o Olá começa agora o inova programa da tv Campos em parceria com a ditec e [Música] e a temática que vamos abordar Hoje é a transferência de tecnologia EA propriedade intelectual que atuam na proteção do conhecimento gerado na UFSM e na relação entre a universidade e as empresas tanto para troca de conhecimento com a sociedade quanto para a solução de gargalos tecnológicos e a nossa convidada de hoje é Laura em lorenzoni que a coordenadora de transferência de tecnologia e propriedade intelectual da Gtech Olá Laura em Seja bem vindo ao e nova lá muito obrigado pelo
convite por essa oportunidade essa troca de ideias em primeiro lugar eu gostaria que você começar a se definindo o que é o termo transferência de tecnologia bom a gente define o termo transferência tecnologia Talvez seja interessante falar sobre o que que é a tecnologia tecnologia lá não necessariamente Ela é legal eletrônico é o ao digital ela é a ciência especializada em uma área onde pode ser uma nova uma nova metodologia um novo processo e a transferência desse conhecimento gerado é o que é a transferência de tecnologia como um todo que ela pode ocorrer de diversas
formas né E como a transferência de tecnologia se liga com a própria é bom a propriedade intelectual é a proteção do conhecimento gerado dentro da Universidade onde tem alguns critérios de proteção de cada tipo né de proteção dentro da universidade e a transferência se dá através de um licenciamento uma sessão por exemplo dessa tecnologia protegida então é autorizar a sociedade utilizar a tecnologia que foi protegido como seria dividida definida a estrutura da coordenação de transferência de tecnologia bom até o ano passado né com a antiga gestão Nós estávamos em três coordenadorias dentro da agência de
inovação podemos área de empreendedorismo propriedade intelectual e transferência de tecnologia com essa nova reestruturação e com a possibilidade da agência virar uma uma pró-reitoria da Inovação ela foi é estruturada tendo a coordenadoria de empreendedorismo e nosso fazendo a junção da Coordenadoria de transferência de tecnologia EA propriedade intelectual isso porque porque a gente entende que não existe propriedade intelectual sem transferência de tecnologia de nada adianta nós enquanto instituição de ensino nos protegermos algo desenvolvido aqui se a gente não pensar em transferir isso para a sociedade porque diferente das empresas as empresas podem proteger o diversas tecnologias
patentes marcas programas de computadores só para reserva de mercado nós enquanto instituição de ensino Não é esse o nosso objetivo nosso objetivo é transferir para a sociedade então a gente precisa cuidar né e e fomentar a transferência do que é protegido e claro isso foi um amadurecimento que nós tivemos enquanto agência enquanto Universidade que deu de uns anos para cá a gente já vem trabalhando mesmo sendo Coordenadoria separados em já vem trabalhando em conjunto com esse propósito porém agora com essa reestruturação a gente acaba fortalecendo essa essa estrutura E isso se dá também não só
um agradecimento aqui da nossa da nossa universidade como o Brasil e como no mundo também como um todo no início a criação na verdade do nit né que é como se fosse uma agência que agência da Inovação ela foi criado em 2004 agência e Cia agitec foi criado em 2015 então é é muito recente e perto de toda uma cultura modificando toda uma cultura dentro da Universidade então foi natural processo de primeiro a gente vai pensar em proteger em atender os critérios de patenteabilidade e não pensar tanto na transferência E isso não foi só o
fsm foi Brasil e Mundo só que agora não só sociedade está cobrando como os órgãos de controle e nós também estamos vendo que não tem o porque a gente pensar em separado Então hoje quando um pesquisador ele chega para comunicar alguma e são quê que foi feita dentro o seu laboratório por exemplo a gente além de analisar os critérios técnicos de uma proteção nas analisamos ou a possibilidade Qual foi ser estratégia de transferência de tecnologia que pode ser por exemplo não proteger esse primeiro momento continuar fazendo alguns testes ou procurar uma empresa parceira para que
desenvolva mais focado a uma necessidade específica do mercado para depois realizarmos a proteção de forma mais robusta e fazer a transferência nós temos três núcleos dentro da Coordenadoria de transferência de tecnologia propriedade intelectual primeiro núcleo é a propriedade intelectual em si que é responsável por todo acompanhamento né e proteção dessas tecnologias nós temos também o núcleo de prospecção e valoração que é um núcleo que agora ele está sendo formalizado antes nós atuamos de forma mais digamos o mal falando em Estrutura né agora a gente consolida esse núcleo o que faz com que a gente tenha
