[música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] >> [música] [música] >> Ah. [música] >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> เ เฮ [música] เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] Ah. [música] >> [música] [música] [música] [música] >> เฮ [música] [música] เฮ [música] [música] Ah. [música] >> [música] [música] [música] >> เ เฮ [música] [música] [música] [música] >> [música] [música] [música] [música] >> He. [música] [música] [música] [música] >> [música] [música] >> เ Ah. [música] เฮ [música] [música] >> [música] [música] [música] [música] [música] >> เ >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] >>
เฮ [música] [música] [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] >> [música] [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] เฮ [música] [música] [música] >> [música] >> เฮ [música] [música] [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] >> [música] >> Ao vivo, ao vivo para todo o Brasil. Plim plim plim pim pim pim pim pim pim pim pim pi pim pim pim. Estamos ao vivo
agora para todo o Brasil. Olá, boa tarde. Começando mais um Snyider News na sua residência, no seu celular, no seu tablet, no seu trabalho, na sua mecânica, na sua padaria, na Adega, em todos os lugares. Noticiários de notícias vinda pelo Bonner. O Bonner sabor Bonner. Deixa o like, se inscreva no canal. Começando Nad News com ele, né? Tivemos aqui uma pausa. Bichão foi viajar. né, mano? Foi para Maldivas, Né? >> Onde é isso, mano? >> Foi para, sei lá, nadar com os leões. >> Nadar com os leões, >> nadar com os golfinhos. Está aqui todo
bronzeado. >> Ai, ai, >> todo astuto, [risadas] todo gordinho. Engordou, cara. Não é engordou. Tá uns 4, 5 kg aí, viu, viu? [risadas] Lá, lá a comida é diferente. Eu acho que ele comeu, os leão comia os cara embora. Ele Comeu tudo que sobrou. Com vocês, coronel Paganoto. >> Fala meu patrão. E aí, >> suave meu irmão? >> Beleza. Bom, tá de volta. Fala galera. Legal. Tirei 15 dias mesmo para pagar uma dívida. Rapaz, eu tinha uma dívida. >> Tinha uma dívida, né? >> Tinha uma dívida. Quando eu, quando eu casei com a minha esposa,
eu eu a gente queria passar lua de mel na África do Sul, conhecer a África. E a gente não Tinha dinheiro para isso, porque eu era, eu se bem que tem gente que acha que eu sou coronel desde o dia que eu nasci, né? que eu ganho o salário de coronel há 35 anos, mas eu era tenente, não tinha condições de fazer essa viagem e não e depois de 24 anos com ela, eu paguei a promessa levando ela para conhecer a África do Sul. >> Demorou quase nada. >> É, quase nada. Eh, as coisas na
polícia Tem que ser construída com muita calma, senão a gente se perde e se endivida como 80% da nossa tropa tá endividada. Eh, imagina se oficial, se endivida, imagina o coitado do soldado, cab sargento, que ganha bem menos. Então eu consegui pagar essa dívida e foi uma uma experiência fantástica, porque, cara, você sabe você sabe uma coisa que é legal da gente falar eh em relação à viagem, >> diga, >> você conhece eh você acaba tendo contato com o que acontece com alguns países, né? Eu tinha uma falsa impressão que eu ia chegar na Eu
fui para Joanesburgo e Capetown. Joanesburgo capital. >> Capet. >> Capetown. >> Cara, você você não tem ideia do que é Capetown. É a coisa mais linda do mundo. Uma cidade. É, você para de ficar e só investindo em riqueza no Brasil e gasta com viagem que você vai enriquecer o seu Espírito. Vem conhecendo outras culturas. >> P as contas não tá paga. Tem que devolver tudo, filho. Calma, calma, pai. Calma. Faz isso que nem eu. Anda de carro velho. Você fica andando de carro novo. Caramba, deixa eu te falar, cara. É assim, primeiro foi muito
bacana conhecer a história do apartide, né? O quanto o o pessoal lá, os africanos negros sof sofreram com apartadide. Eu Fui em nas prisões, a prisão, uma dela ficou 27 anos preso por causa de lutar contra um regime de opressão. Então eu fui conhecer as prisões onde eles ficavam na prisão na ilha e a prisão dentro de Joanesburgo e fui conhecer eh muita coisa em museu. Eu faço questão de entender um pouco dessas culturas e só para não para não ser um papo chato, cara. É é sabe uma coisa que eu que me impressionou muito
lá. Primeiro assim, uma uma riqueza estúpida. O centro de Johannesburgo na parte numa parte bacana é mais bonito que Nova York. Uma coisa linda, linda, linda, linda. Uns [ __ ] prédio, tudo organizado, uns bairros bonitos, um negócio bacana. E Capital, então, cara, tipo assim, deve ser igual eh as cidades mais lindas de praia que você possa imaginar. E aí, cara, eu num dos numa das atividades que eu tava fazendo, eu fiz questão de perguntar como que eles conseguiram de uma pobreza extrema chegar naquela Riqueza e naquela organização toda de um país tão desenvolvido como
tá a África do Sul. E aí os caras falaram que em 1900 e pouco lá, eu até tenho o a placa aqui salva, eles acharam a maior jazida de diamante de ouro no continente africano. E a exploração desse diamante, desse ouro, trouxe muita riqueza pro país. E até uma forma de de deixar na mão só dos sul africanos brancos, eles vieram com a partide para arrebentar com a classe trabalhadora e ficar tudo na Mão dos suafricanos brancos. Mas houve todo o a revolução ali e onde o Mandela era um dos líderes. E o a resposta
que eu ia te falar do que me impressionou foi o seguinte: "E 94 Mandela foi eleito presidente depois de 27 anos em cadeia. Cara, ele passou muitos anos inclusive dentro de solitário. Eu fui ver a solitária que ele ficou tudo. E aí, cara, eu conheci um casal numa atividade lá que moram na na África do Sul, em Birma e ou Burma, um negócio assim, acho Que é Burma. E eu perguntei para eles, eu falei assim: "Bom, depois que o Mandela assumiu a presidência e o poder na África do Sul foi paraa mão dos negros, dos
representantes daqueles que sofreram tanto, agora, pelo jeito, vocês devem ter um governo em prol da de todos, né? Sabe o que eles me responderam? Vamos ver se adivinha. Não, cara, mesmo depois que mudou o governo pra mão dos negros aqui, tá tendo muita corrupção. Então, cara, me veio na hora na cabeça assim: "Ah, que interessante, né? No meu país existia uma uma esperança de que se um uma pessoa pobre que viesse da base, que viesse da classe lutadora, da classe operária, ela ia mudar o status da roubalheira, da opressão, do desvio do dinheiro público, de
investir naquilo que realmente importa, que é segurança, educação, eh, saneamento básico, melhorar a vida das pessoas. E isso não aconteceu aqui também. Nós tivemos um um Representante, temos, né, um representante do povo pobre e nem assim a gente consegue reverter a roubalheira. É toda semana um escândalo absurdo envolvendo dinheiro no nosso país, né? Só só uma parte para contar como é bom fazer umas viagens dessa que a gente vê que o ser humano é o grande problema, né? >> Sim. E você aí quase morreu lá >> ou por causa do leão, [risadas] >> sei lá.
>> Teve alguma hora que você quase morreu, >> cara? É, então, mano, eu tive umas experiências bacana porque o nosso sonho era fazer safari, né, cara? E a gente foi fazer o safari e uma das atividades lá era conhecer um centro de pesquisa, de inseminação artificial, porque eles tentam eh manter eh os leões fora do risco de extinção. Então, tem um único centro lá na África do Sul que é monitorado pelo governo, monitorado por uma uma série de entidades. Inclusive, a Minha a minha esposa, ela é para você entender, ela não come carne, ela é
pró animal, pró animal. Minha esposa é [ __ ] com isso. E ela tava super preocupada. E a gente encontrou inclusive um cara, um brasileiro trabalhando lá na reserva nesse lote nesse come >> é ela não come. E ela não come porque ela tem dó dos animais. Ela acha um absurdo. Não vamos entrar nesse papo porque eu não concordo com ele. Eu como, como carne, eu como tudo. [risadas] Mas ela é assim, é da cabeça dele. >> E na viagem ela não viu os animal comendo eles mesmo lá, não? Falou: "Olha, então". E aí, o
que que aconteceu, cara? A gente foi fazer o saf, eu fiz, eu fiz safari numa reserva gigante onde eles estavam todos, pr você ter uma ideia, eu tava chegando de carro e eu sou maluco, né? Eu resolvi dirigir o carro lá, já começa aqui, lá é mão inglesa, então você chega, você senta do outro lado. Cara, eu levei uns dois dias Para me acostumar a dirigir na posição contrária. Eu ia dar certo, eu apertava o o limpador de para-brisa. É. E eu fui entrar no meio da reserva lá na savana dirigindo. Cara, eu tô eu
tô numa determinado período lá andando assim, ó, cara. Veio uma manada de elefante, entrou na minha frente. Aí depois >> abaixa um pouco o velho dele. >> Eu tava travado porque eu não sabia o que fazer. Aquele monte de elefante entrando tudo na minha frente do carro, Eu parei e congelei. Falei: "Meu, o que que eu faço, cara? Porque tem muito ataque de elefante em ser humano lá". Aí, por sorteio um carro de uns biólogos e os caras pararam e falaram para mim: "Não, fica tranquilo, se acalma que eles vão passar e e depois você
segue." Aí mais paraa frente um pouco, cara, a gente chegou no Lod e no nos nesse safari que a gente fez, a gente conseguiu ver que é muito raro um grupo de cachorros selvagens, né, que Eles são parentes das hienas, são muito parecidos inclusive da hiena, eh, mas são outra outra espécie. Eles caçaram uma empala lá e e acabaram se alimentando, matando a empala na nossa frente. A gente viu tudinho a o ataque, o cerco, o ataque e depois vida selvagem como ela é, né, cara? Isso faz parte da vida selvagem. Você não interfere, você
só fica vendo, mas o bagulho é aterrorizante. E aí depois, cara, na minha mulher, eu olhava pro olho dela, Parecia que o olho dela ia pular para fora, mano. Manda aqueles memes do suricato que ele tá assim, ó. Parecia minha mulher olhando o bagulho. >> Tá vendo, amor? >> Então, mas é uma experiência muito louca, cara. E aí depois nós fizemos a loucura de ir nesse centro de pesquisa para fazer o contato com os leões. Mano do céu, cara. Eu fui dar um rolê com três leões lá. Tudo bem, você vai com os instrutores, você
você vai com bastão de Madeira lá para se proteger, mas o bagulho é louco, cara. Desculpa a palavra aí, ô mãe. Desculpa aí, mas dá um cagaço da [ __ ] mano. O leão dá umas olhadas para você assim. Teve uma hora até que um leão branco lá estranhou o instrutor e foi para cima dele lá. Mano, você é louco. É umas experiências assistindos. A mãe dos assistindos. [risadas] >> Minha mãe assiste todos, viu? Todos, todos. Todos. Alda, >> Alda. Dona Alda, você viu como eu estou arrumado hoje, dona Alda, justamente para fazer o podcast
para você. >> Ele tá evoluindo, mãe. Ele tá evoluindo. [risadas] É que depois ele anda com o Castro, ele despenca. É [ __ ] Ô dona Alda, vamos falar agora de coisa interessante. >> Bora sobre Brasil. >> Não que a viagem não foi, né, mano? [ __ ] um dia eu vou fazer uma viagem Dessa, mas preciso de muito dinheiro ainda, hein, mano. Para fazer >> que comédia. >> Eu preciso, mano. Preciso, mano. Quem sabe quando terminar de pagar o carro, eu vendo e faço uma viagem dessa daí. >> Isso, isso. >> Você é louco,
cara. É, >> mano, não tem melhor investimento do que passear com a família. Ah, mas pôra [ __ ] Maguá saia >> que milão final de semana >> agora se >> nem o GG não vai para mongag >> louco. Vai vai nó vai >> GG é rico. É riviera >> nada é só >> manga Sagatiba. Rapaziada vamos falar do que ó vocês podem mandar aí também as notícias he mano ou comentem sobre isso. Comente sobre aquilo. Vamos falar sobre Nicolas Ferreira. Tá bombando aí. >> Você viu aí, irmão? Quase morre todo Mundo com [risadas] raio.
Raio, mano. Ô, na polícia quando a gente fala que vai cair um raio, é outro tipo de raio que cai, mano. Esse foi de Deus mesmo, né, velho? >> Ai, [ __ ] Na mano, >> o que que você tem dizer, irmão, sobre essa sobre essa esse movimento que o Nicolas criou? Os cara falando que deu 18.000 pessoa, uma galera falando que deu 100.000. Que que você acha? Vai mudar alguma Coisa? adiantou alguma coisa? Que que que que ganhou? Que que perdeu? >> Eu acabei eu acabei de ouvir vindo para cá a entrevista do Nicolas
na Jovem Pan. E é assim, cara, eu eu realmente eu entendo eh a pressão que esse cara sofre, né, meu? tá sendo depositado nas costas de um de um cara novo. Se bem que ele é super super inteligente e articulado, mas sendo sendo depositado nas costas de um cara muito novo, todo um Peso de liderar uma oposição a um sistema que é gigante e violento, né? Então, eh, e, e tanto de um lado quanto do outro, existe um povo muito extremista, muito, muito agitado, que fica cobrando, é é meio que meio que excessivo nas cobranças,
tal. Então eu fico pensando no dia a dia de um cara como esse, como é difícil lidar com toda essa pressão. E ele tava dizendo na entrevista dele que ele Sentia uma necessidade de praticar algum ato para chamar atenção e tocar no coração dos dos que insistem em não enxergar o que tá acontecendo. Volto a falar para você, cara, quando você vai num país que tá muito à sua frente de desenvolvimento, de organização, de acesso às coisas, aí você entende o tamanho do problema que é a roubalheira e o desvio do dinheiro público. O o
tamanho do problema que nós estamos vivendo no nosso país, meu, é Toda semana um escândalo bilionário. Não tem mais uma, não tem mais roubalheirazinha de alguns milhõezinhos, é tudo desvio de bilhão, tudo gerando uns [ __ ] romba rombo em cofre público. Aí, cara, e ele disse o seguinte, que quando ele quando ele sentiu essa necessidade de fazer uma caminhada em protesto, ele não queria que isso gerar que isso fosse fomentado por questões de não políticas, mas questões partidárias, que fosse uma uma coisa toda organizada Por partidos, tal, a explicação que ele deu. E aí
você vê depois um monte de vídeos de várias pessoas e pegando essa carona. Eu não sei, meu. Eu vou falar real. >> Boa, boa. É isso, meu. Eu falei, nem vou falar nada, mas eu vou falar, eu vou falar para você o que eu acho, cara. O que eu acho é assim, ó. O que eu acho é assim, >> que a gente precisa tocar o coração e a cabeça e principalmente o cérebro, né? Porque o coração ele ele é ele é ele é suscetível a várias influências. Mas o cérebro, ou você é inteligente ou você
é burro, não tem meio termo. Que a gente precisa tocar o cérebro de muita gente, a gente precisa. Não é possível um país, e aí não importa se é esquerda ou direita, hein? Não é possível um país, essa multidão, receber notícia de roubalheira todos os dias e tá achando bonito. Você não vê manifestação contra a roubalheira na tá, Você não quer ficar contra a pessoas, a partidos políticos. tá no seu direito, você tem algum benefício em relação a isso, mas você não se indignar com roubalheira, que [ __ ] de país é esse? Que [
__ ] de povo é esse que tá achando tudo normal, quebrar empresas, desviar bilhões? Cara, isso isso é muito estranho no nosso país. O nosso país sai muito mais notícia do Big Brother, do jogo de futebol, do carnaval, da mulher artista Que tomou chifre, do marido que tá com outra. E aí fala assim: "Não, mas teve um desvio de 1,6 bilhões no ninguém tá nem aí. [ __ ] 1,6 bilhões. Aí você viaja para um país onde 1,6 bilhões foi colocado em saneamento, em hospitais, em organização das ruas, em cara, aí você vê a diferença.
