É uma pessoa está em paz quando todas as pessoas que pertencem a essa família têm um lugar no seu coração. A obesidade e o sobrepeso, que essa visão sistêmica fala a respeito disso, é sobre isso que a gente vai falar agora. Então, fica comigo até o final desse vídeo.
E se você gosta desses assuntos, já deixe aqui o seu like, compartilhe com as pessoas que você quer que saibam também desse conteúdo, e se inscreve aqui no canal pra gente continuar com esse contato bem pertinho. Olhando aqui no livro "Betty Harry", na biografia dele, ele traz uma coisa sobre sobrepeso. Eu vou ler aqui, tá?
Sobrepeso, com frequência, observei em mulheres acima do peso que, em sentido figurado, comem a mãe rejeitada e, por isso, nelas a comida tem, ao mesmo tempo, algo agressivo. Você tem ideia disso? Gente, o que a gente faz em qual cliente mente?
Sabe aquelas situações em que você come compulsivamente, quando você não consegue parar de comer? Quando, ao ingerir comida, realmente tem esse algo agressivo, que você realmente quer causar algum dano a você? É disso que ele está falando, né?
Então, assim, o primeiro passo: eu atendi já algumas pessoas que queriam tratar de obesidade, e eu vou dizer que é muito difícil tratar obesidade, porque ali normalmente tem essa questão com a mãe, né? Normalmente, não são todos os casos. A gente tem casos que são diferentes, que eu já vou falar, uma outra situação também que acontece e que difere.
Então, cada caso é um caso, tá? Eu estou falando que normalmente acontece ter algo com a mãe, onde a pessoa inclui a mãe rejeitada, né? Então, através da alimentação, dessa forma agressiva de se alimentar, isso tudo vai trazer alguns resultados nos alimentares e vai trazer outras consequências também para a vida da pessoa.
Então, é importante sim dar uma olhada nisso: como é a sua relação com a sua mãe? Ainda tem rejeições? A mãe foi rejeitada por quem?
Quem está comendo agressivamente, né? Normalmente é a filha ou o filho. Então, quando a gente rejeita a mãe inconscientemente, a gente vai fazer diversos movimentos na vida que vão manifestar essa situação.
Um deles é se colocar numa compulsão alimentar e ter como consequência o sobrepeso. Isso também está ligado, gente, à amamentação. A gente vê como foi esse período.
Se teve amamentação, é o outro ponto importante que a gente já viu, que eu já vim a constelação também, que não se tratava com relação à mãe, mas a pessoa se colocava numa posição de carregar muitos pesos, de carregar peso por todo mundo. Então, a pessoa carrega o peso do marido, o peso da família de origem, o peso dos filhos. Quando a pessoa quer se colocar nessa posição de carregar tudo e mais um pouco, não olha para o que é seu, olha para o que é dos outros, mas o que é seu ainda não olha, né?
É uma espécie de fuga também. Então, "ah, vou lá ajudar o outro", assim não precisa olhar para mim, eu não preciso me ajudar. E aí, consequentemente, por forma, ela vai puxando essas situações para ela carregar; ela vai ter que dobrar de tamanho muitas vezes, né?
Aquele tamanho que ela tem não suporta tudo o que é necessário carregar. Então, tem essa situação também. A situação de sobrepeso pode estar ligada a isso, né?
E também à obesidade, em relação a isso: estar carregando coisas que não são suas. Mas, gente, como eu falei, esse caso de obesidade e sobrepeso é muito complicado porque a gente tem muitas memórias ali e é preciso, sim. O problema que eu vejo nessa situação de a gente conseguir dar andamento de forma diferente é que vai precisar muito da sanidade pessoal, da disciplina, do autocuidado, do amor próprio ser despertado naquela pessoa, porque senão ela não vai se cuidar, não vai se colocar em sintonia com a saúde, com a leveza, e vai deixar a vida fluir.
Então, quem tem essa dificuldade na vida de estar sempre além do peso — e isso não é apenas uma questão estética, eu estou falando de realmente a pessoa não conseguir dar conta daquilo — tem que, sim, fazer um trabalho muito mais completo, porque não basta a gente só trabalhar a situação lá com a mamãe. Isso vai ajudar, vai ajudar muito, porque vai reforçar o amor próprio, vai reforçar essa sensação de se sentir mais completo, né? Se sentir que não precisa estar ingerindo um monte de coisas para preencher o vazio interior, tá?
Então, esse é o primeiro passo, sim, é o primeiro passo, mas junto vai ter que vir toda uma reformulação, toda uma clareza de ideias. Acho que as duas pessoas em missão sofrem com isso, porque a paciente, a pessoa, até consegue perder peso, mas depois volta tudo de novo. O que está faltando ali dentro internamente que ela não preencheu e que precisa se preencher com alimentação é uma.
