de casa agente comunitária de saúde uma das coisas que eu me lembro é que eu chegi minha out a filha né que ela não tá aqui agora ela eu disse assim vai chamar que ele tava no consultório no posto né vai chamar ele vai chamar ele aí ele ela foi aí vem ele né e essa parte aí eu me lembro que quando ele entrou na sala que eu tava as menina me segurando do lado de outro eu fiquei assim olhando assim para ele sabe e eu não queria porque eu me lembrei de uma frase dele
molequinho né ainda aqui em casa vha que ele vinha ficava aqui n era vin E aí ele dizia assim eu vou ser médico era ele ele ele ele novinho Aí ele diz assim eu vou ser médico vou trabalhar aqui nessa comunidade e vou cuidar da [Música] senhora o pensar o trabalhador como centro é que nos leva também ao pensar essa área como trabalho e educação trazendo o trabalhador como eixo nós temos que comemorar esses 20 anos anos da cgs o antecedente da cgts no Ministério da Saúde era uma Secretaria de Recursos Humanos dentro da Secretaria
Geral do ministério da saúde por que que a itav cria a comissão nacional da reforma sanitária já estava se preparando o processo constituinte 88 se propõe a criação da comissão com o objetivo de montar uma proposta a partir do resultado da it tanto de acabo constitucional quanto numa proposta de lei orgânica nesse momento funcionou uma coisa que eu acho que é uma marca importante na qual inclusive várias pessoas da CG como Maria Luísa jager por exemplo teve presente que foi a comissão nacional de reforma sanitária essa foi uma comissão estabelecida ali a partir da oitava
conferência onde as teses todas Que nós queríamos a saúde é um direito de todos é um dever do Estado é igual para todo mundo daria um um filme novo pensar sobre qual foi toda essa Trama que se fez pra oitava conferência O que que significa esse conceito de saúde que é quase colocado como alguma coisa a ser atingida que não é simplesmente que as pessoas não TM doença é mais e vai ser na diversidade vai ser no coletivo é que nós vamos construir nosso projeto muitas vezes nós vamos errar mas nunca vamos errar caminho que
aponta para construção de uma sociedade brasileira mais justa Muito [Música] obrigado na história do SUS a participação da população é fundamental naquele ano de 86 quando aconteceu a oitava conferência nacional de saúde logo em seguida em outubro a primeira conferência temática sobre a questão dos recursos humanos também aconteceu as questões colocadas da importância de se ter dentro o Ministério da Saúde um espaço ou uma secretaria que cuidasse da questão das relações do trabalho n era já um apontamento da população a partir do controle social e das conferências que cria o solo fértil para que a
cetes que representa a institucionalização né dessa área e do movimento todo que foi feito por esta área para ter e ela alçar é um um sim um reconhecimento enorme pra área de trabalho e educação ter a criação da [Música] serges o primeiro período é o nascimento da serges lutar todos os dias para mais recurso mais capacidade instalada maior maior número de pessoas trabalhando conosco né Muito boa vontade mas nós não tínhamos nenhuma estrutura que fala o que como tratar nossos Trabalhadores nós estamos falando da precarização do trabalho da falta de negociação do trabalhador que até
então não tínhamos essa discussão A gente não queria pouco a gente queria uma cetes com o perfil e com a estrutura e com a capacidade de primeiro Escalão do Ministério da Saúde a cget que é de fato aquela que cuida dos trabalhadores da gestão do SUS em todo o país ela não podia est em outro lugar a não ser no primeiro Escalão eu acho que você não tem nenhum lugar onde a questão de Recursos Humanos tá no primeiro nível de decisão do ministério dentro do ministério existia uma coordenação de recursos humanos que er os trabalhadores
do Ministério mas quem são esses que trabalham recursos são os recursos tecnológicos os recursos financeiros os recursos materiais os recursos eletrônicos todos os recursos que são necessários para organização de um trabalho mas o trabalhador é um processo subjetivo então não era mais possível que fosse pensada uma coordenação de desenvolvimento de recursos humanos ou uma coordenação de Recursos Humanos alguma coisa desse tipo trabalhador não é recurso humano trabalhador não é recurso de nada né era uma coordenação de recursos humanos do ministério e vira a secretaria de gestão do trabalho e da Educação na saúde acho que
