas nesse momento, >> mas
o primeiro filtro que o Instagram faz >> é a taxa de pessoas assistindo a pelo Menos três, os três primeiros segundos. Então, talvez todo mundo já tenha clicado naquele linkzinho insites ali embaixo de um reals, né? E aí você tem ali um gráfico de barras que mostra quantas pessoas estão atravessando os mos que é aquela taxa ali dos 3 segundos. O que significa uma taxa de rejeição. Se a grande maioria não tá nem atravessando os três segundos, pô, você não tá chamando atenção suficiente. E isso é muito em função desse lance do Gancho que você
falou. Então, se nos três primeiros segundos você não conseguir fazer a pessoa querer continuar o vídeo, já acabou ali seu alcance orgânico, >> certo? >> Se a grande maioria não atravessa ne os 3 m segundos. Falando em termos de dados, né, quais são os ganchos? Os ganchos, segundo segundo os dados, eles mostram assim, né? A gente tem os ganchos que geram mais engajamento e tem Os ganchos que geram mais alcance e qualificado. E eu vou começar pelo engajamento >> pra gente poder discorrer esse assunto. Os ganchos que geram mais engajamento, em primeiro lugar, é o
gancho tipo WoW, em que você tem um gancho muito forte visual, >> algo inesperado que quebra o padrão. baseado no visual mesmo, >> visual, muito visual, tipo, você não esperaria de repente a pessoa marretando A porta de uma casa, derrubando a porta de uma casa e começar a demonstrar, por exemplo, a casa que quer vender. Eu fiz um exemplo aqui agora. >> Ótimo. >> Você pararia para assistir e com certeza você ficaria mais do que os 3 segundos. Ainda mais se o gancho, além do visual cerza >> estivesse, tivesse algo escrito ali no headline, meu,
você nem imagina, sei lá, alguma coisa. Porque aí você cria uma Curiosidade na pessoa, fala: "Meu Deus, que que aconteceu?" >> Uhum. >> Sabe aqueles vídeos ou até mesmo os filmes, né? Isso técnica de infotenimento. Sabe quando o filme começa pelo final? >> Sim. >> Mostrando, sei lá, alguém que tá no chão com a poça de sangue, fala: "Meu Deus, morreu alguém." É, >> tipo, morreu alguém, aí começa o filme, Você fala: "Caramba, agora tem que descobrir quem quem que morreu, né?" >> É a mesma coisa. Então, imagina que comece com umaum alguma ação visual
muito forte e fala: "Meu Deus, que que aconteceu?" e tal, e aí começa o vídeo, aí todo mundo fica mais tempo. Então os 3 menos são importantíssimos. Então tem esse gancho tipo ou esse gancho visual que quebra padrões >> e é 3 segundos mesmo. >> É é por isso que o Instagram introduziu Essa esse esse indicador que tá disponível para todo mundo ver. >> Aí depois você tem um gancho tipo curiosidade. Ah, mais ou menos usando listas. Não precisa necessariamente usar listas, mas pode ser usando listas. Tipo, cinco coisas que você precisa saber antes de
comprar seu próximo imóvel. E a última vai salvar, sei lá, sua vida, vai salvar seu investimento, vai salvar seu casamento. Aí você pode criar alguma Expectativa, né, que a pessoa, meu Deus, que que será que é, né? ou cinco erros que você comete. Tô falando cinco aqui só pro exemplo. Cinco erros que você comete ao comprar um imóvel >> na planta ou comprar um imóvel já usado ou comprar um imóvel de alto padrão >> e o último pode não sei o que lá. Ou seja, você fala: "Caramba, cinco erros, talvez eu esteja cometendo algum desses
erros. Pera aí, deixa eu ver quais são os erros." Já fica muito mais que se põ Segundos. Então gera curiosidade, cria expectativa, né? E gera também uma promessa. Eu falava: "Caramba, a promessa do vídeo é entregar alguma coisa que vai me salvar a vida, vai me salvar dinheiro, vai me salvar tempo, né?" >> E aí você tem que cumprir com a promessa, claro. Então, esses são os três primeiros segundos são os ganchos. Quando a gente inverte essa ordem, em vez de usar os ganchos que geram mais Engajamento e a gente quer mais os ganchos que
geram mais alcance qualificado, aí o gancho tipo pergunta fica em primeiro lugar. >> E por quê? Porque geralmente os ganchos de de de curiosidade ou os ganchos de quebra de padrão, esse da ideia da derrubar a porta e bota fogo no carro, né? Já viu umas coisas merabolantes dessa. Ou você deve ter visto já o cara tá sentado numa cadeira com uma corda amarrada e tem um carro que sai em Disparada e aí você fica assim: "Meu Deus, vai puxar e vai arrastar a pessoa". E no final a corda nem estava amarrada. Isso é o
tipo gancho W, um gancho visual, >> só que isso atrai pessoas desqualificadas, né? Então, dependendo da forma como você faz, você não tá atraindo a pessoa que de fato vai comprar aquele imóvel que tem as características do perfil ideal de cliente, né? >> É uma pessoa que tá de só de curiosidade, mas por puro entretenimento. >> Então tem que tomar esse cuidado, né? Então quando a gente inverte e olha para alcance qualificado, o o gancho pergunta sobe. Que que é um gancho de pergunta, né? Eh, pega quais são as principais perguntas que alguém se faz
antes de comprar o imóvel? Me dá um exemplo de uma pergunta. >> Localização. Vai. Qualc a melhor localização de São Paulo >> para um casal que tem um filho de 5 anos de idade? >> Perfeito. É uma pergunta, pode ser uma dor, né? >> Então, quando você começa o vídeo com essa pergunta, vamos supor que essa pergunta ela é muito feita no Google. Imagina que você já foi lá no Google Trends, foi numa ferramenta que chama alsoescet.com e digitou, né, localização imóvel. Ele te traz todas as perguntas Que as pessoas mais fazem sobre localização de
imóvel. Aí você pega as principais perguntas e começa a criar vídeo em cima delas. E o gancho é o título, é a pergunta. >> Você coloca a pergunta nos três primeiros segundos do vídeo, nos seis primeiros segundos do vídeo. >> O que significa que a pessoa na hora que ela tiver ali naquele modo scrollando, né, o dedo aqui, olhando próximo, próximo, próximo, na hora que aparece Tem que tá escrito. Por quê? Porque daí ela já bate o olho na pergunta, fala: "Hum, essa pergunta eu já tenho, essa dúvida eu já tenho". E uma pergunta curta
também que ela consiga perceber rápido, né? >> Claro, sem dúvida, sem dúvida. Aí é o trabalho do chat apt. Você joga a pergunta mais longa e fala: "Sintetiza para vir". Aí faz uma pergunta melhor. >> Sim. >> Porque a pessoa se identifica >> e essa identificação, ela é importantíssima para fazer a pessoa atravessar os os 3 segundos. Só que percebe que a pergunta é: >> qual é a melhor localização para ter um apartamento para um casal de cinco com um filho de 5 anos? Não vai entrar qualquer curioso, só vai entrar quem é casal que
tem filho de 5 anos e que mora em São Paulo. Se a pergunta for inclusive de localização Paulo, então ela é muito mais qualificatória. É que a Gente tá muito mal acostumado e e o mercado foi educado erroneamente de acreditar que viralizar esse nome de sucesso. >> Uhum. Então, se o vídeo não tem um alto nível de alcance e visualizações, você acha que flopô, você acha que deu errado. >> Só que vamos supor que você tem um vídeo com gancho tipo ou que bateu lá 100.000 visualizações, todo mundo vai falar: "Olha, bombei, estouri". E você
tem um Outro vídeo que deu 1000 visualizações, só que esses 1000 são casais que moram em São Paulo que estão interessados em comprar o imóvel. Daqueles 100.000 lá, talvez 100, menos de 100 sejam de fato pessoas qualificadas para comprar o imóvel. Então você tem que pensar e parar, né? Eu estou olhando mais para as minhas métricas de vaidade, de ego, né? De falar: "Olha, estou bombando nas redes sociais". Sim. >> Ou de fato dinheiro no bolso? >> Hum. >> E aí que é o ponto da reflexão. É muito bom esse ponto. Inclusive tem muitos influenciadores
que utilizam ganchos extremamente eh atrativos. Citando exemplo, eu já vi algum alguns influencers colocando um trecho do Big Brother, do paredão. >> Sim. >> Aí de repente quando vai acontecer alguma coisa, corta e começa a falar um assunto totalmente desconexo com >> Ah, esse é o pior tipo, porque você e aí eu posso explicar tecnicamente porque que isso funciona >> no ponto de vista de viralização, >> certo? >> E aí, de novo, viralização não é seu nome de sucesso quando a gente fala de negócios, né? >> Mas por que que ele funciona? Porque existe um
autointeresse sobre o assunto Big Brother e o algoritmo entende que tem muita gente interessada nisso. Portanto, quando aparece alguma informação visual sobre Big Brother, ele tende a entregar para quem se interessa por Big Brother, >> ou seja, não necessariamente é o seu potencial cliente, né? >> Então você vai ter um alcance maior, sem dúvida vai ter um alcance maior, o que por 15 minutos vai te fazer feliz. Você vai falar: "Caramba, olha só, deu certo, alcancei muita gente", né? Porque eu coloquei o fiz um uma tela dividida, né? >> Sim. >> Big Brother em cima,
você embaixo, tipo meio que reagindo ali à ação e depois a história não tem nada a ver com o Big Brother, né? Então você consegue fazer as pessoas atravessarem os três primeiros segundos, atrai elas para dentro do vídeo, mas elas não são qualificadas para se tornarem clientes. E aí fica só visualizações vazias, né? você tem visualizações, mas aquilo não se transforma em cliente. >> Pode até atrapalhar o perfil de alguma forma, estragar o algoritmo. >> Po, pode e muito, tá? Muito. Por quê? Porque no momento que a pessoa vê um vídeo desse >> Uhum. >>
supondo que que até tem alguma correlação com o Big Brother, sei lá, a casa do Big Brother, né? Tô comentando sobre a casa do Big Brother de alguma forma. Olha a piscina, sei lá, jardinagem, não sei. Mas eu usei O Big Brother como gancho. >> Uhum. Beleza, você tá falando de casa, mas você usou o Big Brother como gancho, que vai expandir seu alcance. Em tese, vai furar a sua bolha, o que não necessariamente essa frase é boa. >> Uhum. >> Que furar a sua bolha significa alcançar pessoas fora do seu público alvo. >> Exato.
