Se você é alguém que tem apego às pessoas, especialmente o apego ansioso, esse vídeo vai transformar completamente a sua forma de viver, porque o desapego vai ser a sua ferramenta mais poderosa de agora em diante. A minha história em essência é antes de aprender a arte e o poder do desapego, eu era tipo um pedaço de madeira flutuando no oceano, sendo jogado de um lado pro outro de acordo com o que a outra pessoa sentia ou com o que acontecia ao meu redor. Agora eu vou falar o que o desapego não é, eu vou aprofundar mais nisso pra frente, mas ele não é completamente ignorar ou suprimir os seus sentimentos.
É algo que precisamos entender quando falamos sobre coisas na vida que queremos muito que aconteçam, como encontrar alguém especial, casar ou construir uma família mesmo. Coisas que no fundo você não pode controlar completamente. Você não pode controlar qual pessoa vai cruzar o seu caminho.
E mais profundo ainda, você não pode controlar o que essa pessoa faz, pensa ou sente. Desapego é o reconhecimento consciente de que você não pode controlar outras pessoas e você vai se destruir tentando. Tem um estudo fascinante 2019, da Universidade de Michigan, que mostrou que pessoas com alta necessidade de controle interpessoal de outras pessoas têm três vezes mais chance de desenvolver transtorno de ansiedade.
Não é só ficar nervoso, é literalmente reconfigurar o seu cérebro para um estado de hipervigilância constante que você mal consegue dormir. Então, quando você tenta controlar checando o celular ou seu ou deles, analisando cada palavra, cada demora para responder, criando teorias sobre onde a pessoa tá, você não tá procurando a rua, você tá procurando segurança. E ironicamente, quanto mais você procura segurança no outro ou no mundo ou no quer que seja, menos seguro você se sente.
Porque segurança real não vem de fora. O psicólogo David Charlie chama isso de diferenciação. É a capacidade de manter o seu senso de selfie mesmo em proximidade emocional com outros.
É você sendo um termostato e não um termômetro. Você regula sua própria temperatura corporal, não apenas reflete a temperatura do ambiente, porque quanto mais você tenta controlar alguém, mais essa pessoa vai querer fugir ou fazer o oposto do que você quer que ela faça. Isso se chama efeito reatância psicológica.
Foi descoberto por Jack Brain em 1966. Porque quando a pessoa percebe que a liberdade dela tá sendo ameaçada, o cérebro dela tive uma resposta automática de resistência. É por isso que adolescentes fazem exatamente o oposto do que os pais pedem.
É por isso que dietas restritivas geram o oposto compulsão. E é por isso que seu parceiro se afasta quando você tenta influenciar ele ou manipular ele mesmo sem saber que você tá tentando manipular ele. Literalmente o ato de tentar garantir que alguém fique cria as condições perfeitas pra pessoa ir embora.
Você cria aquilo que mais teme. Os psicólogos chamam isso de profecia autorrealizável negativa. O seu medo de abandono gera comportamentos que causam o abandono.
É como apertar a areia na mão. Quanto mais força, mais ela escapa entre os dedos. Você tem que entender uma coisa.
Se a sua ausência não significa muito para alguém, então a sua presença nunca foi realmente recebida, apenas usada. Porque quando algo tem um significado real, seu desaparecimento é percebido. Nós confundimos estar com pessoas, com ser valorizadas por essas pessoas.
Mas proximidade, sem engajamento emocional real, não amor facional, amor companheiro, é só estar perto. E atenção sem respeito, intenção não é amor, é acesso. Às vezes a pessoa não te amou, ela amou a função que você serviu para ela, a forma que você fez ela se sentir menos sozinha.
o conforto que você trouxe pro caos dela. As pessoas amam o suporte emocional, mas nem sempre a pessoa por trás desse suporte. Se sua ida não causou nenhum incômodo, então a sua presença nunca foi segurada com duas mãos.
Ela foi percebida, mas não realmente acolhida. Ela foi esperada, mas não apreciada. Significa que você estava dando profundidade para alguém capaz apenas de engajar na superfície.
Numa perspectiva clínica, isso reflete um padrão de apego evitativo, em que a conexão é conveniente, mas a vulnerabilidade é evitada. Então, lembra que você não foi feito para ser tolerado ou tolerado. Você foi feito para ser apreciado.
A sua ausência deveria significar algo, porque a sua presença é um presente. Agora eu vou compartilhar uma coisa pessoal que vai fazer você entender o poder transformador do desapego. Eu passei um tempo num relacionamento onde eu dava 200%.
Eu reorganizava minha vida inteira ao redor dessa pessoa. Se ela queria sair, eu dava um jeito de ir com ela, cancelava os meus planos. Se ela tava triste, eu deixava tudo para tentar consolar ela.
Eu achava que isso era amor, essa entrega total, essa fusão completa. Resumindo, no final das contas, ela acabou ficando com outra pessoa. Enquanto eu planejava o nosso futuro, ela já tinha escolhido outro caminho.