essa afirmação simbólica foi fundamental para dizer que os trabalhadores e as trabalhadoras iriam ocupar um outro papel na gestão do SUS e na produção cotidiana do sistema de saúde a gestão do trabalho precisava negociar com os seus trabalhadores a mesa Nacional de negociação fundada em 1993 ela ficou 10 anos parada só com 2003 com a chegada do novo governo é que ela é reativada e de fato começa surgir então toda a negociação do trabalho com a mesa Nacional de negociação nós vivemos na década de 90 que é chamada inclusive pela Maria Helena Machado com a
década Perdida para recursos humanos ampliou-se muito a privatização a diversificação dos modelos de gestão a fragilidade dos vínculos e quando nasce a cets a gente tem dentro do departamento de gestão e regulação do trabalho políticas importantes como a política de desprecarização a retomada da mesa Nacional de negociação permanente do SUS que reúne gestores representantes da bancada dos Trabalhadores de prestadores de Serv isso da gestão do trabalho no SUS que era uma dívida já era anos 2000 e não tinha acontecido nada do ponto de vista de construir uma relação mais estável era claramente um território muito
pantanoso né bem difícil que vinha crescendo a a várias modalidades de terceirização e a gente tinha aquela bagunça federal estadual Municipal enfim Nós criamos por exemplo o comitê de precarização do trabalho que buscamos negociar com os gestores municipais estaduais e próprio governo federal de que não era possível continuar tratando os trabalhadores da forma que estava sendo tratado terceirizado com os e todo um sistema que dá muita insegurança ao trabalhador que eu falo o que eu faço não é motivo de eu ser demitido desde que eu est fazendo a coisa certa pra população [Música] [Música] eu
digo que a gente tinha uma questão trabalho mas precisava tomar em consideração uma questão educação e quando eu digo tomar em questão a educação não era tão pouco uma educação para o trabalho era uma educação na saúde tá bom o SUS é o ordenador da formação segundo a constituição mas tem o seu lugar nisso e que é que o ministério da saúde faz nesse negócio que que não faz não era tão claro a A cgts então além de ser um lugar que ia lidar com a gestão do trabalho ia ser mais ou menos a central
articuladora dos processos formativos atribuições do SUS dois pontos ordenar a formação ordenar a formação sem pensar o ensino para mim um conceito que não existe tem que pensar o ensino que se consolida a compreensão de que a gestão do trabalho da educação era uma atividade finalística do sistema saúde ou dos sistemas de saúde então a gente faz uma política que era eh formação e desenvolvimento do trabalho e dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde dois pontos caminhos da educação Permanente em saúde quando a gente propõe dos polos de educação permanente a gente propõe que territorialmente
nas regiões de saúde do país sentasse o conjunto os atores e discutissem o que que é necessário em termos de Formação a política nacional de educação permanente ela que que é intrinsecamente o que tá ali na Essência da cetes ela teve vários momentos né Então teve esse primeiro momento que foi o momento dos polos de educação permanente que tinha muito essa questão do protagonismo local saber conversar com a universidade não encomendar cursos saber conversar com os municípios não oferecer PR os municípios cursos saber conversar com a construção desse poder local que não é a mesma
coisa que oferecer um apoiador pro município se criou esse movimento de construção das residências em universidades e em serviços residências multiprofissionais a residência multi se mostrava como um espaço potencial então a gente pensava que era um dispositivo estratégico tanto tanto para mudanças na formação como para pensar a interprofissionalidade e várias outras articulações no âmbito da da da própria produção do SUS estar escrito não era suficiente precisava ter processos ativos como que a gente pode trabalhar para fortalecer a ideia de que a integralidade e a interprofissionalidade atravessem os processos de formação porque todo mundo pegava as
diretrizes curriculares e se concentrava no Pedaço específico de cada profissão e o que era Inter ficava SUS é um processo de vivência no sistema de estudantes por 15 dias A grande maioria da área de saúde mas por exemplo participou de gente de artes de jornalismo direito computação o conjunto de pessoas interessadas na discussão de saúde porque a gente respondia e falava a questões que não eram só da formação na verdade a gente ia falando de modos de fazer política de modos de construir o SUS a gente usou uma estratégia que era muito de para fora
