a fazer um apanhado Geral de anatomia radiológica dos membros superiores Tá bom então no membro superior aqui é importante que a gente saiba todos os ossinhos que a gente tem aqui para entender as fraturas dos membros superiores Tá bom vamos começar pela mão aqui ó antes de começar pela mão vamos dar uma olhada aqui no nosso programa só para vocês entenderem tudo que tem na mão aqui ó que na mão não tem sócio para tem ossos tem ligamentos articulações músculos artérias nervos veias tem um monte de coisa aí ó Então se a gente colocar aqui
todos os elementos que atravesso a mão tem muita coisa aí Tá bom então a gente tem que entender um por um só que no Raio X a gente basicamente ver estruturas ósseas Tá bom então a gente vai se até as estruturas são basicamente que a gente tem que fazer aqui a gente tem que entender que tem aqui ó estruturas fibrosas o ligamento transverso do carpo tá por onde passa o túnel do carpo os retinaculos é que os ligamentos presentes na mão então para a gente ver a parte óssea Quando você vê um raio-x você não
observa as estruturas aqui ó então vamos fazer o seguinte vou deixar só a parte óssea visível para vocês aqui ó para ficar melhor para vocês compreender os ossos do carpo aqui para você entender bem no Raio X são oito tá então a gente tem uma fileira do carpo proximal aqui ó que essa primeira contém quatro horas essa aqui é a fileira distal do carpo contém outros quatro ossos tá bom nossos da última do carro posição ó Eu sempre faço a contagem de lateral para Medial como eu sei que aquela lateral aqui é o rádio o
rádio compreende a porção mais lateral aqui em posição anatômica tá bom E aqui eu tenho aluna compreendendo a porção mais Medial Então estiloideo lá é Medial o estilóide Radial é lateral Tá bom então assim que a gente sabe quando é lateral e Medial então eu sempre faço essa contagem dos ossos do carpo de lateral para Medial tem da fileira proximal para fileira de estão na Figueira aproximar a gente tem quatro ossos escafoide semilunar que basicamente o contato da articulação rádio-cárpica o piramidal e o piso e Forme o pisiforme esse aqui ó que ele chama pisiforme
porque pe significa ervilha forma em forma de quilha o formato de uma ervilhinha quando vocês fazem manobras de terapia manual vocês fazem pro pisiforme tá bom ele é o último osso da fileira proximal do carpo Então tá aqui ó pode terminar piramidal pisiforme porque a circulação verdadeira do punha radiocárpica entre a ONU e o carro com a gente não tem articulação a gente tem a presença de uma fibrocartilagem aqui ó tá não é uma articulação sinovial verdadeira é chamada a fibrocartilagem triangular o complexo da fibrocartilagem triangular é interessante quando vocês olham raio x de punho
e tem que ver um sinal importante aqui ó esse aqui é um raio-x a pedir punho isso aqui é o raio x oblíquo quando vocês observarem Esse raio-x a pedir punha o quê que vocês vão observar aqui ó nos ossos do carpo primeira coisa que vocês vão ter a gente falou o que a gente tem que primeiro identificar os ossos do carpo onde eles estão então eles estão nessa região aqui ó fazer aqui um tanque eu tenho os ossos do carpo como eu sei por onde eu vou começar a contar aqui é lateral e aqui
é Medial como eu sei disso aqui eu tenho a distal do rádio ó então isso aqui é o rádio distal e aqui eu tenho a uma de estão aqui ó estilóide ulnar e aqui o estilóide Radial da gente vai fazer a contagem dos ossos do carpo de lateral para Medial Então tá aqui ó escafoide mera aquela isso é importante para você ter que detectar fraturas de escafoide tá que são fraturas de difícil diagnóstico Tá bom eu vou mostrar para vocês do lado dele aqui ó porque o celular aqui vocês têm piramidal e que o piramidal
encaixado sobre piramidal na fase na face Palmar a gente tem o pisiforme aqui ó então esses são os quatro sócios da fileira proximal do carpo escafoide semilunar piramidal e pisiforme na primeira digital do carro é importante que você Observe que esses ossos tem relação com os metacarpos aqui vocês tem os metacarpos ó faz o seguinte eu vou descartar isso aqui para gente fazer sol só essa parte que eu ver que legal aqui na fileira distal do carpo System outros quatro ossos ó trapézio o trapezóide capitato e o Amato esse outro sua mato aqui agora ele
chama-se osso uncinado Tá bom então basicamente só mudou o nome tá bom mas é todo mundo chama ele de Amato ainda então é isso aqui é uma mato depois eu vou falar para vocês o que que significa amo que essa coisa aqui ó E por que que ele mudou de nome para uncinado Tá bom então tá aqui ó tá pezinho trapezóide capitato e a Matos quatro ossos da fileira distal do carpo trapézio trapezóide capitato Yamaha tá aqui ó fiz quatro da Figueira discal convênio raio-x a gente encontra eles aqui ó então eu vou só separar
