Quando a gente compartilha uma realidade exterior, todos nós em tese vemos a mesma coisa. Podemos então discutir, é, o que é que aconteceu? Todo mundo tá vendo.
Nem isso a gente consegue fazer mais, porque agora você cria narrativas falsas e e transforma aquilo em verdade e a verdade nunca vai ser percebida. Mas isso é no mundo exterior. Agora imagine se eu for contar algo que aconteceu na minha vida interior.
Hum. A Hermist dizia: "Isso aí ninguém deve contar ninguém, não dá para colocar em palavras porque você primeiro não pode provar. Segundo, você não pode colocar em palavras, foi você que sentiu aquilo.
Terceiro, que se você sentiu, não necessariamente o outro vai sentir igual". E não quer dizer que esteja correto ou verdadeiro no sentido de mas aconteceu com você. Então assim, não é algo que seja imposto a ninguém e aquilo pode valer para você, mas talvez não seja validado por muitos ou não tenha função pros outros.
Pode ser que cada um tem o seu caminho. Por isso que data não queria falar. Cada um tem que descobrir por si só e cada um tem seu tempo.
Uhum. Descart, Renê Decart, século agora X7, no livro Discurso do método, primeiro parágrafo, ele diz: "O bom senso deve ser das coisas do mundo a mais bem distribuída. Porque mesmo pessoas que reclamam de tudo a Deus não reclamam da conta de bom senso que pensam ter, já que cada um se acha o rei do bom senso.
" Hum. Então assim, não adianta você querer. Então Sidarta não queria falar por isso, porque ele tava falando do mundo interior, da vida interior aconteceu com ele.
Como é que ele vai explicar isso aos outros? Então, as minhas vivências dessa vida, eu também saio sem contar nenhuma. Hum.
Eu escrevo um monte de bobagem, faço palestra sobre um monte de bobagem, mas eu não falo de minhas experiências. Interessante. Interessante.
Só um ponto, eu li o livro de Herman Hess, que é o Sidarta, né, que é livro espetacular. Eh, em um determinado momento da história de Sidarta, ele é pego pela luxúria, né? Ele volta, né?
Ele é uma família rica, ele ele vai lá meditar, né? conhece tudo, passa pela experiência dele, só que ele um certo momento ele volta para ele ele vira um bom comerciante, começa a ganhar dinheiro, ele volta a ter a riqueza, né? Quando você falou que o diabo ali, Brama, né, tentou tentou fazer com que o vírus da luxúria picasse esse ele, né?
É, Brama mandou cama para vírus da vírus da luxúria. Isso é esse vírus da luxúria que acometeu eh Sidarta ou é só uma história diferente? É só uma história diferente.
A cultura libanesa deu dois grandes escritores ultimamente, Herman Hess e Michael Michael Naimi. Esses dois caras eles produziram livros formidáveis, mas eles extrapolam. Isso é é como se fosse um romance, digamos assim.
Romance. Exatamente. Eles extrapolam os os as questões históricas, né?
Então isso aí é uma licença poética em termos, entre aspas, da história do Buda. Ele ele foi tentado nessa no tempo em que ele estava meditando. Foi depois, né?
Não foi depois. Como se coloca ali, é uma, é uma licença poética. Isso quando o Buda se ilumina, porque o estado de iluminação verdadeiro não pressupõe retrocesso, exatamente, retrogradação.
Isso é algo que é o nirvana, quando você chega no padrão de uma superconsciência, não tem mais volta, não. Você pode cometer equívocos de avaliação, blá blá blá, mas no campo comportamental você não vai regredir. Aquilo não tem como, porque você já é incapaz de fazer certas coisas.
Eu tenho só uma dúvida aqui. Do lado de Jesus, ele era incapaz de usar o poder dele para fazer o mal, para usar força, igual o Javé queria. Igual Javé queria.
Muito bom. Nossa, quantos aprendizados, hein, Rosa? Sensacional.
Espero que o pessoal esteja gostando. Queria só retomar aquele ponto da cocriação, né? A gente falou da eh nós, a partir do momento que a gente entender que a gente é possível de cocriar, que só parte de nós, né?
a gente conseguiria alcançar coisas maravilhosas, né? Mas tem muita gente fala sobre a lei da atração aqui na no Lin. Muitas vezes já falaram também eh a partir do momento que a gente pensa que a criação parte de nós, a lei da atração, então para mim ela não faz, ela cai por terra, porque você não atrairia nada, dado que parte de mim seria o contrário.
