Olá você sabia que o que você aprende na sua formação serve apenas para iniciar a sua jornada de conhecimento Olá eu sou a Camila córdova e hoje eu vim aqui para falar sobre dietas hospitalares para você que é técnico em nutrição e e ele é uma frase um dia de um empresário americano e também palestrante que saia impactando a vida de vários profissionais que diz justamente o seguinte que se você parar de adquirir conhecimento por conta própria você não vai ser nem de longe o melhor da sua área bom então nós aqui do ibpt nutre
estamos para te ajudar a se desenvolver profissionalmente Conte conosco e vamos acompanhando o conteúdo de hoje sobre dietas hospitalares esse conteúdo foi preparado para você que é técnico em nutrição e dietética e que de uma forma ou de outra trabalha com dietas hospitalares não sabemos hoje que o trabalho do técnico em nutrição em sua maioria acontece na produção de alimentos em âmbito hospitalar a gente tem aos poucos vendo uma evolução do trabalho do técnico também em nutrição Clínica e hoje eu dei um esquema um fluxo para que você entenda que essas duas áreas elas estão
Unidas e que você técnico em nutrição não pode pensar né um separadamente eu estou falando hoje do seu trabalho em âmbito hospitalar estou falando do trabalho também e clínicas de diversos segmentos aonde você pode trabalhar com dietas hospitalares e olha que eu não estou falando de prescrição de dietas hospitalares o que a prescrição das Dietas hospitalares é uma atividade privativa do nutricionista mas eu tô falando de uma atividade que o técnico em nutrição pode contribuir pode colaborar dentro da produção de alimentos ou ao lado do paciente e hoje eu quero trazer para você esse questionamento
o profissional que você é e qual é o profissional que você quer ser em âmbito hospitalar e o que é hoje o técnico em nutrição precisa assumir uma característica plural desses assumir também uma característica de um profissional sistêmico que tem uma visão sistêmica eu tenho que pensar nas dietas hospitalares como um todo desde o seu planejamento no momento que é planejado um cardápio na sua produção no acompanhamento no teste de Preparações na cozinha dietética até o momento do posicionamento e da distribuição essa é uma atividade específica de produção mas que está dentro da Clínica logo
depois esse alimento ele segue para o seu objetivo final que é o seu paciente aquele indivíduo que está internado que precisa de e especiais foi feito para ele uma prescrição dietética e esse alimento vai chegar até esse divido chegando esse indivíduo ele pode aceitar de uma forma muito tranquila e se alimentar muito bem e ele pode não aceitar dependendo da situação como ele estiver dependendo da temperatura daquela comida da apresentação daquele prato Então o que hoje eu tô querendo trazer para você é que é necessário sim que o técnico em nutrição comece a estudar um
pouco mais a técnica dietética entender que as dietas hospitalares não é simplesmente vocês você estudar a dieta terapia fisiopatologia de uma doença o que realmente aquele vai ser servido mas entender que todos esses tudo que já foi feito um por um nutricionista e que culminou no resultado de uma prescrição ele vai para uma cozinha dietética a ser produzido para ser elaborado e cabe a nós profissionais da área de nutrição você técnico em nutrição e dietética fazer com que esse alimento chegue com qualidade de forma satisfatória para fazer com que esse indivíduo se alimente de formar
adequada e receba os nutrientes que ele precisa e hoje eu quero dizer para vocês e você técnico impressão precisa nesse momento está focado em resultados não me simplesmente em rotinas da produção de alimentos ou da clínica Você precisa estudar buscar se atualizar trazer um diferencial para você e contribuir para sua equipe aqui esse indivíduo que hoje está lá internado e com uma doença específica numa dificuldade específica possa ser ajudado de alguma forma por aquela alimentação que ele está receber e esse técnico em nutrição precisa conhecer sobre dietas hospitalares precisa aprender a fazer esse técnico em
