[Música] eu sou a Gabriela Araújo Eu Sou professora de Direito Constitucional na Faculdade de Direito da PUC de São Paulo sou responsável pela matéria extensionista feminismos o nosso enfoque é a pesquisa da violência de gênero na universidade Quem criou essa disciplina foi a professora Silvia Pimentel que também é a coordenadora do nosso núcleo de direito e gênero eu fui procurada por duas alunas do grupo yabá que era um grupo feminista importante que me parece que agora se fragilizou e que talvez nem exista mais né E essas feministas jovens vieram me dizer que isso aconteceu com
uma pessoa uma jovem de primeiro ano e que elas est absolutamente indignadas e que elas queriam me escutar e eu disse o seguinte eu também Estou indignada eu como professora da faculdade de direito o que eu me disporia de estar ao lado de vocês é ir conversar com a diretoria da Faculdade de Direito de uma forma queer denúncia mas com a ideia de construir né e a construção eu sugeriria da gente fazer um grupo sobre direito gênero e igualdade a gente fazer uma cadeira de optativa sobre direito gênero e igualdade a gente fazer diretrizes e
tudo isso a gente fez e nós entendemos neste semestre que seria interessante delimitar a área de pesquisa no Campus de da da puc de Monte Alegre né da da Universidade aqui no Campus Monte Alegre eh focamos muito no assédio dentro da Universidade a violência de gênero mais focado no assédio contra professores funcionárias e alunas eh entendemos que seria importante também incluir o recorte de gênero raça e pessoas com deficiência todas as interseccionalidades as alunas estão muito empenhadas e como dentro do extensionismo né a gente precisa dev ver algo pra comunidade procuramos a TV PUC para
fazer essa parceria a Fernanda topou na hora a Estela também foi foi uma parceria muito interessante para que a gente fizesse um documentário Ou seja a pesquisa vem sendo acompanhada desde o início né pela TV PUC tá acompanhando as nossas dificuldades inclusive falta de dados eh Quais foram os resultados e espero que com esse documentário a gente consiga atingir o objetivo final que é criar um canal de denúncia realmente efetivo e combater o assédio a violência de gênero que de fato como a gente diagnosticou ainda existe infelizmente dentro da nossa universidade durante o desenvolvimento da
disciplina extensionista feminismo na prática nós desenvolvemos várias atividades dentre elas eh nós tivemos as aulas né sobre a questão do feminismo em que foi desenvolvida também em questões de interseccionalidade nós tivemos o desenvolvimento dessa pesquisa que foi feita através do Google forms e essa pesquisa foi divulgada pelos alunos eh tanto de sala em sala quanto também através de QR codes que foram colados na na na parede né na nos corredores da PUC eh e aí também nós tivemos as entrevistas com as professoras especialistas eh entrevistas com funcionários da PUC com alunos eh pra gente verificar
mesmo como que funciona essa questão de gênero na PUC Quais são os desafios a serem enfrentados pra gente ter uma discussão sobre isso possibilitar uma discussão sobre isso e também PR gente dar soluções né pra gente descobrir e formas de diminuir essa desigualdade de gênero dentro do ambiente acadêmico a gente queria perguntar se vocês acham que violência contra a mulher é algo recorrente aqui dentro da universidade eu não vivo em nenhuma situação mas é muito falado né no caso das redes sociais já eu já vi muita gente comentando E você já presenciou algum tipo de
situação que tem algum tipo de violência contra a mulher aqui dentro acho que nunca presenciei nada mas sei de histórias de amigas e colegas assim que sofreram tanto contra questões assim de de machismo de racismo de transfobia também é muito velado eu sinto muito apagado já ouvi coisas que aconteceram com amigas que eu fiz aqui na universidade e você tem conhecimento de algum canal de denúncia caso esse tipo de acontecimento ocorra não tenho conhecimento pessoalmente eu conversei uma vez com a minha professora sobre uma denúncia de assédio moral ela falou que tentou anunciar procurou alguma