Faz sentido entender o meu ponto? Entendi. Você não atrai nada.
É parte de você. É. Mas não é bem assim, não.
Não depende da premissa que você coloca como sendo o seu pressuposto lógico. Se nós estamos falando no campo do desejar ter, é uma coisa. Se nós estamos falando no campo da aspiração do ser, é outra coisa.
Vamos deixar por enquanto a lei da atração do lado. Vamos falar da lei da mente que Sidarta Gautama ensinou a humanidade. O que é que o Buda Sidarta Gautama falou que hoje é traduzida erroneamente como sendo a lei da atração?
O que é que Sidarta disse? O que você pensa, você cria, o que você sente, você atrai. O que você aspira a ser se torna a realidade.
Hum. Como é que o pessoal traduz isso aqui? O que você pensa, você cria.
O que você sente, você atrai. O que você deseja se torna a realidade. O desejar aqui é complicado, porque você tanto pode desejar algo no campo da aspiração do vir a ser, como desejar algo no campo do material.
Material. Ora, Sidarta Gautama já era o mais milionário dos milionários na época. Ele era filho de um rei.
Sim. ia ser rei, casado com a mulher, a mais bela que existia, teve um filho maravilhoso. E ainda assim, um belo dia, ele olhou para alguém sofrendo e disse: "Putz, o que é isso?
Aquilo foi um choque. Tal choque de realidade. Aquilo provocou um pacto tão violento nele que ele não podia mais parar de pensar naquilo.
Ele pediu desculpas à esposa, ao filho, foi embora, precisava de um tempo. Esse cara não iria criar uma regra para ensinar as pessoas a serem ricas materialmente. Não é isso.
Ele ensinou uma regra para que as pessoas se tornassem ricas espiritualmente dentro, né? Não, fora. É, então a turma hoje, infelizmente, traduziu isso como sendo um desejo e bem material, bem material.
A isso aqui, indo pra sua pergunta, não é que seja falso, mas não é isso que Buda falou. Buda não tem nada a ver com isso aqui. Aspirações no campo do vir a ter.
o que Buda explicou e é o que a física quântica assina embaixo e é o que várias figuras como D P Shopra, Amit Games, eh Jo dispensa, várias figuras estão realizando experiências em universidades, fazendo com que as pessoas pensam. O que você pensa, você cria, o que você sente, você atrai, o que você aspira a ser. no campo da autocura ou seja lá do que for, aquilo se torna a realidade.
Por quê? Porque tudo acontece na célula do corpo. Ou seja, ela é uma coisa bi fisiológica que é sua célula, mas ela dentro as reações bioquímicas determinam tudo.
seu genoma e seu genoma produz as proteínas e a sua vida, o seu corpo ou o que o seu corpo faz ou deixa de fazer, o que se passa na sua mente deixa de se passar, é tudo fluxo proteico, é tudo lance genético acionado epifenomenologicamente pelo ambiente ou pela sua vontade. Uhum. Só que nós humanos não sabemos a nossa vontade porque nós somos infantilizados.
Uhum. Voltamos lá. Aí a gente volta para esse ponto.
O que é que a física quântica diz? Ei, cara pálida, desperte. Física quântica, não é religião.
Diz: "Você é o pintor, você é o pincel, você é as cores e você é a obra que você pinta". Nossa. Ou seja, você é cocriador.
Mas o que é que a gente faz? A gente não aprende a pintar, a gente não faz nada e fica Deus, Deus, Deus pedindo só, enchendo o saco, cara, de Deus, para ele faça tudo e ainda que a gente se corrompa, se Então, a questão do desejar é algo comercial que funciona, que tem a sua lógica, tá certo? Mas não foi o que Budas, não.
Exatamente. Não é não é alinhado com isso aqui. Nossa, que explicação.
Claro que se uma pessoa pensa bem, ela termina produzindo ao seu redor um campo vibratório propício a que as coisas boas a abraça. Se uma pessoa pensa de forma equivocada, vive triste ou pé da vida ou rancorosa ou é uma má pessoa, ela cria ao seu redor campo vibratório em que as coisas não vêm. Aí você diz: "Não, mas um corrupto leva tudo".
