Vamos ler mais uma história de amor e aventura aonde ver se um rapaz mostra a sua bravura pra defesa de uma jovem nas Chamas da Amargura Esse é o trovador cordelista J Barros Pernambucano de Glória de Goitá que todos os domingos de manhã vende seus folhetos na Praça da República em São Paulo os poetas e a poesia popular do nordeste brasileiro a literatura de cordel são tem T ciência de hoje licença que eu apresento minha ideia científica se alguém acha errado faça logo uma Retífica peço desculpa se ofenda alguém com minha política no departamento de Jornalismo e editoração da Escola de Comunicações e artes da USP a professora Gerusa Pires Ferreira fez da literatura Popular o tema de seus estudos a gente aqui no departamento conversar com aess respito de cordel de literatura de cordel o Cordel poderia ser definido como uma narrativa oral colocada no papel agora como a gente poderia comparar essa narrativa oral com a a forma escrita de narrar daria para fazer essa comparação seria muito simples pensar que a literatura de cordel é apenas a narrativa oral colocada no papel ela é posta no papel mas ela continua a ser oral porque ela em geral principalmente no no no princípio se dirigia a um público de pessoas que não sabiam ler portanto era uma leitura Comunitária e Esse aspecto de oralidade ela continua a ter ela não perde Esse aspecto de oralidade ela só se fez possível enquanto literatura portanto enquanto letra quando houve industrialização no Brasil né ela estava com moralidade até o momento em que as classes menos privilegiadas tiveram acesso a tecnologias de impressão com a industrialização do Recife exatamente com a virada do século XIX pro século XX é que ela se faz literatura impressa e o que não significa que ela passe a ser texto lido ela é texto lido também mas ela é também texto oral e continua a ser texto oral Gerusa Que tipo de produção de cultura popular é chamada de cordel hoje em dia se costuma chamaro de literatura de cordel tudo que se faz e e se costuma usar essa denominação para abrigar coisas muito diferentes desde a matéria tradicional realizada no sertão até aquela que é realizada no Sertão e é ditada em São Paulo até aquela que é pseudo eh literatura Popular até aquela que E aí eu acho que eu já vou pensar um pouco mais adiante até o uso dessa forma de literatura Popular para outros fins para fins de propaganda para fins de uma espécie de simulacro de imitação daquela forma tradicional de dizer de narrar agora no meio de tudo isso você tem indivíduos que ainda continuam produzindo aquela poesia Popular baseada nos tras tradicionais baseada na nos motivos que vem do romanceiro porque essa poesia é uma espécie de romanceiro né É É a é quase que a história a história Épica é a história social é a história das da vida de um povo não é então se você chega e e ainda encontra essa produção em escala muito grande não é eles escrevem escrevem no entanto nos últimos anos a dificuldade de as dificuldades primeiro de publicação e segundo de venda se tornaram muito grandes não é e até a própria modernização que a migração traz então hoje para você chamar de Cord você tá chamando coisas diferentes Às vezes a essa mesma denominação Qual a origem do termo literatura de cordel literatura de cordão é um termo português mas é um termo que se passou a usar para designar essa esse tipo de literatura Popular geralmente escrita em versos de sete sílabas que é o ritmo natural da língua portuguesa Aliás não é a redondilha que dá a medida popular da da dicção poética né a poética Popular ela de de maneira geral se constrói em redondilha caro leito eu te peço que Leia com atenção este livro até o fim é grande a satisfação se queres saber um pouco da vida de Lampião já ouvi alguém dizer Lampião está vivendo eu assevero que sim o que o povo anda dizendo se acreditas ou não continue o livro lendo jerus Em que outros lugares existiu ou existe ainda literatura de cordel se você for ver outras literaturas outros povos principalmente os nossos antecedentes europeus você vai ver que os alemães tiveram uma literatura de cordel