ouvidoria e ela não conseguiu nós estamos colando aqui esses CR codes que levam para uma pesquisa que as pessoas que passam por aqui por dentro da book podem responder sobre violência de gênero no ambiente da [Música] Universidade Eu acredito muito que como mulher a gente tem um papel importante na luta contra o a violência contra né as mulheres e também é um assunto que sempre Me interessou P muito por conta de da pauta mesmo eu acho interessante a gente discutir nossos direitos nossos deveres e quando tem essa questão tão latente que a violência contra a
mulher eu acho que a gente também tem que debater isso no ambiente acadêmico e fora dele também eu já tenho acesso né e eu eu atuo dentro dessa área já há um tempo já eh como leitora então eu consumo muito conteúdo de mulheres escritoras feministas e que tratam da pauta e eu achei interessantíssimo ter uma aula disso dentro da Universidade porque é um assunto muito em alta que tá acontecendo e ter uma professora que vai trazer isso para ente acadêmico para também discutir isso com homens Eu acho muito interessante eu participo muito de várias atividades
da faculdade e o tema de violência contra a mulher é um tema muito recorrente e eu vejo que não existe nenhuma forma de apoio pras pras meninas e tal e é meio sufocante assim você acaba vendo as pessoas que você gosta num ambiente que elas não se sentem seguras assim eu acho que antes de tudo a pessoa tem que se importar né porque às vezes eu sinto que acontece muito isso parece que a principalmente no grupo de meninos assim você vê que é um tema que eles entram por ouvido sai pelo outro é algo que
eles nem dão atenção então acho que a princípio se importar se importar com as pessoas que que convivem com você nós estamos num ambiente que Teoricamente era para ser um ambiente ã democrático com a participação de todo mundo e não tem como você numa faculdade de direito no meu caso né onde a gente tem que estudar para caramba tem que fazer estágio tem que fazer diversas atividades e você ter uma parcela da de estudantes que ainda tem que se preocupar em não a violência eu já vivenciei algo que eu entendo como violência né porque quando
a gente fala de violência no senso comum tem uma ideia que violência é algo que eu consigo visualizar e a violência ela não se limita a isso né então Nós pensamos numa pensando numa sociedade sociedade brasileira que é uma sociedade que e se constitui a partir de mão de obra escrava que já tem na Gênese da sua formação processos viol e processos violentos inclusive com as mulheres fazendo aí um recorte de gênero historicamente né então pensando instituição numa perspectiva macro sendo estado essa instituição a gente já percebe os desdobramentos dessa violência no cotidiano da nossa
prática a violência de gênero ocorre dentro do ambiente acadêmico primeiro por piadas isso não é é uma forma de violência de gênero outra forma de violência de gênero é não dar a voz à mulher e isso tem que se ter muita atenção numa reunião seja dentro de de sala de aula com as com os alunos ah estar ali presente as alunas e não ter o direito de voz ou ter a sua voz literalmente é fechada ou desculpe fechada não é o termo né mas eh não não não não não fazer com que essa tenha o
pleno direito de expor e isso ocorre tédio moral São Todas aquelas aqueles atos praticados por colegas de trabalho eh eventualmente por superiores e aí dentro da Universidade poderia ser praticado por um professor por alguém do um setor administrativo contra uma vítima mas que tem uma conotação moral então ele viola a idade da pessoa e trata a pessoa de uma forma tão indesejável tão complexa que acaba ferindo a intimidade né e e nesses momentos assim por se tratar de Atos que são habituais são continuados eles afetam o psicológico da vítima e a vítima começa a achar
que ela é que está errada de moral é mais generalizado né o sexual Felizmente eu acho que ele não ocorre tanto mas ele ocorre Sim já com alguns números significativos a nos preocupar e a exigir políticas muito mais claras do que estão sendo tomadas pela Pública de São Paulo se a mulher ela tem uma posição e essa posição vai em desencontro aos demais ela é uma é louca que isso ela é louca ela não sabe o que está falando a violência contra as mulheres ela ocorre eh em vários espaços né Ela é um um problema