. . Reeducação.
É isso mesmo, então precisa ter acompanhamento com nutricionista. Em muitos casos, precisa ter um acompanhamento psicológico. Tá lá com antes, né, de uma.
. . de uma.
. . de qualquer.
. . mas que eu vou dizer assim: se tem uma coisa que eu tenho muito receio, assim, que é aquelas cirurgias de redução, né?
Cirurgia de redução, a gente sabe que tem casos de obesidade que já estão correndo risco de vida e a pessoa não tem mais opção, mas eu tenho muito, muito receio com relação a isso, porque as pessoas tiram parte desse. . .
primeiro é isso, né? Tira uma parte desse. .
. tira ali algo que compõe o seu corpo físico, né? Compõe o seu corpo físico, esse campo energético.
Só que não existe isso que a Ângela falou de uma reeducação, porque a pessoa vai começar a engordar tudo de novo. Entendi. Ela vai começar a ter dificuldades que, às vezes, a Maria não tinha.
Então, o caminho, gente, é trabalhar o todo. É um todo. Não é o corpo físico, não é você tirar uma parte do seu estômago, uma parte do seu intestino, sei lá como é que faz essa redução.
Aí, não sei, né? Tem umas que eu sei que amarram, tem duas que você. .
. que tira uma parte, não sei. .
. o que é isso? Mas, enfim, tudo, tudo que você vai fazer de tirar uma parte desse.
. . é o que você realmente está excluindo de você.
O que você quer excluir de você? O que você quer realmente tirar? Esse sapato?
Tá, né? A gente tem que buscar auxílio de todas as formas. Tô trabalhando o corpo físico, sim, né?
Com profissionais que podem proporcionar esse olhar para o seu corpo físico de uma forma adequada, é com nutricionista para cuidar o que você vai estar ingerindo, o que você come. Se é um monte de lixo, né? Pensa como é que tá o seu corpo, né?
Mas também, cuidado com o mental, do psicológico, do espiritual. Isso tudo é indispensável para a gente conseguir ter um bom andamento nesse processo. E não pense que vai ser um mês, dois meses, três meses.
Esse processo dura anos, anos! E você não tem que ver como, no final, o objetivo final é ser magra. Não!
Não é ser magra, é ter saúde, é estar bem com a sua alma, largar esses pesos que existem aí na sua alma, largar essas dores que significam essas situações que aconteceram na sua vida que estão trazendo memórias que te fazem se sentir rejeitada, se sentir fraca. Porque é isso que traz esse movimento, né? A pessoa se sente fraca.
Então, lá tem que comer para ficar forte, né? Aí, aonde está a força interior? Aonde está essa conexão com a alma?
Essa conexão com o seu lado divino, né? É isso que a gente tem que trabalhar. A gente, então, e não tem fórmula mágica.
Não existe isso! Não tem um remedinho do como aqui e tomem que vai resolver esse problema, porque é a sua alma que precisa de cuidado também! Também!
Então, assim, o caminho é longo, a estrada é longa, mas quem tem essa dificuldade veja nisso como um grande desafio para colocar muita coisa em ordem na sua vida. Muita coisa! Porque, quando eu pego, assim, em casos, é interessante ver que, quando tem obesidade, as pessoas querem o resultado, e medi, né?
Então, elas querem fazer regressão, que a gente faz hipnose, regressão. Porque existe aí uma forma de colocar um balão intragástrico. Imaginar.
E no momento da regressão, a gente coloca ali o balão intragástrico, só que nem esse balão intragástrico imaginário vai ajudar se a pessoa não trabalhar as memórias de dores que ela está carregando, as memórias de sofrimento que estão à empresa em seu interior, né? Então, é difícil esse processo de perder peso. É!
Mas encare isso como uma grande missão da sua vida, que agora, nas suas maiores dificuldades, está justamente onde você tem a capacidade de se superar, de além de fazer realmente aquilo que a sua alma está precisando, que seja. . .
fez um. . .
E aí, a partir de agora, eu posso transformar todo o meu medo em força, né? É importante a gente ver que, quando a gente faz um processo profundo, como uma constelação familiar, quando a gente está indo a um workshop, né? Que a gente tem dentro do curso, é quando a gente olha para essas situações que são nossas, que nos pertencem, que a gente consegue ver que, realmente, vem uma força extra daquela nossa maior dificuldade.
Vem uma força. E é isso que realmente age na gente e que pode movimentar aí os nossos passos numa direção diferente, as nossas atitudes numa direção diferente. Então, é muito importante a gente se submeter a esses processos.
Então, fica aqui o convite para você entrar no nosso curso. Queria dizer também que a gente tem. .
. e a gente está aqui nesse planeta, nós aqui, a gente nasceu por algum motivo, né? A gente não nasceu à toa, a gente não nasceu por acaso.