que a fileira proximal agora para gente Ah então tá aqui os ossos da fileira proximal escafoide semilunar piramidal e pisiforme tá aqui ó só que a fileira proximal do cara ele era digital aqui eu tenho um trapézio que eu trapézio é que eu tenho trapezóide aqui eu tenho capitato e aqui eu tenho o osso Amato vamos lá vamos detalhes aqui que você tem que saber sobre eles aqui que quando a gente viu a fileira proximal do carpo a gente viu o seguinte ó na fileira proximal a gente tem o escafóide eo semilunar piramidal e pisiforme
qual a importância disso articulação radiocárpica que essa aqui ó é uma articulação feita basicamente entre o rádio o escafóide eo semilunar aqui ó só que se vocês observarem aqui na porção medial do carpo aqui eu tenho alguma estilóide Radial e entre o estilóide Radial e o carpa que eu tenho um espaço que não tem articulação tá o que você tem preencher desse espaço aqui ó é um disco articular porque o chamado e da fibrocartilagem triangular Tá bom então aqui não tem uma articulação sinovial verdadeira Porém Aqui entre a fileira proximal e a fileira distal do
carpo a gente tem uma articulação chamada mediocárpica essa articulação mediocárpica é importante em qual sentido Vocês conseguem grandes movimentações em flexão e extensão do Punho por quê Porque você tem vários ossos que se articulam entre si permitindo grande mobilidade porém a gente percebe que a extensão ela não tem tanta mobilidade quanto a flexão porque na extensão basicamente a gente tem quase sua totalidade sendo feita pela radiocárpica porque quando a gente tem um movimento de flexão que ela é mais amplo ele é feito tanto pela rádio cara fica quanto pela médio carpica Então quando vocês fazem
esse movimento de flexão vocês vão perceber que abre um buraco aqui ó no meio do carro basicamente entre o escafóide eo semilunar e o capital por aqui então abre um Buracão aqui no meio da sua mão isso representa articulação mediocárpica é importantíssimo para os movimentos de flexão da mão agora olha que legal para você identificar cada osso da fileira distal do carpo o trapézio se articula com o primeiro metacarpo formando a chamada articulação trapézio-metacarpo pau o primeiro articulação carpometacárpica o segundo metacarpo que esse aqui ó ele Cert pula com trapezóide a outra pesode se articula
com segundo me atacar o terceiro metacarpo se articula com capitato como vocês podem ver aqui o quarto e o quinto metacarpos se articulam com osso Amato a gente percebe que essa regra que tem sentido Olha só trapézio com primeiro metacarpo trapezóide com segundo metacarpo capitato com terceiro metacarpo Amato com quarto e quinto metacarpos Vamos lá ver no nosso programa se isso é verdade vamos lá olha aqui ó trapézio se articula com primeira neta cara trapezóide com segundo um ótimo capitato articula com terceiro me atacar E o osso a Matos se articula com o quarto e
quinto metacarpo ó tá entrada dessa forma que os ossos da fileira distal do carpo se articulam com os metacarpos por isso que a gente vai dar esse nome aqui ó articulação radiocárpica entre o rádio o escafóide eo semilunar entre a una o piramidal e na verdade o pisiforme não até o meu piramidal a gente vai ter o complexo da fibrocartilagem triangular entre a fileira proximal e a fileira distal a gente tem a chamada articulação mediocárpica que essa aqui ó ela tem esse nome porque chama-se articulação do meio do carpo bom então essa aqui é a
média Oscar é que a gente tem entre a fila era digital e os metacarpos as articulações carpometacárpicas Tá bom então que vocês têm que ser articulações carpometacárpicas elas são feitas entre os ossos a questão e os metacarpos tá bom a única que tem lá no diferente Aí essa primeira aqui ó a chamada articulação trapézio-metacarpo ao porque ela é diferente porque é uma articulação em formato de célula é uma articulação selar só tem duas articulações celulares do corpo uma delas essa aqui a trapézio-metacarpo ao que a gente consegue ver bem raio-x Tá bom então aqui articulação
trapézio-metacarpo Qual o mostrar para vocês aqui ó que a trapézio primeiro metacarpo aqui ó Tá bom primeiro trapézio metacarpal e aqui ó na visita oblíquo a gente tem aqui o trapézio o primeiro metacarpo Isso aqui é uma articulação selar uma coisas interessantes de você observar nesse raio-x aqui ó Vocês conseguem ver todos os ossos do carpo aqui tá sem alterações Então se a gente for observar aqui ó todos eles vão ficar foide sabe o que que está fora de tem esse nome scaffo significa cuna barco é um osso em forma de barquinho semilunar em forma
de meia-lua piramidal um triângulo tem forma de pirâmide de chamado em inglês de osso trico e tal eu vejo que tem alguns livros que foram traduzidos como osso trico e tal não chamaram anatomia fácil para fazer a tradução ficou trico e tal mas é piramidal é que o pisiforme esse nome porque parece uma ervilha aí é que vocês tenham trapézio sobreposto a ele você tem o trapezóide aqui evidentemente porque eles têm um formato de um trapézio não trapézio bem mal feito tá mas foi que ficou capitato que tem esse nome porque capital tu vende caput