A dor foi indescritível. Tem estudos de neuroimagem com cérebro da Universidade da Califórnia de Los Angeles, que mostramme que a rejeição romântica ativa as mesmas regiões cerebrais de dor física, o córtex singulado anterior e o córtex somato sensorial. Eu literalmente senti a dor no peito como se tivesse levado um soco mesmo.
E essa região do córtex singular anterior, ela vai ficando mais forte a medida que você vai sentindo dor. Então a dor ela é literalmente um mecanismo de desenvolvimento espiritual. Na hora parece que não, mas o espírito ele só se desenvolve na dor.
Sua psiquê ela se desenvolve na dor. Não é à toa que o músculo, né? Você treina academia, você sente dor, não precisa sofrer, mas você sente dor.
Então a dor ela é um mecanismo de crescimento do corpo, porque o nosso corpo ele é antifrágilo, ele prospera na dor. Diferente de algo frágil quebra na dor ou de algo robusto que simplesmente resiste à dor, a gente prospera na dor mesmo. Então toda dor hoje eu vejo com uma oportunidade, porque eu sei que depois disso e existe um renascimento como se fosse uma fênix mesmo.
Então você tá passando por isso, seja otimista, porque depois vai vir um bom período. Seu sofrimento, ele vem de conceitos que você cria sobre as coisas. Então você cria um conceito de que, ah, não vai ter nenhuma pessoa igual à aquela, ah, porque aquela pessoa, ela é super cuidadosa ou alguma coisa, ela é muito bonita, sendo que no final das contas isso tende a ser um conceito criado na sua mente de escassez.
A gente tende a ter pensamentos de escassez. Por isso eu gosto muito da filosofia cristã. A lógica cristã é sempre de abundância, simplesmente deixar Deus agir na sua vida.
E hoje, um tempo depois, eu sou profundamente grato por ela ter escolhido outra pessoa e por isso tudo ter acontecido, porque eu tava tão apegado que eu vivi uma prisão mental voluntária mesmo. Então já no final já tinha vários sinais que aquilo não era mais saudável, a falta de resprocidade, no final, o desinteresse da pessoa, a sensação constante de eu estar mendigando atenção, mas o apego era uma droga mais forte que a cocaína. Isso não é metáfora.
Estudos mostram que o apego ativa os circuitos de recompensa de substâncias viciantes. Talvez se ela não tivesse tido a sobriedade de escolher uma outra pessoa e perceber que aquela dinâmica não tava saudável, porque no fundo quando você tá apegado a uma pessoa e tá jogando um jogo tentando fingir em desinteresse, isso é uma forma de manipulação. Então, se ela não tivesse sido e realmente saído, eu ainda estaria lá às vezes numa situação de um relacionamento tóxico que não era bom pr os dois, morrendo aos poucos por dentro, vivendo uma vida que não era minha.
O universo, Deus, o destino, chame como quiser, me deu um presente disfarçado de tragédia, me forçou a descobrir quem eu era sem essa pessoa e pela primeira vez em anos eu pude respirar, porque no fundo não era sobre a pessoa, era sobre mim. quando ela chegou já tava ansioso também e aí só revelou uma ansiedade que já tava lá atrás desde quando ela chegou que eu tive que lidar. Então aproveita essa oportunidade se você tá sozinho.
O seu cérebro no apego ansioso é literalmente um cérebro viciado. Allen Fisher, uma antropóloga de Harvard, descobriu que quando estamos apaixonados e inseguros ao mesmo tempo, o nosso cérebro libera dopamina em padrão intermitente. É tipo cassino mesmo, tigrinho.
Sabe por que você checa o celular várias vezes? O Instagram da pessoa não é falta de controle, é condicionamento operante. Às vezes a pessoa responde rápido, às vezes ela demora, às vezes com carinho, às vezes distante.
Esse padrão imprevisível, ele é mais viciante do que uma recompensa constante que vem constantemente. É por isso que relacionamentos tóxicos acabam sendo tão difíceis de largar. Seu cérebro tá literalmente viciado naquela incerteza.
Cada mensagem é uma dose de dopamina. Cada visualizado sem resposta é abstinência, queda de dopamina. Então não é que você seja fraco, é que você caiu num mecanismo que é altamente viciante.
Para sair disso, torne deixar as pessoas ir uma linguagem de amor que você desenvolve quando elas mostram falta de esforço. No espírito de acolher as pessoas, é importante você saber reconhecer quando o seu acolhimento tá sendo negligenciado. Não seja tão cego pelo seu medo de abandono, o medo de não ser escolhido ou de não ser gostado, que você ignora a falta de presença ou o esforço de alguém, ou até mesmo ignora a sua tendência de abandonar a você mesmo para essas pessoas.
papo reto. As pessoas podem falar o que quiserem sobre estarem ocupadas ou passando por um período, mas quando alguém tá constantemente mostrando a você o que ou com quem ela está mais ocupada ou o que elas valorizam e você tá lá embaixo na lista, isso é um convite para você reconsiderar o que você valoriza. Se os seus esforços não são vistos como algo válido de ser recíproco, reconheça que você também deveria estar fora de vista da pessoa.