A cegonha não veio lá e jogou a gente na nossa casa, sendo assim. . .
ah, não é coincidência! Não, não, não! Se a gente faz um trabalho como esse, aonde a gente vai tomando consciência dos nossos movimentos de vida, tomando consciência do que há, de qual é o meu papel dentro dessa família, de qual é o meu papel comigo mesmo, né?
Qual é o. . .
o que eu tô aqui? O que eu preciso lapidar na minha alma, no meu ser? O que eu preciso.
. . que eu estou aqui para desenvolver, né?
Então, quando a gente se conecta só com matéria, só com matéria, matéria, matéria, e a gente entra no comportamento, em hábitos que vão nos fazer olhar só para isso, então eu olho só para o. . .
Meu corpo, eu me preocupo só com a minha estética, eu me preocupo só com a minha alimentação, com o que me preenche aqui. E eu não me preocupo com meu vazio maior, e o meu vazio maior é um vazio da minha alma. E é para isso que eu estou aqui.
Então, a gente se confunde muito nesses sintomas que afloram na nossa vida, achando que algum material vai realmente transformar algo aqui dentro, né? Tanto é que a gente fica sonhando: "Ah, quando eu tiver aquele peso ideal, aí sim eu serei feliz! Quando eu tiver, e deixa eu ver, quando eu tiver lá no 'speak', fazendo minha dieta, aí sim eu vou conseguir fazer minha dieta.
" Não é por aí, gente. Não é por aí! A nossa alma exige uma situação mais profunda.
A gente precisa olhar para questões mais profundas do que simplesmente um objetivo de perder peso ou um objetivo de ter o corpo em forma. A alma precisa de coisas além, né? O incentivo que a gente vai ter que dar é um incentivo maior, né?
Não adianta, porque quando eu coloco um simples objetivo de "eu quero ser magra", a minha alma vai dizer: "Opa, mas tu tem tanta coisa aqui! E antes de ser magra, tem tanta coisa para preencher. Antes de ser magra, que isso aí nem é importante para você!
" E aí você se alça alto, e coloca todos os dias a intenção de fazer algum movimento nessa direção. Então, a gente precisa trabalhar a energia: quanto mais atividades, que alimentos que elevem a minha energia, mais eu vou simplesmente me sentir recompensada com isso, né? Porque o que acontece?
Por que é tão difícil assim se manter nessa disciplina? Porque tem o objetivo final, que é: "Ah, eu quero ser magra", né? Só que isso demora para acontecer, e a consequência de várias situações, de várias escolhas que você vai fazendo no seu dia a dia.
Então, qual seria um objetivo legal que te levaria adiante? "Eu quero aumentar a energia do meu corpo. " A energia, não o peso, tá?
Então, quando a gente fala de aumentar a energia do nosso corpo, a gente tem que fazer o quê? Cuidar com o que a gente se alimenta, cuidar com o melhor fazer atividade física, colocar o nosso corpo em movimento, estar levando ali os nossos pensamentos para se encontrar uma energia elevada, se tornar mais positivo. Entende?
Que sim, você tem uma recompensa diária. Devemos assim, porque no final do dia você vai ver: "Nossa, realmente estou me sentindo energizada! " Ou assim, que você faz uma atividade física, uma meditação, uma alimentação boa e saudável, você vai sentir isso.
"Eu estou energizada! " E isso faz toda a diferença, porque é um pouquinho por vez, é uma escolha por dia. E por isso que a gente precisa de um acompanhamento, para que todos os dias você tenha alguém que te motive, né?
Todos os dias você precisa ter alguém que fale alguma coisa importante. Então, aqueles desafios que se fazem, né? Azul, tradições estão fazendo.
Os preparadores físicos estão fazendo isso, e ajuda muito, porque você realmente se conecta com outras pessoas, né? Participa ali de algo que é diário; todo dia você vai ter que se desafiar, né? E também.
. . só que isso, só que não basta, né?
Você também precisa trabalhar o outro lado, para que no momento que você atingir o seu peso, não venha a culpa. A culpa de você não ter olhado para aquela sua dor na sua alma não te faça voltar para todo esse processo novamente. O que te faz voltar a ganhar peso é esse sentimento de se sentir culpada por não ter visto aquilo que você precisava realmente olhar, tá?
Então, gente, trabalha o corpo físico, mas também trabalha sua alma, as suas dores de alma. E isso, o curso "Constelando a Vida", vai te ajudar. A constelação vai te ajudar, sim, mas não é um processo.
. . eu indico para esse caso um processo onde você possa ir se desenvolvendo um pouquinho por vez, e entrar numa caminhada de realmente crescer espiritualmente e permanecer com, pelo menos, menos carga na sua vida.