e estabelecer muitas conexões conversações eram agendas [Música] múltiplas uma educação mais problematizadora problematizando o cotidiano do fazer dos Trabalhadores valorizando o que que as pessoas faziam no cotidiano produzindo uma educação que ela era transformadora porque ela era orientada para mudança de como eu posso cuidar das pessoas né com mais integralidade e nós começamos então a discutir e aprofundar necessidade de ter uma educação de saúde que dialogasse com as nossas necessidades Daí vem a ideia e o conceito da educação Permanente em saúde que até hoje muita gente confunde confunde permanente com permanência não é isso ela
tem algumas coisas que são fundamentais a integração ensino serviço ela é fundamental para entender essa ideia do que que nós estamos falando nós estamos falando de atividades que envolv ensino formação capacitação Integradas ao trabalho Integradas ao serviço nós estamos falando de aprendizagem significativo isso tem um sentido também e nós estamos falando de metodologias ativas metodologias diferenciadas para quem já trabalha para construir algo novo e diferente a cets ela vem neste processo para coroar e para contribuir com esta construção Porque você pensa a qualificação do Trabalhador a partir das necessidades do processo de trabalho e essa
política se conforma inclusive com financiamento para que ações orquestradas pelo Ministério da Saúde pudessem ser apoiadas técnica e financeiramente para o avanço dessa área dentro dos Estados os estados a partir dos seus contextos né e aí eu entro com o papel das escolas de saúde pública foram muito importantes e aí tiveram todo um papel fundamental no desenvolvimento e estruturação da política Estadual de Educação permanente né seus estados então foi um movimento importante né assim né nesse contexto além de estruturar os componentes dessa política né então o processo da integração em S serviço isso o processo
das residências em saúde a partir disso a gente pode também instituir as instâncias né Eh de gestão dessa política Então as comissões de integração ens de serviço A Primeira ideia era trazer de volta o Promed vamos ampliar isso né Não só paraa medicina né vamos começar pelo menos com as três áreas que estão na estratégia de saúde da família por isso que a gente mudou de promédio para Pró Saúde o edital era por curso Então numa mesma instituição cada curso apresentou seu projeto separado no edital um do prósaúde o edital dois a gente já fez
um avanço primeiro a gente expandiu para toda a área da saúde e cada instituição deveria apresentar um único projeto com todos os seus cursos nesse o primeiro passo em direção a à educação interprofissional pra graduação junto com o pró-saúde depois veio a criação do PET Saúde cada vez que as áreas técnicas vinham nos demandar capacitação a gente diz a gente tem uma oferta melhor que uma capacitação um projeto de intervenção academia integrado com serviço Pró Saúde o PET Saúde o pró residência são programas que você faz isso que você pensa como é que o ministério
da saúde pode com os que tem que não são normativos fazer mecanismos de indução a que possa acontecer Mudanças são os programas de incentivo a mudanças curriculares nos cursos de graduação em que o ministério da saúde destinava recursos para mudanças curriculares sempre pensando mudanças curriculares na formação de profissionais de saúde mais adequados ao nosso sistema único de saúde nós tivemos o pró residência o pró ensino que foi o mestrado profissional doutorado e telesaúde Brasil as teleconsultorias por meio da Tele saúde foi Pioneiro né na América Latina depois recebeu um reconhecimento da opas como modelo de
sucesso isso ficou muito claro para todo mundo a importância do Telessaúde do teleatendimento eu assistiu o início da Universidade Aberta do SUS como uma estrutura muito importante para formar pessas à distância ela é hoje de tamanho similar ao que a OMS faz para 18 países do mundo através do que se chamam de Open Who que é o sistema de educação à distância da Organização Mundial de Saúde eu acho que essa experiência chama atenção do mundo é o maior sistema de educação à distância logado na lógica da educação permanente que não é educação utilitarista [Música] 60%
da força de trabalho do SUS é nível técnico então a gente precisava qualificar pro conjunto de escolas técnicas do SUS elas eram muito capariz você tinha as escolas técnicas nos 27 Estados da Federação e eles respondiam pela formação em serviço do nível técnico o Profa que é o programa de formação de de auxiliares Talvez seja a maior obra de engenharia que tenha acontecido em Recursos Humanos em qualquer sistema do mundo o protagonismo de de uma outra mestra que é enfermeira Isabel do Santos me leva quer dizer pensar na questão da dignidade do trabalho que a