que a cabeça em latim e porque a cabeça porque ele é o maior osso do carpo tá ele é o osso grande do carro é que vocês tenham uma mato a que aqui nesse raio-x Vocês conseguem ver o gancho do Amato aqui ó tá a presença do gancho do Amato esse gancho do hamato chama-se amo amo Lu significa gancho a esse osso aqui mudou de nome tal Amato mudou de nome para uncinado um O que significa um custava em de únicos que gancho Então significa que é um osso que tem um gancho tá bom na
vista oblíqua a gente tem maior sobreposição de estruturas aqui então fica mais difícil de vocês veem algumas coisas mas vamos lá para todos deixa eu olhar bem Aqui tem muita sobreposição óssea Tá Mas vamos fazer todo mundo aqui ó ficar Ford a e aqui sobreposto a ele vocês tem o semilunar aqui ó aqui dá para ver o formato de meia-lua dele nesse nessa oblíquo aí é que vocês vêm a totalidade do piramidal lembra a forma de um triângulo na parte Palmar a gente tem o pisiforme aqui Vocês conseguem ver bem o trapézio que tem um
trapézio trapezóide o grandioso aqui o capitato aqui se sobrepondo ao a macro e aqui o osso a Mato tá que ele vai ficar sobreposto aqui ao captado na vista oblíqua tá bom é que a gente vai ter eu não consigo ver que o ângulo do Amato tá não oi para mim no raio X Ele fica aqui ó Então vamos d'amato seria essa estrutura aqui ó é isso que a gente vê aí nos ossos do carpo no raio-x ap e não oblíquo beleza aqui a gente tem os metacarpos que uma coisa interessante de vocês verem aqui
ó é a presença de um osso sesamoide aqui ó tá os ossos sesamóides na mão e no pé nas mãos e nos pés eles ocorrem no grande dedo tá no polegar na mão e no hálux no pé tá bom então é importante que vocês sempre vejam isso aqui vocês tenham segundo metacarpo terceiro e aquilo quinto metacárpicos então só para vocês entenderem aí que o rádio tá bom articulação radiocárpica Complexo da fibrocartilagem triangular fileira proximal do carpo fileira distal do carpo articulações carpometacarpianas e aqui entre os metacarpos e as falanges a gente tem as articulações metacarpofalangianas
ou então aqui ó falando de pro o Duardo polegar falange proximal do segundo dedo falange proximal do terceiro dedo falange proximal do quarto dedo falange proximal do quinto dedo coisa que vocês têm que observar aqui no raio x de mão ao conhecimento da anatomia o Polegar só tem falanges proximal de estão todos os outros dedos vão ter Falange proximal média e distal Falange média essa aqui é a média tá bom os alunos gostam de chamar isso aqui de falange Medial mas não é não só que Falange média Tá bom então a média ocorre do 2º
ao 5º dedos tanto nos pés quanto nas mãos tá bom e que o Falange distal tá que é importante vocês observarem o partir desse tipo porque aqui a gente tem a ocorrência de um sesamoide na mão é comum a gente ver os alunos quando eles começam a estudar ossos né é aquela fixação na no esqueleto tem 206 ossos na verdade não tem 206 coisa nenhuma é mais do que 206 geralmente a gente tem aí cerca de 212 seus em condições normais no adulto sabe por quê Porque a gente tem aqueles 206 que você conhece dois
sesamóides a nos membros superiores mais quatro sesamóides nos pés aí já totalizam 212 ossos Por isso que em toda a aula que eu dou eu falo que os ossos variam entre 206 e 215 ossos da Porque além desse sesamóides a gente pode ter também variações anatômicas é importante que vocês vejam raio-x de uma mão normal isso aqui é um raio-x normal de mão tá sem alterações como eu deixo lá para o final as alterações Vou já colocar algumas fraturas aqui na mão para vocês observarem aqui ó como vocês identificam algumas fraturas na mão aqui ó
eu tirei algumas fraturas interessantes aqui pra vocês verem Então tá aqui ó uma fratura de quinto matar Claro Pô então vocês vem aqui ó você tem aqui integridade do quinto metacarpo a meta aí aqui vocês veem um traço de fratura aqui já um desvio no osso tá ele tá desviado aqui a gente não consegue ver claramente o outro ponto de fratura mas parece se tratar de uma fratura desse tipo aqui ó tá porque aqui no Raio X a gente ver sombras Tá bom então você vem um desvio aqui na fratura um pequeno desvio é uma
fratura simples fechada em dois fragmentos na região distal do quinto metacarpo Tá bom então eu vou fazer o seguinte vou descartar essa alteração aqui ó só para você ver ter olhos clínicos ou então olha só te ver aqui ó terceiro metacarpo e íntegro articulação entre o terceiro eo quarto quarto metacarpos e íntegro é quando você chega aqui no quinto mas tá caro você vê que tem uma alteração aqui e o osso saiu do seu eixo aqui ó tá saber que como que chama essa fratura essa fratura metacarpica aí é chamada fratura do Boxeador ela pode
