O pessoal vamos voltando Cadê aqui o negócio tá aqui nossa a lente deu uma ressecada Bom vamos lá então pesso até agora acho que ficou claro essa questão do controle contextual né a gente tava falando disso agora antes da pausa e aí eu trouxe aqui um breve exemplo nem vou necessariamente e eh pedir para alguém responder pra gente poder ir avançando aqui mas a ideia é a Mesma como a gente viu né nos outros treinos naquelas partes práticas que a gente veio fazendo quando a gente fala da essa questão da Dica contextual a quando a
gente tá falando de uma relação que é arbitrária normalmente a gente vai esperar observar uma relação em que ela não é perceptível pelos nossos órgãos dos sentidos a gente aqui por exemplo tem duas bolinhas se eu falo com vocês que essas duas bolinhas tem uma maior Que a outra a esse maior ou menor ou se eu vou reforçar né e e a gente usa essa dica contextual a gente pode criar arbitrariamente uma diferenciação nesse tamanho né e e aqui por exemplo se eu falo que a bolinha vermelha por exemplo é maior que a azul e
que a amarela é menor que a azul mesmo que elas tenham o mesmo tamanho se a gente usar essa dica contextual e reforçar isso de uma maneira consistente a gente pode chegar A um resultado que é bastante previsível né se a gente chegar e falar assim então azul é menor que a vermelha amarela é menor que a Azul eu tô olhando só para relações de menor e maior azul é menor que a vermelha amarela é menor que a Azul a gente consegue facilmente estabelecer uma relação de qual é maior que a outra mesmo que eu
só Ensinei o menor então da mesma forma que a gente tinha lá na equivalência algum tipo de eh de Economia né de economia de ensino Aqui essa economia ela vai chegar a níveis ainda maiores né porque a gente vai ter inúmeros tipos de relações diferentes que podem ser ensinados da na regra como eu expressei para vocês a gente vai ter uma derivação que vai ser mais ou menos assim né mesmo ensinando só que uma é menor que a outra eu posso chegar à conclusão que a vermelha é maior que a azul e que a azul
é maior que amarela tá E isso não diz respeito só a Esse aspecto do relacionar como a Gente vem falando aqui eh eh O que torna alguma alguma relação ambiental importante é que ela tem um significado e geralmente tudo que a gente vai fazer tem significado né eu lembro que uma vez a gente fez um experimento lá no laboratório e assim eu tava usando o número um e o número dois e eu não esperava que esse número um porque era uma replicação de experimento de 92 que eles usaram esse número um e número dois né
Eu não esperava que isso fosse ter um Significado Mas é interessante pensar que na nossa cultura um e dois o um é melhor que o dois né o dois é maior que o um mas geralmente f ficou esse efeito mais de preferência pelo um do que uma ideia de de tamanho de quantidade tá então a essa questão do significado ele também entra aqui se eu falo com vocês por exemplo aí quem quiser pode responder aí no chat se eu falar que eu vou dar eh eh R 90 que a bolinha azul vale R 90 e
se vocês pudessem Escolher Uma das três bolinhas qual que vocês escolheram considerando essa lógica aqui que a gente aprendeu né se Azul Vale 90 Amarelo vai valer quanto a vermelha vai valer quanto isso é um exemplo dessa transformação das funções né se a gente tem algo que é valioso mas a gente vai ter sempre essas coisas sendo comparadas né Hoje em dia as pessoas têm carros joias coisas de luxo a gente compara time de futebol Qual que é melhor qual que é pior a gente compara formações cursos que a gente pode fazer a gente compara
tudo e aqui a ideia que eu tava querendo passar era mais ou menos essa se o azul tem um valor mas o vermelho é maior que o azul Talvez o vermelho vai valer mais vocês entendem isso então esse essa relação que é estabelecida entre os elementos ela vai também quando um desses elementos ou dois ou três tem funções ela vai fazer essa transformação dessas Funções acontecer né então a gente tem aqui né a a a a questão do rraa né E aí só Para retomar isso daqui são três processos definidores né três propriedades assim como
na equivalência Mas vai ser um pouco diferente da equivalência a gente vai ter a implicação mútua né que se a é igual a BB igual a a mas a gente aqui usa esse termo de implicação mútua ao invés de simetria né ela apce bastante com a Simetria a ideia de usar um outro termo é pelo seguinte a simetria ela tem uma conotação de duas coisas que são iguais então quando a gente tá pensando numa que seria só de igualdade a ideia da simetria ela até faz sentido mas aqui a gente tem não só que a
= a b e b igual a a Mas eu posso ter por exemplo que a é diferente de b e B é diferente de a eu posso ter que a é maior que b e B é menor que a vocês entendem que essas relações que a gente tem algumas delas Não são simétricas E aí por isso Eles resolveram alterar o nome disso para implicação mútua né E aí no livro de de 2001 eles fazem umas fórmulas que a gente põe aqui só para assustar o pessoal mas ninguém usa isso hoje em dia tá mas aqui
era uma lógica né que se tem um um contexto relacional que diz que a tá numa relação x com B portanto B vai tá numa relação Y com a y e x podem ser a mesma se for uma coordenação se for uma diferença mas y e x vão ser Diferentes se for uma hierarquia a gente vai falar de cada uma das molduras já já a implicação mútua combinatória ela parece bastante a transitividade naquele sentido de que eu tenho se a tá relacionado a b e B tá relacionado a c a implicação mú combinatória vai ser
uma relação entre a e c e c e a tá eh aqui não a e c porque aqui a gente tá vendo esse treino direto mas em tese se eles não foram treinados a gente poderia até manter também essa ideia aqui a gente Não diferencia transitividade simétrica e transitividade igual na equivalência Então essas duas propriedades parecem bastante propriedades da equivalência Apesar delas ampliarem a possibilidade a partir do momento que a gente não tá falando só dessas relações serem substituíveis Tá certo a gente tá aqui com essa ideia de que inúmeras relações diferentes podem estar acontecendo
e a última propriedade é o que a gente vai chamar de transformação de função e aqui É importante eu a a fazer um adendo para vocês né a gente tira aqui aquela propriedade né se eu tenho a simetria e a transitividade eh eh mais ou menos ali essas propriedades mantidas a gente vai perder aquela que se chamava reflexividade alguém consegue lembrar o que que era reflexividade e talvez até né Vamos chutar mais alto e talvez até dizer por que que ela não faz sentido na fft Por que que ela não está aqui e por que
ela não faz sentido se alguém Lembrar o que que é Já vai falando aí também que ajuda os colegas e a gente faz essa reflexão juntas a transformação de função ela é totalmente diferente ela é essa ideia de que se a é igual a B e B é igual a c se a é positivo B vai ser positivo C vai ser positivo é a ideia da função ser transformada como eu tava falando ali dos r$ 80 como a gente tava falando aquele negócio do Sabor né ah algo tem o mesmo sabor que não sei o
quê e a gente Consegue imaginar esse sabor agora na reflexividade né a gente tinha a simetria que era inversão né se a vai com b b vai com a a transitividade lá na equivalência que se a vai com b e B vai com c a e c e c e a vão ser relações de transitividade e a reflexividade alguém lembra como era até a combinação das as letrinhas já dá uma dica aí pra gente PR eu não tenho certeza mas eu acho que era lembro que eh mostrou o triângulo se eu não me engano e
tinha Setinhas eu acho que era que tava pontilhada eh e era a relação por exemplo de a com C não era uma associação que tinha sido feita diretamente mas eu não tenho certeza é é E se a gente fez a b e c a e c vai ser transitivo não é essa mas foi uma boa tentativa Foi uma boa tentativa ó a gente eu vou vou dar mais uma dica para vocês a gente tem três elementos a b e c né na equivalência né Vamos colocar aqui uma equivalência para Ninguém confundir depois se eu treino
a com b eu tenho B com a isso é simétrico se eu treino B com c eu tenho c com b isso também é simétrico se eu treinei essas duas eu tenho que a com c e c com a isso é transitivo a reflexividade ela é mais simples do que essas alguém lembra o que que é mais simples do que a com b b com c c com a e a com c isso mesmo naara muito bem aqui na leitura labial a gente já viu que você falou a com a né E é isso que
é reflexividade Era uma relação que era controlada pela identidade dos elementos Então eu ia escolher o a que é igual ao a e não o B que era fisicamente diferente tá então relembramos a reflexividade é isso agora sabendo que a reflexividade é por que que ela não faz sentido para rft Vocês conseguem me dizer Lembrando que para rft quando a gente fala de linguagem e aí a a última dica que eu vou dar a linguagem é o rra aa né o rra Aa ô pro tem tem alguma relação com operante generalizado e o fato de
eh adquirir nova respostas pela semelhança mas não pela propriedade física mas a compreensão do conceito isso mesmo é esse daí Bruna não não tanto pelo operante generalizado porque a gente também tem aqui o RR na né que a gente tem lá coisas que podem ser generalizadas e não arbitrário mas é isso mesmo é a questão da arbitrariedade vocês entendem que E aí Eu vou contar aqui uma coisa que eu não contei para vocês ainda mas muito bem Bruna é a questão da arbitrariedade que afeta aqui o nosso o o o uso da reflexividade tá eh
o ponto é o seguinte na equivalência essa relação reflexiva ela foi proposta Como Eu mencionei rapidamente para vocês ah tinham as propriedades da teoria dos conjuntos o sidman deu aquela interpretada falou Pô é igual vou usar Isso só que aí na década de 80 quando ele ia fazer reflexividade né que é o aa é o BB é o CC qualquer estímulo com ele mesmo né quando ele foi fazer isso o que que acontecia as crianças já sabiam as crianças já sabiam como que a criança já sabia se isso daqui era uma propriedade que eu tinha
que aprender relações entre os estímulos Como assim a criança já sabia isso e aí o que que aconteceu na própria equivalência isso foi deixando De ser usado foi mantido como propriedade tá o sidman nunca bancou tirar isso daí agora Se alguém for tirar é outra pessoa porque ele já morreu mas ele nunca tirou mas o fato é que sempre que a gente tava com crianças um pouquinho mais velhas a gente já apresentava ela fazia sem ter sido treinada antes e isso para rft é um problema muito grande que na verdade o que tá acontecendo aqui