importante os alemães os holandeses a primeira literatura de cordel foi a literatura Alemanha holandesa por quê justamente com o surgimento da imprensa não é aquela oralidade pode se transformar em escritura depois você vai ter uma literatura muito rica que é a literatura de colportage na França você vai ter em Portugal principalmente no século XVI a literatura de cordel vai ter os pegos suelos da Espanha que passam para pro México pra América Latina e você vai ter na virada do século XIX século XX a criação daquilo que se que o povo não chamava de literatura de cordel que o pesquisadores as pessoas metidas com coisas com estudos cultos é que passaram a chamar literatura de [Música] cordel J Barros como é que é a história de chegar na feira e cantar um cordel você cantaria um cordel pra gente é canto mas primeiro quero dizer a você como é que se chega na feira a gente chega sozinho abre a mala pessoal fala literatura de cordel porém eu não conhecia esse cordel ninguém vai chegar no calçamento numa feira cavar dois buracos enfiar duas Estacas esticar barbante para pendurar cordel agora eu via os cantadores com a maletinha com quatro ou cinco barbante e procurar o meio do cordel para mostrar alguns oito ou 10 folhetos e eu acho que isso não significa literatura de cordel com Pregadores de roupa eu não conheço esse assunto embora eu sigo o que o povo diz né porque a gente é feito papagaio fala o que os outros já falaram né então a gente chega e bate na mala como eu fiz muito na feira batia na mala Diz dona pascoalina vai trabalhar meus amigos eu trago aqui uma lagartixa que dança na ponta da calda e vou apresentá-la para os senhores aí já ia se aproximando o pessoal então quando tinha o8 ou 10 pessoas eu já começava a cantar porque toda a pessoa que se aproxima é porque gosta do assunto então começava a cantar jus você disse que e que já existiu existe cordel na Alemanha França Portugal até na Índia e a gente vai achar cordel aqui no Brasil no nordeste agora como é que foi que os nordestinos começaram a escrever cordel começaram a escrever histórias de cordel Esse foi o caso por que isso acontece em lugares tão diferentes mas como é é a forma mais comum acredito de de de literatura Popular que mantém essa característica em lugares tão diferentes e tão distantes entre eles no caso do do Nordeste as condições de isolamento por muito tempo as condições de formação de colonização ibérica né de segregação de industrialização tardia não é pode conservar no seu infelizmente no seu atraso econômico social essas formas de expressão próximas da nascente do romanceiro ibérico de tempos muito recuados não é É claro que ela Corresponde à literatura de grupos que não tiveram acesso a é uma outra cultura é uma outra porque essa literatura ela cumpre uma função didática importantíssima para grupos que não tiveram acesso a escolaridade né ela ela informa ela ensina ela dá todas as as possibilidades de transmissão daquele conhecimento que é o conhecimento do [Música] povo a literatura de cordel é o jornal do trovador né para o povo que não compra jornal porque no nordeste o O Nordestino quase não compra jornal que ele acha que não tem grande importância para ele mas quando aparece um folh de cordel é em poesia que ele adora e que gosta de cantar ele aprende até de có então ele lê e e decora a notícia eu me lembro T conversando com Rodolfo Com ele Cavalcante ele era poeta de cordel tinha mais de 1000 títulos Public e uma vez conversando com Rodolfo ele tinha ideias muito curiosas sobre a questão da ele dizia essa literatura de cordel serve para desasnar o povo ele usava a expressão desasnar se eu falar de Aristóteles eles aceitam Aristóteles Aliás o Rodolfo uma enorme biblioteca se eu falar de Eu só não gosto de falar é de Freud Marx São dois indivíduos que eu não gosto dizia Rodolfo Marx que inventou essa história de tomar sua casa e Freud de uma história muito complicada com a mãe dos eu não tenho coragem de repetir mas Rodolfo acreditava que tirando isso ele tinha condições de passar Aristóteles ele gostava muito Platão figuras da literatura