[Música] Olá pessoal, tudo bem? Esse é o programa Entrevista Ideal e hoje eu estou aqui com Idealino Ra meu contemporâneo. Ele é mais velho que eu, né?
Porque ele é de 78, mas ele nasceu em janeiro, não é isso? Isso. Eu nasci só em novembro, então sou muito mais novo que ele.
Eu estou falando de Daniel Liberman. Tudo bom, Daniel? Obrigado pelo convite de est aqui participando desse desse quadro do da TV Ideal, né?
TV Ideal. TV Ideal e muito honrado com o convite. Um dos quadros mais concorridos desse clube.
O pessoal fica brigando para sair aqui e o presidente disse: "Não fez, não fez com Daniel Livra, nem eu não acredito. Aí eu falei: "Falha a minha, vou fazer". Não, tá sempre a discussão, pessoal.
Daniel, uma figura super conhecida aqui no clube. Ele ele ele tava recordando que ele nasceu no Ideal Clube. Seu a família do Daniel, a família Lívia, uma família idealina raiz.
E a partir do seu tio, né? Também não começou com o vovô Valdi. Contei essa história aí de Começou com o vovô Valdir nos primórdios do Ideal.
Ele morava em frente aqui na moça Tabosa. Era só atravessar a rua. O papai conta as histórias de que estudou pro vestibular aqui no palco do salão nobre.
O Filé Garç estava confirma ele relembrando essa história que ele sabe a história. Acho que ele não era nascido ainda não. Foi bem formado demais.
É demais, sabe tudo. E aí ele devia até ser entrevistado. É, é o pró.
E o o o vovô foi diretor aqui. O pessoal até como ele morava em frente, chamava ele de papai contar a história que chamavam ele de diretor residente, que é tivesse um problema aqui era só atravessar a rua e chamar ele. Então só chamar, né?
Valdi, e ele começou ali nas quadras de tênis, eles juntos lá fundaram a federação, eles começaram a federação cearense de tênis. Assim, o vovó era mais ligado. Aí o papai conta as histórias que que aprendeu a nadar na piscina daqui, o mar na frente, ele e o tio Ricardo e a tia Regina praticamente era o quintal da casa, assim como é nosso também, como ainda é, né, de muitas gentes, de muitas gentes.
Mas vamos dar esse salto agora. A gente vai voltar daqui a pouco a falar dessas histórias idealinas, mas eu queria saber, Daniel, como é que foi a tua infância, tua juventude, né? Você estudou em qual colégio?
Comecei estudando no Alvorada, que era ali na Idal Ponçalbano, muito próximo daqui. Depois de a pé, tava na época a gente morava na Pereira Valente, então acho que mamãe levava a gente e depois a gente se mudou e foi morar na Mcejana, praticamente num sítio com uma infância maravilhosa, diferente da infância da da garotada de hoje. Mas a gente nunca perdeu, perdeu um pouco a ligação em certo momento de vi muito porque passou a morar bem longe, mas o papai não.
Eu lembro que o papai sempre tava vinha trabalhar, né, os plantões, tal, trabalhava no HGF, mas ele sempre tava aqui. A ligação com o ideal nunca nunca perdemos, né? E depois quando voltamos de morar no interior, viemos aqui primeiro ali na na abolição e depois logo aqui na Rui Barbosa a dois quarteirões.
E daí voltamos a frequentar diariamente o ideal público. E Daniel, você é um advogado eh eh de renome na cidade, por que não? Apesar de jovem, apesar de jovem.
Ah. Ah. Você tendo a referência em casa, um pai médico, por que você foi pro direito?
A ligação com direito vem da mamãe, né? A mamãe é formada em direito. Ela ela nunca fez o exame da ordem porque ela logo começou a atuar na parte de carta horária, né?
Então isso aí é, ela é bachael em direito, mas impedia de ter a carteira da OAB porque ela já era concursada. Sim. E fez os concursos e e entrou na área carta horária.
Então, praticamente assim, na minha vida jurídica, assim que eu entrei na faculdade, logo, escolhi o direito muito cedo, passei e meu primeiro dia de faculdade foi meu primeiro dia de estagiário dela no cartório. Então, ela me realmente me passou em todas as etapas de um cartório. na época era uma uma serventia de registro de imóveis.