é que qualquer pessoa que tenha controle contextual por Uma eh dica contextual relacional de coordenação é capaz de fazer qualquer reflexividade Então essa reflexividade numa visão da rft não tá testando nada né é uma coisa que a gente faz mesmo antes do aprendizado mesmo antes de estabelecer alguma relação com aqueles estímulos então a rft Ela prefere tirar essa propriedade e dá a o destaque a questão da transformação de função que é algo que a equivalência não falava Abertamente tá tem alguns trabalhos com transferência né que era o termo que era usado transferência de função mas
eles nunca a a o próprio sidman outros autores nunca propuseram de incluir isso na definição até o sidman fala sobre isso no livro de 2000 de 2000 de 1994 e ele comenta sobre essa propriedade e que para ele essa lógica das funções ela já tá implícita ali a gente não precisaria ter uma propriedade para olhar para ela né isso ele fala lá No livro de 94 então a grande diferença em termos de propriedades eh vai ser nessa questão de a gente olhar para a a a possibilidade de de T duas que vão ser semelhantes Apesar
de que deu para entender que a variedade na rft é muito maior e o mesmo nome simétrico e transitivo não se encaixa aqui vai ser implicação mútua implicação combinatória por essa variedade de relações por mais que a lógica seja parecida né E a questão da reflexividade Ela cai né e aqui a rft dá o destaque a transformação de função que é quando a partir de relações entre entre estímulos a gente vai ter propriedades que se a é o oposto de b a é positivo B é negativo B É oposto de C se c b é
negativo c é positivo se a É oposto de b e B É oposto de a a vai ser igual a c a e c vão ser positivos e assim por diante a gente tem uma variedade muito maior de como essas relações podem ser derivadas aqui né E aí a última coisa que eu preciso falar Para vocês é sobre essa ideia de moldur né E essa ideia segundo o próprio Reis ela vem do Skinner né que o Skinner quando vai falar de autoc clíticos o pessoal malhando a rft falando Nossa essa ideia é ruim depois ele
fala que a ideia do Skinner aí muda o significado né Skinner é uma dica contextual para o analista do comportamento se a gente fala que foi o Skinner que fez passa fase né então vamos vamos vendo não deveria ser assim quem diz que não Deveria foi o Skinner inclusive e e mas a a ideia da moldura autocrítica é que ele fala né de da aprendizagem de autocríticas que a gente ouve x recebe Y ele tava com uma ideia ainda bastante Inicial mas de que as coisas né os eventos ambientais Eles podiam se organizar mais ou
menos dentro de um padrão e eles iam sendo ali a gente não precisaria aprender tudo mas a gente ia aprendendo a a relacionar alguns eventos né Essa ideia claro que foi só uma inspiração né ah mas a ideia da rft é que a gente tem algo que é como um quadro e a gente vai colocando aí as coisas dentro do quadro né Aí como a gente fala do mão de buda que é uma fruta que ela tem um cheiro diferenciado de perfume que ela é uma fruta chinesa né E aí a ideia de moldura né
é essa ideia de que a a quando a gente emoldura elementos a gente tá estabelecendo uma relação entre eles quando a gente fala Que soria é uma cobra é como se soria e a cobra tivessem numa moldura de coordenação é como se ali a gente fosse igualar as duas né se a gente tem a a o Diogo e o cachorro é como se eles estivessem numa moldura de coordenação tô igualando essas duas coisas é só uma analogia né e aqui a gente pode falar que a gente aprendeu sobre essa fruta né a gente pode ter
aprendido sobre o sabor sobre aonde ela vem né eh deixa eu abaixar a mão aqui da Bruna Senão a Bruna vai ficar com dor na mão eh então ah aí a gente vai ter essa questão do perfume do sabor das características de uma fruta que a gente nunca viu né que se a gente tivesse desenhado essa fruta em Inteligência Artificial podia até ser uma fruta inventada mas como a gente tem o nosso conhecimento organizado verbalmente a gente consegue consegue aplicar esse conhecimento arbitrariamente né Então definindo essa ideia de moldura né a Gente vai saber que
a gente tem tipos diferentes de molduras relacionais Deixa eu só ver se eu coloquei aqui as explicações ou se a gente vai fazer sem as explicações eu coloquei a explicação de todas aqui então tá bom também Cadê vocês Ixe eu não tô achando pera aí cadê ah voltou eh Então a gente vai ter aqui por exemplo a coordenação a oposição a distinção comparação hierarquia molduras temporais molduras espaciais molduras Causais e molduras deicas são nove molduras diferentes que eles propõem lá no livro de 2001 Mas eles deixam claro que eventualmente pessoas podem até e eh desenvolver
outras propostas para molduras ou até outras culturas especialmente podem ter relações que não estão presentes em todas as culturas isso daí pode ser também a a um fenômeno mais pontual eu vou falar de cada uma delas para ficar bem claro para vocês Tá eu vou colocar tudo aqui mas eu não vou Ler tudo não tá A ideia é a seguinte coordenação ela vai envolver especialmente a ideia de igualdade e ela é o tipo mais simples mais fundamental de moldura relacional só que quando a gente pensa na coordenação só como igualdade como algo que é idêntico
a gente já tá errando porque a coordenação ela também vai envolver similaridade semelhança então coisas que são parecidas também podem estar relacionadas por coordenação Tá certo e Aí a a quando eles entendendo que a equivalência de estímulos é o mesmo fenômeno o pessoal da rft falou olha a equivalência pra gente ela é totalmente válida mas ela vai ser encaixada dentro de uma moldura que é a moldura de coordenação Então a gente vai ter essa noção de que a a a equivalência para rft ela é um dos tipos de relação eles valorizam todos os trabalhos que
foram feitos como equivalência como trabalhos potencialmente de rft especialmente Inseridos aí dentro dessa lógica da moldura de coordenação quando a gente nomeia coisas né a gente diz que as coisas tem nome igual isso é um mouse né Eh eh isso também é uma relação de coordenação então nomeação também é coordenação nomear coisas nomear pessoas nomear situações emoções tudo vai ser coordenação também né a gente fala da Coordenação como uma moldura mais simples porque em tese a coordenação ela sequer precisa de uma Dica contextual relacional de ordenação muitas vezes só por a gente apresentar duas coisas
juntas Às vezes a gente vai entender que elas são semelhantes e a gente vai responder dessa maneira e a gente vê isso por exemplo na equivalência a gente consegue treinos em que a gente expõe relaciona reforça as relações e as pessoas entendem Ah isso é igual Mas por que que eu entendo que isso é igual porque essa é uma moldura muito fundamental mesmo né Ela é Bastante básica E aí a gente vai entender que estando nessa base ela é muito provável Esse controle de de coordenação ele é muito muito provável em muitas situações né aí
aqui eu já falei da ausência o copo é similar ao copo é similar a vasilha tá essa questão da similaridade Tá certo oposição é é outra coisa né a ideia da oposição ela vai ter uma semelhança com a similaridade né porque a gente vai ter geralmente dois Elementos em Oposição não vão não vamos ter vários necess ente mas a gente vai entender a oposição como um contínuo né em que eu vou ter esse contínuo em que algo difere de uma outra coisa no mesmo grau nesse contínuo né e a gente quando fala de oposição normalmente
a gente também vai ter uma dimensão né então se eu tô falando por exemplo de aparência né eu tô falando de uma coisa que é bonita ess é oposta de uma coisa feia né E é claro que se eu vejo uma coisa que é Linda eu vou ver que ela é oposta de uma coisa que é horrível né então assim esse grau de intensidade quando a gente fala de oposição ele é importante porque os opostos eles estão nessa ideia hipotética do contínuo e distantes né Eu não vou falar que feio ao contrário de lindo né
não faz sentido pra gente isso não é coerente pra nossa paraa nossa comunidade verbal e como isso tudo é arbitrário né na verdade isso tudo não existe é é é criado pela nossa Cultura Né existe hoje né mas eh eh é uma coisa a arbitrária nesse sentido a gente não vai achar uma lógica nisso só não vai fazer sentido pra gente tá não vai fazer sentido igual Se eu pegar por exemplo velocidade eu posso pegar lento e rápido como opostos mas se eu tiver alguma algum adjetivo que fosse extremamente lento né eu eu não vou
comparar ele com rápido eu teria que achar algo que é extremamente rápido porque a gente tem essa igualdade a gente vai falar disso De tamanho também né Tem pequeno e grande Pequeno e Grande São opostos também só que se eu tenho uma coisa que é imensa eu não vou falar que imenso é o contrário de pequeno não imenso vai ser o contrário de minúsculo por exemplo E aí vai né aí a gente na nossa linguagem não existem limites a gente vai colocando palavras e eu tenho certeza que tem palavras também que às vezes a gente
nem usa muito no nosso vocabulário que poderiam ser colocadas aqui como Oposições né a a oposições que a gente vê são totalmente arbitrárias e que quando a gente pensa no fazem sentido nenhum é por exemplo dia ser oposto de noite né a gente tem um planeta girando e um sol e aí o planeta gira Às vezes tem luz às vezes não tem luz mas a gente tem uma noção que a presença e ausência de luz são opostos mas não são é igual falar que gato e cachorro É oposto tanta gente tem gato e tem cachorro
eles se dão bem mas nos desenhos animados Parece Que eles vão brigar né e não é assim que acontece né a gente sabe que essa questão não é necessariamente uma questão de oposição distinção é diferença é algo que não é igual né então quando a gente fala de de distinção a gente tá falando de uma ideia de um não Lógico né é de negar alguma coisa então aqui tem um exemplo que eu gosto queer falar que essa água aqui que eu estou bebendo ela não está morna mas ela não está morna Não dá dica nenhuma
para vocês do que ela está Vocês só sabem o que ela não está né então ela não está morna ela pode est muito gelada ela pode estar até congelada né não porque eu tô bebendo mas ela podia estar fervendo fervendo também é diferente de de morno mas é pouco provável né ninguém bebe água fervendo até onde a gente sabe não faria muito bem eh então a ideia da diferença ela é muito difícil de prever o que pode acontecer porque a gente só sabe um não Né um que não é a gente não sabe o que
é então a diferença em alguns pontos ela vai ser entendida como essa oposição da Igualdade né Que diferença seria o outro lado da moeda da coorden que se é igual é igual se não é igual é diferente então tudo que eu erro na coordenação eu tô olhando para essa questão da Igualdade da diferença e eventualmente posso acertar oposição também tem sobreposições aí não se enganem tá mas a distinção por ser mais simples a gente Sempre traz ela para mais cedo na no desenvolvimento ali dos indivíduos né e e de fato as crianças aprendem essa ideia