nutrição é necessário que ele viva junto com os outros profissionais que estão ali cozinheiros nutricionistas copeiros auxiliares de cozinha e nesse momento adquirir um ser profissional em técnico em nutrição habilitado que sabe múltiplas funções que desempenha atividades diferenciadas para que ele possa trazer um diferencial para o seu trabalho eu estruturei o conteúdo de hoje fazendo uma breve introdução para falar do seu desenvolvimento profissional Quando vamos conversar sobre dietas hospitalares o segundo momento vou fazer você refletir um pouco quanto foi o juramento que você fez na sua formação Você lembra terceiro vou falar um pouco do
contexto da desnutrição hospitalar e o porque nós profissionais da nutrição Temos que estar antenados a esse ponto Outro ponto é falar sobre estar lado a lado do paciente né conversar estar junto dele quarto. Vou falar um pouco da um entendimento rápido sobre dietas hospitalares e o quinto. Eu vou entrar em algo novo que hoje está se conversando internacionalmente dentro desse cenário de dietas hospitalares Oi e aí eu trago um pouco de informações da técnica dietética e fecha o meu raciocínio com a gastronomia hospitalar acompanhe o nosso conteúdo de hoje vou trazer hoje uma reflexão para
você e vou te fazer relembrar o juramento que você fez na sua formação você prometeu exercer as suas funções com dedicação e lealdade em função da saúde do homem sem discriminação de qualquer forma e eu volto aqui para falar dessa desse juramento dedicação e lealdade é o que nós temos que ter com todas as atividades que a gente vai estarem exercendo em âmbito hospitalar porque nós temos que pensar que todo o nosso trabalho ele está sendo executado para aquele indivíduo que está de uma forma ou de outra debilitado em 1 a situação de risco risco
nutricional risco de morte enfim Então nesse momento eu quero chamar atenção a você é que você Se dedique com todo afinco a exercer Essas atividades com muita eficiência e como aplicar ciência e agora eu vou falar um pouco para vocês sobre o direito humano à alimentação saudável que é um outro ponto importante quando se fala dietas a gente tá vivendo num contexto Aonde a indústria está avançando a cada dia que passa os alimentos ultraprocessados estão entrando nas nossas casas e olha que não é só nas nossas esses alimentos estão entrando tão bem nos hospitais e
nós da área de nutrição Temos que estar atentos a isso para que os indivíduos que ali estão recebendo as alimentação tenham e a uma Alimentação adequada e saudável e hoje eu faço um e trago para vocês algumas coisas importantes Você conhece de fato a nova classificação Você entende sobre o guia alimentar da população brasileira tanto que foi elaborado para adultos quanto este recente que foi elaborado para crianças nós da área de nutrição quando falamos de dietas hospitalares. Que a gente tem que considerar uma Alimentação adequada e saudável e devemos sim defender essa alimentação seja lá
no momento do planejamento dos cardápios seja lá no momento que você vai orientar o paciente de alta para que ele possa continuar se alimentando com uma Alimentação adequada e saudável e hoje eu vou falar para vocês um pouco sobre o contexto da desnutrição hospitalar se a gente conversar estudar e pegar alguns trabalhos que foram publicados alguns artigos científicos todas as vezes que vai falar sobre dieta hospitalar ou gastronomia hospitalar vocês vão ver que existe ali uma revisão bibliográfica falando sobre desnutrição ou pontos falando sobre desnutrição hospitalar e porque eu falo isso a desnutrição no Brasil
ela diminui muito agora a gente tem muito mais obesidade só que a desnutrição em âmbito hospitalar ela acontece no mundo inteiro e hoje eu faço essa pergunta Será porque os índices de desnutrição hospitalar ainda são altos e olha que eu peguei um artigo vou compartilhar com vocês a situação ele foi publicado agora o nome de 2021 que vão um pouco sobre essa questão da Gastronomia hospitalar o que melhorar a apresentação porque entregar um alimento numa temperatura de quadro utilizar especiarias ervas combinações de alimentos porque nós estamos vendo uma baixa aceitabilidade da alimentação do Hospital das