Quando você deixa as pessoas irem que não estão mostrando reciprocidade, essa é a melhor forma de auto amor e amor por elas, porque você para de abandonar a si mesmo para tentar manter a companhia de outras pessoas. Não romantismo a conexão que você teve com alguém só porque acabou ou porque ela te deixou. Vamos ser honesto.
Tinham coisas que você estava mentindo para você mesmo enquanto você estava com essa pessoa, porque você queria muito a conexão e a companhia, aquela serotonina e astocina e a dopamina sexual também. Teve coisas que a pessoa fez que você nem queria contar paraos seus amigos de tão desalinhado com seus valores e é por isso que ela não tá mais na sua vida. Às vezes Deus tem que vir e remover pessoas de você porque você não tava fazendo isso.
Esse é o tanto que Deus te ama e quer você no seu caminho. Aí muita gente vem falar: "Rafa, eu pedi opinião pro meu amigo ou pedi um conselho pra minha amiga sobre essa pessoa e ela disse isso, isso, aquilo". Eu já vou te interromper aí mesmo.
Se você tem que constantemente ir paraos seus amigos ou amigas e pedir conselhos sobre uma pessoa, essa não é a pessoa para você. Muitos de vocês estão sofrendo porque vocês não estão OK em não serem escolhidos. Isso tudo acontece porque você tá procurando fora a segurança que deveria vir de dentro.
É o que o psicanalista britânico Donald Winic chama de falha na constância objetal. É a incapacidade de manter a sensação de que você é amado mesmo quando ninguém está presente. Pensa nisso.
Uma criança segura brinca tranquila horas sabendo que a mãe vai voltar. Uma criança ansiosa chora desesperado, achando que ela foi abandonada. Qual dos dois você é no relacionamento?
Você quer encontrar um problema, você vai encontrar sempre. É o seu cérebro no modo detetive. Os psicólogos cognitivos chamam isso de viés confirmativo.
Você só vê evidências que confirmam seu medo. E aqui tá a ironia cruel. Quanto mais você investiga, mais suspeito você parece.
E quanto mais você questiona, menos atraente você fica. Você tá literalmente criando condições pro seu pior medo se realizar. Quando a gente fala de medo de traição, você tem que tá completamente OK se a pessoa te trair.
Não é continuar no relacionamento com ela, mas é aceitar que isso pode acontecer, está fora do seu controle e se acontecer, o problema é dela e você perdoa ela incondicionalmente. Mas não quer dizer que você vai querer voltar com Eum quando a pessoa tá num estado de apego, isso vem de uma escassez de que ela não tem a capacidade de encontrar alguém daquele tipo ou até o medo de traição também. Eu não sou capaz de encontrar alguém ou se alguém me traiu, tem algum problema comigo, eu não sou capaz.
E aí a gente tem que entender uma coisa muito doida da ciência da atração. A ciência da atração tem um paradoxo cruel. A gente quer aquilo que a gente não pode ter completamente.
Robert Caldini, psicólogo da persuasão, chama isso de princípio da escassez. Estudos mostram que quando algo tá 70% disponível para nós, nosso desejo aumenta, mas quando tá 100% disponível, o desejo diminui. É por isso que o crush, que te ignora um pouquinho mais parece mais interessante do que a pessoa às vezes que tá sempre presente.
Seu cérebro primitivo interpreta disponibilidade total com menor valor evolutivo ou que a pessoa não tem tanto acesso assim a parceiros ou parceiros interessantes e você é a coisa mais importante. E aí quem tem baixa autoestima tende a ver isso como algo menos atraente. A maioria das pessoas hoje tem, mas aqui tá o plot twist.
Quando você pratica um desapego genuíno, você naturalmente mantenha isso. Já não por joguinho, mas porque você tem sua própria vida, porque o sol vai nascer amanhã e isso ironicamente te torna muito mais atraente. Resumindo, você tem que estar constantemente ocupado ou descansando ou trabalhando num projeto, treinando, orando, lendo textos, livros, lendo a Bíblia, enfim, essa é minha crença religiosa.
Tem que estar constantemente ocupado, nem que seja ocupado descansando. Aí outro dia eu tava conversando com um amigo meu e eu perguntei quais são as virtudes que ele acha mais importante numa pessoa, numa mulher, enfim. E aí ele respondeu: "A lealdade", né?
Tá no topo. Só que quão ferrada é a sociedade que a gente vive, em que na sua típica conversa sobre o que alguém procura no relacionamento, um dos critérios que tem que ser ditos é a lealdade. Você percebe que esse é o equivalente aí numa concessionária.
E quando o vendedor de carro pergunta o que você procura, você fala que o carro tem que ter quatro rodas. Isso só aconteceria se carros sem rodas estão cada vez mais comuns a ponto de você ter que especificar algo tão óbvio. Pessoas leais hoje são raras.
Quanto que a gente se desviou como espécie moralmente para nos permitir chegar num ponto em que não é óbvio ter que especificar algo assim? Eu vou te falar, todo mundo tá perdido. Quase ninguém tem satisfação real com suas vidas.
Mais as pessoas estão tão egoístas e presas em prazeres imediatos, com uma fuga da realidade, que elas são incapazes de enfrentar, que a vida para elas é nada além de dar a elas mesmas exatamente o que elas querem naquele momento para aliviar a angústia existencial delas. Não importa o que se custe, mas a angústia da existência intolerável. O aumento em traições é um sintoma da queda do propósito numa sociedade.
