Já estão retomando o que falávamos Eu agora vou caminhar com esses próximos pontos que eu acredito que são fundamentais para gente conseguir pelo menos deixar essa noção de resistência um pouco mais interessante para gente e passamos então para essa descrição dos mecanismos de defesa que também foi uma cama formulação da Anna Freud perguntando quanto mais estruturada para nós e que Já existe em Toda obra foi Diana e que ela fez uma compilação disso e eu trago aqui para vocês adiante bom então a quarta questão que eu disse da existência de uma resistência em da existência
de uma resistência em todos os os três pontos que a gente vai chamar de te articuladores do aparelho psíquico do inconsciente do pré-consciente e da consciência então todos eles vão resistir ao aparecer alguma coisa que em última instância é só uma defesa do do Eu mesmo uma defesa é por isso que a gente já vai se aproximando na camisa de defesa porque a resistência ela própria já é um mecanismo para não deixar a surgir alguma coisa doeu né para não deixar surgir alguma coisa que insiste em aparecer de alguma forma a quinta questão é o
desejo de não saber então a um desejo de um sujeito do sujeito de ele não saber dele não se lembrar exatamente para não vivenciar isso o flor de trabalhou esse desejo de não Saber e eu retiro isso Hunter Olá Kitty efetivamente tem algumas traduções né mas um texto chamado Recordar repetir e elaborar é onde ele dizia de ter nossa ideia na psicanálise ela seria uma ideia de tentarmos fazer os sujeitos Recordar em algu e trazerem isso pela vida palavra para posteriormente elaborar em e que a repetição apareceria no meio do caminho ou esse mecanismo de
defesa capaz de provocar de certa forma esse Descompasso se ao eu né e a partir desse descompasso ao eu é outros mecanismos de defesa começariam aparecer né esses mecanismos de defesa que nós falaremos daqui a pouco eles acontecem exatamente como maneiras de um sujeito se proteger do isso né se proteger do ide se proteger dos Prazeres instintuais que instituais que ele tem e em última instância é talvez Olá sejam aceitos pela sociedade ou talvez eles são completamente reprimidos Pelo superego Que É aquela ideia do não pode fazer não faça a voz que fica como uma
espécie de afastamento do desejo Então os mecanismos de defesa São nós falaremos daqui a pouco eles são assim como a resistência um modo de um sujeito não deixar aparecer e surgir aquilo que é dele aquilo que nós queremos que surja na análise por isso que é interessante a gente pensar só um parênteses e já adiantando é que a pergunta que vocês podem até se fazerem alguns momentos de Que quando que um paciente ele de fato a entrar em análise né a gente vai dizer que é um momento em que ele faz uma ressignificação subjetiva e
o que que é uma ressignificação subjetiva em que ele é significa tudo aquilo que ele trouxe desde o início da análise e ele chega num determinado momento ele disse ah então é isso que eu estou fazendo aqui e não necessariamente isso mas pode falar algo nesse sentido de que ele entenda que já algumas resistências iniciais que Já foram quebradas e elas terem sido quebradas são fundamentais para de fato análise acontecer aí é o momento de ir para o divã e etc mas aí vocês vão se esbarrar com essas questões daqui para frente aí na formação
de vocês então o número da quinta questão é o desejo de não saber o desejo de não querer se lembrar o desejo de não querer se a ver com aquela questão é tem um terço do Frozen interessante bem legal que ele fala do desejo de sonhar né Como Que o sujeito tem um desejo de sonhar no momento em que ele percebe que o sonho dele é uma realização de um desejo reprimido né Então como que é porque ele quer sonhar porque aquele desejo não pode aparecer porque é uma resistência que não deve bom e como
no sonho tudo aparece então a um desejo de sonhar a a sexta questão tem a ver com uma certa dificuldade que a resistência ela dificulta o acesso do sujeito a algo a resistência dificulta o Acesso do sujeito alguma questão que ele por mais que queira não consegue e o fato de ele não conseguir Talvez esteja intimamente ligado à ideia de um recalcamento originário de um recalque primário vamos utilizar essa palavra pesado pode ter abandonado então é o sujeito quer mas não consegue se a ver né com isso é de nenhuma maneira eu me recordo de
uma paciente que dizia uma paciente que tem muitos muito muito ciúmes do marido e o marido Ele ele gosta de ter fotos de peças nos pés das pessoas de homem e mulher de apresentador apresenta a novela revista ela ele gosta e ela morre de ciúmes disso tanto que ela queria inúmeras fantasias a partir disso De que ele então deseja todas essas pessoas e etc e tal e ela dizendo em um dos sonhos tela desidy que ela sonhou que ela é se lavava os seus cabelos no Rio com fezes e ela dizia trazia isso na análise
que ela lavava seus cabelos com fezes e Depois de um certo tempo ela que ela contou sobre esse sonho ela falou assim eu acho que o modo como eu sonhei naquele momento é porque eu sou muito insegura comigo mesmo então eu acho que todo mundo é limpo e é legal ela usa essa palavra é limpo e é legal e eu não sou uma pessoa é limpa eu sou uma pessoa feia ou sou uma pessoa estranha eu sou insegura comigo por isso eu construí sintomas esse momento em que ela disse isso que a gente vai por
exemplo diz a Então é isso que nós está e aqui na análise não é fulana aí é o momento dela entrar na análise de fato não é de ela por exemplo aí para o divã de ela se a ver com esse sintoma e não mais aquilo que estava Resistindo a aparecer até aquele momento ali né então é preciso nós analisarmos todas as resistências que os sujeitos têm e que trazem para nós de alguma determinada maneira é eu vou dizer muito bom fica fala É só perguntar se estava pensando intervalo a Essa Resistência é patológica ela
é neurótica ou ela é saudável o que eu aquele o William não sei se eu esqueci o nome do vamos lá ele vai lá na ele classifica os níveis dos mecanismos psicóticos negação de extorsão e projeção o quê e esse mecanismo de defesa do Ego é ele entra no grupo da dos neuróticos ou dos saudáveis esse aqui é o caso né E aí eu acho que a primeira coisa a gente pode pensar aqui nós vamos ter uma Dificuldade muito grande de dizer se nós somos ou não neuróticos né então talvez todos nós sejamos porque temos
as nossas questões né então a psicanálise ela vai ter uma dificuldade também muito grande em em classificar por exemplo os psicóticos como se não saudáveis e a gente sendo saudáveis né Eu não sei se nós somos mais saudáveis do que os outros né então é a a resistência ela aparece no campo das neuroses então nós temos resistência nos neuróticos Obsessivos histéricos de angústia angustiados nós temos e trabalhamos o tempo inteiro com as nossas resistências elas existe elas precisam existir porque elas apontam para algo né no caso dos psicóticos por exemplo Eles foram fluem temos afora
cruzam não vamos falar sobre isso aqui que não vamos falar sobre Psicose essa seria Ah sim entendi então hoje é resistência a neurose onde a resistência a neurose exatamente não há possibilidade nós vivemos Sujeitos neuróticos em desistências né porque senão nós conseguiremos dizer nem aqueles que chegam no final das suas análises são sujeitos que não tem o resistência eles elaborar um determinado as coisas para viver o que nós chamamos lado de Sam toma com th que é uma é laboração muito sofisticada de um determinado tempo da análise não é um final da análise mas qualquer
um de nós enquanto sujeitos neuróticos nós temos resistências E essas resistências elas Vão sendo quebradas ou não pela transferência que a gente constrói nariz o que talvez eu consigo me esbarrar hoje com a minha análise de 12 anos é só um exemplo é muito provavelmente com 5 meses eu não conseguia né e eu nem dava conta de conseguir e vocês também a mesma coisa no per um de vocês então nós precisamos da Resistência porque ela é uma pontamento para as nossas questões para aquilo que está escondido para aquele que tem que aparecer aquilo que a
Gente está deslocando isso é que eu tô usando esses conceitos são os freudianos né então todos nós ocupamos esse lugar assim aí Acho até um pouco tanto quanto perigoso a gente dizer de São ou não saudáveis nessa perspectiva isso vem de encontro com essa falar da Andreia guerra né quem não é quem não não não não foge da lei né quem não tá contra a lei Em alguns momentos o próprio Freud dizia que o desejo Primordial do bebé de matar os pais nessa perspectiva de que ele dizia lá na nos artigos para psicanalíticos não é