Então a gente passou 16 anos trabalhando com ela lá. E a e aí são as bases da nossa área de atuação, e do André, que somos sócios, temos a lei de advogados, trabalhando muito nessa área registrária e imobiliária. Hoje a gente sempre fazendo uma parte mais administrativa, organizando o holdings familiares, essa regularização de empreendimentos imobiliários, desde da desde a aquisição do terreno até a venda pro já do imóvel construído.
Essa é a nossa especialidade lá no escritório. E você falou aí do seu irmão André, André Bíblema. Eh, vocês são são três, não é isso?
Nós somos três, o André, o mais velho, eh, que é meu, que também é advogado, meu sócio, a Lia, que é engenheira brilhante, trabalhou muito nessas obras da Petrobras, o marido dela também engenheiro, continua trabalhando ainda nessas grandes obras e todos jogando os tênis. Ah, falar em tênis. Eu te conheço.
Eu conheço o Daniel como jogador de tênis, jogando tênis. Mas eu eu ouvi falar que você também era craquezinho no futsal. Isso é verdade.
É, na família o craque no futsal era o André. Realmente ele jogou bem. Eu engou ele.
O eu eu eu fui até o prémirim. Eu fui até o premirinho no com um pouquinho aqui, cheguei à seleção do ideal, mas na época eu já tinha muita ligação com tênis. Então assim, era tipo assim, segunda, quarta, sexta eu jogava tênis, desci quinta eu jogava futebol.
Então aí quando você ia pra seleção, o futebol ficava na segunda, quarta e sexta. E aí eu tive que optar e eu optei logo pelo três. Mas anel, você joga até hoje, né?
a e você continua disputando torneio, continuou fazendo um esforço danado, lutando contra o peso e a idade, mas ainda ajudou minha raquetada aí. Mas você tá igual aquela história do Barão de Cobertan? O importante é competir ou tá ganhando alguma coisa?
Não, faz tempo que eu não levanto o troféu, mas tenho alguns na prateleiras lá. No o meu enquanto juvenil fui fui bem, joguei até os 17 realmente com afim, fiquei naquela dúvida, será que dá certo? Mas realmente a carreira jurídica e ficar perto da família falou mais alto.
É. E e me diz uma coisa, você deve ter muita história aqui no Ideal Clube eh dessa época aí de atleta jogando, não sei o quê, tinha uns tinha umas umas viagens aqui no Ideal? Tu lembra de alguma dessas assim para competir?
a gente organizar, fazia rifa para conseguir a É, quem falou isso a Faba, Carl Silva, Carl Rocha, esposa do Alimô, ela contou que tinha umas viagens para jogar, não sei o que, que era uma fáb lembro dela no tênis, mas eu acho que ela era do vôlei, né, mano? aqui do Não era do do tênis não era. Acho que era do É, a gente eu fiquei muito no tênis.
A gente organizava, pegava ônibus, ia jogar campeonato norte nordeste em Natal e a turma toda. O Terton que todo mundo conhece, nosso conselheiro, eu chamo de tio porque a gente desde criança a a tia Teica era responsável. A mamãe entregava todo, todas as famílias entregavam os filhos pra tia Teca e ela saía dando caramba, tomando conta da gente e a gente fazendo aquelas bases no cinco no torneio, no ônibus e tudo.
Daniel, você completou 18 anos, a gente é da mesma idade, acho que 1996. Nossas contas estiverem corretas. Qual foi o melhor presente que você ganhou no dia que você completou 18 anos?
Bem significativo. Meu 18 anos já é já é importante para um menino porque é a carteira de motorista. Mas o presente que eu ganhei do meu pai que significou muito, foi uma ação do clube.
Ele chega chegou a presentear todos os filhos assim fazia 18 anos. O presente de 18 anos da gente não era carro, não. Era uma ação do Ideal Clube.
Desde então eu sou sócio proprietário do Ideal Clube. Ideal Clube. Era sócioatleta, era dependente de sócio, mas logo aos 18, aos 18 anos tinha que ser emancipar.
Exatamente. Aqui tem o estatuto fala do do eh sócio especial, categoria um e dois que não, mas a gente, o papai, graças a Deus passou a gente já para só proprietária. Isso é muito legal, porque e eu acho que esse tipo de movimento é que torna o ideal essa coisa de geração, geração vai passando e e não vai perdendo esse encanto, né?