clássica da mitologia ele achava que ele tava desas o povo não é e ele uma vez me contou que o episódio da chegada a lua só foi acreditado quando se escreveram os folhetos dizendo que realmente o homem chegou à lua porque enquanto foi televisão e enquanto foi fala das classes dominantes aquilo não significou nada só significou quando ele foi incorporado ao conjunto ao registro geral não é e nesse sentido a literatura de cordel foi uma forma especial de transmissão de conhecimento não é e de alfabetização de escola para aquelas pessoas que eram os grupos afinal de contas explorados e Postos a margem na sociedade tradicional brasileira né e Jerusa dá para se falar em grandes temas cordel Quais são os assuntos preferidos do do dos autores de cordel eles falam mais sobre o qu né além da tirando Marx e Freud né que eles não falam que outras coisas a gente poderia colocar Como assuntos preferenciais dos artistas de cordel há vários estudos que fazem eh análises tentativas de classificar os ciclos temáticos da literatura de cordel um um material que a gente não pode abrir mão quando pensar nisso é o o material produzido pela casa Rui Barbosa no Rio de Janeiro onde houve especialistas que tentaram estudar e e sistematizar a produção o repertório dessa produção Popular basicamente ela se compõe de temas de heroísmo temas de sagrados não é histórias vidas de Santos lendários só que eu eu pego todas essas classificações e divido um pouco no no sentido seguinte de de um lado a coisa mítica o conjunto mítico nãoé que são histórias histórias antigas histórias heróicas histórias de encantamento histórias de princesas etc [Música] etc meus amigos vamos ouvir a história de Lampião e Maria Bonita no Paraíso tentados por Satanás e diz assim pois já ouvi alguém dizer por mais de um companheiro que peão já foi visto lá no Rio de Janeiro teve um até que disse que ele é bodegueiro um diz e o outro diz tudo pode acontecer confesso que acredito naquele antigo dizer aquilo que o povo diz foi ou é ou tá para ser sucedeu que Lampião tinha desaparecido todo mundo tinha em mente que ele tinha morrido pois um velho cangaceiro contou-me todo ocorrido E aí a história vai terminar como a história vai terminar aqui dizendo que ele morreu padeceu mundo aa foi pro inferno satanás não quis procurar procurou lugar no céu o Céu também não aceitou E ele ficou vagando no mundo e até que um dia ele chegou no paraíso né Aí mandou São Pedro pedir a Jesus que por favor deixasse ele no Paraíso então o Lampião ficou no paraíso vivendo sozinho coisa aí se lembrou da Maria Bonita dele né Aí começou a desejar Maria Bonita e coisa e não sei por meio de quem ele falou com o Padre Cícero e pediu ao Padre Cícero que desse um passe para Maria e para o paraíso para viver junto a ele e então o Padre Cícero deu um passe para Maria Bonita Jesus Cristo Se compadeceu Deixou a Maria ficar junto com o Lampião então Jesus Cristo mandou São Pedro dar um recado para Lampião dizendo assim comerás todos os frutos mas é isento Caju cuidado Dent tu a mulher porque um surucucu mandado por Satanás enganará ela e tu então o surucucu é uma cobra né que está enrolada num cajoo que depois de lampião no Paraíso não é mais maçã o fruto do pecado é o caju e a o a árvore é um cajueiro e a cobra é um surucucu enrolado no Cachoeiro então São Pedro deu o recado para ele ele ficou avisado né e depois ele caiu no pecado porque quando a Maria estava lá um dia desejou a a comer o caju e comeu ofereceu para o Lampião então o Lampião foi expulso do Paraíso agora ninguém sabe onde é que ele está hoje né Tem pessoas que di Ah você não terminou a sua história porque ninguém sabe Lampião se foi pro céu se foi pro inferno e é por isso que dificilmente eu ponho fim nas minhas história quando tem fim é por conta do tipógrafo porque eu nunca ponho fim na minha [Música] história do outro lado a parte prática que resgata por exemplo aquilo que eles cham de sucessos ou coisas acontecidas que são a queixa as queixas as queixas sobre as secas sobre as isolações sobre as coisas que acontecem sobre a caristia sobre a