E aí dá aí dá tristeza, mano. Da tristeza. Então o Nicolas, o que que eu acho? Eu acho o seguinte, tem tem um valor o que esse menino fez, tem um valor, toca o coração E a cabeça de muit muita pessoa que tá precisando, toca. Só que ao mesmo tempo atrai oportunistas. E por que que eu te falo que são oportunistas? Porque a a gente viu isso acontecer na eleição do Bolsonaro, cara. Tinha um monte de gente de braço dado, mão dada, que hoje tá dando risada do cara na cadeia. A pessoa se elegeu, teve
um monte de voto e depois virou, virou e foi pra onda que era melhor. A imprensa, a a grande imprensa Resolveu destruir o Bolsonaro, eles pegaram a carona junto com eles. Ou seja, nós estamos com uma com um exército de caronista, exército de gente. E aí você para para ver, você fala assim: "Ó, mano, pega o histórico dessa pessoa antes de Bolsonaro." quem ele era, o que que ele fez pelo povo, o que que ele fez em termos de vida pública, melhoria da vida das pessoas, quem ele era? Aí o cara não tem História, mano.
Esse cara, esse cara se aproveitou de um momento, vendeu esse momento depois, ou seja, da da andada do Nicolas, eu eu acho que ele tem ele tem um propósito ali e tem valor. Mas de algumas pessoas que se aproveitaram disso aí, eu tenho vergonha. E eu vou falar uma coisa para você também. Essa história de ficar indo em em movimento que não gera nada prático é complicado, né, cara? Porque vamos falar real, >> é isso. Vamos falar vamos falar real. O que que vai fazer mudar mudar o status qu? Se manifestação fosse mudar o status
qu, não tinha um monte de gente preso no 8 de janeiro. >> Sim. >> Concorda? Aquela galera que ficou tudo parada na frente dos quartéis dias e dias, o que que eles conseguiram? Nem as Forças Armadas se, vamos dizer assim, mudou alguma coisa na Rotina deles com tudo aquilo que tava acontecendo. Você só muda política fazendo política, não é fazendo manifestação. A única manifestação que gera mudança é a manifestação violenta de um povo inteiro derrubando um regime. É tipo o que tá acontecendo no Irã lá. 4600 mortos, 14.000 presos. O país inflamou e tá virado
do avesso. Esse tipo de revolução, que é uma revolução eh com armas e com revolução com muita morte, Onde o país vira do avesso, esse muda. E não é isso que eu tô pregando aqui, porque violência é a pior coisa que tem. Guerra é guerra, violência é violência é uma merda. Agora, manifestação hoje em dia, mano, tá gerando o quê? Como que nós vamos mudar o estado do nosso país? Corre o risco, irmão, de chegar lá e acontecer a mesma coisa que aconteceu no de janeiro lá. Pega 50 mano infiltrado lá dentro lá, começa a
quebrar tudo de novo. >> É dois palitos, cara. para fazer isso. Então, o que que eu acho assim em termos da da posso estar completamente errado ainda apanhar por isso, mas o que eu acho eu acho que precisa começar a ver muito mais eh organização de apresentar para outubro desse ano pessoas qualificadas para montar um time de valores de direita e mudar a a composição política das casas, mas de Verdade, viu? Não é um monte de oportunista que se diz de direita e quando chega lá não toma atitude. Ou seja, a hora que a hora
que o se o povo escolher errado, vai continuar tudo igual, mano. Não muda, não muda. Roubalheiro atrás de roubalheira, escândalo atrás de escândalo e e a força da toga. Nós temos que esse ano aqui ter uma Organização de agora de janeiro até outubro para montar time times ideais. E aí você já começa a não ver isso, né, cara? Porque você vê às vezes lideranças políticas brigando demais entre elas da mesma da mesma espécie de pensamento, cara. É uma disputa de ego infernal. É um querendo detonar o outro. não tem unidade e as escolhas às vezes
são muito ruins, sabe? Ô, ô, ô, Sneider, eu penso da seguinte forma, cara. Você não tem como Administrar fortuna de dinheiro público sem um mínimo de conhecimento, um mínimo de estudo, um mínimo de experiência prática. Cara, por mais que você pegue uma pessoa que ele seja bacana, fale bem, eh, tem valores religiosos, tal, mas qual que é a história dele como administrador, como gerente, como como um cara que vai administrar fortuna pública? Um cara que não conhece a lei de licitações, ele vai fazer Vai fazer gestão de dinheiro público, cara. Então, tá na hora da
gente começar a parar de ser hipócrita e ficar colocando qualquer pessoa em vários cargos. Enquanto o nosso povo não não entender a seriedade que é exercer função pública e mexer com dinheiro que é de todo mundo, vai continuar essa merda que é. >> Mas do Nicolas, >> voltei >> do Nicolas. É isso, cara. Ele teve uma Vontade de dar uma caminhada, juntou, juntou, juntou [risadas] uma, o propósito dele, o propósito, >> o propósito dele era interessante, tipo, chamar a atenção de que a gente precisa acordar pra merda toda que tá acontecendo. E ele tem valor
nisso, cara. Tem que bater palma para ele. O [ __ ] é o que acontece depois em volta, né? Que tem muita coisa ali que vai ter uma meia dúzia ali que vai se eleger e depois vai virar as costas. Não, mas é a galera que tava lá não vai ter nem não vai nem coçar. O cara falá vou votar em você. Mas que os cara foi para querer aparecer. Olha uma [ __ ] de mano que eu vi mano. Olha, mano. >> Os cara chega lá d anda dois quarteirãozinho. Ó, meu namoral, ó. Vou
de falar uma coisa para vocês que estão me acompanhando, estão me seguindo aí. Se você esperar que eu vire Garoto de auditório de alguém para me promover, quem quem quiser tá comigo tem que estar comigo pela minha história, pelo pelo que eu construí e o que eu fiz até hoje. Eu não quero ser nada na sombra de outra pessoa, porque quem quem quem se faz na sombra de outra pessoa já começou errado. É porque não tem nada para contar. É isso aí. O, ó, o Lincoln Albino mandou aqui. Infelizmente você tem razão. Extremismo não leva
lugar nenhum. Ele tá Comentando do GB. Precisamos de senadores com coragem. Se a direita souber articular, ganha a eleição para presidente. E bem, agora se ficar com briga de ego, já era. Mano, na moral, você acha mesmo? Você você acha mesmo o tanto de gente que recebe bolsa família e aumentaram, né? É, presidente aí aumentou, deu para bastante gente. Você acha que esses cara entende alguma coisa de política e vai mudar o voto deles? Não vai, irmão. Qual, quantos por cento? Quantas pessoas hoje tem de que recebe Bolsa Família? Alguém tem esse dado aí? >>
É por isso eu concordo com você. Eu acho que hoje a chance de ter uma reeleição >> é uma compra de voto velada dava cesta básica, dava dinheiro, agora dá benefício. >> Eu acredito que a chance da reeleição do PT é gigantesca. Eu acredito mesmo, porque o governo petista, cara, ele não é Burro. Ele investe na massa, na massa que não não se importa. Você lembra do do Maluf que o Maluff falou aquela frase assim, rouba mais faz. >> Sim, >> mano. >> Estupra mas não mata. >> Estupra, mas não mata. Esse tipo de frase
parece a coisa mais absurda do mundo, mas é a maior verdade do nosso País, cara. Tem uma massa gigantesca, gigantesca, que se você der para ele uma cesta básica todo mês e alguém for falar assim, ó, mas esse cara que te deu a cesta básica tá num esqueminha lá, mano, que tá tá tendo uma enchurrada de dinheiro desviada. Ele fala: "É mentira, meu cara me dá cesta básica todo mês". É o é do nosso país, eh, do do da da do nosso povo se contentar com o mínimo que ele precisa e Dan estão fazendo para
lá. É um negócio maluco, cara. Tem Muito país aí que se se esses escândalos nas cifras que estão acontecendo agora fossem divulgados, o país parava. Mas não é parar para ir lá e ficar fazendo aquele negócio na Paulista de todo mundo com a bandeira canta indo, não é não, mano. É bagulho de falar assim, ó, ou o cara cai hoje ou azedou. Ah, eu acho que nos últimos anos a coisa mais perto de algo mais sério que eu vi na minha vida foi os caminhoneiros, né? Ali nós chegamos num risco pra nação que todo mundo
ia sofrer. Caminhoneiro parou, acaba combustível, acaba comida, falta as coisas no mercado, o país para. >> Ah, então, irmão, mas só que do jeito que tá hoje, né, os caras tem medo, né? Como é que vai parar um bagulho desse? >> Então, então, mas você concorda que em termos de estamos falando sobre sobre eh consequência de manifestação, porque você me fez uma pergunta assim: "O que que você acha da manifestação do Nicolas?" Quando você vai avaliar a manifestação, ninguém faz manifestação à toa. As manifestações querem atingir algum objetivo. Se você for parar para pensar de
tudo que pega o 8 de janeiro, pega a caminhada do Nicolas, pega as coisas de da Paulista, tudo isso, qual foi a única que deu acendeu uma luz vermelha no país inteiro? A parada dos caminhoneiros, velho. Eu tava na polícia. >> Não, mas a Fabi falou aqui, ó. Caminhoneiros receberam multa milionárias. Tomar uma invertida que quebrou a empresa dos car, mano. Os caras destruíram os empresários que bancaram isso. >> Desenvolvendo isso daí. >> É, eu não tô falando que eles têm que fazer. Esses caras tomaram uma invertida monstro. Eles só não se ferraram mais do
que as coitadas das mulheres que estavam lá em Brasília no 8 de janeiro. Mas e Mas o que eu tô dizendo assim, em termos de consequência, a manifestação que teve maior consequência até hoje foi a a dos caminhoneiros em termos em termos do resto do país. Sentir, porque eu vou falar uma coisa para você. Pega uma família, uma família de esquerda, PC do B, pool, P, tudo aí de vermelhinho. Que que muda neles num domingo quando vai uma galera para Paulista? O que que você acha que essa família faz? Nada. Continua assistindo Rede Porcaria De
TV, continua fazendo tudo da vida deles normal, dá risada, acredita que lá tinha só 5.000 pessoas, quando na verdade tinha 500.000. Fica aquelas bolhas de de eh idiotas de ambos os lados, não muda nada. Só que a hora que o caminhoneiro parou e faltou combustível pro petista, faltou comida no restaurante, faltou tudo pro petista, o petista falou: "Puta merda, mano, agora a gente precisa ver. Ô, ô, calma aí, vamos conversar. Ou seja, essas o que eu tô querendo chegar, nem tô inclusive dizendo que tem que ter manifestação porque ferra com o país inteiro. Nós já
estamos na merda de dinheiro. Se se tem outra parada de caminhoneiro aí, nossa economia vai pro buraco. Então não é isso que eu tô pregando. O que eu tô dizendo só é o seguinte: manifestações não estão chegando a lugar nenhum. O que vai chegar a algum lugar é a gente enfiar dos 500 e poucos deputados 400 cara de Direita. O que que nós vamos mudar dos 90 senadores? Tem que tá 70 de direita. Mas não é aquele cara de direita só do Instagram. É aquele cara que é o seguinte, ó. Tem uma denúncia que esse
cara tá fazendo coisa errada. Vamos para cima, vamos botar o cara para fora. Não, videozinho. Videozinho vai acabar com a gente, mano. Vai acabar com a gente. Não chega a lugar nenhum. É triste falar isso, mas infelizmente ou o pessoal se articula Eh esse esses empresários mesmos, grande maioria desses empresários aí tem empresário aí de espectro de direita que o cara tem 50.000 funcionários, 20.000 funcionários. Esse cara, ao invés dele achar que manifestação vai chegar a algum lugar, ele tem que organizar de alguma forma e apoiar candidatos do espectro dele. E eu não tô falando
de dinheiro não, porque essa farra do do financiamento público das campanhas aí não vai faltar Dinheiro. O que o que precisa é o cara organizar da massa massa menos menos eh com menos capacidade de entendimento chegar onde ele tem que chegar ali dentro. Ou seja, quem tem um pouco de cérebro nesse país tem que começar a politizar paraa coisa melhorar. Senão não vai não, meu. Senão não vai. Nós vamos continuar tendo deputado que que o quê? Tem que pensar muito, né? Falar é [ __ ] >> Pode aumentar. Só ficou baixo. Pode puxar um pouquinho
o áudio agora, mas agora o compressor já ajustamos já. >> Nós vamos continuar tendo deputado que não vai entregar [ __ ] nenhuma nunca, porque ele não nunca entregava nem quando ele não era deputado. A vida do cara era uma comédia. Como é que ele vai Entregar alguma coisa? >> Vamos ver. estudou, nunca se preparou nunca administrou conhece de lei, não conhece de [ __ ] nenhuma e vira grande autoridade com milhões e milhões de reais para gastar. É desse jeito. Deputonoto. [risadas] >> Fala para o coronel que mora pertinho de de descal >> descalvado.