de que esse desejo motivo depois ele vai chamar de pulsão de morte e depois Olá Camila chamar de gozo né é esse desejo de por exemplo não necessariamente destruir o outro mas o desejo de diz e o outro que existe em mim que eu projetei daquele sujeito enquanto esse desejo motivo disso é uma atravessamento da lei que todos nós enfrentamos né ah se Termina um casamento Nossa como que eu queria que aquela pessoa sofresse e por aí vai ao que as pessoas pensam né Ou seja é quando a gente sai dessa lei superegóica é que
a gente tem aí aparece a culpa e aparece é a proibição e a culpa surge como essa proibição que o Floyd zeal no totem Tabu depois Leia um toque aí tá bom para vocês verem como que interessante isso que nós vamos falar daqui a pouco eu tenho sobre a coisa da culpa né então depois eu conto Para vocês acho que a gente vai ter tempo de eu falar sobre esse exemplo quando eu falar dos mecanismos desses mercado quando eu citei esses mecanismos para você e abordamos um pouco deles mas se sinta maneiras é o do
psicanalista então fazer isso i.a. no surge é o verdadeiro eu o verdadeiro vou dizer o verdadeiro eu tô falando ele ter o ego saudável né porque nem colocou aí o outro que existe em mim quer dizer se outro isso sou eu eu vivo ele é uma Neurose exato amigos exatamente o e apagados cabe ao analista esculpir essas resistências a ponto de elas mesmo permanecendo existindo elas não serem tão mortiferas a ponto de conseguir fazer o sujeito continuar sofrendo por exemplo né O que que é isso que me faz sofrer o que que aquilo que fazia
as histéricas ficarem cegas lá atrás é fala cabe ao analista tentar ir moldando essas resistências a ponto de elas Enxergarem voltar até uma vida não criarem essas histeria de conversão cabe a nós por exemplo pegamos esses pacientes que são os nossos e fazemos com que tudo isso se causa a partir da Resistência é um sintoma neles se tornem mais leve o outro a cobrança a culpa o excesso a a relação com o outro lá social né Lembrando que a única coisa que dá conta disso é a transferência tá não se esqueçam disso e o Fred
dizer cinco Pontos que fazem a resistência surge e aparecer eu vou citá-los porque nós falamos sobre eles aqui o primeiro ponto que o freio de trás é o recalque né O segundo é quando ela aparece na transferência Salvo engano foi o segundo ponto que eu trouxe para vocês né quando ela aparece na transferência o terceiro ponto que o Flávio disse que aparece a resistência no nosso percurso é é um momento em que a própria resistência aparece com uma ideia de bonificação da Doença ou seja é quando o paciente ele não quer lembrar de alguma coisa
ou ele não quer falar de alguma coisa ou ele não quer vivenciar alguma coisa porque ele não quer sofrer aquilo ali novamente ao falar entende acredita que a resistência seja interessante para ele não sofrer novamente bom então seria uma bonificação da doença né que é um modo do free dizem um modo que que a já resistência aparecer né nesse caso sobretudo de modo Consciente o quarto. É quando acontece a resistência no ide e a resistência no ide como essa distância que quer sempre vivenciar as suas pulsões os seus prazeres o seu princípio do Prazer efervescente
etc o que aparece são as compulsões as repetições né a comida excessiva a compra excessiva e etc então isso aparece a comida compra bebida desse atc sivamente como uma resistência para não aparecer aquilo que aquilo ali tá representando né porque que eu bebo Essa sivamente por exemplo para não aparecer alguma coisa que pode ser que apareça se eu não fizer porque se cumpra excessivamente Para tamponar que lugar de vazio que a compra vai ocupando a bebida vou ocupa e o Fred Disk há uma resistência Weed nesse quarto. Que aparece nas compulsões as repetições né e
um quinto e último ponto que Freud traz é quando é aparece no próprio super eu né então no ide nós temos o aparecimento da Resistência que são as Compulsões as repetições viver a última instância os seus prazeres ou é basta vocês verem por exemplo como é que são as noites as redes as festas em que adolescentes jovens adultos e o que quer que seja vivem as últimas consequências as experiências né com com a bebida com a droga ou sexualidade virem as últimas consequências né então isso pro Freud é uma resistência porque se ele não viver
isso vai aparecer alguma outra coisa e essa Alguma outra coisa sujeito não quer aparecer não quer deixar aparecer o que tem que aparecer na análise nós vamos ajudar para que apareça né então o After por exemplo né Tem uma festa e tem um mais e tenho mais e tenho mais e tenho mais tenho mais como dizer Olá cantinho mais gozar né E tenho mais e tem algo que não sessa de se inscrever é coloca vai dizer que tá o real é então esse quarto ponto do ide pessoa com a minha pessoa fuma pessoa enfim às
últimas Consequências com muito pimento do corpo estamos as marcas das feridas que a gente tem hoje sim fica à vontade uma e seria seria cabível colocar o que que tá acontecendo de movimento em redes sociais por exemplo essa esses gatilhos que tem para você salvar um salvamento de uma coisa que você nunca mais vai ver um Pinterest da vida que tem um monte de janelinha se você tem que ficar tipo colocando e Salvando guardando tudo ali né um e-mail eu tenho percebido isso que tem várias coisas assim algumas ferramentas que parece até que é Para
justamente preencher algum vazio né você pega tu ver TV o que que é isso pode pode sim pois é isso é isso tem a ver com tanta coisa isso tem a ver com tanta coisa interessante porque a gente tá falando né porque quando a gente vai pensando nessa coisa que sempre que nunca tem fim Né E que vai sempre salvando vai sempre salvando sempre tem um lugar sem ter lugar é como se pensássemos que não pudéssemos perder as coisas então essa ideia das redes sociais a partir disso de guardarmos hoje não pega uma pegue o
celular de um adolescente e veja quantas mil fotos existem ali E aí pega por exemplo os álbuns e porta-retrato que tínhamos a 30 40 anos Atrás e sentimos essa mesma quantidade de fotos guardadas o armazenadas né claro isso é só um exemplo para a gente dizer de quais são as funções que esses Gadgets né celular computador Total Quais são as funções que isso tudo vai ocupando na vida de todos nós hoje é temos tempo sempre tudo muito acessível muito rápido muito guardado Não podemos perder nada a gente vai fazer o print vai guardando nós nunca
vivemos isso mas estamos encontrando uma maneira de a Gente depender disso sem nem nunca nunca temos vivido mas isso tem a ver com o que o Lacan dizia que é o discurso do capitalista isso já vem lá do Max quando o Marcos dizia da mais-valia né que quem última instância Olá Collins para dizer o discurso do capitalista há não sei quantos anos atrás criar um celular onde você não o telefone fique aí você tinha um celular aí o desejo das pessoas começou a ser ter um celular porque elas podiam falar Com quem quisesse no meio
da rua depois foi a internet no celular Depois você tinha o Facebook no celular e aí as pessoas que não tinha começaram a desejar aquilo como se elas construíssem uma falta não é como se sempre houvesse aquele desejo e aquele desejo pudesse ser sempre representado por ao que está por vir por isso que o lacão vai dizer que o desejo não é para ser saciado que nós não vão saciar o desejo quando ele força associado vai vir outra coisa aí Vai vir outra coisa vai ver outra coisa vai criar o smartphone para as pessoas a
abrirem mão do computador aí criaram enfim o smartphone com câmera para abrir mão do computador e da câmera aí criaram isso e aquilo e aqui de aqui aí as pessoas estão entupidas de se haver com um por exemplo smartphone que elas único momento que elas tinham para ter que ir largar por exemplo celular é quando elas iam tomar banho aí que criaram E aí criaram o celular que você tem a Prova d'água que nem nessa hora nem na piscina você precisa de abrir mão dele que coloca vai dizer disso Claro é o discurso do capitalista
que no momento em que eu queria alguma coisa que vai social que pode ser um desejo isso começa a ser um desejo meu E aí eu preciso ter aquilo ter aquilo ter aquilo e são essas novas formas de sintomas que a gente tem atualmente isso no cérebro gera uma satisfação alguma liberação de dopamina assim que gera Dependência química se isso talvez vai gerar um prazer isso talvez não Gere talvez já era um prazer Mas não gera uma satisfação porque são coisas diferentes e o prazer EA satisfação a diferente o prazer alguma coisa que é vivido