social é um problema da sociedade e ela ocorre tanto no âmbito privado quanto no âmbito público né e a gente sabe que há uma boa parte de violência que ocorre no âmbito doméstico né que é o que a gente chama de violência doméstica eh contra as mulheres mas as mulheres também acabam sofrendo violências no âmbito público inclusive no âmbito profissional institucional também nas universidades Então essas violências assim eh que para mim são visíveis tendo em vista que na minha condição de assistente social eu tenho formação que vai olhar pra Perspectiva da dignidade humana que vai
olhar pra dimensão do sujeito que vai olhar pro trabalho social com família entendendo que a família é composta na sua maioria como responsável por esse núcleo são as mulheres que estão à frente né E aí talvez isso Justifique um pouco que a gente tem dessas políticas públicas que são excludentes políticas públicas que não dá conta que não são pensadas na sua Gênese numa perspectiva transversal né para olhar que olha essa política pública ela é de habitação Mas ela precisa dialogar com a política de educação ela precisa dialogar com a política de transporte porque essa mulher
eh para costear essa moradia ela precisa trabalhar ela precisa deixar essa criança dentro de uma esfera todinha de desigualdades nós temos Claro negros negras indígenas mas dentro de todas essas condições e mulheres a mulher negra tá ali embaixo é a que tem uma Total eh eh eh discriminação ainda mais no meu caso que sou uma mulher que tenho 51 anos que sou uma mulher negra então tem todo um uma uma construção social sobre a questão da idade sobre a questão de raça sobre a questão de etnia né então eu sou uma mulher Afra ameríndia tendo
em vista que também descendo de povos pancar aru né então povos originários tanto africano como ameríndio são entendidos numa Perspectiva epistemológica da produção de conhecimento que há uma necessidade de Tutelar aquele sujeito na construção epistemológica desse desse conhecimento tendo em vista que não tem uma capacidade e esse olhar também é olhado né e coloca posto sobre o feminino né dias nós vimos uma publicação do IBGE o maior número de mulheres que sofrem violência doméstica infelizmente está não deveria ser nenhuma mas eu estou falando em seu maior número são mulheres negras e é interessante que em
seu maior número são as mulheres que chefiam as famílias né E aí você traz isso pro âmbito Universitário também é a mulher negra que sofre a discriminação em termos afetivo né em termos de reconhecimento em todas as suas áreas em todas as suas esferas não é eh se nós e irmos pro âmbito do TR numa relação de trabalho quem vem em primeiro plano no desemprego a mulher negra e o que está ocasionando essa mulher negra ela não vai mais procurar emprego Ela prefere ser empreendedora Hoje ela vai trazer os cuidados tentando outras formas que não
estando naquela relação nós temos as condições das interseccion interseccionalidades né que aí a gente pega o gênero classe e Então é isso que a gente deve de observar pra gente trabalhar dentro da Universidade você jáen aluma situa de viên Cont então Já presenciei uma situação aqui no da cruz mesmo de uma forma de assédio em que meninos estavam olhando e comentando sobre uma menina que estava comigo e aí chegaram falar com ela e foi super desagradvel fo meio umoi fo ver sexual Ele é igual ao assédio moral só que a conotação é sexual então São
Todas aquelas atitudes abusivas que violam a dignidade sexual da pessoa então uma mão boba um abraço eh Inconveniente eh às vezes um convite né para um jantar para um almoço mas sempre com essa conotação sexual sempre com esse ar de de se aproveitar sexualmente da vítima com Ares libidinosos vamos dizer dessa forma é importante a gente fazer uma pequena diferença entre Dois crimes o crime de assédio assédio sexual que também é considerado crime pelo código penal e o Crime de importunação sexual que é da mesma forma crime pelo código penal o assédio sexual ele será