acontecer geralmente ela acontece no terceiro e no quarto aqui mas aí às vezes o cara pode dar o soco é errado aqui um pouco mais para fora e aí fratura essa porção do que é difícil a gente vê se fratura de quinto aí mas essa fratura metacarpo fica aí na porção distal do metacarpo para chamada fratura do Boxeador quantas horas no UFC o camarada veste a luva da UFC aí o pessoal acha que aquela luva é para proteger a cara do amigo né mas não é para proteger sua mão porque ela não quebrar a mão
tá numa fratura do Boxeador Então essa aqui exemplo clássico de fraturas desse tipo tá bom aí aqui é o seguinte como já está colocado ali eu quero que vocês vejam seguinte ó aqui é uma fratura na parte distal do rádio aqui ó tem uma fissura na porção distal do rádio e pra gente vai ver que é muito comum esse tipo de fratura então TV aqui um traço de fratura aqui tem um traço de fratura Aqui também tá e você pode falar nós é uma parece ser uma criança aí tá tá com cara de ser um
raio-x infantil mesmo já já não fechamento das epífises de crescimento Já tá mas aqui tá com cara de ser um o traço de fratura também tá bom E aqui uma fratura em comum tá bom do osso trapézio Tá bom então sempre uma fratura de trapézio esse aqui é o escafoide Tá bom então aqui tava escafoide então só para você não se perder então aqui tá osso trapézio aqui um traço de fratura nele aqui assim a fratura distal de rádio é comum tá bom a futura bastante comum no futuro muito comum em crianças esse terço distal
do rádio fratura mais comum a fratura de couro tal do fragmento do rádio em município a proporção anterior que vocês vão ver nas próximas nos próximos raio-x tá e a segunda é fratura de Smith que acontece é a diferença da Smith da colisão fragmento fratura de cores o fragmento é ventral fratura de Smith o fragmento a dorsal da pequena fratura de colles você cai com a mão espalmada é um fragmento é Palmar à fratura de Smith secar com braço com o punho em extensão então o fragmento é dorsal tá bom que uma fratura em comum
tá uma coisa muito difícil é uma pessoa cai uma fratura de trapézio sem a fratura dos outros ossos adjacentes tão importante que vocês treinarem seus olhos aí se a gente observar aqui na outra não não há evidência de fraturas aqui ó você vê que sugere a uma sugestão disso ser um jovem Porque você veio aqui que o estilóide ainda tá separado da una aqui ó você vê que esse vão aqui no estiloideo é placa de crescimento isso aqui é epífise de crescimento tá então é isso sugerem um adulto jovem Tá bom então aqui a gente
vê um trânsito mais esbranquiçados tá numa fissura aí para uma fratura de rádio Tá bom vamos ver os próximos aí essa aqui é uma fratura boa tá vendo fratura aí vê se vocês conseguem ver ó Isso é o raio x treino os olhos de vocês agora isso é uma fratura beleza em que osso tá essa fratura classifica essa fratura aí para mim se estão com os olhinhos bem treinados aí procura é a fratura tá fácil Essa aquela história né é importante você saiba o normal para você o diferencial do que é patológico Tá bom então
dá uma olhadinha como um todo aí vocês vão classificar para mim essa fratura que fratura é só para considerar isso aí o raio x oblíquo tá gente sabe disso porque a gente veio aqui que o vão da fibrocartilagem triangular fica bem maior e aqui a gente tem grande sobreposição entre escafóide eo semilunar aqui ó Tá bom então eles sobrepuseram fortemente aí nesse raio-x Tá bom a gente tem uma forte sobreposição aqui beleza fratura do terceiro método então para quem não conseguiu ver o seguinte ó nem vou colocar vocês têm que ver o seguinte olha todos
os ossos Aqui ó pode eu sentido longitudinal dele e tá ok aí Aqui tem uma coisa estranha aqui ó aí eu vou ver os outros para confirmar tudo vou dar uma olhada nos ossos do carpo se tá tudo ok Aqui também se não tem nenhuma linha de fratura eu tenho as linhas articulares aqui entre eles não vejo nenhuma coisa anormal aqui é que horas fica semilunar piramidal e pisiforme ele fica sobreposto aqui o Césio trapezóide capitato e aqui o bolso a Marla todo quando vocês vem mais sobreposição óssea no carpo se trata no Raio X
oblíquo porque às vezes você vê se raio-x de frente não a pé EA fratura não é visível então é importante fazer uma público para verificar a linha da fratura tá isso é muito comum a confirmar fatores Então tá aqui ó só que é uma oblíqua tá então quando você vê fraturas ficam fora de seja assim ó tô fratura se dispõe dessa forma aqui ó ela é transversal quando ela se dispõe dessa forma aqui ó ela é oblíquo a fratura quando é no eixo longitudinal ela é chamada espiralada tá é quando o osso quebra torcendo quando
você quebra o osso torcendo isso é comum ativa É como no rádio é comum número então a gente tem alguns alguns tipos de fraturas são as espiraladas somente as fraturas espiraladas tem o eixo longitudinal da sua fratura e as ver É difícil ver essas fraturas Tá mas na verdade é uma fratura do tipo oblíquo do terço médio do terceiro metacarpo como eu sei que é o terceiro metacarpo aqui é o primeiro segundo terceiro quarto quinto metacarpo porção distal porção proximal essa fratura na sua porção média e ela tem o seu sentido oblíquo então uma fratura