Terra da minha mãe. Pô, tenho 20 anos, moro em Santa Rita do Passa qu >> Passa qu >> e sou muito fã dele e tenho ele como exemplo que quero ser na minha vida. Dann é nós estamos junto José Antônio. Irmão >> Calvado é uma bela cidade. Meu vô foi prefeito lá 40 anos atrás, cara. >> Mano, logo logo você tem que ser prefeito de alguma cidade, hein, [ __ ] Ô, >> bom dia, Danilão. E comando. Danilão, o Comando entregou o amuim. Entregou nada, mano. Não entregou meu amuim não, mano. >> Não, não minduim
para ele não. >> Cadê o meu amuim? >> Taca na minha casa, cara. Comeu tudo tudo. [risadas] >> Vou trazer os amendoí para >> Danilão. O comando entregou uma pergunta séria para o coronel. Pé chato interfere para entrada no Barro Branco. >> Interfere? Interfere. >> Não é só no Barro Branco, é todas as Academias militares, tal. O pé chato. O problema do pé chato tem a ver com a questão de coluna de de desgaste. Eu não sei exatamente dizer porque eu não sou médico, mas interfere sim. E outra coisa que eu preciso falar, cara, que
muita gente pergunta toda hora. Você viu a última notícia aí que o presidente vetou aquele aquele projeto de lei aumentando o a idade limite e padronizando no país inteiro a idade limite para 35 anos, tal. Cara, >> um monte de gente tava feliz, né, irmão? Os cara com 33 anos. >> Vamos ganhar hater. Vamos ganhar hater. [risadas] Vamos ganhar hater. GG. >> Vamos. Não gan tu vai ganhar. >> Que que você vai falar? Que que você vai falar? Paga, pagas. >> Eu não sou, eu não sou desonesto, não sou hipócrita, não sou sem vergonha, não
sou, cara. Decisões corretas a gente tem que dizer que é correto. Apesar apesar de todos os pesares, que eu não tenho nem coragem de dizer o que eu penso de quem está à frente do governo federal, porque eu quero permanecer livre e viver o resto da minha vida com a minha família, ele acertou, cara. Entenda uma coisa, hoje para um policial militar aposentar, ele tem que trabalhar 35 anos. Aumentou o período. Antes era 30, agora é 35, por causa da questão da previdência. Se você entrar na polícia com 35 anos, meu querido amigo, você vai
ter que trabalhar até os 70 anos na viatura. Não tem condição. Você depois dos 55 anos de idade, você não consegue correr atrás desses noia desgraçado, esses ladrão vagabundo. É tudo moleque novo, a grande maioria. O cara mais velho, depois dos 45, 50 anos, para você aguentar o peso do fardamento, 12 horas sentado na viatura patrulhando e correndo atrás desses Verme lixo, você não tem saúde para isso, cara. Deixa eu falar uma coisa para vocês. O sonho de ser polícia, eu entendo, cara. É, todo mundo que que quer ser polícia sonha demais com isso, mas
você não pode ter esse sonho muito atrasado, que aí não dá mais, entendeu? Quer ver? Eu vou fazer um um exemplo para você. Eu quando era novo, eu não tinha problema nenhum de ir, por exemplo, numa montanha russa ou num simulador. Você quer voar um caça, você maque não sei quanto de velocidade, você vai ser colocado numa cadeira que você vai girar para todo lado numa velocidade absurda para ver se você não tem nenhum problema de passar mal. Ou seja, você tem que ser um cara novo, porque você imagina que que uma uma aeronáutica invista
em você numa carreira de piloto de caça. Imagina quanto custa isso aí depois, com 5 anos você começa a passar mal quando você atinge determinada velocidade. É isso. A Polícia Militar, a polícia é uma atividade essencialmente física. Você não pode ser muito velho. Eu hoje, eu hoje não tenho mais condição de ficar correndo atrás dessa molecada. Eu tô com 52 anos já e já me considero velho para estar dentro de uma viatura. Agora o cara quer entrar com 35 anos, como que ele vai aposentar com 70 dentro da viatura? Me explica, mano. Então, cara, é
assim, ó. O que Você sonha, lindo, eu sou seu parceiro de sonho. A coisa mais bonita é uma pessoa querer ser policial, porque ele quer entregar, quer servir a sociedade e tem ódio de bandido. Então, cara, eu te admiro pelo teu sonho, mas não adianta, amigão. E e outra coisa, e tem um problema seríssimo na polícia, seríssimo na polícia, que que é chamado absenteísmo. Sabe o que é absenteísmo? Absenteísmo é todo aquele efetivo que tá sendo afastado por problemas Psicológicos, médicos. Cara, o que nós temos na polícia de gente doente é um absurdo. Problema de
coluna, problema de estômago, problema de cabeça, um monte de gente se suicidando. Ou seja, a nossa profissão, ela é estupidamente estressante e desgastante. Você pega os caras que vão pro bombeiro, que tem atividade física, que tem que tem uma rotina diferente no quartel, você pega os caras da minha turma, cara, Que são bombeiros, você pega os mesmos caras, um do lado do outro, um que tem 50 parece que tem 40, ele era bombeiro. O que tem 50 e parece que tem 70, ele foi a vida inteira do patru. É que nem o caso, [ __
] Caso tem >> não, velho. É uma verdade. Pode dar risada, pode falar que eu tô zoando, mas isso isso é a consequência da rotina de ser polícia 12 horas numa viatura. Então, meu amigo, não dá pra instituição te abraçar com essa idade, porque o fim Da sua carreira vai complicar. E tem um outro problema que chamado previdência. Hoje os policiais só recebem integralmente o salário dele quando eles aposentam, porque eles passam 35 anos contribuindo. A hora que começar uma galera a ficar tudo doente e aposentar mais cedo, quem banca, se você não contribuiu 35
anos, quebra a previdência. você falar de concurso, de deixar entrar gente mais velho, você não você não leva Em consideração todo um sistema de gestão de pessoas e previdenciário que tem por trás, é gente que mal conhece, entendeu? E para finalizar, sabe o que parece isso? aquelas decisões, igual nós tivemos uma há uns anos atrás, nós tivemos um uns caras querendo voto para ser deputado e conseguiram que fizeram umas leis de que quem tava na Polícia Militar em 70 tinha direito a duas promoções, promoção. Aí olha que Interessante, o cara passa numa carreira de 30
anos, o cara passa 20 anos como soldado, ele recolhe um percentual de R$ 3.500. Beleza? assim, em cima de R$ 3.500. Aí nos últimos 10 anos, ele vai a cabo e terceiro sargento. Ele recolhe um percentual em cima de cabo e terceiro sargento. Beleza? Aí vem um um sem noção e faz uma lei dessa para ganhar um monte de voto e ser eleito que dá duas promoções para ele. Ele vai a primeiro Tenente ou vai a segundo tenente? que ele vai a subindo tenente, o salário quase que dobra na aposentadoria, só que ele passou a
vida dele inteira contribuindo como segundo tenente ou como soldado cab sargento. Como soldado cabo sargento. Quem paga essa diferença? Não tem quem pague. A a romba previdência. Nós quase não temos. Hoje nós temos 84.000 cara nativa e deve ter uns 45.000, 50.000 aposentados. Você quase Não vê soldado aposentado. A grande maioria contribuiu a vida inteira como soldado, só que na hora de receber aposentadoria não tem soldado na aposentadoria. Tem gente sempre com cargos muito. Eu eu recebo como coronel. Eu nunca contribuí como coronel. Eu contribuí como tenente coronel. Eu ganhei um posto, entendeu? Então eu
não sou hipócrita. Eu também recebo um valor de aposentadoria um pouco maior do que o que eu Contribuí. Tudo isso tem um peso. Existe uma explicação. Claro que existe uma explicação. A gente não tem fundo de garantia, a gente não pode ter sindicato, a gente não tem hora extra, a gente tem uma série de trolha que entra na na no nosso traseiro, 35 anos. Não é igual a vida da grande maioria. Mas essas decisões têm um peso muito complicado e perigoso. É o que tá acontecendo, que nós já fomos Consultados em várias vezes em programa
nosso aqui. Por que que não passa o projeto de lei aí para voltar a ver 10 anos, né, que é o que o Meca tomou invertida agora com o Tarcísio. O Meca parceiraço do governador, tava à frente, tava tudo certo, tudo certo. A hora que caiu na mão do governador, o governador vetou de verbal os 10 anos. Tá dando maior bo isso aí. A tropa tá enlouquecida. [risadas] É, tá dando maior merda, Entendeu? Mas por quê? É simples, amigão. Temos 14.000 buraco na polícia dos outros governos que não fizeram concurso. Tem cidade sem viatura, falta
homem para tudo que é lugar. Aí vai um um bobinho estudioso e fala assim, ó, ó, se devolver para eles poder averbar 10 anos fora da polícia, hoje sai 3.000 cara. que governador faz, mano? Eu sei que vocês têm direito, que antes tinha, que cortou. Eu prometi que eu ia dar, eu não sabia que ia dar 3.000 caras saindo, 2000 cara saindo. Ah, então então não dá, entendeu, mano? O bagulho é assim. A PM é um elefante gigantesco, 84.000 homens. Que empresa tem isso? Você não pode tomar decisões de qualquer jeito, porque o orçamento do
estado de São Paulo, a PM, é um fator importante. As polícias, decisões politiqueira para ganhar voto, sem um estudo devidamente pensado, qual o impacto disso nos próximos anos? Destrói, cara. Destrói. >> É por isso que às vezes não sai um não sai um aumento, né, irmão? Porque se você vai, um exemplo, você pega lá Der Tarcísio, você acha que os caras não sentou lá numa reunião lá, falou: "Mano, nós precisa dar aumento pra tropa, mano? E aí, como é que nós vamos dar esse aumento?" Então, mas não dá para dar aumento, porque se der aumento
vai [ __ ] aqui, ó. Então, não tem como. E aí? Então, nesse nesse lado, o Sneider, eu Acho que ele não é tão simples assim, porque é assim, ó. Eu acho que nesse lado o que acontece é o seguinte. Existe um problema aí, um problema de eh existe um mapa na frente de um governador onde o time dele diz onde vai investir o quê. E o erro do Tarcísio é tá optando por fazer alguns investimentos que dão muito mais retorno político em em razão ao alcance. >> É, mas não daria. Você não acha que
não Daria muito mais, irmão, se não não desse o aumento, [ __ ] Eu acho que o nosso estado, por ser o estado mais rico do país, tem que mudar o quadro do do salário da polícia e tem dinheiro para isso. O problema ali tá sendo opção. >> Você estão investindo em viatura? >> É opção, não, não. Investindo em muito mais outras coisas, obra, eh, outras carreiras, cara. Tem carreira ganhando 300.000 1 Por mês. Complicado, não? [risadas] Não me [ __ ] [ __ ] Eu quero, eu quero continuar em paz. Continuar em paz. >>
Como ó, o cara falou aqui, ó. É legal do Danilo é que ele leva tudo na brincadeira, assim ficando mais leve a live. É lógico, [ __ ] [ __ ] >> você imagina se eu fosse aqui, p toma, [ __ ] >> Ó, Snyider. A mina perguntou aqui quantos anos o Snider tem. 37. Aí Embaixo o mano falou: [risadas] "Snve uns 37 anos com cara de 51". Tá certo. 37 com cara de 52. Aí ó, [ __ ] me respeita, [ __ ] Não é rodar sem óleo, é rodaro, >> rodar murcho e acumulando
história. Malandro, se você pega um cara, irmão, que é o rostinho novinho, quando você tem, pode crer que esse cara não faz nada na vida. >> Quando você tem? Eu tenho 38 rostinhos de neném. Assim, ó. Esse cara, ele vai Pra faculdade a meio-dia, chega às 6 e à noite faz crossfit. >> A mãe botou a roupa em cima da cama. >> Mãe botou a roupa em cima da cama, entendeu? O pai, quando ele fez 18 anos, o pai deu um HB20 para ele. Eu quando fiz 18 anos, sabe o que? Ou pai me deu?
>> Um tapa na orelha. >> Dois dois dois dois passes de metrô. Falou: "Tó para você ir trabalhar amanhã". >> [risadas] >> Ô filho, o bagulho é louco. Os cara falou que você também tá rodou sem óleo também. >> Eu sou patrulheiro, mano. [risadas] 35 anos na viatura. Você acha que eu ia ser o quê? >> É que vocês não viram o GG, [ __ ] [ __ ] [ __ ] [risadas] >> A hora que você viu o GG. >> Não, mas o GG é genético, não foi a vida. >> É genético. É, [risadas]
Mas eu acho que ele mente, porque desde que eu conheci ele, ele fala que tem 23, 25, 23, 2. >> Mas é registro registrou depois. >> Essa [ __ ] já deve ter 45 anos. do [ __ ] >> Então, galera, é é isso aí, mano. Infelizmente, eu queria que todo mundo que tem o sonho de ser polícia pudesse ser, mas não, é, isso é a realidade. Se você acordar tarde, você tem que escolher outras carreiras. Tem outras Carreiras na área de segurança que dá para entrar com um pouco mais de idade, mas na Polícia
Militar se isso passa, arrebenta com tudo. Infelizmente não tinha como ser a favor disso daí. Jaqueline Oliveira, live top demais. Valeu, Jaque. Todo, toda segunda-feira eu e o Pagas estaremos aqui trazendo notícia, informação, ocorrência, zoeira, a [ __ ] toda, mano. Certo? Então acompanhe e se você perder alguma coisa, acompanhe depois os cortes, mano. Tá? Ah, cheguei agora, não consegui ver. Só assistir os cortes, [ __ ] Todo dia tem corte. Ã tá tá tá tá. Mano, o cara falou aqui, ó. Tô parecendo o Eduardo mãos de tesoura de tanto corte. [risadas] Ahã. [ __
] mano. O cara falou aqui para você contar uma ocorrência, man. >> Eu vou ter que contar de Ribeirão Preto, mano. >> Fala para ele contar a história da Viatura da civil que estava dentro do mato no Parque do Car. >> [ __ ] me fodi nessa [ __ ] Pô, quer que lembrar coisa triste, mas eu conto, cara. É [ __ ] Isso. É o seguinte, inclusive esse aí, mandar um abraço pro subter. Gente, comentar isso daí. Vamos falar sobre o MC Tuto. >> Eu conto essa aí, a de Ribeirão Preto, porque tem uma
galera de Ribeirão Preto que quer que eu conto quando a policial se mijou nas. >> Nós tem mais 1 hora e meia aqui, ó. Fica tranquilo, ó. Então vai. >> Nossa, >> mano. E aguarde, hein? Aguarde, hein. Relaxa que hoje você tem até a noite. >> Hoje você vai dormir aqui. Hoje o [risadas] garota vai deitar ali, ó, no sofazinho. >> Estamos com o Castrão e com o coronel príncipe à noite. Aí >> mais tá não pegando. Os caras entrou aqui, né, perguntando: "Cadê o Castro?" Família, o Castro é de terça e quinta no Snidercast,
tá? De segunda-feira eu e o Paganoto, terça e quinta Castro, eu e o Castro e quarta-feira e Undercast, eu, Castro, Washington. E segunda-feira Podcastro com o Castro e eu de vez em quando eu tô livre, né? Porque minha agenda está muito corrida. Estamos mudando aí de cenário, estamos mudando de casa, estamos mudando de >> Inclusive esse cenário aqui tá para alugar quem quiser fazer podcast, viu? >> É isso aí. >> Cenário bonito, da hora. É isso aí, estamos junto. >> Tem que levar o GG junto. [risadas] É o administrador dos bagulhos aí, >> ó. MC
Tuto estava gravando. >> Você já ouviu alguma música dele, mano? >> Já. Mentira. >> E eu gosto das músicas dele. >> Fala uma aí. Você ouviu nada? >> Calma aí, calmaí. Deixa eu lembrar. >> [ __ ] como é que é? >> Como é que é? L. [risadas] Lembramos, lembramos, cara. Tem um monte. Meu filho deve conhecer meu filho. [risadas] Pari. Tá >> tá tá tá tu tá tá bo. >> Eu vou começar a ouvir uns, eu vou pegar >> qual >> bar. Como é que é meu canta aí? Hã. Agora >> ó o outro.
[risadas] >> Ô você é panho e ele que é down. Você é louco. Lá lá. Que [risadas] é isso, >> [ __ ] Como é que é a música? >> Fala aí, mano. >> Vou começar, vou começar a ouvir uns funk. >> Bom, enfim, mano. Ó, o moleque, o moleque canta umas músicas da hora, não canta apologia, né? De de polícia, canta. Ele não é aquelesent não arruma o microfone do Pavanato. Pavanato é [risadas] O é o vereador, não é? O Pavanato é vereador, acho, mano. >> Car, gata chique, chamosa de Valentim. Ó, ó. Hã?