Existe um fenômeno estudado por Ellie Finkel da Northwestern University chamado efeito Michelâelo. Em relacionamentos saudáveis, o parceiro te ajuda a esculpir sua melhor versão. Mas em relacionamentos ansiosos acontece o oposto.
Você se deforma para caber no molde do outro. Você vai dissolvendo sua personalidade e o pior é que a pessoa sente inconscientemente ela percebe a falsidade. Estudos sobre microexpressões mostram que tentativas de agradar já eram sinais não verbais de incongruência que são captados pela pessoa, nem que seja um subconsciente dela.
Resultado, a pessoa perde interesse em você. Não porque você não é bom o suficiente, mas porque você não tá sendo você. Você não tá sendo corajoso e síncrono.
Isso é uma forma de manipulação. Você não escolhe por quem se apaixona. Muitas vezes quem escolhe é o seu trauma.
A terapeuta Harville Hendrick descobriu uma coisa perturbadora. Inconscientemente a gente procura parceiros que replicam nossas feridas de infância. Se o seu pai era distante, você vai se atrair por homens meio indisponíveis.
Se sua mãe era imprevisível, você vai se apaixonar por mulheres instáveis emocionalmente. Por quê? Seu cérebro primitivo acredita que dessa vez vai ser diferente.
Dessa vez você vai conseguir o amor que não teve. Você vai reviver aquele trauma e reescrever ele se curando. É uma tentativa inconsciente de curar o passado, mas você não cura trauma repetindo ele.
Você só aprofunda a ferida. Primeiro passo para quebrar o padrão, reconhecer que aquela sensação de amor à primeira vista, passional, muitas vezes é o seu trauma reconhecendo um padrão familiar que quase ninguém entende sobre desapego, que eu demorei para entender, é que não é sobre não sentir, é sobre sentir sem ser sequestrado pela emoção ou por aquele pensamento ruminativo. O neurocientista Antônio da Má diferencia a emoção de sentimento.
Emoção é a resposta corporal automática. Sentimento é a interpretação consciente dessa resposta. sentimento vem do latim, opinião.
Então, o desapego, ele atua no espaço entre o sentimento e a emoção. Então, por exemplo, quando você vê que alguém visualizou sua mensagem e não respondeu, é emoção, o coração pode acelerar, o estômago apertar e aí tem um espaço de escolha até isso virar um sentimento. Você observa aquela sensação, eu gosto muito da resposta com desapego, assim, interessante.
Meu corpo tá reagindo e a resposta sem desapego, a resposta pegada geralmente, ah, essa pessoa não me ama, ela deve estar com alguma outra pessoa. E pode ser que esteja, pode ser que não, mas isso não vai definir nada no final das contas sobre quem você realmente deveria ser. As pessoas confundem autoestima com algo externo e aí acaba, ah, ela não me ama, vou mandar outra mensagem.
Então, esse espaço de 2 segundos onde mora a sua liberdade. E o mesmo Victor Frankel, que foi um judeu que sobreviveu ao campo de concentração na época, na Segunda Guerra Mundial, ele viveu horrores. Eu recomendo muito o livro dele, Busca de sentido, tá?
E aí ele fala: "Cara, você pode tirar tudo de um homem? " Ele perdeu tudo, ele perdeu a família, os filhos, tudo, mas você não pode tirar a capacidade dele de reagir às coisas que acontecem na vida dele. Isso você tem, é o livre arbítrio, isso é seu e ponto final.
Então, se você vive tentando salvar pessoas quebradas, você não é herói, você é codependente ou manipulador. A psicóloga Mary Lamian identificou a síndrome do Salvador e a necessidade compulsiva de resgatar outros para se sentir valioso. É uma forma de disfarçada de controle.
Você mantém a pessoa dependente para garantir que ela fique, mas dependência não é amor, é transação. E no fundo a pessoa sente isso. Ela sente que é o seu projeto, não o seu parceiro.
Eventualmente quando ela se cura, ou não, geralmente não, se é que se cura, né, ela vai embora porque você era uma muleta e não um destino. Ou ela fica mais dissonante ainda e volta com tudo pros padrões. É a profecia autoproclamável, né?
Como diria o Paulo, apóstolo Paulo, nas cartas, ah, se eu me carta de Efésio, fala: "O mal que eu não queria fazer, eu fiz e o bem que eu queria fazer, eu não fiz". E Jó também fala que tudo que ele mais tinha medo de acontecer aconteceu. Esse tem que entender, galera, uma coisa sobre a dopamina, tá?
sobre esse vício, em mensagem, obsessão, antes de você navegar em qualquer relacionamento, se você tá num relacionamento ou não. Sabe aquela sensação quando você finalmente recebe uma mensagem depois de horas esperando? O Wolf Shoots, um neurocientista de Cambridge, ele descobriu que a dopamina atinge o pico não quando você recebe aquela mensagem, mas no momento logo antes.