oblíqua do terço médio do terceiro metacarpo Falou boa um ver a próxima aqui agora assim ó vou entrar naquelas fraturas lá que a gente já já conhece bem aqui ó tá aqui tá fácil também se vocês observarem não é no no cargo mas já já entra aí no antebraço tá entre nossos fraturas do antebraço aí é o que eu posso falar para vocês o que são crianças nesses raio-x aqui então olha só isso é preciso que foi tirado com gesso tá então isso aqui que vocês estão vendo é o gesso tá para ver se vocês
observarem o raio x vocês identificam osso e tem tem tipo uma capa e volta e foi tirado o gesso tá então você vê que aqui tá diferente ó tá então aqui você não vê isso você vê os tecidos moles acinzentados aqui ó Tons de Cinza tal e aqui os fragmentos da fratura Tá bom eu só que uma fratura de Smith em crianças só que é uma fratura em galho verde tá até uma fratura em galho verde é aquela fratura incompleta ou supratour ou tá mas ele não quebrou por completo é uma fratura do terço distal
do rádio fratura de Smith EA que vocês venham as epífise de crescimento da criança tal você vê que os ossos do carpo ainda não estão totalmente formados aqui ó Então se trata no Raio X infantil esse sonho raio-x pediatra esse aqui também olha aqui ó a epífise de crescimento aqui ó você vê bem a epífise de crescimento aqui do rádio tá então aqui já é tão bem crescidos os ossos do carpo mas ainda não estão com seu crescimento completo você vê que esses a Ford ainda não tem ele formato de barco característico aqui ó e
ele não está completamente por isso aqui é uma fratura de terço médio do rádio é uma fratura transversal basicamente sem desvio aqui ó então só que uma fratura assim desvio do terço médio do rádio aqui uma fratura desviada tá isso aqui nesses casos aqui tem o risco grande de pseudoartrose está bom e às vezes a criança tem que ser submetido a cirurgia só para corrigir o eixo da fratura que às vezes fica com punho torto tem tem tem alguns ortopedistas que coloca um gesto uma criança que assim mesmo estator porque ele conta que a remodelação
óssea vai dar uma galinhada nesse nesse osso um futuro Tá bom eu fosse ortopedista Com certeza não ia dá tempo disso porque a gente vê que existem muitas crianças que vão para ortopedia depois com uma alteração de eixo no braço da porque tiveram uma fratura e não foi corrigida depois pela remodelação ósseas pode acontecer tá bom Aqui a famosa fratura de Smith também o eu sinto a posterior aqui ó Então vocês vem aqui ó rádio é bom aqui uma uma lesão aqui na distal do rádio tem uma fratura intra-articular aqui ó então você vê o
fragmento digital aqui se movendo para trás aqui fratura de Smith quando a pessoa cai assim tá bom então essa famosa fratura de Smith não temperatura de cores aqui é tu não trouxe nenhuma de cores tanto aqui a mesma coisa você vê aqui no raio-x AP tanto tem uma imagem estranha aqui também a sugere algum fragmento alguma calcificação dizer que a gente vê uma fratura nessa região aqui ó então é isso aqui que tá meio esquisito também para mim e aqui no raio x de perfil Vocês conseguem ver melhor aqui ó a fratura do rádio que
a gente viu só esse dizer pequeno desvio na fratura do rádio aqui ó então tem isso aqui tá aparecendo uma fragmentação do trapézio tá então tá vendo aqui ó você tem que o desculpa do pisiforme você tem aqui o piso forma eu tenho a ação nele aqui ó eu não sei se isso aí formar uma fragmentação dele quando a pessoa caiu e pode ter explodido também o pisiforme junto aí tá bom dá uma coisa muito comum mas pode acontecer Complexo da fibrocartilagem tem um buraco aqui e aqui é a fileira proximal do cara tão na
fileira proximal do carpo que a gente tem aqui o escafoide e que o escafoide esse aqui é o celular a que vocês têm piramidal aí que sobreposto a ele fisiform agora olha só essa aqui ó comida que tem aqui não nos cartório só uma fratura do terço médio do escafoide tá então os motivos que eu tive as plantas de escafoide elas podem ser de texto distinção ou de terço proximal o escafoide só para você entender porque esse é o pior os que você pode procurar no corpo até Radial quando ela chega para nutrir os ossos
do carpo e a porção distal de rádio una ele bom e quando há limite o ramo para escafoide ele vai fazer um desvio e vai fazer assim ele vai passar na lateral do escafóide E aí ele vai começar a emitir seus ramos a partir da Porção distal do escafoide aqui ó então só para vocês entender como funciona a vascularização do escafoide por quê que é que é uma fratura que dá muitas complicações a pseudoartrose necrose do escafoide é uma das condições mais comuns nesse tipo de fratura porque a pessoa quando fratura escafoide é uma fratura