pessoa que teria que ser reconhecida profissionalmente Isabel dos Santos é a única mulher que consta na galeria dos sanitaristas na entrada do Ministério da Saúde única única mulher como é que eu vou ensinar trabalho equipe teorizando não posso eu tenho que ensinar trabalho em equipe vivenciando vale a pena você insistir é que cada um tem seus prazos né você tem que ter paciência para poder aguentar esperar né o prazo de cada um que não é igual né mas eu acho que vale a pena sempre vale a pena vi a educação sempre vale a pena [Música]
né a a formação de agentes comunitários de saúde todo o programa de saúde da família o investimento que se fez para ampliar as equipes e ampliar as equipes sempre articulando todo um processo formativo que ia compondo as necessidades dos programas de saúde da família [Música] a principal questão que chegava à nossa secretaria era a escassez de médico e não só médicos de muitos profissionais de saúde das outras áreas mas principalmente a dificuldade de provimento desses profissionais nas regiões mais vulneráveis [Música] os primeiros 700 médicos do mais foram 700 cidades que não foram escolhidas por nenhum
médico brasileiro elas não tiveram na radar de opção de nenhum dos 950 médicos brasileiro entre seis opções cada um tinha seja a chance de de um médico brasileiro para essas cidades Era Zero o programa chegou em 4.000 cidades foram 14.000 Profissionais de Saúde médicos em todas as regiões do Brasil nos 27 estados relatos assim a primeira vez que eu eh tive um médico na minha casa a primeira vez que eu tive um tratamento médico com calma olhando para mim ouvindo a minha história me entendendo as imagens que o próprio Araquem fez lá no seu livro
e que tem vários documentários e teses foram muito importante para mostrar caráter humano qual é o pecado de levar médico para quem precisa de gente que saiu do seu país para vir cuidar do povo [Música] brasileiro e uma questão fundamental Quem são as médicas e médicos formados a gente avançou nas cotas a gente avançou nessa perspectiva de democratização do acesso de inclusão mas as escolas eram nas grandes cidades a interiorização dos cursos de medicina como acontece no país todo a partir do Mais Médicos e temos uma experiência concreta com a Universidade Federal do recôncavo da
Bahia é uma mudança qualitativa muito importante porque o programa ele deu ferramentas né ele deu instrumentos políticos para o Ministério da Saúde de fato definir o perfil [Música] [Aplausos] qualquer política e qualquer debate na área de formação de recursos humanos e do enfrentamento de aspectos corporativos elas necessitam um carreamento muito forte tanto político como também orçamentário e financeiro nós só podemos ter feito em no período entre 2011 e 2014 a maior expansão de vaga de residência médica da história do Ministério da Saúde consequentemente uma das maiores do Brasil porque nós tivemos a condição orçamentar e
a decisão política de fazer isso a gente tem um absurdo né o Brasil essa questão das residências financiadas com recurso público mas seguindo critérios que são critérios doos mais variados privados o mercado de trabalho a serget conseguiu fazer isso comprou a residência conseguiu planejar identificar as áreas que tinham necessidade saímos uma coisa só médica para poder perceber o óbvio né Que saúde é feito pelo conjuntos Profissionais que são visões diferentes complementares integradoras todo artista tem onde o povo está pegar a estrada ir pro lugar atravessar a Bahia de Todos os Santos chegar na unidade básica
e as pessoas estarem aqui né formando pessoas aqui para que não precise mais da gente ter que sair de lá para formar aqui para que os Vinícius por exemplo daqui mesmo formem o próprio povo [Música] dele 2019 em pré-pandemia o governo bolsonaro ele extingue a mesa Nacional de negociação avizinhava-se um problema grave que já tava grave da precarização do trabalho e elas vai piorar de uma forma brutal com a pandemia olhar todo o percurso da cetes é entender também que em alguns momentos você tinha um contexto político mais favorável né para que as ações se
ampliassem em outros momentos com mais dificuldade algumas outras realmente eh perderam força autas como planejamento da força de trabalho dimensionamento da força de trabalho saúde do trabalhador da Saúde políticas para valorização desses trabalhadores eu estou falando dos operadores das políticas eu tô falando das pessoas que são elas que MOV o SUS foi por meio da rede escola que nós resistimos a esse processo tivemos processo pandemia né se não bastasse né o contexto de um um governo negacionista ainda tivemos que vivenciar E aí foi por meio da rede E aí o papel das escolas de saúde
