[Música] Olá e sejam bem-vindos ao vozes do além Peço para que não se esqueçam de deixar o like para Que Nossos Vídeos chegue para maior número de pessoas possíveis fortalecendo assim nosso canal E é claro que se puderem compartilhar em seus grupos de amigos nos ajuda mais ainda e se ainda não é inscrito inscreva-se e faça parte de nossa comunidade então sem mais delongas Bora para o vídeo meu nome é Demétrio na juventude vive em Cumaru um pequeno município situado nas margens do rio negro minha casa ficava em uma região muito Rural cercada por paisagens
fascinantes ao mesmo tempo também bastante isoladas certa vez precisei me deslocar para capital para comprar algumas peças de reposição para máquina da Fazenda no entanto foi um dia bastante corriqueiro e o tempo acabou passando rápido demais e quando eu percebi já era a noite Então decidi adiar minha jornada e esperar pela manhã ser estava dormindo profundamente quando despertei com o canto do galo com a névoa da manhã imaginei que já era umas 5 horas pois era esse horário que os galos costumavam cantar um pouco antes que o sol nascesse com pressa me arrumei em direção
ao ponto de ônibus que ficava uns 20 minutos de distância durante o percurso enquanto caminhava avistei uma mulher ao longe próximo às margens do rio conforme me aproximava podia ver que estava lavando roupas e quando já estava bem perto dela a cumprimentei com um sorriso e perguntei o que levava ela tão cedo lavando roupa naquele local e para minha surpresa ela não respondeu fiquei intrigado pensando que talvez fosse surda ou somente não quisesse conversa com estranho a uma hora daquelas o que fazia mais sentido e como ela não mudou sua postura eu fiquei sem obter
resposta segui meu caminho em direção ao ponto mas tenho que confessar fiquei curioso e inquieto com aquela estranha situação já que tinha feito esse percurso muitas vezes ao longo dos anos e nunca tinha me deparado com nada assim antes No entanto quando estava mais adiante próximo a outro ponto do rio me deparei novamente com a mesma mulher ela continuava imersa em sua tarefa de lavar roupas como se presa a cena de um filme um arrepio percorreu toda minha espinha e fiquei muito apreensivo com aquela situação aquilo Definitivamente não era uma coisa que podia ser explicada
mesmo inseguro não tinha outra alternativa a não ser passar próximo a ela mas desta vez ao passar por ela senti que algo não estava certo tive uma sensação de estar sendo observado abaixei então a cabeça e dessa vez não disse nada queria passar o mais rápido que pudesse mas antes que pudesse chegar a uma pequena ponte que tinha ali alguma coisa me fez virar e para meu espanto vi enquanto aquela mulher flutuava no ar vindo com tudo em minha direção o medo é essa altura tomou conta de mim e minha única reação foi correr de
volta pelo caminho que eu já tinha passado já que não conseguiria mais seguir adiante nunca corri tão rápido em toda minha vida e mesmo tropeçando e caindo algumas vezes não olhei para trás nem sequer uma vez no meio do percurso lembrei que tinha uma pequena comunidade local e que havia uma igreja lá e decidi que era lá que eu ficaria na esperança de me abrigar por um tempo e me proteger do que quer que seja aquilo nada poderia ser melhor do que estar em uma igreja meus pensamentos estavam totalmente confusos em minha mente ficava me
perguntando se realmente eu tinha visto aquilo ou era algo que eu tinha imaginado dentro da minha cabeça mas seja lá o que for eu não estava disposto a descobrir sozinho decidi que ficaria ali esperando pelo sol nascer mas algo chamou minha atenção já que aquela altura já era para ele ter despertado no horizonte e para deixar tudo mais esquisito ainda quando olhei para o meu relógio marcava exatamente três horas da madrugada não conseguia acreditar que aquilo era real achei que estivesse tendo um pesadelo e que a qualquer momento fosse acordar mas infelizmente tive que ficar