para só vai aparecer no Raio X depois de uns 10 15 dias você sofreu acidente por quê que isso acontece porque como escafoide tem essa vascularização retrógrada que é chamada né você tem aqui artéria Radial chegando aí ela vai emitir os Ramos política foi a partir da Porção distal isso significa quando usamos para o escafoide então para porção distal você tem que entender assim deixa eu tirar os ossos aqui para você entender como que a voz polarização dele é assim sem importante O que que tá na área da saúde que estuda a lesões saber parte
da região chega ela vai vir aqui pela porção distal do escafóide e sim começar a emitir seus ramos aqui ó então vascularização buscar Ford prova você vascularizar o escafoide como que acontece o sangue vai passa pelo escafoide e ela começa a vir pela sua porção distal que significa o seguinte se uma pessoa que é uma fratura avô e para ele aqui para você entender quando a pessoa tem uma fratura no Polo distal do escafoide é uma fratura de bom prognóstico por quê Porque a porção que é melhor vascularizados do escafoide a porção de estão uma
fratura do terço médio que são os mais comuns já tem um tempo mais longo de recuperação e os produtores de terço distal de escafoide geralmente evolui com pseudoartrose ou não consolidações Ou necrosis porque só para vocês terem uma ideia aqui ó o tempo de recuperação de uma fratura de Polo proximal do Sul o tempo normal de uma fratura comum a variar entre um mês e meio ou dois meses para consolidar por quê Porque tem boa vascularização então se você manter estabilidade do segmento naturalmente quando a pessoa tiver imobilizada por aí vai vai consolidar normalmente naturalmente
essa fratura aqui que é mais comum que a fratura do terço médio ela demora cerca de três meses para consolidar esse mesmo três meses o dobro do tempo do que uma fratura de uma fratura de diáfise de rádio por exemplo level Então por que isso acontece porque ele já tenham uma vascularização mais escutado então mesmo que o fragmento esteja estabilizado demora mais para chegar o sangue consolidação fratura que os próprios de pode estão escafoide geralmente elas tenham prognóstico ruim porque o cara não descobre que tem a fratura e volume com dor no punho vai piorando
vovó e aí quando descobre já tá com uma baita para o seu do artrose E aí o osso e tem que ser retirado outro e colocar uma prótese no local dão as fraturas de Polo proximal do escafoide geralmente dão complicações tá bom a Geralmente as fraturas de colo proximal e as próprias vidas de terço médio do escafoide elas um prognóstico também problemas suas fraturas distais do escafoide tão porque não sai no Raio X demora muito para sair e assim gente sabe né que o serviço público no Brasil pega o pessoal de calça curta né Então
aqui tem uma fratura de escafoide essa fratura que diz cafod pelo pelo andar dela que parece que já faz um bom tempo que a pessoa teve essa fratura aqui ó tá porque é para ter esse fragmento grande aqui tá uma fratura assim que jantar pelo menos um mês e meio aí nessa condição é uma fratura de difícil consolidação só mostrar para você como é feito o processo cirúrgico dela é totalmente é feito por artroscopia tá se você tem aqui ó fratura do escafoide vou colocar mais um slide lá para você ver uma coisa que vale
a pena a gente falar aqui o parafuso intra-ósseo Eu tenho um desse no meu corpo porque eu não coloquei no tá aqui ó fratura por fratura de peso médico vocês podem ver e aqui tem um parafuso intra-ósseo aqui ó esse parafuso Central se ele entra pela parte dorsal tá então a partir da artroscopia tá não faz nenhum nenhuma incisão nem nada entra por artroscopia aqui pela porção lá aí vai fazer um furo aqui não ouço e colocar esse parafuso intra-ósseo Rogério tira isso não vai ficar para sempre aí então ponto por onde ele entra é
por aqui ó tá então ele entra por essa porção Tá bom eu tive problemas o meu por causa disso tá contar histórias assistir o raio-x para confirmar fratura tá vendo que horas você vem que não ficou nem igual aquele outro que tava lá né disponha meu tá fui eu e depois da fratura tal e aqui vocês veem o fragmento ela deixa eu abrir aqui Aqui você vê que assim não foi uma fratura completa tá afirmar o caráter incompleto mas a gente teve aqui um desvio aqui um pequeno desvio e aqui em desvio uma tá Então
nesse tipo tem como dói para tirar essa raio-x aqui ó quando você faz o raio x visionário e abre aqui ó a fratura e a gente vê que claramente o foco de fratura tá quando a gente fala do ponto de vista macroscópico aqui no menu superior até fácil você entender as estruturas presentes nos ossos e onde são as fraturas só para gente deixar bonitinho aqui ó assim isso você tem que ter esses detalhes aqui para para ver um raio-x dessas regiões você vem o raio x de perfil você vem o raio x apê oblíquo se