do não muito cedo só que ela é uma moldura super difícil tem pouquíssimos estudos por causa dessa dificuldade de olhar para ela individualmente né E aí aqui a lógica é a mesma né se a é diferente de b e B é diferente de C C vai ser igual a a né então a gente tem que a algumas molduras né as duas relações de implicação mútua elas vão Dar um sentido que é diferente dos Sentidos eh pontuais ali entre elas né a comparação a gente já falou um pouquinho dela também acho que não precisa estender tanto
mas tudo que envolve comparar tamanho quantidade velocidade até aquela questão da atratividade que a gente da de ser bonito ou feio que a gente tem num contínuo mais simples como pontos e um contínuo de opostos a gente pode ter um contínuo muito mais complexo na comparação em que a gente vai Comparar inúmeros elementos ali entre si né então mais menos melhor pior desde essas compar ações que são assim superlativas como comparações em que a gente tem dois elementos sendo comparados a gente vai ter a comparação Essa é a moldura tá então ah essas relações como
a gente já viu durante aqui as explicações elas podem ser eh não arbitrárias né percebidas fisicamente ou elas podem ser relações também arbitrários que a gente Estabelece Isso numa cultura e a gente falou das marcas né então acho que a comparação é uma das mais fáceis de entender a lógica A Hierarquia pessoal é uma moldura que a gente tem desenvolvido alguns estudos aqui no laboratório sobre hierarquia ela tem uma importância muito grande até paraa questão da prática Clínica viu pessoal Às vezes a gente com uma intervenção baseada em hierarquia a gente consegue avanços assim incríveis
na questão da Clínica tá Eh a moldura hierárquica a gente vai ter uma ideia de que ela vai servir para mostrar organização entre elementos ou eventos e ou entender que H hierarquicamente está relacionado a outra coisa né então por exemplo dizer que bananas são frutas a gente vai ter um conjunto que é hierarquicamente superior que são as frutas e a gente tem um hierarquicamente inferior que são as bananas que ele vai ser o elemento desse conjunto que são as frutas né Se eu Pegar uma banana eh eh e e aí tanto faz né O o
item Ele sempre vai ser menor do que esse conjunto né e e a gente pode fazer isso para várias coisas roupas para frutas para esportes para jogos itens eh eh talheres né Eh louças qualquer coisa que a gente tem a gente consegue fazer uma organização hierárquica Então tudo aquilo que a gente aprende em biologia também de filo classe espécie ordem também vão ser organizações hierárquicas a rft também Considera relações hierárquicas relações de parentesco né então quando a gente fala assim de o pai né ele tem uma relação com o filho né então o pai do
filho e o e o filho é filho do pai agora se eu coloco o pai do pai relacionado com o filho ele já não é um pai mais ele já vira um avô e toda essa hierarquia que ela também não é muito simétrica né sobrinho tio tia isso tudo também na rft vai ser estudado como uma relação hierárquica Tá Certo a gente tem alguns estudos sobre isso que são interessantes e a gente sabe até que por exemplo geralmente a transformação de funções na hierarquia Ela é bem peculiar a gente vai ter que quando são atribuídos
alguma função né alguma caracterí conjuntos a gente vê essa função ser transformada para cada um daqueles elementos presentes naquele conjunto Porém quando a gente tem uma função atribuída a um elemento nem sempre essa característica vai ser Totalmente transformada pro conjunto E aí a gente pode dizer que algumas coisas são assim outras coisas são diferentes né E isso daí também é uma das peculiaridades aí das relações hierárquicas né E aí então se a contém b e B contém C C está contido em B e C também está contido em a né Essa Ideia da hierarquia também
tem esse contém e esse está contido a gente tem relações temporais Tá certo pessoal não sei se tá muito Óbvio para vocês isso mas se tiver Vocês falam aí que a gente dá uma corrida Tá bom a gente tem essas relações temporais que qual que é a ideia da relação temporal ela vai regular as questões de temporalidade né de antes de depois de ontem hoje amanhã depois de amanhã semana que vem tudo isso são relações eh temporais mas a a aí a gente vai organizar isso né porque quando a gente fala de tempo né isso
é uma coisa que a gente reflete às vezes depois o tempo é Uma construção altamente linguística né a gente não tem uma noção muito clara da passagem do tempo a gente cria um calendário a gente cria um relógio a gente marca o tempo né mas assim a própria sensação de passagem de tempo dizem que existe uma passagem de tempo não arbitrária que é uma sensação do agora e que agora acabou de passar para um próximo momento mas essa sensação ela é muito pontual a gente ser capaz de organizar a a o nosso Conhecimento Em décadas
em anos em M em dias em semanas isso é totalmente verbal e também a ideia né infelizmente isso né a ideia de passado e futuro também é totalmente verbal em tese os animais que os organismos animais não humanos né que não possuem comportamento verbal eles vão viver sempre no momento presente né porque o que existe de fato é esse momento presente mas como nós somos seres verbais a gente desenvolveu esse ório a gente consegue não só descrever e Lembrar de um passado como a gente consegue também imaginar um futuro que ainda não aconteceu que pode
ser que nem aconteça e isso afeta o nosso momento presente né O que é interessante é isso pensar no futuro com muita intensidade pode fazer a gente sofrer coisas que agora a gente não vai sofrer lá na frente porque às vezes lá na frente a gente nem lembra que a gente tava imaginando mas essa construção ela é altamente verbal também E aí a rft vai Estudar essas relações temporais eu tenho uma orientando aqui inclusive trabalhando com isso relações espaciais Elas têm uma representação bem mais fácil do que a ideia da da temporalidade aí Fiquem tranquilos
não é uma relação do espaço sideral né É do espaço em cima embaixo do lado dentro Fora à frente atrás à direita à esquerda Essas são as relações espaciais E aí o fato é que a gente pode organizar isso de maneira não arbitrária né eu Posso dizer que o O fone está em cima da minha mão ou está dentro da minha mão e eu tô vendo essa relação Mas a gente pode também fazer isso de maneira arbitrária Posso Dizer para vocês que a casa à direita da minha está vazia ela está para alugar né então
mesmo sem vocês terem vindo aqui visto a minha casa souberem onde eu moro vocês conseguem imaginar uma casa direita daquela que tá vaga né E se alguém viesse aqui procurar a minha casa Sabendo Aonde eu moro poderia dizer Poxa tem uma casa aqui que tá vaga Será que a casa esquerda é a minha casa espacialmente a gente consegue fazer isso pelo nosso comportamento verbal também tem pouquíssimos estudos sobre isso mas pelo nosso comportamento verbal a gente consegue organizar essas coisas e a gente consegue né gerar eh eh produzir a aí relações novas também a partir
disso tá eh a gente tem a condicionalidade e a Causalidade que também são relações muito importantes a quando a gente pensa em clínica tá eh a ideia da condicionalidade é que a gente consegue atribuir causas a eventos de maneira arbitrária né eu posso dizer para vocês hoje que eu estou dando essa aula aqui que eu estou né Falando ISO tudo que eu tô falando com vocês porque eu tô com uma camisa azul e isso em termos causais pode ser uma causa para isso mas a gente sabe honestamente que essa causa não faz Sentido nenhum né
Tem um experimento muito famoso que o cara pede para passar a frente na fila do banco e ele tá com uma calça rosa e aí ele fala e quando ele pede para passar simplesmente é menos provável que as pessoas deixem ele passar mas quando ele pede para passar e diz eu gostaria de passar a sua frente porque eu estou com uma calça rosa Geralmente as pessoas deixam ele passar com mais facilidade por mais que isso não faça sentido Tá mas foi um Experimento é confiável talvez não foi só um duvido que eu muita gente tenha
feito isso mas o fato é que o que que eu tô tentando chamar a atenção dessas relações causais que às vezes parecem fazer pouco sentido o ponto importante aqui é que da mesma maneira que não faz sentido eu falar que eu tô hoje nessa aula porque eu tô com uma camisa azul às vezes não faz sentido a gente se culpar por um comportamento que a gente fez mas a gente se culpa não faz sentido a gente Sofrer por uma coisa errada que fizeram pra gente mas a gente acha que a gente causou aquela situação vocês
entendem e estabelecer uma relação né estabelecer uma rede relacional em que a gente cria uma causa para algo pode trazer muito sofrimento e é por isso que essas relações causais como eu citei anteriormente muitas vezes elas vão ser exploradas em modelos clínicos porque a gente vê essa importância ali de eh eh também conseguir atribuir de uma forma Saudável a responsabilidade pelos eventos aquilo que a gente comentou na aula passada que os espanhóis eles entendem que as coisas quebram que as coisas caem é o vaso que caiu não fui eu que derrubei eu dizer que eu
derrubei eu posso estar atribuindo uma culpa né e a causalidade vai olhar para isso também então assim é uma das molduras também bastante importantes tá E aí se a causa b e B causa C eh c é causado por B e C também Pode ser causado por a por a né e a última moldura é a mais difícil de todas é o que a gente chama de molduras relacionais deí Tá o que que seria a ideia do deí Dio eu vou explicar para vocês talvez a Carol vai falar um pouco mais sobre isso mas tem
textos também sobre isso bem fáceis texos inclusive nosso aqui aqui de casa e aí eu posso passar para vocês se vocês tiverem interesse também tá a ideia da moldura deí É talvez o o pon a ponta do Iceberg dos estudos ali de linguagem de comportamento verbal porque a gente tá falando do que a gente chama de tomada de perspectiva a ideia da tomada de perspectiva é a possibilidade de eu inferir o que os outros estão sentindo né aí por várias razões né a gente pode inferir por causa que eu conheço a pessoa por causa de
alguma expressão facial mas a gente consegue inferir Se as pessoas estão gostando se elas não estão gostando se elas estão incomodadas E a a noção de íd não vai ser só sobre o outro mas a gente consegue pensar sobre o outro porque a gente cria essa noção de eu deí digico né ou self que é essa ideia de que eu sou uma pessoa né que eu eh eh tenho características né a gente cria uma rede relacional sobre quem a gente é e ela vira com muitas aspas aqui essa nossa identidade né mas é claro isso