>> É isso mesmo. >> Como é que é? Esqueci, [ __ ] Deu um branco, mano. Escuta essa [ __ ] para [ __ ] Vou botar um trechinho para vocês ouvirem quem que é o MC Tuto. Ó, >> Tutono. Tudo bom? Tudo. Você já deve ter visto aí no no Spotify, ó. Ó, só o Trechinho para não dar direito atoral, tá? >> Maravilha. Bateu o carro, [ __ ] Pareceu o Léo Dias agora, hein? Instituto estava gravando videoclipe numa num local onde é uma feira ao ar livre à noite não tinha ninguém e ele
estava com a sua Porche gravando clipe, olhando para sua gata do lado e atropelou um um rapaz que estava atravessando a rua. E aí o menino está Vivo. Tá vivo, né, GG? Tá vivo. Tá. Ele fazendo cirurgia no torneo. Tá em estado grave. E que que vai dar para ele? >> Ele tá preso, né? >> Tá preso decretado prisão preventiva. É porque enquadraram ele em tentativa de homicídio. >> Sim, >> cara, eu vou eu vou falar uma coisa que você não vai esperar que eu vou falar. >> Apesar de eu ter sido fiscalizador de Trânsito
também 12 anos na minha vida. Odeio. >> É, [risadas] odeio. Nem me lembra disso daí não. Que você era do Thorf, cara. >> Você fosse boi na branca aqui de São Paulo aqui. >> Não, mas eu comandava o batalhão todo. Eu comandava os caras de fiscalização de trânsito também. >> É mesmo? Ixe. Então, ó, agora quando eu tomar em quadro já sei do que que eu vou Falar. >> Pera aí que eu vou ligar aqui pro seu. Eu já te aqui, ó. Eu já te contei que um parente >> não gosto desses cara, mano. >>
Eu já te contei que um o parente não é nem de primeiro grau, é de zero grau, colado comigo, colado, colado. A o carro foi preso por viatura do meu batalhão, né? >> É. >> É. >> E aí? >> Não, era dia 31 de dezembro para abordaram ele, ele tinha tomado uma, ele recusou fazer o teste de alcolemia. Os caras me ligaram. 31 de dezembro, meia-noite e pouco, na virada, tinha acabado de soltar os fogos, me ligaram, falou: "Ô chefe, aqui é fulano, tô com o seu tal aqui do meu lado, bordamos ele, ele tá
um 65 alfa se recusa a fazer o teste, provavelmente deve ter ingerido bebida Alcoólica." Eu respondi para ele assim, ó: "Tá me ligando por quê?" Juro para você pelo meu filho, tá me ligando por não libera ninguém, mano. >> Aí não, ele teve o carro apreendido, três pau de multa, >> perdeu a habilitação por dois anos e eu ainda aguentei, cara. Eu aguentei ainda uns >> 8 meses a minha mãe me olhando com cara de raiva. >> Que da hora. >> Você não ajudou? Eu falei: "Ô mãe, pelo amor de Deus, a senhora não entende,
eu, eu como é que eu como é que eu toco a parte dentro do meu quartel de depuração interna se eu mando fazer algo errado? Não tenho como." >> Ah, tá certo. Mas tô falando assim, >> ele e ele >> ele qu >> nunca ficou com raiva de mim, cara. Ele ele fala: "Eu tava errado, você fez certo". >> Não, não tem que ficar com raiva, mas tipo, nunca mais te liga [risadas] >> não. Comigo todo dia, [ __ ] Ô, mano. Ô, por que que os cara do trânsito não apazigua pra galera? Porque eles
perdem a farda, cara. Vamos são presos. >> Ah, para [ __ ] para tem >> não não bafômetro. Beleza, irmão. Mas tô falando assim, [ __ ] mano, trombou ali comento atrasado. Trombou com documento atrasado, [ __ ] Libera o cara, cara. É trabalhador, vai, mano, vai. Ninguém tá Vendo, vai. >> Eu vou falar uma coisa para você que você vai acreditar e é verdade. Um monte de gente que dá o dinheiro pro polícia liberal, polícia libera, ele denuncia. >> Não, não, não é nem dar dinheiro, irmão. Não tô falando dar dinheiro. Paga aqui para
eu te liberar. Tão falando assim, o cara lá, carrinho velho, o cara, ô, documento atrasado, irmão. Vai lá, vai, tó, pode ir. >> Como é o nome disso aí? >> Hum? >> Como é o nome disso aí que você acabou de narrar, >> mano? É tipo, vai embora, [ __ ] Não vou, não vou pegar teu documento. >> Tudo bem. Isso no no mundo paisano, isso é assim, ó. Vai embora no mundo jurídico. Como chama isso? Prevarção. >> Se agora você vou te lascar. Agora vou te lascar. Na rota quando você abordava o cara que
o documento do cara tava Atrasado, você prendia o carro do cara. Não, eu prevalicava. >> Ah, que prevalicava bota até dançar aqui. >> Não, não foi só na [risadas] Não foi só na rota. Não foi só na rota. >> Não é prevaricar, [ __ ] É tipo assim, não, não sou policial de trânsito. Vai lá, vai embora. Não tem nada, não tem droga. >> Mas os caras são de trânsito, >> então não é para varicar na rota, né, Mano? É tipo, >> então mas era essa a explicação que eu ia te dar agora. É assim,
ó. Meu pai trabalha na Febem, [ __ ] Meu pai usa o carro para ir da casa dele até a FEBEN, da Febem até pra casa. É uma reta rádio leste ali, ó. BR, Vila Matilde. Vila Matilde. BR. Os cara fez uma fez a [ __ ] de um comando ali, parou. Ele falou: "Mano, documentar IPVA, não paguei. Vamos aprender seu carro pôra na FB, precisa do carro, [ __ ] Só gente penitenciário. Vamos aprender seu carro sem choro nem vela. Não tem, não tem ideia, mano. Não tem ideia. Deixa eu falar uma coisa para
você. É assim, ó. Você quer que eu te conto a minha experiência de 35 anos? Eu trabalhei 12 só na em unidade que fiscalizava trânsito rodoviário. O resto eu sempre fui policial de combate criminal. Minha vida inteira que eu fui policial de combate criminal, eu nunca fiz Fiscalização de trânsito. Eu abordava os caras com um documento irregular. Eu via que era trabalhador. O que que eu fazia? Vai, mano. R para fora. Obrigado. Valeu. Estamos trabalhando. Quando você pega batalhão, que a omissão principal dele é fiscalização de trânsito, se chegar a informação que o policial de
trânsito deparou com uma irregularidade de trânsito e não tomou providência, ele é expulso. >> Ah, sim. >> Os caras têm medo. Os caras não, não, ele não pode fazer. O que, o que que eu acho que tá errado na lei? A lei precisa mudar. >> Leonardo mandou aqui. >> A lei precisa mudar. E nós tentamos mudar isso, não conseguimos. Existia no policiamento rodoviário uma ordem de serviço, acho que era 003, 01 de 2000 alguma coisa, que dizia o seguinte: toda vez que você abordar no carro, tiver uma família, dificuldade de locomoção, que o Prejuízo de
você deixar ela a pé é maior do que o benefício da fiscalização, do não pagamento do licenciamento, você tá autorizado a multa a, mas liberar o veículo. A procuradura, a procuradoria jurídica foi consultada e disse: "Negativo, cumpre o que tá no código." Essa essa ordem de serviço que vocês inventaram aí é ilegal. Quem tá fazendo isso pode ser responsabilizado. Cumpra o que está no código. O que que tá no código? Não Pagou licenciamento, o veículo é removido. >> Sim. E aí, >> mas o Leonardo falou aqui, ué, mas o policial não tem a liberdade de
orientar primeiro? >> Não. É isso que eu tô acabando de dizer. O código não dá orient, não dá a liberdade de você assim deparou com quando você pega o código de trânsito, você põe, coloca, você vê lá o que que tá na medidas administrativas. Se a medida administrativa tiver assim, ó, orientação, você pode orientar. Se tiver lá remoção, você não tem uma outra que você pode fazer, entendeu? Então, cada modalidade de infração de trânsito tem uma previsão que nem, ó, tem várias modalidades de infrações que elas dizem o seguinte: saneamento no local é permitido? Ou
seja, eu pego você com pneu careca, eu não, eu não sou obrigado a prender o veículo, eu sou obrigado a te dar oportunidade de trocar ali na Hora. Se você conseguir trocar ali na hora, eu libero o carro. Pode >> hora em moto. >> Pode na hora. >> Mas como vai trocar um pneu na hora? na moto, [ __ ] >> Esse é o grande problema. O código ele traz uma coisa que na realidade ele coloca o policial numa condição ruim, porque eu te dou a possibilidade, mas aí vem toda a legislação e diz o
seguinte: "Com transta portarias". A portaria vem E diz o seguinte, ó: "Se sanar no local, não precisa remover, mas o saneamento tem que ser numa condição de razoabilidade, proporcionalidade da espera do policial. O policial não tem obrigação de ficar esperando durante horas você trocar, >> certo? >> Então, por exemplo, eu tô fazendo um bloqueio, >> pego você com pneu careca, eu falo para você, ó, enquanto eu tiver aqui no Bloqueio, se você trouxer um pneu e trocar, o veículo tá liberado, só vai ficar a multa. Agora você pode virar para mim e falar assim: "Não,
então é o seguinte, eu vou lá no shopping comprar um pneu, daqui 5 horas eu tô aqui". Você fala para ele, falou: "Tá no guincho, >> você tá entendendo?" Então, cara, o que precisava ter uma mudança na lei dizendo o seguinte: "Somente se recolhe veículos para pátio que as infrações geram risco à vida". Você não pagar licenciamento, Não pagar IPVA, não deveria gerar remoção. >> Sim. >> Porque é questão financeira, aí que tá o erro, tá na lei, não polícia. O polícia tá cumprindo a lei. Tem que mudar a lei. Infrações de trânsito que não
geram risco de vida ou de morte, quem quiser, não geram risco para terceiro. Não deveria ter previsão de recolhimento do veículo. Remoção. Simples assim. Agora, você deixar pro Polícia colocar a carreira dele em risco em querer ser bacaninha com a família porque não é bandido e não recolher, você não pode, cara. Você coloca o policial numa condição muito complicada. Às vezes o, ó, o Ciano falou aqui, às vezes o policial quer liberar, mas ele fica com medo do que pode acontecer com ele. >> E agora com a câmera no peito, como é que você libera?
Explica. >> O Jef Brum manda aqui: "Vou montar um Serviço para troca de pneu de carro bordado, cobrar quentão de mão de ó". >> É, você quer saber o que tava acontecendo no meu batalhão? Exatamente. Ó, ó, vou te contar. Você tá dando risada aí o que ele tá falando? >> Mas calma, vamos finalizar o do tuto pra gente encerrar isso aqui. Continuando, você viaja, você fica perguntando de trás. Não, não tá no meio, tá tudo no editor, deixa tudo no mesmo corte aí, mano. >> Ó, >> tudo bater o carro, orientação, prender carro, trânsito,
finalizando, >> ele vai ser morto, >> ô, ser preso. Vamos falar do do >> cara não morreu, né, GG? >> [ __ ] eu vou falar um negócio que você não vai não espera que eu ia falar, mas ele não ele não parou, não prestou socorro, não chamou a polícia. Por que que ele tá preso? A decisão do delegado que enfiou ele num Doloso, porque é o seguinte, para ele ter sido enquadrado numa tentativa de homicídio com pedido de prisão preventiva, provavelmente ele meteu no préter dolo lá, no dolo eventual, que é o dolo que
assume o risco. Eu li agora aí que diz o seguinte, que o delegado fundamentou o pedido de prisão preventiva nele, dizendo assim, ó, o local que ele estava com carro era um local proibido para tráfego de veículos, Que era um local ali para eh entretenimento de pedestres, que ele resolveu entrar para fazer um clipe ali, uma gravação de um clipe sem a devida autorização e preparo dos órgãos públicos. E por ter feito esse tipo de atividade completamente irregular num lugar que estava bloqueado, ter não ter cumprido com nenhuma norma de segurança, ele assumiu o risco
de causar um acidente grave e matar. >> Mas não matou, né, cara? >> É, não, não, mas essa é a construção jurídica. E nessa construção jurídica que essa autoridade policial fez e pediu a prisão preventiva e por isso ele foi preso, é o dolo eventual, o dolo de que você assume um risco. Então nós temos duas questões aí. Primeiro é o seguinte, a gente tá vendo todo dia, todo dia pessoas assumindo riscos sem pensar na real consequência que pode dar. E você pega um garoto desse com uma Porsche que tem um motor estúpido Fazendo um
clipezinho. [ __ ] mano, o cara que tá andando de Porsche, ele precisa realmente ficar infringindo esse tipo de norma, indo num lugar desse, fazer uma condusão, gravando um clipezinho sem prestar atenção. Aí você fala: "Pô, mas também que que o outro tinha que tá andando ali?" Não era a rua aberta. Talvez se ele tivesse atropelado esse cara numa rua normal. >> Mas, pô, o cara também não tá vendo, cara. Ele tá vindo uma porcha e outra. Ele não tava correndo, irmão. Ele tava 40, 50 por hora. Por isso que quando você quando você eh
aí é que eu tô falando para você, se fosse uma rua normal de tráfego de veículos, provavelmente a atitude da travessia em local indevido poderia ser considerado um ato ilícito por parte do pedestre que gerou o acidente. Poderia aí ia ser ato ilícito com ato ilícito. Ele desatento, o pedestre desatento. Eu acredito que essa autoridade policial Não ia nesse nível de de agressividade de jurídica. >> Eu acho que é porque era porte, irmão. >> Aí eu vou dizer uma coisa botou porte no acidente, car. Eu vou dizer para você que eu eu tenho mais um
dado aí que aí que eu acho que talvez eu apanhe dos meus colegas de segurança pública a palavra MC >> e Porsche. >> E Porsche, galera com grana dessa dessa galera, vamos dizer assim, dessa Comunidade dos MC, esses caras não pode errar, mano. >> Ah, mano, mas ali não, não, não, mas ali, não, ali, ali. Se o cara tivesse tipo na noitada, tá ligado, voltando do bagulho, caminho o [ __ ] atropelasse o cara, beleza. Mas, mano, o cara tava ali dentro na boaça, gravando o clipe. É, então tô falando isso pra galera. >> E,
mano, numa rua ali que tava fechada, tá ligado? O bagulho é 40 por hora, tava com os equipamentos no capô assim, ó. E, Mano, parou, passou correr, foi lá depois. É, tá prestando, tá prestando auxílio pr, pra família da vítima lá. >> Se eu fosse um, se eu não sou, viu, galera? queto lá >> é o gato preto, o bagulho tava louco, cheio de droga, camina abandonou, não socorreu. Então, >> então se eu fosse, ó, desculpa, viu? Quem quem se quem se doeco que eu tô falando aqui? Se eu fosse um delegado de polícia e
chega um caso como esse, eu Faria lesão corporal eh culposa. Ele ia responder sem dolo. Mas o delegado lá entendeu com dolo. E aí eu acho que tem, cara, se eu tivesse um filho MC hoje, primeira coisa que eu faria, eu ia contratar uma assessoria para ele, para ele não errar. Um erro de um cidadão comum ter um peso dessa galera que tá envolvida com muita grana, carros caros e internet, influencer, galera de de MC, o caramba Quatro, o peso é completamente diferente. Então eu eu acho assim, ó, e esse pessoal que tá envolvido nesse
meio aí, vocês não podem errar, mano. Vocês errar, o peso vem com tudo. Já tem um ranço aí só na na no palavrinha MC e tá desse jeito. Eu acredito que em segunda instância, a hora que andar no meio jurídico, aí vai dar uma relaxada nisso. Ele cometeu um erro, ele cometeu um erro grave, né? Ele meteu o carro dentro de uma área que não poderia estar andando, Não acionou a autorização dos órgãos devidos. Tudo isso é erro. É aquelas merdas que o condutor de veículo faz que vai acabar dando acidente grave. Então ele ele
tem a parcela de responsabilidade e erro dele também. E ele tem que ser responsabilizado, tem que tomar uma condenação por lesão corporal, porque foi o que ele gerou nesse nesse menino. Aí tem que pagar todos os custos até deixar esse menino bom. Se esse menino não ficar bom, ele Tem que pagar a pensão vitalícia para ele pelo dano que ele causou no garoto. Tudo isso é responsabilidade dele. Mas aí uma tentativa de homicídio, eu acho que aí já tem um pezinho aí de um ranço. Eu não faria isso. Vai >> ter que levar aí que
dar uma cagada. >> [ __ ] que beleza, meu. Você vem participar do programa, o o o patrão dono da bagaça toda vai pro banheiro. [ __ ] merda. Vou. Então, então eu vou vou contar a ocorrência aí. [ __ ] que que Qual que era a ocorrência que ele tinha pedido para falar antes? Agora >> qual que era mano? >> E ainda é aqueles cara, ô psicólogo, precisa fazer uma terapia que ele não vai no banheiro sem celular [risadas] no Parque do Carmo, mano. Ah, lembrei. Lembrei da viatura que tava no mato, né, mano?