Leva Uhum. Ele quebra todas as regras e leva. Mas um dia ele se defronta porque o que sai de um ser volta para esse ser.
Humum. Não é porque haja uma justiça divina, é porque existe uma teia da vida chamada Werd, que a mitologia nórdica, fala dela, e diz: "Ó, volta, mas volta só porque volta, não é porque alguém quer lhe punir ou quer lhe premiar". Os espíritos dizem claramente: Deus, sendo ele o que seja, em tendo dado a semente da sua divindade a cada consciência particularizada, a partir daí ele não se mete mais.
Cada consciência particularizada, por meio das suas opções, vai acionando os mecanismos das leis de ação e ação, ação e reação, causa e efeito. E a partir daqui a semeiadura é livre, mas acolhida. Uhum.
É obrigatória, mas não é Deus que vai castigar nem premiar ninguém. É a velha lei da mente do Buda de novo, funcionando, só que de uma forma espiritualizada. Então assim, é o que eu posso dizer sobre o assunto, mas para mim ainda ficou uma dúvidazinha da diferença entre aspirar e desejar.
Talvez o pessoal lá em casa tenha ficado com porque o aspirar está necessariamente ligado no aspirar a vir a ser. Vir a ser e o outro é desejar é vir a ter. Outro é desejar.
Tá de novo, você pode desejar algo na aspiração do vir a ser. Uhum. Aí a tradução tá correta.
Mas se você usar o desejar como sendo ter, a tradução tá errada. Entendi. E o que seria o mentalma?
É o nome que eu dei para o meu método de yoga ocidental, que é alguém disciplinado como eu e trabalhando dentro de um banco, resolveu criar um yoga trabalhando ali, já que eu não podia ir para uma montanha, nem aula de yoga, nem academia. Ou seja, é um método de pacificação pessoal, de despertar os potenciais pessoais, de tentar construir um padrão de uma consciência superior na minha condição humana. Isso é aumental.
E e eu nunca imaginei que um dia eu fosse falar disso. Eu queria o mentalma só para mim. É porque um amigo meu pegou isso, espalhou, eu tive que assumir.
Muito bom. Assim, assim, espetacular. Muito bom.
Muito bom. Aula sensacional. Eh, eu eu fico com uma dúvida eh em relação a a você e a sua vida, você no seu dia a dia, você com a sua família.
Eh, como que você consegue consegue lidar com tanto conhecimento, com tanta bagagem e com tão tanta desinformação ao mesmo tempo no mundo? Olha, o ser humano, ele, por exemplo, mentalma, eu criei o mentalma para eu me autorrealizar, independente do circuito da vida que eu sou obrigado a levar. Mas nós, humanos, somos acima de tudo mamíferos.
E que bom que somos mamíferos. Por quê? Porque a ressonância límbica que faz com que um mamífero, que mesmo sendo irracional, um mamífero se incomoda com a dor do outro, porque ela sente e o mamífero sente.
Uhum. Nós humanos meio que esquecemos essa linguagem silenciosa da ressonância límpica dos mamíferos, porque além de mamíferos, somos primatas superiores e racionais, mas a nossa racionalidade tá corrompida e infantilizada a tal ponto que nem a ressonância mamífera a gente sente na gente, a gente só pensa na gente. Mas quando você se autorrealiza de algum modo, você percebe que isso não é o suficiente.
Porque nós humanos nos realizamos também em quem a gente ama, seja no outro, no próximo. E não tem como você ficar tomando milkshake no paraíso. Se alguém que você ama tá tá sofrendo, ferrado lá nas trevas, no caos.
Você vem pro caos. Porque o nosso amor mamífero não é só o amor teórico como a turma do paraíso que ama. Nós, filhos do caos, filhas do caos, amamos.
E o amar aqui significa cuidar de quem a gente ama. Então a gente tem que tá perto. Então assim, eu dedico a vida que eu levo a essa presunção de que a única dignidade que eu posso exigir de mim é estar perto de quem eu amo o tempo que eu puder, sendo solidário e disponível, mas nunca enchendo o saco de ninguém, nem tentando dar conselho, nem convencer ninguém a porcaria nenhuma, porque esse tipo de patrulhamento, de proselitismo barato, é o que de mais idiota eu conheço na história da humanidade e não gosto disso.