É por isso que a expectativa da mensagem é mais viciante do que a mensagem em si. É por isso que você checa o celular compulsivamente. O nosso cérebro tende a viciar não no amor, mas na possibilidade do amor.
E quanto mais incerto, mais dopamina. É como se fosse um cassino emocional no seu bolso. E a gente tem que tomar cuidado com isso para não confundir as coisas.
Tem uma teoria que eu gosto muito, que foi desenvolvida por Stephen Porto, teoria polivagal. Ela explica as nossas respostas ao perigo. Então, a gente tem três estados.
Um é segurança social. Você tá calmo e conectado em família. Muitas vezes você tá nesse estado, né?
Você tem irmão ou irmã, você tá constantemente nesse estado parassimpático. Aí tem um estado de luto fuga, que é o ansioso e hiperativo. E tem um estado de congelamento, que é o mais destrutivo de todos, associada a emoções como vergonha e culpa.
Tem um estado de paralisia, de se fingir de morto, desligado e dissociado do corpo. E o apego ansioso, ele te mantém permanentemente na luta ou fuga, né? O seu sistema nervoso, ele interpreta distância emocional com uma ameaça de morte.
Não sei, você não sabe o que tá acontecendo no mundo externo. Ele vai só interpretando as emoções mesmo. Por isso você fica, às vezes o coração dispara e a pessoa tende às vezes a ter crise de ansiedade mesmo.
Então por isso que a dor às vezes ela é tão intensa também. O desapego é treinar o seu sistema nervoso para voltar à segurança social mesmo quando há distância ou separação. É o que os budistas praticam há 2500 anos.
E a neurociência agora comprova. Você pode regular o seu sistema nervoso independente de estímulos externos. Outro dia eu tava dando uma estudada sobre o tipo de relacionamento e aí tem um tipo de relacionamento que se chama chama gêmea, twin flame, que é aquela pessoa que ela é muito parecida com você, ela é quase a pessoa ideal, se é que existe isso, porque tem que tomar muito cuidado, não existe as coisas, ah, existe uma pessoa para você e ponto, não existe nenhum outro tipo, não, não é isso.
Mas é esse conceito de chama gêmeo é muito interessante que a pessoa ela é quase quem você queria ser, ela é quase tão virtuosa como você gostaria, ela é quase tão compatível com os seus valores, às vezes quase ele é muito perigoso. Então opostos se atraem é a maior mentira sobre relacionamentos. Tem estudos longitudinais que mostram que opostos se atraem por se meses e depois se repelem.
O que que realmente acontece aí, né? Você confunde a ansiedade com o amor companheiro, né? Aquela pessoa misteriosa e distante, não é que ela é intrigante, é que ela é emocionalmente indisponível, imprevisível e seu corpo confunde sinais de perigo com sinais de atração, porque ambos aceleram o coração do mesmo jeito.
Então, no livro do Robert Green, Arte da Sedução, que inclusive foi banido na Alemanha, mas é interessante que ele fala que as pessoas tendem a se atrair por pessoas perigosas. Isso é bizarro, porque hoje em dia a gente vive uma vida tão pacata também. né?
E e aí a gente confunde essa toxicidade com a atração. O seu corpo tende a interpretar esses sinais vermelhos como um desafio ou uma aventura, mas você tem que usar essa vontade de vencer desafios não em relacionamentos, né? Não no sentido de querer mudar alguém, mas sim na vida pessoal, na vida profissional, para servir as pessoas, para ajudar as pessoas.
Por isso que eu bato tanto na tecla de você ficar obsecado por projetos pessoais, por servir as pessoas e não ficar obsecado por alguém, por um relacionamento, né? Porque você gastar esse circuito de obsessão que é da região do cérebro do sistema reticulativo do ascendente com obsessão saudável. Se você não tá treinando com uma prática espiritual, com uma prática meditativa, com ah leitura, trabalho, se você não tá se ocupando com tudo isso, tem alguma coisa errada.
Não, não era para você tá eh com um tempo livre para ficar obsecado por uma pessoa. Quem me acompanha sabe que quando eu falo de espiritualidade, Jesus Cristo é o meu centro por vários motivos. Não vou entrar agora nesse vídeo, mas não quer dizer que eu não possa estudar sobre o taching, né, a filosofia ou a filosofia budista.
Então é muito interessante. O puder, ele falava sobre duas flechas. Primeiro é a dor inevitável e a pessoa te rejeita.
E a segunda é o sofrimento que você adiciona aquilo, fica ruminando, stalqueando ou se torturando. Neurocientificamente, a primeira flecha ativa o córtex simulado anterior, a região da dor que eu falei no começo do vídeo, que ela pode crescer, ela é maior em atletas e ela é menor em pessoas obesas e ela cresce quando a pessoa obesa perde peso e ela é maior em pessoas que vivem muito. É a região da força de vontade, da vontade de viver.
Já a segunda da ruminação, ela ativa o default mode network, a rede de ativação padrão. Você não controla a primeira, a dor vai acontecer, mas ruminar ou não, isso você vai tendo controle ao longo do tempo. Então pode escolher não disparar a segunda flash.