ali sozinho todo o restante da noite com muito medo e pensando em várias coisas ao mesmo tempo a partir daquele dia jurei a mim mesmo que evitaria aquele caminho sinistro a Qualquer Custo toda vez que estava próximo daquele trecho novamente sentia como o espírito daquela mulher só me observando a espreita esperando o momento certo para Novamente me atacar [Música] isso aconteceu comigo na cidade de Maracaju no estado de Mato Grosso do Sul há muitos anos atrás eu e alguns amigos trabalhávamos em uma grande plantação de milho na época nosso patrão tinha sido alertado de que
haviam pessoas mal intencionadas colocando fogo em algumas fazendas vizinhas devido a isso nos pediu para montar guarda durante uma semana em um lugar estratégico que dava acesso à Rodovia A ideia era passar a noite escondida entre a plantação e ao lado da estrada de terra que dava acesso à Fazenda pois se alguém tivesse mal intencionado aquele era o único acesso a fazenda saímos dos alojamentos e fomos em direção às plantações chegamos a uma área perto de um barranco onde havia um poço de água usado para irrigar parte da plantação entramos e cortamos alguma espiga de
milho enquanto os outros foram buscar lenha para fazer uma fogueira e passarmos a noite ali lembro que era uma noite de lua cheia o céu estava Limpo era possível ver tudo claramente mas mesmo assim diante de toda aquela paisagem não deixava de ser meio óbito meio sem vida estávamos só passando o tempo enquanto jogávamos conversa fora contando alguns causos que eram contados por nossos avós e antes pelos avós deles e assim por diante no entanto Cícero que era o mais jovem também o mais bunda mole nos interrompeu e pediu para que não falarmos sobre essas
coisas pois sua avó dizia que quando uma ou mais pessoas falassem sobre esses assuntos eles o atrair não demos muito importância e continuamos falando e a essa hora começamos a comer algumas espigas já que estava há um bom tempo no fogo depois de não aguentarmos mais comer conversamos sobre quem ficaria no primeiro turno para que os outros pudessem descansar foi quando começamos a ouvir um barulho distante dei início não conseguimos ouvir claramente o que era mas conforme ia se aproximando ficava mais claro do que a lua que estava aquele dia não se ouvia mais nenhum
barulho sobre as matas o próprio vento que estava até aquele momento também Parecia ter nos deixado e quando chegou a uma certa distância deu para ouvir nitidamente o som de um cavalo se aproximando pela estrada de terra batida todos olhamos e Vimos que ele vinha em nossa direção mas só conseguimos distinguir a silhueta de alguém montado em seu cavalo a distância não nos permitia ver tão bem assim e a poeira que subia na estrada também não estava ajudando mas nós tínhamos certeza que era o patrão pensamos que tivesse vindo conferir se estávamos mesmo de vigia
nos aproximamos então da cerca de arame farpado próximo à Estrada de Terra e da em diante Tudo Começou a sair de controle não conseguíamos mais vê-lo apenas a poeira de terra que já começavam a irritar nossos olhos foi só então que percebemos que o barulho do Trote do cavalo não seguia mais pela terra mas sim por detrás de nós em meio a plantação de milho atravessando todo o campo achamos estranho que mesmo estando cada vez mais próximo e mesmo com a lua iluminando bem não conseguimos ver mais nada do que uma mera sombra cavalgando e-mail
aquele milharal Além disso ao passar pelos pés de milho notávamos que aquele Cavaleiro estava muito acima da plantação o que demonstrava ser muito alto muito mais que uma pessoa normal Conseguimos ver mais da metade do cavalo entre as plantas de milho ninguém falava uma palavra sequer o medo tinha tomado conta de nós aquilo Sem dúvida não era uma coisa normal e piorou muito quando ouvimos vindo em nossa direção como se flutuando e quando chegou onde estávamos Não vimos ninguém apenas sentimos uma forte rajada de vento que fez toda a lenha da fogueira se espalhar enquanto
o som do galope passava muito perto de nós mas não viemos ninguém a palavra medo já não fazia mais sentido nenhum essa altura pois o que estávamos sentindo era muito superior a isso não consegui enxergar meus amigos de tanta poeira de terra que tinha subido ao ar e foi que pela última vez ouvimos enquanto passava mais uma vez ao nosso lado saltando por cima do barranco e desaparecendo na estrada nunca conseguimos ver mais do que a sombra dele mas o que vimos já era mais que o suficiente para nós em seguida saímos correndo apavorados deixando