ali naquele momento EA partir dele deseja-se uma outra coisa né uma satisfação é quando você se satisfaz a ponto de não precisar né efetivamente né a gente disse que Estamos satisfeitos com a comida mas é tão momentâneo depois vem de novo Como dizia o Freud né é a pulsão ela não se satisfaz né então a pulsão ela não satisfaz né então é isso obviamente tem um prazer que é neuroquímicos em dúvida vai ter um prazer que a neuroquímico no ponto de vista de que você vai viver ali é todo prazer daquele momento então aumento da
serotonina Almeida dopamina noradrenalina Sem dúvida mas mas o que Está em jogo não é isso porque tem jogo que o que tá se havendo ali não é só um vício pela ordem química é por que que eu preciso sempre de resolver de colocar coisas para tampa em alguma coisa que eu não tô conseguindo falar por exemplo e análise que é isso é o nosso lugar aqui de pensarmos em conta analistas por que que eu me entupo da bebida da cachaça das fotos do álcool da droga do das coisas nas nuvens de armazenar armazenar armazenamento Armazenar
para eu não conseguir dizer e deixar aparecer as minhas faltas né é eu acho que é disso que se trata né e o Freud já perguntou isso não é para onde que vão as palavras quando elas não são ditas né então nós vamos para tamponar ações como essas por exemplo né a pessoa boa tarde boa tarde é mentira uma dupla eu sei que esse assunto um vocês de cortar agora mas eu achei altamente relevante desse assunto de excesso para ocultar alguma coisa tenha como indicar Alguma algum livro algum texto algum autor que isso é profunda
que vai por esse caminho então explicar excesso de envolve os gastos enfim faz para ir né procurar um texto pra eu vou dar mais nesse tema posso ter esse daí o ruim sim existe um existe um autor bom eu consigo dar algumas diferenças eu posso até depois deixar esses textos com Elton e ele indica para vocês eu acho que algumas das referências algumas das referências que a gente pode pensar são Esses essas próprios que eu estou dizendo Hoje da sociedade de consumo pensada pelos posso a caminhando que a gente vai ter o pelos comentadores do
Lacan pelos filósofos contemporâneos Como eu disse próprios Lagoa czech o a Lamba de um que trabalha muito em cima na França com essa nova sociedade a maneira como a gente vai experimentando a e esse discurso do capitalista que Lacan propõe eu vou deixar para o Elton algumas dessas diferenças é até para Ficar mais de certa forma alinhado com o que eu estou falando em relação a tudo isso que eu disse até agora então eu danço pelo menos uns 3 ou 4 o pato referências e algum artigo que ele pode replicar isso a vocês aí como
o título de uma leitura complementar a essa questão da gente começou tá bom obrigado e aí pessoal a gente a gente começando a nos aproximar aqui da questão dos mecanismos de defesa é o quinto. Que uma cama vai dizer em Relação eu disse são cinco primeiro recalque transferência os benefícios da doença é o ide com as compulsões as repetições Como eu disse agora e o último aqui é o superego que é onde ele fala da ideia da culpa né que é onde ele traz a ideia do pecado ele traz a ideia da proibição E por
aí vai interessante em relação a isso vocês Vocês ouviram Leiam Leiam disso depois eu vou só fazer uma citação disso para gente ir para nós vamos Estendemos muitos e em relação a isso O totem Tabu desde d1913 o Freud já estava começando a trabalhar noção EA construção do superego começando a trabalhar ali é um primeiro momento onde a um aparecimento dessa ideia do superego e o que que o fro dizia para gente pensar nessa ideia das resistências né como a resistência ao ego para não aparecer o desejo de Fato né gente queria resistências ele Dizia
de uma região uma de um mecanismo chamado de projeção onde nós projetamos no outro uma questão que é nossa daí depois ele vai dizer muito próximo a estudar formação reativa é onde a gente aparece o nosso nossos comportando de uma maneira oposta àquela que nós desejamos nos comportar é mas nesse texto lado Freud 1913 vou contar para vocês uma parte uma um pequeno foi de medo dele pra gente pensar essa ideia da culpa vocês falaram aí dá ideia da Religião e certo é muito peculiar essas texto do prédio em relação a isso e ele dizia
que havia um clã que desejava as mulheres um clama uma comunidade um grupo é um grupo que desejavam as mulheres porém eles eram proibidos acessar as mulheres por causa da proibição do pai nem tão pai proibia o acesso às mulheres dizia que era impossível que não podia que era pecado Total este clã decide por bem matar o pai e o Que que eles dizem que matando o pai eles poderiam é satisfazer os seus desejos então o que que eles fazem aí que o Freud começa é um mito que o Fred começa a pensar sobre o
superego ele utiliza disso para nós pensarmos sobre o superego entre eles matam o pai é um pai proibia Rios do carrasco mata um pai para poder acessar as é a questão é que quando eles matavam mataram o pai eles continuavam não conseguindo acessar as Mulheres porque o que o que recaiu sobre eles foi a culpa né nossa mas é proibido Nossa mas eu não vai ser um pecado mas se eu fizer isso eu não vou poder tá errado Totó então aí Freud diz uma coisa que é muito importante que inclusive Dostoiévski que diz lá nos
irmãos karamazov o Dostoiévski os irmãos karamazov diz assim após a morte do pai tudo é permitido E aí o Fred vai vai dizer o seguinte Depois da morte do pai nada é permitido porque após essa morte do pai é que recaiu sobre todo esse clã a proibição EA culpa que é onde ele começa a fazer um movimento de pensar sobre a ideia do superego né de que o que resta ali naquele momento O que resta após a morte do pai não é que tudo se torna é permitido tudo se torna proibido né depois da morte
do pai aí o Fred vai dizer que o pai se torna muito mais forte após a sua morte e se parece muito Com a ideia religiosa Mas nós vamos entrar no início muito né agora por quê que isso é interessante pra gente pensar o que o superego por exemplo ele é um herdeiro do complexo de Édipo né então o que resta é a única coisa que resta daquele complexo de Édipo pensado por Freud a única coisa que o superego é o quê que fica ali dessa culpa dessa proibição e etc etc etc então por isso
que não é à toa que o final dizia que esse quinto. Em que nós estamos Trabalhando aqui sobre a resistência é a resistência nos superego e a resistência no superego é a culpa então quando sujeitos você chega análise se sente culpado ele está sentindo culpado por algo que ele ainda não consegue dizer do que que é lá na religião chama-se lá da culpa originária e etc e tal é eu sou o culpado por algo que não necessariamente é meu né ou então eu acho que eu fiz errado eu acho que eu errei eu acho que
não é minha culpa tal então quando o Sujeito chega no consultório e ele acredita que ele carrega consigo uma culpa por ele ser que ele é porque colher de ser fraco por ele ser mau Aluno por ele ser isso aquilo então ele constrói uma resistência a partir do superego para não deixar aparecer e são dele né interessante pensar nisso a partir do totem Tabu parênteses fechado Leia o resto é burro eles vão ser barrar um pouquinho mais conheço fique à vontade Mas assim a culpa ela não é uma neurose Global passado presente presente e é
uma coisa que já vem desde os tempos milenares então assim não necessariamente uma questão religiosa né mas um sintoma de uma uma desconstrução da própria consciência e quanto em dirigido assim na sua totalidade e é mas eu acho que tudo isso que o Freud de constrói por exemplo se torna milenar mesmo ele ele explica aquilo que Sempre aconteceu com sujeitos mesmo não fazendo parte da época dele né por isso que o Freud ele cria uma nova ruptura com tudo né Davi Copérnico e Freud né então o que que é o que a gente chama das
feridas nas físicas Então eu não sei se a gente pode dizer que a culpa especificamente a única coisa milenar que resta disso tudo eu acho que o inconsciente é milenar a culpa é milenar o prazer é milenar a Sexualidade é milenar EA culpa é segue Mesmo hoje porque eu acredito nessa composição sica do Floyd desde o início né então é agora obviamente que a gente precisa de levar em consideração que há culturas que vão se a ver com a ideia da culpa de uma maneira diferente de outras né então vai haver a cultura se vão