E aí tem um protocolo para ansiedade e apego para fazer isso, que é quando vier a ânsia de checar o celular, você faz cinco respirações profundas e 5 minutos de alguma atividade física ou cinco coisas pelas quais você é grato, tá? Se puder fazer o 55 de uma vez, melhor ainda. Ah, Rafa, que atividade física que vou fazer, cara.
Faz um alongamento, qualquer coisa, respirações profundas, você pode simplesmente escanear o seu corpo também. Isso é uma forma de movimento, fica parado, né? E pensar em coisas pelas quais você é grato.
Não consegue pensar: "Sou grato porque eu tô respirando. Sou grato porque eu acordei hoje, sou grato porque eu tô vivo. " Pode até pensar: "Sou grato por ter vivido a experiência com a pessoa".
Tá ótimo, porque ao invés de usar eh esse esses mesmos circuitos, de ficar lembrando das coisas boas da pessoa só para querer ter ela de novo, é você deixar ir, deixar ir, mesmo que um dia você possa voltar com essa pessoa. Mas quanto mais você deixar ir, mais você aumenta a chance de ter harmonia na sua vida e na vida dela e você não quer caus na sua vida e nem na dela. Confirme, as coisas podem ficar muito feias.
Então tem estudo que mostra que esse protocolo pode reduzir significativamente a ansiedade em até 70% em 15 minutos, que é o tempo da fricção límbica ali, que é o tempo que demora para você vencer aquela barreira inicial. E muita gente desiste nesses primeiros 15 minutos, né? E aí tem uma lógica muito interessante que vai te ajudar muito, que me ajuda muito, que é o surf de urgência.
Foi um é uma lógica desenvolvida por Alan Marlot, tá? Para vícios, que ela funciona muito bem, tá? Ela foi publicado já, que é funciona muito bem para pego também, que é uma forma de vício.
Então você vai perceber que a urgência de mandar uma mensagem pra pessoa ou de double text, mandar uma dupla mensagem, né, ou de simplesmente ser super, eu não tô falando não ter coragem, você tem que ser intencional, mas às vezes se sabe quando tá vindo de um lugar de escassez, quando você tá viajando na maionese, então ela vem de uma onda essa montar ou ceder, você surfa essa onda, você observa essa urgência subir, atingir o pico e naturalmente cair. e demora até uns 20 minutos para ela passar completamente. Cada vez que você surfa sem ceder, você enfraquece aquele circuito neural do apego ansioso.
Você tá mudando quem você é. Você tá aprendendo com a pessoa indiretamente. Se você acredita que pode mudar alguém, você sofre do viés do otimismo irrealista, estudado por Tali Shard em Harvard.
A grande maioria das pessoas acham que pode mudar o seu parceiro, pais, irmãos, enfim. Eh, mas estatísticas mostram que as pessoas mudam menos de 5% depois dos 25 anos e vem delas, nem vem de você. Então, você não se apaixonou pela pessoa, muitas vezes você se apaixonou pelo potencial dela quando você tá num relacionamento e pelo que ela poderia ser se, né, se parasse de beber ou se fosse mais carinhosa ou se te valorizasse mais.
Mas o potencial não é realidade, é uma fantasia que você cria na sua cabeça. Enquanto você ama o potencial, você desperdiça sua vida real com a miragem. A pessoa já te mostrou quem ela é, acredita nela.
Quero que você imagine que a sua vida emocional é um prédio de 10 andares. O térreo é a depressão e o 10º andar é êxtase. O quinto andar é neutro e estável.
Com apego ansioso, a pessoa te manda mensagem carinhosa, você sobe pro nono andar, ela demora para responder, você cai pro segundo andar. você, ela visualiza e não responde. Você desce pro térrio, depois você virou um elevador emocional, sobe e desce conforme apertam seus botões.
Com desapego, você é escada, você pode subir ou descer, mas o seu ritmo e bem mais devagar, o que a gente chama a neurociência de tô de dopamina. Você tem um tôus constante de dopamina, está num estado de paz interior constantemente, está ocupado com alguma coisa ou descansando também. Então a mensagem carinhosa, legal, posso subir um degrau se eu quiser.
Não responderu, OK, continua onde eu estou. Numa sociedade que lucra com a sua insegurança, desafio rebeldia, pensa quem ganha quando você é ansiosamente apegado. Aplicativo de relacionamento, você acaba sempre voltando.
Terapeutas de casais tentando consertar o inconscertável. Indústria de autoajuda prometendo o segredo. Redes sociais você estáando e comparando você mesmo, as pessoas sua vida.
O mercado do amor, ele vale 8 bilhões de dólares e ele depende de vocês estarem seguro. Quando você pratica um desapego saudável, você quebra a matrix, para de consumir validação, para de mendigar atenção, para de pagar por promessas de completude. Você tem que proteger sua atenção igual você protege sua vida.
Você se torna improdutivo para esse capitalismo emocional. Isso é revolucionário. Aqui tá o que ninguém te conta.
O desapego ao maior filtro para relacionamentos. Quando você não tá desesperado, as pessoas erradas naturalmente se afastam. Por quê?