tudo para trás não nos importava mais nada seguimos sentido nosso alojamento não sabíamos que horas eram ao certo nos orientamos apenas pelas pequenas luzes que podiam ser vistas à distância Me sentia paranoico olhando para trás a todo momento achando que aquela coisa pudesse nos alcançar e quando chegamos Cícero foi o primeiro a falar repetindo o que tinha dito a horas atrás eu avisei vocês para não falar sobre essas coisas que acabam atraindo o que quer que seja que estiver por perto depois de tudo que passamos naquela noite não tínhamos mais como ir contra no que
ele acreditava mas por via das dúvidas não contamos a ninguém e nem tocamos mais no assunto daquela terrível à noite somente depois de todos esses anos me senti preparado para falar sobre esse assunto novamente Mas até hoje não sei ao certo quem era aquele Cavaleiro Fantasma acerca de 40 anos quando a pequena cidade em quem cresci Santa Clara estava em seus primeiros anos de Formação algo inexplicável acontecia eu tinha apenas 7 anos de idade quando me mudei para lá com a minha família nosso bairro chamado Vila do barranco foi um dos primeiros a ser construído
na região odiado por uma vasta área de mata fechada cercado claramente por muitos Barrancos próximo dali havia uma antiga Usina abandonado e nas redondezas corriam rio que abastecia toda cidade no entanto que eu quero contar é sobre uma história sinistra que Todos falavam na época que estava relacionada a antiga Fazenda do Vale localizada a próxima região diziam que há muitos anos naquelas terras ocorreu uma tragédia um casal de fazendeiro já idosos que moravam com sua filha e seu bebê de apenas 9 meses foram cruelmente assados durante um assalto a fazenda e seus corpos foram encontrados
somente semanas depois jogados em um poço abandonado nos arredores daquelas terras e que depois dessa tragédia que se seguiu as noites em Santa Clara eram estremecidas pelo som angustiante de um lamento de uma mãe muitos moradores já haviam escutado aqueles lamentos que pareciam ecoar por toda a cidade em várias situações infelizmente se tornou uma presença constante e muito assustadora certa vez meu irmão mais velho Pedro e seu amigo Lucas retornavam de uma festa no clube local para voltarem para casa precisavam atravessar uma trilha bem difícil que cortava a mata fechada próximo ao Rio em uma
noite enquanto passavam próximo à margem do rio algo perturbadora aconteceu eles ouviram seus nomes sendo chamados através da vasta mata fechada o que os deixaram bastante confusos Eles apenas olharam entre si sem entender nada foi então que o chamado se repetiu mas insistentemente dessa vez e quando viraram viram uma mulher de aparência jovem emergir das sombras fazendo gestos como se pedindo para ele se aproximarem meu irmão Sempre foi corajoso era difícil de ver ela assustado principalmente porque tinha fama de montar nos boi mais bravo da cidade mas ele mesmo disse que ficou aterrorizado e só
conseguiu olhar para Lucas e dizer para correr e mais do que eles esperados voltaram para casa com o coração quase saindo pela boca juraram nunca mais passar por aquele caminho Assombrado novamente muitos vizinhos comentaram que também tinham visto nas proximidades principalmente nas horas mais próximas da madrugada quando sua presença era acompanhada de seus lamentos noturnos Ninguém ao certo sabe explicar o que era aquilo ano se passaram e a história da mulher assombrada da fazenda do Vale continuou a entregar todos os moradores de Santa Clara alguns Corajosos se aventuravam a explorar a fazenda abandonada durante o