Quando vejo alguém tentando convencer outra pessoa de alguma coisa, seja o que for, eu tenho pena. Quando eu vejo alguém descaradamente mentindo para conseguir um objetivo, eu tenho pena. Pode ser um bilionário, um trilionário de cara, que pena eu sinto dessa figura.
Não vale nada. Porque a condição humana, na minha opinião, só vale se nós formos úteis a essa expressão amorosa de amar e querer cuidar ou pelo menos estar disponível solidário com quem a gente com quem a vida nos pôs perto. Uhum.
Então assim, o conhecimento aqui, a compreensão não vale muito. O que vale é a dignidade no sentido do aspecto emocional amoroso, porém adulto. Não o amor pegajoso ou que quer mandar ou que quer ter, não é o amor que quer dar.
independente de conhecimento, de cultura, de espíritos, ateis, Deus, o que for, isso é o coração humano. O meu sonho é ver o ser humano se empoderando, não sentido de ter poder sobre os outros, mas poder sobre si mesmo. Lucas, nossa, que mensagem bonita.
Esse é o grande objetivo da minha vida frente a mim mesmo. Mas eu não jogo isso para ninguém. Seu maior sonho.
Meu maior sonho é só um sonho sensacional. Você aspira a isso. Sim.
Insipiração no campo do vira ser. Muito bom, hein, Rosa? Pô, sensacional.
Para quem tá aí acompanhando e chegou até aqui, né, Rosa? Ah, é. A palavra de hoje é revelação cósmica.
Revelação cósmica. Boa. Escreve nos comentários pra gente saber, né, que você chegou até esse final.
É um feedback legal pra gente. Acho que deve ter muita gente aí que tá chegando até esse momento, né? Porque essa aula foi incrível.
Exatamente. Muita gente no nos comentários já vinham pedindo pro pro Jean vir aqui. Ele está esteve aqui hoje.
Se e a gente sempre fala se esse se essa live ela impactou você de alguma maneira positiva e pô imagina que legal se você puder compartilhar com alguém que você ama, alguém que esteja próximo de você e o quanto essa live também vai impactar talvez de uma maneira ainda mais transformadora, né? Então a gente pede aí para vocês compartilharem ela, mandarem no grupo da família. Deixem um like e inscrevam-se aqui no link para agora estamos aqui duas vezes por semana com cada vez mais convidados e conteúdos super incríveis.
Eh, Jan, muito obrigado pela sua presença. Se você puder deixar uma, qual seria a sua mensagem final para essa humanidade que tá infantil e que precisa precisa passar por mais reflexões? Se você Eu não sou original.
E se fosse seu original, falaria mais bobagem ainda do que fala. Então eu retomo aos meus mestres, eu sempre recorro os meus mestres, vou pro colo deles, né? E Marrá uma grande nos seus últimos dias, ele vendo os discursos das pessoas, as preocupações com a aparência disso e daquilo, grande disse: "Olha, discurso não dá mais.
Torne-se você instrumento da mudança que você quer ver no mundo. Uhum. Ponto.
Se você quer que o mundo seja honesto, seja você honesto, ainda que ninguém mais. Seja, se você quer que o mundo tenha carinho, seja você carinhoso, ainda que só lhe tratem na porrada. Ou seja, ser instrumento da mudança que a gente quer ver no mundo é uma questão de dignidade.
E é isso que eu aprendo diariamente, revendo e revivendo em mim as lições que eu copio de Sidarta Galutama, de Gand, de Jesus, de homens e mulheres que eu convivo diariamente com eles. Enfim, é a contribuição humana em prestando beleza, essência e dignidade a uma vida que por si mesma não tem a vida, a existência. A natureza, como Robs dizia, ela não sabe o que é certo, o que é errado.
A natureza é espécie com menos espécie. O mais forte manda, o mais fraco se ferra. Nós humanos é que criamos essa noção.
E ainda bem que foi graças a Eva. estranhamente a Igreja Católica chama isso de pecado, mas bendito seja esse pecado que nos permite com base nisso, sentirmos a noção de dignidade. E a última mensagem só pode ser essa de grande.
Ei, você não sabe o que fazer da sua cidadania? Seja você exemplo, instrumento da mudança que você quer ver no mundo. Pare de exigir dos outros.
Faça você no âmbito da sua vida. Pense globalmente, aja localmente. Várias figuras disseram isso.
Joleno, não custa nada a gente repetir isso. Так.