às vezes é bastante desagradável né Às vezes a gente não gosta do nosso emprego não gosta das Nossas coisas e aí a gente saber E isso também é é muitas vezes um motivo muito grande de questões clínicas né o desenvolvimento das molduras leídas é algo que alguns ah algumas questões né de ambientes disfuncionais violência elas geralmente elas são atrapalhadas aí a pessoa Às vezes tem muitos desafios quando a gente fala em organizar essa ideia do eu e do outro a moldura deí deica Talvez seja mais complexa porque classicamente mente ela É dita ser formada por
três outras molduras interpessoais temporais e espaciais por quê Porque essa noção do eu Existe aqui e agora então a gente tem essa noção do eu aqui e agora que seria essa sensação presente e a gente tem esse eu em relação a uma outra pessoa né a um você a um tu ao voz né a a ou aqui em relação a qualquer outro lugar e o agora em relação a qualquer outro momento a gente coloca naquele momento porque pode ser tanto futuro como pode Ser também passado então uma relação controlada por molduras eh por dicas contextuais
deí estaria inserida aí numa moldura deí poderia ser eu dizer por exemplo que hoje eu estou aqui eh eh fazendo essa aula com vocês e na semana passada estávamos também tendo essa aula aqui né mas na semana que vem não teremos essa aula eu posso pegar esse mesmo eu mas eu comparo meu eu de hoje com o meu eu de quinta-feira passado e o meu eu de quinta-feira que vem então eu Mantive o local a gente tá aqui na aula remotamente no teams infelizmente que eu não gosto muito mas é no teams eh prefiro o
Google Meet mas ah o local eu mantenho mas o momento eu mudo eu passo de quinta-feira passada que é passado para hoje paraa quinta-feira que vem que é futuro então a gente sempre consegue né pensar sobre a gente mesmo sobre o que a gente queria quando a gente tinha 18 anos o que que a gente queria quando a gente eh arrumou o Primeiro emprego eh quando a gente fez o vestibular eh a gente consegue pensar sobre a gente e esse agente que a gente é de Fato paraa rft né essa grande rede relacional é como
se fosse uma narrativa é como se fosse uma história que é a nossa história quando a gente lembra da nossa história e fala da gente para alguém a gente tá exibindo esse comportamento verbal que a rft fala e às vezes eu tô contando uma coisa que de fato aconteceu Às vezes a gente até dá Uma melhorada no que aconteceu porque o fato é esse são só relações que foram feitas não tem como identificar isso né Essas relações elas não ficam alojadas na nossa cabeça a gente sempre vai reconstruindo então uma dica mesmo para quem é
jovem aí confia muito na cabeça eu sempre confiei Nossa eu lembro das coisas a minha confiança pra memória é fantástica a memória Nem tanto mas a confiança tá lá em cima mas o ponto é esse quando a gente começa a checar a Gente lembra muito menos do que a gente acha né a nossa memória ela não é tão confiável vamos dizer assim mas a gente acaba criando a história de novo a gente acaba lembrando de alguma maneira por quê Porque a gente pode sempre derivar novamente essas relações né a a o nosso relato nem sempre
vai ser eh fiel ao que aconteceu tá certo isso não tem nada a ver especificamente com a moldura deí tem a ver com todas mas aqui Ficou claro essa ideia do eu do eu de Ído né que eu estou aqui eu posso estar aqui em São Paulo Bauru Marcos está lá na Bahia né não sei onde está mais quente porque Bauru está tentando competir com vontade hein Marcos aqui hoje foi bem ruim e aí a gente vê então que a gente já sabe sobre a rft s uma explicação analítico comportamental Por que que ela é
uma explicação paraa linguagem cognição que ela vai entender que uma parte principal do responder que ela Analisa é esse responder Relacional esse responder relacional vai ser então esse operante generalizado apoiado nessa história de múltiplos exemplares né que a gente vai ser exposto vai começar a aprender nos múltiplos exemplares a gente aprende as dicas contextuais relacionais e funcionais essas dicas contextuais permitem a gente emitir respostas que vão ser organizadas em molduras relacionais que é o que a gente tava descrevendo para vocês a gente vai Igualar vai diferenciar vai colocar em oposição E essas molduras relacionais vão
ser definidas pelas propriedades de implicação mútua implicação combinatória e a transformação de funções né seja essa ideia de que eu posso aprender uma direção e derivar a direção oposta a gente pode derivar entre elementos que não foram diretamente relacionados e a gente tem funções que vão ser transformadas a depender das relações que estão estabelecidas E aí só falta Dizer para vocês porque que elas são arbitrariamente aplicáveis mas tipicamente não necessariamente arbitrariamente aplicadas no contexto da linguagem que é a coisa menos importante mas eu falo só para falar o parágrafo inteiro né a ideia de ser
arbitrariamente aplicáveis é só essa ideia de que o que a gente aprende né no treino de múltiplos exemplares o que a gente vai aprender a partir de relações que estão sendo ali diretamente Reforçadas e ensinadas e depois vão ser derivadas a gente pode abstrair trazer sob controle contextual e estender né Então aquela ideia da mão de buda é uma ideia de aplicar arbitrariamente Mas por que que a gente não fala que é arbitrariamente aplicada e sim a gente fala que ela é arbitrariamente aplicável porque por exemplo se eu digo que isso é uma laranja e
isso é um nome que foi escolhido arbitrário em outros países são outros nomes mas aqui no Brasil Configurou-se que isso é uma laranja se isso fosse aplicado arbitrariamente Aí talvez seja um pouco de literalidade dos autores Não é minha culpa a gente diria que um dia isso uma laranja no outro dia é uma perira no outro dia é uma uva no outro dia é uma maçã no outro dia é um carro porque é arbitrário a cada hora eu pego uma coisa e tanto faz mas a linguagem né esse repertório ele é arbitrariamente aplicável né aquilo
que eu entendo por mais que seja arbitrário Eu posso aplicar mas ele não é necessariamente arbitrariamente aplicado por quê Porque a gente tem uma comunidade social que já atribuiu termos a relações particulares a eventos particulares a itens particulares então a gente mantém a estabilidade dessas relações ao longo do tempo é claro que as coisas mudam né É claro que uma coisa que às vezes é palavrão duas gerações Depois vira um elogio é claro que uma fruta que tem um nome depois ela começa A ser chamada de outra coisa ou em diferentes regiões ela vai ter
diferentes nomes mas o ponto importante aqui é que a possibilidade de apcar arbitrariamente ou seja ser arbitrariamente aplicável pra linguagem tem um valor muito grande por quê Porque a gente pode fazer esse jogo né a gente pode ser afetado pela linguagem interagir diferencialmente com o ambiente Graças às relações que são estabelecidas na linguagem por outro Lado ter algo que é aplicado arbitrariamente já não é tão legal porque seria um caos né a gente não teria controle a gente não saberia de nada cada dia as coisas valem uma coisa é boa é ruim é se fosse
tudo arbitrário a gente não tem nenhuma consistência suficiente para desenvolver um idioma e aí essa que é a ideia deles né aqui é uma explicação ainda básica né então basicamente para rft quando a gente faz esse ponto de contato com uma Noção de comportamento verbal a gente vai entender que essas relações de estímulos derivados vão constituir o núcleo pra gente poder estudar o comportamento verbal e na rft nessa visão né que é uma visão analítico comportamental Mas ela é uma visão diferente do que a gente tem em outras propostas né se comportar verbalmente é moldurar
estímulos é estabelecer relações é interagir com esses estímulos que estão em relações específicas tanto O ouvinte como o falante vão se engajar em comportamento verbal isso daqui é uma crític né que o Skinner diz que o ouvinte não é verbal e aí para rft ela não diferencia ouvinte falante nessas medidas que o skiner diferencia E aí é importante falar com vocês que nada que a gente falou aqui exigiu um princípio comportamental novo a gente vê avanços né e é uma expansão da noção de comportamento operante da noção de seleção das noções de controle de Estímulos
mas nada aqui propõe um princípio novo portanto também é mais uma evidência que a gente tá falando de algo comportamental então a a no fim quando a gente pensa nessa breve introdução né a nossa ideia é mais ou menos essa existem relações entre eventos e essas relações elas podem ser arbitrárias e não arbitrárias geralmente todas as espécies elas são capazes a partir de órgãos do sentidos de fazer relações não arbitrárias só que a única Espécie que a gente tem evidência que sofre né Eh eh é interessante pensar né que eu vi esses dias que uma
loja nos Estados Unidos foi assaltada e era uma loja que tinha cartas eh de um jogo de Pokémons né era cartas de baralho de Pokémons que essas cartas são extremamente valiosas só que é isso a carta tem a Raridade o valor dela dentro de uma comunidade né ela é especial porque é isso arbitrário porque se eu fosse imprimir a carta no mesmo papel Talvez ela custaria centavos né se a gente tivesse ali como imprimir livremente é a mesma coisa do dinheiro né a gente briga pelo dinheiro mas o dinheiro tem um valor cultural né a
a a nota de 100 ela custa muito mais caro do que imprimir uma nota de 100 né então isso é muito estranho a gente cria um valor a gente cria e até hoje a única espécie que faz isso a maneira como que a gente faz é a nossa é a espécie humana então quando a gente fala de linguagem De a gente tá falando de inúmeros comportamentos como a gente disse lá no início em que a gente vai fatalmente se diferenciar de outras espécies de organismos que não são considerados organismos verbais como nós somos Tá certo
então essa seria a ideia geral tá Eu imagino que aqui no slide tem algumas outras coisas pra gente debater mas a ideia da rft é mais ou menos essa E aí eu quero saber de vocês se ficou eh coitado do Diogo não é Verdade é verdade eh se Ficou claro se não ficou Claro eh se vocês TM alguma queixa alguma dúvida alguma sugestão alguma reclamação eu tô vendo que eu coloquei umas coisas aqui bem complicadas Tá eu vou mostrar primeiro isso daqui tá eh eh mas aí eu queria saber de vocês como que tá isso
para vocês se tá claro é uma coisa que é bastante dinâmica e talvez essa conexão assim como foi na equivalência né de mostrar para vocês a aplicação ela vai Ajudar a fazer sentido aí no negócio da rft e isso vai acontecer na aula da Carol né ela vai falar totalmente da questão da aplicação mas eu trouxe aqui alguns experimentos para mostrar para vocês e aí eu queria mostrar também porque de uma forma ou de outra é uma maneira da gente ir entendendo essas aplicações tá eh eh vocês têm alguma questão que se não tiverem a