pública todo processo de ações para apoiar né os trabalhadores a gestão né no enfrentamento a esse esse contexto [Música] o primeiro movimento que fizemos foi reestruturar a secretaria de gestão do trabalho da educação trazendo para elas pautas que estavam completamente destruídas são muitos sim os desafios E isso também nos estimula mim e a equipe está onde estamos nós temos esse olhar sobre essa área como uma área importante e prioritária para na agenda governamental e surge então uma nova perspectiva uma nova esperança e a serget volta a uma nova etapa que eu chamaria de reconstrução eu
acho que nesses 20 anos a gente teve algumas ofertas que perduraram né Por exemplo o PET Saúde é uma delas mas eu acho que a gente ainda Precisa avançar em algumas coisas o quanto nós conseguimos de fato sair do que tá escrito nas diretrizes curriculares de vários dos cursos de saúde para a prática de fato se o estado brasileiro não construir o Cadastro Nacional de especialista não empoderar uma instituição que tem a condição de fazer a diferença nesse Campo não organizar uma inteligência e não produzir conhecimento intervenção e formulação de intervenção ele vai ficar refend
dos interesses do mercado e da força histórica da Corporação médica que vai dizer o que que ela quer do jeito que ela quer educação permanente provim fixação principalmente na atenção básica houve muitos avanços mas permanecem desafios muito parecidos que é o subfinanciamento por mais que se diga que a gestão da saúde tem que melhorar e processos tem que ser mais modernos o grande problema é o subfinanciamento recursos insuficientes pra gente garantir o sonho do SUS a saúde de qualidade a todos os brasileiros Há muitos agentes propondo hoje uma quantidade enorme de dissertações de teses de
tccs de tcrs falando da educação permanente falando da residência falando de mudança na graduação falando do prósaúde do PET Saúde então era um campo que se a gente faz assim vamos ver na linha do tempo o que se produzia escrito sobre isso tipo vamos fazer uma revisão da produção neste campo era de zero a uma produção assim expressiva o Ministério da Saúde produzir ele mesmo dispositivos capilares de alimentar o debate é essa é a coisa mais importante que tem é fazer a vida entrar na na dinâmica da produção das políticas fazer a vida nos territórios
entrar de novo no SUS e é o que vale a pena né fazer as vidas valerem a pena né hoje o que a gente vê de produção de conhecimento que sai do SUS e vai para dentro da Universidade não é só a universidade que leva conhecimento pro SUS o SUS leva muito conhecimento pra universidade os princípios de Paulo Freire né da da educação pelo trabalho O trabalho como um processo que que nos educa constantemente de ação reflexão nós temos cursos da de graduação hoje muito mais diversos as pessoas vão ter Profissionais de Saúde muito mais
parecidos com todas as pessoas que procuram o Sistema Único de Saúde estamos lançando o programa nacional de Equidade de gênero raça etnia e valorização das trabalhadoras do SUS e temos Por exempl que discutir com os programas de pós-graduação com os cursos de graduação a inserção de temas que são fundamentais para nós avançarmos na discussão da Equidade tá lá no artigo 200 da Constituição cabe ao SUS ordenar a formação de recursos humanos e eu tenho que pensar os perfis profissionais a partir das necessidades do sistema de saúde não há que se conseguir fazer nada no SUS
Municipal sem que o diálogo e a construção seja conjunta e parceira com o gestor Municipal diálogo não é uma coisa fácil é a dificuldade e é a riqueza do SUS Então essa esse diálogo é fundamental a opas propos Brasil escrever a parte referente à gestão do trabalho da Educação do documento Opa século XXI e eu acho que é um pouco por aí entender que o conjunto dos Trabalhadores de saúde não são um recurso Ele é alo algo fundamental para que esse sistema funcione é algo fundamental pra população é entender o sistema que foi criado a
luta que foi fazer esse sistema ou se garante a integralidade da atenção ou se abre pro conjunto da sociedade essa discussão se apoia as práticas alternativas todas as as possibilidades de fazer se pensa que esse país é imenso e que eu tem que pensar em cada lugar sendo cada lugar eu acho precisa osadia nós temos profundos problemas de desigualdade nós temos Profundas necessidades de ampliar acesso ao mesmo tempo que nós temos muitos avanços no SUS imensos nós temos imensas necessidades ainda estamos juntos nessas grandes disputas primeiro a disputa pela manutenção do sistema único de saúde