Dietas hospitalares hoje Se a gente for levar em consideração que esse indivíduo recebe uma prescrição a prescrição de acordo com a sua necessidade E aí muitas vezes acaba sendo alterado a consistência daquela alimentação acaba sendo restringido algum alimento específico acaba sendo colocado outros alimentos que às vezes ele não costuma comer no seu dia a dia e tudo isso e ar contribuindo para uma baixa aceitabilidade E aí olha que hoje a faca e o queijo está na mão dos profissionais de nutrição nós podemos fazer muita coisa para mudar este cenário e é esse entendimento que eu
quero trazer para você hoje então vamos lá a desnutrição hospitalar ela tem causas importantes e agora eu vou colocar aqui na tela para vocês as causas da desnutrição hospitalar Então vamos falar de dois pontos um a redução da ingestão alimentar e o segundo. O aumento do metabolismo redução da ingestão alimentar está relacionada à Baixa aceitação a dieta a ariccia a disfagia EA capacidade reduzida de mastigação E no momento que a gente fala de aumento do metabolismo nós estamos falando de questões fisiológicas estamos falando da doença da enfermidade do estresse metabólico dos sintomas que podem estar
acontecendo e levando a náuseas e vômitos de infecções e mucosite tudo isso são aspectos que devem ser considerados e que contribuem para uma desnutrição hospitalar então eu trouxe aqui para vocês todas as causas que podem estar relacionadas à desnutrição hospitalar bem eu digo todas as causas mas são as causas mais comuns e que a gente deve estar a tempo então considerando esse contexto de Deus nutrição hospitalar hoje eu quero dizer para você que nossa área de nutrição temos está Temos que estar lado a lado do paciente e aí tô falando do paciente é participando de
várias formas um ponto é sabendo já que esse indivído tem um risco nutricional pode chegar a uma desnutrição porque ele vai permanecer durante um longo tempo na internação o ele já instalar o tempo ou a doença dele pode estar favorecendo uma desnutrição hospitalar eu te digo devemos acompanhar a fico aceitabilidade desses pacientes e aí nós temos várias formas a gente pode estar fazendo registros digitais tirando fotos daquele prato é para que você possa de fato saber se ele tá se alimentando ou não você pode utilizar protocolo já sei que a habilidade e a gente compartilhou
aqui no BT nutre com vocês quando nós falamos do programa a alimentação escolar o FNDE tem aquele protocolo aonde você pode aplicar testes de escala hedônica aonde você pode avaliar os percentuais de aceitabilidade e aqui não é diferente você pode estar utilizando o mesmo protocolo Claro que vai fazendo uma adaptação outra por conta do contexto você tá vivendo Outro ponto aplicando questionários avaliando de fato o que pode ser feito daquele indivíduo junto com a equipe de nutrição para que essa aceitabilidade possa ser melhorada os aspectos aquilo que ele gosta a forma com que aparece então
Existem muitos muitas pesquisas que foram compartilhadas que são de domínio público e que hoje você pode encontrar de sucesso de Ative e se foram aplicadas e que melhoraram a aceitabilidade a gente sabe que a gente tem vários entraves hoje hospitais públicos hospitais particulares cozinhas que são terceirizadas o fato de muitas vezes a gente não tem muita conversa entre esses profissionais que estão lá na produção e esses profissionais que estão na clínica mas hoje eu te coloco que é importante que você faça essa ponte com o técnico em nutrição sabe porque o que você tá pensando
nesse individo você tá pensando em melhorar o estado nutricional em tirar ele do Risco nutricional E olha que hoje a gente também consegue visualizar precocemente indivíduos com desnutrição e que tem uma oralidade boa e que simplesmente passa-se uma sonda é e quais são os critérios que foram colocados para que comece a utilizar uma nutrição integral Será que isso não está sendo utilizado precocemente Será que já foi feito tudo que precisava ser feito para esse indivíduo Então esse é um questionamento que eu te trago e agora eu vou falar sobre as dietas hospitalares o que a