gente passa pros experimentos Professor eu ia pedir Examente isso pode falar se tivesse alguma perdão Pode falar não tá tá um pouquinho estourado mas tá dando para ouvir tá estourado Ah não é que eu acho que vocês duas abriram junto aí deu microfonia acho que foi isso agora tô ouvindo Tá eu só desculpa Bruna eu só ia dizer que eu ia pedir exemplos na verdade mas acho que vai vir em seguida era a única que eu ia pedir agora tá bom obrigada que isso você quer falar alguma coisa por Favor pode falar quero Quero sim
é que eu fiquei com uma dúvida em aberto em relação à definição de transformação transitoriedade e simetria O que eu o que eu escrevi na definição foi aí eu coloquei a o exemplo então a que é igual a B que é igual a c na na transitividade não transitoriedade eu coloquei transitividade certa é isso na transitividade eu coloquei que é que a é igual a c e na simetria eu não consegui pegar tá Vamos por partes aí como dirios Esquartejador e a ideia é a seguinte Bruna a na equivalência a gente tem algumas propriedades é
importante que isso esteja organizado para vocês Tá eu vou até pegar um slide em branco aqui Deixa eu ver ah não vou desenhar aqui com o cachorro mesmo não tem problema tem espaço eh tanto na equivalência como na rft a gente tá falando de relações entre estímulos né e a gente pode imaginar essa relação entre três elementos a b e c né na equivalência a Gente vai entender que a relação entre esses elementos ela vai ser treinada e a partir do treino a gente já tem uma emergência dessas propriedades então geralmente eu vou treinar que
a = a b e que b = c tá na equivalência vou pôr até um e aqui se eu digo que a é igual a a1 e não igual a A2 por exemplo né a gente tá eh olhando para essa identidade a gente vai chamar isso de reflexividade que como a gente disse antes tem textos aí tá pessoal que estão falando de todas Essas propriedades para vocês Tá reflexividade eu vou parar aqui não V eh a ig a a b = b então A1 é = a 1 A2 = a 2 A1 é diferente de
a2 e assim por diante essa propriedade é aquela que a gente viu que não faz muito sentido para rft a gente tem a simetria tá a simetria ela vai ser uma propriedade que vai dizer sobre quando eu tenho cada uma dessas discriminações condicionais né AB e BC a gente falou disso semana passada se eu Ensino que a é igual a B a simetria é o oposto aqui b = a Tá certo então aqui eu posso desenhar que é Aa Bb CC aqui eu tenho que ba e ca também seria simétrico tá aliás CB Opa ba
e CB e a gente tem a transitividade eu tenho muito que comprar uma mesa trans digitalizadora dade e a gente pouparia alguns minutos na aula que é essa ideia que se eu tenho Que a iG b e B iG C C vai ser igual a a isso é transitivo e a = c isso é transitivo sendo que C = A A A equivalência ainda chama de transitividade simétrica tá isso daqui é a visão da equivalência então reflexividade simetria e transitividade quando a gente olha para rft a gente vai ter uma propriedade que vai ser parecida
com a simetria que é o que a gente chama de implicação mútua que se a = b b = a que o que complica Aqui é que a gente tem mais tipos de relação não é só se a iG b a é diferente de BB diferente de a a é maior que BB menor que a a É oposto a BB oposto a a e assim por diante a implicação combinatória ela vai ser praticamente também parecida com a transitividade só que ela também tem essa variedade de relações se a ig a b b iG C C
ig a a a é diferente de b b diferente de Cc ig a a né a É oposto de BB opsto de c ou eh c é ou igual a a Então a gente vai ter essa Variedade maior e aí a gente não tem a reflexividade como a gente fez aquela conversa e que vocês apontaram muito bem que isso não faz sentido para rft porque isso é não arbitrário né e a gente aqui quando fala de linguagem a gente tá falando de questões arbitrárias né É esse daqui que é o que interessa pra gente então
eles acabaram definindo uma terceira propriedade que é o que a gente chama de transferência de função em inglês a gente escreve assim tof né que É transferência trans trans eh calma aí que agora travou eh transferência ou transformação de função né que é o transformation ou transfer of functions né então a transferência Qual que é a ideia dela que se eu tenho alguma propriedade física atribuída a algum esses elementos a depender das relações que existem aqui essa propriedade vai ser transferida pros demais Tá certo essa ideia que se c é positivo a = b b
= c todos vão ser Positivos se c é positivo a É oposto de b b oposto de C A vai ser positivo e B vai ser negativo E por aí vai a ideia da transferência ou transformação de funções é essa que a gente vai estar sempre olhando para eh a gente vai estar sempre olhando para como essas dicas contextuais funcionais vão estabelecer funções ou significados que vão ser compartilhados ao longo de redes relacionais Ficou claro para você agora Bruna ficou mais Claro pro ficou Mas eu ainda vou ter que estudar mais sobre isso eu acho
que é muita informação é bastante isso daqui foi semana passada essa semana mas olha os textos vale muito a pena a gente pegar textos em português que são textos fáceis e aí também como é tudo uma continuidade aqui se você tiver dúvida pergunta na próxima aula pra Carol que ela também vai saber ali te auxiliar mas hoje também se tiver alguma dúvida vamos falar de experimento Agora Fi à vontade para perguntar tá bom tá ótimo obrigada tranquilo estamos aí para isso então vamos lá pessoal eu vou apresentar aqui um experimento que eu fiz durante uma
época que eu tava fazendo um estágio depois do doutorado né que é aquele pós-doutorado lá na Bélgica e a gente fez um estudo olhando pra transformação de função né a a transformação de função a gente tava nessa Universidade aí de gent que coincidentemente é o time que Jogou hoje com o time lá de de da Espanha né o Sevilha sei lá como que chama eh mas então vamos a o que importa vamos ver o que interessa eh aqui tá em inglês pessoal porque eu peguei isso de uma apresentação mas ignorem isso tudo que é importante
a gente vai apresentar aqui para vocês a ideia que a gente queria era estudar né num eeg né lá tinha um eeg muito bom Saudades do eg lá da Bélgica e e ah a gente queria estudar essas relações De comparação no aeg que é uma coisa que nunca tinha sido feito né E aí o que que a gente sabe sobre isso o que que a gente sabe no eg tem um potencial que a gente chama ele de n400 tá eh eh esse n400 ele vai est ligado a relações semânticas Tá certo e aí o que
que ele vai dizer pra gente o n400 quando eu apresento um primeiro elemento e um segundo elemento que é semanticamente relacionado eu não vou observar o n400 que é uma deflexão Negativa lá no EG então por exemplo se eu apresento um garfo e uma colher eu não tenho essa deflexão negativa porém se eu apresento um elemento e um segundo elemento que não tem nada a ver com aquele primeiro eu tenho essa deflexão negativa o que os estudiosos e eles essas deflexões acontecem em várias partes do cérebro cérebro né na no nas partes frontais temporais parentais
centrais occipitais Então por todo essa extensão aqui do nosso cérebro a gente Vai ter esses tipos de respostas o que os autores já sabiam é que se eu coloco dois elementos numa relação de coordenação mesmo que esses elementos sejam totalmente diferentes eles não vão dar um n400 porém se eu coloco elementos não relacionados ou numa relação de diferença eles vão ter o n400 e vários estudos olharam para isso vários estudos investigar e atestaram isso o que que isso daqui quer dizer a partir da nossa Discussão da rft Olha que coisa mais interessante pessoal quando a
gente tem contato com eventos com estímulos do nosso dia a dia é é claro que é fácil a gente fazer uma relação por exemplo entre um teclado e um mouse eles são elementos relacionados agora se eu for pegar por exemplo a minha carteirinha de plano de saúde e um fone de ouvido são duas coisas que não t nada a ver mas são elementos que a gente tem uma vivência são elementos que a gente se expõe a Eles a gente relaciona esses estímulos só que o que a gente viu aqui que eles descobriram né alguns desses
estudiosos da rft é o seguinte que mesmo quando eu pego o símbolo sem sentido se eu crio essa relação de coordenação para de ter o n400 é como se eles numa relação de coordenação só porque eu aprendi relacionar no computador que esse é igual a aquele isso vai ter um significado semântico para mim eles vão ser parecidos e dois Que eu não relaciono Por mais que eles sejam figuras bem parecidas com os outros por não terem sido relacionados então a gente consegue criar uma relação semântica arbitrariamente a gente consegue fazer isso no computador a gente
consegue fazer isso no laboratório mesmo a gente não tendo uma ampla vivência com esses elementos isso por si só já é interessantíssimo mas eles não tinham nunca estudado Isso numa relação de comparação Então esse estudo aqui que A gente fez a gente foi olhar para isso na relação de comparação a gente teve 18 participantes só que só 14 passaram de tudo e a gente ensinava que uma dica contextual ia significar menos Q E essa daqui ia significar mais então aparecer no computador e aparecer várias coisas para eles aprenderem né eles aprenderam com quantid eles aprenderam
com tamanhos eles aprenderam com palavras né criança é menor que o adulto eles aprenderam com Números por mais que aqui tenh dois números é que tem um meio Vale met Vale menos que dois então o menos era o meio o mais era o dois era sempre relações arbitrárias E aí uma vez que os participantes aprenderam isso a gente ensinou para ele a relação igual a gente fez com as bolinhas vermelhas azul e amarela aqui a gente ensinou para eles a relação de cinco bolinhas e essas cinco bolinhas eram bolinhas que tinham um rótulo elas eram
totalmente iguais Totalmente da mesma cor do mesmo tamanho Mas ela tinha um rótulos de palavras sem sentido que não faziam sentido nem pra gente aqui no Brasil e também não eram palavras lá eh eh onde a gente fez essa coleta as as pessoas falavam Holandês né então também não eram palavras do holandês E aí a ideia é que existia uma organização de comparação dessas palavras Então esse daqui é menor que esse que é menor que esse que é menor que esse que é menor que esse tá claro Até aqui foi e a gente queria estudar