Você tem duas filhas, não é isso? Você tem duas filhas e e como é que essa essa essa eh essa questão da relação ideal clube com elas? Você tá conseguindo inserir esse essa mentalidade?
É engraçado. O ideal na família da gente, ele tá presente na hora do almoço, quando a gente tá em família na casa de praia. Não, não tem como.
Sempre o ideal é assunto. O papai sempre participou muito da política idealina. Eu comecei, ele me chamou na época que o Humberto foi a campanha do Humberto e ele me convidou, filho, eu queria que você fosse comigo nas reuniões dos grupos, aquela formação e e eu gostei de estar com ele ouvindo, interpretando o a coisa e e coincidiu de Humberto me convidar para diretor.
Ah, você já foi diretor já na época do Humberto, né? Isso na época do eu entrei, ingressei como diretor já com o Humberto, tu era um garoto, tinha 27 anos por aí, acho que foi 2006, 2006, 28 anos, né? E aí a gente começou e e voltando a falar das meninas, né?
Sim, sim. Então o ideal sempre tava presente. Então elas naquelas discussões com o papai deve fazer isso.
O ideal sempre é pauta. E aí elas ouviram esse nome ideal o tempo todo e elas jogaram vôlei, escolinha de natação e elas adoram. Eu acho que pelo tem criaram raízes aqui até por já é a quarta geração que tá indo no mesmo no mesmo caminho.
Já já é a quarta geração. É isso mesmo. E o Daniel dirigente, você falou aí que que desde a gestão do saudoso Humberto Cavalcante, você compõe a a diretoria do ideal.
Como é assim, além de ser o um sócio proprietário desde 18 anos, você falou sócio independente desde criancinha? a relação como dirigente do clube, que até hoje você é o Daniel Livro, atualmente ele é vice-presidente comercial no ideal clube, mas já foi vice-presidente de planejamento, acho que do esporte, não sei. Aí foi tudo já, só não foi presidente ainda, né?
Ainda o o é fácil lidar porque primeiro o ideal a gente vem com a dedicação assim, então a gente vem com que gosta, a gente vem com que gosta e a gente acha que tem que O ideal já deu muito para mim, eu já fui sóatleta, ele me ajudou muito, participei de equipão, tem horas que a gente tem que tem que retribuir. É, o papai contar história engraçada e eu perguntei: "Pai, o Bertinho tá me convidando para ser diretor? Mas eu sou novo, é uma obrigação.
Como é que vai ser isso? Eu não sei como é isso. E aí ele conta a história que ele, o acho que foi o Felipe Boris, foi convidado para participar também de uma diretoria e ele foi se aconselhar com o vovô perguntando: "Eh, pai, a mesma pergunta: "Pai, estão me chamando?
O Felipe tá me convidando e aí? " Aí ele disse que o vovô, que era muito direto, só falou assim: "Na minha vez eu fui". Ou seja, quando chegou o momento realmente de de assumir e e se doar pro clube, se se entendeu que chegou a oportunidade e a obrigação, porque realmente todo mundo tem que tem que retribuir.
Então foi muito assim, eu falei com o papai e me contou essa história, eu entendi bem a história que era para eu aceitar e vim aprendendo, aprendendo. E é, não é difícil porque até, por exemplo, quando eu cheg eu cheguei para ser vice-presidente de esporte, eu tinha sido aluno do Beto, do Mamão, então o mamão jogava tênis, ele é um pouco mais velho que eu, mas jogava com a gente. Então, a interação era muito forte, a ligação com um pouquinho no futsal, né?
Então, foi seguir as diretrizes que a diretoria impunha e a gente tocava o bar como tinha que ser. E agora aquela pergunta para dar uma balançada. O Daniel Líbero sonha ser presidente?
Eu eu acho que é uma honra. É uma honra você ser cogitada até pro carro. Não é um não é não é uma uma obsess pessoal.
Acho que o o papai foi presidente do Conselho Deliberativo, porque é realmente é é uma consequência daquela daquela história, né? Mas não é uma obsessão pessoal. Eu acho que o Amarilho, o Amarilho fala uma coisa muito importante nas nossas reuniões e eu sempre trabalhei muito próximo com Amarilho.