mais facilidade em colocar em prática todo o planejamento que há tempos Nós Nós pensamos o que que se núcleo de prospecção e valoração a responsável por toda essa interação e Universidade empresa então quando a gente fala em proteção em pensar na estratégia de transferência esse núcleo atua junto e esse núcleo é tua de forma a ofertar Essas tecnologias protegidas de forma a prospectar possíveis empresas interessadas em firmar o projetos de pesquisa e desenvolvimento ah e também a tendo uma empresa Uma demanda que nos procurem a gente tem uma demanda na empresa para desenvolver um item
específico de um equipamento que está dando problema lá do consumidor final então a empresa nos procura a gente prospecta possíveis pesquisadores da área que desenvolvam suas pesquisas na área e também tem esse perfil de interagir com uma empresa a gente faz o contato com os pesquisadores a linha uma reunião com a empresa fizemos a se alinhamento das expectativas tanto tanto técnicas quanto financeiros e daí a gente auxilia o pesquisador a montar uma proposta fizemos a reunião com a empresa e buscamos aproximar esses dois atores esse núcleo a partir prospecção também a gente nós estamos fazendo
o planejamento né É né tá todos os núcleos a toda a Coordenadoria como um todo e na parte de prospecção a gente tá também focando muito em editais de fomento para que a gente não dependa também do recurso de uma interação com a empresa o recurso só da empresa a gente possa também conseguir recursos externos de órgãos de fomento para que a gente faça essas interações de forma mais facilitada né e mais efetiva então por exemplo agora nós estamos um com uma leva de editais em aberto do finep então nós estamos já em contato com
empresas parceiras com pesquisadores já parceiros para que a gente possa submeter propostas e angariar nesses recursos né para que a gente possa a fomentar mais e nessa parte de prospecção também essa aproximação com as unidades unidades de ensino aproximação dos pesquisadores dos discentes né docentes de órgãos públicos órgãos de fomento investidores então essa parte de prospecção ela é responsável por toda essa interação de forma mais Ampla ou possível dessa relação universidade-empresa a parte de valoração uma parte super importante e não trivial não só para o FM mas também para todas as Universidades não são no
Brasil também né que é mensurar o que é desenvolvido dentro da Universidade porque o mensurar quando a gente pensa em mensurar uma tecnologia desenvolvida não pode pensar só no que foi gasto porque ele pode ter gasto um milhão para desenvolver uma tecnologia e ela não tem valor nenhum na casa ou nós podemos investir 100 100.000 50 mil e essa tecnologia você desculpe tiva e ter em ser muito bem avaliado então é muito mais complexo do que somente atribuir custo do que de desenvolvimento em si Então esse esse núcleo ele é responsável também por favor trazer
e consolidar uma metodologia para valorar as tecnologias envolvidas dentro da Universidade isso a gente precisa muito em relação ao órgão de Controle porque a gente pode os órgãos de controle nos questionam Por que que que nós mensuramos né aquela tecnologia por aquele valor por exemplo nós temos um licenciamento do equipamento que foi desenvolvido em conjunto com uma empresa nós aplicamos o e em relação à valoração cinco porcento de royalties em cima de cada equipamento vendido esse cinco porcento ele tem que ter uma justificativa do porque que foi cobrado Esse cinco porcento não pode ajudar nenhum
benefício enfim para empresa o que se torna também muitas vezes Complex porque a maioria das tecnologias desenvolvidas dentro da Universidade elas estão muito incipientes elas ainda estão no nível de maturidade não tão elevado para que a gente tenham o modelo de negócio daquela tecnologia Claro para que a gente possa Verificar como vai ser realmente o impacto dela no mercado e isso é um fator fundamental para que a gente tenha base embasamento tanto técnico quanto financeira para que a gente possa valorar uma tecnologia enfim Esses são alguns de Gama e dificuldades em valor aqui mas isso
não significa que a gente vai só se ater a esses problemas e não vai pensar em possibilidades de direcionar né uma valoração e trazer metodologias consolidadas né para isso bom então quando a gente fala em núcleo de prospecção e valoração e propriedade intelectual eles têm uma sinergia muito muito forte hoje em dia como que nós como que nós fazemos em relação a uma tecnologia que entrou para proteção dentro da dentro da agência de inovação primeiro o pesquisador ele faz uma busca de anterioridade precisa saber no mundo o que que tem protegido similar ou se tem
protegido se não tem protegido enfim porque um dos critérios de patenteabilidade é ser inovador né não pode ter essa ser protegido nem outro um em outro lugar né no mundo o junto disso nós também fizemos uma análise tecnológica onde a gente Verifica a maturidade essa tecnologia precisa ver desde a pesquisa básica até a tecnologia estar pronta para ser utilizada para ser comercializada qual é o nível que ela está né hoje nós temos uma metodologia que que mensura isso porque quando a gente vai ofertar por uma empresa a primeira coisa que a empresa precisa saber é