eh eh sobre como as pessoas transformam emoções né como elas pegam uma expressão facial e como elas reagem essa expressão facial então a gente pegava uma foto de uma Face expressando um sorriso muito discreto né igual esse sujeito aqui E aí a gente pareou essa Face a uma bolinha que era a bolinha que ficava no meio dessas relações Então se a gente tinha de um a cinco um sendo a menor cinco sendo a maior a gente Parea com a Bolinha número três né que era uma bolinha que não tinha um valor assim tão grande ela
ficava realmente nesse Ponto Central aí o que que acontece depois desse pareamento a gente passou os indivíduos num eeg e o interessante desse eeg é que a gente usou ou o o estímulo cinco o mais o o maior em dimensão ou o estímulo um menor em dimensão aquele que a gente pareou diretamente não aparecia E aí o maior era pareado tanto com faces expressando Uma alegria muito grande né que é o mesmo sujeito só que ele tá sorrindo e também com um sujeito muito triste e o menor também era pareado com o triste e era
também no eg apresentado junto com o mais alegre pela aquela lógica que eu falei com vocês se esse treino foi suficiente para as pessoas derivarem isso e essas relações semânticas foram estabelecidas esses dois aqui o menor com o triste e o maior com Alegre a gente não teria essa deflexão negativa No eeg por outro lado o menor com Alegre e o maior com o triste a gente teria essa deflexão então aqui a gente tinha duas expectativas ou ia acontecer isso daqui que é o que a gente prevê né Teoricamente ou não ia ter deflexão nenhuma
ou seja não foi o suficiente para eles aprenderem porque por mais que foi uma experiência longa né foram 4 horas me0 só do treino relacional do eg dessas coisas e o pessoal lá eh eh era muito ponta firme para ficar esse tempo Todo fazendo experimento porque demorava muito o eg que a gente usava ele tinha 132 eletrodos então a gente tinha que que pô um a um na cabeça da pessoa passar um gelzinho dava um trabalho né vou dizer que dava um trabalho eh eh e a gente tinha ainda outros outros instrumentos né a gente
apresentou para eles também uma escala para ver como que eles iam relacionar o menor o do meio e o maior e a gente apresentou também um outro instrumento que a gente chama de Irap que é o instrumento que dá paraa gente estudar se se os elementos estão relacionados ou não né E aí a gente vai apresentar os dados aqui aqui são as sessões que os participantes fizeram né o que que eles acertaram o que que eles erraram aqui nesse match é o treino de múltiplos exemplares Então a gente tem aqui eu não tô vendo a
setinha do mouse acho que o meu mouse morreu será Ah não calma aí acho que já era já era já era Ixe é Já era tem que carregar eh deixa para lá uso aqui esses Mat 1 2 3 4 5 6 7 8 era aqueles treinos de múltiplos exemplares que é aonde eles aprenderam a responder as dicas contextuais de maior e menor esses RT são treinos relacionais que alguns tiveram que fazer vários mas a maioria fez só um treino relacional né e aqui a gente tem os testes de derivação né que são testes que eles
vão responder sobre as relações eh que foram treinadas e sobre possíveis relações que podiam Ser derivadas e eles tinham que ter um o número de acertos eh eh mínimo pra gente poder considerar que eles sabiam o que eles estavam fazendo né aqui como a gente repetia a a o treino no segundo dia aqui eu acho que é do primeiro dia aqui é do segundo dia que a gente vê que eles têm sempre mais do que 23 Aliás mais do que 20 em todos né então isso daqui assegurava que a gente podia levar eles para os
testes tá aí são essas as medidas que a gente fez né na escala Lickert que é aquela dá para notar que o verde que era o positivo ele sempre ficou positivo o vermelho que era o menor de todos ele sempre ficou negativo e o azul que é o que foi pareado com a Face ele sempre ficou intermediário existe uma única exceção que é esse participante aqui que ele apontou como mais forte o sentido do que foi pareado direto todos os outros eles seguiram essa lógica então lembrem lá da m de buda Olha que interessante o
que Aconteceu aqui a gente apresentou estímulos que eles nunca tinham visto e a gente esperava que eles derivassem funções emocionais muito alegre muito triste para esses estímulos que nunca foram pareados com faces independente deles nunca terem sido pareados com faces só pelas relações entre estímulos foi possível um deles ficar extremamente positivo e o outro extremamente negativo no outro ento que é o irap a gente também vê essa relação que o que era Triste foi apontado como triste estatisticamente e o que era Alegre foi apontado como Alegre também estatisticamente de uma maneira estatisticamente significativa né então
a gente vê aqui e eh uma coerência muito grande com a proposta Inicial mas é claro que o eg era o que a gente queria ver se ia dar também certo e o que aconteceu foi isso daqui pessoal por exemplo nesses eh eletrodos aqui nos Lob frontais a gente vê aqui claramente a Diferença dessa relação do n400 se vocês observarem por exemplo na divi Alegre é o que não faz sentido é o que a gente vai ver o n400 quando a gente tá aqui em 400 msos mais ou menos a gente vê que o laranja
ele tem uma deflexão negativa bastante acentuada enquanto que o azul que é o NAD viib triste que é o que faz sentido Não tem nenhum uma deflexão a mesma coisa é aqui a lógica é invertida né o azul que tem que cair e o laranja que tem que subir a gente vê essa Relação também bem próxima dos 400 o laranja ele não tem deflexão negativa nenhuma aqui enquanto o azul tem e Isso mostra que mesmo em algo aqui pessoal a gente tá vendo uma resposta que ela é ah percebida em milissegundos né são 500 msos
para para essa resposta ser registrada e mesmo algo que seja tão rápido e aparentemente impossível de controlar né a gente já Vocês já estudaram aí sobre atribuição de controle na análise do comportamento a a A forma como a gente relaciona eventos do ambiente altera até esse tipo de resposta altamente eh rápida né e impossível de alguém falar assim não poxa o cara foi legal eu fui na pesquisa dele eu vou reagir do jeito que ele tá esperando não a gente vê um padrão que ele tá presente e ele é significativo para vários eletrodos diferentes né
a gente vê aqui que todos têm essas deflexões e todos eles foram estatisticamente significativos Apontando essa deflexão mais ou menos no 400 para um e não tendo a deflexão pro outro então eh eh isso daqui é uma evidência bem interessante do quê De que a gente quando A a tem eu vou parar de compartilhar um pouquinho que eu vou abrir um outro slide tá pessoal eh é é uma uma perspectiva de que nós enquanto seres humanos verbalmente competentes uma vez que a gente aprende sobre o responder relacional que a gente aprende a relacionar eventos que
a gente aprende A relacionar situações no ambiente isso afeta como a gente reage ao ambiente isso afeta como esses eventos vão interagir com o nosso comportamento Tanto Em um nível em que talvez a gente possa pensar ah não mas a pessoa entendeu a lógica mas ali no eg é muito difícil esse controle né é uma coisa que é e eh a a esse significado tem que ser algo muito efetivo vamos dizer assim para que ele controle dessa maneira o comportamento e a gente viu ali uma Coerência muito grande no que foi colocado né eu vou
abrir aqui eu tenho um outro slide pessoal vai ficar bravo comigo que eu não tenho essa eu eu tinha colocado uns outros experimentos para vocês mas eu acho que eles não vão ser tão interessantes então eu vou sequestrar aqui outras coisas tá ó tá aqui ela vai est só com o símbolo da Unesp Mas tudo bem Vocês sabem que vai ser só esse pequeno lápis aqui dessas almas mas o slide Ele é bem parecido eu Gosto desse template aqui então acho que ninguém nem vai notar deixa eu pegar aqui alguns experimentos quer ver t t
t a gente tem né eu vou mostrar aqui rapidamente né Esse estudo que a gente fez com comparação ele é fruto aí de uma replicação de um outro estudo né que saiu em 2007 e que a gente tem também eh bons indícios eh eh dessa questão né Esse estudo aqui de 2007 do Michael duer e que a gente tem aí uma boa noção desse Impacto que eu tava falando para vocês da mesma maneira né em que os participantes no estudo dele Olha que interessante isso e a gente tá replicando esse estudo aqui hoje com o
choque também eles davam choque nos sujeitos experimentais na mesma maneira que a gente fez tem um elemento tem um elemento que é o médio e tem um elemento que é maior que o médio e uma vez que eles davam um choque nesse daqui É só nesse daqui que eles davam um choque quando eles iam olhar para um que era menor né Isso tá contado no experimento lá que eu mandei para vocês também no texto o menor ele já tinha uma resposta galvânica porque o medo ele a gente a gente consegue medir essa resposta de medo
na pele a gente tem um galvanômetro também aqui e eh que a gente pode fazer essa medição E aí a gente consegue ver uma reação de medo menor ao verde do que ao roxo mas quando Eles apresentavam o azul que era o mais forte só que nunca tinha sido pareado com choque a gente vê uma reação desse tipo aqui ó quer ver aqui pera aí que eu passei quando eles apresentavam o c que era o maior né que era o azul a gente vê que no C todos aqui estão mais fortes no número de resposta
que eles emitiam por segundo e também nos microsens que era uma questão elétrica da pele então quando eles aprendiam a relacionar os eventos isso Fazia com que eles tinham reações de medo diferentes a esses eventos isso daqui foi comprovado pelos estudos do Michael duer e também do durante o meu pós-doc eu fiz essa replicação e eh lá em São Carlos né e a gente vê que tanto com o galvanômetro como com as medidas de frequência de resposta a gente teve aí respostas bastante semelhantes ou seja o que que isso daqui quer dizer pra gente basicamente
isso daqui tá mostrando pra gente que quando a gente Olha para estímulos quando a gente aprende a relacionar estímulos isso tá alterando como a gente preende esses estímulos isso modifica o nosso ambiente então toda a questão revolucionária que a gente tem na rft é essa ideia que a gente tá estudando um comportamento operante que vai modificar como o nosso comportamento operante acontece a partir do momento que a gente aprende esse repertório a gente vai interagir com o ambiente de uma forma que é totalmente Diferente né um animal não verbal né quando ele tá com com
sede quando ele tá com fome eh eh quando ele Toma uma porrada ele vai agir de uma maneira né a gente até brinca Ah o cachorro às vezes você vai na garagem Volta Para Casa o cachorro tá super animado parece que você tá 15 dias longe né só que nós que somos animais humanos verbalmente competentes a gente vai reagir muito diferente a essas coisas o ambiente para nós ele a gente organiza esse esse Ambiente verbalmente e ao anizar esse ambiente a gente interage com ele de uma forma que é muito peculiar provavelmente se a gente