considerado crime quando ele é proveniente de um superior hierárquico n Então existe o assédio mas ele não é de um colega de trabalho não é de um colega da universidade é de alguém que vai se aproveitar da sua situação de superior hierárquico para ah confrontar a vítima e exigir favores sexuais da vítima exigir eh determinadas eh enfim determinados atos que a vítima não quer praticar nesses casos é é que você tem o crime quando você tem no âmbito da escola no âmbito da Universidade ou no âmbito do trabalho um assédio sexual eh que é provocado
que é realizado por um colega de trabalho por um colega da Universidade que não tem uma superioridade hierárquica sobre a vítima aí você tem a importunação sexual o que a gente teve de conclusão é que foi muito complicado essa Essas entrevistas justamente por ser um tema muito delicado e que a maioria do corpo da administração passa por isso a gente conversou T com uma gama de funcionárias e a maioria disse que não queria se comprometer com o projeto justamente por medo de perder o emprego ou ter algum problema com a universidade eh a gente percebeu
também que teve uma dificuldade com agenda e ambos os problemas foram sanados pela professora e pela conj a equipe de gravação a gente se disponibilizou a gravar com elas em horário que elas poderiam gravar de elas escreverem os Os relatos e a gente tinha uma aluna ler para não comprometer a identidade delas e até mesmo mesclar o rosto e a voz também a erar tudo para que elas não aparecessem mas mesmo assim elas ainda agiram com resistência ao projeto eh a gente pode falar que o mundo acadêmico ele tá dentro dessa sociedade então problemas que
acontecem no nosso âmbito social eles também vão atingir diretamente o meio acadêmico justamente por ter uma estrutura hierárquica de poder e existir esse medo de perder o emprego ou de sofrer algum tipo de problema com a administração da Universidade Então eu acho que é um ponto importante a gente lembrar disso que a gente ainda vive numa sociedade machista onde o patriarcado ainda domina e é uma sociedade feita por homens para homens então as mulheres têm muita dificuldade de ter voz para poder falar sobre os seus problemas Principalmente nos casos de assédio e microagressões que é
o tema do nosso trabalho nós encaminhamos e-mails pro centro de todas de todos os cursos da PUC eh porém nós não conseguimos obter resposta da maioria dos cursos e aqueles cursos que responderam apenas responderam com mensagens genéricas e e-mails que pare iam ser automatizados eh diante dessa dificuldade nós tentamos também eh procurar fisicamente o espaço da diretoria que aonde não soui informado que esses dados não poderiam ser entregues pro grupo por causa da lgpd a lei geral de proteção de dados eu acho importante atentar para esse tipo de falta de de acolhimento de de de
informações assim que a faculdade pode fornecer ã aos grupos de estudos Ainda mais se tratando de um tema tão importante quanto esse quanto a reação à violência das pessoas que presenciaram esse tipo de violência de gênero no ambiente da Universidade eh 38,6 por declarou que não teve reação Nenhuma no momento eh 36% 36,4 declararam que prestaram apoio à vítima mas não tomaram nenhuma ação com sentido de impedir que a violência acontecesse 15,2 disseram que agiram na hora para tentar cessar a violência que estava ocorrendo e 9,8 eh disseram que não agiram não tomaram nenhuma ação
na hora mas que depois do ocorrido eh tentaram fazer evitar com que ocorresse de novo agora nessa parte da nossa extensionista eu vou narrar um relato que ocorreu com uma aluna da nossa universidade que sofreu de um estudante por parte de um estudante um assédio o relato diz o seguinte venho através deste expor o que aconteceu com um aluno da instituição que demonstrou um comportamento agressivo e desrespeitoso durante a aula ministrada por uma professora contextualizando o ocorrido durante a atividade de formação de grupos para um seminário o aluno perguntou em que grupo ele entraria e