Cara, isso foi uma questão chata para caramba. Eu eu vou contar. Não tenho intenção nenhuma de denegrir os colegas da polícia civil, não, porque eu Tenho uns cara, uns [ __ ] irmão. Inclusive, mandar um abraço aí pro Dr. Fábio Caipira, retomou aí, tá assumindo o DOP, uma unidade de elite da polícia civil. Ele que tinha sido afastado, conheço ele, não, não deveria ter sido afastado. Um [ __ ] cara, parabéns. E o DOP tá com um delegado linha de frente aí. Então, eu tenho vários irmãos, meu irmão Gan Vários caras. Eh, Rogerinho. Bom, pessoal,
mandar um abraço pro pessoal do do Goi lá de Santo André. [ __ ] tem tenho muito amigo na Polícia Civil. Mas isso é fato. É um fato que eu vou contar que aconteceu. A gente tinha ido patrulhar na zona leste, a área do 19º Batalhão. Na época o 19 era imenso, não é que nem agora que tem 29, 28, 48, sei lá, né? Eu nem sei direito a quantidade de batalhão que tem na Leste. A leste era praticamente o 19 era o fundão inteiro. E a gente foi abastecer ali no Parque do Carmo. Tinha
naquela época as viaturas abasteciam impostos de Combustíveis da PM. Tinha um policial, um soldado fardado, armado, que abastecia as viaturas lá nas bombas de combustível da PM. Então a gente ia com o pelotão de rotona para lá, já parava para abastecer lá no Parque do Carmo. E os hoje tenente Dorival, se eu não sei se ele ainda tá lá na região de Mairipor, na secretaria municipal lá, um [ __ ] polícia, um baita graduado de rota. O Dorival tava patrulhando ali na avenida do Parque do Carmo. Ele olhou um terreno cheio de mato. Quando ele
olhou, tinha uma viatura da Polícia Civil enfiada, embicada assim, ó, só com a traseira saindo do mato. E naquela época a gente estava tendo muito assalto a banco e sequestro com viatura clonada da Polícia Civil. Fazer uma parte aí. Por isso que viaturas tização de placa, de adesivação, de prefixo de patrimônio. Quando você deixa espalhar Um monte de viatura de qualquer jeito, com todo tipo de adesivo, com todo tipo de coisa, é difícil você identificar quando ela é fake ou quando ela é de verdade. Mas isso era só uma parte. Por isso que a PM
ela é muito rígida com padronização de adesivação. Bom, mas aí ele resolveu parar para entender o por que aquela viatura tava jogada no mato e para ver se não era uma viatura clonada. Quando a equipe desembarcou da rota e abriu no leque, foi nas laterais da Viatura da Polícia Civil, quando olhar assim, tinha um cara sentado no banco da frente pipando o craque no banco da frente da viatura. Os caras já puxaram os canos e mão pra cabeça, mão pra cabeça, desce. O cara tava trancado, ele não abria a porta. O que que o cara
fez? Catou o comunicador da viatura e gritou prioridade na rede da Polícia Civil dizendo que tava apanhando de policiais militares. Ah, meu amigo, choveu um exército De de viatura da Polícia Civil lá no local da região. Na época lá era seccional lá de de Taquera. Só que o sargento, como ele tava embuído do bom espírito de fazer, meu, vou checar inclusive para proteger os colegas da civil, porque se for uma viatura clonada, tal, ele tava de boa. Só que os caras já chegaram no esculacho, quase saíram na mão com os policiais de rota ali, começou
um ofendeu o outro, ofendeu o outro. Na Prática, o que aconteceu? Eles resgataram aquele cara, resgataram a viatura e foram embora. Deixaram a viatura de rota lá, todo mundo parado ali. O sargento pediu, entrou na na rede, pediu o apoio do comando e eu fui para lá e mais duas viaturas. Quando nós chegamos lá, o sargento lá, o Dorival tava e falou: "Chefe, aconteceu um negócio muito chato aqui, pôra". Contou toda essa história que eu tô contando para vocês, contou para mim. Aí eu falei: "Puta, meu, que merda". Eu falei: "Ó, vamos fazer o seguinte,
vamos no DP conversar com o delegado, explicar o que aconteceu para no mínimo ele tomar conhecimento do que tá ocorrendo, porque não sei nem se ele sabe." E a gente depois faz um documento para chegar canal cadeia de comando até a Secretaria de Segurança para explicar o que aconteceu, porque ainda é capaz de inverterem falando que vocês bateram no cara que tava dentro da viatura, que eu Nem sei se é polícia ou não. Bom, vamos lá. Quando eu falei que ia pro DP, todas as viaturas do meu pelotão encostaram e a gente tava num comboio
de seis viaturas. Quando eu cheguei no 103 DP, e aí que é bom você trabalhar com o cara antigo, cara, cara, cara experiente, né? O nego da Silva, um cabo fantástico com que eu trabalhei, foi um dos meus professores. Ele virou para mim e falou assim: "Ô chefe, não cola com o pelotão Na frente do DP, mano. Tá lotado de gente lá, não sei o que que é, não tá dando para ver aqui na distância, pode dar uma guerra. Faz o seguinte, para o pelotão aqui atrás, vamos nós apelar." Falei: "Ah, beleza. Nós paramos, encostamos
em 45º na avenida, mais ou menos uns 600, 800 m do DP. Eu desembarquei, chamei os sargentos, falei: "Ó, o pelotão fica fechado aqui na calçada, no QAP, eu vou com os dois da minha equipe lá conversar com o Delegado. Se der um BO, eu chamo vocês. Os caras: "Não, firmeza, chefe, estamos aqui no que apê". E eu fui com os outros dois. Quando eu cheguei na frente do 103 DP, devia ter mais ou menos uns 40 policiais civis lá com um monte de Eu nunca tinha visto tanta arma na vida. Eu vi, vi fuzil
Huger, vi fuzil, tinha tudo, tudo. Devia ter até eh armamento da Tesla lá, cara. Os caras estavam com tudo na mão e já alterado, falando alto, tinha um no meio agitando, Tal. A hora que eu fui entrar na na no caminho que ia pro DP, os caras abriram, vieram na minha frente, falaram: "Você vai onde, meu?" Eu falei: "Não, vou falar com o delegado". O cara falou para mim: "Não, você não vai [ __ ] nenhum. Você não vai falar com ninguém, você não vai nem entrar aqui". Eu falei: "Ô, meu, não sei quem você
é". Ele falou: "Não, eu tô falando que você não vai entrar". Aí eu falei: "A delegacia é pública, eu vou entrar". Ele falou: "Mano, se você Der mais um passe, você vai tomar um tiro na cara". Os caras começaram a apontar tudo, as armas pra gente. Aí eu vi que o negócio azedou, eles estavam num número gigantesco. Aí eu falei: "Ô, mano, po sair disso". Começou, começaram a xingar, foi aquela coisa horrível, ridícula, né? que os paisanos e os ladrão, o paisano ri e o ladrão eh entra em êxtase. Aí a hora que eu vi
que o negócio tava escalando um muito complicado, esse mesmo antigão Virou para mim, falou: "Chefe, na moral, vamos vamos voltar lá pro pelotão". Só que a hora que eu fui sair do DP, parou um gol e e tava dentro dele um comandante de batalhão do 19º, inclusive ele tava fardado com a roupa social. Aí eu fui até ele, me apresentei, ele falou: "Que tá acontecendo aí, recruta?" Falei: "Ó, chefe, tá acontecendo isso." Contei tudo para ele, ele falou: "Deixa que eu resolvo". Aí ele desceu da viatura e foi na direção do DP. Quando Ele foi
chegar na direção do DP, os caras fecharam ele. Falou: "Onde você vai, mano?" Ele falou: "Ó, sou o coronel tal, vou falar com o delegado." Falou: "Vai [ __ ] nenhuma. Você também, você enfia tudo que você tem aí, onde você tem que enfiar, tal, e vai embora junto com esses outros troux". Era nesse nível a conversa. Aí meu, esse coronel olhou para mim e falou: "Vem para cá". Voltamos pra viatura dele. Ele falou: "Na moral, cheio de ladrão aqui na zona Leste, um monte de beol, caramba, vai atrás de ladrão, para de arrumar confusão,
vai meu, deixa esses caras para lá". Eu falei: "Ah, coronel, sem novidade, pelo menos o senhor já tá ciente. Ele entrou na viatura dele e saiu fora e eu voltei pro pelotão." Só que nesse caminho que eu tava indo pro pelotão, eu liguei pro comandante da Rota. Falei: "Ô, chefe, tá acontecendo isso, isso, isso, isso, isso". O meu chefe falou para mim: "Ô, meu, não tem Ladrão aí na zona leste para você catar não, mano. Para de arrumar confusão aí. Deixa esses cara aí, mano, que esses caras não tem conversa. R para fora daí". Eu
falei: "Não, tá bom, vou patrulhar." [risadas] É desse jeito. Tem várias vários ao longo da carreira vários eh várias coisas que acontecem de atritos que depois a gente até conta tal, mas faz parte. Tem tem gente complicada. >> Queria falar a outra, o que que era a Outra, >> mano? É engraçado, tem uma galera de Ribeirão Preto que tá me cobrando isso. Eu nem sei por. Acho que ouviram em algum podcast uma ocorrência que a gente foi quando eu tava infiltrado. Cara, lá lá em Ribeirão Preto tem um um bairro chamado Simeone que é violento
lá. O bagulho é o bagulho é embaçado, tem um tráfico, a facção domina lá. É aqueles bairros que >> você aborda 10, tem oito ladrão, né? Então, e eu não conhecia, mano. Eu operava São Paulo. Só que o que acontece na na infiltração veio caindo pra gente, a gente ficava muito em cima de central telefônica da facção. Manja central. Você sabe o que que é a [ __ ] da central? Os caras, cara, eles tinham um esquema que eles iam fazendo estelionato e catando eh crédito de de celular dos pré-pago e eles iam habilitando. Eu
não sei exatamente a parte de tecnologia, Como é que eles faziam, mas eles tinham uma central. Só te cortando rapidinho. Anota aí, Júnior Guimarães, GG, do enfermeiro que tava matando os outros no hospital. Quero falar sobre isso daí. Fala, irmão. >> Então, mano, os caras criavam umas centrais onde você ligava, >> certo? Essa central ligava pro ladrão que você queria falar e o cara tinha liberdade de manobra no celular dentro da cadeia para trocar ideia com você. E Era essas centrais que faziam a triangulação. Então a gente tinha muito foco de descobrir onde tinha uma
central, porque se você captasse uma central você rastreava vá além de você saber que aquela pessoa era de alta >> eh confiabilidade dentro da facção, porque, ô mano, para você transformar a sua casa numa central da facção, você tem que est operando junto com a liderança. E daquela central você monitorava um monte de coisa. Então a Gente tinha foco em central. E caiu uma central em Ribeirão, em Simione. Depois nós viemos descobrir que essa central tava na casa de uma esposa, de um traficante fortíssimo que tava preso lá em Ribeirão e ele era do Simione.
O cara com uma cadeia violenta, a mulher dele tava controlando a central. Só que a mulher dele devia estar desgostosa com alguma coisa da facção, com o marido, sei lá. Ela resolveu colaborar. E nessa que ela resolveu colaborar, ela Deu uma fita de tráfego pra gente e deu um cara que era violento na facção, um tal de capoeira. E aí, mano, que que aconteceu na na negociação que a gente foi apresentado como bandido para esses caras? Esse cara falou para para nós o seguinte: "Ó, vocês vêm para cá, só que vocês vêm paraa minha casa,
almoça aqui para não chamar atenção, tal, tal". E a gente entendeu que era melhor levar uma policial feminina com a gente, só que a Gente não tinha policial feminina no grupo, era só homem, só maloqueiro. E aí, cara, tinha uma policial do serviço de inteligência, do choque, que trabalhava lá, que eh o jeito dela se vestir, a a o visual dela ia cair certinho, ela esposa do nosso policial infiltrado, vagabundo, ia combinar, entendeu? As outras meninas era muito mais patricinha, vamos dizer assim, não ia dar certo. Ela não, ela já era uma mina mais >>
mais maloca. >> É, ela ela não era maloca, porque quando a gente conversava com ela, ela era toda educada, boazinha, tal, doce, beleza. Mas visualmente eu falava assim, vai dar certo, os caras não vão estranhar. Ela era mais simples, vamos dizer assim, mais humilde, as outras era já mais metidinha. E o polícia era maloqueirão, entendeu? Ah, era o bofão, mano. Bofão, você conheceu? Bofo, bofo, >> bofo. Você vai vir aqui ainda, viu, filho? >> Um dia. >> Escreve, escreve o que eu tô falando >> aí, mano. >> E vai ser aqui, hein? >> Que aconteceu?
Nós chegamos lá em Ribeirão Preto e eu chamei ela e essa menina só fazia investigação social. E esse, cara, é a investigação que faz em quem quer entrar na polícia. Então, você vai conversar com os vizinhos na escola, no bairro, na Família, para saber quem é o cara que tá querendo ser polícia. É um negócio com baixíssimo risco. A mina nunca fez uma negociação com ladrão de verdade, com os vagabundos, entendeu? E eu chamei ela, falei para ela assim: "Fulano, você vai trabalhar com, você vai fazer parte da com a gente numa operação de infiltração.