>> Né? E essas pessoas podem te seguir. E esse é o problema. Por quê? Porque o Seguir fica um botãozinho ali no próprio vídeo. Ela não precisa nem entrar no seu perfil para seguir. E muita gente segue o perfil sem entender do que se trata o perfil. Uhum. >> Ela não entrou no perfil para ver que era um corretor, que era um que que só fala sobre aquele assunto. Não, ela seguiu porque tava falando Big Brother e aí você ganha seguidores. Aí no dia seguinte você vai falar de um imóvel que você tá vendendo. >>
Uhum. >> Não gera identificação nenhuma, né? Falou: "Ué, eu segui porque, sei lá, eu gostei da opinião nele sobre o Big Brother. >> Não quero coisa engraçado. >> E aí, amanhã você fala de alguma coisa que não tem nada a ver. A pessoa inclusive até esqueceu que tinha te seguido, né? Fala: "Quem que é essa pessoa aqui? >> Como assim eu tô seguindo?" e deixa de Seguir. Então, primeiro que é um sinal péssimo pro algoritmo, né? Você perder seguidores é um sinal péssimo. Segundo, quando a pessoa não se identifica, que o post apareceu, mas ela
não se identificou, ela não vai dar um like, ela não vai comentar, ela não vai compartilhar, não vai fazer nada. Então, ela não dá sinais sociais de que aquele conteúdo é relevante. E sempre que você recebe um seguidor novo no seu perfil, >> esse seguidor ele entra com uma Afinidade altíssima em relação ao seu perfil. Vamos supor que a afinidade seja uma variável do Instagram que vai de zer a 10 só hipoteticamente, tá? Então, quando você me segue, você entra com afinidade 10 de 10. >> Uhum. >> Com com quiso, porque afinal de contas, você
acabou de seguir, você quer receber meus conteúdos. >> Alinhado com o teu conteúdo. Vamos lá. >> Imediatamente quando você segue um Perfil, não aparece o conteúdo desse alguém para você? Sim, >> aparece. Por quê? Porque o Instagram está testando afinidade, a sua afinidade comigo. >> Só que esse teste acontece dentro de 7 dias. É uma janela que ele não fica testando eternamente, né? Então ele tem uma janela de afinidade ali, ele fala: "Ó, beleza, então vou vou colocar o post diante de você do do quiso diante do seu feed." >> Aí aparece um post meu
para você, você não dá um like, não comenta, não faz nada. Então sua afinidade que era 10 já cai para nove. >> Uhum. >> Aí depois de amanhã eu fiz um stories, apareceu para você a bolinha em primeiro lugar e você não tocou. tocou no segundo, já caiu de nove para oito. Ao longo de s dias ele vai testando. Aí no final de sete dias ele passa a régua. A afinidade tá mais perto de zero ou mais Perto de 10? Se tiver mais perto de zero, ele vai parar de entregar o o meu conteúdo para
você. Afinal de contas >> tem outros conteúdos no Inst e tem muito mais conteúdos no Instagram que pode te interessar mais do que o meu, porque você não demonstrou interesse no meu conteúdo, apesar de ter me seguido, né? >> E é o que tá acontecendo muito com vários perfis. Tem perfil que ganha seguidor, mas o alcance orgânico cada vez menor. Mas por que ganha seguidor? Porque viraliza. >> É, >> e esse é o ponto. >> E muitas vezes a pessoa também não é consistente naquele assunto, né? >> Exato. >> Ela falou um em um momento
determinado assunto que atraiu, né? Como você falou de atrair e não seguiu, né? Entregando aquele mesmo conteúdo. >> E aí eu posso dizer o seguinte, né? Que é uma das melhores formas de planejar Conteúdo é você planejar um conteúdo temático semanal, certo? Vamos supor, nessa semana eu vou falar de, dar um exemplo de um tema legal. >> Bom, sobre decoração. >> E dentro de decoração >> é >> o subtema. >> Sofás. >> Sofás. Perfeito. Então, supondo que você vai falar de sofás. Se você falar de sofá um dia só, tipo, segunda-feira eu Fui falar, falei
de sofá. >> Uhum. >> Inclusive, usei o sofá do Big Brother no corte de, na, na, na na parte de cima do Victor, né? >> Tá vendo esse sofá, ó? Mas não usem, não usem Big Brother, né, pessoal? >> É, eu tô dando um exemplo assim, só pra gente fazer o exercício. >> Supondo que eu quero falar de sofá, aí eu fiz um único post de sofá e usei o Big Brother como gancho. Olha o sofá do Big Brother para falar do sofá. >> Uhum. >> Muita gente vai me seguir. >> Sim. >> Ó, que
legal, tal opinião dele, não sei o que e tal. Amanhã eu vou falar de banheiro, amanhã eu vou falar do telhado, vou vou falar dos problemas de infiltração na casa. >> É, >> não vai gerar identificação, não vai ter sinais sociais, o alcance orgânico cai. >> Sim. E aí você tem um problema, né? >> Porque quando o alcance orgânico cai, ele não cai só pros 100 seguidores. O Instagram usa esses 100 seguidores como termômetro para entender se o seu perfil ainda relevante na rede. >> Olha isso. >> E ele ele para de entregar também pros
seus antigos seguidores. E esse é o problema sério, né? Um espiral negativo. >> Por isso que muitas vezes você acha que seu perfil está banido, shadow ban, Flopado, tem alguma coisa errada. É porque consecutivamente você foi fazendo posts que ninguém reagiu e aí você entra no esperativo. Passado 7 dias é muito difícil de você conseguir voltar, né? Beleza. Agora vamos fazer um exercício diferente. Em vez de eu fazer um único post de sofá e amanhã falar de outro assunto totalmente diferente, vamos supor que naquela semana eu vou falar de sofás. Então todos os meus posts
vão ter a ver com isso. Não é exatamente o mesmo Post, né, todos os dias. Mas, pô, eu vou falar de quais são os melhores tipos de sofás para leitura em casa. Vamos falar de ergon ergonomia primeiro, né? Não só de estética, né? >> Certo. >> E aí eu entro na no radar de muita gente que tava procurando talvez um sofá para poder colocar em casa e tal, pensando num lugar de leitura. Aí eu faço um stories com uma enquete. Você prefere o sofá A ou sofá B? Responde na enquete. Você coloca uma, né? Você
coloca uma tela lá a lado, os dois tipos de sofás. um sofá tipo, eh, o mole, né, custa lá, sei lá, R$ 70.000 e o outro sofá, talvez muito mais bonito, mas mais ergométrico e e mais barato, né? Aí você cria já uma dicotomia ali e gera uma enquete, as pessoas reagem e tal, não sei o quê, e aí você faz depois um carrossel mostrando os melhores tipos de sofá para leitura e depois no outro dia você faz um carrocel os melhores sofás de design Que não necessariamente são ergométricos e tal. E aí você gera
um gancho tipo pergunta: "Esse seria o melhor sofá para leitura ou ele é ou ele é mais esteticamente bonito?" Gera debate. Gerando debate você gera mais comentários, as pessoas reagem mais. Uhum. >> Aí você aprende com os comentários >> que que as pessoas preferem mais. Aí você pega o que a galera comentou e faz um resindo A isso, falando: "Olha, tá vendo? A galera acredita, né, que design é melhor, mas vai ficar com dor nas costas depois. >> Não seria o melhor." Aí você faz um outro post que é os ambientes que melhor se aderam
para aquele tipo de sofá. Então, dá para você fazer vários posts de sofá uma semana. >> Uhum. >> Qual que é a grande vantagem disso? que lá no primeiro dia quando você fez um Vídeo de sofá e trouxe gente nova, seguidor novo, amanhã você continua falando de sofá. Então a probabilidade dessa pessoa reagir positivamente, dando um like, comentando, vendo e tal é muito maior. >> Sim. >> Aí depois de amanhã de novo. E depois de amanhã de novo. Então você mantém o engajamento de quem acabou de chegar no perfil. >> Uhum. >> E em vez
de entrar no esperar negativo, você começa a entrar num positivo. Ah, mas e semana que vem você vai trocar de assunto? Mas também você não pode trocar aleatoriamente para qualquer assunto. É quase que um planejamento de conteúdo eh de continuidade. Então, você tava falando do sofá, o que que vai estar relacionado depois na semana que vem, que que vai estar correlacionado depois na outra semana. E aí eu vou fazendo enquetes nos stories para Entender que aquela galera, entender assim o perfil da galera que chegou no perfil naquele momento. >> Uhum. >> Não vou perguntar só
o sofá e B, em algum momento eu vou perguntar. Me conta aqui, você é casado, solteiro, filhos, tal. Aí você começa a entender quem acabou de te seguir, pensando já, pô, na próxima semana, sabendo quem chegou, eu vou falar mais sobre casais e apartamentos para recém-casados, sei lá. >> Então, tô dando aqui exemplos, né, de planejamento e estratégia de conteúdo. A galera não faz isso. A galera aleatoriamente acorda e fala: "O que que eu vou postar hoje?" Não é isso? É, exatamente. Então, você tá dizendo basicamente que ia gerar conversa sobre um tema direcionado e
observar o que que as pessoas comentam, né, que elas conversam sobre esse tema. >> É, é, é uma das melhores formas de você Planejar conteúdo é se alimentando das próprias mídias sociais, né, >> sabendo o que que elas já estão buscando, >> sobre o que elas já estão falando, não só no seu post, mas no post dos outros. É uma inteligência, né, que você pode usar, tipo, cara, deixa eu ver o que a galera tá comentando no post de sofá lá daquele outro perfil lá, entendeu? >> Se eu vou falar de sofá, vamos entender quais
são as perguntas, objeções ou Opiniões das pessoas, já vou trazer isso para dentro do meu do meu conteúdo. E aí tem o ponto da venda, né, doquis, mas onde que entra a venda aí que você só tá falando de sofá, mas você não vende sofá, você vende, sei lá, apartamento. >> Exato. >> Então a gente tem que falar das cinco etapas da jornada de qualquer potencial cliente, né, e tal. interessante que tem a ver com o livro dobound marketing, né? Então, as cinco etapas são descoberta, Consideração, conversão, experiência própria e experiência compartilhada. Então, repetindo, descoberta,
que é onde você vai entrar no radar de quem ainda não te conhece. É o tal do público frio, não te conhece, não te segue, né? >> Mas tem o perfil ideal do seu cliente, >> certo? >> Beleza, descoberta. consideração. Depois que a pessoa me descobriu e ela passou a me seguir, agora eu preciso aparecer mais vezes Para ela, >> para ela me considerar como autoridade naquele assunto, >> a ponto de na hora que ela precisar daquilo que eu tenho para vender, ela lembrar mais de mim do que do outro corretor, >> não é mesmo?
>> Aí eu tô na etapa de consideração, aí eu vou pra etapa de conversão, >> ou seja, uma sequência, né? Na etapa de conversão, de fato, é onde entra os Entram os conteúdos onde eu vou mostrar os produtos, mas vou mostrar para quem? >> Para quem já passou pela etapa de descoberta e consideração. >> Uhum. >> Não é aleatoriamente para uma pessoa que nunca viu, ouviu falar de mim, né? >> Porque eu só vou fazer de fato se ela uma oferta, eu vou falar de um produto para quem tá preparado para aquilo. >> Uhum. >>
É um funil. >> É um funil. >> Sim. >> A gente não faz isso nas mídias sociais geralmente. E aí depois a gente tem a quarta etapa. Ah, quem comprou o geralmente um corretor e aí salvo as exceções, né, geralmente o corretor tá preocupado na com a próxima venda, né? Afinal de contas, ele vive de comissão, ele só tá preocupado com a próxima. >> Mais melhor, né? >> Então ele não pensa na quarta etapa e na Quinta etapa de uma jornada, ou seja, ele não pensa em criar um conteúdo para quem já é cliente. >>
Uhum. >> Não comprou, meu amigo, assinou, recebi. Bora pro muito corretor tá falando hoje em dia sobre essa constância de conteúdo, né? manter o cliente a longo prazo, revender mais vezes, enfim, isso é importante. Eu acredito que esse papo já tá rolando >> difundido no mercado imobiliário. Bom, >> e aí eu te pergunto até uma questão, eh, dentro dessa estrutura de base que você aborda no livro, seria a mesma pra gente captar telefones e e-mails desse de possíveis leads? >> É, todas as etapas elas são as mesmas, né? >> Que não seja vender propriamente dito
pela rede social, mas muitas vezes >> é, vamos lá. Então assim, você tem descoberta, só pra gente fechar, né? Então tem a experiência própria que é Depois da conversão, >> que é a ideia de você continuar se relacionando com quem é cliente. >> Uhum. E aí você pode criar conteúdos exclusivos para quem já é cliente. Vamos supor que um cliente meu seja um investidor, não seja uma pessoa física comum, um investidor. Eu posso colocar ele como melhores amigos no Instagram e só criar stories privados falando todos os dias sobre novas possibilidades de imóveis, terreno, preço
de metro Quadrado naquela cidade e tal, sabendo quem quem tá ali no meu close friends, né? >> Então eu estou criando conteúdo exclusivo para quem já é cliente, né? exclusivo. >> E eu tenho a experiência compartilhada que é a última etapa da jornada, que é quando eu faço o meu próprio cliente me indicar. >> Uhum. >> É muito comum, né, as indicações >> nessa área. >> Mas e as indicações de conteúdo? Não necessariamente, né? Falo assim, putz, eu tenho que criar um conteúdo, eu tenho que estimular as pessoas a quererem levar adiante a minha própria
mensagem, o meu próprio conteúdo para um amigo, para um colega, para um familiar e tal, né? Então tem essa última etapa que é importantíssima para que você alimente essa jornada. sem precisar ficar dependente de mídia paga, de outras Coisas, porque daí eu sou o próprio cliente mandando para outros, sei lá, 30, 40, 50 clientes lá. Acho desculpa te interromper de novo, mas um dos maiores eh indicativos de que esse conteúdo tá sendo impactado é justamente o compartilhamento >> com cônjuge, porque eu vejo que muita gente, a conversa com a minha esposa, basicamente é só directamente,