gente vive há muito tempo e a gente ainda vive hoje nos hospitais a dietas hospitalares Elas têm as modificações de consistência aonde eu tenho a dieta normal que é considerado normal ou geral em outros estados a dieta Branda aonde a gente tem uma alteração das fibras que são abrandados por cozimento também alguns estabelecimentos fazem uma modificação mecânica e não simplesmente por cozimento e também coloca na dieta branda nós temos a dieta pastosa a dieta líquida líquida completa e a dieta líquida restrita e essa é uma padronização de consistência que é aplicada hoje numa clínica cirúrgica
quando você faz evolução de dietas e que é aplicado também para aqueles indivíduos que têm dificuldade de mastigação dificuldade de deglutição e olha aqui sobre isso não vou detalhar porque nós temos muito conteúdo manuais de dietas hospitalares recentemente a Universidade Federal de Santa Catarina compartilhou o seu manual de dietas hospitalares gente tem também os manuais de dos hospitais públicos no geral Aonde eles são de domínio público e a gente pode sim tá consultando e quando a gente vai olhando nos estados a gente vai ver que poucas coisas vão se diferenciam mas utilizamos isso há muitos
anos na nutrição hoje eu quero trazer aqui para vocês algumas novidades em termos de dietas hospitalares Nossa Camila mas Mudou alguma coisa tem alguma coisa diferenciada Ah tem sim mudanças importantes então 2011 a gente foi publicado o consenso de disfagia para idosos eu vou compartilhar com vocês também esse consenso que é um material bem completo que é utilizado por nutricionistas e fonoaudiólogos Oi e a disfagia que é uma doença que faz com que esse indivíduo tenha dificuldade em Engolir os alimentos ela tem várias fases ela tem fases graves e tem fases um pouco mais tranquilas
e a gente hoje utiliza essas dietas de consistência para definir isso em 2011 esse consenso trouxe um pouco diferenciado essa questão da utilização de espessantes em líquidos justamente para que a gente possa melhorar Esse aspecto da alimentação para o paciente disfágico porque muitas complicações podem ocorrer inclusive esses indivíduos eles podem até perder sua própria vida por conta de unhas gasgo podem ter uma infecção através de uma pneumonia O que houve uma broncoaspira bom então nós temos que estar atentos Será que aquela consistência de dieta que a gente está aplicando desde os primórdios eu vou falar
primórdios porque tem muito tempo que é a mesma coisa E aí por isso eu resolvi trazer algumas novidades para vocês e a novidade que eu vou trazer agora é sobre uma padronização internacional de dietas para disfagia olha que legal você já ouviu falar no idds i o que é o que significa não vou falar em inglês ou em português para vocês edds significa iniciativa internacional de padronização de dietas para disfagia eu falo isso porque porque em 2013 iniciou e se conter para padronização comitê internacional e dá para pesquisar e para definir uma padronização que seja
global para o paciente disfágico e hoje eu compartilho com vocês Esse diagrama talvez muitos que estão me escutando vai estar vendo isso pela primeira vez e vai falar assim poxa mas no hospital que eu trabalho eu nunca vi falar sobre isso lá na minha formação Eu também nunca ouvi falar sobre isso aí eu digo para você calma calma que isso é algo novo apesar do comitê iniciado em 2013 a gente tem países como Estados Unidos Canadá Austrália Bélgica que começaram em 2018 o pontapé inicial aconteceu em 2019 estão trabalhando para que essa padronização ocorra tem
de fato a gente já tem hoje trabalhos que foram publicados colocando e essa padronização de dieta e os resultados são muito positivos e hoje aqui no Brasil a gente já tem hospitais que estão começando a se adequar a essa nova classificação essa nova padronização e como exemplo a gente tem aí a rede Sarah né que é especializada aí indivíduos que têm problemas locomotores enfim de diversas formas que passam por inúmeras cirurgias e lá gente tem muito paciente disfágico a gente também tem como um todos os idosos a a doença de alzheimer auditar são copos de