Ela nem morta". Eu falei: "Não, fica tranquila. Você só vai numa casa e quem vai falar tudo é o bofo. Você vai, você vai fazer o papel de esposa dele. Você vai num almoço, pá, você fica quieta, se perguntar, se fala: "Não sei, essas coisas meu marido que faz". Você não precisa falar nada, entendeu? Fica na sua bem de boa. Papel de esposa. Ah, chefe, pelo amor de Deus, eu tenho medo, não sei o que. Falei: "Não, vai dar certo, fica tranquila". E nós, pum, Ribeirão. Eu não conhecia Ribeirão, nunca tinha operado lá. Bati no
comando de Ribeirão, tinha um colega Da minha turma, o Cido, que era o chefe de inteligência lá. Aí eu cheguei nele e falei: "Ô Sidor, seguinte, mano, eu tô vindo fazer uma prisão de um traficante aqui que bateu num num trabalho de infiltração lá de São Paulo. Eu não conheço nada, eu só tenho o nome do cara, o apelido dele na facção é capoeira. Ele mora nessa rua, nesse bairro." Ele falou: "Mano, você tá louco, velho? É no Simione. Não vai que vocês vão se foder." Eu falei: "Não, Meu, vai, vai dar certo, fica em
paz". Ele não, mano, não. Eu falei, eu falei para ele, eh, eu vou lá, os caras vão entrar, ele e a, e a policial feminina vão almoçar, nós vamos fazer a negociação. A hora que os caras chegar com tudo, a gente faz a prisão. Tem como você deixar uns táticos? Ele falou: "Meu, se eu chegar com tático perto do Simiones, vocês já estão fodidos. Então, vai ficar um pouquinho longe, vai ter que esperar". Falei: "Beleza". E tinha no comando lá apreendida uma carreta, um cavalo de uma carreta, acho que era Scania, se eu não me
engano, que tinha sido apreendida, tava sendo fiel depósito da Polícia Militar para fazer transporte de material. Eu cheguei nesse cara, falei: "Ô, mano, a gente tem que ir com um carro para ficar no visual ali da negociação". Ele falou: "Você é louco, mano? Entrar com qualquer carro que pareça uma viatura Descaracterizada lá, os caras vão vão matar vocês". Aí eu olhei aquela carreta estacionada, mano. Eu virei para ele assim: "Ô, e essa carreta aí, que que é?" Ele falou: "Você é louco, mano. Isso aí é do centro de material aí. Ele é fiel depósito. O
juiz autorizou". Eu falei: "Ô, mano, vamos na carreta". Ele: "Cara, você quer arrumar pra minha cabeça?" Falei, "Vamos com a carreta, velho." Porque a carreta tinha a cortininha, né? Aí nós somos, eu, o Cido E um polícia dirigindo com a carretona. Paramos na esquina lá dentro do Simion, na comunidade lá. Par carretona, eu fiquei com a metralhadora aqui, o Cido do meu lado e o Cido, cara, ele é um [ __ ] oficial, fez uma história muito bonita em Ribeirão Preto, é um cara fantástico da minha turma, mas ele é muito mais pé no chão
do que eu, muito mais tranquilo. É um cara processador de informação, entendeu? Ele não era aqueles cara de sair correndo na viela Dando tiro, não era emocionado. >> Mas ele tava comigo na carreta. Então eu fiquei na carreta, na janelinha, o Cido do meu lado, eu com a metralhadora, veio no Celtinha Velio que era uma viatura, o bofão com a policial feminina. Pararam, entraram na casa desse capoeira. Saiu o [ __ ] magrelinho todo tatuado lá, cumprimentou o bofão, já já tava descolado, a gente já tinha mais de um ano de infiltração e a gente
Tinha levado, cara, um monte de dólar apreendido, falso, que o juiz corregedor me deixava na minha custódia. Só que os dólar era bom, cara. O único jeito de descobrir que aqueles dólares era falso era passando na maquininha. E eu não sabia disso. [risadas] >> Para mim, mano, tinham falado para mim que aqueles dólar passava em qualquer coisa, só na maquininha aqui. Não, maquininha só tinha em casa de de Câmbio. Câmbio. >> Então falei, mano, nessas quebradas negociando o tráfego, o nego não vai ter uma maquininha, né, mano? É, me fodi. Que que aconteceu, mano? Os
caras chegaram em dois carros, um monte de ladrão, entraram para dentro da casa e começaram a conversar. Saíram e foram embora. Aí o Bfão me ligou, falou: "Ô, irmão, é o seguinte, tá tudo certo, os caras foram buscar os Bagulhos, só que os caras levaram a pacoteira para ver se é boa." Aí eu falei, "Beleza". Liguei correndo pro juiz, falei: "Excelência, sabe aquele aquele material que tá na minha custódia? Os caras levaram para conferir, para entregar a droga. E se eles não voltarem perder?" Porque eu tava com medo de eu tomar um inquérito de de
perda de material controlado que tá na custódia. Ele falou assim: "Não, eu já tô ciente do que tá Acontecendo. Se der algum problema, você documenta, eu faço uma sindicância aqui e a gente dá baixa." Pode ficar tranquilo. Falei: "Ah, tá bom". Eu tava preocupado dos caras sumir com os dólar aprendido e os caras foram. Mano, eu não sabia. Eu não, eu não sabia realmente. Pessoal do Denark tinha ido 15 dias antes fazer uma negociação de droga lá. Os caras descobriram que os dólar era falso e mataram um tira lá. Eu não, eu não sabia de
nada disso porque era Ribeirão, cara. Eu tava em São Paulo aqui virado nos boo daqui. Ou seja, o Simioni tava arisco com dólar falso em polícia >> e eu não sabia. aqui, mano. Esses caras voltaram. A cena que eu vi de dentro da carreta. Sai o capoeira, o [ __ ] do tatuado, sai o bofão, sai a policial feminina na calçada. Os caras fizeram um semicírculo neles assim, ó, com as armas e já começaram a dedo na cara e pá pá pá. Um Deles, que era o líder lá, já catou o pacote de dólar assim,
ó. deu na cara deles assim, jogou, pegou no peito do Bofo, começou a voar, voar dinheiro na rua toda os dólar. Ele, o, o Bofo já catou uma parte e bate o bofo é [ __ ] né? O Bofo é embaçado. O Bofo já falou: "Não, mano, para nós, nós também recebemos numa fita, liga na cadeia". Porque qual que era a nossa vantagem? Era um ladrão nosso com o ladrão deles dentro da cadeia negociando. Então, não Era a polícia, entendeu? Porque os caras ligaram pro pro líder deles da facção na cadeia e falou: "Mano, você
mandou uns cara podre lá?" O cara falou: "Não mandei podre, nada, é meus irmãos". Aí o cara falou: "A os dólares é falso". Ele falou: "Se se estamos com dólar falso, foi alguém que deu falso para nós. Nós também tomamos um preju, mano. Vocês devolvem o bagulho aí que a gente vem com dinheiro bom, mas nós tomamos uma invertida, nós vamos descobrir quem Foi." Aí os caras tiraram o pé de matar eles, porque os caras estavam ameaçando. E a hora que eu vi tudo isso acontecer, mano, eu catei a metralhadora, eu falei pro C, falei:
"Mano, eu vou descer e vou dar rajada nessa [ __ ] vou começar a dar em todo mundo". E o Cido gritava: "Pelo amor de Deus, velho, não faz isso, cara. Não desce, não desce. Eu vou descer, vou descer, mano. Os caras vai matar o polícia, vai matar. E ele não, mano, espera. Os caras tá conversando. Eu não, mano, tá tudo armado, cara. Pelo amor de Deus, eu vou descer. E ele me segurava. Ele não faz isso, cara. Não faz isso. Espera, mano. Espera. E, cara, eu comecei a me dar um desespero. Eu sei que
num determinado, porque isso foi muito rápido, num determinado momento, os caras engomaram os ferros assim, ó. Deram mais uma congesta nos dois, falaram a pai de merda, entraram, foram pros carros e saíram a milhão. Saíram a milhão. Aí o o bofo e a Policial viraram o o conversaram mais um pouco com esse capoeira. Aí pegaram ainda mais um pouco de dinheiro que tava no chão. Nós perdemos algumas notas, entraram no Celta e saíram. Aí eu liguei para ele, falei: "Mano, que que aconteceu, [ __ ] Que [ __ ] foi essa? Falou: "Chefe do céu,
mano. Os caras passaram as notas em maquininha, mano. Descobriram que era falsa". Falei: "Que maquininha, mano?" "Não sei. Os caras tem a máquina". Voltaram tacando na Cara. Ele falou: "Chefe, não deu merda por pouco." Falei: "Vai pro quartel, a gente se encontra lá". Ah, a hora que eu cheguei no quartel, mano, agora a policial tava inteira urinada. Ela mijou nas calças toda. Imagina o medo, o desespero, porque não tá acostumada a fazer uma infiltração como essa. Ela tremia, cara. Ela entrou num estado, eu fui nela, falei: "Meu, calma, calma, não, não deu ruim, tá tudo
certo ela, eu nunca mais faço uma operação com o Senhor. Não me chama, eu eu eu eu me vou me insubordinar, vamos embora". Ela tava em estado de choque, cara. E o Bofo, chefe, nós vamos catar esses cara. Aí o que que nós fizemos? Ligamos pro juiz. O juiz deu mandado de busca pra casa do Capoeira. O tático caiu para dentro, acatou lá uma pistola 9 mm e ele e ele era era foragido por tráfico. Nós perdemos a droga, mas pegamos esse cara. Aí uns um tempo depois, essa mina que era a Dona da da
central telefônica, que foi a que botou a gente em todo esse contato, tal, ela falou: "Ó, mano, aquela droga que vocês iam receber tá enterrada aqui perto e os caras mexe ali direto: "Ses quiser eu passo a localização." Então, aí nós fomos para lá, nós pegamos 50 kg enterrado num terreno ali perto da onde era os caras foram buscar, nós recuperamos a droga >> e a mina nunca mais >> não, você é louco. Ella olhava pra gente no quartel, ela desviava, ela falava: "Meu, não quero nem que esse cara me chame para nada, nem ô,
se eu chamasse ela para tomar cerveja, ela não ia. >> Se eu falar assim, ô, vamos almoçar com a gente", ela nem [ __ ] não. >> Vai ter um negocinho ali, viu, amiga, ó, já se prepara aí, ó, >> lá na favela do D. Man, ela se urinou inteirinha, cara, pr você ter uma ideia. Você >> é louco, [ __ ] Ó, Júlio Guimarães mandou aqui: "Danilo, você viu o caso aqui em Brasília do dos enfermeir dos enfermeiros ou do enfermeiro que tava matando os pacientes em um hospital particular?" Mano, você viu isso daí,
irmão? >> Então, eu vi só um um uma chamadazinha, acho que é mais de um enfermeiro. >> Mais? >> É, é. >> Não consegue abrir aí? Procura eu vi Alguma coisa disso aí. >> Mais de >> Você já assistiu o filme? Um filme desse aí? Tem um filme desse que é que é de um caso real, não sei se é na >> naquela região daqueles países frios lá. Tem um caso desse de um enfermeiro que ficava aplicando coisa e matando até eles descobrirem. Eh, o cara fazia eutanásia lá e matava. >> Você é louco, irmão.
Imagina o tanto de gente. Imagina se tiver outros desses em Outro lugar. >> Raça humana. A raça humana tá tá demonstrando umas loucuras. Nível hard, cara. Nível hard. Nível hard. duas pessoas ó. Aí ó. Aí ó, cara. Vamos falar o qu, mano? É, não é a maldade e a a loucura. O pessoal tá muito doente. >> Os cara tão falando que são três, mano. São três técnicos de enfermagem, foram três vítimas. Como assim, [ __ ] Os caras se juntou e falou: "Vamos matar Todo mundo. Vamos, vamos fazer, vamos fazer". Eu vou te eu vou
te contar um negócio. >> Conte-me. >> Vou te contar um negócio. >> Conte-me. >> Eu vou te contar um negócio que é o seguinte, ó. A minha mãe, a minha irmã é da área da saúde. A minha irmã, ela fala um negócio, a minha mãe também que eu nunca dei muita atenção até acontecer comigo. Porque? Porque eu sou um cara, velho. Eu sou um cara que eu tenho muito problema renal, sempre tive muita pedra no rim. >> Então eu já fiquei internado várias vezes, fiz várias cirurgias para tirar pedra, tal. E eu sou um cara
que eu não gosto de dar trabalho para terceiro quando não é necessário. Por exemplo, se eu tô com tô com cólica renal muito forte, >> você segura. >> Eu não, eu vou não seguro, não tem como, Mano. Você desmaia. Eu vou pro hospital que é perto da minha casa e eu falo paraa minha esposa, falo assim, ó, fica, cuida do nosso filho, faz o que você tem que fazer, porque eu vou lá, eu vou ser internado, eu fico de boa. Então, várias vezes eu já fiz a cabeça da minha esposa, fala assim, ó, eu vou,
se eu tiver algum problema, eu te aviso. Fica aí, cuida do moleque, toca a tua vida, você tem que trabalhar cedo, né? Normalmente essas pedras gosta de vir na Hora que você vai dormir, sabe? Essas merdas tá bem de boa, né? Um dia eu cheguei, eu num caso desses aí, minha mãe correu pro hospital com a minha irmã e minha irmã falou assim: "Ô, Fábio, para com esse negócio de vir para hospital sozinho. Deu internação, deu procedimento, é bom sempre tá alguém junto olhando e cobrando, cutucando. Cara, hospital para ter erro, para ter problema é
dois palito. É sempre bom ter uma pessoa Lúcida, bem, acompanhando tudo. E eu nunca dei muito. É, nego te faz uma cirurgia quando era para fazer no outro que tava do lado. Um bagulho louco. Tem casos, cara, a gente tem que tirar o chapéu pra área da saúde. Eh, eu esses dias mesmos eu eu fui eu fui fazer vários exames a no eh Vila é Vila Lobos que tem aqui no no na Moca. Cara, fantástico atendimento. Conheci um cardiologista ali, dois médicos e uma Chefe. Os os cara top. Então não, eu tô falando assim, não,
eu não quero generalizar porque tem muita gente boa na área da saúde, muita gente decente, mas tem um pessoal que é complicado. E aí, cara, eu não fui fazer o curso, eu não fui fazer, eu fui montar a companhia de força tática lá no estado de Roraima e eu fiquei lá, acho que 40 e poucos dias e lá eu comi um monte de coisa estranha, comi tartaruga, comi jacaré, comi um monte de coisa lá. E aí, mano? Quando eu voltei, eu fui direto pro hospital, né, que eu tava com hepatite, aquela hepatite de comida. Cara,
o bagulho é ruim, mano. O bagulho é ruim. É ruim. Você fica, eu perdi tipo uns 15 kg e um dia fiquei amarelo. Você come suspiro até não aguentar mais para ver se melhora. É, o bagulho é é o suspiro ajuda no na hepatite por causa do fígado, né? Ataca o fígado. E aí, mano? Um dia eu tava dormindo, cara. Eu Comecei a sentir meio quentinho assim, ó, na lombar na bunda, cara. Comecei a sentir estranho, cara. Falei: "Mano, tava dormindo". Falei: "Mano, será que eu me mijei, velho?" E aí, mano, com essa sensação de
que eu tava mijado, eu acordei. Quando eu acordei, o que que tinha acontecido? Manja aquelas torneirinha que fica aqui, ó, porque os caras põe o negócio na na veia, tem um caninho e a torneirinha, que nessa torneirinha aí é Onde os caras põe o remédio. Eu não sei o que aconteceu com o diabo dessa torneirinha, mano. Eu fiquei vazando sangue, ficou uma possça de sangue embaixo de mim na cama que chegou a pingar e fez uma poça de sangue meu embaixo da cama. Mano, a hora que eu apertei o >> hora que eu apertei o