>> é só direct e e post compartilhar, >> só compartilhamento. >> Na verdade, o direct tinha que tinha que mudar de nome, né? Tinha que ser indirect, né? Porque é uma indireta. Toda vez que alguém compartilha um vídeo com esse ladoção do outro, né? >> É. Não é, não foi eu que falei, ó. Olha isso aí, né? Então assim, é muito legal quando a gente entende as cinco etapas da jornada, porque a gente começa a entender que não é só sobre ganhar seguidores, é transformar seguidores em clientes e não e também não é só sobre
Ter clientes, é transformar clientes em promotores, >> isso >> do seu próprio negócio, né? >> E aí a gente tem a conclusão das cinco etapas dessa jornada. E agora vou voltar para aquele ponto lá do telefone, dos vídeos. >> Então, supondo que lá na descoberta eu quero entrar no radar de público frio. >> Uhum. Eu inevitavelmente preciso fazer hoje vídeo curto, porque os algoritmos De vídeos curtos, TikTok, shorts, res de até 60 segundos, que que é um vídeo curto, né? 60 segundos ali no máximo, >> os algoritmos eles foram pensados de fato para recomendação. Então,
tudo que é vídeo mais curto e que de alguma maneira tem bons sinais sociais de like, de tempo de retenção, ele é mais distribuído para não seguidores. >> Então, ele é um bom formato para alcançar público frio, gente que ainda não te conhece. Não é o momento de vender nada, não é o momento de fazer oferta, é o momento de fazer o qual tipo de chamada para ação, né, o tal do CTA. Me siga para mais dicas como essa. >> Uhum. >> Por quê? Porque você passou um conteúdo >> de valor, que seria um conteúdo
de uma dica, respondendo aquela pergunta e tal, que a pessoa já tinha, o que significa que você tá criando algo que ajuda a pessoa a economizar tempo ou economizar Dinheiro, né? Aí ela passa a entrar no seu perfil e passa a te seguir. Nesse momento ela tá na etapa dois com a consideração. Nessa etapa é onde a gente vai fazer carrossel, imagem e stories. >> Carrossel, imagem e stories. >> Imagem, stories. >> Legal. >> Porque são os três formatos que o algoritmo foi, o algoritmo foi pensado para entregar o conteúdo para quem te segue majoritariamente,
>> principalmente stories. Por isso que o alcance do stories ele é ele é relativamente menor do que o alcance do feed. >> Não é porque ele é pior, né? É porque ele já é um filtro de quem tem mais afinidade que o seu perfil. Lembra da afinidade? >> Sim. >> Então assim, putz, eu faço um post no feed, vai alcançar, sei lá, 10.000 pessoas. Faço um post no store, vou Alcançar 1000. >> Sim. >> Alguém pode falar: "Putz, que saco, né? Só 1000". Não, é que esses 1000 são é quentíssimos, >> são aqueles testados em
s dias. >> É a galera que engajou mais, é a galera que prestou mais atenção, é a galera que já te mandou uma mensagem no inbox >> e que tem uma probabilidade maior de comprar alguma coisa que você tem para vender. >> Legal. Aí, qual que é a sacada ali, né? É você aparecer mais vezes para quem já te segue e ainda não é cliente. Por isso que o stories é fundamental, porque se você faz uma sequência de quatro stories no no dia ali, né? Fiz uma sequência direto ali, né? 1 2 3 4 stories,
eu faço frequência quatro. Eu fico eu eu faço a pessoa ficar mais tempo na tela comigo, >> né? Então, se eu apareço mais vezes na mesma semana para pra mesma pessoa, de três a Quatro vezes paraa mesma pessoa naquela semana, eu aumento em 95% de chance dela lembrar de mim e a intenção de compra sobe junto, né? Então essa frequência ela é importante. E eu posso fazer um funil no stories nessa segunda etapa. O que que é um funil no stories? O primeiro stories tem que ser a tal da levantada de mão. Eu faço uma
enquete, ó, quem aqui é casal e tá procurando um imóvel, sei lá, com uma boa localização urbana e tal, não sei o que, uma xm lá, >> uma xmmetragem, beleza? Aí todo mundo vai responder lá na enquete, tal. Eu ali você já tem no arrastar para cima, você já consegue ver todo mundo que respondeu a cat, né? >> Eu, eu não, eu aí o eu já é o quê? É uma lista de leads oculta. Basicamente é uma lista de leads oculta. >> E aí o segundo stories vai trazendo um contexto. Ah, eu perguntei isso porque
meu tem uns eh você precisa se preocupar com tais coisas ali quando você for Decidir esse tipo de de ocasião. E aí vem o terceiro stories, que é uma prova social. Inclusive tem um cliente meu que comprou um apartamento em tal lugar nessa metragem e tal e teve esse aprendizado e ele e ele fez o que eu falei, sei lá, e tal, e economizou dinheiro e tal. Case ainda >> que é o terceiro stories da sequência. E aí veio o quarto stories da sequência que é o Culture action, que é o CTA. >> O quarto
stories é: pô, se você assim Como ele, se você também quiser economizar, responda esses stories falando, sei lá, eu >> Uhum. >> E eu vou te mandar um link ali pra gente agendar um uma consultoria privada ali gráfica. Isso a gente joga ele para fora para capturar. >> Não, >> não. >> Eu pedi para responder o stories. Eu não Criei um sticker de link. E por que que é importante isso? Eu já vou dizer. Na hora que a pessoa responde, ela acabou de te mandar um inbox, né? >> Certo. >> E ali você continua aquela
conversa. Então você vai fazer o tal do social selling. Então naquela conversa você vai capturar o e-mail, o WhatsApp. >> Então você capturou o lead, você vai fazer as perguntas para qualificar se a pessoa realmente é ou não um perfil. >> E por que não usar um link externo para uma landing page? Porque link externo aumenta a taxa de saída. do stories e taxa de saída um sinal negativo que diminui o cano do stories. >> Uhum. >> Geralmente as pessoas usam link em qualquer parte das sequências, sei lá, eu fiz uma sequência de 10 stories
e e no quinto tinha um link externo. >> Uhum. >> Parabéns. Você acabou de mandar todo mundo para fora do dos stories. A a minoria vai chegar até o 10o stories. Então você aumentou a taxa de saída, diminuiu a retenção do stories, >> vai detonar o alcance do stories. >> Péssima estratégia, >> né? Então, deu um exemplo aqui de um funil de stories que captura lead, que captura e-mail, captura WhatsApp, fazendo a pessoa responder stories. Qual que é a grande, qual que é o grande Benefício de responder um stories? Inbox é uma das coisas que
mais aumenta a afinidade de um perfil com outro, >> porque tem um relacionamento próximo. >> Exato. Exato. Se você seguir de volta a pessoa, aumenta para caramba. Mas nem todo mundo quer seguir todo mundo, né, >> que te seguiu. Então assim, pô, a pessoa respondeu: "Você tá trocando uma ideia com ela no inbox?" essa pessoa vai ver o seu próximo post. Assim, é a probabilidade é quase 100%, Porque a afinidade dela tá lá em cima. Se fizer um post novo, um stories novo, vai aparecer para ela. >> Se ela vai reagir na outra história, mas
vai aparecer para ela. >> Então, quanto mais você fomenta de diálogo e de conversa com esses tipos de funis nos stories, mais leads você tem, mais levantadas de mãos você tem. E você pode estabelecer uma meta diária, uma meta diária assim de qualificar todo mundo que te seguiu. Pô, ganhei, ganhei 10 seguidores hoje. Que seja 10 seguidores hoje. Certo. Entra no perfil dos 10 seguidores e vê se eles têm o perfil ideal do seu cliente. >> Pô, dos 10, dois t. Então, manda uma mensagem em box. Pô, seja muito bem-vinda no meu perfil que você
seguiu. Eu vi que você seguiu. Inclusive, ó, vi no seu perfil que foi o aniversário do seu filho ontem. Parabéns pro seu filho, hein. >> Olha aí. Acabou uma mensagem de acolhimento. >> Essa atenção direta é mudou o jogo. >> Por quê? Porque você não tentou vender nada, você só fez uma mensagem de acolhimento. Afinal de contas ela te seguiu. Então não vai ser intrusivo, né? E ela vai, pô, o cara me notaram, né? Me notaram, prestaram atenção em mim e tal, acabou o jogo. >> Aí lá na descoberta a gente já falou dela, né?
Você fez o Rels, trouxe o Público frio, na consideração, você esquentou esse público frio e transformou ele em público quente. Uhum. E agora vem a etapa de conversão. Você pode fazer a conversão por inbox, mas você pode também fazer um res de um imóvel e tal, né? >> Sim. >> E mandar esse link desse imóvel inbox >> para as pessoas que você sabe que tem as características do perfil do cliente. >> Sim. >> Essa é uma forma de distribuição de conteúdo de de conversão. >> Hum. >> A gente às vezes posta e sai correndo. >>
Sim. você não faz, você não fez a distribuição daquele conteúdo. Então, se você fizer esse jogo direito, você já vai ter no seu CRM, no seu, sei lá, no seu papel de pão, na sua planilha, todo mundo que entrou no seu funil um dia no seu stories que tinha interesse naquele Conteúdo. >> É uma bela de uma dica. E quem e quem comentar aquele post, você tem que comentar de volta >> e incluindo conversar com a pessoa pro inbox, né? >> E em primeira instância não tentando vender de cara, né? Aí, aí eu não vou
falar de técnica de venda aqui que vocês são melhores do que eu para isso, >> mas de relacionamento, né? >> De relacionamento é o tal do social Selling, né? >> Uhum. >> Não é transação social selling, não é transação. Vamos supor que as pessoas comentaram o post lá do do imóvel. >> Eh, você comenta de volta. >> Uhum. >> Não dá só um joinha, comenta de volta e termina com uma pergunta. E essa pergunta é uma pergunta ou qualificatória ou uma pergunta para conhecer melhor o seu público. >> Uhum. Pô, pessoal comentou, falou: "Nossa, lindo,
maravilhoso, amei". Aí você pergunta assim: "Pô, que demais e tal que você curtiu e você mora onde hoje?" pergunta básica, né? Você fala: "Será que ela mora na mesma região desse imóvel ou será que ela mora no Japão e é uma brasileira que só tá gostou do do do imóvel, né?" "Pô, não, moro em tal lugar." Falou: "Pô, que legal, ó, vou te mandar por inbox um conteúdo exclusivo." Aí você vai mandar pro inbox um res que você fez, que foi um giro pelo bairro. do bairro onde tá o imóvel, onde você mostra as principais
escolas, restaurantes e tal, >> pra pessoa que tá falou: "Pô, eu moro perto e tô e tem interesse >> e eu tô te entregando um conteúdo a mais. Eu não tô eu não tô te vendendo nada". Eu falo: "Ó, se já que você se interessou lá pro imóvel que tá naquele bairro, olha esse conteúdo que fala do Bairro." >> Sim. >> E a pessoa vai ter uma reciprocidade imediata, né? Nossa, ela tá tentando me ajudar, tá mostrando o que que tem no bairro e tal para me ajudar a tomar uma decisão, né? Cara, esse é
o tipo de relacionamento do social selling que funciona, entendeu? Rafael, o que que você pode falar mais sobre a psicologia desse comportamento humano na rede social? Que o ser humano ele gosta muito De ser reconhecido, de ser visto, né? >> Notado. Foi notado, >> notado. É, é a palavra correta. >> É, é. Então, a turma toda tem uma carência, né? E aí, e por isso que não é tão difícil assim vender. O problema é que as pessoas são preguiçosas. Os vendedores, >> não os os os melhores, né? Mas os vendedores ruins são preguiçosos, né? Ele
fica esperando a pessoa querer, sei lá, tomar uma ação. Você pode ser Proativo, mas não ser vendedor. >> Sim, >> todo mundo quer comprar, mas todo mundo odeia que vendam para ela, né? >> Exato. >> É tipo aquela aquele número que você nunca viu na vida que tá te ligando ou que te mandou um WhatsApp, você nem tem no contato. Por isso que o social selling é muito importante. Você primeiro atrai pelo conteúdo. >> Uhum. pela sua autoridade, porque você Conhece muito sobre aquele assunto. Você tá ajudando as pessoas a tomar uma melhor decisão através
do seu conteúdo. Elas passam então a confiar mais em você porque te enxergam como autoridade. E a partir dessa confiança que vai sendo também a a criada a partir desse relacionamento, né, nos comentários, inbox, etc., a venda vai acontecer sem você precisar vender. >> Sim. Sim. Porque você vai alimentando a Pessoa que fala assim: "Cara, eu tente me manda aí então os imóveis que você tem e tal". E aí você vai fluindo, né? Mas se matou um grande segredo aqui pro mercado imobiliário. Tenho certeza. Você falou que o pessoal muitas vezes posta e fica esperando
a venda acontecer, né? E isso é uma realidade. Eu observo, né? muitos corretores com esse comportamento. Eles geram conteúdo, conteúdos muito bacanas inclusive, mas eles esperam sempre ação >> do de quem tem o contato com esse conteúdo. Agora você deu a chave de um segredo, Rafael, quando você diz que ele deve interagir, olhar o perfil desse desse possível comprador, >> fazer uma menção específica, >> sim, >> fazer ele ser notado, né? Tem que criar metas diárias, por exemplo, meta diária de análise de seguidor novo. >> Uhum. >> Ah, putz, eu ganho muito seguidor. Que Bom,
né? Primeira, ganhou 1000 seguidores por dia. Tem uma meta de analisar pelo menos 100. >> Uhum. >> Todo dia eu vou analisar 100 perfis. >> Sim. >> E ver quais deles t o perfil ideal do meu cliente. Tendo o perfil, eu faço uma mensagem de acolhimento. Esse é o fluxo um. >> Fluxo dois, todo mundo que está comentando os meus posts >> Uhum. >> Ele já é seguidor ou não? Se ele já é seguidor, então você já analisou o perfil e e tendo o perfil ideal do seu cliente, você vai dar mais atenção, você vai
comentar fazendo perguntas, você vai no inbox, vai mandar mais conteúdo. >> Tem que ter meta diária também de interação. >> Uhum. meta diária, falar: "Vou fazer três pausas por dia, uma de manhã, uma tarde, uma noite e vou interagir com Pelo menos 10 pessoas de manhã, 10 pessoas da tarde, 10 pessoas à noite que já me segue, que tem o perfil do meu meu meu cliente ideal e que comentaram algum conteúdo meu." >> Uhum. >> E aí você tem o terceiro fluxo que é o fluxo de vendas, né? Pô, fiz o funil lá do stories.