que não é simples parece que é mas não é já são esses anos todos com muitos adversários com muitas pessoas querendo que ele acabe que vire uma outra coisa e segundo estamos juntos nesta necessidade de demonstrar de que educação e saúde é fundamental para o funcionamento do sistema único de saúde e estamos juntos porque sabemos que para isso acontecer é fundamental que a secretaria a cgts continue funcionando e Tenha cada vez mais potência Então é isso que nós queremos H potência H produção de vida nos territórios essa potência tem que ser trazida para dentro do
SUS pro SUS ser um espaço de produção de mudança como ele foi já ter um SUS público universal para todos e como de enfrentar as iniquidades as desigualdades tem força e potência para isso agora precisa articular pra gente poder falar Viva o [Música] SUS não se faz saúde sem gente é gente para cuidar de gente AES está cuidando de gente vida longa paraes empoderamento paraes orçamento paraes para Que ela possa cada vez mais cumprir o seu papel o momento é de esperança é de reconstrução e a responsabilidade da seres é com nosso trabalhadores e com
a gestão do trabalho e da educação em todo o país é muita coisa para fazer eu tenho certeza que a cget nasceu forte e continua forte e será cada vez mais forte eu considero que a cets é uma iniciativa de grande sucesso eu acho que não pode falar já tá dado e já tá resolvido e já tá consolidado não não não não é bem assim tem que manter essa vigilância constante do que que foi esse avanço que aconteceu até aqui eu quero dar parabéns a cjet e eu quo Quero desejar que o SUS seja cada
vez melhor para garantir cada vez mais uma atenção de saúde à nossa sociedade atenção à saúde que nossa sociedade merece reconhecer esse contexto de quem lá em 2003 esteve né e de quem de fato deu essa contribuição né no processo da criação no desenvolvimento até quando eh foi foi possível aer jets né porque teve esse esse recorte aí eu queria parabenizar imensamente assim a o processo dessa retomada de marcar também essa celebração dos 20 anos que eu acho que é importante e Vida Longa sejet Vida longa ao SUS né E essa vida longa junto com
o coletivo que acredita que defende o sistema único de saúde e reafirma a importância de uma política de gestão do trabalho educação na saúde no SUS o trabalho não é pouco não é fácil mas eh é muito bom fazê-lo o resultado disso é a entrega de uma saúde de melhor qualidade pro nosso cidadão e eu acho que todos nós que fazemos o SUS Queremos só isso o que eu acho que a gente tem que comemorar necessariamente a gente conseguiu apresentar não pro país a gente apresentou pro mundo que a educação na saúde é um lugar
finalístico para pensar a um sistema de saúde a Organização Mundial da Saúde lançou em 2010 um certo desafio que foi o da educação interprofissional e práticas colaborativas quando fez 100 anos do relatório flexner entrada no Terceiro Milênio o que que vem agora aí 100 anos de relatório flexner o que vem nesse lugar e o que vem nesse lugar era sistema de saúde é o território é as práticas colaborativas é a educação interprofissional a existência da educação interprofissional atravessando o desenvolvimento do sistema de saúde insistindo na resposta a esses desafios e essas questões com toda a
clareza que nós temos as dificuldades que Vamos enfrentar porque ninguém tá entrando nisso sem saber exatamente Quais são os percalços e quais são os problemas que nós vamos enfrentar mas ao mesmo tempo o esperançar na Perspectiva do Paulo Freire que o esperançar da luta faz com que a gente por esses trabalhadores por esse sistema de saúde que a gente acredita pelo compromisso que temos com a vida e com a luta que precisa ser travada para botar na pauta dos gestores esse elemento como elemento importante a cetes é filha da democracia e de um governo que
historicamente lutou pelos trabalhadores que é o governo do presidente Lula então quando ela nasce em 2003 Ela traz esse compromisso de articular as ações de educação permanente que ocorriam em todo o ministério e fazer com que isso derivasse para estados e municípios onde a gente olhasse pro processo de trabalho com foco nesses trabalhadores e trabalhadoras e a partir daí um conjunto de políticas que foram fundamentais estruturantes paraa área foram desenvolvidas ao longo desses 20 anos um conjunto de ações foi desenvolvida também por estados e por municípios dando vivacidade a isso ou seja a ceds deu
corpo deu voz deu estrutura né auxiliou a criação de estrutura de gestão do trabalho de educação e saúde num conjunto de Estados e de municípios do Brasil acho que o maior desafio é esse é de fato dar centralidade para isso porque eh para mim não adianta que a gente discuta a ampliação de serviços as redes assistenciais se a gente a gente não coloca na agenda também a discussão de Quem opera o SUS e Quem opera o SUS são os trabalhadores e trabalhadoras que precisam ter condições relações processos e vínculos de trabalho eh humanizados Seguros saudáveis