Levi enfim que uma hora ou outra chega o momento que esse indivíduo ele passa a ter uma dificuldade de deglutição e agora eu compartilho com vocês Esse diagrama então Observe que são 8 níveis de pá a ação de dietas para o paciente disfágico a gente inicia pelo nível zero está lá na base da pirâmide que é o líquido ralo um muito levemente expressado dois levemente expressado três que já é liquidificador moderadamente expressado quatro que já é pastoso e extremamente estressado cinco moído e úmido seis macio e pecado 7 normal aí você me pergunta mas Camila
como eu sei definir esse nível nível que o meu paciente vai estar receber e eu te digo nós temos que trabalhar em equipes multidisciplinares e essa definição ela acontece pela equipe médica juntamente com o Diogo existem testes que devem ser feitos exames que devem ser feitos para saber qual é o nível de padronização da alimentação e agora eu vou mostrar cada um deles porque esse documento ele é um documento que não vai tá trazendo os alimentos especificadamente eles no finalzinho lá quando a gente fala de macio e picado ou moído e úmido traz sim alguns
alimentos Mas no geral ele fala da consistência e ele traz testes que devem ser feitos com a seringa com o garfo com o dedo com o tamanho esses testes precisam ser feitos para saber se realmente aqui aquela preparação que você vai estar servindo ela vai estar adequada para aquele paciente disfágico então vamo dar uma passada aqui e eu vou mostrando o ponto a ponto reparem aqui nós vamos falar agora do nível zero que tá na base da pirâmide que é o líquido ralo se eles indivíduo estiver nesse nível e tiver que se alimentar com líquidos
raros então a consistência ela tem um teste que é o teste da seringa então raciocínio é o seguinte você coloca o líquido dentro da seringa e esse líquido ele deve fluir em 10 segundos 10ml em 10 segundos ele é considerado um um líquido raro e ele não vai ficar resido nenhum na parede da seringa vamos passar agora para o líquido muito levemente expressado Esse é o nível 1 do diagrama é o lar de mente espessado ele possui sim o espessante e no teste do fluxo a gente consegue em 10 segundos ter uma retenção de 1
a 4 ml na seringa então quer dizer e 10 segundos Ainda faltam 4 ml para descer nessa seringa e aí é um outro teste que a gente faz do levemente expressar vamos passar pelo para o segundo momento do diagrama que é considerado levemente e expressado o levemente espessadas ele traz um teste para você que em 10 segundos ficaram retidos de 4 a 8 ML na seringa e ainda sim você vai ter um pouco de resido sendo observado e vamos seguir agora para mim ver o 3 que é o liquidificado considerado moderamente expressado esse liquidificador ele
já tem alguns testes que são importantes que não é só o da seringa aonde eu faço o teste da inclinação da colher Onde eu posso fazer o teste com o dedo e o teste com o pauzinho E aí beleza vamos seguir a gente segue agora para o pastoso ou extremamente esse pesado que também são feitos vários testes só que aqui a gente não tem teste de fluxo vou quando você faz depois de até tentar mas o líquido não vai passar pela seringa porque ele já é mais expressado então a gente não vai ter por exemplo
um fluxo de líquido né to indo e é justamente para aqueles indivíduos que eles não podem ter esse líquido né e quando ou sendo demitido porque ele pode estar gastando E aí vamos se lindo aí nós faz nós podemos fazer o teste da colher o teste do dedo o teste do pauzinho o teste do gotejamento de garfo também o da pressão de gás repare são vários testes que podem ser feitos evoluindo para essa escala a gente tem o nível 5 que é considerado o moído e úmido já moído e úmido a gente tem aqui alimentos
que foram colocados por todas equipe de padronização é um pouco sobre carne peixe fruta cereal como deve ser essa característica E aí a gente tem os testes que são feitos com o garfo o tamanho né desse desse alimento para que esse indivíduo possa ter condições de engolir com tranquilidade e mais para frente a gente tem um nível 6 que é macio e picado tão bem aqui se fala um pouco de algumas Preparações de alguns alimentos e é muito legal a gente vê que eles compartilham conosco um pouco a técnica dietética e também faz alguns testes