>> Uhum. todo mundo que responde a enquete falando que sim, eu tenho esse problema ou sim, eu quero isso. É natural que Você tenha que fazer ali a abordagem por inbox, né? Então tudo isso faz com que as pessoas se sintam mais acolhidas, que é o primeiro fluxo, se sintam mais notadas, que é o segundo, porque, pô, você comentou e a pessoa prestou atenção, tá conversando com você de volta, né? >> E tem depois a reciprocidade lá no inbox. Então, não é só ser notado, de fato, você tá dando uma atenção especial pra pessoa, né?
tratando ela de uma Maneira que talvez ela não esteja acostumada a ser tratada, né, >> como um ser humano, né? >> Como um ser humano, né? Só que tudo num fluxo de inteligência. Você não vai falar, você não vai fazer isso com todo mundo, né? Por isso que é importante você ter esses filtros e e ter metas diárias, porque senão você pode, sei lá, perder o controle ou ter preguiça, né? Se você não tem meta diária, você fala: "Nossa, mas tem um monte de conte um Monte de comentário, um monte de seguidor, como é que
eu vou dar conta de tudo?" Não precisa dar conta de tudo. Estabeleça inicialmente uma meta diária. Igual leitura de livro, né? Meta diária. Vou ler pelo menos 10 páginas por dia. Você não precisa ler o livro inteiro no mesmo dia. >> Define uma meta. >> Exato. Por aí. >> É isso. >> Começa por aí. >> Boa. >> Olha só, você que está assistindo esse episódio incrível no Segredos Imobiliários, eu preciso te contar uma coisa curiosa. Hoje, mais de 60% das pessoas que assistem o podcast ainda não estão inscritas no canal. Então, se você está assistindo,
ainda não se inscreveu, dá essa força pra gente, clica aqui embaixo, inscreva-se, deixe o like nesse episódio e comente aqui também qual foi o principal insight que você tirou desse Podcast. Isso é muito importante pra gente, porque é justamente através do seu engajamento que a gente consegue trazer assuntos cada vez mais atuais, convidar pessoas diferentes, trazer visões diferentes do mercado imobiliário e continuar elevando o nível das conversas aqui dos segredos imobiliários é você que faz a coisa acontecer. A gente precisa do seu apoio. Inscreva-se no canal. >> Boa. E que que você pode falar sobre
eh Pilares para construção de um perfil de sucesso? O que que quais são as métricas que você fica atento na na construção de um perfil iniciante? Ela quer, o corretor quer se tornar influencer, ele quer ter um conteúdo que impacta. Enfim, você falou de vários pontos aqui de como criar, mas o que que ele deve estar atento, Rafael, para observar se tá tendo um crescimento exponencial nesse perfil? >> Acho que o primeiro passo é se enxergar Como um criador de conteúdo e não como um corretor. >> Uhum. >> Porque fazendo uma analogia com empresas. Boa.
Por que que os perfis de empresas são os perfis que menos t engajamento e menos tem alcance nas redes sociais? >> Porque eles se comportam como empresas e não como pessoas. Não é? Invariavelmente as empresas querem vender e para vender mais acreditam que tem que fazer o quê? Propaganda. >> E aí faz panfletagem digital no seu perfil. Todos os bs são casa, apartamento, oferta, imóvel, catálogo de produto, o que na verdade invade aquele território da rede social. Aquilo não aquilo não é um conteúdo nativo, aquilo é uma propaganda. >> Você tá invadindo, você tá tentando
interromper a programação, basicamente, né? >> Sim. Então, quando a gente passa a se Enxergar de fato como um creator e as marcas deveriam aprender a com os creators a serem mais creators do que marcas, pode perceber quem é que tem mais engajamento nas mídias sociais? Os creators, >> lógico. Por quê? Porque eles conversam com as pessoas, eles geram uma comunidade em torno deles, porque eles têm valores, eles têm opiniões, né? E eles criam conteúdo especializado em alguma área. Ah, beleza. Sou Influenciador de maquiagem, sou influenciador de carro, sou influenciador de tudo bem, mas você tem
uma especialidade e dentro daquela especialidade você é um é uma voz importante. Você reúne uma tribo ali importante. >> Então, quando eu começo a aprender com os creators a me tornar um creator, não sendo de fato, né, eu tenho muito mais resultados em qualquer instância em mídias sociais. E por isso que hoje eu, Rafael Kis, eu me considero nas redes sociais um creator. >> Sim, >> apesar de ser fundador de MLABS e ser escritor de livro e ter interesses, obviamente, comerciais em vender coisas, mas o meu papel é, eu preciso criar conteúdo, eu preciso reunir
essa tribo que quer tomar melhores decisões baseadas em dados no seu marketing. >> Uhum. >> Então esse vira minha bandeira, esse Vira meu propósito. Então todo dia eu acordo e falo: "Como que eu vou ajudar as pessoas a tomarem melhores decisões baseadas em dados no seu marketing? E aí eu vou criar um conteúdo, eu olho para esse conteúdo e e me pergunto, será que alguém pagaria pelo menos R$ 1 para ver esse post? Porque se sim, eu tô indo no caminho de criar um conteúdo que ajuda a economizar dinheiro, que ajuda a economizar tempo, que
vai fazer a pessoa tomar uma melhor decisão, que ela vai Salvar, que ela vai compartilhar. Se a resposta é não, se nem eu pagaria, imagina os outros. >> Imagina os outros. >> Alguém paga para ver propaganda? >> Tá aí a resposta. Então, às vezes você faz um post e a resposta para essa pergunta seria não, porque você fez um post só tentando vender alguma coisa. >> Sim. >> E o mantra é, né, entregar valor antes De extrair valor. É ser interessante antes de ser interesseiro, né? A frase mas >> servir primeiro, né? >> Exato. >>
Que assim, você cria procidade e tal, né? >> Uhum. >> É igual em qualquer, porque pensa assim, né? Redes sociais não são vitrines. E e esse é um conceito errado também. A galera que tá começando agora um perfil, Ah, eu tenho que estar no Instagram porque Instagram é uma vitrine. Todo mundo tem que estar lá porque a vitrine tá a sua vitrine. Já deve ter ouvido falar essa frase, né? >> É claro. >> Esse é o conceito mais errado que você poderia ter. >> É, olha só que interessante. >> Por se você entende como vitrine,
o que que você faz? Uma vitrine de uma loja do shopping, >> fica exposto, né? como manequinho. >> Vocês põe produto, serviço lá na na prateleira, no vidro e coloca um cartaz ainda. Oferta, sales, 30%, promoção. >> Cara, não é uma vitrine. >> É, >> se você fizer um perfil tipo vitrine, que que vai acontecer? Vai acontecer exatamente o que acontece numa loja de shopping. A pessoa entra na loja, vem o vendedor >> Uhum. >> posso te ajudar e tal, não, só tô dando uma olhadinha. >> É clássico. >> E você vai embora. >> Aham.
E as pessoas, então, se o seu perfil for uma vitrine, as pessoas vão entrar no seu perfil, vão dar uma olhadinha e vão embora, porque seu perfil é um catálogo de produto. >> Ela até até me interessa por imóveis e tal, olhei lá os imóveis que você tem e tal, mas não tem uma razão para te Seguir. >> Uhum. >> Então você não vai crescer, você não vai ter alcance orgânico. >> Sim, >> né? Pode até rolar uma venda ou outra, porque nesse nessa história de catálogo alguém olhou e tal, né? Só que isso não
é sustentável, concorda? Sim, >> se não é escalável, não é sustentável para te alimentar de leads todo tempo e você ter esse esse fluxo, né, de de Resultado, né? Então, perfis novos precisam se enxergar como creator, precisam entender que o rede social é social, não é vitrine. >> Se é social é sobre pessoas, é sobre diálogo, é sobre relacionamento, né? >> Ou seja, é muito mais como uma praça pública que tem um monte de gente conversando sobre diversos assuntos e tem uma galera que tá conversando sobre, sei lá, casamento. >> Uhum. Pô, casamento é um
território que eu posso entrar. Se eu sou especializado em imóveis, >> com certeza >> para casais, que tem as as características, né? Meu ICP, que é o meu perfil de ar de cliente, são casais, >> eu preciso manjar muito desse assunto. >> Porque é assim que eu entro no radar das pessoas, não é falando do imóvel assim em primeira instância, né? É falando sobre as relações do casamento, espaço, Divisão de espaço, né? Como é que você organiza as coisas para não dar briga. >> Começa por aí que aí a galera começa a te escutar. Aí
você convida elas pro seu perfil para elas continuarem essa conversa no seu perfil. Então o seu perfil ele é um ponto de encontro de casais que querem ter uma organização melhor ou que quer ter um imóvel mais eh adequado, né, para aquele contexto para para aquele contexto de sala de um casal urbano, né? Então perfil novo, né? Vamos Concluir, não é só sobre ter uma foto bacana com fundo neutro, né? que muita gente corretora, eu vejo que coloca como fundo uma casa, não sei, mas só que é muita informação, né? É tipo o próprio rosto
da pessoa não é identificável e o rosto de um corretor >> é o logotipo. >> Sim. >> Então assim, você é uma marca, você tem que se enxergar como uma marca, né? E é uma marca pessoal, né? Não deixa de ser. >> Então o seu rosto é muito importante, um fundo mais neutro, o rosto tem que tá mais aparente, tem que tá maior dentro do perfil. Boa, >> porque as pessoas vão te reconhecer mais facilmente por conta disso. E o rosto humano >> é o padrão que o cérebro leva menos tempo para reconhecer. 0,3 mso.
Então assim, é um negócio assim. Então se eu estou te vendo com frequência, eu vou lembrar mais de você do que de qualquer Outro que tá com perfil nada a ver. Eu nunca vi o rosto da pessoa direito. É só catálogo de produto. >> Melhor colocar logotipo, né, do corretor, né? >> Putz. É pior colocar o logotipo. Os dados todos mostram que sempre que você coloca um logotipo, o alcance cai. >> Você tá brincando? >> Alcance cai. Por quê? >> Olha, >> porque soua como propaganda. >> Sim. >> Tudo que aparece o logotipo, coloquei uma
vinheta no começo do vídeo ou no final do vídeo já aparece que a propaganda >> as pessoas desenvolveram, né? Essa versão tudo que é que parece propaganda, né? >> Mas elas não elas não criaram essa versão em qualquer em qualquer canal. Elas criaram essa versão nas redes sociais. >> Nas redes sociais. >> Por quê? Porque as redes sociais não são ambientes para você fazer propaganda. >> Sim. >> Agora, se você tá ali andando na rua, tem um outdoor, você não acha ruim ter um outdoor na ruim, >> porque a sei lá, já foi, >> por
isso que se chamam redes sociais, não redes publicitárias, né? >> Exatamente. Exatamente. >> É, é, é, eu faço um exercício e convido Todo mundo para fazer esse exercício. >> Você assinaria um canal de televisão? Só passa comercial? >> Não, >> forma alguma, né? >> Nãia uma newsletter que só tem spam. É, >> não. E por que que alguém seguiria o seu perfil? Só tem propaganda. >> Sim. >> Então não faz para seguir. Então você tem que ser creator. >> Segundo passo para um perfil novo ou um corretor que quer ter uma melhor estratégia nas bolas
sociais é se especializar. >> Uhum. >> Por se você for genérico, eu vendo qualquer coisa, você não tem de fato uma autoridade em nada, certo? >> Sim. Apesar de você vender se lá em imóveis, em tese, você deveria ser uma autoridade em qualquer imóvel, mas é Igual em qualquer área, né? Um médico generalista ou médico especialista. Você tem um problema. Você prefere o médico generalista ou especialista? >> Especialista. >> Especialista, né? >> Deve ter informações a mais, né? Que o outro, óbvio. >> É. Então, como diferenciação de mercado nessa área também poderia ser assim, né?