vê tudo que tem nessas estruturas aqui então quando você olha o cotovelo porque você tem que ter em mente os epicôndilos que são esses pontos mas disse a articulação do número aqui tá eu tô falando do úmero a região do momento que se articula com o rádio chama-se Capítulo e a região do número que se articula com aluna chama-se troca aqui a gente vai ter uma fossa coronóide que vocês vão perceber que no Raio X ficam buraco aqui e aqui na região posterior a gente tem a fossa do olécrano tá que o olécrano essa parte
proximal da uma ele tem extensão ele encaixa aqui nessa região Tá bom então aqui ó posteriormente a fossa do olécrano anteriormente a fossa coronóide tá bom aqui na região proximal do úmero vão tirar algumas coisinhas aqui nessa região proximal do úmero se articula com a escápula na cavidade glenóide esse aqui é uma série de importante principalmente de luxações e aqui na região proximal do úmero de fraturas então trouxe uma fratura de colo cirúrgico Tá bom então toda a gente olham o número da se fosse mal é importante que vocês vejo alguns pontos cabeça do úmero
Tá bom então essa é a cabeça do úmero o pescoço dele contorna a Cabeça Ela chamado colo anatômico e o colo que a gente tem abaixo Cola anatômico fica abaixo da cabeça tá verde aqui que a qual cirúrgico ele vai ficar baixo dos tubérculos tá bom que aqui a gente vai ter um tubérculo maior que lateralizado e que a gente tem um tubérculo menor que ele é anteriorizado e aqui entre os dois tubérculos Eu tenho suco intertubercular por onde passa o tem download do Tá bom então suas estruturas importantes da porção proximal do úmero aí
tem outras coisas também que chama a atenção aqui isso aqui é importante ó quando tem uma fratura de terço médio do número ter chamado o suco do nervo Radial quando você está estudando nas Peças anatômicas na região póstero-lateral do número eu tenho suco era chamado o suco para o nervo Radial é suco por Neve eu tinha passagem tanto da artéria de tanto do nervo Radial quanto da artéria profunda do braço tá ela vai passar aqui junto com o nervo Radial vocês vão ver porque importante tá aqui na parte média eu tenho a tuberosidade deltoidea e
aqui a continuação do sulco intertubercular ão tá o sulco intertubercular a gente considera essa parte entre dois tubérculos aqui ó limitado pelo colo cirúrgico aqui então quero que vocês já tenham isso aqui ó vou voltar lá agora olha que interessante ó um tipo de complicação que se dá em fraturas de terço médio do úmero tanto em crianças quanto em adultos isso aqui é o nervo Radial vocês vem que eu devo falar de aula e tem uma relação muito próxima aqui com o meu na sua porção média então terço médio número de ter uma relação próxima
com o nervo Radial aqui então quando tem uma fratura do terço médio do homem que acontecer no futuro também do nervo radial tá aí a pessoa fica com a mão caída assim na sala de aula Ele vai enervar todos os tensores e põe dedos e a pessoa não consegue levantar o punho e do nervo Radial acima do cotovelo que era um bom caída tá então essa mão caída pode acontecer depois de uma fratura do terço médio do úmero é assim a melhor coisa que pode acontecer nesse caso é a lesão do nervo radial por quê
porque junto com o nervo Radial Aqui passa também até profunda do braço peça aqui ó pega profunda do braço tá passando aqui mais medialmente e aqui o nervo Radial do espaço no suco para o nervo Radial apesar de chamar suco para o nervo Radial ação nervo Radial EA artéria profunda do braço no mesmo lugar e é isso gera uma impressão nessa região póstero-lateral do Uber pouco para o nervo Radial então dá uma olhada número na peça anatômica que você tem na faculdade que você vai ver a uma ranhura nessa região Essa ranhura é pela presença
do nervo Radial então é importante que você entenda essa relação nervosa e vascular aí com um terço médio número então é chega a ser perigoso uma fratura do terço médio número se a pintura da artéria profunda do braço tá bom que algumas regiões aqui podem não receber suprimento vascular principalmente o tríceps só que eu moro é importante para subir suplemento do tríceps e aí pode dar alguma algum probleminha aí tá bom porque as era profunda do braço passa junto com o nervo Radial ali na suco Tá bom então vamos ver umas pra turinhos hoje vamos
ver as incidências tão vendo os normais aqui incidência ap tá você vem aqui rádio a maldita tortumelo tá torto Fica tranquilo rádio e aqui a Luna Tá bom então aqui no perfil e aqui no aqui um raio-x do cotovelo também a pé e um perfil aqui vocês venham a fossa coronóide tá se vê que isso aqui na verdade é uma região menos denso de osso porque na região anterior se tem a fossa coronóide EA posterior da fossa do olécrano tem uma região mais fina número da sua região Então ela fica mais Ah tá bom articulação