Porque elas precisam da sua carência para se sentirem importantes, precisam do seu desespero para mascarar a própria mediocridade. Você vai perceber que alguns relacionamentos, se você não estiver alimentando um drama ou uma novela ou ah um amor passional, um fogo absurdo, constantemente a pessoa vai perdendo o interesse. Isso é um sinal vermelho muito forte, porque a base do relacionamento tem que ser o amor companheiro.
Ele é um preditor muito maior de dar certo lá na frente, sem pensar em 5, 10, 20 anos. Cara, se você for um homem, você tem que considerar seriamente as probabilidades da mulher pedir um divórcio lá na frente, porque ela foi muito dopaminica. Ou se você for mulher, você tem que considerar seriamente a possibilidade do cara te trair, porque também ele foi muito dopaminico.
Não que mulher não traia, não que homem não peça divórcio, mas você entendeu o que quero dizer. Então o desapego, ele não é sobre não se importar, é sobre se importar tanto consigo mesmo que você não aceita migar. Esse negócio de alma gêmea é o maior marketing da história dos relacionamentos, porque no fundo existem várias pessoas que você seria compatível.
A ideia que só existe um para você é meio ridículo, até matematicamente falando e emocionalmente perigosa, porque te faz aceitar absurdos achando que aquilo é o destino, que aquela pessoa tem que ser para você. te faz ignorar sinais vermelhos absurdos, achando que é o amor verdadeiro, porque você viu muito filme romântico. Casais que acreditam em alma gêmea acabam tendo uma tendência muito maior de divórcio lá na frente do que casais que vem o amor como uma construção.
Porque quando aparece um problema, quem acredita em alma gêmea pensa: "Ah, então essa não era a pessoa certa". Quem vê como amor escolhe. Vamos pensar nisso juntos e vamos resolver isso juntos.
Então, tem um protocolo que eu gosto bastante de 90 dias, tá? baseado em neuroplasticidade, porque leva em média assim para isso, uns 90 dias, para você criar novos caminhos neurais mesmo. Então, os primeiros 30 dias, se você quer desapegar de alguém ou de al, é uma abstinência mesmo daquilo, né?
Sem stalquear, sem checar story, sem reler conversas, seu cérebro vai gritar mesmo, principalmente nas primeiras semanas. É normal, tá? É uma abstinência, literalmente mesmo.
Você viu esse vídeo até agora, você entendeu isso. Dias 31 a 60, você vai fazer um redirecionamento. Cada vez se pensar na pessoa, você vai fazer alguma outra coisa produtiva.
Então você pode escrever sobre seus objetivos, você pode fazer diário terapia, escrever sobre o que você tá pensando. Ah, você tá criando uma nova rota neural mesmo. Então pensar na pessoa se associa a focar em você, porque no fundo não é sobre a pessoa, é sobre uma sensação interna mesmo de ansiedade que já tava lá antes da pessoa chegar.
E aí nos dias 60 a 90, nesse terceiro mês, você vai fazer uma reconstrução. Então novos hábitos já vão estar se formando. A pessoa, ela vira uma memória, não é mais uma obsessão.
Você pensa nela com gratidão e você recupera a energia que tava vazando. E aí muita gente fala: "Rafa, mas você fala de desapego. Onde é que entra Deus nisso?
Onde é que entra a fé? Como assim desapego? Uma coisa profunda que é descobrir, o desapego não é contrário à fé cristã.
Ele é central a ela. Jesus disse em Mateus 6:25: "Não andeis ansiosos pela vossa vida". Isso é literalmente uma instrução de desapego.
Você for ler realmente ver ali os livros da Bíblia, você vai ver que são códigos muitas vezes de você simplesmente deixar Deus agir na sua vida. Se deixar Deus agir e sair do meio do caminho, provavelmente você vai ficar rico, né? Não tô falando só de dinheiro aqui também, é verdade.
Eh, próspero em várias áreas da sua vida. Você vai ter um físico muito melhor, você vai ter uma mente muito mais afiada, você vai ser muito mais focado em tudo, né? Então você vê em Filipenses 4 6 a 7, Paulo fala: "Não estejais inquietos por coisa alguma".
Então o cristianismo sempre soube o que a neurociência agora comprova. A ansiedade e o apego excessivo nos afastam do propósito. CS Lewis, que é um autor cristão, sou muito fã, ele escreveu uma coisa que marca até hoje.
Quando fazemos de qualquer coisa terrena, o nosso Deus, ela se torna um demônio, que é a falsa idolatria, né? Seria isso independente da sua fé. Então isso inclui relacionamentos.
Quando você faz da outra pessoa a sua salvação, a sua completude, o seu tudo, pensando nela toda hora, você cria um ídolo. E ídolos sempre decepcionam, a não ser, na minha opinião, Jesus Cristo. Ele é a única pessoa que vale a pena idolatrar por toda a história dele, por toda a evidência arqueológica.
Então, o conceito cristão de morrer para si mesmo é o desapego mais radical que existe. Não é sobre não amar. Cristo mandou amar o próximo como a si mesmo, mas é sobre não fazer do amor humano o seu Deus.