Uhum. >> Pô, eu sou mais especializado, que eu Acho que é o que mais a gente consegue dar de exemplo aqui, especializado em móveis de alto padrão, tá? OK. >> É uma especialidade que já eu sei que já existe hoje muito claramente essa divisão, >> mas dentro de imóveis de alto padrão, talvez exista uma especialidade de casas de condomínio versus casas de campo, sei lá, >> ou apartamentos de grandes centros urbanos versus apartamentos mais Afastados ou apartamentos para casais ou apartamentos para solteiros. aperta. Aí você pode criar especializações. Aí alguém pode pode estar se perguntando
nesse momento: "Ah, mas aí eu vou deixar de vender as outras coisas?" Não. Aí que tá o ponto. Você pode ter mais de um perfil. Essa é uma estratégia um pouco mais avançada, >> mas você pode ter mais de um perfil. >> Porque é aquela história, eu prefiro comprar de um especialista. Então, se eu Tenho um perfil que só fala de imóveis para casais, concorda comigo que a identificação é 100% de um casal com todos os meus conteúdos? Porque supondo que um casal, vamos supor que eu sou um generalista, >> sou um corretor generalista, um
casal me seguiu porque vi um post meu falando de um imóvel para casal, só que a mãe eu tô falando de um imóvel de alto padrão para quem tem quatro filhos. >> Esse casal vai dar um like? >> Nunca. Ah, >> não, porque não gera identificação. Então você tem menos chances de ter sinais sociais de todos os seguidores. Você vai ter de uma parcela dos seus seguidores e não de 100%. >> O que já diminui esse alcance orgânico para caramba. Agora, se você tem um perfil que só fala de móveis para casais e tudo sobre
móveis para casais, de decoração, a organização, a investimento para tudo, mas assim, dentro do contexto Obviamente imobiliário, o casal que te seguiu, ele vai curtir, engajar em praticamente todos os posts que você fizer naquele perfil. Então você vai ter uma alta relevância, você vai ter muito mais indicação, você vai poder criar ferramentas até com IA para ajudar casais porque você tá especializado nisso. Você vai ser convidado para podcast porque você é um especialista naquele assunto para dar palestra, para tudo assim, tudo fica Mais rápido em termos de crescimento de perfis novos, de alcance orgânico, de
engajamento e de vendas. Aí putz, mas eu também vendo outro imóvel, abro um outro perfil. Então assim, aquela história é quiso imóveis para casais, quiso imóveis de alto padrão. >> Sim. >> E tá tudo certo, porque assim você consegue ter perfis seguindo de forma mais adequada e segmentada, entendeu? É um pouco mais avançado, mas >> eu vejo que é uma das melhores formas de você acelerar o processo de corp, >> até porque sobre conversas, né, sobre determinados assuntos e, né, não generalistas. Entendendo a lógica de como as redes sociais funcionam, eu não posso ter mais
de um tipo de persona no mesmo perfil. >> Sim, sim. >> E aí serve para qualquer negócio. A gente tá falando aqui de corretor, de imóveis, etc. Mas serve para qualquer Coisa. Para ficar um exemplo mais claro que não é de móveis, né, para todo mundo entender, uma loja de roupa, se essa loja de roupa vende roupa para criança, para gestante e paraa terceira idade e é uma marca só, um perfil só, concorda que 1/3 vai engajar com conteúdo, o resto não. Eu fiz um conteúdo para gestante, o resto não engaja, só gestante. Fiz um
conteúdo de mães para criança, o resto não engaja só mães para crianças. Então eu tenho três personas distintas. Eu não Vou conseguir engajar todo mundo, não vou conseguir converter todo mundo. O alcance orgânico cai porque eu não tenho sinais sociais. Entendendo essa lógica, faz muito sentido você ter perfis separados. Inclusive, nesse caso de uma loja, eu teria até marcas distintas, uma marca de roupa para gestante, uma marca de roupa para criança, uma para terceira idade. Então, por que não a mesma lógica para um corretor? >> Uhum. >> Eu sou especializado, cria um arroba lá especializado
nisso, naquilo e naquilo. >> Muito bom, Rafael. Muito bom. Agora eu te faço uma pergunta. Eh, olhando os bastidores do algoritmo, a parte do código, o que que é, na visão do algoritmo, o que que é o comportamento padrão, perfeito para ele? É exatamente uma marca que fala o mesmo assunto sempre. >> É, é a clareza, né? É, é tipo assim, eu sou o algoritmo, quanto mais eu entendo Sobre você, >> Aham. >> qual é a sua especialidade, quem é o seu público, mais fácil eu posso entregar o que você tá fazendo para as pessoas
certas.Um, Uhum. >> Porque o meu interesse como Instagram é reter usuários dentro da rede. Então, o interesse do Instagram é aumentar a experiência de todos os usuários, fazer esses esses usuários voltarem e continuarem no Instagram. Porque se toda Vez que alguém acessar o Instagram aparecer alguma coisa que não interessa ela, >> tchau. A experiência é ruim, ela não fica. E se ela não fica, ela não vê propaganda paga, né? Ela não vê que é o que paga as contas do Instagram, né? Então, o modelo de negócio do Instagram é um modelo de anúncios e para
ter mais anunciantes, eles eles precisam ter mais audiência e precisam reter essa audiência >> para poder ter mais anúncios ao longo do dia. >> Uhum. >> Porque se todo mundo entrar, inclusive só às 9 da noite, tipo televisão, né, todo mundo estaria competindo por aqueles pequeníssimo espaço de tempo, ficaria muito caro, como é o caso lá de enunciar numa televisão aí no horário nobre. >> Sim. >> E não é isso que eles querem. Eles Querem continuar sendo competitivos para você poder inserir o seu anúncio em vários momentos do dia e lhe entregar. Isso é competitivo
em relação às outras plataformas, né? Então, entendendo que o modelo de negócio deles é anúncio, entendendo que o principal indicador então para ter mais anunciantes é a retenção de usuários. Se você cria conteúdo que ajuda a reter o usuário, você tá jogando o jogo deles. >> Se você cria conteúdo que não ajuda a Reter, você tá jogando o jogo inverso. Você tá achando que tem um moço grátis e aí você tem que pagar também para para aparecer, porque o alcance orgânico ele não vai te dar, >> não vai, >> não é? Se você ficar fazendo
propaganda. Então, olhando pelo ponto de vista do algoritmo, né, do que que é o ideal, é eu ter ter uma clareza sobre o que é o seu perfil. >> Uhum. quem é o público que se interessa Pelo seu conteúdo e entregar de fato para quem se interessa para que essa pessoa possa dar um like, possa comentar, posso ficar mais tempo. Se eu não tenho clareza de quem é o seu público, porque você fala cada hora de uma coisa, eu vou errar mais vezes como algoritmo. Eu vou tentar entregar o seu conteúdo e as pessoas não
vão reagir positivamente. Então a experiência não vai ser positiva. Portanto, eu vou não vou entregar tanto conteúdo dessa pessoa Aqui, não, hein? >> Certo? Porque historicamente toda vez que eu tentei >> não dá conversão, tem pessoas não teve retenção. Então eu vou parar de E aí esses são os perfis que ficam lá estagnados. >> Sim, >> não tem alcance e tal, porque não não entendeu essa lógica. E por isso que tem uma especialidade, ter não é o mesmo assunto, tá? >> Especialidade, você pode, sei lá, que a gente tava dando exemplo de imóveis para casais,
quantos assuntos tem dentro dessa história, meu? Milhares. Então, é uma especialidade com muitos assuntos, né? Então não é o mesmo assunto. Ah, mas vão ficar repetitivo não, porque assim, primeiro porque as pessoas que entraram hoje não viram seus post de ontem. Então assim, >> se você continuar fazendo bom trabalho, >> você vai ter sempre uma injeção de gente Nova chegando que nunca viu nada do que você fez. >> Uhum. >> Ah, e aqueles que já estão um ano comigo, cara, em um ano dá para você não repetir nada, né? >> Dá, dá. E mesmo repetindo,
você pode fazer de outra forma. Mas você pode falar de outra forma, você pode trazer um outro ângulo sobre o mesmo assunto >> e até as vias estão aí para uma explanação maior de temas, né, sobre Nichos específicos. E vale super a pena também eh ressignificar conteúdos de três meses atrás, seis meses atrás, aqueles que deram mais certo, né? >> Pô, deu muito certo aquele conteúdo, eu vou publicar ele de novo. >> Pode pode ser que tenha uma edição um pouquinho diferente, né? Vou vou editar aqui só o começo dele, vou trocar um pouco o
modelo de edição e publico de novo. Eu posso publicar ele só no modo Drills test, que é o funcionalidade de Teste do Reals. >> Ah, sim. É >> que ele vai que é tipo pegar um conteúdo de vídeo que me trouxe muito seguidor, se eu jogar ele no reals test, ele joga para um grupo de não seguidores. Então aumenta a chance de eu ganhar seguidores com aquele conteúdo de novo. >> Uhum. >> Mas tem que fazer essas pequenas mudanças, né? Porque o Instagram ele tá detectando se você tá postando o mesmo Conteúdo e aí te
te dá uma penalidade por isso, né? muito na frente, né? >> É, é, é porque eles, na verdade, eles fizeram a funcionalidade de real e eles não tinham esse filtro. Então, muita gente sacou isso, falou: "Nossa, eu posso pegar então todos os meus conteúdos e postar como teste, porque ele não vai aparecer para quem já me segue, só vai aparecer para quem não me segue". >> E aí o Instagram começou a ser inundado De conteúdos repetidos. >> Olha isso. >> Aí os caras começaram a cortar, entendi. Asinha da galera. >> Sim. Você falou um tema
interessante que é uma polêmica, né? Sobre o horário de postagem. Uhum. >> Muita gente acredita que precisa ser naquele horário, né, do do jornal, da novela, enfim, que é o horário nobre, né, da TV. >> Que que você diria? O algoritmo tá Tentando fazer com que não seja, mas na prática, Rafael, como funciona? O que acontece? >> É, hoje os dados da Opinion Box, que é uma um instituto brasileiro, né? Eles soltaram recentemente, inclusive, a pesquisa do panorama do Instagram no Brasil e tal. Todos os anos eles soltam, né? >> Uhum. E uma das perguntas
é qual é o qual é o principal horário que você acessa Instagram? E aí você vai ver lá Então no resultado da pesquisa que você tem três grandes horários de pico >> sim, >> onde os brasileiros mais usam, né? entre 8 horas da manhã, entre 8 e 9, depois ali 2 da tarde, 1 e 2 da tarde e depois lá o 7, 8 da noite e vai parar ali pel por volta das 10 da noite. Você provavelmente olharia ali e falar: "Pô, vou postar quando tem mais gente", né? >> Uhum. >> Porque aparentemente faz sentido.
>> Sim. >> Vou postar quando tem mais gente, só que aí eu vou te dar algo, as a lógica por trás do por você não deveria fazer isso. Imagina só. Então, que a gente saísse às 5:30, 6 horas da tarde na Berrini. Estamos em São Paulo, para quem não sabe, estamos em São Paulo. Berrin é um do uma das avenidas assim mais congestionadas de São Paulo e 5:30 da tarde, hora de rush. Imagina todo mundo saindo ao mesmo tempo, 5:30 da tarde Lá na Berrine. >> É insatisfação completa. >> Primeiro, ninguém vai conseguir andar. >>
Aham. Só vai passar um carro por vez e vai ser aquele trânsito lento, ou seja, é mais competitivo, certo? Eu não consigo chegar em casa mais rápido, chegar onde eu quero chegar mais rápido porque até todo mundo saindo ao mesmo tempo. >> Sim. >> A mesma o mesma o mesmo congestionamento Acontece nas redes sociais. Por quê? Porque o Instagram não consegue mostrar tudo que tá todo mundo criando e postando. É muito conteúdo, não é? Então, toda vez que você abre o aplicativo, eles selecionam 500 posts, rankem os 500 posts com base em uma série de
critérios e ele te mostra aqueles 500 post. Então, se você ficar lá para baixo, para baixo, para baixo, para baixo, para baixo, vai chegar uma hora que ele vai esgotar esses 500 e ele Vai carregar mais 500, >> certo? >> Como é que você faz para estar dentro dos 500, então, já que são 500, não são muitos, né? 500. >> Concorda comigo? Se você postar no horário de rush, ou seja, 7 da noite, todo mundo acha que tem que postar 7 da noite, a probabilidade de você estar entre os 500 é bem menor. É bem
menor. Por quê? Porque ele tem mais conteúdo para julgar. >> Uhum. >> E aí dentro desses milhões de conteúdos, ele só vai passar os 500 aqueles que tiverem maior pontuação. >> Lógico. >> Então é mais competitivo, o que significa naturalmente que você tem menos chance. Você é mais competitivo, você tem menos chance. A não ser que vocês se garantem, fala: "Não, meu conteúdo é não, eu vou postar no hé de pic, eu vou passar em primeiro Lugar no vestibular aqui, né?" Putz, mas tem muita variável, né? Para você para você conseguir afirmar isso, né? A
recência que é o lance do tempo, é uma delas, tá? Então, quis, mas que que a gente tem que fazer, então? Bom, assim como no horário de rush, o mais prudente é você sair um pouco antes, né? Pô, você em vez de sair 5:30 da tarde, você conseguir sair umas 4, quatro e pouco, você já não vai pegar tanto trânsito, né? Você se programa e tal, né? Ou você Faz o home office, nem vai, né? Mas o fato é, você pode postar um pouco antes dos horários de pico para ter já essa validação, porque se
você posta um pouco antes e você já recebe sinais sociais positivos, na hora que chegar o horário do Rush, você já tem mais chance, inclusive de estar entre os 500, porque já foi validado. Esse já é o primeiro passo. >> Boa, boa. >> Mas não existe um horário global que é Melhor, que que é o pouco antes, então é 6 da tarde para todo mundo, não. Aí você tem que entender e fazer testes científicos. o melhor horário para você. Como é que você faz isso, né? Usando, por exemplo, MLABS, que é a que é a
que é a plataforma no qual fundei. E a a ferramenta, ela tem já hoje um gráfico chamado melhores horários, só que aqueles melhores horários, ele servem para você fazer os seus testes. >> Como assim? >> Pô, se você postar todos os dias por 7 dias consecutivos às 8 da manhã >> Uhum. E na outra semana por 7 dias consecutivos às 9 da manhã e na outra semana meio-dia e na outra semana 7 da noite, você vai ter massa crítica para comparar 7 dias contra 7 dias contra 7 dias e ver qual for o melhor horário,
8, 9, meio-dia ou 7 da noite. >> Não é um dia postei às 8, outro dia Postei meio-dia >> e a sua plataforma entrega qual que é o ano melhor horário pro conteúdo do desse corretor, desse influenciador. Então ele entrega por por vários ângulos, mas o primeiro ângulo é você saber fazer esse seu próprio teste, >> certo? >> Porque mas você tem que ter essa consciência, porque não basta postar um dia às 8, outro dia às 9 e aí postamos aí às 9 e deu certo. Então só Vou postar às 9. Não, porque ainda é
inconclusivo. Você só fez um post às 9 da manhã, você não tem massa crítica, >> testou outras iniciativas, né, outros horários. >> Você não testou 9 da manhã por 7 dias, 8 da manhã por 7 dias. >> Você tem que gerar dados, né? >> Porque é o seguinte, né? Vamos supor que você fez um posts às 9 da manhã e deu certo. Talvez ele daria certo também às 10, também a meio-dia, também às 7, Porque ele é uma exceção, >> depende do horário, ele seria bom. >> E por isso que a gente tem que fazer
>> por s dias pra gente eliminar as exceções e se basear mais na média e não nas exceções. >> Boa. >> Aí você, putz, agora cheguei à conclusão então que o meu melhor horário é às 9. Por quê? Porque eu postei e as pessoas reagiram mais às 9. Então, não é necessariamente o horário em que elas Estão mais presentes, mas o horário em que elas estão mais dispostas a interagir com conteúdo. E aí, pô, se eu fiz um res de 2 minutos, é muito mais provável que as pessoas interajam com reels no horário em que
elas estão em casa, no horário que elas estão mais relaxadas, do que no horário que ela tá no trabalho, na correria. Concorda? >> Sim. porque ela não vai assistir um Re 2 minutos e ficar lá interagindo. Então, Pensando também nisso, você pode entender o comportamento do seu público, em que momento que ele tá mais relaxado, em que momento ele tá mais no horário de trabalho. Então, até mesmo o formato pode fazer diferença pensando nos horários que vai publicar. Se eu for publicar reals, talvez eu publicaria mais no final do dia. Se for publicar carrossel, imagem,
posso publicar mais logo cedo. Uhum. no stories, mas logo cedo que é mais rápido de consumir. E aí Eu tenho um novidade, né? Então, na Emilabs, além do seu próprio teste, agora a gente introduziu uma inteligência artificial que analisa os seus dados históricos. >> Boa, >> analisa os seus concorrentes. >> Que legal, cara. >> E analisa o seu mercado. Então assim, pô, a o perfil é de corretor de imóvel. Eu vou analisar os perfis de corretores de móveis, não só os seus concorrentes, Porque o concorrente você declara na Milabs, né? Esse fulano, ciclano e tal,
meu concorrente. E a gente vai então capturar dados dos seus concorrentes e e ver que horário que eles publicaram e que deram mais certo. >> Muito interessante. >> Então, a gente faz os a gente faz esses três essas três dimensões agora. Então, ou olha o seu histórico, suas concorrentes, o seu mercado para se te sugerir os horários, porque agora eu Tenho dados de vários ângulos para falar: "Olha, pelos dados todos que a gente analisou, o horário tal foi o horário que foi melhor". >> Então, testem aí, depois vocês vão ver. >> Boa, né? interessantíssimo, né?