umeroradial aqui articulação úmero-ulnar aqui tá bom epicôndilo Medial que ele é mais saltado e aqui o epicôndilo lateral tá bom ah como eu sei que aqui é lateral é que a Medial o rádio fica voltado mais para lateral e aluna para mediar o caso vocês não saibam que o epicôndilo Medial é mais pontudo tá se vê que o epicôndilo melhor bem mais pontudo pelo lateral só que aí vocês sabem aqui que esse aqui é o rádio isso quer aluna aí aqui encaixe do úmero encaixe bem interessante aqui é difícil de ter luxação nessa articulação e
aqui a cabeça do rádio que serve colocar um capítulo do Uber tá então no perfil tá sobrepôs prontamente um perfil lateral evidentemente não Medial tá bom Um raio-x do ombro aqui também lá tem um perfil tá bom Aqui tem esse desses oblíquos que a gente faz aqui para o número também para a gente ver aqui a região o pro túnel subacromial a seguir importância Nossa até assobiei aguarda ela tem posição neutra e esse até aqui esse é um app que é chamado à P verdadeiro é para verificação aqui do túnel sub-acromial tá essa aqui é
uma mais mas o é uma mais oblíquo assim é o resto diferente tá bom só para nesse tempo para verificação do túnel Silver Chrome aula tá então é importante isso aqui ó tá essa incidência é muito importante para verificação do túnel sub-acromial aqui ó tá porque eu vou mostrar para vocês como se manifesta uma calcificação tendão do supra espinhoso Então tá aqui ó túnel sub-acromial aqui ó tá então importantíssimo então aqui ó nosso ver Colonial aqui ó tá ele não entrou visível que tem uma calcificação zinha aqui eu tô na sub-acromial perfeito aqui a um
raio-x muito bem tirado derrotar a rotação externa alguns mais incidências aqui que vocês não vão ver com frequência tá uma fratura da parte proximal do úmero tá uma fratura geralmente essas fratura de úmero é para pessoa cai pelo acidente de moto se o camarada uma fratura clavícula e fratura porção proximal do úmero pode ser também lhe caia sobre a mão espalmada e tem rotação externa então dá uma fratura espiral lado da região proximal do úmero então geralmente as fraturas proximais é que ocorrem na região do colo cirúrgico do úmero Tá bom uma fratura de clavícula
Tá bom mano tipo de fratura que eu já tive também não desejo a ninguém então fratura de clavícula que tá uma fratura bem ruim de é que eu coloquei são algumas doenças que podem acontecer no membro superior tá tumores ósseos tá tá comas tá bom então esse aqui é um sol como osteossarcoma aqui as artrites reumatóides já não problemas e deformidades aqui que eu queria mostrar para vocês essa a classificação aqui ó do tendão do supra espinhoso tá como que eu sei que esse aqui ela tem dado por causa do seguinte ó essa parte óssea
da do proximal do úmero importante porque eu tenho aqui anteriormente o tubérculo menor do úmero lateralmente o tubérculo maior único músculo inserido no tubérculo menor ao subscapular esse aqui ó tá e o único músculo que se insere aqui no tubérculo menor do úmero do tubérculo maior do úmero eu tenho três músculos inseridos nele tá bom na parte superior do tubérculo tá aqui ó só que eu tubérculo maior do úmero na porção superior do tubérculo maior a gente tem a inserção do músculo supra-espinhoso entre a porção posterior do tubérculo maior a gente tem a inserção do
infra espinhoso e do Redondo menor se eu tenho aqui em cima por supra-espinhoso tá ele fica inserido de nessa porção superior aqui do tubérculo maior e as calcificações do músculo supra-espinhoso se dão nessa porção mais distal dele aqui ó tá próximas da inserção dele aqui bom o que que vai ficar os locais onde a gente tem classificação do supra Tá bom então por isso quando você olha aqui ó um bar x desse tipo a gente deve Tem que olhar toda a estrutura óssea aqui então até que o ombro colo cabeça na região lateral a gente
tem aqui ó tubérculo maior do úmero tá que vai ser o tubérculo menor do úmero será que será tubérculo menor do único isso aqui no sulco intertubercular é o suco e fica entre eles significa que aqui logo acima do tubérculo maior da Porção superior dele eu tenho uma calcificação aqui ó aqui é uma calcificação no tendão do supra-espinhal tá então é isso ocorre por cuidado tá então tem gente que só pra vocês verem melhor amanhã então dá uma olhadinha boa aí que isso não era para tar em Tá bom então quando uma pessoa tem isso
que aconteceu ela levou aí ou a vida com tendinite de Supra e seu valor como atende nove esse não comp o final do Sul gerar esse tipo de classificação aí Tá bom então classificação ocorre depois de degeneração dessa parte distal do tendão supra-espinhoso ela de tanto que a pessoa fez movimento repetitivo tem do supra-espinhoso noturna super Colonial Tá bom então a pessoa podia ter bursitis podia ter tem direitos e é isso foi gerando uma proteção aqui ó só que essa proteção dolorida porque fica dentro do terminal do Sul Tá bom uma condição bem dolorosa é
calcificação do tendão do supra espinhoso futebol relação 1325