se a ver com isso é uma maneira diferente de outras a culturas que por exemplo como a nossa que se o sujeito trai a mulher ele constrói uma culpa a cultura se o sujeito tem oito mulheres então cada um Vai experimentar o que que é a sua relação com o inconsciente O que que a sua relação com essas construções do aparelho psíquico de uma maneira diferente e agora eu não realmente não sei gente poderia pensar que que a culpa Diferentemente de outros mecanismos ela é se torna independente das culturas outro certo eu acredito que a
intensidade ou não não só da culpa como de dentro dos demais mecanismos de defesa acabam seguindo alguns padrões Culturais mais aqui menos ali mais do outro lado menos do outro lado e teto né então nós estamos acho que concordando mas sem necessariamente a gente tem que responder essa pergunta tão rápido né se é tão Universal e tá é de onde nasce a culpa né o Freud o crescimento para dizer de onde Nossa culpa né Por Exemplo né então qual que é o primeiro sujeito que construiu uma ideia de culpa é a partir de que partir
De um mito a partir de uma ideologia de uma história de uma ideia tão acredito que talvez a gente não conseguiria tão facilmente responder a isso mas sim eu acho que ela é Global todas as culturas vivem e precisam viver Porque a partir delas dela que o Floyd constrói por exemplo a ideia do superego E aí toda a cultura viva e Cia isso uma vez que é pra ficar mais ela pode ser lida por qualquer Futura é obviamente de uma maneira diferente Os mecanismos de defesa eles a um texto de 926 chamado inibição sintoma ansiedade
e alguns inibição sintoma e angústia indução sintomas da ansiedade enfim em que o Freud trabalha fundamentalmente apresentando alguns dos meus a defesa que nós temos para esses mecanismos de defesa Eles são de certa forma para proteger a resistência é um deles é mas para proteger o ego é de todo tipo de ataque que o ide e o superego fariam com Que ele fosse atacado não sabemos que nessa construção segunda do Freud essa construção do aparelho psíquico dinâmico né onde a gente tem um índio gente tem um web temos o superego não sabemos que a ideia
do Ego é que enquanto o eu né o eu ele não é senhor na sua própria morada diesel Freud né ele ele não é dono da sua própria casa e isso tem que ser uma verdade quase que absoluta para a gente poder pensar porque o que faz a gente Criar ato falho desejo tudo isso gente tá falando aqui é exatamente o fato de nós não comandamos tudo isso então nós somos e é comandado parte pelo superego parte pelo ego que é assim mesmo e uma grande parte pelo ide então o isquêmico Floyd constrói nesse texto
para pensarmos o interesse de chamado Idi Ego e superego o esqueminha que a gente tem que ele trabalha é da parte do Ego como uma parte 100% consciência é uma parte muito pequena a grande parte do Ego é Como comandado pelo ide e a outra parte é comandado pelo superego que vem com essa ideia da culpa e da proibição que eu falei que agora aí fica o ego no meio disso e o ego para tentar se proteger dos ataques do id e do superego ou seja para tentar se proteger da compulsão à repetição e para
tentar se proteger da culpa e da proibição ele não se a ver com esses sintomas ele cria algumas bordas que é para não deixar aparecer isso é como um sintoma para não deixar Aparecer o que ele deseja a maneira como ele tem prazer era maneira como ele é proibido eu queria esquecer entre crime algumas bordas no ego o próprio ego tenta criar isso para não deixar com ter essas forças externas venham de modo tão Avassalador se não houvesse esses mecanismos de defesa certamente nos vivenciar íamos um caos Por que apareceria todas as lembranças aparecer em
tudo que a gente não quer que aparecesse aparecer ia as nós falaríamos Sem nos preocupar com Como é o outro nos escutando quem é o outro que nos escuta então esses mecanismos de defesa eles precisam aparecer parênteses o Freud ele não necessariamente estruturou esse na camista de defesa de um modo tão didática o quanto eu tô tentando e eu vou rodar na Freud fez né quando ela ele em codece eu vou falar com para vocês número 1 número 2 número 3 A Total ele não elencou desta maneira ele fez um movimento mais dinâmico nessa Perspectiva
mas ele ele é há 30 todos esses mecanismos e o que a Anna Freud faz 10 anos depois em 1936 é escrever um livro chamado os mecanismos de defesa um livro da Anna Freud onde ela apresenta o que que é o ego qualquer ideia que nós temos do Ego porque o acesso que nós temos enquanto analistas dizia ela nós temos um acesso ao ego do paciente né Nós temos acesso aquilo que ele tenta falar e obviamente que muitas das vezes ele ainda não elaborou muita coisa mas é O que ele tem acesso né é o
analista só tem acesso ao ego a uma é de certa forma uma ideia que nós vamos pensar de que esse bombardeio de questões eles análise vai tentar conter os o que que o Ide por exemplo manda com seu princípio do Prazer Faça aquilo gozzi é aquilo faça incessantemente etc e do outro lado temos o superego não faça nada disso tudo é proibido tudo é culposo a gente vai dizer que tinha análise vai propor Vai ser Buscar algumas dessas saídas pela vida do mecanismo de defesa para o sujeito elaborar alguma coisa isso é na Perspectiva do
Freud tá alguém professor fica à vontade é só uma curiosidade o paciente da Saúde Mental ele tem tudo isso que você tá falando agora e ele tem tudo isso mas a maneira como ele constitui o aparelho psíquico por isso eu tô dizendo Freud ele ele vai nos dar Alguns embasamentos interessantes por exemplo para gente pensar Psicose porque o primeiro caso de Psicose que ele trabalha o caso xereder só que tem algumas que é um caso que ele nem atende na verdade não é do juiz só que tem algumas nuances na Psicose que são completamente diferente
do modo como nós estamos dizendo aqui né a maneira como é o Psicótico por exemplo enfrenta é Essas barreiras é completamente diferente porque o inconsciente do Psicótico e Inconsciente a céu aberto não há uma barreira de recalque por exemplo Então tudo sai ele tudo fala e a tentativa de cura que ele vai ter vai ser é o Delírio e Alucinação na verdade Alucinação né e qual que é a tentativa de cura que nós temos neuróticos fazemos sintomas por isso que a gente tá criando esse tanto de coisa é por isso que a gente tem negação
hoje ter resistência Total o Psicótico não tem esses mecanismos de defesa porque a relação que ele Estabelece com o outro é diferente da relação que nós estabelecemos então o Psicótico ele tem o aparelho psíquico que se constitui de uma maneira diferente das nossas da nossa enquanto neuróticos mas eu acredito que talvez é nós teríamos que ter um tempo muito maior pra gente poder pensar a Psicose especificamente querem fugiria completamente dessa nossa ideia que quer Psicose não tem essa Barreira do recalque estruturada como na neurose né Aliás ela tem um inconsciente a céu aberto nós não
temos o inconsciente Nossa ele tá fechado por uma barreira chamada recalque e é por isso que nós temos essa relação com o outro dessa forma a gente queria sintomas a gente e por aí vai tá o psicológico que descem tudo isso de uma maneira diferente que é o modo como ele ele estrutura sim é realmente a Psicose É possível deixar você vou falar que ele não falou ainda vai mas ele vai Obrigado Paulo a originalidade a origem da dívida originada não vídeo da culpa da sua percepção é não burro é na origem da queda do
homem da mulher lá no princípio é de Jesus quando eles vão desobedece a uma ordem Expressa de Deus é bom então é eu acho que quando a gente pensa em qual seria a origem da culpa Para cada um acho que se tornaria uma questão muito singulares perfil porque se nós pensássemos por exemplo nesse mito é totêmico do Freud ele poderia ter acontecido antes ou depois dessa dessa primeira a gente vai dizer dessa culpa originária que houve agora nós podemos pensar que aqueles que não estão frente a frente com a ideia religiosa não pensariam que a
culpa com teria começado aí então eu acho que aí vale muito mais a ideia da crença do que a ideia de Necessariamente quando foi eu realmente queria conseguir pensar quando que muitas coisas começaram né e eu de fato não sei se eu consigo pensar muito nisso né e qual que é o primeiro aí primeira experiência de culpa que houve se for de fato nessa experiência de uma dos objetivos obediência da a Deus ou se foi a desobediência da voz deste pai é específico do totem e Tabu ou se foi uma primeira proibição de um sujeito