Quero ver essa funcionalidade rodando. >> Eh, deixa eu te perguntar, você falou eh algum conteúdo seu sobre a importância de estar olhando também para outras redes, né? Você acha que é um problema hoje o influenciador corretor ele ficar Dependendo de uma única rede, de uma única rede social? Não vou falar que é um problema, mas é uma é um desperdício de oportunidades, né? Então assim, o seu potencial comprador não tá só no Instagram, não é? >> Ele também está usando TikTok, também tá usando LinkedIn, também tá usando YouTube. Mas se a gente fosse olhar para
modo geral, >> é YouTube, TikTok, LinkedIn. >> Sim, chances três. >> Facebook, beleza, ainda há vida no Facebook? Certamente ainda há algum tipo de vida no Facebook, mas é a plataforma que vem perdendo mais usuário no Brasil. Só para você ter uma dimensão, o LinkedIn no Brasil já tem mais usuários que Facebook no Brasil. >> Nossa, é forte esse, né, hein? >> O LinkedIn já tá chegando a 90 milhões de usuários brasileiros e o Facebook tá Perdendo ano a ano milhões de usuários, milhões de usuários ativos, né? Já teve um dia 120 milhões de usuários
brasileiros, hoje tem menos de 90. Caramba, >> é, é uma das únicas plataformas que perde o usuário no Brasil. Todas as outras, tipo Pinterest e o Ex, fica meio que estável ali. O Ex também perde um pouco, fica ali meio que estável. As que crescem é LinkedIn, TikTok e o YouTube ele não cresce porque ele já É o maior. YouTube já é maior do que do que todos. >> O YouTube é o maior que todos. >> YouTube é a maior plataforma social do Brasil e negligenciada pela grande maioria. Muita gente nem olha para ele. >>
E por quê? Porque o YouTube é a única plataforma de mídias sociais em que você assiste também na televisão. Então, a taxa de penetração do YouTube é alta por causa disso. >> É, os nossos vídeos aqui. Então, eh, 40% Do nosso público assiste em TV. >> Existe TV, Smart TV. >> Exato. >> E aí você tem então uma penetração muito maior, inclusive você atinge mais de uma pessoa porque tá na sala, né? Então você tem um ponto ali do YouTube >> que é único. >> Verdade. Sempre impacta outras pessoas, né? Que >> por isso que
o Instagram tá começando a fazer testes de de de criar aplicativos Para Smart TV para ver se as pessoas passam a assistir na televisão. Só que ninguém cria conteúdo na horizontal, né? Para Instagram. Então a experiência de ver um res na televisão não vai ser tão boa quanto no caso do YouTube. Mas o ponto é o YouTube tem em primeiro lugar, Instagram tem em segundo lugar, TikTok vem em terceiro lugar. TikTok tá com 131 milhões de usuários brasileiros, sendo que o Instagram tá com 100, quase 150. Então não tá tão longe >> para alguém simplesmente
virar e afirmar: "Mas meu público não tá no TikTok". Aí eu falo: "1 milhões de usuários brasileiros". A diferença então, tipo, de 20 milhões entre TikTok e Instagram, qual, quem são esses 20 milhões? É a galera mais velha, >> é Baby Boomer, geração X. Sim, >> não é o resto. O resto já já se cadastrou, já us talvez não esteja usando diariamente o TikTok, tudo bem, mas já tá lá, já se cadastrou, né? já de Alguma forma uso de vez em quando. Aí o que eu posso te dizer é o seguinte: você prefere estar onde
as pessoas estão majoritariamente, tipo todo mundo, ah, tô lá no no Instagram, ou você prefere passar o ou criar, né, conteúdo e estar presente diante as pessoas, passam mais tempo? Porque nesse ângulo de passar mais tempo, o TikTok tá em primeiro lugar, entendeu? >> As pessoas passam quase 30 horas por mês No TikTok. Quase 30 horas por mês. >> Brasileiro, hein? Que número, hein? Quase 30 horas por mês. Definitivamente tá alguém que não tá trabalhando. Não tem muito a gente tá trabalhando. >> 30 horas. E assim, tá? Cada sessão que você entra no TikTok, você
fica muito tempo sem perceber. >> Sim. >> Porque o algoritmo do TikTok é muito bom em te entregar aquilo que te interessa. >> É, é viciante, né? >> Inclusive, ele tem aquela funcionalidade incrível que é a a moça lá com olhando o celular falando que já deu uma hora que você tá ali dando scroll, tá na hora de parar, né? Não é? Então aí o Instagram também tá implementando um monte de coisa, copiando TikTok, né? Mas o fato é, gente, existe vida fora do Instagram, né? >> E tem muita gente TikTok passando mais tempo no
TikTok. Hoje em dia a gente vê o fenômeno do TikTok Shop no Brasil, >> não? Esse é um fenômeno gigantesco. >> É um fenômeno gigantesco. Claro que não dá para vender imóvel ainda pelo TikTok Shop, mas temos vários casos sucesso de corretores no TikTok que são melhores no TikTok do que em qualquer outra plataforma, né? Olha isso, >> né? Então assim, acho que é um é um bom exemplo. Então, estar presente em mais de uma plataforma significa você ter mais oportunidades, >> porque 77% dos usuários brasileiros de De internet, né, não nem de mídias sociais,
usam as mídias sociais para procurar informações sobre produto, serviço, imóveis e tal antes de tomar uma decisão. Nós estávamos falando aqui nos bastidores que você falou que é um assído comprador de de qualquer coisa no mercado >> compra online no Mercado Livre até você citou e o TikTok se tornou uma ferramenta incrível de pesquisa, de review de produtos, né? >> Sim. E e imóveis também. >> Imóveis também, com certeza. E assim, se 77% do do dos usuários de internet brasileiro estão procurando informações nas redes sociais, isso significa que 77% das suas vendas em potencial dependem
de você aparecer nos resultados dessas buscas. Olha, então, se eu estou buscando TikTok e você não tá no TikTok, você já tá perdendo essa oportunidade. Se eu estou buscando no YouTube, você Não tá no YouTube, já perdeu a oportunidade. Se eu estou buscando no Google e você não tá no YouTube, é, >> você tá perdendo a oportunidade, porque o o Google ele indexa o YouTube em primeira inst foco, né? >> Ah, eu só tô no Instagram. Beleza. Você vai então pegar um pedaço dessa oportunidade. Mas tem muita gente pesquisando inclusive no chat apt, né? pesquisando
e fazendo perguntas no chat apt. E o chat aptido com base em algumas Fontes. Você é uma dessas fontes. E o agora a Samsung lançou aí o o novo o novo celular, né, com perplexity, né? Não sei se todo mundo aqui já usou Perplexity, é uma IA, >> não >> é uma IA de busca também e tal >> e que vai est agora basicamente substituindo o BXP lá da da Samsung e tal, né? Perplexity é fantástico. Você tá você tá aparecendo os resultados de buscas da IAR? né? Então, por quê? Porque as pessoas estão cada
vez mais buscando também. >> Por exemplo, eu mesmo já fiz vários desses testes, né? Ah, se hashtags ainda funcionam no Instagram? Aí você vai ver que vai aparecer em primeiro lugar conteúdo meu tanto no Google quanto no na aba de vídeos curtos do Google. >> Que legal. >> Com vídeos do Instagram, do TikTok, do YouTube. >> E se você perguntar no chat apt, ele vai Me usar também como fonte. >> Você vai ver, ah, mas da onde que vem essa fonte? Ah, vendo um vídeo do Kiso no Instagram. >> Aham. Então assim, eu sou descoberto
e tem um alcance incremental, porque eu estou presente em várias plataformas, o que me torna mais conhecido, que me torna mais plausível para ser a resposta do chatt. >> Porque o chat apt ele coloca como resposta, >> não é só sobre indexação se, né, tipo, ah, tem um blog que tá falando do Kiso, ele olha muito pela pelo reconhecimento daquela pessoa, tipo quanto que aquela pessoa é reconhecida naquele mercado, né? Por isso que o trabalho de assessoria de imprensa começa a ficar mais em alta, porque se eu tenho mais reconhecimento em vários sites, imprensa e
também redes sociais, eu tenho mais chance de aparecer no resultado das das lico. >> Então se eu estou presente no TikTok, no YouTube, no Instagram, eu fiz meu próprio trabalho de piar de alguma forma de relações públicas, de ser mais reconhecido, né? >> Sim. Sim. >> Então funciona bem. Então assim, é isso, gente. Você pode ter presença em mais de uma plataforma com o mesmo conteúdo para começar, para não perder as oportunidades. já fiz um reals, coloca no TikTok, coloca no shorts, por Que não? >> Uhum. Não dá trabalho nenhum. Pela MLABS você só dá
um clique assim, ó. TikTok Reels e e Facebook Reels e Shorts. Coloca a mesma mídia, ele vai subir para você nas quatro plataformas sem você precisar ficar perambulando, né? formato, >> gritando e tal. Então isso é muito fácil, né? Cha mão na roda gigantesca, hein? Quis. >> Mas é óbvio, né, que o mundo ideal você Tem que ter um conteúdo pensado para cada plataforma no mundo ideal. Mas cara, para começar, para não perder oportunidades, eu postaria a mesma coisa. >> Você já pode pensar num conteúdo também cross media, né? >> Sim. >> Que ele se
comporte bem. É, a minha recomendação nessa nessa estratégia multicanais é que você observe, né, qual é o formato que eu posso postar que não Vai ter sobreposição e é o mesmo formato, tipo vídeo curto. Dificilmente a pessoa que viu seu vídeo curto no reals vai ser a mesma pessoa que vai ver seu vídeo curto no TikTok. Não, você vai você vai alcançar uma pessoa lá, uma pessoa aqui, né, diferente, mas é o mesmo vídeo, então eu posso reutilizar. Então, vídeos curtos eu posso reutilizar. Só que qual é o formato? em que em que só existe
naquele canal >> e que aí sim seria um um conteúdo nativo Daquele canal. >> Por exemplo, no YouTube é o vídeo na horizontal mais longo. >> Sim. >> Ele é o formato nativo do YouTube. No LinkedIn é o newsletter do LinkedIn. É a enquete no LinkedIn. Você tem um formato enquete no LinkedIn. Ah, no Instagram é o stories, né? Stories. É, apesar de ter stories no TikTok, nunca pegou. No LinkedIn testaram e abandonaram, não pegou. Então Ele se tornou quase que o formato único próprio Instagram, né, o stories. Então assim, stories eu faço lá, não
faço mais nenhum lugar, mas eu faço lá. >> Uhum. >> E no caso do TikTok, as lives no TikTok estão pegando, >> tão pegando >> porque o próprio algoritmo mostra lives e ele vira, ele se torna um conteúdo de descoberta. Ah, e você pode justamente entrar numa live e trocar, né, todas as Lives. Isso e isso é uma funcionalidade que não tem no Instagram, né? >> Então, e e é interessante, né, essa história de live, porque você pode fazer live mostrando o imóvel e tal, e as pessoas vão reagindo e vão perguntando. É claro que
não vai atrair tanto público qualificado com uma live dessa, porque o próprio TikTok ele tende a recomendar a live e aí vai entrar um monte de gente nada a ver essa live, né? Eu recomendo usar lives mais como um formato de Evento programado. Então, supondo assim, eu não vou abrir uma live qualquer mesmo no Instagram, tá? Do nada abrir uma live, vai entrar muito curioso para saber o que eu tô falando e aí se ele entrar no meio da live, ele nem sabe exatamente tudo o que que é, ele sai. Então você tem muita entrada
e saída. Eu geralmente faço uma live como um evento, fala: "Ó, turma, tal dia, tal hora, eu vou falar sobre esse assunto e tal, tal, tal, marca na agenda, um lembrete tal, Não sei no mês antes, não sei quanto tempo, mas aí não 100%, mas assim, quem estiver na live sabe do que se trata, foi lá porque realmente já é um público mais qualificado para aquilo >> e você vai ter uma retenção maior na live, né, e a qualificação gera mais conversão. Sim. Então é isso. Então é isso, né? Pensa no formato único de cada
canal e o resto, cara, pode reutilizar. Já um bom começo para você tá presente Mais de uma plataforma. >> Legal. Legal. Quiso, tem uma pergunta de uma de uma seguidora nossa, ela fala o seguinte: "Em um dos nossos episódios, ela vouar a questão de como se atualizar com informações confiáveis sobre marketing digital. >> É, hoje em dia as plataformas mudam o tempo todo, né? é muito dinâmico, então essa preocupação de como se manter atualizado, né? Bom, primeiro me siga aí porque o que é o mais fácil é é trazer Dados e a e as novidades