Democráticos eh decentes dignos eu acho que é esse um pouco da nossa intencionalidade estando aqui e eu enquanto sujeito do SUS militante do Sistema Único de Saúde acho que eh Estamos numa janela de oportunidade pela pela conjuntura que vivenciamos de um Gover Progressista e acho que precisamos aproveitar isso para criar né para implantar políticas estruturantes e que de conta e de atender as necessidades históricas da classe trabalhadora da saúde no Brasil eu acho que a gente avançou bastante Estamos avançando trabalhando muito para que as nossas políticas as nossas propostas se fortaleçam nesses processos todos de
formação da qualificação da educação permanente olhando para as necessidades das trabalhadoras e dos trabalhadores do sistema e pensando também que nós precisamos eh consolidar fortalecer as pautas da cetes que eu sempre digo que a cets é o coração do Sistema Único de Saúde nós podemos ter tudo num sistema podemos ter a melhor melhor equipamento as melhores instalações Mas se nós não tivermos profissionais que acolham as necessidades da população que a população se veja valorizada e reconhe e tratada com dignidade ela não vai ser favorável ao sistema e não vai ser uma defensora do sistema e
para que a gente possa avançar nisso Nós Temos que enfrentar a valorização dos trabalhadores e das trabalhadoras do Sistema Único de Saúde tornar os nossos processos de trabalho mais dignos mais humanos mais estáveis e ao mesmo tempo que esses trabalhadores possam olhar paraa nossa população como um todo e acolhê-las também com a mesma ade com o mesmo cuidado que nós desejamos que todos nós sejamos merecedores e um Marco importante de comemoração desses 20 anos da cetes é a realização da quarta conferência nacional de gestão do trabalho e da Educação na saúde evento que após 18
anos a última conferência ocorreu em 2006 nós estamos realizando reunindo trabalhadores gestores trabalhadoras da SA docentes pesquisadores movimentos sociais portanto será um grande evento onde o diálogo tanto das ações na agenda governamental nacionalmente e internacionalmente serão discutidas pontos convergentes no que tange a força de trabalho em saúde e portanto a valorização das trabalhadoras e dos trabalhadores do SUS eu queria dedicar essa celebração de 20 da cetes principalmente a todos os trabalhadores eles são fundamentais e imprescindíveis as e aos trabalhadores Principalmente as trabalho da saúdee é muito feminino né o velho sem conselho carrega com certeza
todo peso dessa vida e tem um pedaço que diz assim ele diz ele me diz que sempre se escondeu não se comprometeu nem nunca se entregou eu acho que a gente comprometeu que se entregou aqui essa música eu gost eu gostava muito dela quando jovem Chic Barque Viva o SUS e viva também a cetes a história da cgts as trabalhadoras e trabalhadores da cgts da mente dos corações daquelas trabalhadoras e trabalhadoras saíram políticas que são fundamentais pra gente poder melhorar a formação e a qualidade de quem cuida das pessoas no Sistema Único de Saúde em
nome do Conselho Nacional de saúde parabenizar a história da cegeps e desejar vida longa assim como desejamos essa vida longa ao nosso sistema único de saúde um forte abraços é um período que mostra a institucionalização de uma importante área é um período que mostra que os avanços são possíveis que políticas foram implementadas avanços foram feitos e desafios estão postos é uma importante data sim é uma data que mostra a trajetória de uma secretaria que uma contribuição ao sistema único de saúde e que tem também no movimento de comemoração um movimento de realimentação de uma luta
pela valorização dos trabalhadores e das trabalhadoras do Sistema Único de Saúde nós né ao tempo em que comemoramos e hoje né estamos aqui temos também todo um incentivo e gás para fazer acontecer aquelas políticas que são necessárias para o bem-estar dos trabalhadores e das trabalhadoras da saúde para que esse SUS seja uma boa [Música] escola e aí quando eu vi ali na minha frente aquilo ali me deu Uma emoção tão grande que aí eu fi assim venha eu aqui viní você dis quer cuidar de mim ó eu aqui aqui meu filho né E aí eu
disse Vem cá me dá um abraço ele correu foi me deu um abraço não foi E aí foi que foi assim sabe foi foi tipo um um um remédio é porque assim muitas vezes um abraço um simples gesto de carinho né resolve mais do que o remédio em si sim né é isso [Música]