comum como eu e vocês eu realmente não sei se Isso se torna a questão para a gente da psicanálise mesmo eu acho que é interessante gente pensar que a culpa existe ela é uma questão mas de onde ela vem e pensar de onde ela vem fazer essa pergunta para gente eu acho que ela interessante né para nos provocar a pensar mas é a mesma coisa de umas pensarmos se nós De onde nós vimos né pensar de onde nasceu a culpa é a mesma coisa nós pensávamos De onde nós viemos eu poderia responder de uma determinada
Forma pela minha ideologia você poderia dizer de uma outra forma pela sua ideologia e a Eliane de uma outra Joseli de outra Welton de outro Paulo e por aí vai é a partir das concepções que tem acho que é muito mais interessante para a gente dá para ficar na e a culpa existe do que De onde ela vem porque ela vai vir para cada sujeito de uma maneira diferente né a culpa que aquele sujeito vai trazer para a gente ali frente às questões que ele enfrenta não vão ser Essa culpa é originária vão ser outros
que ele vai ter que construir na história dele e é isso que a gente vai ter que escutar aí talvez a gente vai conseguir dar conta agora eu acho que eu ainda nem consigo pensar muito bem de onde viria A culpa não é para pergunta outra que o Paulo fez aí eu comecei a pensar agora começa a pensar de novo é mas fica por aí essa espessamento tá bom a questão que eu havia colocado foi na Universal a universalidade a desse dessa Chuva é exatamente né só fico ponto e nesse sentido tchau foi mais cirúrgico
na ele já fez o dever muita direto mas assim o que eu queria ver sobre essa o nosso colega colocou nada do paciente saúde mental mas eu tô acompanhando dois casos aqui um caso é de um aquela A Síndrome de Diógenes né que ela acumuladora era uma mulher acumuladora né que nós estamos fazendo o quê que a gente pode fazer para ajudá-la e a uma outra paciente que ela tem uma Psicose nela sábado passado ela se cortou né e quinta-feira agora ela também se cortou ela foi levada para a lua né E ela fugiu da
roupa né Eu vi a psicóloga conversando com a médica daqui da nossa comunidade de que não é mais um caso Nossa não é um caso com a psiquiatria né Precisa de então assim aquilo que o senhor colocou na antes né na no primeiro momento antes do almoço daqui tem a gente não tem condições de lidar com certas coisas e aqui os nossos Limites não era da nessa questão da Saúde Mental eu via realmente é muito claro essa questão é que a gente não tem condições de lidar com paciência de saúde mental com esses transtornos igual
você colocou sm5 né aí o utilizado tem que ter uma equipe multiprofissional para poder fazer um bom trabalho no pelo menos tentar trabalhar essas outras questões aqui até agora nós estamos falando de 400 kg que buscam a terapia né mas o paciente que Já tá com um nível de transtorno dessa natureza eu vejo assim que nem a boa gente se envolver né e que o senhor acha e eu acredito que isso vai depender muito de onde nós estamos aplicando a nossa escuta por exemplo eu sou um psicanalista que eu trabalho como supervisor de saúde mental
em dois municípios então eu trabalho diretamente com os casos de Psicose né então isso depende o próprio Lacan dizia não recuei Frente as psicoses então assim eu acho que a um trabalho que é multidisciplinar mas vai ser importante que cada um responda é por si o que que vai dar conta e o que quer avançar enquanto escuta pode ser que você não queira trabalhar com crianças por exemplo né E nem atender crianças em análise Pode ser que você não queira trabalhar pacientes psicóticos Pode ser que você não queira trabalhar com idosos com mulheres Porque tem
uma questão que é sua e pode ser que Tem uma questão que também passa pela Via até ah ah não quero me a ver com esse tipo de trabalho etc e tal então eu acredito que a resposta para isso talvez seria singular no ponto de vista de cada um vai responder se vai dar conta de trabalhar com esses casos ou não né até porque quando nós não sabemos com a o percurso terapêutico na saúde mental eu acredito e considero com todas as articulações que eu acompanho vejo e leio por aí que A psicanálise ela tem
um caminho extremamente denso para dar conta da saúde mental né Tem profissional e estudante fantásticos e Fabulosos que trabalham com a saúde mental que trabalham no Caps que trabalham dentro do Capes um dois três a de awp drogas e senta com escutas fantásticas é tão simples nós trabalhamos com os pacientes psicóticos por exemplo não não é tão simples né aí vai surgir números observações né E como que esse G não Existe de onde ele veio como é que ele vem o que que eu tô conta disso tudo de escutar tudo isso que a gente está
dizendo que até agora é pra gente poder pensar o caso dos pacientes neuróticos tem grande parte das vezes vem aos nossos consultórios em grande parte das vezes os pacientes psicóticos vão à saúde mental que é onde eu acredito que inclusive seria até muito interessante que eles fossem de fato referenciados o trabalho é mais interessante ele tem uma Equipe multidisciplinar ele tem assistente social e oficina terapêutica e tem um monte de coisa que talvez no consultório tradicional de alguém que tá querendo simples e puramente que já não é tampouco se escutar e fazer isso tudo que
a gente tá dizendo aqui talvez não dê conta de sustentável Eu tenho caso de pacientes psicóticos por exemplo no consultório particular mas são pacientes que eles além de estarem ali eles também estão no Caps né eles também fazem eles Fazem análise eles vão ali o manejo com esses pacientes é diferente a gente precisa de estudar também estruturalmente o que que é a rosa e clínica da Psicose que a clínica da Psicose por exemplo não tenha resistência com nós estamos tendo que lá eles têm a foraclusão e não a resistência que nós não temos a fora
cruzam e eles têm por exemplo que é um mecanismo vamos chamar de mecanismo de defesa Não é vamos chamar que a clínica Dos perversos por exemplo eles têm o desmentido e nós neuróticos não temos e o Psicótico não tem então a gente precisa de tentar estruturar Teoricamente onde que está a cada uma dessas estruturas psíquicas neurose psicose e perversão os altistas que são essas quatro principais estruturas que a gente na psicanálise é constrói agora o limite para isso aí eu acho que vai ser uma resposta pessoal aí vai pregando para se tá Pode ficar à
vontade É só que ficou Claro qual é a distinção entre mecanismo de defesa e resistência a resistência da resistência e outra coisa a resistência construída pelo erro ou pelo superego hummm hummm hummm hummm então a resistência ela vai ser construída primeiro é interessante gente pensar que a resistência ela é um mecanismo de Defesa ela é uma defesa do Ego para não deixar aparecer algumas dos empurrões que o superego e que o ide estão tentando fazer só essas cinco que nós falamos aqui agora né a defesa que nós temos da Resistência por exemplo do índio superego
aí como que só aparece a transferência tá não respondendo a primeira questão a resistência é como se a gente pensar dizer assim para ser didático tá é como se ela estivesse dentro do bojo grande chamado mecanismo De defesa temos um bojo grande chamado mecanismo de defesa que nós temos a inúmeros mecanismos de defesa não só esses 10 que eu vou citar aqui para vocês mas a resistência está ali dentro como um deles porque que a gente traz a resistência como um valor muito importante pra gente o que é exatamente esse o valor que Freud deu
não é esse o e em função de outros mecanismos de defesa então a resistência ela porque a gente pode pensar que que a resistência É um mecanismo de defesa é como se eu tô tentando fazer isso modo didático tá é como se nós pensássemos assim temos um bojo grande chamado mecanismo de defesa dentro desse bojo nós temos a resistência e dentro desse bolo de nós temos todos esses demais que o Fred vai trazer aqui que a na fraude compila para gente né então todos os mecanismos de defesa que a gente vai citar aqui eles servem
uma resistência que estão dentro de um mecanismo de defesa ainda maior é Como se fizesse um espiral grande e colocasse nos ali é um bojo grande de coisas e dentro desse bojo nós temos é a resistência e dentro desse bojo nós temos os mecanismos de defesa é que são todos também da Ordem da Resistência resistem alguma coisa o que a gente disse aqui até agora por exemplo vamos dizer um mecanismo de defesa A negação Como dizia o Freud e Anna Freud A negação é quando o sujeito Ele nega alguma coisa que que ele ou sabe