das plataformas >> toda semana, né? Um conteúdo muito intenso, muito profundo. >> E por que e por que, Claro que eu tô falando de mim mesmo, mas assim, é porque que eu sou uma das principais fontes para isso, justamente porque eu tenho MLABS e por ter a MLabs, nós somos parceiros dessas plataformas. Eu tenho acesso direto a essas plataformas, só para ter uma dimensão. Não sei quando esse episódio vai no ar, mas enfim, Daqui a alguns dias >> vai sábado. >> Vai sábado. >> Então beleza. Então semana que vem, para quem tá assistindo, saiba então
que você tá assistindo exatamente na semana que eu estarei em Nova York >> junto com o time do LinkedIn para discutir o roadm produtos do LinkedIn pro resto do ano junto junto com o time de engenharia, né, e tudo mais. >> Você tem acesso exclusivo, como é que o Algoritmo na prática funciona? Eu vou ter duas reuniões lá, uma só para B2B, outra só para entender resultados de negócios dentro do LinkedIn e tal. O ano passado eu estive também em Nova York junto com o time da meta, mais ou menos a mesma a mesma o
mesmo contexto, né, para falar sobre roadmap de produto, para falar porque eles a porque a Labs é uma das cinco maiores plataformas do mundo, parceiras da meta do LinkedIn, dessa turma toda. Inclusive foi o Primeiro a ser escolhido pelo TikTok para ter integração com TikTok no Brasil, né? >> Que legal. É, Leves é líder de mercado, né, na América Latina. Então assim, a gente tem esse poder de barganha, vamos dizer assim, >> sim, >> de de ter muito fluxo, muito volume e tal. Então eles gostam da nossa opinião porque a gente também tem muito cliente,
né? Quando eles querem testar, por Exemplo, threads, quando foi lançado trads, eles lançaram com a gente no Brasil. Então assim, eles lançaram trads, eles pediram pra gente integrar o trads muito rapidamente na porque a gente tem uma capacidade de colocar muitas empresas usando trads, porque com um único toque a pessoa publica no Instagram e no trads, então ele já consegue criar um fluxo, né, de de tal. Então, só para dar um para dar um exemplo. >> Então, eu sempre tô ali junto com os times de engenharia da Meta, do TikTok, do LinkedIn, né? Por exemplo,
o TikTok World que teve o TikTok World é o maior evento do TikTok, né? e teve pela primeira vez em São Paulo ano passado. Não, nunca nunca havia sido no Brasil, tal, teve primeira vez em São Paulo. E a gente foi o único a conseguir gravar um podcast com o diretor comercial para falar do TikTok Shop antes do lançamento. >> Uau, que legal. >> Ninguém da imprensa, inclusive tinha tinha conseguido essa essa liberdade essa exclusiva e tal. E a gente tem um podcast também, né, que é o Papo Social Media, fiz um convite, um convite
para todo mundo aqui, chama Papo Social Media Mabs. >> Ele é focado em social media e a gente deu essa exclusiva, a gente entrevistou lá o diretor comercial de o é o R de vendas, né, do da Bite Dance e tal no no País. >> E aí eu fui eu que entrevistei ele, né, perguntando sobre que que era o TikTok Shop, como é que funcionaria, o que que daria para fazer e tal, antes da coisa começar, né? Então, só para vocês terem uma dimensão, então, para ficar antenado na na nessa história toda de mídias sociais,
não deixe de me seguir, >> seguir MLabs. Todo ano eu faço um workshop de tendências, então também é sempre mais ou menos em setembro, Novembro. Então fiquem antenados lá, porque eu sempre trago essas novidades e e uma vez por ano eu faço esse compilado três dias só falando das principais tendências pro ano seguinte, né? E aí, para quem for um pouco mais nerd, segue os blogs de engenharia dessas plataformas, porque ali sai saem muitos artigos. Vou citar um só daqui a pouco para todo mundo saber, né, que que é importante saber. Segue, por exemplo, o
R do Instagram, Que é o Adamérie. Você pode seguir. Então, você tem os >> o conceito dos alfas e betas, né, em termos de de influência pr pra atualização. Quem são os alfas? é um engenheiro. Uhum. >> Porque ele que tá criando alguma coisa e ele tá escrevendo um artigo científico no Blog de engenharia. E aí, por isso que eu falo pra Nerd, porque se você sabe ler o que ele tá escrevendo, você já consegue entender o Que que tá por vir aí. >> Sai muito na frente. >> Esses são os alfas. Esse cara não
tem seguidor no Instagram. Esse cara não tem seguidor nas mídias sociais. Ele é o engenheiro da, >> né? Ele não é o cara, inclusive, ele nem é um cara muito sociável. >> Ele não vai te respondendo no direct, >> não vai. E você tem os betas. Quem? Quem são os betas? O Adamsério é um beta. Por quê? Porque ele, apesar >> dele trabalhar dentro do Instagram e tudo mais e tomar as decisões, ele não é quem tá criando o negócio de fato lá, né? >> Uhum. >> E ele tá meio que ele é quase que
o último a falar, concorda? >> Porque ele também não pode sair falando, né? Então ele só vai falar quando lançaram uma nova funcionalidade e aí fala pro público todo. E você tem o o o aí você tem uma terceira camada que é Tipo eu ou algum outro que tá ali noticiando aquilo que que o Adamseri falou, dando a nossa visão, a nossa experiência, a nossa coisa e tal, né, sobre aquilo que tá acontecendo. E muitas vezes eu sou beta. >> Ah, >> porque muitas vezes eu consumo do alfa e eu falo pelo alfa. >> Sim.
que tá por vir. >> Sim. >> Antes mesmo, às vezes do Adam série, né? >> Aham. >> Porque a gente já tem, já tá testando coisas, porque a gente já tá testando DN Labs, na integração e tal, né? É igual o teste de Rels. Teste de RS a gente tá, a gente lançou Dendem Labs, né? Então assim, a gente já sabia, é que muitas coisas eu não posso falar porque a gente assina também um dia com eles, né? Mas eu já sabia, hoje já posso falar, mas a gente já sabia do Tests antes do Test
Rear no aplicativo do Instagram, a gente Já sabia que tava que ia acontecer isso, né? Eles chamaram a gente para ser os os testers dessa funcionalidade, né, muito antes deles sair no aplicativo. >> Então a gente tá sabendo também muita coisa, né? Então vou vou citar o artigo que eu falei, né? Então, no Blog de engenharia da Meta, eles lançaram um artigo em janeiro agora de 2026 falando sobre o alteração do ranking no algoritmo para distribuição de conteúdo, Em que eles estão deixando de olhar só para sinais de popularidade, como likes, comentários, salvamentos, compartilhamentos, retenção,
e passando a olhar para sinais de humanidade >> para ver se aquele post ele é relevante de fato para aquela pessoa que tava vendo. Porque nas nos indicadores de popularidade eles estão inferindo que aquilo é relevante para você. Mas vamos supor que apareceu uma um um vídeo de um acidente. >> Uhum. >> Você ficou vendo porque é é quase que humanamente impossível você não ter a curiosidade para saber o que aconteceu. >> Mesmo que você não goste >> mesmo que não seja relevante para você, >> você fica, >> você fica impactado, né? >> E aí
dá um sinal de popularidade. Fala: "Nossa, a retenção é alta e tal, não sei o quê". Mas não necessariamente era relevante para você, >> né? Aí tem muitas dessas coisas, dessas baboseiras que acontecem aí, que você acaba prestando atenção por curiosidade, não necessariamente relevante. >> Sim. >> E eles passaram a perguntar diretamente, deve ter aparecido já para você embaixo de um post, >> isso é interessante para você ou sim ou não, né? >> Sim. >> E aí você responde. Então eles passaram Agora a perguntar diretamente e eles estão pegando essa informação para poder agora rankear
o conteúdo. Uhum. >> E o que que significa isso na prática para todo mundo? Que 2026 é o ano da autenticidade da no Instagram. Olha, porque eles estão agora olhando para sinais de humanidade. Será que o seu conteúdo de fato ele é relevante para as pessoas? O que significa que ele é autêntico, ele é feito por uma pessoa, você trouxe a sua visão, sua opinião, Sua experiência. Você não tá copiando o conteúdo de alguém simplesmente, né? Ou ou fez um conteúdo inteiramente com Iá, em que nem aparece alguém e que não tem opinião, não tem
vivência e não tem nada. você só tá inundando as redes sociais de conteúdo raso, simples, né, que não agrega nada, né? Então eles estão começando olhar isso porque na hora que a pessoa responde: "Não, isso me interessa". Invariavelmente quando a pessoa fala que aquilo te Interessa, que aquilo é porque você viu um post, por exemplo, meu e era uma pessoa e era uma autoridade e tava mostrando uma opinião forte sobre aquele assunto. Você falou: "Cara, isso me interessa, isso é relevante, você compartilha mais, você acaba comentando mais. Os comentários são parte do do mecanismo de
autenticidade. Eles estão olhando, então, não só para os os indicadores do post em si, mas eles estão cada vez mais olhando. No artigo Mostra isso, quem é que está que tá postando. Então assim, quem que fez esse post? Bom, foi o Rafael Quis. Quem é o Rafael Quiz? Ah, ele é mais relevante na rede do que o outro o outro ciclano que fez um post. Então eu vou começar a mostrar mais os posts do Rafael por conta dessa relevância dele dentro da rede. Para você ser relevante você tem que ser autêntico. >> Autente. >> Você
não consegue ser relevante dentro Da rede copiando conteúdo que já existe. >> Sim. Sim. >> Sabe aqueles conteúdos assim, cinco dicas de aplicativo para você, sei lá, ser mais produtivo com inteligência artificial. Aí alguém viu aquele vídeo e falou: "Nossa, esse vídeo bombou". Ela copiou o roteiro e fez igualzinho. Cinco dicas de aplicativos já para esse tom, é, para aumentar sua produtividade. Só que essa pessoa, ela nem testou esses aplicativos, ela nem se cadastrou nesses Aplicativos, mas ela tá fazendo mesmo assim porque deu certo pro outro, >> só tá olhando visualizações. >> Verdade. >> Quantos
conteúdos não existem como esse? >> É, muitos. Então, a pessoa não trouxe a vivência dela. Seria muito melhor nesse caso, nessa situação do tipo, eu testei cinco aplicativos de A e elegir o melhor e eu vou te dizer qual é o melhor. Olha como é que muda, porque agora a minha experiência, a minha vivência sobre a Criação, seu nome, né? Seu nome tem jogo ali, né? Uma opinião, né? >> É uma opinião de fato, >> ou seja, é mais autêntico. >> E aí é isso que eles vão começar a tentar medir cada vez mais para
poder recomendar no algoritmo, entendeu? >> Legal. Isso tava escrito em no blog engenharier da meta. >> É, exatamente. >> E aí que eu falo, eu antecipei isso para todo mundo, porque quando eu >> li isso e tal e trouxe pra galera, a galera já consegue se antecipar e falar: "Pô, então direção agora é fazer conteúdo mais autêntico." Boa, né? Vamos um exemplo. >> Sim. Não. Perfeito. Muito bom. Sigam Rafael Quiso, pessoal. >> É. É. H, que que você pode contar sobre a história da construção desse esse livro aqui que é pra gente ele é uma
base lá na DW >> sobre marketing. Muitas das estratégias que nós utilizamos a gente bebe nessa fonte aqui. >> Que legal. Ficou honrado com isso. Esse livro, para quem não sabe, levou 20 anos para ser escrito. >> 20 anos, Rafael. Não que eu estivesse escrevendo o livro por 20 anos, mas tudo que tem nesse livro é o acumulado de experiência de 20 anos, né? Porque eu tô nesse mercado há bastante tempo. Eu comecei Como como empreendedor nesse ambiente digital em 1999,99. >> É, então eu peguei todas as fases da internet, a primeira fase das bolhas
da das poncoms, né? Depois dos e-commerces, na época do KD, da venda do KD, >> web 2.0 e depois influenciadores digitais. redes sociais e tal, né? Em todas essas fases, principalmente na na década ali de 2000, né? 2000 até 2010. >> Uhum. >> Eu tive uma agência digitalum. >> Então, ela começa como uma fábrica de software digital já, né? Onde um dos nossos maiores clientes no começo foi o Banco Itaú, onde a gente ajudou a desenvolver o Itaú Banklines. Precisa ver lá lá no 2000, 99, 2000, 2001. >> Depois os portais da Globo, Globo da