qual o nível de maturidade o que eu preciso de tempo de recursos humanos e de recursos financeiros para essa tecnologia chegar estar pronta para ser comercializada Então essa é a primeira questão que a gente avalia junto com o pesquisador a outra questão é a questão de análise de mercado claro quando a gente fala em análise de mercado dentro de uma universidade que nós é já passamos por diversas áreas antes não vai fazer uma análise aprofundada você vai fazer uma análise com algumas questões específicas para ver o diferencial competitivo Quais os pontos de fragilidade daquela tecnologia
enfim análise mercadológica de uma forma mais superficial né pensando também no grupo de pesquisa qual é qual é a relevância dentro do grupo de pesquisa na sua área de atuação também a gente leva em consideração com essas informações a gente tem de forma mínima o subsídio necessário para que a gente possa negociar se a tecnologia corrente externo e junto com as questões técnicas que o pesquisador nos traz anti-multas estratégia de transferência tecnologia que eu comentei no início da entrevista bom então e essa estratégia de transferência de tecnologia Pode ser proteção e a gente licenciar essa
tecnologia de forma independente jogamos o licenciamento nada mais é autorizar o uso de terceiros então autoriza o uso dessa tecnologia para uma empresa a empresa ela pode continuar o desenvolvimento independente da Universidade ou nós podemos transferir por meio de um licenciamento por exemplo e também firmar um projeto de pesquisa e desenvolvimento para que a universidade junto com a empresa continua e desenvolvimento auxiliando a empresa para que essa tecnologia chegue ao mercado Isso depende muito da área Depende muito do conhecimento que é necessário para continuar fazendo os testes as validações necessárias para essa tecnologia caso não
atenda uma tecnologia que que vem o processo de proteção e não atenda a algum dos critérios técnicos nós temos outras possibilidades a gente pode buscar uma empresa para fazer um um um projeto de p&d um termo de cooperação técnica então a gente pensa também em outras possibilidades de interação não focando só na na proteção bom quando a gente fala em interação com empresa e negociação muitas vezes demora é um processo é um processo Moroso atualmente o núcleo de prospecção e valoração tem de forma ativa uma 60 interações Então imagina são 60 interações Só que as
vezes demora mais de um ano para a gente conseguir fechar né todo uma negociação então o que que nós também vimos de suma importância dentro da Coordenadoria como um todo o núcleo de apoio a projetos que é o terceiro número da Coordenadoria que ele é responsável por toda a sua A ação dessa interação trazendo a agilidade processual necessário porque de nada adianta antes de colocar energia numa negociação numa proteção sendo que a gente não tem essa agilidade dentro do órgão público pode firmar uma vez um projeto de pesquisa e desenvolvimento a próxima vez que que
nós formos interagir e tentar firmar uma parceria com esse mesmo parceiro vai ser mais difícil por conta dessa morosidade então a gente vem atuando de diversas formas para trazer essa agilidade a há pouco tempo foi aprovada a nova resolução com projetos vinculados a Fundação de Apoio ou onde a gente nós ganhamos né mas agilidade processual também então além de outras questões é que o núcleo vem se aprofundando desde manuais né eu acho que os aplicativos para os pesquisadores dos tipos de de formalização né dessas parcerias até o capacitações para os pesquisadores né nessas áreas no
núcleo de apoio a projetos mas nós temos para cada tipo de formalização nós temos os documentos necessários para fazer abertura como não tá no dia-a-dia na rotina dos pesquisadores é muito natural eles terem dúvidas né em relação como formalizar a um plano de trabalho como que é feito as rubricas enfim toda a questão tanto financeira quanto técnica Então esse núcleo também apoia os pesquisadores para o nisso a documentação para quando a gente passa sem instrução processual ela não tenha durante a tramitação que voltar para o pesquisador para ele refazer alguma questão então o núcleo olha
desde título de projeto é é é todas as questões bem detalhadas para que faça a sua inscrição de forma mais correta possível né então a gente passou esse apoio ao pesquisador que a gente Verifica que é um valor muito agregado ao serviço né cortado pela pela Coordenadoria né Laura em qual a importância de iniciativas como as que são desenvolvidas dentro da Coordenadoria que vão juntar a universidade e as empresas é muito relevante todas as iniciativas que faça essa aproximação né universidade em preso nós estamos na era né do conhecimento né antes Estávamos na era Industrial