ou não Sabe que existe nele mesmo então isso é um mecanismo de defesa diesel Freud não eu não eu não eu não sou assim não eu não gosto não eu não quero quando ele nega algo quando ele quer por exemplo ele diz não querer então isso é uma resistência sim então dentro dos mecanismos de defesa a resistência aparece como uma sombra em todos eles por isso que o froyo da essa vazão tão importante a resistência e não os outros porque a resistência da vai Aparecer como um semblante a todos os demais xadrez tem tente o
a resistência esse seria o povo e os seus tentáculos todas essas referências que o senhor falou a sublimação arrasta a racionalização a regressão em projeção reparação fixação então a resistência seria o povo e os seus tentáculos é todas essas reformas de todas essas formas de mecanismos de Defesa do mecanismo de defesa muito bem exatamente parte da ponta do tentáculo e ela vó vem Para o meio e passa pelo povo até chegar no cérebro por exemplo que seria Onde nós estamos querendo que não vamos chegar na análise que é o que está efetivamente recalcado né então
nós vamos tentando e sair dessa ponta de um tentáculo pegamos essa ponte vamos tentando trabalhar para gente dar um passo 1 passo 1 passo 1 passo 1 passo até chegarmos ali no núcleo só que a resistência tá funcionando o tempo inteiro né e não quer que a gente chega E não dá conta de chegar até que análise vai funcionando a transferência vai funcionando a pessoa vai falando então é basicamente essa melhor Gostei dessa dessa dessa metáfora Ah tá Se não é que é como se fosse um povo onde o centro desse povo é a resistência
que tá funcionando e movimentando todos os tentáculos e os tentáculos são os mecanismos de defesa Lembrando que não se resumem a esses 10 o Freud diz né que a Anna Freud compila Do Freud cada momento Nós criamos inúmeros outros na teoria lacaniana por exemplo Acho que cada analista cria né O que que tá o que que tá defendendo égua ali de sujeito pode não ser nenhuma dessas coisas aqui né então por isso que não é algo que precisa necessariamente ficar fechado né se a gente pode pensar assim então a os mecanismos de defesa eles são
mecanismos que o ego vai encontrar de não deixar com que surja algumas dessas Invasões vindas do ide e do superego então de um modo geral a gente vai dizer que é como se fosse uma blindagem Queen e às vezes é falha é manca e isso aqui nós lá na lista Vamos trabalhar porque quando isso vacila quando vacila a palavra vacila negação vacila a formação reativa vacila é o isolamento vacila sublimação é assim que nós capturamos alguma coisa do sujeito EA gente coloca para falar né ah Fulano você não sei ele tá dizendo Não é eu
não gosto disso eu não gosto disso eu não gosto disso mas está sempre fazendo esse isso que ele disse não gostar a gente tá entendendo do lado de cá que é uma negação mas ele não sabe que que é uma negação Então a gente vai colocando esse uma questão não é Fulano estranho você tá me dizendo que não esse sempre repetindo esse mesmo lugar né então eu acredito que é uma construção interessante falar sobre isso porque tudo vai retomar todo momento que eu vou Falando isso aqui e vou lembrando da teoria floridiana tudo vai retomar
a todo momento sobre a transferência é porque a transferência que vai dar conta de nós manejamos com qualquer um desses mecanismos de Defesa do ego na que nós temos e para citar e você saber em quais são eles e como eu disse não vamos ficar fechados a eles porque existem outros aliás e a Anna Freud citou 9 e aí a sublimação ela alguns contemporâneos Pensam na sublimação sendo um novo mecanismo de defesa né outros pessoal sublimação sendo a saída para análise né então que análise Faria seria fazer muitas pessoas sublimar sem né saíssem de um
estado e colocassem isso por exemplo pela vida arte da produção da música da poesia da enfim da escrita da intelectualidade que amanhã sublimação é quando Sublime alguma coisa quando ele leva alguma coisa de um lugar a outro agora e os mecanismos que a Anna Freud Confira do do Freud são a regressão à regressão é a primeira regressão à regressão é o momento em que se devem ter localizado e sua interpretação de sonhos que quando nós estamos aqui em vigia nós estamos começando algo do inconsciente chegando no consciente que a gente fala e etc entende tal
mas no sonho mecanismo que acontece ao contrário a gente sai do yin do consciente quer chegar ao inconsciente por isso que a gente tá Dizendo do sonho não tem uma barreira do sonho aparecer tudo prazer misturado quantos prazer dia misturado com noite porque a regressão um mecanismo de defesa que a gente tem do Ego né ah o recalcamento é um outro mecanismo de defesa é aqui o Fred vai dizer não necessariamente do recalcamento é só originário ele vai dizer que toda espécie de recalque e é uma tentativa que o nosso aparelho psíquico vai ter de
não deixar aparecer alguma coisa que Seria muito devastadora para gente então nós recalculamos coisas para elas não terem que ser tão devastadores é um segundo mecanismo a formação reativa ao momento onde eu é que é inclusive muito próximo da projeção é o momento em que eu digo não concordar com nada não gostar de nada não não isso não aqui não aqui ele faça uma formação reativa eu reajo a isso que eu digo não gostar da mesma maneira então eu digo que eu detesto pessoas Sei lá ignorantes E aí eu me torno Ignorante é com uma
formação reativa eu eu tenho uma reação a partir daquilo que eu efetivamente tenta evitar né então vejo tudo isso que eu tô falando aqui tô no terceiro né na formação reativa são maneiras que o ego Tem de se proteger né de não se fragilizar de não deixar aparecer aquela aquela aquele se preocupe tá tia isso que análise Vai tentando desconstruir pode deixar aparecer alguma coisa desse sujeito né Ah o isolamento é um quarto é ponto ou sujeito então ele muito necessariamente ele se isola não só da análise mas só isso se isola no quarto ele
ele se isola naquilo que Ele pensa naquilo que ele tem como ideia naquilo que ele tem como tração de vida ele se isola frente ao outro frente as ideias frente aos seus ideais ele se isola Exatamente porque ele fazia o movimento contrário é isso vai colocar na frente a frente com essa Devastação que ele não quer então é uma nova blindagem que a gente tem ele se isola para se blindar de um mundo externo possibilidade como que é a ele evita determinadas coisas que o próprio chamava lá de inibição da Inter e constrói uma certa
inibição para não ter que ser a ver com esse lugar do outro para não ter que ser a ver com é o que ele pensa com que ele é para não ter que dizer sobre si bom então o novo mecanismo de defesa é esse é o quarto Que eu estou eu estou dizendo a anulação é é o quinto mecanismo de defesa é em que o sujeito ele vai o tempo inteiro tentando seja anular alguma coisa que faz parte da sua própria construção né ele vai dizendo alguma coisa como do tipo não é que eu seja
dessa forma né que a gente vai dizer não só com uma anulação com uma de negação Aliás nem tem aqui na fraude nem utiliza esse mecanismo Tá vendo como é que existem outros que vão sendo construídos aí Porque a denegação Exatamente isso muito próximo da anulação que é o momento em que o sujeito diz assim Mas vocês já Ouviram isso não é um mecanismo de defesa do Ego a pessoa diz assim não é que eu não gosto da Maria né da vizinha e na verdade é porque não gosta mesmo né Não não é que eu
não gosto de o bloco não é que eu não queira não é que eu não tenho vontade nem tão essa tentativa de é uma coisa na verdade é para tentar aparecer eu gosto dela eu não gosto dela Então o Freud chamava de anulação em alguns terços nós vamos ver até muito mais atual do que a própria palavra anulação com uma de negação a a projeção que eu acho que é muito comum para vocês né o momento em que muitas das pessoas projetam no outro aquilo que essencialmente aparece em si momento em que elas dizem assim
eu não gosto de Tais comportamentos eu não acho interessante Tais comportamentos eu não gosto de fulano porque eu acho ele muito Mentiroso por exemplo e talvez depois ele vai se ver mentindo né então ele des ele projeta no outro algo que ele não acha interessante não gosto ou até acha e gosta e acaba vendo que essa projeção tá no outro na verdade está nela mesmo não é o momento em que as pessoas dizem o plano é tão é pedante ele acha eu ser o melhor e etc e na análise quando ele vai se esbarrando coisa