obteve a seguinte resposta da professora você pode entrar onde se sentir confortável e as pessoas do grupo também porém ele queria fazer parte de um grupo específico esse grupo conha a maioria de meninas e essas meninas estavam desconfortáveis com a presença dele que já havia eh ouvido que ele tinha sido agresso agressivo com outras meninas e também com alguns colegas de sala ao saber da situação ocorrida anteriormente na outra sala a professora sugeriu que ele entrasse no grupo que tinha somente meninos já que as meninas estavam inseguras falou para ele entregar esse grupo e ao
receber uma resposta que não correspondia à suas expectativas o aluno começou a exibir comportamento agressivo grosseiro elevar o tom de voz e apontando o dedo na direção e no rosto da professora esse comportamento agressivo continuou mesmo após a intervenção de colegas de sala que solicitaram respeito e tentaram acalmar a situação o aluno recusou-se a sair da sala mesmo após o pedido direto da professora o que exigiu a intervenção de membros da equipe da Universidade neste intervalo que a professora foi a ouvidoria O estudante continuou a demonstrar comportamento inadequado assediando e intimidando outros os alunos principalmente
mulheres e em outras situações fora da sala isso incluiu tentativas de abraçar pessoas sem os seus consentimentos e perseguir algumas alunas é importante destacar que o comportamento desse aluno não só perturbou o ambiente de aprendizado mas também criou um clima de insegurança medo e desconforto para os demais estudantes presentes Diante do exposto foi solicitado a ouvidoria Que medidas apropriadas fossem tomadas para garantir a segurança e o bem-estar de de todos os alunos bem como para abordar adequadamente esse tipo de comportamento dentro do ambiente acadêmico Vale ressaltar a insegurança dos demais estudantes da sala com a
presença desse aluno uma vez que na outra sala ele obteve um comportamento ainda mais agressivo e ameaçador além das perseguições e olhares maliciosos vivenciados pelas alunas da sala que se sentiam intimidadas e EMC constante insegurança com a sua presença já foi percebido que o referido aluno possui comportamentos exagerados e exaltados há um medo entre nós que Algo pior aconteça disse o estudante a Ouvidor Isa acompanhando esse caso às vezes pergunta como está a situação mas não obtemos respostas e Nenhuma medida que amenizasse essa situação ou que trouxesse algum combate nesse sentido nesse contexto isso ocorre
principalmente por causa do machismo e do patriarcado enraizado na sociedade que faz com que essas atitudes pareçam normais mas não são e por isso a gente precisa cada vez mais lutar por esses canais realmente efetivos com relação aos recursos de assistência da Universidade 74,2 Por declararam que não receberam nenhuma informação nenhuma orientação a respeito e que não sabem o que fariam numa situação dessas então o acesso deveria ser mais divulgado Porque no momento ele não está amplamente disponível início de semestre né Acho que o ideal seria que todo início de semestre nós tivéssemos eh palestras
eh cursos material formativo né que tivesse uma algo muito claro eh isso em todas as unidades da da Universidade né acho que a maneira melhor de prevenção é essa conscientização né de que essas condutas são indevidas né Eu acho que a instituição né através do Conselho Universitário aprovou tanto essas diretrizes como aprovou o conselho de o código de ética e disciplina que também vai trazer eh normas A esse respeito de convivência eh na universidade né de respeito de tratamento né Digno e respeitoso entre as pessoas então Eh nós já temos normas eh internas né A
esse respeito e tem as a legislação também que também se aplica aqui eu acho que eh O que falta talvez seja uma divulgação maior uma conscientização maior né Isso se dá através né acho que eh essa disciplina extensionista com essa proposta Eu acho que ela é um exemplo de conscientização ela é um exemplo na universidade eh de uma docente e seus alunos né e alunas preocupados com essa questão que eu vejo urgente é não termos a resposta que por esses anos obtivemos de que nós já temos uma ouvidoria na P de São Paulo com todo
respeito ouvidoria da de São Paulo eu quero dizer que esse tema vamos tratar do propriamente do assédio sexual este tema precisa ser trabalhado por pessoas que já tenham não só sensibilidade Mas alguma capacitação de gênero n [Música]