O maior amor é o amor de Deus, sobre entender que só Deus preenche o vazio existencial que tentamos tapar com pessoas. Santo Agostinho, ele disse que o nosso coração vive inquieto enquanto não repousa em ti. Então, quantas vezes a gente tenta fazer o nosso coração repousar em outra pessoa e quantas vezes isso nos destrói?
O desapego cristão não é indiferença, é liberdade. É amar sem idolatrar, é estar com alguém sem fazer dela a sua salvação. É o que Paulo quis dizer: "Com tudo posso naquele que me fortalece.
Sua força não vem da presença ou da ausência de pessoas, até porque a lógica é que nós já nascemos no pecado. A gente tá constantemente errando e pecando. Então, é como se a gente fosse uma luva morta e a mão de Deus entra na luva para preencher.
Sua força não vem da presença, sua ausência de pessoas, ela vem de algo muito maior. E aí é muito comum a gente pensar: "Ah, mas se eu tivesse feito tal coisa e se tivesse falado tal coisa, cara, você quer saber se alguém realmente te ama ou se essa pessoa realmente combina com você a longo prazo? " Imagina que você tá no aeroporto, seu voo atrasou 6 horas, você tá cansado, irritado e com fome.
Como essa pessoa te trataria? Com paciência? Ou ela aumentaria mais ainda a sua irritação?
Ela te acalmaria ou pioraria? O amor real aparece nos momentos mundanos de estresse, não nos momentos mágicos de paixão e viagem. Qualquer um é incrível no primeiro encontro ou nas primeiras semanas ou meses, mas quem é a pessoa quando voa atrasa e não tem ninguém prestando atenção direito ali, tá no impulso no dia a dia quando está doente, quando a vida fica difícil.
Então estudos sobre longevidade conjugal mostram que o que prediz a duração não é química ou atração, é gentileza sobre pressão. Se a pessoa só é boa quando tudo tá bem, ela talvez não te ame. Ela ama a conveniência.
de estar com você. Relacionamento não acaba quando termina, ele acaba quando você para de tentar. Isso geralmente acontece muito antes do término oficial, quando você para de brigar por atenção e aceita a indiferença.
É quando você para de pedir mudança ou de tentar dar feedbacks ou conselhos e aceita a indiferença e o descaso. Para de acreditar em promessas. O John Gottman, o maior pesquisador de casamentos, chama isso distanciamento emocional e é o preditor número um de divórcio.
Não é raiva ou briga, é a indiferença. Quando você não sente nem raiva, mais só cansaço. Quando a pessoa pode fazer qualquer coisa, você pensa: "Tanto faz, você nem quer tentar ter uma conversa com ela, porque você já sabe que vai ser caótico e não vai funcionar".
Então esse é o certificado de óbito do amor. E geralmente quando você chega nesse ponto já era a hora de ter ido embora muito tempo e é muito complicado voltar daí. Bom, eu comecei esse vídeo contando sobre como aquela experiência de 2, tr anos atrás me destruiu com aquela menina.
E aí eu vou te contar como que terminou essa história, né? Uns anos depois ela me procurou. A outra pessoa que ela tinha escolhido não era o que ela esperava.
E ela percebeu que perdeu, me mandou mensagem e a gente estava até combinando de se ver. Mas o antigo eu teria voltado correndo, afinal era tudo que eu queria, né? Ela me escolhendo, me querendo.
Mas nesse anos que se passaram, descobri uma coisa revolucionária. Eu não precisava ser escolhido por ela, nem por ninguém. Eu precisava me escolher.
Eu falei: "Não, educadamente, respeitosamente, mas firmemente não". E foi nesse não que eu nasci de novo. Não como alguém que não sabe amar, mas como alguém que sabe que o amor sem dignidade não é amor, é humilhação com nome bonito.
E geralmente quando você termina, volta, termina, volta, essa dinâmica é, eu nunca vi dando certo, né? Não sei você, porque amor real não é necessidade, é escolha renovada todos os dias. E agora a escolha sua.
Continuar no ciclo vicioso do apego ansioso, sofrendo, mendigando, se perdendo, ou começar hoje sua jornada de desapego, liberdade e amor próprio. Que que você vai escolher? Se você tá assistindo esse vídeo até agora, vou deixar um Qcode aqui.
O maior projeto da minha vida, lançado agora 25 de agosto de 2025. É uma plataforma de desenvolvimento pessoal por um preço muito acessível e com vários cursos. É algo que eu não vi ninguém fazendo no Brasil.
Eu e minha equipe a gente se inspirou num modelo green que a gente viu e a gente vem trabalhando nesse projeto já há vários meses. E assim, isso é muito transformador mesmo. A gente tem um módulo, um curso, na verdade, com vários módulos.
A gente tem um curso lá só sobre relacionamentos, tem um curso só sobre desse boa parte do apego vem da luxúria sexual mesmo, dessa vontade de estar com alguém sexualmente. A gente tem um curso chamado código neural, que vai te ajudar a focar nas outras coisas, né, na sua vida que eu falei para você ficar obsecado por algo, para você estar ocupado. É um são mecanismos e que absurdem esse código neural.
Enfim, dá uma olhada. Vou deixar o QR code aqui, tá? E até o próximo vídeo.