agora a gente está na era do conhecimento a universidade foi muito vista pelo ensino né pela pesquisa a gente consegue ter mais palpável digamos assim sido com as aulas pesquisa Laboratórios agora a extensão a a a transferência desse conhecimento gerado isso nós precisamos fomentar cada vez mais sair da famosa Torre de Marfim né que de dentro da Universidade quebrar esses muros para que a gente possa realmente de forma efetiva chegar na universidade e isso a gente se fala faz muito com a transferência de tecnologia é trazendo a empresa para dentro dos laboratórios fazendo pesquisas que
sai que vão desde a bancada até o mercado para isso nós temos dentro do nosso planejamento várias ações sendo que algumas são prioritárias outras vão ver eu decorrer da gestão enfim e uma que já já está acontecendo uma parceria com a emerge que eles têm ou um programa que é da pesquisa da bancada até o mercado para que a gente possa trazer esse conhecimento as dores porque é natural na formação do pesquisador eles se formam uma questão técnica específica essa questão de mercado ela vem sendo introduzido ela vem ser cobrada porém não é algo trivial
nem para nós e nem para os pesquisadores né é comuns pesquisadores nos procurarem com o potencial tecnológico desenvolvido dentro do laboratório porém sem essa visão de mercado então nós sempre comentamos né com os pesquisadores parceiros o quanto antes essa aproximação com empresa ocorrer melhor melhor será o desenvolvimento porque muitas vezes a gente pensa que está desenvolvendo algo inovador Porém isso já foi transposto na empresa ou não é bem uma dor da empresa e não aliar O que é desenvolvido Tecnicamente dentro da Universidade alguma dor da empresa isso é transferência de tecnologia EA transferência de conhecimento
é a gente devolver para a sociedade O que foi investido né na capacitação enfim dentro dentro da Universidade doente precisa se aproximar cada vez mais as empresas Claro longe de ser trivial né Toda essa questão de transferência de tecnologia dessas ações dependem só da Universidade não a gente depende do governo enquanto prioridade de ações saber onde quer que o país chegue em relação ao desenvolvimento tecnológico nacional que precisa também as parcerias com as indústrias as indústrias precisam se empodera desta relação e se tornar protagonista junto com Universidade um desenvolvimento EA sociedade também receber as tecnologias
e também trazendo vendo a importância do que é desenvolvido dentro da Universidade junto com com as empresas e indo né para empresa né Essas tecnologias desenvolvidas Então não é um papel só da universidade e não é um papel só da Coordenadoria da transferência tecnologia para operar teve intelectual longe disse longe de ser trivial Mas algumas pequenas ações que a gente vai fazendo na Coordenadoria na UFSM em parcerias com outras entidades um outras universidades pegando boas práticas né dessa interação a gente vai começando a fazer mais vai começando a fazer a diferença né então nós temos
várias ações em andamento E desde manuais explicativos quanto à regulamentação porque nós temos a política da Inovação nós temos a lei da Inovação nós temos a política da Inovação dentro da Universidade porém a gente precisa também regulamentar a política da Inovação por exemplo uso compartilhado de Laboratórios a lei de inovação permite a política da Inovação dentro da Universidade permite também porém a gente precisa regulamentar quem é regulamentada como que a gente vai fazer esse compartilhamento então o que que vai facilitar digamos o compartilhamento da infraestrutura Laboratorial por exemplo uma empresa Startup que precisa fazer alguns
testes do equipamento que nós já temos ela pode fazer Desde que pague né um um recurso Enfim uma empresa que hoje faz faz testes em e empresas fora do fora do Estado né enfim ela pode vir aqui na universidade fazer que nós temos uma infraestrutura com muito investimento e às vezes eu estruturas que que são subir utilizadas e a gente pode interagir se aproxima mais da Universidade trazendo esse benefício com essa essa estrutura e é natural quando a gente cria uma empresa né tá no início de um processo de criação né da empresa que não
tenha a capacidade ainda produtiva e de equipamentos necessários para desenvolver o que é necessário para continuar o desenvolvimento e o produto está pronto para chegar o mercado Então esse compartilhamento de infraestrutura vai fazer com que de forma transparente e Legal essas empresas utilizem os laboratórios da Universidade desde que Claro né tem essa contrapartida na financeira mas isso vai fazer alavancar digamos esse processo de amadurecimento das empresas incubadas também não só nossa como empresas da UFRN enfim e não só de Santa Maria né outra questão é rodadas de negócio onde uma empresa venha e a gente