se ele percebe que ele é que é assim né ele aqui é pedante se acha e etc etc Então é só uma Camistas todos esses pessoal eu acho que a gente nem fica muito preso a essa ideia dos mecanismos de defesa que eu tenho livro Diana é muito dinâmica né então ela não aconteceu nessa estrutura como nós estamos capturando aqui dando a Freud né tá um existem inúmeros outros mecanismos de defesa para a gente poder pensar além desses aqui é a introjeção precisamos nem de caminhar muito nesse conceito a gente entende do sujeito que ele
ao invés de ele projetar algo no Outro ele introjeta algo de externo em si mesmo então ele traz algo que talvez seja muito mais apresentado pelo outro ele coloca está em sim então são sujeitos que por exemplo tem uma Face um grande escutar a demanda trazida pelo outro e colocarem sim né ah Fulano você é muito feio você é muito bobo você é muito isso e ele vai coloca aquilo como uma questão é eu sou isso sou feio sou bobo total é um mecanismo que ele encontra para não deixar aparecer aquilo Que efetivamente apareceria mais
fácil para o ego tem que receber isso que é vindo pelo outro e o oitavo a invenção acho que você já viram esse conceito no texto do Freud chamado a pulsão e seus destinos ou a pulsão e suas vicissitudes se vocês não viram Este mecanismo especificamente da invenção o Flávio vai trabalhar de duas maneiras ele vai dizer da reversão a ser o posto e do retorno ao próprio eu tô esse esse 8º é ponto da injeção é Onde o Cláudio vai trabalhar o preço ficar mente nesse texto é de 1904 905 chamado do pulsão e
suas vicissitudes ou pulsão e seus destinos aí depende da tradução em que ele vai dizer sobre o sadismo você já deve ter escutado umas senão eu recomendo isso de um modo muito intenso para vocês onde ele vai dizer dos pares que se tornam sintomáticos o sadismo ou masoquismo ou voyerismo exibicionismo a passividade A atividade é o olhar e o ser visto na íntegra o amor e o ódio né então ele vai trabalhando com esses pares sintomáticos e dizendo como que eles em última instância a gente diz que a gente ama mas na verdade a gente
odeia por isso é uma invenção ele diz do retorno ao próprio eu né que aquele que diz que que é bem assim que ocupa posições ativas ele precisa de uma determinada a ocupar posições passivas para essa atividade acontecer então Froid vai junta esses pares amor com ódio sadismo é masoquismo voyerismo exibicionismo e vai dizer que eles não são separados por isso que a gente vai chamar de inversão né a reversão né então a invenção EA reversão são esses dois conceitos que a gente vai ver nesse texto que eu disse para vocês a invenção sendo retorno
ao próprio eu e a reversão sendo a reversão ao seu oposto né que esses dois Consegues estão nesse texto aí que eu Disse para vocês e o décimo que é estão a gente pode considerar eu tenho a tendência a acreditar que a gente não colocaria esse décimos que quer a sublimação nesse ponto dos mecanismos porque eu acho que é sublimação muito mais do pessoal mecanismo de defesa eu acho que em alguns momentos ela é também a e nem tão Há momentos em que muitos pacientes eles começam a sublimada Terminado os sintomas para determinar as coisas
eu Deus em para vocês aí da mulher que foi para Igreja e que a partir dessa sublimação podemos dizer assim ela depois comer sua canta e hoje ela se vê fazendo aula de música e certo não encontrou uma defesa para o ego que não é diretamente tão Mortífera começa as outras demais e que nós podemos entender com uma saída e ela encontrou O interessante é pra você a ver com a vida de um modo geral né então eu acho que é Muito plausível a gente pensar nesses mecanismos de Defesa do Ego como não sendo fechados
não sendo algo que a gente vai sempre tem que ter em mente aqui minha camisa é esse mecanismo é aquele a nossa Clínica uma clínica dinâmica eu acredito que nós podemos pegar e fala para eu começar a concluir algumas coisas para vocês eu acho que nós podemos pegar alguns desses conceitos é que eu trouxe aqui hoje da Resistência da transferência da e agora dos mecanismos de defesa da contratransferência como uma ponte de estudos para nos ampliar mas os nossos argumentos e reflexões é a partir de Freud mas conversando com outros autores que dão conta de
fazer a gente entender a clínica contemporânea eu admito para vocês que esses conceitos do Freud que nós falamos aqui eles são fenomenais são formidáveis mas nós precisamos uma pitada a mais de alguns Outros conceitos para a gente dar conta de entender o paciente que não chega hoje né isso acredito que sim fica à vontade Oi eu queria saber se eu consigo tirar uma dúvida contigo não e sobre o você falou que uma da das questões da histeria hoje na atualidade seria adrogação Lembra Você colocou eu lembro os sintomas hoje né então assim que eu queria
perguntar é porque a por quê que normalmente as pessoas que fazem Tratamento essas comunidades terapêuticas não conseguem permanecer por muito tempo às vezes alguns segundos a primeira seis meses uma eu pensei que seria estrutura física e psíquica e não foi desse construída na semiconsciência na sua mente nas estruturas daria dificuldade deles assim se danar com esses problemas assim que por exemplo esses mecanismos de defesa desistência né que a gente está falando Sim o que é que ele tem e facilidades para poder peças lindas eu conheço terapeutas holísticos que dão até curso para pessoas que vão
trabalhar em comunidade terapêutica e já tiveram oito recaído então assim baixo assim o exagero Desculpa a minha fala que uma pessoa que hoje é ensina né é todo esse tipo de toda essa quantidade de recaída assim não é uma estrutura psíquica assim adoecido ainda do ponto de vista da psicopatologia psicanalítica É sem dúvida é eu acho que é isso isso especificamente eu teria muita coisa para a gente poder falar sobre isso mas especificamente eu vou responder para você e para todos a partir da construção saúde pública que eu trabalho tá a partir da construção de
saúde pública que nós trabalhamos enquanto analistas a partir da política nacional de humanização viu é porque no momento em que a gente fala da luta antimanicomial Nós estamos dizendo de um lugar de não segregação não isolamento não a prisão e que o tratamento em liberdade em portas abertas ele se torna mais interessante bom então nós vemos hoje na saúde mental nos Caps na saúde pública esse avanço das Comunidades terapêuticas de um modo efervescente e eles em grande parte das vezes respondem ao lugar também religioso é isso não coaduna e aí eu tô não tô tentando
ter o máximo de Cuidado com isso eu tô tentando falar em nome da política de humanização tá e as comunidades terapêuticas elas não participam na raps que a rede de atenção psicossocial o que participa é o Cras é o creas é a nas é o Hospital Geral então comunidade terapêutico não é para o SUS o lugar onde nós não só para o SUS quando a gente pensa na luta antimanicomial desde 88 na reforma psiquiátrica que nós vivemos no Brasil não é o lugar para tratar alguma coisa Assim como o Manicômio não era um lugar para
tratar Psicose né então prender os psicóticos dentro do hospício não eram nós entendemos hoje que não era o melhor modo de tratar assim como nós entendemos ser comunidade terapêutica também não é é no final das contas porque a ideia que nós temos a psicanálise é que trataram sujeitos longe do estímulo e do objeto com qual ele tá tentando se tratar não é o ideal e não faz nenhum sentido a não ser como diz como aumentar ainda mais o Desejo de sujeito para tal um exemplo que eu te dou é como se nós pensássemos assim Digamos
que nós tivéssemos um sujeito pedófilo né então ele tem desejos incessantes por crianças ele cometeu o crime ele foi preso se nós pensarmos nessa ideia tradicional de ele ser preso que cometeu o crime e ele vai ficar preso sei lá vamos a um exemplo cinco anos mas ele não tratou esse sintoma que é um dele então a gente só sabe que é um discurso higienista em que Ele ficou preso cinco anos e durante cinco anos Ele não vai comer tão Clear mas quando ele sair porque Lembre se o Freud falou agora pouco eu disse para
vocês a proibição faz nascer ainda mais o desejo do sujeito então para a saúde pública aí eu não tô dizendo que concordam para a saúde pública o tratamento em portas abertas é o tratamento que nós vamos ver muito mais efetivo para gente e os casos saúde mental então a explicação que nós Teríamos e que nós temos aqui é muito viva e você tem Total razão do nível de reincidência dos dos usuários de álcool e Outras Drogas nas comunidades terapêuticas é porque ali em grande parte das vezes utilizam-se métodos X Y ou Z os nove Passos