fizesse um estudo assim dando choque em algum animal não vamos fazer isso Fiquem tranquilos a gente só dá choque em ser humano quando eles permitem e o animal a não tem como saber então gente não vai dar que é sacanagem eh a gente não veria essa ampliação a gente não veria mesmo que eles desenvolvesse esse maior e menor a gente Não veria provavelmente essas respostas mais intensas ali para eles tem um outro estudo e aí eu vou passar para por ele também rapidamente que aí eu vou fechar esses que são mais experimentais e aí eu
mostro para vocês outras coisas que talvez sejam mais interessantes para vocês tá esse daqui é um trabalho que a gente fez esse daqui é um trabalho quando eu tava fazendo o estágio do meu doutorado lá na universidade eh Nacional da Irlanda né E E aí qual que que era a Nossa ideia é um é um artigo que tem sete experimentos diferentes mas eu vou falar só de um deles que tem mais a ver com o que a gente tá falando aqui e a gente queria estudar sobre essa ideia do do das preferências né do gostar
e do não gostar e e e por que que essa questão simbólica afeta isso para quando a gente tá falando desse repertório para Nós seres humanos e e e aqui o que a gente faz vai remeter bastante a aquela questão da propaganda né mas a gente vai Ter aqui um estudo em que a gente tá olhando para relações de oposição né então a gente tem aqui e relações entre elementos e eu não escolhi os Pokémons Eu prometo o menino que é o primeiro autor que estudava só com Pokémon aí o professor falou vamos fazer tudo
igual eu falei eu nem sei o que é isso porque eu sou velho o suficiente para não ter gostado de Pokémon porque não existia isso quando era criança e E aí o que que acontece Quando a gente faz as relações entre a b e c a b e c são iguais a b e c do são iguais mas A1 É oposto a B1 aliás A1 É oposto a B2 B2 É oposto a C1 A2 É oposto a B1 B1 É oposto a C2 e a gente faz então relações de igualdade e oposição e aqui o
que a gente queria mostrar era o seguinte que o que importa não é o que a gente pareia muitas explicações na análise do comportamento vão falar assim ah se eu parear uma coisa ruim com estímulo esse estímulo também vai ganhar Um significado ruim e a gente tá querendo mostrar aqui que não que quem comanda são as dicas contextuais se for pareado colocado junto mas tiver uma dica contextual de oposição o pareamento vai ficar invertido e foi isso que aconteceu a gente faz aqui um treino de discrimin treino de múltiplos exemplares que a gente tem bebezinho
e bebezinho bebezinho idoso rico e pobre pobre e Pobre Rico e Rico então um desses símbolos aqui Significava paraa metade igual e esse daqui significava para metade diferente e a gente tinha um contra balanceamento aqui desses símbolos tá então A ideia é a seguinte ele viu duas coisas iguais ele clica no igual ele viu o bebezinho velho ele clica diferente isso é o treino de múltiplos exemplares pessoal é como se fosse uma analogia daquela explicação que a gente fez quando o sujeito responde a isso daqui aqui e a gente vê que ele entendeu o que
que cada Uma dessas dicas contextuais controla a gente passa por um treino que a gente vai apresentar os estímulos eles vão ter que dizer se são iguais se são diferentes se são iguais são diferentes e os participantes fizeram isso muito bem dizendo que esses eram iguais que esses eram diferentes e que as coisas positivas eram Opostas do um e as coisas negativas eram Opostas do dois ou seja a gente esperava que o que os estímulos dois ficassem positivos e os estímulos Um ficassem negativos tá claro por mais que eles que esse A1 foi pareado com
coisas positivas a gente espera que ele e os demais da mesma relação fiquem negativos tá certo aí a gente fez treinos para ver se ele sabia para eles aprenderem Essas funções né então aqui ele tinha que dizer se esse era igual Ou se era diferente e aqui a gente expunha essas relações a a gente fez o irap aqui também da mesma forma que no outro estudo e aqui a gente vê os Participantes né foram 64 participantes só que metade passou metade não passou e como metade não fez eu gosto de mostrar esse dado também por
causa disso porque aí eu posso mostrar para vocês qual que é a diferença de eu desenvolver e derivar essas relações eu aprendi de fato aquilo ou de eu não derivar tá alguém que passa ali e acaba não Aprendendo porque esses azuis aqui são os participantes que derivaram as relações que aprenderam então a gente vê Que eles realmente apontam aqueles que foram pareados com positivo por oposição como negativos e aqueles que pareados com negativos por oposição ficaram extremamente positivos enquanto que Os Vermelhos a gente vê aqui olha tem até uma lógica tem mas a gente vê
que por exemplo tem alguns que elas ficam cont Ares Talvez esse daqui e esse daqui eles até chegaram a derivar mas a gente tá vendo que fica tudo muito próximo do zero né então assim quando a gente olha Estatisticamente o que acontece no vermelho não tem um sentido enquanto que o que acontece nas Barrinhas azuis ela fica altamente diferente então aqui a gente tá falando pessoal que talvez o pessoal que não aprendeu alguns poderiam Até aprender se a gente testasse um pouco mais outros não aprenderam na média ficou bagunçado todos que aprenderam tiveram um resultado
bastante consistente bastante coerente quando a gente olha pro irap a gente também tem Essa relação Clara que aqueles que foram negativos foram apontados como ruins né e e que foram pareados com coisas positivas por oposição e aqueles que foram pareados aliás que indiretamente foram né porque nem foi esses dois aqui esses são os CS Quem foi pareado foram o as aqueles que estão relacionados como iguais aqueles que foram pareados como oposição aos negativos ficaram positivos para aqueles que derivaram esses daqui não foram estatisticamente Significativos Tá certo ou até não fizeram muito sentido mesmo aqui é
aquele outro experimento Pera aí que eu vou pegar aqui outra coisa interessante Deixa eu ver se eu acho um que é menos chato a gente vai ter pessoal dessa parte aqui eu vou mostrar um experimento aqui para vocês eu espero que seja interessante tá ah a gente por exemplo fez um estudo né lá em São Carlos isso daqui em que a gente tava olhando pera aí deixa Eu pôr vocês aqui em que a gente tava olhando agora a gente quis complicar um pouco vamos pegar uma coisa que tem uma finalidade mais clara né mais socialmente
relevante aí e a gente quis estudar preconceito racial como que a gente foi estudar esse preconceito racial essa menina que é a segunda autora a tasp eu co orientei o mestrado e o doutorado dela nesse tema do preconceito racial ela até chegou a fazer um pdoc aqui comigo no ano passado E aí é um tema que era de muito interesse dela e também nosso lá do laboratório só que é um tema muito difícil de estudar por não existem bons testes para avaliar essa questão do preconceito tá tem algumas pessoas que usam testes que vão perguntar
se a pessoa é racista ou não ou vão contar uma historinha E aí fica muito claro né para um adulto que tem ali pelo menos uns dois neurônios o que Que tá acontecendo Então a gente queria estudar esse preconceito só que a gente sabia que era muito falho às vezes se apoiar na história pré experimental dos participantes então o que que a gente fez a gente recorreu ao uma história experimental a gente criou esse preconceito no laboratório e como que a gente fez isso a gente eh eh né eu não vou dar essa explicação de
novo e tal né a gente tá entendendo que esse preconceito a rft também vai explicar a Partir dessas relações verbais alguém ser preconceituoso não é algo que é interno não é uma característica dela ela aprendeu E se ela aprendeu a a agir dessa maneira isso foi a ido Provavelmente por relações derivadas porque é muito raro a gente ver alguém expondo isso mas a nossa cultura ela permite que a gente deriva essas relações que são relações opressivas né entre minorias e maiorias e a gente vai lidar com isso né então a a o que que a
Gente quis fazer aqui a gente quis aproveitar essa ideia dos estudos de hierarquia como eu mostrei para vocês né tem o cachorrinho o gatinho o porquinho que são animais e tentar organizar um preconceito e ver como se dava a transformação de função não vou por todos os detalhes aqui que eu sei que tá ficando tarde e aí vocês dormirem sem desligar vai ficar o computador ligado é um problema mas aí o que que a gente fez a gente meio que queria criar uma Comunidade né e testar as propriedades que eram esperadas para a A paraa
Hierarquia né E a nossa comunidade era uma comunidade de alienígenas né A inicialmente todos esses alienígenas Eles foram desenhados na cor preta mas a gente viu que era muito difícil pros participantes diferenciar os alienígenas então o que que a gente tem aqui a gente tem as dicas contextuais de de hierarquia né que contém e está contido a gente tem uma rede relacional que vai Ser assim a gente tem os zigs que são esses amarelinhos e a gente tem os vex que são esses cinzas e a gente tem a aliás os zigs são os amarelos e
os cinzas e os vex são os azuis e a gente tem um nível médio que alguns zigs são puffs que são esses amarelos Alguns zigs são nxs que são esses cinzas e os vex é só um controle é o vexcode eu acho que tem isso desenhado em algum lugar pera aí deixa eu ver aqui isso daqui é como a gente fez o treino já volto aqui ó é Isso daqui que a gente treinou a gente treinou que o Zig inclui o Puff e o Zig inclui o nux o Puff inclui esses dois o nux inclui
esses dois o vc inclui o cod e o Code incluir esses dois e a gente testou todas as relações esse tá contido nesse esse tá contido nesse esse tá contido nesse esse tá contido nesse esse nesse esse nesse esse nesse e esse nesse tá então basicamente o que a gente treinou e testou foi isso tá agora como que a gente fez para chegar até Lá e aí tem aqui alguns os estímulos de generalização e tem as cores aqui eu vou explicar depois porque que a gente usou esses estímulos então o que que a gente fez
a gente fez treino de múltiplos exemplares como vocês já tão vendo que sempre vai funcionar a gente queria que essa dica contextual significava contém então ó está contido então eu apresentava um conjunto grande e ele tinha o próprio conjunto tinha um elemento que tá contido e um elemento Que não está contido então quando ele respondia no abacaxxi a gente não falava nada sequer a gente explicava para eles que era uma relação hierárquica a gente não falava nada foram participantes adultos tá ah a gente tentou fazer isso também com crianças só que foi muito difícil para