inflação sobre eh a morte do Tancredo a morte do Getúlio que continua até [Música] hoje eu tenho do Apolônio Alves do Santo e que ele escreveu Tancredo em do céu mensagem a constituinte tem sobre a morte de tancre saiu milhares e milhares de folhetos quase todos os travadores fez ó esse é emem em em septilha e quase é obrigatório se cantar nessa melodia amabilíssimo leitor Desse nosso século XX Vamos ler mais uma mensagem com a notícia seguinte para honrar seu troféu Tancredo envia do céu para a constituinte Tancredo Neves queria nos dar toda a proteção mas como Deus o chamou para a Celeste mansão lá do céu ele está vendo tudo quanto está ocorrendo aqui na nossa nação quando o sarnei decretou o tal do Plano Cruzado e deu a de para que fosse tudo congelado sem nenhuma hipocrisia Tancredo de lá isto não dá resultado realmente não deu mesmo porque os sonegadores começar a esconder os produtos de valores faltou no supermercado frango e carne de gado para os [Música] consumidores agora eu diria que essas duas formas tanto o universo mítico como o universo da do presente do propriamente jornalístico até do cordel eles dois se interpenetram não é assim e ainda a gente esquece talvez por um vício de falar que existe toda uma produção obscena também existe uma produção de folhetos muito indecentes J Barros São famosos muito famosos os folhetos de cordel que são produzidos que algumas pessoas chamam um de erótico outro de pornográfico Eu sei que você tem uma produção Zinha nessa área você canta uma estrofe zinha de um de um de um cordel obsceno pra gente ó a estrofe que eu posso cantar porque os folhetos obscenos são censurados não se pode falar em raido mas eu tenho um que fiz para num folheto de Zé Limeira e diz assim é em décimas Adão caiu no pecado porque comeu da maçã no domingo de manhã levantou-se a perado pior do que um tarado fez um serviço ruim ele mesmo disse a mim que a mulher emprenhou quando menos esperou nascer um t de Caim porque Limeira só cantava disparate né então eu fiz um folheto sobre disparate e coloquei esse aí que já foi citado nas escolas na USP na na faculdade de campina em vários lugares nas escolas sempre cito esse aí né que o folheto de não dá para se cantar no raido nenhuma estrofe [Música] a produção de folhetos eles são chamados para eles são tem uma rede de distribuição própria tem o seu circuito próprio e sempre é quase quase sempre escrito com pseudônimo né então você tem um poeta como Manuel de Almeida fil que é um excelente poeta autor de muitos folhetos de histórias de encantamento de histórias de Princesa o mesmo poeta resp por esse conjunto todoo de Imaginário né E ao mesmo tempo ele muda de nome passa a se chamar Adam Fialho em vez de Manuel de Almeida filos o anagrama e escreve folhetos indecentes Aliás bem feíssimo né obras primas de literatura erótica ou pornográfica e pornográfica se você quiser mas esse conjunto de temas é curioso porque é um conjunto de toda a vida social se você pensar e fizer uma comparação com o que passa pela pela indústria cultural e pelas pelo J pelo Jornal Nacional você vai ver que as mesmas inquietações estão nessa literatura nesse jornalismo Popular Quando a gente fala em cultura popular né as pessoas assim a reação mais imediata é pensar em cultura popular como alguma coisa sendo massacrada pelos meios de comunicação de massa pela televisão pelo jornal mas aí pelo teu próprio discurso a gente vai percebendo que que não é bem assim quer dizer na realidade o Cordel D perceber que ele tá quase digerindo isso ou seja ele ele usa o que o que ele o que a televisão que jornal traz o Cordel acaba assimilando isso retrabalhando e devolvendo a as camadas mais populares da da população ele funciona mesmo assim eu acho que o discurso do jornal no Brasil é uma coisa muito séria porque muito pouca gente Lê jornal né o jornal impresso tem pouca influência agora a televisão o cinema o rádio sobretudo tem uma uma uma função enorme não de desfigurar não o que faz a ificação e às vezes a o desaparecimento é o próprio processo social são as questões econômicas são as questões