dez Passos não sei o que Total mas não se trata efetivamente como a psicanálise vai tratar por exemplo no divã e colocando o sujeito frente a frente com a relação que ele estabelece uma droga Qual que é a sua relação com a droga Então é modo de tratamento em última instância é o modo de tratamento de colocar nesses buracos Respostas como por exemplo é nova para algumas ações 87 Só um segundinho só um segundinho Paulo então o modo que a gente vai entender por isso eu tô falando eu estou falando em nome da Saúde públ
Oi tá com aquilo que eu trabalho com aquilo que eu vi o vídeo certo e tal é que o modo que nós Temos de trabalhar e de tratar com a saúde mental e eu tô incluindo a saúde mental os casos de Psicose álcool e Outras Drogas criança que é o CAPES a de por exemplo ao p drogas capinzinho infanto-juvenil capuz um dois e três então modo que nós temos de trabalhar com esse sujeito a um tratamento de portas abertas onde ele ele vai ter uma inserção social ele vai entender o lugar da droga ele vai
entender como é que o pertencimento dele social como é que ele Tem direito social sobre o benefício x e y financeira como é que ele pertence a cidade então na nossa perspectiva nós não trabalharemos e não enxergaremos esse lugar como lugar é que caminha muito próximo à saúde pública nem eu tinha psicanálise efetivamente propõe Então é isso é uma opinião minha frente a a política nacional de humanização não é do Mateus né É É da política nacional de humanização Eu Concordo com você e assim entende o que eu percebo também que estão deixa eu ver
se entendi direito comunidade terapêutica ele não tem uma retaguarda multiprofissional é isso tem acesso a guarda eles não tem essa essa essa curso são né da com esses outros profissionais Inclusive terapeutas psicanalíticos a psiquiatras seria basicamente isso isso fomenta esse número de Recaídas assim nesse Processo de tratamento é isso que foi isso que eu entendi as comunidades terapêuticas Elas podem até ter todas as equipes multiprofissionais não é nenhum problema o problema não está nisso o problema está no momento em que a gente acredita que o tratamento é um tratamento sentenciando a liberdade bom então o
problema não está em qual que é a quantidade de profissionais O que que você não quer ficar na lista pode trabalhar lá dentro mas nós então Estamos trabalhando com a ideia de que eu vou atender um usuário de drogas que basicamente está preso né porque é uma é uma você fica nove meses ou 12 meses o que é que seja efetivamente tendo visitas muito poucas e se havendo com as questões são próprias daquele modelo terapêutico ali então a liberdade se torna acessada como caso da saúde mental né como se nós pensássemos assim dentro de um
Manicômio tem uma equipe tinha uma equipe multiprofissional sim de uma Equipe multiprofissional de assistente social tinha tudo porém o modelo de tratamento cerceando a liberdade Nós não entendemos que não é o modelo tão interesse ou nada interessante e é exatamente por isso que a gente trata muito mais uma higiene então bairro começa a ficar limpo porque a maioria tá dentro da comunidade terapêutica mas quando todo mundo sai não se tratou muita coisa e depois de uma semana tá todo mundo o óculos com os estilos Novamente etc etc então é uma crítica que apesar de ela
ser da política de humanização eu concordo muito tanto que eu trabalho na saúde pública né Então é eu preciso me avisa para mim te com isso professor a festa vontade seria a prisional próprio desejo paz em dúvida porque no momento em que a gente é ao invés de perguntar para o sujeito Olha que interessante o trabalho que a gente faz no Capes por exemplo no Caps vem os pacientes lá que que estão à noite na Cracolândia eles vêm para o capu se juntam e se reúnem e ali eles falam sobre a relação que eles têm
quadrada sobre como é que a relação que ele tem com a família eles vão para o consultório e eles dizem do porque que eles usam a droga eles irão uso então no momento em que o Retiro esse espacinho e Eles saem dali eles podem até usar droga Mas eles vão usar de uma maneira diferente e volta para o CAPES amanhã ou Semana que vem ou no outro dia e usar um remédio e tem o apoio com assistente social que vai ajudá-la a ter um trabalho até steaktown é muito diferente de nós fazemos um movimento de
pode entrar não pode entrar o que respeitar os passos xyz de uma psicoeducação acho que no Capes a gente não faz se com educação né de sentido pedagógico né agora é hora de isso agora daquilo agora daqui a gente não acredita que talvez seria dessa forma que a gente trataria o Sujeito então uma é uma ausência da Liberdade mesmo do Desejo do sujeito Ok é só uma dúvida sim fica à vontade psicanalista ele então poderia trabalhar dentro do Capes e e com certeza sem dúvida Sem dúvida todos os carros que eu por exemplo supervisiona que
próximo a Belo Horizonte todos eles não não tem que ser necessariamente mas podemos até dizer de uma certa Coincidência ou não acredito ser uma coincidência mas talvez dentre as demais abordagens que a psicologia propõe Talvez seja a psicanálise que consiga sustentar cada vez mais a reflexão sobre a saúde mental então A grande maioria dos psicólogos que estão nos cabos todos eles são psicanalistas muito dificilmente nos encontramos psicólogos que trabalham com outras abordagens não é nenhum problema isso acontecer seu discurso não é da Saúde Mental é o Discurso da psicanálise tem um discurso é da Saúde
Mental a psicanálise ao recurso de atendimento discuta de intervenção social e etc então psicanalista ele pode trabalhar no hospital ele pode trabalhar o meu percurso para saber quantos que analistas foi tá ligado ao hospital geral né o quê que pode um psicanalista no hospital geral né o quê que pode o psicanalista frente a política de humanização por exemplo né então Psicanálise pode ter tem um texto de Henrique Lorran chamado é o analista cidadão tem que ele disse o analista é aquele que pode estar em qualquer espaço onde há uma escuta a ser efetivada E na
saúde mental nós temos ferramentas fundamentais eu trabalhar com o paciente com a psicanálise então capuz creas etc todo lugar que a gente vê aqui da escola Brasileira de psicanálise A grande maioria está na escola de saúde pública então A grande Maioria dos psicanalistas eles estão na ordem da saúde pública não necessariamente somente no consultório particular tá bom o Tom Elton eu acredito que eu posso já agradecer a esse esse momento com vocês né agradeço espero que a gente possa ter auxiliar de um pouco nesse percurso que eu posso até Auxiliar Um pouco nesse percurso de
vocês eh acredito que mais Interessantes da psicanálise exatamente o fato de ela não se esgotar ela não se esgota nos ideias ela não se esgota nas conversas mas rico e interessante da psicanálise exatamente a possibilidade do Diálogo quando Há a possibilidade do Diálogo Então acho que isso é realmente Rico a todo momento ela já é convocada a todo tempo exatamente para isso então eu me sinto agradecido pelo convite é Espero poder contribuir com vocês com quaisquer outras questões que surjam Daqui para frente é fala em Conversem a todo momento frente a isso E então acredito
que vou deixar algumas referências aí que ficaram em relação ao que nasceu mesmo das nossas conversas acredito nós poderíamos ter muito tempo ainda para falar sobre isso que nós já falamos aqui eu acho que só o tema da transferência quanto um tema talvez mais caro para gente ele já seja fundamental Mas eu acredito que pelo menos nós conseguimos nos provocar com algumas Ideias que possam ser interessantes não é então acredito que é isso e no final das contas os mecanismos de defesa Eles já dizem muito mais para a gente de como são como são sujeitos
né como que a relação do sujeito com A negação com a anulação a inversão as projeções Então é isso que eu acabo desejando para vocês que a gente consiga com muita cautela escutar o sujeitos ver onde que de fato eles conseguem dar conta de sustentar Alguma coisa e nós vamos sustentando o nosso tão chamado o desejo do analista que o Lacan dizia então Torço muito pelo percurso de vocês quero ter mais notícias aí do caminho que vocês vão seguindo Espero que tudo dê certo que as coisas vão se reformulando tenha ótimas disciplinas ótimas aulas daqui
para frente e deixa aí o meu abraço e meu agradecimento em nome do Elton pelo convite