Porque toda preparação uma determinada consistência que vai ser servida ao paciente disfágico Ela precisa passar para esse teste para ver se realmente se encontra naquela consistência que o paciente necessita E aí a gente segue nefro topo dessa pirâmide que é o normal é quando a gente fala e uma alimentação normal em um nível normal nível 7 aonde a gente praticamente não tem muita alteração da consistência não existe uma restrição para o nível de textura Então observa em que esse a necessidade de ser utilizado em um método de teste e olha só que esta padronização de
dietas eles estão bem fizeram uma previsão da transição de alimentos então por exemplo quando você começa com o processo de disfagia antes você conseguia se alimentar de uma forma normal hoje você já tá começando até alterações e dificuldades de deglutição então é necessário fazer também um treinamento utilizar alimentos de transição para que você possa sair de uma alimentação normal para uma alimentação macia picada e depois para uma alimentação moída e úmida é só para que vocês entendam o que nesse momento os alimentos secos difíceis de mastigar de engolir eles passam ou a sair e entra
o outro nível de padrão de dieta e hospitalar no caso específica para desfazer diante desse novo cenário e do avanço das Dietas hospitalares que aos poucos também tem chegado no Brasil hoje eu te chamo atenção para as questões de técnica dietética Olha só imagina a gente pega um protocolo de padronização como esse para onde nós tricionista e técnicos em nutrição devemos É de fato entender sobre essa consistência aplicar os testes adequados para que essa alimentação chegue a quem precisa no nível que Foi estabelecido né então é na cozinha na produção fazendo testes que a gente
vai aprender tudo isso e olha aí essa é um esse é um novo nicho de mercado aí você pensa mas como assim É sério gente tem muita gente hoje fogo ou diálogos que estão indo para a cozinha e já estão dando o cursos é sobre essa nova padronização já tem nutricionistas trabalhando em conjunto com o Logos e técnicos em nutrição que pode fazer isso o que aí envolve a técnica dietética alteração que você vai fazer com os alimentos as adaptações as Preparações a utilização de espessantes e de alimentos que vão funcionar como espessante para chegar
naquela consistência tá vendo é um moleque de oportunidade que vai se abrindo e por isso eu te chamo atenção hoje para que você possa entender que o trabalho da nutrição Clínica não é só lá do lado do paciente eu trabalho da nutrição Clínica tem que estar dentro da cozinha tão bem e isso eu o estúdio técnica dietética estude sobre os alimentos entenda sobre a classificação desses alimentos porque o que nesse momento aqueles que de fato entender e colocarem em prática vão ter um diferencial muito grande quantos hospitais hoje Imagina você chega no hospital que você
trabalha e fala assim Nossa eu já fiz um curso sobre isso eu entendo bem eu consigo treinar a minha cozinheira da técnica dietética eu consigo ajudar no planejamento de cardápios e inserir outras Preparações novas tá vendo gente então é para isso que eu quero chamar a atenção de vocês que a técnica dietética ela vai trazer um novo olhar para você nesse sentido das Dietas hospitalares o que por enquanto a gente ainda tem profissionais que estão um pouco perdidos sem saber quais os passos e o que fazer e aí eu trago para vocês esse entendimento hoje
e agora que eu já trouxe para você algumas novidades e trouxe também entendimento que você precisa para alavancar o seu desenvolvimento profissional conhecer muito mais do que você imagina agora eu vou falar da Gastronomia e nesse contexto de dietas hospitalares a gastronomia ela deve estar inserida a gente ver vários hospitais hoje querendo se adequar várias profissionais trabalhando com pesquisas para estar inserindo a gastronomia hospitalar nos ambientes de clínica nos ambientes hospitalares a gente tá vendo nascer hospitais particulares com novo conceito né de hotelaria justamente pensando em atender melhor esse paciente para que ele possa ter