a hora que eu apertei o botão >> que o a enfermeira veio correndo, que ela entrou no quarto, ela deu um grito e Já acendeu a luz, começou a gritar, veio um monte de gente, tudo desesperado. Ou seja, se tá com uma pessoa ali cuidando que tá junto, é dificilmente uma uma porcaria dessa acontece, entendeu? Então o que você falou, cara, erro erro em em área em área de saúde acontece, mano. E gente maldosa como esses caras aí, essa essa loucura é raro a gente ver, né, a pessoa matar o outro atuando na área de
saúde. É muito raro, mas tem. >> Ó, o Júnior Guimarães falou assim, ó, Danilo, estão investigando mais dois casos. Parece que tem mais técnico de enfermagem >> envolvido. Tão suspeitando da máfia das funerárias, mano. Máfia das funerária. Aí fodeu, mano. >> Você é louco, mano. >> Imagina mata casada. É, mata uns cara aí, man. >> Ó, compra um caixão aqui que eu te arrumo um enfermeiro que te mata. Tenó, Velho. >> Nossa, mano. Você imagina se tivesse isso daí, mano, na pandemia. >> Onde foi isso aí? >> Não foi aqui, né? >> Onde foi isso
aí? Foi aonde? [ __ ] que pariu. É, o ser humano tá conseguindo cavar o buraco cada vez mais fundo, cara. Que [ __ ] é essa? >> Em Brasília. >> Jesus, mano. Nem pr os cara fazer isso daí nos políticos, né? [risadas] Os politiquinho que tem lá, né? Vai que as coisas dá certo para mim, mano. Fala um negócio desse não. Não vou no hospital não, mano. Mas na pandemia teve demais, mano. Mas na pandemia eu acho que não tinha o bagulho do funerário aí porque não tinha, né, velório, né, cara. Eu eu fiquei
quase 20 dias de COVID no São Camilo, no Hospital São Camilo. Eu tive um problema com uma Fisioterapeuta lá em termos de tratamento, >> é, >> de grosseria e um e um uma atitude que eu cheguei até a reportar no hospital, não foi adequada, mas 99%, ou seja, todo o resto que me atendeu foi fantástico e eu tô vivo graças a ao tratamento que eu tive ali. Eu perdi 18 kg na COVID, mano. Eu tive embolia a pulmonar. >> Eu fiquei na UTI um tempão, mano, e Arrumei uma zica lá. Pode contar porque é engraçado,
mano. >> Conte, conte, conte. >> Vamos contar, cara. Eu, eu, eu tava no quarto, cara, já tava uma semana no quarto e eu tinha eu morria de medo de ser entado, né, mano? Porque todo mundo que tava sendo tubado tava morrendo, né, velho? Inclusive o polícia que se infectou junto comigo na operação, >> eh, faleceu, né, e deixou dois filhos. Era um cara que era um irmão para mim e O Clébers. É [ __ ] Ó, e você sabe que o Major Olímpio tava mais dois quartos do lado meu, que eu sempre tive muita amizade
com ele também faleceu. Nós nós entramos em três com COVID lá, esse polícia, eu e o Major Olímpico, >> os dois faleceram, só eu escapei. >> Bom, eu tô lá um dia, né, mano? E uma vez conversando com o enfermeiro, eu falei assim: "Pô, o que que faz para eu não ser entubado?" Meu, não quero ser Entubado, não quero ser entubado. Ele falou: "Ó, o critério para você ser entubado é o seguinte, vai ver a sua saturação, quanto que você tá de oxigenação e se você tá muito cansado. O, a intubação é um conforto." Eu
falei, conforto é o [ __ ] [risadas] Eu não quero conforto. Eu não quero que ninguém me apague e me enfie um tubo nessa [ __ ] de jeito nenhum. O cara falou: "Ó, o pessoal vai ver as medidas aí da sua saturação". Então, o que que eu fazia? Juro, cara, juro para você, eu ficava de olho. Quando abria a porta, eu já começava para aumentar minha saturação. E eu já sentava e o cara, a enfermeira, enfermeira falava: "Você tá bem?" Eu falava: "Tô ótimo". Eu tava todo cagado, mano, fraco para [ __ ] Falava:
"Eu tô ótimo, tô bem, tô bem. Juro, juro, juro, perguntar pra minha família, eles vão confirmar". Eu ficava e outra coisa que me ajudava, cara, e no Hospital São Camilo, a maioria não deixava, como a minha esposa também tava com Covid, só que bem fraquinho nela, ela podia me acompanhar. Minha esposa fazia massagem nas minhas costas, melhorava minha saturação. Bom, então cara, eu fui evitando. Só que quando deu sete dias, eu tava tão zoado que chegou um dia à noite, um médico entrou, falou assim: "Bora, Fábio, Fábio, cadeira de roda aí, nós vamos fazer uma
tomografia urgente". Eu tô Bem, meu, pô. Não dá para me liberar. Ele vai, senta. Aí eu desci, cara. Tava tendo um jogo até de dois times grande e eu fui fazer a tomografia, eu passei lá no PS, tava um ar condicionado muito forte, eu comecei a a respirar, me senti melhor, falei: "Meu, será que eu vou ter alta?" "Cara, fiz a tomografia". Hora que saiu da tomografia, o médico falou: "Bora rapidão pra UTI". Eu: "Eu?" Ele falou: "É pra UTI". Aí eu falei: "Não, que UTI, ô, eu tô bem, quero ir embora Para casa". Ele
falou: "Amigo, você tá com embolia". Você tem que para UTI. Eu falei: "Não, não vou". Ele falou: "Então beleza, eu te deixo no quarto sem monitoramento. Se essa [ __ ] da embolia subir pra tua cabeça, é AVC. Se for pro teu coração é parada cardíaca. Então você escolhe que que você quer?". Eu falei: "Uti". Aí beleza. Aí [risadas] corri pra UTI, mano. Não vai ouvindo, cara. Eu cheguei na UTI, deitei e minha esposa tinha acabado de ir pra casa, Mano. Na hora que eu liguei pr ela, falei que eu tava indo paraa UTI, ela
já se desesperou, começou a chorar, começou a chorar todo mundo naquela [ __ ] da casa, meu filho, minha mãe, desespero e todo mundo. Eu falei: "Não, mas eu tô bem". É porque tá com um negocinho aqui que falaram que eu tô com uma tal de embolia. Aí foi aquela desgraça, [risadas] >> tudo cagado. Aí não, >> tô com negocia aqui, mano. Só uma Embolia. >> Embolia. Aí beleza. Aí eu subi, cara, deitei assim na cama e de repente entrou uma enfermeira. Aí ela falou assim: "Boa noite, tudo bem? O senhor é o senhor Fábio,
tal, tal, eu sou eu". Aí ela falou assim: "Ah, seja bem-vinda. É a primeira vez do senhor numa UTI?" Eu falei: "A primeira vez?" Ela ela falou assim: "O senhor sabe como é que funciona, né, o Big Brother?" Aí eu que Big Brother? Ela falou assim ali, ó. Aí Ela olhou na frente da minha cama tinha uma câmera. Aí ela falou assim: "Ó, o senhor não põe o pé no chão para nada. O senhor não levanta para nada. Tudo o senhor chama. Se o senhor colocar o pé no chão, eu venho aqui, vou amarrar as
pernas e os braços. O senhor me entendeu? Aí eu falei assim: "Para que isso?" Ela: "O senhor me entendeu?" Eu falei: "Tá, e eu vou no banheiro como?" Ela falou assim: "Eu vou levar". Eu falei: "Eu eu vou mijar e fazer Vou cagar na sua frente". Ela falou assim: "Vai". Eu falei: "Não vou". Ela: "Vai". Eu falei: "Não vou". Ela falou: "Você vai cagar na cama igual um indigente". Aí você vai ficar todo sujo de bosta, todo cagado na cama. Eu falei: "Vou". Ela falou: "Ah, você é daqueles que quer arrumar treta aqui na UTI?"
Eu falei: "Vou, eu não vou no banheiro com você". Começou mal um quebrapa. [risadas] Cara, que zo que [ __ ] Eu sofri naquela UTI, mano. [risadas] >> Não foi só uma parte aí porque foi engraçado. É. E aí? Não. E aí que minha esposa chegou, eu ela conseguiu conversar o convencer o médico e ela ia comigo no banheiro. Já é constrangedor da [ __ ] né, mano? Quando você tá no hospital, >> por que que tudo >> de queda, você tá muito fraco. É, é, mano. É terrível, mano. Bagulho. E aí, você não ficava
tipo assim, mano, eu vou Morrer, mano. Já, já tá dando negocinho. É, já me perguntaram isso, mano. >> Eu nunca tive a sensação da morte. E teve uma noite que é outra coisa engraçada, mano. [risadas] Ai, cara, cada uma, mano. E você sabe que eu peguei o COVID numa operação na Imigrantes, mano. Eu sei exatamente. E o Eloi, que é um polícia de rota, que era meu motorista também, que se infectou comigo, o Eloi falou: "A gente fez operação, eu juntei 300 e poucos Policiais ali na Imigrante, era uma operação num feriado, eu conversei com
todo mundo, cara. Nós trabalhamos aquele dia todinho. No dia seguinte o Eloi me ligou, falou: "Chefe, eu não tô legal, mano. Eu acho que eu vou pro hospital". Eu falei: "Cara, eu também não tô, mas para mim, por enquanto, eu tô bem". Ele foi, deu positivo no covid dele. Eu fiquei em casa. No outro dia, eu já tava com febre, quando eu fui na farmácia Positiva, minha mulher, vamos pro hospital. Falei: "Não, meu, vamos tomar remédio". Se eu não vou pro hospital, mano, eu tinha ido pro saco. E eu teve um dia que eu já
tava na UTI, acho que era o terceiro ou quarto dia, cara. Meu, do nada acende a luz assim, ó, entra, entra a enfermeira. Fábio, Fábio, que que tá acontecendo? Eu: Oi. Oi. Ela, que que tá acontecendo, Fábio? Eu falei: "Não, eu tô dormindo". Aí ela, meu Deus do céu, veio quando ela enfiou a mão Assim, ó. Meu, eu juro, cara, o meu, o meu travesseiro tava sopado. Aí eu botei a mão, falei: "Nossa, eu tô suando". Ela já foi tirando isso, foi tirando minha roupa, foi tirando o lençol, foi me tirando tudo: "Calma, meu, que
tá acontecendo?" Ela: "Vou, se acalme, se acalme." Eu falei, "Não tem como eu tá mais calma, eu tava dormindo." Ela falou: "Não, você tá com uma taquicardia muito forte, se acalma". Eu: "Eu tô calmo, meu, eu tava dormindo." Aí entrou Um médico com mais dois caras em um negócio gigante. O cara era cardiologista. Aí o cara entrou, falou assim: "Ô, garotão, que que tá acontecendo? Eu não sei, meu. Tava dormindo. Ele deita, deita. Aí eu deitei assim, ó. Ele foi botando um monte de coisa, aí foi fazendo o exame. Ele falou: "Nossa, meu, você tá
com uma rritmia, uma uma taquicardia muito forte. Eu vou te dar um remedinho na veia, mano. Você vai ficar bom daqui a Pouquinho. Você tá bom. Eu não tava sentindo nada, mano. Tipo assim, a meu batimento tava quatro vezes o que o que era para tá. O covid desregulava tudo. Era um bagulho louco, cara. Louco, louco. Aí nesse dia também depois eu contei pra minha mulher. Aí minha mulher já entrou em pânic e falou: "Man, vai morrer é o negócio no pulmão, no coração tá espalhando essa [ __ ] vai parar daqui a pouco. Vai
vai dar algum problema." Porque o Olímpio ele teve eh parada e AVC, né? Aí ele voltou do AVC, depois ele teve parada. O COVID era uma desgraça, cara. Uma desgraça. Nós temos um caso de um sargento na rodoviária que ele foi internado, ele foi entubado, ele voltou, se desentubou e morreu. Puxou, mano. O bagulho >> morreu por causa de que ele desentubou. >> Ele teve parada, né? Não, o covid era uma trolha, mano. >> E você teve covid de novo depois? É, >> se tive, não fiquei nem, não fiz exame, Nada, porque essas gripes que
eu tenho toda hora aí pode ser que eu tenha tido alguma vez, mas eu que eu tenho exame, o caramba, não, né? >> As vítimas são na maioria idosos em fase terminal? Não, >> pior que não. Esse policial que morreu comigo, que tava comigo, era mais novo que eu. Tava fazendo o meu sofá, meu sofá pro podcast. Ele >> começou a fazer, >> morreu. >> A maioria era idoso e obeso, né? O a obesidade e a idade eram fatores complicadores. Mas não foi só isso não. Ó, teve caso de criança que faleceu lá no no
hospital onde eu tava. Eu, Dioniso falando até hoje eu não peguei Covid. Pegou? Você pode ter certeza que você pegou. Você só não manifestou. É. Não, não, não existe muita gente. Todo mundo. Não tem como uma pessoa não ter pegado o COVID, mão. Todo mundo pegou, mano. >> Não. E se tomou vacila, >> meu irmão é meu irmão que ficava em casa trancado, não fazia nada, pegou dentro de casa. É, é isso mesmo. Eh, bom, vamos lá. Tem alguma notícia que nós que escapou aí? Tem alguma notícia? >> Foi, foi a do MC aí que
se fu. >> Deixa eu pegar aqui, ó. Ah, enfermeiro. >> Ah, a ó, ao lado de filha, esposa de Pedro Bial é saltada no meio da rua. [risadas] >> Será que ele quem assaltou? Quem assaltou a esposa do Pedro do Pedro foi Um coitado do sistema que só queria um celularzinho, alguma coisinha. É, eu quer, pô, gente, isso aí tem que levar ele lá no programa, né? Tem que levar no programa. Bala, faz uma entrevista, pergunta para ele. Por que que você roubou, cara? Por que que você botou uma arma na cara da minha filha
de 5 anos e a minha mulher com uma mochila da iFood? Que que é? Você não teve, né? Você não teve, >> tipo, >> não, mas pior que depois vai passar o susto, vai falar, vai ter esse discurso mesmo. Agora eu queria ver se o cara tivesse dado um tiro na na mulher dele, >> se ele ia, ah, esse discurso aí de ah, não, não teve oportunidade, >> né? Coitadinho, >> cara. É o país da hipocrisia. Só que vamos, o que tem de legal, a parte boa dessa notícia, qual que é? É que o crime
não escolhe, né, mano? O crime atinge todo mundo. >> É, não, não tem parte boa, né? Tem, tem. >> Senão os cara vai falar que >> não tem a parte boa. Sabe por que que tem a parte boa nessa notícia? Porque assim, ó, mano, seria muito injusto se essa galera que defende vagabundo, que tá toda hora arrumando uma desculpinha pro crime, não nunca sofresse com isso. Isso seria muito ruim para nós, entendeu? Então é bom que todo mundo, inclusive quem defende essa raça, de vez em quando tome uma invertida, porque aí Você sente na pele,
né, mano? Você sente na tua carne o que o que é o crime compensar num país. Faz entrevista, ó, pergunta para ele lá por que ele fez essa coisinha tão tão simples com a sua esposa. [ __ ] Ah, outra notícia aí, ó. Imagens mostram o cantor João Lim agredindo a esposa dentro de casa. Os cara tá com a mania de bater nas mulher, né, mano? >> Você viu essas imagens? >> Eu vi. >> Tem aí para nós ver. Não dá para não. Não, família, estamos no provisório, certo? GG, você consegue jogar aqui essas imagens