possa ofertar os laboratórios que prestam serviços na sua área pesquisas pesquisadores né grupos de pesquisa dessa área tecnologias protegidas nessa área onde pode-se fazer uma rodada de negócios com todo esse potencial que tem a instituição então nós temos diversas ações né já já em andamento muitas dessas ações e a gente precisa de recurso financeiro agora com a política da Inovação nós estamos aprovando nos nos projetos de captação externa onde hoje é cobrado 10 por cento do uso da infraestrutura da fcm esse dez porcento ele seja revertido em inovação então a gente não precisa o mais
pensar em orçamento público e sim pensar em captar mas recursos externos para que consequentemente indicar a parte mais recursos a prática da Inovação e a gente possa resistir inovação não posso comentar mais ações nesse sentido do mês de Julho nós assinamos o décimo o contrato de de licenciamento um deles estamos duas tecnologias também por uma empresa incubada então além desses 10 que em 2018 eram três e agora foi para 10 né e licenciamentos o que pode parecer pouco mas dentro desse ambiente de transferência tecnologia EA realidade nacional é um número relevante mas com essas nossas
projeções a tendência é aumentar além desses 10 nós temos outros outras negociações em andamento de tecnologias já protegidos além de projetos de p&d né em fase de negociação e captação externa de recurso E aproveitando que você citou alguns números na resposta anterior existem outros números que são destaque nessa relação entre a coordenação EA transferência de tecnologia e portanto que eu comentei sobre os projetos de p&d atualmente nós temos 44 projetos dependem vigência desse 44 projetos gera em torno de 77 milhões de reais né assinados em nós víamos aumentando nessa captação a a cada ano e
EA tendência é aumentar cada vez mais né com essas iniciativas de pegar de Hórus buscar também momento de de órgãos específicos investidores Enfim então a captação ela tende a aumentar em relação aos laboratórios que prestam serviço para a comunidade externa e interna a captação anual é em torno de oito milhões de todos os laboratórios que prestam esse serviço em relação à propriedade intelectual atualmente nós temos em torno de 158 patentes pro hoje no Brasil nós temos 133 programas de computadores protegidos softwares né cultivares Nós temos sete desenho industrial a nós temos 51 de licenciamentos né
agora Nossa assinamos o décimo dessas patentes que que eu comentei 55 São patentes já concedidos por que nós primamos o primeiro fizemos o depósito da patente e depois ela analisada né pelo inpg I que leva em torno de 56 anos para ser concedido então há pouco tempo nós temos bem menos tecnologias concedidos na nossa estamos aumentando né esse número isso mostra o nosso profissionalismo né do núcleo de propriedade intelectual e as análise crítica na hora da proteção isso faz com que o avaliador lá no NP ele e nós temos mais sucesso né com com essa
avaliação essa concessão né e de que maneira a sociedade pode ter acesso Essas tecnologias quando a gente fala a sociedade em Ford forem da sua física né pessoa jurídica né então nós temos o nosso portfólio de tecnologias protegidos que podem ser licenciadas né E cedidos que está no nosso está no nosso site os laboratórios que prestam serviço vários produtores da região fazer uma análise de solo análise de água nós temos de aula os laboratórios que aproximam né essa relação em relação às empresas que tenham alguma demanda específica nos procurem vai eu buscar entender essa demanda
ou prospectar né as expertises internas que nós temos fazemos essa aproximação alinhamos essa expectativa o Zé uma parceria a parceria inicialmente não não necessariamente ela precisa ser também de um projeto depender onde envolva desembolso financeiro muitas vezes o primeiro passo para a gente criar uma relação de confiança que é necessário em toda a interação os primeiros um acordo de cooperação técnica onde a gente faz troca as técnicas troca de dados de conhecimento para que depois de repente possa evoluir para um projeto de pesquisa e desenvolvimento então nós temos diversas formas de interação e diversas formas
de formalizar né de instrumentos jurídicos para formalizar essa interação basta nos procurar que a gente Verifica a melhor forma de dessa aproximação porque nós temos assim um potencial gigantesco né dentro da universidade e que a gente precisa né aproximar da da sociedade a Lauri muito obrigada pela sua presença que nova foi ótimo conversar contigo entendeu um pouco mais sobre a transferência de tecnologia para pregar de intelectual agradeço nessa oportunidade né de mostrar um pouco do nosso trabalho que não só eu como toda equipe a gente acredita muito né no propósito do que nós fizemos nos
coloca à disposição para maiores esclarecimentos EA talhamentos né Então as portas da agência e da futura pro-inova estão abertas Obrigado Esse foi o nova de hoje você pode rever este e outros Episódios do programa no nosso canal do YouTube ou no farol da UFSM até a próxima E aí [Música] o dinheiro E aí E aí