uma boa E aí só se alimentação porque o contexto da Gastronomia hospitalar ele quer tirar né porque é desmistificar aquele pensamento que diz que comida de hospital tem que ser ruim nossa comida tá ruim parece uma comida de hospital ela não tem gosto ela não tem sabor EA gastronomia ela vem para trazer isso Olha quando a gente fala de dietas hospitalares nós estamos muito mais dentro da produção do que dentro da clínica para você que é técnico em nutrição e aí eu te pergunto de que forma você pode contribuir na gastronomia hospitalar para melhorar a
apresentação das Dietas a coloração a temperatura enfim as características as Preparações E aí eu tô trazendo isso porque com técnicas que são aplicadas a gente tem resultados positivos Oi gente tem uma boa aceitação então existem existem artigos que foram produzidos há um tempo atrás e eu até estava lendo um que fala né que ele até utiliza spoken menu que é menu falado com cardápio falar você sabia que se você entra no quarto do indivíduo né assim na enfermaria ou no momento ali onde ele está duas horas antes e pergunta para ele olha hoje nós teremos
no no cardápio um bife e teremos também no cardápio um suflê o que que você quer comer o bife ou suflê então oferecendo uma opção é o resultado do trabalho é tão Positivo eu vou que diz o seguinte que aquele indivíduo que recebeu essa informação O que significa durante todo esse tempo pensando naquilo que ele vai comer se preparando para comer aquilo que ele escolheu e olha que não é ele escolha algo assim do nada e colocar no cardápio é algo que já Foi estabelecido que já foi prescrito porque todo Hospital ele tem uma duas
três opções de prato principal Só pelo fato de você dizer dentro daquelas três opções que ele pode consumir o que que ele quer comer ele escolher a gente já tem uma aceitabilidade melhor tá vendo É muita novidade muita coisa que a gente tem é com gastronomia hospitalar que você quer trabalhar você gosta de produção e aí eu vou dizer uma outra coisa aqui outra informação importante para vocês aí você fala assim Mas Camila em quem eu posso confiar Onde eu pego essas receitas tem tanta receita doida que a gente né pé a festa não dá
certo e E aí eu vou dizer para vocês o núcleo de pesquisas epidemiológicos em saúde nutrição da USP que é um no pênis eles nem eles trabalharam em toda a pesquisa do guia alimentar da população brasileira eles de fato defendem a Alimentação adequada saudável a nova classificação saiu de lá nós temos aí o Carlos Monteiro que é um pesquisador que traz muitas essas informações e lendo né o site do do pênis vendo um poucos artigos eles estão indicando uma culinarista que é muito conhecida que a Rita Lobo E aí assim não que eu esteja aqui
fazendo propaganda da Rita Lobo mas existe o site da Rita Lobo que é o panelinha onde a gente tem várias receitas que são testadas e receitas que funcionam Ah e ainda Lobo ela defende sim alimentação saudável e hoje a gente tem inúmeras Preparações diferenciadas gastronômicas que podem ser adaptadas para esse ambiente hospitalar E olha que é legal eu vou compartilhar agora com vocês o fluxograma decisório para Preparações né para escolha de Preparações para que possam ser inseridas esse aqui é um exemplo que eu tô dando para vocês porque porque muitas vezes a gente pode dizer
assim nossa mas você tá falando tanta coisa não sei nem por onde começar né E aí eu tô eu estou te dizendo se hoje você trabalha junto com a equipe de nutrição no planejamento de cardápios o dentro da produção você pode sim trazer essas informações e agregar valor ao seu trabalho vamos acompanhar comigo agora esse fluxograma decisório e eu quero que você Observe esse fluxograma decisório que deve ser utilizado para o desenvolvimento de Preparações culinárias Eu já falei para você o site que você pode confiar de Preparações é claro que existem outros profissionais também que