dia mas sempre retornavam com muitas histórias uns diziam ver sombras movendo-se pelas ruínas outros que ouviram vozes enquanto estavam por ali a cidade vive com o mistério envolvendo a mulher fantasmagórica e seus lamentos noturnos alguns moradores acreditam que a alma atormentada da mulher ainda busca a justiça até os dias de hoje e poucos desavisados arriscam-se a se aproximar daquela propriedade de novo nos anos 80 Aconteceu algo comigo que até os dias de hoje ainda não conseguiu uma explicação para o ocorrido eu era um jovem de 27 anos quando recebi de meu pai a tarefa de
tocar suas terras e dar continuidade na tradição de nossa família no cultivo de plantação de laranjas naquela época eu já era casado e tinha um filho e lembro bem desse fato Pois foi bem na semana de seu nascimento lembro de ser mais um dia comum meu pai havia me mandado verificar os coletores na plantação e lá fui eu para supervisionar trabalho porém assim que cheguei no campo me informaram que um dos rapazes não tinha aparecido o que não era comum pois era um jovem responsável e já estava conosco há quase um ano então juntei um
grupo de cinco homens e começamos a procurá-lo andamos por toda a área mas nada não encontravamos Quando a Noite Chegou decidi por chamar mais trabalhadores e acabei ficando para procurar junto com eles como não tínhamos lanternas suficiente acabamos por improvisando algumas tochas e continuamos a busca em certo momento pulei acerca da Fazenda vizinha que havia um longo e alto milharal decidi entrar por lá já que estava com lanterna e não colocaria sua plantação em risco já estava por volta de meia hora caminhando entre a plantação próximo a cerca que fazia divisa com as minhas terras
e nesse momento comecei a ouvir várias vozes como se surrassem na minha inocência pensei que era um dos meus companheiros e comecei a assobiar como tipicamente fazíamos mas ninguém respondia continuei com a busca mas quanto mais adentrava no milharal mais eu me perdia e foi quando percebi que as vozes estavam ficando mais próximas a mim como se algo me atraísse em sua direção fiquei Atento e senti que tinha que estar Alerta Então me agachei e quando menos esperava percebi que estava cercado por seis ou sete pessoas todas elas estavam escuras como a noite pareciam sombras
e tinha um cheiro peculiar de vela apagada ou queimada muito assustado levantei e puxei minha arma perguntando o que eles queriam mas eles não respondiam nada aconteceu até que um determinado momento um por um Eles foram recuando até que eu nos vi mais aproveitei para sair correndo mas não encontrava a saída parecia que estava correndo em círculos pois sempre saía no mesmo local onde eu estava agachado anteriormente juro a vocês fiquei desesperado e não estou mentindo quando digo que corre como um louco por cerca de 20 minutos sem parar até que de repente e novamente
aquelas criaturas e para meu desespero quando iluminei os seus pés vi que estavam flutuando alguns metros de mim eles não tocavam o chão não consegui pensar em mais nada a não ser atirar neles até que fosse embora e aproveitei esse momento para correr mas ainda assim não chegava a lugar nenhum e já estava muito cansado decidi me agachar para recuperar o folho e aproveitei para recarregar a minha arma e nesse momento comecei a ouvir uma espécie de rosnados como de um cachorro feroz Então me deitei e comecei a me arrastar é o mais silenciosamente que
podia através daquele milharal e quando pareciam que as coisas não podiam piorar sentir mãos frias tocando minhas pernas fiquei completamente desorientado não sabia o que fazer nem para onde Até que em certo momento ouvi um assovia tinha certeza de que eram os meus trabalhadores a essa altura eu estava muito machucado e também me sentia muito Exausta não tinha mais forças para me levantar era como se algo tivesse sugado toda minha energia e só senti quando alguns homens me pegaram pelos braços achei que era o meu fim mas para minha sorte todos trabalhavam para mim eles
enfim haviam me encontrado saímos dali tão rapidamente quanto entramos nunca soubemos ao certo o que eram aquelas coisas muito se ouvia falar ao longo dos anos mas nunca mais me deparei com aquelas aberrações novamente eu acredito que aquelas coisas tiveram algo a ver com desaparecimento daquele jovem que trabalhava para mim visto que nunca mais tivemos notícias dele [Música]