Ele dizia assim: "O importante é o Gol, não é o quem faz o gol, né? Ele usa essa analogia do futebol, mas era bem como as nossas as diretorias que eu participei com ele. E eu acho que o sucesso vem daí.
Eu acho que tá todo mundo trabalhando é para o ideal. Quem fez o gol não importa, mas a diretoria em si tem toda a responsabilidade e também tem um reconhecimento. E se se um dia cogitarem do meu nome, eu acho que é uma honra.
Seria uma honra assim, sem dúvida um grande nome. Obrigado, né? Eu acho que que história você tem, dedicação você tem, você tem aquela coisa, espalha a palavra, você espalha a palavra do ideal para seus filhos, pros amigos, etc.
Eu contei uma história pro Jeff aqui que a minha filha tava com uma roda de amigos e um amigo falou: "O ideal, o ideal é um local". É. Falou mal ela, de jeito nenhum.
"Você teve lá no Ideal? " Pois o meu pai é lá do Ideal. É, então tá no sangue da gente defender as cores do clube, não só no esporte, como também a imagem dia dia a dia é patrimônio nosso.
E não só por ser patrimônio, mas é uma história muito rica. Daniel, a gente tá chegando ao fim. História tem muita, né?
Tem, tem muita. Algumas não podem ser contadas, é verdade. Sobretudo as de garoto, né?
adolescent, os adolescentes sempre fazem, curtiam de maneira diferente. Os tempos são outros, né? É verdade.
O que se fazia naquela época hoje é fica na história. Fica na história. E pra gente encerrar, você deixa essa a a essa questãozinha pro final.
Deixa uma mensagem, cara, para essa geração, essa nova geração de ideal aí. como são suas filhas acho que é um ponto importantíssimo de se tocar. O ideal precisa realmente se renovar, mantendo as tradições sempre, claro, mas realmente precisa se renovar.
É muito comum a gente chegar e e não, mas o ideal hoje é para certa idade, não. O ideal tá preparado para receber. Nós temos muitas crianças no esporte, nós temos que focar mais as festas.
até também para tentar renovar. Eu acho importante essa renovação, mas o ideal com certeza tem ambiente para todas as gerações. As minhas filhas gostam, a comida é maravilhosa, o ambiente para se sociabilizar é perfeito, nossa piscina é maravilhosa e nós estamos aqui com pessoas que têm ligações, que tem história, que aquela aquela história que os pais da gente sempre faziam.
É filho de quem? Ah, paz, eu tô chamando um amigo. É filho de quem?
Ah, do fulano. Todo mundo aqui, esse esse mundo do universo ideal ainda é muito assim e todo mundo se sente seguro e todo mundo tá convivendo com pessoas do mesmo nível e intelectual, o que seja, e formando amizades que vão durar para o resto da vida. É impressionante, né, as conexões que são feitas no ambiente ideal puro, né?
Com certeza. Com certeza. Levar daqui pro pro resto do Exatamente.
São amizades que levam pra vida. Meu amigo Daniel, ficou faltando perguntar alguma coisa? De jeito nenhum.
Acho que sempre vai ter, a gente vai lembrar quando encerrar, mas eu acho que foi um fato agradabelíssimo. Fico honrado pelo mais uma vez agradeço o convite e estou sempre à disposição, você sabe, para ajudar ali. Nós estamos sempre ali na sala da presidência trabalhando e resolvendo o que tem que ser resolvido e ajuda muito mesmo.
O ideal ganha a cada dia com a presença desse cara na vice-presidência do clube, independente disso como sócio, como ideial no raiz, viu seu Machado? Aqui também é idealino raiz. Ele disse que tem foto, vai procurar no carrinho de bebê aqui também no ideal.
Não, essa só o você sabe dessa história do Sei demais. Sei essa só o tem que achar uma foto aí no carrinho de eu tenho acho que uma do São João. Essa eu posso conseguir.
Eu tô de matuto ali no salão vermelho. Brincadeira grandiosa. Bem pessoal, esse foi o programa Entrevista Ideal de hoje com esse cara fantástico, Daniel Lon.
Obrigado, meu irmão. Obrigado. Obrigado.
Obrigado. Obrigado. Até uma próxima.