trabalham com receitas que são testadas mas eu tô utilizando porque eu realmente acredito no trabalho do meu pênis esse eles indicam com um profissional que realmente utiliza alimentos saudáveis a nova classificação não vai utilizar nenhum alimento ultraprocessado então eu indico o site do panelinha para ver para que vocês possam pesquisar e pus Procurar novos Preparações então eu mostro aqui agora o fluxo para vocês no fluxo a gente tem uma primeira pergunta que diz o seguinte a receita culinária mas o povo você entrou no site buscou uma receita e tenha a pergunta dentro do fluxo a
receita culinária é adequada levando em consideração critérios de salubridade alimentação saudável você tem dois caminhos o sim ou não a receita não é saudável para nela não busca outra receita aonde você responda assim sim ela é saudável Então você pega dentro daquele contexto você tá procurando uma receita para que você é necessário adaptar essa receita sim ou não se não ok você vai seguir testar essa receita se sim você pode fazer uma adaptação Poxa essa receita tem um pouco mais de gordura do que eu imaginava um pouco mais de Açúcar do que eu imaginava tô
dando para você um exemplo e você vai precisar adaptar tiro um pouco de óleo tira um pouco de sal tira um pouco de gordura ok a data receita e depois você testa texto é uma receita que ficou saborosa é que ficou bonita né assim aos olhos que atende as necessidades daquela comunidade específica a qual você tava estudando ótimo você pode pegar aquela preparação e inserir dentro do cardápio que você está elaborando o do cardápio que você tá contribuindo na elaboração Agora sim muitas vezes a resposta for não você tem que voltar e fazer uma pesquisa
bibliográfica dessa receita culinária para saber se ela atende ou não os critérios de saúde você pode Ah mas eu acho tão bacana de repente eu posso só pegar um ingrediente aqui substituir Ok adapta às vezes nessa substituição não dá certo você testa a receita é legal então para por aí procura uma nova receita é que você possa fazer ou uma nova adaptação ou não e testes culinários para que ela seja inserida na preparação culinária Nesse contexto da Gastronomia hospitalar Você pode me perguntar mas Camila eu posso contribuir como é que eu posso ajudar primeiro se
você tá pensando de fato e uma preparação mais elaborada mas adequada e uma uma preparação Apetitosa vocês entendem que é necessário tá fazendo adaptações esses carregados melhorando os cardápios trazendo novas receitas que o que que a gente tem que ficar sempre da mesma na Mesmice né aqueles cardápios aqui não traz muito apetite que não são vistosos E você tá vendo que é muito simples não precisa fazer muita coisa mas tem que ter tempo tem que ter habilidade tem que ter disposição tem que ter vontade para você melhorar aquele cardápio daquela instituição que você trabalha para
você contribuir para você chamar toda equipe de nutrição e trazer coisas novas que vão no fundo ajudar o paciente que tá ali precisando de fato da sua ajuda e aí eu finalizo agora esse vídeo finalizo esse conteúdo de dietas hospitalares talvez alguns de vocês possam estar assim Oxe eu não imaginei escutar tudo que eu escutei aqui e de fato eu trouxe isso para vocês uma novidade eu entreguei para vocês esses questionamentos para que você possa traçar o caminho diferenciado E você tá indo por esse caminho nessa perspectiva pensando dessa forma com foco no seu paciente
Será que você está se dedicando hoje a trazer uma alimentação de qualidade para aquele indivíduo inferno você realmente está preocupado com o estado nutricional desse indivíduo com o risco que ele tem desnutrição o ibpt nutre trouxe para você e vai trazer em outros momentos mais ainda assuntos como esse reflexões como essa então se você gostou desse conteúdo compartilhe com outros técnicos em nutrição para que eles estão bem que possam se desenvolver profissionalmente porque eles busquem por contra por conta própria uma atualização conhecimentos para que eles possam melhorar e a qualidade dos seus trabalhos trazendo resultado
para a equipe de nutrição se inscreva no nosso canal e continue acompanhando o nosso conteúdo E aí