aí? >> Mano, eu vou falar uma coisa para você, viu, cara? É assim, ó. Nada justifica homem que bate em mulher e nem mulher que bate em homem, né? Vamos falar real, porque senão a gente parece aqueles aqueles >> sem cérebro que fica só batendo na tecla Do homem que bate em mulher. E a gente sabe que tem muita mulher aí que faz umas [ __ ] merda para cima do de homem. Tem homem aí oprimido por mulher? Tem sim. E a a agressão não tá correta nem de um dos lados nem do outro. Agora,
cara, eu vou falar uma coisa para você, mano. Eh, falta de falta daquela parada de de você ter calma, de você pensar um pouco em Deus, na sua família, nos seus filhos, na sua Liberdade, sei lá, mano. As pessoas vão entrando num num nível de de loucura, de agressividade e isso acontece. Eu tenho, eu tenho um, quando a gente vem para algo público, hoje eu tô, se eu tivesse conversando com você no boteco, é uma coisa, mas nós estamos conversando na internet com um monte de gente assistindo. Então, a gente tem uma obrigação. >> E
essa obrigação de estar fazendo algo público é você ser totalmente contra Qualquer tipo de violência. Não é porque é o homem que bateu na mulher. Violência tá errado, entendeu? Aí, ó, é uma merda, né, cara? Nossa, momento que cantor, ó, >> vai na mina, tá? >> Ó, >> aí tá tá em defesa, subjugada. É uma bosta, né, >> mano? Na moral, na moral, eu tenho filha, mano. Mas é minha filha crescer e Arrumar um mano que faz isso daí com ela, malandro, não vai dar certo. >> E tá cheio de mulher que se sujeita a
isso. >> Não vai dar certo, mano. Não vai dar certo. Porque, mano, um cara desse não faz um bagulho desse com a minha filha não, mano. >> Tá cheio, cheio, cheio de mulher. Tenho filho. >> Filho. >> Ih, mas cara, meu meu filho, ele é Ele tá 100 vezes na minha frente em termos de sei lá, cara. É coisa, coisa do espírito da pessoa, né? Meu filho, ele repudia qualquer coisa machista. Meu filho repudia todo tipo de racismo, todo. Ele tem uma visão de vida muito mais já e madura e esclarecida com menos idade >>
do que eu com 52, entendeu? Eu não sei se a a vida policial me deixou meio duro para algumas coisas e algumas Realidades, entendeu? Meu filho já é mais muito mais consciente, bem mais cedo do que eu dessas coisas. Eu acho que é a acesso à informação muito rápido. Ah, esses assuntos foram debatidos na nas escolas, faculdades, essas coisas, muito mais intenso do que na minha época. Então eu não tenho preocupação com meu filho em relação a isso. Isso eu não tenho. Agora é [ __ ] né, mano? É [ __ ] [ __ ]
o que acontece dentro de quatro paredes Dentro de uma casa às vezes sai completamente do controle e nada justifica a agressão. Vê uma mulher dessa subjugada a um homem forte, indo para cima, batendo, [ __ ] que que desgraça, né, cara? Que desgraça. Ã, bom, vamos pra última aqui, ó. Repórter pede a paciência com o pai que matou o filho de 3 anos. Você viu isso daí também? >> Não, mano. [ __ ] >> Tava viajando de coleí foi agora, foi Acho que ontem, a de ontem, sei lá. >> Também não tenho vídeo, eu tenho
só notícia. O mano foi, matou, depois fou fug 3 anos. Aí eu vi o vídeo dos caras lá, ML pegando moleque assim na sacola. Ah, mano, vai tomar no cu, mano. Então, cara, como como que um ser humano desse pode ter solução? Me explica, >> ó, falando em solução, família, Pagoto, chegou agora de viagem, tava em Dubai. Eu tô com mudança da minha casa de estúdio, terminando estúdio, mudando, Bagulho. Tá louco, mano. Saindo daqui, eu vou ter que ir lá pro outro estúdio. Então, as notícias ficou aí, ó, né? Acho que a galera tá curtindo,
porque notícia, ocorrência, risada. Falando em notícias pra gente finalizar, qual foi uma ocorrência que você pegou que o pai já pegou ocorrência que o pai matou o filho? Não, velho. Você >> foram lá prender o cara. >> Não, que o pai matou que o pai matou o Filho. Não, >> estuprador >> não. Estuprador a a gente já pegou em em operação policial que você aborda que você vai puxar. O cara tem de >> Não, não, eu não, eu não. Eu tô tentando lembrar aqui na minha cabeça. Eu pegar de cara que tinha acabado de estuprar,
não. Graças a Deus. Acho que tal, talvez eu fosse eh responder por lesão, por abuso de autoridade. >> Qual foi a ocorrência que você ficou mais puto como ser humano assim que você falou: "Mano, mano, mano, vai dar merda." Nem que você saiu, perdeu as tribeira, mas que o polícia falou: "Chefe, eu vou matar esse cara, mano. Ó o que que ele fez, mano. Vamos matar ele. Vamos, vamos pegar ele, vamos dar um pau nele." Aí vocês devem chegaram, falou: "Não, irmão, não é assim. Calma, respira. Não, cara, é assim, ó. Eu vou vou falar
Para você, eu lidava muito com roubo e tráfego. Roubo e tráfego, entendeu? Quando você trabalha em tático, em rota, essas coisas, você fica mais focado nisso. Essas ocorrências que você se depara com violência dentro de casa, que é o o tio que estupra a menininha pequenininha, que é sobrinha, não sei se você sabe, mas a grande maioria dos estupros tá relacionado com com relações familiares. É padrasto, tio, primo, eh, dentro da Casa. O estupro ocorre normalmente dentro da casa, da mãe, do pai. >> Aquele estupro que a mulher indo embora para casa, passa na frente
de um terreno baldi, o cara puxa para dentro, é um é bem um número bem menor do que os estupros que acontecem dentro de casa, entendeu? Então a gente como como policial militar normalmente você só vai tomar conhecimento de um estupro desse dias depois. A mãe vai lá, relata e vai na delegacia para contar. Ó, minha filha Foi estuprada porque ela contou que o parente, entendeu? Então, dificilmente você vai entrar numa casa com uma mulher, uma criança recém estuprada. É, é raro. Você pode até trombar às vezes com ocorrência da mulher estuprada no roubo residência.
Aí dá ódio, né, mano? Porque você cola numa residência, a residência tá revirada, eles foram, eles foram amarrado, o o pai ali foi espancado, o marido, às vezes um filho tomou uma Coronhada, caramba. E aí a mulher tá ali chorando todas mal e você sabe que ela foi estuprada porque ela fala: "Esse tipo de ocorrência te dá ódio". E normalmente, né, nesses roubo residência, quando você trabalha em tropa tática, rota, ou os caras já vazaram ou se tiver lá dentro vai ter troca, né, porque o cara dificilmente ele se entrega, entendeu? Já sabe que >>
é, entendeu? Então, é assim, eu vou Falar uma coisa para você, tem coisas na minha carreira que chamaram muito a minha a minha atenção. Por exemplo, eu trabalhei com policial que os caras mataram o filho dele por causa de uma ocorrência dele. Então isso era uma coisa que eu lembro no passado dele me contando que ele precisou passar um tempo com tratamento de psicologia, psiquiatria, até ele voltar a poder operar, porque quando ele era novo, ele tinha trabalhado numa ocorrência, os Caras foram na casa dele e mataram o filho dele. Então eu tenho umas histórias
na minha vida mais chocante assim, mas o grande grosso do de trabalho meu foi tráfico e roubo. Tráfico e roubo, entendeu? Eh, coisas que chamaram muita atenção foi policial morto em serviço, policial arrebentado com viatura, eh, que nem aquele um, uma coisa que me marcou demais foi aquele policial da rodoviária que deu com a cabeça No hidrante, indo embora com a viatura moto e quando eu cheguei, a cabeça dele tava tinha explodido praticamente. Tanto que eu te contei, né? Eu cheguei, os caras da perícia tava começando a fazer a perícia. Eu eu bati meu minha
perna num meu pé num negócio que eu escutei o barulhinho assim. Quando eu olhei o cara, o perito falou: "Porra, ô polícia, você tá muito perto, meu. O que você chutou aí é o queixo dele, meu." >> Mentira >> é, mano. Vixe Maria. E eu que tive que ir lá avisar a mãe. O tava com o filho dele no colo. >> O polícia, o polícia tava o quê? Tava em ocorrência. >> Eu preciso achar esse vídeo. Eu tenho esse vídeo, cara. Mas também não é bom expor não. Eu eu conversei com a esposa dele, com
o filho que hoje já é maior faz pouco tempo agora agora como coronel. >> Mas ele tava o quê? Ele tava em Perseguição. Que que é? >> Não, cara, a gente tinha trabalhado 18 horas de serviço. Porque o que acontecia na rodoviária, cara? Chega no reveon, você entra de serviço, por exemplo, 10 horas da manhã, você vai trabalhar 12 horas, que hora que você sai? 22, certo? Chega 22 horas, a estrada tá completamente lotada, parada. de São Paulo até a Praia Grande e os ladrão deitando e rolando para roubar. Aí você vira e fala assim:
"Ó, eu tô com Cinco barcas de tor aqui, deu 12 horas de trampo, vamos embora. Deixa as viaturas pequena, tudo sozinho aí com a estrada desse jeito." A gente se reunia e falava: "E aí, chefe?" Aconteceu isso várias vezes na minha vida. fala assim: "Mano, na moral, eu sei que a escala de vocês acabou, já puxaram 12 horas, mas eu não tenho coragem de deixar a tropa aqui sem sem apoio de Thor, mano. Tá lotado, eu vou ficar, os caras, a gente fica, chefe, a gente fica." E esse dia Nós tínhamos trabalhado 18 horas. Quando
foi para ir embora, esse policial, ele ele morava na Praia Grande e ele subia e descia com a viatura, porque ele deixava a viatura moto na base da Praia Grande. Ele morava umas ruas para trás. E ele chegou para mim, o Edilson, falou: "Ô chefe, podemos ir embora?" Eu falei: "Ô, Edilson, na moral, você não tá cansado para [ __ ] mano". Ele falou: "Não, chefe, tô bem, tô bem". Eu falei: "Mano, você puxou 18 Horas já de serviço, mano. Vamos, vamos, vamos descer com viatura. Desce, desce de carona com viatura com alguém aí. Deixa
a moto aí, depois você pega. Ele: "Chefe, eu tô bem". E um e um [ __ ] de um policial de rota que tava comigo no tor é o é o tenente Pinge. O tenente Pinge chegou, falou: "Chefe, eu vou descer com ele. Eu tô de moto, pode ficar tranquilo que a gente desce junto". Falei: "Ah, beleza". Abracei os cara, falou, falou: "Bom Descanso, bom descanso." Entrei na minha viatura e vim para pra zona norte. A hora que eu tava descendo da viatura, eu e o soldado Belberry, tocou o telefone, era o pinge desesperado. Chefe,
[ __ ] que pariu, pelo amor de Deus, volta correndo, mano. Volta correndo. Edilson morreu. O quê? Chefe, volta, pô. Eu tô com ele aqui, mano. Ele tá morto, chefe. Tá morto. Eu falei: "Calma, Pinge, calma, mano. O que que tá acontecendo?" Ele falou: "Chefe, ele se acidentou, ele Tá morto." Mano, eu entrei na viatura, o meu Bell já a milhão. Quando nós chegamos, o que acontece? O túnel da Imigrantes tem alguns hidrantes, aquelas caixas vermelha de hidrante. >> Sim. >> Ele veio na moto assim, ó. Ele dormiu, foi tombando, ele deu com a cara
no hidrante, mano. A cabeça dele praticamente explodiu no hidrante. Foi [ __ ] Foi [ __ ] >> [ __ ] Dormiu em cima da mata assim, Ó. A hora que eu entrei, que eu vi aquilo, eu já fiquei em choque. Aí eu, aí os caras chegaram para mim, falou: "Chefe, tem que avisar a família", né? Aí eu desci, mano. Olha, eu me arrepio até de lembrar, velho. [ __ ] que pariu. Toquei a campainha, era umas 5 horas da manhã e nada de acordar. E tocando, tocando, batendo palma, o barulho, acordou a vizinha. Aí
a vizinha desceu de Camisola, mano. Pessoal simples, bairro simples. A vizinha, pois não. Eu falei assim, não. Eu tô precisando falar com a esposa do Edilson. Ela falou assim: "Acho que ela não tá acordando, mas aconteceu alguma coisa". Eu falei: "A senhora, aconteceu? Inclusive, se a senhora puder me ajudar, ela: "Meu Deus do céu, é o que eu tô pensando?" Eu falei: "É". Ela falou: "Nossa, pelo amor de Deus". E aí nisso abriu a porta, era a esposa do Edilson. Ela tava com o bebê No colo de camisola também. Aí eu falei, "A senhora, é
a esposa do soldado Edilson, ela falou: "Sou, que que aconteceu com ele?" Eu falei: "Eu posso entrar?" Ela, ela já foi, mano, ela já tava começando já a ficar branca. Aí eu falei: "A senhora pode sentar ali pra gente conversar?" A hora que ela foi pro sofá assim, ele ela falou assim: "Ele morreu". Eu falei: "Ó, eu não vou ficar enrolando a senhora". Aconteceu o pior. Ela já desmaiou com o bebê no colo. Foi O tempo de agarrar ele assim, ó. Eu já catei o nenê. A mulher veio junto comigo, eu falei: "Segura ele, segura
ele". Ela segurou o bebê, eu e o outro polícia agarramos a mulher do disí e colocamos ela no sofá. Ela foi voltando, ela já começou a choradeira. Que que aconteceu? Que aconteceu? Falei: "Ah, ele se acidentou com a moto, >> pô." faleceu. Eu te eu eu dei notícia de três policiais mortos como comandante. >> É, é. Segunda-feira que vem você fala Dos outros dois. >> Vamos tentar trazer segunda-feira que vem o mano do olho lá que você falou que ia trazer. >> Ah, o herói lá da Baixada, o Guilherme do BaEP, né, mano? >> É,
e a gente tinha que ver também o outro lá também que toca canta o herói. Você tinha que fazer um programa do de quinta, né, mano? Vamos, vamos, [ __ ] >> É porque o news a gente fala das >> Não, mas o news eu posso começar, posso Começar uma hora, filho. >> É, é que eu >> de quinta, de quinta eu só faço à tarde e tem horário reduzido. Tem que ser noite. >> Então, se for de segunda, a gente faz é 1 hora da tarde, vai até às 5. >> Ele tem que ser
à noite que ele tá trampando. >> Se então for à noite, vou marcar pra terça à noite, que aí nós descaralha. >> Combinar. [ __ ] cara, hein? >> Fechou. >> Então é isso, família. Ó, daqui a pouco tem podcast aí com o Paganoto e Coronel Príncipe com o Castrão. Demorou. Eu vou correr lá pro outro estúdio para terminar. É nós, estamos juntos. Siga o Paganoto aí, @coronelpaganoto. Acompanha os cortes >> e é nós. Estamos junto. Dá tchau pra galera aí, irmão. >> Valeu. >> Até daqui a pouco. >> Até daqui a pouco. Aguentar o
Castrão. Coronel Principe. Vai ser um prazer. Comandante carioca lá que trabalhou no BOPE, tem muita história também. Vai ser bacana. >> Valeu rapaziada, jun. Pergunta, >> na próxima nós vamos ter mais notícia que eu tava viajando, tava fora e ele tá enrolado. >> Eu tô enrolado. Mas foi bom, foi bom [ __ ] >> Bom, foi bom. Quando chega a noite, você Fala assim: "Falou, cara, eu tava lá com o GL lá e mandou um abraço para você". falou, "Não me mete nessas brigas não. >> [música]