da transformação da sociedade porque a a trazida de novos meios o indivíduo resgata ele não é morto ele não é anódino não é ele resgata daquele repertório aquilo que convém né eu tenho a eu analisei que tá publicado numa revista comunicação sociedade um folheto do Roberto Carlos que é um best cella um folheto do Roberto Carlos um folheto do do poeta de P neias que é um bestseller da editora Luzeiro que é a carta célebre carta de satanás a Roberto Carlos então nessa carta de satanás a Roberto Carlos não há nenhuma queixa do poeta contra a televisão nem contra o fato de Roberto Carlos gravar discos vender e ser o rei da canção ao contrário ele pede apenas é que Roberto Carlos na sua canção não mande mais pessoas pro inferno porque el não tem como abastecer como dar comida aquela gente toda que chega no inferno quer dizer são questões de ordem prática isso é quase que uma lição não é para pessoas que imaginam que Aliás o bode expiatório seria a televisão na desfiguração do Popular não não existe uma cultura popular existem culturas populares não é em determinados momentos mas a o responsável pela transformação são as transformações não é não é quer dizer o que que a televisão é ela corresponde a um estágio de socidade que incorporou essa forma eletrônica não é e Há outras formas mas essas coisas se a literatura de cordel ainda tem ouvintes leitores e continua não sei como eu disse não sei até quando se ela continua sendo produzida o que ela vai fazer se ela tem público se ela tem razão de ser ainda ela vai retirar elementos que Aliás o Jesus Martim barbeira tem um texto que eu acho muito interessante sobre memória narrativa indústria cultural quando ele diz que o a a indústria cultural também por sua vez ela se processa desde o popular ela vai pegar os elementos que compõem esse repertório da cultura popular né não há não há uma um io de de essência de diferença inconciliável entre aquilo que se produz na indústria cultural e na e na nas culturas populares né então H todo um fenômeno o tempo todo quando o cinema apareceu existia todo um fenômeno de interpretação das história das Lendas a partir do cinema então você vê por exemplo mito uma história como de sanção e da Lila não é que a história bíblica portanto já estava nos ouvidos do Povo Mas de repente no cinema ela ganha uma força aquela visão da Ed Lamar ou vctor mature os folhetos passam a ter os folhetos passam a ter aquilo na capa não é da mesma maneira que passam a ter outras outras representações Como por exemplo o mito de Jon Dark que é a história de Jon Dark que é uma coisa que que faz parte da do repertório das classes populares e que passa a ser representada com a figura da Ingrid Bergamo a partir de determinado momento né Jerusa você disse que que o folheto que trata da história do satanás com Roberto Carlos foi um bestseller né Editorial de de cordel agora quando você diz um bestseller de cordel o que que é isso Qual o número de pessoas que que chegam a ter contato com essa literatura o número de pessoas é difícil de calcular porque ela é escrita e oral então alguém comprou o folheto e Leu para uns Outros tantos quer dizer é como se fosse Pedrinha na água vai aumentando o ciclo né os círculos concêntricos agora o que é é que um folheto desse tem entre 300. 000 exemplares 260 300. 000 assim e quando um folheto vende apenas 80.
000 100. 000 exemplares ele não é considerado bom negócio é um livro pobre que só vendeu 80. 000 exemplares como é o caso de um folheto que eu estudei que se chama o Ferreiro das três idades e que vendeu apenas 90 80 ou 90.
000 exemplares Então não é considerado Bom Negócio um um folheto bom tem que dar 250 300 exemplares por aí então você veja que assim agora eu tô trabalhando com outra coisa que com livros populares também e tô vendo a o escândalo das tiragens quando nós nos ocupamos de livros cultos né do chamado livros cultos nós podemos ainda pensar em coisas assim como 3. 000 exemplares 4000 exemplares né de leitores solitários que vão consumir que tirar 3000 4. 000 10.
000 exemplares já é um já é um cara bom de livro né vende 10.