as crianças então ele escolheu o abacaxxi acertava Ele começava a entender Ah esse é um elemento do conjunto tá aí aqui tinha o s tinha laranja clicou na laranja e Acertou ah esse é um elemento agora quando tinha o elemento e o conjunto aqui embaixo ele tinha que escolher o conjunto ele não escolheu o igual ele não escolhia o diferente tá certo então quando tinha esse daqui esse tá contido aqui esse está contido aqui e a gente tinha conjunto de frutas tinha conjuntos de animais tinha conjuntos de roupas a gente testou toda a variabilidade até
a gente poder chegar e usar o contenho está contido Vocês entenderam a lógica Né pra gente ensinar essas relações uma vez que eles aprenderam essas relações a gente foi criar um preconceito né E aí a gente fez tanto com função negativa como com função positiva né a gente falava que esses núcleos eram vários adjetivos e a gente fez isso num pareamento né então aparecia a palavra NX aparecia algum desses adjetivos e as pessoas viam isso algumas vezes tá E aí o que que a gente queria ver a gente esperava que a partir do momento que
uma função foi Estabelecida pro nux como uma relação unicamente de hierarquia que ela fosse transferida ou transformada pros elementos inferiores mas que ela não seria transformada aqui então o Zig teria o Puff e teria o nux se os nux são desagradáveis Esses são desagradáveis esses não são esse não é e esse também não é só esses dois aqui e esses daqui também não eram esse daqui nunca foi afetado eles nem vão ser apresentados aqui na análise né aqui tá os estímulos De novo aqui tá o que a gente treinou Aqui tá o resultado do primeiro
experimento que teve oito participantes e a gente vê por exemplo a gente tinha testes comportamentais desse tipo Quais que você acha que são amigáveis Quais que você acha que não são amigáveis né E aí a gente pode ver eu acho que eu tenho uma representação melhor aqui a a eu vou explicar isso daqui mas depois eu tenho um jeito melhor de mostrar a gente tinha aqui um teste de generalização em que Eles não mantinham as cores Mas eles tinham propriedades físicas semelhantes Então como que funciona isso por exemplo esses cinzas aqui cadê ó esse cinzas
ele tinha esse olhinho de três né igual esse e a trombinha e aqui os três canudinho Então esse daqui é o que generaliza do cinza ele tem características físicas eu não sei se eu consigo aumentar para vocês mas eles têm características semelhantes esse daqui ó tem o dentão assim igual esse daqui tem O olhinho igual a esse daqui tem as duas anteninhas igual esse os pezinhos igual esse azinha de borboleta igual esse e esse daqui é uma mistura dos dois tem o dentinho e os olhinhos desse tem aqui as a a orelhinha aqui igual a
esse né então esse daqui como se fosse uma generalização desses dois então a gente perguntava sobre o que eles aprenderam que eles deveriam derivar esses daqui que não foram incluídos em treinos que a gente perguntava só sobre eles e a gente Perguntava também sobre as cores porque a gente sabe que por exemplo aqui no Brasil que é um país que tem muito preconceito racial especialmente contra pessoas negras a cor preta ela vira um xingamento e a gente também fez o teste com as cores para ver se as cores atribuiram a função né então aqui o
que a gente observa foi o seguinte quando quando a gente vê a relação de fazer ou não fazer parte a gente vê que a maioria considerou hostis aqueles que eram Cinzas né que eram os que foram atribuídos negativamente e consideravam os outros amigáveis e o que é interessante né é que a generalização também aconteceu de uma forma bastante previsível né eles consideravam hostis aqueles que pareciam cinzas e quando a gente fala das cores eles também consideravam negativa a cor cinza mas o que chocou mais a gente nesse estudo é que quando a gente fez o
inverso e atribuiu características positivas ao Cinza eles chamavam os outros de negativos e isso pra gente foi uma informação bastante chocante porque a gente vai ter numa relação eh opressiva como a gente tem em vários países aqui no Brasil também o destaque que a gente dá para uma maioria pode eh eh atribuir características negativas ou pejorativas às minorias eu não preciso sequer falar mal da minoria que eu consigo esse efeito só dando um espaço que seja desigual de destaque a uma maioria vocês Entendem o impacto disso pessoal então assim é um estudo que é um
estudo experimental é claro que a gente não quer estender demais aqui conclusões mas a gente entende que ele permite uma interpretação muito interessante desse fenômeno né que é o preconceito racial e a gente até fez uma divisão mais complexa né em que eles podiam dizer com alguns são outros não são e a gente viu que eles falam também quando tem alguns eles vão dizer que alguns zigs são Hostis alguns zigs não são hostis né Alguns são cinzas Alguns são os laranjas quando a gente abriu para eles escreverem o que eles queriam que não era aquele
teste de circular aí eles soltaram falaram das cores falaram de tudo que eles podiam falar mas uma coisa que foi muito estável foi essa questão de como a gente ao atribuir funções como ao atribuir funções negativas para um elemento da classe né a gente consegue uma Transformação que é previsível e a gente consegue de alguma maneira emular um preconceito numa comunidade de aliens que não existe né que a gente vai atribuir arbitrariamente isso então assim a a a rft Claro ela tem essa questão do preconceito a gente estuda sobre molduras temporais então a gente estuda
sobre passado e futuro a gente tem uma intersecção muito grande com a clínica muitos trabalhos clínicos tem até um trabalho que eu ia apresentar Para vocês mas acabei não mostrando que eles meio que geram ansiedade nos participantes né eles dão choque nos participantes E aí eles começam a evitar tá interagir com alguns estímulos só que uma vez que esses estímulos Eles estão numa rede relacional outros estímulos que eu nunca levei choque eu vou evitar e isso é um modelo bem interessante para ansiedade porque ansiedade é mais ou menos assim Às vezes alguma coisa dá errado
na nossa vida às vezes nem dá mas A gente tem tanto medo que ela dê que a gente consegue relacionar que aquilo vai acontecer errado Aquilo é uma relação tão coerente tão estável que eu começo a agir como se ela fosse verdade né eu começo a responder daquela maneira então assim existem inúmeras intersecções eu eh tem um livro Até eu vou ter que fazer uma eu vou passar paraa Carol até a gente combinou de fazer a pasta aqui eu não vou conseguir fazer Deixa eu ver se eu já tenho a pasta criada que se eu
Tiver eu já compartilho com vocês aqui agora deixa eu só parar aqui eu acho que eu já tenho a pasta que tem textos tem tem eh eh esse livro lá é um segundinho tá pessoal prometo que a última coisa aí depois vocês já estão liberados tá eh rapidão deve tá aqui no meu da Unesp um drive eh R rft rft ter todos os [Música] resultados ó tá aqui eu vou jogar o livro que é esse livro que a gente fez em português é livro cadê Capítulo 3 eu vou aqui ó livro rft é esse daqui
Será que aqui é só a capa acho que não talvez seja só a capa Pera aí que eu vou P ele inteiro também eu vou fazer o Seguinte eu vou compartilhar com vocês já essa pasta que aí tem vários textos aqui tá compartilhar compartilhar link E aí vocês podem acessar tá fiqu vade tem um menino que me pediu o livro então ele deve estar aqui no meu downloads rapidão que eu já pego isso E aí dei uma olhada dei uma lida Eu sei que não é a coisa mais fácil que a gente pode pensar né
infelizmente mas mas é uma teoria bastante Interessante eh eu acredito que ela vai acrescentar bastante ah tá eh tem gente que já pediu e é é isso exatamente o que eu queria fazer eu vou já deixar aqui para qualquer pessoa com o link poder acessar rapidinho ah compartilhar compartilhar eh leitor não ó ah eh editor precisa ter o link Tá proprietário é o acho que eu fiz ah tá eu vou ir passando o acesso aqui para vocês que eu acho que revisar ó vou aceitar tudo aqui e aí depois Pessoal vocês vão compartilhando aí eu
vou também tentar liberar aqui para ficar para todo mundo tá eh compartilhar e eu vou colar esse livro lá agora um menino me pediu aqui semana passada eu mandei para ele rapidinho ah que aí eh dei uma olhada tá É é uma coisa que aqui ó Nicolas Galante foi ele teoria Ah tá Chama teoria das molduras relacionais compartilhar eu vou eu vou aar aqui ainda não tá assim devia tá mas eu vou deixar de uma maneira que todo mundo pode acessar sem eu ter que autorizar molduras relacionais Ah aqui pronto agora o livro inteiro tá
Carregando lá já tá pessoal então assim eh Leiam quem for acessando a solicitando o acesso também vou colocando aqui todo mundo que pediu até agora eu já autorizei mas eu vou tentar fazer isso de de deixar ela totalmente acessível para quem tiver o link L tá que devia ser aqui mas eu não tô conseguindo fazer isso aqui ó Universidade qualquer pessoa com link pronto agora foi agora qualquer um pode já baixar olhem o livro olhem esses Textos que estão ali são textos bem tranquilos tá e eh é sempre difícil a gente aprender sobre uma coisa
nova só pela exposição de outra pessoa tá então assim eu sei que eventualmente a gente vai gerar um pouco mais de dúvidas mas eu acho que é uma parte especialmente pensando no interesse de vocês em análise do comportamento aplicada que isso daqui pelo menos para mim eu acho que é o futuro da intervenção pra gente olhar paraa intervenção com humanos a Carol vai falar disso para vocês na semana que vem e aí eu espero que vocês consigam fazer também a ligação aí do que a gente viu hoje semana passada com a aula da semana que
vem mas assim eh e eu vou deixar o meu e-mail aqui também se alguém precisar de alguma coisa pode escrever é só dizer que tá aqui nessa turma que a gente vai identificar o que que é E aí a gente tenta ajudar também na medida do possível tá bom pessoal ficamos até agora acho que já foi Bastante coisa então não vou abusar aqui da Boa Vontade de vocês Tá certo então assim a ideia hoje foi realmente passar para essa parte teórica E aí na a semana que vem a gente vai ter ainda mais aplicações aí
com a Carol tá bom pessoal então boa noite para vocês espero que o encerramento aí da aula seja melhor que o início geralmente é E aí qualquer coisa que a gente puder ajudar a gente tá disponível aí tá bom Um abraço então para vocês e bons estudos aí até a Próxima hein tchau tchau Professor Muito obrigado pela aula viu Obrigado a vocês obrigado pelos comentários exelente muito muito bom viu pessoal obrigado aí muita generosidade de vocês tchau tchau até mais tchau