afiliadas da Globo, Globo, tá? sistema de de desenvolvimento de conteúdo. Então, a gente era muito bom em exatas, né, em programação para desenvolvimento de sistemas para a web. >> Uhum. >> E aí, ao longo de 2005 para 2007, a gente lançou a nossa própria agência digital. A gente pivotou aquele negócio de fábrica de software para ser uma agência digital. >> Foi no momento onde nasceram várias agências digitais, porque a gente só tinha as agências tradicionais, né? E as agências tradicionais tinham o quê? Um departamento de digital. Era sempre assim, né? E aí nasceram as agências
100% digitais, especializadas nisso. A gente era uma delas. E a gente começa, como era o nome, desculpa, >> Focus Networks, >> certo? >> E a gente começa então a ganhar bastante cliente nesse nessa área. A gente passa a competir com grandes agências naquela naquele naquela época e ganhar as concorrências dessas grandes agências, né? O que foi surpreendente para muita Gente, por quê? Porque a gente era digital, a gente não era do do tradicional, né? Não tinha vindo da mesma escola com a galera. >> Sim. E é tipo aquela galera que vê de exatas e não
de humanas, entendeu? Geralmente a agência é formada por gente de humanas, né? E a gente era muito mais de exatas. É claro que fizemos a fusão, né? A gente tinha também gente de humanas, mas o fato objetivo é que a gente vivenciou essa transição toda e a Gente testou todos os tipos de táticas possíveis na minha digital de ah de influenciadores assim na época que eram só blogueiros, né? de criação de conteúdo rico, unbound marketing, eh, outbound, marketing de experiência, marketing de influência, tudo que você possa imaginar, porque a gente tava ali no dia a
dia com os clientes, tentando ajudar eles a vender mais, né? A gente que introduziu muitas grandes contas nas redes sociais, na Época, Orcut, Facebook, só para você ter uma ideia, a gente chegou a fazer campanha para Cimentos Cauê no Orcut. Olha, >> a gente a gente foi a primeira marca do mundo, a primeira página do mundo a atingir 1 milhão de seguidores da Tabasco no mundo. >> Cara, >> a gente tinha Tabasco como cliente, a primeira página atingiu 1 milhão de livros desse case. >> É, a gente fez um, a gente fez uma ação para
For Square na época do Tabasco, onde você era, não sei se você lembra do For Square que você virava prefeito das fazer chequin virava prefeito, >> tava chequinho virou um problema, né? A gente fez uma putação de tabasco, né, tal, naquela época em For Square. Então, a gente foi super pioneiro. >> Uhum. >> Em usar e testar muitas coisas. Por isso que eu falo que levou 20 anos, porque Dentro dessa história toda nasce a MLABS dentro dessa agência. >> A MLBS ela nasce dentro dessa agência e depois ela ganha vida, se torna um negócio muito
maior do que a própria agência, né? >> A agência se tornou depois uma consultoria e a MLB se torna um dos uma das maiores empresas de de SAS do Brasil. E a gente passa então a testar muitas das coisas que a gente aplicava lá na agência, a usar, melhor dizendo, Muitas das coisas que a gente aplicava na agência na própria MLBS, o que fez a MLABS em pouquíssimo tempo, mas precisamente em do anos bateu o break even e em 3 anos chegar a 90.000 clientes, entendeu? >> Então assim, aí foi onde eu comecei a, já
era muito solicitado, né? comecei a colocar isso no papel, quais eram de fato as ações que a gente fazia e que sempre davam certo, qual era a metodologia de fato, porque em 2017, só Para vocês saberem também, né, eu fui eleito o melhor profissional de planejamento estratégico digital pela Brad, que é Associação Brasileira dos Agentes Digitais, e foi um voto dos clientes, assim, do mercado, né? E por quê? Porque naquele ano eu tinha mais de 20 clientes que eram líderes de mercado, que se tornaram líderes de mercado e nem todos eles eram líderes de mercado
quando começaram comigo. Então o meu planejamento estratégico ajudou eles a Chegar nesse patamar, né? E aí estamos falando de Pom Puma, Preservativos Prudence, Copenhagen, enfim, grandes marcas brasileiras, internacionais. E aí, cara, ficou muito evidente que a gente tinha uma metodologia na mão, porque é o que a gente aplicava e que funcionava pros clientes, que levavam os clientes à liderança. Assim como MLBS hoje é a maior da América Latina, né? Levou a gente a liderança. E essa metodologia se chama Unbound Marketing. E aí falou: "Putz, eu preciso colocar isso no papel, eu preciso fazer essa metodologia
ser conhecida e as pessoas terem a oportunidade, né, de aplicar essa metodologia pros seus próprios negócios, né, porque eu eu não porque eu não sou agência mais. Então assim, >> sim, sim. >> É, se eu fosse agência, talvez eu guardaria para mim e falar: "Não, você quer essa metodologia, vem ser cliente", né? Mas acho que essa é a minha Devolução pro mercado, né? De fazer com que qualquer negócio possa ter mais resultados hoje no ambiente digital usando essa metodologia. Então, ele não é focado em mídias sociais. Mídias sociais faz parte da metodologia, né? >> Ela
ela a metodologia ela é muito mais focada na espinha dorsal das cinco etapas que a gente falou aqui da jornada. descoberto, consideração, conversão, experiência própria, compartilhada e é focado em transformar O seu cliente em promotor de marca nas mídias sociais, porque é onde a gente tem maior exponencialidade, né? Lógico. Então, você pegando aí metodologia, você vai usar inbound, outbound, marketing de influência, marketing de experiência e para poder ter mais resultados exponenciais. E aí tá aí, virou o livro Unbound Marketing. Essa é a história do livro, por isso que demorou 20 anos >> e é um
belíssimo livro. Inclusive a capa é muito muito criativa. >> É uma capa que você já vê aí que já mostra LTV de cara, né, que é lifetime valance, seja é algo pensado para que você tenha resultados sustentáveis ao longo do tempo, né? Então não estamos falando de funil de vendas e e de ter resultados só a curto prazo e vender pro próximo cliente, né? é muito baseado ali na experiência do consumidor, na experiência do cliente, pela importância que tem as redes sociais. >> Falando em vendas, corretor, presta atenção nisso aqui. Se eu te perguntar hoje
quais são as cidades com maior VGV dentro dos dados da plataforma DW, você saberia me responder de cabeça? Porque quando você sabe aonde o mercado está mais forte, você ajusta argumento, ajusta produto e ajusta foco. E é óbvio, vende com muito mais segurança. Então eu vou abrir aqui um recorte bem direto, com base na nossa inteligência de mercado. Em terceiro lugar com 2.2 Bilhões em VGV, Curitiba, no Paraná. Uma praça sólida, com volume e consistência e que aparece com força quando a gente olha dado a dado. Em segundo lugar, com 2.7 bilhões em VGV, Balneário
Camburu de Santa Catarina, um mercado que virou referência nacional em alto padrão e uma dinâmica de venda muito forte. E agora, em primeiríssimo lugar, a cidade líder com 4.2 bilhões em VGV. Essa eu vou fazer diferente. Em vez de te falar aqui e virar sua curiosidade de ranking, eu Quero te mostrar onde você confirma isso em segundos e já sai de lá com mais um monte de leitura pronta. Isso está disponível direto no nosso BI dentro do Clube Premium DW. E o mais importante não é só nome de cidade. Lá dentro você consegue ver VGV
por cidade e por bairro, número de vendas, tipologia mais vendida, preço por metro quadrado e onde o mercado está girando mais rápido. Ou seja, você para de vender no eu acho e começa a vender com dado clareza e Autoridade. Então se você quer acessar agora o caminho tá simples, link na descrição. Entre pro Clube Premium DW e abra a inteligência de mercado. É uma jornada completa. uma jornada completa, mas pela importância que tem as as redes sociais, você precisa se relacionar com quem já é cliente. Você precisa usar, por exemplo, Instagram para continuar vendendo para
quem já é cliente, para continuar se relacionando com quem é cliente. Então, Por isso que a gente foi muito focado nessa metodologia que é baseada basicamente assim em três momentos, né? Você vamos pensar numa campanha de lançamento de um empreendimento imobiliário. >> Uhum. Toda a campanha bem-sucedida dentro da metodologia, ela tem três fases. O pré-lançamento, lançamento e pós-lançamento. >> O pré-lançamento tem que fazer um Burburinho, eu tenho que fazer aquilo virar já uma conversa. Eu tenho que fazer a galera começar a conversar, gerar uma expectativa, gerar uma curiosidade, começar a criar conteúdo para que as
pessoas comecem a falar sobre aquele assunto. Aí tem o aí tem o lançamento em si. O lançamento tem que ser um evento >> e esse evento também tem que produzir conteúdo, né? Onde você vai usar marketing de influência, Influenciadores, vai usar propaganda, vai usar o que muitos dos recursos que a gente tem hoje. >> E tem o pós-lançamento, que é onde eu preciso falar com quem comprou, por exemplo, o imóvel, né? e fazer com que essas pessoas que compraram passem a criar conteúdo sobre aquele assunto, passem a indicar aquilo. Não é só um depoimento, é
passar a criar conteúdo sobre aquele assunto. >> A prova social, praticamente. >> Prova social. Então vamos falar do antes, né, do pré. Pô, posso criar conteúdo sobre o bairro, posso criar conteúdo sobre tudo que tem no bairro, das escolas, do bairro, dos lugares legais, etc. Posso falar do estilo de vida da galera que mora naquele bairro, enfim, do antes, né? Posso gerar um burburinho dependendo da do projeto, se é um projeto sobre mais calcado na diferenciação de mobilidade urbana, >> que é perto de metrô e tal, tal, tal. Então, eu já posso focar um pouco
mais o assunto para esse para esse caso. Se eu se eu sei que é para pessoas solteiras e que que tem um estilo de vida mais moderno, então também vou entrar em assuntos mais como esse. >> Aí tem o lançamento. Eu posso trazer o influenciador para ficar, sei lá, morando no apartamento por dois dias no decorado. Uhum. >> E mostrando a experiência que é morar no Decorado. >> Então, um exemplo, exercício, né? Enfim, dá para fazer muitas coisas legais hoje e aí depois ano pós ou comprou até receber as chaves, demora um tempo, né? Dá
para fazer muito conteúdo depois de formas de configuração e tal daquele móvel, de decorar aquele imóvel, preocupações você tem que ter, >> falar do sofá, fala, a gente brincou antes. E aí depois que você recebe as chaves, aí é o GC, né, que é o conteúdo Gerado pelo próprio cliente, >> como é que você estimula o seu próprio cliente a contar essa história do dia das chaves e hoje em dia todo mundo quer fazer seu stories, né? Então é muito fácil hoje pro cliente também fazer um stories entrando no apartamento pela primeira vez, né? E
aí você, enquanto corretor, você pode ser o filmaker. Então, se você se especializar até mesmo em como capturar vídeos e e fazer essa edição, você pode contar a história pelo Seu cliente, pro seu cliente postar no perfil dele. >> Caramba, >> você facilita o processo de compartilhamento de conteúdo, né? >> Eu ia pedir para você contar um segredo, né, do mercado imobiliário, mas acho que você entregou uma um belo, >> é um insight bacana, né? gigantesco, >> porque o cliente para ele fazer um vídeo lá do apartamento e fazer, sei lá, um o que a
gente chama de UGC, Primeiro que ele pode não ter essa destreza, essa essa habilidade de se filmar e contar uma boa história. Mas se você enquanto corretor quer sair na frente nesse nesse nessa estratégia, se especializa em como capturar com o celular, com iluminação, tem o microfone já com você para você colocar no cliente. E e fala assim pro cliente, tipo, eu vou te dar de presente um vídeo para você postar nas suas redes sociais, se suas seus familiares vão gostar, vão Interagir e tal. Todo mundo quer isso, cara. Todo mundo quer postar. >> Sim.
Genial, Rafael. Genial, cara. >> Isso aí. Obrigado por tanto, Rafael Kis. Pessoal, foi um prazer ter essa conversa com vocês, a mais. Eu tive uma outra percepção, eu já te sigo nas redes, já li seu livro e tá aqui com você foi >> uma experiência. Obrigado, tá? >> E conrado. Fico feliz com isso. Obrigado, irmã. Valeu, >> pessoal. A gente se vê na próxima semana. Obrigado para quem assistiu esse conteúdo de valor incrível. Valeu, até mais. Valeu,